O Básico para Gestor de Projectos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Básico para Gestor de Projectos"

Transcrição

1 Guia 2 O Básico para Gestor de Projectos Referência

2 Acerca deste guia Este guia baseia-se n'o Básico da Implementação de Projectos, que é um componente do trabalho dos funcionários da CARE e que consiste também na contribuição de uma série de recursos principalmente disponíveis na Biblioteca Digital de Qualidade do Programa da CARE (http://pqdl.care.org). O Guia Básico do Gestor de Projectos oferece uma linha de base sobre a qual é construída a maioria dos Recursos-chave para Gestores de Projecto. Apesar de se centrar primariamente em projectos financiados pelo governo dos EUA para ilustrar os conceitos e problemas-chave, muitos dos conceitos e ferramentas descritos aplicam-se a projectos para uma base de doadores diversa. O Guia Básico do Gestor de Projectos destina-se a servir-lhe de referência, o novo gestor de projecto, e dar-lhe o básico de uma competência essencial para a gestão de projectos na CARE. O guia maior está dividido em duas partes: referência e autoestudo. A referência está organizada em capítulos para que possa aceder rapidamente à informação de que precisa. A secção de auto-estudo tem duas partes: verificação do entendimento e candidatura para o trabalho. Copyright 2009 por Cooperative for Assistance and Relief Everywhere, Inc. (CARE). Todos os direitos reservados. Índice Introdução... 1

3 A Visão Geral... 2 Enfoque do Programa da CARE... 2 O Quadro da CARE para as Normas do Programa... 3 Normas e Indicadores... 4 Parceria e o Gestor de Projecto... 7 Mandato Humanitário e a Gestão de Projectos... 9 Recursos Entendimento dos Documentos do Projecto Lista de verificação dos Documentos do Projecto Preparar os Planos de Implementação do Projecto O Quadro de Registo Tipos de Planos de Trabalho Processo do Plano de Trabalho Annual (AWP) Planeamento e Monitorização do Orçamento Planeamento do Orçamento Itens de Linha comuns do Orçamento Projectar as Necessidades de Dinheiro do Projecto Monitorização do Orçamento Gestão e Monitorização de Subsídios Gestão e Conformidade de Subsídios O Ciclo de Implementação de Subsídios Avaliação Precisa do Risco Monitorização Conformidade de Contratos Requisitos pré-atribuição Acordo com o Doador Termos Principais, Condições, Regulamentos, Leis e Práticas Monitorização e Avaliação Visão Geral da Monitorização e Avaliação Monitorização Avaliação Escrita de Relatórios do Projecto Finalidades do Relatório Aspectos Essenciais da Escrita de Relatórios Mostrar Impacto e Progresso Definições Mandato Humanitário da CI Modelo de Diagrama Gantt... 90

4 Básico para Gestores de Projecto Respostas às perguntas Acrónimos e Abreviaturas No Guia Básico de Gestão de Projectos, vai encontrar respostas às seguintes questões: AWP Plano de Trabalho Anual Por que é que a CARE desenvolveu uma CHQ Sede da CARE atenção no programa? CTO Funcionário técnico conhecedor CD Director de País Qual é a diferença entre um programa e um UE União Europeia projecto? FRLC Cartas de crédito da reserva federal O que é o Ubora? AF Ano Fiscal ICR Recuperação de Custos Indirectos Quais são os padrões e indicadores para os IPIA Acordo de implementação do programa projectos? individual O que é o Quadro de Registo? LOP-WP Duração do plano de trabalho do projecto LFA Análise do Quadro de Registo O que está incluído no processo do Plano MOU Memorando de Entendimento de Trabalho Anual? M&E Monitorização e Avaliação Que itens estão incluídos no orçamento? NICRA Acordo de recuperação de custos indirectos negociados Qual é a responsabilidade do gestor de projecto OCDE Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico no processo de orçamentação? DAC Comité de Assistência ao O que é um subsídio? Desenvolvimento OGC Gabinete de Aconselhamento Geral Como avalio o risco dos subsídios? PRAs Avaliações Rápidas de Participação Como faço a monitorização dos subsídios? PIRs Relatórios de Implementação de Projecto PM Gestor de Projecto Qual é a diferença entre monitorização e avaliação? PMSI Instrumento de Medição das Nomas do Projecto SPC Custo Partilhado do Programa O que é o sistema de monitorização e SRH Saúde Sexual e Reprodutiva avaliação? ToR Termos de Referência Por que é que o relatório é importante? USAID Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional Quais são as características essenciais do USG Governo dos Estados Unidos relatório?

5 Capítulo 1 Introdução Na qualidade de gestor de projecto, você desempenha um papel fundamental ao alargar a visão da CARE no sentido de pôr um fim à pobreza e à injustiça social. A função do gestor de projecto envolve mais do que uma simples implementação de actividades. Requer a supervisão ou o envolvimento em várias fases do ciclo de vida do projecto. Significa também fazer uma abordagem integrada e holística a todos os componentes do projecto de forma a assegurar que o projecto vai ao encontro dos objectivos declarados e contribui para a visão da CARE. A CARE compreende que você é responsável pelo planeamento e execução bem sucedidos dos projectos entre muitos desafios. Para ajudá-lo a ir ao encontro das suas responsabilidades e a lidar com estes desafios, a CARE proporciona-lhe ferramentas eficazes, incluindo a informação neste guia. Este guia concentra-se nos elementos práticos do ciclo de vida de um projecto. Explica a responsabilidade do gestor de projecto em cada fase do ciclo de vida do projecto, com um ênfase no orçamento, na gestão de subsídios, monitorização e avaliação e nos relatórios. Básico do Gestor de Projectos Página 1

6 Capítulo 2 A visão geral Enfoque do programa da CARE Nos últimos anos, a CARE passou para um modo de trabalhar mais ousado. O enfoque passou da redução dos sintomas de pobreza e de injustiça social através de actividades baseadas em projectos para tratar as causas subjacentes através de programas a longo prazo com base em direitos. Reconhecemos que: O tamanho do orçamento não é necessariamente a medida mais importante de sucesso Devemos recompensar a qualidade e impacto do nosso trabalho A CARE também explicitou a sua estratégia para alcançar esta nova forma de trabalhar. O elemento fundamental na criação de uma mudança duradoura e em grande escala nas vidas dos grupos marginalizados e vulneráveis é um compromisso para com uma abordagem de programa. Apesar de muitos projectos visarem alguma forma de impacto no bem-estar humano e na justiça social, na maioria dos casos, o âmbito e a duração de um único projecto não causar totalmente esse nível de impacto. No entanto, por último, através das parcerias e contribuições feitas pelos participantes no projecto e outras organizações, todos os projectos se devem responsabilizar por fazer mudanças progressivas. Com o tempo, estas alterações contribuem para um impacto geral sobre a pobreza e a justiça social numa comunidade específica. Um programa consiste em projectos múltiplos durante vários anos e tem medidas de impacto gerais associadas. Os projectos podem ser discretos ou mais transversais e menos definidos. Cada projecto contribui para um programa mais amplo que promove uma mudança mais duradoura e mais fundamental nas vidas dos participantes visados. Página 2 Básico do Gestor de Projectos

7 O Quadro da CARE para as Normas do Programa Apesar de o seu principal enfoque dever ser no seu projecto, é importante reconhecer como este contribui para um programa mais amplo que promove uma mudança mais duradoura e mais fundamental nas vidas dos participantes visados. A CARE International aprovou um Quadro de Normas do Programa que relaciona a visão e a missão aos Princípios, Normas e Linhas de Orientação seleccionados para informar e formular todos os programas e projectos da CARE. Os seus componentes são normalmente mostrados graficamente, numa pirâmide. UBORA Se quisermos tornar-nos numa organização verdadeiramente programática, devemos implementar sistemas para avaliar e monitorizar a qualidade do nosso trabalho e até que ponto o nosso trabalho está a ter o impacto pretendido. Fazê-lo irá ajudar-nos a tornarmo-nos numa organização mais baseada em evidências e irá permitir uma tomada de decisões e operações gerais mais estratégicas e informadas. É aqui que entra o Ubora. Ubora, a palavra swahili para excelência é o novo sistema da CARE EUA para desempenho organizacional e aprendizagem que providencia um quadro comum para a avaliação contínua do desempenho nos Gabinetes de País, Unidades de Gestão Regional e Gabinetes de Divisão. O Ubora junta informação essencial e implementa processos para uma revisão, análise e acção estratégicas sobre um conjunto de informação holística, durante o ano. Permite-nos: Avaliar o nosso desempenho juntando informação qualitativa e quantitativa em todas as áreas de organização a todos os níveis Analisar essa informação Avaliar o nosso desempenho através de relatórios e reuniões de avaliação Aprender e agir sobre a informação utilizando descobertas fundamentais para informar o planeamento, orçamentação, recompensas e acções contínuas para melhoria e transferência de conhecimento e melhores práticas em toda a organização. O Ubora avalia todos os aspectos das operações da CARE a qualidade da nossa programação, os resultados dos nossos programas, o impacto do nosso trabalho, e as funções de suporte do programa. Básico do Gestor de Projectos Página 3

8 Normas e indicadores Recursos-chave para Gestores de Projecto Deve ser guiado pelas normas para programas da CARE em todo o seu trabalho, incluindo como o projecto é concebido, que estratégias de implementação são usadas, que tipo de dados de monitorização contínua estão a ser recolhidos, como as avaliações são feitas e como é que essa informação é utilizada para melhorar os projectos em curso e futuros. A CARE desenvolveu duas ferramentas para o ajudar a determinar de que forma é que o seu projecto está a ir ao encontro destas normas. Estas ferramentas referem-se a iniciativas e não a projectos. Para o propósito da gestão de projecto, estes termos podem ser utilizados de forma intercambiável e, por isso, neste Guia, vamos usar o termo projecto. Princípios e normas para o projecto A ferramenta de Princípios e normas do programa Ubora ajuda-o a si e à sua equipa a avaliar o âmbito no qual o projecto incorpora os princípios do programa e normas de gestão básicas da CARE. A ferramenta faz parte do sistema Ubora e está incluída no Guia do utilizador Ubora Fase II. Deve ser usado durante o processo de concepção, periodicamente durante a implementação e como parte da avaliação final. A tabela na próxima página dá-lhe uma visão rápida destas normas. Página 4 Básico do Gestor de Projectos

9 Visão rápida Normas do projecto 1. Ligação à estratégia do Gabinete de País e aos objectivos do programa Até que ponto é que a iniciativa a ser concebida está a ser claramente ligada e funciona como complemento à estratégia do Gabinete de País e aos objectivos a longo prazo do programa? 2. Análise holística Até que ponto é que a concepção da iniciativa se baseou numa análise holística das necessidades e direitos da população-alvo e das causas subjacentes das suas condições de pobreza e injustiça social? 3. Objectivo final Quais são os resultados propostos que a iniciativa procura alcançar? Até que ponto é que a iniciativa foi concebida tem um objectivo final que é importante e relevante para a vida das pessoas, concretizável se lhe forem dados tempo e recursos, e mensurável? Até que ponto é que os objectivos planeados foram concebidos para contribuir para o objectivo de um impacto mais amplo e ToC ao nível do programa ou do Gabinete de País? 4. Quadro Lógico Até que ponto é que a iniciativa foi concebida utilizando um quadro lógico para explicar como irá contribuir para o objectivo final (um derradeiro impacto sobre as vidas dos membros da população definida como alvo)? 5. Monitorização e Avaliação Plano de monitorização e avaliação: Até que ponto é que a iniciativa foi concebida para incluir um plano de monitorização e avaliação baseado no quadro lógico? Até que ponto é que o plano de monitorização e avaliação se liga aos processos de aprendizagem e avaliação de um programa mais vasto? Indicadores: Até que ponto é que a iniciativa planeia utilizar indicadores que sejam relevantes, mensuráveis, verificáveis e fiáveis? Até que ponto é que existem planos para utilizar indicadores que são comuns ao programa mais amplo ou à estratégia do gabinete de país? Linha de base: Até que ponto é que o plano da iniciativa inclui um estudo de linha de base, ou aponta estudos de linha de base existentes conduzidos por um programa mais vasto, que serão úteis para avaliar a mudança ao longo da vida de uma iniciativa? Avaliação: Até que ponto é que a iniciativa incorpora um plano de avaliação que identifica perguntas-chave a serem respondidas por uma mistura de metodologias de avaliação (questionários, avaliações de participação, estudos de consultadoria, análise estatística)? Até que ponto é que os componentes de monitorização e avaliação são adequadamente orçamentados e lhes é atribuído um período de tempo no calendário de actividades da iniciativa? 6. Normas técnicas Até que ponto é que a iniciativa adere às normas técnicas aceites no sector com que lida? 7.Adequabilidade dos custos do projecto Até que ponto é que a iniciativa foi concebida com custos adequados? Básico do Gestor de Projectos Página 5

10 Indicadores para o projecto A CARE desenvolveu um Questionário de Iniciativa do Programa (PIQ, Program Initiative Questionnaire) que fornece indicadores de como um projecto está bem alinhado com os princípios e normas do programa. Aqui estão os indicadores-chave nesta ferramenta: Visão rápida Indicadores da Iniciativa do Programa (Projecto) Promover a capacitação Trabalhar com parceiros Assegurar a responsabilização O projecto tem uma estratégia deliberada para deslocar relações de poder e capacitar grupos específicos marginalizados e excluídos, em particular mulheres? O projecto tem parcerias estratégicas (não específicas de projecto nem de contrato) implementadas? O projecto tem um sistema em funcionamento que os participantes e a sociedade civil possam responsabilizar? Promover a responsabilidade Lidar com a discriminação Promover uma resolução pacífica de conflitos Procurar resultados sustentáveis Defesa Aprendizagem organizacional O projecto tem uma estratégia deliberada para obrigar os que têm responsabilidades para com as pessoas pobres e marginalizadas a cumprirem as suas obrigações? O projecto tem uma estratégia deliberada para ir contra a discriminação e promover a igualdade, particularmente a igualdade de género? O projecto tem uma estratégia deliberada para lidar com conflitos potenciais ou existentes que surjam de mudanças em relações de poder? O projecto tem uma estratégia deliberada para lidar com e medir o impacto das causas subjacentes da pobreza e injustiça social? O projecto tem uma estratégia deliberada para a defesa? O projecto tem uma estratégia deliberada para identificar e partilhar lições aprendidas e fazer melhorias de forma atempada? Para saber mais: Para saber mais sobre o Ubora e o PIQ, contacte a pessoa ligada à qualidade do programa do Gabinete do seu país. Pode também visitar: Página 6 Básico do Gestor de Projectos

11 Parceria e o gestor de projecto Os projectos envolvem normalmente organizações diversas que colaboram com a CARE na realização de um projecto. Podem ser outra ONG, uma associação comunitária, um governo, uma organização privada, uma corporação ou uma universidade. Trabalhamos em parceria com estas organizações. A Iniciativa de Parceria Global da CARE EUA define parcerias da seguinte forma: As parcerias são alianças mutuamente benéficas de tipos diversos entre organizações onde as funções, responsabilidades e responsabilizações estão claramente definidas. As parcerias são um meio de alcançar uma qualidade de vida melhorada para mais participantes através da realização de um serviço sustentável; uma melhor resposta às necessidades de desenvolvimento local e uma escala e âmbito aumentados para os programas. As parcerias facilitam a aprendizagem contínua bidireccional e baseiam-se na confiança, numa visão partilhada e num compromisso para com objectivos comuns. A CARE precisa de parceiros que proporcionem competências, experiência e/ou cobertura geográfica que complementem as nossas. Permitem-nos providenciar uma maior profundidade e amplitude de serviço. Os parceiros podem: Preencher uma capacidade necessária Construir capacidades numa área geográfica necessária Construir capacidade local e sustentabilidade Levar a cabo trabalho necessário para obter objectivos de projecto É importante não esperar até que o pedido seja autorizado para comunicar com possíveis parceiros, pois as alianças estratégicas são muitas vezes formadas antes de o pedido ser autorizado. Formas de parcerias comuns Existem duas formas comuns de a CARE trabalhar com parceiros parcerias completas e colaboração com organizações em termos de recursos. A diferença reflecte o nível de esforço e dimensão do orçamento atribuído ao parceiro. Para além disso, quanto maior for o número de parceiros, mais complexa será provavelmente a estrutura da gestão do programa e o orçamento. Então, antes de decidir entrar numa parceria com uma organização, deve pesar o valor dos conhecimentos técnicos com que o parceiro contribui contra o custo do orçamento aumentado e actividade de gestão. Uma vez tomada a decisão de entrar em parceria com uma organização, deve ser assinado um acordo de equipa. Este documento formaliza a parceria da CARE com outras organizações, descreve cada nível de esforço da organização e serve como um acordo de confidencialidade. Esta é uma prática padrão a CARE assina sempre um acordo de equipa com os seus parceiros. Básico do Gestor de Projectos Página 7

12 É da responsabilidade do gestor de projecto gerir os parceiros. Isto envolve desenvolver uma estratégia de parceria sólida que ajude toda a gente a conhecer as suas funções e responsabilidades. O gestor de projecto não deve apenas assegurar que os requisitos são cumpridos, mas também criar sustentabilidade a longo prazo, através da formação das capacidades dos nossos parceiros. Seleccionar alguns parceiros com as capacidades necessárias irá facilitar a gestão, a comunicação e o processo que irão afectar rapidamente os resultados. Para informação e linhas de orientação adicionais, peça ao seu supervisor o manual Linhas de Orientação para a preparação de propostas competitivas, no gabinete do seu país. Consultar capítulo 7 do Guia 4: Gestão de pessoas para mais informação sobre a gestão de parcerias. Página 8 Básico do Gestor de Projectos

13 Mandato humanitário e Gestão de projectos Sob o Mandato Humanitário da CI, uma parte essencial do trabalho da CARE é responder a emergências humanitárias, assim como lutar contra a pobreza. Os desastres põem em risco os ganhos do desenvolvimento, e as perdas dos desastres prejudicam muitas vezes os investimentos sociais direccionados ao tratamento das causas subjacentes à pobreza. Consulte o Anexo B para a declaração do Mandato Humanitário da CI. Em muitos lugares, as perdas cumulativas de desastres recorrentes gastam os recursos mais rapidamente do que podem ser construídos, e muitos dos sucessos de desenvolvimento são virtualmente destruídos por um desastre ou uma crise. A não ser que sejam tomados passos para preparar as comunidades para choques de desastres através da construção de resiliência e da gestão de risco em desastres, é difícil argumentar que estamos a levar uma abordagem baseada em direitos para reduzir a pobreza. Compreender o risco de desastre A experiência tem vindo a demonstrar que a qualidade dos programas da CARE, particularmente em termos de impacto, será amplamente determinada pela qualidade da análise de risco. Não é uma coincidência que alguns dos riscos mais significativos com que a CARE trabalha estejam relacionados com desastres (por exemplo, cheias, terramotos, secas, conflitos). Os gestores de projecto devem prestar atenção a potenciais riscos de desastre ao conceber e implementar os projectos. Planeamento da preparação para emergências Na CARE, o Planeamento de Preparação para Emergências (EPP, Emergency Preparedness Planning) faz parte da Gestão de Risco de Desastres (DRM, Disaster Risk Management). O seu objectivo é fazer com que os funcionários da CARE e as comunidades em que trabalhamos sejam menos vulneráveis a desastres. No entanto, o Planeamento da preparação para emergências por si só não integra automaticamente a gestão de risco em programas e projectos. A integração efectiva ocorre, por exemplo, quando a concepção do programa ou do projecto se baseia em cenários de desastre prováveis que foram desenvolvidos em consulta com as comunidades. De acordo com o Mandato Humanitário da CARE, cada membro da equipa da CARE deve estar a par da sua função em emergências. Cada Gabinete de País tem um plano de preparação para emergências concebido para guiar a equipa durante situações de perigo específicas. Para saber como é que o seu projecto deve estar preparado para situações de emergência, deve conhecer o plano de preparação para emergências do Gabinete do seu país. Básico do Gestor de Projectos Página 9

14 Pode aprender mais sobre a preparação para emergências através dos seguintes cursos: CARE CARE EPP1: Introdução ao Planeamento da Preparação para Emergências Curso 1 CARE CARE EPP1: Criar o Plano de Preparação para Emergências Curso 2 Para saber mais: Para informação sobre o planeamento de preparação para emergências ou para se inscrever em cursos, vá a: www careacademy org Kit de Ferramentas de Emergência (CET, CARE Emergency Toolkit) da CARE O CET é uma colecção completa de políticas, linhas de orientação e ferramentas para resposta a emergências. É uma referência online onde pode pesquisar qualquer tópico ligado a emergências. O CET estabelece o quadro para gerir emergências. Tem como objectivo melhorar a qualidade da resposta da CARE a emergências através de: Estabelecimento de políticas da CARE para resposta a emergências Delinear normas comuns e linhas de orientação técnicas Providenciar ferramentas úteis para que não tenha de reinventar a roda Utilizadores CET O CET é utilizado pelos Gabinetes dos países, membros da CARE International e Gabinetes Regionais. É para todos os que estão envolvidos na resposta a emergências, mas pessoas diferentes usam partes diferentes. Os indivíduos devem seleccionar apenas as linhas orientadoras que são mais relevantes para a sua função específica. Os gestores de projecto têm funções variadas e, por isso, você deve verificar com o seu supervisor para ver qual é a sua função e responsabilidades para a utilização do kit de ferramentas. A tabela na próxima página dá-lhe uma visão rápida de quem usa cada parte. Página 10 Básico do Gestor de Projectos

15 Visão Rápida Utilizadores do kit de ferramentas para emergências críticas Parte 1: Quadro de políticas e gestão Parte 2: Linhas orientadoras de programação Utilizador: Todos, especialmente os Directores de País/ Gestores sénior Utilizador: Gestores do programa, equipa técnica do programa 1. Introdução 7. Estratégia do programa 2. Quadro de políticas 8. Linhas de orientação do sector: Abrigo, 3. Guia básico para a resposta a emergências WASH, segurança alimentar, psicossocial, saúde, recuperação económica e educação 4. Protocolos de gestão de emergências: 9. Problemas transversais: Género, A. Pré-condições sensibilidade a conflitos, VIH/SIDA, redução B. Preparação do risco de desastres, participação, C. Iniciação de resposta e começo protecção, ambiente e IYCF&E D. Mobilização e gestão de recursos 10. Defesa E. Qualidade da resposta 5. Principais elementos das políticas 6. Qualidade e responsabilização Parte 3: Linhas orientadoras da gestão de programas Parte 4: Linhas orientadoras operacionais Utilizador: Gestores dos Programas 11. Planeamento da preparação para emergências Utilizador: Gestores de apoio ao programa, equipa funcional 21. Gestão de informação 12. Aviso prévio 22. Meios de comunicação 13. Avaliação 23. Recursos humanos 14. Mobilização de fundos 24. Finanças 15. Escrita de propostas 25. Logística 16. Gestão do contrato com o doador 26. Distribuição 17. Trabalhar em parceria 27. Aquisição 18. Monitorização e avaliação 28. Administração 19. Encerramento ou transição 29. Telecomunicações e TI 20. CARE - Linhas orientadoras de gestão do programa para membros 30. Segurança e garantia 31. CARE - Linhas orientadoras operacionais para membros Consultar Guia 4: Gestão de pessoas para informação relacionada com a resposta a incidentes críticos. Básico do Gestor de Projectos Página 11

16 Recursos Academia da CARE A Academia CARE oferece cursos com formador e cursos online sobre temas variados que são relevantes para as equipas da CARE. Pode encontrar cursos online para 10 áreas temáticas. Existem secções onde pode também pesquisar e aprender mais sobre as Competências da CARE, um conjunto de capacidades de que a equipa da CARE precisa para levar a cabo o plano estratégico da organização. Pode registar-se online para os cursos da Academia CARE e aconselhamo-lo a registarse nos cursos sobre gestão de projectos. Consulte: e registe-se como estudante para fazer os cursos online. Biblioteca Digital de Qualidade do Programa A Biblioteca Digital de Qualidade do Programa (PQDL, Program Quality Digital Library) contém um subgrupo estratégico de documentos produzidos pela CARE todos os anos. Estes documentos auxiliam a equipa em campo na resposta à pergunta: Qual é o conhecimento básico sobre políticas de programação, práticas e normas que preciso de conhecer para ser bem sucedido na CARE? A informação está dividida em três secções: O núcleo Contém políticas, procedimentos e abordagens que asseguram a qualidade do programa e que não são normas opcionais. Todos os programas da CARE devem mostrá-las. Boas práticas Contêm linhas de orientação e ferramentas para ajudar a equipa a implementar as políticas e abordagens da CARE. Secções inovadoras Contêm inovações que podem influenciar as práticas da CARE aceites no futuro. Para além disso, quatro outros sites que lidam com aspectos diferentes da qualidade do programa estão acessíveis na PQDL. Estes são: A Biblioteca de Investigação sobre Impacto Estratégico Contém investigação aprofundada sobre impacto, concebida para avaliar o impacto da CARE, para além dos projectos ou sectores, sobre as causas subjacentes da pobreza global e injustiça social. Kit de Ferramentas de Emergência da CARE Contém uma colecção completa de políticas, linhas de orientação e ferramentas para assegurar a qualidade do programa durante emergências. Wiki de Mudança Programática (P-Shift Wiki) Contém um recurso de colaboração onde a equipa pode contribuir com conhecimento e conduzir debates construtivos à volta da mudança da CARE para uma abordagem programática. As contribuições inovadoras para a qualidade do programa são Página 12 Básico do Gestor de Projectos

17 publicadas na Secção de Inovação da PQDL para possível consideração como adições futuras às linhas orientadoras da Prática. Biblioteca Electrónica de Avaliações Contém um depósito para avaliação objectiva dos projectos e programas da CARE que promove a responsabilização para com os agentes sociais e permite uma aprendizagem contínua através de uma partilha transparente. Recursos na Abordagem do Programa A PQDL contém uma série de documentos sobre a necessidade de pensar e planear com uma perspectiva a longo prazo. Para saber mais, recomendamos que visite a PQDL e que leia o documento introdutório O que é que a qualidade do programa significa para a CARE? e toda a secção de Estratégias Programáticas. Para além disso, certifique-se de que revê estes recursos úteis: Guidelines to monitoring and Evaluation: How Are We Doing? de Barton DME-IS Guidelines, de Siles Política de avaliação da CI Some Ideas to Guide Evaluation ToRs for CARE de Rugh Operationalizing HLS A Holistic Approach de Frankenberger, Drinkwater e Maxwell Baseline Guidelines de Caldwell Benefits-Harms Handbook de O Brien Checklist for Quality of Monitoring Information de Picard Existem também uma série de documentos que fornecem orientação sobre a abordagem do programa no pshift wiki. Os mais importantes são: Brief No.1_What is a Program Approach (O que é uma abordagem a um programa) e Brief No.2_Learning and Knowledge Sharing for the Program Shift. (Aprendizagem e partilha de conhecimento para a mudança do programa). Para saber mais: Para saber mais sobre a abordagem do programa, vá a: Básico do Gestor de Projectos Página 13

18 Capítulo 3 Entendimento dos documentos do projecto Em muitos casos, os gestores de projecto são contratados depois de os projectos terem sido concebidos, os orçamentos aprovados, as parcerias formadas e os contratos negociados. Uma das suas primeiras tarefas como gestor de projecto é localizar todos os documentos principais que definem o projecto e os seus compromissos. Deve consultar estes documentos com frequência porque são a fundação do planeamento do projecto, da conformidade e da monitorização de actividades do projecto. Lista de verificação dos documentos do projecto A lista de verificação seguinte descreve alguns dos documentos mais comuns utilizados pelos gestores de projecto. O seu gestor pode dar-lhe outros documentos relacionados com o projecto. Lista de verificação dos documentos do projecto Documento Finalidade Página 14 Básico do Gestor de Projectos

19 Documento Proposta técnica Quadro de Registo Finalidade Juntamente com o seu acordo ou contrato do projecto, este é o documento orientador para a concepção do seu projecto. Este documento: Declara o contexto Define o problema Descreve a população afectada e as áreas-alvo Identifica o seu objectivo, actividades, contribuições, resultados e indicadores Descreve a estratégia do projecto para atingir o impacto desejado Pode também sugerir a estrutura de funcionários, o enfoque geográfico e parceiros, incluindo os seus papéis e responsabilidades. Algumas propostas irão incluir um quadro lógico (Quadro de Registo), que é um resumo dos principais elementos da proposta. O Quadro de Registo dá-lhe uma imagem de como o projecto vai funcionar para alcançar o seu objectivo. Inclui: Indicadores (medidas que mostram o progresso) Meios de verificação (fontes de informação e métodos usados para mostrar o progresso) Suposições (eventos, condições ou decisões que estão para além do controlo do projecto) relacionadas com o seu objectivo, resultados e actividades Básico do Gestor de Projectos Página 15

20 Documento Orçamento Apontamentos do orçamento Plano de Monitorização e Avaliação Recursos-chave para Gestores de Projecto Finalidade O orçamento providencia as despesas planeadas para actividades propostas na proposta técnica. Ao familiarizar-se em profundidade com o orçamento, pode gerir melhor o financiamento providenciado pelo doador. Inclui: Itens de Linha Orçamental Aprovados. Consiste em grupos grandes de custo que podem variar dependendo do doador. Os maiores grupos são usados para monitorizar o estado das despesas. Orçamento detalhado. Fornece detalhes dos custos incluídos em cada item de linha aprovado. Por exemplo, o número de itens orçamentados e os custos por unidade estão incluídos neste documento. Partilha de custos. Representa a contribuição da CARE para os custos do projecto a partir dos fundos do doador (para além do doador que financia o projecto). Isto pode ser uma contribuição em dinheiro ou em géneros. O orçamento descreve o tipo de custo e designa o doador. As contribuições de partilha de custos são obrigações contratuais. As contribuições dos doadores podem ser reduzidas se a CARE não for capaz de cumprir a sua parte dos custos. Recuperação de Custos Indirectos (ICR, Indirect Cost Recovery) Recupera os custos indirectos da CARE incorridos na gestão do trabalho geral da CARE. Os custos indirectos incluem todos os custos da sede e unidades de gestão regional baseadas em campo, mas excluem a angariação de fundos. A ICR é calculada como uma percentagem dos custos directos do projecto. A taxa ICR representa a percentagem de custos da sede, dos custos totais da CARE com o projecto. A taxa é aprovada pelo governo dos EUA e utilizada em todas as candidaturas para financiamento ao governo dos EUA. Os apontamentos do orçamento contêm informações adicionais sobre o orçamento. Estes apontamentos devem explicar a natureza dos custos, a base dos custos unitários e como o número de unidades foi calculado no orçamento. Algumas propostas incluem um plano de monitorização e avaliação que é utilizado para avaliar o progresso do projecto, o seu desempenho e impacto. A monitorização é a recolha regular (mais a análise e utilização) de informações dentro do projecto, sobre o seu progresso. A avaliação é a revisão periódica de informações internas, assim como acerca de projectos e do seu desempenho. Tem vários níveis, cada um intimamente ligado à hierarquia de objectivos no Quadro de Registo. Página 16 Básico do Gestor de Projectos

Mapeando uma Estratégia de Advocacia

Mapeando uma Estratégia de Advocacia Mapeando uma Estratégia de Advocacia Tomando em consideração os limites de tempo e recursos dos implementadores, as ferramentas da série Straight to the Point (Directo ao Ponto), da Pathfinder International,

Leia mais

Elementos Básicos de Implementação de Projectos G U I A P A R A G E S T O R E S D E P R O J E C T O S

Elementos Básicos de Implementação de Projectos G U I A P A R A G E S T O R E S D E P R O J E C T O S Elementos Básicos de Implementação de Projectos G U I A P A R A G E S T O R E S D E P R O J E C T O S Elementos Básicos de Implementação de Projectos G U I A P A R A G E S T O R E S D E P R O J E C T

Leia mais

Partilha de informação com as comunidades

Partilha de informação com as comunidades Briefing da CAFOD sobre : Nível 1 (Básico) com as comunidades Este Briefing apresenta um guia básico passo-a-passo para os parceiros da CAFOD sobre a partilha de informação com as comunidades que apoiam

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Projecto IMCHE/2/CP2 1 ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

Leia mais

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030.

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. O acordo sobre uma meta do Objectivo de Desenvolvimento Sustentável relativamente ao acesso universal

Leia mais

Estratégia de parceria global da IBIS 2012. Estratégia de parceria global da IBIS

Estratégia de parceria global da IBIS 2012. Estratégia de parceria global da IBIS Estratégia de parceria global da IBIS Aprovada pelo conselho da IBIS, Agosto de 2008 1 Introdução A Visão da IBIS 2012 realça a importância de estabelecer parcerias com diferentes tipos de organizações

Leia mais

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS CARTA DAS ONGD EUROPEIAS Princípios Básicos do Desenvolvimento e da Ajuda Humanitária das ONGD da União Europeia O Comité de Liaison das ONG de Desenvolvimento da UE O Comité de Liaison ONGD-UE representa,

Leia mais

Preparação de um Plano de Trabalho

Preparação de um Plano de Trabalho Preparação de um Plano de Trabalho Tomando em consideração os limites de tempo e recursos dos implementadores, as ferramentas da série Straight to the Point (Directo ao Ponto), da Pathfinder International,

Leia mais

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes

A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A NORMA PORTUGUESA NP 4427 SISTEMA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS REQUISITOS M. Teles Fernandes A satisfação e o desempenho dos recursos humanos em qualquer organização estão directamente relacionados entre

Leia mais

O que é a adaptação às mudanças climáticas?

O que é a adaptação às mudanças climáticas? Síntese da CARE Internacional sobre Mudanças Climáticas O que é a adaptação às mudanças climáticas? As mudanças climáticas colocam uma ameaça sem precedentes a pessoas vivendo nos países em desenvolvimento

Leia mais

CRITÉRIO 3: SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO E GESTÃO DO DESEMPENHO

CRITÉRIO 3: SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO E GESTÃO DO DESEMPENHO CRITÉRIO 3: SISTEMA DE DESENVOLVIMENTO E GESTÃO DO DESEMPENHO Este capítulo inclui: Visão geral O Ciclo de Gestão do Desempenho: Propósito e Objectivos Provas requeridas para a acreditação Outros aspectos

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008

ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003. Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 ORIENTAÇÃO SOBRE PRINCÍPIOS DE AUDITORIA NP EN ISO 19011:2003 Celeste Bento João Carlos Dória Novembro de 2008 1 SISTEMÁTICA DE AUDITORIA - 1 1 - Início da 4 - Execução da 2 - Condução da revisão dos documentos

Leia mais

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão

Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Este sistema é sustentado por 14 pilares: Elemento 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão Como as pessoas tendem a imitar os seus líderes, estes devem-se empenhar e comprometer-se com o QSSA, para servirem

Leia mais

PRINCÍPIOS PARA A AVALIAÇÃO DA AJUDA AO DESENVOLVIMENTO

PRINCÍPIOS PARA A AVALIAÇÃO DA AJUDA AO DESENVOLVIMENTO COMITÉ DE AJUDA AO DESENVOLVIMENTO PRINCÍPIOS PARA A AVALIAÇÃO DA AJUDA AO DESENVOLVIMENTO PARIS 1991 ÍNDICE I. INTRODUÇÃO 3 II. FINALIDADE DA AVALIAÇÃO 5 III. IMPARCIALIDADE E INDEPENDÊNCIA 6 IV. CREDIBILIDADE

Leia mais

GESTÃO de PROJECTOS. Gestor de Projectos Informáticos. Luís Manuel Borges Gouveia 1

GESTÃO de PROJECTOS. Gestor de Projectos Informáticos. Luís Manuel Borges Gouveia 1 GESTÃO de PROJECTOS Gestor de Projectos Informáticos Luís Manuel Borges Gouveia 1 Iniciar o projecto estabelecer objectivos definir alvos estabelecer a estratégia conceber a estrutura de base do trabalho

Leia mais

Marketing de Feiras e Eventos: Promoção para Visitantes, Expositores e Patrocinadores

Marketing de Feiras e Eventos: Promoção para Visitantes, Expositores e Patrocinadores Gestão e Organização de Conferências e Reuniões Organização de conferências e reuniões, nos mais variados formatos, tais como reuniões educativas, encontros de negócios, convenções, recepções, eventos

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Adoptada pelos Ministros da Saúde e Ministros do Ambiente na Segunda Conferência Interministerial sobre Saúde e

Leia mais

Termos de Referência

Termos de Referência MAPEAMENTO DE PARTES INTERESSADAS (PARCEIROS E DOADORES) Termos de Referência 1. Contexto O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) tem vindo a trabalhar em Moçambique desde os meados dos anos 90 em áreas-chave

Leia mais

Índice Descrição Valor

Índice Descrição Valor 504448064 Índice Descrição Valor 1 Missão, Objectivos e Princípios Gerais de Actuação 11 Cumprir a missão e os objectivos que lhes tenham sido determinados de forma económica, financeira, social e ambientalmente

Leia mais

DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO

DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO EPSU, UNI Europa, ETUCE, HOSPEEM, CEMR, EFEE, EuroCommerce,

Leia mais

DOCUMENTO DE POSICIONAMENTO DA IBIS SOBRE A JUVENTUDE

DOCUMENTO DE POSICIONAMENTO DA IBIS SOBRE A JUVENTUDE DOCUMENTO DE POSICIONAMENTO DA IBIS SOBRE A JUVENTUDE A IBIS visa contribuir para o empoderamento dos jovens como cidadãos activos da sociedade, com igual usufruto de direitos, responsabilidades e participação

Leia mais

Âmbito dos serviços de controlo de saúde da Compellent

Âmbito dos serviços de controlo de saúde da Compellent Descrição do serviço Controlo de Saúde de SAN Dell Compellent Visão geral do serviço A presente Descrição do Serviço ( Descrição do Serviço ) é celebrada entre si, o cliente ( você ou Cliente ), e a entidade

Leia mais

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000

ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário. As Normas da família ISO 9000. As Normas da família ISO 9000 ISO 9000:2000 Sistemas de Gestão da Qualidade Fundamentos e Vocabulário Gestão da Qualidade 2005 1 As Normas da família ISO 9000 ISO 9000 descreve os fundamentos de sistemas de gestão da qualidade e especifica

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

Diagnóstico de Competências para a Exportação

Diagnóstico de Competências para a Exportação Diagnóstico de Competências para a Exportação em Pequenas e Médias Empresas (PME) Guia de Utilização DIRECÇÃO DE ASSISTÊNCIA EMPRESARIAL Departamento de Promoção de Competências Empresariais Índice ENQUADRAMENTO...

Leia mais

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4

Plano estratégico da ADRA Portugal. Siglas 2. Identidade 3 Visão 3 Missão 3. Princípios e Valores 4 Conteúdos: Siglas 2 Identidade 3 Visão 3 Missão 3 Princípios e Valores 4 Objetivos Gerais Meta 1: Responsabilidade Social e Ação Social 6 Meta 2: Cooperação e Ação Humanitária 7 Meta 3: Educação para o

Leia mais

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações

Data de adopção. Referência Título / Campo de Aplicação Emissor. Observações NP ISO 10001:2008 Gestão da qualidade. Satisfação do cliente. Linhas de orientação relativas aos códigos de conduta das organizações CT 80 2008 NP ISO 10002:2007 Gestão da qualidade. Satisfação dos clientes.

Leia mais

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL CADERNOS DE MUSEOLOGIA Nº 28 2007 135 GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL INTRODUÇÃO Os Sistemas da Qualidade

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa

Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa Comissão Europeia O que é a Estratégia Europeia para o Emprego? Toda a gente precisa de um emprego. Todos temos necessidade de

Leia mais

Normas do CAD para a Qualidade da Avaliação

Normas do CAD para a Qualidade da Avaliação Rede de Avaliação do CAD Normas do CAD para a Qualidade da Avaliação (para aplicação em fase experimental) As normas em anexo são provisórias e foram aprovadas pelos membros da Rede de Avaliação do CAD,

Leia mais

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade:

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade: Evolução do conceito 2 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da :. evolução do conceito. gestão pela total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9000:2000 gestão pela total garantia da controlo

Leia mais

As Organizações e os Sistemas de Informação

As Organizações e os Sistemas de Informação As Organizações e os Sistemas de Informação Uma Introdução Luís Paulo Peixoto dos Santos Junho, 2002 Uma organização é uma estrutura complexa e formal cujo objectivo é gerar produtos ou serviços, com ou

Leia mais

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59.

Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59. Relatório da Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59 Resumo Novembro de 2009 Avaliação intercalar da execução do Plano de

Leia mais

TORs da Avaliação do CCF Julho, 2014

TORs da Avaliação do CCF Julho, 2014 1. CONTEXTO AVALIAÇÃO DO CENTRO CRIANÇA FELIZ Termos de Referência O projecto Centro Criança Feliz é uma iniciativa da IBIS Moçambique, concebida e por si implementada desde 2008. O projecto surgiu no

Leia mais

RESUMO DAS PRINCIPAIS QUESTÕES PARA

RESUMO DAS PRINCIPAIS QUESTÕES PARA A implementação de políticas de apoio a crianças e jovens pertencentes a minorias étnicas que têm o inglês como língua adicional (incluindo a avaliação do impacto de igualdade) Ministério da Educação Janeiro

Leia mais

OPQ Perfi l OPQ. Relatório para as Vendas. Nome Sra. Exemplo 3

OPQ Perfi l OPQ. Relatório para as Vendas. Nome Sra. Exemplo 3 OPQ Perfi l OPQ Relatório para as Vendas Nome Sra. Exemplo 3 Data 28 Agosto 2014 www.ceb.shl.com www.transformece.com.br INTRODUÇÃO O Relatório para as Vendas da SHL ajuda a compreender a adequação potencial

Leia mais

T&E Tendências & Estratégia

T&E Tendências & Estratégia FUTURE TRENDS T&E Tendências & Estratégia Newsletter número 1 Março 2003 TEMA deste número: Desenvolvimento e Gestão de Competências EDITORIAL A newsletter Tendências & Estratégia pretende ser um veículo

Leia mais

Reforma institucional do Secretariado da SADC

Reforma institucional do Secretariado da SADC Reforma institucional do Secretariado da SADC Ganhamos este prémio e queremos mostrar que podemos ainda mais construirmos sobre este sucesso para alcançarmos maiores benefícios para a região da SADC e

Leia mais

Política de Avaliação da CARE Internacional 1

Política de Avaliação da CARE Internacional 1 Política de Avaliação da CARE Internacional 1 Objectivo Esta Política de Avaliação é elaborada para ajudar a CARE a realizar a sua visão e missão de redução da pobreza e usufruto dos direitos, através

Leia mais

Estabelecendo Prioridades para Advocacia

Estabelecendo Prioridades para Advocacia Estabelecendo Prioridades para Advocacia Tomando em consideração os limites de tempo e recursos dos implementadores, as ferramentas da série Straight to the Point (Directo ao Ponto), da Pathfinder International,

Leia mais

DESCRIÇÃO DO TRABALHO. Directora Nacional, WWF Moçambique

DESCRIÇÃO DO TRABALHO. Directora Nacional, WWF Moçambique DESCRIÇÃO DO TRABALHO Título de posição: Responde a: Supervisiona: Localização: Gestor de Comunicação Directora Nacional, WWF Moçambique Todo pessoal de comunicações Maputo, Moçambique Data: 19 de Agosto

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE)

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União Europeia no domínio da

Leia mais

BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE

BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE III. 1 - Definições FASE DE ENTRADA Para além das previstas no artigo II.1, aplicam-se à presente convenção de subvenção as

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE Local de trabalho: Maputo, Moçambique Duração do contrato: Três (3) meses: Novembro 2011

Leia mais

DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS

DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS N. o 032/B/2009-DBS/AMCM Data: 14/8/2009 DIRECTIVA RELATIVA À SUBCONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS A Autoridade Monetária de Macau (AMCM), no exercício das competências que lhe foram atribuídas pelo Artigo 9. o

Leia mais

BALANCED SCORECARD NA ABORDAGEM POR PROCESSOS

BALANCED SCORECARD NA ABORDAGEM POR PROCESSOS APLICAÇÃO DA METODOLOGIA BALANCED SCORECARD NA ABORDAGEM POR PROCESSOS -1- AGENDA Quem somos Modelo de Gestão Gestão por Objectivos - BSC Conclusões e Resultados -2- AGENDA Quem somos -3- O QUE FAZEMOS

Leia mais

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado

Departamento Comercial e Marketing. Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010. Técnicas de Secretariado Escola Secundaria de Paços de Ferreira 2009/2010 Técnicas de Secretariado Departamento Comercial e Marketing Módulo 23- Departamento Comercial e Marketing Trabalho realizado por: Tânia Leão Departamento

Leia mais

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES JANEIRO 2013 ÍNDICE DE CONTEÚDOS Introdução...1 Antes das Três Linhas: Supervisão do Gerenciamento

Leia mais

Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva

Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva PROCESSO DE AVALIAÇÃO EM CONTEXTOS INCLUSIVOS PT Preâmbulo Indicadores Gerais para a Avaliação Inclusiva A avaliação inclusiva é uma abordagem à avaliação em ambientes inclusivos em que as políticas e

Leia mais

Gestão dos Níveis de Serviço

Gestão dos Níveis de Serviço A Gestão dos Níveis de Serviço (SLM) Os sistemas e tecnologias de informação e comunicação têm nas empresas um papel cada vez mais importante evoluindo, hoje em dia, para níveis mais elevados de funcionamento

Leia mais

Controlo da Qualidade Aula 05

Controlo da Qualidade Aula 05 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da qualidade:. evolução do conceito. gestão pela qualidade total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9001:2000 Evolução do conceito 2 gestão pela qualidade

Leia mais

CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE

CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE CONCORRÊNCIA E COMPETITIVIDADE Capítulo 7 Balanced Scorecard ÍNDICE 7.1 O que é o Balanced Scorecard 7.2 Indicadores de Ocorrência 7.3 O Método 7.4 Diagramas de Balanced Scorecard Capítulo 7 - BALANCED

Leia mais

Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais. Procedimentos

Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais. Procedimentos Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais EQUASS Assurance Procedimentos 2008 - European Quality in Social Services (EQUASS) Reservados todos os direitos. É proibida a reprodução total ou parcial

Leia mais

Uma plataforma estratégica

Uma plataforma estratégica Publicado: Fevereiro 2007 Autor: Rui Loureiro Sénior Partner Implementar o Help Desk Quando simplesmente pensamos em implementar um Help Desk, isso pode significar uma solução fácil de realizar ou algo

Leia mais

ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE

ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fundação Minerva - Cultura - Ensino E Investigação

Leia mais

Consultoria Para Mapeamento os Actores e Serviços de Apoio as Mulheres Vitimas de Violência no País 60 dias

Consultoria Para Mapeamento os Actores e Serviços de Apoio as Mulheres Vitimas de Violência no País 60 dias TERMO DE REFERÊNCIA Consultoria Para Mapeamento os Actores e Serviços de Apoio as Mulheres Vitimas de Violência no País 60 dias 1. Contexto e Justificação O Programa conjunto sobre o Empoderamento da Mulher

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA INTEGRAR POOL DE VOLUNTÁRIOS INTERNACIONAIS PARA MISSÕES DE EMERGÊNCIA

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA INTEGRAR POOL DE VOLUNTÁRIOS INTERNACIONAIS PARA MISSÕES DE EMERGÊNCIA TERMOS DE REFERÊNCIA PARA INTEGRAR POOL DE VOLUNTÁRIOS INTERNACIONAIS PARA MISSÕES DE EMERGÊNCIA A AMI é uma Organização Não Governamental (ONG) portuguesa, privada, independente, apolítica e sem fins

Leia mais

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

Como elaborar um plano de divulgação para a expansão das abordagens de MIFS

Como elaborar um plano de divulgação para a expansão das abordagens de MIFS Como elaborar um plano de divulgação para a expansão das abordagens de MIFS Um bom plano de divulgação deverá assegurar que todos os envolvidos estão a par do que está a ser proposto e do que irá acontecer

Leia mais

Workshop Para onde vai o seu dinheiro Boas Práticas para o Orçamento da Saúde Antecipar questões em vez de criticar soluções. Documento de trabalho

Workshop Para onde vai o seu dinheiro Boas Práticas para o Orçamento da Saúde Antecipar questões em vez de criticar soluções. Documento de trabalho Workshop Para onde vai o seu dinheiro Boas Práticas para o Orçamento da Saúde Antecipar questões em vez de criticar soluções Documento de trabalho Para pedir às pessoas que colaborem activamente na sustentabilidade

Leia mais

Agência certa. Guia de boas práticas para concursos de agências de publicidade e comunicação.

Agência certa. Guia de boas práticas para concursos de agências de publicidade e comunicação. Agência certa. Guia de boas práticas para concursos de agências de publicidade e comunicação. Introdução. Os profissionais de marketing têm que trabalhar em parcerias mutuamente benéficas com as suas agências

Leia mais

FICHA TÉCNICA DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE PROJECTOS NÍVEL 1 EDIÇÃO Nº 01/2013

FICHA TÉCNICA DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE PROJECTOS NÍVEL 1 EDIÇÃO Nº 01/2013 FICHA TÉCNICA DO CURSO ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO DE PROJECTOS NÍVEL 1 EDIÇÃO Nº 01/2013 1. DESIGNAÇÃO DO CURSO Especialização em Gestão de Projectos Nível 1 2. COMPETÊNCIAS A DESENVOLVER Este curso constitui

Leia mais

(CRÉDITO Nº 4684) FUNDO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL FDI GUIÃO DE CONCEPÇÃO DE PROJECTOS 4.º CICLO DE CANDIDATURAS

(CRÉDITO Nº 4684) FUNDO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL FDI GUIÃO DE CONCEPÇÃO DE PROJECTOS 4.º CICLO DE CANDIDATURAS REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Direcção para a Coordenação do Ensino Superior DICES Projecto do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia HEST UNIDADE DE COORDENAÇÃO DO PROJECTO (CRÉDITO Nº

Leia mais

ACORDO DE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO ENTRE O GOVERNO DE TIMOR-LESTE O GOVERNO DA AUSTRÁLIA. Novembro de 2011

ACORDO DE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO ENTRE O GOVERNO DE TIMOR-LESTE O GOVERNO DA AUSTRÁLIA. Novembro de 2011 ACORDO DE PLANEAMENTO ESTRATÉGICO PARA O DESENVOLVIMENTO ENTRE O GOVERNO DE TIMOR-LESTE E O GOVERNO DA AUSTRÁLIA Novembro de 2011 Acordo de planeamento estratégico para o desenvolvimento Timor-Leste Austrália

Leia mais

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Identificação

Leia mais

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação O Business Analytics for Microsoft Business Solutions Navision ajuda-o a ter maior controlo do seu negócio, tomar rapidamente melhores decisões e equipar os seus funcionários para que estes possam contribuir

Leia mais

PARCERIA E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES

PARCERIA E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS PARCERIA E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES [MULTI-BENEFICIÁRIOS] III. 1 - Definições Para além das previstas no artigo II.1, aplicam-se à presente convenção

Leia mais

INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL A SUPERVISÃO DAS ENTIDADES GESTORAS DOS SISTEMAS COMPLEMENTARES DE REFORMA

INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL A SUPERVISÃO DAS ENTIDADES GESTORAS DOS SISTEMAS COMPLEMENTARES DE REFORMA INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL A SUPERVISÃO DAS ENTIDADES GESTORAS DOS SISTEMAS COMPLEMENTARES DE REFORMA 1 A regulação e a supervisão prudencial são um dos pilares essenciais para a criação de um clima

Leia mais

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE

MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE MÓDULO III HELP DESK PARA FORMAÇÃO ONLINE Objectivos gerais do módulo No final do módulo, deverá estar apto a: Definir o conceito de Help Desk; Identificar os diferentes tipos de Help Desk; Diagnosticar

Leia mais

PARCERIAS E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES

PARCERIAS E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS PARCERIAS E PONTES MARIE CURIE ENTRE EMPRESAS E UNIVERSIDADES [MULTI-BENEFICIÁRIOS] III.1 Definições Para além das previstas no artigo II.1, aplicam-se à presente convenção

Leia mais

Gestão da Informação

Gestão da Informação Gestão da Informação Aplicações de suporte à Gestão da Informação na empresa Luis Borges Gouveia, lmbg@ufp.pt Aveiro, Fevereiro de 2001 Sistemas de informação para empresas Manutenção e exploração de sistemas

Leia mais

CMSC-FAC COMUNICAÇÃO. PARA A MUDANÇA SOCIAL E DE COMPORTAMENTO Ferramenta de Avaliação da Capacidade PARA USO COM ORGANIZAÇÕES

CMSC-FAC COMUNICAÇÃO. PARA A MUDANÇA SOCIAL E DE COMPORTAMENTO Ferramenta de Avaliação da Capacidade PARA USO COM ORGANIZAÇÕES CMSC-FAC COMUNICAÇÃO PARA A MUDANÇA SOCIAL E DE COMPORTAMENTO Ferramenta de Avaliação da Capacidade PARA USO COM ORGANIZAÇÕES PARTE II: FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO Esta publicação é tornada possível graças

Leia mais

Glossário. Competência para a acção. (questionário em competências para a acção e actividade)

Glossário. Competência para a acção. (questionário em competências para a acção e actividade) Conceito Competência para a acção Explicação Competência para a acção compreende todas as habilidades, competências e experiências de uma pessoa, que lhe possibilita auto-organizar-se para realizar correctamente

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

HP NonStop Server Capacity Planning

HP NonStop Server Capacity Planning HP NonStop Server Capacity Planning Serviços HP Dados técnicos Determinar futuros requisitos de capacidade de hardware para sistemas NonStop de processamento de transações online em constante crescimento

Leia mais

27001 Lead Implementer

27001 Lead Implementer ANSI Accredited Program BEHAVIOUR ISO Lead ADQUIRA AS COMPETÊNCIAS NECESSÁRIAS PARA SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO (SGSI) BASEADOS NA NORMA ISO Sobre o curso Este curso intensivo com duração de cinco dias, permite

Leia mais

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844 SA11715 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844 MECANISMO REVISTO DE ACOMPANHAMENTO DA IMPLEMENTAÇÃO, MONITORIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DO PLANO

Leia mais

Auditorias 25-01-2013. ISO 19011 âmbito. Termos e definições. Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2012/2013

Auditorias 25-01-2013. ISO 19011 âmbito. Termos e definições. Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2012/2013 Auditorias Gestão da Qualidade João Noronha ESAC 2012/2013 ISO 19011 âmbito Linhas de orientação para auditoria a sistemas de gestão Princípios de auditoria Gestão de programas de auditoria Condução de

Leia mais

Descrição de Tarefas para a Posição de Director de Programas, Políticas e Comunicação da AAMOZ

Descrição de Tarefas para a Posição de Director de Programas, Políticas e Comunicação da AAMOZ Descrição de Tarefas para a Posição de Director de Programas, Políticas e Comunicação da AAMOZ ActionAid é uma federação internacional trabalhando para erradicar a pobreza e a injustiça. A ActionAid foi

Leia mais

Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação

Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação Ficha Técnica Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação Edição: Região Autónoma dos Açores Secretaria Regional da Educação e Ciência Direcção Regional da Educação Design e Ilustração: Gonçalo Cabaça Impressão:

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial

Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial Desenvolvimento Sustentável da Inovação Empresarial Inovar para Ganhar Paulo Nordeste Portugal tem apresentado nos últimos anos casos de sucesso em inovação; como novos produtos, serviços e modelos de

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO. Requisitos e Diretrizes para a Integração de Sistemas de Gestão PAS 99:2012

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO. Requisitos e Diretrizes para a Integração de Sistemas de Gestão PAS 99:2012 Risk Tecnologia Coleção Risk Tecnologia SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO Requisitos e Diretrizes para a Integração de Sistemas de Gestão PAS 99:2012 Aplicável às Atuais e Futuras Normas ISO 9001, ISO 14001,

Leia mais

ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO

ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO ANALISANDO UM ESTUDO DE CASO (Extraído e traduzido do livro de HILL, Charles; JONES, Gareth. Strategic Management: an integrated approach, Apêndice A3. Boston: Houghton Mifflin Company, 1998.) O propósito

Leia mais

Assegurar que o Progress produz resultados

Assegurar que o Progress produz resultados Assegurar que o Progress produz resultados Quadro estratégico para a execução do Progress, programa comunitário para o emprego e a solidariedade social (2007 2013) Comissão Europeia Assegurar que o Progress

Leia mais

PROJECTO DE ORÇAMENTO RECTIFICATIVO N.º 6 AO ORÇAMENTO GERAL DE 2010

PROJECTO DE ORÇAMENTO RECTIFICATIVO N.º 6 AO ORÇAMENTO GERAL DE 2010 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 17.6.2010 COM(2010) 315 final PROJECTO DE ORÇAMENTO RECTIFICATIVO N.º 6 AO ORÇAMENTO GERAL DE 2010 MAPA DE RECEITAS E DE DESPESAS POR SECÇÃO Secção II Conselho Europeu e Conselho

Leia mais

1 Serviços de Planeamento e Transformação Empresarial Os Serviços de Planeamento e Transformação Empresarial da SAP incluem:

1 Serviços de Planeamento e Transformação Empresarial Os Serviços de Planeamento e Transformação Empresarial da SAP incluem: Descrição de Serviços Serviços de Planeamento e Empresarial Os Serviços de Planeamento e Empresarial fornecem serviços de consultoria e prototipagem para facilitar a agenda do Licenciado relativa à inovação

Leia mais

GUIA PARA A COOPERAÇÃO SUL-SUL E TRIANGULAR E O TRABALHO DECENTE

GUIA PARA A COOPERAÇÃO SUL-SUL E TRIANGULAR E O TRABALHO DECENTE GUIA PARA A COOPERAÇÃO SUL-SUL E TRIANGULAR E O TRABALHO DECENTE Conteúdo Introdução Definição de Cooperação Sul-Sul e Cooperação triangular Cooperação Sul-Sul e triangular Princípios da Cooperação Sul-Sul

Leia mais

20000 Lead Implementer

20000 Lead Implementer ANSI Accredited Program BEHAVIOUR ISO Lead PARA IMPLEMENTAR E GERIR SISTEMAS DE GESTÃO DE SERVIÇOS (SGS) BASEADOS NA NORMA ISO Sobre o curso Este curso intensivo com duração de cinco dias, permite aos

Leia mais

CAPÍTULO 2 INTRODUÇÃO À GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES

CAPÍTULO 2 INTRODUÇÃO À GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES Processos de Gestão ADC/DEI/FCTUC/2000/01 CAP. 2 Introdução à Gestão das Organizações 1 CAPÍTULO 2 INTRODUÇÃO À GESTÃO DAS ORGANIZAÇÕES 2.1. Conceito de Gestão Vivemos numa sociedade de organizações (dos

Leia mais

DESENVOLVER E GERIR COMPETÊNCIAS EM CONTEXTO DE MUDANÇA (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Julho/Agosto 2004)

DESENVOLVER E GERIR COMPETÊNCIAS EM CONTEXTO DE MUDANÇA (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Julho/Agosto 2004) DESENVOLVER E GERIR COMPETÊNCIAS EM CONTEXTO DE MUDANÇA (Publicado na Revista Hotéis de Portugal Julho/Agosto 2004) por Mónica Montenegro, Coordenadora da área de Recursos Humanos do MBA em Hotelaria e

Leia mais

- Aviso n.º 14/2009-AMCM -

- Aviso n.º 14/2009-AMCM - - Aviso n.º 14/2009-AMCM - ASSUNTO: SUPERVISÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA GUIA PARA AS INSTITUIÇÕES SEGURADORAS AUTORIZADAS REFERENTE AO TRATAMENTO DE QUEIXAS DE TOMADORES DOS SEGUROS/CLIENTES/TERCEIROS

Leia mais

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2009 CD49.R10 (Port.) ORIGINAL:

Leia mais

Roteiro Passo a Passo

Roteiro Passo a Passo Roteiro Passo a Passo As secções abaixo providenciam um roteiro passo a passo para o ciclo de projecto ABC. O roteiro está organizado em torno dos estágios simplificados do ciclo do projecto análise, desenho

Leia mais

QUESTIONÁRIO Percepção de Risco

QUESTIONÁRIO Percepção de Risco O documento em PDF está pronto a ser utilizado. Por favor, lembre-se de guardar as alterações após responder à totalidade do questionário, enviando em seguida para o seguinte endereço eletrónico maria.carmona@hzg.de

Leia mais

Desenvolvimento de uma Política de Prevenção de Acidentes Graves e de. um Sistema de Gestão da Segurança para a Prevenção de Acidentes

Desenvolvimento de uma Política de Prevenção de Acidentes Graves e de. um Sistema de Gestão da Segurança para a Prevenção de Acidentes Linhas de Orientação Desenvolvimento de uma Política de Prevenção de Acidentes Graves e de um Sistema de Gestão da Segurança para a Prevenção de Acidentes Graves Definição da Política Revisão pela Direcção

Leia mais

World Disaster Reduction Campaign 2010-2011 Making Cities Resilient: Amadora is Getting Ready!

World Disaster Reduction Campaign 2010-2011 Making Cities Resilient: Amadora is Getting Ready! Parceiros: Câmara Municipal da Amadora Serviço Municipal de Protecção Civil Tel. +351 21 434 90 15 Tel. +351 21 494 86 38 Telm. +351 96 834 04 68 Fax. +351 21 494 64 51 www.cm-amadora.pt www.facebook.com/amadora.resiliente

Leia mais

AFRICAN UNION UNION AFRICAINE

AFRICAN UNION UNION AFRICAINE AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone : 011-551 7700 Fax : 011-551 7844 website : www. au.int Criada como um organismo Pan-africano continental único,

Leia mais

Código de Conduta do Voluntariado para a Cooperação

Código de Conduta do Voluntariado para a Cooperação Código de Conduta do Voluntariado para a Cooperação Preâmbulo Com o objectivo de unir os esforços das Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento (ONGD) associadas da Plataforma Portuguesa das

Leia mais

O PROCESSO DE REVISÃO ISO 9001

O PROCESSO DE REVISÃO ISO 9001 O PROCESSO DE REVISÃO ISO 9001 Ana Francisco Gestora de Cliente Tópicos Enquadramento do Processo de Revisão Principais Alterações Pensamento Baseado em Risco Informação Documentada Princípios da Qualidade

Leia mais