Mural Eletrônico do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul

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1 Mural Eletrônico do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul Publicação: quinta-feira, 23 de outubro de horas Processo Classe: RP Nº Protocolo: RELATOR(A): DRA. LUSMARY FATIMA TURELLY DA SILVA ESPÉCIE: REPRESENTAÇÃO Representante(s): COLIGAÇÃO UNIDADE POPULAR PELO RIO GRANDE (PT/ PPL / PROS / PTC / PCdoB / PTB / PR) (Adv(s) Edson Luis Kossmann, Guilherme dos Santos Todeschini, Guilherme Rodrigues Carvalho Barcelos, Juliana Brisola, Maritânia Lúcia Dallagnol e Oldemar José Meneghini Bueno) Representado(s): COLIGAÇÃO O NOVO CAMINHO PARA O RIO GRANDE (PMDB / PSD / PPS / PSB / PHS / PT DO B / PSL / PSDC) (Adv(s) Milton Cava Corrêa e Paulo Renato Gomes Moraes) 1. RELATÓRIO Trata-se de representação por propaganda eleitoral irregular, com pedido de concessão de medida liminar, ajuizada pela COLIGAÇÃO UNIDADE POPULAR PELO RIO GRANDE (PT / PPL / PROS / PTC / PCdoB / PTB / PR) e TARSO FERNANDO HERZ GENRO em face da COLIGAÇÃO O NOVO CAMINHO PARA O RIO GRANDE (PMDB / PSD / PPS / PSB / PHS / PT DO B / PSL / PSDC) e JOSÉ IVO SARTORI. Os representantes afirmam ter havido utilização de recursos de computação gráfica e efeitos especiais em inserção levada ao ar no dia , às 23h05min, o que é vedado pelo art. 51, IV, da Lei n /97 (fls ). Na inicial, os representantes postularam a concessão de medida liminar para que fosse sustada a veiculação da propaganda, julgando-se, ao final, procedente a representação. O pedido liminar foi deferido, com a determinação de abstenção de nova veiculação da propaganda impugnada, conforme decisão de fls Os representados, na defesa de fls , alegam haver importante divergência acerca do significado da expressão "computação gráfica", de forma que sustentam haver infração apenas nos casos em que empregados "meios e recursos de informática com alta tecnologia com a finalidade de ludibriar ou manipular o eleitor", o que não teria ocorrido no caso posto, "vez que a dita inserção trata somente da apresentação de proposta do candidato do estado à área da educação". Asseveram que os próprios representantes utilizaram recursos de computação gráfica na sua propaganda eleitoral, realizando trucagem e plotagem com slides. Entendem que "a utilização de recursos mínimos de computação, alcançados através de qualquer smartphone, respeitando o adversário não traz prejuízo e tampouco confusão ao eleitorado". Afirmam que os recursos utilizados não buscaram manipular, iludir, ridicularizar ou ludibriar o pensamento do eleitor em relação ao adversário. Ao final, referem o cumprimento da decisão liminar e requerem a improcedência da representação. A Procuradoria Regional Eleitoral manifesta-se pela improcedência da representação (fls ). 2. DECISÃO O pedido liminar de suspensão da veiculação da inserção impugnada foi deferido (fl ), pois, em juízo que as circunstâncias autorizavam, concluí terem sido utilizados recursos de computação gráfica, de uso expressamente vedado em inserções pelo art. 51, IV, da Lei n /97, regulamentada pelo art. 38, inc. III, da Resolução TSE n /14. Em que pese os argumentos da defesa, embasados em jurisprudência tanto do e. Tribunal Superior Eleitoral quando de outras Cortes Regionais, a utilização de computação gráfica na concepção da inserção impugnada faz com que ela carregue desobediência à legislação, não cabendo a esta julgadora realizar o juízo de valor pretendido pelos representados, mormente no aspecto da utilização (ou não utilização) de recursos dotados de alta ou de baixa complexidade tecnológica. 1

2 Daí, buscando conceitos na área especializada, importa referir que "a Computação Gráfica é uma área da Ciência da Computação que permite a criação de imagens por meio de dados, modelos computacionais, e outras técnicas. Segundo Azevedo e Conci (2003), a ISO (International Organization for Standardization), define computação gráfica como "um conjunto de ferramentas e técnicas para converter dados para ou de um dispositivo gráfico através do computador." (AZEVEDO, E.; CONCI, A. Computação Gráfica - Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Campus, 2003). Forçoso concluir, portanto, que a análise da Justiça Eleitoral deve se circunscrever aos termos postos na legislação e nos normativos regulamentares, de maneira que, se a propaganda impugnada utilizou computação gráfica, como é o caso, descabe averiguar se o software utilizado é dotado de baixa ou alta complexidade tecnológica. Aliás, entendo que tal viés analítico potencializaria as controvérsias, pois eivado de complexidade e, sobretudo, vinculado ao conhecimento absolutamente variável que os julgadores possuem em relação à tecnologia, tão dinâmica em nossos dias. O comando contido no art. 51, IV, da Lei 9.504/97 é objetivo ao estabelecer que "na veiculação das inserções é vedada a utilização de gravações externas, montagens ou trucagens, computação gráfica, desenhos animados e efeitos especiais, e a veiculação de mensagens que possam degradar ou ridicularizar candidato, partido ou coligação". Nessa mesma linha, peço vênia ao d. Procurador Regional Eleitoral, que em seu parecer opinou pela improcedência da representação ao ponderar - com razão - que o conteúdo veiculado pela propaganda eleitoral em questão tem seu mérito, ao tratar de proposta vinculada à educação, mormente em uma campanha eleitoral marcada por ataques pessoais. Todavia, este também não é um aspecto que a esta Magistrada cumpre analisar quando se depara com termos normativos tão assertivos. Portanto, configurado o uso da computação gráfica na confecção da inserção impugnada, tenho por julgar procedente a pretensão dos representantes. 3. DISPOSITIVO DIANTE DO EXPOSTO, confirmo a liminar concedida e julgo procedente a representação. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Em 22 de outubro de Dra. Lusmary Fátima Turelly da Silva, Juíza Auxiliar do TRE/RS. Processo Classe: RP Nº Protocolo: RELATOR(A): DESA. LISELENA SCHIFINO ROBLES RIBEIRO ESPÉCIE: REQUERIMENTO Representante(s): COLIGAÇÃO UNIDADE POPULAR PELO RIO GRANDE (PT / PTC / PCdoB / PROS / PPL / PTB / PR) e TARSO FERNANDO HERZ GENRO (Adv(s) Edson Luis Kossmann, Guilherme dos Santos Todeschini, Guilherme Rodrigues Carvalho Barcelos, Juliana Brisola, Maritânia Lúcia Dallagnol e Oldemar José Meneghini Bueno) Representado(s): COLIGAÇÃO O NOVO CAMINHO PARA O RIO GRANDE (PMDB / PSD / PPS / PSB / PHS / PT DO B / PSL / PSDC) (Adv(s) Milton Cava Corrêa e Paulo Renato Gomes Moraes), JOSÉ IVO SARTORI (Adv(s) Milton Cava Corrêa) Trata-se de representação, com pedido liminar, de pedido de direito de resposta, ajuizada pela COLIGAÇÃO UNIDADE POPULAR PELO RIO GRANDE (PT / PTC / PCdoB / PROS / PPL / PTB / PR) e TARSO FERNANDO HERZ GENRO contra a COLIGAÇÃO O NOVO CAMINHO PARA O RIO GRANDE (PMDB / PSD / PPS / PSB / PHS / PT DO B / PSL / PSDC) e JOSÉ IVO SARTORI, relativo ao programa de bloco do horário eleitoral gratuito de televisão, veiculado no dia 21 de outubro, às 20h30min, e dia 22 de outubro, às 13h. A inicial faz referência à veiculação de ofensas ao candidato Tarso Genro, visto que lhe foi atribuída a pecha de desequilibrado, alucinado, fanático, manipulador, mentiroso, desesperado, ator de teatro de baixo nível, entre outras acusações. Requerem a concessão de medida liminar para que seja suspensa, de imediato, a veiculação da propaganda, deferindo-se, ao final, o pedido de direito de resposta pelo tempo de 4min37seg nos horários apontados (fls ). 2

3 O pedido é tempestivo, considerando que foi observado o prazo de 24h previsto no art. 17, III, da Resolução TSE n /13. Tratando-se de direito de resposta, imprime-se ao feito o rito célere do art. 58 da Lei n /97, o qual não prevê provimento liminar. Por outro lado, verifico que as assertivas lançadas constituem ataques de natureza pessoal, de modo que se faz necessária a intervenção deste Tribunal, com o objetivo de tornar o debate mais respeitoso e produtivo para os destinatários do processo eleitoral, os cidadãos gaúchos. Diante do exposto, DEFIRO EM PARTE A LIMINAR requerida, no sentido de determinar aos representados que se abstenham de veicular, ainda que parcialmente, o conteúdo da peça publicitária, objeto desta representação, até decisão final. Ressalto ainda, por oportuno, que o não cumprimento da presente decisão, sob qualquer modalidade, passará a atrair o quanto previsto no parágrafo único do artigo 55 da Lei 9.504/1997, sem prejuízo de avaliação da conduta quanto às demais sanções previstas. Notifiquem-se os representados para apresentarem defesa no prazo de 24 horas, conforme determina o art. 8º da Resolução n /13, inclusive após as 19 horas. Com a defesa ou transcorrido in albis o prazo, voltem conclusos, encaminhando-se cópia da inicial e da defesa à Procuradoria Regional Eleitoral. Publique-se. Intimem-se. Porto Alegre, 22 de outubro de Desa. Liselena Schifino Robles Ribeiro, Juíza Auxiliar do TRE/RS. Processo Classe: RP Nº Protocolo: RELATOR(A): DESA. LISELENA SCHIFINO ROBLES RIBEIRO ESPÉCIE: REQUERIMENTO Representante(s): COLIGAÇÃO UNIDADE POPULAR PELO RIO GRANDE (PT/ PPL / PROS / PTC / PCdoB / PTB / PR) e TARSO FERNANDO HERZ GENRO (Adv(s) Edson Luis Kossmann, Guilherme dos Santos Todeschini, Guilherme Rodrigues Carvalho Barcelos, Juliana Brisola, Maritânia Lúcia Dallagnol e Oldemar José Meneghini Bueno) Representado(s): COLIGAÇÃO O NOVO CAMINHO PARA O RIO GRANDE (PMDB / PSD / PPS / PSB / PHS / PT DO B / PSL / PSDC) (Adv(s) Milton Cava Corrêa e Paulo Renato Gomes Moraes), JOSÉ IVO SARTORI (Adv(s) Milton Cava Corrêa) 1. RELATÓRIO Trata-se de representação por propaganda eleitoral irregular, com pedido liminar, ajuizada pela COLIGAÇÃO UNIDADE POPULAR PELO RIO GRANDE (PT / PPL / PROS / PTC / PCdoB / PTB / PR) e TARSO FERNANDO HERZ GENRO em face da COLIGAÇÃO O NOVO CAMINHO PARA O RIO GRANDE (PMDB / PSD / PPS / PSB / PHS / PT DO B / PSL / PSDC) e JOSÉ IVO SARTORI em razão da utilização de recursos de computação gráfica e efeitos especiais em inserção levada ao ar no dia , às 11h26min, o que é vedado pelo art. 51, IV, da Lei n /97 (fls ). Na inicial os representantes postularam a concessão de medida liminar, para que fosse sustada a veiculação da propaganda impugnada, julgando-se, ao final, procedente a representação. O pedido liminar foi deferido, com a determinação de abstenção de nova veiculação da propaganda impugnada (fl. 12). Em defesa, os representados alegam que atualmente há uma importante divergência acerca do significado da expressão "computação gráfica", motivo pelo qual sustentam haver infração apenas quando empregados meios e recursos de informática com alta tecnologia com a finalidade de ludibriar ou manipular o eleitor, o que não teria ocorrido no caso em tela, "vez que a dita inserção apresenta apenas a imagem de um veículo modelo Laika, passível de confecção através de programa básico como o Power-Point, que é manipulado por qualquer criança, e faz alusões comparativas a 3

4 importação do veículo da imagem e o atual modelo de governo, mas em momento algum ridiculariza o candidato". Asseveram que os próprios representantes utilizaram recursos de computação gráfica na sua propaganda eleitoral, realizando trucagem e plotagem com slides. Entendem que "a utilização de recursos mínimos de computação, alcançados através de qualquer smartphone, respeitando o adversário não traz prejuízo e tampouco confusão ao eleitorado". Afirmam que os recursos utilizados não buscaram manipular, iludir, ridicularizar ou ludibriar o pensamento do eleitor em relação ao adversário. Ao final, referem o cumprimento da decisão liminar e requerem a improcedência da representação (fls ). A Procuradoria Regional Eleitoral manifesta-se pela procedência da representação (fls ). 2. DECISÃO O pedido liminar de suspensão da veiculação da inserção impugnada foi por mim deferido (fl. 12), pois, em juízo perfunctório, concluí que em sua concepção foram utilizados recursos de computação gráfica, cujo uso é expressamente vedado em inserções pelo art. 51, inc. IV, da Lei n /97, regulamentada pelo art. 38, inc. III, da Resolução TSE n /14. Em que pese os argumentos da defesa, embasados em jurisprudência do TSE e de outros TREs, considero que houve utilização de computação gráfica na concepção da inserção impugnada, não cabendo a esta julgadora realizar o juízo de valor pretendido pelos representantes, determinando se foram utilizados recursos de alta ou baixa complexidade tecnológica. Segundo a doutrina especializada, A Computação Gráfica é uma área da Ciência da Computação que permite a criação de imagens por meio de dados, modelos computacionais, e outras técnicas. Segundo Azevedo e Conci (2003), a ISO (International Organization for Standardization), define computação gráfica como "um conjunto de ferramentas e técnicas para converter dados para ou de um dispositivo gráfico através do computador." (AZEVEDO, E.; CONCI, A. Computação Gráfica - Teoria e Prática. Rio de Janeiro : Campus, 2003). Concluo, portanto, que a propaganda impugnada efetivamente utilizou computação gráfica, descabendo, para a caracterização da conduta, averiguar se o software utilizado na concepção das imagens é de baixa ou alta complexidade. Aliás, tal análise apenas aumentaria as controvérsias sobre a questão, pois haveria juízo discricionário e extremamente subjetivo sobre o conceito de alta tecnologia, o que não se coaduna com a celeridade e objetividade características do presente feito. Por fim, cumpre ressaltar que inexiste tal distinção no art. 51, inciso IV, da Lei 9.504/97, pois referida norma é objetiva ao estabelecer que "na veiculação das inserções é vedada a utilização de gravações externas, montagens ou trucagens, computação gráfica, desenhos animados e efeitos especiais, e a veiculação de mensagens que possam degradar ou ridicularizar candidato, partido ou coligação". Portanto, configurado o uso da computação gráfica na confecção da inserção impugnada, tenho por julgar procedente a pretensão dos representantes. 3. DISPOSITIVO DIANTE DO EXPOSTO, confirmo a liminar concedida e julgo procedente a representação. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Em 22 de outubro de Desa. Liselena Schifino Robles Ribeiro, Juíza Auxiliar do TRE/RS. Processo Classe: RP Nº Protocolo: RELATOR(A): DRA. LUSMARY FATIMA TURELLY DA SILVA ESPÉCIE: REPRESENTAÇÃO Representante(s): MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL (PRE) Representado(s): ARLEU MACHADO DE OLIVEIRA (Adv(s) André Luiz Siviero e Jivago Rocha Lemes), PARTIDO PROGRESSISTA (PP/RS) (Adv(s) André Luiz Siviero, Gustavo Bohrer Paim, Jivago Rocha Lemes, Miguel Tedesco Wedy e Ricardo Hermany) 4

5 Trata-se de representação por propaganda irregular proposta pela PROCURADORIA REGIONAL ELEITORAL em desfavor de ARLEU MACHADO DE OLIVEIRA, então candidato a Deputado Estadual, e PARTIDO PROGRESSISTA DO RIO GRANDE DO SUL, visto que o representado remeteu mensagens com conteúdo eleitoral para os endereços de s de integrantes da ABOJERIS - Associação de Oficiais de Justiça do Rio Grande do Sul, o que faria incorrer em desobediência aos arts. 24 e 57-E da Lei n /97 (fls ). Aduz que ARLEU ocupou o cargo de Secretário da ABOJERIS, o que demonstraria o acesso ao cadastro de associados. Requer a condenação dos representados. Notificados, os representados apresentaram defesa conjunta. Aduzem, preliminarmente, a ilegitimidade passiva do Partido Progressista. No mérito, afirmam que jamais foi utilizado o cadastro da ABOJERIS para o envio de mensagens, sendo que os contatos realizados se deram em razão de contatos pré estabelecidos e registrados na conta de correio eletrônico do candidato. Entendem que a prova é frágil para embasar um juízo condenatório. Requerem o acolhimento da preliminar ou, inocorrente esta, seja julgada improcedente a ação. Preliminarmente É aduzida a preliminar de ilegitimidade passiva do Partido Progressista do Rio Grande do Sul, a qual é de ser afastada. O art. 241 do Código Eleitoral, o qual prevê a responsabilidade solidária da agremiação (partido ou coligação) em relação à propaganda eleitoral realizada pelos candidatos que por ela concorram, é clara e abrangente o suficiente para manter a agremiação no polo passivo da presente demanda e, se ocorrente, conferir responsabilidade solidária ao Partido Progressista do Rio Grande do Sul por eventual prática de propaganda eleitoral irregular de Arleu Machado de Oliveira nas eleições de Assim se posiciona a jurisprudência, já há algum tempo: ELEITORAL AGRAVO REGIMENTAL EM AGRAVO DE INSTRUMENTO. PROPAGANDA IRREGULAR. PRELIMINAR DE ILEGITIMIDADE PASSIVA. ADEPTOS. RESPONSABILIZAÇÃO. POSSIBILIDADE. ART. 241, CE. REEXAME DE MATÉRIA DE FATO. IMPOSSIBILIDADE. SÚMULA 279/STF. 1. Nos excessos praticados na propaganda eleitoral poderão ser responsabilizados os candidatos e seus adeptos (art. 241 do Código Eleitoral). 2. Inviável o reexame de matéria de fato em sede de recurso especial (Súmula 279/STF). 3. Agravo regimental improvido. (AgRg em AI n. 3977/SP. Rel Ministro Carlos Velloso, Julgado em 01/07/03) No mérito, o agente ministerial propôs representação por propaganda eleitoral irregular veiculada por ARLEU MACHADO DE OLIVEIRA, candidato a Deputado Estadual, e PARTIDO PROGRESSISTA DO RS, visto que o representado enviou mensagens a associados da ABOJERIS, ao argumento de ter havido utilização de cadastro eletrônico de órgão de entidade de classe ou sindical, prática vedada na propaganda eleitoral, com fundamento nos arts. 24, VI, e 57-E, ambos da Lei n /97 e a seguir transcritos: Art. 24 É vedado, a partido e candidato, receber direta ou indiretamente doação em dinheiro ou estimável em dinheiro, inclusive por meio de publicidade de qualquer espécie, procedente de: [...] VI - Entidade de classe ou sindical; [...] Parágrafo único. Não se incluem nas vedações de que trata este artigo as cooperativas cujos cooperados não sejam concessionários ou permissionários de serviços públicos, desde que não estejam sendo beneficiadas com recursos públicos, observado o disposto no art. 81. (grifo contido na inicial) Art. 57-E São vedadas às pessoas relacionadas no art. 24 a utilização, doação ou cessão de cadastro eletrônico de seus clientes, em favor de candidatos, partidos ou coligações. 1º É proibida a venda de cadastro de endereços eletrônicos. 5

6 2º A violação do disposto neste artigo sujeita o responsável pela divulgação da propaganda e, quando comprovado seu prévio conhecimento, o beneficiário à multa no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) a R$ ,00 (trinta mil reais). No entanto, não observo nos autos elementos suficientes a confortar o juízo condenatório. Primeiro, registro a possibilidade do envio de mensagem eletrônica por meio da internet, em conformidade com o inc. III do art. 57-B da Lei das Eleições, nos seguintes termos: Art. 57-B A propaganda eleitoral na internet poderá ser realizada nas seguintes formas: (...) III - por meio de mensagem eletrônica para endereços cadastrados gratuitamente pelo candidato, partido ou coligação; Dessa forma, de acordo com José Jairo Gomes (Direito Eleitoral, Editora Atlas. 6ª edição, pág. 359), pode o candidato lançar mão de cadastros que lhe forem cedidos gratuitamente por terceiros, sejam pessoas naturais ou jurídicas, exceto as pessoas arroladas no art. 24 da LE. E, ao que tudo indica, foi o ocorrido. Senão, vejamos. As informações trazidas pela peça de defesa são críveis, merecendo destaque duas circunstâncias, as quais podem ser visualizadas na documentação juntada pelo próprio Parquet: (1) de que o envio de s se ocorria individualizadamente, conforme o endereçamento constante na correspondência eletrônica (vide fl. 12, o que, por óbvio, contraria a ideia fundamental de utilização de um cadastro de envio), além de (2) restar claro que remetente e destinatários já se conheciam - por exemplo, o diálogo travado após o envio do com propaganda eleitoral, fl. 14, ocasião na qual o destinatário se mostra incomodado pelo fato de receber os s, no que recebe a resposta de que, desejando não mais recebê-las, bastaria avisar. Unido a tais argumentos, o fato de que não há, nos autos, prova efetiva do alegado pelo representante, não se podendo pressupor a utilização indevida de um cadastro pelo representado quando inexistem indícios nesse sentido, mormente considerando a diminuta quantidade de destinatários que receberam a mensagem. E, muito embora alguns destinatários tenham nitidamente se sentido incomodados, tal situação não configura, em si, ilegalidade. Além, e não obstante isso, registro que uma indagação interessante, no caso, seria se tratarem (ou não) de clientes os integrantes de uma associação como a ABOJERIS. Isso porque o caput do art. 57-E faz constar a expressão "cadastro eletrônico de seus clientes". Daí, como a suposta remessa de propaganda eleitoral com a utilização de cadastro eletrônico teria se dado para associados, e se tratando de norma de viés sancionador, penso que se tornaria necessária certa reflexão para a aplicação de pena. De qualquer forma, e à vista dessas considerações, friso que não há elementos a comprovar a utilização de cadastro eletrônico por parte dos representados, a improcedência da demanda se afigura o destino apropriado para seu desfecho. Diante do exposto, julgo improcedente a representação. Publique-se e intimem-se. Porto Alegre, em 22 de outubro de Dra. Lusmary Fátima Turelly da Silva, Juíza Auxiliar do TRE/RS. Processo Classe: RP Nº Protocolo: RELATOR(A): DESA. LISELENA SCHIFINO ROBLES RIBEIRO MUNICÍPIO: CAXIAS DO SUL-RS (136ª ZONA ELEITORAL - CAXIAS DO SUL) ESPÉCIE: PETIÇÃO Representante(s): MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL (PRE) Representado(s): COLIGAÇÃO O NOVO CAMINHO PARA O RIO GRANDE (PMDB / PSD / PPS / PSB / PHS / PT DO B / PSL / PSDC) (Adv(s) Milton Cava Corrêa e Paulo Renato Moraes), JOSÉ IVO SARTORI (Adv(s) Milton Cava Corrêa), MARCELO ANTONIO BUFON e NATALINO SARAPIO 6

7 Trata-se de representação proposta pelo MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL (PRE) contra a COLIGAÇÃO O NOVO CAMINHO PARA O RIO GRANDE, JOSÉ IVO SARTORI, MARCELO ANTONIO BUFON e NATALINO SARAPIO em razão da veiculação de propaganda eleitoral irregular - placa e cartazes afixados em bem de uso comum -, no município de Caxias do Sul, contrariando o art. 37 da Lei n /97. Requer a aplicação da multa prevista no 1 do referido artigo (fls ). O Ministério Público de origem noticiou (fls ) a irregularidade ao Juízo Eleitoral que, no exercício do poder de polícia, deferiu o pedido liminar (fls ), comprovando José Ivo Sartori e a Coligação a retirada da publicidade dentro do prazo estipulado (fls e fotos da fl. 32). Notificados nesta instância (fls , 42, 56), apenas José Ivo Sartori e a Coligação apresentaram defesa, sustentando que a propagada já fora removida do bem de uso comum, não cabendo a aplicação de multa (fls ). Vieram os autos conclusos. Cumpre referir, de início, que a ausência de defesa por parte dos candidatos Marcelo Antonio Bufon e Natalino Sarapio não tem o condão de reputarem-se verdadeiros os fatos afirmados pelo autor, visto haver mais de um demandado, consoante preconiza o art. 320, I, do CPC. No mérito, a representação foi proposta em razão de os candidatos afixarem placa e cartazes na fachada do estabelecimento comercial Sacolão Pioneiro, em Caxias do Sul, constituindo bem de uso comum para fins eleitorais, de modo que o agente ministerial requer seja aplicada multa aos demandados. Todavia, de acordo com os documentos acostados pelos representados (fls e fotos da fl. 32), foi retirada, dentro do prazo estipulado judicialmente, a propaganda do bem considerado de uso comum para fins eleitorais, conforme expressamente prevê o 4º do art. 37 da Lei n /97, regulamentado pelo art. 11 da Res. TSE n /14. Desse modo, tratando-se de propaganda eleitoral irregular em bem de uso comum, ainda que de propriedade privada, não cabe a cominação de multa em razão de os representados, após a notificação, terem cumprido a determinação de retirada da publicidade, a teor do prescrito no 1º do art. 37 da Lei 9.504/97, reproduzido no 1º do art. 11 da Resolução TSE n /2014. Nesse sentido é a jurisprudência que colaciono, em caráter exemplificativo: Recursos. Propaganda irregular. Bem de uso comum. Artigo 37 da Lei n /97. Eleições Representação julgada parcialmente procedente no juízo de origem. Confirmação da liminar concedida, determinando a remoção do material. Inconteste a afixação de propaganda eleitoral na estação rodoviária do município, bem de uso comum, ainda que parte do imóvel seja residencial. Uma vez retirada a publicidade impugnada, incabível a aplicação de multa. Provimento negado. (TRE-RS. RE Sessão do dia Relator Dr. Leonardo Tricot Saldanha) ELEIÇÕES RECURSO ELEITORAL - PROPAGANDA ELEITORAL - PLACAS - PRÉDIOS COMERCIAIS - BENS PARTICULARES EQUIPARADOS A PÚBLICOS - INFRAÇÃO AO ART. 37 LEI 9.504/97 - RETIRADA APÓS A NOTIFICAÇÃO - REMISSÃO DA MULTA - RECURSO PROVIDO. Havia placas de publicidade eleitoral em estabelecimentos comerciais. Isso é vedado - não importa o tipo propaganda - em bens de uso comum, sendo equiparados a tanto os estabelecimentos empresariais. Com a notificação do infrator, porém, houve a retirada dos objetos, o que impede a sanção. O caso, nos termos da jurisprudência unânime deste Tribunal, não é tratado pelo art. 39 (que cuida dos outdoors), o que torna útil o atendimento imediato ao poder de polícia da Justiça Eleitoral. (TRE-SC. RE n Sessão do dia 1º Relator Juiz Hélio do Valle Pereira) Desse modo, constatada a remoção da publicidade veiculada em bem de uso comum dentro do prazo estipulado, descabe a aplicação de multa no presente caso. Diante do exposto, julgo PARCIALMENTE PROCEDENTE a representação, reconhecendo a veiculação de propaganda em bem de uso comum, a qual foi retirada pelos representados no prazo estipulado, não cabendo a aplicação de multa. Publique-se e intimem-se. Em 22 de outubro de Desa. Liselena Schifino Robles Ribeiro, 7

8 Juíza Auxiliar do TRE/RS. JUSTIÇA ELEITORAL Processo Classe: RP Nº Protocolo: RELATOR(A): DRA. LUSMARY FATIMA TURELLY DA SILVA ESPÉCIE: REQUERIMENTO Representante(s): COLIGAÇÃO O NOVO CAMINHO PARA O RIO GRANDE (PMDB / PSD / PPS / PSB / PHS / PT DO B / PSL / PSDC) (Adv(s) Milton Cava Corrêa e Paulo Renato Gomes Moraes), JOSÉ IVO SARTORI (Adv(s) Milton Cava Corrêa) Representado(s): TARSO FERNANDO HERZ GENRO e COLIGAÇÃO UNIDADE POPULAR PELO RIO GRANDE (PT / PTC / PCdoB / PROS / PPL / PTB / PR) (Adv(s) Edson Luis Kossmann, Guilherme dos Santos Todeschini, Guilherme Rodrigues Carvalho Barcelos, Juliana Brisola, Maritânia Lúcia Dallagnol e Oldemar José Meneghini Bueno) Trata-se de representação por propaganda eleitoral irregular, com pedido de concessão de liminar, ajuizada pela COLIGAÇÃO O NOVO CAMINHO PARA O RIO GRANDE e JOSÉ IVO SARTORI em face de TARSO FERNANDO HERZ GENRO e da COLIGAÇÃO UNIDADE POPULAR PELO RIO GRANDE. Narra a inicial que, no dia , às 9h13min e às 9h32min, na RBS TV, como também na Rádio Gaúcha, nos horários das 9h51min, 10h03min, 10h05min e 10h20min os representados veicularam inserção em que foram utilizados recursos de computação gráfica, montagem, trucagem, inclusive buscando ridicularizar o candidato SARTORI, o que viola o disposto no art. 51, IV, da Lei n /97. Requerem a concessão de medida liminar para seja determinada a imediata suspensão da veiculação da propaganda impugnada, sob pena de multa diária Ressalto que a análise do caso se dará sob o viés da utilização de computação gráfica e efeitos de áudio e vídeo, eis que aparentemente é o cerne da questão. Daí, a mídia juntada aos autos (fl. 11) evidencia a utilização de efeitos de áudio e vídeo, com aproveitamento dos recursos de computação gráfica e montagem, ferramentas expressamente vedadas em inserções, à luz do art. 51, IV, da Lei n /97, verbis: Art Durante os períodos previstos nos arts. 47 e 49, as emissoras de rádio e televisão e os canais por assinatura mencionados no art. 57 reservarão, ainda, trinta minutos diários para a propaganda eleitoral gratuita, a serem usados em inserções de até sessenta segundos, a critério do respectivo partido ou coligação, assinadas obrigatoriamente pelo partido ou coligação, e distribuídas, ao longo da programação veiculada entre as oito e as vinte e quatro horas, nos termos do 2º do art. 47, obedecido o seguinte: (...) IV - na veiculação das inserções é vedada a utilização de gravações externas, montagens ou trucagens, computação gráfica, desenhos animados e efeitos especiais, e a veiculação de mensagens que possam degradar ou ridicularizar candidato, partido ou coligação (grifei). O comando encontra-se reproduzido no art. 38, III, da Resolução TSE n /14: Art. 38. (...) III - na veiculação das inserções, são vedadas: utilização de gravações externas, montagens ou trucagens, computação gráfica, desenhos animados e efeitos especiais, e a veiculação de mensagens que possam degradar ou ridicularizar candidato, partido político ou coligação (grifei). Em uma primeira análise, portanto, a propaganda infringiu a legislação eleitoral, sendo pertinente a suspensão liminar de sua reprodução até decisão final. O perigo na demora evidencia-se pela divulgação reiterada de propaganda que parece afrontar a legislação eleitoral. DIANTE DO EXPOSTO, defiro a liminar, determinando que os representados se abstenham de veicular a inserção impugnada nestes autos, sob pena de multa no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais) para cada nova inserção doravante 8

9 veiculada. Notifiquem-se os representados para que cumpram a decisão liminar e apresentem defesa no prazo de 48 horas, nos termos do art. 8º, caput, da Res. TSE n /13. Com as defesas ou transcorrido in albis o prazo, encaminhem-se os autos em vista à Procuradoria Regional Eleitoral. Após, retornem conclusos. Publique-se. Intimem-se. Em 22 de outubro de Dra. Lusmary Fátima Turelly da Silva, Juíza Auxiliar. Processo Classe: RP Nº Protocolo: RELATOR(A): DES. FEDERAL OTÁVIO ROBERTO PAMPLONA ESPÉCIE: PETIÇÃO Representante(s): COLIGAÇÃO O NOVO CAMINHO PARA O RIO GRANDE (PMDB / PSD / PPS / PSB / PHS / PT DO B / PSL / PSDC) (Adv(s) Milton Cava Corrêa e Paulo Renato Gomes Moraes), JOSÉ IVO SARTORI (Adv(s) Milton Cava Corrêa) Representado(s): TARSO FERNANDO HERZ GENRO e COLIGAÇÃO UNIDADE POPULAR PELO RIO GRANDE (PT / PTC / PCdoB / PROS / PPL / PTB / PR) (Adv(s) Edson Luis Kossmann, Guilherme dos Santos Todeschini, Guilherme Rodrigues Carvalho Barcelos, Juliana Brisola, Maritânia Lúcia Dallagnol e Oldemar José Meneghini Bueno) Trata-se de representação por direito de resposta, com pedido liminar, proposta pela COLIGAÇÃO O NOVO CAMINHO PARA O RIO GRANDE (PMDB / PSD / PPS / PSB / PHS / PT DO B / PSL / PSDC) e JOSÉ IVO SARTORI em desfavor de COLIGAÇÃO UNIDADE POPULAR PELO RIO GRANDE (PT / PTC / PCDOB / PROS / PPL / PTB / PR) E TARSO FERNANDO HERZ GENRO, sustentando a veiculação de propaganda ofensiva à honra dos representantes, na propaganda em bloco veiculada nas emissoras de TV no dia 22 de outubro, às 13h. Requerem seja determinado, liminarmente, a suspensão do programa impugnado, bem como, ao final, seja deferido o direito de resposta, nos termos do art. 58 da Lei n /97. O pedido de direito de resposta é tempestivo pois foi interposto no prazo de 24h, contado a partir da veiculação do programa. No entanto, o pedido liminar não merece deferimento, afigurando-se prudente a manifestação da parte contrária antes de ser exarado juízo de valor sobre a propaganda impugnada, sobretudo considerando-se que o procedimento segue rito extremamente célere, previsto no art. 58 da Lei n /97, o qual não prevê provimento liminar. Ademais, eventual reiteração da conduta poderá ensejar novo pedido de resposta, não se evidenciando prejuízo iminente à parte alegadamente ofendida a demonstrar, com clareza, o perigo da demora necessário ao provimento liminar. Diante do exposto, indefiro o pedido liminar. Notifiquem-se os representados para apresentarem defesa no prazo de 24 horas, conforme determina o art. 8º da Resolução TSE n /2013. Após, retornem os autos conclusos. Publique-se. Intimem-se. Porto Alegre, 23 de outubro de Des. Federal Otávio Roberto Pamplona, Juiz Auxiliar do TRE/RS. 9

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