SISTEMA DE DOCUMENTOS NORMATIVOS SUBSISTEMA DE NORMAS TÉCNICAS

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1 APRESENTAÇÃO OBJETIVO AMPLITUDE RESPONSABILIDADE QUANTO AO CUMPRIMENTO CONCEITUAÇÃO REDE DE DISTRIBUIÇÃO REDE DE DISTRIBUIÇÃO URBANA RDU REDE DE DISTRIBUIÇÃO RURAL RDR CONECTOR PERFURANTE ALIMENTADOR TRONCO RAMAL CIRCUITO DE BAIXA TENSÃO CARGA INSTALADA DEMANDA DEMANDA MÁXIMA DEMANDA MÉDIA DEMANDA DIVERSIFICADA FATOR DE CARGA FATOR DE DEMANDA FATOR DE DIVERSIDADE FATOR DE UTILIZAÇÃO FATOR DE POTÊNCIA FLUTUAÇÃO DE TENSÃO FLICKER CORREÇÃO DOS NÍVEIS DE TENSÃO NA REDE PRIMÁRIA CORREÇÃO DOS NÍVEIS DE TENSÃO NA REDE SECUNDÁRIA CABO MULTIPLEXADO CONSUMIDOR UNIDADE CONSUMIDORA PONTO DE ENTREGA ENTRADA DE SERVIÇO RAMAL DE LIGAÇÃO RAMAL DE ENTRADA ATERRAMENTO SISTEMA DE ATERRAMENTO TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO...3 DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 1/59

2 5 INSTRUÇÕES GERAIS ESTA PADRONIZAÇÃO DEFINE AS INSTALAÇÕES BÁSICAS DE REDES SECUNDÁRIAS DE DISTRIBUIÇÃO AÉREAS URBANAS COM CONDUTORES ISOLADOS MULTIPLEXADOS, PARA SISTEMAS TRIFÁSICOS NAS TENSÕES SECUNDÁRIAS 127/22 V E 22/38 V OS ISOLADOS DAS REDES SECUNDÁRIAS, PARA LIGAÇÃO DE CONSUMIDORES E DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA, DEVEM SER OS SEGUINTES: OS CABOS MULTIPLEXADO ISOLADOS DE REDES SECUNDÁRIAS EXCLUSIVA PARA ILUMINAÇÃO PÚBLICA DEVEM SER: A IDENTIFICAÇÃO DAS FASES DOS CONDUTORES MULTIPLEXADOS DA REDE SECUNDÁRIA DEVERÁ SER FEITA PELA COR DA ISOLAÇÃO DO CONDUTOR, CONFORME A SEGUIR: PARA O DIMENSIOANAMENTO DOS RAMAIS DE LIGAÇÃO DE CONSUMIDORES, AS SEÇÕES DOS CONDUTORES ESTÃO DEFINIDAS NA NORMA TÉCNICA NTE 13 FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM BAIXA TENSÃO OS DESENHOS INDICAM APENAS OS POSTES DE CONCRETO DUPLO T, EMBORA AS LISTAS DE MATERIAIS CONTEMPLEM TAMBÉM A INSTALAÇÃO DA REDE EM POSTES DE CONCRETO DE SEÇÃO CIRCULAR ENGASTAMENTO, ESTAIAMENTO E LOCAÇÃO DOS POSTES, DEVE OBEDECER OS MESMOS CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS ESTABELECIDOS NA NORMA TÉCNICA NTD 2 MONTAGEM DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA URBANA TRIFÁSICA, UMA VEZ QUE ISTO INDEPENDE DO TIPO DE CONDUTORES UTILIZADOS PARA INSTALAÇÃO DO CABO MULTIPLEXADO OBSERVAR SE O NEUTRO NÃO ESTÁ ENROLADO JUNTO COM AS FASES, CASO CONTRÁRIO, O CABO DEVE SER REJEITADO, POIS O NEUTRO DEVE SER RETO E OS CONDUTORES FASE ENROLADOS NELE PROCEDIMENTOS AFASTAMENTOS PADRONIZADOS INSTALAÇÃO BÁSICA SEM CAIXA CPREDE E SEM TRANSFORMADOR INSTALAÇÃO BÁSICA COM CAIXA CPREDE E SEM TRANSFORMADOR INSTALAÇÃO BÁSICA COM CAIXA CPREDE E COM TRANSFORMADOR INSTALAÇÃO BÁSICA SEM CAIXA CPREDE E COM TRANSFORMADOR AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE OS CONDUTORES E AS EDIFICAÇÕES AFASTAMENTOS PADRONIZADOS ENTRE OS CABOS ISOLADOS E O SOLO ESTRUTURA DE TRANSIÇÃO REDE NUA PARA REDE ISOLADA RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI - 1 ( PASSANTE) RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI-1S PASSANTE COM SECCIONAMENTO RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI 3 (FIM DE LINHA) RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI 1-3 (PASSANTE COM DERIVAÇÃO) RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI-4 (ANCORAGEM SIMPLES) RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI-1T (PASSANTE COM TRANSFORMADOR) RELAÇÃO DE MATERIAIS CRUZAMENTO INTERLIGADO...3 DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 2/59

3 6.9.1 RELAÇÃO DE MATERIAL CRUZAMENTO INDEPENDENTE RELAÇÃO DE MATERIAL LIGAÇÕES DE RAMAIS NA REDE SEM CAIXAS CPREDE LIGAÇÃO DE ATÉ 5 (CINCO) RAMAIS LIGAÇÃO DE MAIS DE 5 (CINCO) RAMAIS LIGAÇÃO DE RAMAIS NA REDE COM CAIXAS CPREDE ATERRAMENTO ATERRAMENTO DO NEUTRO NOS FINAIS DE REDE ATERRAMENTO NO POSTO DE TRANSFORMAÇÃO CONEXÕES DO RAMAL DE LIGAÇÃO NO PINGADOURO ISOLAÇÃO DAS PONTAS DOS CABOS FASES SEPARAÇÃO DOS CABOS CONSTRUÇÃO LANÇAMENTO DE CONDUTORES FIXAÇÃO DOS CONDUTORES CONEXÕES FLECHAS E TRAÇÕES FLECHAS DE MONTAGEM (M) TRAÇÕES DE MONTAGEM (DAN) TRAÇÕES DE PROJETO CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS DOS CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE ELÉTRICA RESISTÊNCIA ELÉTRICA E REATÂNCIA INDUTIVA COEFICIENTES DE QUEDA DE TENSÃO EQUIVALÊNCIA DOS CABO MULTIPLEXADOS PADRONIZADOS COM OS CABOS NÚS REFERÊNCIAS VIGÊNCIA APROVAÇÃO...3 DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 3/59 Excluído: 1 OBJETIVO 5 2 AMPLITUDE 5 3 RESPONSABILIDADE QUANTO AO CUMPRIMENTO 5 4 CONCEITUAÇÃO REDE DE DISTRIBUIÇÃO REDE DE DISTRIBUIÇÃO URBANA RDU REDE DE DISTRIBUIÇÃO RURAL RDR CONECTOR PERFURANTE ALIMENTADOR TRONCO RAMAL CIRCUITO DE BAIXA TENSÃO CARGA INSTALADA DEMANDA DEMANDA MÁXIMA DEMANDA MÉDIA DEMANDA DIVERSIFICADA FATOR DE CARGA FATOR DE DEMANDA FATOR DE DIVERSIDADE FATOR DE UTILIZAÇÃO FATOR DE POTÊNCIA FLUTUAÇÃO DE TENSÃO FLICKER CORREÇÃO DOS NÍVEIS DE TENSÃO NA REDE PRIMÁRIA CORREÇÃO DOS NÍVEIS DE TENSÃO NA REDE SECUNDÁRIA CABO MULTIPLEXADO CONSUMIDOR UNIDADE CONSUMIDORA PONTO DE ENTREGA ENTRADA DE SERVIÇO RAMAL DE LIGAÇÃO RAMAL DE ENTRADA ATERRAMENTO SISTEMA DE ATERRAMENTO TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO 9 5 INSTRUÇÕES GERAIS 9 6 PROCEDIMENTOS AFASTAMENTOS PADRONIZADOS INSTALAÇÃO BÁSICA SEM CAIXA CPREDE E SEM TRANSFORMADOR INSTALAÇÃO BÁSICA COM CAIXA CPREDE E SEM TRANSFORMADOR INSTALAÇÃO BÁSICA COM CAIXA CPREDE E COM TRANSFORMADOR INSTALAÇÃO BÁSICA SEM CAIXA CPREDE E COM TRANSFORMADOR AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE OS CONDUTORES E AS EDIFICAÇÕES [1]

4 APRESENTAÇÃO Nesta norma técnica a REDE/CEMAT estabelece, para toda sua área de concessão, a padronização de estruturas básicas para montagem de redes aéreas secundárias de distribuição trifásicas, utilizando condutores isolados multiplexados de alumínio. DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 4/59

5 Cemat 1 OBJETIVO Esta padronização tem por objetivo definir as instalações básicas para montagem de Redes Secundárias de Distribuição Aéreas Urbanas com condutores isolados multiplexados, na área de concessão da REDE/CEMAT, para sistemas trifásicos nas tensões secundárias de 127/22 V e 22/38 V. 2 AMPLITUDE Esta norma aplica-se à construção de novas redes secundárias de distribuição e à extensão, reforma e adequação das redes existentes, em toda a área de concessão da REDE/CEMAT. Dessa forma, após a aprovação e divulgação desta norma, a distribuição de energia em tensão secundária na área de concessão da REDE/CEMAT, passará a ser feita através de redes de distribuição aéreas isoladas com cabos multiplexados. 3 RESPONSABILIDADE QUANTO AO CUMPRIMENTO A execução, e/ou a verificação da execução, das redes secundárias segundo esta padronização está sob responsabilidade das Regionais de Distribuição. 4 CONCEITUAÇÃO 4.1 Rede de distribuição Conjunto de linhas elétricas, com equipamentos e materiais diretamente associados, destinados a distribuição de energia elétrica. 4.2 Rede de distribuição urbana RDU Rede de distribuição situada dentro do perímetro urbano. 4.3 Rede de distribuição rural RDR Rede de distribuição situada fora do perímetro urbano. 4.4 Conector perfurante Conector isolado que perfura o isolamento dos condutores aos quais é aplicado e faz a conexão simultânea dos mesmos (condutor principal e derivação), através de um sistema limitador de torque do seu parafuso de aperto, o que assegura uma correta conexão. 4.5 Alimentador Rede ou linha de distribuição elétrica que alimenta, diretamente ou por intermédio de seus ramais, transformadores de distribuição do concessionário e/ou consumidores. 4.6 Tronco Segmento da linha elétrica responsável pelo transporte da maior quantidade da carga com a extensão determinada pelas necessidades operacionais do alimentador. DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 5/59

6 4.7 Ramal Segmento da linha elétrica que deriva do tronco, responsável pela distribuição de energia aos consumidores. 4.8 Circuito de baixa tensão Conjunto de linhas elétricas alimentado por um posto de transformação e responsável pela distribuição de energia elétrica aos consumidores. 4.9 Carga instalada Somatória das potências nominais das cargas ligadas ao sistema considerado. 4.1 Demanda Requisito de potência de carga durante um determinado período de tempo Demanda máxima É a maior de todas as demandas ocorridas durante um determinado período de tempo Demanda média É a relação entre a quantidade de energia elétrica consumida, durante um período de tempo qualquer e o número de horas do mesmo período Demanda diversificada Demanda resultante da carga, tomando em conjunto, de um grupo de consumidores ligados em um mesmo circuito Fator de carga Relação entre a demanda média de potência e a demanda máxima, ocorrida em um determinado período de tempo Fator de demanda Relação entre a demanda máxima de uma instalação, verificada em um período especificado e a correspondente carga instalada Fator de diversidade Relação entre a soma das demandas máximas individuais e a demanda simultânea máxima do conjunto Fator de utilização Relação entre a máxima demanda verificada e a capacidade nominal de um sistema Fator de potência Relação entre a potência ativa e a potência aparente Flutuação de tensão É uma série de variações na tensão, podendo ser regular ou não. DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 6/59

7 4.2 Flicker É a impressão visual de uma variação na luminosidade, regular ou não, podendo, dependendo do grau, causar irritação à visão humana Correção dos níveis de tensão na rede primária Os métodos pertinentes exclusivamente à distribuição, para correção da tensão na rede primária, são: Troca de bitola do alimentador Quando o alimentador estiver sobrecarregado, a queda de tensão muitas vezes se torna excessiva, contribuindo para que a tensão atinja valores inadmissíveis. para que essa irregularidade seja eliminada, procede-se o reforço de condutores, isto é, troca-se a bitola dos condutores nos trechos do alimentador onde esta ocorre. a correção de tensão com a troca de bitola do condutor, será mais sensível, quanto maior for o trecho do alimentador a sofrer alteração. Instalação de reguladores de tensão Os reguladores de tensão permitem obter uma faixa adequada de regulação, bem como a compensação da queda de tensão no alimentador. para isso devem ser ajustados, o nível de tensão e a compensação de queda, na linha desses equipamentos. Melhoria do fator de potência Consiste na elevação do fator de potência, mediante a instalação de bancos de capacitores, no alimentador Correção dos níveis de tensão na rede secundária Os métodos pertinentes, exclusivamente à distribuição, para correção da tensão secundária são: inspeção e pequenas manutenções em conexões, aterramento, substituição de condutores danificados e continuidade do neutro; balanceamento de cargas; fechamento do circuito em anel; remanejamento de cargas entre circuitos; deslocamento do transformador; aumento da bitola dos condutores; DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 7/59

8 divisão de circuitos secundários Cabo multiplexado É a denominação adotada para identificar um cabo composto por condutores fase isolados envoltos em um condutor neutro nú que serve como sustentação dos condutores fase. Esta norma padroniza os condutores fase de alumínio isolado em XLPE para,6/1 kv, e o neutro nú em liga de alumínio (CAL) Consumidor Entende-se por consumidor a pessoa física ou jurídica, ou comunhão de fato ou de direito, legalmente representada, que solicitar à REDE/CEMAT o fornecimento de energia elétrica e assumir a responsabilidade pelo pagamento das faturas e pelas demais obrigações fixadas em normas e regulamentos da ANEEL, assim vinculando-se aos contratos de fornecimento, de uso e de conexão ou de adesão, conforme cada caso Unidade consumidora Conjunto de instalações e equipamentos elétricos caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega, com medição individualizada e correspondente a um único consumidor Ponto de entrega Ponto de conexão do sistema elétrico da REDE/CEMAT com as instalações elétricas da unidade consumidora, caracterizando-se como o limite de responsabilidade do fornecimento. É o ponto até o qual a REDE/CEMAT se obriga a fornecer energia elétrica, participando dos investimentos necessários, dentro dos critérios e limites legais de participação financeira do setor elétrico, e responsabilizando-se pela execução dos serviços, pela operação e pela manutenção, devendo situar-se no limite de propriedade com a via pública 4.27 Entrada de serviço Conjunto de condutores, equipamentos e acessórios compreendidos entre o ponto de derivação da rede de distribuição da REDE/CEMAT e a medição e proteção, inclusive Ramal de ligação Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede de distribuição da REDE/CEMAT e o ponto de entrega de uma ou mais unidades consumidoras Ramal de entrada Conjunto de condutores e acessórios compreendidos entre o ponto de entrega e a medição. DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 8/59

9 Cemat 4.3 Aterramento Ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra Sistema de aterramento Conjunto de todos os condutores e peças condutoras com o qual é constituído um Aterramento, num dado local Tensão secundária de distribuição Tensão disponibilizada no sistema elétrico da REDE/CEMAT com valores padronizados inferiores a 2,3 kv 4.33 Tensão primária de distribuição Tensão disponibilizada no sistema elétrico da REDE/CEMAT com valores padronizados iguais ou superiores a 2,3 kv 5 INSTRUÇÕES GERAIS 5.1 Esta padronização define as instalações básicas de Redes Secundárias de Distribuição Aéreas Urbanas com condutores isolados multiplexados, para sistemas trifásicos nas tensões secundárias 127/22 V e 22/38 V. 5.2 Os cabos multiplexados isolados das redes secundárias, para ligação de consumidores e de iluminação pública, devem ser os seguintes: 3 x 1 x 35 mm² + 35 mm² - fases CA, isolação XLPE e neutro nú CAL; 3 x 1 x 7 mm² + 7 mm² - fases CA, isolação XLPE e neutro nú CAL; 3 x 1 x 12 mm² + 7 mm² - fases CA, isolação XLPE e neutro nú CAL; CA Cabo de alumínio CAL Cabo de alumínio liga (liga 621) 5.3 Os cabos multiplexado isolados de redes secundárias exclusiva para iluminação pública devem ser: 3 x 1 x 35 mm² + 35 mm² - fases CA, isolação XLPE e neutro nú CAL; 5.4 A identificação das fases dos condutores multiplexados da rede secundária deverá ser feita pela cor da isolação do condutor, conforme a seguir: Fase A - Preta Fase B - Cinza Fase C - Vermelha 5.5 Para o dimensioanamento dos ramais de ligação de consumidores, as seções dos condutores estão definidas na Norma Técnica NTE 13 Fornecimento de Energia Elétrica em Baixa Tensão. DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 9/59

10 5.6 Os desenhos indicam apenas os postes de concreto duplo T, embora as listas de materiais contemplem também a instalação da rede em postes de concreto de seção circular. 5.7 Engastamento, estaiamento e locação dos postes, deve obedecer os mesmos critérios e procedimentos estabelecidos na Norma Técnica NTD 2 Montagem de Redes de Distribuição Aérea Urbana Trifásica, uma vez que isto independe do tipo de condutores utilizados. 5.8 Para instalação do cabo multiplexado observar se o neutro não está enrolado junto com as fases, caso contrário, o cabo deve ser rejeitado, pois o neutro deve ser reto e os condutores fase enrolados nele. DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 1/59

11 Cemat 6 PROCEDIMENTOS 6.1 AFASTAMENTOS PADRONIZADOS INSTALAÇÃO BÁSICA Sem caixa CPREDE e sem transformador Min 5 CAIXA DA OCUPANTE 57 (Máx) Cotas: cm DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 11/59

12 6.1.2 INSTALAÇÃO BÁSICA Com caixa CPREDE e sem transformador Min FAIXA DE OCUPAÇÃO CAIXA DA OCUPANTE CAIXA CPREDE 3 57 (Máx) Cotas: cm DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 12/59

13 6.1.3 INSTALAÇÃO BÁSICA Com caixa CPREDE e com transformador Min FAIXA DE OCUPAÇÃO CAIXA DA OCUPANTE CAIXA CPREDE (Máx) Cotas: cm DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 13/59

14 6.1.4 INSTALAÇÃO BÁSICA Sem caixa CPREDE e com transformador Min 5 FAIXA DE OCUPAÇÃO CAIXA DA OCUPANTE 57 (Máx) Cotas: cm DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 14/59

15 6.1.5 AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE OS CONDUTORES E AS EDIFICAÇÕES A B B A A B FIGURA 1 Afastamento vertical entre os condutores e a cimalha dos edifícios FIGURA 2 Afastamento vertical entre o piso de sacadas e os condutores FIGURA 3 A B A B A B FIGURA 4 Afastamento horizontal entre os condutores e a parede FIGURA 5 FIGURA 6 Afastamento horizontal entre os condutores e a sacada de prédios NOTAS 1 - Se o afastamento vertical exceder as dimensões da FIGURA 1, não se exige o afastamento horizontal da FIGURA 4 2- Se os afastamentos verticais das FIGURAS 2 e 2, não puderem ser mantidos, exigen-se os afastamentos horizontais das FIGURAS 5 e 6 3- Se os afastamentos verticais excederem as dimensões das FIGURAS 2 e 3, não se exigem os afastamentos horizontais das FIGURAS 5 e 6, devendo porém ser obedecido o espaçamento da FIGURA 4 FIG N.º AFASTAMENTOS MÍNIMOS SÓ PRIMÁRIO SÓ PRIMÁRIO E SECUNDÁRIO SECUNDÁRIO PRIMÁRIO SECUNDÁRIO A (m) B (m) A (m) B (m) 1 2, 2, - 2, 2,5,2,5-3 2,5 2, - 2, 4,5,2,5-5 1,,6 1, - 6 1,,3 1, - DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 15/59

16 6.1.6 AFASTAMENTOS PADRONIZADOS ENTRE OS CABOS ISOLADOS E O SOLO Natureza do logradouro Distância mínima (m) Rodovias 6, Ruas e avenidas 5,5 Entradas de prédios e demais locais com trânsito de veículos 4,5 Ruas e vias exclusivas para pedestres 3,5 DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 16/59

17 6.2 ESTRUTURA DE TRANSIÇÃO-SI-T REDE NUA PARA REDE ISOLADA 9 NOTA NOTA DETALHE B Conector Perfurante Rabicho de Ligação Rede Secundária Isolada Ver DETALHE B NOTA 2 Capuz protetor NOTA 1 Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6 mm2 NOTA 2 Uma das pernas do rabicho deve ter uma ponta de 1 cm desprovida de isolamento, para instalação de instrumentos de medição. Essa ponta deve ser protegida com o capuz protetor que vem com o conector perfurante. A outra ponta do rabicho deve ser isolada/vedada com fita de auto-fusão e na sequência dar acabamento com fita isolante de PVC. O rabicho de Ligação deve ser feito com um pedaço de uma das fases de condutor multiplexado de 25 mm2, retirado de sobras de condutores NOTA 3 Isolar os conectores cunha dos condutores fase com 5 camadas de fita auto-fusão, resistente ao sol e uma camada de fita isolante preta DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 17/59

18 6.2.1 RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA DE TRANSIÇÃO MONTAGEM DA ESTRUTURA QUANTIDADE Item CÓDIGO DESCRIÇÃO cabo 35 mm² Cabo 7 mm² Cabo 12 mm² Poste Poste Poste DT C DT C DT C 1 Conector cunha tamanho adequado Armação secundária 1 estribo -zincada Armação secundária 2 estribos -zincada Isolador roldana porcelana 76x8 mm Alça pré-formada de distribuição p/ cabo CA/CAA 2 AWG Alça pré-formada de distribuição p/ cabo CA/CAA 1/ AWG Conector perfurante mm² X mm² (rabicho) Fio de cobre isolado 6 mm² V V V V V V Fita isolante plástica n mm x 2 m V V V V V V Fita isolante de auto fusão 38 x 15 mm V V V V V V V = quantidade variável FIXAÇÃO DA ESTRUTURA NO POSTE QUANTIDADE Poste Poste Poste 9 m 1 m 11 m Item CÓDIGO DESCRIÇÃO C C C D D D T T T Parafuso cabeça quadrada 16 x 2 mm zincado Parafuso cabeça quadrada 16 x 3 mm zincado Arruela quadrada DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 18/59

19 6.3 ESTRUTURA SI - 1 ( Passante) ESTRUTURA SI -1 Passante Simples DETALHE B 1 VER NOTAS Conector Perfurante 3 2 Rabicho de Ligação NOTA 2 Capuz protetor Rede Secundária Isolada NOTA 4 Ver DETALHE B Amarração do Neutro (mensageiro) na roldana com fio e fita de aluminio 2 cm 2 cm 5-6 Dar no mínimo 5 voltas bem apertada NOTA 2 Uma das pernas do rabicho deve ter uma ponta de 1 cm desprovida de isolamento, para instalação de instrumentos de medição. Essa ponta deve ser protegida com o capuz protetor que vem com o conector perfurante. A outra ponta do rabicho deve ser isolada/vedada com fita de auto-fusão e na sequência dar acabamento com fita isolante de PVC. O rabicho de Ligação deve ser feito com um pedaço de uma das fases de condutor multiplexado de 25 mm2, retirado de sobras de condutores NOTA 4 Quando a rede for em ângulo como indicado no desenho, o condutor neutro deve ser instalado pelo lado de dentro da roldana Quando o ângulo for no sentido contrário ao indicado no desenho, o neutro deve ser instalado pelo lado de fora da roldana, de modo que esta receba o esforço da rede Para ângulos acima de 4 graus, en lugar do do fio de amarração, devem ser usadas duas alças preformadas de distribuição na mesma roldana DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 19/59

20 6.3.1 RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI 1 (Passante) MONTAGEM DA ESTRUTURA QUANTIDADE cabo Cabo Cabo Item CÓDIGO DESCRIÇÃO 35 mm² 7 mm² 12 mm² Poste Poste Poste DT C DT C DT C Armação secundária 2 estribos - zincada Isolador roldana porcelana 76x8 mm Conector perfurante mm² X mm² (rabicho) Fio de aluminio nú para amarração AWG,14 KG,25 KG Fita de aluminio recozido para proteção de cabo,14 KG,21 KG FIXAÇÃO DA ESTRUTURA NO POSTE Item CÓDIGO DESCRIÇÃO Parafuso cabeça quadrada 16 x 2 mm zincado Parafuso cabeça quadrada 16 x 3 mm zincado Cinta para poste circular 16 mm - zincada Cinta para poste circular 18 mm - zincada Cinta para poste circular 23 mm - zincada Cinta para poste circular 2 mm zincada Cinta para poste circular 24 mm - zincada Cinta para poste circular 27 mm - zincada QUANTIDADE Poste 9 m D T Poste Poste 1 m 11 m C C C D D T T Arruela quadrada DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 2/59

21 6.4 ESTRUTURA SI-1S PASSANTE COM SECCIONAMENTO ESTRUTURA SI -1S Passante com Seccionamento Rede Secundária Isolada 5-6 Rede Secundária Isolada 5-6 Ver DETALHE B DETALHE B Conector Perfurante Rabicho de Ligação NOTA 2 Capuz protetor 2 cm 2 cm Amarração do Neutro (mensageiro) na roldana com fio e fita de aluminio NOTA 1 Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6 mm2 5-6 Dar no mínimo 5 voltas bem apertada NOTA 2 Uma das pernas do rabicho deve ter uma ponta de 1 cm desprovida de isolamento, para instalação de instrumentos de medição. Essa ponta deve ser protegida com o capuz protetor que vem com o conector perfurante. A outra ponta do rabicho deve ser isolada/vedada com fita de auto-fusão e na sequência dar acabamento com fita isolante de PVC. O rabicho de Ligação deve ser feito com um pedaço de uma das fases de condutor multiplexado de 25 mm2, retirado de sobras de condutores DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 21/59

22 6.4.1 RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI 1S (Passante com seccionamento) MONTAGEM DA ESTRUTURA Item CÓDIGO DESCRIÇÃO QUANTIDADE cabo 35 mm² Cabo 7 mm² Cabo 12 mm² Poste Poste Poste DT C DT C DT C Armação secundária 2 estribos -zincada Isolador roldana porcelana 76x8 mm Conector perfurante 25 x 12 mm² X 25 x 12 mm² (rabicho) Fio de aluminio nú para amarração 6 AWG,14 KG,25 KG Fita de aluminio recozido para proteção de cabo,14 KG,21 KG Cabo de aço carbono zincado 6,4 mm 7 fios SM-A 1,8 kg 1,8 kg Conector cunha n.º AMP ou similar Conector cunha n.º AMP ou similar FIXAÇÃO DA ESTRUTURA NO POSTE QUANTIDADE Poste Poste Poste 9 m 1 m 11 m Item CÓDIGO DESCRIÇÃO C C C D D D T T T Parafuso cabeça quadrada 16 x 2 mm zincado Parafuso cabeça quadrada 16 x 3 mm zincado Cinta para poste circular 16 mm - zincada Cinta para poste circular 18 mm - zincada Cinta para poste circular 23 mm - zincada Cinta para poste circular 2 mm zincada Cinta para poste circular 24 mm - zincada Cinta para poste circular 27 mm - zincada Arruela quadrada DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 22/59

23 6.5 ESTRUTURA SI 3 (Fim de linha) ESTRUTURA SI -3 Ancoragem Simples 2 Rede Secundária Isolada Rede Secundária Isolada DETALHE B Conector Perfurante 8 Rabicho de Ligação Ver DETALHE B NOTA 2 Capuz protetor Vai para aterramento do neutro NOTA 1 Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6 mm2 NOTA 2 Uma das pernas do rabicho deve ter uma ponta de 1 cm desprovida de isolamento, para instalação de instrumentos de medição. Essa ponta deve ser protegida com o capuz protetor que vem com o conector perfurante. A outra ponta do rabicho deve ser isolada/vedada com fita de auto-fusão e na sequência dar acabamento com fita isolante de PVC. O rabicho de Ligação deve ser feito com um pedaço de uma das fases de condutor multiplexado de 25 mm2, retirado de sobras de condutores DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 23/59

24 6.5.1 RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI - 3 (Fim de linha) MONTAGEM DA ESTRUTURA Item CÓDIGO DESCRIÇÃO QUANTIDADE cabo 35 mm² Cabo 7 mm² Cabo 12 mm² Poste Poste Poste DT C DT C DT C Armação secundária 1 estribo -zincada Armação secundária 2 estribos -zincada Isolador roldana porcelana 76x8 mm Alça pré-formada de distribuição p/ cabo CA/CAA 2 AWG Alça pré-formada de distribuição p/ cabo CA/CAA 1/ AWG Conector perfurante mm² X mm² (rabicho) Fio de cobre isolado 6 mm² V V V V V V Cabo de aço carbono zincado 6,4 mm 7 fios SM-A 1,8 1,8 1,8 1,8 kg kg kg kg Conector cunha n.º AMP ou similar Conector cunha n.º AMP ou similar 1 1 V = quantidade variável FIXAÇÃO DA ESTRUTURA NO POSTE QUANTIDADE Item CÓDIGO DESCRIÇÃO Parafuso cabeça quadrada 16 x 2 mm zincado Parafuso cabeça quadrada 16 x 3 mm zincado Cinta para poste circular 16 mm - zincada Cinta para poste circular 18 mm - zincada Cinta para poste circular 23 mm - zincada Cinta para poste circular 2 mm zincada Cinta para poste circular 24 mm - zincada Cinta para poste circular 27 mm - zincada DT 15 Poste 9 m Poste 1 m Poste 11 m C C C 3 6 DT DT Arruela quadrada DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 24/59

25 6.6 ESTRUTURA SI 1-3 (Passante com derivação) ESTRUTURA SI Rede Secundária Isolada NOTA 1 Ver DETALHE A Ver DETALHE B 1 DETALHE B Conector Perfurante DETALHE A Rabicho de Ligação NOTA 2 Capuz protetor Capuz protetor Amarração do Neutro (mensageiro) na roldana com fio e fita de aluminio 2 cm 2 cm 1-11 Dar no mínimo 5 voltas bem apertada NOTA 1 Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6 mm2 NOTA 2 Uma das pernas do rabicho deve ter uma ponta de 1 cm desprovida de isolamento, para instalação de instrumentos de medição. Essa ponta deve ser protegida com o capuz protetor que vem com o conector perfurante. A outra ponta do rabicho deve ser isolada/vedada com fita de auto-fusão e na sequência dar acabamento com fita isolante de PVC. O rabicho de Ligação deve ser feito com um pedaço de uma das fases de condutor multiplexado de 25 mm2, retirado de sobras de condutores NOTA 3 No conector perfurante deverá haver uma sobra de 15 cm do ramal de ligação. O final dessa ponta deverá ter 1cm desprovido de islomento para realizar medições, e ser protegida pelo capuz protetor que vem com o conector perfurante DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 25/59

26 6.6.1 RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI 1-3 (Passante com derivação) MONTAGEM DA ESTRUTURA Item CÓDIGO DESCRIÇÃO QUANTIDADE cabo 35 mm² Cabo 7 mm² Cabo 12 mm² Poste Poste Poste DT C DT C DT C 1 Conector cunha tamanho adequado Armação secundária 2 estribos -zincada Isolador roldana porcelana 76x8 mm Cabo 35 mm² Conector perfurante mm² X mm² Cabo 7 mm² Cabo 12 mm² Alça pré-formada de distribuição p/ cabo CA/CAA 2 AWG Alça pré-formada de distribuição p/ cabo CA/CAA 1/ AWG Fio de cobre isolado 6 mm² V V V Armação secundária 1 estribo zincada Conector perfurante 25 x 12 mm² X 25 x 12 mm² (rabicho) Fio de aluminio nú para amarração 6 AWG,14 KG,25 KG Fita de aluminio recozido para proteção de cabo,14 KG,21 KG V = quantidade variável FIXAÇÃO DA ESTRUTURA NO POSTE QUANTIDADE Item CÓDIGO DESCRIÇÃO Poste 9 m Poste 1 m Parafuso cabeça quadrada 16 x 2 mm zincado Parafuso cabeça quadrada 16 x 3 mm zincado Cinta para poste circular 16 mm - zincada Cinta para poste circular 18 mm - zincada Cinta para poste circular 23 mm - zincada Cinta para poste circular 2 mm zincada Cinta para poste circular 24 mm - zincada Cinta para poste circular 27 mm - zincada DT 15 Poste 11 m C C C 3 6 DT DT Arruela quadrada DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 26/59

27 6.7 ESTRUTURA SI-4 (Ancoragem simples) ESTRUTURA SI -4 Ancoragem Simples DETALHE B 2 Conector Perfurante 3 Rabicho de Ligação NOTA 2 Capuz protetor 4 Rede Secundária Isolada 7 7 NOTA 1 1 NOTA 1 Rede Secundária Isolada 5 8 Ver DETALHE B Rede Secundária Isolada NOTA 1 Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6 mm2 NOTA 2 Uma das pernas do rabicho deve ter uma ponta de 1 cm desprovida de isolamento, para instalação de instrumentos de medição. Essa ponta deve ser protegida com o capuz protetor que vem com o conector perfurante. A outra ponta do rabicho deve ser isolada/vedada com fita de auto-fusão e na sequência dar acabamento com fita isolante de PVC. O rabicho de Ligação deve ser feito com um pedaço de uma das fases de condutor multiplexado de 25 mm2, retirado de sobras de condutores DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 27/59

28 6.7.1 RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI 4(Ancoragem simples) MONTAGEM DA ESTRUTURA Item CÓDIGO DESCRIÇÃO QUANTIDADE cabo 35 mm² Cabo 7 mm² Cabo 12 mm² Poste Poste Poste DT C DT C DT C 1 Conector cunha tamanho adequado Armação secundária 1 estribo zincada Armação secundária 2 estribos -zincada Isolador roldana porcelana 76x8 mm Cabo 35 mm² Conector perfurante Cabo 7 mm² mm² X mm² Cabo 12 mm² Alça pré-formada de distribuição p/ cabo CA/CAA AWG 6 Alça pré-formada de distribuição p/ cabo CA/CAA / AWG Fio de cobre isolado 6 mm² V V V V V V Conector perfurante mm² X mm² (rabicho) V = quantidade variável FIXAÇÃO DA ESTRUTURA NO POSTE QUANTIDADE Item CÓDIGO DESCRIÇÃO Poste Poste Poste 9 m 1 m 11 m D T C D T C D T C Parafuso cabeça quadrada 16 x 2 mm zincado Parafuso cabeça quadrada 16 x 3 mm zincado Cinta para poste circular 16 mm - zincada Cinta para poste circular 18 mm - zincada Cinta para poste circular 23 mm - zincada Cinta para poste circular 2 mm zincada Cinta para poste circular 24 mm - zincada Cinta para poste circular 27 mm - zincada Arruela quadrada DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 28/59

29 6.8 ESTRUTURA SI-1T (Passante com Transformador) ESTRUTURA SI -1T Rede Secundária Isolada Ver Notas Rede Secundária Isolada cm 2 cm Amarração do Neutro (mensageiro) na roldana com fio e fita de aluminio Dar no mínimo 5 voltas bem apertada 9-1 NOTAS Deixar um colo nos cabos de saída do secundário do transformador para instalação de aparelhos de medição. Os cabos de saída do secundário do transformador para conexão com a rede secundária isolada, devem ser de cobre isolado para,6/1kv com as seguintes bitolas: Transformador (kva) Tensão (V) Bitola (mm2) , , DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 29/59

30 6.8.1 RELAÇÃO DE MATERIAIS ESTRUTURA SI 1T (Passagem com transformador) MONTAGEM DA ESTRUTURA QUANTIDADE cabo Cabo Cabo Item CÓDIGO DESCRIÇÃO 35 mm² 7 mm² 12 mm² Poste Poste Poste DT C DT C DT C 1 Conector cunha (ver tabela dimensionamento abaixo) Armação secundária 2 estribos -zincada Isolador roldana porcelana 76x8 mm Conector perfurante mm² X mm² Cabo-saída do trafo 7 mm² Conector perfurante Cabo-saída do -2 mm² X mm² trafo 15 mm² Conector perfurante mm² X mm² (rabicho) Cabo de cobre isolado seção adequada 6m 6m 6m 8 Transformador distribuição trifásico- tensão e potência adequados Fio de aluminio nú para amarração 6 AWG,14 KG,25 KG Fita de aluminio recozido para proteção de -1 cabo,14 KG,21 KG V = quantidade variável DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 3/59

31 FIXAÇÃO DA ESTRUTURA NO POSTE QUANTIDADE Poste Poste Poste 9 m 1 m 11 m Item CÓDIGO DESCRIÇÃO C C C D D D T T T Parafuso cabeça quadrada 16 x 3 mm zincado Cinta para poste circular 2 mm zincada Cinta para poste circular 24 mm - zincada Cinta para poste circular 27 mm - zincada Suporte transformador poste circular 225 mm Suporte transformador poste circular 285 mm Suporte transformador poste concreto DT Arruela quadrada DIMENSIONAMENTO DO CONECTOR CUNHA Condutor neutro Condutor neutro da Rede Isolada de saída do transf. Código Descrição 35 mm2 35 mm Conector cunha n.º AMP ou similar 35 mm2 7 mm Conector cunha n.º AMP ou similar 35 mm2 12 mm Conector cunha n.º AMP ou similar 35 mm2 15 mm Conector cunha n.º AMP ou similar 7 mm2 7 mm Conector cunha n.º 643- AMP ou similar 7 mm2 12 mm Conector cunha n.º AMP ou similar 7 mm2 15 mm Conector cunha n.º 621- AMP ou similar DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 31/59

32 6.9 CRUZAMENTO INTERLIGADO CRUZAMENTO INTERLIGADO VER NOTA 3 VER NOTA 1 Conector Cunha Conector Perfurante VER NOTA 2 NOTAS 1- O neutro (mensageiro) deve ser unido no cruzamento com fio recozido de alumínio para amarração, com no mínimo 3 voltas bem apertadas 2- As pontas do jumpers de ligação devem ser protegidas com o capuz protetor que acompanha os conectores perfurantes. Na impossibilidade de se utilizar o capuz, vedar com fita de auto-fusão 3- O jumper deve ser de bitola igual ao do maior condutor, e executado com uma fase do cabo multiplex 4- As conexões só devem ser executadas depois que os cabos estiverem devidamente tensionados e fixados 5- Observar com muita atenção a ordem de ligação dos cabos, para não haver a troca de fases. DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 32/59

33 6.9.1 RELAÇÃO DE MATERIAL Código CRUZAMENTO INTERLIGADO mm² mm² DESCRIÇÃO X X 35 7 mm² mm² Conector perfurante mm² X mm² Conector cunha n.º AMP ou similar 2 Conector cunha n.º AMP ou similar 2 Conector cunha n.º 643- AMP ou similar 35 mm² X 12 mm² 7 mm² X 7 mm² 7 mm² X 12 mm² 12 mm² X 12 mm² DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 33/59

34 6.1 CRUZAMENTO INDEPENDENTE DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 34/59

35 CRUZAMENTO INDEPENDENTE VER NOTA 5 VER NOTA 1 VER NOTA 3 Conector Perfurante VER NOTA 2 NOTAS 1- O neutro (mensageiro) deve ser unido no cruzamento com fio recozido de alumínio para amarração, com no mínimo 3 voltas bem apertadas 2- As pontas dos condutores devem ser protegidas com o capuz protetor que acompanha os conectores perfurantes. Na impossibilidade de se utilizar o capuz, vedar com fita de auto-fusão 3- As conexões só devem ser executadas depois que os cabos estiverem devidamente tensionados e fixados 4- Observar com muita atenção a ordem de ligação dos cabos, para não haver a troca de fases. 5- Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6 mm2 DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 35/59

36 6.1.1 RELAÇÃO DE MATERIAL Código CRUZAMENTO INDEPENDENTE mm² mm² DESCRIÇÃO X X 35 7 mm² mm² Conector perfurante mm² X mm² Conector cunha n.º AMP ou similar 2 Conector cunha n.º AMP ou 2 similar Conector cunha n.º 643- AMP ou similar 35 mm² X 12 mm² 7 mm² X 7 mm² 7 mm² X 12 mm² 12 mm² X 12 mm² DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 36/59

37 6.11 LIGAÇÕES DE RAMAIS NA REDE SEM CAIXAS CPREDE LIGAÇÃO DE ATÉ 5 (CINCO) RAMAIS Ramais trifásicos Ligados diretamente na rede NOTA 1 Rede Secundária Isolada Ramal de Ligação DETALHE Ver DETALHE Capuz protetor NOTA 1 Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6 mm2 NOTA 2 No conector perfurante deverá haver uma sobra de 15 cm do ramal de ligação. O final dessa ponta deverá ter 1cm desprovido de islomento para realizar medições, e ser protegida pelo capuz protetor que vem com o conector perfurante DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 37/59

38 Conectores para ligação de ramais trifásicos Para conexão do ramal de ligação na rede de baixa tensão Ramal de ligação 1 mm² 16 mm² 25 mm² 35 mm² 7 mm² 95 mm² Quantidade Rede de BT (mm²) Conectores perfurantes Código Descrição Conector perfurante 4 35 mm² x mm² Conector perfurante 6 35 mm² x 5-15 mm² Conector perfurante 4 35 mm² x mm² Conector perfurante 6 35 mm² x 5-15 mm² Conector perfurante mm² X mm² DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 38/59

39 Para conexão do ramal de ligação no pingadouro Ramal de ligação (mm²) Ramal de entrada (pingadouro) (mm²) Código Conectores cunha Descrição Conector cunha para ramal de ligação-amp Tipo IV ou similar Conector cunha para ramal de ligação-amp Tipo IV ou similar Conector cunha para ramal de ligação-amp Tipo III ou similar Conector cunha para ramal de ligação-amp Tipo I ou similar Conector cunha para ramal de ligação-amp Tipo I ou similar Conector cunha para ramal de ligação-amp Tipo VI ou similar Conector cunha AMP 6448 ou similar Conector cunha para ramal de ligação-amp Tipo VIII ou similar Conector cunha AMP 6448 ou similar Conector cunha AMP 6448 ou similar Conector cunha AMP 6411 ou similar Quantidade Fase Neutro DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 39/59

40 1 2 3 DETALHE B Conector Perfurante Rabicho de Ligação Rede Secundária Isolada NOTA Capuz protetor Ver DETALHE B Conector perfurante 4-35mm2 X mm2 Cód. Cemat NOTA Uma das pernas do rabicho deve ter uma ponta de 1 cm desprovida de isolamento, para instalação de instrumentos de medição. Essa ponta deve ser Isolada/vedada com fita auto-fusão e na sequência dar acabamento com fita isolante de PVC, ou então usar o capuz protetor que vem com o conector perfurante. O rabicho de Ligação deve ser feito com um pedaço de uma das fases de condutor multiplexado de 25 mm2, retirado de sobras de condutores Ligados nos rabichos de ligação Ramais bifásicos, monofásicos e de iluminação pública DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 4/59

41 LIGAÇÃO DE MAIS DE 5 (CINCO) RAMAIS LIGAÇÕES E AMARRAÇÕES Ligação de ramais através de Caixa de Ligações Medição Convencional Conector Cunha Neutro Fases Conector Perfurante NOTA 1 Caixa de ligações Rede Secundária Isolada Ramal de Ligação NOTA 1 Rede Secundária Isolada DETALHE Ramal de Ligação VER DETALHE e NOTA 2 Conector Perfurante Capuz protetor NOTA 1 Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6 mm2 NOTA2 No conector perfurante deverá haver uma sobra de 15 cm do ramal de ligação. O final dessa ponta deverá ter 1cm desprovido de islomento para realizar medições, e ser protegida pelo capuz protetor que vem com o conector perfurante DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 41/59

42 6.12 LIGAÇÃO DE RAMAIS NA REDE COM CAIXAS CPREDE DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 42/59

43 LIGAÇÃO DE RAMAIS Medição em Caixas CPREDE Conector Cunha Conector Perfurante Conector Cunha VER NOTA 1 CAIXA CPREDE Ramal de Ligação VER NOTA 3 Rede Secundária Isolada CAIXA CPREDE Ramal de Ligação VER DETALHE Conector Cunha DETALHE Rede Secundária Isolada VER NOTA 3 Conector Perfurante Capuz protetor NOTA 1 Envolver os condutores fase e neutro, com 3 voltas bem apertadas feitas com fio isolado de cobre de 6 mm2 NOTAS 2- No conector perfurante deverá haver uma sobra de 15 cm do ramal de ligação. O final dessa ponta deverá ter 1cm desprovido de islomento para realizar medições, e ser protegida pelo capuz protetor que vem com o conector perfurante 3- As conexões com conector cunha, nas fases dos ramais de serviço, devem ser isoladas/vedadas com fita de autofusão DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 43/59

44 6.13 ATERRAMENTO ATERRAMENTO DO NEUTRO NOS FINAIS DE REDE DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 44/59

45 ATERRAMENTO DO NEUTRO EM FIM DE LINHA DE BT Fio de Aço Cobre -4 AWG Ou cabo de aço zincado de 1/4 (6,4 mm) Vai para aterramento do neutro Min - 5 cm Nota 1 Mínimo 1 cm Haste de aterramento de 2,4 m Mínimo 24 cm NOTAS 1 - A conexão do condutor de aterramento com a haste de terra, deve ser coberta totalmente com massa calafetadora 3- A distância do poste à haste deverá ser de, no mínimo, 1(hum) metro 4 - Poderão também ser empregadas hastes de aterramento cantoneiras zincadas de 2,4 metros DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 45/59

46 ATERRAMENTO NO POSTO DE TRANSFORMAÇÃO Fio de Aço Cobre -4 AWG Ou cabo de aço zincado de 1/4 (6,4 mm) Conector Tipo Cunha - Tipo II da AMP ou similar Pára-raios Conexão ao Neutro - Usar Conector Tipo Cunha Fio de cobre nú de 1 mm2 Cabo Isolado de cobre de 1 mm2 POSTO DE TRANSFORMAÇÃO SEM PÁRA-RAIOS POSTO DE TRANSFORMAÇÃO COM PÁRA-RAIOS Vai para malha de Terra DETALHE DA INTERLIGAÇÃO DOS PÁRA-RAIOS EM TRANSFORMADORES TRIFÁDIOS Ver NOTA 1 NOTA 1 Na interligação dos pára-raios, no cabo flexível isolado, deverá ser deixado um colo para facilitar a atuação do desligador automático do pára-raios DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 46/59

47 CONEXÒES - MALHA DE TERRA DO POSTO DE TRANSFORMAÇÃO Fio de Aço Cobre -4 AWG Ou cabo de aço zincado de 1/4 (6,4 mm) Min - 5 cm Nota 1 Vai p/ demais hastes Mínimo 1 cm Haste de aterramento de 2,4 m Mínimo 24 cm NOTAS 1 - As conexões do condutor de aterramento com as hastes de terra, deverão ser cobertas totalmente com massa calafetadora 2- Deverão ser cravadas 6 hastes alinhadas entre si e dispostas paralelamente à via pública, guardando-se entre elas um afastamento de 2,4 m, e conectando-se o condutor de descida do aterramento, preferencialmente, a uma das hastes centrais 3- A distância do poste à haste mais próxima deverá ser de, no mínimo, 1(hum) metro 4 - Poderão também ser empregadas hastes de aterramento cantoneiras zincadas de 2,4 metros DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 47/59

48 6.14 CONEXÕES DO RAMAL DE LIGAÇÃO NO PINGADOURO Alça Preformada p/ cabos multiplexados Ramal de ligação Conector Tipo Cunha isolado com fita isolante Ramal de Entrada Ramal de ligação Alça Preformada p/ cabos multiplexados Conector Tipo Cunha isolado com fita isolante DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 48/59

49 6.15 ISOLAÇÃO DAS PONTAS DOS CABOS FASES 1. A partir de 5 mm da ponta, fazer o enfitamento com a fita esticada de 5% da largura, até chegar na ponta do cabo. Utilizar a fita de auto fusão.(desenho A) 2. Com a fita esticada de 5% da largura, dar uma volta sobre a ponta do cabo (desenho B) 3. Em seguida dar uma volta + ¼ em torno do cabo com a fita esticada de 5% da largura, e dar novamente uma volta sobre a ponta do cabo.(desenho C). 4. Repetir o procedimento do item 3 mais cinco vezes. 5. Passar uma camada de fita até uma distância de 4 mm da ponta do cabo. DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 49/59

50 6. Retornar até a ponta com a 5.ª camada de fita, sempre com a fita esticada de 5 % da largura e com uma sobreposição de 5 %. 7. Sobre a fita de auto fusão aplicar uma camada de fita adesiva isolante preta, terminando com uma laçada. 8. Repetir, a partir do item 1, o mesmo procedimento para as demais pontas de cabo SEPARAÇÃO DOS CABOS Para separar entre si pequenos segmentos dos cabos multiplexados, a fim de possibilitar a execução adequada das conexões elétricas, deve ser usada a Cunha de Madeira como mostrada a seguir: Madeira- de pinho ou similar Arredondar os cantos DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 5/59

51 6.17 CONSTRUÇÃO LANÇAMENTO DE CONDUTORES Para reduzir o tempo de desligamento por circuito de transformador, quando for necessário substituir ramais de ligação, estes devem ser substituídos antes do desmantelamento da rede secundária. Deve-se tomar o cuidado de marcar o faseamento dos ramais, antes de desligá-los dos ramais antigos, deixando o no ramal ligado provisoriamente na rede antiga até a substituição da mesma. Os cabos multiplexados quase sempre podem ser lançados sem qualquer interrupção, abaixo da rede secundária existente e encabeçados provisoriamente nas extremidades e apoiados nas bandolas utilizadas para o lançamento e acima dos braços da iluminação pública. A fim de se evitar cortes desnecessários no cabo, deve-se lançar toda a extensão em determinada rua de uma só vez aplicando-se uma tração próxima da definitiva. Uma vez estendido o cabo ao longo de toda a rua, e apoiado nas bandolas, se programará a interrupção de um único circuito secundário a fim de ser substituído. Após o desmantelamento dessa rede secundária basta colocar o cabo multiplexado na posição definitiva, no trecho sem rede, fazendo-se o seccionamento apenas das fases, fazendo-se as ligações com as ramificações laterais, com os consumidores. Fazendo-se a operação acima, o cabo multiplexado deve cruzar com as fases das redes ainda não retiradas adjacentes ao trecho novo. Neste caso deve-se usar mangotes isolantes para evitar curto-circuitos. O lançamento dos cabos multiplexados deve ser feito tomando-se os maiores cuidados possíveis. Os cabos não devem ser arrastados no chão ou sobre elementos que possam danificar a isolação. Por isso em cada poste deve ser empregada uma roldana apropriada para lançamento de cabos multiplexados. Devem ser usadas roldanas metálicas com a superfície interna plastificada ou roldanas de madeira, com diâmetro interno apropriado. Para o lançamento do cabo deve-se usar uma corda, uma vez que os esforços de tração são reduzidos pela presença das bandolas em cada poste. Enquanto uma equipe posiciona as roldanas, uma outra deve preparar a bobina para lançamento. A bobina deve ser posicionada sobre um cavalete em terreno firme, e colocada na ponta do circuito em que houver maior facilidade de realizar os trabalhos, e de preferência no trecho que tiver maiores lances retos (ver desenho a seguir) DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 51/59

52 A bobina deve ficar a pelo menos 5 m do primeiro poste onde se iniciará o lançamento e alinhada com ele. Desenrola-se um trecho do cabo da bobina para preparar a extremidade pela qual será tracionado. (ver desenho a seguir) A camisa de puxamento deve ser colocada sobre o neutro portador. O elemento de tração sempre deve ser o neutro e nunca as fases FIXAÇÃO DOS CONDUTORES Lançado o cabo inicia-se a fixação do mesmo nos postes. Nos cruzamentos onde são previstos cruzamentos dos condutores, estes devem ser estar no mesmo nível e obedecer a altura mínima de 5,5 m do solo. Deve-se evitar os encabeçamentos, a não ser nos fins de rua ou de trechos em cabos multiplexados. DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 52/59

53 Os encabeçamentos intermediários da rede convencional devem ser eliminados CONEXÕES As conexões previstas nesta norma devem ser executadas conforme as instruções a seguir. Conexão do transformador na rede Iniciar a conexão pelo cabo neutro nu. Destacar o cabo nu do conjunto de cabos usando duas cunhas de madeira. Para conectar o neutro usar o conector cunha especificado nesta norma Planejar e marcar com giz as posições onde serão feitas as conexões das fases. As conexões das fases devem estar separadas de no mínimo 1 cm entre si. Destacar o cabo fase a conectar usando as cunhas de madeira mostradas no desenho anterior Para conexão das fases devem ser empregados os conectores perfurante DONOR NTE 23 4ª Edição DDI 1/4/3 53/59

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