TECNOLOGIA PARA PLANEJAMENTO E OPERAÇÕES

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1 Unidade III TECNOLOGIA PARA PLANEJAMENTO E OPERAÇÕES LOGÍSTICAS Profa. Marinalva Barboza

2 Tecnologia de Processo A tecnologia de processo consiste em máquinas e equipamentos que auxiliam no processamento tanto de materiais como de informações e de consumidores no processo produtivo de forma a agregar valor (SLACK, 2002). Exemplos de tecnologia de processo: processamento de materiais, processo de informações e processamento de consumidores. Vejamos cada um deles a seguir:

3 Tecnologia de Processo As tecnologias no processamento de materiais são as que beneficiam o processo produtivo, que facilitam a transformação de matérias-primas como plástico, metais, tecidos, química e outros materiais em produtos acabados. Existem três classificações em que os robôs são aplicados, segundo Edquist Jacobsson (1988): robôs de manuseio: os robôs têm a função de executar o manuseio de uma peça ou mercadoria;

4 Tecnologia de Processo robôs de processo: o robô faz parte do processo produtivo em ligações de componentes e materiais na operação do trabalho; robôs de montagem: os robôs executam a montagem de componentes, peças e equipamentos para formação de um novo produto.

5 Flexible Manufacturing Systems (FMS) Na tecnologia de processo, há os sistemas flexíveis de manufatura, que são a junção das tecnologias em um único sistema, ou seja, tecnologias integradas em um sistema. Com essa tecnologia, é possível realizar um processo produtivo por completo. As flexibilidades de cada uma das tecnologias integradas no FMS combinam-se para compor uma tecnologia mais versátil. O FMS integra atividades que são relacionadas diretamente com a manufatura, ou seja, com o processo de transformação.

6 Flexible Manufacturing Systems (FMS) Benefícios do FMS segundo pesquisa de Bessant (1991) : redução do prazo de entrega (lead time) e do tempo de atravessamento (porta a porta da fábrica entre 60% e 70%); economia de estoque (especialmente de material em processo) e fluxo de materiais mais uniforme ao longo da fábrica, com menos formação de filas de materiais esperando usinagem; utilização aumentada (A melhora girou entre 200% e 400%) no nível de utilização de equipamentos.

7 Flexible Manufacturing Systems (FMS) redução dos tempos de preparação entre 50% e 90%; redução do número de máquinas; aumento da qualidade entre 20% e 90%.

8 Automatically Guided Vehicles (AGVs) Essa tecnologia do processo de materiais auxilia no manuseio da produção. Esses veículos são independentes (autônomos) e de tamanho pequeno e servem para mover materiais de uma operação para outra a fim de agregar valor.

9 Automatically Guided Vehicles (AGVs) Modelo de AGV Eles podem ser usados também para movimentação em operações logísticas como, por exemplo, a armazenagem ou ainda em escritórios, depósitos, bibliotecas etc.

10 Computer Integrated Manufacturing (CIM) Diferente do FSM, que integra o processo de transformação, o CIM integra outras atividades, como projetos, programação e controle das operações que por sua vez, podem integrar as tecnologias de manufatura conectadas em rede. O CIM é utilizado em ambientes de produção altamente automatizados. As principais funções dessa tecnologia são:

11 Computer Integrated Manufacturing (CIM) inspeção; movimentação de peças; montagens; rastreabilidade das etapas do processo; troca de ferramenta; sequenciamento. A seguir, a figura ilustra o conceito do CIM:

12 Computer Integrated Manufacturing (CIM) Integração de atividades com o CIM. PCP Manual Manutenção Pedidos Desenho produto Conj. de operação Desenvolvimento C.I.M. Embarque Estoques Fatura Trabalho simples Custo contábil

13 Computer Integrated Manufacturing (CIM)

14 Interatividade Em tecnologia de processo o robô que executa funções de transportes de peças ou produto acabado de um lugar para outro na fábrica ou depósitos. Estamos falando de: a) Robô de processo. b) Robô de manuseio. c) Robô de montagem. d) Robô de acabamento. e) Este robô não faz parte da tecnologia de processo.

15 Tecnologia da Informação A Tecnologia da Informação abrange pessoas e máquinas que coletam informações e as processam, transmitem e as disseminam para o cliente interno ou externo ou fornecedor, parceiro numa rede ou cadeia auxiliando nos processos e nas tomadas de decisão. Rezende e Abreu (2000) afirmam que a TI está fundamentada nos seguintes componentes: hardware e seus dispositivos e periféricos; software e seus recursos; sistemas de telecomunicações; gestão de dados e informações.

16 Tecnologia da Informação Conceito de TI: Sistemas de informação é uma série de elementos ou componentes inter-relacionados que coletam (entrada), manipulam e armazenam (processo), disseminam (saída) os dados e informações e fornecem um mecanismo de feedback. (STAIR, 1998, p. 11).

17 Tecnologia da Informação Qual a finalidade dos sistemas da informação? prevenir ou resolver problemas organizacionais; reagir a mudanças no ambiente; tornar os processos mais rápidos e eficientes; ajudar na implementação e gestão dos processos; ajudar no controle dos processos; aumentar a produtividade;

18 Tecnologia da Informação reduzir custos administrativos e operacionais; integração interdepartamental; controlar recursos materiais, patrimoniais; auxiliar na tomada de decisão; possibilitar customizações aos clientes.

19 MRP (Material Resource Planning) Criado pela American Bosch na década de 50 após a 2ª Guerra Mundial em substituição ao Plano de Solicitação Trimestral, mas foi aperfeiçoado nas décadas 60 e 70. Em decorrência da guerra, havia normalmente grandes volumes de pedidos pendentes, chegando a ultrapassar um ano de pedidos colocados, circunstâncias que geravam necessidade de um planejamento trimestral da produção.

20 MRP II (Manufacturing Resource Planning) Na década de 1980, surge o MRP II atualmente conhecido como ERP Enterprise Resource Planning, que contém o MRP e o MRP II como módulos. Para Kalakota e Robinson (2002), essa substituição do nome se dá ao fato do MRP restringir-se a funções relacionadas à fabricação e à distribuição, enquanto essa nova tecnologia oferecia soluções automatizadas a uma gama de processos e de negócios. Como resultado, o MRP II foi renomeado para ERP.

21 ERP Enterprise Resource Planning Seguindo essa linha evolutiva, os ERPs foram ganhando novos módulos no pacote de gestão, como finanças, compras, vendas, comercial, contábeis entre outras. Na década de 1990, estes sistemas ganharam ainda mais força com a evolução das redes de comunicação. Ainda, adventos como a disseminação da arquitetura cliente/servidor e os baixos preços de computadores contribuíram para o estabelecimento dos ERPs nos setores corporativos.

22 ERP Enterprise Resource Planning Conforme pesquisa IDC (2006) com 800 empresas de grande porte mostra as prioridades de investimento em TI. Prioridade de Investimento Outras 47% ERP 18% Segurança 16% ferramentas de BI 9% VOIP 10%

23 ERP Enterprise Resource Planning recebimento de materiais / Expedição; tipos de estoque (níveis) / ressuprimentos; custos de estoques; inventário; armazenamento; gestão de compras; planejamento da produção; rotas e distribuição; finanças; contabilidade; vendas e PDV; manutenção; RH.

24 Comercialização ERP As propostas de ERPs devem contemplar impreterivelmente: valor de licença; projeto de implantação; treinamento dos usuários; taxa de manutenção mensal; prazo de implantação.

25 Comercialização ERP Licença nomeada: É aquela em que a empresa compra para uma quantidade X de usuários, nomeando quem a usará. Licença concorrente: Controlada pela quantidade de acesso, ou seja, se a empresa compra 20 licenças, só poderão logar-se entrar com usuário e senha no sistema simultaneamente 20 usuários. Licença livre: Cobra-se pelo projeto, isto é, o valor é cobrado pela complexidade de implantação, módulos, segmento empresarial e número de usuários.

26 Comercialização ERP Implantação e treinamento: O projeto de implantação é cobrado em hora, baseado no número de módulos a serem implantados, número de usuários, complexidade dos processos, entre outros fatores. Manutenção: A manutenção é cobrada sempre, não há como a empresa manter o sistema sem esta mensalidade. O que diverge em sua forma de comercialização é o percentual cobrado sobre o valor das licenças e projetos, mensal ou anual sobre o valor.

27 Comercialização ERP Prazo de implantação: Os projetos podem durar 3 meses como também podem ultrapassar 18 meses, quando envolvem grandes projetos. Alguns sistemas possuem mais parâmetros prontos para serem definidos com alguns flegs (ticar) na função ou tarefa desejada de acordo com a necessidade de cada empresa. Premissas: É importante informar na proposta as premissas do projeto, ou seja, as condições necessárias para a execução do projeto. Veja exemplo a seguir.

28 Comercialização ERP Por exemplo: Definição de: Estrutura técnica de máquinas, servidores e softwares. Usuário-chave (key-users). Responsáveis pelo projeto de ambas as partes. Outros recursos necessários: Forma de apontamento das horas que serão cobradas, despesas com viagens e hospedagens, tecnologia necessária para instalação do sistema, entre outras condições básicas para sua implantação.

29 Interatividade O MRP, MRPII e ERP são, respectivamente: a) Planej. dos recursos de manufatura, Planej. dos recursos de materiais e Planej. dos Recursos Empresarias. b) Planej. dos Recursos Empresarias, Planej. dos recursos materiais e planej. dos recursos de manufatura. c) Planej. dos recursos de manufatura, Planej. dos Recursos Empresarias e planej. dos recursos de materiais d) Planej. dos recursos de materiais, Planej. dos recursos de manufatura e Planej. dos Recursos Empresarias. e) NDA.

30 Mercado de ERP Market share ERP no Brasil 2005 SSA Blobal 3% Senior Sistemas 3% Outros 5% Oracle 11% SAP 36% grupo Totvs 42%

31 Mercado de ERP Mercado de ERP no mundo em Nesta pesquisa a Totvs ocupou a 18ª posição.

32 Outros Indicadores Mercado brasileiro de software º no ranking mundial, tendo movimentado no ano anterior 5,98 bilhões de dólares/1,7% do PIB e 41,9% do mercado latino-americano º no ranking mundial, tendo movimentado, em 2009, 15,3 bilhões de dólares. O Brasil tem cerca de 8,5 mil empresas do setor/76,5% desenvolvem, comercializam e distribuem softwares. O mercado mundial de TI movimentou um total de 1,08 trilhão de dólares.

33 Indicadores

34 Ferramentas de BI (Business Intelligence) As ferramentas de BI (Business Intelligence) têm a finalidade de extrair dados que foram processados, por exemplo, no sistema de gestão empresarial (ERP) ou data warehouse (armazenamento de dados), na forma de relatórios com critérios de busca definidos por seu emissor. Os BIs realizam: monitoramento: fornecem informações visuais com indicadores chaves de desempenho (KPIs) que auxiliam a empresa a gerenciar o seu desempenho e auxiliam na prestação de contas.

35 Ferramentas de BI (Business Intelligence) analítica: auxiliam no monitoramento das informações e nas mudanças de planos sem comprometer os resultados esperados e ainda auxiliam a compartilhar as alterações em toda empresa; planejamento: essencial para o bom planejamento organizacional e nas tomadas de decisões estratégicas que têm como base o orçamento anual e o planejamento gerencial.

36 Ferramentas de BI (Business intelligence) Mercado de BI: O Brasil corresponde a 50% do mercado de BI da América Latina. 30% manufatura 17% financeiro 10% comércio 10% serviço

37 Mercado de BI As aquisições foram feitas em sua maioria por empresas de: manufatura (30%), mercado financeiro 17%, comércio e serviço 10% cada um. IDC divulgou em seu último relatório que a SAP é a líder no mercado global de ferramentas de Business Intelligence, com cota de 19,5%, o que corresponde à receita de US$ milhões.

38 TI aplicada a logística Parte I Veremos as tecnologias aplicada à logística em todas os elos da cadeia de suprimentos: Matéria- Processo Canais de prima produtivo distribuição Consumidor final

39 Código de barras 1970, foi fundado nos EUA o UGPECC (Uniform Grocery Product Code Council) para administrar o Universal Product Code (UPC), que veio a tornar-se UCC em 1984 código de barras com o propósito de padronizar a linguagem comercial a fim de minimizar os erros e melhorar os processos. No Brasil, foi criada a EAN Brasil (Associação Multissetorial sem fins lucrativos) em Em 2005, a EAN Brasil passa a ser a GS1 Brasil. A UCC trata da identificação de itens comerciais de uma forma padronizada, com estrutura numérica de 12 dígitos.

40 Código de barras Veja os principais benefícios dessa tecnologia nos canais de distribuição: gestão do estoque em tempo real; eficiência nos PDVs (Pontos de Venda); eliminação de erros de digitação; rapidez na entrada e saída de dados; ação rápida com mudanças no hábito do consumidor; redução de custos operacionais; maior eficiência operacional e logística.

41 Tecnologia para operações logísticas - código de barras Global Location Number (GLN número global de localização) Finalidade: identificar localizações físicas específicas como divisão, setor, portaria ou outro ponto de entrega. Exemplo: 789 Prefixo País /Brasil Prefixo da Empresa 6789 Código de localização 0 Dígito Verificador

42 Tecnologia para operações logísticas - código de barras Global Trade Item Number (GTIN número global de item comercial) São três estruturas para identificação dos itens comerciais e unidades logísticas. 1. Código de barras EAN/UCC-13 Uso geral com 13 dígitos para produtos e serviços, exceto nos EUA e Canadá, que utilizam UCC-12 e UCC-7. Prefixo EAN/UCC de empresa e referência de localização DV Pref. País Brasil pref. da empresa cód. produto Dígito verificador

43 Tecnologia para operações logísticas - código de barras Código de barras EAN/UCC-8 e UCC-7: Comercialização de produtos com tamanhos reduzidos, como cigarros, ampolas etc. Código de barras EAN/UCC-14: Utilizado em unidades logísticas tais como: contêineres, paletes, fardos, caixas etc.

44 Interatividade Na tecnologia de código de barras, a sua finalidade é facilitar a movimentação logística nos registros de entrada e saída de materiais nos armazéns. Estamos falando de qual modelo: a) EAN/UCC-14. b) EAN/UCC-8. c) UCC-7. d) EAN/UCC-13. e) Não há definição específica para este tipo de embalagem.

45 EDI Electronic Data Interchange (Troca Eletrônica de Dados) O EDI surge como uma solução para a integração desses elementos da cadeia de suprimentos. Conceito: EDI é uma rede de acesso direto aos clientes do provedor, permitindo a conexão entre os sistemas eletrônicos de informação entre empresas, independentemente dos sistemas e procedimentos utilizados no interior de cada uma dessas empresas. ( Pizysieznig Filho ) Vejamos a seguir as principais transações do EDI nas operações logísticas.

46 EDI Electronic Data Interchange (Troca Eletrônica de Dados) processo de cotação; transmissão de pedidos; programação de entrega; aviso de embarque; Kanban; posição de estoque; Drawback; conhecimento de transporte; autorização para faturamento. t

47 EDI Electronic Data Interchange (Troca Eletrônica de Dados) Veja um exemplo do gerenciamento do estoque executado pelo fornecedor:

48 EDI Na indústria maior eficiência no desenvolvimento de parcerias (cliente x fornecedores); maior produtividade; melhoria nos índices de vendas; redução de tarefas; redução de custos operacionais; melhor monitoramento dos estoques, com redução dos níveis; redução de rupturas na produção; maior precisão na entrega/distribuição; maior controle entre matriz x filial x depósitos redução de erros no processo de conferência (entrada e saída).

49 EDI no comércio agilidade no processo de ressuprimento; redução de tarefas; redução de custos operacionais; gerenciamento do estoque pelo fornecedor, gerando reposição automática de pedidos; redução de itens faltantes nas gôndolas; melhora da comunicação entre os demais elementos da cadeia (fornecedor, fabricante); vantagem estratégica sobre os concorrentes; redução de tempo no processo (desde a compra à entrega ao consumidor final);

50 ECR (Efficient Consumer Response) Resposta Eficiente ao Consumidor O que é o ECR? É uma tecnologia? É um sistema/software? É uma metodologia? É um kit de ferramentas prontas para serem implantadas? Surgiu nos EUA na década 1990, chegou ao Brasil em Sem fins lucrativos. Segundo a ECR Brasil, ECR, na verdade, é uma postura de negócio, uma filosofia a partir da qual as empresas associadas se dispõem a compartilhar dificuldades, problemas, informações e implantar melhorias no contexto operacional e estratégico, com a finalidade de responder melhor às necessidades do cliente.

51 ECR (Efficient Consumer Response) Resposta Eficiente ao Consumido Conforme a ECR Brasil, pilotos realizados entre a indústria e o varejo constataram as seguintes melhorias: redução de custos de 6% a 10% no volume total do negócio na cadeia de abastecimento devido à redução da ineficiência; iê i redução dos estoques de 25 dias para 15 dias; redução da falta de produto de 15% para 4%; redução do tempo de carregamento em 69% (entregas noturnas); aumento da produtividade palete/homem/hora em 80%; redução e prazos;

52 ECR (Efficient Consumer Response) Resposta Eficiente ao Consumido redução de espaço físico; redução de rupturas; redução de preço ao longo da cadeia; maiores benefícios aos fornecedores. Se considerarmos a associação com EDI, obteve-se os seguintes resultados:

53 ECR x EDI Para Ballou (2001) o uso do ECR com EDI gera os seguintes benefícios: ajuste dos estoques à demanda; redução de danos e roubos; redução das devoluções de produto redução de itens faltantes; facilidade na realização do inventário; maior acuracidade. Veja a Redução do tempo de reposição com ECR no varejo caindo de 62 para 15 dias. E o case do Pão de açúcar!

54 Data Warehousing (Armazém de Dados) e Data Mining (Mineração de Dados) Juntas, têm a finalidade de armazenar grandes informações e de extraí-las, nas operações de pagamento nos check-outs, coleta de informações de vendas e operações que facilitam a tomada de decisões rápidas e estratégicas. Essas decisões são do tipo: Mix de produtos que serão comercializados em cada região, estratégias de política de preço, abrangência de atuação geográfica, forma de distribuição, entre outras.

55 Data Warehousing (Armazém de Dados) e Data Mining (Mineração de Dados) Veja na figura a atuação do Data Warehouse e Data Mining no processo de vendas:

56 Data Warehousing (Armazém de Dados) e Data Mining (Mineração de Dados) Funções dos recursos de Data Mining no varejo: análise de dados gerados pelos PDVs; análise do efeito de promoção; análises dos níveis de estoque e forma de reposição de produto; análise de relação entre reduções de preço e giro de produtos; análise de rentabilidade dos produtos; seleção de produtos para segmentação do varejo;

57 Data Warehousing (Armazém de Dados) e Data Mining (Mineração de Dados) Auxilia nas atividades de marketing: envio de mala direta; segmentação de mercado; melhor gerenciamento dos níveis de estoque; gerenciamento da categoria de produtos; identificação do perfil do consumidor; resposta rápida da tendência de mercado/comportamento do consumidor; definições de estratégias rápidas e mais seguras.

58 Interatividade A tecnologia que permite a empresa ter os seus estoques gerenciados pelo fornecedor, ou seja, a reposição automática. Estamos falando de: a) ECR. b) EDI. c) Data Warehousing. d) Data Mining. e) Nenhuma das anteriores permite esta atividade.

59 ATÉ A PRÓXIMA!

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