RESUMO DE NOTÍCIAS. Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do Estado de São Paulo

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1 BARBOSA DEFENDE GASTOS SOCIAIS COM REAJUSTES DO MÍNIMO RIO - Uma simples reforma nas regras dos benefícios sociais, para zerar os gastos com abono salarial, seria capaz de anular os impactos negativos dos reajustes do salário mínimo nas contas públicas até A proposta foi defendida nesta quinta-feira, 08, pelo economista Nelson Barbosa. Quando era secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Barbosa chegou a participar da elaboração das primeiras propostas de redução dos gastos públicos com abono, seguro desemprego e pensões por invalidez. "Dá para manter os gastos sociais estáveis, com reajustes do salário mínimo", afirmou Barbosa, hoje pesquisador da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (EESP/FGV), em seminário organizado por ele no Rio, em parceria com Samuel Pessoa, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV). Nos dois dias de debates, economistas de variadas escolas de pensamento mais defenderam que atacaram a ideia de mudar as regras de reajuste do mínimo. Desde 2007, o reajuste é anual, pelo INPC (índice de inflação das famílias de menor renda) mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Em 2011, a regra virou lei e vale até 2015, quando uma nova fórmula para o período deve ser aprovada. No entanto, o debate foi antecipado. O PSDB propôs um projeto no Congresso para estender a regra, colocando lenha na fogueira do debate eleitoral. Nesta quarta-feira, 7, Barbosa criticou a inclusão do tema na campanha. "Ano eleitoral não é bom para isso. Participei da elaboração da regra e uma das ideias era colocar a definição do reajuste para o primeiro ano de governo", disse o economista, que, mesmo afastado do ministério, segue apoiando o governo. 1

2 DILMA NÃO CUMPRE PROMESSA E CRITICA 40 HORAS Mais uma prova de que a presidente age com descaso para com as reivindicações do movimento sindical e dos trabalhadores ficou evidenciada na matéria Dilma rebate críticas sobre suposta falta de diálogo, publicada na Folha de S. Paulo ( Poder ). Em 2010, recebemos no Palácio do Trabalhador, sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, a então candidata à presidência da República, que se comprometeu a encampar a nossa Pauta Trabalhista, que prevê o fim do Fator Previdenciário e a redução constitucional da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais sem redução de salário. Dilma, além de não cumprir este compromisso, foi aplaudida, conforme a matéria da Folha, em palestra a empresários, ao dizer que é contra as 40 horas porque o cenário é de quase pleno emprego. Não entende a presidente, ou finge desconhecer, que a redução da jornada não é somente para gerar emprego. Se adotada no País, a medida contribuirá para diminuir os acidentes e doenças do trabalho (diminuindo gastos do INSS e das empresas), aumentar a produtividade e proporcionar à classe trabalhadora mais tempo para a qualificação profissional, lazer e convívio familiar. Acreditamos ainda que, com uma jornada menor, as empresas poderão otimizar os turnos de trabalho, contribuindo para melhorar o trânsito, a mobilidade urbana e a qualidade de vida nas grandes cidades, que fazem parte do amplo leque de reivindicações da sociedade brasileira. Miguel Torres Presidente da Força Sindical 2

3 EMPREGO SOBE MAIS NO INTERIOR QUE NAS CAPITAIS Por Arícia Martins e Tainara Machado De São Paulo Enquanto o mercado de trabalho nas seis principais regiões metropolitanas continuou dando sinais de desaceleração neste começo deste ano, as demais regiões do país mostraram quadro inverso. As seis maiores regiões metropolitanas brasileiras - que fazem parte da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do IBGE - geraram 60,8 mil postos formais de trabalho no primeiro trimestre de 2014, quase 9% menos do que no mesmo período do ano passado, quando o saldo positivo foi de 66,8 mil vagas. No restante do país, o saldo líquido entre admissões e demissões aumentou 22,6% de janeiro a março, na comparação com igual período de 2013, passando de 198 mil para 242,7 mil vagas. Os cálculos são do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, e não consideram informações enviadas fora do prazo legal à pasta. As estatísticas do IBGE para os seis maiores centros urbanos corroboram os resultados do emprego formal. Nos primeiros três meses de 2014, o baixo nível de desemprego apontado pela PME foi sustentado pelo pouco dinamismo da População Economicamente Ativa (PEA), que encolheu 0,6% no primeiro trimestre ante igual período do ano passado, enquanto o contingente de ocupados nos mercados formal e informal ficou estável. Cálculos da LCA Consultores com base no Caged indicam que a participação do interior na geração de empregos com carteira por Estado cresceu em No 3

4 Rio de Janeiro, a fatia das áreas fora da região metropolitana no total de vagas formais abertas subiu de 16,9% em 2012 para 27,2%, e chegou a 64,1% no Rio Grande Sul, ante 58,8% no ano anterior. Segundo o pesquisador Rodrigo Leandro de Moura, do Ibre-FGV, a tendência de melhor comportamento do emprego fora das grandes capitais foi acentuada neste início de ano. Na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, do IBGE, que abrange mais de três mil municípios, o desempenho do interior na criação de novas ocupações também tem sido mais favorável, diz ele. No último trimestre de 2013, as regiões com maior aumento no contingente de ocupados sobre o mesmo período de 2012 foram o Nordeste e o Centro-Oeste, com alta de 3,4% e 3,3%, respectivamente. O economista do Ibre avalia que as pressões de custo nas regiões metropolitanas podem estar levando o setor industrial a migrar para o interior. Embora a indústria de transformação tenha criado apenas 4,6 mil vagas nas regiões metropolitanas no primeiro trimestre, ante 13,9 mil postos no início de 2013, no restante do país houve saldo de 91,4 mil trabalhadores com carteira assinada no segmento, alta de 3% sobre o mesmo período do ano passado. Fabio Romão, da LCA, avalia que a maior geração de vagas em cidades menores está mais relacionada à dinâmica atual da atividade, em que o comércio exterior perdeu espaço para o mercado interno, diante da lenta recuperação da economia global. "Para a indústria de alimentos, por exemplo, o mercado doméstico tem grande importância, e esse setor está muito mais presente no interior", diz Romão. O economista observa que, por não produzir bens de grande valor agregado, a desaceleração da renda não prejudicou esse setor, que criou 21,2 mil novos postos com carteira no interior em 2013, ante apenas 6,8 mil em Nas seis principais regiões metropolitanas, o saldo de vagas aumentou menos no período, de 8,1 mil em 2012 para 13,2 mil em Romão também destaca o desempenho do emprego formal na construção civil. Nas seis maiores regiões metropolitanas, o saldo líquido entre admissões e demissões diminuiu de 32,6 mil vagas no primeiro trimestre do ano passado para 21,8 mil no mesmo período deste ano. No restante do país, houve um ligeiro aumento, de 36,2 mil para 39,1 mil novos postos. 4

5 Para Romão, a segunda fase do Minha Casa, Minha Vida pode ter feito a diferença nos resultados do emprego no interior, onde o valor médio dos imóveis é menor e, por isso, mais famílias podem ter acesso ao programa habitacional do governo. Além disso, diz Romão, como as grandes cidades foram pioneiras no "boom" imobiliário anos atrás, também saíram na frente na desaceleração do setor, que perde fôlego mais lentamente no interior. Os serviços foram outro ramo que criou mais vagas no primeiro trimestre do que em igual período de Fora das seis principais regiões metropolitanas, houve aumento de 26,4% na geração de postos com carteira, para 128,8 mil. Nas capitais pesquisadas pelo IBGE para o cálculo da taxa de desemprego, a expansão foi maior, de 36%, com 76,6 mil novos postos abertos. Para Moura, do Ibre, o setor pode estar antecipando contratações temporárias para a Copa do Mundo. O professor Leonardo Trevisan, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), afirma que não é só a indústria que se beneficia de custos mais baixos ao se instalar fora das principais regiões metropolitanas. "O empreendorismo no interior também é mais barato", diz Trevisan, o que acaba gerando mais empregos relacionados à prestação de serviços. As fábricas também trazem para seu entorno uma rede de serviços, acrescenta o especialista. Trevisan aponta que outro fator por trás do processo que chama de "interiorização" do emprego está numa maior adequação da mão de obra nestes locais. De acordo com o pesquisador, a maior qualidade da educação pública no interior aumenta a qualificação do funcionário, mas outras questões de mensuração mais difícil, como relações familiares mais estáveis fora dos grandes centros urbanos, também têm influência positiva sobre a eficiência do trabalhador. As empresas que estão indo para o interior têm mostrado cada vez mais interesse na mão de obra local e, por isso, estão elas mesmas qualificando seus funcionários por meio de cursos e treinamentos, diz Rogério Leme, diretor da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH). "Isso tem um aspecto de desenvolvimento social importante e motiva os governos locais a oferecerem incentivos a essas empresas", comenta Leme. Para Leonardo Souza, diretor-executivo da Michel Page, os profissionais também têm procurado uma maior qualidade de vida e, por isso, hoje é mais 5

6 aceita a ideia de que é possível construir uma carreira fora das grandes cidades. Segundo Souza, essa tendência é notável em relação ao Nordeste, que há alguns anos não era vista como uma região tão promissora. Assim como Leme, ele avalia esta mudança como positiva, já que permite o desenvolvimento de outras regiões. OBS: matéria completa 6

7 ANATEL E TELES TÊM NOVO EMBATE Por Heloisa Magalhães Do Rio Operadoras de telefonia estão em pé de guerra com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Desentendimentos e disputas não são de hoje e, agora, o pomo da discórdia é a Resolução nº 632, de 7 de março de Ela regula os direitos do consumidor e entra em vigor em 8 de junho. O documento estabelece regras sobre atendimento, cobrança e oferta de serviços de telefonia fixa, celular, de comunicação multimídia e de TV por assinatura. Em resumo, atinge praticamente todos os serviços. A implementação das novas exigências será por partes e alguns dos novos direitos do cliente começam a valer a partir de 8 de junho. Um dos pontos em questão é a mudança na forma pela qual o consumidor pode cancelar uma assinatura. Hoje, ele precisa entrar em contato com a operadora por telefone, via call center. A nova norma estabelece o cancelamento automático, por meio de procedimento via internet. A norma facilita, então, a vida do usuário, que, muitas vezes, não consegue ser atendido de forma rápida e eficiente. Pelas regras atuais, para desligar um telefone fixo, por exemplo, o procedimento pode ser frustrante. E, em muitos casos, antes do desligamento, o cliente pode receber um telefonema da empresa oferecendo o mesmo serviço por um terço do preço. De acordo com as novas regras da Resolução nº 632,, a companhia não poderá efetuar nenhuma cobrança referente a serviços prestados após o pedido de rescisão, assumindo o ônus de eventuais encargos, inclusive perante as demais operadoras. Em 2012, o número de telefones fixos oferecidos pelas concessionárias alcançava 29,8 milhões e, no fim do ano passado, fechou em 28,5 milhões, segundo dados da Anatel. Do lado das empresas, o processo não é tão simples. Com a disseminação dos chamados "combos", com serviços de diversos tipos como telefonia fixa, 7

8 celular, banda larga e TV em pacotes, a questão é: como fica a estrutura do preço do pacote quando o usuário pede para cancelar apenas um ou dois deles? As companhias observam que um "combo" tem o valor montado a partir do conjunto de serviços. Separados, eles teriam preços diferentes. Entre as novas exigências da Anatel, o histórico das demandas do consumidor precisa estar disponível para consulta em um espaço reservado na página da companhia na internet, imediatamente após o recebimento da demanda. Corretas ou não, prejudicando práticas de mercado ou não, do lado das empresas a questão que vai mais longe nessa discussão é em torno do papel da Anatel. Para algumas operadoras, que pedem para não ser identificadas, o papel de defender o consumidor é do Procon. Já a Anatel teria a função de prover o equilíbrio entre quem investe e quem consome. As empresas também apontam que as exigências aumentam custos e fazem com que elas se sintam inseguras com o aumento de obrigações. "É complicado uma concessionária entrar na Justiça contra um órgão de governo. Logo, o nosso fórum é a própria Anatel", disse uma fonte de uma operadora. As novas exigências ficaram em consulta pública por 45 dias, mas, segundo essa mesma fonte, as propostas das companhias praticamente não foram incorporadas ao regulamento. OBS: matéria completa 8

9 DISSOLUÇÃO DA TELCO PODE FACILITAR POSIÇÃO DA TELEFÓNICA JUNTO AO CADE Uma possível dissolução da Telco, maior acionista da Telecom Italia com 22,4% do controle do grupo italiano, poderia tirar um pouco da pressão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre a Telefónica, reconheceu o CFO do grupo espanhol, Angel Villa, durante conferência de resultados do primeiro trimestre nesta sexta, 9. O órgão antitruste brasileiro determinou que a Telefónica não poderia adquirir a participação da Portugal Telecom na Vivo e, ao mesmo tempo, manter uma participação indireta na TIM Brasil, por meio da Telco. Como a operação na Vivo já aconteceu, a única alternativa seria a venda da participação na Itália. Assim, com a Telefónica proibida de comprar o restante das ações das sócias italianas na Telco, a companhia de seguros italiana Assicurazioni Generali anunciou que pedirá a dissolução da holding no próximo mês de junho. "A nossa posição junto ao Cade pode ser de alguma forma, ou parcialmente, facilitada pela dissolução, mas quero reforçar que ainda não tomamos nenhuma decisão com relação a isso", disse Villa. Segundo o executivo, a dissolução em junho é uma possibilidade contida no acordo de acionistas da Telco, mas garante que a Telefónica ainda não recebeu nenhuma comunicação formal dos demais acionistas da Telco pedindo a dissolução. "Embora tenhamos visto algumas manifestações de nossos parceiros sobre isso, eles ainda não fizeram nenhuma comunicação formal e, por enquanto, claro, não teríamos nenhum problema em manter nossa posição acionária. Não temos presença no board da Telecom Italia e nunca tivemos nenhuma influência em assuntos do Brasil relativos à Telecom Italia", pontua. 700 MHz O head de relações com investidores do grupo Telefónica, Pablo Eguiron, por sua vez, repetiu o discurso do diretor-geral da Telefônica Vivo no Brasil, Paulo Cesar Teixeira, de que ainda é muito cedo para se manifestar a cerca do leilão de 4G na faixa de 700 MHz. 9

10 TIM FOCA EM MERCADOS FIXO E FINANCEIRO PARA CRESCER MAIS Empresa também se prepara para vender suas torres e aumentar parcerias de compartilhamento e swap de redes Disputar um mercado potencial de 24,2% consumidores que exigem internet de alta velocidade é o novo foco da TIM Soluções Corporativas, que é o novo reposicionamento da marca Intelig, afirmou o presidente da operadora, Rodrigo Abreu, em conferência com a imprensa, nesta sexta-feira (9). Segundo ele, atualmente a empresa detém 2% do mercado e que só atua no Rio e em São Paulo. Aumento do portfólio, melhoria dos pontos de venda e oferta em mais sete capitais são as estratégias que serão usadas pela empresa em Já para o Live TIM, a banda larga fixa da companhia, a estratégia é ofertar velocidade de até 1.6 Gbps, a mais alta do país, com fibra óptica até o computador do usuário. Segundo estimativas da companhia, o potencial de clientes desse serviço é de 1,1 milhão de pessoas. No segmento móvel, a TIM deve entrar pesado no mercado financeiro, com oferta de uma conta móvel pré-paga, voltada para parte da população não bancarizada, ou 50% de sua base de clientes pré-pagos. A operadora já fechou parceria com a Caixa Econômica Federal e Mastercard, recentemente aprovada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Outra ação é o lançamento de pacotes de dados com mais opção de franquia para o pré-pago, de 10mb e 30 MB. Além da inclusão do 4G em todos os pacotes de dados e do TIMmusics em todos os pacotes pós-pagos. 10

11 OPERADORAS ESTRANGEIRAS TEM INTERESSE NO 4G DO BRASIL, AFIRMA MC Ao menos duas operadoras de telecomunicações sem atuação no Brasil já manifestaram interesse em participar do leilão de 4G na frequência de 700 MHz previsto para agosto, disse o secretário de telecomunicações do Ministério das Comunicações, Maximiliano Martinhão. O ministério programou para a segunda quinzena de junho apresentações para atrair novos grupos para o leilão. A pasta deve promover reuniões em Londres e Nova York, ainda sem data definida. Existe ainda a possibilidade de novas rodadas de apresentações em outros locais, disse o secretário. "Já existem duas empresas que manifestaram interesse", afirmou o secretário, sem citar nomes ou países por, segundo ele, tratar-se de companhias com ações listadas em bolsa. As reuniões serão realizadas por representantes do ministério, da Anatel e do Ministério de Relações Exteriores. A previsão do governo federal é que o leilão de 4G na frequência 700 MHz arrecade ao menos 7 bilhões a R$ 8 bilhões. Os vencedores do certame terão de arcar com indenizações a serem pagas aos radiodifusores que atualmente ocupam a faixa com a TV analógica o que, segundo o secretário, não será um problema para atrair operadoras. "Esse leilão é uma oportunidade única no Brasil, com uma quantidade significativa de radiofrequencias, possibilidade de licença nacional em uma faixa de frequência baixa, o que diminui o custo do investimento necessário para implementação", disse o secretário. 11

12 FORÇA SINDICAL COBRA CANDIDATOS A PRESIDENTE A central quer que os presidenciáveis se comprometam com as reivindicações como a redução de jornada Os presidenciáveis precisam se comprometer com as reivindicações expressas na pauta da classe trabalhadora elaborada pelas centrais sindicais. Esta é a opinião de Miguel Torres, presidente da Força Sindical. Nós temos de exigir que os nossos pedidos sejam analisados pelos précandidatos e que exista um compromisso de dar andamento à nossa pauta, afirmou o sindicalista. Segundo ele, já foi enviado um pedido de reunião com os principais presidenciáveis para entregar o documento com as reivindicações. Temos de pressionar. A presidente, por exemplo, não pode dizer que é contra a redução da jornada de trabalho, temos de cobrá-la sobre isso, afirmou. A fala do presidente da Força Sindical é referente à declaração da presidente Dilma Rousseff (PT), que afirmou em uma palestra a empresários do varejo na semana passada que é contrária à redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, uma das principais bandeiras das centrais sindicais. 12

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