Nossos encontros AULÃO

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1 Nossos encontros 1

2 Nossos encontros AULÃO 2

3 Materiais da aula 3

4 Critérios AV I: Redação

5 Critérios AV I: Redação Serão descontados pontos da redação ou até pode ser zerada ou anulada: 1) Erros de português; 2) Fuga total ao tema; 3) Não obediência à estrutura dissertativo-argumentativa (Introdução, desenvolvimento e conclusão em parágrafos separados); 4) Texto com apenas até 12 linhas; 5) Impropérios, desenhos e outras formas propositais de anulação ou parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto; 6) Desrespeito aos direitos humanos; 7) Redação em branco, mesmo com texto apenas em rascunho; 8) Cópia do texto motivador sem as devidas citações e referências; 9) Falta de Coesão e Coerência textual

6 Atividade extra: Textos complementares: Unidade I: artigo "O surgimento da aduana e sua evolução no Brasil". Redação mínimo 25 linhas, sem cópia literal com citações e referência 6

7 Atividade extra: Textos complementares: Somente será aceito para alunos presentes na aula 1 7

8 PAPER E SOCIALIZAÇÃO

9 Temas Paper / Seminário: Análise da importância da gestão da cadeia de suprimentos nas organizações, estudo de caso Polo UNIASSELVI Feira de Santana. Logística de distribuição: um estudo do nível de serviço Logístico em uma empresa do Porto Seco Feira de Santana Logística de serviços: Uma análise do transporte coletivo urbano na cidade de Feira de Santana 9

10 Socialização: DESAFIO: Além da apresentação da equipe, trazer um palestrante para falar sobre o tema. Tempo: até 60 min 10

11 LEGISLAÇÃO ADUANEIRA COMPARADA

12 Referências: Comercio Internacional E Legislação Aduaneira Por Rodrigo Teixeira Luz Direito Aduaneiro e Impostos Especiais de Consumo - Jurisprudência TJUE Por Tânia Carvalhais Pereira Sérgio Vasques 12

13 DIREITO ADUANEIRO O Direito Aduaneiro é um conjunto de normas e princípios que regulamentam juridicamente a política aduaneira, com a intervenção pública no intercâmbio internacional de mercadorias, formando um sistema que possibilita o controle e a criação de barreiras com finalidades públicas.

14 DIREITO ADUANEIRO DECRETO N.º 4.765, DE 24/06/2003 ATUAÇÃO ART. 2.º - TERRITÓRIO ADUANEIRO JURISDIÇÃO ART. 3.º - PODER DE APLICAR O DIREITO I ZONA PRIMÁRIA; II ZONA SECUNDÁRIA; COMPETÊNCIA ART. 4.º - MINISTRO DA FAZENDA podendo inclusive demarcas zonas de vigilância aduaneira.

15 CONTROLE ADUANEIRO DIVERSIDADE DE ÓRGÃOS INTERVENIENTES Ministério da Fazenda Ministério do Desenv., Indústria e Comex Ministério da Justiça Ministério da Defesa Ministério da Agricultura e Saúde Ministério dos Transportes

16 CONTROLE ADUANEIRO Bacen controle cambial Decex controle comercial Anvisa vigilância sanitária Mapa controle fitossanitário e zoosanitário Outros órgãos (Suframa, Ibama, Inmetro, Ministério da Defesa, etc.)

17 CONTROLE ADUANEIRO Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) controle de veículos e cargas tributação do comércio exterior aplicação de direitos comerciais proteção à propriedade intelectual no comércio exterior

18 IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO

19 TRIBUTOS INCIDENTES NO COMÉRCIO EXTERIOR CARÁTER EXTRAFISCAL (anteriodade/legalidade) ANTERIORIDADE / LEGALIDADE - ART. 150, CF. ATO ADMINISTRATIVO ART. 153, CF.

20 IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO INCIDÊNCIA ART. 69 MERCADORIA ESTRANGEIRA ART. 70 MERCADORIA RETORNADA ART 71 NÃO INCIDÊNCIA

21 IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO FATO GERADOR (ART. 72, RA) I - REGIME COMUM refere-se a mercadoria importada a título definitivo. II - REGIME DE TRIBUTAÇÃO SIMPLIFICADA classificação genérica (bens e alíquotas definidas pelo Ministério da Fazenda; III REGIME DE TRIBUTAÇÃO ESPECIAL exigência tão-somente da alíquota de 50%; IV DRAWBACK (isenção, suspensão, restituição).

22 PENA DE PERDIMENTO É considerada a mais severa sanção administrativa existente no direito aduaneiro, consistindo na decretação da perda de mercadorias e veículos na operação de comércio exterior, ou seja, dano as finanças do estado, ou erário. É aplicável nos casos e tem como propriedades as descritas abaixo: Em qualquer um dos casos de subfaturamento, ocultação do real adquirente, etc, poderá ser lavrado termo de retenção e apreensão de bens e posteriormente será lavrado auto de infração para propositura de pena de perdimento.

23 PENA DE PERDIMENTO Da penalidade de perdimento cabe apenas uma defesa administrativa em 20 dias, sem recurso (instância única) que será julgado pelo próprio órgão aplicador da penalidade A pena de perdimento, quando os bens estiverem perdidos, não ensejará aplicação de penalidade de cunho pecuniário, na maior parte das vezes, a não ser quando houver ocultação do real adquirente Os bens perdidos serão destinados e levados a leilão, destruídos, doados ou incorporados como bens dos órgãos afetos à União

24 PENA DE PERDIMENTO Toda aplicação definitiva de perdimento administrativo redunda em formalização de representação fiscal para fins penais para apuração de crime O perdimento poderá ser mais facilmente revertido na via judicial.

25 IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO FATO GERADOR POR PRESUNÇÃO LEGAL: Mercadoria que consta dos documentos como tendo sido importada, mas foi extraviada, consumida ou revendida. Diferente do fato gerador presumido ( 7.º art 150, CF ocorrência futura)

26 IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO NA DATA DE VENCIMENTO DO PRAZO DE PERMANÊNCIA DA MERCADORIA EM RECINTO ALFANDEGÁRIO (ART. 73, II, RA) PENA DE PERDIMENTO (ART. 689, XXI) PERMANÊNCIA (DL 1455/76 e ARTS. 642 e 644 RA) ABANDONADA PROCESSO DE PERDIMENTO IMPORTADOR ART. 643 RA LEI 9.779/99 (90 DIAS ATRÁS)

27 IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO CONTRIBUINTES ART. 104, RA: I IMPORTADOR; II DESTINATÁRIO DA REMESSA POSTAL INTERNACIONAL; III ADQUIRENTE DE MERCADORIA ENTREPOSTADA. (regime de entrepostos aduaneiro é o que permite a entrada de mercadoria estrangeira em consignação sem pagamento de tributos devidos, até que sua permanência seja definitiva.)

28 IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO Incidencia, nao estrangeira, nao incidencia e nao ocorrência do fato gerador FATO GERADOR ART. 72 O fato gerador do imposto de importação é a entrada da mercadoria estrangeira no território aduaneiro. INCIDÊNCIA ART. 69 O imposto de importação incide sobre mercadoria AB16 estrangeira. único O Imposto de Importação, incide, inclusive, sobre a bagagem de viajante e sobre bens enviados como presente ou amostra, ou a título gratuito.

29 Slide 28 AB16 MERCADORIA ESTRANGEIRA - MERCADORIA PRODUZIDA FORA DO BRASIL E TAMBÉM MERCADORIAS VPRODUZIDAS NO BRASIL MAS QUE TENHAM SIDO EXPORTADAS A TÍTULO DEFINITIVO Alexandre Biermann; 02/09/2010

30 IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO NÃO INCIDÊNCIA ART. 71 I Erro inequívoco; II Reposição por defeito ou inutilização; III Objeto de pena de perdimento; IV Devolvida antes do registro da DI; V Embarcações construida no Brasil de estaleiro internacional; VI mercadoria avariada; VII mercadoria em trânsito.

31 IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO NÃO OCORRÊNCIA DO FG ART. 74 I do pescado capturado fora do limite territorial; II mercadoria importada temporária. AB18

32 Slide 30 AB18 MERCADORIA ESTRANGEIRA - MERCADORIA PRODUZIDA FORA DO BRASIL E TAMBÉM MERCADORIAS VPRODUZIDAS NO BRASIL MAS QUE TENHAM SIDO EXPORTADAS A TÍTULO DEFINITIVO Alexandre Biermann; 02/09/2010

33 IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO LANÇAMENTO I De Ofício; II Por Declaração; III Por homologação. (RG por débito na conta do importador)

34 IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO ISENÇÕES OU REDUÇÕES DO IMPOSTO ART. 115 A Isenção ou redução do imposto somente será reconhecida quando decorrente e lei ou ato internacional. Redução ocorre apenas em casos de acordos internacionais art. 117: I comprovação da produção no país signatário AB20do acordo; AB21 II não existência de similar art. 190; III obrigatoriedade de transporte em navio de bandeira brasileira.

35 Slide 32 AB20 AB21 MERCADORIA ESTRANGEIRA - MERCADORIA PRODUZIDA FORA DO BRASIL E TAMBÉM MERCADORIAS VPRODUZIDAS NO BRASIL MAS QUE TENHAM SIDO EXPORTADAS A TÍTULO DEFINITIVO Alexandre Biermann; 02/09/2010 ART CONSIDERA-SE SIMILAR AO ESTRANGEIRO O PRODUTO NACIONAL EM CONDIÇÕES DE SUBSTITUIR O IMPORTADO, OBSERVADAS AS SEGUINTES NORMAS BÁSICAS: I - QUALIDADE EQUIVALENTE E ESPECIFICAÇÕES ADEQUADAS AO FIM A QUE SE DESTINE; II - PREÇO NAO SUPERIOR AO CUSTO DE IMPORTAÇÃO, EM MOEDA NACIONAL, DA MERCADORIA MAIS TRIBUTOS; III - PRAZO DE ENTREGA NORMAL OU CORRENTE PARA O MESMO TIPO DE MARCADORIA. Alexandre Biermann; 02/09/2010

36 IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO ISENÇÕES OU REDUÇÕES DO IMPOSTO MODALIDADES SUBJETIVA Vinculada à Qualidade do Importador pessoa a quem se transfere a mercadoria; OBJETIVA Vinculada à destinação do bem pode haver nova transferência com manutenção do benefício

37 34

38 BARREIRAS AO COMERCIO INTERNACIONAL Conversas de Valor "Comércio exterior, impostos e incentivos fiscais" Prof.Fernando P.Barros https://www.youtube.com/watch?v=jdneqc8uc3w

39 BARREIRAS AO COMERCIO INTERNACIONAL PROTECIONISMO/Principais motivos Proteção à indústria nascente. Promoção da segurança nacional. Deslealdade comercial Déficit em Balanço de Pagamentos Desemprego alto Estimulo à substituição de importações Diferencial de salários

40 BARREIRAS AO COMERCIO INTERNACIONAL Protecionismo/deslealdade Comercial Ocorrência de dumping e de subsídios. Dumping: venda de uma mercadoria por um preço abaixo do seu valor normal de venda no país exportador. Ex. O país vende ao próprio pais: um bem a 10 unidades monetárias e, ao Brasil por preço inferior a l0 u.m. 37

41 BARREIRAS AO COMERCIO INTERNACIONAL Protecionismo/deslealdade Para fazer tal comparação, não deve ser levado em conta os tributos incidentes nas vendas internas. No Brasil não há cobrança de IPI e ICMs nas exportações de bens, mas se a venda é para o mercado interno é cobrado.. Um produto vendido internamente é naturalmente mais caro que o mesmo produto vendido para exportação. Para apurar o dumping, devem ser comparados os valores líquidos de impostos. Não se pode comparar preço inferior ao valor normal de venda com preço inferior ao custo de produção; 38

42 BARREIRAS AO COMERCIO INTERNACIONAL Protecionismo/Deslealdade A deslealdade consiste na intenção de levar os concorrentes à falência. Para se defender do dumping é imposta a alíquota antidumping. Não basta provar a existência do dumping, mas deve provar também que está realmente trazendo prejuízos ao país. Esta alíquota não se confunde com o imposto de importação. 39

43 BARREIRAS AO COMERCIO INTERNACIONAL Modalidades de dumping Dumping social: consiste em se utilizar mão de obra com salários baixíssimos e poucos direitos sociais na produção de bens exportados. Atualmente o governo dos EUA insiste na tese que o Brasil o preço dos produtos agrícolas é baixo por incentivar o dumping social. E com base nisso, varias barreiras são impostas aos nossos produtos 40

44 BARREIRAS AO COMERCIO INTERNACIONAL Subsídios Concessão de vantagem financeira do governo para uma firma do país. Se uma empresa estrangeira vende no seu país uma mercadoria por 10 u.m, mas cobra 8 u.m para vender ao Brasil, está configurando o dumping. Mas se vende a 8 u.m porque está recebendo do seu governo 2 u.m para completar as 10 u.m, então o Governo a está subsidiando. 41

45 BARREIRAS AO COMERCIO INTERNACIONAL Subsídios O subsidio segue a mesma lógica dolosa do dumping. Para se defender do subsidio é imposta uma medida compensatória(ou direito compensatório). Não é suficiente provar a existência dos subsídios, mas se deve provar também que tais subsídios estão realmente trazendo prejuízos aos país 42

46 BARREIRAS AO COMERCIO INTERNACIONAL Barreiras Tarifarias e não Tarifarias Barreiras tarifarias são os impostos de importação. Quando se impõe uma alíquota de imposto de importação sobre uma mercadoria, está se impondo uma barreira tarifaria. As tarifas podem ser ad valorem, especificas e mistas. 43

47 BARREIRAS AO COMERCIO INTERNACIONAL Barreiras não Tarifarias São restrições às importações não na forma de impostos, mas por outros meios, dentre os quais as quotas, os subsídios e as proibições. 44

48 BARREIRAS AO COMERCIO INTERNACIONAL Outras Barreiras Não tarifarias Proibição de importação- a forma mais radical de barreira.ex proibir importação de paises. A Líbia. Restrições Cambiais a forma mais comum, é o uso de taxas múltiplas de cambio. Por este mecanismo, o Governo define que para alguns produtos a taxa de cambio é diferente dos demais produtos.(sistema não transparente e sujeito a corrupção e suborno). Por este motivo, o FMI proíbe o uso do controle cambial como forma de protecionismo: Nenhum pais-membro participará nem permitirá que nenhum de seus organismos fiscais participe de regimes monetários discriminatórios nem práticas de taxas de cambio múltiplas.só pode utilizar o sistema de tarifas. Monopólio Estatal- O Governo determina que determinados produtos só podem ser importados por um órgão público. O que aconteceu com o Petróleo. 45

49 BARREIRAS AO COMERCIO INTERNACIONAL Outras Barreiras Não tarifarias Restrições de importações de mercadorias que tenham Similares Nacionais. Neste caso, o Governo restringe a importação caso haja similares produzidos nacionalmente. Barreiras não tarifarias(bnt) quando se impõe alguma exigência extra para se poder importar como por exemplo, certificado ISSO 9000, formulários de vistoria sanitária e, mais recentemente a exigência dos EUA em serem verificados nos portos de origem as cargas que se destinam aquele país. Mercadorias Brasileiras somente poderão entrar nos EUA se o funcionário norte americano, por exemplo, no Porto de Santos, vistoriar e liberar a operação. Clausulas de Salvaguarda: barreiras impostas para remediar o problema surgido em função da aplicação do GATT/47 46

50 NCM O MERCOSUL, que está na fase de união aduaneira, estabeleceu uma Tarifa Externa Comum TEC, que é formada por uma classificação fiscal chamada de NCM. 47

51 NCM A sigla NCM significa Nomenclatura Comum do MERCOSUL. Todo produto que é exportado e importado deve receber uma codificação numérica. Antes da fundação do MERCOSUL, esta numeração dos produtos era chamada de NBM Nomenclatura Brasileira de Mercadorias. 48

52 NCM Esta NBM em 1988 aderiu à Convenção do Sistema Harmonizado, implantando-se a Nomenclatura Brasileira de Mercadorias, baseada no Sistema Harmonizado de Designação e Codificação de Mercadorias. 49

53 NCM Além de ser harmonizada para todos os países, internamente no Brasil, esta numeração é também igual ao código de classificação do IPI que também todos os produtos têm. Os países integrantes do MERCOSUL elaboraram a NCM definindo as alíquotas para o intercâmbio entre os países do bloco e com terceiros países não integrantes do MERCOSUL, estabelecendo a Tarifa Externa Comum (TEC). 50

54 NCM A NCM é composta de 8 (oito) dígitos. É importante registrar que estes números que compõem a NCM têm uma forma de apresentação: são sempre escritos inicialmente os quatro primeiros dígitos, seguidos de um ponto, mais dois dígitos seguidos de mais um ponto e, por último, os dois dígitos finais. 51

55 INCOTERMS INCOTERMS (Internacional Rules for Interpretation of Trade Commercial Terms) é uma sigla que, em português, representa a expressão Regras Internacionais para a interpretação de Termos Mercantis, que contém fórmulas mercantis sintéticas com aplicação às cláusulas que regem a entrega e o transporte de mercadorias, tais como FOB, CIF... 52

56 INCOTERMS 53

57 INCOTERMS Os INCOTERMS foram criados para administrar conflitos que possam ocorrer da interpretação de contratos internacionais firmados entre exportadores e importadores que dizem respeito à transferência de mercadorias, às despesas decorrentes das transações e à responsabilidade sobre perdas e danos. 54

58 INCOTERMS Os INCOTERMS auxiliam a resolver e a organizar as negociações: No momento de uma exportação e/ou importação definem quais despesas serão pagas pelo importador e quais estarão a cargo do exportador. 55

59 INCOTERMS Estabelecem a responsabilidade e a propriedade das mercadorias, ou seja, os INCOTERMS estabelecem até onde a mercadoria é de responsabilidade e propriedade do exportador e onde ela passa a ser responsabilidade do importador. Em caso de perda da carga por um sinistro de uma exportação, por exemplo, dependendo do INCOTERM, será de responsabilidade do importador ou do exportador. 56

60 INCOTERMS 57

61 INCOTERMS 58

62 INCOTERMS 59

63 MERCADO CAMBIAL O mercado cambial existe porque cada país possui sua própria moeda, com valores diferentes. Portanto há a necessidade de existir um ponto de encontro em que estas diferentes moedas são convertidas: esse ponto é chamado de Mercado Cambial. 60

64 MERCADO CAMBIAL Existem países que possuem um mercado cambial considerado livre, ou seja, as pessoas podem comprar e vender moeda estrangeira livremente, as taxas de câmbio são fixadas livremente pelo mercado e as pessoas podem manter conta no próprio país em moeda estrangeira. 61

65 MERCADO CAMBIAL Existem países que possuem um mercado cambial controlado, ou seja, o governo controla as cotações da moeda e estabelece normas para a compra e venda de moeda estrangeira, o turista que viaja ao exterior só pode levar um limite de moeda estrangeira, as empresas e as pessoas só podem manter as contas no exterior com autorização do governo, não é permitida a existência, no país, de contas em moedas estrangeiras. 62

66 MERCADO CAMBIAL 63

67 MODALIDADE DE PAGAMENTO Existem regras para receber dinheiro do exterior como resultado de uma exportação, ou para enviar dinheiro para o exterior como pagamento de uma importação. Não basta apenas informar os detalhes da conta corrente da empresa para receber o pagamento de uma operação de exportação 64

68 MODALIDADE DE PAGAMENTO O Banco Central do Brasil controla esta entrada e saída de valores, portanto as operações devem ser fechadas corretamente, os valores informados devem ser verdadeiros, evitando assim problemas com o Banco Central do Brasil BACEN. 65

69 MODALIDADE DE PAGAMENTO No comércio internacional, para o envio de documentos são utilizadas empresas de couriers, que são rápidas e seguras. Os documentos originais jamais devem ser enviados por correio. Os couriers são utilizados porque são seguros e dão rapidez às remessas, uma vez que os documentos originais devem chegar rapidamente ao exterior, sempre antes de a mercadoria chegar. 66

70 MODALIDADE DE PAGAMENTO 67

71 MODALIDADE DE PAGAMENTO 68

72 FORMAS DE COMERCIALIZAÇÃO EM COMÉRCIO EXTERIOR As exportações não são tributadas, ou seja, quando o fabricante vende um produto para o exterior, ao faturar as mercadorias, não pagará ICMS, IPI, PIS e COFINS. Quanto ao imposto de exportação, a grande maioria dos produtos exportados é isento também deste imposto. 69

73 FORMAS DE COMERCIALIZAÇÃO EM COMÉRCIO EXTERIOR 70

74 FORMAS DE COMERCIALIZAÇÃO EM COMÉRCIO EXTERIOR 71

75

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