DAS JUNTAS DE CONCILIAÇÃO PRÉVIA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DAS JUNTAS DE CONCILIAÇÃO PRÉVIA"

Transcrição

1 Projeto Conciliar PROPOSTA PARA CRIAÇÃO DE MECANISMOS DE FORMAÇÃO E CONTROLE DAS JUNTAS DE CONCILIAÇÃO PRÉVIA Parceiros

2 1. Índice 1. Apresentação do INQJ Objeto do Documento Análise do Contexto O Sistema Integrador de Núcleos Detalhamento da Proposta Propósito do Projeto Escopo Etapas do Projeto 6. Tecnologia e Métodos Conclusão Investimentos e Reinvestimentos Contato... 2

3 1. Apresentação do INQJ Transformar as pessoas, quebrar os paradigmas, repensar as instituições, mudar a sociedade. O Instituto Nacional da Qualidade Judiciária INQJ traz propostas sólidas de evolução metodológica, ambiental e humana para melhorar a administração da Justiça. Com ética e transparência, pretende conquistar aliados na busca da excelência da prestação jurisdicional no Brasil em suas múltiplas dimensões. De modo participativo, envolver dirigentes, magistrados, servidores, advogados, procuradores e representantes da sociedade civil na busca de modelos que permitam a efetividade e a transparência da Justiça. Com precisão, desenvolver conceitos e sistemas de gestão que facilitem o acesso à Justiça e sua administração. O Instituto Nacional de Qualidade Judiciária é uma entidade sem fins lucrativos, de interesse público, que tem por missão a promoção da excelência jurisdicional, desenvolvendo também projetos de capacitação das organizações que integram a União, os Estados e os Municípios no que se refere a: Formulação estratégica em Gestão Judiciária; Desenvolvimento Gerencial; Capacitação de Técnicos e Especialistas; Sistemas de Gestão Judiciária; Desenvolvimento de soluções de tecnologia da informação para a Justiça; Monitoramento e pesquisas situacionais para a Justiça; Diagnósticos de gestão; Organização de congressos e eventos para a democratização do conhecimento e levantamento das demandas sociais frente à justiça. 3

4 2. Objeto do Documento Este documento constitui uma pré-proposta do INQJ ao Ministério do Trabalho e Emprego. Tem por objetivo apresentar o projeto de apoio para implementação de um Sistema de gerenciamento, controle e capacitação das juntas de conciliação prévia trabalhista. O contrato que venha a ser celebrado em decorrência da aceitação desta proposta terá como parte essencial do mesmo, as condições de confidencialidade a serem seguidas tanto pelo INQJ Instituto Nacional de Qualidade Judiciária como pelo Ministério do Trabalho e Emprego. 3. Análise do Contexto As ações propostas pelo INQJ são iniciativas que marcarão uma nova fase de aperfeiçoamento no funcionamento do Estado e constituirão investimento com retorno garantido para a sociedade brasileira, com impactos efetivos, inclusive no curto prazo, sobre a cidadania. Para tanto, faz-se necessário consolidar uma iniciativa a partir de esforços conjuntos, aglutinando pessoas jurídicas de direito privado interno e de organizações públicas multilaterais, em prol da modernização dos sistemas judiciais, e, em especial, o judiciário brasileiro. Sob a visão do Banco Interamericano de Desenvolvimento BID, a consolidação de um ambiente para a modernização do judiciário brasileiro é um requisito para um modelo de desenvolvimento econômico e social sustentado. A importância da expansão geográfica e social dentro de um padrão para as juntas de conciliação prévia, visando o aumento da capilaridade do sistema através de uma rede de tecnologia em número consideravelmente maior e principalmente, mais controlado que a atual confere a visão do futuro das relações de trabalho no País. 4

5 Para melhorar a relação benefício/custo dos serviços e consolidar a governança do processo de modernização institucional, é preciso elaborar uma estratégia de implementação de um modelo de controle e capacitação dessas juntas, uma vez que o governo hoje, carece de ferramentas eficazes para garantir não só o direito dos trabalhadores, mas também a lisura do processo conciliatório. Contudo, há carência de profissionais capacitados para atuar na área de gestão judiciária. Além de conhecimento interdisciplinar, muito difícil de ser encontrado, é necessário notável saber de técnicas administrativas e de gestão, aliado a uma experiência prévia no próprio Poder Judiciário. Por mais que haja oferta de consultorias em gestão, encontrar profissionais com knowhow no judiciário é muito improvável, da mesma forma que a mão-de-obra do sistema judiciário carece de forte capacitação de gestão. Por estas razões, torna-se urgente, relevante e necessário a consolidação de um conjunto integrado de esforços no sentido de dotar os projetos de melhoria da prestação jurisdicional de condições tecnológicas, institucionais, operacionais e principalmente do conhecimento necessário para prover uma prestação jurisdicional ágil, transparente e acessível de forma abrangente. 4. SIN Sistema Integrador de Núcleos O Sistema Integrador de Núcleos é um software que objetiva gerenciar e controlar o processo de conciliação trabalhista, auxiliando os administradores do núcleo a trazerem transparência, celeridade e eficácia ao processo. Apenas por meio de uma ferramenta digital, será possível ao Ministério do Trabalho assegurar a qualidade e lisura das conciliações realizadas em todo o país. Sendo assim, o SIN se propõe em ser a ferramenta oficial do governo a ser utilizada em todos os núcleos de conciliação prévia trabalhista, instalados em todo o território nacional. 5

6 5. Detalhamento da Proposta 5.1. Propósito do Projeto Agilizar o processo de conciliação; Capacitar conciliadores e gestores de núcleos; Fornecer ferramenta digital para todos os núcleo do país; Auditar os núcleos nacionais a fim de garantir a qualidade e idoneidade do processo conciliatório Escopo Desenvolver modelo padrão de funcionamento para os núcleos de conciliação prévia trabalhista em todo o Brasil, atuando como representante do Ministério do Trabalho no processo de garantia da qualidade, transparência e lisura do núcleos, e principalmente assegurando os direitos dos trabalhadores brasileiros Etapas do Projeto ETAPA 1: Desenvolvimento de modelo de funcionamento padrão de um núcleo de conciliação prévia, e a criação dos devidos manuais de procedimento, pautados principalmente na utilização do SIN no processo conciliatório. ETAPA 2: Capacitar os conciliadores e administradores de núcleos dentro do modelo padrão de atuação, aprovado pelo Ministério do Trabalho, de forma a fortalecer a eficiência do processo, diminuindo custos e trazendo celeridade para o cidadão. 6

7 ETAPA 3: Implantar o software SIN nos núcleos, para que os operadores já devidamente treinados possam fazer uso dos métodos e tecnologias disponibilizados pelo Ministério. ETAPA 4: Monitorar os resultados e buscar a eficácia diariamente por meio de mecanismos de controle do próprio software, além do estabelecimento de uma agenda semestral para auditorias de qualidade in loco para assim assegurar que o processo padrão esta sendo seguido na rotina de cada núcleo. Modelo Gráfico de Implantação Etapa 01 Etapa 02 Etapa 03 Etapa 04 Padronização e Manualização Capacitação dos Operadores Implantação do Sistema Auditoria da qualidade e controle dos resultados 7

8 6. Tecnologia e Métodos O modelo proposto para o processo não difere substancialmente de outros modelos utilizados na garantia de qualidade de outros setores, como a ISO 9001, ou o Balanced Score Card. Coloca à disposição um software de apoio, que garante a padronização dos procedimentos, além de direcionar o processo de capacitação dos envolvidos e facilitar o controle, fornecendo meios eficazes para que os auditores do INQJ possam avaliar o processo de conciliação realizado nos núcleos de todo o país. O esquema organizacional segue o a pirâmide hierárquica abaixo: MTE INQJ SINDICATOS NÚCLEOS No modelo proposto, o INQJ atuaria como representante do MTE, tanto na capacitação e desenvolvimento dos núcleos, como na auditoria dos sindicatos no controle do processo de conciliação trabalhista, atuando como uma agência reguladora junto aos núcleos conciliatórios. 8

9 7. Conclusão Na condição de OSCIP focada no desenvolvimento da justiça nacional, o INQJ se propõe a auxiliar o MTE na formação e controle das juntas de conciliação prévia trabalhista, dentro de um modelo eficaz e tecnológico para que assim possamos assegurar todos os direitos dos trabalhadores brasileiros. Na condição de regulador e implementador do processo, o INQJ será o responsável por buscar a excelência nas conciliações nacionais auxiliando o cidadão em nome do Ministério do Trabalho. 8. Investimentos e Reinvestimentos Toda a implementação do projeto será custeada pelo INQJ, sendo zero o custo para o Estado. Cada núcleo deverá posteriormente arcar com as despesas de capacitação de seus funcionários, bem como das auditorias, além de um valor a ser definido a titulo de licenciamento de software em cada conciliação realizada. Os valores das conciliações serão tabelados pelo MTE, bem como a remuneração a ser paga pelos núcleos para o projeto Como em todos os demais projetos do INQJ, parte dos recursos aferidos pelo Instituto com o projeto Conciliar, serão revertidos para custear novos projetos do Ministério do Trabalho, nos mesmos moldes de outras parcerias já estabelecidas com o Ministério da Justiça. Com isso valores que antes seriam destinados apenas a remuneração dos núcleos, são redirecionadas para a promoção de novas políticas e projetos do MTE. 9. Contato BRUKCHAM - Câmara de Comércio, Indústria e Serviços Brasil - Reino Unido Av. Paulista 726, 17º andar, Cj 1707, Bela Vista, São Paulo, SP CEP: Tel Fax website: 9

PROJETO DE REGULAÇÃO DO SETOR DE ÁGUA E SANEAMENTO NO BRASIL WORKSHOP I. Rio de Janeiro, 5 de outubro de 2015

PROJETO DE REGULAÇÃO DO SETOR DE ÁGUA E SANEAMENTO NO BRASIL WORKSHOP I. Rio de Janeiro, 5 de outubro de 2015 PROJETO DE REGULAÇÃO DO SETOR DE ÁGUA E SANEAMENTO NO BRASIL WORKSHOP I Rio de Janeiro, 5 de outubro de 2015 ANTECEDENTES 27º CONGRESSO ABES GOIÂNIA 2013 Painéis e debates sobre aspectos da regulação DIAGNÓSTICO

Leia mais

ANEXO I MATRIZ DE INDICADORES E METAS

ANEXO I MATRIZ DE INDICADORES E METAS ANEXO I MATRIZ DE INDICADORES E S 31 MATRIZ DE INDICADORES e S Indicador 1 - Visão Visão: Ser reconhecido como um dos 10 Regionais mais céleres e eficientes na prestação jurisdicional, sendo considerado

Leia mais

Carteira de Projetos da Seção Judiciária do RS

Carteira de Projetos da Seção Judiciária do RS Página 1 Carteira de Projetos da Seção Judiciária do RS Projeto I Padronização e Melhoria dos Procedimentos das Varas Federais, Juizados e Turmas Recursais Escopo: Implementação de método de gerenciamento

Leia mais

Entenda o PL 7.168/2014 de A a Z

Entenda o PL 7.168/2014 de A a Z Entenda o PL 7.168/2014 de A a Z O Projeto de Lei 7.168/2014 avança na construção de um novo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil. Ele trata das relações entre Estado e OSCs e estabelece

Leia mais

Contrato de Empréstimo n.º 980/OC-BR. República Federativa do Brasil e o Banco Interamericano de Desenvolvimento

Contrato de Empréstimo n.º 980/OC-BR. República Federativa do Brasil e o Banco Interamericano de Desenvolvimento TERMO DE REFERÊNCIA Projeto BRA/97/032 Coordenação do Programa de Modernização Fiscal dos Estados Brasileiros - PNAFE Contrato de Empréstimo n.º 980/OC-BR entre a República Federativa do Brasil e o Banco

Leia mais

Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia

Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia Desafios a serem superados Nos últimos anos, executivos de Tecnologia de Informação (TI) esforçaram-se em

Leia mais

9.6. Política de segurança para Usuários(PSU)... 14 9.7. Questionários de Segurança da Informação... 14 10. CONCLUSÃO... 14

9.6. Política de segurança para Usuários(PSU)... 14 9.7. Questionários de Segurança da Informação... 14 10. CONCLUSÃO... 14 ANEXO I PSI Índice 1. FINALIDADE... 4 2. ABRANGÊNCIA... 4 3. FREQUÊNCIA DE REVISÃO... 4 4. PORTAL DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO... 4 5. TERMOS E DEFINIÇÕES... 4 5.1. Segurança da Informação... 4 5.2. Confidencialidade...

Leia mais

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL METALMECANICO GRANDE ABC

ARRANJO PRODUTIVO LOCAL METALMECANICO GRANDE ABC ARRANJO PRODUTIVO LOCAL METALMECANICO GRANDE ABC TERMO DE REFERÊNCIA Nº 02/2010 SERVIÇOS DE CONSULTORIA PARA GESTÃO FINANCEIRA EM CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA. Contatos Luiz Augusto Gonçalves de

Leia mais

Fanor - Faculdade Nordeste

Fanor - Faculdade Nordeste Norma 025: Projeto de Avaliação Institucional Capítulo I Disposições Gerais A avaliação institucional preocupa-se, fundamentalmente, com o julgamento dos aspectos que envolvem a realidade interna e externa

Leia mais

NBA 40 - CONTROLE DE QUALIDADE DAS AUDITORIAS REALIZADAS PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS

NBA 40 - CONTROLE DE QUALIDADE DAS AUDITORIAS REALIZADAS PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS NBA 40 - CONTROLE DE QUALIDADE DAS AUDITORIAS REALIZADAS PELOS TRIBUNAIS DE CONTAS INTRODUÇÃO (Issai 40 - Introdução) 1. A NBA 40 tem como objetivo ajudar os Tribunais de Contas a elaborar, estabelecer

Leia mais

Planejamento estratégico 2016-2019

Planejamento estratégico 2016-2019 Planejamento estratégico 2016-2019 Fortalecer as instituições e a qualidade dos serviços públicos para fortalecer a democracia e a competitividade. www.agendapublica.org.br 2 GOVERNANÇA PARA UM FUTURO

Leia mais

Concurso "III Prata da Casa" Edição 2013 "Ação Inovadora" Cadastro da Prática ou Ideia

Concurso III Prata da Casa Edição 2013 Ação Inovadora Cadastro da Prática ou Ideia 26 Concurso "III Prata da Casa" Nome do Participante ABIGAIL CRISTINE CARNEIRO Cargo Assessora Jurídica Email Institucional accarneiro@mp.pr.gov.br Contatos Telefônicos (41) 3279-3089 (41) 9921-7438 (41)

Leia mais

MANUAL DO FORNECEDOR

MANUAL DO FORNECEDOR PSQ 27 REVISÃO 00 Histórico da Emissão Inicial Data da Revisão 0 Data da Última Revisão Número de Página 15/01/14 15/01/14 1/14 2/14 1 - Objetivo 1.1 Escopo O conteúdo deste Manual contempla os requisitos

Leia mais

RHUMO. Remuneração Desenvolvimento Humano Organização, Métodos e Processos. Há 20 anos construindo e implementando soluções personalizadas em:

RHUMO. Remuneração Desenvolvimento Humano Organização, Métodos e Processos. Há 20 anos construindo e implementando soluções personalizadas em: BOM DIA A TODOS!!! RHUMO Carlos Menezes, Consultor Organizacional, com MBA em gestão de negócios pela FIA E graduado em Administração de Empresas pela FACE FUMEC. Experiência de mais de 30 anos, como executivo

Leia mais

PRODUTOS COM SOLUÇÕES INTELIGENTES

PRODUTOS COM SOLUÇÕES INTELIGENTES PRODUTOS COM SOLUÇÕES INTELIGENTES A Service System é uma empresa conceituada no mercado de soluções tecnológicas. Nosso principal objetivo é desenvolver e apresentar produtos que atendam as necessidades

Leia mais

hemorrede nacional hemoglobinopatias

hemorrede nacional hemoglobinopatias Perspectiva Foco Estratégico Estratégia Projetos Descrição do Projeto Resultado Esperado Gestor Prazo SOCIEDADE Credibilidade do serviço Satisfação dos doadores e usuários da Atendimento integral aos portadores

Leia mais

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA GLOSSÁRIO DE TERMOS DO MARCO ANALÍTICO Avaliação de Projetos de Cooperação Sul-Sul: exercício fundamental que pretende (i ) aferir a eficácia, a eficiência e o potencial

Leia mais

Política de Eficiência Energética

Política de Eficiência Energética Política de Eficiência Energética março 2010 Política de Eficiência Energética Política de Eficiência Energética 5 I. O público-alvo O Público-alvo ao qual se destina esta Política de Eficiência Energética

Leia mais

Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência

Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência Introdução O panorama que se descortina para os próximos anos revela um quadro de grandes desafios para as empresas. Fatores como novas exigências dos

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA OFICINA DA INOVAÇÃO

APRESENTAÇÃO DA OFICINA DA INOVAÇÃO APRESENTAÇÃO DA OFICINA DA INOVAÇÃO DIRETORIA DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO. OFICINA DA INOVAÇÃO Página 1 de 10 ÍNDICE DO PORTFOLIO Apresentação dos serviços da Oficina da Inovação... 3 Consultoria...

Leia mais

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À CONSULTA PÚBLICA Nº 019/2014

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À CONSULTA PÚBLICA Nº 019/2014 MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À CONSULTA PÚBLICA Nº 019/2014 NOME DA INSTITUIÇÃO: COPEL DISTRIBUIÇÃO AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: CONSULTA PÚBLICA N 019/2014

Leia mais

Renata Filardi/BRA/VERITAS18/10/2006 ÍNDICE: 1 INTRODUÇÃO 1.1 ESCOPO MANUAL 1.2 VISÃO E MISSÃO DO BUREAU VERITAS 1.2.2 - VISÃO 1.2.

Renata Filardi/BRA/VERITAS18/10/2006 ÍNDICE: 1 INTRODUÇÃO 1.1 ESCOPO MANUAL 1.2 VISÃO E MISSÃO DO BUREAU VERITAS 1.2.2 - VISÃO 1.2. Aprovado ' Elaborado por Renata Filardi/BRA/VERITAS em 18/10/2006 Verificado por Renato Catrib/BRA/VERITAS em 18/10/2006 Aprovado por Renato Catrib/BRA/VERITAS em 18/10/2006 ÁREA DGL Tipo MANUAL Número

Leia mais

por: Eliandro Alves, Elvio Filho, Julio Xavier e Sérgio Cordeiro Professor: Everton Rennê

por: Eliandro Alves, Elvio Filho, Julio Xavier e Sérgio Cordeiro Professor: Everton Rennê por: Eliandro Alves, Elvio Filho, Julio Xavier e Sérgio Cordeiro Professor: Everton Rennê ROTEIRO Histórico; Definição; Objetivos e/ou propósitos; Estrutura; Aplicação do modelo; Vantagens e desvantagens;

Leia mais

PORTARIA CADE Nº 88, DE 12 DE ABRIL DE 2016.

PORTARIA CADE Nº 88, DE 12 DE ABRIL DE 2016. Boletim de Serviço Eletrônico em 13/04/2016 Ministério da Justiça MJ Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE SEPN 515 Conjunto D, Lote 4 Ed. Carlos Taurisano, 1º andar Bairro Asa Norte, Brasília/DF,

Leia mais

META 01 do CNJ para 2011 CRIAR UNIDADE DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS NOS TRIBUNAIS PARA AUXILIAR A IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA.

META 01 do CNJ para 2011 CRIAR UNIDADE DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS NOS TRIBUNAIS PARA AUXILIAR A IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA. META 01 do CNJ para 2011 CRIAR UNIDADE DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS NOS TRIBUNAIS PARA AUXILIAR A IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA. PROJETOS ESTRATÉGICOS A carteira de Projetos Estratégicos do Tribunal

Leia mais

O Grupo Actcon e a Rede Educar Brasil

O Grupo Actcon e a Rede Educar Brasil O Grupo Actcon e a Rede Educar Brasil Especializado em soluções que incorporam Tecnologia da Informação à Educação e à Modernização da Administração Pública, o Grupo Actcon tem como sua principal integrante

Leia mais

PATI - PROGRAMA MUNICIPAL DE AUTONOMIA NA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

PATI - PROGRAMA MUNICIPAL DE AUTONOMIA NA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Autonomia se estrutura com liberdade de gestão e segurança tecnológica. Os limites da Lei não impõe dependência, semeiam a compreensão de que o município deve gerir seus recursos com o domínio inteligente

Leia mais

Seminário Internacional: Regulación y Supervisión de Cooperativas de Ahorro Y Crédito em América Latina y el Caribe

Seminário Internacional: Regulación y Supervisión de Cooperativas de Ahorro Y Crédito em América Latina y el Caribe Seminário Internacional: Regulación y Supervisión de Cooperativas de Ahorro Y Crédito em América Latina y el Caribe Auditoria das cooperativas de crédito no Brasil case Cnac Os desafios da auditoria cooperativa

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE TECNOLOGIA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE TECNOLOGIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE TECNOLOGIA TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO OEI/TOR/FNDE/CGINF Nº 41/2012 1.

Leia mais

ANEXO A Estratégia do Tribunal de Justiça de Sergipe

ANEXO A Estratégia do Tribunal de Justiça de Sergipe RESOLUÇÃO Nº 10, DE 01 DE JUNHO DE 2011 Dispõe sobre o Planejamento e a Gestão Estratégica no âmbito do Poder Judiciário do Estado de Sergipe e dá outras providências. ANEXO A Estratégia do Tribunal de

Leia mais

www.santanabertolami.com.br

www.santanabertolami.com.br www.santanabertolami.com.br Apresentação O Escritório tem como objetivo prestar serviços jurídicos de alto nível a clientes nacionais e estrangeiros. Fundado em 2005, o Escritório busca a combinação equilibrada

Leia mais

EXPECTATIVAS COM RELAÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

EXPECTATIVAS COM RELAÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EXPECTATIVAS COM RELAÇÃO AO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Novos tempos para o Poder judiciário; Sucesso total; Acredito que o seminário plantou a semente de pensar a estrutura do ambiente em que se trabalha

Leia mais

EDITAL Verde-Amarelo/ Parques Tecnológicos: FINEP 04/2002

EDITAL Verde-Amarelo/ Parques Tecnológicos: FINEP 04/2002 EDITAL Verde-Amarelo/ Parques Tecnológicos: FINEP 04/2002 O Ministério da Ciência e Tecnologia, em cumprimento às recomendações do Comitê Gestor do Programa de Estímulo à Interação Universidade-Empresa

Leia mais

ANEXO 1 PROJETO BÁSICO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL E ORGANIZACIONAL DE ENTIDADES CIVIS DE DEFESA DO CONSUMIDOR

ANEXO 1 PROJETO BÁSICO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL E ORGANIZACIONAL DE ENTIDADES CIVIS DE DEFESA DO CONSUMIDOR ANEXO 1 PROJETO BÁSICO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL E ORGANIZACIONAL DE ENTIDADES CIVIS DE DEFESA DO CONSUMIDOR I - OBJETIVO GERAL Realização de Módulos do programa de capacitação

Leia mais

EDITAL Seleção para apoio a implantação de projetos que contribuam com o Desenvolvimento Territorial

EDITAL Seleção para apoio a implantação de projetos que contribuam com o Desenvolvimento Territorial FUNDO MULTILATERAL DE INVESTIMENTOS PROGRAMA REGIONAL DE FORMAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO LOCAL COM INCLUSÃO SOCIAL- ConectaDEL EDITAL Seleção para apoio a implantação de projetos que contribuam

Leia mais

PORTARIA Nº 992, DE 8 DE SETEMBRO DE 2004

PORTARIA Nº 992, DE 8 DE SETEMBRO DE 2004 PORTARIA Nº 992, DE 8 DE SETEMBRO DE 2004 O Ministro da Previdência Social, no uso de sua competência estabelecida no art. 87 da Constituição Federal e considerando o disposto no art. 23 da Lei nº 8.159,

Leia mais

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC. Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008.

MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC. Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008. MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA Comitê Gestor do SIBRATEC Resolução Comitê Gestor SIBRATEC nº 001, de 17 de março de 2008. Aprova as Diretrizes Gerais do Sistema Brasileiro de Tecnologia - SIBRATEC.

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Versão 2015.2 Editada em julho de 2015 SUMÁRIO 1. Objetivo da Política...3 2. Abrangência...3 3. Princípios...3 4. Das Diretrizes Estratégicas...4 5. Da Estrutura

Leia mais

Elza Fernandes de Araújo Assessora Adjunta de Inovação Novembro/2015. A importância da inovação tecnológica e o fomento da FAPEMIG

Elza Fernandes de Araújo Assessora Adjunta de Inovação Novembro/2015. A importância da inovação tecnológica e o fomento da FAPEMIG Elza Fernandes de Araújo Assessora Adjunta de Inovação Novembro/2015 A importância da inovação tecnológica e o fomento da FAPEMIG MUDANÇA DE MENTALIDADE O Brasil precisa avançar. É necessário mudar a mentalidade.

Leia mais

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Página 1 NORMA ISO 14004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio (votação 10/02/96. Rev.1) 0. INTRODUÇÃO 0.1 Resumo geral 0.2 Benefícios de se ter um Sistema

Leia mais

A ESTRATÉGIA DO TRT-3ª REGIÃO

A ESTRATÉGIA DO TRT-3ª REGIÃO A ESTRATÉGIA DO TRT-3ª REGIÃO Plano Plurianual 2010-2014 Considerando o caráter dinâmico do processo de planejamento estratégico, o monitoramento e as revisões periódicas vêm auxiliar a Administração,

Leia mais

Art. 2º Esta Resolução entra em vigor a partir da presente data, revogando-se as disposições em contrário. Registre-se, Publique-se, Cumpra-se.

Art. 2º Esta Resolução entra em vigor a partir da presente data, revogando-se as disposições em contrário. Registre-se, Publique-se, Cumpra-se. Resolução nº 018, de 17 de dezembro de 2015 O Presidente em exercício do Conselho de Administração, no uso de suas atribuições legais que lhe confere o Art. 47 do Regimento Geral da Universidade Federal

Leia mais

Departamento de Dermatologia da Universidade Federal de São Paulo Núcleo detecnologia da Informação (NUTI)

Departamento de Dermatologia da Universidade Federal de São Paulo Núcleo detecnologia da Informação (NUTI) Departamento de Dermatologia da Universidade Federal de São Paulo Núcleo detecnologia da Informação (NUTI) Coordenador: Paulo Celso Budri Freire Aprovada pelo Conselho do Departamento de Dermatologia da

Leia mais

NOVAS METAS DO PROGRAMA TRABALHO SEGURO

NOVAS METAS DO PROGRAMA TRABALHO SEGURO NOVAS METAS DO PROGRAMA TRABALHO SEGURO META 5 Fomentar a edição de atos do Poder Público Estadual e/ou Municipal para inclusão, nos editais de licitação e respectivos contratos administrativos, de cláusulas

Leia mais

20 12 RELATÓRIO DE GESTÃO

20 12 RELATÓRIO DE GESTÃO 20 12 RELATÓRIO DE GESTÃO SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS SEBRAE NACIONAL RELATÓRIO DE GESTÃO 2012 Brasília / 2012 2012. Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas

Leia mais

PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO 2012

PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO 2012 PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO 2012 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 3 CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 5 CAPACITAÇÃO DOS SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 7 CAPACITAÇÃO

Leia mais

FINEP UMA AGÊNCIA DE INOVAÇÃO. Vânia Damiani. Departamento de Instituições de Pesquisa Área de Institutos Tecnológicos e de Pesquisa

FINEP UMA AGÊNCIA DE INOVAÇÃO. Vânia Damiani. Departamento de Instituições de Pesquisa Área de Institutos Tecnológicos e de Pesquisa FINEP UMA AGÊNCIA DE INOVAÇÃO Vânia Damiani Departamento de Instituições de Pesquisa Área de Institutos Tecnológicos e de Pesquisa A Missão da FINEP Promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Brasília

Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Brasília Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Brasília Rio de Janeiro São Paulo Belo Horizonte Brasília AVALIAÇÃO DA ADOÇÃO DE BPM NO BRASIL: ERROS, APRENDIZADOS E BOAS PRÁTICAS Leandro Jesus INVESTIR EM PROCESSOS:

Leia mais

DIRETRIZES DE EXTENSÃO 2011 DIRETRIZES DE APOIO ÀS ATIVIDADES DE EXTENSÃO DO IF SUDESTE-MG. Execução: SETEMBRO DE 2011 A DEZEMBRO DE 2011

DIRETRIZES DE EXTENSÃO 2011 DIRETRIZES DE APOIO ÀS ATIVIDADES DE EXTENSÃO DO IF SUDESTE-MG. Execução: SETEMBRO DE 2011 A DEZEMBRO DE 2011 DIRETRIZES DE EXTENSÃO 2011 DIRETRIZES DE APOIO ÀS ATIVIDADES DE EXTENSÃO DO IF SUDESTE-MG Execução: SETEMBRO DE 2011 A DEZEMBRO DE 2011 Diretrizes de Apoio a Projetos de Extensão no IF SUDESTE-MG 1 Av.

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

Planejamento Estratégico da UNICAMP PLANES/UNICAMP

Planejamento Estratégico da UNICAMP PLANES/UNICAMP Planejamento Estratégico da UNICAMP PLANES/UNICAMP Abril/2012 Apresentação O Planejamento Estratégico (PLANES) da UNICAMP é um processo acadêmico/administrativo dinâmico cujo objetivo central é de ampliar

Leia mais

Processo 2013. 05 de março de 2013. www.isebvmf.com.br

Processo 2013. 05 de março de 2013. www.isebvmf.com.br Processo 2013 05 de março de 2013 www.isebvmf.com.br Conselho Deliberativo do ISE (CISE) Órgão máximo de governança do índice Tem como missão garantir um processo transparente de construção do índice e

Leia mais

LMA, Solução em Sistemas

LMA, Solução em Sistemas LMA, Solução em Sistemas Ao longo dos anos os sistemas para gestão empresarial se tornaram fundamentais, e por meio dessa ferramenta as empresas aperfeiçoam os processos e os integram para uma gestão mais

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GRAVATAÍ

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GRAVATAÍ FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GRAVATAÍ REGIMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Atualização do Regimento de 2012 Porto Alegre, março de 2015 Faculdade de Tecnologia de Porto Alegre Av. Julio de Castilhos,

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão Ambiental Portuário

Sistema Integrado de Gestão Ambiental Portuário Sistema Integrado de Gestão Ambiental Portuário Gerência de Gestão Portuária Sistema Integrado de Gestão Ambiental Portuária Trata-se de um processo contínuo e adaptativo, envolvendo condicionantes ambientais,

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA INTERNA. 1 Objetivo Este Procedimento tem como objetivo descrever a rotina aplicável aos procedimentos de auditoria interna

PROCEDIMENTOS DE AUDITORIA INTERNA. 1 Objetivo Este Procedimento tem como objetivo descrever a rotina aplicável aos procedimentos de auditoria interna 025 1/8 Sumário 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Documentos complementares 4 Definições 5 Procedimento 6. Formulários 7. Anexo A 1 Objetivo Este Procedimento tem como objetivo descrever a rotina aplicável aos

Leia mais

ESCOLA JUDICIAL DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 16ª REGIÃO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO QUALIFICAR

ESCOLA JUDICIAL DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 16ª REGIÃO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO QUALIFICAR PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO QUALIFICAR CALENDÁRIO DE CURSOS EXERCÍCIO 2011 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2011-2015 PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO QUALIFICAR Escopo Capacitar magistrados e servidores em gestão

Leia mais

port 617-2007 - ANVISA - ATENDIMENTO AO PÚBLICO - POLÍTICA - REGRAS

port 617-2007 - ANVISA - ATENDIMENTO AO PÚBLICO - POLÍTICA - REGRAS port 617-2007 - ANVISA - ATENDIMENTO AO PÚBLICO - POLÍTICA - REGRAS PORTARIA ANVISA Nº 617, DE 30 DE AGOSTO DE 2007 DOU 03.09.2007 Dispõe sobre a Política de Atendimento ao Público da Agência Nacional

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL 1. INTRODUÇÃO: O Banco Pottencial, considera a gestão de riscos como um instrumento essencial para maximização da eficiência no uso do capital e para escolha

Leia mais

PLANO DE GERENCIAMENTO DO PROJETO GRATIFICAÇÃO DE INCENTIVO À PRODUTIVIDADE DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DO TJPB

PLANO DE GERENCIAMENTO DO PROJETO GRATIFICAÇÃO DE INCENTIVO À PRODUTIVIDADE DOS OFICIAIS DE JUSTIÇA DO TJPB SUMÁRIO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO... 2 1.1 Nome do projeto... 2 1.2 Responsável pelo Projeto... 2 1.3 Clientes do projeto... 2 1.4 Objetivo do projeto... 2 2. PLANEJAMENTO DO PROJETO... 3 2.1 Descrição

Leia mais

Legislação Anticorrupção

Legislação Anticorrupção O que muda com a Lei nº 12.846/2013 e com o Decreto nº 8.420/2015 gsga.com.br São Paulo Rio de Janeiro Curitiba Belo Horizonte Brasília Introdução 2 oooa partir da edição da chamada Lei Anticorrupção (Lei

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 221/2005-CEPE/UNICENTRO

RESOLUÇÃO Nº 221/2005-CEPE/UNICENTRO RESOLUÇÃO Nº 221/2005-CEPE/UNICENTRO Aprova o Regulamento da Agência de Inovação da UNICENTRO, NOVATEC. O REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE, UNICENTRO: Faço saber que o Conselho de Ensino,

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS 1. INTRODUÇÃO Em atendimento a Resolução do BACEN Nº 4.327 de 25 de abril de 2014, a EASYNVEST definiu sua Política de Responsabilidade Socioambiental que, considerando a natureza de suas operações e a

Leia mais

INSTITUTO COMUNITÁRIO GRANDE FLORIANÓPOLIS - ICOM

INSTITUTO COMUNITÁRIO GRANDE FLORIANÓPOLIS - ICOM INSTITUTO COMUNITÁRIO GRANDE FLORIANÓPOLIS - ICOM DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AO EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 E PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES A BDO International é uma rede mundial

Leia mais

A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 3.477 DATA: 14 de agosto de 2008. SÚMULA: Altera e acresce dispositivos da Lei nº 3.025, de 18 de janeiro de 2005, alterada pela Lei nº 3.264, de 19 de setembro de 2006, que Dispõe sobre a reestruturação

Leia mais

Nosso objetivo. Qual é a principal contribuição que a Positioning pode dar para o aumento dos resultados de seus Clientes? MELHORIA DA PERFORMANCE

Nosso objetivo. Qual é a principal contribuição que a Positioning pode dar para o aumento dos resultados de seus Clientes? MELHORIA DA PERFORMANCE Nosso objetivo 1 CONFIDENCIAL Todos os direitos reservados Qual é a principal contribuição que a Positioning pode dar para o aumento dos resultados de seus Clientes? MELHORIA DA PERFORMANCE Atuação da

Leia mais

POLÍTICA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO

POLÍTICA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO REITORIA PRÓ-REITORIA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E INOVAÇÃO POLÍTICA

Leia mais

Sessão 4: Avaliação na perspectiva de diferentes tipos de organizações do setor sem fins lucrativos

Sessão 4: Avaliação na perspectiva de diferentes tipos de organizações do setor sem fins lucrativos Sessão 4: Avaliação na perspectiva de diferentes tipos de organizações do setor sem fins lucrativos Avaliação Econômica como instrumento para o aprimoramento da gestão das ações sociais 26/09/2013 Fundação

Leia mais

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 RELATÓRIO TÉCNICO CONCLUSIVO

Leia mais

Introdução. Gerência de Projetos de Software. Sumário. Sistemas de Informação para Processos Produtivos

Introdução. Gerência de Projetos de Software. Sumário. Sistemas de Informação para Processos Produtivos Sumário Sistemas de Informação para Processos Produtivos 1. Gerência de 2. Agentes principais e seus papéis 3. Ciclo de vida do gerenciamento de projetos M. Sc. Luiz Alberto lasf.bel@gmail.com Módulo 6

Leia mais

Desenvolvimento Integral na Primeira Infância

Desenvolvimento Integral na Primeira Infância apresentam Desenvolvimento Integral na Primeira Infância Agenda de ações para a região da América Latina Resultados da Oficina Construindo uma Agenda Regional para o Desenvolvimento na Primeira Infância,

Leia mais

Auditoria e Análise Crítica do Sistema da Qualidade dos Laboratórios

Auditoria e Análise Crítica do Sistema da Qualidade dos Laboratórios Em Procedimento GGLAS 5 Auditoria e Análise Crítica do Sistema da Qualidade dos Laboratórios Proc./GGLAS nº 16 Página 1 de 15 Habilitação de Laboratório na Reblas Auditoria e Análise Crítica do Sistema

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Page 1 of 7 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.332, DE 19 DE OUTUBRO DE 2010. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84,

Leia mais

Termo de Referência para Elaboração de Plano de Gestão de Praça do PAC modelo de 3000m 2

Termo de Referência para Elaboração de Plano de Gestão de Praça do PAC modelo de 3000m 2 MINISTÉRIO DA CULTURA Diretoria de Infraestrutura Cultural Secretaria Executiva Termo de Referência para Elaboração de Plano de Gestão de Praça do PAC modelo de 3000m 2 1. Objetivos A Praça do PAC é de

Leia mais

INOVAÇÕES LEGISLATIVAS: área de atuação das fundações e remuneração de dirigentes

INOVAÇÕES LEGISLATIVAS: área de atuação das fundações e remuneração de dirigentes INOVAÇÕES LEGISLATIVAS: área de atuação das fundações e remuneração de dirigentes AIRTON GRAZZIOLI Ministério Público do Estado de São Paulo Promotor de Justiça de Fundações de SP Art. 62, p. único: ÁREA

Leia mais

INDICADORES E METAS DO TRT7 OBJETIVO ESTRATÉGICO TRT 7ª REGIÃO Nº.1.

INDICADORES E METAS DO TRT7 OBJETIVO ESTRATÉGICO TRT 7ª REGIÃO Nº.1. 34 Os indicadores são índices utilizados para aferir resultados. O TRT da 7ª Região adotou indicadores aferidos pelo CNJ e criou outros considerados relevantes para o processo decisório da gestão institucional,

Leia mais

Capacitação de Usuários no uso de Sistemas de Informação

Capacitação de Usuários no uso de Sistemas de Informação Capacitação de Usuários no uso de Sistemas de Informação Projeto Básico (pdf) A Gerência de Sistemas GESIS, da Gerência Geral de Gestão do Conhecimento e Documentação- GGCON, tem como objetivo Implantar

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

PRODUTOS DO COMPONENTE 3. 3.1 - Modelo de Gestão Organizacional Formulado e Regulamentado

PRODUTOS DO COMPONENTE 3. 3.1 - Modelo de Gestão Organizacional Formulado e Regulamentado PRODUTOS DO COMPONENTE 3 3.1 - Modelo de Gestão Organizacional Formulado e Regulamentado A estruturação do atual modelo de gestão, caracterizou-se pela necessidade de alinhar permanentemente os órgãos

Leia mais

Reunião - ÁGUA. Eis as questões levantadas dentro da discussão das megatendências: - como integrar a gestão da água em seus diversos âmbitos?

Reunião - ÁGUA. Eis as questões levantadas dentro da discussão das megatendências: - como integrar a gestão da água em seus diversos âmbitos? Reunião - ÁGUA Em 28 de fevereiro de 2011, realizou-se na Fundação Dom Cabral a primeira reunião temática no contexto do projeto Inovações Ambientais. O eixo das discussões realizadas foi a água. Os objetivos

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO. Planejamento Estratégico Depex

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO. Planejamento Estratégico Depex MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO Planejamento Estratégico Depex Financeira Processos internos Clientes MP/SE/Departamento MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO de Órgãos Extintos Mapa Estratégico Contribuir com propostas

Leia mais

473 A gestão de custos no contexto da qualidade no serviço público: um estudo entre organizações brasileiras

473 A gestão de custos no contexto da qualidade no serviço público: um estudo entre organizações brasileiras 473 A gestão de custos no contexto da qualidade no serviço público: um estudo entre organizações brasileiras JULIO CESAR DE CAMPOS FERNANDES FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS VALMOR SLOMSKI UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

Leia mais

Prof. Geraldo Carlos. Unidade II NORMAS PROFISSIONAIS DE

Prof. Geraldo Carlos. Unidade II NORMAS PROFISSIONAIS DE Prof. Geraldo Carlos Unidade II NORMAS PROFISSIONAIS DE AUDITORIA Introdução Planejamento Riscos Testes de auditoria Procedimentos Avaliação dos controles internos Documentos e análises Papéis de trabalho

Leia mais

Software Farmacêutico Clínico

Software Farmacêutico Clínico Nosso software é uma ferramenta inovadora na atividade clínica do farmacêutico, sendo voltada para profissionais interessados em diferenciar sua atuação. Presente em 21 estados do Brasil Prescrição farmacêutica,

Leia mais

3. Perfil: Consultor Sênior em Desenvolvimento de Sistemas Informatizados

3. Perfil: Consultor Sênior em Desenvolvimento de Sistemas Informatizados TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA 1. Projeto: OEI/BRA/09/004 - Aprimoramento da sistemática de gestão do Ministério da Educação (MEC) em seus processos de formulação, implantação e

Leia mais

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESULTADOS FINAIS DO ENCONTRO NACIONAL - ÁREA MEIO - ESTRATÉGIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO SISTEMATIZAÇÃO DOS RESULTADOS Atendendo a solicitação do CNMP, o presente documento organiza os resultados

Leia mais

Como se viu, a base dessa estruturação foram os Eixos Referenciais, que passaremos a descrever:

Como se viu, a base dessa estruturação foram os Eixos Referenciais, que passaremos a descrever: Conforme se pode inferir da publicação Planejamento Estratégico do Sistema Profissional 2009-2014: O Sistema Profissional é composto por organizações - com identidade e características próprias que devem

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão 00-fevereiro de 2014 1/11 SUMÁRIO 1. POLÍTICA DO SISTEMA DE GESTÃO... 3 2. OBJETIVOS DO SISTEMA DE GESTÃO... 3 3. ORGANIZAÇÃO... 4 4. HISTÓRICO... 6 5.

Leia mais

Esfera: 10 Função: 20 - Agricultura Subfunção: 122 - Administração Geral UO: 22101 - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Esfera: 10 Função: 20 - Agricultura Subfunção: 122 - Administração Geral UO: 22101 - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Programa 0360 Gestão da Política Agropecuária Numero de Ações 11 Ações Orçamentárias 10HD Implantação do Projeto de Melhoria da Infra-estrutura da Sede do MAPA Produto: Projeto implantado Unidade de Medida:

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão Ambiental Portuário

Sistema Integrado de Gestão Ambiental Portuário Sistema Integrado de Gestão Ambiental Portuário Gerência de Gestão Portuária Sistema Integrado de Gestão Ambiental Portuária Trata-se de um processo contínuo e adaptativo, envolvendo condicionantes ambientais,

Leia mais

Bona: Chamada para a Ação

Bona: Chamada para a Ação Bona: Chamada para a Ação Texto da posição conjunta da AIEA e da OMS A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) realizou em dezembro de 2012, em Bona (Alemanha), a "Conferência Internacional de

Leia mais

CÓPIA MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais

CÓPIA MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais Fl. 2 MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais PORTARIA CARF Nº 64, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2015. Dispõe sobre a Política de Gestão de Riscos do Conselho Administrativo de Recursos

Leia mais

Capacitação de Recursos Humanos em Pesquisa e Desenvolvimento para o Setor de Tecnologia da Informação (CT-Info)

Capacitação de Recursos Humanos em Pesquisa e Desenvolvimento para o Setor de Tecnologia da Informação (CT-Info) Programa 0465 Sociedade da Informação Objetivo Universalizar o acesso e a inclusão de todos os brasileiros na sociedade da informação Justificativa Público Alvo Produtores e usuários do conhecimento, empresas

Leia mais

EDITAL Nº29-22/03/2013 DEDC SELEÇÃO DE NOVOS EMPREENDIMENTOS E PROJETOS PARA INSTALAÇÃO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DO CEFET-MG NASCENTE EM LEOPOLDINA.

EDITAL Nº29-22/03/2013 DEDC SELEÇÃO DE NOVOS EMPREENDIMENTOS E PROJETOS PARA INSTALAÇÃO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DO CEFET-MG NASCENTE EM LEOPOLDINA. EDITAL Nº29-22/03/2013 DEDC SELEÇÃO DE NOVOS EMPREENDIMENTOS E PROJETOS PARA INSTALAÇÃO NA INCUBADORA DE EMPRESAS DO CEFET-MG NASCENTE EM LEOPOLDINA. O DIRETOR-GERAL DO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

Leia mais

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012

IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 IV Encontro Nacional de Escolas de Servidores e Gestores de Pessoas do Poder Judiciário Rio de Janeiro set/2012 Rosely Vieira Consultora Organizacional Mestranda em Adm. Pública Presidente do FECJUS Educação

Leia mais

C O B I T Control Objectives for Information and related Technology

C O B I T Control Objectives for Information and related Technology C O B I T Control Objectives for Information and related Technology Goiânia, 05 de Janeiro de 2009. Agenda Evolução da TI Desafios da TI para o negócio O que é governança Escopo da governança Modelos de

Leia mais

Prefeitura Municipal de Catanduva Banco Interamericano de Desenvolvimento. Programa de Desenvolvimento Urbano Integrado de Catanduva

Prefeitura Municipal de Catanduva Banco Interamericano de Desenvolvimento. Programa de Desenvolvimento Urbano Integrado de Catanduva Prefeitura Municipal de Catanduva Banco Interamericano de Desenvolvimento Programa de Desenvolvimento Urbano Integrado de Catanduva ESTRUTURA DE ORGANIZACIONAL DO PROGRAMA O esquema organizacional do Programa,

Leia mais

INCUBADORA DE EMPRESAS I-DEIA EDITAL 01/2011 PROCEDIMENTOS PARA O PROCESSO SELETIVO

INCUBADORA DE EMPRESAS I-DEIA EDITAL 01/2011 PROCEDIMENTOS PARA O PROCESSO SELETIVO INCUBADORA DE EMPRESAS I-DEIA EDITAL 01/2011 PROCEDIMENTOS PARA O PROCESSO SELETIVO FEVEREIRO DE 2011 Telefones: (66) 3422 2461 / 6710 1 1. Apresentação da Incubadora de Empresas I-deia A Incubadora I-deia

Leia mais

PORTFÓLIO PARA CURSOS PENSA IN HOUSE

PORTFÓLIO PARA CURSOS PENSA IN HOUSE PORTFÓLIO PARA CURSOS PENSA IN HOUSE O PENSA, Centro de Conhecimento em Agronegócios é uma organização que integra os Departamentos de Economia e Administração da FEA-USP, São Paulo e Ribeirão Preto. Foi

Leia mais