Oficina Técnica. Estoques (Métodos de Avaliação do Estoque pelas Normas Contábeis e Fiscais) Fevereiro Elaborado por: Walter Luiz Quaglio

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Oficina Técnica. Estoques (Métodos de Avaliação do Estoque pelas Normas Contábeis e Fiscais) Fevereiro 2013. Elaborado por: Walter Luiz Quaglio"

Transcrição

1 Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) , (teleatendimento), fax (11) web: Rua Rosa e Silva, 60 Higienópolis São Paulo SP Presidente: Luiz Fernando Nóbrega Gestão Oficina Técnica Estoques (Métodos de Avaliação do Estoque pelas Normas Contábeis e Fiscais) A reprodução total ou parcial, bem como a reprodução de apostilas a partir desta obra intelectual, de qualquer forma ou por qualquer meio eletrônico ou mecânico, inclusive através de processos xerográficos, de fotocópias e de gravação, somente poderá ocorrer com a permissão expressa do seu Autor (Lei n. 9610) TODOS OS DIREITOS RESERVADOS: É PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESTA APOSTILA, DE QUALQUER FORMA OU POR QUALQUER MEIO. CÓDIGO PENAL BRASILEIRO ARTIGO 184. Elaborado por: Walter Luiz Quaglio O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a). Fevereiro 2013 Acesso gratuito pelo portal do CRC SP

2 Parte 1 - Introdução Parte 2 - Aspectos Conceituais, Legais e Normativos Aplicados aos Estoques Parte 3 - Registros e Controle Contábil dos Estoques Parte 4 - Aspectos de Gestão e de Controlabilidade Aplicados aos Estoques Parte 5 - Relatórios Contábeis e Indicadores Econômicos e Financeiros - Estoques Parte 6 - Considerações Finais Bibliografia Parte 1 - Introdução

3 1.1 - Objetivos da Palestra PROPICIAR Conceitos, conhecimentos legais e normativos sobre o estoque; COMPREENDER - Os registros e controle contábeis aplicados aos estoques objetivando atendimento dos dispositivos legais e tributárias; ESTUDAR os aspectos de gestão e de controle objetivando a otimização do capital aplicados aos estoque; INCENTIVAR os participantes a desenvolver e implementar relatórios contábeis e indicadores de econômicos e financeiros aplicados aos estoques Requisitos Básicos I - Apuração das Demonstrações Financeiras B.P. / D.R.E. / O. A. R. / M.P.; Novas Demonstrações : Fluxo de Caixa e Valor Adicionado Notas Explicativas. II - Instrumentos Legais e Normativos Lei S/A /76 - Atualizada - Leis: /07 e /09 R.I.R. - Decreto nº 3000/99 CPC - Pronunciamento Técnico nº 16 (R1)/09 CFC - Resolução nº 1.170/09 - NBC TG 16 - Estoques CFC - Resolução nº 1.255/09 - Seção 13 - Estoques - PME III - Estrutura Informacional Plano de Contas - Focado no Negócio Informações Econômicas e Financeiras - Gestão e Controle

4 Parte 2 - Aspectos Conceituais, Legais e Normativos Aplicados aos Estoques Conceito Sobre Estoques Estoques são ativos tangíveis (aplicações de recursos): (i)mantidos para venda no curso dos negócios da entidade; (ii)em processo de produção para posterior venda no curso dos negócios da entidade; e (iii)materiais ou suprimentos a serem consumidos no processo de produção ou na prestação de serviços que constitua exploração de negócios da entidade. Os estoques devem representar bens e direitos que sejam de propriedade da entidade, quer estejam em seu poder ou em poder de terceiros. Dessa forma, na determinação de integrar ou não um elemento à conta de estoques no balanço patrimonial da entidade, o importante não é sua posse mas o direito à sua propriedade ou condições tais de controle e responsabilidade que caracterizem a existência do ativo e uma respectiva obrigação.

5 2.1 - Conceito Sobre Estoques (cont.) Os principais bens e direitos compreendidos nesta definição são: mercadorias para revenda; produtos acabados; produtos em elaboração; matérias-primas; materiais de acondicionamento e embalagem; materiais auxiliares de produção; materiais de consumo geral; importações em andamento e adiantamentos a fornecedores de qualquer dos itens acima Visão do Fluxo Operacional dos Estoques

6 2.3 - Critérios de Avaliação dos Estoques I - Aspectos Conceituais O principal critério para avaliação dos estoques é o do custo ou valor líquido de realização, o que for menor, o qual consiste em utilizar o menor entre os valores do custo de aquisição ou produção e o valor líquido de realização, para ser atribuído às unidades em estoque na entidade. O conceito de custo, aplicado a estoques produzidos na entidade, é entendido como sendo o somatório dos gastos com matéria-prima, mão-de-obra direta e outros gastos fabris (mão-de-obra indireta, energia, depreciação, etc.), excluídos aqueles atribuíveis à ocorrência de fatores não previsíveis, tais como efeitos de ociosidade e de perdas anormais de produção. Gastos gerais e administrativos, quando não claramente relacionados com a produção, não são incorporados ao custo dos estoques Critérios de Avaliação dos Estoques (cont.) Impostos sobre circulação de mercadorias, sobre produtos industrializados ou quaisquer outros que forem incluídos no preço da mercadoria adquirida, mas que ao mesmo tempo gerarem direito de crédito tributário para compensação, restituição ou qualquer outra forma de recuperação futura, não se constituem em custo e, portanto, não devem ser agregados ao valor dos estoques. Os créditos tributários (ICMS-IPI) quando não forem recuperáveis devem ser incluídos no custeio dos estoques. Os valores pagos adiantadamente a fornecedores de materiais que irão compor os estoques são considerados como aplicações de recursos visando à formação de estoques futuros, e como tal devem ser registrados. Os principais critérios de avaliação dos estoques, são apresentados a seguir:

7 2.3 - Critérios de Avaliação dos Estoques (cont.) II - PEPS (primeiro a entrar, primeiro a sair) Este critério, também conhecido como FIFO (first-in, first-out) apura que os primeiros artigos que entrarem no estoque, vão ser aqueles que vão sair em primeiro lugar, deste modo o custo dos materiais (matéria prima, materiais auxiliares, maatreal de embalagnes e outros) devem ser considerado pelo valor de compra desses primeiros artigos. Este método de avaliação é aceito pela legislação societária e fiscal. III - UEPS (último a entrar, primeiro a sair) Este critério, também conhecido como LIFO (last-in first-out) é um método de avaliar estoque bastante discutido. O custo do estoque é obtido como se as unidades mais recentes adicionadas ao estoque (últimas a entrar) fossem as primeiras unidades vendidas (saídas) (primeiro a sair). Este método apura menor resultado societário e não é aceito pela legislação fiscal Critérios de Avaliação dos Estoques (cont.) IV - Preço Médio Ponderado Este critério é usado em empresas que pratica um controle permanente dos seus estoques, onde cada aquisição atualiza o preço médio pelo método do custo médio ponderado. É o método mais utilizado nas empresas brasileiras para atendimeto à legislação societária e fiscal. V - Custo Padrão É o método de custeio preconizado pelo USGAAP (United States Generally Accepted Accounting Principles). Neste método, tanto as entradas de estoque quanto as saídas são apropriadas ao custo padrão, que usualmente foi estabelecido no planejamento orçamentário anual. Toda diferença entre o preço real de compra (decorrente de variações de preço) ou custo real de produção (decorrente de variações na produtividade) são apropriados nas contas de variação do preço de compra ou variação de manufatura diretamente no resultado, sob a ótica gerencial. Este método pode ser adotado pela contabilidade, porém, deve ser efetuado o ajuste ao custo real por absorção, para efeito de legislação societária e fiscal.

8 2.4 - Visão da Base Legal e Normativas - Estoques Lei 6404/76 Pontos Fundamentais Art. 183 Item II - os direitos que tiverem por objeto mercadorias e produtos do comércio da companhia, assim como matérias-primas, produtos em fabricação e bens em almoxarifado, pelo custo de aquisição ou produção, deduzido de provisão para ajustá-lo ao valor de mercado, quando este for inferior; 1 o Para efeitos do disposto neste artigo, considera-se valor justo: (Redação dada pela Lei nº , de 2009) a) das matérias-primas e dos bens em almoxarifado, o preço pelo qual possam ser repostos, mediante compra no mercado; b) dos bens ou direitos destinados à venda, o preço líquido de realização mediante venda no mercado, deduzidos os impostos e demais despesas necessárias para a venda, e a margem de lucro;

9 2.6 - R.I.R. Decreto 3000/99 Pontos Fundamentais R.I.R. Decreto 3000/99 Pontos Fundamentais (cont.)

10 2.6 - R.I.R. Decreto 3000/99 Pontos Fundamentais (cont.) III - Critérios para Avaliação dos Estoques Art As mercadorias, as matérias-primas e os bens em almoxarifado serão avaliados pelo custo de aquisição. Art Os produtos em fabricação e acabados serão avaliados pelo custo de produção. Art O valor dos bens existentes no encerramento do período de apuração poderá ser o custo médio ou o dos bens adquiridos ou produzidos mais recentemente, admitida, ainda, a avaliação com base no preço de venda, subtraída a margem de lucro Normas Contábeis Pontos Fundamentais Normas Contábeis: CPC (R1) 16/09 - Res. CFC 1170/09 e 1255/09: I - Objetivo: Determinar a forma de avaliação dos estoques adquirido para revenda, dos mantidos para consumo ou utilização industrial ou na prestação de serviços, dos em processamento e dos produtos acabados prontos para venda. II - Principais Características: Devem ser mensurados pelo valor de custo ou pelo valor realizável, dos dois o menor; Incluem todos os custos de aquisição (impostos de importação, tributos não recuperáveis e custos com transportes, seguros e manuseios) e também os gastos de transformação (mão de obra, depreciação e gastos gerais de fabricação);

11 2.7 - Normas Contábeis Pontos Fundamentais (cont.) Normas Contábeis: CPC (R1) 16/09 - Res. CFC 1170/09 e 1255/09: (cont.) II - Principais Características: (cont.) Descontos comerciais, abatimentos e outros itens semelhantes devem ser deduzidos do preço na determinação do custo de aquisição; Custos Indiretos Fixos, deve ser alocados baseado no volume normal de produção. Os custos fixos relativo a capacidade não utilizada devem ser registrados como despesas, não podendo ser alocados aos estoques; O custo-padrão pode ser utilizado para a avaliação de estoques desde que seja estabelecido com base em níveis normais de eficiência e de volume de produção, seja revisado periodicamente ou quando houver mudança das condições de produção, e desde que seus valores reflitam aproximadamente o custo real; Os estoques são baixados ao resultado quando reconhecida a receita a que se vinculam; Parte 3 - Registros e Controle Contábil dos Estoques

12 3.1 - Empresa Comercial I - Base de Dados Nota: Empresa Regime Tributário Lucro Real Empresa Comercial (cont.) II - Registros Contábeis

13 3.2 - Empresa Industrial I - Base de Dados Nota: Empresa Regime Tributário Lucro Real Empresa Industrial (cont.) II - Registros Contábeis

14 Parte 4 Oficina Técnica - Estoques Gestão do Estoque Todo processo de gestão de estoques concentra esforço nos seguintes pontos chaves: Quantas unidades devem ser adquiridas ou produzidas, em um certo período, para manter o fluxo contínuo de revenda ou produção? Em que ponto o estoque deve ser encomendado ou produzido? Que itens merecem atenção especial? Qual o custo de oportunidade para a manutenção dos estoques? Qual o custo de manuseio dos estoques? Qual o custo de encomendar e embarcar? Os processos de gerenciamento destas questões, objetivando a otimização dos estoques e consequente agregação de valor à riqueza da entidade, serão objetos de análise a seguir:

15 4.2 - Técnica do Lote Econômico de Compra Esta técnica foi desenvolvida em 1913 por Ford Harris e ainda hoje é um dos modelos mais utilizados na gestão financeira de estoques. Ela permite estabelecer a melhor estratégia para determinar a quantidade de unidades que devem ser adquiridas ou produzidas, em um certo período, para manter o fluxo contínuo de revenda ou produção. O Lote Econômico é obtido pela aplicação da seguinte fórmula: LEC Cp V Ce P Lote Econômico de Compra Quantidade ótima a ser encomendada cada vez que um pedido é feito. Custos Fixos Para se colocar e receber um pedido. Volume Vendas ou do estoque médio Custo de Estocagem % sobre o valor médio do estoque Preço Valor de aquisição do item para revenda ou produção Técnica do Lote Econômico de Compra (cont.) I) Custo do Pedido - R$ (Cp) Refere-se aos custos fixos do depto. de compras (mão de obra, depreciação, material de expediente, comunicação e outros gastos), dividido pelo nº de pedidos realizados em um determinado período. Obtido pela aplicação da seguinte equação: Exemplo prático:

16 4.2 - Técnica do Lote Econômico de Compra (cont.) II) Custo de Estocagem - % (Ce): Composto pelos seguintes itens: Custo de Oportunidade (Co) corresponde ao custo do capital como um encargo financeiro para manter o nível de estoque em %; Custo do Depto. de Almoxarifado (Ca) corresponde à relação %, envolvendo o total do custo (mão de obra, depreciação, material de expediente, comunicação e outros gastos) dividido pelo valor do estoque médio. Obtido pela aplicação da seguinte equação: Técnica do Lote Econômico de Compra (cont.) II) Custo de Estocagem - % (Ce): (cont.) Exemplo prático:

17 4.2 - Técnica do Lote Econômico de Compra (cont.) III) Custo Total de Estocagem R$ (Cte) Refere-se a somatória do Custo do Pedido (Cp) e o Custo de Estocagem (Ce) Obtido pela aplicação da seguinte equação: Exemplo prático: Técnica do Lote Econômico de Compra (cont.) IV) Calculo do Lote Econômico de Compra Refere-se a quantidade ótima, ou de menor custo de aquisição. Obtido pela aplicação da seguinte equação: Exemplo prático: Obs. Calculo da Raiz Excel f (x)

18 4.3 - Técnica das Linhas Demarcadas É um procedimento simples de controle em que são demarcadas várias linhas ao redor e na parte interna do recipiente para indicar os níveis de controle sobre determinados itens estocados. Este procedimento é funcional para o controle de peças e componentes utilizados no processo produtivo de natureza miúda e, para muitos artigos no setor de varejo. Pode-se estabelecer os seguintes pontos de controle físico: Ponto de Estoque Máximo Ponto de Estoque de Segurança Ponto de Nova Encomenda Ponto de Estoque Mínimo Técnica da Curva ABC É um procedimento para categorizar os itens de estoque objetivando garantir que os mais importantes sejam revistos e analisados com maior frequência. As categorias são fixadas levando-se em consideração vários critérios que podemos destacar: Categoria Critérios Relevantes A B C Itens Dispendiosos; Utilizados com muita Frequência; Alto Risco de Esgotamento; Paralisação da Produção e Venda Prazo Longo de Entrega Responsável por cerca de 70% do Custo do Produto Acabado ou da Receita da Entidade; Poucos Itens Podem ser Revisados e Analisados Mensalmente. Responsável por cerca de 20% do Custo do Produto ou da Receita; Podem ser Revisados e Analisados Trimestralmente. Responsável por cerca de 10% do Custo do Produto ou da Receita; Muitos e Diversificados Itens Podem ser Revisados e Analisados Semestralmente.

19 4.5 - Técnica do Sistema Just-in-Time Pode-se entender a expressão Just-in-Time como Bem a Tempo ; Em Cima da Hora É um sistema de controle de estoque em que um fabricante coordena a produção com os fornecedores de forma que as matérias-primas ou os componentes são disponibilizados no momento em que são necessários no processo de produção. Teoricamente este método pretende atingir dois objetivos básicos: Eliminação dos Estoques ; Produção baseada na Demanda Técnica do MRP II Manufacturing Resources Planning (Planejamento dos Insumos Para Industrialização) É um sistema computacional que objetiva administrar os prazos de entrega dos insumos com a formação mínima de estoques; Sua funcionalidade exige a centralização da decisão de compra e coordenação das atividades a serem desenvolvidas na área industrial. O MRP II requer uma base de dados informacional de grande porte, que o torna muito dispendioso, portanto suportado somente por grandes corporações; A lógica sistêmica consiste na identificação e quantificação dos insumos de produção estabelecendo uma relação de dependência nas diversas etapas de produção.

20 4.6 - Técnica do MRP II Manufacturing Resources Planning (Planejamento dos Insumos Para Industrialização) (cont.) A lógica da Técnica do MRP II, pode ser exemplificada, conforme esquema a seguir: Técnica do MRP II Manufacturing Resources Planning (Planejamento dos Insumos Para Industrialização) (cont.) Exemplo de Aplicação da Técnica do MRP II Pedido de 100 ton. do produto A

21 4.6 - Técnica do MRP II Manufacturing Resources Planning (Planejamento dos Insumos Para Industrialização) (cont.) Determinação da Quantidade: Descrição Necessidade Qt. Pedido Prod. A Quantidade Exigida. Insumo B Consumo M.P. - D 4 x Consumo M.P. - E 5 x Insumo C Consumo M.P. - F 6 x Consumo M.P. - G 7 x Parte 5 - Relatórios Contábeis e Indicadores Econômicos e Financeiros Aplicados aos Estoques

22 5.1 - Relatório Curva ABC Estoques Este relatório pode ser dividido por linha de produção, por unidade industrial, e outras divisões. Permite aos gestores um amplo campo para o planejamento, adequação dos recursos investidos e implementação de políticas de estocagem; Segue um modelo de relatório de composição dos estoques baseado na Curva ABC: Relatório de Planejamento e Avaliação dos Estoques Estes modelos de relatórios permitem aos gestores uma análise de desempenho e de gestão dos estoques destacando-se os seguintes itens: Instrumento como Suporte à Elaboração e Revisão do Planejamento; Política de Estabelecimento de Volume dos Estoques Montante dos Recursos Aplicados nos Estoques Sistema de Avaliação e Monitoramento dos Estoques Deve ser Elaborado por Área de Responsabilidade, por Unidade de Negócio, por Linha de Produção e outras Divisões a Critério dos Gestores. Segue modelo de relatório de Planejamento e Avaliação dos Estoques:

23 5.2 - Relatório de Planejamento e Avaliação dos Estoques (cont.) Indicadores Gerenciais Os principais indicadores econômicos e financeiros utilizados nos meios profissional e acadêmico para fins de planejamento e gestão dos estoques são apresentados a seguir: I - Matérias Primas

24 5.3 - Indicadores Gerenciais (cont.) II - Produtos em Elaboração Indicadores Gerenciais (cont.) III - Produtos Acabados

25 5.3 - Indicadores Gerenciais (cont.) IV - Taxa de Retorno de Capital Sobre Investimentos nos Estoques Quadros de Movimentação e Indicadores dos Estoques I - Quadro de Movimentação e Avaliação das Matérias Primas

26 5.4 - Quadros de Movimentação e Indicadores dos Estoques (cont.) II - Quadro de Movimentação e Avaliação dos Produtos em Elaboração Quadros de Movimentação e Indicadores dos Estoques (cont.) III - Quadro de Movimentação e Avaliação dos Produtos Acabados

27 5.4 - Quadros de Movimentação e Indicadores dos Estoques (cont.) IV - Quadro de Avaliação da Margem Operacional Quadros de Movimentação e Indicadores dos Estoques (cont.) V - Quadro de Avaliação Geral Notas: 1 - A redução dos dias de estocagem implica diretamente no aumento do giro dos estoques, refletindo uma melhoria do processo de gestão dos estoques e otimização do capital investido nos estoques; 2 - O conjuntos desses quadros propiciam aos gestores o exercício da controlabilidade, o processo de gestão financeira aplicado aos estoques, bem, como o planejamento operacional dos estoques.

28 Parte 6 - Considerações Finais Pontos de Reflexão Os conceitos, técnicas de apuração, registros e relatórios acerca dos estoques apresentados neste seminário, são bastantes complexos; Cabe ao Contabilista concentrar esforço para acompanhar e se desenvolver para fins de gestão e controle deste importante componente do ativo da entidade; Neste sentido a compreensão dos textos legais e normativos são fatores indispensáveis para o exercício das melhores práticas contábeis; Cabe também destacar a necessidade de um plano de contas contábil inteligente e focado no negócio e também um controle físico que proporcione extrair informações qualitativas e quantitativas para servir de apoio ao processo de gestão.

29 Bibliografia Lei /12/ Atualizada pelas Leis 11.63/07 e /09 Decreto 3000/99 R.I.R. CPC - Pronunciamento nº 16/09 - CFC - Resolução nº 1.170/ IUDÍCIBUS, Sérgio de. MARTINS, Eliseu. GELBCKE, Ernesto Rubens. Manual de Contabilidade Societária Aplicável às Todas Sociedades. Ed. Atlas, 2010, S.P. CONTATO:

Oficina Técnica. Demonstração de Fluxo de Caixa (Resolução CFC 1296/2010) Agosto 2012. Elaborado por: Walter Luiz Quaglio

Oficina Técnica. Demonstração de Fluxo de Caixa (Resolução CFC 1296/2010) Agosto 2012. Elaborado por: Walter Luiz Quaglio Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

expert PDF Trial Estoques (Métodos de Avaliação do Estoque pelas Normas Contábeis e Fiscais)

expert PDF Trial Estoques (Métodos de Avaliação do Estoque pelas Normas Contábeis e Fiscais) Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400 - ramal 1529 (núcleo de relacionamento) Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva, 60 Higienópolis

Leia mais

Bacharelado CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Parte 6

Bacharelado CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Parte 6 Bacharelado em CIÊNCIAS CONTÁBEIS Parte 6 1 NBC TG 16 - ESTOQUES 6.1 Objetivo da NBC TG 16 (Estoques) O objetivo da NBC TG 16 é estabelecer o tratamento contábil para os estoques, tendo como questão fundamental

Leia mais

Setembro 2012. Elaborado por: Luciano Perrone O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a).

Setembro 2012. Elaborado por: Luciano Perrone O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a). Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16(R1) Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16. Estoques. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB)

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16. Estoques. Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 16 Estoques Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IAS 2 (IASB) Índice Item OBJETIVO 1 ALCANCE 2 5 DEFINIÇÕES 6 8 MENSURAÇÃO

Leia mais

IFRS para PMEs: Seção 35 Adoção Inicial

IFRS para PMEs: Seção 35 Adoção Inicial Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Patrimônio Líquido. Políticas Contábeis, Mudanças de Estimativas e Retificação de Erro. Agosto 2012. Elaborado por:

Patrimônio Líquido. Políticas Contábeis, Mudanças de Estimativas e Retificação de Erro. Agosto 2012. Elaborado por: Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

IFRS para PMEs: Seção 14 - Investimento em Controlada e em Coligada

IFRS para PMEs: Seção 14 - Investimento em Controlada e em Coligada Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-54, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Tributos sobre o Lucro Seção 29

Tributos sobre o Lucro Seção 29 Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

2. Esta Norma não se aplica também à mensuração dos estoques mantidos por:

2. Esta Norma não se aplica também à mensuração dos estoques mantidos por: NBC TSP 12 Estoques Objetivo 1. O objetivo deste Pronunciamento é estabelecer o tratamento contábil para os estoques. Uma questão fundamental na contabilização dos estoques é quanto ao valor do custo a

Leia mais

SEÇÃO 27 REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS. Dezembro 2011. Elaborado por:

SEÇÃO 27 REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS. Dezembro 2011. Elaborado por: Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Telefones: 11 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento); fax 11 3824-5487 E-mail: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ALCANCE 1.... estabelece critérios e procedimentos específicos a serem observados pelas entidades

Leia mais

Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados - Roteiro

Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados - Roteiro Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

DICAS PARA EXAME DE SUFICIÊNCIA CUSTOS

DICAS PARA EXAME DE SUFICIÊNCIA CUSTOS 1 DICAS PARA EXAME DE SUFICIÊNCIA CUSTOS CUSTODIO ROCHA Você bem preparado para o futuro da 2profissão. 1 OBJETIVOS Identificação do Conteúdo de Custos Aplicado nas Provas de Suficiência Breve Revisão

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS GERÊNCIAIS E ECONÔMICAS Ciências Contábeis Contabilidade em moeda constante e conversão de demonstrações contábeis para moeda estrangeira

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE RESOLUÇÃO CFC N.º 1.418/12 Aprova a ITG 1000 Modelo Contábil para Microempresa e Empresa de Pequeno Porte. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais e com

Leia mais

Contabilidade Avançada

Contabilidade Avançada Contabilidade Avançada Estoques Prof. Dr. Adriano Rodrigues Normas Contábeis sobre Estoques: No IASB: IAS 2 Inventories No CPC: CPC 16 (R1) Estoques Fundamentação no Brasil: Quem já aprovou o CPC 16 (R1)?

Leia mais

Aula 3 Contextualização

Aula 3 Contextualização Custos Industriais Aula 3 Contextualização Profa. Me. Marinei Abreu Mattos Custos Industriais Uma vez compreendida a terminologia de custos e suas fases durante o processo produtivo, iremos delimitar os

Leia mais

IFRS para PMEs: Seção 25 - Custos de Empréstimos Seção 20 - Operações de Arrendamento Mercantil. Dezembro 2012. Elaborado por:

IFRS para PMEs: Seção 25 - Custos de Empréstimos Seção 20 - Operações de Arrendamento Mercantil. Dezembro 2012. Elaborado por: Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

No prazo de 11 (onze) meses, no caso de aquisições ocorridas em agosto de 2011;

No prazo de 11 (onze) meses, no caso de aquisições ocorridas em agosto de 2011; Créditos sobre ativo imobilizado novas regras: A MP 540 artigo 4, de 2 de agosto de 2011 introduz novas regras para a tomada de crédito sobre itens do ativo imobilizado, conforme destacamos a seguir: O

Leia mais

Contabilidade Geral e de Custos Correção da Prova Fiscal de Rendas do Estado do Rio de Janeiro Prof. Moraes Junior. CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS

Contabilidade Geral e de Custos Correção da Prova Fiscal de Rendas do Estado do Rio de Janeiro Prof. Moraes Junior. CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS CONTABILIDADE GERAL e DE CUSTOS 81 Assinale a alternativa que apresente a circunstância em que o Sistema de Custeio por Ordem de Produção é indicado. (A) O montante dos custos fixos é superior ao valor

Leia mais

Provisões Passivos Contingentes Ativos Contingentes Seção 21

Provisões Passivos Contingentes Ativos Contingentes Seção 21 Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

AUTOR(ES): CRISTIANE LEONCIO DE MELO, GISLAINE APARECIDA PAULINO ADRIANO, NATALIA ANGUINONI DA SILVA

AUTOR(ES): CRISTIANE LEONCIO DE MELO, GISLAINE APARECIDA PAULINO ADRIANO, NATALIA ANGUINONI DA SILVA TÍTULO: SISTEMA DE INVENTARIO NA AREA DE TRABALHO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE JAGUARIÚNA AUTOR(ES): CRISTIANE LEONCIO DE MELO,

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos MP627 Alterações Fiscais sobre o Ajuste a Valor Presente

Parecer Consultoria Tributária Segmentos MP627 Alterações Fiscais sobre o Ajuste a Valor Presente 11/03/2014 Título do documento Sumário Sumário... 2 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas Pelo Cliente... 4 3. Análise da Legislação... 5 a. Ajuste a Valor Presente no Contas a Receber... 5 b. Ajuste

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS DIRETORIA ACADÊMICA PROGRAMAS E BIBLIOGRAFIAS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS DIRETORIA ACADÊMICA PROGRAMAS E BIBLIOGRAFIAS DISCIPLINA GL203 NOME Contabilidade I Horas Semanais Teóricas Práticas Laboratório Orientação Distância Estudo em Casa Sala de Aula 04 00 00 00 00 00 04 Nº semanas Carga horária total Créditos Exame Frequência

Leia mais

EFD. Contribuições Atualização. Abril 2013. Elaborado por: Antônio Sérgio de Oliveira

EFD. Contribuições Atualização. Abril 2013. Elaborado por: Antônio Sérgio de Oliveira Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO

CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP. PROF. Ms. EDUARDO RAMOS. Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO CONTABILIDADE SOCIETÁRIA AVANÇADA Revisão Geral BR-GAAP PROF. Ms. EDUARDO RAMOS Mestre em Ciências Contábeis FAF/UERJ SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. PRINCÍPIOS CONTÁBEIS E ESTRUTURA CONCEITUAL 3. O CICLO CONTÁBIL

Leia mais

Palestra. ICMS - Substituição Tributária - Atividades Sujeitas ao Regime. Julho 2010. Apoio: Elaborado por:

Palestra. ICMS - Substituição Tributária - Atividades Sujeitas ao Regime. Julho 2010. Apoio: Elaborado por: Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Seminário. Contabilidade de Custos Conceitos Societários e Gerenciais. Setembro 2012. Elaborado por: Sidney Leone

Seminário. Contabilidade de Custos Conceitos Societários e Gerenciais. Setembro 2012. Elaborado por: Sidney Leone Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE CONTABILIDADE SOCIETÁRIA

CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE CONTABILIDADE SOCIETÁRIA 1 CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE CONTABILIDADE SOCIETÁRIA Prof. Carmem Haab Lutte Cavalcante 2012 2 CONTABILIDADE SOCIETARIA 2 3 1 CONTABILIDADE Conceito de contabilidade, campo de atuação, usuários, objetivos

Leia mais

Taxa de Aplicação de CIP (Custos Indiretos de Produção)

Taxa de Aplicação de CIP (Custos Indiretos de Produção) Projeto Curso Disciplina Tema Professor Pós-graduação MBA em Engenharia de Produção Custos Industriais Aplicação de Custos Diretos e Indiretos Luizete Fabris Introdução tema. Assista à videoaula do professor

Leia mais

BANCO DE QUESTÕES - CONTABILIDADE DE CUSTOS PARTE I (25 QUESTÕES) PESQUISA: EXAME DE SUFICIÊNCIA ENADE -

BANCO DE QUESTÕES - CONTABILIDADE DE CUSTOS PARTE I (25 QUESTÕES) PESQUISA: EXAME DE SUFICIÊNCIA ENADE - BANCO DE QUESTÕES - CONTABILIDADE DE CUSTOS PARTE I (25 QUESTÕES) PESQUISA: EXAME DE SUFICIÊNCIA ENADE - 1. Uma empresa produziu, no mesmo período, 100 unidades de um produto A, 200 unidades de um produto

Leia mais

http://www.itcnet.com.br/materias/printable.php

http://www.itcnet.com.br/materias/printable.php Página 1 de 5 1 de Setembro, 2011 Impresso por ANDERSON JACKSON TOASSI DEVOLUÇÃO DE MERCADORIAS COMPRADAS NAS OPERAÇÕES COMERCIAIS 1 - Introdução Nas relações comerciais as operações de devolução e retorno

Leia mais

Boletim. Contabilidade Geral. Manual de Procedimentos. Estoques - Características e composição. Temática Contábil e Balanços

Boletim. Contabilidade Geral. Manual de Procedimentos. Estoques - Características e composição. Temática Contábil e Balanços Boletim Manual de Procedimentos Contabilidade Geral Estoques - Características e composição SUMÁRIO 1. Introdução 2. O que deve constar dos estoques 3. Algumas definições 4. Critérios de avaliação 5. Métodos

Leia mais

Contabilidade Gerencial Ativo imobilizado

Contabilidade Gerencial Ativo imobilizado Contabilidade Gerencial Ativo imobilizado O Ativo Imobilizado é formado pelo conjunto de bens e direitos necessários à manutenção das atividades da empresa, caracterizados por apresentar-se na forma tangível

Leia mais

O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS

O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS Gestão Estratégica de Estoques/Materiais Prof. Msc. Marco Aurélio C. da Silva Data: 22/08/2011 O PAPEL DO ESTOQUE NAS EMPRESAS 2 1 GESTÃO DE ESTOQUE Demanda Adequação do Estoque Investimento Série de ações

Leia mais

SPED - EFD - Escrituração Fiscal Digital

SPED - EFD - Escrituração Fiscal Digital Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Curso Online Contabilidade Concurso do BDMG Teoria e Exercícios Prof. Jaildo Lima

Curso Online Contabilidade Concurso do BDMG Teoria e Exercícios Prof. Jaildo Lima AULA 10 Contabilidade de Custos Parte 2 1. Introdução Nessa aula, estudaremos os critérios de avaliação de estoque, identificando o reflexo que tais critérios tem na apuração dos resultados das empresas.

Leia mais

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com

Notas Explicativas. Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Home page: www.crc.org.br - E-mail: cursos@crcrj.org.br Notas Explicativas Armando Madureira Borely armando.borely@globo.com (Rio de Janeiro)

Leia mais

Palestra. ICMS/SP Substituição Tributária Regime Especial Distribuidor. Apoio: Elaborado por: Giuliano Kessamiguiemon Gioia

Palestra. ICMS/SP Substituição Tributária Regime Especial Distribuidor. Apoio: Elaborado por: Giuliano Kessamiguiemon Gioia Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Contabilidade Decifrada Resolução Provas CVM 2010 (ESAF)

Contabilidade Decifrada Resolução Provas CVM 2010 (ESAF) Conteúdo 1 Inspetor... 2 1.1 Questão n 1 Estrutura Conceitual Básica - Demonstrações Contábeis... 2 1.2 Questão n 2 Estrutura Conceitual Básica - Demonstrações Contábeis... 3 1.3 Questão n 3 Estrutura

Leia mais

1 Apresentação do Problema

1 Apresentação do Problema 1 Apresentação do Problema... 1 2 Proposta de Solução Regra Didática... 2 3 Adaptação da Solução Proposta à Critérios Internacionais de Elaboração de Demonstrações Contábeis.... 4 1 Apresentação do Problema

Leia mais

CONTABILIDADE DE CUSTOS/GERENCIAL PARA CONTÁBEIS/ADMINISTRAÇÃO REVISÃO: CUSTO DE MERCADORIAS E PRODUTOS VENDIDOS.

CONTABILIDADE DE CUSTOS/GERENCIAL PARA CONTÁBEIS/ADMINISTRAÇÃO REVISÃO: CUSTO DE MERCADORIAS E PRODUTOS VENDIDOS. CONTABILIDADE DE CUSTOS/GERENCIAL PARA CONTÁBEIS/ADMINISTRAÇÃO REVISÃO: CUSTO DE MERCADORIAS E PRODUTOS VENDIDOS. AVALIAÇÃO DE ESTOQUES Matérias-Primas e Mercadorias 1. CUSTO DE AQUISIÇÃO DE MERCADORIAS

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

Elaborado por: Gisleise Nogueira de Aguiar. O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a).

Elaborado por: Gisleise Nogueira de Aguiar. O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a). Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

NPC 7 ATIVO IMOBILIZADO. Objetivo

NPC 7 ATIVO IMOBILIZADO. Objetivo NPC 7 ATIVO IMOBILIZADO Objetivo 1 O objetivo deste Pronunciamento é determinar o tratamento contábil para o ativo imobilizado. As principais questões na contabilização do ativo imobilizado são: a) a época

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9

FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9 FORMAÇÃO DE PREÇO DE VENDA MÓDULO 9 Índice 1. Lucro presumido...3 2. Lucro real...4 2 Dentre os regimes tributários, os mais adotados são os seguintes: 1. LUCRO PRESUMIDO Regime de tributação colocado

Leia mais

CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE: UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA JBS S.A.

CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE: UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA JBS S.A. MARCIO REIS - R.A 1039892 MICHELE CRISTINE RODRIGUES DE OLIVEIRA R.A 1039074 RENATA COSTA DA SILVA SIMIÃO R.A 1039444 Ciências Contábeis CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE: UM ESTUDO DE CASO

Leia mais

CONSELHO REGIONAL CONTABILIDADE RIO GRANDE DO SUL PALESTRA

CONSELHO REGIONAL CONTABILIDADE RIO GRANDE DO SUL PALESTRA CONSELHO REGIONAL CONTABILIDADE RIO GRANDE DO SUL PALESTRA ATIVIDADE IMOBILIÁRIA Compra e Venda, Incorporação, Loteamento e Construção para Venda de Imóveis Aspectos Contábeis e Tributários Sergio Renato

Leia mais

RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO RESUMO DAS NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE APLICADAS AO SETOR PÚBLICO NBC T 16.1 - CONCEITUAÇÃO, OBJETO E CAMPO DE APLICAÇÃO A Contabilidade Pública aplica, no processo gerador de informações, os princípios

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Registro de Inventário, Saldos em Processo

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Registro de Inventário, Saldos em Processo Registro de Inventário, Saldos em Processo 23/12/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 4 3.1 Livro Registro de Inventário...

Leia mais

ASPECTOS GERAIS NA ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DAS EMPRESAS

ASPECTOS GERAIS NA ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DAS EMPRESAS ASPECTOS GERAIS NA ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DAS EMPRESAS Resolução CFC nº 1.418/2012 ITG 1000. CONVÊNIO CRCGO / SCESGO NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE MODELO CONTÁBIL PARA MICROEMPRESA

Leia mais

Estoques Seção 13. Outubro 2011. Elaborado por: Paulo César Raimundo Peppe O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a).

Estoques Seção 13. Outubro 2011. Elaborado por: Paulo César Raimundo Peppe O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a). Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Telefones: 11 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento); fax 11 3824-5487 E-mail: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos ICMS/PR Tratamento tributário na importação pelos portos de Paranaguá e Antonina e por aeroportos

Parecer Consultoria Tributária Segmentos ICMS/PR Tratamento tributário na importação pelos portos de Paranaguá e Antonina e por aeroportos ICMS/PR Tratamento tributário na importação pelos portos de Paranaguá e Antonina e por aeroportos paranaenses 21/11/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente...

Leia mais

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) na Lei das S.A. 3. Demonstração

Leia mais

Correção da Prova. Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46

Correção da Prova. Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46 Correção da Prova Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46 Questão 7 Uma sociedade empresária mantém no seu estoque de mercadorias para revenda três tipos de mercadorias: I, II e III. O valor total

Leia mais

Palestra. Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) e Demonstração do Valor Adicionado (DVA) - Novas Normas Contábeis. Março 2012.

Palestra. Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) e Demonstração do Valor Adicionado (DVA) - Novas Normas Contábeis. Março 2012. Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL ISAAC DE OLIVEIRA SEABRA TCE-PE

NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL ISAAC DE OLIVEIRA SEABRA TCE-PE NOVAS DIRETRIZES PARA A CONTABILIDADE MUNICIPAL ISAAC DE OLIVEIRA SEABRA TCE-PE CENÁRIO ANTERIOR Gestão Dívida Financeira Pública ORÇAMENTO PUBLICO Contabilidade Receita e Despesa Demonstrativos Contábeis:

Leia mais

A NOVA CONTABILIDADE NAS ME e EPP-ITG 1000. Claudinei Tonon Julho 2013. Você bem preparado para o futuro da profissão.

A NOVA CONTABILIDADE NAS ME e EPP-ITG 1000. Claudinei Tonon Julho 2013. Você bem preparado para o futuro da profissão. A NOVA CONTABILIDADE NAS ME e EPP-ITG 1000 Claudinei Tonon Julho 2013 Você bem preparado para o futuro da profissão. Categorias de empresas x normas contábeis: Empresas de grande porte: 47 CPCs(+ ou -3.200

Leia mais

ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL - REGRAS APLICÁVEIS PARA MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE

ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL - REGRAS APLICÁVEIS PARA MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL - REGRAS APLICÁVEIS PARA MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE Matéria Elaborada com Base na Legislação Vigente em: 26/12/2012. Sumário: 1 - INTRODUÇÃO 2 - ALCANCE DA ITG 1000 3

Leia mais

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações

Leia mais

SOFOLHA SOLUÇÕES CORPORATIVAS CONSULTORIA TRIBUTÁRIA. SFAutomatus X Controle de Estoque X SFContábil. Obrigação de Avaliar os Estoques

SOFOLHA SOLUÇÕES CORPORATIVAS CONSULTORIA TRIBUTÁRIA. SFAutomatus X Controle de Estoque X SFContábil. Obrigação de Avaliar os Estoques SFAutomatus X Controle de Estoque X SFContábil Legislação Aplicada Obrigação de Avaliar os Estoques Empresas Tributadas com Base no Lucro Real As pessoas jurídicas submetidas à tributação com base no lucro

Leia mais

Assunto: Registro de participações avaliadas pelo método da equivalência patrimonial e tratamento de dividendos a receber

Assunto: Registro de participações avaliadas pelo método da equivalência patrimonial e tratamento de dividendos a receber Nota Técnica nº 001/2013 Florianópolis, 24 de junho de 2013. Assunto: Registro de participações avaliadas pelo método da equivalência patrimonial e tratamento de dividendos a receber Senhor Diretor de

Leia mais

MBA EM GESTÃO FINANCEIRA E CONTÁBIL

MBA EM GESTÃO FINANCEIRA E CONTÁBIL MBA EM GESTÃO FINANCEIRA E CONTÁBIL Disciplina: Teoria Contábil do Lucro Prof. Paulo Arnaldo OLAK E-mail: olak@uel.br MODELO DE DECISÃO BASEADO EM RESULTADOS ECONÔMICOS (): receitas e custos valorados

Leia mais

Harmonização contábil internacional. Autor: Ader Fernando Alves de Pádua

Harmonização contábil internacional. Autor: Ader Fernando Alves de Pádua Harmonização contábil internacional Autor: Ader Fernando Alves de Pádua RESUMO O presente artigo tem por objetivo abordar o conceito e os aspectos formais e legais das Normas Brasileiras de Contabilidade

Leia mais

Professor Gabriel Rabelo Contabilidade 15 QUESTÕES SOBRE ESTOQUES PARTE DO E-BOOK CONTABILIDADE FACILITADA PARA A ÁREA FISCAL PROVAS COMENTADAS

Professor Gabriel Rabelo Contabilidade 15 QUESTÕES SOBRE ESTOQUES PARTE DO E-BOOK CONTABILIDADE FACILITADA PARA A ÁREA FISCAL PROVAS COMENTADAS Professor Gabriel Rabelo Contabilidade 15 QUESTÕES SOBRE ESTOQUES PARTE DO E-BOOK CONTABILIDADE FACILITADA PARA A ÁREA FISCAL PROVAS COMENTADAS 1 PROVA 1 ANALISTA DE MERCADO DE CAPITAIS CVM 2010 ESAF 1.

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «21. A respeito das funções da Contabilidade, tem-se a administrativa e a econômica. Qual das alternativas abaixo apresenta uma função econômica? a) Evitar erros

Leia mais

Análise de Custos 2014

Análise de Custos 2014 Análise de Custos 2014 Marcelo Stefaniak Aveline Análise de Custos 2014 APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA Apresentação da Disciplina EMENTA Esta disciplina trata da definição de custos, da análise de custos e

Leia mais

MPU Gestão de Materiais Parte 03 Janilson Santos

MPU Gestão de Materiais Parte 03 Janilson Santos MPU Gestão de Materiais Parte 03 Janilson Santos 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAL PROF.: JANILSON EXERCÍCIOS CESPE 1) (TJ-DF Técnico)

Leia mais

FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009

FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009 FACULDADE CIDADE VERDE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTABILIDADE E CONTROLADORIA TURMA 2009 RELATÓRIO DE PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO: UM ESTUDO DE CASO EM EMPRESA QUE ATUA NO RAMO DE SITUADA NO MUNICÍPIO DE

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - DVA

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - DVA DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - DVA Sumário 1. Considerações Iniciais 2. Estrutura da Demonstração do Valor Adicionado 2.1 - Grupo de Receita Bruta - Outras Receitas 2.2 - Grupo de Insumos Adquiridos

Leia mais

CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA II APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA II APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA II APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Prof. Emanoel Truta Conceito Demonstrações contábeis são uma representação estruturada da posição patrimonial e financeira e do desempenho

Leia mais

Contabilidade Financeira e Gerencial. Conceitos Básicos: bens, direitos e balanço patrimonial

Contabilidade Financeira e Gerencial. Conceitos Básicos: bens, direitos e balanço patrimonial Contabilidade Financeira e Gerencial Conceitos Básicos: bens, direitos e balanço patrimonial Demonstração de Resultados A DRE é a apresentação, em forma resumida, das operações realizadas pela empresa,

Leia mais

Administração de Materiais

Administração de Materiais Administração de Materiais vanessa2010.araujo@gmail.com EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO Subsistemas Adm. Materiais 1) (CESPE-SGA/AC 2008) A Administração de materiais busca coordenar os estoques e a movimentação

Leia mais

Devolução de mercadoria vendida - Contabilização - Roteiro de Procedimentos

Devolução de mercadoria vendida - Contabilização - Roteiro de Procedimentos Devolução de mercadoria vendida - Contabilização - Roteiro de Procedimentos Neste Roteiro trataremos sobre a contabilização das mercadorias recebidas em devolução. O texto encontra-se atualizado à Resolução

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS 1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Ciências Econômicas e Gerencias Curso de Ciências Contábeis Controladoria em Agronegócios ANÁLISE COMPARATIVA DO CUSTEIO POR ABSORÇÃO E DO

Leia mais

Vanessa Gonçalves de Magalhães vanessagmag@yahoo.com.br UFU. Meiriele Silva Oliveira meiriele_silva@yahoo.com.br UFU

Vanessa Gonçalves de Magalhães vanessagmag@yahoo.com.br UFU. Meiriele Silva Oliveira meiriele_silva@yahoo.com.br UFU Evidenciação dos Custos de Empréstimos sob os Parâmetros Estabelecidos pelo Pronunciamento Técnico Cpc 20: um Estudo das Empresas do Setor Energético Listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (bovespa)

Leia mais

DVA Demonstração do Valor Adicionado

DVA Demonstração do Valor Adicionado DVA Demonstração do Valor Adicionado A DVA foi inserida pela Lei nº 11.638/2007, (artigo 176, inciso V), no conjunto de demonstrações financeiras que as companhias abertas devem apresentar ao final de

Leia mais

13. Operações com mercadoria

13. Operações com mercadoria MATERIAL DE APOIO - ENVIADO PELO PROFESSOR 13. Operações com mercadoria Na comercialização de mercadoria (principal objeto de empresa comercial) existirão os tributos; entre eles o ICMS que será estudado

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

PÓS GRADUAÇÃO DIRETO EMPRESARIAL FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE E LIVROS EMPRESARIAS PROF. SIMONE TAFFAREL FERREIRA

PÓS GRADUAÇÃO DIRETO EMPRESARIAL FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE E LIVROS EMPRESARIAS PROF. SIMONE TAFFAREL FERREIRA PÓS GRADUAÇÃO DIRETO EMPRESARIAL FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE E LIVROS EMPRESARIAS PROF. SIMONE TAFFAREL FERREIRA DISTRIBUIÇÃO DA APRESENTAÇÃO - Aspectos Conceituais - Definições Teóricas e Acadêmicas

Leia mais

Administração Financeira: princípios,

Administração Financeira: princípios, Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Ana Paula Mussi Szabo Cherobim Antônio Barbosa Lemes Jr. Claudio Miessa Rigo Material de apoio para aulas Administração Financeira:

Leia mais

ORÇAMENTO DE PRODUÇÃO

ORÇAMENTO DE PRODUÇÃO ORÇAMENTO DE PRODUÇÃO Materiais e estoques ORÇAMENTO DE MATERIAIS E ESTOQUES É a segunda etapa do processo Orçamentário, é orçamentação dos gastos determinados pelos volume de produção pretendidos e os

Leia mais

QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE

QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE QUANTO CUSTA MANTER UM ESTOQUE! Qual o valor de um estoque?! Quanto de material vale a pena manter em estoque?! Como computar o valor da obsolescência no valor do estoque?! Qual o custo de um pedido?!

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Palestra no SINCOPEÇAS-RS 22 de maio de 2014 www.alfredo.com.br PREÇO DE VENDA E MARGEM DE LUCRO 2 GOVERNO CONCORRENTES FORNECEDOR EMPRESA CLIENTES PREÇO DE

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Julgue os itens que se seguem de acordo com a Lei n.º 6.404/1976, atualizada nos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e nos princípios fundamentais de contabilidade, adotados pelo

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Suprimentos. Controle de Estoque

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Suprimentos. Controle de Estoque Módulo Suprimentos Controle de Estoque Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Suprimentos Controle de Estoque. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Unidade II Orçamento Empresarial Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Referências Bibliográficas Fundamentos de Orçamento Empresarial Coleção resumos de contabilidade Vol. 24 Ed. 2008 Autores:

Leia mais

CAPÍTULO 2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS, IMPOSTOS, e FLUXO DE CAIXA. CONCEITOS PARA REVISÃO

CAPÍTULO 2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS, IMPOSTOS, e FLUXO DE CAIXA. CONCEITOS PARA REVISÃO Bertolo Administração Financeira & Análise de Investimentos 6 CAPÍTULO 2 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS, IMPOSTOS, e FLUXO DE CAIXA. CONCEITOS PARA REVISÃO No capítulo anterior determinamos que a meta mais

Leia mais

O Método de Custeio por Absorção e o Método de Custeio Variável

O Método de Custeio por Absorção e o Método de Custeio Variável O Método de Custeio por Absorção e o Método de Custeio Variável por Carlos Alexandre Sá Existem três métodos de apuração dos Custos das Vendas 1 : o método de custeio por absorção, o método de custeio

Leia mais

ESTOQUE: O CAPITAL INVESTIDO

ESTOQUE: O CAPITAL INVESTIDO ESTOQUE: O CAPITAL INVESTIDO GLEICE LUANA CARDOSO DE FARIAS Graduanda do Curso de Ciências Contábeis da UFPA Luana733@hotmail.com Héber Lavor Moreira Professor Orientador heber@peritocontador.com.br Trabalho

Leia mais

Agência Nacional de Transportes Terrestres ANTT Relatório de orientação técnica para o encerramento do exercício de 2012

Agência Nacional de Transportes Terrestres ANTT Relatório de orientação técnica para o encerramento do exercício de 2012 Agência Nacional de Transportes Terrestres ANTT Relatório de orientação técnica para o encerramento do exercício de 2012 Prefácio Com a convergência das normas brasileiras de contabilidade para as normas

Leia mais

A CONTABILIDADE NAS EMPRESAS PRODUTORAS DE PROJETOS CULTURAIS FACE AO NOVO PADRÃO CONTÁBIL

A CONTABILIDADE NAS EMPRESAS PRODUTORAS DE PROJETOS CULTURAIS FACE AO NOVO PADRÃO CONTÁBIL A CONTABILIDADE NAS EMPRESAS PRODUTORAS DE PROJETOS CULTURAIS FACE AO NOVO PADRÃO CONTÁBIL Já tivemos oportunidade de abordar a importância da contabilidade para as pequenas empresas produtoras de projetos

Leia mais

Imobilizado e Ativos Intangíveis

Imobilizado e Ativos Intangíveis Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Nas questões de 31 a 60, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a folha de respostas, único documento válido para a correção das

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Considerando as transformações sofridas pela contabilidade brasileira a partir do processo de sua harmonização com as normas ano grupo contábil 1 2 3 internacionais de contabilidade,

Leia mais