Ensino Fundamental no Brasil: a Média do Gasto Por Aluno, o IDEB e Sua Correlação nos Municípios Brasileiros.

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1 Ensino Fundaental no Brasil: a Média do Gasto Por Aluno, o IDEB e Sua Correlação nos Municípios Brasileiros. Autoria: Jaie Crozatti Resuo: Para contribuir co a discussão da gestão de políticas públicas no ensino fundaental, este trabalho te coo objetivo analisar o coportaento da édia do gasto por aluno co o ensino fundaental no período de 1999 a 2009 e o IDEB dos anos 2005, 2007 e 2009 de todos os unicípios brasileiros. Os unicípios fora categorizados ora por região geográfica, ora pelo porte segundo sua população. O trabalho tabé avalia o nível da correlação estatística entre estes dois indicadores de políticas públicas gasto por aluno e IDEB - para verificar a hipótese de que os unicípios que tê aior gasto por aluno tê tabé elhor desepenho no IDEB. São usados dados oficiais da Secretaria do Tesouro Nacional - STN, do Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Co auxílio da estatística descritiva e da correlação de Pearson fora construídas tabelas, figuras e análises de correlação. A análise dos dados indica que os unicípios da região Nordeste, na édia, tê os enores gastos por aluno e toda a série teporal analisada. Tê tabé os enores valores no indicador de qualidade do ensino fundaental, tanto para os anos iniciais ou quanto para os anos finais. E 2009, enquanto os unicípios da região Sul gastara valores édios próxios a 5,1 il reais para cada aluno atriculado no ensino fundaental, os unicípios da região Nordeste gastara pouco ais de 2,6 il reais. E 2009, a édia do IDEB dos unicípios do Sul e Sudeste está entre 5 e 5,3 respecitvaente; para os unicípios do Nordeste é de 3,5, abos para os anos iniciais. Para os anos finais as édias do Sul e Sudeste são, abas, 4,2 e para o Nordeste é 3,1. Os unicípios co população até 10 il habitantes tê os aiores gastos por aluno e todos os anos. Os unicípios co população entre 10 e 50 il e 50 il e 300 il habitantes tê as enores édias de gastos por aluno, e todos os anos. Os valores são 5 il reais e 3,2 il reais, respectivaente, para unicípios co até 10 il habitantes e entre 10 il e 300 il habitantes. A correlação de Pearson entre a édia do gasto do ano do exae e o IDEB ostrou-se entre de baixa a édia intensidade na aioria das categorias de unicípios nos três anos do exae. Exceção são os unicípios co ais de 1 ilhão de habitantes para os quais a correlação é forte. Os dados evidencia tabé que os investientos contínuos e educação são capazes de refletir elhoras interessantes na qualidade da educação. Confore os gastos édios fora acuulados no tepo, prieiro pelo período de anos que o aluno ficou atriculado, segundo pela série teporal de dados disponível até a aplicação do exae, os coeficientes de correlação de Pearson entre a édia do gasto por aluno e o IDEB ostrara-se aiores, tanto para os anos iniciais ou quanto os anos finais. Podeos aceitar, então, a hipótese de que Maior gasto édio por aluno no ensino fundaental de fora consistente no tepo resulta e elhor nota no IDEB no ensino fundaental dos unicípios brasileiros. 1

2 1 - Introdução Desde eados da década de 1990 o Brasil ve experientando ua série de eventos que se configura coo novos desafios para seu desenvolviento. A educação está na pauta da agenda pública desde a estabilização da oeda. A qualidade do ensino fundaental nas escolas brasileiras é colocada coo u dos ais sérios entraves ao desenvolviento econôico e social do Brasil. A educação básica apresenta-se coo u grande desafio às políticas públicas de todos os níveis de governo. Segundo Barbosa Filho e Pessoa (2009, 51) É difícil encontrar u país co renda per capita igual ou aior do que a nossa e que siultaneaente apresente u enor nível de escolaridade. Os esforços que o país faz para o cresciento econôico são afetados pela defasage educacional da população. O baixo nível educacional do povo brasileiro chaa a atenção, ua vez que a qualidade da educação no Brasil não soente é baixa e teros absolutos, as tabé é inferior ao que seria de se esperar de u país co nosso nível de renda per capita (VELOSO, 2009, 5). No Brasil, a educação é u dos aspectos que ais te chaado a atenção de analistas internacionais e análises coparativas A análise da situação requer aior atenção quando se observa que a estrutura legal alterada na passage da década de 1990 para início de leia-se Lei de Diretrizes e Bases da Educação - LDB - e Lei de Responsabilidade Fiscal LRF - assegurou recursos financeiros exclusivos para a educação nos orçaentos de todas as esferas de governo. Meso assi, os gastos brasileiros co educação são estiados e 4,4% do PIB e 2005 e a aior fatia deste gasto é realizada co o ensino superior (VELOSO, 2009, 10). Constata-se que a á distribuição de renda acontece desde o gasto público co a educação. A édia do gasto público e educação por aluno coo fração da renda per capita é de 95% no ensino superior, enquanto que, para o ensino fundaental é de apenas 15,4%. Países coo França, Estados unidos e Espanha, gasta próxio de 30% co o ensino superior e 20% co o fundaental (VELOSO, 2009, 11). É be verdade que a educação é ua daquelas áreas de serviços públicos que os resultados soente aparece quando as ações são consistentes e duradouras. Coo na fábula dos jardineiros ingleses que para tere graados excelentes, apesar das adversidades do clia, usa a esa técnica de cuidados co as plantas por ais de 300 anos. As recentes alterações na legislação brasileira trazidas pelas reforas legais a partir da Constituição Federal de 1988 já produze alguas elhoras nos indicadores da qualidade da educação. A criação de indicadores be coo sua disseinação e uso na sociedade é fruto da Constituição Cidadã. A elhoria ais relevante observada desde então é o núero relativo de crianças nas escolas. Assi, considerando que ais de 94% das crianças brasileiras entre cinco e quinze anos se encontra atriculadas, o país inicia ua nova fase do processo de elhoria da educação: qualidade. O foco das políticas públicas de educação deve estar sobre as fases iniciais do processo de ensino, já que congrega os aiores volues de brasileiros e aqueles que irão contribuir co o país por período aior. Melhorar a educação traz reflexo na qualidade de vida da população e diversos aspectos. A educação é a aravilhosa invenção do hoe oderno que o capacita a se entender elhor coo hoe oderno. Casos coo os dos países da Ásia, co investientos consistentes na educação por ais de 30 anos, são provas inequívocas de que a educação é o coponente das acro-políticas co aior capacidade de produzir resultados profundos e duradouros tendo e vista a qualidade de vida. Procurando contribuir co a discussão da gestão de políticas públicas no ensino fundaental no Brasil, este trabalho te coo objetivo analisar a édia do gasto por aluno co o ensino fundaental no período de 1999 a 2009 e o IDEB dos anos 2005, 2007 e

3 de todos os unicípios brasileiros, categorizados por região geográfica e por porte. O trabalho tabé avalia o nível da correlação estatística entre estes dois indicadores de políticas públicas gasto por aluno e IDEB - para verificar a hipótese de que os unicípios que tê aior gasto por aluno tê tabé elhor desepenho no IDEB. Para atingir a estes objetivos o trabalho faz uso de u banco de dados construído co dados de órgãos oficiais. No site da Secretaria do Tesouro Nacional STN, fora obtidos os valores contábeis dos gastos co a função educação para o período de 1999 a 2003 e co a sub função ensino fundaental para o período 2004 a No site do INEP Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, foi obtida a quantidade de alunos atriculados para os anos 1999 a 2009 be coo o IDEB dos anos 2005, 2007 e 2009, anos iniciais 5ª série e anos finais - 8ª série. No site do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e estatística obteve-se a população estiada dos unicípios para o ano de Este trabalho trata da divulgação parcial dos resultados de pesquisa ais apla que se desenvolve sobre os gastos e outros indicadores da educação fundaental no Brasil. Observase que há carência de estudos co foco nos gastos e na qualidade, ou ainda na qualidade do gasto, no ensino fundaental nos unicípios brasileiros. Neste sentido, o presente trabalho é relevante dado seu ineditiso, já que não há estudos co objetivos seelhantes a este na bibliografia disponível. Outro aspecto da relevância do estudo refere-se à sua aplitude, ua vez que usa dados de todos os unicípios brasileiros. 2 Políticas Públicas e gastos co educação. Para copreenderos o contexto no qual este trabalho se insere é necessário tecer alguas considerações sobre políticas públicas. A Política Pública é área de conheciento ultidisciplinar e te seu nascedouro derivado da intersecção de vários capos do conheciento, sendo os ais citados a ciência política, a adinistração pública, a econoia e o direito (DELEON, 2006; PETERS e PIERRE, 2006; RODRIGUES, 2010). O que está no foco das análises das políticas públicas é a atuação do estado, coo principal articulador das regras que disciplina os recursos da sociedade. A Política Pública, coo área de atuação acadêica, te recebido considerável increento de atenção nos últios anos no Brasil, otivado por aior necessidade da observação da eficiência do gasto público e u estado que recolhe considerável parcela de recursos da sociedade e presta serviços co questionável nível de qualidade. E foco acadêico, na busca de conceituar política pública, Souza (2006, 26) afira que este... é o capo do conheciento que busca, ao eso tepo, colocar o governo e ação e/ou analisar essa ação (variável independente) e, quando necessário, propor udanças no ruo ou curso dessas ações (variável dependente). Neste texto, Souza (2006) faz referência aos autores que se debruçara sobre o tea nos últios anos e sintetiza os odelos de análise das políticas públicas. Entre estes, no odelo que se convencionou chaar de novo gerencialiso público, a eficiência do gasto é o principal objetivo da política pública,... aliada à iportância do fator credibilidade e à delegação das políticas públicas para instituições co independência política (SOUZA, 2006, 34). A autora conclui seu pensaento afirando que há poucas pesquisas epíricas guiadas pelo desenho das políticas públicas neste forato. Neste sentido, e considerando o tea do presente trabalho, as políticas públicas co educação pode ser entendidas coo a ação do estado brasileiro, e todos os níveis da adinistração pública, para fazer elhorar as condições de todos os fatores que se relaciona co o ensino público e privado no país. Estas tê então, relação direta, por exeplo, co as 3

4 condições físicas e geográficas das escolas, o nível de qualificação e salário dos professores, os ateriais didáticos utilizados nas aulas, as condições de transporte de alunos e professores para os encontros periódicos, as grades e conteúdos dos projetos pedagógicos para cada nível de ensino, entre tantos outros. Retornando ao texto de Souza e olhando para o arcabouço legal do país, observaos que a Eenda Constitucional EC - 14/96 alterou o artigo 211 da Constituição Federal de 1988 que define as responsabilidades preferenciais para os níveis de ensino no país. O inciso 2º do Artigo 211 da CF define que Os Municípios atuarão prioritariaente no ensino fundaental e na educação infantil. Por sua vez, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação LDB define quais gastos pode ser considerados na educação. O artigo 70 define o que pode e o 71 o que não pode, nos seguintes teros: Art. 70 Considerar-se-ão coo de anutenção e desenvolviento do ensino as despesas realizadas co vistas à consecução dos objetivos básicos das instituições educacionais de todos os níveis, copreendendo as que se destina a: I - reuneração e aperfeiçoaento do pessoal docente e deais profissionais de educação; II - aquisição, anutenção, construção e conservação de instalações e equipaentos necessários ao ensino; III - uso e anutenção de bens e serviços vinculados ao ensino; IV - levantaentos estatísticos, estudos e pesquisas visando principalente ao aprioraento da qualidade e à expansão do ensino; V - realização de atividades-eio, necessárias ao funcionaento dos sisteas de ensino; VI - concessão de bolsas de estudo aos alunos de escola pública e privada; VII - aortização e custeio de operações de crédito destinadas a atender ao disposto nos incisos deste artigo; VIII - aquisição de aterial didático escolar e anutenção de prograas de transporte escolar; Art.71 - Não constituirão despesas de anutenção e desenvolviento do ensino aquelas realizadas co: I - pesquisa, quando não vinculada às instituições de ensino, ou, quando efetivada fora dos sisteas de ensino, que não vise, precipuaente, ao aprioraento de sua qualidade ou à sua expansão; II - subvenção a instituições públicas ou privadas de caráter assistencial, desportivo ou cultural; III - foração de quadros especiais para a adinistração pública, seja ilitares ou civis, inclusive diploáticos; IV - prograas supleentares de alientação, assistência édica-odontológica, faracêutica e psicológica, e outras foras de assistência social; V - obras de infra-estrutura, ainda que realizadas para beneficiar direta ou indiretaente a rede escolar; VI - pessoal docente e deais trabalhadores da educação, quando e desvio de função ou e atividade alheia à anutenção e desenvolviento do ensino. O Plano Nacional da Educação PNE, aprovado pelo Congresso Federal e 2010, apresenta relação de 20 etas para a educação. Nele, pode-se ver a intenção do governo federal co as políticas públicas de educação para a próxia década. Esta relação de etas define as principais estratégias governaentais para as políticas públicas para a educação que será ipleentada nos próxios governos. A expectativa é grande, ua vez que o atual governo incorporou e seu discurso político boa parte das receitas do pré-sal coo fonte de recursos da educação coo fora de alavancar a qualidade de vida do país. Vários estudos sobre a educação fundaental, sua qualidade, be coo os gastos inerentes estão disponíveis e periódicos especializados. Tendo e vista os objetivos e as restrições de espaço, destacaos três, que tê foco próxio e serve de fundaento para o presente estudo. 4

5 Anunciação e Verhine (2006) discute o financiaento da educação básica nos unicípios baianos de 1997 a 2001, analisando a relação do coproisso financeiro dos governos locais co o desepenho dos alunos e exaes de avaliação e larga escala. Usando dados das receitas e despesas co educação nos unicípios, afira que existe ausência de correlações significativas entre os indicadores de coproisso financeiro dos unicípios co os escores dos alunos; no entanto, conclue tabé que entre os unicípios ais ricos há aior variação no coproisso de financiar a educação, se coparados aos ais pobres. Fernandes (2007) apresenta os arguentos e a fórula de cálculo do Índice de desenvolviento da educação básica, o IDEB. O indicador de desepenho escolar, utilizado no presente trabalho coo indicador da qualidade do ensino nas escolas unicipais do país, é calculado copondo o indicador do fluxo escolar co a nota padronizada e exae nacional das disciplinas português e ateática. Segundo o autor: U sistea educacional que reprova sisteaticaente seus estudantes, fazendo que grande parte deles abandone a escola antes de copletar a educação básica, não é desejável, eso que aqueles que conclua essa etapa atinja elevadas pontuações nos exaes padronizados. Por seu lado, u sistea e que os alunos conclue o ensino édio no período correto não é de interesse caso eles aprenda uito pouco. E sua, u sistea ideal seria aquele no qual todas as crianças e adolescentes tivesse acesso à escola, não desperdiçasse tepo co repetências, não abandonasse os estudos precoceente e, ao final de tudo, aprendesse (FERNANDES, 2007). Apesar da interessante discussão, neste trabalho o IDEB é toado coo indicador válido da qualidade do ensino nas escolas unicipais. É ua de nossas preissas. A etodologia adotada pelo INEP para a divulgação do IDEB evidencia o indicador para as categorias de alunos, escolas, unicípios, estado e país, para a 5ª série anos iniciais e 8ª série anos finais - do ensino fundaental. Outro estudo co foco no tea deste trabalho é o apresentado por Verhine (2005). Ele estudou o custo-aluno e u grupo de 95 escolas consideradas de qualidade, selecionadas por critérios identificados pelo INEP. Dentre vários achados, o estudo de Verhine identificou que, no grupo das 95 escolas, de diversos níveis educacionais, o custo-aluno anutenção do ensino fundaental foi de R$ 1.700,00 e o custo-aluno econôico édio, que inclui estiativas de gastos coo depreciação dos ióveis e erenda escolar, foi de R$ 2.000,00. Os dados são de Este estudo evidencia tabé que, para o ensino fundaental de 1 a. a 4 a. e 5 a. a 8 a. o custo-aluno anutenção do ensino édio para as 95 unidades foi de R$ 1.546,00 e o custo-aluno econôico édio foi de R$ 1.777,00. Este estudo tabé aponta que:... os salários dos professores constituíra 59% do custo total e os salários dos trabalhadores e educação (docentes + funcionários) representara 84% do conjunto.... Coo era de se esperar, existe correlações fortes entre a variável salário édio dos docentes efetivos e os dois indicadores de custo-aluno-ano, sendo r=0,66 no caso de CA_ECO e r=0,68 para CA_MAN, custo anutenção e econôico, respectivaente. Os valores encontrados por Verhine no estudo citado acia não deverão ser confirados por nosso trabalho, haja vista a diferença etodológica be coo a distinção conceitual entre gasto orçaentário (MACHADO, 2005, ) e custo anutenção e custo econôico VERHINE (2005). De qualquer fora, as descobertas evidenciadas neste estudo são referência para identificaros o ontante édio de gastos por aluno diretaente na unidade educacional. Este dado poderá ser foco de outros trabalhos futuraente produzidos co a esa base de dados. 5

6 3 Materiais e étodos O estudo pode ser considerado coo exploratório descritivo e explicativo, ua vez que aprofunda o conheciento de questões relevantes do ensino fundaental do universo de unicípios brasileiros: a édia do gasto por aluno nos ensino fundaental e a correlação deste co o IDEB do unicípio. O problea de pesquisa requer o eprego da estatística descritiva e de étodos quantitativos ua vez que se pretende descrever o coportaento e identificar o nível de correlação entre a édia do gasto por aluno e o IDEB nos unicípios brasileiros. Stevenson (1981, 341) afira que A correlação ede a força, ou grau, de relacionaento entre duas variáveis;. Portanto, adotou-se abordage epírico-analítica (MARTINS, 2001) pela qual se estabelece o grau de relacionaento entre as variáveis de estudo. No site da Secretaria do Tesouro Nacional fora obtidos os valores dos gastos co a função educação para o período de 1999 a 2003 e co a sub função ensino fundaental para o período 2004 a No site do INEP Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira foi obtida a quantidade de alunos atriculados para os anos 1999 a 2009 be coo o IDEB dos anos 2005, 2007 e 2009, anos iniciais 5ª série e anos finais- 8ª série. No site do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística foi obtida a população estiada dos unicípios para o ano de Os gastos totais co a sub função educação para os anos de 1999 a 2003 fora estiados co base na proporção da édia do gasto co esta sub função e a édia do gasto co a função educação no ano de A édia do gasto por aluno foi obtido pela divisão da do gasto na sub função educação co a soa do núero de alunos atriculados nos anos iniciais e nos anos finais do ensino fundaental de cada unicípio. É relevante considerar que todos os valores fora atualizados onetariaente pela variação do IPCA (IBGE, 2011) para eliinar o efeito da inflação sobre o valor do poder aquisitivo da oeda dos dados contábeis nos balanços orçaentários. Alé de analisar o desepenho da édia do gasto por aluno e do IDEB dos unicípios categorizados por região geográfica e porte no período de 1999 a 2009, o trabalho testa a hipótese de que os unicípios co aiores gatos édios por aluno atriculado no ensino fundaental tê elhores notas édias no IDEB nos anos de 2005, 2007 e Assi, te-se coo referência a seguinte hipótese de trabalho: H1: Maior gasto édio por aluno atriculado no ensino fundaental dos unicípios brasileiros resulta e elhor nota no IDEB. Copleentarente foi testada a hipótese de que os investientos e educação fundaental, quando consistentes e contínuos, reflete elhoria no desepenho dos alunos no IDEB. Assi, a segunda hipótese deste trabalho pode ser enuncia coo: H2: Maior gasto édio por aluno no ensino fundaental nos unicípios brasileiros, acuulado no período de peranência do aluno na escola, resulta e elhor nota no IDEB. Neste estudo foi possível trabalhar co a população dos unicípios brasileiros, já que todos disponibilizara dados nos sites consultados. Alguns unicípios não tê alguns dados para todos os anos observar o n nas tabelas. Nas análises, os unicípios são categorizados ora pela região geográfica, na busca de avaliar o coportaento dos indicadores be coo se a correlação entre eles se diferencia de região para região, ora pela faixa da população, na 6

7 busca de entender se os unicípios brasileiros de eso taanho tê coportaento hoogêneo para os indicadores e sua correlação. Os unicípios fora categorizados por porte de acordo co o faixa da população e Este critério é o utilizado pela Secretaria do Tesouro Nacional e congrega os unicípios e: até 10 il habitantes, entre 10 e 50 il, entre 50 e 300 il, entre 300 il e 1 ilhão e acia de 1 ilhão. O critério de inclusão dos unicípios no estudo é a existência de dados dos indicadores para cada ano. A quantidade de unicípios que atendera a esta condição e cada indicador e ano pode ser observada nas tabelas apresentadas no tópico 4 Resultados e Análises. Assi, a liitação da pesquisa refere-se à arge de unicípios que não disponibilizou dados na base FINBRA, no site do INEP ou no IBGE, distinta para cada ano e cada indicador. Fora utilizados os aplicativos Microsoft Access e Microsoft Excel e o software estatístico STATA para a construção das Tabelas, das Figuras e dos testes estatísticos. 4 Resultados e Análises Este tópico te a finalidade de evidenciar os resultados e as análises dos dados tendo e vista os objetivos e as hipóteses da pesquisa. Co o uso da estatística descritiva (MARTINS, 2001) são apresentadas tabelas e Figuras para deonstrar os valores édios, a quantidade e o desvio padrão dos gastos édios por aluno no ensino fundaental e escolas unicipais no período de 1999 a Mostra tabé o IDEB édio dos anos iniciais e finais dos alunos das esas escolas, nas três aplicações do teste: 2005, 2007 e Co o uso da estatística inferencial (MARTINS, 2001), são apresentados os coeficientes de correlação entre a édia do gasto por aluno e o IDEB édio dos unicípios nos anos de 2005, 2007 e O IDEB é correlacionado co a édia do gasto do ano, co a édia do gasto acuulado durante o período de peranência do aluno na fase de ensino 5 anos para os alunos da 5ª série, e 8 anos para os alunos da 8ª série e ainda co o valor acuulado desde o ano de 1999 até o da realização do exae 2005, 2007 e Elaboraos a Tabela 1 para visualização da distribuição geográfica e do porte do universo dos unicípios brasileiros co dados no banco elaborado para esta pesquisa. Tabela 1 Quantidade de unicípios no Brasil por faixa da população e por região geográfica e Faix.pop\região Centro Oeste Nordeste Norte Sudeste Sul Brasil % até 10 il ,2 10 il a 50 il ,9 50 il a 300 il ,6 300 il a 1 ilhão ,0 ais de 1 ilhão ,3 Todos ,0 % 8,32 32,20 8,07 30,06 21,35 100,00 Esta Tabela evidencia que, dos unicípios identificados pelo IBGE e 2009, a aioria (62%) está localizado nas regiões nordeste e sudeste, be coo nas faixas populacionais de até 50 il habitantes (90,2%). 7

8 4.1 A édia do gasto por aluno no ensino fundaental das escolas unicipais co os unicípios categorizados por região geográfica Tabela 2 Quantidade de unicípios, gasto édio e desvio padrão da édia do gasto por aluno atriculado no ensino fundaental no Brasil de 1999 a 2009, por região geográfica. Região\ano , , , , , , , , , , ,08 n e dp , , , , , , , , , , ,06 n e dp , , , , , , , , , , ,63 n e dp , , , , , , , , , , ,41 n e dp , , , , , , , , , , ,91 n e dp , , , , , , , , , , ,85 n e dp C-oeste Nordeste Norte Sudeste Sul Brasil Fonte: Dados da pesquisa. Legenda = n: núero de observações, : édia das observações, dp: desvio padrão das observações e R$ 1,00 A Tabela 2 revela a discrepância da édia do gasto por aluno atriculado nas escolas do ensino fundaental entre os unicípios das cinco regiões geográficas do Brasil, de 1999 a Os aiores gastos ocorrera nas regiões Sudeste e Sul, enquanto os enores na região Nordeste. E 1999 os unicípios da região Nordeste gastara 1,1 il reais e édia por aluno atriculado enquanto os unicípios da região Sul e Sudeste gastara perto de 5 il reais por aluno ou seja, ais de quatro vezes o valor édio do Nordeste. No últio ano da série, 2009, os gastos fora respectivaente de 2,5 il para o Nordeste e 5,5 il e 4,6 para Sul e Sudeste respectivaente. E 2009 a relação de gastos édios entre Sul e Nordeste diinuiu para 2,5 vezes, enor que e 1999, poré ainda alta. A Tabela 2 tabé evidencia a diinuição do desvio padrão da édia do gasto por aluno, na série teporal. Percebe-se que no início da série o desvio padrão chegava a 6 vezes a édia e e 2009 todos os desvios-padrão são enores do que a édia. Coo edida de dispersão e torno da édia, a diinuição do desvio padrão indica que houve diinuição da dispersão e relação à édia, ou seja, que os unicípios estão co gastos ais hoogêneos entre si, se considerados os da esa região geográfica. O custo aluno/ano encontrado por Verhine (2005) para o ano de 2003 nas escolas que atende a critérios de qualidade do INEP é, na édia das 95 escolas pesquisadas, equivalente a R$ 2.304,69 se corrigido pelo IPCA até o ano de Este custo corrigido coparado aos valores encontrados para o ano de 2003 na Tabela 2, acia, indica que os unicípios das regiões Nordeste e Norte gasta, e édia, 53% e 88% respectivaente a édia do custo por aluno/ano das escolas de qualidade. Por outro lado, os unicípios das regiões Centrooeste, Sudeste e Sul gasta, respectivaente, 53%, 47% e 84% ais do que o custo aluno/ano encontrado naquele trabalho. Para elhor visualização do coportaento da édia do gasto por aluno nos unicípios por região geográfica na série teporal, elaboraos a Figura 1, abaixo. Figura 1 Gasto édio por aluno atriculado no ensino fundaental dos unicípios do Brasil de 1999 a 2009, por região geográfica. 8

9 7.000, , , , , , ,00 C oeste Nordeste Norte Sudeste Sul Brasil 0, A Figura 1 evidencia o coportaento da édia do gasto por aluno dos unicípios brasileiros e escolas do ensino fundaental de 1999 a Todas as regiões geográficas apresenta pequena diinuição no período entre 2001 a 2003 e suave auento, ás consistente, de 2004 a A édia do gasto por aluno auenta a cada ano e todas as regiões. Os unicípios da região Nordeste ais do que dobrara a édia do gasto por aluno de 1999 a 2009; poré são os unicípios que ainda tê a enor édia de gastos entre todos os brasileiros. 4.2 A édia do gasto por aluno no ensino fundaental das escolas unicipais co os unicípios categorizados por porte segundo a faixa da população Tabela 3 Quantidade de unicípios, gasto édio e desvio padrão da édia do gasto por aluno atriculado no ensino fundaental no Brasil de 1999 a 2009, por faixa da população. Faixa pop.\ano Até , , , , , , , , , , ,47 il n e dp il a 3.059, , , , , , , , , , ,48 50 il n e dp il a 3.136, , , , , , , , , , , il n e dp il a 3.700, , , , , , , , , , ,66 1 ilhão n e dp ais de , , , , , , , , , , ,93 ilhão n e dp , , , , , , , , , , ,04 Todos n e dp Fonte: Dados da pesquisa. Legenda = n: núero de observações, : édia das observações, dp: desvio padrão das observaçõe e R$ 1,00 A Tabela 3 evidencia a quantidade de unicípios do banco de dados, be coo a édia e o desvio padrão da édia do gasto por aluno atriculado no ensino fundaental nas escolas unicipais, co os unicípios categorizados por porte. Os unicípios co até 10 il habitantes tê a aior édia de gasto por aluno e toda a série teporal. Tudo indica que há deseconoia de escala. Os unicípios co população entre 10 a 50 il e 300 a 1 ilhão de habitantes tê édia de gastos uito próxios e são as enores e todo o período analisado. O desvio padrão da édia do gasto equivale a duas vezes a édia no início da série e se aproxia de 50% desta édia no final da série, ostrando aior hoogeneidade de gastos por alunos entre os unicípios da esa faixa populacional. A Figura 2, a seguir, apresenta o coportaento da édia no período para cada porte. 9

10 Figura 2 Gasto édio por aluno atriculado no ensino fundaental dos unicípios do Brasil de 1999 a 2009, por faixa da população. A Figura 2 confira o coportaento crescente para todos os unicípios da édia do gasto por aluno do ensino fundaental, entre os anos de 1999 a Chaa a atenção os valores próxios a 8,5 il e 6 il reais da édia dos unicípios co ais de 1 ilhão de habitantes nos anos 1999 e A édia elevada nestes dois anos, uito acia dos anos seguintes, pode ser atribuída a ajustes na contabilidade orçaentária destes unicípios dos valores que pode ser considerados co a édia dos gastos co educação, ua vez que a LDB, de 1994, e a LRF, de 2001, disciplinara a atéria, coo já vios. 4.3 O IDEB dos anos 2005, 2007 e 2009 nos unicípios brasileiros categorizados por região geográfica Tabela 4 Quantidade de unicípios, IDEB édio e desvio padrão do IDEB dos alunos atriculados na 5ª e na 8ª séries do ensino fundaental no Brasil nos anos de 2005, 2007 e 2009, por região geográfica. Anos iniciais Anos finais Região\ano ,6 4,1 4,5 3,4 3,8 4,0 Centro oeste n e dp 367 0, , , , , ,5 Nordeste Norte Sudeste Sul 2,7 3,1 3,5 2,6 2,9 3,1 n e dp , , , , , ,5 2,9 3,2 3,7 3,0 3,3 3,5 n e dp 351 0, , , , , ,5 4,3 4,6 5,3 3,7 4,0 4,2 n e dp , , , , , ,7 4,1 4,6 5,0 3,8 4,0 n e dp 793 0, , , , , ,7 Brasil n e dp , , , , , ,8 Fonte: Dados da pesquisa. Legenda = n: núero de observações, : édia das observações, dp: desvio-padrão das observações 4,2 3,5 3,9 4,4 3,0 3,3 3,6 A Tabela 4 indica que o IDEB édio dos anos iniciais e finais do ensino fundaental dos unicípios brasileiros é aior nas regiões Sudeste e Sul e enor na região Nordeste, nas três versões do exae. O desvio padrão do IDEB variou no período entre 0,5 e 1 ponto, diinuindo a dispersão e torno da édia, se coparados o início co o final do período. 10

11 Para elhor visualizar o oviento da édia deste indicador do ensino fundaental nos diversos unicípios categorizados por região elaboraos a Figura 3. Figura 3 IDEB édio dos unicípios brasileiros dos alunos da 5ª e da 8ª séries do ensino fundaental no Brasil nos anos de 2005, 2007 e 2009, por região geográfica. A Figura 3 evidencia sensível elhora do indicador na édia de todas as regiões geográficas para os alunos da 5ª e 8ª séries, nos exaes de 2007 e 2009, coparados a A édia da região sudeste anté-se superior à das deais regiões no período, be coo das regiões Nordeste e Norte inferiores às deais, nos três anos. A inclinação e direção ao eixo y é ais acentuada para os anos inicias e relação aos finais, indicando aior evolução destes alunos no período. 4.4 O IDEB da 5ª e 8ª séries dos anos 2005, 2007 e 2009 nos unicípios brasileiros categorizados por porte, segundo a faixa da população Tabela 5 Quantidade de unicípios, IDEB édio e desvio padrão do IDEB dos alunos atriculados na 5ª e na 8ª séries do ensino fundaental no Brasil nos anos de 2005, 2007 e 2009, por faixa da população. Faixa pop\ano Anos iniciais Anos finais até 10 il 3,6 4,0 4,5 3,0 3,4 3,6 n e dp , , , , , ,8 10 il a 50 il n e dp 3, ,9 3, ,9 4, ,0 3, ,7 3, ,8 3, ,8 50 il a 300 il n e dp 3, ,8 4, ,8 4, ,9 3, ,7 3, ,6 3, ,7 300 il a 1 ilhão n e dp 4,0 55 0,7 4,3 57 0,7 4,7 57 0,8 3,5 47 0,7 3,7 49 0,7 3,9 49 0,8 ais de 1 ilhão 3,7 4,1 4,4 3,0 3,2 3,5 n e dp 10 0,7 11 0,6 11 0,7 9 0,6 10 0,6 10 0,6 3,5 3,9 4,4 3,0 3,3 Todos n e dp , , , , , ,8 Fonte: Dados da pesquisa. Legenda = n: núero de observações, : édia das observações, dp: desvio-padrão das observações 3,6 11

12 A Tabela 5 indica que o IDEB édio dos anos iniciais e finais do ensino fundaental dos unicípios brasileiros não apresenta dispersão acentuada para todos os portes de unicípios. A elhora no período foi de aproxiadaente 1 ponto para os anos iniciais e 0,5 ponto para os anos finais. O desvio padrão do IDEB destas escolas anteve-se entre 0,6 e 1 ponto, co leve auento da dispersão e torno da édia, se coparados o início co o final do período, principalente para as 8ª series. Figura 4 IDEB édio dos unicípios brasileiros dos alunos da 5ª e da 8ª séries do ensino fundaental no Brasil nos anos de 2005, 2007 e 2009, por faixa da população. A Figura 4 evidencia aior inclinação das linhas dos dados e direção ao eixo y para os anos iniciais, o que significa elhora sensível do indicador na édia dos unicípios de todas as faixas de população, nos exaes de 2007 e 2009, coparados a A édia dos unicípios de 300 il a u ilhão de habitantes anté-se superior à das deais faixas no período, be coo das faixas 10 a 50 il e acia de u ilhão respectivaente para os anos iniciais e finais, inferiores às deais, nos três anos. A inclinação é ais acentuada para os anos inicias e relação aos finais, indicando aior evolução no período. 4.5 Análise das correlações entre a édia do gasto por aluno nas escolas unicipais e o IDEB, anos iniciais e finais, nas versões de 2005, 2007 e 2009 do exae, nos unicípios brasileiros. Tabela 6 Correlação da édia do gasto do ano por aluno atriculado no ensino fundaental, anos iniciais e anos finais, co o IDEB de 2005, 2007 e 2009, nos unicípios brasileiros categorizados por região geográfica 12

13 Região geográfica/ano anos iniciais anos finais Centro oeste 0,12 0,03 0,09 0,01 0,09-0,08 Nordeste - 0,01-0,02 0,02-0,02-0,03 0,00 Norte 0,43 0,45 0,37 0,02 0,21 0,13 Sudeste 0,30 0,28 0,21 0,18 0,19 0,15 Sul 0,03 0,09 0,08 0,21 0,15 0,14 Brasil 0,55 0,47 0,46 0,49 0,48 0,45 A Tabela 6 ostra que há baixa correlação entre a édia do gasto por aluno no ano do exae co o IDEB de 2005, 2007 e 2009 dos unicípios brasileiros categorizados por região geográfica. Destaca-se a correlação para os unicípios da região Norte nos anos iniciais, de édia intensidade, be coo a correlação dos unicípios do Nordeste, uito baixa e co sinal negativo. Este contexto de baixa édia do gasto, baixo desepenho be coo correlação negativa, para este relevante gasto público, pode ser u indicador de que há carência de políticas públicas eficientes e eficazes para este perfil de unicípio. Ua evidência iplícita para este perfil de unicípio é que a édia do gasto por aluno não é ua variável de influência forte no desepenho dos alunos e exaes padronizados nos unicípios brasileiros. Tabela 7 Correlação da édia do gasto do ano por aluno atriculado no ensino fundaental, anos iniciais e anos finais, co o IDEB de 2005, 2007 e 2009, nos unicípios brasileiros categorizados por faixa de população. Faix.pop/ano anos iniciais anos finais até 10 il 0,52 0,43 0,41 0,46 0,44 0,43 10 il a 50 il 0,60 0,52 0,51 0,58 0,52 0,43 50 il a 300 il 0,54 0,61 0,58 0,42 0,55 0, il a 1 ilhão 0,38 0,47 0,46 0,29 0,50 0,45 ais de 1 ilhão 0,70 0,62 0,41 0,75 0,66 0,59 Todos 0,55 0,47 0,46 0,49 0,48 0,44 A Tabela 7 evidencia que há significativo auento da correlação entre a édia do gasto do ano por aluno co o IDEB dos anos 2005, 2007 e 2009, co os unicípios categorizados pelo porte, se coparada à correlação co os unicípios categorizados pela região geográfica. A aior parte das correlações diinui no período entre 2005 e 2009, poré, todas pode ser classificadas entre édia e alta intensidade. Não há correlações negativas. Os unicípios da faixa populacional entre 300 il e 1 ilhão tê a enor correlação entre a édia do gasto por aluno no ano e o IDEB; os da faixa ais de 1 ilhão tê a aior correlação no período. A coparação da correlação por região geográfica co a correlação por faixa da população pode indicar que as políticas públicas co o ensino fundaental deve ser ais hoogêneas entre os unicípios se coparados aos de eso porte do que aos da esa região. 13

14 Tabela 8 Correlação da édia do gasto do período de peranência do aluno na fase do ensino, 1ª a 5ª e 1ª a 8ª série do ensino fundaental, co o IDEB de 2005, 2007 e 2009, nos unicípios brasileiros categorizados por região geográfica. Região geográfica/ano anos iniciais anos finais Centro oeste 0,28 0,08 0,11 0,15 0,13-0,12 Nordeste - 0,02 0,03-0,05-0,02 0,01-0,02 Norte - 0,01 0,42 0,31 0,20 0,20 0,13 Sudeste 0,27 0,18 0,19 0,14 0,22 0,16 Sul 0,04 0,13 0,09 0,13 0,15 0,15 Brasil 0,24 0,40 0,45 0,36 0,46 0,46 A Tabela 8 ostra a correlação entre o investiento acuulado durante o período de peranência do aluno na fase do ensino fundaental co o IDEB de 2005, 2007 e 2009 para os unicípios brasileiros categorizados pela região geográfica. O objetivo é identificar se a elhora da qualidade no ensino fundaental sofre influência do investiento consistente e continuado por certo tepo, neste caso o da peranência do aluno na fase de ensino. Percebe-se que as correlações ostra-se de baixa força, co pequeno destaque para os unicípios das regiões Centro-Oeste e Sudeste. Outro destaque é o sinal negativo da correlação para os unicípios da região Nordeste. Coparados às correlações observadas na Tabela 6, que considera a édia do gasto do ano do exae, as correlações da Tabela 8 são superiores sendo 5 vezes aiores para os unicípios do Centro-Oeste e duas vezes para os do Nordeste e Norte. Para o Sul e Sudeste há auento na correlação, ás não chega a ser expressiva. Assi, há evidências estatísticas que o investiento consistente e contínuo na educação fundaental produz elhores resultados qualitativos até deterinado ontante de valores, os édios das regiões Sul e Sudeste. Pode-se sustentar a afiração de que a educação é u be que precisa ser cuidado por u rasoável período de tepo. Tabela 9 Correlação da édia do gasto do ano por aluno atriculado no ensino fundaental, anos iniciais e anos finais, co o IDEB de 2005, 2007 e 2009, nos unicípios brasileiros categorizados por faixa de população. Faix.pop/ano anos iniciais anos finais até 10 il 0,13 0,43 0,38 0,50 0,43 0,46 10 il a 50 il 0,53 0,34 0,50 0,33 0,48 0,46 50 il a 300 il 0,47 0,61 0,58 0,36 0,44 0, il a 1 ilhão 0,51 0,55 0,36 0,40 0,55 0,41 ais de 1 ilhão 0,65 0,65 0,56 0,82 0,74 0,66 Todos 0,24 0,40 0,45 0,36 0,46 0,46 Esta Tabela ostra a correlação entre a édia do gasto por aluno durante o período de peranência deste na fase de ensino co o IDEB dos anos 2005, 2007 e 2009, co os unicípios categorizados por porte. Pode ser consideradas de édia intensidade e são todas positivas. Estes dados indica que o valor por aluno investido pelos unicípios no ensino fundaental é relevante na qualidade do ensino, poré, não é o único fator que deve receber 14

15 atenção das políticas públicas. Destaca-se na Tabela 7 as aiores correlações dos unicípios na faixa de ais de 1 ilhão de habitantes, principalente para os anos finais 8ª série que são de forte intensidade. Estas correlações são aiores se coparadas às da Tabela 8, na qual os unicípios estão categorizados por região geográfica. Poré, são na édia 10% aiores do que as correlações da Tabela 7 que apresenta a correlação entre a édia do gasto do ano e o IDEB. Assi, se os unicípios fore categorizados pelo porte não se observa elhora significativa nas correlações se coparados os gasto de u ano co os gastos acuulados no período de peranência do aluno na escola. Tabela 10 Correlação da édia do gasto acuulado no período de 1999 ao ano do exae, co o IDEB de 2005, 2007 e 2009, nos unicípios brasileiros categorizados por região geográfica. Região anos iniciais anos finais geográfica/ano Centro oeste 0,24 0,34 0,13 0,15 0,06 0,20 Nordeste 0,36 0,23-0,03-0,02-0,02-0,02 Norte 0,41 0,48-0,07 0,20 0,27 0,17 Sudeste 0,50 0,53 0,10 0,44 0,18 0,18 Sul 0,39 0,40 0,12 0,13 0,14 0,14 Brasil 0,32 0,28 0,25 0,36 0,40 0,40 Esta Tabela 10 te coo objetivo avaliar se há correlação entre o investiento realizado pelos unicípios no período de 1999 no ensino fundaental co o IDEB do ano do exae de 2005, 2007 e Observa-se que as correlações são de fraca a édia intensidade. Os unicípios do Sudeste tê as elhores correlações, principalente para os anos iniciais. As dos unicípios do Nordeste são ainda negativas, principalente para os anos finais. Se coparadas às das Tabelas 6 e 8 podeos identificar elhoras na correlação entre a édia do gasto e período aior do que a observada co a édia do gasto do ano do exae e a do período da peranência do aluno na escola, principalente para as édias dos unicípios das regiões Nordeste (10 vezes), Centro Oeste (4,5 vezes) e Sul (2,7 vezes). Tabela 11 Correlação da édia do gasto acuulado no período de 1999 ao ano do exae, co o IDEB de 2005, 2007 e 2009, nos unicípios brasileiros categorizados por faixa da população. Faix.pop/ano anos iniciais anos finais Até 10 il 0,24 0,34 0,26 0,50 0,41 0,41 10 il a 50 il 0,36 0,23 0,23 0,33 0,40 0,40 50 il a 300 il 0,41 0,48 0,42 0,36 0,38 0, il a 1 ilhão 0,50 0,53 0,38 0,40 0,52 0,41 ais de 1 ilhão 0,38 0,40 0,35 0,82 0,76 0,69 Todos 0,32 0,28 0,25 0,36 0,40 0,40 As correlações apresenta-se de fraca a édia intensidade, poré, sepre positivas. São aiores do que as observadas na Tabela 9, que considera a édia do gasto por aluno acuulada durante o período deste na escola. Apresenta elhora nas correlações 15

16 identificadas pela Tabela 7. Destaca-se as correlações para os unicípios co ais de 1 ilhão de habitantes para os anos finais. Coparadas às correlações da Tabela 9, observa-se relativa estabilidade, indicando que o tepo é u fator de ipacto positivo na elhora da qualidade do ensino fundaental nas escolas unicipais do país, quando os unicípios se apresenta categorizados pela faixa da população. 5 Conclusão A análise de dados produzidas por este estudo indica que os unicípios da região Nordeste, na édia, tê os enores gastos por aluno e toda a série teporal. Tê tabé os enores valores no indicador de qualidade do ensino fundaental usado pelo INEP, tanto para os anos iniciais ou quanto para os anos finais. E 2009, enquanto os unicípios da região Sul gastara valores próxios a 5,1 il reais para cada aluno atriculado no ensino fundaental, os da região Nordeste gastara pouco ais de 2,6 il reais. E 2009, a édia do IDEB dos unicípios do Sul e Sudeste está entre 5 e 5,3 respecitvaente; para os unicípios do Nordeste é de 3,5, abos para os anos iniciais. Para os anos finais as édias do Sul e Sudeste são, abas, 4,2 e para o Nordeste é 3,1. No período, observa-se relativa elhora ou auento tanto na édia do gasto coo no IDEB. Poré, nada que perita considerar que etão a cainho de sere alteradas as históricas discrepâncias de qualidade de vida entre o Sul e Sudeste e o Nordeste e o Norte. A boa notícia é que tanto gasto édio por aluno quanto o IDEB tê elhoras no período analisado, ais significativas na édia dos unicípios da região Nordeste. Os unicípios co população até 10 il habitantes tê os aiores gastos por aluno e todos os anos. Este gasto aior pode refletir ua certa deseconoia de escala, já que a estrutura de ensino serve a u enor núero de alunos. Os unicípios co população entre 10 e 50 il e 50 il e 300 il tê as enores édias de gastos por aluno, e todos os anos. Os valores são 5 il reais e 3,2 il reais, respectivaente, para unicípios até 10 il habitantes e entre 10 e 300 il habitantes. A correlação entre a édia do gasto do ano do exee e o IDEB ostrou-se entre de baixa a édia intensidade na aioria das categorias de unicípios nas três versões do exae. Exceção são os unicípios co ais de 1 ilhão de habitantes para os quais a correlação é de alta. Assi, aceita-se de fora oderada a hipótese de que aior gasto édio por aluno atriculado no ensino fundaental de escolas unicipais resulta e elhor nota no IDEB no ensino fundaental dos unicípios brasileiros. Os dados indica tabé que os investientos contínuos e eduação são capazes de refletir elhoras interessantes na qualidade da educação. Pela análise dos dados e das correlações, confore os gastos édios fora acuulados no tepo, prieiro pelo período de anos que o aluno ficou atriculado, segundo pela série teporal de dados disponível até a aplicação do exae, os coeficientes ostrara elhora significativa na correlação entre a édia do gasto por aluno e o IDEB, tanto para os anos iniciais ou quanto os anos finais. Podeos aceitar, então, a hipótese de que aior gasto édio por aluno no ensino fundaental dos unicípios brasileiros consistente e certo período resulta e elhor nota no IDEB no ensino fundaental dos unicípios brasileiros. Por fi, entendeos que este estudo, soado aos deais produzidos sobre a gestão de políticas públicas de educação no Brasil, é ua pequena contribuição para o país entender os desafios que cerca este relevante capo das políticas públicas. A análise dos dados deste estudo perite visualização de novos estudos a partir dos dados obtidos. Recortes para análises pontuais, coo cobinar a região geográfica co a faixa da população e analisar o 16

17 desepenho no IDEB e na édia do gasto por aluno entre os unicípios grandes e pequenos das regiões Nordeste e Sul, por exeplo; ou analisar coo os unicípios tê financiado a educação, os repasses recebidos da união e do estado, a influência do partido político ou do perfil ideológico do partido do prefeito são outros exeplos de estudos que se deseja epreender e futuro próxio. 6 - Referências Bibliográficas. ANUNCIAÇÃO, MPP e VERHINE, RE. As relações entre as variações no coproisso financeiro dos unicípios co a educação e o desepenho escolar. EcoS Revista Científica. São Paulo, v.8, n.2, p , jul/dez BARBOSA FILHO, FH; PESSOA, S. Educação, cresciento e distribuição de renda: a experiência brasileira e perspectiva histórica. In: VELOSO, F; PESSÔA, S; HENRIQUES, R; GIAMBIAGI, F. Educação básica no Brasil construindo o país do futuro. Rio, Elsevier: 2009 DELEON, P. The historical roots of the Field. In: MORAN, M; REIN, M; GOODIN, R. The oxford handbook of public policy. Oxford University Press, Oxford: FERNANDES, R. Índice de Desenvolviento da Educação básica (IDEB). Brasília, Disponível e IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Disponível e Acesso e 10 de arço de MACHADO, N. Sisteas de inforação de custos diretrizes para integração ao orçaento público e à contabilidade governaental. Brasília: ENAP, MARTINS, G. Estatística Geral e Aplicada. São Paulo, Atlas: 2001 PETERS, BG; PIERRE, J. Handbook of public policy. SAGE publication, London: RODRIGUES, MMA. Políticas publicas. São Paulo, Publifolha,: STEVENSON, WJ. Estatística aplicada à adinistração. São Paulo, Harbra: SOUZA, C. Políticas públicas: ua revisão da literatura. Sociologias. Porto Alegre, 8:16, VELOSO, F; PESSÔA, S; HENRIQUES, R; GIAMBIAGI, F. Educação básica no Brasil construindo o país do futuro. Rio, Elsevier: 2009 VERHINE, RE. Levantaento do custo-aluno-ano e escolas de educação básica que oferece condições de oferta para u ensino de qualidade 2 a. etapa. INEP: Salvador, Disponível e 17

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