EMPRESA MERCANTIL ESTRANGEIRA NO BRASIL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "EMPRESA MERCANTIL ESTRANGEIRA NO BRASIL"

Transcrição

1 EMPRESA MERCANTIL ESTRANGEIRA NO BRASIL CONCEITO, AUTORIZAÇÃO PARA INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO E INVESTIMENTOS I- AUTORIZAÇÃO PARA INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO É considerada empresa estrangeira, a sociedade constituída e organizada em conformidade com a legislação do país de origem, onde também mantém sua sede administrativa. Estas empresas estão sujeitas a autorização do Governo Federal Sintetizamos, a seguir, a Instrução Normativa nº 81, de 05 de janeiro de 1999, que disciplina os pedidos de autorização para nacionalização ou instalação de filial, agência, sucursal ou estabelecimento no País, por sociedade mercantil estrangeira: 1. A empresa estrangeira interessada em instalar-se no Brasil deverá elaborar requerimento dirigido ao Ministério de Estado da Indústria, do Comércio e do Turismo, protocolizado no Departamento Nacional de Registro do Comércio DNRC; 2. O requerimento deverá ser instruído com os documentos que comprovem: - ato de deliberação sobre a instalação no Brasil; - contrato ou estatuto; - lista de sócios ou acionistas, devidamente qualificados; - sociedade constituída em conformidade com a lei de seu país; - nomeação de representante no Brasil; - aceitação do representante sobre as condições da instalação e funcionamento; - último balanço; - guia de recolhimento do preço do serviço. 3. No ato de deliberação sobre a instalação da empresa no Brasil, deverão constar as atividades que a sociedade pretenda exercer e o destaque do capital, em moeda brasileira, destinado às operações no País. 4. A empresa estrangeira autorizada a funcionar, deverá manter, permanentemente, representante no Brasil com plenos poderes para aceitar as condições em que é dada a autorização, para tratar e resolver sobre as questões em geral e, ainda, podendo ser demandado e receber citação pela sociedade.

2 5. Com a autorização de instalação e funcionamento, a sociedade poderá arquivar os atos na Junta Comercial do respectivo Estado, apresentando a documentação prevista no artigo 5º da Instrução Normativa. Esta empresa será considerada como sua sede. 6. A sociedade estrangeira deverá publicar no Diário Oficial da União, do Estado ou do Distrito Federal, conforme o local) e em outro Jornal de grande circulação, as publicações que segundo a sua lei nacional, sejam obrigadas a fazer, relativamente ao balanço, às demonstrações financeiras e aos atos de sua administração. Deverá também, publicar o balanço e as demonstrações financeiras de sua filial, sucursal agência ou estabelecimento existente no Brasil. 7. Toda e qualquer alteração do contrato ou estatuto, bem como a nacionalização da empresa (transferência da sede para o Brasil), deverá ser autorizado pela Governo Federal. 8. Os documentos oriundo do exterior, deverão ser apresentados em original devidamente autenticados, na conformidade da legislação do país de origem, e legalizados pela autoridade consular brasileira. Os documentos originais deverão ser traduzidos por tradutor público matriculado em qualquer Junta Comercial. 9. Poderá ser acrescido ao nome da sociedade a expressão "do Brasil" ou "para o Brasil". II- EMPRESA BRASILEIRA Para que a empresa seja considerada brasileira, basta atender aos requisitos de sede e legislação brasileira A nacionalidade ou o domicílio dos acionistas não influi na nacionalidade da sociedade. Ainda que todos os acionistas sejam domiciliados no exterior, a sociedade será brasileira, contanto que se constitua de acordo com a legislação nacional, aqui mantendo sua sede. III- EMPRESA BRASILEIRA DE CAPITAL NACIONAL (Dispositivo Revogado)

3 O artigo 171 da Constituição Federal de 1988, definiu a "empresa brasileira de capital nacional" apoiando-se em dois conceitos, quais sejam, o de controle da sociedade e o de maioria do capital votante. O controle, que é o exercício, de fato e de direito, do poder decisório sobre a empresa, deverá ser exercido por pessoas físicas domiciliadas e residentes no Brasil. Maioria do capital votante, ou seja a titularidade da maioria dos votos nas assembléias. O artigo 171 da Constituição Federal, acima mencionado, foi revogado pela Emenda Constitucional nº 6, de 15/08/95. Contudo, permanece em vigor o conceito de "empresa brasileira", previsto no artigo 60 do Decreto Lei nº 2.627, de 26/09/40, a qual não exigiu que estas sociedades fossem "de capital nacional", portanto, não alcançado pela revogação. Transcrevemos o conceito de empresa brasileira previsto no artigo 60 da Lei 2.627/40: "Art São nacionais as sociedades organizadas na conformidade da lei brasileira e que tem no país a sede de sua administração." Não há mais o tratamento preferencial que era dado à empresa brasileira em relação à empresa estrangeira, exceto quando se tratar de microempresa ou empresa de pequeno porte, bem como, quanto a necessidade de autorização do Governo Federal para instalação e funcionamento, as quais as empresas estrangeiras estão sujeitas. Dessa forma, facilitou significativamente a atuação das empresas de capital estrangeiro, já que não há mais qualquer discriminação. IV- PARTICIPAÇÃO DE PESSOAS FÍSICAS RESIDENTES E DOMICILIADAS NO EXTERIOR EM SOCIEDADE NACIONAL A pessoa física estrangeira também poderá constituir empresas no Brasil, sendo que para registrar seus atos constitutivos poderá fazê-lo estando de passagem pelo território brasileiro ou através de procuração outorgada a um procurador com poderes específicos, devendo haver, permanentemente, um representante no Brasil, investido dos necessários poderes de representação, inclusive, para receber citações.

4 V- ATUAÇÃO EMPRESARIAL EM TERRITÓRIO NACIONAL A empresa estrangeira poderá atuar no território brasileiro de diversas maneiras, dependendo do seu interesse. Assim sendo, o interessado poderá optar pelas seguintes formas: 1. filial, sucursal, agência ou estabelecimento (sede no estrangeiro); 2. empresa nacional (organizada de conformidade com a legislação brasileira e que mantenha a sede de sua administração no Brasil); 3. participação em sociedade brasileira (acionista ou cotista). 4. intermediação: comissão, mandado ou representação comercial; 5. "joint ventures" ou, simplesmente, "parceria internacional". VI- SOCIEDADES COMERCIAIS E PRESTADORAS DE SERVIÇOS As sociedades poderão ser mercantis ou prestadoras de serviços, sendo no primeiro caso aquelas que realizam atividades comerciais e, no segundo, as que prestam somente serviços. As sociedades mercantis tem seus atos registrados na Junta Comercial do respectivo Estado, enquanto as sociedades prestadoras de serviços, no Cartório das Pessoas Jurídicas de sua localidade, exceto as Sociedades Anônimas que são sempre registradas na Junta Comercial, independentemente da atividade. VII- ESPÉCIES DE SOCIEDADES PREVISTAS NA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA As empresas constituídas no Brasil deverão, obedecer a legislação brasileira. Os principais tipos societários admitidos pela legislação brasileira são: 1. Sociedade Anônima; 2. Sociedades Por Quotas de Responsabilidade Limitada. Estas formas de sociedades são as mais comuns no Brasil em virtude da responsabilidade limitada dos sócios em relação à sociedade e terceiros.

5 - Há outros tipos societários menos utilizados devido a responsabilidade dos sócios serem ilimitada ou mista. Sociedade em nome coletivo; Sociedade em conta de participação; Sociedade em comandita; Sociedade de capital e indústria. VIII- EXERCÍCIO DA GERÊNCIA (ADMINISTRAÇÃO) DA EMPRESA Para que o estrangeiro (pessoa física) possa exercer a gerência (administração) de uma empresa, ser titular de firma individual ou ainda administrador de sociedade ou de cooperativa, deverá ser residente e domiciliado no Brasil, sendo-lhe exigido pelas Juntas Comerciais, a respectiva identidade contendo prova de visto permanente. IX- FORMAS DE INVESTIMENTOS NO BRASIL Existem duas formas para que o estrangeiro possa realizar seus investimentos no Brasil: investimento direto ou indireto: No investimento direto, o qual será abordado neste trabalho, se caracteriza pela constituição de algum tipo de sociedade para realização de um negócio no País. No investimento indireto, o investidor aplica recursos no País, geralmente por meio dos instrumentos diversos criados pelo mercado de capitais. X- CAPITAL ESTRANGEIRO Uma vez escolhido o tipo de sociedade e atendidos os pressupostos legais para a constituição da empresa, o estrangeiro residente e domiciliado no exterior poderá ingressar com o capital estrangeiro através de bens, máquinas ou equipamentos, sem dispêndio inicial de divisas, destinados à produção de bens ou serviços, assim como os recursos financeiros ou monetários trazidos ao Brasil para aplicação em atividades econômicas.

6 Existem dois mercados oficiais de câmbio no Brasil, ambos regulamentados pelo Banco Central do Brasil, operando com taxas de câmbio flutuantes. CÂMBIO "COMERCIAL/FINANCEIRO", basicamente reservado para: a. operações de cunho comercial (importação e exportação); b. investimentos em moeda estrangeira no Brasil; c. empréstimos em moeda estrangeira a residentes no Brasil; d. algumas outras operações envolvendo remessas ao exterior, sujeitas a aprovação prévia das autoridades monetárias brasileiras. - Em certos casos, necessitam de aprovação preliminar das autoridades monetárias brasileiras. CÂMBIO "TURISMO", inicialmente criado apenas para atender à indústria de turismo, mas posteriormente ampliado de maneira a cobrir certas outras operações. Cabe aos regulamentos aplicáveis indicar os tipos de operações que se prestam a este mercado. Não necessitam de qualquer aprovação das autoridades monetárias brasileiras. XI- REGISTRO DE CAPITAL ESTRANGEIRO Todo capital estrangeiro deve ser registrado no Banco Central do Brasil que, por sua vez, emitirá um certificado de registro refletindo a quantia investida em moeda estrangeira e o correspondente em moeda nacional. Este certificado se faz necessário e imprescindível para que se realize remessas de lucros ao exterior, o repatriamento de capital investido e o registro de reinvestimento de lucros. XII- INVESTIMENTOS EM MOEDA Os investimentos em moeda não dependem de qualquer autorização preliminar por parte das autoridades governamentais. Para subscrever o capital ou adquirir uma participação em empresa brasileira já existente, basta remeter os investimentos através de estabelecimento bancário a operar com câmbio. XIII- REMESSA DE LUCROS AO EXTERIOR - Imposto de Renda

7 Até 1996, os lucros auferidos no Brasil e remetidos ao exterior estavam sujeitas a tributação na fonte à alíquota de 15%. Atualmente, os lucros ou dividendos calculados com base nos resultados apurados a partir do mês de janeiro de 1996, pagos ou creditados pelas pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real, presumido ou arbitrado, não estão mais sujeitos à incidência do imposto de renda na fonte, nem integrarão a base de cálculo do imposto de renda do beneficiário, domiciliado no País ou no exterior (Lei nº 9.249/95, art. 10). XIV- REINVESTIMENTO DE LUCROS São os lucros auferidas em empresas nacionais que são reinvestidos na mesma empresa que os gerou ou em outro setor interno da economia. Para reinvestir os lucros, o investidor estrangeiro deverá registrar estes lucros como capital estrangeiro, ou seja, agirá da mesma forma quando realizou o investimento inicial, aumentando-se, assim, a base de cálculo para futuras remessas ou reinvestimentos de lucros, para fins tributários. XV- REPATRIAMENTO DO CAPITAL ESTRANGEIRO O repatriamento do capital estrangeiro poderá ser feito a qualquer tempo ao país de origem, entretanto deverá estar devidamente registrado no Banco Central do Brasil. Caso o capital a ser repatriado seja maior do que aquele inicialmente registrado, a diferença será considerado ganho de capital, estando sujeito à alíquota de 15% do Imposto de Renda na Fonte. XVI- RESTRIÇÕES A INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS A legislação brasileira fixou algumas restrições e impedimentos quanto a determinadas atividades, possibilitando sua exploração somente por brasileiros natos ou naturalizados, ou preservando a maioria do capital social ou controle acionário a residentes e domiciliados no Brasil, ou ainda vedando a participação do capital estrangeira.

8 Atividades que possuem restrições ou impedimentos: Empresas de assistência a saúde; Empresa de navegação e cabotagem; Empresa jornalística e empresa de radiodifusão sonora e de sons e imagens; Empresa de serviço de TV a cabo; Empresas de mineração e de energia hidráulica; Empresa de transportes rodoviários de carga; Empresas aéreas nacionais; Empresas em faixa de fronteira; Empresa de colonização e loteamentos rurais; serviços de correios e telégrafos; XVII- OUTRAS MODALIDADES DE INVESTIMENTOS NÃO ABORDADOS NESTE TRABALHO: Investimento via conversão de créditos Externos; investimentos via Importação de Bens sem Cobertura Cambial; Investimentos no Mercado de Capitais. XVIII- BI TRIBUTAÇÃO INTERNACIONAL Para se evitar a dupla tributação entre o Brasil e o país de origem do investidor, o Brasil assinou tratados reduzindo a alíquota que à época era de 25%, estando esses tratados pendentes de renegociações, uma vez que o imposto de renda sobre estas remessas foram reduzidas para 15%, e atualmente, só serão tributados os lucros obtidos pela empresa, não ficando sujeitos à tributação na fonte. Tratados assinados pelo Brasil: Suécia, Japão, Noruega, Portugal, Bélgica. Dinamarca, Espanha, Alemanha, Áustria, Luxemburgo, Itália, Argentina, Canadá, Equador, Holanda, Filipinas, França, Coréia do Sul, Tchecoslováquia, Finlândia, Hungria, Índia e China. XX- NOVO CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO

9 Da Sociedade Nacional Art É nacional a sociedade organizada de conformidade com a lei brasileira e que tenha no País a sede de sua administração. Parágrafo único. Quando a lei exigir que todos ou alguns sócios sejam brasileiros, as ações da sociedade anônima revestirão, no silêncio da lei, a forma nominativa. Qualquer que seja o tipo da sociedade, na sua sede ficará arquivada cópia autêntica do documento comprobatório da nacionalidade dos sócios. Art Não haverá mudança de nacionalidade de sociedade brasileira sem o consentimento unânime dos sócios ou acionistas. Art O requerimento de autorização de sociedade nacional deve ser acompanhado de cópia do contrato, assinada por todos os sócios, ou, tratando-se de sociedade anônima, de cópia, autenticada pelos fundadores, dos documentos exigidos pela lei especial. Parágrafo único. Se a sociedade tiver sido constituída por escritura pública, bastará juntar-se ao requerimento a respectiva certidão. Art Ao Poder Executivo é facultado exigir que se procedam a alterações ou aditamento no contrato ou no estatuto, devendo os sócios, ou, tratando-se de sociedade anônima, os fundadores, cumprir as formalidades legais para revisão dos atos constitutivos, e juntar ao processo prova regular. Art Ao Poder Executivo é facultado recusar a autorização, se a sociedade não atender às condições econômicas, financeiras ou jurídicas especificadas em lei. Art Expedido o decreto de autorização, cumprirá à sociedade publicar os atos referidos nos arts e 1.129, em trinta dias, no órgão oficial da União, cujo exemplar representará prova para inscrição, no registro próprio, dos atos constitutivos da sociedade. Parágrafo único. A sociedade promoverá, também no órgão oficial da União e no prazo de trinta dias, a publicação do termo de inscrição. Art As sociedades anônimas nacionais, que dependam de autorização do Poder Executivo para funcionar, não se constituirão sem obtê-la, quando seus fundadores pretenderem recorrer a subscrição pública para a formação do capital. 1 o Os fundadores deverão juntar ao requerimento cópias autênticas do projeto do estatuto e do prospecto.

10 2 o Obtida a autorização e constituída a sociedade, proceder-se-á à inscrição dos seus atos constitutivos. Art Dependem de aprovação as modificações do contrato ou do estatuto de sociedade sujeita a autorização do Poder Executivo, salvo se decorrerem de aumento do capital social, em virtude de utilização de reservas ou reavaliação do ativo. Seção III Da Sociedade Estrangeira Art A sociedade estrangeira, qualquer que seja o seu objeto, não pode, sem autorização do Poder Executivo, funcionar no País, ainda que por estabelecimentos subordinados, podendo, todavia, ressalvados os casos expressos em lei, ser acionista de sociedade anônima brasileira. 1 o Ao requerimento de autorização devem juntar-se: I - prova de se achar a sociedade constituída conforme a lei de seu país; II - inteiro teor do contrato ou do estatuto; III - relação dos membros de todos os órgãos da administração da sociedade, com nome, nacionalidade, profissão, domicílio e, salvo quanto a ações ao portador, o valor da participação de cada um no capital da sociedade; IV - cópia do ato que autorizou o funcionamento no Brasil e fixou o capital destinado às operações no território nacional; V - prova de nomeação do representante no Brasil, com poderes expressos para aceitar as condições exigidas para a autorização; VI - último balanço. 2 o Os documentos serão autenticados, de conformidade com a lei nacional da sociedade requerente, legalizados no consulado brasileiro da respectiva sede e acompanhados de tradução em vernáculo. Art É facultado ao Poder Executivo, para conceder a autorização, estabelecer condições convenientes à defesa dos interesses nacionais.

11 Parágrafo único. Aceitas as condições, expedirá o Poder Executivo decreto de autorização, do qual constará o montante de capital destinado às operações no País, cabendo à sociedade promover a publicação dos atos referidos no art e no 1 o do art Art A sociedade autorizada não pode iniciar sua atividade antes de inscrita no registro próprio do lugar em que se deva estabelecer. 1 o O requerimento de inscrição será instruído com exemplar da publicação exigida no parágrafo único do artigo antecedente, acompanhado de documento do depósito em dinheiro, em estabelecimento bancário oficial, do capital ali mencionado. 2 o Arquivados esses documentos, a inscrição será feita por termo em livro especial para as sociedades estrangeiras, com número de ordem contínuo para todas as sociedades inscritas; no termo constarão: I - nome, objeto, duração e sede da sociedade no estrangeiro; II - lugar da sucursal, filial ou agência, no País; III - data e número do decreto de autorização; IV - capital destinado às operações no País; V - individuação do seu representante permanente. 3 o Inscrita a sociedade, promover-se-á a publicação determinada no parágrafo único do art Art A sociedade estrangeira autorizada a funcionar ficará sujeita às leis e aos tribunais brasileiros, quanto aos atos ou operações praticados no Brasil. Parágrafo único. A sociedade estrangeira funcionará no território nacional com o nome que tiver em seu país de origem, podendo acrescentar as palavras "do Brasil" ou "para o Brasil". Art A sociedade estrangeira autorizada a funcionar é obrigada a ter, permanentemente, representante no Brasil, com poderes para resolver quaisquer questões e receber citação judicial pela sociedade. Parágrafo único. O representante somente pode agir perante terceiros depois de arquivado e averbado o instrumento de sua nomeação.

12 Art Qualquer modificação no contrato ou no estatuto dependerá da aprovação do Poder Executivo, para produzir efeitos no território nacional. Art A sociedade estrangeira deve, sob pena de lhe ser cassada a autorização, reproduzir no órgão oficial da União, e do Estado, se for o caso, as publicações que, segundo a sua lei nacional, seja obrigada a fazer relativamente ao balanço patrimonial e ao de resultado econômico, bem como aos atos de sua administração. Parágrafo único. Sob pena, também, de lhe ser cassada a autorização, a sociedade estrangeira deverá publicar o balanço patrimonial e o de resultado econômico das sucursais, filiais ou agências existentes no País. Art Mediante autorização do Poder Executivo, a sociedade estrangeira admitida a funcionar no País pode nacionalizar-se, transferindo sua sede para o Brasil. 1 o Para o fim previsto neste artigo, deverá a sociedade, por seus representantes, oferecer, com o requerimento, os documentos exigidos no art , e ainda a prova da realização do capital, pela forma declarada no contrato, ou no estatuto, e do ato em que foi deliberada a nacionalização. 2 o O Poder Executivo poderá impor as condições que julgar convenientes à defesa dos interesses nacionais. 3 o Aceitas as condições pelo representante, proceder-se-á, após a expedição do decreto de autorização, à inscrição da sociedade e publicação do respectivo termo. XX- REGISTRO DO COMÉRCIO Transcrevemos a seguir, trechos do Decreto nº 1.800, de 30/01/96, que disciplina o registro no Departamento Nacional de Registro de Comércio (DNRC) de empresa estrangeira no Brasil. "DECRETO 1.800, 30/01/1996 Art. 1º - O Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins será exercido em todo o território nacional, de forma sistêmica, por órgãos federais e estaduais, com as seguintes finalidades:

13 I- II- cadastrar as empresas mercantis nacionais e estrangeiras em funcionamento no País e manter atualizadas as informações pertinentes; III- Art. 4º - O Departamento Nacional de Registro de Comércio DNRC, criado pela Lei nº 4.408, de 29 de dezembro de 1961, órgão integrante do Ministério da Indústria, do Comércio e do Turismo, tem por finalidade: X- instruir, examinar e encaminhar os processos e recursos a serem decididos pelo Ministério de Estado da Indústria e do Turismo, inclusive os pedidos de autorização para nacionalização ou instalação de filial, agência, sucursal ou estabelecimento no País, por sociedade mercantil estrangeira, sem prejuízo da competência de outros órgãos federais; Art. 7º - Compete às Juntas Comerciais: I- executar os serviços de registro de empresas mercantis, neles compreendidos: b- o arquivamento dos atos concernentes a sociedades mercantis estrangeiras autorizadas a funcionar no País; Art. 32 O Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins compreende: I. o arquivamento: II. dos atos relativos a sociedades mercantis estrangeiras autorizadas a funcionar no País; Art. 34 Instruirão obrigatoriamente os pedidos de arquivamento: I. instrumento original, particular, certidão ou publicação de autorização legal, de constituição, alteração, dissolução ou extinção de firma mercantil, de cooperativa, de ato de consórcio e de

14 grupo de sociedades, bem como de declaração de microempresa e de empresa de pequeno porte, datado e assinado, quando for ocaso, pelo titular, sócios, administradores, consorciados ou seus procuradores e testemunhas. II. Certidão negativa por crime cuja pena vede o acesso a atividade mercantil, para administradores, expedida pelo Distribuidor Judiciário da Comarca da jurisdição de sua residência, nos atos de constituição ou de alterações, que impliquem ingresso de administrador de sociedades mercantis, excluídas as anônimas. III. Ficha do Cadastro Nacional de Empresas Mercantis CNE, segundo modelo aprovado pelo Departamento Nacional de Registro do Comércio DNRC; IV. Comprovantes de pagamento dos preços dos serviços correspondentes; V. Prova de identidade do titular da firma mercantil individual e do administrador de sociedade mercantil e de cooperativa: a. poderão servir como prova de identidade, mesmo por cópia regularmente autenticada, a cédula de identidade, o certificado de reservista, a carteira de identidade profissional e a carteira de identidade de estrangeiro; b. para o estrangeiro residente no País, titular de firma mercantil individual ou administrador de sociedade mercantil ou cooperativa, a identidade deverá conter a prova de visto permanente; Art. 39 Os atos levados a arquivamento são dispensados de reconhecimento de firma, exceto quando se tratar de procuração por instrumento particular ou de documentos oriundos do exterior, se, neste caso, tal formalidade não tiver sido cumprida no consulado brasileiro. Art. 46 Os documentos de interesse do empresário ou da empresa mercantil serão levados a arquivamento mediante requerimento do titular, sócio, administrador ou representante legal. Art. 53 Não podem ser arquivados: I. os atos constitutivos e os de transformação de sociedades mercantis, se deles não constarem os seguintes requisitos, além de outros exigidos em lei: a. o tipo de sociedade mercantil adotado; b. a declaração precisa e detalhada do objeto social; c. o capital da sociedade mercantil, a forma e o prazo de sua integralização, o quinhão de cada sócio, bem como a responsabilidade dos sócios;

15 d. o nome por extenso e qualificação dos sócios, procuradores, representantes e administradores, compreendendo para a pessoa física, a nacionalidade, estado civil, profissão, domicílio e residência, documento de identidade, seu número e órgão expedidor e número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas CPF, dispensada a indicação desse último no caso de brasileiro ou estrangeiro residente no exterior, e para a pessoa jurídica, o nome empresarial, endereço completo e, se sediada no País, o Número de Identificação do Registro de Empresas NIRE ou do Cartório competente e o número de inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes CGC; e. o nome empresarial, o município da sede, com endereço completo, e foro, bem como os endereços completos das filiais declaradas; f. o prazo de duração da sociedade mercantil e a data de encerramento de seu exercício social, quando não coincidente com o ano civil. Art. 55 O Departamento Nacional de Registro do Comércio DNRC, através de instruções normativas, consolidará: " I. as hipóteses de restrição legal da participação de estrangeiros em empresas mercantis brasileiras; II. os casos em que é necessária a aprovação prévia de órgão governamental para o arquivamento de atos de empresas mercantis, bem como as formas dessa aprovação; III. os procedimentos para a autorização de funcionamento ou nacionalização de sociedade mercantil estrangeira no País. Fonte da pesquisa: Legislação mencionada; e Sobre investimentos, trabalho denominado "Guia Legal para o Investimento Estrangeiro em São Paulo" elaborado pelo CESA - CENTRO DE ESTUDOS DAS SOCIEDADES DE ADVOGADOS, que se encontra no site do Ministério das Relações Exteriores. Paulo Melchor Consultor Jurídico Orientação Empresarial SEBRAE-SP Elaborado em julho de Revisado em 15/04/04 -

INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 7, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2013

INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 7, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2013 Presidência da República Secretaria da Micro e Pequena Empresa Secretaria de Racionalização e Simplificação Departamento de Registro Empresarial e Integração INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 7, DE 5 DE DEZEMBRO

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 76, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1998.

INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 76, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1998. INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 76, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1998. Dispõe sobre o arquivamento de atos de empresas mercantis ou de cooperativas em que participem estrangeiros residentes e domiciliados no Brasil, pessoas

Leia mais

a) Título (Alteração contratual), recomendando-se indicar o nº de seqüência da alteração;

a) Título (Alteração contratual), recomendando-se indicar o nº de seqüência da alteração; ALTERAÇÃO DE SOCIEDADE EMPRESÁRIA: *ELEMENTOS DA ALTERAÇÃO CONTRATUAL a) Título (Alteração contratual), recomendando-se indicar o nº de seqüência da alteração; b) Preâmbulo; c) Corpo da alteração: Nova

Leia mais

CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE SANTA CATARINA NÚCLEO IV - SERVENTIAS EXTRAJUDICIAIS

CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE SANTA CATARINA NÚCLEO IV - SERVENTIAS EXTRAJUDICIAIS Categoria : Emolumentos 80621 O delegatário abstém-se de cobrar emolumentos para o registro dos atos constitutivos, como atas, estatutos, etc., das entidades sem fins lucrativos? 80622 O delegatário abstém-se

Leia mais

TAL & TAL CONSULTORES LTDA CNPJ/MF nº 00.000.000./0001-00 PRIMEIRA ALTERAÇÃO CONTRATUAL

TAL & TAL CONSULTORES LTDA CNPJ/MF nº 00.000.000./0001-00 PRIMEIRA ALTERAÇÃO CONTRATUAL TAL & TAL CONSULTORES LTDA CNPJ/MF nº 00.000.000./0001-00 PRIMEIRA ALTERAÇÃO CONTRATUAL Fulano de Tal, brasileiro, casado, advogado, inscrito na OAB/PR sob o nº 00.000, residente e domiciliado na Av....

Leia mais

INSTRUÇÕES NORMATIVAS - DNRC

INSTRUÇÕES NORMATIVAS - DNRC INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 88, DE 02 DE AGOSTO DE 2001 Dispõe sobre o arquivamento dos atos de transformação, incorporação, fusão e cisão de sociedades mercantis. O DIRETOR DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE REGISTRO

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA No 94, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2002

INSTRUÇÃO NORMATIVA No 94, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2002 INSTRUÇÃO NORMATIVA No 94, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2002 Dispõe sobre a especificação de atos integrantes da Tabela de Preços dos Serviços prestados pelos órgãos do Sistema Nacional de Registro de Empresas

Leia mais

1. CONSTITUIÇÃO E LEGALIZAÇÃO DA SOCIEDADE EMPRESÁRIA

1. CONSTITUIÇÃO E LEGALIZAÇÃO DA SOCIEDADE EMPRESÁRIA CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ Curso: Direito 7º DIV e 7º DIN Disciplina: ESTÁGIO IV Profª. Ilza Maria da Silva Facundes UNIDADE IV.1 CONSTITUIÇÃO E LEGALIZAÇÃO DA SOCIEDADE EMPRESÁRIA. 1.1 ELEMENTOS

Leia mais

CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000

CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000 MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados CIRCULAR SUSEP N 127, de 13 de abril de 2000 Dispõe sobre a atividade de corretor de seguros, e dá outras providências. O SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA

Leia mais

AUTORIZAÇÃO PARA FUNCIONAMENTO DE ORGANIZAÇÕES ESTRANGEIRAS DESTINADAS A FINS DE INTERESSE COLETIVO NO BRASIL

AUTORIZAÇÃO PARA FUNCIONAMENTO DE ORGANIZAÇÕES ESTRANGEIRAS DESTINADAS A FINS DE INTERESSE COLETIVO NO BRASIL AUTORIZAÇÃO PARA FUNCIONAMENTO DE ORGANIZAÇÕES ESTRANGEIRAS DESTINADAS A FINS DE INTERESSE COLETIVO NO BRASIL 1. Organizações estrangeiras destinadas a fins de interesse coletivo 1 No direito brasileiro,

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DE EMPRESAS NO BRASIL

CONSTITUIÇÃO DE EMPRESAS NO BRASIL apresenta: Relatório Setorial da NO BRASIL Indústria de Móveis no Brasil CONSTITUIÇÃO DE EMPRESAS CONSTITUIÇÃO www.cgimoveis.com.br DE EMPRESAS NO BRASIL REGIME www.gehlencontabilidade.com.br LEGAL E ORIENTAÇÕES

Leia mais

SERVIÇO DE APOIO AO INVESTIDOR

SERVIÇO DE APOIO AO INVESTIDOR SERVIÇO DE APOIO AO INVESTIDOR GUIA PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS DO ESTADO DO PARANÁ Brazil4Business GUIA PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS 2 PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS PARANÁ 1 SERVIÇO DE APOIO AO INVESTIDOR

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO DO ESTADO CAPÍTULO II DA UNIÃO Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

Leia mais

Circular 429/2012 - Revogada CIRCULAR 510/2015 IMPACTOS

Circular 429/2012 - Revogada CIRCULAR 510/2015 IMPACTOS Circular 429/2012 - Revogada CIRCULAR 510/2015 IMPACTOS Art. 1o O registro e as atividades de corretagem de seguros realizadas no país ficam subordinadas às disposições desta Circular. Parágrafo único.

Leia mais

INFORMAÇÕES AOS FORNECEDORES SEJA NOSSO FORNECEDOR REGULAMENTO PARA EMISSÃO DO CRC COCEL (parte integrante do site www.cocel.com.

INFORMAÇÕES AOS FORNECEDORES SEJA NOSSO FORNECEDOR REGULAMENTO PARA EMISSÃO DO CRC COCEL (parte integrante do site www.cocel.com. 1/7 INFORMAÇÕES AOS FORNECEDORES SEJA NOSSO FORNECEDOR REGULAMENTO PARA EMISSÃO DO CRC COCEL (parte integrante do site www.cocel.com.br) INFORMAÇÕES I. O interessado na inscrição no Cadastro de Fornecedores

Leia mais

Registro de Empresa. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda

Registro de Empresa. Profª. MSc. Maria Bernadete Miranda Registro de Empresa Obrigações aos Empresários São obrigações dos empresários: a) Seguir um sistema de contabilidade, mecanizado ou não, com base na escrituração uniforme de seus livros, em correspondência

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 20, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2013

INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 20, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2013 Presidência da República Secretaria da Micro e Pequena Empresa Secretaria de Racionalização e Simplificação Departamento de Registro Empresarial e Integração INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 20, DE 5 DE DEZEMBRO

Leia mais

Expatriados. Como lidar com os aspectos fiscais. Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil (CCIJB) Elisabeth Lewandowski Libertuci

Expatriados. Como lidar com os aspectos fiscais. Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil (CCIJB) Elisabeth Lewandowski Libertuci Expatriados Como lidar com os aspectos fiscais Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil (CCIJB) Elisabeth Lewandowski Libertuci 1 Residência Fiscal 2 Caracterização de Residência Fiscal Art. 2

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA No. 82 DE 31 /10 /1997 SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL - SRF PUBLICADO NO DOU NA PAG. 24919 EM 04 /11 /1997

INSTRUÇÃO NORMATIVA No. 82 DE 31 /10 /1997 SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL - SRF PUBLICADO NO DOU NA PAG. 24919 EM 04 /11 /1997 Página 1 de 8 INSTRUÇÃO NORMATIVA No. 82 DE 31 /10 /1997 SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL - SRF PUBLICADO NO DOU NA PAG. 24919 EM 04 /11 /1997 Dispõe sobre os procedimentos relativos ao Cadastro Geral de

Leia mais

(Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) O Congresso Nacional decreta:

(Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI N o, DE 2005 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) Dispõe sobre a desburocratização dos processos de constituição, funcionamento e baixa das microempresas e empresas de pequeno porte, nos

Leia mais

CAPÍTULO I DEFINIÇÕES. Art. 2º Para os fins desta portaria, considera-se:

CAPÍTULO I DEFINIÇÕES. Art. 2º Para os fins desta portaria, considera-se: Estabelece regras e procedimentos para a transferência de controle societário ou de titularidade e para a alteração do nome empresarial de contrato de concessão de porto organizado ou de arrendamento de

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 8.668, DE 25 DE JUNHO DE 1993. Dispõe sobre a constituição e o regime tributário dos Fundos de Investimento Imobiliário e dá

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRET ARIA DA FAZENDA JU NTA C OM ERCI AL DO E STADO DE S ÃO P AU LO

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRET ARIA DA FAZENDA JU NTA C OM ERCI AL DO E STADO DE S ÃO P AU LO DELIBERAÇÃO JUCESP N 1, DE 06 DE ABRIL DE 2010. Aprova Tabela de Preços dos atos pertinentes ao Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins O PLENÁRIO DA JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE SÃO

Leia mais

1.1 - DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA

1.1 - DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA 1 - CONSTITUIÇÃO 1.1 - DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA N o DE ESPECIFICAÇÃO VIAS Requerimento (Capa de Processo) com assinatura do administrador, titular da empresa, procurador com poderes específicos, ou terceiro

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N.º 510, DE 22 DE JANEIRO DE 2015.

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N.º 510, DE 22 DE JANEIRO DE 2015. SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N.º 510, DE 22 DE JANEIRO DE 2015. Dispõe sobre o registro de corretor de seguros, de capitalização e de previdência, pessoa física e pessoa jurídica,

Leia mais

Perguntas Frequentes Registro Empresarial. 1. Qual a documentação necessária para se fazer o registro de uma empresa?

Perguntas Frequentes Registro Empresarial. 1. Qual a documentação necessária para se fazer o registro de uma empresa? Perguntas Frequentes Registro Empresarial 1. Qual a documentação necessária para se fazer o registro de uma empresa? Empresário: a) Capa de Processo (gerada pelo sistema Integrar disponível no link http://portalservicos.jucepi.pi.gov.br/portal/login.jsp);

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N o 429, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2012. Dispõe sobre o registro de corretor e de sociedade corretora de seguros, sobre a atividade de corretagem de seguros

Leia mais

Doing Business in Brazil

Doing Business in Brazil INVESTIR NO BRASIL Doing Business in Brazil Alfeu Pinto Sócio Boccuzzi e Associados 12 de Abril de 2012 Visão Geral sobre o Brasil Área territorial População PIB Regime cambial brasileiro/reservas Forma

Leia mais

Manual de Atos de Registro do Comércio

Manual de Atos de Registro do Comércio CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL Manual de Atos de Registro do Comércio Instruções Normativas do DNRC Atos do Plenário da JUCERGS Disposições do Código Civil DEPARTAMENTO NACIONAL

Leia mais

A fim de determinar o nome empresarial torna-se necessário entender as seguintes conceituações:

A fim de determinar o nome empresarial torna-se necessário entender as seguintes conceituações: FORMAÇÃO DO NOME EMPRESARIAL - Regras Aplicáveis A matéria foi elaborada com base na legislação vigente em: 18/07/2011. Sumário: 1 - INTRODUÇÃO 2 - CONCEITUAÇÕES DE NOME, FIRMA E DENOMINAÇÃO 3 - PRINCÍPIOS

Leia mais

R E S O L V E U: Art. 2. A sociedade corretora tem por objeto social:

R E S O L V E U: Art. 2. A sociedade corretora tem por objeto social: RESOLUCAO 1.655 --------------- O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do artigo 9. da Lei n. 4.595, de 31.12.64, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL, em sessão realizada em 25.10.89, tendo em

Leia mais

A ABERTURA DO MERCADO BRASILEIRO DE RESSEGUROS

A ABERTURA DO MERCADO BRASILEIRO DE RESSEGUROS REVISTA JURÍDICA CONSULEX ONLINE Conjuntura Walter Douglas Stuber e Adriana Maria Gödel Stuber WALTER DOUGLAS STUBER é Advogado especializado em Direito Empresarial, Bancário e Mercado de Capitais e sócio-fundador

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1.655 R E S O L V E U:

RESOLUÇÃO Nº 1.655 R E S O L V E U: 1 RESOLUÇÃO Nº 1.655 O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do artigo 9º da Lei nº 4.595, de 31.12.64, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL, em sessão realizada em 25.10.89, tendo em vista o disposto

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 351. Paulo H. Pereira Lira Presidente. Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen.

RESOLUÇÃO Nº 351. Paulo H. Pereira Lira Presidente. Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen. RESOLUÇÃO Nº 351 O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL, em sessão realizada em 12 de novembro de 1975,

Leia mais

JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS

JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS (Anexo 1- Entendimentos) ENTENDIMENTOS E106 E107 E108 E109 E110 E111 E112 E113 Spe- Prazo de duração O prazo de duração deve ser limitado ao término de empreendimento de objeto específico e determinado,

Leia mais

INVESTIR EM MOÇAMBIQUE

INVESTIR EM MOÇAMBIQUE INVESTIR EM MOÇAMBIQUE CRIAR UMA EMPRESA DE DIREITO MOÇAMBICANO Constituição de uma sociedade de direito moçambicano (%) Capital social mínimo Representação do capital social Sociedade por Quotas Não existe

Leia mais

Dispõe sobre a concessão ou renovação do registro e certificado de entidades de fins filantrópicos.

Dispõe sobre a concessão ou renovação do registro e certificado de entidades de fins filantrópicos. Resolução CNAS n.º 32, de 24 de fevereiro de 1999 Dispõe sobre a concessão ou renovação do registro e certificado de entidades de fins filantrópicos. O Plenário do Conselho Nacional de Assistência Social

Leia mais

ANO XXV - 2014-2ª SEMANA DE SETEMBRO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 37/2014

ANO XXV - 2014-2ª SEMANA DE SETEMBRO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 37/2014 ANO XXV - 204-2ª SEMANA DE SETEMBRO DE 204 BOLETIM INFORMARE Nº 37/204 ASSUNTOS CONTÁBEIS MÚTUOS (EMPRÉSTIMO DE DINHEIRO) - ENTRE SÓCIOS E SOCIEDADES - ASPECTOS CONTÁBEIS... Pág. 542 ASSUNTOS SOCIETÁRIOS

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1.655. Wadico Waldir Bucchi Presidente. Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen.

RESOLUÇÃO Nº 1.655. Wadico Waldir Bucchi Presidente. Este texto não substitui o publicado no DOU e no Sisbacen. 1 RESOLUÇÃO Nº 1.655 O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do artigo 9º da Lei nº 4.595, de 31.12.64, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL, em sessão realizada em 25.10.89, tendo em vista o disposto

Leia mais

DIREITO SOCIETÁRIO. Sociedades não personificadas

DIREITO SOCIETÁRIO. Sociedades não personificadas DIREITO SOCIETÁRIO As sociedades são classificadas como simples ou empresárias (art. 982, CC). As sociedades empresárias têm por objeto o exercício da empresa: as sociedades simples exercem uma atividade

Leia mais

Estatuto é utilizado em casos de sociedades por ações ou entidades sem fins lucrativos.

Estatuto é utilizado em casos de sociedades por ações ou entidades sem fins lucrativos. Documento 1 Estatuto ou Contrato Social consolidado com todas as alterações realizadas, devidamente arquivado no registro de comércio da sede da sociedade participante. É o documento pelo qual uma empresa

Leia mais

PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE DIREITO

PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE DIREITO PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS CURSO DE DIREITO Disciplina: Direito Empresarial II JUR 1022 Turma: C02 Prof.: Luiz Fernando Capítulo VI SOCIEDADES ANÔNIMAS 1. Evolução Legal: a) Decreto n. 575/49;

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp Page 1 of 7 Instrução Normativa SRF nº 213, de 7 de outubro de 2002 DOU de 8.10.2002 Dispõe sobre a tributação de lucros, rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior pelas pessoas jurídicas domiciliadas

Leia mais

Sistema Nacional de Registro Mercantil (SINREM) Ex Vi Legis www.exvilegis.wordpress.com REGISTRO DE EMPRESA

Sistema Nacional de Registro Mercantil (SINREM) Ex Vi Legis www.exvilegis.wordpress.com REGISTRO DE EMPRESA REGISTRO DE EMPRESA Afirma o artigo 967 do Código Civil: É obrigatória a inscrição do empresário no Registro Público de Empresas Mercantis da respectiva sede, antes do início de sua atividade. O Registro

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 14, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2013

INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 14, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2013 Presidência da República Secretaria da Micro e Pequena Empresa Secretaria de Racionalização e Simplificação Departamento de Registro Empresarial e Integração INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 14, DE 5 DE DEZEMBRO

Leia mais

CAPÍTULO I ÂMBITO E FINALIDADE

CAPÍTULO I ÂMBITO E FINALIDADE TEXTO INTEGRAL DA, COM AS MODIFICAÇÕES INTRODUZIDAS PELAS INSTRUÇÕES CVM Nº 478/09, 498/11, 517/11, 528/12, 554/14 e 571/15 (EXCETO ARTS. 39 E 41, INC. V E VII QUE PASSAM A VIGORAR EM 1º DE OUTUBRO DE

Leia mais

f) especificação da finalidade do pedido ( Licença, Certificado de Vistoria ou Cancelamento);

f) especificação da finalidade do pedido ( Licença, Certificado de Vistoria ou Cancelamento); São Paulo, 118 (122) Diário Oficial Poder Executivo - Seção I quinta-feira 3 de julho de 2008 DEPARTAMENTO DE IDENTIFICAÇÃO E REGISTROS DIVERSOS DIVISÃO DE PRODUTOS CONTROLADOS Portaria DPC - 3, de 2-7-2008

Leia mais

Disciplina a aplicação do capital estrangeiro e as remessas de valores para o exterior e dá outras providências.

Disciplina a aplicação do capital estrangeiro e as remessas de valores para o exterior e dá outras providências. arte_memorias_04.qxd 8/11/10 5:00 PM Page 239 LEIS 239 LEI NO 4.131, DE 3 DE SETEMBRO DE 1962 Disciplina a aplicação do capital estrangeiro e as remessas de valores para o exterior e dá outras providências.

Leia mais

Introdução. Capitais Internacionais

Introdução. Capitais Internacionais Capitais Internacionais e Mercado de Câmbio no Brasil Atualizado em novembro de 2010 1 Introdução O tratamento aplicável aos fluxos de capitais e às operações de câmbio acompanhou as conjunturas econômicas

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 14, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2013

INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 14, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2013 Presidência da República Secretaria da Micro e Pequena Empresa Secretaria de Racionalização e Simplificação Departamento de Registro Empresarial e Integração INSTRUÇÃO NORMATIVA DREI Nº 14, DE 5 DE DEZEMBRO

Leia mais

INVESTIMENTOS BRASILEIROS NO EXTERIOR ASPECTOS TRIBUTÁRIOS

INVESTIMENTOS BRASILEIROS NO EXTERIOR ASPECTOS TRIBUTÁRIOS INVESTIMENTOS BRASILEIROS NO EXTERIOR ASPECTOS TRIBUTÁRIOS IBCPF INSTITUTO BRASILEIRO DE CERTIFICAÇÃO DE PROFISSIONAIS FINANCEIROS PORTO ALEGRE 09/04/2014 O CONTEÚDO DESTA APRESENTAÇÃO NÃO TEM O OBJETIVO

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.598, DE 3 DE DEZEMBRO DE 2007. Estabelece diretrizes e procedimentos para a simplificação e integração do processo de registro

Leia mais

Introdução. Capitais Internacionais

Introdução. Capitais Internacionais Capitais Internacionais e Mercado de Câmbio no Brasil Atualizado em fevereiro de 2009 1 Introdução O tratamento aplicável aos fluxos de capitais e às operações de câmbio acompanhou as conjunturas econômicas

Leia mais

Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO N o 85.064, DE 26 DE AGOSTO DE 1980. Regulamenta a Lei nº 6.634, de 2 de maio de 1979, que dispõe sobre a Faixa de Fronteira O PRESIDENTE

Leia mais

RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Empresarial Aula nº 01 DIREITO EMPRESARIAL

RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Empresarial Aula nº 01 DIREITO EMPRESARIAL DIREITO EMPRESARIAL 1. Atividade Empresarial ( art. 966 e ss do CC) Art. 966. Considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens

Leia mais

Profa. Joseane Cauduro. Unidade I DIREITO SOCIETÁRIO

Profa. Joseane Cauduro. Unidade I DIREITO SOCIETÁRIO Profa. Joseane Cauduro Unidade I DIREITO SOCIETÁRIO Introdução A unidade I aborda: empresa e empresário; formação das sociedades; tipos de sociedades. Objetivos da disciplina: apresentar aos estudantes

Leia mais

CONTRATO SOCIAL DA SOCIEDADE DE ADVOGADOS

CONTRATO SOCIAL DA SOCIEDADE DE ADVOGADOS CONTRATO SOCIAL DA SOCIEDADE DE ADVOGADOS -------------------------------- [Nota: os instrumentos de alteração contratual devem contem o número de registro da sociedade no CNPJ e o número de inscrição

Leia mais

INVESTIMENTO ESTRANGEIRO DIRETO

INVESTIMENTO ESTRANGEIRO DIRETO INVESTIMENTO ESTRANGEIRO DIRETO DOCUMENTO EXECUTIVO (PARA DOWNLOAD) ATRAÇÃO DE INVESTIMENTOS DIRETOS: BASE LEGAL A atração de investimentos estrangeiros diretos IED é incentivada pelo governo brasileiro

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1.120. II - (Revogado pela Resolução 2927, de 17/01/2002). III - (Revogado pela Resolução 2099, de 17/08/1994).

RESOLUÇÃO Nº 1.120. II - (Revogado pela Resolução 2927, de 17/01/2002). III - (Revogado pela Resolução 2099, de 17/08/1994). 1 RESOLUÇÃO Nº 1.120 O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31.12.64, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL, em sessão realizada nesta data, tendo em vista as disposições

Leia mais

Material de apoio para a disciplina de Direito Civil V Professor Foed Saliba Smaka Jr. Faculdade do Litoral Paranaense ISEPE Guaratuba 2015.

Material de apoio para a disciplina de Direito Civil V Professor Foed Saliba Smaka Jr. Faculdade do Litoral Paranaense ISEPE Guaratuba 2015. Material de apoio para a disciplina de Direito Civil V Professor Foed Saliba Smaka Jr. Faculdade do Litoral Paranaense ISEPE Guaratuba 2015. ADVERTÊNCIA Os textos apresentados neste trabalho correspondem

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 20 DAS SOCIEDADES DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO CAPÍTULO I CARACTERÍSTICAS, CONSTITUIÇÃO E AUTORIZAÇÃO

RESOLUÇÃO Nº 20 DAS SOCIEDADES DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO CAPÍTULO I CARACTERÍSTICAS, CONSTITUIÇÃO E AUTORIZAÇÃO 1 RESOLUÇÃO Nº 20 Documento normativo revogado pela Resolução 2735, de 28/06/2000. O BANCO CENTRAL DA REPÚBLICA DO BRASIL, na forma da deliberação do Conselho Monetário Nacional, em sessão de 28.2.66,

Leia mais

AS NOVAS REGRAS DE REGISTRO DE EMISSORES DE VALORES MOBILIÁRIOS NO MERCADO DE CAPITAIS BRASILEIRO

AS NOVAS REGRAS DE REGISTRO DE EMISSORES DE VALORES MOBILIÁRIOS NO MERCADO DE CAPITAIS BRASILEIRO REVISTA JURÍDICA CONSULEX ONLINE Conjuntura Walter Douglas Stuber Sócio Fundador de Walter Stuber Consultoria Jurídica, atuando como advogado especializado em direito empresarial, societário, financeiro

Leia mais

Espécies de Sociedades de acordo com o novo Código Civil

Espécies de Sociedades de acordo com o novo Código Civil Empresas: Passos para abertura de empresa: 1. Definir qual o tipo de Pessoa Jurídica irá compor: 1.1 Sociedade Se constitui quando duas ou mais pessoas se obrigam a contribuir, com bens ou serviços, para

Leia mais

Resolução nº 07914. Súmula: Regulamenta os procedimentos de Inscrição, Renovação e Suspensão no Cadastro de Licitantes do Estado/CLE.

Resolução nº 07914. Súmula: Regulamenta os procedimentos de Inscrição, Renovação e Suspensão no Cadastro de Licitantes do Estado/CLE. Resolução nº 07914 Súmula: Regulamenta os procedimentos de Inscrição, Renovação e Suspensão no Cadastro de Licitantes do Estado/CLE. A Secretária de Estado da Administração e da Previdência, no uso das

Leia mais

Documentação Exigida para Inscrição no Cadastro Fiscal do Distrito Federal

Documentação Exigida para Inscrição no Cadastro Fiscal do Distrito Federal Documentação Exigida para Inscrição no Cadastro Fiscal do Distrito Federal Secretaria de Estado de Fazenda do Distrito Federal 2005 ÍNDICE 1) SOCIEDADE EMPRESÁRIA LTDA:... 3 2) SOCIEDADE ANONIMA S/A:...

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO PLATINUM

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO PLATINUM ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO PLATINUM I Denominação e Objetivo Artigo 1º O Clube de Investimento PLATINUM é constituído por número limitado de membros que têm por objetivo a aplicação de recursos

Leia mais

GOVERNO DO PIAUÍ SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E TECNOLÓGICO JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DO PIAUÍ

GOVERNO DO PIAUÍ SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E TECNOLÓGICO JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DO PIAUÍ TABELA DE PREÇOS PÚBLICOS JUCEPI Vigência 06/04/2015 ATOS INTEGRANTES DA TABELA DE PREÇOS DOS SERVIÇOS DO REGISTRO PÚBLICO DE EMPRESAS MERCANTIS E ATIVIDADES AFINS Ordem 01 ATOS SERVIÇOS PRESTADOS Normal

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DO PLANEJAMENTO E DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE ALAGOAS

SECRETARIA DE ESTADO DO PLANEJAMENTO E DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE ALAGOAS ATO SERVIÇOS PRESTADOS PELA JUNTA COMERCIAL DE ALAGOAS CÓDIGO DO ATO CÓDIGO DO EVENTO PRAZO PARA ARQUIVAMENTO DAR (Código 3220-4) DARF (Código 6621) 1. EMPRESÁRIO (até 4 vias) (213-5) 1.1. Inscrição (registro

Leia mais

Nota do autor, xv. 6 Nome Empresarial, 48 6.1 Conceito e função do nome empresarial, 48 6.2 O nome do empresário individual, 49

Nota do autor, xv. 6 Nome Empresarial, 48 6.1 Conceito e função do nome empresarial, 48 6.2 O nome do empresário individual, 49 Nota do autor, xv Parte I - Teoria Geral da Empresa, 1 1 Introdução ao Direito de Empresa, 3 1.1 Considerações gerais, 3 1.2 Escorço histórico: do direito comercial ao direito de empresa, 4 1.3 Fontes

Leia mais

DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE

DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE 1 SIMPLES NITERÓI. Lei nº 2115 de 22 de dezembro 2003. A Câmara Municipal de Niterói decreta e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei: TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Fica instituído, na forma

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE ÁGUA E ESGOTO AV. HUGO ALESSI Nº 50 B. NDUSTRIAL - FONE: (0**34) 3242-3579/3242-5026 ARAGUARI MG

SUPERINTENDÊNCIA DE ÁGUA E ESGOTO AV. HUGO ALESSI Nº 50 B. NDUSTRIAL - FONE: (0**34) 3242-3579/3242-5026 ARAGUARI MG SUPERINTENDENCIA DE AGUA E ESGOTO DE ARAGUARI DEPARTAMENTO DE LICITAÇÕES E CONTRATOS COMISSÃO ESPECIAL DE CADASTRO/SETOR DE CADASTRO INSTRUÇÕES GERAIS 1. OBJETIVO Estabelecer normas e procedimentos para

Leia mais

Qual a finalidade do Departamento Nacional de Registro do Comércio DNRC?

Qual a finalidade do Departamento Nacional de Registro do Comércio DNRC? Qual a finalidade do Departamento Nacional de Registro do Comércio DNRC? O DNRC, além de ser o órgão central do Sistema Nacional de Registro Mercantil - SINREM, é o executor do Programa finalístico que

Leia mais

RESOLUÇÃO CFN N.º 228/99

RESOLUÇÃO CFN N.º 228/99 RESOLUÇÃO CFN N.º 228/99 DISPÕE SOBRE A INSCRIÇÃO DE PESSOAS FÍSICAS NOS CONSELHOS REGIONAIS DE NUTRICIONISTAS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS O Conselho Federal de Nutricionistas, no uso de suas atribuições

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação Junta Comercial do Estado de São Paulo

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação Junta Comercial do Estado de São Paulo ANEXO I A QUE SE REFERE À DELIBERAÇÃO JUCESP Nº 01, DE 18 DE MARÇO DE 2015. TABELA DE PREÇOS DA JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO JUCESP APROVADA PELO COLÉGIO DE VOGAIS DA JUCESP EM SESSÃO PLENÁRIA

Leia mais

INSCRIÇÃO OU RENOVAÇÃO CADASTRAL

INSCRIÇÃO OU RENOVAÇÃO CADASTRAL INSCRIÇÃO OU RENOVAÇÃO CADASTRAL 1. DA ENTREGA DA DOCUMENTAÇÃO 1.1. Os interessados em se inscrever e/ou renovar o Registro Cadastral junto ao GRB deverão encaminhar a documentação a seguir estabelecida,

Leia mais

JUNTA COMERCIAL DO PARANÁ. RESOLUÇÃO N 003-2009 25.11.2009. REGISTROS DE ATOS MERCANTIS UNIFORMIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS NA ANÁLISE DE PROCESSOS.

JUNTA COMERCIAL DO PARANÁ. RESOLUÇÃO N 003-2009 25.11.2009. REGISTROS DE ATOS MERCANTIS UNIFORMIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS NA ANÁLISE DE PROCESSOS. JUNTA COMERCIAL DO PARANÁ. RESOLUÇÃO N 003-2009 25.11.2009. REGISTROS DE ATOS MERCANTIS UNIFORMIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS NA ANÁLISE DE PROCESSOS. O Plenário do Conselho de Vogais da Junta Comercial do Paraná,

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E TURISMO JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE ALAGOAS

SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E TURISMO JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE ALAGOAS SERVIÇOS PRESTADOS PELA DO DO F 1. EMPRESÁRIO (213-5) 1.1. Inscrição (registro inicial) 080 080 02 dias úteis R$ 88,00 R$ 10,00 1.2 Alteração (exceto para filiais) Alteração de nome empresarial (código

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PESSOA JURÍDICA

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PESSOA JURÍDICA RELAÇÃO DE DOCUMENTOS PESSOA JURÍDICA Para a liberação de acesso ao Cadastro NIS pela internet, o empregador deverá entregar na Agência onde será concedida a autorização, cópia e original de documentação

Leia mais

Acordo de Acionistas. ou Fato Relevante CPFL Energia S.A. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A.

Acordo de Acionistas. ou Fato Relevante CPFL Energia S.A. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A. Acordo de Acionistas Política de da Divulgação CPFL Energia de S.A. Ato ou Fato Relevante CPFL Energia S.A. Atual Denominação Social da Draft II Participações S.A. Sumário I Ii Iii Iv V Vi Vii Viii Público-Alvo

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO PROGRAMADO PJ RENOIR

ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO PROGRAMADO PJ RENOIR ESTATUTO SOCIAL DO CLUBE DE INVESTIMENTO PROGRAMADO PJ RENOIR I - Denominação e Objetivo Artigo 1º - O CLUBE DE INVESTIMENTO PROGRAMADO PJ RENOIR, doravante designado simplesmente CLUBE, formado exclusivamente

Leia mais

CAPÍTULO XVIII 1 DO REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS JURÍDICAS

CAPÍTULO XVIII 1 DO REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS JURÍDICAS CAPÍTULO XVIII 1 DO REGISTRO CIVIL DAS PESSOAS JURÍDICAS SEÇÃO I 2 DA ESCRITURAÇÃO 1. É atribuição dos Oficiais do Registro Civil das Pessoas Jurídicas: a) registrar os atos constitutivos, contratos sociais

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.649, DE 11 DE MARÇO DE 2013

CIRCULAR Nº 3.649, DE 11 DE MARÇO DE 2013 CIRCULAR Nº 3.649, DE 11 DE MARÇO DE 2013 Dispõe sobre os procedimentos para instrução de processos de constituição, autorização para funcionamento, alterações de controle societário, reorganização societária,

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES RESOLUÇÃO CFC N.º 1.390/12 Dispõe sobre o Registro Cadastral das Organizações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE: CAPÍTULO I

Leia mais

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 443, DE 2008 NOTA DESCRITIVA

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 443, DE 2008 NOTA DESCRITIVA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 443, DE 2008 NOTA DESCRITIVA NOVEMBRO/2008 Nota Descritiva 2 SUMÁRIO Constituição de subsidiárias integrais ou controladas para o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal...4 Aquisição

Leia mais

EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários

EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários Sumário 1. Conceito 2. Procedimentos Fiscais na Extinção 2.1 - Pessoa Jurídica Tributada Com Base no Lucro Real 2.2 - Pessoa Jurídica Tributada Com Base

Leia mais

a) nome completo, sexo, data de nascimento, naturalidade, nacionalidade, estado civil, filiação e nome do cônjuge ou companheiro;

a) nome completo, sexo, data de nascimento, naturalidade, nacionalidade, estado civil, filiação e nome do cônjuge ou companheiro; Instrução CVM 301/99. DA IDENTIFICAÇÃO E CADASTRO DE CLIENTES Art. 3º Para os fins do disposto no art. 10, inciso I, da Lei nº 9.613/98, as pessoas mencionadas no art. 2º (DENTRE OUTRAS, CORRETORAS DE

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS

PERGUNTAS E RESPOSTAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS PERGUNTAS E RESPOSTAS 1. O microempreendedor individual pode participar de compras públicas? Sim, o Microempreendedor (MEI), pode participar de licitações. A Administração deverá

Leia mais

Receitas excluídas do regime de incidência não-cumulativa

Receitas excluídas do regime de incidência não-cumulativa Receitas excluídas do regime de incidência não-cumulativa Ainda que a pessoa jurídica esteja submetida ao regime de incidência não-cumulativa, as receitas constantes do art. 8º da Lei nº 10.637, de 2002,

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS DEPARTAMENTO NACIONAL DE REGISTRO DO COMÉRCIO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS DEPARTAMENTO NACIONAL DE REGISTRO DO COMÉRCIO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR SECRETARIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS DEPARTAMENTO NACIONAL DE REGISTRO DO COMÉRCIO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 117, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2011.(*) Aprova

Leia mais

Câmara Municipal De Natividade Da Serra

Câmara Municipal De Natividade Da Serra DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA A INCRIÇÃO NO REGISTRO CADASTRAL (Em conformidade com os artigos 28 a 31 da Lei Federal Nº 8.666/93 e demais alterações posteriores): PESSOA JURÍDICA 1 - Documentação Relativa

Leia mais

RESOLUÇÃO 942 / 99. Assunto: Aprovação das "NORMAS PARA CADASTRAMENTO DE EMPRESAS DE CONSULTORIA", e revogação da Resolução nº 823/94, de 13.4.94.

RESOLUÇÃO 942 / 99. Assunto: Aprovação das NORMAS PARA CADASTRAMENTO DE EMPRESAS DE CONSULTORIA, e revogação da Resolução nº 823/94, de 13.4.94. RESOLUÇÃO 942 / 99 Assunto: Aprovação das "NORMAS PARA CADASTRAMENTO DE EMPRESAS DE CONSULTORIA", e revogação da Resolução nº 823/94, de 13.4.94. Referência: INFORMAÇÃO PADRONIZADA SD/CCE - 01 /99, de

Leia mais

REGULAMENTO DO FUNDO: ALFAPREV RF PRIVATE - FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA PREVIDENCIÁRIO

REGULAMENTO DO FUNDO: ALFAPREV RF PRIVATE - FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA PREVIDENCIÁRIO REGULAMENTO DO FUNDO: ALFAPREV RF PRIVATE - FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO RENDA FIXA PREVIDENCIÁRIO CAPÍTULO I - DO FUNDO Artigo 1º - O ALFAPREV RF PRIVATE - Fundo de Investimento

Leia mais

Tipos de Empresas, Requisitos e Passos para Abertura, Abertura Empresas Virtuais, Tributação.

Tipos de Empresas, Requisitos e Passos para Abertura, Abertura Empresas Virtuais, Tributação. Tipos de Empresas, Requisitos e Passos para Abertura, Abertura Empresas Virtuais, Tributação. 1) Tipos de Empresas Apresenta-se a seguir, as formas jurídicas mais comuns na constituição de uma Micro ou

Leia mais