Debates sobre a Estratégia de Lisboa

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1 Debates sobre a Estratégia de Lisboa Crescimento e Emprego Juntos a trabalhar pela Europa do futuro Data de actualização: 19 de Dezembro de 2007 Em parceria: Alto Patrocínio:

2 Debates sobre a Estratégia de Lisboa 100% Já ouviu falar da Estratégia de Lisboa para o Crescimento e o Emprego? 90% 80% 70% 60% 50% 40% Não Sim 30% 20% UE 10% 0% UK ES FR IT CZ DE CY LV PL BG RO SK IE NL A T FI BE HU EL LT DK EE PT SE MT SI LU Fonte: Eurobarómetro nº261 A política europeia social e de emprego

3 O que é a Estratégia de Lisboa? Porque foi elaborada esta estratégia? Os novos desafios da UE na viragem do século Estratégia da União Europeia aprovada pelos Chefes de Estado e de Governo no Conselho Europeu de Lisboa em Março de 2000 Qual o objectivo desta estratégia? Quais as prioridades para alcançar esse objectivo? Qual o balanço da Estratégia em 2005? O relançamento e a focalização no crescimento e no emprego Qual a relação entre a UE e os Estados- Membros na concretização desta estratégia? Como está a ser aplicada a Estratégia de Lisboa a nível nacional? O Programa Nacional de Acção para o Crescimento e o Emprego

4 Projecto europeu progressos realizados em meio século Ao nível económico Ao nível político Ao nível social 1968 União Aduaneira 1989 Carta dos Direitos Sociais Fundamentais dos Trabalhadores 1993 Mercado Único 1999 UEM 1992 UE T. Maastricht 1997 Acordo Social Uma das economias mais desenvolvidas do mundo. Uma União Política de Estados-Membros estáveis e democráticos Um modelo social que assegura uma elevada protecção social aos 2000 cidadãos europeus Carta dos Direitos Fundamentais da UE Mas, num mundo em mutação, a Europa não pode parar...

5 Estratégia de Lisboa: uma resposta a novos desafios A Globalização e a emergência de novas potências económicas A Economia do Conhecimento O envelhecimento da população O alargamento da UE

6 Estratégia de Lisboa: uma resposta a novos desafios A Globalização e a emergência de novas potências económicas A Economia do Conhecimento O envelhecimento da população O alargamento da UE

7 A Globalização e a emergência de novas potências económicas Taxa de Desemprego (%) UE27 UE15 EUA Japão Fonte: Eurostat Nota: Os dados da UE27 para os anos de 1998 e 1999 são por estimativa

8 A Globalização e a emergência de novas potências económicas Taxa de Crescimento Real do PIB UE27 UE15 Estados Unidos Japão

9 A Globalização e a emergência de novas potências económicas Taxa de Crescimento Real do PIB India China UE

10 A Globalização e a emergência de novas potências económicas No comércio internacional e na economia global, estão a emergir um conjunto de novos e dinâmicos actores, nomeadamente os BRIC s (Brasil, Rússia, Índia e China). São de salientar os casos especiais da Índia e da China. Mantendo-se as actuais taxas de crescimento, em 2041 a China ultrapassaria os EUA, tornando-se na 1ª economia mundial e a Índia ultrapassaria o Japão em CHINA Emergiu economicamente nos anos 80, usando a enorme poupança interna para construir a sua infraestrutura. Recorre ao Investimento Directo Estrangeiro para construir fábricas e para ganhar a expertise necessária. ÍNDIA Começou a sua descolagem económica nos anos 90, estando a transformar-se num grande centro de competências à escala mundial, nas indústrias baseadas na economia do conhecimento, tais como software e serviços de alta tecnologia.

11 Estratégia de Lisboa: uma resposta a novos desafios A Globalização e a emergência de novas potências económicas A Economia do Conhecimento O envelhecimento da população O alargamento da UE

12 A Nova Economia do Conhecimento Investimento em TIC - Ano 2005 (% do PIB) 4,5 4 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0, ,2 3,4 3,4 3 2,7 UE 25 EUA Japão Tecnologias de Informação Comunicações Fonte: Eurostat

13 A Nova Economia do Conhecimento Investimento em I&D (%PIB) UE 27 UE 15 EUA Japão Fonte: Eurostat

14 Estratégia de Lisboa: uma resposta a novos desafios A Globalização e a emergência de novas potências económicas A Economia do Conhecimento O envelhecimento da população O alargamento da UE

15 O envelhecimento da População Estrutura etária da população na Europa em % 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% % da população com mais de 65 anos Europa Índia China EUA Japão Fonte: Nações Unidas Estrutura etária da população na Índia em

16 O envelhecimento da População Diminuição da taxa de natalidade Aumento da esperança média de vida Envelhecimento demográfico na Europa Insustentabilidade do Modelo Social Europeu O número de pessoas em idade activa que produzem riqueza diminui As necessidades em matéria de pensões e cuidados de saúde aumentam

17 Estratégia de Lisboa: uma resposta a novos desafios A Globalização e a emergência de novas potências económicas A Economia do Conhecimento O envelhecimento da população O alargamento da UE

18 O alargamento da UE Bélgica 2. Alemanha 3. França 4. Itália 5. Luxemburgo 6. Holanda 7. Dinamarca 8. Irlanda 9. Reino Unido 10. Grécia 11. Espanha 12. Portugal 13. Áustria Finlândia 15. Suécia CROÁCIA Estónia 17. Letónia 18. Lituânia 19. Polónia 20. República Checa FYROM República Eslovaca 22. Hungria 23. Eslovénia 10 TURQUIA 24. Malta Chipre 26. Roménia 27. Bulgária

19 O desafio do alargamento O alargamento acentuou as desigualdades e os problemas de coesão da UE: Aumento de 20% da população da UE Aumento de apenas 5% do PIB Queda do PIB per capita da UE 27 de 12% Outros indicadores: Taxa de emprego redução de quase 1,5 pontos percentuais Taxa de desemprego de longa duração subida de 3,3% para 4%.

20 O desafio do alargamento Macro-indicadores do Impacto Área População PIB UE UE , UE , UE , UE , UE , UE , Área (km 2 ) UE6 UE9 UE10 UE12 UE15 UE25 UE População (milhões de habitantes) UE6 UE9 UE10 UE12 UE15 UE25 UE PIB (Preços de mercado em 2005/ mil milhões ) UE6 UE9 UE10 UE12 UE15 UE25 UE27

21 O desafio do alargamento PIB per capita em pps (UE27 = 100) Ano 2006 Fonte: Eurostat UE27 UE15 Bélgica Bulgaria Rep, Checa Dinamarca Alemanha Estónia Irlanda Grécia Espanha França Itália Chipre Letónia Lituânia Luxemburgo Hungria Malta P.Baixos Áustria Polónia Portugal Roménia Eslovénia Eslováquia Finlândia Suécia Reino Unido EUA Japão Valor para Portugal: 74,4

22 Qual o objectivo da Estratégia de Lisboa? A situação da UE em 2000 exigia assim um novo desafio mobilizador. É neste contexto que os Chefes de Estado e de Governo estabelecem um novo objectivo estratégico Fazer da União Europeia, até 2010, a economia baseada no conhecimento mais dinâmica e competitiva do mundo, capaz de garantir um crescimento económico sustentável, com mais e melhores empregos, e com maior coesão social e respeito pelo ambiente.

23 Quais as prioridades da Estratégia de Lisboa que visam alcançar o objectivo fixado? O desafio tecnológico Investimento nas Tecnologias de Informação e Comunicação e na Inovação, com o objectivo de melhorar a qualidade de vida dos cidadãos, aumentar a competitividade e criar novos empregos. A melhoria da competitividade na Europa Melhorar o mercado interno e criar um ambiente favorável ao lançamento e desenvolvimento de empresas inovadores. Integração dos mercados financeiros e coordenação das políticas macroeconómicas Consolidação orçamental, qualidade e sustentabilidade das finanças públicas. Estratégia Lisboa 2000 Uma sociedade baseada no conhecimento Educação (aumento das habilitações e apoio à mobilidade); formação ao longo da vida; criação de um Espaço Europeu de Investigação. Modernizar e reforçar o modelo social europeu Mais e melhores empregos; promover a inclusão social; modernizar a protecção social.

24 Qual era o balanço da Estratégia de Lisboa em 2005? Os objectivos não estavam a ser alcançados Relatório de Wim Kok Enfrentar o desafio (2004) Demasiados objectivos sem uma priorização adequada Conjuntura económica desfavorável Falta de orientação, coordenação e acção e de uma clara divisão de responsabilidades O problema é que a estratégia de Lisboa se tornou demasiado ampla para ser entendida como uma narrativa interligada. Lisboa trata de tudo e, portanto, de nada. Todos são responsáveis e, portanto, ninguém o é. Relatório de Wim Kok

25 O que traz de novo o relançamento da Estratégia de Lisboa de 2005? Estratégia de Lisboa relançada (Março de 2005) É mais focalizada os esforços centram- -se em torno de duas prioridades: -Garantir um crescimento mais sólido e duradouro; - Criar mais e melhor emprego. Implica um maior compromisso por parte dos governos nacionais através dos Programas Nacionais de Reformas. Coesão social e sustentabilidade ambiental

26 Quais são os eixos fundamentais do relançamento? 1. CONHECIMENTO E INOVAÇÃO MOTORES DE UM CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL 2. UM ESPAÇO ATRACTIVO PARA INVESTIR E TRABALHAR 3. O CRESCIMENTO E O EMPREGO AO SERVIÇO DA COESÃO SOCIAL

27 1. Conhecimento e Inovação motores de um crescimento sustentável Sociedade do Conhecimento: - Investigação e Desenvolvimento (I&D); -Inovação; - Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC); - Formação ao longo da vida Motor de um crescimento sustentável: -Permite melhorar a qualidade de vida dos cidadãos - Permite aumentar a produtividade do trabalho - Permite o aumento da competitividade que se traduzirá num maior crescimento económico - Permite a criação de mais e melhores empregos

28 4,5 4 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0,5 0 3,48 3,86 2,44 1,73 1,73 1,22 0,51 2,51 2,36 1,84 1,91 1,82 2,13 1,78 1,56 1,42 1,25 1,12 1,1 0,94 0,5 0,61 0,57 0,76 0,94 0,61 0,57 0,81 0,4 0,39 3,2 UE27 UE15 Bélgica Bulgaria Rep. Checa Dinamarca Alemanha Estónia Irlanda Grécia Espanha França Itália Chipre Letónia Lituânia Luxemburgo Hungria Malta P.Baixos Áustria Polónia Portugal Roménia Eslovénia Eslováquia Finlândia Suécia Reino Unido EUA Japão 1. Conhecimento e Inovação motores de um crescimento sustentável Investigação Despesa total em I&D (% do PIB) Ano de 2005 Objectivo: 3% do PIB em despesas com I&D

29 Conhecimento e Inovação motores de um crescimento sustentável Sociedade da Informação Percentagem de famílias que têm acesso à Internet Fonte: Eurostat *Os dados dos EUA referem-se a 2003 e os do Japão a UE27 UE15 Bélgica Bulgaria Rep. Checa Dinamarca Alemanha Estónia Irlanda Grécia Espanha França Itália Chipre Letónia Lituânia Luxemburgo Hungria Malta P.Baixos Áustria Polónia Portugal Roménia Eslovénia Eslováquia Finlândia Suécia Reino Unido EUA Japão

30 2. Um espaço atractivo para investir e trabalhar Melhorar a regulamentação europeia e nacional - Criar um contexto económico favorável às PMEs - Criar incentivos às empresas - Diminuir os custos administrativos Assegurar mercados abertos e competitivos dentro e fora da Europa União Europeia Desenvolver e melhorar as infra-estruturas europeias Facilitar mobilidade de pessoas, bens e serviços na UE Desenvolver e aprofundar o Mercado Interno: Serviços Transportes Energia Serviços Financeiros

31 3. O crescimento e o emprego ao serviço da coesão social Crescimento e Emprego Coesão social COMO? Sustentabilidade do modelo social europeu Atrair mais pessoas para o mercado de trabalho (aumento da taxa de emprego e prolongamento da vida activa) Aumentar a produtividade do trabalho Melhores empregos o capital humano é o bem mais importante que a Europa tem ao seu dispor : - Aumentar o nível geral de instrução; - Fomentar a formação ao longo da vida; - Promover a mobilidade geográfica e profissional.

32 3. O crescimento e o emprego ao serviço da coesão social Atrair mais pessoas para o mercado de trabalho Taxa de Emprego Taxa de Emprego Feminino UE-25 63,3 UE-25 55,7 EUA 71,2 EUA 65,4 JP 68,7 JP 57, % % UE-25 EUA JP Taxa de Emprego da População entre os anos ,9 63 Aumentar a taxa de emprego, sobretudo feminina, e prolongar a vida activa para aliviar a pressão exercida pelo envelhecimento da população no sistema de segurança social. Taxa de Emprego de 70% até % Fonte: Eurostat

33 UE27 UE15 Bélgica Bulgaria Rep, Checa Dinamarca Alemanha Estónia Irlanda Grécia Espanha França Itália Chipre Letónia Lituânia Luxemburgo Hungria Malta P.Baixos Áustria Polónia Portugal Roménia Eslovénia Eslováquia Finlândia Suécia Reino Unido 3. O crescimento e o emprego ao serviço da coesão social Educação Melhores Empregos Percentagem de jovens entre os 20 e os 24 que têm pelo menos um nível de educação secundário (ensino ou formação) Fonte: Eurostat

34 3. O crescimento e o emprego ao serviço da coesão social Formação ao longo da vida Se quiseres um ano de prosperidade, semeia cereais. Se quiseres dez anos de prosperidade planta árvores. Se quiseres cem anos de prosperidade, educa os homens. Provérbio Chinês: Guanzi (c. 645 a.c.) In COM (2001) 678 Final Tornar o espaço europeu de aprendizagem ao longo da vida uma realidade. Formação ao longo da vida -Inclusão social Redução das desigualdades e prevenção da marginalização; - Cidadania activa; - Realização pessoal / Maior bem estar da população; - Empregabilidade / Adaptabilidade Melhores empregos. Crescimento Económico

35 3. O crescimento e o emprego ao serviço da coesão social Aumentar a produtividade Produtividade de mão de obra por pessoa empregada UE27 = 100 ano LU UE27 UE15 BE DK DE IE GR ES FR IT NL AT FI SE UK EUA BG CZ EE CY LV LT HU MT PL PT RO SI SK 0 Fonte: Eurostat

36 Um novo ciclo de governação entre a UE e os Estados-Membros ( ) UE: Comissão Europeia e Conselho Europeu - Estabelecem os objectivos de longo prazo; -Aconselham os Estados-Membros nos seus respectivos Planos Nacionais de Reforma; - Coordenam a implementação da Estratégia de Lisboa o que inclui uma avaliação dos resultados alcançados. Governos Nacionais: - Principais responsáveis pela implementação da Estratégia de Lisboa; - Traduzem os objectivos da Estratégia em medidas concretas a nível nacional, através da elaboração de um Programa Nacional de Reformas, tendo em conta o ponto de partida do país e as respectivas prioridades nacionais.

37 Um novo ciclo de governação entre a UE e os Estados-Membros ( ) Comissão Barroso A grande prioridade estabelecida foi concretizar a agenda económica definida em 2000 na capital portuguesa Trabalhando juntos para o crescimento e o emprego um novo começo para a Estratégia de Lisboa COM (2005) 24 Relançamento da Estratégia de Lisboa 22 e 23 de Março de 2005 Conselho Europeu da Primavera Conselho Europeu da Primavera Reunião do Conselho Europeu que tem como objectivo definir os mandatos e assegurar o respectivo acompanhamento da Estratégia de Lisboa Novos instrumentos de acompanhamento Coordenador Nacional Lisboa Planos Nacionais de Reformas (PNR) Relatórios anuais dos EM s Relatório Anual da Comissão Entregues à Comissão em Out.2005, de acordo com as 24 linhas de orientação por esta definidas Portugal entregou em Janeiro 2006, a Comissão analisa os 25 Outubro de 2007 o 2º PNR s identifica os pontos fortes e as Relatório de Execução do insuficiências e propõe medidas PNR concretas a nível da UE e nacional para a sua superação

38 Que lugar para a Estratégia de Lisboa no Orçamento Comunitário? Reorientar o investimento para o Crescimento e o Emprego 7.3% % 31.3% % 46.4% % 36.5% % 4 2.8% 9.3% 5 9.9% 3.8% 6 2.9% 1. Competitividade para o crescimento e o emprego 2. Coesão para o crescimento e o emprego 3. Preservação e gestão dos recursos naturais 4. Cidadania, liberdade, segurança e justiça 5. A UE enquanto parceiro mundial 6. Outras despesas

39 Como é que a Estratégia de Lisboa é aplicada a nível nacional? Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico Senhor Lisboa Professor Carlos Zorrinho Gabinete do Coordenador Nacional para a Estratégia de Lisboa Plano Tecnológico CNEL-PT ESTRUTURA NACIONAL Estratégia de Lisboa Portugal de Novo: Plano Nacional de Acção para o Crescimento e o Emprego PNACE

40 Programa Nacional de Acção para o Crescimento e o Emprego Um programa âncora; ENDS Estratégia Nacional Desenvolvimento Sustentável Programa de Governo Grandes Opções do Plano PT-Plano Tecnológico PROGRAMA NACIONAL DE ACÇÃO PARA O CRESCIMENTO E O EMPREGO 2005/2008 PEC - Plano de Estabilidade e Crescimento PNE - Plano Nacional de Emprego [2005/2008] QREN - Quadro de Referência Estratégica Nacional [2007/2013] Outros Programas e Planos Sectoriais e contributos dos Parceiros Sociais e da Sociedade Civil um programa de iniciativa pública em parceria com a sociedade civil; foco económico para salvaguardar o Estado Social moderno.

41 Plano Tecnológico O Plano Tecnológico é uma agenda de mobilização para toda a sociedade portuguesa, indicando uma estratégia de desenvolvimento e competitividade. Essa estratégia assenta em três eixos: Qualificar os portugueses para a sociedade do conhecimento Vencer o atraso científico e tecnológico Imprimir um novo impulso à inovação para adaptar o tecido produtivo aos desafios da globalização

42 Plano Nacional de Emprego DESAFIOS ESTRATÉGICOS E GRANDES PRIORIDADES DO PNE Promover a criação de emprego, prevenir e combater o desemprego; Antecipar e gerir positivamente as reestruturações; Promover a flexibilidade com segurança no emprego; Reforçar a educação e qualificação da população; Modernizar o sistema de protecção social.

43 Programa de Estabilidade e Crescimento Eixos de Intervenção A. Reestruturação da Administração, Recursos Humanos e Serviços Públicos B. Contenção da Despesa em Segurança Social e em Comparticipações na Saúde C. Controlo Orçamental e Solidariedade Institucional das Administrações Regionais e Locais D. Simplificação e Moralização do Sistema Fiscal, Melhoria da Eficiência da Administração Fiscal, Combate à Evasão e Fraude Fiscal

44 Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável Preparar Portugal para a Sociedade do Conhecimento 2. Crescimento sustentado e competitividade à escala global e eficiência energética Protecção e valorização do Ambiente 3. Melhor ambiente e valorização do património natural 4. Mais equidade, igualdade de oportunidades e coesão social 5. Melhor conectividade internacional do país e valorização equilibrada do território 6. Papel activo de Portugal na construção europeia e na cooperação internacional 7. Administração Pública mais eficiente e modernizada Desenvolvimento económico Coesão Social

45 Programa Nacional de Acção para o Crescimento e o Emprego METAS Pretende-se, no horizonte de 2008: Reduzir o déficit das contas públicas para 2,8% do PIB Aumentar o investimento público e criar condições para triplicar o investimento privado em I&D Atingir uma taxa de crescimento anual do PIB de 2,6% Atingir uma taxa de emprego global de 69% Políticas transversais 1. Crescimento económico e Sustentabilidade das Contas Públicas 2. Governação e Administração Pública 3. Competitividade e Empreendedorismo 4. Investigação, Desenvolvimento e Inovação 5. Gestão Territorial e Sustentabilidade Ambiental 6. Eficiência dos Mercados 7. Qualificação, Emprego e Coesão Social

46 1. Crescimento económico e Sustentabilidade das Contas Públicas OBJECTIVOS 1. Modernizar e racionalizar a Administração Central, através da diminuição do número de serviços e recursos a eles afectos mais eficiência 2. Melhorar a qualidade de serviços prestados aos cidadãos pela Administração Central 3. Colocar a Administração Central mais próxima e dialogante com o cidadão Salienta-se também a aprovação de várias medidas com vista à redução das despesas da Administração Pública, nomeadamente: Criação da figura do controlador financeiro em cada ministério Guardião dos objectivos de controlo da despesa pública - Controla e avalia a racionalidade e rigor dos processos de planeamento e execução orçamental - Reporta o seu trabalho ao Ministro das Finanças e ao Ministro da área respectiva

47 2. Governação e Administração Pública Simplex medidas de simplificação e desburocratização administrativa, para cidadãos e empresas Exemplos de medidas Cartão do Cidadão: -Generalização do cartão no último trimestre de 2006; - Substitui o BI e os cartões de eleitor, contribuinte, segurança social e serviço nacional de saúde. Documento Único Automóvel: - Fusão da informação do livrete e do título de registo de propriedade num só documento: o Certificado de Matrícula

48 3. Competitividade e Empreendedorismo Jovens quadros para a Inovação nas PME Apoio ao estágio profissional Apoio à contratação imediata Destinatários: Jovens até 35 anos com qualificação superior em gestão, engenharia, ciência e tecnologia e outras áreas críticas à inovação. Objectivos: Combater o desemprego dos jovens qualificados, facilitando a sua inserção nas PME; Dinamizar a inovação nas PME, fomentando a competitividade Empresarial. Resultados: Quase 2400 jovens já foram integrados em PMEs ao abrigo do InovJovem

49 4. Investigação, Desenvolvimento e Inovação Assinatura de 18 protocolos de colaboração com a Microsoft Objectivos - Formação e qualificação dos recursos humanos no domínio das TIC; - Promover a integração das TIC no tecido empresarial e na administração pública; - Desenvolver e globalizar os conteúdos informáticos em língua portuguesa. Exemplos: - Criação de Cursos de Especialização Tecnológica de Nível IV no domínio das TIC; - Programa de estágios nos parceiros Microsoft (500 estágios profissionais em parceria com o IEFP). Parcerias Internacionais do Ensino Superior e em Ciência e Tecnologia Lançamento de um centro de investigação na área do Turismo; Colaboração com universidades portuguesas na investigação no âmbito das TI; Colaboração no ensino e investigação no domínio dos conteúdos digitais e multimédia e das TIC; Colaboração e desenvolvimento de programas no âmbito da inovação, energia e transportes.

50 5. Gestão Territorial e Sustentabilidade Ambiental OBJECTIVOS CONTEXTO Forte dependência externa, essencialmente de combustíveis fósseis Com elevada volatilidade e subida de preços Baixo índice de eficiência energética Com aumento de consumo de energia mais do que proporcional ao aumento do PIB Elevada intensidade carbónica Com défice esperado de licenças de emissão de CO2 Baixa concorrência Com menor qualidade de serviço para os consumidores 1. Garantir a segurança do abastecimento de energia 2. Promover a diversificação dos recursos primários e dos serviços energéticos 3. Reduzir os impactes ambientais CONSEQUÊNCIAS -Aumento da Factura Externa -Desequilíbrio da balança de pagamentos -Perda de competitividade e de valor das empresas -Potencial incumprimento das metas do Protocolo de Quioto 4. Estimular e favorecer a concorrência, por forma a promover a defesa dos consumidores

51 6. Eficiência dos Mercados 100% Banda Larga 26 de Junho de 2006 Cerimónia de ligação da última central telefónica da PT à banda larga, em Canhestros (Ferreira do Alentejo) Nº de clientes da Banda Larga subiu 40% entre Março de 2005 e Março de 2006

52 6. Eficiência dos Mercados SECTOR ENERGÉTICO Transposição da Directiva Comunitária sobre a Eficiência Energética dos Edifícios Aplicação de requisitos mínimos para o desempenho energético dos novos edifícios e dos grandes edifícios existentes que sejam sujeitos a obras de renovação importantes (visa-se, nomeadamente, a generalização da utilização de painéis solares). Eficiência Energética dos Edifícios Certificação Energética de Edifícios obrigatória (todas as construções terão, à semelhança dos electrodomésticos, um certificado que caracteriza o consumo energético dos edifícios). Inspecção regular de caldeiras e de instalações de ar condicionado. Painéis solares

53 7. Qualificação, Emprego e Coesão Social JOVENS Dar um forte e decisivo impulso à qualificação dos portugueses ADULTOS Luta contra insucesso e abandono escolar COMO? - Aposta no ensino profissionalizante de nível secundário. OBJECTIVOS até 2010: - Abranger 650 mil jovens; - 50% das vagas no ensino secundário para cursos profissionais. Elevar a formação de base dos activos (que não completaram o 12º ano) COMO? - Desenvolver o Sistema de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências, para medir e certificar competências adquiridas em contextos não formais e informais; - Disponibilizar ofertas complementares adequadas. OBJECTIVO até 2010: - Qualificar 1 milhão de activos.

54 7. Qualificação, Emprego e Coesão Social % de estudantes do ensino secundário no ensino geral e no ensino vocacionado Portugal Grécia Espanha França Alemanha Ensino Geral Ensino Vocacionado Holanda Eslováquia República Checa 0% 20% 40% 60% 80% 100% Fonte: Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE)

55 7. Qualificação, Emprego e Coesão Social I Plano de Acção para a Integração das Pessoas com Deficiências ou Incapacidade Eixo 1 Acessibilidade e Informação Acessibilidades Físicas / Comunicação / Cultura, Desporto e Lazer / Sensibilização e Informação Eixo 2 Educação, Qualificação e Emprego Educação para todos / Qualificação e Emprego / Informação e Formação Profissionais Eixo 3 Habilitar e Assegurar Condições de Vida Dignas Protecção e Solidariedade Social / Prevenção e Reabilitação / Qualidade e Inovação

56 Estratégia de Lisboa Juntos a trabalhar pela Europa do futuro Fazer da Europa um modelo de progresso económico, social e ambiental para o resto do mundo Estratégia da União Europeia aprovada pelos Chefes de Estado e de Governo no Conselho Europeu de Lisboa em Março de 2000 e relançada em 2005 Compromisso Intergeracional: assegurar o futuro das novas gerações Colocar o cidadão no centro do projecto europeu. As pessoas são o principal trunfo da Europa e deverão constituir o ponto de referência das políticas da União Lisboa, Março de 2000

57 Estratégia de Lisboa Links úteis:

58 Estratégia de Lisboa Concepção e Coordenação Filomena Santos António Concepção Sofia Nunes Fernandes Actualização (Dezembro 2007) Elvira Ventura Apoio Carla Gonçalves

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