PRÁTICAS DE ESCRITA COMO MÉTODO PRINCIPAL DE ENSINO- APRENDIZADEM E AVALIAÇÃO NO TERCEIRO GRAU : UMA EXPERIENCIA EM ANDAMENTO

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1 Título: PRÁTICAS DE ESCRITA COMO MÉTODO PRINCIPAL DE ENSINO- APRENDIZADEM E AVALIAÇÃO NO TERCEIRO GRAU : UMA EXPERIENCIA EM ANDAMENTO Área temática: Ensino Superior Autoras: ANA MARIA NETTO MACHADO, LENIRA SGORLA PAVAN e NARA MARIA PALOMBO Pesquisadora não vinculada a um Programa de Pós-Graduação; Professora e alunas do curso de Psicologia da UCS/RS Introdução O presente trabalho traz a público uma experiência pedagógica, em andamento no Curso de Psicologia da UCS, iniciada em março do corrente ano, contando, até agora, com três meses e meio de duração. Assumimos, neste semestre, a disciplina Psicologia Geral e Experimental II, do segundo semestre do curso, cujos conteúdos programáticos versam sobre a temática Pensamento e Linguagem. Foi dentro do quadro desta disciplina que procedemos a esta experiência pedagógica, centrada nas práticas de escrita. Duas alunas, de 36, aceitaram meu convite para elaborarmos e apresentarmos juntas este trabalho. Após o trabalho ter sido inscrito com três autores, mais três alunos se interessaram e dois chegaram a participar perifericamente (1). Das co-autoras, ambas estão em semestres mais avançados do que o nível da turma, sendo uma delas diplomada em Letras, exercendo o magistério na 5ª, 6ª e 7ª séries, nas quais trabalha também com produção de textos. Antes de relatar e analisar os procedimentos empregados, postular seus fundamentos e resultados, falemos sobre a parceria na construção do trabalho. Primeiramente, estabeleci o título e elaborei o resumo, enviando-o por Internet às co-autoras. Nos dias seguintes recebi longas respostas e estabeleceu-se uma interação, via mail, bastante intensiva e consistente, atingindo em poucos dias perto de 20 páginas. Nesta correspondência, que funcionou como uma carta em movimento, à seis mãos, foram feitos depoimentos, trazidas experiências pessoais, foram formuladas perguntas e feitos questionamentos e 1

2 fui tendo que justificar e explicar, às parceiras, os fundamentos da experiência que estavam vivendo na sala de aula, ao mesmo tempo que, naquele momento, na nossa interação, estavam refletindo e tentando entender de uma outra maneira, lançando mão de todos seus referenciais e recursos teóricopráticos obtidos nas suas respectivas trajetórias. Evidentemente, seus questionamentos, feitos desde um lugar que eu nunca ocupara, fizeram-me construir e elaborar explicações e justificativas que eu não fora ainda desafiada a responder. Em função do acúmulo de atividades não pudemos manter uma freqüência sistemática nessas trocas, mas o material produzido foi rico e, mesmo que não venha a aparecer explicitamente, determinou os rumos destas páginas. Quinze dias atrás, solicitei a toda a turma de alunos que escrevesse sobre o que tinha se passado, com eles, durante nossa experiência e, especialmente, que apontassem para os aspectos que poderiam ser aprimorados num próximo semestre. Este material foi examinado pelas coautoras e também pelos dois participantes mais distantes, que me enviaram suas considerações sobre os depoimentos do grupo. É a partir deste conjunto de documentos e de nossas teorizações que dissertaremos a seguir. A experiência : como foi proposta Já no primeiro dia de aula, declarei que não faria chamada nem prova mas os alunos teriam que escrever sempre e muito, pois a avaliação seria basicamente a partir dos escritos produzidos. Para cada leitura, deveriam trazer um pequeno manuscrito, deixando de lado as preocupações com erros gramaticais ou de qualquer ordem, em termos de língua portuguesa. Para ser mais convincente e assegurá-los de que, de fato, não consideraria este aspecto, insisti em que eu, não apenas não era professora de português, como nunca na minha vida tivera aulas de língua portuguesa apesar de, paradoxalmente, hoje ser uma especialista em escrita. A explicação é simples: fui alfabetizada em espanhol, e estudei até a adolescência em Montevideo. Ao partilhar com os alunos o que poderia ser uma debilidade na minha formação, introduzia também uma dimensão singular e pessoal na sala de aula: valorizar 2

3 as trajetórias pessoais, dando meu próprio exemplo, afirmando seu valor para aprendizagem, desde que acolhidas dentro da sala de aula. Evidentemente, anunciar aos alunos que eles deveriam escrever levou imediatamente a perguntar o que eu estava, exatamente, querendo deles. Por mais que respondesse e explicasse, não saberiam exatamente, sendo necessário dar início a experiência para que, aos poucos, fossem assimilando o que eu estava propondo e pudessem avaliar seu valor. Alguns movimentos de minha parte foram inicialmente firmes e, acredito, decisivos. Dispensá-los categoricamente da preocupação com os erros e com a formalidade da escrita, ponto sobre o qual insisti muitas vezes e sobre o qual chegamos a trabalhar um texto teórico (de autoria de Sara Paín); Através de meu exemplo, afirmei que a dimensão subjetiva, a história pessoal e as singularidades de cada um de nós eram bem vindas dentro da sala de aula e que, seria com nossos recursos que faríamos, desses encontros, crescimento para cada um de nós; A terceira intervenção foi afirmar que os escritos que eu esperava não eram resumos nem sínteses das idéias principais dos autores lidos. Pretendia que cada um escolhesse a idéia que mais lhe chamasse a atenção no texto lido, por lhe parecer interessante, nova, absurda ou por qualquer outro motivo e reagir a ela; deixar que as próprias idéias viessem à mente, diante dessa idéia lida, e se materializassem na folha. Como esta explicação por si só seria, inicialmente, difícil de ser captada, entreguei aos alunos um pequeno artigo de minha autoria, denominado Escrever pode doer mas sai barato. Neste texto, pratico o que pedia aos alunos. Isto é, o artigo foi escrito a partir de uma frase pinçada de um texto lido, idéia que me fez reagir, produziindo aquele texto. Nesse artigo, mostro como o construi. Uma vez lido em aula meu artigo, solicitei aos alunos que escrevessem um textinho, reagindo a alguma idéia que, nele, os tivesse provocado. A escrita foi acompanhada de música instrumental. Daí em diante, sempre que solicitei escritos em aula, houve música de fundo (com exceção de uma aluna, todos sentiram-se estimulados pela música). Um outro procedimento fundamental, nesta experiência, diz respeito à possibilidade de escolha dos textos a serem lidos. Por diversas vezes foram oferecidos um conjunto de textos, que puderam circular entre as mãos e olhos 3

4 dos alunos durante um certo tempo, para que escolhessem aquele que lhes despertasse interesse e curiosidade. Outra dimensão trabalhada foi a de publicar, no sentido de assumir publicamente, ler para os colegas seus escritos, em pequenos grupos. Outra modalidade deste publicar, mais para o final do semestre, propôs que cada um escolhesse um colega como seu leitor e entregasse a ele o conjunto de textos que produzira até aquele momento. O colega leitor deveria escrever uma carta de volta ao autor dos textos, e a interlocução, por escrito entre eles, foi encorajada. Esta correspondência poderia, caso assim eles quisessem, permanecer privativa entre os colegas. Mas caso quisessem partilhar comigo, eu aceitaria de bom grau. Por último, a tese de que se há um leitor que espera e quer ler os escritos dos alunos, eles escreverão, o que podemos formular assim: deseja ler-me e eu escreverei! Alguns procedimentos, razões e fundamentos das intervenções realizadas Nunca apresentei aos alunos um plano da disciplina (2) e os alunos nunca souberam exatamente o que faríamos na seqüência das aulas. Apenas as leituras, no máximo das próximas duas aulas, eram anunciadas. Esta atitude, que pode ser considerada contrária à maioria das recomendações de uma boa didática, obedeceu a duas determinações. Uma delas de caráter prático e deficitário de minha parte e, a segunda, baseou-se numa hipótese que aproveitei para testar e sobre a qual comentaremos os efeitos mais adiante. Soube que assumiria esta disciplina, apenas com uma semana de antecedência, o que tornou inviável construir um programa estruturado, de início. Fui então construindo a estrada à medida que caminhava, como na poesia de Antônio Machado, Caminante son tus huellas el caminho y nada más. Caminante no hay camino, se hace camino al andar. Por outro lado, pesquisando há muitos anos sobre o ato de escrever e sobre escrita, tendo produzido uma tese e uma dissertação e inúmeros artigos em torno destes temas e, nos últimos anos, tendo desenvolvido uma série de estratégias para superar o que chamo de pânico da folha em branco, não pude 4

5 sustar-me à tentação de aproveitar a oportunidade para aplicar os métodos que vinha empregando, com eficácia em pequenos grupos, numa situação mais ambiciosa como uma disciplina de um curso universitário de graduação. A situação constitui-se num desafio pois implicava em trabalhar com modalidades pouco usuais nos bancos universitários. Por outro lado, mantendo há muitos anos a atividade clínica em psicanálise, e interessada no que chamamos de Psicanálise em Extensão, isto é, atividades onde se vai a campo, saindo do conhecido setting terapêutico, venho tentando trazer algo de sua eficácia, aplicando certos princípios e posturas, sobretudo de ordem ética, à condução das práticas de escrita, tendo em mente o desenvolvimento da autoria. Não teremos condições de aprofundar estas questões complexas, que estamos desenvolvendo em outros trabalhos atuais e já publicamos em livro ou artigos que poderão ser consultadas pelo leitor interessado. Mas não podemos furtarmo-nos a trazer à tona algumas das teses que sustentam a consistência desta experiência. Como o leitor poderá verificar pelos depoimentos, os resultados são positivos e legitimam as teses propostas, mas explicar as molas da sua eficácia exigiria muito mais do que 15 páginas. Teceremos então algumas considerações, contando com a disposição do leitor mais curioso para complementar e aprofundar estas questões em outras referências. Já que estamos transitando entre duas áreas (Psicanálise e Educação), tentando criar e desenvolver certas pontes entre a prática psicanalítica e a prática pedagógica e realizamos uma experiência, na qual a primeira intervém na segunda, vale a pena fazer algumas confrontações entre ambas. A clínica psicanalítica funciona sobre bases muito diferentes das práticas pedagógicas. Uma dessas diferenças refere-se à posição do sujeito com relação ao saber. O psicanalista tem um saber teórico, técnico e experiêncial vindo de estudos e de sua própria análise, mas nada sabe de antemão sobre seu paciente, nem sobre o que ele trará em cada nova sessão. Não se trata de transmitir um saber, não se vai ensinar ao paciente como é a psique humana, nem ensinar-lhe como deve resolver seus conflitos. A psicanálise é um percurso, uma investigação. O analista e o paciente são cúmplices nessa caminhada. É uma espécie de pesquisa, onde se trata do paciente descobrir que as explicações e as respostas que ele vem buscar no analista estão nele, 5

6 só que ele não sabe disso. Seu saber está alienado. O paciente detém esse saber mas o ignora, e por isso o vai buscar fora de si, no analista. Falamos ai da existência do Inconsciente, que nos faz alienados de nós mesmos e de nossa sapiência. Na psicanálise, não é possível fazer um plano terapêutico, mas as intervenções do analista, vão depender dos passos que o paciente for dando, nas voltas da língua e nas posições subjetivas que sucessivamente ele irá assumindo. Já nas práticas pedagógicas, esta questão do saber que abordávamos é problemática. Tradicionalmente, o professor deteria o saber e o poder de transmiti-lo lhe é legitimamente outorgado. Seria esta sua função. Entretanto, há muito tempo, questiona-se esta concepção educativa, e muitos célebres pensadores têm consagrado suas vidas a mudar este paradigma, que conserva, como suposto, um aluno desprovido de saber que vai recebê-lo de seu mestre. Paulo Freire, com sua educação bancária insistiu até sua morte neste questionamento. Jean Piaget, os neo piagetianos e todo o movimento construtivista marcaram décadas de educadores com a tese de um sujeito que está no centro da aprendizagem e constrói sua aprendizagem. Hoje Vigotsky é muito seguido, numa valorização crescente da aprendizagem como conseqüência de múltiplas interações sociais, e a educação como processo e não como resultado. Mas, infelizmente, apesar da imensa difusão destes e outros importantes teóricos, e da consciência crescente da necessidade de romper com este paradigma tradicional, no qual o professor é o que sabe e os alunos são mais ou menos passivos receptores, as práticas pedagógicas em sala de aula pouco têm se modificado. As provas acumuladas no final dos semestres continuam aterrorizando os alunos, o desprazer, o medo, a punição e a burocracia, na forma de formalismos e inúmeras maneiras de controle, continuam morando em muitas salas de aula, etc. Há, sem dúvida uma série de experiências ricas e inovadoras mas que permanecem pontuais e restritas, tendo se mostrado muito difícil a superação do paradigma educacional tradicional. Após esta pequena digressão em torno de alguns problemas crônicos do campo educacional, voltamos a nossa experiência centrada nas práticas de escrita, para dizer que acreditamos estar desenvolvendo táticas e estratégias capazes de operar uma mudança paradigmática, tida como meta pela grande 6

7 maioria dos educadores. Cabe salientar também que há, com certeza, inúmeras vias para se chegar a bons resultados. Esta, que estamos pesquisando há vários anos e agora, pela primeira vez, submetemos à prova com uma turma de alunos de terceiro grau, é uma via promissora mas certamente não a única. Se reveste, entretanto, de importância especial por diversos motivos: 1) Porque as inibições da escrita podem ser consideradas um sintoma social em nossa cultura. Poucos são os que escrevem e que descobriram os fantásticos efeitos de escrever sobre quem o faz. E mesmo aqueles que são exigidos a escrever por cursarem, por exemplo, um mestrado ou doutorado, o fazem com dificuldade, resultados medianos e muito sofrimento. 2) O país é carente de pesquisa própria e de tecnologia independente e ainda investe pouco em ciência e tecnologia. Mas é preciso lembrar que toda pesquisa, seja na área que for, passa, antes, durante e depois, pela escrita. Por isso, instrumentalizar os alunos, professores e cidadãos, desde cedo, nesta tecnologia tão antiga mas onipresente em nossa cultura é fundamental. Ë importante salientar que facilmente nos entusiasmamos com as novidades e assistimos hoje, em educação, à valorização das chamadas novas tecnologias, com investimentos consideráveis por parte do governo nesta área, se comparados com os investimentos em outros setores do universo educacional. Mas é importante lembrar que estas ditas novas tecnologias só se sustentam, tanto em termos da construção de programas como na utilização dos mesmos, na escrita. E ainda que, escrever, desde os egípcios até os microcomputadores de última geração, continua se fazendo a mão. 3) A escrita marca os primórdios da história da humanidade e é na base dos rastros e as marcas deixados pelos movimentos da natureza e humanos que podemos vir a conhecer o que se passou no Universo de outrora. Cada vez mais vivemos num mundo simbólico onde a escrita impera lado a lado com as imagens. Aliás, a escrita partilha do mundo da imagem pois ela é visual e silenciosa e por isso, as previsões dos anos 80, sobre a superação da escrita pela imagem e o fim do livro, não se cumpriram. Baseados nestas considerações, acreditamos que as práticas de escrita, se cultivadas de uma certa maneira, que corresponde às intenções desta experiência e mostraremos logo a seguir, podem estar no centro das respostas 7

8 que a educação tem buscado e tão lentamente tem atingido. Passemos agora a conhecer extratos dos depoimentos dos 29 alunos que estiveram presentes no dia em que solicitei que produzissem uma espécie de avaliação do ocorrido com eles. Gostaria de frisar que, na análise, seleção e apreciação dos depoimentos, a participação dos co-autores foi essencial. Quanto aos fundamentos, evidentemente, tive uma participação maior mas não teria tecido os argumentos acima, sem os questionamentos e problematizações trazidos por eles. De modo que, mesmo a parte inicial é resultado das interações entre os co-autores e, também, embora de uma maneira menos intensiva e explícita, de todos os alunos da turma. Sobre o que falam os depoimentos? Apresentamos a seguir trechos dos depoimentos dos alunos. Após apresentar uma série deles, comentaremos alguns aspectos, rapidamente, pois consideramos que eles são ricos e suficientemente eloqüentes para merecerem ocupar o espaço principal. Por outro lado, eles insistem, de diferentes maneiras, sobre pontos próximos e ai está o interesse em apreciar tais testemunhos, pois é de maneira singular e íntima que a aprendizagem e as mudanças se dão em cada sujeito. E, infelizmente, nas avaliações usuais nada ficamos sabendo de como os processos acontecem em cada um. O leitor atento não terá dificuldade em relacionar os depoimentos à descrição da experiência e seus fundamentos expostos nos itens acima. Os testemunhos têm uma ou até duas páginas manuscritas cada um e poderiam render muito mais do que um artigo de 15 páginas. Em vista disto, nos limitaremos aos elementos mais significativos, que permitem validar, confirmar e questionar a eficácia e a validade de colocar as práticas de escrita como centrais no processo de aprendizagem....certamente foi uma experiência inovadora, diferente daquela que estava habituada, refiro-me, aqui, ao modelo de aula até então (que ainda continua). Isso porque são poucas as chances, as oportunidades que temos para relatar o que nós pensamos, a nossa visão sobre um dado assunto que nos chama a atenção, e também uma chance para 8

9 dialogarmos mais abertamente com o professor - através da escrita, ao invés de um diálogo oral - o que gostei muito....espero que você, a cada dia de aula nessa disciplina, possa aprimorá-la, inovar suas técnicas, suas idéias e criações para também, nos auxiliar a sermos mais livres! Livres no sentido de não termos vergonha de falar o que pensamos, o que sentimos, nossas dúvidas, opiniões, etc., para sermos mais abertos, mais extrovertidos! (E. S.)....experiência totalmente nova que possibilitou que os alunos escrevessem suas opiniões, suas idéias, de uma maneira que o medo de errar não prevalecesse sobre o ato de escrever...para mim, fez com que eu me desinibisse e com que eu escrevesse mais e mais, sem medo de errar. No início fiquei um pouco assustada com a didática já que durante minha vida escolar, esta é a primeira vez que participo desse tipo de trabalho (K A.). Com esta disciplina dada, de maneira tão diferente do convencional, pude aprender a escrever sem vergonha do que e de como eu estava escrevendo (M. B.). Os escritos me ajudaram a refletir a rigidez e a padronização que o sistema de ensino exige. Esse, para mim, foi um dos motivos pelo qual, à véspera do vestibular, não conseguia escrever mais nada e preocupava-me excessivamente com as normas e regras, criando assim, um impedimento, uma trava, que dificultava o fluir do escrito. Através dos escritos, consegui e procurei deixar o gosto do ato de escrever fluir. Hoje sinto-me mais solta, livre para escrever, expressar pela escrita o que sinto. Não me sinto mais travada, bloqueada como antes... Hoje dou uma importância diferente à escrita (M. P.). O escrever nunca foi incentivado, as regras sempre foram impostas. A presença sempre foi exigida e nem sempre o aprendizado foi adequado. Agora uma nova proposta foi apresentada. No início a proposta foi um tanto assustadora, mas no decorrer das palavras, das linhas, das 9

10 folhas escritas, comecei a perceber que não é tão difícil assim, e mais, que se conseguirmos relaxar, deixar fluir, o escrever é muito mais prazeroso do que se podia imaginar. Foi um trabalho diferente e muito útil para o meu autoconhecimento e que posso agradecer por ter perdido um pouco bem grande, do pânico da folha em branco (S. P.).... para mim foi uma experiência nova, que possibilitou pelo menos um pouco mais de descontração na hora da escrita. Sem aquele medo de escrever algo errado ou de forma inadequada. Ajudou a quebrar um pouco a barreira que existia na hora de colocar no papel o que estava pensando sem a questão da formalidade (S. C.)....nunca me dediquei à escrita, até por medo de escrever e expressar algo de maneira contraditória. Mas com o passar das aulas fui soltando-me e colocando minhas idéias no papel, sem medo de errar. E está aí um dos pontos positivos, como você mesma falou em aula. Ninguém erra ou escreve alguma coisa sem sentido. Tudo deve ser valorizado, e muito! (C. M.).... o que mais me chamou a atenção foi a maneira como você interagiu conosco. Já na primeira aula, a minha reação foi de choque, porque foi uma quebra de tabus que existem desde o meu ingresso em salas de aula... considero uma pena esse incentivo ter vindo depois de vinte e oito anos passados da minha vida... sinto que pude me libertar de uma série de preconceitos que estavam enraizados... Hoje, procuro deixar a caneta deslizar no papel sob o comando da minha criatividade, do meu Inconsciente e vou escrevendo. Outro ponto que considero de extrema importância é o fato da relação professor e aluno ser muito livre de certas regras que na maioria das vezes só atrapalha o rendimento e o aproveitamento do aluno e também do professor... você desamarrou a minha mão para que eu pudesse escrever (V. O.)....Foi válido e temeroso escrever da maneira que foi proposto pois nos obrigou a quebrar os parâmetros até então exigidos (T. M.). 10

11 ... eu ter apurado ainda mais a minha atenção... Quando leio um texto... sinto-me impelida a comentar com alguém ou mesmo a escrever no sentido de complementá-las, ampliá-las, criticá-las, reestruturá-las ou mesmo negá-las. Não aceito mais de forma tão passiva o que os escritos contém (L.P.)....seu incentivo à escrita, tenho que concordar, me fez escrever, expor o que eu pensava sem censura, sem normas; e mais, essa maneira de escrever me auxiliou a expor melhor minhas idéias em outras disciplinas, não só escritas, mas também faladas. De uma certa maneira fui encorajada pelos seus exemplos, perdi aquele medo da reprovação dos demais, sentimento que está dentro de nós e nos trava (V. C.).... A liberdade de escrita foi uma das coisas que mais me interessou e chamou atenção, pois é difícil nos depararmos com uma aula onde temos essa liberdade. Acho que isso nos deixa mais a vontade para expressar os sentimentos e escrever nossos próprios pensamentos (S. R.).... estes encontros de sexta-feira a tarde serviram para despertar em mim uma capacidade adormecida (S.G.).... Gostei muito de poder escrever sem o compromisso de não sair do assunto abordado. Essa forma nos faz mais criativos, não nos poda como se fossemos galhos de árvore em ruas onde não podem encostar na rede elétrica porque podem ocasionar prejuízos. Na realidade não estamos acostumados com essa forma... temos na cultura que professor é aquele que cobra o trabalho, que leva a fazer, que dá um puxão de orelha quando não se faz... Esse método faz com que os fantasmas que nos rodeiam desde crianças nos assustando com a imposição de uma palavra Redação, fiquem mais invisíveis. Sem medo, sem burocracia, faz nossas habilidades desabrocharem. Deveria ter técnicas assim desde os primeiros anos escolares. Incentivar as crianças a ler e a escrever de uma forma enriquecedora e inovadora. Olhá-las de uma forma que as anime e 11

12 não que as reprovem. Nós fazemos nossas crianças. E para mim digo: nunca é tarde para recomeçar (T. R.). Tu criaste laços, lançaste sementes, lembrei do meu sogro poeta, que escreveu Na árvore da existência muitos caem como folhas poucos como sementes. Tenha certeza que é fundamental ir contra a mão, ter a coragem de não se importando com agradar a todos fazer o que se acredita. Isto é abrir caminhos, é assim que te enxergo (M. B.). Como pudemos observar na coletânea acima apresentada, reconheceuse e apreciou-se o caráter inovador da experiência, confrontada com as experiências tradicionais, caracterizadas como padronizadoras, cheias de regras e formalidades impostas e bastante rígidas. Um dos alunos referiu-se às normas em torno da escrita como uma escrita de fraque e cartola (A.P.). Muitos admitiram um certo susto inicial diante do convite para tomar posições e expor suas próprias idéias e opiniões. Por outro lado, esse susto inicial foi cedendo e sofrendo uma metamorfose, que assumiu tonalidades interessantes no dizer dos alunos. Aquilo que funcionava como trava ou impedimento foi dando lugar à quebra de barreiras e parâmetros, no começo deixando alguns numa espécie de situação um pouco sofrida, de desordem. No início assustei-me, pois percebia (ou não percebia) tudo sem pé nem cabeça. Depois fui percebendo objetivos, métodos, e o caos foi se organizando. Isto não me trouxe um conhecimento pronto e estático, mas a borboleta sempre tinha surpresas (J. F.). Mas as práticas reincidentes foram, página após página escrita, dando lugar à desinibição, ao abandono do medo de errar, a uma liberdade maior na escrita, à mão mais solta, ao extravio da vergonha no meio do caminho trilhado com a caneta que, no dizer poético de uma aluna, passou a deslizar no papel sob o comando da sua criatividade e do seu Inconsciente. Dar-se conta, no transcurso da experiência, de que escrever não é tão difícil como se pensava, deixar fluir e começar a experimentar o prazer do ato, também foram elementos 12

13 ressaltados. A interação informal e livre com o professor, a possibilidade de dialogar por escrito também foi mencionada. Um outro item importante, mencionado acima, refere-se aos efeitos de auto-conhecimento e mudanças pessoais atribuídas, por diversos alunos, à experiência. Cabe mencionar a insistência de uma das co-autoras, Nara, nestes aspectos terapêuticos do escrever. Certamente, eles merecem ser investigados, o que certamente faremos proximamente. Obter estes efeitos não era nosso objetivo principal, embora estivéssemos cientes de que, uma verdadeira aprendizagem, que permita construir conhecimento a partir da história e da bagagem de cada aluno, implica na mobilização de afetos e inclusive conflitos internos, que vão sendo remanejados, com conseqüências que podem ser consideradas quase terapêuticas. O funcionamento psíquico como um todo acaba sendo mobilizado e, neste sentido, gostaríamos de lembrar uma frase muito forte do poeta William Blake, que diz de águas paradas, espera veneno! Poderíamos dizer que, ao por em movimento a mão, em favor do exercício do ato de escrever, colhem-se diversos efeitos enriquecedores. Efeitos de ordem externa, como os textos que vão se acumulando, que são novos corpos, materiais, que passam a reclamar por um autor e assim, por retroação, constitui-lo. Mas, para além destas conseqüências materiais, temos as conseqüências na própria subjetividade, e é sobre isso que os participantes falam também, coroando esta experiência com uma tonalidade profunda e tocante, que de fato não esperávamos encontrar de maneira tão explícita e reconhecida. Acredito que através dos escritos consegui voltar para dentro de mim e a me reconhecer melhor. A cada escrito uma surpresa. Ufa... consegui! Comecei a perceber que eu era capaz, me sentir mais segura e os medos foram indo embora...também comecei a aceitar os meus erros, e com eles aprendi, porque antes, não arriscava errar, preferia ficar na minha do que me expor, isso fazia com que eu escondesse meus sentimentos, porque tinha medo das críticas e dos julgamentos negativos. Com as tuas aulas vieram os questionamentos. Por que não? Eu sou capaz? Eu consigo? E aos poucos vieram as respostas... estou indo de encontro ao 13

14 meu interior, estou me re-descobrindo e isso é maravilhoso. Acredito que estou soltando a minha imaginação e criando um novo caminho (J. L.). No começo das aulas, te escrevi dizendo que eu preferia escrever a falar, e assim fui escrevendo, me soltando entre linhas. Inevitavelmente, essa facilidade de escrever, num toque de mágica, transformou-se em uma incontrolável vontade de falar! E cada vez mais falar, para todos, tudo aquilo que vem de dentro, que é sincero, verdadeiro. Me sinto outra pessoa, uma nova pessoa, mais aberta, mais segura, mais interessante... Antes, eu não falava nada, era indiferente a tudo, passava desapercebida. Agora, muito prazer, eu sou a A. P., a verdadeira. Sem vergonha, sem medo de nada (A.P.C.).... comecei a perceber que estava acontecendo algo comigo... os dias foram passando e comecei a perceber o quanto estava mudando, para melhor, é claro! Estou conseguindo escrever e isso é bárbaro! Eu falo muito, e talvez, por ter medo de me expor, não conseguia colocar no papel o que penso, o que sou... falando eu poderia me explicar e não deixar marcas. Lendo os meus escritos, comecei a me conhecer melhor (E.V.). É, como diz E., ler os próprios escritos permite se conhecer melhor. Só há aqui um detalhe muito simples mas que, em geral esquecemos: para ler os próprios escritos, é preciso escrevê-los! E raramente somos incentivados a faze-lo.... admito que evolui muito, pois antes jamais admitiria meus medos para um professor, pois eu achava que teria que escrever tudo dentro das regras, as quais sempre nos foram impostas desde o primeiro colegial... me incentivou a acreditar mais em mim, nas minhas capacidades. Cada escrito que fazia, percebia que a caneta parecia ter vontade própria, pois as idéias fluíam e eu passava imediatamente para o papel, sem me preocupar com erros de português, ou com a caligrafia, e foi assim que me dei conta o quanto aos poucos fui me soltando, me sentindo mais amiga da escrita. No começo esse trabalho me deixou receosa, como a maioria, porém, 14

15 com o decorrer do semestre já fui considerando o trabalho fundamental (Eva Loreni de Castilhos) (3)....as aulas das sextas feiras à tarde foram como uma terapia, pois fui crescendo como indivíduo, superando minhas barreiras da escrita, principalmente quando o assunto era escrever sobre o eu. Aprendi a valorizar mais o meu intrapessoal e interpessoal... Permitir-me-ei sim, fazer uma só crítica, deveria existir mais professores e pessoas assim nas universidades e na vida que passamos (T. A.). Escrever sem limites de linhas, parágrafos, tema direcionado. Escrever sem preocupação excessiva com erros ortográficos ou de pontuação. Escrever sabendo que alguém se ocupará tão simplesmente em ler, sem atribuir ao escritor uma nota, mas simplesmente tecerá um breve comentário, apreciando, questionando, pontuando enfoques interessantes ou dúbios, foi, para mim, uma experiência que me reportou ao passado, quando a preocupação era reproduzir assuntos já pensados, pouco criativos, porque não traziam a minha marca. Foi uma experiência muito significativa, porque, de certa forma, me fez perceber que, no meu Inconsciente há um saber impresso que pode ser expresso através de palavras concatenadas com arte. Mais do que um processo de aquisição do conhecimento, passar pela experiência, foi o mesmo que passar por um processo de constante interação com que ouço, vejo, concebo em meus pensamentos, leio, assisto, faço. Percebi que ao escrever, na verdade, além de expor conhecimentos aprendidos, assimilados, revelo-me como sou (L. T.). Estava acostumada a acúmulos de conhecimentos, somá-los como se colocam livros uns sobre os outros, como uma pilha de livros e está irritaçãozinha fez com que me abrisse a um novo tipo de conhecimento, como quando se coloca um livro lado a lado e pode se visualizar todos os títulos de uma vez... o conheciemnto, para mim, não aumentou na altura mas no diâmetro (J.R.). 15

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