THE PORTUGUESE COMMUNITY NEWSPAPER MARC LALONDE. blicas, C. M. Drury, para consultar com 0 COMUNICADO

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1 ANO NUMERO DE MARO 1976 THE PORTUGUESE COMMUNTY NEWSPAPER TEL PREO AVULSO 25c TRUDEAU E A NTRGA DOS JUZES SALARO MNMO E EXPLORACAO o salario minimo no Ontario subiu no dia 15 d Maro d $24 para $265 por hora o Toronto Star do dia 17 d Maro publicou um artigo m qu mostra como imnsas pssoas nao unionizadas a trabalhar m rstaurants bars lojas d rtalho padarias companhias d industrias ligiras sto a sr xploradas Adniji autor d uma psquiza sobr industrias qu pagam salario minimo diss qu as vidncias provam qu muitos patros pagam salarios baixos porqu a tabla d salario minimo provincial irralisticamnt baixa - nao porqu ls na'o pos sam pagar mais o rsultado diz l qu os trabahadors xplorados subsidiam os patros sss trabalhadors por sua vz stao a sr subsidiados por contribuints atravs d programas'd assistncia social JEAN CHRETEN MARC LALONDE C M (BUD) DRURY Alm disso pssoas qu trabalham nos Grou-s nas iiltimas smanas uma contro- sumo dos Assuntos Corporativos admitindobars rcbrao apnas $25 por hora vrsia no Parlamnto Fdral ntros par- qu tinha pdido ao Ministro das Obras pu- starao suji tos as gorgtas para mlhotidos da Oposiao govrno d Trudau blicas C M Drury para consultar com rarm salario autor da xmplo q dvido a rvlaao d um juiz d Montral inqurito do juiz scaso d dsrspid qu alguns ministros tntaram intrfcontinua na pagina 5 to ao tribunal rir m casos judiciais pndnts Ed Broadbnt lidr do NDP Jo Clark ldr do partido consrvador sugriram qu primiro ministro sta a tntar scondr qualqur coisa sobr caso dos juizs qu para aclarar a vrdad dpositados m cofrs d alugur nas insdvia mandar fazr urn inqurito sobr a tituios d crdito) linicamnt para conduta dos ministros dposito m conta ja abrta ou a abrir Considrando as dificuldads qu os Tudo comou quando Juiz Knnth C nas instituios d crdio; MacKay nviou urna carta ao Ministro da Jus- trabalhadors portuguss migrados' dposito dos valors m triam m procdr ao dposito dntro do tia Ron Basford no dia 2 d Fvriro causa dntro do prazo stablcido nrazostabjcido nlo Dcrto-Li algando intrvnos junto d juizs do indispnsavl para fito d atribuivriro d crtifitribunal suprmo do Qubc d trs mini ao d bnflcios indmnizaos dvidas 's d participaao m tros Marc Lalond Jan Chrtin Char aos titulars d tais valors to no Pals (FDES E M Drury 'autlas d socidads qu irritou mais os partidos da opos Scrtaria d Estado da Emigraao 8 d izadas a Scrtaria ao foi a atitud d Trudau m nao aci Maro d 1976 ao laborou urn proo pdido d dmissao do Ministro Charls propondo qu ss Drury ao msmo tmpo a sua rcusa d do por mais d 6 mandar fazr um inqurito sgundo a Cons trabalhadors portutuiao do Canada (Th British North AD ca Act) podr judicial sta sparado d podr xcutivo portanto as intrv o Conslho d MinisRprsntants do Doctors Hospital os dos ministros sac vistas como um s5/3/976 foi aprovado avistaram-s com Primiro Ministro Wilrio atntado contra a indpndncia dos d dcrtoli vm a liam Davis no dia 17 d Maro para h tribunais conhcimnto da dciaprsntarm urn plana qu prv a mudandpois d algurna prssao Andr Oullt uito bnficiara a dst hospital nurn cntro d saud abdicou da sua posiao d Ministro d Co d srvios sociais da comunidad SECRETARA DA EMGRACAO COMUNCADO DOCTOR'S HOSPTAL Rtornados d Angola o Portugus Rfug Aid Committ ralizou na sxta-fira uma confrncia d imprnsa na City Hall no domingo sguint uma runiaq sobr a situarao dos angolanos m Toronto cuja situaao nao s ncontra rgularizada Esta runiao ra(continua na pagina 5) o dos valors rfrip numa instituiao d crdito m conta qu migrant ja tnha abrto ou a abrir at ao dia 7/5/976 inclusiv Rlmbra-s tambm qu a st rspito foi ja transmitido m Comunicado da Scrtaria d Estado da Emigraao d 11/2/976: os trabalhadors portuguss migrados dvm promovr dntro do prazo (at 7/5/76 inclusiv) lvantamnto dos msmos valors ( s sts stivrm (Continua na pagina 5)

2 2 COMUNDADE Mar<SQ 25/76 4rafi'lu su JnOls TONN: Entao coma passouos djas m London Exprimnt a lr vja s prcb tudo S nao prcbr p<sa ajuda ao su profssor smpr bnvindo ou ami go Sr ZE: dscanso pior qu quando nao s trabalha nao (Tirado do Nwcomr Nws Fb 1 19(6) s ganha nos tmpo qu passam nm ja corn os nos sos ganhos nos aguntamos Canada is thr months Visar changs in th mmigrabrn quanto mais sm ganhar nada 1\1as itors who want to say longr tion laws You cannot always para dizr a vrdad sa bm ficar must gt an xtnsion from th rly on your own or your uns dias m casa com st frio d ma'mmigration Dpartmnt frinds' xprinc tar trabalho na construao um in- Thy must b sur to mak th Popl cannot com to frno nos dias mais frios Nm as caappliation for xtnsion b Canada as visitors and thn misas casacos grossos nos alm Esfor thir tim xpirs apply for landd immigrant: tas a vros mus ddos ficam nrstatus Thy must apply in glados tsos como chouri<ss As You may hav othr qusthir own countris rlhas nariz ntao nm s fala! tions or concrns in this ara Also no ori othr than a Bfor you do anything talk Canadian citizn or a landd ronn: Nao acha qu dviam parar trablhc to somon who rally knows immigrant may tak a job or na constru<sao quando sta muito frio? You can gt information or ' go to school without writtn prmission from th mmigraadvic from a Lgal Assis- 3r ZE: sso acontc mas raro Os patanc Clinic mmigrant Aid tion Dpartmnt tros aqui qurm vr trabalho fith maximum' lngth of Socity or an nformation to quanto mais dprssa mlhor portim that a visitor may stay in Cntr in your community tanto nao importa qu fa<sa frio ou caltz muito difrnt da nossa vida m Portugal Quando tmpo stava ruim u nunca ia trabalhar para campo Sabmos qu mui tos dos nossos li tars stao a aprndr ngls por isso vamos dar m cada di<sao um xxto d ngls qu ao msmo tmpo contm informa<sao uti Laws and customs in Canada may b diffrnt from othr countris This oftn causs confusion and crats problms for popl Lawyrs at Lgal Assistanc Clinics popl in govrnmnt agncis and thos who work at mmigrant Aid Socitis say that th followink ar som problm aras mmigration You may want to bring somon from your hom country to Canada But thr OS DESABAFOS DO SENHOR ZE E a-mulhr- OS filhos ronn: A difrn<sa qu Sr Z la trabalhava por sua conta Nas mulhrs a idad rprodutiva situa- 'lm dos quais ff mongolismo Os dfitos JU anomalidads nao cromossomais diflcil-s ntr os 15 os 44 anos S crto Sr ZE: La isso vrdad! Tinha umas 2 qu a capacidad rprodutiva da mulhr s nnt tm rlaao com a idad da mulhr cab<sas d gado cultivava uns bocadof Muitos dls sac dvidos ao baixo pso' dtriora com os anos f{sicamnt nao ha d trra--quas todos d rnda-- ra da crianga ao nascr qu acontc mais idad idal para tr bb visto u ma assim qu fazia a minha vida para a frquntmnt m mas muito jovns mal filho nao sgum a msma trajctoria d vrdad dizr com pouca folga alimntadas riscos o mongolismo qu consist m tr 47 o risco matrnal mais baixo dos 2 ronn: Plo qu diz Sr Z nao tinha xcromossomas m muitas clulas m vz 'd aos 3 anossob a partir dos trinta auprincia d trabalhar na constru<sao 46 qu sria normal qu s manifsmntando considravlmnt a partir dos ants d vir para Canada ta na rtardaao mntal noutros sinto4 Por outro lado a mortalidad inmas como dficincia visual dformafantil mais baixa nas mas d 25 a 3 Sr ZE: Eu apnas via os pdriros car os na cabatc muito mais franos risco para bb maior nas pintiros la da trra fazr urna casita qunt nas mulhrs mais idosasaumnmas com mais d 35 anos aumntando tamaqui ou acola No Canada u nao conh tando considravlmnt a partir dos'4 bm a partir dos 4 cia nada nm tinha pratica'disto o tmpo mais prigoso para tr um filho Esss dfitos cromossomais podm sr d por isso agarri-m 3r qu6 m dram tctados atravs dum tst chamado Am trmos d maio risco para ma bb Quando chgui m 1953 vim logo no mniocntsis qu consist na analis situa-s imdiatamnt dpois da primira primiro magot a imigra<sao'mandou-m do liquido utrino ntr a l2s a l6 mnstruaao porqu sistma rprodutivo da mulhr nao sta ainda compltamnt d- smana d gravidz Em trmos muito gnricos tndo so snvolvido Sra por isso qu nos paiss o patrao du-m layoff u mio tiv pobrs ond s casa mais cdo a mortalida- m conta a idad mlhor tmpo para outro rmdio snao mrchar para -ion a mulhr tr filhos situa-s ntr os d matrnal infantil mais lvada do tral a'procura d trabalho Ai nconqu nos pa{ss igualmnt pobrs m qu s anos tri uns ami:;os portuguss qu tamcomo conclusa6 podmos dizr qu dvm casa mais tard bm vinham corridos como cas d outros Os filhos das mas muito jovns trn igu- sr criadas condios para qu cada uma farms com<samos a procurar trabalho almnt maiors problmas d saud a mais possa tr os filhos no tmpo qu npara vr s nao morriamos d fom Foi tndr sr idal m vz da socidad alta prntagm d mort ntr os 1 4 ntao qu ncontramos urn amigo portugus anos As mas ants dos 2 msmo at aos s procupar qu andava'a trabalhar nas linhas d fr :5 anos produzm mais bbs com pso dma- dmasiado corn a ro nos lvou consigo Digo-t qu s siadamnt baixo qu pod originar divrnao nos ncostassmos uns aos outros nos idad da mulhr sos problmas d sad para os filhos primiros anos morriamos como pinto Tudo qu fica dito parc'contradizr dv procupar-s na cas ca Dal para ca tnho passado por sim m dar mlhor o qu s ouv acrca d bbs mongoloids mui tos trabalhos mas gralmnt m cone assistncia mdica ou mal formados qu nascm d mas mais tru<sao trabalho ra duro d sol a social so brtudo lhas Tm d admitir-s porm qu as sol alm d pagarm uma cascarrilha statisticas dos dfitos d nascimnto sac as mulhrs muito A c:nida ra msmo uma misria Pouco d analis xtrmamnt dificil Por xm- j ovns ou mui to faltou para alguns d nos morrrm d plo: a surdz so pod sr diagnosticada no pobrs fom! sgundo ana d vida a dislxia (impossi(abrviado bilidad d lr) so s dtcta na idad sdo artigo ronn: Qu faz agora na constru<sao? colar Tais carncias nao podndo sr con How Long tadas ntr os dfitos d nascimntonao Can You Wait ZE: Fa<s d tudo Mas vou-t dlzr no =ntram nas statlsticas to Hav a princlpio m urn prgc sabia prgar dios dfitos d nascimnto podm assim Baby ri to A ncssidad obriga a fazr issociar-s a uma sri d causas Nas por Barbara Sa xprincia nsina! nulhrs mais idosas ocorrm mais frqunman Rvista MS tmnt os chamados dfitos cromossomais Janiro 19(6) ::absf:r:onp::!on::::r r NCOME TAX 83 Dundas St W - Toronto Ontario!SOLMJ\R TRAVEL :t:::::! Viagns para todo Mundo Pr<ss sp- ciais d Excursao Documntos oficiais 1 Srvi<so d Notario Publico Tradu<sos passaports Frts aos ou maritimos! FrancliDa Bauly Salon F:::rrCALZADA F/' COPjT: ':n'tas PFR:A Pft:':FE r PARASO DA MODA ROUPAS PARA SENHORA HOMEN E RAPAZES AOS MELHORES PRECOS DO MERCAOO Arrto no 193 AUGt'STA AVE f8-997 TELF OUNOAS St WEST TORONTO

3 Maro Calas ao Co -n u' d a d Caro ditor: AQui vai urn chqu d $3 para dsp- zas do vosso jornal (part dl para rnovar aossa assinatura) N6s nao tmos muito dinhiro mas pnsamos qu important apoiar os sforos qu stais a fazr para lvar informaao corrcta a atnao da comunidad portugusa Boa sort nos vossos sforos Sidny Pratt Brnda Duncomb PORTUClUESE COMMUNTY NEWSPAPER 931 COLLEClE ST TORONTO PUBLCACAO DE Movimnto Comunitario Portugus EDTOR Domingos Marqus REDA 9AO COMPOSTORES Abl Gurra Maria Jos Marqus Artur Vigas Antonio Varatojo LUSTRACAO Gilbrto Priost FOTOGRAFA ' DSTRBUCAO Gualtr Torrs PUBL CDADE Ricardo Pnas DACTLOGRAFA Carlos Frrira PROM9AO Joao Mdiros Hnriqus Matos l\juda PARA A MAQUNA Continuamos a rcbr mais algumas ofrtas d' amigos litors para ajudar a pagar a maquina d scrvr Slctric 11 qu custou ao jornal a quantia d $8929 Anonimo Aurlia Caoilo Bnild Blm Diamantino d Fritas Ecumnical Work Group F/Gralds Joao Silvrio J8 Tixira Jos DMdiros Julio Morira M/Carrabau Manul Alamo Portugus Canadian Cntr of Cultur and Rcration Portugus talian Food Stor Vitorino Mnds $2 5' ; j\ luta continua Commorou-s m 8 d l\1aro passado mais um Dia ntrnacional da M ulhcr tcndo-s ntr outras dstacado cm Portugal a iniciativa do Movimcnto Dmocnitico das Muhcrs d outras organiza6s slmilarcs di scjurda como M RP' <fu promovu um<l fsta na Voz do Oprario» Com inicio no dia 8 c prolongando-s at amanhii MDM lanou uma shi d comicios fstas rprsnta6s tatrais culturais m graj para alm '::: <Q 1' ' C V o salario minimo no Ontario $ubiu 25 cntimos no dia 15 dst ms passando d $24 para $265 d modo gral As statfsticas dizm-nos qu h crca d 275 mil pssoas a trabalharno Ontario ganhando salario minimo Dizm-nos tamb(m qu a maiar part dos qu ganham o saleirio minimo sac mulhrs gralmn t mprgadas m rstaurants bars cantinas lojas hotis -lavandarias companhias d limpza casas d cinma fabricas d ca19ado companhias d txtis d vstuario Um studo rcnt da Fdra9ao do Trabalho do Ontario concluiu qu xist urna norm xplora9ao lgal ilgal nas industrias ond prvalc salario minimo No ana passado quixaram-s ao Employmnt Standards Branch'lOOO trabalhadors contra urn total d 35 patros qu infringiram a li do saltrrio minimo At aqui falam os numros Mas na do qu nurnros a conralldad hamals sidrar Por qu [ qu milhars milhars d trabalhadors nao podrao rcbr urn salario dcnt? Por qu qu Govrno os mantm a mrc d patros sm scrupulos qu lhs xigm urn trabalho arduo apnas lhs pagam urn salarlo mlsravl por vzs msmo infrior aoqu Govrno paga as pssoas no wlfar? Nos tmpos qu corrm tudo subiu dscontroladamnt $265 por hora ja mo urn salario minimo mas sim uma misria d salario Vivmos nurna socidad qu so-os politicos profissionais m crta mdida algumas scos d oprarios organizados consgum obtr bons salarios boas condios d trabalho sm mui to rgalio No Canada crca d 7 por cnto dos trabalhadors nao stag organizados portanto pouca dfsa tm-' para xigir salarios dcnts Nst nurnro stao altamnt rprsntadas as mulhrs os imigrants Pla falta d organiza9ao dos trabalh dors gra-s a insguransa mdo d prdr trabalho consquntmnt a xploraao por part d muitos patros atravs do salario minimo do trabalho duro As dsigualdads d salarios nsta so cidad sao gritants ao passo qu os pr9s no mrcado sao iguais para todos Esta nas nos sas maos organizar-mo-nos xigirmos slarios d acordo com as ncssidads da vida d hoj ( Cantintto dos j\rtistas d dbats inti'vn6s ao intrnacionalmnt coma longo d todo Pais Com fi- simbolo da lula da mulhr pla to logo no pri miro dia rali- sua mancipa<;iio Com fito zou-s urn comicio-fsta na aqllclas trabalhadoras morltfl qu contou com a particiram quimad;js ril) fogo alad paao d uma dlgaiio da 1'na fibrica pclo patrilo dpoisganizaao das mulhrs angolad tcrm rirvindicad aulllcnnas afta ao MPLA proposita- los d salilriu; diminuii!o no damnt no nosso pais para ss horilri lahol'al d trcm dsk f ito modo dado provas da sua coragm forc:a colctivas Dpois da mort das 129 traem Portugal apsar d dbalhatloras ti uma fabrica d Nova lorqu m 8 d Maro pois do 25 d Abril s trm consgu ido varias conqu istas d 185'7 sta data:' foi sclhida V/ L 7/4 A -#155 clt/6 PO Tt/Gt/E5 3 Agora qu comci a sr assinant co vosso magnifico jornal assim por mim classificado nao s6 plo mpnho m favor da idologia qu profssa mas sobrtudo pla rctidao qu smpr tm dmonstrado nos tmas abordados tratando a Justia plo su vrdadiro nom tomi a librdad d scrvr algurnas linhas dsd ja agrado a atnao qu nlas m 1t for dispnsada partindo da logica qu as cronicas ds5 portivas sac importantlssimas no contudo 2 d urn jornal vinha mui rspitosamnt 5 sugrir a V Exa s dignass dispnsar urn spao no vosso bimnsal m qu houtotal $26 vss possibilidads d rlatar-nos os factos dsportivos sus rsultados rsdonativos ofr cidos publicados no nupitants as quips da nossa comunidad mr antrior $119 o qual sria uma grand font d informaao para a msma Total rcbido at a data $385 Nuno Mdiros COMUNDADE EDTORAL Exmo Sr Editor: Rcbi a sua carta qu agrado po-lh ds culpa d nao atndr ao su pdido para a maquina d scrvr Mas sguint Sou pobr dont ha 8 anos qu m ncontro no Canada nao m foi posslvl trabalhar por falta d saud Tnho muito psar d nao podr dar uma ajuda porqu gosto d lr jornal Comunidad Liduina Machado 25/76 nomada mnt rconhci mnto d salario igual para trabaho iguaj dos trs mss d licna paga por ocasiao da matrnidad facto QU ainda llllilas d if<:rcnas lbi'<:ll podndo msmo dizr-s qu m nnhum pais do mundo a muhr usufrui fctivamnt dos msmos diriios do homm apsar das lutas dsnvolvidas nss sntido D Jornal JA rol<a# E-E/AS AS ;1{5SC=:S L> ro )5 OS Lt/BC'S PE roo AS Cl>AtJE5 wt'e #-4 P Tt/bt/EScS ESPECALZADO EM CASAMENTOS BATZADOS E BANQUETES DUNS ST CASA ELEGANTE rais DE NOVA Df CERMdNA E ROUPAS PARA CRANA L1DA LETAO 212 OSSNGTON AVE TORONTO ONTARO!l36-4!l!5 MODSTA PROF6SONAL A Mt/E!'tJRTt/6t/ 54 A/lt>'1 /VAC; rol C(/L77J/A E JA BrA A 5 l/;1/j)/t?a

4 4 COMUNDADE Mar<;o 25/76 [![ij) lliq)l1q) Lt CENTRO PARA DOSOS Em colaboragao com Cntro d Ajuda aos dosos Comunidad vai publicar daqui m diant algumas informagos utis para qu os portuguss idosos suas fam{lias aprovitm mlhor os srvigos sociais ofrcidos plas rspctivas instituigos dos govrnos do Canada d Ontario d A Crch dos Pais do Wst End um Cntro da ao YMCA) Tmos licnga d cuidar at Toronto d caractr comunitario nao lucrativo 35 crianas actualmnt mtad dstas Os princ1pais srvigos qu mais intrs- para crianas com idads ntr 2 5 anos sac canadianas mtad sac imigrants sarn dirctamnt a cada pssoa idosa sac incluindo crianas das Cara{bas Portuguos sguints: sas talianas Sul-Amricanas da Asia a) Nlimro d sguro social (Social nsutmos st pssoas a trabalhar na crch ranc Numbr)Para todos os idosos 3 homns 4 snhoras qu fazm todo srvigo falam varias linguas Nao ha b) Dsconto no transport publico (Rducd um dirctor as dcisos sac fitas plo fars on Toronto Transit) Para as pssopssoal m grupo as d 65 anos mais rsidnts m Toron Algumas das criangas atndm as classs to infantis durna scola proxima mas vamos busca-las para tomarm lanch na crch c) Bnf{tio d rmdios (Drug Bnfit Plan) Para as pssoas d 65 anos mais tornando a lva-las para a scola qu tnham morado no Ontario plo mnos A atmosfra da crch bastant livr ha 12 mss dando as criangas a possibilidad d s movrm livrmnt m todas as aras d) Rndimnto anual garantido (Guarantd As criangas mais novas dormm duas horas annual incom systm - GANS) Para as pssoas d 65 anos mais qu tnham modpois do almoo Actividads para as rado no Canada por 5 anos durant os criangas constam d tatro d fantochs ultimos 12 mss na Provincia do Ontario natagao films passios CRECHE '-DAY CARE CENTRE 11 '! o Os pais assistm a runios priodicas d vz m quando juntam-s nurn sabado para uma fsta d trabalho m qu fazm limpza pintam fazm arranjos Tmos algumas vagas para criangas subsldiadas Morada: Esta situada no sgundo andar do Wst End YMCA (mbora nao stja dirctamnt liga- Wst End YMCA 931 Collg St ( Dovrcourt) Tl ) Pnso d vlhic (Old Ag Surity) Para as pssoas d b5 a'1s mis qu tnham morado 1 anos no Canada f) Suplmnto d Rndimnto (Guarantd ncom Supplmnt) Para os qu ganhm pnsao d vlhic nao tnham nnhum outro rndimn to ;' g) Subs{dio para sposos (Spous's Allowanc) Para sposo ou a sposa dos qu ganhm pnsao d vlhic rcbam suplmnto do rndimnto garantido AS MULHERES DE LMPEZA h) Plano d pnsos do Canada (Canada Pnsion Plan) Paga pnso aos qu s rfor mam bnf{cios m dinhiro aos qu ficmn Uma companhia qu dspdiu os sus mpr- obtr 'crtificados d sindicato invalidos aos sposos ou sposas figados no Outono passado dpois d ls nao Os mprgados rcbram $24 a hora ds lhos mnors dos qu morrm dpois d tcitarm a ofrta d salario da companhia d 1 d Maio d 1975 quanto st salario rm contribuido como trabalhadors para informou ontm qu pagara um total d 6C minimo foi imposto pla li provincial o financiamnto dst plano Tambm rcdolars a crca d 55 dos mprgados qu dirctor diss ainda qu a companhia bm agora pnsao dst plana as pssoas foram dspdidos tm intnao'd pagar a difrna ntr qu compltm 65 anos d idad stjam o Dirctor d Modrn Building Claning $24 por hora $25 por hora a contar a rcbr sguro d dsmprgo (unmdiss ontm qu pagamnto foi fito volun dsd Maio o ana passado a difrna ploymnt insuranc) tariamnt porqu a companhia achou qu ntr $225 por hora $25 porhora do tinha rsponsabilidads para com os sus ms d Abril total d cra d $6 i) Bnf{cios para fam{lias (Family BnmRrgados ' dolars fits) Para pssoasd 65 anos mais' Toda sta Sl tuaao fol multo aborrclda Os :mp::gados d l:mpza pzad qu ao qu nao rcbam pnsao d vlhic; para dlss Sr Paul Os mprgados qu na na malorla homns sac pagos salarlo mals mulhrs sos cam 6 anos ou mais cas amaiori sac mulhrs portugusas foram alto: nao rcb::ao pagamnto r!ro-activo das quando marido rcb pnsao d vdspdldos dos sus trabalhos m Outubro dlrctor tnclona passar os chqus lhic ou sta invalido ou intrnado nurna pdir a um jornalista do Glob and Mail instituiao do ana passado quando a companhja avisou o Govrno d Ontario qu trminava su para os por no corrio vrificando assim contracto d limpza nos scritorios dos qu ls foram nviados j) Assistncia d bnficncia (Wlfar diflcios do Govrno localizado na Bay E l Assistanc) Para pssoas d qualqur iwllsly Sts dad qu prcism d ajuda financira nupor insistncia do Govrno d Ontario ma mrgncia Nao podm tr st srvio novo contractor - Consolidatd Maintnanc por um priodo d 5 anos os imigrants Srvics Ltd mprgou todos os 97 mprpatroclados (sposors) gados dspdidos pla Modrn Building ClaA Dlrcao Escolar d Toronto aprovou ning no dia l6 d Maro q 1976 a rdac'ao fi- k) Sguro mdico d hos ital (Ontario Halth nsuranc Plan As pssoas d 65 Corn novo contracto as mulhrs acaba- nal do su novo prograrna multicultural ( f' d t l' 1 d anos mais dpois d star urn ano nst ram por ganhar mnos durant prlodo d corn lm s ac ua lzarm ao nlv sguro podm rcbr gratuitamnt sus dois anos do qu ghariam com a ofrta rsto da ciad sdo dss Gordon bnflcios fazndo pdido ncssario final fita por Modrn Building Claning Crssy prsldnt da Dlrcao Escolar Modrn Building Claning ofrcu $346 A cidad mudou mais rapidamnt do qu Os antriors sac os srvigos qu rquhora para Janiro d 1977 comparado com as scolas acrscntou dizndo qu crca rm pdido individual scrito m forma $325 por hora qu a Consolidatd vai pad 5% d todos os studants d Toronto imprsso Mas ha outros srvigos dos ' l'lngua - m f a 1 am m casa urna Trclra gar m Abril d 1977 govrnos d institui5s particulars o dirctor diss qu Modrn Builaing ingls ou francs - trn problmas m ca- nag dstinados somnt a idosos qu Claning tinha intnao d aurnntar sala muncar m qualqu:: das linguas oficiais sts podm aprovitar sgundo cada caso: rio dos mprgados d limpza d trabalhos A dlrcao gastou -d1s anos no prograrna informaao conslho advogados crditos mais lvs qu sao fitos na maioria por dsignado pa::a ajudar alu:;os mgrant d impostos planos d Blu Cross ambumulhrs d $225 por hora para $25 por para consgulr urna adaptaao raplda fa- lancia nfrmiras cadiras d rodas hora a sr fctivo m 1 d Abril do ana cil a scola sm qu ls prcam a idn- moradi bibliotca; clubs cntros passado tidad cultural tc alguns d graa outros pagando Os mprgados pdiram cartos d sindica programa tra 13 pssoas no Dpartacust; to Uniao m Maro passado; no ntanto mnto d Rlaos Escola-Comunidad (SchaRcorra ao Cntro d Ajuda aos lis d Trabalho imdm a companhiad 1 Community Rlations Dpartmnt) para dosos (Hlp Sniors Cntr) no 931 Collaumntar salarios dpois d tr sido infor trabalhar na zona do Wst com as scolas g Strt Tlfon sra ncamada d qu os sus mprgados stao a pais imigrants minhado para srvigo convnint A so a a Comunl-d a d N' a

5 Mart;o 25/76 S l\ L 1\ RO r ll'vlcos Socials SERVOS LEGAS D r co [ N n {') D E DE PAR!<Df\LE f N M da pagina 1 fabrica d casacos d cabdal Os srvios lgais da comunidad d Parkdal stao a ofrcr confrncias sobr a li da imigrat;ao para todas as pssoas intrssadas m aprofundar os sus conhcimntos nst assunto Alm disso havra uma confrncia sobr Sguro d smprgo Voc (Unmploymnt nsuranc and You) no dia 29 d Mart;o as 7:3 da noit Lugar 1267 Qun St Wst Tlfon: DOrTOqS HOSPTAL duas mprgadas d cozinha com mais d 2 anos d srvit;o ganhando apnas $275 por hora Cita ainda caso d os patrs pdirm a muitos mprgados para trabalhar dpois da hora lgal sm salario xtra qu contra'a li provincial (UNSEX) todos os artigos para homm snhora PHONE (416) t 173 DUNOAS ST w TORONTO ONT M6J tx (Toronto Star 17 d Margo d 1976) RUBY JEWELLERY T\BEL Ofl' ama Vlagm a DES AL ARO M N M - Em vigor a partir do dia 15 d Maro: Minimo gral por hora $265 Gral para aprndiz {durant Dan Hap diss qu sprava qu govrprimiro ms) $255 no dss mais 18 mss para s curnprir a Construt;ao $29 trans it; ao fazr do hospi tal foco d Estudants (abaixo d 18 anos) $215 urn vrdadiro cntro d saud comunitario Emprgado d bar --# Com novo sistmao hospital continua- sntos d salaio minimo alm dos$25 proria a tr camas para mrgncias tais fissionais sac camponss mprgacomo ataqus d Corat;o Apndicit mas das domsticas m casas particulars o maior nfas sria posto m andar os donts para casa mais cdo posslvl RETOR:'JADOS DE ANGOLA (CotiUat;a: a ) diss administrador Stanly Johnston prlmlra paglna Alm disso sria dada mais atnao a mlizada no McCormick Cntr tv a prsndicina prvntiva ofrcndo aulas d ca d crca d 3 pssoas portugusas nutriao higin dntal ducaao fisid varios politicos municipais do Govrca no Fdral nomadamnt Andr Brwin No pano prv-s a construt;ao d scri(ndp) os Aldrmn Anthony O'Donhu torios lojas ou boutiqus cujas rndas Gorg Bn Ests politicos promtram ajudariam a suportar a componnt do srfalar m favor dos angolanos junto do Govit;o social do hospital Continuao da pagina 1 4lW Concu Jlso d Rdaccao: VENCEDORA: MARGARET DAS PORTUGAL o Jtta a 6 O!taJc POt tod6 6 cuyl:tuqu M-zlt J M!luM compltm Yl!lta oultiv!la/fja SoJttio a ltalizajt m 'l7 d Vzmblto d R976 YQ RacUo CHN Toltonto MANAGNG DRECTOR F VAZ CONS RTO EM OURO E RELOGOS Al'ltAqo gjtnt da Oultiv!la/fJa RUBV m P V1gada 67 COLLEGE STREET BUS (Btwn Batric &Grac) RES vrno Sgundo Star Jos Pimntldo Portugus Rfug Aid Committafiou qu os qu fugiram para Portugal d Angola Moyambiqu nao sac bm rcbidos m Portugal Els sac acusados pla cris con6mica d Portugal nao ha trabalhos para ls psca no glo A mnina Margart Dias 11 anos aluna da scola Oficial do First Portugus Canadian Club foi a vncdora do concurso promovido por st jornal com a rdac9ao qu sguir publicamos A vncdor os nos sos parabns Para a sgunda classificada Maria d Ftima Silva urna mn9 honrosa A todos os outros tun muito obrigado por trm participado - Lv o tio Joao adora a psca no glo nvrno para l uma bngao o frio a nv chgam tio Joao s b qu a altura d abalar para lago Simco Lva cons igo a tnda a pua bald os aptrchos d psca Ei-lo na sua azafama a fazr buraco Agncia Portugusa d Viagns '\''1;/ / 5 MENDES FASHONS EXPL()RC8 Continuaao COMUNDADE ) :rcarslt P3?rt ;=::: ' :!l H 113 Qun St W (Prto da Lisgiolr) ToroDto Tlfon: 33Z 38' COMUNDADE com a pua; a acarrtar a tnda; a par junto do buraco bald'para guardar os pixs qu apanhar o fogao staacso dntro da tnda A tmpratura agradavl tio Joao snta-s no su banquinho junto ao buraco Tudo a postos anzol langado Minutos dpois ca sta primiro pix tio Joao todo ufano rgu-o Os outros sguir-s-ao o' tio Joao urn homm fliz ao su amigo OC4RT;to b CREi7 LJ'f M/lN;!1 Af(/UlE Margart Dias (11 anos) CALDENSE ROOFNG Para qualqur trabalho d thados calhas(canos) (novo ou vlho) Tl: Rs Cham: Sr Francisco Bus v7l1s U D cl D/ /A-o lepo'<?t1fx 2UBO O'L4i)R4 rejo1 'Fat tout;31do FE/'TO ME'if()S CoMPR4s GUE ELl'! FA 2 i A 'G\J o t:: -c () Cl t t> ' l'1 CC! - 1\111 - no ct>-1'1'i

6 6 COMUNDADE Marc;o 25/76 A[ORES: ARTES E [OSTumES rs mbrulhadas m capas d pan grosso azul scuro com os altos caplos na cabc;a rforc;ados com barbas d balia ntrtla qu quas s por complt hs ocultava os rostos xcpto quando uma mac branca abria a boca do caplo para qu a dona satisfizss a curiosidad Est capot caplo foi tambm usado m Santa Maria Pico Faial com variants d abrturas Dls s ocupou Dr Jos Li t d Vasconclos no su ttms d Sonho Nas mulhrs xail lnc;o tornouna rua scrvu Raul Brandao ao chgar -s comum a todas as ilhas Em S Jorg a Trcira quando por ca stv m 1924 a saia ra m gral d la azul barrada andam mulhrs d capot ngro aprtado d vrmlho No Pico a saia azul scura na cintura formando concha sobr a cabd faznda psada d la guarncida d c;a Raparigas do povo com lnc;o atado vrmlho; blusa do msmo tcido chgando so com um no dixando vr as madixas: at ao fundo da cintura com muitas costusac as soltiras; as casadas scondm toras nas costas dbruada d vrmlho; lndo cablo atam duas vzs lnc;o no c;o vrmlho d algodaa para a cabc;a sopscoc;o br qual usam um chapu d patha d ho- Est trajo d mulhrs ra manto qu mm nfitado na orla com fita vrmlha s compo d uma saia d mrinoprto d algodao muito rodada chgando at aos ps amarmas trajo mais gnralizado qu s6 rada na cintura d caplo da msma faznha muito pouco tmpo comc;ou a dsaparcr da cobrindo a cabc;a tronco ndurcifoi capot caplo Por'isso nao do por urn paplao qu s aconchgava com dixou l d dstacar nas ruas as mulhsri continuada d costums arts das' lhas dos A9rs publicada plo scritor micalns Armando Corts-Rodrigus m A Art Popular m Portugal lhas Adjacnts Ultramar Editorial Vrqo sob a dirccao d Frnando d Castro Pirs d Lima '$ as maos para moldurar rosto 'scondido dntro dl o manto gnralizou-s 'm S- Jorg na Graciosa Um barrt pculiar da Trcira d mia d la cingindo a cabc;a como um grand solidu trminando no alto com uma 'pe!quna' borla sgura por um cordao E barrt dos pastors qu costumam usar sobr colt uma camisola branca d stopa at mia coxa t Aduzo agora stas palavras d Vitorino Nmsio quando na rota do Corsario das ithas andou por stas paragns qu rsumm ssncial: Faial discrto fminino As mulhrs do campo dixam o s acho ou a forq ui Th a para p garm n a agulha d crivo ou na farpa do croch! Ali dobra-s a fio d palha dtrigo! D manira qu uma mantilha ou blusa parcm 'f: tr lum acso Os chapus d palha dos Cdros sac magnificos E fazm-s flors d scama prndas d miolo d figuira toalhas d papl rcortado qu parcm d spuma! ' Govrno Avisa OS Mdicos SOB REO S EFElT S SEC UNDARnS DA Oficiais d saud do Govrno Fdral s- a nao tomarm pllulas na vntualidad d tao a avisar Op mdicos acrca d psquistarm gravidas nao dvm concbr sas rcnts qu rlacionam as pilulas usa- dpbis d dixarm d tomar a pllula ndas para controls da natalidad com fi- quanto nao rcomc; arm os ciclos d OVll 1 ac;ao '' norma1 tos scundarlos prlgosos ' Dr Robrt Kinch chf duma comissao A rpartiao fdral d protcc;ao sanitaria sta a trabalhar para stablcr novas spcial qu scrvu boltim diss instruc;os para as brochuras qu os faqu as anormalidads causam abortos sponbricants da Pllula nviam aos mdicos para tanos dntro d trs mss portanto os avisar d posslvis fitos scundarios nao ha um aumnto d risco no nascimnto Mulbrs qu tomam a pllula spciald crianc;as dfituosas por causa da pllumnt a partir dos 4 anos corrm risco l a ' d tr ataqus d corac;ao tumors no flga- Muitas pssoas pnsam qu os mdicos nao do crianc;as dfituosas coagulac;ao (clot- s- sfor9am suficint para ducar as ting) outras complicac;os clints acrca do control d nascimnto Dpois d uma ma tr parado d tomar a qu a clint dvia tr a sua propria pllula parcm corrr um risco maior d font d informac;ao: Nao comprndo por anormalidads as crianc;as concbidas nos qu qu os mdicos nao discutm cam as 6 mss postriors sgundo um boltim mulhrs por qu stao a tomar a pllula distribuido aos mdicos no ano passado da diss uma rprsntant d Plannd Parntpart da rpartic;a:'o d protcc;ao sanitahood d Toronto ria As brochuras aconslham as mulhrs Os mdicos ntrvistados plo Toronto (Tlfon das 7 as 9 da noit s gosta dst romancpara qu l possa continuar) PEDRAS - romanc NEGRAS por DAS d MELO CONTNUAGAO: V Part Tinham acabado d jantar dscansayam os dois rcolhidos numa furna Diant dos othos d Francisco Marroco ondulava a cha costira das vinhas qu os riscos ngros dos muros baixos dos abrigos d pdra solta rtathavam no xadrz dos currais pquninos das canadas stritas compridas Elvavam-s dpois as ncostas ora'm arrbatamntos vrtiginosos ora m pndors suavs at ao rbordo da planura do al to ond s spraiam os vals rpousam as lagoas s firmam os monts montanhas do intrior da lha Todos aquls campos ram um corpo atormntado Nls mais qu os othos dparavam - ram pdra Pdrarmoi da s'p6jha:da nap-;rraga do' burgahau plas vinhas da bira-mar! Pdra - plas ncostas acima amontoada m moroic;os pardbs qu oprimiam abafayam as pobrs trras d milho! - Pdra a rgur-s cascao disform d frida qu jamais sara m rochdos macic;os d carranca dorosa! Pdra - stirada m lajs norms no abandono d qum s atirass para ali far to d sofrimnto qu nao podia mais aguntar! Pdra nos crros alcantis arrifs qu atravssam a Tha d costa a costa!pdrapor cima da trra por baixo da trra a transbordar da trra nos abismos do ocano! - A trra-nao tm culpa - rptia Joo Pix-Ri - Tu avo'nao t falava do Ano do Fogo? Hii' poucos mss assistira Francisco Marroco aos ultimos momntos do AVQ trazia ainda na alma a chaga da saudad pavor qu Th vira daqul primiro contacto com mistrio a surprsa da mort Habituara-s avr Avo smpr vlhinho nunca supusra qu l morrria - Mu avo nao - E no jito d pssoa crscida chupava com forc;a a ponta do cigarro a scondr os othos no fumoo - J' ouvi qualqur coisa muito por al to mas a outras ps soas PLULl\ Star foram quas linanims m afirmar qu osbnficios da pllula ainda psam mais do qu os sus riscos conhcidos qu a maior part das mulhrs nao tm razao para starm amdrontadas o Dr Alxandr diss S pnsassmos qu produto nao ra sguro tira-lo-iamos do mrcado Eu nao aconslho uma dbandada macissa da pilula Nao stamos nss stado Mas stas (pilulas) prcisam d uma vigilancia cuidada nos proximos 1 anospois so muito usadas mui to potnts acrscn- tou Dr Alxandr Morrison dirctor d protcc;ao sanitaria As pilulas d controlo da natalidad contm hormonas sxuais qu vitam a gravidz fazndo qu ovo nao saia do ovario da mulhr Sao usadas na pilula hormonas d strognio progstrona as quais podm sr usadas sqzinhas ou m combinac;ao Continua na pagina 8 Acabava dscanso jl alguns trabahadors rcomc;avam a cavar a luz cin znta da tard d nvrno A sudost novlavam-s montanhas d nuv:ns d ma catadura Alastravam no cu n grciam a trra mar Caiu a chuva primiro m gotas gradas ralas a sguir miudinha aprtada finalmnt m batga violnta chicotada plo vnto mariro D novo os trabalhadors s abrigaram Joao Pix-Ri no concavo da furna aconchgava Francisco Marroco no cantinho mlhor E tirava dos ombros a sura obria com la rapaz: as costas pito pscoc;o: - AgasaTha-t - rcomndava E falava do Ano do Fogo: - padr Vlho nao t pods lmbrar dl qu contava - E noutra inflxo: - Ja fost ao cabqo do Silvado ao cabo d riba a caldira? Sim Francisco Marroco ja subira ao cimo do cabqo do Silvado vira a caldira Joao Pix-Ri xplicava: - Em quas todos os cabqos da lha s abria a bocarra duma caldira: cada cabc;o fora um volco cada caldira uma cratra! rcont<:nua no pjtojimo numjlo)

7 it Mar<;o 25/76 PAlA doas Esclas CCMUNDADE 7 portugusas PROBLEMA No2 ENTREVSTA: fsoluao na proxima dir;1io) HORZONTAS -A minima particula da nvqurida; 2-Achara gra<;arzam; 3-Nom fmininotom Jornada; 4-EstaPopularFlorsGrito d dor; 5-Gira m volta da trra RUldo; 6AgradavlComprndida; 7-DitongoPart do corpo; 8-LiquidosExtraldos da Fruta Pao doc; 9-NinhoPlos d crtos animais Part do ana; 1-Nom d avproduto alimnticio; ll-pusra asascuras; VERTCAlS l-cargaodio; 2-Capital do Prurmas da ma; 3-AgoraCantigantrji<;ao; 4-Aqui CaminhosQy m ngls; 5-FiltraPont cardial; 6-soladosRuins; 7-BatraquiosPdras d molnho; 8-Pdra do lagarcabdais Nota musical; 9-Nom masculinoforma d vrboocano; 1-OfrcidaCarrga; 11AdoraisBonitas mas tm spinhos; PROBLEMA No 1 Solu<;ao HORZONTAS -Portugal; 2-Faunos; 3-L Saia L; 4Ema cam; 5-Comunidad; 6-Ra Ra; 7-Mas Ra Asa; 8-s ousa or; 9-Aviara; 1Amarrara; VERTCAlS l-alc Mia; 2-Amoras; 3-f Amas Am; 4Ras Ova; 5-Tua Ruir; 6-Uni Asar; 7-Goa Ara; 8-As cara Ar; 9-Lodoso; 1-Rm PORTUGUESE Gft STORE & C lulcfcll ELECTRONCS Carros novas usados CAMARA$ * RADOS * GRAVADORES * PORCELANAS Ara; AQora corn vnda rparao's d r 16gi os VENDE-SE Sgu-s rsultado d uma convrsa Maria Joao Tioto da Costa 11 anos cam alguns aluno& qu frqunt am scolas sta na sgunda class gostaria d portugusas sus rspctivos pais As sr profssora Estuda Aritmtica R prguntas incidiram sabr motivo qu dac<;ao Gramatica C{ncias Naturais os lvou a ntrar na scola d Portugus Litura Nao s snt sobrcarrgada a coordna<;aodos trabalhos nas duas s- pais!muitas vzs nao tm tr'abalhos da colas pr<;o da inst!u<;ao scola canadiana para fazr m casa faz os xrclcios da s cola portugusa Joaquim Luis Martins 12 anos Esta na - Achas qu' bom para ti aprndr porquarta class Esta a tirar 5 discipli- tugus aqui no Canada? - Sim porqu ha pssoas portugusas qu nas: Portugus Matmatica Hist6ria Cincias nao sabm falar ingls As vzs a minha scola vm pssoas portugusas qu Vai a scola portugusa para aprndr portugus Nao acha dmasiado dificil ir prcisam da minha ajuda pais nao falam a duas scolas par dia nao s snt ingls o Sr Joao Costa pai da Maria Joao sobrcarrgado cam os trabalhos scolars acha a ncssidad d star m contacto o Joaquim gostaria d urn intrvalo ncam a filha caso l volt para Portugal' la fiqu nst pais tr as duas horas na scola Acrdita o Sr Joao Costa nao acha muito difitambm qu aprndr portugus th sria util no futuro E alm disso s cil pagar pla scola portugusa mas pod sr no ntanto dispndioso para os mus pais pnsarm ir para Portugal smpr sra bom sabr lr scrvr qum tnha mais qu urn filho na scola portugus Acho qu to dos os pais dvriam tr intrs m mandar os filhos para as so Sr Martins pai do Joaquim: Mando colas portugusas S houvss urn maior o mu filho a scola portugusa porqu nlimro d alunos os pr<;os podriam sr nos somas portuguss gostamos qu os mai s baixos nossos filhos falm portugus S nao for assim qualqur dia ja nao os prcelio da Silva Antuns 13 anos sta bmos! na trcira class Qur sr advogado - E s su filho nao mostrass intacha qu a lingua portugusa pod arss? judar na sua profissao - Gosto qu l aprnda mas s nao goscoma prparas as li<;os da scola catass nao si qu faria? Sab qu ls nadiana da scola portugusa ao msmo nao qurndo urn problma' mas mu tmpo? filho gosta - A noit quando acabo a scola portugusa fa<;o trabalho da scola canajos Rodrigus sta na trcira 'clasdiana No dia sguint quando acaba a s Acha qu conhcimnto d llnguas scola canadiana fa<;o trabalho da s 'important Mas gos tari a qu ds:nho cola portugus art foss incluido noprograma o Sr Ant6nio Antuns pai do Elio: A Sra Rodrigus ma do Jorg gosta - Mandi mu filho para a scola porqu os sus filhos aprndam portugus tugusa porqu gosto qu l aprnda E a nossa llngua Aquilo qu tm d portugus porqu acho qu lh faz falpagar para filho andar na scola nao ta falar varias linguas Quro tambm acha caro nm barato Mas s govrno qu os mus filhos comprndam qu fiz pudss ajudar smpr sria mais lv tudo qu pud para os ducar artigos d prata ouro Maquina d scrvr 1ctrica Undrwood tc1ado naciona1 intrnaciona1 $25 Oll m1hor ofrta Contact p1 t1fon (dpois das 6 PM o ) JOSUE ANLDE MANATA 848 DUNDAS ST W Tl Oanforlh Av BUSt RSt (J ACK) le sus CORREA Rprsntant d vndas p VENDEDORES COM EXPERENCA OU COMDPLOMA COMPARE A SUA COMSSAO COM A NOSSA KEN PSLLAS 596 Bloor Stw tlfon REAL ESTATE LTD REALTOR 596 BLOOR ST W (HEAD OFFCE) 852 DANFORTH AVE Bloor Prth dal para primira casa 1 d ntrada par sta casa sparada d lado com 6 quartos 2 cozinhas 2 banhos mais apartamnto na cav Linha parqu Cham Joao Ris CL/PAO VESEJO SER ASSNAWfE VO CO- StClair-Bathurst 6 d ntrada por sta casa com 6 quartos 2 cozinhas 2 banhos apt na cav Garagm toda m bloco 1 mortgag: 9 3/4 Cham Joao Ris Shaw Harbord 1 m tijol mnt todo lidad d ntrada por sta casa toda cam 1 quartos 3 coz basabrto linha publica facl garagm Cham Joao Ris MilNVADE'; ENVTO' $5 VOLARES : CHEQUE OU MONEY ORVER PARA UMA ASSNATURA ANUAL NOME MORAVA TELEFONE PagamJlto ao MOVUfENTO COMUNT AR TO PORTUGUES J t931 Coffg S:tJl;t ToltOn-to J O'ltM-io

8 8 COMUNDADE Mar<$ 25/76 COSAS DA VDA o qu val po sl mundo A STUACAO N RODES As convrsaos politicas ntr Joshua Nkomo rprsntant do Conclho Nacional Africano da Rodsia Primiro Ministro ran Smith sobr a ngociaao para a passagm do podr da minoria branca para a maioria africana trminaram no dia 18 d Maro sm qualqur rsultado o govrno Rodsiano rforou su aparat policial rprssivo a volta d Salisbura ond prdomina a populaao ngra com rcio qu sts protstm contra a qubra das ngociaos A minoria branca d 274 habitants dominou os 6 milhos da populaao ngra dsd qu s tornaram indpndnts unilatralmnt m 1965 Dsd ntao a ONU condnou govrno minoritario racista da Rodsia xigindo sanos conomicas d todos os paiss as quais nunca foram cumpridas porqu Portugal dixou utili zar os portos os caminhos d frro d Moambiqu para transport d mrcadorias da Rodsia novo govrno moambicano lidrado por Samora Machl dvido a ataqus incursos d facos Rodsianas dcidiu fchar no dia 3 d Maro a frontira os Portos da Bira Esta atitud qu trara prjuizos para a conomia Moambicana foi apoiada plas Naos Unidas plo Commonwalth os quais s prontificaram a compnsar Moam biqu Sm outra altrnativa govrno rodsiana tra d cdr por ngocia5s ou por fora podr a maioria ngra Nkomo urn prto modrado sta disposto a ngociar uma transiao gradual do podr por urn priodo d 2 anos mas a nova facao chfiada plo Bispo Abl Muzorwa nao acitou a proposta apla para a -quda imdiata do podr da minoria branca CAATA DE PO\T UCj\L o Mu Rcado Anuncia-s jao priodo Uforico azafamado da campanha litoral Gastam-s rios d saliva rsmas d papl tonladas d nrgia a batr palmas atordoa-s os ars com vivas! (ou morts ) aos parti dos E para rmat soln acto d introduzir mocionantmnt um paplinho pla frincha d urn caixot - a Urna Trminou a caa ao c-olho a pe;rdi z Abriu a caa ao pat - digo Voto Alias a manira como os partidos fizram m 75 a caada st ano stag ja a fazr traz-nos a lmbrana a manira como continuamos a sr lvados plo firant da banha d cobra A prcntagm d analfabtismo nst torraopatrio frtil campo d divrsao politica para'os arautos das novas (ca) id ologias A opo partidaria conscint dificil Exig a litura mditada dos programas politicos a analis fria da pratica dos partidos o nosso povo stava cansado dos 48 anos salazarntos o nosso povo sta a ficar cans ado d dois anos azarntos A torrnt d vas promssas novas ilusos nunca satisfitas lanadas plos grupos politicos ja nos cansaram dma- o GOVERNO \VSA ca p'lo mlro Ora bm mus snhors vamos par as coisas m branco ou m prto s nao form racistas Comunidad foi rorganizado E vrdad!! qum'o v qum viu!! nao s nota muita difrna mas a transformaao foi radical Estavamos a prcisar d gnt Convocamos uma quantidad d indivlduos qu quisssm trabalhar ( ningum quria mas ditor obrigou-os ) Els-nos com urna nova quip Pr'a ja a composiao passou a sr fita por uma mulhr lsto tanto mais imprssionant quanto nos pnsavamos qu as mulhrs nao sabiam compor nada Mas os tmpos vao mudando nstas datas d igualdad las tm diritos iguais nfim Ca mlro da as boas vindas 'a nova compositora So tnho pna dos tmpos m qu jornal ra todo fito por homns at s podia falar mal na sala da rdacao Gostaria d sabr qu qu acontcu ao Snhor qu scrv a li qu nos govrna qu nao aparcu no ultimo jornal Sra qu a li apanhou? Ouvi dizr qu os bilhts do lctrico aumntaram para 5t!? (sss tipos qualqur dia sac capazs d lvar dinhiro aos mlros para poisarm nos fios dos ditos cujos) Mas nao s procupm caros portuguss os indivlduos qu fazm ssas dcisos vo d carro com chauffur para trabalho portanto nao vao faltar dci sos smlhants no futuro proximo lncidntalmnt caro litor pod vr s consgu qu su vizinho assin o Counidad? qu ns stamos msmo aprcisar d assinants Ca mlro promt qu a t6dos os novos assinants sra nviado alm do jornal qu so por si val a pna um mapa da cidad d Toronto com todas as rotas aras ond prmitida a passagm dos mlros Qum tivr asas pod assim vitar pagar os 5i do lctrico E qum nao tivr tambm pod:camlnhando Ah Ah Ah (caro litor s sta a pnsar usar urna spingarda d prssao para abatr mlro squa-s disso Eu tnho pnas a prova d churnbo) Boa tard dia ou noit conform a hora a qu m lr at ao proximo jornal s rsto da historia quisr sabr o mlro pota o S MEn C8 S SOB REO S EFElT S SEC L ND A'R S nap f L J L f\ ContinuaGao da pagina 6 Sgundo Sky a pilula usada por crca d urn milhao d mulhrs canadianas rprsntando um tro d todas as mulhrs m idad d matrnidad Vint por cnto das mulhrs praticam controlo da natalida7 d atravs d condoms usados plo homm dz por cnto usam spurna crnis glias diafragmas ou aparlhos intra-utrinos as outras trinta por cnto usam ritmo natural ou nada o mais rspitado studo a longo prazo d mulhrs saudavis a tomar a pilula comou m i968 no Colgio Ral d Mdicos d Cllnica Gral na lnglatrra compara 23 mil mulhrs qu usam a pilula com msmo nlimro d mulhrs qu nao tomam a pilula No rlatorio provisorio m 1974 col'gio di z qu at agora nao ha vidncia crta d qu a pilula causa fitos scundarios prigosos xcptuando a coagulao do sangu nas vias Diss qu ha msmo indica6s d qu a pilula protg as mulhrs contra os turnors bnignos do pito anmia dsordns mnstruais Todavia oficiais d saud do Canada dos Bstados Unidos ficaram muito imprssionados com rlatorios qu rlacionam strognio com cancro do utro coagulaao do sangu no ms passado mandaram rtirar do mrcado algurnas marcas d pllulas qu s tomam sm intrrupao Est tipo d pilulas ra usado por crca d 5 mil mulhrs canadianas (Abrviado do Toronto Star 1 11 d artigos por Susan Bittrmann) Maro siado A linha d rurno crta dst pais ainda nao foi ncontrada Urg qu todos nos nos dbrucmos profundamnt sobr os projctos politicos qu nos sac propostos para optarmos p1 mais corrcto o migrant vai contribuir notavlmnt para ssa opao o su voto nao sra dado porqu Conslho d Ministros h fz a vont'ad como por ca s lu nalguma imprnsa o su voto sra xprsso por ditito proprio E tmpo mais qu tmpo qu a voz do igrant sja scutada nao somnt o tilintar das divisas qu para ca n-via S important a conscincia d class important; tambm a conscincia nacional E s sta fal ta a tantos dos nossos nao por crto aos imigrants a qum mais falta No momnto da opao do voto d crtza qu todos vos migrants Xprssaris o dsjo d nao mais vrds vosso torrao natal sm lctricidad sm caminhos transitavis sm scolas sm postos mdicos sm 'sanamnto sm mios d comunicaao transport Em vas havra a firmza d xprssar voto para urna Vida duradoira mlhor A Urna nao mais fara ntrro das nossas justas ambios! po LUS FERNANVfS OS TRABALHADORES CANADANOS CmnRf1 GOVElliD No dia 22 d Mar9 os lldrs do Congrsso do Trabalho Canadiano (Canadian L2bour Congrss) aprsntaram su documnto anual ao govrno d Trud-au na qual fortmnt condnam a polltica d controlos d salarios sguida plo govrno libral Para mostrarm a fort oposi9ao a tal pol{tica por part dos sindicatos st ncontro foi marcado com uma das maiors manifsta9s d smpr dos trabalhadors canadianos Sgundoum organizador da marcha para Ottawa havia para cima d 32 mmbros d sindicatos d todo Canada Uma das maiors crlticas dos sindicatos rfr-s intrvnao do govrno nas ngociaos dos contratos d trabalho stablcndo uma prcntagm maxima a qu os sindicatos tm d sugitar-s Dvido a manifstaao algumas fabrica tivram d fchar por ausncia d grand ntimro dtrabalhadors a

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