Escola 2,3/S de Vale de Cambra Ficha Informativa

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1 Escola 2,3/S de Vale de Cambra Ficha Informativa O NOME O nome é a palavra de que nos servimos para designar pessoas, objectos, animais, qualidades, acções, fenómenos, sentimentos, estados, etc. Ex.: rapaz, Luís, gato, mesa, amizade, Santarém, Subclasses do nome: Nomes comuns são comuns porque nomeiam pessoas, animais, coisas, sem os individualizar. Ex.: computador, jovem, cão, Nomes próprios são próprios porque individualizam os seres que nomeiam (pessoas, locais,...). Ex.: Paula, António, Lisboa, Chiado Nomes concretos são concretos porque designam pessoas, animais e coisas que pertencem ao mundo físico. Ex.: menino árvore, mesa, livro, Portugal, Nomes abstractos são abstractos porque não indicam seres ou coisas do mundo físico. Designam acções, qualidades, estados, sentimentos que não existem independentemente dos seres que as praticam, os possuem, as sentem. Ex: leitura, paixão, dor, informática, Nomes colectivos são colectivos porque designam, no singular, um conjunto de pessoas, animais, coisas. Ex.: grupo, multidão, feixe, cáfila alcateia lobos esquadrilha aviões pomar árvores de fruto armada navios exército soldados povo - pessoas arquipélago ilhas fato cabras quadrilha - ladrões assembleia pessoas frota navios, aviões rancho - pessoas bando aves, malfeitores grupo pessoas rebanho ovelhas, cabras batalhão soldados laranjal laranjeiras récua animais de carga cáfila camelos leva prisioneiros regimento - soldados cardume peixes magote pessoas réstia cebolas, alhos chusma pessoas manada bois sobral - sobreiros companha pescadores matilha cães souto - castanheiros cordilheira serras montado sobreiros turma - estudantes coro cantores ninhada aves vara - porcos elenco actores olival oliveiras vinha - videiras enxame abelhas piquete polícias, empregados Flexão do nome: 1 O género: masculino e feminino Os nomes que designam pessoas e animais costumam flexionar-se em género, isto é, têm uma forma para indicar os seres do sexo masculino e outra para indicar os do sexo feminino.

2 I a forma do feminino pode ser completamente diversa da do masculino, ou seja, proveniente de um radical distinto: bode boi genro cabra vaca nora homem padre carneiro mulher madre ovelha II a forma do feminino pode ser derivada do radical do masculino, mediante a substituição ou acréscimo de desinências. a) Os nomes terminados em o átono formam, normalmente, o feminino substituindo essa desinência por a: gato gata pombo pomba lobo loba aluno aluna Nota: há um pequeno número de nomes terminados em o que, no feminino, substituem essa vogal final por desinências especiais: Masculino diácono galo maestro Feminino diaconisa galinha maestrina b) Os nomes terminados em consoantes formam, normalmente, o feminino com o acréscimo da desinência a: camponês camponesa leitor leitora freguês freguesa pintor pintora Nota: os nomes terminados em or formam, normalmente, o feminino com o acréscimo da desinência a. Alguns, porém, formam o feminino em eira: cantador / cantadeira; cerzidor / cerzideira. Outros, entre os terminados em dor e tor, mudam essas terminações em triz: actor / actriz; imperador / imperatriz. III - Os nomes terminados em ão apresentam as variações: -ão /-ã: aldeão / aldeã; campeão / campeã; cidadão / cidadã -ão/-ana: sultão / sultana; -ão/oa: patrão / patroa; leão / leoa -ão/-ona: figurão / figurona; comilão / comilona Não seguem este paradigma os seguintes nomes: barão / baronesa; ladrão / ladra; perdigão / perdiz; lebrão / lebre IV Nos nomes que têm uma forma comum aos dois géneros, a marca do feminino aparece somente no determinante ou nos adjectivos que concordam com os nomes: o artista o camarada o cliente o colega o doente a artista a camarada a cliente a colega a doente o estudante o gerente o guia o jornalista o pianista a estudante a gerente a guia a jornalista a pianista

3 V Outros nomes só têm uma forma, com um só género, para designar a mulher ou o homem: a criança a sentinela o cadáver a criatura a testemunha o cônjuge a pessoa a vítima o indivíduo VI Um grande número de nomes designam animais que têm um género único. A distinção de sexo é expressa pela adição da palavra macho ou fêmea: uma girafa fêmea um crocodilo macho uma cobra fêmea um tigre macho um rouxinol fêmea uma sardinha macho uma girafa macho uma cobra macho um rouxinol macho VII Os nomes inanimados não têm flexão de género. Em certos vocábulos a variação de género é apenas aparente: um crocodilo fêmea um tigre fêmea uma sardinha fêmea o banho / a banha o corte / a corte o grama / a grama o cargo / a carga o fardo / a farda o modo / a moda o copo / a copa o folho / a folha o prato / a prata Em certos nomes, a diferença de género marca uma diferença de grandeza ou de forma: o barco / a barca o cesto / a cesta o jarro / a jarra o rio / a ria o casaco / a casaca o cinto / a cinta o poço / a poça o saco / a saca O género feminino pode exprimir uma ideia de número: o fruto / a fruta o lenho / a lenha o ramo / a rama o vinho / a vinha Nota: São nomes biformes os que apresentam uma forma para o masculino e outra para o feminino. Ex.: o aluno a aluna São nomes uniformes os que apresentam uma só forma para o masculino e para o feminino Ex. o estudante - a estudante 2 0 número: singular e plural I O plural forma-se, em geral, acrescentando um s ao singular se o nome terminar em vogal ou ditongo, ou es se o nome terminar em consoante. Ex.: mesa mesas goraz - gorazes rei - reis andor andores Quando o nome termina em m, esta consoante é substituída por n, antes da junção do s: bem / bens homem / homens jardim / jardins fim / fins som /sons jejum /jejuns II Há alguns nomes, que sofrem uma alternância de timbre da vogal tónica - o fechado (ô) / - o aberto (ó): caroço / caroços jogo / jogos porto / portos coro /coros olho / olhos povo / povos corpo / corpos osso /ossos socorro / socorros corvo / corvos ovo / ovos tijolo / tijolos fogo / fogos poço / poços troco /trocos forno / fornos porco / porcos troço / troços

4 Há, no entanto, grande número de palavras que não alteram, no plural, o timbre da vogal tónica: acordo adorno bolo cachorro coco dorso golfo lobo moço morro namoro piloto piolho poldro polvo potro rolo rostos reboco repolho sopro suborno III Os nomes terminados em ão apresentam três variações: cidadão /cidadãos - ão / - ãos: cristão / cristãos grão / grãos - ão / ões: acção / acções canção / canções coração / corações eleição / eleições - ão / ães: cão / cães capitão / capitães Alguns têm várias formas de plural: mão / mãos irmão / irmãos órfão / órfãos estação / estações leão / leões nação / nações escrivão / escrivães órgão / órgãos sótão / sótãos opinião / opiniões pavão / pavões questão / questões pão / pães aldeãos ermitães guardiães aldeão aldeões ermitão guardião guardiões aldeães ermitões Nota: corrimão forma o plural corrimãos, visto que é composta de mão, mas existe também a forma corrimões. IV Os nomes terminados em -al, - el, -ol e - ul substituem no plural o -l por -is. animal / animais papel / papéis móvel / móveis níquel / níqueis farol / faróis lençol / lençóis álcool / álcoois paul / pauis Exceptuam-se as palavras mal, real e cônsul e seus derivados, que fazem o plural em males, reis, cônsules. V Os nomes terminados em - il tónico mudam o - l para - s. ardil / ardis barril / barris funil / funis fuzil / fuzis redil / redis covil / covis VI - Os nomes terminados em - il átono substituem esta terminação por eis. fóssil /fósseis réptil / répteis VII Nos nomes formados com o sufixo zinho e zito, tanto o nome primitivo como o sufixo vão para o plural, desaparecendo o s do plural do nome primitivo. Assim. balãozinho papelzinho cãozito balõe(s ) + zinhos > balõezinhos papéi(s) + zinhos > papeizinhos cãe(s) + zitos > cãezitos VIII Há nomes que só se empregam no plural: alvíssaras cãs fezes primícias anais condolências matinas víveres antolhos esponsais núpcias copas (naipe) arredores exéquias óculos belas-artes olheiras calendas férias pêsames

5 IX Existem nomes que se usam habitualmente no singular, como é o caso dos nomes de metais e os nomes abstractos: ferro ouro cobre fé esperança caridade candura ignorância oxigénio azoto leite orgulho X Alguns nomes não têm marca de plural (são uniformes quanto ao número); só o emprego do determinante o indica: a fénix / as fénix o lápis / os lápis o alferes / os alferes o oásis / os oásis o arrais / os arrais o ourives / os ourives o atlas / os atlas o pires / os pires o cais / os cais XI Formação do plural dos nomes compostos: 1) Quando o nome composto é constituído por palavras que se escrevem sem hífen (aglutinação), forma o plural como se fosse um nome simples. aguardente / aguardentes varapau / varapaus malmequer / malmequeres clarabóia / clarabóias pontapé / pontapés vaivém / vaivéns 2) Quando os termos componentes se ligam por hífen (justaposição), podem variar todos ou apenas um deles: Nomes compostos por justaposição nome + nome nome + adjectivo adjectivo + nome verbo ou palavra invariável + + nome ou adjectivo ambos os elementos vão para o plural só o segundo elemento vai para o plural couves-flores, amores-perfeitos, altos-fornos guarda-sóis, pisa-papéis, contra-ataques nome + preposição + nome nome + nome com valor de determinante específico só o primeiro elemento vai para o plural águas-de-colónia, navios-escola, palavras-chave Grau do nome (ou nome) O nome pode apresentar diferentes gradações: - com a sua significação normal grau normal. Ex.: rapaz, - com uma significação intensificada grau aumentativo. Ex.: rapagão, - com a sua significação atenuada ou valorizada afectivamente - grau diminutivo. Ex.: rapazinho, Nota: Normalmente, os graus aumentativo e diminutivo indicam noções de grandeza e pequenez, mas tal não acontece sempre. O aumentativo pode ter um valor depreciativo e o diminutivo pode, também, utilizarse com valor depreciativo ou afectivo. Também alguns aumentativos e diminutivos perderam tal noção e adquiriram, com o tempo, significados especiais, por vezes dissociados do sentido da palavra de que derivaram. É o caso das palavras cartão, cartilha, ferrão, pastilha, entre outras.

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