Considerações sobre uso de ambientes para ensino a distância

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1 Tânia Martins Preto 85 Considerações sobre uso de ambientes para ensino a distância Tânia Martins Preto (Mestre) Curso de Tecnologia em Processamento de Dados - Universidade Tuiuti do Paraná

2 86 Considerações sobre uso de ambientes para ensino... Resumo Os ambientes de aprendizagem através da WEB (World Wide Web) utilizam a internet como meio de publicação e transmissão de material didático, avaliação e comunicação. Existem diversos tipos de ambientes, cada qual com suas características, vantagens e desvantagens. Na escolha de um determinado ambiente para ser utilizado ou implementado, devem ser avaliados diversos fatores, tais como: o assunto a ser abordado, forma de comunicação, pessoas envolvidas e outros. Este trabalho tem como objetivo abordar alguns tipos de ambientes e analisar alguns fatores a serem considerados na escolha de um ambiente. Palavras-chave: educação a distância, ambientes de aprendizagem, comunicação. Abstract The learning environment through the WEB (World Wide Web) utilize the internet as a medium for communication, transmission, evaluation and publication of didactic materials. There are many types of environments, each with its own characteristics, advantages and drawbacks. In the selection of one such environment to be implemented and utilized, many factors must be evaluated, such as: the subject to be treated, the form of communication, the persons involved and others. This work has the objective of undertake some types of environment and analyze some factors to be considered in the environment choice. Key words: education at distance, learning environment, communication.

3 Tânia Martins Preto 87 Introdução A utilização de ambientes computacionais para apoiar o ensino tem obtido um grande sucesso devido às diversas vantagens que apresenta, dentre elas: o aluno poder estudar onde e quando quiser e no seu próprio ritmo; diminuição do custo de alguns cursos pois não ocorre a necessidade de deslocamento de pessoal e material; desenvolvimento de interfaces cada vez mais amigáveis e utilização de diversos conceitos de hipermídia, inteligência artificial, pedagogia e outros. O ensino a distância existe há vários anos, no entanto a utilização da Web, para esse fim, é um processo mais recente. A aprendizagem através da Web é uma das formas de educação à distância (EDA), tipo de aprendizagem onde professores e estudantes estão separados pelo tempo e/ou espaço. Antes do advento da Web, o material didático para ensino a distância era divulgado através de recursos impressos, áudio e vídeo.

4 88 Considerações sobre uso de ambientes para ensino... A educação a distância pode ser situada entre a educação presencial (face a face) e a solitária (autodidata), pois conta com uma instituição de ensino ou um tutor (professor) que tem por finalidade apoiar o aluno, motivando-o, facilitando e avaliando continuamente sua aprendizagem. É possível que uma pessoa, dispondo de bons recursos didáticos autoinstrucionais, seja capaz de aprender sozinha ou parcialmente sozinha. Os ambientes de aprendizagem através da Web utilizam a Internet como meio de publicação e transmissão de material didático, avaliação e comunicação entre estudantes e professor. Termos e temas novos de discussão e pesquisa têm surgido, como Educação Baseada na Web (EBA), Educação Mediada por Computador (EDMC) e também diversas novas tendências dessas pesquisas, como por exemplo ambientes cooperativos, hipermídia, ambientes de simulação, sistemas de autoria, dentre outros. Novas ferramentas computacionais para desenvolvimentos de sistemas educacionais na Web também têm surgido, ex.: HTML, DHTML, XML, CGI, Java, ECMAScript, VRML (Raposo, 1999). A variedade de tipos de ambientes educacionais existentes é muito grande, bem como seus objetivos. É difícil dizer qual é o melhor, cada tipo de ambiente se adapta melhor a um determinado objetivo. Existem vários itens a serem considerados na escolha de um ambiente de ensino e para se efetuar uma boa escolha de um ambiente a ser utilizado ou desenvolvido, devese fazer uma boa analise das necessidades, objetivos e pessoas envolvidas Ambientes de aprendizagem Existem diversos tipos de ambientes de aprendizagem. Às vezes, ambientes com propósitos distintos contêm ferramentas em comum, sendo que, muitas vezes, é difícil fazer a distinção exata entre um tipo e outro. Alguns tipos de ambientes são os seguintes: Sistemas hipermídia O conceito de hipermídia está profundamente ligado ao conceito de hipertexto. Hipertexto refere-se a um documento eletrônico que permite percorrer um texto de forma não-linear, isto é, a partir de um determinado documento (ou página) existem várias possibilidades de navegação entre as informações (Vaughan, 1994). A informação em hipertextos é associada extensivamente a referências cruzadas, com um fato ligado a outro fato e assim sucessivamente. Hipermídia é a combinação do hipertexto com diversas mídia e a informação pode estar sob o formato de texto,

5 Tânia Martins Preto 89 imagens, animações, vídeo, som ou outros programas (Martins, 1992). Para navegar em documentos hipermídia, o usuário seleciona botões chamados de links ou âncoras e desta maneira passa para outras partes do mesmo documento (página), para outros documentos na mesma localidade ou para qualquer outra localidade na Web. As informações na Web, estão por natureza, organizadas na forma de hipermídia. Um dos grandes problemas desse tipo de organização é que o usuário pode se perder no universo de informações e se afastar do seu objetivo inicial. Sistemas para ensino através da Web devem guiar o usuário de maneira que ele não se afaste de seu objetivo e também fornecer informações sobre caminhos percorridos desde inicio de sua seção de trabalho até o momento corrente. A hipermídia pode ser considerada como um dos caminhos para a viabilização dos mais variados tipos de ambientes, por exemplo: Sistemas Tutoriais, Ambientes Colaborativos, Sites Educacionais e outros. Sistemas tutoriais e interfaces adaptativas Podem ou não utilizar técnicas de Inteligência Artificial em sua concepção. Os Tutoriais tradicionais (não inteligentes), buscam ensinar e controlar o processo de aprendizagem apresentando o mesmo tipo de conduta para todos os usuários. Podem ser elaborados na forma de documentos hipermídia com variação no grau de interatividade que é dada pela diversidade da mídias utilizadas e pelo grau de liberdade fornecido para a exploração do sistema. Alguns sistemas permitem que o aluno escolha um caminho dentre várias opções, de acordo com seus interesses e necessidades, outros sistemas impõem o caminho a ser percorrido. No segundo caso, se os recursos de apresentação não forem bem elaborados, corre-se o risco de desmotivar o aluno. Os Sistemas Tutoriais Inteligentes (STIs) executam acompanhamento individualizado. A incorporação das técnicas de IA permitem que o sistema tome decisões dinamicamente possuindo autonomia para decidir o que e como ensinar, fazendo com que as necessidades particulares dos alunos sejam atendidas. O sistemas inteligentes acrescentam aos sistemas tradicionais um maior grau de individualização e de resposta. As Interfaces Adaptativas possuem a característica de se moldarem às habilidades do usuário ou estudante. Para isto é preciso que o sistema tenha o conhecimento do que o estudante sabe e/ou quais são as suas preferências. As Interfaces Adaptativas permitem a mudança da apresentação em diversos níveis como por exemplo: (1) Alterações nas estratégias de

6 90 Considerações sobre uso de ambientes para ensino... ensino (ex.: mais exercícios ou mais teoria), (2) Alterações na interface do sistema. A construção de Interfaces Adaptativas está ligada à construção de Sistemas Tutoriais inteligentes, uma vez que, para construir Interfaces Adaptativas, faz-se necessário executar um acompanhamento individualizado do aluno, através de técnicas como, por exemplo, a modelagem de seu conhecimento e a comparação deste conhecimento com o que se espera que o aluno adquira ao final da etapa de estudo. Quanto melhor for esse acompanhamento, melhor será a adaptação do sistema e consequentemente o seu aproveitamento. Ambientes para aprendizagem cooperativa São ambientes que permitem a comunicação e cooperação de duas ou mais pessoas simultaneamente, trocando e compartilhando informações, de forma síncrona (ao mesmo tempo) e também assíncrona (em tempos diferentes). Podem conter diversas ferramentas acopladas em um mesmo ambiente. Os ambientes cooperativos destinam-se basicamente a organizar e facilitar a comunicação e a troca de informações entre seus participantes. Os fatores humanos necessários ao trabalho em grupo são considerados na construção do sistema. Existes diversos tipos de Ambientes de Aprendizagem Cooperativa, destacando-se os Frameworks e os Ambientes Distribuídos (Santos, 1999). Os Frameworks de Aprendizagem Cooperativa permitem o desenvolvimento de ambientes através da integração de ferramentas disponíveis. Usuários podem construir aplicações diversas a fim de compartilhálas com outros usuários. A maior parte dos Frameworks permitem a comunicação síncrona e caracterizam-se por serem muito flexíveis, no entanto não são muito fáceis de usar. Os Ambientes Distribuídos para Aprendizagem Cooperativa integram várias ferramentas, no entanto geralmente contêm módulos prontos para serem usados. Podem combinar diversos recursos e agregar diversas tendências dos ambientes de aprendizagem, por exemplo: (1) Partes dos frameworks, ou seja, ferramentas (não prontas) a serem integradas/implementadas pelos usuários; (2) Sistemas Tutoriais Inteligentes; (3) Ambientes de Simulação construtivistas, onde são propostos problemas para os alunos resolverem individualmente ou em conjunto; (4) Páginas virtuais de cada participante com suas opiniões (bloco de notas) onde muitas vezes todo o grupo tem acesso a essas informações; (5) Fóruns de discussões com ou sem ferramentas para apoio na classificação de assuntos propostos em discussões (idéia nova, pergunta ao grupo, contestação e etc.); (7) Discussões na forma síncrona

7 Tânia Martins Preto 91 ou assíncrona; (8) Existência de bibliotecas virtuais prontas ou elaboradas pelos usuários do sistema. A maior parte desses ambientes possui uma fonte de informação pronta (ex. Sistema Tutorial), um espaço para as discussões e uma biblioteca virtual. Os ambientes para aprendizagem cooperativa representam uma ferramenta poderosa pois podem possuir diversas funcionalidades, no entanto sua construção ainda é complexa. Ambientes para elaboração de cursos Alguns ambientes fornecem ferramentas para que o professor elabore seus cursos, podem ser de dois tipos: salas de aula virtuais e os sistemas de autoria (Santos, 1999). As Salas de aula Virtuais são ambientes para apoiar o professor na criação, manutenção e aplicação de cursos, possuindo ferramentas para incorporação de outros software, arquivos diversos (textos, imagens, vídeo, etc.). Os cursos podem ter abordagens tanto instrucionista como construcionista, ficando esta característica a critério do professor. Outra característica destes ambientes é a existência de ferramentas para apoiar a elaboração e correção de provas, além de fornecer informações sobre o progresso dos alunos. Os salas de aula virtuais também podem oferecer ferramentas síncronas de comunicação. Os sistemas de autoria, assim como as salas de aula virtuais, também apoiam o professor na elaboração de cursos. Tais sistemas atendem melhor ao enfoque instrucionista, não enfatizam o trabalho cooperativo, no entanto, fornecem ferramentas para comunicação. Os sistemas de autoria são fáceis de usar, não necessitando de grandes conhecimentos de informática. Fontes de consulta: sites educacionais Coleção de sites (páginas na Internet) sobre conteúdos curriculares, alguns são chamados também de Bibliotecas Virtuais (Santos, 1999). Contém ferramentas para busca por assunto, mecanismos de orientação (mapas, caminhos percorridos). Alguns sites possuem espaços de comunicação para discussões e debates, mural de notícias, etc. Alguns problemas dos sites educacionais são os seguintes: (1) muitas vezes assuntos são escritos por diversos autores e ocorrem muitas diferenças entre as interfaces de cada site; (2) desorientação do aluno que, muitas vezes, acaba se afastando de seu objetivo inicial; (3) excesso de informações podendo atrapalhar a assimilação do conteúdo que realmente interessa.

8 92 Considerações sobre uso de ambientes para ensino... Uma análise mais detalhada dos ambientes para aprendizagem cooperativa, ambientes para elaboração de cursos e dos sites educacionais bem como exemplos dos mesmos podem ser encontrados em (Santos, 1999). Ambientes de simulação Ambientes de Simulação correspondem a conjuntos de ferramentas gráficas destinadas a testar (simular) determinadas situações nas mais variadas áreas do conhecimento como biologia, física, química e também na área de engenharia e informática, por exemplo no ensino de programação, estruturas de dados e eletrônica. Os ambientes de simulação podem variar quanto ao grau de interação do aluno com o sistema. Existe ambientes menos interativos, onde o aluno apenas especifica alguns valores, seleciona opções e assiste a simulação. Em ambientes mais interativos, o aluno cria suas próprias simulações, que geralmente correspondem a solução de problemas propostos, a partir de ferramentas disponíveis. Tais sistemas possuem abordagem construtivista, onde o aluno constrói seu conhecimento a partir de tentativas e observação do resultado obtido. Considerações no uso de ambientes para ensino O crescente número de ambientes para ensino através da Web causou um aumento tanto no desenvolvimento de novas ferramentas computacionais, como de regras e princípios para projeto e desenvolvimento. Ao se optar por um determinado tipo de ambiente, deve-se fazer uma análise das reais necessidades e para isto deve-se fazer algumas considerações como descrito a seguir. Conteúdo a ser ensinado: Se o ambiente for destinado à apresentação (explicação) de conceitos e conteúdos diversos, existem duas possibilidades: 1 Ensino de um conteúdo específico: O ambiente deve possuir estrutura e ferramentas destinadas a esse assunto, em geral são ferramentas gráficas e destinam-se a construção de animações, cálculos, simulações e outros. O sistema pode ser hipermídia com a informação sendo passada através das diversas mídias e/ou pode ser um sistema destinado a simulação. 2 Ensino de diversos conteúdos: O ambiente não possui ferramentas específicas para um determinado

9 Tânia Martins Preto 93 assunto, no entanto deve possuir várias facilidades para importar informações e se adaptar a diversos conteúdos. Comunicação Quanto a comunicação existem duas possibilidades: 1 Comunicação síncrona: A interação é feita no mesmo momento, ou seja, uma forma de comunicação feita em tempo real. Este tipo de interação requer ferramentas especificas para capturar e transmitir dados, voz, imagens de um ponto para ou mais pontos. Exemplos de ferramentas síncronas de comunicação: chat ( bate-papo ), videoconferência. 2 Comunicação assíncrona: A interação entre os usuários é feita em tempos diferentes. Neste caso a informação é transmitida e a resposta se dá em outro momento. Exemplos de ferramentas assíncronas: , lista de discussão. Objetivos gerais do ambiente Os ambientes podem diferir e muito quanto aos seus objetivos gerais, alguns possíveis objetivos são: 1 Apresentação de conteúdo: Utiliza ferramentas para hipermídia e/ou simulação. Os conteúdos podem ser elaborados por uma ou mais pessoas e devese executar a interação entre as partes dos conteúdos, padronização de interfaces e regras de acesso ao ambiente. 2 Comunicação: São os ambientes destinados a troca de informações e distribuição de tarefas entre aluno e professor e/ou entre grupos de alunos. Geralmente servem de apoio para um curso realizado a distância ou em sala de aula. Os ambientes devem prover ferramentas para a comunicação como os citados no item anterior, bem como mural de notícias, sugestões e também devem conter mecanismos para a definição de grupos de alunos com interesses e perfis semelhantes, se for o caso. 3 Coleções de endereços e/ou textos: Fornecem apoio para estudo e pesquisa e correspondem aos sites educacionais citados anteriormente. 4 Avaliação: Devem fornecer informações suficientes para que sejam identificados os assuntos que necessitam de revisão ou para que sejam estabelecidas novas metas. Os ambientes devem possuir mecanismos eficientes de resposta ao aluno sobre o seu progresso e sobre o que deve fazer (Ragan, 1999). 5 Tarefas colaborativas: A troca de informações é considerada uma tarefa colaborativa, no entanto,

10 94 Considerações sobre uso de ambientes para ensino... ambientes que possibilitam ter dois ou mais alunos trabalhando junto na realização de uma determinada tarefa, são complexos de serem utilizados e construídos. O ambiente deve prover ferramentas para incorporar inserção, modificação e retirada de elementos do objeto de estudo; deve gerenciar ações incompatíveis sobre um mesmo objeto; deve facilitar a comunicação entre os participantes uma vez que não é fácil identificar suas vontades e interpretações a respeito de uma ação; deve gerenciar as janelas de exibição, entrada de dados e outros. 6 Ambientes mistos: Possuem características de dois ou mais ambientes citados acima. Quanto mais funcionalidades, melhor o ambiente, no entanto aumentam também as dificuldades de construção, manutenção e gerenciamento. Perfil dos usuários do ambiente O perfil dos usuários deve ser considerado, em especial dos alunos, observando-se os seguintes pontos: 1 Conhecimento do usuário sobre a utilização das interfaces do ambiente e das ferramentas de comunicação. Problemas relacionado a utilização de interfaces podem ser solucionado através da utilização de Interfaces Adaptativas e de bons recursos de ajuda. 2 Se o ambiente for destinado a apresentação de conteúdos, deve-se considerar se o aluno tem o pré-requisito necessário para acompanhar o curso. Este tipo de problema também pode ser contornado através da utilização de Sistemas Tutoriais que executam o acompanhamento do aluno e adaptam a apresentação de acordo com as necessidades do aluno. 3 Se o ambiente gerenciar tarefas cooperativas, então o mesmo deve possuir ferramentas para apoiar a definição de grupos de usuários e tratamento de cada grupo de acordo com seu conhecimento e interesses. Desenvolvedores e administradores Tem-se três possibilidades: 1 Desenvolver um novo ambiente: Não é uma tarefa fácil, exige um grupo de pessoas com conhecimentos diversos tais como computação, pedagogia, lingüística, comunicação, etc. O grau de dificuldade da construção vai depender da quantidade de recursos que o ambiente irá oferecer. 2 Utilização de um sistema pronto: Deve-se fazer uma boa pesquisa sobre os ambientes disponíveis. Os ambientes para elaboração de cursos citados anteriormente atendem a esse propósito.

11 Tânia Martins Preto 95 3 Adaptação de um sistema existente: Os frameworks de aprendizagem cooperativa, citados anteriormente, oferecem um conjunto de ferramentas para a construção de ambientes de aprendizagem. Outra possibilidade é adaptar parte de um ambiente a outro já existente, neste caso deve-se observar como será feita a interface entre as diferentes partes. 4 Administração: No caso de ambientes cooperativos, além das pessoas (professores) responsáveis pela elaboração dos conteúdos e tarefas, necessita-se de um administrador do ambiente. Este será responsável por fornecer suporte ao funcionamento, criar espaços para cursos, habilitar professores, criar grupos, fornecer permissões para alunos. Conclusão As possibilidades de ensino através da Web aumentam a cada dia, pois estudos estão sempre sendo feitos em busca de novas tecnologias, estratégias pedagógicas e novas formas de comunicação. A escolha de um ambiente de ensino requer uma análise minuciosa das reais necessidades, em especial no que diz respeitos aos objetivos e pessoas envolvidas. As considerações a serem feitas podem necessitar um certo investimento de tempo e pesquisa na fase inicial de concepção do ambiente, no entanto vale ressaltar sua importância no processo de ensino e aprendizagem, seja ele em qualquer área de conhecimento.

12 96 Considerações sobre uso de ambientes para ensino... Referências bibliográficas MARTINS, J. (1992). Hiperdocumentos e como criá-los. Editora Campus. RAGAN, L. C. (1999). Good Teaching is Good Teaching: An Emerging Set of Guiding Principles and Practices for the Design and Development of Distance Education. CAUSE/EFFECT Journal, vol. 22, no 1. RAPOSO, A. B.; MAGALHÃES, L. P.; RICARTE, I. L. M. (1999). Interação na Web. Anais do XIX Congresso Nacional da Sociedade Brasileira de Computação, vol II. SANTOS, N. (1999). Estado da arte em espaços virtuais de ensino e aprendizagem. Revista Brasileira de Informática na Educação - ISSN , n. 4, Abril. VAUGHAN, T (1994). Fazendo multimídia na prática. Editora MacGrawHill.

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