TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA"

Transcrição

1 TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA Nº. 016/2012 CREA/MG E FUNASA Setembro/2013

2 Capacitação de Técnicos e Gestores para Elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico Módulo I

3 DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO PARTICIPATIVO A IMPORTÂNCIA DO MODERADOR

4 O QUE É MODERAÇÃO? Moderação: é uma forma de condução de processos de discussão de forma objetiva e equilibrada contribuindo para que todos participem ativamente na construção do produto dessa discussão. (Colete, 2005) Promove a aprendizagem de novas relações de trabalho; Otimiza recursos e conhecimentos presentes em prol da elaboração criativa de soluções.

5 QUEM É O MODERADOR? Pessoa que facilita a comunicação entre os participantes de um evento e promove o processo de trabalho em grupos através da aplicação do método de moderação. Sua tarefa consiste em ajudar ao grupo no processo de encontrar um resultado comum. (Ortiz, 2005) O moderador não necessariamente precisa ser especialista no tema tratado, mas tem que dominar os mecanismos da comunicação, dinâmicas e técnicas que facilitam o trabalho em grupo.

6 QUEM É O MODERADOR? O moderador é a pessoa que irá orientar o grupo para o desenvolvimento do processo e para a utilização das ferramentas. É o elemento de apoio metodológico e instrumental para o grupo. Para o bom desempenho da sua tarefa, necessita conhecer bem o seu papel e delimitar clareza o seu comportamento. (Ortiz, 2005) O moderador poder ser designado pelo termo de facilitador, assessor, coordenador, condutor ou termos semelhantes.

7 TÉCNICAS DE MODERAÇÃO Instrumentos para a participação: Técnicas de Visualização; Problematização; Estruturação de idéias; Dinâmicas de grupo. Condução de reuniões sob o enfoque participativo. Métodos participativos mais utilizados em projetos sociais: METAPLAN; ZOOP; PES; Enfoque Participativo.

8 MODERAÇÃO O TEMA: PMSB A COMUNICAÇÃO O GRUPO: GESTORES E TÉCNICOS MUNICIPAIS + EMPRESAS + CIDADÃOS

9 ELEMENTOS-CHAVE DA MODERAÇÃO O tema O assunto a ser discutido deve estar claramente definido e organizado. O grupo A comunicação Na condução de uma reunião devem ser considerados: O moderador deve ser capaz de manter o grupo atento e comprometido com as discussões. - A composição do grupo; Cuidados com a comunicação: SABER FALAR E OUVIR - A dinâmica que se estabelece entre os integrantes; - A relação do grupo com o tema proposto e seu grau de governabilidade para -intervenções curtas e claras; -falar no momento certo; -linguagem acessível ao grupo; -foco no tema; -relacionar as contribuições do Grupo; -certificar-se de que está sendo entendido; -esclarecer idéias e categorias; tomada de decisão -ouvir com atenção; -atenção à comunicação verbal e não-verbal. sobre a temática em discussão.

10 Estimula o debate horizontal Utiliza instrumentos de comunicação mais apropriado Sensibiliza para aspectos relevantes do Evento É o elemento de ligação entre os participantes Garante a orientação do processo Mobiliza conhecimentos e experiências PAPEL DO MODERADOR Estimula a participação de todos Garante o equilíbrio entre os participantes Presta apoio instrumental e metodológico Assegura o suporte afetivo e psicológico Motiva para o trabalho coletivo e auto-gestão

11 O PAPEL DO MODERADOR O moderador deve: Preparar o evento junto com os interessados; Mobilizar os conhecimentos e energia criativa dos participantes; Facilitar o intercambio horizontal (sem hierarquias); Orientar o grupo com regras e técnicas para as várias sessões; Contribuir para a geração de um ambiente agradável, informal, de confiança mútua, que fortaleça a integração e a cooperação entre os participantes.

12 O PAPEL DO MODERADOR O moderador não deve: Impor sua linha de análise da situação; Realizar palestras magistrais, depositando sua linha de pensamento nos participantes; Improvisar conteúdos; Reagir a situações de conflito,de debate intenso, de resistência, rompendo a dinâmica positiva do grupo.

13 INSTRUMENTOS QUE CONTRIBUEM PARA A PARTICIPAÇÃO

14 TÉCNICAS DE VISUALIZAÇÃO Facilita o processo da comunicação e torna objetivo o trabalho do grupo. A técnica de visualização com fichas (cartelas, tarjetas), um instrumento que: agiliza o levantamento e a socialização de opiniões; possibilita aprofundar a reflexão individual; estimula a capacidade de síntese; facilita a organização de idéias; organiza o processo de discussão; colabora para melhor acompanhamento do debate; documenta a discussão; propicia o nivelamento com níveis hierárquicas distintos.

15

16 COMO TRABALHAR COM O METAPLAN As letras devem ser legíveis a 6 metros de distância. Os cartões devem conter três a quatro linhas no máximo. Os cartões e fichas devem conter somente palavraschave com uma idéia compreensível. Uma idéia = Um cartão.

17 COMO TRABALHAR COM CARTÕES Cada painel deverá ser montado com no máximo 35 cartões. As cores e formas devem ser usadas de maneira significativa. Deve-se estruturar os cartões por blocos ou nuvens. Deve-se utilizar títulos e estabelecer relações entre as ideias.

18 OUTRAS RECOMENDAÇÕES Utilizar papel colorido para fotocópia, cortado no meio ou em três partes; Utilizar marcadores de feltro azuis ou pretos; o vermelho e o verde deveriam ser apenas para sublinhar ou anotar comentários; Fixe os cartões de uma forma fácil de remover: um alfinete no centro superior, ou uma pequena porção de massa colante (sticky stuff), ou adesivo no centro superior.

19 IMPORTÂNCIA DA VISUALIZAÇÃO MÓVEL EM TARJETAS VANTAGENS PORQUE Garante a participação de todos sem 1. Permite a participação ativa do grupo distinção de hierarquia ou influência da timidez individual. Permite a cada participante ver suas contribuições no painel, identificando sua contribuição no coletivo. Facilita a estruturação das idéias. Possibilita representar de forma didática 2. Aumenta a qualidade da situações complexas. comunicação Utiliza outro canal de percepção além da audição

20 IMPORTÂNCIA DA VISUALIZAÇÃO MÓVEL EM TARJETAS VANTAGENS PORQUE Facilita a memorização. 3. Fortalece Aprendizagem o efeito 4. Aumenta a integração grupal concentração e Racionaliza a discussão da possibilitando seu aprofundamento. Obriga o instrutor a distinguir entre informações essenciais e secundárias, afim de não abusar da capacidade de assimilação do auditório. Torna transparente o processo de trabalho.

21 FORMAS E CORES DO MATERIAL TARJETAS Cores que podem ser usadas: brancas, amarelas, verdes, azuis OVAIS PARA EXPLICAR 11X 19 cm RETANGULARES DE USO GERAL 10 X 21 cm NUVENS NUVENS PARA PARATÍTULOS TÍTULOS RESSALTAR 20 cm NUMERAR 17 cm ORGANIZAR 10 cm

22 FORMAS E CORES DO MATERIAL ESCRITA USO DE TAMANHOS E CORES DIFERENTES PARA DESTACAR ALGO QUE SE QUER OU QUE SEJA NECESSÁRIO. SÍMBOLOS E DESENHOS!?

23 FORMAS E CORES DO MATERIAL LINHAS E PONTOS MATERIAIS AUXILIARES CANETAS HIDROGRÁFICAS, PAINÉIS, ALFINETES, PAPEL KRAFT, COLA, FITA ADESIVA, MÁQUINA FOTOGRÁFICA.

24 RECOMENDAÇÕES PARA A VISUALIZAÇÃO O que fazer? Usar tarjetas da mesma cor para os mesmos assuntos Cada idéia deve ser compreensível sem comentários Escrever com letra legível Idéias precisas e concisas Apenas uma idéia por tarjeta 3 ou 4, no máximo, linhas por tarjeta

25 IMPORTÂNCIA DA TÉCNICA DE PROBLEMATIZAÇÃO É a provocação de um debate ou análise por meio de pergunta; Visa provocar a reflexão, facilitar a interação e a mobilização de experiências e idéias; É um instrumento metodológico que irá alimentar a intervenção do moderador rumo aos objetivos traçados.

26 PROBLEMATIZAÇÃO: PRINCÍPIOS QUE DEVEM SER OBSERVADOS: O moderador deve, sempre que possível, utilizar perguntas relevantes para provocar a reflexão. Deve procurar evitar a dominação de alguns participantes sobre os demais e facilitar a interação. Deve promover a mobilização de experiências e idéias de todos os participantes.

27 PROBLEMATIZAÇÃO PRINCÍPIOS QUE DEVEM SER OBSERVADOS: Formular a pergunta é o principio básico da moderação, servindo como fio condutor dos trabalhos em grupo. Estimular discussões que interessam aos participantes. A PERGUNTA que inicia cada nova etapa deve produzir um impacto favorável sobre a continuidade da reflexão realizada pelo grupo e, por isso, PRECISA SER BEM PREPARADA.

28 COMO FORMULAR A PERGUNTA Formular de forma clara e concisa Visualizar as respostas no painel Como formular a pergunta? Não improvisar Preparar com antecedência

29 SABER PERGUNTAR ESTABELECE UM CANAL DE COMUNICAÇÃO Ser de interesse coletivo Despertar curiosidade Ativar a diversidade de opiniões A PERGUNTA DEVE Estar bem visualizada Despertar confiança Levantar novas perguntas

30 A PERGUNTA NÃO DEVE SER MUDADA DEPOIS DE TER SIDO COLOCADA CONDUZIR SIMPLESMENTE ÀS RESPOSTAS SIM/NÃO LEVAR A DISCUSSÕES INFRUTÍFERAS A PERGUNTA NÃO DEVE SER EXCLUSIVA PARA ALGUNS DO GRUPO LEVAR A SENTIMENTO DE CULPA SER INCÔMODA, DIFÍCIL OU DESAGRADÁVEL LEVAR A JUSTIFICATIVAS

31 COLETA E ESTRUTURAÇÃO DE IDÉIAS Objetivo: estruturação de idéias a partir da síntese coletiva que cada um dos participantes tem sobre um tema. Vantagens: Técnica muito utilizada em trabalho com grupos; Elevado grau de eficiência na estruturação de idéias e obtenção de resultados;

32 COLETA E ESTRUTURAÇÃO DE IDEIAS É excelente ferramenta no desenvolvimento do enfoque participativo; Serve para coletar e ordenar idéias, opiniões, propostas, com relação a um determinado tema; Estimula a criatividade; Possibilita o alcance rápido de uma conclusão.

33 A TEMPESTADE DE IDÉIAS Passos para a operacionalização da TEMPESTADE DE IDÉIAS: 1 REGISTRO: As idéias são registradas individualmente, em fichas e as fichas são fixadas no painel.; 2 ORDENAÇÃO: A seguir, as idéias são ordenadas, agrupadas de acordo com critérios definidos pelo grupo; 3 AVALIAÇÃO: as idéias são discutidas, avaliadas e complementadas; 4 CONCLUSÃO: o grupo dá um título para cada agrupamento.

34 ALGUMAS REGRAS PARA COLETAR IDÉIAS Não avaliar, criticar ou julgar as idéias apresentadas. Todas têm seu valor. Estimular todas as idéias. Pegar carona nas idéias dos outros e desenvolvê-las. Colocar todas as idéias (tarjetas/fichas) no painel.

35 OBJETIVOS DOS EVENTOS SETORIAIS Passo crucial para o sucesso de qualquer evento. Mesmo uma reunião de rotina deverá ter claro o seu objetivo. Se o objetivo não é claro, repetimos uma rotina sem ter a clareza do que é esperado do grupo, e o trabalho coletivo não avança! Conhecer os antecedentes da reunião ajuda a definir com mais precisão os seus objetivos. OBS: Muito cuidado para não confundir objetivos da reunião com objetivos que o grupo deseja alcançar no futuro. Manual Prático, p.15.

36 CARACTERIZAÇÃO DOS PARTICIPANTES A organização dos eventos setoriais (local, material, etc.) e os métodos a serem utilizados dependerão totalmente do número e do perfil dos participantes. Quais as informações que os participantes já têm? O que é preciso informar a todos antes de iniciar a discussão? Qual o nível de liderança dos participantes da reunião? Qual a capacidade de persuasão das lideranças?

37 CARACTERIZAÇÃO DOS PARTICIPANTES O grupo já se conhece ou trabalha junto pela primeira vez? Existe alguma outra característica do grupo que deve ser levada em conta? (Vêm de culturas diferentes? Pertencem a grupos em conflito? Alguns não sabem ler ou escrever? Etc.)

38 CARACTERIZAÇÃO DOS PARTICIPANTES Quantas pessoas serão convidadas? Como dividir com este número os grupos de trabalho? A sala prevista comporta este número de pessoas, mesmo com grupos de trabalho? E mais quantas perguntas forem necessárias para se ter uma idéia clara da composição e perfil do grupo de trabalho.

39 ELABORAÇÃO DA AGENDA OU PAUTA DE TRABALHO A agenda, roteiro ou pauta de trabalho é importante porque todos estão de acordo quanto ao QUE será discutido, em QUE ORDEM, e POR QUANTO TEMPO. Este procedimento proporciona uma referência para que os participantes se preparem com antecedência (lendo documentos, fazendo pesquisas, ou discutindo com seus vizinhos), e cheguem com a mesma expectativa ao evento.

40 EXEMPLO DE UMA AGENDA DE TRABALHO 09h00: Abertura e apresentação dos participantes. Aprovação da agenda. 09h40: Apresentação do tema PMSB. ///Resp.: X e Y 10h00: Apresentação do Convênio CREA-MG/FUNASA. Discussão e conclusões. /// Intervalo 11h30: Trabalho de grupo. 12h30: Almoço 14h30: Apresentação e consenso sobre as necessidades do trabalho./// Intervalo 16h30: Agenda de tarefas para implementação dos trabalhos. 17h30: Avaliação final. OBS: Uma agenda muito detalhada sobrecarrega o texto com informações e faz com que as informações mais importantes desapareçam no meio do mesmo.

41 ESCOLHA DO LOCAL DE REUNIÕES SETORIAIS Em um evento de caráter participativo, devemos preocupar com o conforto dos participantes. O formato ideal para reuniões de caráter participativo é com cadeiras em círculo, ou em U, que proporcionam uma atmosfera de conversa e integração. Preocupar-se com a distribuição de lanche e com a lista de presença.

42 MATERIAL VISUAL Uso de bloco de papel gigante (flipchart), um painel com cartolinas, ou ainda cartazes em branco são os materiais mais comuns de apoio à visualização. Uso de mapas impressos.

43 CONVITES Para as lideranças; Para as autoridades; Para os funcionários públicos; Especificamente para o Poder Legislativo.

44 CONDUÇÃO E COORDENAÇÃO DA REUNIÃO Citar todas as autoridades presentes e lideranças da comunidade; Citar os funcionários públicos presentes; Agenda de trabalho com datas limites para realização das tarefas. Eleger um relator dentre os presentes comunidade para documentação da reunião. da

45 CONDUÇÃO E COORDENAÇÃO DA REUNIÃO Apresentação do PMSB Apresentação de um vídeo ou filme para iniciar a discussão ou A distribuição de um texto para leitura ou Um trabalho de grupo para elaborar a questão inicial do trabalho.

46 CONDUÇÃO E COORDENAÇÃO DA REUNIÃO Resolvendo problemas, tirando conclusões e tomando decisões: Avaliar opções, estabelecer critérios de decisão. Selecionar as melhores opções e decidir. Visualizar as decisões, propostas e sugestões. Visualizar os pontos de conflito para futuras decisões.

47 CONDUÇÃO E COORDENAÇÃO DA REUNIÃO Encerramento Reunir e confirmar as decisões de consenso. Desenvolver um plano de implementação responsabilidades. com

48 MOMENTOS FUNDAMENTAIS PARA A PARTICIPAÇÃO SOCIAL NO PMSB Anúncio público da decisão de se elaborar o plano de forma democrática e participativa; Discussão do diagnóstico e incorporação das contribuições dos participantes; Discussão das prioridades a serem complementadas e hierarquizadas com a participação das representações sociais.

49 MOBILIZAR É: COMUNICAÇÃO CULTURA EDUCAÇÃO ORGANIZAÇÃO

50 GESTÃO INTEGRADA DA MOBILIZAÇÃO NÚCLEO PALAVRA CHAVE RETORNO (PROJETO) IMPACTO (PESSOAL) ASPECTOS RELEVANTES COMUNICAÇÃO INFORMAÇÃO VISIBILIDADE ALERTA DIÁLOGO INDIVÍDUO DIÁLOGO CIDADE EDUCAÇÃO CONSCIENTIZAÇÃO QUALIDADE MUDANÇA PROCESSOS NOVA MENTALIDADE CULTURA SENSIBILIZAÇÃO AFETIVIDADE SEDUÇÃO IMAGINÁRIO NÃOORGANIZADO ORGANIZAÇÃO ATUAÇÃO SUSTENTABILIDADE ENGAJAMENTO REDES PARCEIRAS GRUPOS SOCIAIS

51 Contatos: Telefone: (031)

por aram barra Em memória de Nasr Rami, que em sua juventude esforçou-se para entender a política de drogas

por aram barra Em memória de Nasr Rami, que em sua juventude esforçou-se para entender a política de drogas por aram barra Esta edição das Diretrizes para Debate tem como objetivo ajudar a definir o que é política de drogas e fornecer orientações para eventuais desafios nos projeto e impactos, a partir de uma

Leia mais

TÉCNICAS INDIVIDUALIZADAS E SÓCIO INTERATIVAS NO ENSINO SUPERIOR

TÉCNICAS INDIVIDUALIZADAS E SÓCIO INTERATIVAS NO ENSINO SUPERIOR TÉCNICAS INDIVIDUALIZADAS E SÓCIO INTERATIVAS NO ENSINO SUPERIOR Na Educação Superior, para que o processo de ensino se torne mais adequado aos conteúdos e objetivos propostos, visando obter bons resultados,

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Rural SENAR-AR/CE

Serviço Nacional de Aprendizagem Rural SENAR-AR/CE Serviço Nacional de Aprendizagem Rural PROGRAMA AGRINHO: TEMA SAÚDE Qual a importância da discussão da saúde para nossa comunidade? A população da nossa comunidade tem problemas de saúde? Quais? Essa população

Leia mais

Curso: Diagnóstico Comunitário Participativo.

Curso: Diagnóstico Comunitário Participativo. Curso: Diagnóstico Comunitário Participativo. Material referente ao texto do Módulo 3: Ações Básicas de Mobilização. O conhecimento da realidade é a base fundamental ao desenvolvimento social, que visa

Leia mais

Oficina 18: TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO. Introdução

Oficina 18: TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO. Introdução Oficina 18: TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO Introdução Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) o conteúdo Tratamento da Informação, deve ser trabalhado de modo que estimule os alunos a fazer perguntas,

Leia mais

ANEXO VI PROGRAMA OLHO VIVO NO DINHEIRO PÚBLICO

ANEXO VI PROGRAMA OLHO VIVO NO DINHEIRO PÚBLICO ANEXO VI PROGRAMA OLHO VIVO NO DINHEIRO PÚBLICO Ação: no Estado do Espírito Santo Objetivo Geral Sensibilizar, mobilizar e qualificar grupos de atores sociais - lideranças comunitárias, conselheiros municipais,

Leia mais

Moderação. Introdução

Moderação. Introdução Este texto foi adotado para fim exclusivo de apoio didático ao Curso de Gestão Estratégica Pública - Turma 2005 - uma parceria entre a Escola de Extensão da Unicamp e a Escola de Governo e Desenvolvimento

Leia mais

CEFET-MG / CAMPUS VARGINHA I GINCANA ECOLÓGICA INTEGRAÇÃO-CONHECIMENTO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO CAMPUS VARGINHA.

CEFET-MG / CAMPUS VARGINHA I GINCANA ECOLÓGICA INTEGRAÇÃO-CONHECIMENTO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO CAMPUS VARGINHA. CEFET-MG / CAMPUS VARGINHA I GINCANA ECOLÓGICA INTEGRAÇÃO-CONHECIMENTO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO CAMPUS VARGINHA. SEMANA DO MEIO AMBIENTE 03 A 08/06/2013 PLANEJAMENTO: PROJETO SEMANA

Leia mais

Orientações para Professores. Prezado professor,

Orientações para Professores. Prezado professor, Orientações para Professores Prezado professor, No ano em que a Oficina do texto comemora 10 anos, todos os olhares se voltam para um país em especial: a África do Sul sede da Copa do Mundo de Futebol.

Leia mais

TEIA TEIA DO DO SABER SABER

TEIA TEIA DO DO SABER SABER TEIA TEIA DO DO SABER SABER 2005 Fundação de Apoio às Ciências: Humanas, Exatas e Naturais GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO - REGIÃO DE RIBEIRÃO PRETO

Leia mais

TÉCNICAS DE APRENDIZAGEM

TÉCNICAS DE APRENDIZAGEM CEAP/CURSO DE DIREITO Disciplina: TEORIA DA CONSTITUIÇÃO Professor: MsC. UBIRATAN RODRIGUES DA SILVA Texto de leitura complementar TÉCNICAS DE APRENDIZAGEM Compõem as técnicas de aprendizagem ou procedimentos

Leia mais

Gestão da Qualidade. Ferramentas da Qualidade

Gestão da Qualidade. Ferramentas da Qualidade Gestão da Qualidade Brainstorming / Brainswriting GUT Método para Priorização de Problemas Diagrama de Causa e Efeito Gráfico de Pareto Histograma Gráfico de Controle Ciclo PDCA 1 Brainstorming Brainstorming

Leia mais

P L A N O S DIRETORES

P L A N O S DIRETORES PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO Como operacionalizar o aspecto participativo dos planos diretores: sistematização do processo participativo, através da inserção dos insumos participativos em banco de dados

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA CONFERÊNCIA DO MEIO AMBIENTE EM SUA ESCOLA

ORIENTAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA CONFERÊNCIA DO MEIO AMBIENTE EM SUA ESCOLA ORIENTAÇÕES PARA REALIZAÇÃO DA CONFERÊNCIA DO MEIO AMBIENTE EM SUA ESCOLA 1 Objetivos da Conferência do Meio Ambiente na Escola - Ouvir a voz dos adolescentes. Milhões de estudantes têm o direito de participar,

Leia mais

Módulo E-Mentoring versão compacta

Módulo E-Mentoring versão compacta Módulo E-Mentoring versão compacta Projeto nº: 2013-1-PT1-LEO05-15778 Módulo E-Mentoring versão compacta CRÉDITOS TÍTULO E-Mentoring Module Compact Version COORDENAÇÃO POINT PLC PAGINAÇÃO E EDITORIAL Salto

Leia mais

JAD. Joint Application Design. NOME: Edgar Masayuki Saito R.A. 0610125 UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS, HUMANAS E SOCIAIS

JAD. Joint Application Design. NOME: Edgar Masayuki Saito R.A. 0610125 UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS, HUMANAS E SOCIAIS UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS, HUMANAS E SOCIAIS JAD Joint Application Design Curso: Administração habilitação em Sistemas de Informações Disciplina: Análise de Sistemas II

Leia mais

I CONFERÊNCIA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA

I CONFERÊNCIA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA I CONFERÊNCIA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA DOCUMENTO ORIENTADOR CONFERÊNCIAS NAS COMUNIDADES EDUCATIVAS Novembro / 2008 1 I CONFERÊNCA DE EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA - CONEEI 1. Entendendo a I Conferência

Leia mais

Tutorial 7 Fóruns no Moodle

Tutorial 7 Fóruns no Moodle Tutorial 7 Fóruns no Moodle O Fórum é uma atividade do Moodle que permite uma comunicação assíncrona entre os participantes de uma comunidade virtual. A comunicação assíncrona estabelecida em fóruns acontece

Leia mais

CURSO: GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

CURSO: GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS ANEXO 26 - PLANEJAMENTO DETALHADO DE ATIVIDADES CURSO: GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Data: março 2013 - total 08 horas com 02 módulos de 4 horas Local: Municípios de Paranaíta, Alta Floresta Coordenação técnica:

Leia mais

SUMÁRIO O QUE É COACH? 2

SUMÁRIO O QUE É COACH? 2 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...3 O COACHING...4 ORIGENS...5 DEFINIÇÕES DE COACHING...6 TERMOS ESPECÍFICOS E SUAS DEFINIÇÕES...7 O QUE FAZ UM COACH?...8 NICHOS DE ATUAÇÃO DO COACHING...9 OBJETIVOS DO COACHING...10

Leia mais

Um introdução. Guia do Workshop INSPIRAÇÃO IDEAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO. O Processo de Design. O Curso para o Design Centrado no Ser Humano

Um introdução. Guia do Workshop INSPIRAÇÃO IDEAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO. O Processo de Design. O Curso para o Design Centrado no Ser Humano Guia do Workshop INSPIRAÇÃO IDEAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO O Processo de Design Vamos começar! Nós sabemos por experiência que o único jeito de aprender o design centrado no ser humano é aplicando-o. Por isso,

Leia mais

PASSO A PASSO Pré-Conferência Nacional ou Conferência Estadual do Meio Ambiente

PASSO A PASSO Pré-Conferência Nacional ou Conferência Estadual do Meio Ambiente PASSO A PASSO Pré-Conferência Nacional ou Conferência Estadual do Meio Ambiente Sumário Apresentação 3 PARTE I Fluxograma da Pré-Conferência Nacional ou Conferência Estadual do Meio Ambiente 4 Infra-estrutura

Leia mais

Metodologias de Pesquisa Qualitativa

Metodologias de Pesquisa Qualitativa Metodologias de Pesquisa Qualitativa Pesquisa Qualitativa Subjetividade e interpretação do avaliador/pesquisador Entender um problema em profundidade. Não usa estatísticas e generalizações. Trabalha com

Leia mais

Remuneração e Avaliação de Desempenho

Remuneração e Avaliação de Desempenho Remuneração e Avaliação de Desempenho Objetivo Apresentar estratégias e etapas para implantação de um Modelo de Avaliação de Desempenho e sua correlação com os programas de remuneração fixa. Programação

Leia mais

CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA

CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA CARTA ABERTA EM DEFESA DO PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA O Fórum das universidades públicas participantes do PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA vem, por meio desta, defender

Leia mais

o(a) engenheiro(a) Projeto é a essência da engenharia 07/02/2011 - v8 dá vazão

o(a) engenheiro(a) Projeto é a essência da engenharia 07/02/2011 - v8 dá vazão empíricos ou vulgar ou senso comum filosófico exige raciocínio reflexões racional e objetivo produto precede a construção conjunto de atividades o(a) engenheiro(a) aplica conhecimentos científicos ligado

Leia mais

Nossa Aula de cada Dia! 1

Nossa Aula de cada Dia! 1 Nossa Aula de cada Dia! 1 O titulo é sugestivo e enseja um olhar bastante critico para a utilização consciente e correta para atingir os objetivos propostos nos pilares e princípios contidos na atual LDB

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As Letrinhas Mágicas 2. EPISÓDIO(S) TRABALHADO(S) Carros Usados 3. SINOPSE DO(S) EPISÓDIO(S) ESPECÍFICO(S) O episódio Carros Usados faz parte da

Leia mais

Orientações para Mostra Científica IV MOSTRA CIENTÍFICA 2014 COLÉGIO JOÃO PAULO I

Orientações para Mostra Científica IV MOSTRA CIENTÍFICA 2014 COLÉGIO JOÃO PAULO I Orientações para Mostra Científica IV MOSTRA CIENTÍFICA 2014 COLÉGIO JOÃO PAULO I Tema VIDA EFICIENTE: A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA A SERVIÇO DO PLANETA Cronograma Orientações Pré-projeto Metodologia Relatório

Leia mais

Meu nome é Rosângela Gera. Sou médica e mãe de uma garotinha de sete anos que é cega.

Meu nome é Rosângela Gera. Sou médica e mãe de uma garotinha de sete anos que é cega. Prezado Editor, Meu nome é Rosângela Gera. Sou médica e mãe de uma garotinha de sete anos que é cega. Gostaria de compartilhar com os demais leitores desta revista, minha experiência como mãe, vivenciando

Leia mais

Kit de Apoio à Gestão Pública 1

Kit de Apoio à Gestão Pública 1 Kit de Apoio à Gestão Pública 1 Índice CADERNO 3: Kit de Apoio à Gestão Pública 3.1. Orientações para a reunião de Apoio à Gestão Pública... 03 3.1.1. O tema do Ciclo 4... 03 3.1.2. Objetivo, ações básicas

Leia mais

Miolo_caderno 3_fim.indd 1 1/2/2006 19:38:54

Miolo_caderno 3_fim.indd 1 1/2/2006 19:38:54 Miolo_caderno 3_fim.indd 1 1/2/2006 19:38:54 1 Parcerias Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Pradime : programa de apoio aos dirigentes municipais de Educação / Ministério da

Leia mais

II MOSTRA CULTURAL E CIENTÍFICA LÉO KOHLER 50 ANOS CONSTRUINDO HISTÓRIA

II MOSTRA CULTURAL E CIENTÍFICA LÉO KOHLER 50 ANOS CONSTRUINDO HISTÓRIA ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR LÉO LOHLER ENSINO FUNDAMENTAL II MOSTRA CULTURAL E CIENTÍFICA LÉO KOHLER 50 ANOS CONSTRUINDO HISTÓRIA PROJETO: JOGOS - A MANEIRA DIVERTIDA DE FICAR INTELIGENTE PROFESSORA ORIENTADORA:

Leia mais

Orientações Gerais para o Mobilizador 1

Orientações Gerais para o Mobilizador 1 Orientações Gerais para o Mobilizador 1 Índice CADERNO 1: ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O MOBILIZADOR 1.1. Mensagem ao mobilizador... 03 1.2. Materiais de implantação do Ciclo 4... 05 1.3. As reuniões: quantas

Leia mais

Dia da família na escola. 13 de março de 2010

Dia da família na escola. 13 de março de 2010 1 Dia da família na escola 13 de março de 2010 Sugestões de atividades Desde 2009, o Amigos da Escola tem incentivado às escolas participantes do projeto a tornar os dias temáticos em dias da família e

Leia mais

Como...fazer o pré-teste de materiais de extensão rural com pequenos agricultores

Como...fazer o pré-teste de materiais de extensão rural com pequenos agricultores Como...fazer o pré-teste de materiais de extensão rural com pequenos agricultores A realização de pré-testes antes da distribuição dos materiais de extensão rural é um processo importante no desenvolvimento

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL CLAUDINO FRANCIO CENTRO DE EDUCAÇÃO BÁSICA SÃO JOSÉ

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL CLAUDINO FRANCIO CENTRO DE EDUCAÇÃO BÁSICA SÃO JOSÉ III CONCURSO DE DESENHO E REDAÇÃO DO CENTRO DE EDUCAÇÃO BÁSICA SÃO JOSÉ 2015 A família não nasce pronta; constrói-se aos poucos, é o melhor laboratório do amor. Em casa, entre pais e filhos, pode-se aprender

Leia mais

ENAP Material do Participante

ENAP Material do Participante ENAP Material do Participante Mesa-redonda de Pesquisa-Ação Escolas de Governo e Gestão por Competências Informações úteis sobre o processo de Mesa-redonda de Pesquisa-Ação Maio /2008 1 Apresentação A

Leia mais

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE TÉCNICAS DE ENSINO SIGLA: CTE

MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE TÉCNICAS DE ENSINO SIGLA: CTE MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO DE TÉCNICAS DE ENSINO SIGLA: CTE 2010 MARINHA DO BRASIL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS CURSO DE TÉCNICAS DE ENSINO SIGLA:

Leia mais

Jornadas para a Cidadania Activa em Rede 2011 - Etapas de Construção de um Projecto -

Jornadas para a Cidadania Activa em Rede 2011 - Etapas de Construção de um Projecto - Jornadas para a Cidadania Activa em Rede 2011 - Etapas de Construção de um Projecto - Instituto da Segurança Social, I.P. DDS/UQFT/Sector da Rede Social 30 de Junho de 2011 1 Construção de um projecto

Leia mais

RESUMO. Palavras-chaves: Ensino Fundamental e Médio, Laboratório de Ensino de Matemática, Materiais didáticomanipulativos.

RESUMO. Palavras-chaves: Ensino Fundamental e Médio, Laboratório de Ensino de Matemática, Materiais didáticomanipulativos. UTILIZANDO O LEM PARA REVER OS CONTEÚDOS DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIENCIA COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO Educação Matemática nos Anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio GT 10 RESUMO Este trabalho

Leia mais

ROTEIRO DIÁRIO SEQUÊNCIA DAS ATIVIDADES/ ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS. Vinheta do Projeto

ROTEIRO DIÁRIO SEQUÊNCIA DAS ATIVIDADES/ ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS. Vinheta do Projeto Componente Curricular: Ciências Série/Ano Letivo: 9º ano/2014 Professor Ministrante: Giselle Palmeira e Silone Guimarães Carga Horária: 5 horas/aula Data: 26/03/2014 Aula: 14 Teleaula: 53 Título: Gerador

Leia mais

PERFIL DA VAGA: ASSESSORA DA PRESIDÊNCIA. Posição Hierárquica: equivalente à dos subordinados ao Diretor Presidente, todos Gerentes do Instituto

PERFIL DA VAGA: ASSESSORA DA PRESIDÊNCIA. Posição Hierárquica: equivalente à dos subordinados ao Diretor Presidente, todos Gerentes do Instituto O Instituto Akatu é uma organização não governamental sem fins lucrativos que trabalha pela conscientização e mobilização da sociedade para o Consumo Consciente. PERFIL DA VAGA: Subordinação: ao Diretor

Leia mais

PROGRAMA DINÂMICA DE METAS 2010 RELATÓRIO FINAL

PROGRAMA DINÂMICA DE METAS 2010 RELATÓRIO FINAL PROGRAMA DINÂMICA DE METAS 2010 RELATÓRIO FINAL PROGRAMA DINÂMICA DE METAS 2010 RELATÓRIO FINAL INTRODUÇÃO METODOLOGIA RESULTADO CONCLUSÃO INTRODUÇÃO O Poder Judiciário passa por um largo processo de reformulação

Leia mais

O ATO DE ESTUDAR 1. (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.)

O ATO DE ESTUDAR 1. (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.) O ATO DE ESTUDAR 1 (Apresentação a partir do texto de Paulo Freire.) Paulo Freire, educador da atualidade, aponta a necessidade de se fazer uma prévia reflexão sobre o sentido do estudo. Segundo suas palavras:

Leia mais

Lei Nº 1223/2014. Capítulo I. Da Educação Ambiental e Mobilização Social. Do Conceito e Princípios

Lei Nº 1223/2014. Capítulo I. Da Educação Ambiental e Mobilização Social. Do Conceito e Princípios Lei Nº 1223/2014 DISPÕE SOBRE O PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MOBILIZAÇÃO SOCIAL PARA O SANEAMENTO BÁSICO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS A Câmara Municipal aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte

Leia mais

MENSUTE. Curso de Extensão em Metodologia do Ensino Superior - opção para MBA de Gestão Estratégica do Ensino Superior e Técnicas de Ensino

MENSUTE. Curso de Extensão em Metodologia do Ensino Superior - opção para MBA de Gestão Estratégica do Ensino Superior e Técnicas de Ensino Curso de Extensão em Metodologia do Ensino Superior - opção para MBA de Gestão Estratégica do Ensino Superior e Técnicas de Ensino Prof Msc Salomão Santana salogistica@gmail.com Objetivos Identificar os

Leia mais

SEGURANÇA HOSPITALAR

SEGURANÇA HOSPITALAR SEGURANÇA HOSPITALAR Brasil, abril 2014. ESTUDO CONCEITUAL. Depois da leitura de muitos artigos sobre o tema de Segurança do Paciente e perceber o viés técnico das posições, gostaríamos de mostrar um modelo

Leia mais

PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010

PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010 PROPOSTA PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ENSINO DE CIÊNCIAS 2010 OBSERVAÇÃO NA ESCOLA Localização da Escola 29/03 16/04 Espaço Físico PPP e o Ensino de Ciências OBSERVAÇÃO NA SALA Relação Professor/Alunos

Leia mais

DICAS PARA UM ESTUDO EFICAZ

DICAS PARA UM ESTUDO EFICAZ 1 DICAS PARA UM ESTUDO EFICAZ PRESSUPOSTOS DA TÉCNICA Muitos problemas de insucesso escolar devem-se ao facto de os alunos não saberem estudar de modo eficiente. Existem alguns aspetos que devem ser levados

Leia mais

o pensar e fazer educação em saúde 12

o pensar e fazer educação em saúde 12 SUMÁRIO l' Carta às educadoras e aos educadores.................5 Que história é essa de saúde na escola................ 6 Uma outra realidade é possível....... 7 Uma escola comprometida com a realidade...

Leia mais

Como desenvolver um projeto de pesquisa. Profa. Ana Maria Ferreira Barcelos anamfb@ufv.br

Como desenvolver um projeto de pesquisa. Profa. Ana Maria Ferreira Barcelos anamfb@ufv.br Como desenvolver um projeto de pesquisa Profa. Ana Maria Ferreira Barcelos anamfb@ufv.br Pesquisa é curiosidade formalizada. É cutucar e indagar com um propósito. (Zora Neale Hurston) A ciência, como um

Leia mais

Reuniões Produtivas. Introdução

Reuniões Produtivas. Introdução Reuniões Produtivas Introdução As reuniões são fundamentais na vida do Partido. Nelas se discutem suas orientações, as tarefas dos militantes, os planos de ação etc. Por isso, precisam ser bem preparadas,

Leia mais

INDEX. Mapas Culturais

INDEX. Mapas Culturais Mapas Culturais INDEX Mapas Culturais Cadastrar agentes 13 Cadastrar espaços 28 Cadastrar projetos 38 Cadastrar eventos 48 Gestores e hierarquias 60 _Sobre Mapas Culturais A prefeitura de São Paulo e o

Leia mais

Princípios de Ensino e. Psic. Me. Robson Brino Faggiani Especialista em Terapia Comportamental e Cognitiva

Princípios de Ensino e. Psic. Me. Robson Brino Faggiani Especialista em Terapia Comportamental e Cognitiva Princípios de Ensino e Programas de Aprendizagem Psic. Me. Robson Brino Faggiani Especialista em Terapia Comportamental e Cognitiva 1 Programando a Terapia Preparar ambiente especial para o ensino; Conhecer

Leia mais

Ensino de Ciências nas séries iniciais: Ideias de atividades práticas

Ensino de Ciências nas séries iniciais: Ideias de atividades práticas Ensino de Ciências nas séries iniciais: Ideias de atividades práticas Lis Rejane Lopes Dutra Alexandre Lopes de Oliveira Lis Rejane Lopes Dutra Alexandre Lopes de Oliveira Produto educacional elaborado

Leia mais

FATEGÍDIO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

FATEGÍDIO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL FATEGÍDIO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL T. OTONI, DEZEMBRO DE 2010 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 4 2 METODOLOGIA DA PESQUISA... 9 3 FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO...12 4 CONCLUSÃO...

Leia mais

DESCRIÇÃO DAS PRÁTICAS DE GESTÃO DA INICIATIVA

DESCRIÇÃO DAS PRÁTICAS DE GESTÃO DA INICIATIVA DESCRIÇÃO DAS PRÁTICAS DE GESTÃO DA INICIATIVA Como é sabido existe um consenso de que é necessário imprimir qualidade nas ações realizadas pela administração pública. Para alcançar esse objetivo, pressupõe-se

Leia mais

PROGRAMAÇÃO E PLANO DE ESTUDOS

PROGRAMAÇÃO E PLANO DE ESTUDOS MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE ORÇAMENTO FEDERAL PROGRAMAÇÃO E PLANO DE ESTUDOS CURSO ORÇAMENTO PÚBLICO Brasília 2014 PROGRAMAÇÃO E PLANO DE ESTUDOS: LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL 2015/2016 PORTUGUÊS - 4ºANO

PLANIFICAÇÃO ANUAL 2015/2016 PORTUGUÊS - 4ºANO . Interação discursiva Princípios de cortesia e cooperação Informação, explicação; pergunta. Compreensão e expressão Vocabulário: variedade e precisão Informação: essencial e acessória; implícita Facto

Leia mais

???? AUDITORIA OPERACIONAL. Aula 5 Auditoria Operacional: aspectos práticos OBJETIVOS DESTA AULA RELEMBRANDO... AUDITORIA OPERACIONAL?

???? AUDITORIA OPERACIONAL. Aula 5 Auditoria Operacional: aspectos práticos OBJETIVOS DESTA AULA RELEMBRANDO... AUDITORIA OPERACIONAL? Aula 5 Auditoria Operacional: aspectos práticos OBJETIVOS DESTA AULA Conhecer os aspectos práticos da auditoria operacional Entender as etapas da auditoria operacional Compreender o funcionamento do planejamento

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As Letrinhas Mágicas 2. EPISÓDIO(S) TRABALHADO(S) Brincadeira na Neve 3. SINOPSE DO(S) EPISÓDIO(S) ESPECÍFICO(S) O episódio Brincadeira na Neve faz

Leia mais

ANEXO 18 - PLANEJAMENTO DETALHADO DE ATIVIDADES CURSO GESTÃO ADMINISTRATIVA E CAPTAÇÃO DE RECURSOS

ANEXO 18 - PLANEJAMENTO DETALHADO DE ATIVIDADES CURSO GESTÃO ADMINISTRATIVA E CAPTAÇÃO DE RECURSOS ANEXO 18 - PLANEJAMENTO DETALHADO DE ATIVIDADES CURSO GESTÃO ADMINISTRATIVA E CAPTAÇÃO DE RECURSOS Data: março 2012 - total 12 horas com 03 módulos de 4 horas Local: Municípios de Paranaíta, Alta Floresta

Leia mais

Motivar a sua equipe: O grande desafio da Liderança

Motivar a sua equipe: O grande desafio da Liderança Motivar a sua equipe: O grande desafio da Liderança Existem diversos textos sobre Gestão sendo publicados diariamente, e dentre eles, muitos tratam do tema liderança, que certamente é um dos assuntos mais

Leia mais

REGULAMENTO DA 2ª FENACEB FEIRA NACIONAL DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA

REGULAMENTO DA 2ª FENACEB FEIRA NACIONAL DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica REGULAMENTO DA 2ª FENACEB FEIRA NACIONAL DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA I - CONCEITO, DENOMINAÇÃO, REALIZAÇÃO Art. 1º A 2ª Feira Nacional de Ciências

Leia mais

INTERAÇÃO E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM COMPARTILHADO E COLABORATIVO NUM FÓRUM DE DISCUSSÃO

INTERAÇÃO E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM COMPARTILHADO E COLABORATIVO NUM FÓRUM DE DISCUSSÃO 1 INTERAÇÃO E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM COMPARTILHADO E COLABORATIVO NUM FÓRUM DE DISCUSSÃO 05/2005 050-TC-C5 Fabiana Martins Vilela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio

Leia mais

OS JOGOS PEDAGÓGICOS COMO FERRAMENTAS DE ENSINO

OS JOGOS PEDAGÓGICOS COMO FERRAMENTAS DE ENSINO OS JOGOS PEDAGÓGICOS COMO FERRAMENTAS DE ENSINO Resumo FIALHO, Neusa Nogueira FACINTER neusa_nf@yahoo.com.br Área Temática: Educação: Teorias, Metodologias e Práticas. Não contou com financiamento A falta

Leia mais

1.2.1. O Concurso é aberto a todos os participantes inscritos no Congresso Eventos Brasil, sem limite de idade.

1.2.1. O Concurso é aberto a todos os participantes inscritos no Congresso Eventos Brasil, sem limite de idade. CONCURSO DE FOTOGRAFIA REGULAMENTO Tema do Concurso: A Vida é um Evento 1. O CONCURSO 1.1. DA REALIZAÇÃO 1.1.1 O Concurso de Fotografias da ABEOC Brasil tem caráter exclusivamente cultural, sem qualquer

Leia mais

TIPOS DE REUNIÕES. Mariangela de Paiva Oliveira. mariangela@fonte.org.br. As pessoas se encontram em diferentes âmbitos:

TIPOS DE REUNIÕES. Mariangela de Paiva Oliveira. mariangela@fonte.org.br. As pessoas se encontram em diferentes âmbitos: TIPOS DE REUNIÕES Mariangela de Paiva Oliveira mariangela@fonte.org.br As pessoas se encontram em diferentes âmbitos: no âmbito do pensar: quando acontece uma troca de idéias, opiniões ou informações;

Leia mais

OFICINA DE JOGOS APOSTILA DO PROFESSOR

OFICINA DE JOGOS APOSTILA DO PROFESSOR OFICINA DE JOGOS APOSTILA DO PROFESSOR APRESENTAÇÃO Olá professor, Essa apostila apresenta jogos matemáticos que foram doados a uma escola de Blumenau como parte de uma ação do Movimento Nós Podemos Blumenau.

Leia mais

CRECHE MUNICIPAL MACÁRIA MILITONA DE SANTANA PROJETO LITERATURA INFANTIL: "MUNDO ENCANTADOR"

CRECHE MUNICIPAL MACÁRIA MILITONA DE SANTANA PROJETO LITERATURA INFANTIL: MUNDO ENCANTADOR CRECHE MUNICIPAL MACÁRIA MILITONA DE SANTANA PROJETO LITERATURA INFANTIL: "MUNDO ENCANTADOR" CUIABÁ-MT 2015 CRECHE MUNICIPAL MÁCARIA MILITONA DE SANTANA 1- Tema: "Mundo Encantador" 1.2- Faixa etária: 2

Leia mais

Projeto Escola e família: construindo novos caminhos

Projeto Escola e família: construindo novos caminhos Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu ESTADO DO PARANÁ SECRETARIA MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO Projeto Escola e família: construindo novos caminhos ELIZÂNGELA. S. VIEIRA COORDENADORA DE PROJETOS EDUCACIONAIS

Leia mais

LICENCIATURA EM COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL PLANO DE TRANSIÇÃO

LICENCIATURA EM COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL PLANO DE TRANSIÇÃO LICENCIATURA EM COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL PLANO DE TRANSIÇÃO ENTRE O PLANO DE ESTUDOS EM VIGOR ATÉ AO ANO LETIVO 2014/2015 E O NOVO PLANO Artigo 1º (Âmbito) O presente plano regula o processo de transição

Leia mais

METODOLOGIA PARA DESENVOLVIMENTO DE ESTUDOS DE CASOS

METODOLOGIA PARA DESENVOLVIMENTO DE ESTUDOS DE CASOS METODOLOGIA PARA DESENVOLVIMENTO DE ESTUDOS DE CASOS 1 O Método do Caso e o Ensino em Administração O uso do Método do Caso nas escolas de administração no Brasil é relativamente recente, embora não haja

Leia mais

GINCANA MATEMÁTICA, UM JEITO NOVO DE APRENDER MATEMÁTICA!

GINCANA MATEMÁTICA, UM JEITO NOVO DE APRENDER MATEMÁTICA! ISSN 2177-9139 GINCANA MATEMÁTICA, UM JEITO NOVO DE APRENDER MATEMÁTICA! Thaís Eduarda Ávila da Silveira thaisuab3@gmail.com Universidade Federal de Pelotas, Pólo Sapucaia do Sul, 92990-000 Sapucaia do

Leia mais

Instruções. Formulário de Gerenciamento de Estágio Probatório

Instruções. Formulário de Gerenciamento de Estágio Probatório Instruções Formulário de Gerenciamento de Estágio Probatório 1. O instrumento de gerenciamento do estágio probatório está dividido em Dimensões (constituídas por Fatores) e Comportamentos, de acordo com

Leia mais

2º Encontro da Rede Temática em Desenvolvimento Local 1º de setembro de 2015. Compilação da dinâmica

2º Encontro da Rede Temática em Desenvolvimento Local 1º de setembro de 2015. Compilação da dinâmica 2º Encontro da Rede Temática em Desenvolvimento Local 1º de setembro de 2015 Compilação da dinâmica No dia 1º de setembro, o GIFE realizou o 1º encontro da Rede Temática de Desenvolvimento Local. O encontro

Leia mais

COMO TRABALHAR COM BLOCOS LÓGICOS

COMO TRABALHAR COM BLOCOS LÓGICOS I. Descrição do Material: COMO TRABALHAR COM BLOCOS LÓGICOS Material criado por Dienes. Constitui-se de 48 peças, que combinam quatro atributos em cada uma sendo: Tamanho (grande e pequeno) Cor (amarelo,

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE ROBÓTICA NAS DISCIPLINAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA

A UTILIZAÇÃO DE ROBÓTICA NAS DISCIPLINAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA A UTILIZAÇÃO DE ROBÓTICA NAS DISCIPLINAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA Tatiana Nilson dos Santos, Eliane Pozzebon, Luciana Bolan Frigo Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC Laboratório de Tecnologias Computacionais

Leia mais

Projeto de Mobilização Social - PMS para Elaboração do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos - PMGIRS

Projeto de Mobilização Social - PMS para Elaboração do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos - PMGIRS Projeto de Mobilização Social - PMS para Elaboração do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos - PMGIRS BOM JESUS - SC Fevereiro de 2014 1 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO À MOBILIZAÇÃO SOCIAL 3 2.

Leia mais

Profa.ª Zenaide Campos Escola Municipal Prof. ª Noilde Pessoa Ramalho - Natal/RN

Profa.ª Zenaide Campos Escola Municipal Prof. ª Noilde Pessoa Ramalho - Natal/RN Profa.ª Zenaide Campos Escola Municipal Prof. ª Noilde Pessoa Ramalho - Natal/RN Escolas Sustentáveis... Novas ações, novos hábitos, novas atitudes Escolas sustentáveis: aquelas que mantêm relação equilibrada

Leia mais

ANEXO II PERFIL DO CARGO FUNÇÃO

ANEXO II PERFIL DO CARGO FUNÇÃO ANEXO II PERFIL DO CARGO FUNÇÃO Página 1 de 165 PERFIL DE COMPETÊNCIAS E DESEMPENHO CARGO ANALISTA / FUNÇÃO ADVOGADO MISSÃO DO CARGO: Contribuir para o desenvolvimento institucional, por meio de ações

Leia mais

Mostra de Projetos 2011

Mostra de Projetos 2011 Mostra de Projetos 2011 Fala cidadão: promovendo o direcionamento social, educacional e profissional do aluno da E.J.A, visando à transformação de sua realidade, na construção da cidadania Mostra Local

Leia mais

Como se comunicar bem. Prof. Alexandre Lozi

Como se comunicar bem. Prof. Alexandre Lozi Prof. Alexandre Lozi Comentário das apresentações Avaliação da postura: Falhas: Mãos enroladas Mãos soltas Andado desordenado Pêndulo Balanço do pé Apoio no quadro Apoio na perna Permanecer sentado Mãos

Leia mais

MANUAL PARA GESTORES DAS

MANUAL PARA GESTORES DAS MANUAL PARA GESTORES DAS BIBLIOTECAS AZUIS Dezembro 2011 MANUAL PARA OS GESTORES DE BIBLIOTECA AZUL índice O QUE É O PROJETO BIBLIOTECA AZUL?... 2 Página QUAL O PÚBLICO-ALVO DAS BIBLIOTECAS AZUIS?... 4

Leia mais

COMO TORNAR O ESTUDO E A APRENDIZAGEM MAIS EFICAZES

COMO TORNAR O ESTUDO E A APRENDIZAGEM MAIS EFICAZES COMO TORNAR O ESTUDO E A APRENDIZAGEM MAIS EFICAZES 1 Eficácia nos estudos 2 Anotação 2.1 Anotações corridas 2.2 Anotações esquemáticas 2.3 Anotações resumidas 3 Sublinha 4 Vocabulário 5 Seminário 1 EFICÁCIA

Leia mais

A EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO: VIVENDO E APRENDENDO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO: VIVENDO E APRENDENDO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL P á g i n a 123 A EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO: VIVENDO E APRENDENDO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Fábio de Melo BANDEIRA (Esp./UEG) (fabiobandeira@ueg.br) Ludimilla Ribeiro de ALMEIDA (UEG/G) (lu_dimilla22@hotmail.com)

Leia mais

Suplemento do professor

Suplemento do professor Suplemento do professor Apresentação A coleção Convívio Social e Ética, destinada a alunos de 2 o a 5 o ano (1 a a 4 a séries) do Ensino Fundamental, trabalha valores, resgatando a ética e a moral na escola.

Leia mais

Embarque nesta aventura pelos mares do mundo!

Embarque nesta aventura pelos mares do mundo! Concurso Escola Sustentável Embarque nesta aventura pelos mares do mundo! O município de Itajaí tem recebido megaeventos náuticos internacionais e no ano de 2012 foi reconhecido por suas ações desenvolvidas

Leia mais

Seminário do 16º COLE vinculado: 10

Seminário do 16º COLE vinculado: 10 Kelly Cristina Ducatti da Silva. Doutoranda UNICAMP/Campinas-SP, Professora do Ensino Fundamental (Prefeitura Municipal de Bauru) e Docente UNESP/BAURU kellyducatti@hotmail.com RELATO DE EXPERIÊNCIA: UM

Leia mais

Estruturas das Sessões em TCC

Estruturas das Sessões em TCC Estruturas das Sessões em TCC Eliana Melcher Martins - Mestre em Ciências pelo Depto. de Psicobiologia da UNIFESP - Especialista em Medicina Comportamental pela UNIFESP - Psicóloga Clínica Cognitivo Comportamental

Leia mais

Gestão Estratégica de Pessoas

Gestão Estratégica de Pessoas Gestão Estratégica de Pessoas MBA FGV 1 Grandes Decisões sobre Pessoas Fatores que Garantem o Resultado As Tendências e Perspectivas de Gestão de Pessoas em Saúde Gestão de Pessoas e o Balanced Score Card

Leia mais

Cotagem de dimensões básicas

Cotagem de dimensões básicas Cotagem de dimensões básicas Introdução Observe as vistas ortográficas a seguir. Com toda certeza, você já sabe interpretar as formas da peça representada neste desenho. E, você já deve ser capaz de imaginar

Leia mais

Área - Relações Interpessoais

Área - Relações Interpessoais Área - Relações Interpessoais Eu e os Outros ACTIVIDADE 1 Dar e Receber um Não. Dar e Receber um Sim. Tempo Previsível 60 a 90 m COMO FAZER? 1. Propor ao grupo a realização de situações de role play, em

Leia mais

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna:

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna: TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS 4 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÕES DE 11 A 25 11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na

Leia mais

ÍNDICE 3. ABORDAGEM CONCEITUAL DO MODELO DE GESTÃO DO DESEMPENHO

ÍNDICE 3. ABORDAGEM CONCEITUAL DO MODELO DE GESTÃO DO DESEMPENHO ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. GLOSSÁRIO DE TERMINOLOGIAS ADOTADAS 3. ABORDAGEM CONCEITUAL DO MODELO DE GESTÃO DO DESEMPENHO 4. OBJETIVOS DA GESTÃO DO DESEMPENHO 5. BENEFÍCIOS ESPERADOS DO MODELO 6. DIRETRIZES

Leia mais

DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL

DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL É examinar a situação de uma empresa e determinar seus pontos fortes e fracos em relação a: sua organização; sua capacidade gerencial; seu know-how tecnológico; sua capacidade

Leia mais

Aquisição. Manual APC

Aquisição. Manual APC Sumário 1. ORÇAMENTO... 1 1.1 CADASTRO DAS VERBAS...3 1.2 UNIDADE ORGANIZACIONAL...4 1.1.1 Orçamento...6 2. SUGESTÕES DE COMPRA... 1 1.3 ITENS...3 2.1.1 VISUALIZAÇÃO...7 1.4 CONSULTA GERAL E GERAÇÃO DE

Leia mais

Análise Qualitativa de Processos Autocompositivos

Análise Qualitativa de Processos Autocompositivos Análise Qualitativa de Processos Autocompositivos Breves apresentações de modelos existentes ANDRÉ GOMMA DE AZEVEDO gtarb@unb.br Qualidades I. Técnica II. Ambiental III. Social IV. Ética Histórico Experiência

Leia mais

Lista de material Pequeninos (3 anos)

Lista de material Pequeninos (3 anos) Lista de material Pequeninos (3 anos) 1 Capa de elásticos grossa com: Lápis de cera grossos Lápis de cor Tesoura de bicos redondos e sem bonecos 1 Embalagem de plasticina 1 Espelho de bolso 1 Caderno de

Leia mais