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1 ANO XXIX N o 232 maio-jun/2015 VOCÊ PEDIU E A ANABB ATENDEU: CASO SEGUROS Ação Especial revela a apuração dos fatos e as mudanças realizadas em favor dos associados negociação CASSI Diferenças entre as propostas dificultam acordo rápido SEMINÁRIOS ANABB A RELAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DO BB COM O BANCO DO BRASIL

2 CARTAS À REDAÇÃO jornal Ação SEMINÁRIOS ANABB 2015 Ter oportunidade de trocar ideias e conversar pessoalmente com os colegas sobre temas relevantes é sempre enriquecedor. Esses encontros fazem parte de um movimento mais amplo de aproximação da Previ com os participantes e fortalecem ainda mais um relacionamento que desejamos preservar. Gueitiro Matsuo Genso Presidente da Previ SUSTENTABILIDADE DA CASSI Desconhecia a difícil situação financeira em que se encontra a Cassi. Para os associados, o plano é muito bom. No mercado, não se encontra nada nem sequer parecido. Temos de ser práticos. A salvação da Cassi passa pela elevação das contribuições dos associados e dos percentuais das coparticipações. Vamos concordar com isso, pois não há solução mágica. Temos de meter a mão no bolso. É isso ou a Cassi afunda. Lembrem-se: a alternativa é o mercado, que cobra bem mais e oferece menos. Augusto Figueiredo Fortaleza CE FALTAM RESPOSTAS Observo que as cartas reproduzidas na primeira página não foram respondidas aos remetentes. Ao fim da página, apenas informa-se que as sugestões serão levadas ao banco de dados, mas queremos que a ANABB se posicione sobre as questões ali mencionadas. Albino Lima da Graça Rio de Janeiro RJ NOTA DA REDAÇÃO Informamos que o espaço Cartas à Redação destina-se à opinião dos Este espaço destina-se à opinião dos leitores. Por questão de espaço e estilo, as cartas podem ser editadas e serão publicadas apenas as selecionadas pela ANABB. Envie comentários, sugestões e reclamações para ou para SCRS 507, Bl. A, Lj. 15 CEP: Brasília/DF. ANABB: SCRS 507, Bl. A, Lj. 15 CEP: Brasília/DF Atendimento ao associado: (61) Site: Coordenação: Fabiana Castro Redação: Tatiane Lopes, Godofredo Couto, Josiane Borges, Marilei Ferreira e Elder Ferreira Colaboração: Elizabeth Pereira e Lúcia Silveira Anúncios: Luiz Sérgio Mendonça Ilustração: Godofredo Couto Edição: Ana Cristina Padilha Revisão: Cida Taboza Editoração: Zipo Comunicação Tiragem: 96 mil Banco de imagem: Shutterstock Impressão e CTP: Gráfica Positiva Os textos assinados são de responsabilidade dos seus autores, não refletindo necessariamente a opinião da ANABB. 2 Maio-Jun/2015 Jornal AÇÃO leitores. Salientamos que críticas, sugestões e elogios, encaminhados para esta seção, são analisados e podem ser pautas de matérias de futuras edições do jornal Ação. As respostas, caso sejam necessárias, são enviadas diretamente ao associado pelo setor competente da ANABB. MULHER BB TALENTO 2015 Parabenizo esta instituição por tão nobre iniciativa. São esses momentos e sentimentos que dão um colorido especial a nossas vidas. Mais uma vez, registro meu carinho e minha gratidão à querida amiga Ivone Lopes, que me presenteou com a indicação, a todos que curtiram a campanha e deixaram seus comentários, a todas as candidatas que participaram, lembrando o valor inestimável da mulher e a história que cada uma representa. Marlene Luiz Pereira (Via Facebook) SUGESTÃO Registrei denúncia ao Ministério Público do Trabalho (MPT) a respeito da Instrução Normativa do Banco do Brasil IN O Banco fere de morte o princípio da verdade real, uma vez que a Unidade Pacatuba (SE) tem contabilidade e resultado financeiro próprios. O administrador da Unidade é remunerado com comissão de gerência média. A má intenção do Banco do Brasil é fragilizar a condição pecuniária de seus empregados que laboram exercendo funções além das devidas e, em contrapartida, não percebem a devida remuneração correspondente, em prol de favorecimento econômico da instituição financeira. Joaquim José Leite Soares Neópolis SE DIRETORIA EXECUTIVA Sergio Riede Presidente Reinaldo Fujimoto Vice-Presidente Administrativo e Financeiro DOUGLAS SCORTEGAGNA Vice-Presidente de Comunicação (vago) Vice-Presidente de Relações Funcionais fernando Amaral Vice-Presidente de Relações Institucionais CONSELHO DELIBERATIVO João Botelho (Presidente) Ana Lúcia Landin Augusto Carvalho Cecília Mendes Garcez Siqueira Cláudio José Zucco Denise Vianna Emílio Santiago Ribas Rodrigues Gilberto Matos Santiago Graça Machado Ilma Peres Causanilhas Rodrigues Isa Musa José Branisso Luiz Antonio Careli Luiz Oswaldo Sant Iago Moreira de Souza Maria Goretti Fassina Barone Falqueto Mário Tatsuo Miyashiro Mércia Pimentel Nilton Brunelli Paula Regina Goto Tereza Godoy William Bento CONSELHO FISCAL Vera Lúcia de Melo (Presidente) João Antonio Maia Filho Maria do Céu Brito Anaya Martins de Carvalho (suplente) Antonio José de Carvalho (suplente) Marco Antonio Leite dos Santos (suplente) Diretores REGIONAIS Regional AC-01: Julia Maria Matias de Oliveira Regional AL-02: Ivan Pita de Araújo Regional AP-03 : Samuel Bastos Macedo Regional AM-04: Ângelo Raphael Celani Pereira Regional BA-05: José Easton Matos Neto Regional BA-06: Jonas Sacramento Couto Regional BA-07: Paulo Vital Leão Regional BA-08: Maruse Dantas Xavier Regional CE-09: Maria José Faheina de Oliveira Regional CE-10: Erivanda de Lima Medeiros Regional DF-11: Hélio Gregório da Silva Regional DF-12: Marcos Maia Barbosa Regional DF-13: Francisco Mariquito Cruz Regional DF-14: Carlos Nascimento Monteiro Regional DF-15: Messias Lima Azevedo Regional ES-16: Sebastião Ceschim Regional GO-17: Saulo Sartre Ubaldino Regional GO-18: José Carlos Teixeira de Queiroz Regional MA-19: Camilo Gomes da Rocha Filho Regional MT-20: Daniel Ambrosio Fialkoski Regional MS-21: Valdineir Ciro de Souza Regional MG-22: Luiz Carlos Fazza Regional MG-23: Eustáquio Guglielmelli Regional MG-24: Matheus Fraiha de Souza Coelho Regional MG-25: Amir Além de Aquino Regional MG-26: Aníbal Moreira Borges Regional MG-27: Maria Rosário Fátima Durães Regional PA-28: Fábio Gian Braga Pantoja Regional PB-29: Maria Aurinete Alves de Oliveira Regional PR-30: Aníbal Rumiatto Regional PR-31: Luiz Carlos Kapp Regional PR-32: Moacir Finardi Regional PR-33: Carlos Ferreira Kravicz Regional PE-34: Sérgio Dias César Loureiro Regional PE-35: José Alexandre da Silva Regional PI-36: Francisco Carvalho Matos Regional RJ-37: Antônio Roberto Vieira Regional RJ-38: Maurício Gomes de Souza Regional RJ-39: Carlos Fernando S. Oliveira Regional RJ-40: Mário Magalhães de Souza Regional RJ-41: Sérgio Werneck Isabel da Cruz Regional RJ-42: Eduardo Leite Guimarães Regional RN-43: Hermínio Sobrinho Regional RS-44: Celson José Matte Regional RS-45: Valmir Canabarro Regional RS-46: Edmundo Velho Brandão Regional RS-47: Oraida Laroque Medeiros Regional RS-48: Enio Nelio Pfeifer Friedrich Regional RS-49: Saul Mário Mattei Regional RO-50: Sidnei Celso da Silva Regional RR-51: José Antônio Ribas Regional SC-52: Carlos Francisco Pamplona Regional SC-53: Moacir Fogolari Regional SC-54: Alsione Gomes de Oliveira Filho Regional SP-55: Rosângela Araújo Vieira Sanches Regional SP-56: Dirce Miuki Miyagaki Regional SP-57: Adelmo Vianna Gomes Regional SP-58: Reginaldo Fonseca da Costa Regional SP-59: Adilson Antonio Meneguela Regional SP-60: José Antônio da Silva Regional SP-61: José Roberto Leme Regional SP-62: José Antonio Galvão Rosa Regional SP-63: Jaime Bortoloti Regional SP-64: Juvenal Ferreira Antunes Regional SE-65: Almir Souza Vieira Regional TO-66: Pedro Carvalho Martins

3 CARTA DO PRESIDENTE Democracia na veia Sergio Riede Presidente Foi realizado em maio o Seminários ANABB A Relação dos Funcionários do BB com o Banco do Brasil. O evento teve a participação de mais de 200 funcionários, da ativa e aposentados, de todo o país. O seminário teve algumas palestras que empolgaram os participantes. Pode-se citar como exemplo a fala do ex-presidente do BNDES, Carlos Lessa. Declarando-se nacionalista, Lessa falou sobre a importância do papel do Banco do Brasil e de seus funcionários. Outro destaque foi a fala de Juliana Donato, nova representante dos funcionários no Conselho de Administração do BB (Caref). Juliana fez uma reflexão sobre os desafios de seu mandato e pediu que o conjunto do funcionalismo e das entidades representativas dos funcionários apoiem sua atuação, já que ela é minoria naquele conselho. A ANABB reiterou a disposição de apoiar criticamente o mandato de Juliana, inclusive batalhando pela conquista da possibilidade de ela contar com suportes fornecidos pelo BB. A ANABB cobrou também que o BB viabilize um canal de comunicação para que a representante legitimamente eleita pelos funcionários possa se comunicar com eles. A palestra final, proferida por Leandro Karnal, mereceu elogios de todos os participantes, que puderam refletir sobre a vida que vale a pena ser vivida. Mas o que mais mexeu com os corações e as mentes de todos os presentes foram os trabalhos em grupo desenvolvidos pelos próprios participantes. Diferentemente dos seminários que a instituição promoveu em 2012, 2013 e 2014, o Seminários ANABB 2015 teve a maior parte de seu formato voltado para que os participantes fossem os atores principais do processo. Divididos por temas, eles discutiram as principais questões que afetam a vida dos funcionários da ativa do BB. Entre outros temas, os participantes debateram, de maneira enfática e exemplarmente democrática, temas como jornada de trabalho, remuneração, capacitação profissional, metas, dotação de dependências, assédio moral, saúde e qualidade de vida no trabalho, Cassi e Previ. Os aposentados também refletiram sobre seu relacionamento com o BB. Uma questão central que norteou este debate foi: funcionários aposentados ou meros clientes? Também foram discutidas questões relativas a associativismo e representação dos aposentados; Cassi Direitos Pós-laborais e Sustentabilidade; Previ Direitos Pós-laborais, Teto e Bônus; Previ Superávit; Passivo Trabalhista. Mais do que fazer simples diagnóstico, os participantes do Seminários ANABB 2015 preocuparam-se em construir propostas de solução. Conforme matérias que a Associação já divulgou em seu site e está publicando em seu jornal impresso, os participantes formularam propostas de solução para os problemas identificados e detalharam quais destas soluções deveriam ter algum tipo de participação da ANABB. O que vale a pena ser destacado nesta Carta do Presidente e que emocionou os presentes no seminário foi a excepcional disposição de todos para o diálogo. Foram apresentadas muitas propostas divergentes. Algumas até mesmo antagônicas. Com isso, o seminário poderia ter se perdido em discussões histéricas e estéreis. Mas foi impressionante a maturidade apresentada pelos participantes. Em um processo que deu espaço para todos se manifestarem, as opiniões divergentes foram trabalhadas por intermédio da busca de consensos. Quando isso não foi possível, o plenário deliberou de forma transparente e absolutamente democrática sobre os pontos em conflito. O resultado do seminário além do rico material que fica para reflexão e atuação dos funcionários da ativa e aposentados e também para as entidades que os representam foi a comprovação de que entidades de todas as correntes de pensamento, assim como funcionários que possuem diferentes inclinações filosóficas e ideológicas, são capazes de se entender de maneira respeitosa e muito produtiva. Basta criar os espaços e fomentar a democracia. A Diretoria da ANABB ficou extremamente gratificada ao constatar a forma como o seminário foi vivenciado por seus participantes. O trabalho foi, uma vez mais, construído com o funcionalismo do Banco do Brasil assumindo o papel de verdadeiro sujeito de sua história. Temos ainda muito a construir em conjunto. Vocês podem continuar contando com a ANABB como uma das principais fomentadoras desse debate em busca permanente de evolução. Boa leitura a todos! Jornal AÇÃO Maio-Jun/2015 3

4 CAPA DESEJO ANTIGO Atendendo demandas, a ANABB disponibiliza O8OO aos associados Por Josiane Borges Atender bem os associados é uma das premissas da ANABB. Procurando atender uma demanda antiga e facilitar o atendimento ao corpo social, a partir de 1º de julho de 2015, se você precisar falar com a entidade, poderá ligar para o 0800 da Associação. O serviço será destinado para receber ligações de associados que desejam solicitar informações e/ou pedidos de esclarecimentos a respeito de serviços pretados pela entidade, especialmente ações judiciais e os seguros da ANABB, e não terá a opção de transferência para outros setores da ANABB. A efetivação do serviço era um anseio dos associados e da atual gestão, pois a implantação do novo número vai gerar economia para o bolso dos associados, que não precisarão mais fazer ligações para a Associação utilizando um DDD. Com o 0800, estamos democratizando e facilitando o acesso dos associados à ANABB. Além disso, estamos cumprindo um compromisso da atual Diretoria Executiva com o associado, como tem sido feito desde o início de nossa gestão, ressalta o presidente, Sergio Riede. Além disso, o 0800 fortalece a Central de Atendimento da ANABB, que é o canal de contato mais procurado pelos associados. Somente em 2014, a ANABB recebeu cerca de 50 mil ligações do corpo social, com tempo médio de dez minutos cada uma, sobre as mais diversas questões. Tendo em vista a grande demanda por atendimentos, a Diretoria Executiva aprovou, em agosto de 2014, a implantação do telefone As ligações para os números de telefone da Presidência e das Vice-Presidências Administrativa e Financeira, de Comunicação, de Relações Funcionais e Institucionais continuarão os mesmos. Ressaltamos que o 0800 só receberá ligações oriundas de telefones fixos ou públicos. As ligações a partir de um número fixo também vão proporcionar economia para a ANABB e para os associados, pois, embora o telefone 0800 seja gratuito para o associado, a ANABB está pagando pelo uso do serviço e as ligações feitas a partir de aparelhos celulares custam mais do que o dobro das realizadas a partir de um aparelho fixo. Vantagens do uso do 0800: Custo zero para os associados. Facilidade de contato para os associados. Redução de custos de telefonia. A ANABB passa a ser conhecida nacionalmente por um único número. Maior confiabilidade dos associados. Segundo empresas especializadas em telefonia, com um serviço 0800, a marca e a imagem da instituição é valorizada. Implantação do serviço Para garantir segurança e proteção à nova central de atendimento telefônico, assim como a outros equipamentos importantes, tais como servidores, links de internet e intranet, nobreaks e ares-condicionados, a ANABB teve de realizar extensa adequação na rede elétrica da Central de Processamento de Dados (CPD). Por isso, foi necessário um tempo maior para efetiva conclusão do serviço. A adequação das instalações elétricas passou a obedecer padrões exigidos pelas normas nacionais e internacionais, inclusive parâmetros da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), no que diz respeito à proteção de equipamentos e pessoas Atendimento de segunda a sexta, de 7h a 19h 4 Maio-Jun/2015 Jornal AÇÃO

5 Jornal AÇÃO Maio-Jun/2015 Mai-Jun/2015 5

6 ASSÉDIO Banco do Brasil é condenado por assédio moral cole Uma empresa de grande porte tem de manter o controle de seus funcionários, principalmente dos que exercem cargos diretivos. (Ministro Lélio Bentes, presidente da Primeira Turma) A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), com o voto da unanimidade de seus ministros, negou recurso ao Banco do Brasil e confirmou a condenação do BB por danos morais coletivos por assédio moral. O valor da indenização, que irá para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), foi de R$ 600 mil. Ação civil pública Após receber denúncia sobre o comportamento abusivo de uma gerente do Banco em Brasília, o Ministério Público do Trabalho (MPT) abriu processo de investigação que culminou em uma ação civil pública. Na ação, o MPT sustentou que o problema era sistêmico e alcançava unidades espalhadas pelo país, e que o Banco não estaria adotando providências eficazes para combatê-lo, como sanções e medidas disciplinares contra os assediadores. O MPT relatou diversos procedimentos investigatórios de assédio moral e de reclamações trabalhistas contra o Banco que confirmaram condutas como: a retaliação a grevistas; o descomissionamento como forma de punição pelo ajuizamento de ação contra o BB; o isolamento de empregado portador de HIV; a interferência na licença-maternidade de empregada dias após o parto; o caso de um gerente do Espírito Santo que disse aos subordinados que possuía uma espingarda, que não errava um tiro e que estava com vontade de matar uma pessoa ; e o caso de uma funcionária de 22 anos que passou a ir trabalhar acompanhada da mãe após sofrer assédio sexual de seu superior, tendo sido demitida e, depois, reintegrada. Questão delicada Em sua defesa, o Banco do Brasil argumentou que não é omisso na apuração e no desestímulo da prática de assédio moral em seu quadro funcional. Entretanto, a gerente responsável, desde 2004, pelo recebimento e pela apuração das denúncias, no Distrito Federal, relatou que considerava uma questão delicada e complicada dizer que os fatos que lhe foram relatados eram assédio moral. Em sua avaliação, o problema seria apenas uma falha de comunicação entre chefes e subordinados. Segundo ela, existem gerentes que cobram o trabalho de uma maneira mais dura, assim como existem funcionários que são mais frágeis que outros. Em conversas com representantes do sindicato da categoria, a gerente chegou a questionar se esses funcionários pensam que estão em Passárgada. Ela também informou que, em todas as denúncias que recebeu e apurou, nunca se comprovou a existência de qualquer caso de assédio. Condenação Em primeira instância, a juíza da 7ª Vara do Trabalho de Brasília condenou o BB a constituir comissão, integrada por representantes dos trabalhadores, eleitos por estes com a participação do sindicato, para receber denúncias. A sentença, apesar de ter reconhecido os esforços do Banco para prestigiar a digni- 6 Maio-Jun/2015 Jornal AÇÃO

7 69,85% tivo 69,85% dos funcionários pesquisados afirmam já terem presenciado alguma situação de assédio moral no trabalho dade da pessoa humana, registrou que ficou cabalmente comprovado na audiência de instrução que as políticas institucionais adotadas não estão surtindo efeito, por melhor que seja a intenção. No Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 10ª Região, o MPT listou oito processos trabalhistas, de diversas regiões, contra o BB, em que se considerou comprovado o assédio moral de forma generalizada na empresa. O TRT considerou que as medidas adotadas pelo Banco para coibir o assédio moral não foram eficazes. E, constatando a omissão do Banco em adotar medidas repressivas, impôs a condenação em R$ 600 mil. No recurso do BB ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), o Banco informou já ter adotado diversas medidas de contenção de conduta ilícita e criado uma comissão (Comitê de Ética) para apurar esse tipo de denúncia, por meio de Acordo Coletivo. Assim, a decisão do TST violaria o artigo 7º, inciso XXVI, da Constituição, que privilegia a negociação coletiva. O ministro Hugo Scheuermann, porém, afastou a alegação. Não se trata de deixar de reconhecer os ajustes coletivos, afirmou. O TRT entendeu que o comitê instituído pelo Banco não teria a mesma finalidade da Comissão de Ética prevista na condenação. De acordo com a Assessoria de Imprensa do Banco do Brasil, a instituição adotou diversas iniciativas para coibir práticas que configurem assédio moral. No firme compromisso com os princípios éticos e o respeito à dignidade das pessoas, o Banco do Brasil busca sempre ser instituição de vanguarda em Gestão de Pessoas. Recebeu, inclusive, em 2014, o prêmio Ethisphere, como uma das empresas mais éticas do mundo, possuindo vários mecanismos para coibir desvios de conduta, como o assédio moral. Tem canal permanente para acolhimento de denúncias e reclamações, inclusive de forma anônima de funcionários do Brasil e do exterior, estagiários, aprendizes, trabalhadores de empresas contratadas e sindicato, que é a Ouvidoria Interna, dando tratamento a todos os indícios de desvio. Ainda não há trânsito em julgado para a ação. Para o ministro Lélio Bentes, o assédio moral nas empresas está muito disseminado em razão da falta de controle da condução de pessoas que estão em posição hierárquica superior e que, não sendo cobradas, acabam violando o direito de terceiros. Pesquisa da ANABB Recente pesquisa realizada pelo Laboratório de Sociologia do Trabalho (Lastro), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a pedido da ANABB, para aferir o perfil dos atuais funcionários da ativa no BB, constatou percentuais alarmantes com relação à percepção dos funcionários quanto ao assédio moral, à jornada de trabalho e às condições de saúde. Entre os respondentes, 73,16% consideraram que o número de funcionários no local de trabalho não é adequado em relação à demanda de trabalho e as metas foram consideradas não realizáveis por 68,06% dos funcionários pesquisados. Quase metade dos trabalhadores declarou trabalhar de 8 a 12 horas diárias (45,59%) e 1,02% dos trabalhadores relatou trabalhar acima de 12 horas diárias. Além disso, 68,91% disseram sentir-se estressados no trabalho; 45,92% alegaram já ter sido Jornal AÇÃO Maio-Jun/2015 7

8 FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL POR INDICADORES DE SAÚDE NO TRABALHO (2014) QUESTÃO RESPOSTA (%) NÃO SIM Você se sente estressado no trabalho? 31,09 68,91 Você já foi diagnosticado com estresse? 54,08 45,92 Você já foi diagnosticado com algum transtorno mental relacionado ao trabalho? 85,5 14,5 Você já foi diagnosticado com algum sintoma de Ler/Dort? 78,84 21,16 Você já recebeu indicação para tomar antidepressivos? 66,58 33,42 Você considera que seus esforços no trabalho são devidamente reconhecidos? 65,73 34,27 Você já presenciou alguma situação de assédio moral no 30,15 69,85 trabalho? Você já foi constrangido no trabalho, a ponto de acreditar que 47,71 52,29 era assédio moral? Você já presenciou alguma situação de assédio sexual? 85,21 14,79 Você já sofreu assédio sexual? 93,87 6,13 Fonte: Pesquisa Quem são os funcionários do Banco do Brasil?, promovida pela ANABB diagnosticados com estresse; 33,42% afirmaram já ter recebido indicação para tomar antidepressivos; e 14,50% dos funcionários informaram já ter recebido diagnóstico de algum transtorno mental relacionado ao trabalho. Entre os mais de 6 mil funcionários pesquisados de todo o país, 52,29% disseram já ter se sentido constrangidos no trabalho, a ponto de acreditar que era assédio moral; 69,85% afirmaram já ter presenciado assédio moral; e 65,73% revelaram que seus esforços no trabalho não são devidamente reconhecidos. Em novembro de 2014, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentou o resultado de uma pesquisa feita pelos patrões nos bancos. A instituição iniciou um debate com os bancários e constatou que 25,7% deles foram afastados temporariamente da função, em 2014, por estresse, depressão, pânico ou transtornos mentais, e 19% afirmaram usar medicação controlada. As metas foram consideradas abusivas por 66,4% dos bancários. Além disso, 58,2% registraram o assédio moral como o maior problema, contra 27,4% que apontaram que a falta de segurança contra assaltos e sequestros estão entre os maiores impasses. Novo Plano de Aposentadoria Incentivada Mesmo diante desse quadro, o BB lançou, em 17 de junho, mais um Plano de Aposentadoria Incentivada (PAI). Para o vice-presidente de Relações Institucionais da ANABB, Fernando Amaral, esse tipo de plano faz mais sentido quando uma empresa reconhece que tem dificuldade financeira para manter seus custos operacionais, ou quando tem, por decisão estratégica, a intenção de reduzir seu quadro de funcionários. Não é razoável acreditar que, com os lucros na casa de bilhões de reais por semestre, o problema seja financeiro. Assim, não se pode afastar a suposição de que seja mais uma etapa no processo de redução de quadro para obtenção de resultados financeiros ainda maiores para o Banco, argumenta Amaral. Alerta geral O trabalho não é uma simples atividade que se compra. O trabalho deve ter uma finalidade e um determinado valor na vida de cada cidadão. A razão pela qual se realiza uma atividade laboral deve refletir a autoimagem de quem a realiza e agregar satisfação pessoal, de acordo com a utilização das potencialidades e das competências individuais. Hoje, mais do que em épocas anteriores, o ser humano se vê diante do conflito entre submissão às regras das novas relações de trabalho e suas próprias necessidades físicas, espirituais e de saúde. No momento em que, no mundo do trabalho, desnuda-se a face mais perversa de formas equivocadas de gestão, definição de metas e obtenção de resultados apenas financeiros, os trabalhadores do Banco do Brasil devem refletir coletivamente e, cada vez mais, acompanhar e participar dos processos de negociação da sustentabilidade da Cassi e da próxima negociação coletiva. A ANABB defende a unidade de todas as entidades representativas para que os funcionários possam ter uma vida digna, um trabalho que os realize e uma saúde que permita o desfrute da vida e do convívio com os companheiros de trabalho de forma harmoniosa. 8 Maio-Jun/2015 Jornal AÇÃO

9 EDUCAÇÃO FINANCEIRA Fator previdenciário ou Fator 95...? Os dois! Por Álvaro Modernell, especialista em Educação Financeira e Previdenciária Os brasileiros nunca estiveram tão atentos às questões previdenciárias, e ao mesmo tempo tão confusos sobre as regras para aposentadoria quanto agora. Foram tantas sacudidas e viradas nos últimos tempos que, finalmente, o assunto previdência passou a ser discutido com mais seriedade. Pelo menos fora do Congresso Nacional... Nas últimas semanas, a sociedade brasileira foi surpreendida pela aprovação de um novo mecanismo de aposentadoria, conhecido como Fator 95, que, se usado como alternativa da aposentadoria por idade ou por tempo de contribuição, exclui da base de cálculo a aplicação do Fator Previdenciário. O curioso é que, no Congresso, a oposição ao atual governo, que havia criado o Fator Previdenciário em 1999, foi quem agora propôs sua substituição. E o atual governo, que hoje defende sua manutenção, foi contrário naquela época, quando era oposição. E quando o assunto chegou ao Executivo, encontraram um jeito de aliviar temporariamente as contas da Previdência e empurrar a solução do problema para os próximos governos. A presidente vetou o projeto e lançou mão da Medida Provisória (MP) nº 676, com novos parâmetros que propõem adiar ainda mais a aposentadoria, por meio de um gatilho que validou o fator 85/95 até o fim de 2016 e vai incrementá-lo em um ponto por ano, até chegar a 90/100. Sobre o Fator Previdenciário? Continua valendo, oras! Politicamente, saíram todos ao mesmo tempo vitoriosos e derrotados. E cada vez mais enrolados e expostos. Quem optar por se aposentar mais cedo cairá nas garras do Fator Previdenciário que come em média 40% do valor esperado de benefício. Os trabalhadores que quiserem evitar perda maior terão de adiar a aposentadoria em, pelo menos, seis ou sete anos. Salva-se apenas quem ganha apenas um salário mínimo... É de lascar! Mas nada está resolvido ainda. Trata-se de Medida Provisória que pode ser alterada ou derrubada, sem contar que já se fala em mudança constitucional para alterar a idade mínima para aposentadoria, mesmo de quem eventualmente esteja quase lá... Não há dúvidas de que tanto um fator quanto outro são antipáticos para a população, mas necessários para reduzir o desequilíbrio entre os compromissos previdenciários e as expectativas de arrecadação, diante das perspectivas de longevidade crescente da população. Também não há dúvidas de que afeta o bolso do brasileiro que ainda está na ativa. No universo da previdência complementar fechada, os funcionários do Plano 1 da Previ, viveram anos de glória, entre 2011 e Mesmo sem entender direito, a maioria comemorou a suspensão das contribuições e o pagamento ou a provisão do Benefício Especial Temporário(BET). Quando a bonança passou, os protestos foram intensos, apesar de que muitos ainda não tivessem entendido o porquê da suspensão ou da volta da cobrança das contribuições. No Postalis, fundo de previdência dos funcionários dos Correios, vivencia-se o oposto do que os funcionários do BB experimentaram. O déficit nos resultados do fundo fez que os contribuintes da ativa tenham de aumentar suas contribuições e os aposentados sejam surpreendidos pela redução de quase um quarto do valor de seus benefícios previdenciários mensais. Isso causa impacto direto no bolso, o órgão mais sensível do corpo humano, segundo a famosa frase atribuída a Delfim Neto. No resumo da ópera, podemos concluir que quanto maiores as expectativas ou a dependência das fontes de previdência, seja a oficial representada pelo INSS, seja a complementar representada pela Previ, em nosso caso, maior a necessidade de atenção, conhecimento e envolvimento com nosso destino, com as regras, com o voto e com as alterações que ainda virão a ser propostas por nossos representantes. Enquanto isso, resgatemos a melhor das regras previdenciárias: não se colocam todos os ovos na mesma cesta. Ainda que seja conquistado um melhor mecanismo de previdência oficial, que se possa contar com previdência complementar, isso não é suficiente e será cada vez menos, apesar de extremamente relevantes. Precisamos diversificar mais e melhor nossas fontes de rendas passivas para o futuro, investir mais em educação previdenciária e antecipar o início da preocupação com a aposentadoria. Quem sabe um dia isso passe a coincidir com o início da vida laboral. Aí sim os riscos previdenciários serão minimizados o bastante para que todos possam trabalhar com a tranquilidade necessária, sabendo que o fator mais importante da previdência é a antecipação, independentemente da fórmula de cálculo. Jornal AÇÃO Maio-Jun/2015 9

10 SUSTENTABILIDADE Dando continuidade ao assuntos sobre sustentabilidade, esta edição aborda uma forma de energia que é limpa, abundante e completamente renovável. A ANABB aposta em ideias sustentáveis e produziu, para o ano de 2015, agenda e calendário sobre o tema Por Godofredo Couto e Marilei Ferreira O preço da energia subiu consideravelmente e os consumidores estão assustados com o valor das contas de luz. Há, no entanto, uma boa alternativa para quem não quer depender de uma empresa fornecedora de energia e não quer ter contas mensais volumosas a pagar. Basta implantar em casa um sistema fotovoltaico, que gera energia com a absorção da luz solar e atende 100% da demanda de uma residência. A energia fotovoltaica é o tipo de energia renovável que mais cresce no mundo. Apesar de a fonte da energia ser acessível a todos gratuitamente, o investimento inicial ainda é um pouco elevado. Porém, com a nova regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que permite a injeção de energia na rede em troca de créditos em kwh na conta de luz, a geração descentralizada de energia fotovoltaica tornou-se opção interessante para consumidores residenciais de quase todo o Brasil. De acordo o Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas para a América Latina (Ideal), esse tem se tornado um investimento cada vez mais atrativo, pois, após recuperar o valor inicial, o consumidor terá economias significativas no longo prazo. Destaque-se que um sistema fotovoltaico gera energia por, pelo menos, 25 anos e que a conta de luz poderá ser reduzida para o valor mínimo. A realidade brasileira O Brasil tem grande potencial para o uso da energia solar, pois o índice de irradiação do sol sobre o país é muito alto. Além disso, o Brasil possui uma das maiores reservas de silício do mundo, o material mais utilizado para produção das placas solares. Por outro lado, é importante considerar que o país já possui uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo. A energia fotovoltaica aqui é considerada uma fonte complementar. Vantagens da energia fotovoltaica As usinas fotovoltaicas integradas às edificações urbanas e conectadas à rede oferecem diversas vantagens para o sistema elétrico de um país, muitas das quais relacionadas à redução de custos e ainda não consideradas ou quantificadas: 1. Redução de perdas por transmissão e distribuição de energia, já que a eletricidade é consumida onde é produzida. 2. Redução de investimentos em linhas de transmissão e distribuição. 3. Baixo impacto ambiental. 4. Não exigência de área física dedicada. 5. Fornecimento de maiores quantidades de eletricidade nos momentos de maior demanda (por exemplo, o uso de ar-condicionado é maior ao meio-dia no Brasil, quando há maior incidência solar e, consequentemente, maior geração de energia solar). 6. Rápida instalação, devido a grande modularidade e curtos prazos de instalação, aumentando, assim, a geração de energia necessária em determinado ponto ou edificação. 10 Maio-Jun/2015 Jornal AÇÃO

11 Fonte: Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas para a América Latina (Ideal) Para incentivar o uso da energia solar fotovoltaica, o setor elétrico tem utilizado alguns mecanismos, entre os quais o leilão, para contratação de energia diferenciada por fonte e apoiado a geração de energia distribuída por meio de painéis solares, regulamentados pela Resolução Normativa da Aneel nº 482, de 17 de abril de Essa resolução estabelece as condições gerais para o acesso de microgeração (potência instalada menor ou igual a 100kW) e minigeração (potência instalada superior a 100kW e menor ou igual a 1mW) enviadas aos sistemas de distribuição de energia elétrica. Esse acesso propõe um sistema de compensação de energia elétrica, no qual a energia gerada pela unidade consumidora compense o consumo de energia elétrica ativa proveniente da rede. Mesmo com preços ainda elevados para a aquisição dos equipamentos iniciais, Danilo Marjotta, empresário de logística de contêiner, optou por este investimento. É preciso pensar a longo prazo. Como é um tipo de material de grande durabilidade, em torno de 30 anos de uso, é possível economizar bastante ao longo dos anos. Uma média de 50% da energia utilizada em sua residência vem dessa fonte e ele quer investir na totalidade o mais rápido possível. Danilo se diz muito satisfeito com a aquisição e considera que é necessário haver mais divulgação, benefícios fiscais por parte do governo e linhas de financiamento bancário para que essa forma de energia se popularize mais. De acordo com o Balanço Energético Nacional 2014, no Brasil, até mesmo em 2013, que foi atípico devido à redução da oferta de energia hidráulica, a participação de renováveis na oferta interna de energia elétrica se manteve predominante. Nesse ano, as renováveis alcançaram o patamar de 79,3%, enquanto a média mundial é de 20,3%. Desde a publicação da Resolução nº 482 em 2012 até março deste ano, foram instaladas 534 centrais geradoras enquadradas nessas regras, sendo 500 delas solares fotovoltaicas. A mudança deve estimular novos projetos. Para o engenheiro elétrico Alfredo Valentino, sócio e diretor da Energia Nova do Brasil, empresa italiana que atua no país, a energia solar fotovoltaica irá crescer rapidamente no Brasil. Para mim, isso ainda não aconteceu por falta de publicidade e questões culturais. Na Alemanha e na Itália, em 5 anos, a energia produzida pela fotovoltaica cresceu de 0% para 20% da energia total. Jornal AÇÃO Maio-Jun/

12 CASSI: NEGOCIAÇÕES A P É IMPORTANTE ACOMPA CASSI Saiba quais são as propostas da Comissão de Representação dos Funcionários do BB e da Direção do Banco do Brasil e como andam as negociações sobre a sustentabilidade na Caixa de Assistência Por Marilei Birck Ferreira De uma coisa os associados da ANABB podem ter absoluta certeza: as negociações com o BB sobre a sustentabilidade do Plano de Associados da Cassi estão na agenda da Diretoria da ANABB de forma prioritária. Juntamente com a CONTRAF, a CONTEC, a FAABB e a AAFBB, a ANABB tem participado de reuniões com o BB para apresentar suas propostas, conhecer as do Banco e encontrar um novo parâmetro que garanta a sustentabilidade da Caixa de Assistência por mais um período de longo prazo. Vale sempre registrar e lembrar que o Plano de Associados da Cassi está com déficit e o Plano Cassi Família está equilibrado. A sustentabilidade do Plano de Associados da Cassi passa por questões estratégicas que são definições de longo prazo, por outras de curto prazo a serem resolvidas e por algumas premissas consideradas inegociáveis pelos associados. É muito importante que os associados da Cassi, que também são seus usuários, conheçam essas questões e analisem-nas, para que estejam plenamente cientes do que estarão votando quando chegar a hora de o corpo social se manifestar sobre alguma proposta de solução. QUESTÕES DE LONGO PRAZO: MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE E FORMA DE CUSTEIO A Cassi já aprovou, desde 1996, a opção pelo Modelo de Atenção Integral à Saúde, com a Estratégia Saúde da Família (ESF). Esse modelo adotado na Inglaterra, no Canadá e em Cuba, além de em outros países, tem como premissa a lógica da prevenção com o acompanhamento periódico da saúde dos inscritos no programa, como forma de prevenir o aparecimento de doenças ou, quando elas acontecem, combater o problema com mais resolutividade e eficiência, pelo conhecimento do histórico de cada paciente. O custo para a manutenção da saúde dos usuários desse modelo é muitíssimo menor do que o custo dos usuários que procuram especialistas para avaliação de cada sintoma ruim que apresentam, até 12 Maio-Jun/2015 Jornal AÇÃO que consigam um diagnóstico correto de cada eventual problema de saúde. O Plano Diretor da Cassi de 2004 prevê a meta de garantia da cobertura desse modelo para 100% dos usuários do Plano de Associados e para 100% dos usuários com doenças crônicas do Plano Cassi Família. Até o momento, só estão cadastrados na ESF 40,2% da população do Plano de Associados. Para atingir a meta do Plano Diretor, a Comissão de Representação dos Funcionários do BB propôs a aprovação de algumas medidas estruturantes, como a instalação de projeto-piloto de CliniCassis (estruturas próprias) em municípios que tenham uma população mínima exigida para justificar o investimento na estrutura física, de equipamentos e de recursos humanos. O custo estimado do projeto-piloto é de R$ 150 milhões e a comissão sugere que o aporte extraordinário seja feito pelo BB. Em 19 de maio, durante a segunda reunião de negociação, em Brasília, o BB já concordou com as entidades de que deveriam adotar, como premissa básica para nortear a busca de soluções para a sustentabilidade do Plano de Associados da Cassi, o Modelo de Atenção Integral à Saúde, por intermédio da ESF. O Banco registrou ainda que concorda com a implantação das medidas estruturantes defendidas pelos negociadores dos associados. No entanto, a conta ficaria com a Cassi. O argumento utilizado pelo BB é que o fundo para contribuições pós-laborais de R$ 5,83 bilhões, que o BB propõe passar para o nome da Caixa de Assistência, serviria para garantir as atuais reservas obrigatórias, como a Provisão para Eventos Ocorridos e não Avisados (Peona), e liberaria, assim, as reservas atuais para esse investimento. A segunda questão de longo prazo é a definição do custeio. E para fazê-la, é necessário, à luz da evolução dos custos atuais, projetar os custos para os próximos anos e definir qual será o montante a arrecadar com contribuições pessoais e patronais para custear as

13 LENO VAPOR. NHAR despesas. Essas projeções ainda não foram feitas. Entretanto, os representantes do BB entendem que, apesar de o Plano de Associados ter as contribuições fixadas no patamar de 3% (pessoais) e 4,5% (patronais) há 19 anos, e desde 2004 apresentar déficits operacionais, os 7,5% totais da folha de pagamentos do BB e da Previ podem ser suficientes para cobrir os gastos para os próximos anos, sem necessidade de alteração nesses percentuais. QUESTÕES DE CURTO PRAZO: COBERTURA DOS DÉFICITS, REGISTRADOS E PROJETADOS Para cobrir os déficits projetados para 2015 e 2016 e para custear o investimento de R$ 150 milhões necessários para a implantação do projeto-piloto, a Comissão de Representação dos Funcionários do BB propõe que o Banco do Brasil faça uma contribuição extraordinária de R$ 600 milhões (R$ 300 milhões em 2015 e R$ 300 milhões em 2016). Um dos argumentos utilizados pelos negociadores que representam os associados é que uma das causas dos déficits da Cassi foi a redução de arrecadação por conta de medidas unilaterais tomadas pelo BB, como a modificação no Plano de Cargos e Salários e o congelamento de salários por oito anos. O Banco, por sua vez, alega que só teria condições de pensar em efetuar aportes se deixar de ser obrigado a fazer provisões em seu balanço relativas a contribuições para aposentados, como prevê a Resolução CVM nº 695. Por isso, a proposta do BB prevê transferir para a Cassi o valor de R$ 5,83 bilhões existente hoje em seu balanço, correspondente à provisão para pagamento de contribuições de aposentados. O problema é que esta hipótese traz o risco de o BB não ter mais qualquer compromisso atuarial com os aposentados. PREMISSAS INEGOCIÁVEIS: A QUESTÃO DA SOLIDARIEDADE A solidariedade está diretamente ligada à questão de acesso ao plano. Podem-se pagar as contas do plano com base em uma de duas premissas: a solidariedade ou o risco de uso. A opção pela solidariedade permite que o custo de atendimento de todos seja definido por um percentual da remuneração de cada um, cujo montante seja capaz de pagar a totalidade das despesas médicas do plano. Dessa forma, todos teriam, a todo momento, o mesmo impacto percentual em seu orçamento, independentemente do quanto custou, custa ou pode vir a custar uma eventual necessidade de tratamento médico, permitindo, assim, acesso ao sistema Cassi a todos os associados e seus dependentes. O risco de uso, por sua vez, pode ser apresentado de diversas formas: 1. PER CAPITA Custo total dividido pelo número de pessoas de cada família de funcionários. A conta seria paga assim como na lógica da solidariedade. Porém, independentemente do salário de cada um, teríamos um mesmo valor por pessoa. Assim, quem ganha menos pode não ter recurso para pagar para toda a sua família. 2. POR IDADE Custo total dividido pela média de gasto por pessoa de cada faixa etária. A conta seria paga assim como na lógica da solidariedade e no risco de uso per capita. Talvez seja mais justo do que pelo risco de uso per capita, mas, independentemente do salário de cada um, o valor por faixa- -etária teria, no mínimo, os mesmos valores do Plano Cassi Família (ver box). Assim, dificilmente os aposentados poderiam pagar o plano para si e para seus cônjuges. 3. PROPORCIONAL AO USO DO PLANO Custo total dividido proporcionalmente ao que cada um usou do plano no ano. A conta também seria paga como na lógica da solidariedade e na dos exemplos anteriores de risco de uso. Porém, se é proporcional ao uso, em que quem não usou não paga, quem usou deveria ter recurso para ressarcir tudo o que usou para o plano. Assim, não seria necessário o plano. Seria cada um por si. O debate está colocado. Verifique no quadro a serguir quanto você teria de pagar para si e para cada um de seus dependentes com base no plano com rateio por risco de uso mais barato do mercado, que é o Cassi Família. Tire sua própria conclusão. Queremos apenas pagar a conta o mais barato para um em detrimento do outro, ou queremos a garantia de que qualquer um de nós que eventualmente precisar terá atendimento ao custo de um percentual de nosso salário? RESPONSABILIDADE PELA GESTÃO E PELOS RESULTADOS DO PLANO O modelo que garante que a gestão seja sempre feita por associados e usuários do plano, com indicação feita metade pelo BB e metade pelos associados, tem garantido o compartilhamento de decisões certas e erradas, o compartilhamento da responsabilidade pela implantação das decisões e o compartilhamento da responsabilida- Jornal AÇÃO Maio-Jun/

14 de por qualquer que seja o resultado, pelo Banco do Brasil e por seus funcionários. A proposta do Banco de compartilhar a gestão, mas não se comprometer com a responsabilidade dos resultados dessa gestão, é inegociável por ferir, inclusive, princípios éticos e de boa governança, coisas pelas quais o próprio BB clama e foi merecedor de prêmios. Neste tópico, não é preciso estresse. Apenas é necessário ter firmeza e princípios para nem sequer debater a questão. GARANTIA DE COBERTURA PARA FUNCIONÁRIOS DA ATIVA E FUNCIONÁRIOS APOSENTADOS No encontro que ocorreu em 8 de junho, no Rio de Janeiro, os negociadores que representam os associados comentaram que têm debatido questões que envolvem a sustentabilidade da Cassi com seus representados e que vários pontos têm sido questionados. Argumentaram que a proposta apresentada pelo BB na reunião passada trazia alguns itens que dificultavam a construção de uma solução para a Cassi. O principal deles era o risco de os aposentados ficarem sem a devida cobertura em relação à saúde com a completa desvinculação do BB, após o repasse dos valores provisionados como compromisso pós-laboral no balanço do Banco. Uma evidência disso, segundo os negociadores dos associados, seria a proposta do BB de que eventuais déficits futuros seriam rateados apenas entre os associados. O BB reiterou que não tem nenhuma intenção de abandonar os aposentados. E se comprometeu em estudar adendos à proposta já apresentada para demonstrar isso. É preciso agora que o conjunto de associados esteja bastante atento para verificar de que forma o Banco pretende garantir que os aposentados e seus dependentes não fiquem, de fato, desamparados. PROPOSTAS DO BB Transferência para a Cassi de R$ 5,83 bilhões de suas provisões para pagamento de contribuições futuras para os aposentados O Banco é obrigado, pela Resolução CVM nº 695, a provisionar todas as contribuições patronais futuras referentes aos funcionários já aposentados e aos da ativa que vierem a se aposentar. Cada R$ 1 bilhão depositado nessa provisão significa uma redução na capacidade operacional do BB de R$ 8,5 bilhões. O BB propõe repassar para a Cassi essa provisão. Assim, a Cassi passaria a pagar as contribuições patronais futuras referentes aos colegas aposentados e ele (BB) não mais se responsabilizaria pelas contribuições patronais dos aposentados. Os negociadores representantes dos associados registraram não ser possível aceitar que o Banco se desresponsabilize por riscos e/ou resultados do plano referentes aos aposentados. Aumento na contribuição patronal para os funcionários da ativa de 4,5% para 5,49% Esse valor correspondente a 0,99% a mais na Valores do Plano CASSI Família Junho/2015 FAIXA ETÁRIA MENSALIDADE (R$) JUNHO/ , , , , , , , , ,70 59 em diante 1.596,42 contribuição patronal mensal somente para os funcionários da ativa, segundo o BB, serviria para formar o fundo para pagamento das cotas patronais de 4,5% quando esses funcionários se aposentarem. Repartição de eventuais déficits futuros apenas entre os participantes Na prática, isso significa que o Banco do Brasil ficaria totalmente isento de qualquer responsabilidade com os resultados da Cassi. A Comissão de Representação dos Funcionários entende não ter a menor racionalidade a hipótese de permitir que quem esteja gerindo não tenha responsabilidade sobre o resultado da entidade. Diante de inúmeras indagações feitas pelos diversos integrantes da representação dos associados, o BB enfatizou que não tem nenhuma intenção de abandonar os aposentados. Também se comprometeu em estudar possibilidades de avanços na proposta já apresentada, para resolver algumas das questões levantadas pelos negociadores dos associados, tais como: Permissão de que os representantes dos associados chequem a consistência e a veracidade dos dados apresentados pelo BB. Melhorias no percentual de 0,99% que seria acrescido à contribuição mensal dos ativos. Possibilidade de o BB investir recursos na implementação das medidas estruturantes, estimadas em R$ 150 milhões. Possibilidade de o BB participar do rateio de eventuais déficits futuros. Possibilidade de o BB alterar sua proposta de rateio de déficits futuros entre os associados, sem considerar critérios como faixa etária, grupo familiar (dependentes) ou utilização no período do déficit. ATUAÇÃO DA ANABB A ANABB persiste no debate com todas as representações de funcionários, da ativa e aposentados, assim como com o Banco do Brasil, na busca de soluções perenes para a sustentabilidade da Cassi. Continue acompanhando todas as negociações sobre o assunto por meio de nosso site Nessa página, já podem ser acessados os posicionamentos da ANABB, do BB, de diretores da Cassi, eleitos pelos participantes, além de dirigentes de entidades. Fique atento! 14 Maio-Jun/2015 Jornal AÇÃO

15 AÇÃO JUDICIAL NOVA OPORTUNIDADE DE EXECUÇÃO DA AÇÃO POUPANÇA PLANO VERÃO A ANABB comunica aos associados que foi aberto novo prazo para que possam participar da execução da ação Poupança Plano Verão, que trata da recomposição de valores que possuíam nas cadernetas de poupança do Banco do Brasil e que foram confiscados por ocasião do Plano Verão, em janeiro de Isso somente foi possível com o deferimento do pedido do protesto para interrupção da prescrição da ação, que teria o prazo de ingresso expirado em 28 de outubro de Com esse deferimento, será possível realizar o ajuizamento de novas ações, com envio de documentação estendido pelo prazo de mais de dois anos, para todos aqueles que já eram associados em 17/10/14, data da distribuição da ação do protesto interruptivo. É importante destacar que associados estão participando dessa ação, sendo que 40 deles já foram beneficiados de forma parcial, por meio da expedição de alvarás, para saques de valores que somam algo em torno de R$ 500 mil. Os principais atrativos dessa ação são o curto prazo para o recebimento dos valores, uma vez que é ajuizado procedimento de execução do direito reconhecido, e o entendimento já pacificado nos tribunais superiores. Quem pode participar A ação Poupança Plano Verão pode ter a participação de todos os associados que possuíam caderneta de poupança no BB, em janeiro de 1989, com aniversário da poupança entre 1º e 15 do mês e com saldo na conta até a remuneração do mês seguinte. Em seu extrato, é possível verificar a data do aniversário da poupança, que coincide com a data de entrada dos rendimentos ou o dia de abertura da conta no banco. Para ingressar na ação, é necessário que o associado envie a documentação constante no kit, que será disponibilizado em breve no site da ANABB, o que inclui a autorização de representatividade da entidade. A ANABB quer, mais uma vez, beneficiar o maior número de associados. Entenda a ação A instituição do Plano Verão em 1989, por meio da Medida Provisória (MP) nº 32, mudou as regras da economia e atingiu as cadernetas de poupança, que, até então, eram reajustadas pelo Índice de Preço ao Consumidor (IPC). Com as mudanças, os reajustes passaram a ser feitos com base no rendimento acumulado da Letra Financeira do Tesouro. Assim, as instituições financeiras passaram a não creditar a diferença devida no percentual da poupança, em relação aos depósitos efetuados na primeira quinzena de janeiro. Os reajustes passaram de uma média de 40% para 20%. A ação Poupança Plano Verão tem o objetivo de corrigir essa injustiça. As ações individuais tomam por base o direito reconhecido em favor dos poupadores na ação coletiva que o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) ajuizou e ganhou. Além disso, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), em decisão anunciada em 2014, ratificou a condenação do Banco do Brasil a pagar aos clientes as diferenças decorrentes de expurgos inflacionários sobre cadernetas de poupança ocorridas em janeiro de Essa decisão tem abrangência nacional e independe de os poupadores serem associados ao Idec para que possam buscar o cumprimento da sentença. Foi com base nesse entendimento que a ANABB ofereceu aos associados a possibilidade de participar da execução da mencionada decisão. Confira mais detalhes da ação no site da ANABB. Jornal AÇÃO Maio-Jun/

16 CONVERSA DE BASTIDOR OBSERVATÓRIO SOCIAL ENTREGA PRÊMIO NACIONAL À ALUNA NA BAHIA O Observatório Social de Santo Antônio de Jesus (BA), que conta com o patrocínio da ANABB, entregou, em 27 de maio, o prêmio de 1º lugar do Concurso Nacional de Redações e de Projetos à aluna Caline Melo, do Colégio Estadual Dr. Rômulo Almeida, na Bahia. A iniciativa nacional foi organizada pelo Observatório Social do Brasil e premiou alunos de escolas do Paraná, do Piauí e da Bahia. Realizado na própria escola, o evento contou com a participação do vice-presidente de Comunicação da ANABB, Douglas Scortegagna, que na foto está entregando a premiação. O dirigente falou sobre a importância da educação voltada para estímulo à cidadania e sobre como os alunos podem fazer a diferença em nosso país, por meio de pequenas atitudes contra a corrupção. A ANABB apoia a iniciativa e patrocina a implantação de observatórios sociais em diversas cidades, disse ele. Com a parceria firmada entre a ANABB e o Observatório Social do Brasil, é garantida uma ajuda de custo para estruturação e manutenção do observatório local, por um período inicial de 12 meses. Ao todo, participaram do concurso mais de cinco mil alunos de 80 escolas do país, dos 25 municípios em que há Observatório Social. O tema da redação foi Cada brasileiro pode ser uma área livre de corrupção. ANABB PARTICIPA DO XXI CINFAABB 2015 Muita descontração, gente animada, confraternização e premiações. Este é o resumo do XXI Campeonato de Integração Nacional dos Funcionários Aposentados do Banco do Brasil (Cinfaabb) 2015, realizado de 13 a 20 de junho, na AABB de Belém (PA). Assim como nos últimos anos, a ANA- BB participou do evento com um estande personalizado. No espaço, os bancários puderam conhecer um pouco mais sobre o trabalho da Associação, se filiar ou atualizar o endereço, no caso dos já sócios, buscar informações sobre o andamento de ações judiciais, entre outras atividades. Durante os dias do evento, centenas de pessoas circularam pelo estande da ANABB. Considerado como um dos mais importantes eventos esportivos direcionados para o público aposentado no Brasil, o Cinfaabb 2015 reuniu cerca de participantes, a maior parte aposentados do Banco do Brasil, além de familiares, acompanhantes e dirigentes da AABB. ANABB ALERTA SOBRE GOLPES DE CARTAS E TELEFONEMAS FALSOS Aposentados de todo o Brasil estão recebendo, novamente, cartas que comunicam ganho de causa processual e pagamento de custas judiciais para o recebimento do valor ganho. O golpe vem sendo aplicado por criminosos e a ANABB, como em outras vezes, alerta seus associados sobre o envio de correspondências falsas que anunciam vitórias na Justiça. A notificação extrajudicial chega por meio de carta, endereçada nominalmente à vítima. Os criminosos utilizam-se da complexidade da linguagem jurídica para enganar dezenas de milhares de pessoas. Os associados, além das conhecidas cartas falsas, também estão recebendo telefonemas fraudulentos que informam ganhos de ações coletivas (ação civil pública), movidas pelo Ministério Público ou pela Defensoria Pública. A ANABB ressalta que as pessoas devem ficar atentas, pois os valores provenientes de processos judiciais sempre advêm de prejuízos materiais ou morais sofridos pelos autores. Ação judicial não é loteria, desconfie sempre. Se tiver dúvidas, entre em contato com a ANABB pelo telefone (61) Maio-Jun/2015 Jornal AÇÃO

17 VERSÕES E FATOS: CONFIRA OS POSICIONAMENTOS DA ANABB Crédito: Marcela Rezende Com o objetivo de dar mais transparência para o associado, foi criada, no site da ANABB, a seção Versões e Fatos. Nas últimas semanas, foram publicados novos posicionamentos da Diretoria Executiva em contrapartida a inverdades e distorções que estão circulando nas redes sociais. Leia o texto em que a Diretoria Executiva comprova, inclusive com documentos, a falsidade da informação de que a ANABB tenha dobrado o número de funcionários na última gestão, entre outras distorções que estão sendo divulgadas nas redes sociais. Acesse o site e confira. ANABB ABRE ESPAÇO PARA O DEBATE SOBRE A SUSTENTABILIDADE DA CASSI A ANABB inaugurou em seu site a seção Cassi em Debate para que o associado possa conhecer as propostas e o posicionamento da Associação, do Banco do Brasil, dos dirigentes eleitos da Cassi e dos dirigentes das entidades envolvidas no processo negocial sobre a sustentabilidade e a perenidade da Caixa de Assistência. Para contribuir com esse debate, a ANABB também preparou uma série de vídeos nos quais o presidente da Associação, Sergio Riede, fala sobre questões que envolvem a sustentabilidade da Cassi, conforme o contexto da discussão, e sobre as possíveis propostas de soluções que estão sendo colocadas à mesa. Acesse e confira. FICOU MUITO MAIS FÁCIL TIRAR SUAS DÚVIDAS JURÍDICAS Um importante serviço que está sendo bastante elogiado pelos associados é a Orientação Jurídica. Quem já usou esse serviço ficou bastante satisfeito. E os números mostram que a quantidade de atendimentos é expressiva. Desde março de 2014, quando o serviço foi implantado, mais de quatro mil pessoas já foram atendidas. Por meio do serviço, os associados podem tirar dúvidas e obter esclarecimentos sobre assuntos particulares relacionados a direito previdenciário, tributário, do consumidor, entre outros. O objetivo é fornecer informações capazes de resolver situações de conflito que exijam atendimento jurídico. Além de ser uma inovação na prestação de serviços aos associados, a Orientação Jurídica é gratuita. Vale lembrar que a consulta é imediatamente atendida pela equipe de advogados que está de plantão, de segunda a sexta, das 14h às 18h. A equipe é formada por advogados especialistas. Compartilhe essa ideia! Ainda existem associados que desconhecem esse excelente serviço, que é fácil, rápido e gratuito. O atendimento é realizado pelos telefones e (21) ou ainda pelo PROJETO GARANTE GERAÇÃO DE RENDA À POPULAÇÃO CARENTE DE MINAS GERAIS Um novo projeto apoiado pelo Instituto VIVA CIDADA- NIA está incentivando jovens e adultos do povoado de Campos (MG) a desenvolver empreendedorismo, cidadania e qualidade de vida. Intitulado O Fruto dos Campos, o projeto é desenvolvido pelo Instituto de Cultura e Arte Fazer Responsável e Educação Ambiental (Icafe), situado no município de Carmo da Mata, e busca criar ações sociais, culturais e de geração de renda. No dia 1º de junho, o vice-presidente de Comunicação da ANABB e presidente do Instituto VIVA CIDADANIA, Douglas Scortegagna, participou de evento na cidade mineira para apresentação do trabalho à comunidade local. Na ocasião, estiveram presentes moradores do município, funcionários do Banco do Brasil que apoiam o projeto na cidade, além de integrantes da ONG, entre eles a presidente Mônica Borges de Sousa e a coordenadora Camila Canto. O projeto consiste em capacitar pessoas de baixa renda para produção de doces, compotas e geleias, utilizando frutas regionais. O objetivo é promover a geração de uma economia criativa e permitir às famílias permanecerem no meio rural, além de fomentar novas técnicas de agricultura e viabilizar a oferta de produtos e serviços. O Instituto VIVA CIDADANIA contribuiu com a compra de equipamentos e insumos que possibilitam a produção de doces. A ONG, por sua vez, vai oferecer aos participantes cursos de culinária com duração de 216 horas com certificação. Para Douglas Scortegagna, a participação dos moradores do município no evento mostrou o interesse deles em ser beneficiados pelo projeto. Percebi o desejo das pessoas de se capacitar e ter uma renda, porque isso dá dignidade e cria sentimento de cidadania. O mais importante é valorizar o bem regional e a agricultura familiar, destacou o presidente do Instituto VIVA CIDADANIA. Jornal AÇÃO Maio-Jun/

18 SEGUROS TRANQUILIDADE PARA O Novas corretora e seguradora garantem credibilidade dos seguros da ANABB. O atendimento será feito pelo Com o intuito de garantir o conforto e a segurança dos associados em momentos difíceis, a ANABB mantém o seguro de vida em seu programa de benefícios, agora com nova corretora e seguradora. A nova corretora contratada é a Aon Hewitt, que é líder mundial em gestão de riscos e corretagem de seguros, tendo mais de 66 mil colaboradores em todo o mundo, 500 escritórios espalhados por mais de 120 países e um faturamento anual de mais de US$ 11 bilhões. No Brasil, a AON conta com mais de colaboradores em dez escritórios nas principais cidades do país, e já recebeu os prêmios de Melhor Corretora de Seguros, em 2013, pela Global Finance Magazine; Melhores Empresas para Você Trabalhar, por oito vezes, pelo ranking da Você S.A., revista Exame; e Melhores Empresas para Trabalhar, por quatro vezes, pelo ranking da Great Place to Work, revista Época. A escolha da AON teve por objetivo vincular a marca da ANABB a uma empresa de renome internacional, de forma a superar, o mais rápido possível, a desconfiança de nossos associados com relação aos fatos denunciados que envolviam esse produto da Associação. O grupo segurador escolhido foi o BB Mapfre Seguros, atual líder de mercado no segmento de seguro de vida coletivo. A escolha do BB Mapfre foi baseada em fatores como a solidez financeira do grupo, sua eficiência e inovação tecnológica, a desburocratização no processo de inclusão e a agilidade no pagamento das indenizações, além da garantia de uma assessoria contínua e muito próxima durante todo o período de vigência do seguro, que será de 36 meses (três anos), com início a partir de 1º de julho de Além dos fatores citados acima, foi determinante para a escolha do grupo BB Mapfre Seguros a inclusão de novos benefícios para os associados segurados nos programas de seguro de vida. Saiba mais sobre os diferenciais do plano. As novidades para os associados segurados Todos os associados da ANABB têm o Seguro Decesso Automático, que é pago pela ANABB. Alguns associados, além desse seguro, têm um seguro adicional, pago pelo associado, chamado Seguro ANABB Complementar para associados com até 55 anos e Seguro ANABB Complementar Master para os associados com idade entre 56 e 80 anos. A partir de 1º /7/2015, não só a ANABB terá o valor dos prêmios do Seguro Decesso reduzido e um valor de pró-labore maior para cobrir os custos das tarifas bancárias sobre os débitos automáticos, como também os associados segurados terão vantagens adicionais aos capitais já segurados. Assistência funeral No caso de óbito do associado, de cônjuge ou de filhos, os beneficiários poderão optar por receber o valor de R$ 3.500,00 para cobertura de despesas funerárias, ou pela solicitação de Assistência Funeral, por meio de uma Central de Atendimento. Uma vez feita a opção pela Assistência Funeral, a seguradora BB Mapfre garantirá à família o apoio de um assistente social e um completo serviço envolvendo todas as fases do funeral, desde a liberação do corpo junto aos órgãos competentes até o efetivo sepultamento. Nesse momento tão difícil, esse serviço, prestado sem nenhum custo adicional para o associado, pode proporcionar maior tranquilidade à família para a realização do funeral. Exclusivamente para esse serviço, o associado deverá utilizar o Assistência psicológica Outro novo benefício é a Assistência Psicológica para os dependentes do sócio, no caso de seu falecimento. Este serviço, que também poderá ser solicitado por meio da Central de Atendimento, garante a realização de até quatro atendimentos psicológicos gratuitos, com profissionais especializados para monitorar as condições emocionais dos familiares, proporcionando apoio e solidariedade. Esse serviço tem por objetivo garantir maior apoio aos beneficiários nos difíceis momentos da perda de entes familiares, sem nenhum custo adicional para o associado. O serviço poderá ser utilizado no mesmo momento em que a família entrar em contato com a Central de Atendimento para solicitar os serviços de Assistência Funeral. Redução do valor dos prêmios A ANABB tem diversas apólices de seguros, não contributárias (que a ANABB paga) e contributárias (que o associado paga), cada uma delas com características específicas. Algumas dessas apólices tiveram origem na época em que não eram obrigatórios os enquadramentos por faixas etárias. Outras, apesar de terem sido constituídas com os reenquadramentos por faixas etárias, têm condições e riscos que precisariam ser ajustados tecnicamente para manter o equilíbrio da apólice. Também existem apólices que já estão adequadas aos riscos Maio-Jun/2015 Maio-Jun/2015 Jornal Jornal AÇÃO AÇÃO

19 S ASSOCIADOS comprovados e parametrizados de forma atualizada. Nesse processo de renegociação das apólices, a Diretoria Executiva pactuou não calcular o risco de cada apólice e trabalhar com o risco global do contingente de associados, de forma a garantir a todos que ninguém fosse onerado em relação à condição que dispunha na apólice que está sendo substituída. Outra negociação importante foi a redução do percentual de corretagem nas apólices, que foi reduzida de 30% com acordo de confidencialidade para 10%, de forma clara e transparente. Assim, o valor dos prêmios pagos por nossos associados já segurados ou permanecerão os mesmos após a revisão técnica, ou terão redução específica para cada faixa etária, podendo variar para até 30% menos, mantidos todos os capitais segurados. A ANABB divulgará, o mais rapidamente possível, os novos prêmios de seguros por apólices, informando a cada associado a qual apólice ele estará vinculado. Serviço de assistência a pessoas Este serviço oferecido pelo BB Mapfre para os associados que aderirem aos Seguros ANABB Complementar e ANABB Complementar Master, sem nenhum custo adicional, garante mais segurança e assistência total em viagens e quando estiver em casa. Essa assistência garante auxílio em viagens com relação a garantia de bagagens e objetos pessoais, auxílio para localização de bagagens extraviadas em qualquer lugar do mundo, serviços de assistência hidráulica, chaveiro e faxineira, serviço de recolocação profissional do segurado, entre outros benefícios, conforme quadro seguir: SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA PARA SEGUROS COMPLEMENTAR E COMPLEMENTAR MASTER COBERTURA ASSISTÊNCIA A PESSOAS SERVIÇOS LIMITES/CONDIÇÕES Assistência a pessoas, bagagens e objetos pessoais Para viagens de até 60 dias Assistência a veículos reboque e reparos no local Limitada a 3 intervenções por ano e desde que o veículo não tenha mais de 10 anos de fabricação Assistência a residência hidráulica Reparos de vazamento interno que cause ou possa causar alagamento Assistência a residência chaveiro Limitada a 1 intervenção por ano Assistência a residência faxineira Em caso de hospitalização do segurado superior a 7 dias Recolocação profissional Apenas para demissões sem justa causa ou término de contrato de prestação de serviços Ambulância A partir de 100 Km da residência do segurado Transporte ou repatriamento no caso de lesões ou doenças no Brasil e no exterior Transporte ou repatriamento das pessoas seguradas acompanhantes no Brasil e no exterior Transporte ou estada de um familiar da pessoa segurada Transporte da pessoa segurada por interrupção da viagem devido ao falecimento de um familiar Transporte urgente da pessoa segurada por ocorrência de sinistro em seu domicílio Assistência médica à pessoa segurada por lesão ou doença no exterior Adiamento para garantias de gastos médicos no exterior Adiamento de funções no estrangeiro por perda ou roubo de documentos Prolongamento de estada da pessoa segurada no exterior por lesão ou doença Transporte e repatriamento da pessoa segurada falecida e dos acompanhantes do segurado no exterior Transmissão de mensagens urgentes Informações em caso de perda ou roubo de documentos no exterior Informações prévias para viagem Adiantamento para assistência jurídica no exterior Serviço de motorista profissional Garantias relativas a bagagens e objetos pessoais Auxílio na localização de bagagem e objetos pessoais Extravio de bagagem Limites em conformidade com as condições particulares da cobertura Por motivo de doença, acidente pessoal ou falecimento Limites em conformidade com as condições particulares da cobertura

20 OPINIÃO É AGORA OU NUNCA! Nada é eterno nesse mundo cruel, nem mesmo nossos problemas. Douglas Scortegagna Charles Chaplin Vice-presidente de Comunicação As palavras têm o poder de trazer alívio para a alma. Aprendi que algumas doses de boas reflexões nos ajudam a buscar soluções de problemas que, por vezes, parecem obscuros por demais. Lembro, sempre, momentos difíceis e históricos de minha vida profissional, conflitos cuja solução parecia inalcançável, mas que hoje se tornaram realidade e beneficiam muitas pessoas. As atuais discussões sobre a sustentabilidade da Cassi são um dos principais motivos de reflexão para muitos dirigentes, suas entidades e milhares de participantes. Hoje, esse assunto aflige muitos de nós. Um dos grandes baluartes de ser um funcionário do BB é carregar a força de um plano de saúde que foi criado para cuidar de nossas vidas e da de nossos familiares. Em 2006, quando fui eleito para exercer o honroso cargo de diretor de Saúde da Cassi, vivi o outro lado da história. As discussões com o Banco do Brasil nunca foram fáceis, e agora também não o estão sendo, principalmente quando o assunto é dinheiro. Os fatos mostram que continua assim até hoje. Ainda assim, conseguimos (todos), à época, arrancar R$ 300 milhões do BB, valores menores do que ele nos devia, mas foi o possível naquele momento. Era aquilo ou nada. No período em que fui diretor, , tive o difícil desafio de implementar diversas mudanças estruturais na Diretoria sob minha responsabilidade. Com equipe competente e dedicada, deixamos alguns legados para os associados se dependesse do BB, nada ou quase nada teria sido aprovado. Intensas e desafiadoras negociações levaram ao convencimento dos indicados do Banco sobre nossos propósitos. Havia a intenção, por parte do Banco, de fechar quase todas as unidades da Cassi, reduzindo-as a apenas sete, instaladas nos principais estados brasileiros. Conseguimos, unidos os esforços dos diretores eleitos e os do Banco, do Conselho Deliberativo e de diversas entidades, reverter a situação, fortalecendo o compromisso com a Estratégia Saúde da Família (ESF), que alguns diziam que eu iria acabar. Transformamos os muitos núcleos e módulos em 68 CliniCassi com justos critérios de abertura. Não seria mais possível abrir unidades em determinadas cidades apenas para atender desejos pessoais ou de pequenos grupos. A partir de então, dada a absoluta prioridade da ESF, passamos de cadastrados em 2005 para em 2010, um crescimento de mais de 100%. As CliniCassi são, até onde sei, o que tem apresentado os melhores resultados para a instituição, tanto que o eixo da principal proposta em debate e encampada por todos é de alto investimento, com os recursos reivindicados (mais de R$ 150 milhões), exatamente na melhoria e na ampliação da ESF. O que deve ser compreendido por associados e usuários de nossa Caixa de Assistência é que precisam utilizar, prioritariamente, as CliniCassi. Por outro lado, a Cassi e especialmente os dirigentes indicados pelo BB deve ter essa compreensão e valorizar os profissionais de saúde que atuam nessas unidades com salários dignos, ao nível do mercado, para reter os talentos, e não treiná-los e perdê-los logo em seguida, desperdiçando recursos e excelentes profissionais que, por causa do salário, vão trabalhar para outros planos de saúde. Para isso, são necessários recursos e é isso que move o debate atualmente. De onde virão e com que peso? A balança não pode pender só para um lado. O sacrifício tem de ser compartilhado. Pela primeira vez, quem sabe, as entidades compreenderam que, remando sozinhas, não chegariam a nenhum porto seguro, embora umas poucas teimem em remar para trás ou pelo caminho errado. Não tenho dúvida de que, ao sentir a força de nossa união, a dureza do BB será derretida e conseguiremos um futuro bem mais tranquilo para todos. Para tanto, nossas propostas em contrapartida às do BB devem ser sensatas e realistas, com números confiáveis, argumentos sólidos e contundentes e um oceano de paciência. O grande desafio que se configura é como conciliar a balança entre a contribuição do BB e a dos participantes. De um lado, temos a maior instituição financeira que acumula lucro ao longo dos anos. De outro lado, aposentados e funcionários da ativa que rebolam para viver com salários que estão longe de ser o ideal. Precisamos pensar grande, com os pés no chão, e não radicalizar, pois isso só nos trará mais desgaste e desgosto. A esperança é a última que morre. É agora ou nunca! facebook.com/anabbevoce

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