Management, Liderança e Coaching

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1 Management, Liderança e Coaching Management da empresa p. 83 Liderança e Coaching p. 88

2 Gerir e Liderar são duas áreas de competências essenciais para a eficaz direção de qualquer organização, unidade de negócios ou de um departamento. Mário Ceitil Managing Partner Responsável das Formações Liderança e Coaching Paulo Finuras Diretor dos Mercados Internacionais, Consultoria RH e Capital Humano Responsável das Formações Management da Empresa Gerir e Liderar são duas áreas de competências que, sendo distintas e com especificidades próprias, são essenciais para a eficaz direção de uma empresa, organização, unidade de negócios ou de um departamento ou divisão. O Gestor de uma unidade deve possuir uma visão global, integrativa e, em simultâneo, um apurado sentido do que realmente funciona na sua unidade, para poder capitalizar as oportunidades e realizar aquilo que Jim Collins designa como um bom retorno da sorte. Por outro lado, deve ser capaz de liderar a sua unidade, as equipas e as pessoas, gerando um círculo virtuoso de comportamentos proativos que sejam suscetíveis de criar as sinergias organizacionais que são essenciais para que um sistema de gestão realmente funcione. O conjunto de formações desta gama proporciona a atualização de conhecimentos e competências nestes dois domínios, através do contacto com consultores especialistas, com largos anos de experiência confirmada, beneficiando igualmente com a troca de experiências com responsáveis de outras empresas e organizações. CEGOC, BEYOND KNOWLEDGE. 81

3 Management, Liderança e Coaching Management da Empresa Ciclo: avançado de gestão para jovens gestores Desenvolvimento em gestão e Liderança (nível 1).. 84 Como desenvolver a eficácia pessoal do gestor (Managerial Intelligence) Desenvolvimento em gestão e Liderança (nível 2).. 85 As boas práticas de Gestão e Liderança (Managerial Intelligence) Mini MBA O fundamental da gestão e o secretariado Processo e relações para um desempenho de excelência Gestão por objetivos Liderança e Coaching Managing Managers Desenvolva a sua capacidade de liderança e a dos seus gestores Liderança e gestão de equipas Liderança para quadros responsáveis e técnicos superiores Liderança para chefias diretas e supervisores Animar e motivar equipas Liderar com Inteligência Emocional Inteligência Emocional aplicada à liderança Gerir uma equipa de projetos A gestão sem autoridade formal Liderança e coaching Promover a excelência nas pessoas e nas equipas Liderar e gerir a mudança Desenvolver a orientação cliente através da gestão de equipas Ganhar a preferência do cliente Encontrar a sua formação Índice do Guia 1 Índice detalhado 73 Índice das formações no Porto 241 Procura por palavras-chave 263 Angola - Moçambique Formações em Angola/Luanda 9/40 Formações em Moçambique/Maputo 41/72 Escolher a sua solução de aprendizagem Formações inter, intra e mistas 80 Formações elearning 243 Formações em idiomas Ficha de inscrição pág. 269 Ciclo de formação Certificação Best Formação mista Global Learning by Cegos Avaliação de aprendizagem Renovado 2014 Novidade 2014 Cegoc 2014

4 Management da empresa 1 A Ciclo avançado de gestão para jovens gestores n Conhecer e adquirir métodos de análise e reflexão estratégica. n Saber estabelecer o diagnóstico estratégico da sua área de negócio. n Adquirir competências financeiras para ter um papel ativo na gestão. n Desenvolver qualidades que permitam afirmar-se como líder. n Jovens Quadros nomeados ou com potencial para funções de gestão. n Quadros de Elevado Potencial ou Talentos, podendo vir a desempenhar, num futuro próximo, funções de Direção. n Quadros já no exercício de gestão e direção, que necessitem de atualizar os seus conhecimentos no âmbito da gestão geral. u Como? n Trabalhos com base em estudos de casos, grelhas de análise individual e debates para trocas de experiências. n Pedagogia dinâmica: alternância entre descoberta de instrumentos de análise e trabalhos de grupo. 42 horas 6 DIAS Ref.ª 01-A ªinsc ªinsc. 850 Formação para jovens quadros e gestores, através da aquisição de ferramentas e conceitos que cobrem os principais temas da gestão, liderança, motivação e estratégia. PRIMEIRA PARTE: ESTRATÉGIA DA CONCEÇÃO À EXECUÇÃO (2 dias) 1 Analisar as características e evolução do ambiente de negócios e da atividade da empresa n Exigências dos consumidores e dos clientes: a era one to one. n Aceleração da mundialização das atividades e da competição. n Impacto do comércio eletrónico nos canais de venda e de distribuição. n Da empresa cidadã à empresa ecológica: regulamentação e proteção de consumidores e ambiente. n O modelo de Porter das 5 forças (a empresa e a evolução do ambiente). 2 O campo estratégico da empresa n Princípios da estratégia e das operações: as matrizes estratégicas (BCG, Mckinsey, ADL). n Análise da concorrência, mercados-alvo e posicionamento estratégico. n Efetuar o diagnóstico da empresa. 3 As manobras estratégicas n Abordagens tradicionais da estratégia: domínio pelos custos, focalização, diferenciação ou aliança. n A progressão pelas vantagens concorrenciais: possibilidades e limites. n Estratégia de «recentração», cenário de rutura e abordagem de substituição. n Orientação estratégica pela criação de valor. n Vigilância estratégica: ter sucesso pela antecipação. n Técnicas da criatividade para conceber novos eixos estratégicos. 4 O marketing ao serviço da análise do valor cliente n Identificar os clientes que proporcionam valor. n Compreender a que é que os clientes atribuem valor. 5 e e 20 de maio + 2 e 3 de junho n Os novos instrumentos de análise do marketing: impacto sobre a análise estratégica. n Desdobrar a sua estratégia: colocar em coerência os 4 componentes do mix : a oferta, o preço, a distribuição e a promoção. 5 A dimensão financeira da estratégia n Objetivos da rentabilidade, de crescimento e de produtividade. n Como financiar o desenvolvimento: endividamento, tesouraria, reforço dos capitais próprios. n Aquisições e cessões. n Otimização das fontes de financiamento da empresa. n Construir o Plano de Negócio ou Business-Plan. n Modelos de alocação de recursos. 6 Desdobrar a estratégia na empresa n Partilhar a estratégia: equipa de reflexão estratégica. n Comunicar os objetivos estratégicos: obter a adesão. n Resistência à mudança: origem, natureza e modos de expressão. n Criar dinâmica de mudança: conhecer e antecipar as fases de transformação de uma organização. 7 Apropriação da estratégia pelos seus principais atores n Transformar objetivos estratégicos em plano a médio prazo, orçamentos de investimento e orçamentos operacionais. n Estabelecer grupos de projeto. n Quadro de indicadores estratégicos: aplicar a orientação estratégica n Dinamizar a estratégia: os cenários, as alternativas. n Manter a motivação: o acompanhamento dos indicadores, reconhecer as performances excecionais e os sucessos coletivos. SEGUNDA PARTE: DOMINAR A GESTÃO FINANCEIRA DA ÁREA DE NEGÓCIO (2 dias) 1 As três regras fundamentais de uma boa gestão financeira n A rentabilidade do capital investido. n O financiamento do crescimento. n A utilização dos efeitos de alavanca - arbitragem entre risco e rentabilidade. 2 e e e 31 de outubro 2 A gestão pela criação de valor n Os novos indicadores de performance. n Medir o valor criado pela unidade. n Otimizar o rácio valor criado sobre capitais aplicados. 3 As três famílias de operações financeiras n Crescimento externo vs. Crescimento interno. n As reestruturações financeiras. n A procura de financiamento em capital. 4 A orientação e o acompanhamento da unidade n A evolução do sistema de controlo. n Conceção dos seus próprios instrumentos de acompanhamento. n A alocação de recursos e análise da rentabilidade de um projeto de investimento. TERCEIRA PARTE: LIDERANÇA E MANAGEMENT DAS EQUIPAS (2 dias) 1 Mobilizar a empresa face às suas finalidades e desafios o Líder como portador de sentido n Elaborar uma visão com a sua equipa. n Implicar o enquadramento na sua implementação. n Comunicar a sua visão com carisma. 2 Afirmar-se no seu papel de Líder n Descobrir e explorar o seu potencial de líder. n Identificar e caracterizar as qualidades e competências para afirmar a sua liderança. n Reforçar a coesão das suas equipas. 3 Motivar e implicar as pessoas e as equipas n Da motivação à implicação. n Aumentar a flexibilidade, a proatividade e o comprometimento das pessoas e das equipas. n Favorecer as iniciativas e assunção de responsabilidades. 4 Afirmar-se nas situações difíceis n Criar um clima facilitador da confiança e da implicação. n Gerir os conflitos. n Desenvolver as suas competências relacionais face às situações difíceis. n Gestão da inovação. n Estratégia de internacionalização. Formação também agendada em ANGOLA-Luanda (pág. 9/40) e MOÇAMBIQUE-Maputo (pág. 41/72) 83 Cegoc 2014 Consulte todas as informações em

5 1 A Management da empresa Desenvolvimento em gestão e liderança (nível 1) Como desenvolver a eficácia pessoal do gestor (Managerial Intelligence) Como manter altos níveis de desempenho? Como vencer os novos desafios enquanto gestor? Como desenvolver a flexibilidade e rapidez? Como adaptar-se à mudança num ambiente de incerteza e risco? u Performance global n Foco no valor que pode acrescentar à equipa. n Desenvolver a sua flexibilidade. n Foco na ação individual e colectiva. n Resolver problemas de gestão com sucesso. n Desenvolver relações eficazes com a sua equipa e colegas. n Manter o controlo em situações difíceis. u Para si naumentar a competência e a flexibilidade comportamental com a utilização de novas ferramentas, processos e comportamentos apropriados a cada situação. n Saber agir eficientemente através da análise de riscos e problemas. n Ser capaz de construir boas relações de trabalho. u Para a sua empresa n Garantir uma gestão consistente e capaz de se adaptar às mudanças externas. n Garantir que as expectativas são realistas e atingíveis. n Construir uma equipa com competências partilhadas. n Encorajar e motivar os colaboradores. n Contribuir para o alinhamento estratégico e o desenvolvimento da organização. n Chefias intermédias com novas responsabilidades. n Chefias intermédias com experiência. 5 módulos e-learning Os estilos de gestão Reconhecer e diferenciar os 5 estilos de gestão. Identificar os riscos de adotar os aspetos ineficazes de um estilo. Adaptar o estilo à situação e aos colaboradores. Descobrir o modelo do desempenho autónomo. Encorajar e manter a motivação da equipa Distinguir a motivação de outros fatores que levam à ação. Agir sobre as alavancas motivacionais certas: O Modelo de Maslow; A Teoria de Herzberg. O círculo da motivação. Os 4 passos de uma delegação bem sucedida. O acompanhamento eficaz e ineficaz. Competências situacionais do gestor Conceitos-base da análise sistémica. Distinguir problemas complexos de complicados. Apreender os diferentes níveis de perceção, de uma situação ou conflito. Definir as principais propriedades de um sistema. Agir eficazmente, utilizando a abordagem sistémica. Competências relacionais do gestor Escolher as ferramentas de comunicação adequadas. Fazer a distinção entre informação e comunicação Check list para preparar a reunião. Conduzir com êxito uma reunião. Identificar os pontos-chave da condução de entrevistas. Respeitar as 6 regras da escuta ativa. Definir a natureza do feedback a dar. Dar feedback sobre erros e incumprimentos. Competências emocionais do gestor As 4 emoções básicas. Os 3 elementos da comunicação. Evitar emoções acumuladas ou extremadas. Gerir os seus próprios sentimentos. Exprimir as emoções de forma positiva: usar o modelo OSNP. 2 dias de Formação Presencial 1 Desenvolver a inteligência na gestão n O modelo Cegoc de inteligência na gestão. 2 Dominar as técnicas de gestão n Desenvolver um comportamento eficaz. n Orientar ações individuais e coletivas. n Estimular a orientação individual e colectiva. 3 Desenvolver competências situacionais n Compreender o sistema. n Colocar o sistema no seu contexto. n Diferentes formas de analisar um problema. n Identificar as suas limitações e usar as ferramentas acertadas. 4 Desenvolver competências relacionais n Definir um sistema de comunicações para partilhar informação. n Preparar e conduzir uma reunião de equipa. n Gerir situações delicadas. 5 Desenvolver competências emocionais n Compreender como o stresse funciona. n Gerir o stress e as suas próprias emoções. avaliação dos conhecimentos Introdução e tomada de contacto com os primeiros instrumentos Reforço dos conhecimentos e consolidação das práticas avaliação dos progressos Formação em sala: aplicação prática permanente, estudos de caso, coaching entre pares, plano de ações individual Blended Global Ref.ª 01-A-8502 Pré-avaliação online + 5 módulos elearning de 7 horas (Total: 21h) IVA à taxa em vigor elearning: realização de 5 módulos online (7 horas) 5 de março a 2 de abril (online) + 3 e 4 de abril (presencial) Avaliação final online 17 de setembro a 19 de outubro (online) + 20 e 21 de outubro (presencial) Treino presencial 2 dias () Modalidade intra empresa: também realizamos esta formação na sua empresa adaptada às suas equipas : Ficha de inscrição pág. 269 Cegoc 2014

6 Management da empresa 1 A Desenvolvimento em gestão e liderança (nível 2) As boas práticas de gestão e liderança (Managerial Intelligence) Como manter altos níveis de desempenho? Como vencer os novos desafios enquanto gestor? Como desenvolver a flexibilidade e rapidez? Como adaptar-se à mudança num ambiente de incerteza e risco? u Performance global n Compreender melhor o seu perfil de gestão. n Aumentar a sua flexibilidade enquanto gestor. n Melhorar as suas competências de negociação e comunicação. n Construir equipas coesas. n Lidar com a dimensão emocional da sua equipa. n Rever as prioridades durante os períodos de mudança. n Criar o seu plano pessoal para o sucesso. u Para si nsuperar-se enquanto gestor. n Desenvolver a maturidade profissional da sua equipa. n Criar e desenvolver sinergias. n Resolver problemas com sucesso. n Desenvolver capacidades de comunicação e negociação. n Ter em conta a importância do lado emocional da gestão. u Para a sua empresa n As equipas irão atingir os objetivos através de práticas eficazes de gestão. n Gestão proativa da mudança. n Sinergias entre equipas. n Alinhamento estratégico de gestores e equipas. n Chefias intermédias com experiência. n Gestores que terminaram o nível 1 deste programa. Pré-requisitos Nível 1 completo ou domínio dos conceitos base de gestão. 7 módulos e-learning A flexibilidade comportamental do gestor Comportamento do gestor: flexível ou inflexível. Origens e consequências do comportamento inflexível. Manifestações de comportamentos flexíveis ou inflexíveis. Ultrapassar um comportamento inflexível. Adaptar-se melhor aos interlocutores. Orientar as ações individuais e da equipa Porquê definir um projeto de equipa. Mudar a forma como encara a mudança. Hierarquizar em função dos desafios. Descrição de um projeto de equipa. Do projeto ao plano de ação. Assegurar um follow-up eficaz. Comunicar o projeto à equipa: utilizar a persuasão. Tornar-se um gestor-coach O que significa ser um gestor-coach? Tornar-se um gestor-coach: benefícios e questões a considerar. Quais são as melhores práticas dos gestores-coach. Como fazer o coaching da equipa. Analisar problemas e tomar decisões Fazer um diagnóstico antes de decidir: O método TRDL. Decidir, antevendo as consequências. A técnica dos potenciais problemas. Elaborar um plano de ação para implementar uma decisão. Fazer a distinção entre plano de ação e plano de apropriação. Comunicar a decisão e sua implementação. Construir relações de ganhar-ganhar com a equipa A relação ganhar-ganhar. Preparar as negociações. Adaptar a estratégia de negociação a cada situação. Identificar as diferenças entre posições e interesses. Concluir acordos ganhar-ganhar. Conduzir a entrevista: etapas a respeitar. Metodologia e comportamento durante a entrevista. O gestor como comunicador Preparar a sua apresentação. Organizar a sua mensagem para ter maior impacte. Adaptar a estratégia das suas apresentações. Lidar com as emoções da sua equipa Compreender as manifestações de emoção. Identificar os vários níveis de escuta. Responder de forma adequada às emoções dos colegas. Compreender a dimensão emocional da estrutura da sua equipa. Identificar e gerir as emoções coletivas. 2 dias de Formação Presencial 1 Orientar a sua equipa para níveis elevados de desempenho consistente n Aumentar o seu autoconhecimento. n Definir e gerir um projeto de equipa. n Gerir conflito de prioridades. n Tornar-se um gestor-coach. 2 Adquirir uma visão estratégica n Desenvolver uma visão global de situações de gestão. n Tomada de decisão eficaz. 3 Desenvolver o seu impacte e a sua influência n Incrementar o seu poder persuasivo quando negoceia. n Desenvolver as suas competências de negociação. n Construir uma rede de contactos. 4 Integrar a dimensão emocional da gestão n Gerir as emoções individuais. n Gerir as emoções coletivas. avaliação dos conhecimentos Introdução e tomada de contacto com os primeiros instrumentos Reforço dos conhecimentos e consolidação das práticas avaliação dos progressos Formação em sala: aplicação prática permanente, estudos de caso, coaching entre pares, plano de ações individual Blended Global 21 horas 3 DIAS Ref.ª 01-A-8503 Pré-avaliação online + 7 módulos elearning de 9 horas (Total: 30h) IVA à taxa em vigor elearning: realização de 7 módulos online (9 horas) 9 de abril a 11 de maio (online) + 12 a 14 de maio (presencial) Avaliação final online 15 de outubro a 11 de novembro (online) + 12 a 14 de novembro (presencial) Treino presencial 3 dias (21 horas) Modalidade intra empresa: também realizamos esta formação na sua empresa adaptada às suas equipas : Cegoc 2014 Consulte todas as informações em

7 1 A Management da empresa Mini MBA - O fundamental da gestão e o secretariado Processo e relações para um desempenho de excelência No final da formação os participantes estarão aptos a: n dominar uma linguagem multidisciplinar que se impõe no contexto empresarial; n intensificar um desempenho diferenciado, mais confiante e construtivo através do conhecimento de um conjunto de princípios básicos de gestão aplicados nas empresas ao nível da estratégia empresarial e dos Recursos Humanos; n ler e compreender os mapas contabilísticos e financeiros da sua área; n interpretar os assuntos relacionados com a legislação de enquadramento das empresas; n analisar a situação económico-financeira da empresa, projetos de investimento e compreender a interação com a economia da empresa; n compreender o que significa o marketing-mix empresarial e para que servem as teorias e técnicas de marketing em ambiente internacional; n dominar os aspetos jurídicos essenciais à vida da empresa; n conhecer os princípios básicos de gestão e liderança. Assistentes, Secretárias Executivas, Secretárias de Direção e Administração com experiência profissional, que pretendem desenvolver os seus conhecimentos nas áreas da Gestão, da Economia e Finanças, da Contabilidade e do Direito, do Marketing, dos Recursos Humanos, da Gestão e Liderança. u Como? O programa será desenvolvido num enquadramento de grande rigor metodológico, que pretende ser uma experiência de transformação pessoal, assente em metodologias e abordagens que permitem melhorar o autoconhecimento e as soft-skills individuais essenciais às profissionais que exercem a atividade de secretariado em ambientes exigentes. 35 horas 5 DIAS Ref.ª 10-A ªinsc ªinsc. 600 As Secretárias/Assistentes precisam estar preparadas para enfrentar os novos desafios que são colocados aos gestores que apoiam. Não cessam de aumentar sobre as mesmas, as pressões, exigências e expectativas que decorrem do contexto organizacional e das situações complexas e contraditórias inerentes à gestão. Nestas circunstâncias, o secretariado necessita desenvolver competências genéricas na área da Gestão, sem que para isso precise de formação básica nessa área. Este curso permite-lhe descobrir um conjunto de conteúdos multidisciplinares desenhados e organizados coerentemente, para ajudar a responder às exigências da gestão, cada vez mais rigorosa e seletiva, e das equipas que integram um mundo empresarial cada vez mais complexo e viver ainda uma experiência de aprendizagem inovadora, intensa e potenciadora do seu desenvolvimento pessoal e profissional. 1 Estratégia empresarial: princípios e opções n Definir Estratégia. n Analisar o contexto de negócio. n A procura da antecipação do futuro. n Análise SWOT: porquê e para quê. n Análise da Cadeia de Valor. n Estratégias Genéricas. n Estratégias Alternativas. n Da estratégia à ação como implementar no terreno a estratégia predefinida. 2 Gestão e liderança n O ciclo da gestão: planeamento, organização, coordenação e controlo. n Princípios chave da Liderança: - chefe vs líder, estilos de liderança. n Gerir a Mudança: - dinâmica da mudança; - visão pessimista e otimista; - mudança cultural e organizacional; - forças resistentes à mudança; - gestão das emoções; n Focus nos resultados: - Management by objectives (MBO). n Gerir, liderar e motivar equipas. 7 a 11 de abril 3 Finanças e economia n O fundamental da linguagem financeira. n Operações financeiras: custos e proveitos. n Planeamento Financeiro - para que serve? - vantagens; - Análise de projetos de investimento: O risco: conceito. - Criação de valor para a empresa e para os acionistas. 4 Contabilidade e controle de gestão n Contabilidade Conceitos básicos, princípios e seu impacto no reporting financeiro. n Regras Contabilísticas. n Key financial statements. n O processo contabilístico das transações ao fecho das contas. n Relatórios Anuais e Reporting. n Análise da Evolução Financeira da empresa. 5 Aspetos jurídicos n Analisar o essencial do sistema legislativo português útil à vida da empresa: - leis, decretos, jurisprudência: saber distinguir e encontrar as informações; - as diferentes formas jurídicas das sociedades: sociedades civis, sociedades de capitais, sociedades de pessoas; - as responsabilidades jurídicas dos dirigentes, as obrigações declarativas. n Praticar o secretariado jurídico na empresa: - o arquivo de documentos: durações legais de conservação dos documentos da empresa; - o registo dos atos jurídicos, os documentos declarativos e o que eles contêm; - organizar as reuniões do Conselho de Administração: convocatórias, representação de um administrador por um outro, atas. 6 Recursos Humanos n Princípios básicos de Recursos Humanos: - pessoas e recursos; - evolução da gestão de R.H: das funções às competências. 13 a 17 de outubro n Desenvolvimento Recursos Humanos: - Recrutamento, Seleção e Acolhimento: processo de seleção e recrutamento; desenvolvimento de Entrevistas e Avaliação; acolhimento e integração. - Gestão de desempenho e das competências: avaliação de desempenho vs gestão do desempenho; etapas do processo de gestão de desempenho; métodos de avaliação das competências. - Formação profissional: políticas de Formação alinhadas com a estratégia da organização; o papel da formação no desenvolvimento de competências; a legislação e a regulamentação existente aplicável à formação profissional; a Norma ISO 10015, linhas de orientação para a formação; o plano de formação, avaliação e controlo; carreiras profissionais e gestão de talentos; compreender a importância das competências na gestão empresarial e na gestão das pessoas; conhecer diferentes perspetivas sobre o conceito de competência e de talento; vantagens da GRH por competências; captar e reter talentos. 7 Marketing n O que é o marketing? - Função; - Conceito e necessidades. n Focus no Cliente e o ciclo da compra. n Plano de Marketing e sua análise. n Desafios e tendências no Marketing. n Marketing mix (marketing operacional). n Marketing Estratégico e Estratégias de Marketing. 86 Ficha de inscrição pág. 269 Cegoc 2014

8 Management da empresa 1 A Gestão por objetivos Para quê? n Desenvolver a capacidade para programar, organizar e controlar as suas atividades, definindo objetivos, estabelecendo indicadores de medida pertinentes e operacionais, estabelecendo prazos e determinando prioridades. n No final deste workshop os participantes estarão aptos a: n definir os seus OVI ( Objetivos Verdadeiramente Importantes ) em alinhamento com as missões e metas estabelecidos na empresa; n construir (ou selecionar) um Quadro de Medida de Objetivos (Scoreboard) que permita a adequada monitorização dos resultados através de indicadores hard (indicadores quantitativos); n identificar os comportamentos mais adequados para alcançar os objetivos e organizá-los em ações diárias e semanais; n assumir atitudes proativas e de autorresponsabilização na concretização dos OVI definidos. Todos os gestores e responsáveis de unidades operacionais, chefes de projeto e chefias intermédias. u Como? A metodologia de condução deste workshop é fundamentalmente prática e orientada para a realidade dos participantes, pelo que, no decorrer do workshop os participantes irão: n identificar os objetivos verdadeiramente críticos OVI das suas equipas; n definir medidas de progresso; n identificar atividades preditivas de sucesso; n definir hábitos e práticas que promovam o envolvimento e responsabilização das pessoas e equipas. Ter objetivos claros e bem definidos é uma condição fundamental para o sucesso na Execução das estratégias. Não é, no entanto, uma condição suficiente. Este workshop, apresenta um processo simples e muito operacional para a definição dos seus OVI (Objetivos Verdadeiramente Importantes), em qualquer negócio ou atividade, assim como um método para, de uma forma sistemática e consolidada, alinhar e medir as ações suscetíveis de conduzir à sua Execução na prática. 1 A atenção focalizada como alicerce de uma elevada produtividade n Estabelecer a diferença entre executar uma função e alcançar um resultado. n Estabelecer a diferença entre atividades e objetivos. n Conhecer e saber aplicar as regras para a definição de um bom objetivo. n A importância da focalização : agir profissionalmente de acordo com metas claras e disciplinar-se na ação para alcançar os resultados pretendidos. n Estabelecer uma visão e enquadramentos globais sobre as dimensões essenciais para atingir bons resultados. 2 Focalização n Alinhar os objetivos individuais com as missões e a estratégia definidas pela organização. n Definir os seus OVI ( Objetivos Verdadeiramente Importantes ): distinguir entre o que é realmente importante e o que é apenas fruto do hábito. n Uma caraterística fundamental dos OVI: são poucos mas vitais. 3 Desdobramento n Identificar os comportamentos mais adequados para alcançar os objetivos e organizá-los em ações diárias e semanais. n Comprometer-se com os resultados a alcançar de acordo com os objetivos estratégicos da organização e ser persistente perante os obstáculos e as dificuldades. n Aplicar um princípio importante: para atingir objetivos nunca antes atingidos, é necessário começar a fazer coisas nunca antes realizadas. 4 Medição n Distinguir diferentes tipos de medida de objetivos: indicadores hard (quantitativos) e indicadores soft (qualitativos). n Construir (ou escolher) indicadores pertinentes, operacionais, discriminativos e preditivos de desempenhos de nível elevado. n Medir os resultados do próprio desempenho através de indicadores objetivos e quantificáveis. 5 Envolvimento n Assumir atitudes proactivas e de autorresponsabilização na concretização dos OVI definidos. n Aplicar ações corretivas, quando necessário, mas agir sobretudo de forma preventiva. n Manter abertura para realizar ajustamentos de objetivos, quando necessário. n Assumir-se como o principal responsável pelos seus resultados e afastar-se das tendências de procurar justificações para o não alcance de objetivos. Ref.ª 01-A ªinsc ªinsc e 15 de abril 3 e 4 de novembro Formação também agendada em ANGOLA-Luanda (pág. 9/40) e MOÇAMBIQUE-Maputo (pág. 41/72) 87 Cegoc 2014 Consulte todas as informações em

9 1 B Liderança e Coaching Managing managers Desenvolva a sua capacidade de liderança e a dos seus gestores A liderança é um valor partilhado por todos os gestores da sua equipa? Como convencer o seu comité de direção dos benefícios da liderança orientada para o negócio? Que atitude adotar para fazer emergir junto dos seus colaboradores um comportamento partilhado de liderança? A liderança orientada para resultados - As empresas do mercado automóvel e das tecnologias, especialmente nos Estados Unidos e no Japão, mostram que o princípio de «Todos lideres!» funciona: os colaboradores são mais empreendedores, os indicadores sociais são favoráveis, existe mais inovação e sobretudo, procura-se a conquista e retenção de novos clientes. Hoje em dia, o método «Total Leadership Management» formaliza estas boas práticas. Permite aos dirigentes darem inicio a um processo de liderança dentro da sua empresa e associar os seus gestores para gerar elevado desempenho e competitividade. u Performance global n Promover um processo de liderança criador de líderes. n Criar um novo mundo, abanar as rotinas, fazer a diferença, ser diferente. n Associar os seus gestores ao processo de liderança. n Ser carismático e modesto. u Para si nter êxito em fazer com que seus colaboradores e em particular os gestores e chefes de projeto, tenham êxito. n Ousar ir ao cerne das suas ideias e inspirar os atos dos colaboradores. n Ter a sua credibilidade e a sua autoridade reconhecida pelos outros. n Confiar nos outros e em si mesmo. n Benchmark das suas boas práticas e dificuldades. n Encontrar ideias graças às trocas de informações com pares e consultores. u Para a sua empresa n Criar valor favorecendo permanentemente comportamentos empreendedores dos colaboradores. n Colocar em prática aquilo que muitas vezes não passa de um slogan: mobilizar a inteligência da sua empresa. n Colaboradores que mostram iniciativa e responsabilidade, alinhados segundo os valores e os eixos estratégicos e operacionais. n Fazer mais com menos. n Gestores de topo de grupos multinacionais. n Membro de uma equipa de direção. n Quadro Dirigente de PME. 5 módulos e-learning Boas práticas de liderança Ponto da situação da liderança. Estimular a liderança na sua empresa. Identificar as contra indicações em matéria de liderança para saber lidar com elas. Como identificar um líder potencial. Saber construir uma zona de liderança Descobrir o que é uma zona de liderança. Definir regras para uma zona de liderança. Evitar erros na zona de liderança. Obter a adesão dos gestores ao processo de liderança As 3 competências a desenvolver nos seus gestores. Os objetivos: primeiro elemento de clarificação. Envolver as pessoas para desencadear o seu empenho. O que é o coaching? Identificar as lacunas entre papéis e competências. Orientar as iniciativas para a melhoria. Fazer o ponto da situação relativamente à sua prática individual. Impacte pessoal e carisma do líder Três factores-chave do carisma. Proximidade e demarcação. Sincronização. Musicalidade da fala. Despertar entusiasmo nos seus colaboradores. Criar um projeto inspirador. Exercer a sua autoridade e ajudar os outros a fazer o mesmo. Conhecer os sete poderes para influenciar os outros. Os cinco critérios de excelência dos líderes Ter objetivos precisos ao serviço da sua visão. Características da visão do líder. Criar e manter relações de colaboração. Sincronizar com as atitudes, os comportamentos e a cultura. Sincronizar com os interesses e as convicções. Observar em permanência os efeitos das suas ações. Demonstrar flexibilidade comportamental. Os vários tipos de reformulação. Autoanalisar-se para desenvolver a flexibilidade. Penetrar no universo da congruência. 2 dias de Formação Presencial 1 Fazer emergir os lideres dentro da sua empresa. n Fazer o diagnóstico da liderança dentro da sua empresa. n As contra-indicações da liderança. 2 Criar um novo mundo n Identificar e lidar com as 5 rotinas. n Mobilizar para as grandes causas. 3 Associar decididamente os gestores ao processo de liderança n Criar uma zona de liderança coerente. n O método CAC para implicar os gestores: clarificar, associar, fazer coaching. 4 Desenvolver o seu impacte e carisma n Demonstrar carisma nas suas intervenções. n Exercer o seu poder com elegância. avaliação dos conhecimentos Introdução e tomada de contacto com os primeiros instrumentos Reforço dos conhecimentos e consolidação das práticas avaliação dos progressos Formação em sala: aplicação prática permanente, estudos de caso, coaching entre pares, plano de ações individual Blended Global Ref.ª 01-B-8515 Pré-avaliação online + 5 módulos elearning de 7 horas (Total: 21h) IVA à taxa em vigor elearning: realização de 5 módulos online (7 horas) 21 de maio a 18 de junho (online) + 19 e 20 de junho (presencial) Avaliação final online 29 de outubro a 26 de novembro (online) + 27 e 28 de novembro (presencial) Treino presencial 2 dias () Modalidade intra empresa: também realizamos esta formação na sua empresa adaptada às suas equipas : Ficha de inscrição pág. 269 Cegoc 2014

10 Liderança e Coaching 1 B Liderança e gestão de equipas Liderança para quadros, responsáveis e técnicos superiores u Porquê? n Liderar pessoas e equipas, e gerir as respetivas competências e motivações de forma a obter os melhores resultados, são desafios apresentados a chefias diretas e intermédias, em organizações de qualquer dimensão e em qualquer sector de atividade. n Neste curso propomos debater e treinar um conjunto de ferramentas de liderança, capazes de proporcionar uma melhoria significativa na condução e motivação das pessoas e equipas pelas quais é responsável. No final da formação os participantes deverão ser capazes de: n desenvolver a sua eficácia de gestão e liderança; n desenvolver a competência e a autonomia das pessoas e equipas; n criar condições que facilitam a motivação; n comunicar eficazmente com os diferentes interlocutores; n experienciar o grau de eficácia de alguns comportamentos de gestão e liderança dos desempenhos, e elaborar um mapa dos seus pontos fortes e pontos de melhoria; n treinar-se nas principais áreas de gestão das pessoas e das equipas (fixar objetivos, animar e motivar, delegar); n refletir sobre hipóteses de solução e respetivos impactes, para alguns dos problemas reais da gestão de equipas e pessoas. n Responsáveis hierárquicos com funções de Chefia intermédia, ou equivalente, na sua organização. n Quadros que exerçam uma função transversal na sua organização, com necessidade de mobilizar elementos de qualquer área para obter resultados no seu trabalho. 14h (Total: 17 horas) +2 sessões coaching individual 1000 Ref.ª 01-B-001 2ªinsc ªinsc Caracterizar o âmbito da gestão e liderança de equipas e pessoas n As responsabilidades associadas a gerir e liderar equipas. n Missão, desafios, valores e cultura da organização. n Liderar pelo exemplo. n Diagnosticar o seu estilo pessoal de gestão e liderança. 2 Saber como utilizar os estilos de gestão e liderança, de forma realista e adaptada aos contextos e às pessoas n Reforçar o seu impacte sobre a envolvente. n Afirmar-se face a diferentes tipos de equipas. n Identificar preferências de estilos de gestão e liderança nos seus interlocutores para melhorar o entendimento e a colaboração. n Elaborar um mapa dos seus pontos fortes e pontos de melhoria. n Partilhar boas práticas versus práticas a evitar. 3 Diagnosticar o grau de competência e autonomia dos colaboradores n Diagnosticar as necessidades de evolução das pessoas e das equipas. n Organizar o trabalho e facilitar a progressão individual/coletiva. n Utilizar as entrevistas e reuniões para mobilizar as equipas. Pontos fortes 4 Refletir sobre as motivações n Identificar fatores facilitadores da motivação e as situações que promovem desmotivação. n Dar feedback construtivo e melhorar os desempenhos. 5 Comunicar eficazmente com os diferentes interlocutores n Adoptar uma atitude positiva e construtiva. n Saber escutar e desenvolver a empatia. n Utilizar argumentos adaptados aos diferentes interlocutores, para transmitir a sua mensagem e obter diálogos mais compreensivos. n Usar Clareza, Objetividade e Cortesia. n Prevenir e tratar desacordos e conflitos. 6 Definir um plano de ação das mudanças a pôr em prática n Identificar prioridades de mudança relativamente aos objetivos. n Reforçar a sua influência sobre o contexto envolvente. n Elaborar o seu plano de ação. APÓS A FORMAÇÃO EM SALA: + 2 SESSÕES INDIVIDUAIS DE COACHING (3h) n visando o acompanhamento e a promoção da mudança junto de cada um dos formandos, facilitando o processo de atingimento dos objetivos identificados no plano de ação: n Uma METODOLOGIA baseada em estudos de caso e simulações que recriam os ambientes da gestão e liderança organizacional. n Sessões individuais de coaching que permitem perspetivar a transferênica de conhecimentos e competências para o contexto profissional. Estas sessões serão baseadas no projeto de mudança dos formandos, fazendo recurso ao modelo de referência de liderança utilizado nas sessões em sala (modelo desenvolvido por Dominique Chalvin). n Partilha de boas práticas para promover a melhoria das competências esperadas na função. n Cada participante definirá ao longo do curso um plano de ação das mudanças a pôr em prática, adequado ao seu perfil de líder, e facilitador do progresso das performances da sua equipa. Porto 20 e 21 de fevereiro 17 e 18 de março Porto 29 e 30 de setembro SELLER - cada sessão de coaching individual terá a duração de 90 minutos; - as sessões de coaching individual serão desenvolvidas por coaches certificados; - a CEGOC encontra-se disponível para ajustar o número de sessões de coaching mediante as necessidades do formando. n Um maior número de sessões, para além das previstas no âmbito do curso de formação, requer a realização de um pedido expresso à CEGOC e a apresentação, por parte desta, de uma proposta de intervenção com honorários específicos e a determinar de acordo com as necessidades individuais de cada formando. + 2 MÓDULOS DE ELEARNING n Encorajar e manter a motivação da equipa. n Competências relacionais do gestor. Para ir + além... Para complementar esta formação recomendamos: n Resiliência (pág. 101); n Assertividade (pág. 98). 23 e 24 de outubro Formação também agendada em ANGOLA-Luanda (pág. 9/40) e MOÇAMBIQUE-Maputo (pág. 41/72) 89 Cegoc 2014 Consulte todas as informações em

11 1 B Liderança e Coaching Liderança para chefias diretas e supervisores - Animar e motivar equipas u Porquê? n Liderar pessoas e equipas, e gerir as respetivas competências e motivações de forma a obter os melhores resultados, são desafios atuais colocados a chefias diretas e intermédias, em organizações de qualquer dimensão e em qualquer sector de atividade. n Neste curso propomos debater e treinar um conjunto de ferramentas técnicas capazes de proporcionar uma melhoria significativa da liderança e motivação das pessoas e equipas pelas quais é responsável. n Enquadrar o papel da chefia e do líder nos contextos organizacionais atuais. n Comunicar eficazmente a todos os níveis. n Liderar e motivar os colaboradores para agir, contribuindo com o melhor de si próprios. n Resolver problemas e tomar decisões, pensando no todo e agindo caso-a-caso. n Conduzir as equipas de forma a garantir bons desempenhos e obter bons resultados. n Chefias diretas. n Chefias intermédias. n Chefes de equipa e Supervisores, com responsabilidades hierárquicas ou funcionais pela condução de pessoas. Ref.ª 01-B ªinsc ªinsc Caracterizar o âmbito da liderança de equipas e pessoas n Identificar as responsabilidades e desafios associados à função. n Distinguir gestão e liderança: - diferenças e complementaridades; - papéis e responsabilidades. n Definir os critérios e a finalidade da liderança eficaz. n Diagnosticar o seu estilo pessoal de liderança. 2 Saber utilizar os estilos de liderança para reforçar e promover os desempenhos n Caracterizar os diferentes estilos de liderança: - boas práticas, práticas a evitar; - o papel do líder enquanto influenciador da evolução de competências e motivações. n Saber utilizar os estilos de liderança para obter os melhores resultados das equipas em diferentes contextos. 3 Motivar e animar a equipa n Identificar os fatores facilitadores da motivação. n Identificar as situações que promovem a desmotivação. n Treinar-se nas etapas do Modelo VIE para motivar as equipas. Pontos fortes n Uma METODOLOGIA baseada em trabalhos de vertente interativa e prática, com vários exercícios, debates e sínteses. n Integração das dimensões gestão, organização e liderança numa perspetiva de eficácia global das equipas. n Realização de autodiagnóstico dos estilos pessoais de liderança. n Treino de aplicação dos estilos de liderança a vários contextos. n Elaboração de planos de ação a partir das dificuldades reais diagnosticadas durante o curso. Porto 31 de março e 1 de abril 22 e 23 de abril n Dar feedback construtivo com impactes na melhoria dos desempenhos: - elogiar os membros da equipa; - criticar os desempenhos e estimular a sua melhoria. 4 Comunicar eficazmente com os diferentes interlocutores n Identificar formas de transmitir ideias e opiniões a diferentes interlocutores: - treinar a coerência entre forma e conteúdo da mensagem; - argumentar de acordo com os estilos dos interlocutores. n Saber escutar, mesmo nas situações mais difíceis. n Gerir os interfaces cliente-fornecedor interno. 5 Desenvolver a sua eficácia de gestão e liderança n Gerir prioridades de forma coerente: - definir objetivos e regras de jogo. n Desenvolver a competência e a autonomia da equipa: - princípios de funcionamento das equipas eficazes; - controlo dos resultados; - consequências das estratégias de competição e de cooperação nos resultados das equipas. n Afirmar-se face a diferentes tipos de colaboradores: - os colaboradores ocasionais; - os colaboradores ex-colegas. 13 e 14 de outubro Porto 6 e 7 de novembro SELLER n Tomar decisões oportunas: - gerir resultados ou gerir culpas? - analisar dificuldades e problemas; - gerar alternativas para obter soluções; - lidar com tensões e conflitos, adotando uma atitude positiva e construtiva; - saber dizer não, quando necessário. n Saber delegar: - formar no posto de trabalho; - acompanhar os desempenhos; - saber tratar os erros. APÓS A FORMAÇÃO EM SALA: + 2 MÓDULOS DE ELEARNING n Desenvolver e manter a motivação da equipa. n Liderança e acompanhamento do desempenho. Para ir + além... Para complementar esta formação recomendamos: n Gerir uma equipa de projetos (pág. 91); n Resiliência (pág. 101). Formação também agendada em ANGOLA-Luanda (pág. 9/40) e MOÇAMBIQUE-Maputo (pág. 41/72) 90 Liderar com inteligência emocional - Inteligência emocional aplicada à liderança n Identificar a importância da inteligência emocional aplicada à gestão e liderança nas organizações. n Caracterizar as competências obrigatórias do líder emocionalmente inteligente. n Potenciar o cluster de competências da Gestão das Relações. Chefias e líderes que necessitem de analisar e desenvolver as suas competências emocionais, para melhorar o seu desempenho e capacidade de adaptação a diferentes situações. u Como? Metodologia participativa, com utilização de um plano de aprendizagem baseado no modelo de autoaprendizagem de Richard Boyatzis. Ref.ª 01-B ªinsc ªinsc. 350 Utilizar a Inteligência emocional para expressar as suas emoções em ambientes de gestão e liderança, tomar melhor decisões, enfrentar ambientes de incerteza e progredir com sucesso. 1 Aplicar o modelo de competências da Inteligência Emocional de Boyatzis, Goleman e Mackee aos contextos de gestão e liderança n A importância das emoções nas organizações. n Os impactes de um líder emocionalmente inteligente: - nas performances financeiras; - no clima organizacional; - na fidelização e satisfação dos clientes; - na produtividade e satisfação dos colaboradores. 24 e 25 de março 2 Caracterizar os estilos de Liderança com Inteligência Emocional e as situações em que devem ser utilizados n Treinar a aquisição de competências de liderança com base no modelo da Mudança Intencional de Boyatzis. n Desenvolver uma cultura emocionalmente inteligente. 3 Analisar as Competências da IE (com base no instrumento 360º de medida das Competências Emocionais). n Lidar com as barreiras a uma conduta emocionalmente Inteligente. n Elaborar o seu plano de progresso. Nota: n Utilização de um instrumento 360º de medida das competências de IE. n O processo 360º deverá ser realizado antes dos participantes estarem em sala, para que estes possam 15 e 16 de setembro receber o seu relatório durante a formação. Recomendamos que as inscrições sejam feitas com pelo menos duas semanas de antecedência. n Podem ser adicionadas a este programa, sessões de Coaching, com o objetivo de apoiar cada um dos participantes na sua evolução. Será utilizado um conjunto de ferramentas de apoio, para estabelecer e seguir um plano de ação. APÓS A FORMAÇÃO EM SALA: + 2 MÓDULOS DE ELEARNING n Lidar com as emoções da sua equipa; n Compreender a disfunção emocional. Ficha de inscrição pág. 269 Cegoc 2014

12 Gerir uma equipa de projetos A gestão sem autoridade formal n No final da ação o participante estará dotado dos conhecimentos necessários que permitam mobilizar, coordenar e fazer trabalhar em conjunto pessoas de serviços, de setores, de funções diferentes sem dispor de autoridade hierárquica formal. n Dotar o participante das competências necessárias ao exercício da gestão de equipas de projeto. Todos os colaboradores de uma empresa chamados a intervir como Responsáveis pela condução de equipas de Projeto. u Como? n Esta formação privilegia uma pedagogia alternando os aspetos metodológicos com o treino prático. n Utilização de grelhas de análise e de diagnóstico para referenciar as práticas e os comportamentos. Ref.ª 01-B ªinsc ªinsc. 350 Mobilizar, coordenar e fazer trabalhar em conjunto pessoas de serviços, de setores, de funções diferentes sem dispor de autoridade hierárquica formal, é um desafio com o qual é confrontado um responsável de projeto. Para esse líder, o êxito passa por uma gestão transversal eficaz da equipa de intervenientes, os quais devem canalizar para o projeto as suas competências e os seus contributos. 1 Passar do projeto somatório de especialidade a um projeto vivenciado como a obra comum de uma equipa n Especificação do projeto. n Arranque do projeto. n Fixar objetivos. n Redigir o caderno de encargos. n Redigir o relatório de inicio de projeto. 2 Posicionar-se numa organização por projeto e situar as suas margens de manobra n Organigrama de atividades n Decompor o projeto em atividades coerentes. 12 e 13 de maio MANAGEMENT, LIDERANÇA E COACHING Liderança e Coaching 1 B n Descrever de maneira exaustiva as atividades a executar. 3 A constituição da equipa n Formalizar a relação serviços/ /intervenientes/responsáveis do projeto. n Conduzir uma entrevista para associar um interveniente ao projeto. 4 O orçamento e o trabalho em equipa n Elaborar o orçamento inicial. n Características de uma equipa eficaz e suas fases de evolução. n Regras para uma delegação eficaz. 5 A negociação n Negociar para cooperar. n Preparar e conduzir uma relação negociada. 6 O planeamento n Construir um plano com método. n Analisar as restrições e durações e identificar o caminho crítico e as folgas. n Introduzir pontos de controlo. 7 O trabalho em grupo n Saber quando trabalhar em grupo. n Orientar com sucesso uma sessão de trabalho de grupo. 20 e 21 de novembro 8 Conduzir reuniões de projeto n Organizar e conduzir eficientemente uma reunião de projeto. n Identificar os três tipos de reuniões: arranque, ponto de situação e plano de ação. 9 O controlo de execução n Obter dados sobre o trabalho executado e estimativas sobre o que falta fazer. n Analisar o progresso do projeto. n Reagir em caso de desvios face ao planeado. 10 Antecipar e gerir os desacordos e as situações conflituais n Reagir face a uma situação de conflito. n Identificar os tipos de conflito e conhecer as atitudes adequadas. n Lidar com comportamentos agressivos. 11 A contribuição pessoal n Potenciar os seus pontos fortes enquanto elemento de uma equipa de projeto. n Tomar consciência dos seus progressos. Formação também agendada em ANGOLA-Luanda (pág. 9/40) e MOÇAMBIQUE-Maputo (pág. 41/72) Liderança e coaching Promover a excelência nas pessoas e nas equipas No final da formação os participantes deverão ser capazes de: n compreender o que é o Coaching e como aplicar as competências de Coaching para potenciar o desenvolvimento das equipas; n reconhecer o potencial de cada elemento da equipa; n identificar as suas crenças limitativas na condução do processo de Coaching; n conduzir o processo e as sessões de Coaching no contexto do desenvolvimento das pessoas e das equipas. Gestores e Líderes que queiram desenvolver as competências de Coaching para promover o desenvolvimento das pessoas e das equipa. u Como? Preconizámos, para este workshop uma metodologia que procura estimular momentos de autorreflexão sobre o papel e as competências do líder e o treino da condução de sessões de Coaching. O Coaching é atualmente considerado uma ferramenta fundamental para o Desenvolvimento Pessoal e para a construção de Equipas de Elevado Desempenho. A Formação em Competências de Coaching dos líderes empresariais constitui, por isso, um investimento de elevado valor acrescentado para a promoção da excelência das pessoas e das equipas, nas organizações. Este curso permite-lhe, enquanto líder, utilizar as competências de Coaching para construir um percurso de desenvolvimento para os membros da sua equipa. 1 Fazer evoluir o seu papel de gestor: da chefia hierárquica ao de líder coach n O quê, o porquê e o quando do Coaching. n O que é o Coaching? n Definições e fundamentos. n O significado de ser coach. n Definição do Coaching enquanto ação centrada no desenvolvimento dos outros. n Líder coach ou (manager coach) uma resposta a novas necessidades. n Referenciar os bloqueios às novas práticas. n Assegurar a ética nas ações de Liderança/Coaching. n Desenvolver uma cultura de Coaching na organização. 2 Os princípios da Liderança/ /Coaching n Criar um ambiente seguro e desafiante. n Trabalhar com a agenda do coachee. n Identificar os seus próprios paradigmas e crenças limitativas. n Facilitar e colaborar, incentivar a autoconsciência do coachee. n Promover a aprendizagem sustentada a partir da experiência. 3 Conduzir o processo e a sessão de Coaching n Referenciar as competências e identificar o que mobiliza cada colaborador. n Reconhecer a importância das Coaching Skills para a melhoria da performance da equipa. n O modelo GROW (John Whitmore) aplicado ao contexto das equipas. n A estrutura conversacional de acordo com o modelo GROW: - Goals Identificar o objetivo; - Reality definir o starting point; - Options gerar alternativas; - Will a mobilização para a concretização. n A importância do feedback: quando e como dar feedback. n Facilitar, acompanhar e celebrar os sucessos do colaborador no seu processo de autodesenvolvimento. Ref.ª 01-B ªinsc ªinsc e 9 de maio 17 e 18 de novembro 91 Cegoc 2014 Consulte todas as informações em

13 1 B Liderança e Coaching Liderar e gerir a mudança Os gestores são um farol importante para as suas equipas. Durante períodos de mudança, é o seu comportamento que guia o comportamento da equipa. Eles encarnam e representam a organização. Atualmente, gerir uma equipa é gerir a mudança. Os negócios evoluem através da integração das mudanças do mercado, pela manutenção da liderança relativamente à concorrência, pela adoção das novas tecnologias, pelo assumir de riscos calculados e pelo investimento em novas regras e novos riscos. u Performance global n Reconhecer o seu próprio perfil de líder da mudança. n Identificar o perfil da sua equipa. n Clarificar os seus objetivos de mudança e comunicá-los à equipa. n Envolver a equipa e torná-la proativa relativamente à mudança. n Construir uma rede de aliados num ambiente de mudança. n Ter sucesso nos primeiros passos rumo à mudança. u Para si n Demonstrar confiança no seu papel como líder da mudança. n Transformar problemas em soluções. n Melhorar a sua capacidade de influência construindo redes de aliados. n Impulsionar o seu desenvolvimento profissional, tornando-se mais adaptável. u Para a sua empresa n Transformar os gestores em líderes da mudança, para que possam: n Contribuir para o alinhamento estratégico. n Envolver e motivar as equipas de modo mais eficaz. n Garantir o cumprimento dos objetivos (produtividade, prazos, qualidade, etc.). n Criar um ambiente proativo dentro da organização. n Dirigentes de empresa, Quadros de topo, Gestores ou responsáveis de equipas. n Organizações públicas ou privadas que desejam implementar mudanças rapidamente, quer local quer internacionalmente. n Organizações envolvidas em processos de fusão ou aquisição. 5 módulos e-learning Gerir a mudança: identificar o seu perfil Definir o que é um estilo. Identificar os 4 estilos. Identificar as características de cada estilo. Gerir a mudança: processos e instrumentos Identificar, no objetivo, a mudança-alvo. Definir o objetivo e especificar o contexto. Encontrar soluções para o êxito das mudanças. Enumerar as limitações e motivações de mudança. Prever as consequências da mudança. Gerir a mudança: criar uma visão do futuro Imaginar e construir o futuro. Aplicar o método dos estados desejados. Atrever-se a fazer perguntas impertinentes. Utilizar o método da tabela de objetivos. Adotar metáforas. Gerir a mudança: a rede de aliados Adotar uma postura de trabalho em rede. Fazer funcionar diferentes tipos de rede. Identificar os intervenientes-chave para a aplicação da mudança. Reconhecer e resolver os receios das pessoas. Adotar uma atitude apropriada para enfrentar situações de conflito. Desencadear a dinâmica de mudança Pensar globalmente e atuar localmente. Utilizar a teoria do compromisso. As fases finais e os passos iniciais. Privilegiar as boas práticas e evitar armadilhas. 2 dias de Formação Presencial 1 Introdução n Cada mudança é uma nova aventura. n O ritmo de cada mudança é muito variável. n Os ciclos humanos são mais longos do que os económicos. n Organizações de elevado desempenho integram três níveis de mudança. 2 Primeiro talento: encarnar a mudança n Estilo CONCEPTUAL: pensamento e centragem nos processos. n Estilo ESTRATEGA: pensamento e centragem nas relações. n Estilo MOBILIZADOR: ação e centragem nas relações. n Estilo METÓDICO: ação e centragem nos processos. 3 Segundo talento: a sua lucidez para escolher a estratégia n Dois grandes contextos de mudança. n Ser resiliente, preparar-se para mudar e criar a mudança. n Ser lúcido em relação às vantagens de não mudar e às consequências negativas de mudanças bem sucedidas. n Os sete critérios para objetivos de mudança exequíveis. 4 Terceiro talento: a sua capacidade de criar o futuro n Metáforas ao serviço da mudança. n Quadro de objetivos. n Estados desejados. n Perguntas de contexto. n O carisma do líder da mudança. n Técnicas positivas ao serviço da mudança. 5 Quarto talento: a sua rede de aliados n Para que servem as redes? Que rede escolher? n Três princípios para construir uma rede de aliados. n Identificar aliados na equipa ou grupo de projeto. n O percurso provável da assimilação da mudança. 6 Quinto talento: os seus primeiros passos n As melhores mudanças começam com resultados imediatos. n Planear o progresso: mudanças temporizáveis e atingíveis. avaliação dos conhecimentos Introdução e tomada de contacto com os primeiros instrumentos Reforço dos conhecimentos e consolidação das práticas avaliação dos progressos Formação em sala : aplicação prática permanente, estudos de caso, coaching entre pares, plano de ações individual Blended Global Ref.ª 01-B-8501 Pré-avaliação online + 5 módulos elearning de 7 horas (Total: 21h) IVA à taxa em vigor elearning: realização de 5 módulos online (7 horas) 12 de fevereiro a 12 de março (online) + 13 e 14 de março (presencial) Avaliação final online 10 de setembro a 5 de outubro (online) + 6 e 7 de outubro (presencial) Treino presencial 2 dias () Formação também agendada em ANGOLA-Luanda (pág. 9/40) e MOÇAMBIQUE-Maputo (pág. 41/72) 92 Modalidade intra empresa: também realizamos esta formação na sua empresa adaptada às suas equipas : Ficha de inscrição pág. 269 Cegoc 2014

14 Liderança e Coaching 1 B Desenvolver a orientação cliente através da gestão de equipas Ganhar a preferência do cliente Ter a orientação cliente como foco de atuação e a satisfação do cliente como resultado mínimo visando o entusiasmo e a total fidelização dos clientes é uma vantagem competitiva para qualquer organização. Neste contexto, as práticas de gestão de equipas e a sua implementação por parte de responsáveis e gestores podem impulsionar a satisfação do cliente e, em última instância, a sua preferência e fidelização. Através deste curso os formandos estarão aptos a promover a cultura cliente no seio da empresa, apoiando a equipa e a estrutura organizacional a adotar comportamentos e atitudes focadas na Orientação Cliente e na sua satisfação. No final da formação os participantes deverão ser capazes de: n compreender a relação existente entre a satisfação dos clientes, o crescimento e o desenvolvimento da empresa e a orientação cliente; n elaborar planos de ação centrados na Orientação Cliente das equipas e dos indivíduos; n implementar práticas de gestão que fomentem a Orientação Cliente; n fomentar a iniciativa e a pró-atividade da equipa em prol do cliente; n cooperar com os diferentes atores organizacionais, visando a melhoria do serviço e da satisfação do cliente; n desencadear ações que mobilizem os colaboradores a agir em função da Orientação Cliente da empresa. n Qualquer gestor que queira contribuir para que a sua empresa demonstre, no quotidiano, uma verdadeira orientação para o cliente. n Responsáveis operacionais e gestores de equipas de front-office e back-office (com contacto direto e/ou indireto com o cliente). u Como? Através dos 5 módulos e-learning os formandos terão a possibilidade de detalhar e aprofundar os conceitos chave inerentes à Orientação Cliente e às práticas de gestão. A formação em sala é conduzida através da partilha de experiências, alternando os contributos teóricos e as reflexões entre o grupo de participantes: n exposições pelo formador, complementadas com exercícios, trocas de experiências e reflexões com o grupo de participantes; n exercícios de simulação para treino de técnicas abordadas. 2 módulos e-learning Factores-Chave de uma relação duradoura com o cliente Porquê fidelizar os clientes? O que torna os clientes menos voláteis. Prioridade 1: reduzir as fontes de insatisfação. Prioridade 2: entusiasmar o cliente. Missão: uma relação duradoura com o cliente. O papel do gestor na relação duradoura com o cliente Qual a relação entre a sua equipa e a satisfação dos clientes? Que fez hoje pelos seus clientes? Como desenvolver a orientação cliente dos seus colaboradores. 2 dias de Formação Presencial 1 Transformar os clientes nos melhores aliados da sua empresa n O entusiasmo dos clientes: um fator de crescimento. n Distinguir três conceitos: a satisfação, a preferência e a lealdade do cliente. n Três ferramentas para criar o entusiasmo: o percurso--cliente, a experiência do cliente, os momentos de verdade. n Construir uma Aliança com o Cliente: o desafio dos colaboradores em contacto com os clientes. 2 Contribuir, pró-ativamente, na fidelização dos clientes n O percurso-cliente e os processos: as contribuições diretas e indiretas dos seus colaboradores. n Autodiagnóstico: as suas práticas atuais permitem-lhe construir uma relação duradoura com os clientes? n Saber escutar os clientes: níveis de satisfação do cliente, feedback verbal e reclamações. n As expectativas dos clientes e os planos de melhoria. 3 Construir a Cultura Cliente da sua equipa n Clarificar a contribuição da equipa para a Orientação Cliente e para a diferenciação positiva da empresa. n Conhecer, detalhadamente, as necessidades do cliente. n Estimular a curiosidade acerca do mercado e da concorrência. n Focalizar os seus colaboradores no cliente. 4 Desenvolver a pró-atividade da sua equipa n A satisfação do cliente enquanto missão privilegiada dos seus colaboradores e da sua equipa. n A produtividade, a qualidade de serviço e a satisfação do cliente. n Encorajar a iniciativa e saber lidar com as disfunções: envolver a equipa na resolução dos problemas do cliente. 5 Fomentar a cooperação no seio da sua equipa para estimular o entusiasmo do cliente n estimular o entusiasmo do cliente. n Estabelecer e encorajar relações internas solidárias. n Resolver os problemas que não dependem diretamente dos membros da sua equipa. n Utilizar os pontos fortes e o sucesso da sua empresa para desenvolver o orgulho da sua equipa. 3 módulos e-learning Gerar entusiasmo no cliente À procura do entusiasmo perdido! Identificar as suas prioridades de melhoria. Criar entusiasmo no cliente: da análise ao plano de melhoria. O entusiasmo do cliente: uma conquista individual e coletiva. As reclamações numa relação duradoura com o cliente Porque devemos dar prioridade ao tratamento das reclamações? Transformar a reclamação numa oportunidade de fidelização. A gestão e o controlo do tratamento de reclamações. Aumentar a taxa de fidelização dos clientes. Dinamizar a cooperação interna em prol do cliente O entusiasmo do cliente: um desafio coletivo. Partilhar a mesma visão do cliente. Contratualizar as suas prestações internas. Estimular a cooperação para promover a satisfação e fidelização do cliente. avaliação dos conhecimentos Introdução e tomada de contacto com os primeiros instrumentos Formação em sala: aplicação prática permanente, estudos de caso, coaching entre pares, plano de ações individual Reforço dos conhecimentos e consolidação das práticas avaliação dos progressos Blended Global Ref.ª 04-B-8518 Pré-avaliação online + 5 módulos elearning de 7 horas (Total: 21h) IVA à taxa em vigor elearning: realização de 2 módulos online Treino presencial 2 dias () 6 a 19 de março (online) + 20 e 21 de março (presencial) + 22 de março a 9 de abril (online) elearning: realização de 3 módulos online Avaliação final online 15 de outubro a 5 de novembro (online) + 6 e 7 de novembro (presencial) + 8 a 28 de novembro (online) Modalidade intra empresa: também realizamos esta formação na sua empresa adaptada às suas equipas : Cegoc 2014 Consulte todas as informações em

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