PROJETO DE UM JOGO DE EMPRESAS PARA A GESTÃO INTEGRADA DA PRODUÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROJETO DE UM JOGO DE EMPRESAS PARA A GESTÃO INTEGRADA DA PRODUÇÃO"

Transcrição

1 PROJETO DE UM JOGO DE EMPRESAS PARA A GESTÃO INTEGRADA DA PRODUÇÃO GUSTAVO LOPES OLIVARES UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE UENF CAMPOS DOS GOYTACAZES RJ MAIO 2003

2 ii PROJETO DE UM JOGO DE EMPRESAS PARA A GESTÃO INTEGRADA DA PRODUÇÃO GUSTAVO LOPES OLIVARES Dissertação apresentada ao Centro de Ciência e Tecnologia da Universidade Estadual do Norte Fluminense, como parte das exigências para obtenção do título de Mestre em Ciências de Engenharia, na área de concentração de Engenharia de Produção. ORIENTADOR: PROF º. RENATO DE CAMPOS CAMPOS DOS GOYTACAZES RJ MAIO 2003

3 iii PROJETO DE UM JOGO DE EMPRESAS PARA A GESTÃO INTEGRADA DA PRODUÇÃO GUSTAVO LOPES OLIVARES Dissertação apresentada ao Centro de Ciência e Tecnologia da Universidade Estadual do Norte Fluminense, como parte das exigências para obtenção do título de Mestre em Ciências de Engenharia, na área de concentração de Engenharia de Produção. Aprovada em 26 de Maio de Comissão Examinadora: Prof. Romeu e Silva Neto, D.Sc. CEFET/CAMPOS Prof. Helder Gomes Costa, D.Sc. - UENF Prof. José Ramon Arica Chavez, D.Sc. - UENF Prof. Renato de Campos, D.Sc. UENF Orientador

4 iv DEDICATÓRIA Aos meus pais Agostinho e Cidnéa.

5 v AGRADECIMENTOS A Deus por ter permitido a conclusão deste trabalho. A meu Orientador, Prof. Renato de Campos, pela paciência e conhecimentos fundamentais na concretização deste trabalho. A todos os professores do Laboratório de Engenharia de Produção pela convivência e amizade. As instituições CAPES e UENF pelo apoio financeiro. Ao meu irmão Fábio Olivares pelo apoio incondicional e incentivo constantes. A todos aqueles que de alguma forma, contribuíram para a finalização deste trabalho.

6 vi Não podeis ensinar coisa alguma a um homem, podeis apenas ajudá-lo a encontrá-la dentro de si mesmo. Galileu Galilei

7 vii SUMÁRIO Resumo... Abstract... Lista de Figuras... Lista de Tabelas... Nomenclaturas... ix x xi xiii xiv Capítulo I Introdução Contexto Objetivos Motivação Estrutura do Trabalho Capítulo II Planejamento, Programação e Controle da Produção Introdução Planejamento Estratégico Planejamento Agregado Master Production Schedule ou Planejamento Mestre da Produção Planejamento de Capacidade de Longo e Médio Prazos Planejamento das Necessidades de Materiais Planejamento de Capacidade de Curto Prazo Programação e Controle da Produção Controle de Estoques Capítulo III Integração de Empresas Introdução Tomada de Decisões e Tecnologia da Informação (TI) Gestão Integrada de Empresa Sistemas ERP Algumas Considerações Modelagem de Empresas CIMOSA Estrutura Arquitetural de CIMOSA Estrutura de Modelagem de Empresa Visão de Modelagem CIMOSA Modelagem e Simulação de Processos de Decisão Capítulo IV Jogos de Empresas Introdução Características dos Jogos de Empresas Jogos de Empresas e o Ensino/Aprendizagem Tipos de Jogos de Decisão Etapas e Estruturação dos Jogos de Empresas Vantagens e Limitações dos Jogos de Empresas Algumas Considerações

8 viii Capítulo V Descrição do Jogo de Empresa e do Ambiente Simulado Projeto da Estrutura do Ambiente Simulado de Gestão da Produção Procedimentos do Jogo de Empresa e Descrição do Software de Suporte Cenário e Dados Iniciais Objetivos Estratégicos do Negócio Planejamento Estratégico (do Negócio e funcionais) Decisões do Planejamento Agregado Decisões do Planejamento-Mestre da Produção Planejamento de Recursos Programação e controle da Produção Utilização do Software na Disciplina de PCP Estrutura Proposta do Software do Jogo Capítulo VI Considerações Finais Referências Anexos... Anexo I Infra-estrutura de Integração CIMOSA... Anexo II Ciclo de Vida CIMOSA... Anexo III Exemplos de Modelos Particulares do Jogo... Anexo IV Exemplo de Elaboração de um Plano-Mestre... Anexo V Regras de Cálculo

9 ix Resumo de Dissertação apresentado ao CCT/UENF como parte das exigências para obtenção do Grau de Mestre em Ciências (M.Sc.) em Engenharia (Engenharia da Produção). PROJETO DE UM JOGO DE EMPRESAS PARA A GESTÃO INTEGRADA DA PRODUÇÃO GUSTAVO LOPES OLIVARES 26 de Maio de Orientador: Prof. Renato de Campos, D.Sc. Curso de Mestrado em Ciências de Engenharia (Engenharia de Produção) Na busca da melhoria do processo de ensino/aprendizagem na Engenharia de Produção, este trabalho propõe o desenvolvimento de um Jogo de empresas e o projeto conceitual de um Ambiente Simulado de Gestão da Produção. Este Jogo proporcionará uma ferramenta computacional que auxiliará o professor no desenvolvimento das capacidades e das habilidades que contribuirão para o exercício da função de gestão de empresa, especificamente na gestão da produção. O ambiente simulado é composto por: (i) Modelo de Referência (onde são configuradas as situações para a tomada de decisão); (ii) a Infra-estrutura de Integração (hardware e software utilizados para integração das funções da empresa); e (iii) um Sistema de Produção Simulado (que permite coletar e analisar informações que servirão para discussão de resultados e possíveis tomadas de decisões). Com a Modelagem de Empresa será descrito o conhecimento envolvido em processos típicos de Empresas, formando os Modelos de Referência. Diferente de outros jogos, o jogo proposto considera toda uma hierarquia de planejamento de forma integrada, assim como a utilização de ferramentas computacionais de suporte a decisão. Por meio dos Jogos de Empresa será dada uma dinâmica ao ambiente, através de dados de entrada e regras de comportamento ou ação, possibilitando aos alunos tomarem decisões típicas de gestão da produção, avaliar as conseqüências dessas decisões e aprender interagindo. Palavras Chaves: Jogos de Empresas, Gestão da Produção, Ensino de Engenharia de Produção, Sistemas de Apoio a Decisão.

10 x Thesis abstract presented to CCT/UENF as part of the requirements necessary for obtaining the master s degree (M.Sc.) in Engineering Sciences (Production Engineering area). ENTERPRISES GAME PROJECT FOR PRODUCTION INTEGRATED MANAGEMENT GUSTAVO LOPES OLIVARES May 26, Advisor: Prof. Renato de Campos, D.Sc. Course of Master s Degree in Science of Engineering (Production Engineering) Based on the improvement of teaching/learning process in engineering of production, this work has the aiming of proposing the development of a enterprise game and the project of a simulated environmental framework for production management. This game will allow the creation of computational tool that aids the educator in the development of the capacities and abilities that will contribute for enterprise management, specifically production management. The simulated environment is formed for: (i) Reference Model (where the scenarios are configured to make decisions), (ii) Integration infrastructure (use of hardware and software for enterprise function of integration), and (iii) Simulated production systems (that allow to collect and to analyze informations that will be used for discussion of decisions process and possibles results). With the enterprise modeling will be described the business knowledge involved in typical process of enterprise, obtaining reference model. This game consider a integrated planning hierarchical, and the use of computacional tools to support the make decisions. The use of enterprise games make the environmental more dynamic through entering data and behavior rules or actions, allowing the student to make typical decisions of production managing, evaluating the consequences of those decisions and learning in an interacting way. Key-Words: Enterprise Game, Production Management, Engineering of Production Teaching, Decision Support Systems.

11 xi LISTA DE FIGURAS Capítulo II Figura 2.1 A Função Produção... Figura 2.2 Funções centrais e de apoio... Figura 2.3 Hierarquia do Planejamento,Programação e Controle da Produção Figura 2.4 Visão Geral do Planejamento Estratégico... Figura 2.5 Aspectos que afetam a importância relativa dos Objetivos de Desempenho... Figura 2.6 Relação entre os Fatores de Competitividade e os Objetivos de Desempenho... Figura 2.7 Estágio do Ciclo de Vida do Produto... Figura 2.8 Decisões Interfuncionais do Planejamento Estratégico... Figura 2.9 Estratégia de Produção Constante... Figura 2.10 Estratégia de acompanhamento da Demanda... Figura 2.11 Estratégia Mista... Figura 2.12 Origem do Planejamento-Mestre da Produção... Figura 2.13 Hierarquia da Capacidade de Produção... Figura 2.14 O Sistema MRP... Figura 2.15 Abrangência do MRP e do MRP II... Figura 2.16 Sistema MRP II... Figura 2.17 Módulo de Atuação dos Sistemas APS... Capítulo III Figura 3.1 Estrutura Conceitual dos Sistemas ERP... Figura 3.2 Estrutura CIMOSA... Figura 3.3 Estrutura de Modelagem CIMOSA ou Cubo CIMOSA... Figura 3.4 Visão de Modelagem CIMOSA Capítulo IV Figura 4.1 Jogos de Tomada de Decisão Capítulo V Figura 5.1 Estrutura para o Ambiente Simulado de Gestão da Produção... Figura 5.2 Sistema de Produção Utilizando Componentes Eletropneumáticos... Figura 5.3 Possíveis Montagens com Placas e Cubos LEGO... Figura 5.4 Simulação de uma Linha de Montagem no Arena... Figura 5.5 Vistas de Modelos de Empresas... Figura 5.6 Processo de Tomada de Decisões do Jogo de Empresa... Figura 5.7 Tela Principal do Jogo de Empresas... Figura 5.8 Área de Apresentação dos Dados Iniciais... Figura 5.9 Roteiro de Fabricação da Família de Produtos Padrão... Figura 5.10 Roteiro de Fabricação da Família de Produtos Diferenciados... Figura 5.11 Dados sobre as Famílias de Produtos (Demanda e Estrutura)... Figura 5.12 Selecionando a Estratégia Competitiva Custo... Figura 5.13 Selecionando a Estratégia Competitiva Diferenciação... Figura 5.14 Selecionando um Objetivo de Desempenho... Figura 5.15 Desagregação da Demanda Prevista de Produtos Diferenciados

12 xii Figura 5.16 Informações para análise de Mercado por Nicho... Figura 5.17 Inserindo o valor do Marketshare... Figura 5.18 Demanda Prevista para a Empresa em Função do Fator de Desagregação e do Market Share para o Objetivo de Desempenho Qualidade... Figura 5.19 Demanda Prevista para a Empresa em Função do Marketshare Para o Objetivo de Desempenho Custo... Figura 5.20 Selecionando a família de produtos da empresa... Figura 5.21 Inserindo valores financeiros... Figura 5.22 Inserindo valores de marketing... Figura 5.23 Inserindo valores de produção... Figura 5.24 Dados Iniciais do Planejamento Agregado... Figura 5.25 Resultados das decisões tomadas no Planejamento Agregado... Figura 5.26 Tela de elaboração do Plano-Mestre de Produção... Figura 5.27 Execução de um Plano-Mestre de Produção... Figura 5.28 Tela do Módulo MRP do AP6... Figura 5.29 Gráfico de Programação do Preactor... Figura 5.30 Área de Resultado Final... Figura 5.31 Performance Métrica da Produção do Preactor... Figura 5.32 Estrutura Proposta do Jogo de Empresa... Figura 5.33 Tela do PA com link Conceitos de Produção e Modelos de Processos Anexos Figura A.1 Infra-estrutura de Integração CIMOSA... Figura A.2 Relações entre o Ciclo de Vida CIMOSA e modelos... Figura A.3 Principais etapas do Processo de Modelagem CIMOSA... Figura A.4 Principais Domínios e relacionamentos de Domínios identificados. Figura A.5 Coordenação de Processos... Figura A.6 Determinação dos Investimentos em Produção (PD1)... Figura A.7 Atividades com respectivas entradas e saídas (Vistas de Objetos) dos Processos PD1 Determinação dos Investimentos em Produção

13 xiii LISTA DE TABELAS Capítulo II Tabela 2.1 Informações Necessárias para o Plano de Produção Agregado Capítulo V Tabela 5.1 Lista de Materiais e origem de componentes da Família de Produtos Padrão (P1)... Tabela 5.2 Lista de Materiais e origem de componentes da Família de Produtos Diferenciados (P2)... Tabela 5.3 Descrição dos Planos de Processos dos Componentes dos produtos (P11 e P21)... Tabela 5.4 Aplicação dos fatores de desagregação à Demanda Total da família dos produtos Diferenciados... Tabela 5.5 Relação entre o valor da MOB indireta e o custo... Tabela 5.6 Relação entre qualificação da MOB direta com o índice de refugo e o custo... Tabela 5.7 Relação entre o valor da MP com o custo e o índice de refugo... Tabela 5.8 Relação entre o valor da política de compras, desconto e estoque Inicial... Tabela 5.9 Alternativa 1 (Capacidade Produtiva Constante)... Tabela Alternativa 2 (Capacidade Produtiva Variável)... Tabela 5.11 Lote de Fabricação dos Produtos Finais (Padronizados e Diferenciados)... Tabela 5.12 Dados do exemplo para cálculo do MRP Anexos TABELA A.1 Variáveis para cálculo do preço de venda... TABELA A.2 Variáveis para cálculo do faturamento previsto... TABELA A.3 Variáveis para cálculo do custo de mercadoria vendida previsto. TABELA A.4 Variáveis para cálculo do lucro orçado... TABELA A.5 Variáveis para cálculo do Custo real de fabricação... TABELA A.6 Variáveis para cálculo do Retorno sobre o capital

14 xiv NOMENCLATURA APS Advanced Planning Systems BOM Bill of Material CAD Computer Aided Design CAM Computer Aided Manufacturing CIM - Computer Integrated Manufacturing CIMOSA CIM Open System Architecture CRP Capacity Reuqirements Planning ERP -Enterprise Resource Planning JE Jogos de Empresas JIT Just in Time MDI Modelo de Descrição da Implementação MDR Modelo de Definição de Requisitos MEP Modelo de Especificação de Projeto MES Manufacturing Execution Systems MPS Master Production Schedule MRP - Material Requirements Planning MRP II - Manufacturing Resource Planning MTO Make to Order MTS Make to Stock P&D Pesquisa e Desenvolvimento PA Planejamento Agregado PCP Planejamento e Controle da Produção PMP Plano-Mestre de Produção PPCP - Planejamento, Programação e Controle da Produção RCCP Rough Cut Capacity Planning RRP Resource Requirements Planning RTO Resource to Order S&OP Sales and Operations Planning SFC Shop Floor Control SIG - Sistemas Integrados de Gestão TI Tecnologia da Informação

15 CAPÍTULO I INTRODUÇÃO CONTEXTO A educação é um dos principais motores do desenvolvimento de uma nação. Esta atividade não é apenas uma obrigação do Estado, mas deve ser compartilhada por toda a Sociedade: a Família, a Empresa e a Escola. Em termos da educação formal, aquela proporcionada pela Escola, há uma necessidade de permanente atualização sobre as novidades tecnológicas exploradas e na interpretação de seu conteúdo. Cabe à Escola, por delegação da comunidade, o papel de transmitir estes novos conhecimentos, bem como de aprimorá-los, para melhor servir aos objetivos desta mesma Sociedade. Na perseguição desta missão, a Escola deve procurar meios de geração de condições favoráveis ao processo de ensino/aprendizagem. Inseridos nesta situação encontram-se todos os esforços desenvolvidos na criação de um ambiente propício à motivação do corpo discente. Nesse contexto, impulsionadas por avanços recentes, as tecnologias da informação e da comunicação estão sendo cada vez mais empregadas na educação. A utilização dessas tecnologias possibilita a criação de um caminho alternativo que liga o aprendiz ao conhecimento, favorecendo o desenvolvimento de novos métodos e práticas no processo de ensino/aprendizagem. Essas tecnologias estão mudando o ensino e a pesquisa (Langlois, 1998). Para enfrentar novas situações os indivíduos necessitam fundamentalmente de um aporte de conhecimento. O conhecimento pode ser visto como o processo pelo qual elabora-se a informação a partir do meio ambiente, atuando sobre ele, com isto adquiri-se experiência, passando a reiniciar o ciclo (Castro, 1996). O conhecimento experimentado na dinâmica dos dias atuais é tão expressivo que, provavelmente, nem o professor e nem o aluno são capazes de adquiri-lo ou

16 2 gerenciá-lo nos moldes tradicionais da educação. No ensino superior, um dos problemas a ser resolvido reside na atitude passiva com que, geralmente, os alunos recebem o conhecimento de seus professores. Na sala de aula, a interface professor-aluno é mantida por um planejamento de ensino que privilegia a simples transmissão unilateral de conhecimentos (Wilhelm, 1997). Alguns recursos tecnológicos, onde se destaca o computador que certamente é um dos grandes pilares da tecnologia, deve ser utilizado não para dar continuidade ao ensino tradicional, mas para melhorá-lo, a ponto de valorizar o conhecimento e ajudar o aluno a aprender. Isto se traduz em estimular a capacidade de tomar decisões, aplicando os conceitos, as teorias, as técnicas e os métodos transmitidos em sala de aula. Além disso, o mais importante, discutindo e analisando resultados. O computador possibilita a geração de outras tecnologias, como o desenvolvimento de sistemas computacionais de apoio ao ensino - chamados softwares educacionais ou didáticos (tutoriais, sistemas multimídia, sistemas hipermídia, sistemas tutores inteligentes, entre outros), que vêm conquistando um largo espaço entre as instituições educacionais, desde o ensino fundamental até o superior (Rocha e Campos, 1993). Esses sistemas podem ser utilizados de diferentes formas, sendo relevante à contribuição ao processo de ensino/aprendizagem, seja auxiliando o professor, seja auxiliando o aluno. Considerando a facilidade, cada vez maior, em se produzir esses softwares com qualidade sem a necessidade de grandes investimentos financeiros ou de grandes espaços físicos, Akamstsu et al. (1997) defendem que algumas universidades deveriam investir na criação de pequenos laboratórios para o desenvolvimento de softwares educativos. Assim, o computador e seus recursos, favorecidos pelos grandiosos avanços da tecnologia, principalmente da informação e comunicação, estão permitindo que suas virtudes sejam canalizadas em direção à melhoria do processo de ensino/aprendizagem (do ensino fundamental até o ensino superior).

17 3 Na área de Gestão da Produção o emprego de tecnologias e novas ferramentas para o ensino e pesquisa também é fundamental. Nessa nova necessidade imposta pelo progresso tecnológico, é que se situam os jogos de empresas, voltados à educação e ao treinamento de habilidades empresariais para gestão estratégica de um negócio. Os jogos de empresas tentam criar um modelo (virtual) em escala reduzida onde os jogadores podem ver como as decisões tomadas em um mercado afetam as empresas que o compõe OBJETIVOS Este trabalho pretende desenvolver um Jogo de Empresas para a gestão integrada da produção, utilizando sistemas avançados de apoio à tomada de decisão, baseado em uma hierarquia clássica de Planejamento, Programação e Controle da Produção (PPCP). Outro objetivo, secundário, é a proposta do projeto conceitual de um Ambiente Simulado de Gestão da Produção que pode ser utilizado como laboratório para experimentação e também para a realização do jogo de empresa MOTIVAÇÃO Os recentes e grandes avanços proporcionados pela Tecnologia da Informação (TI), trouxeram inúmeras possibilidades para as empresas melhorarem seus processos. As vantagens para o gerenciamento da produção também foram significativas. A TI realiza um importante papel através da automação e integração de processos operacionais e gerenciais, atuando desde o chão-de-fábrica até a gerência, responsável pela direção da empresa. Isto pôde ser verificado através do surgimento dos sistemas MRP II (Manufacturing Resource Planning) integrando as principais funções relacionadas com o Planejamento, Programação e Controle da Produção (PPCP), como os setores de vendas e controle de estoque, através de um sistema de informações único. Também, os sistemas CIM (Computer Integrated Manufacturing) procuraram

18 4 automatizar atividades ligadas a manufatura, como as atividades de projeto do produto e de planejamento de processos (sistemas CAE, CAD, CAM e CAPP). Esses sistemas não atenderam às reais necessidades de integração de toda empresa. Como resposta a estas necessidades surgiu o ERP (Enterprise Resource Planning), ou os Sistemas Integrados de Gestão (SIGs). Este advento possibilitou às organizações integrarem todas as suas áreas atingindo a gestão global da empresa. Ainda assim, apesar do grande salto em termos de integração proporcionado por esses sistemas, algumas questões ainda devem ser tratadas. Essa integração se deu principalmente no nível da TI, o que não garante que os processos de negócios da empresa estejam sendo realizados da melhor maneira e que todos os problemas estejam solucionados. É de fundamental importância que a empresa domine a base de conhecimento necessário para melhorar o processo de tomada de decisão, tornando-se mais competitiva. Logo, fica cada vez mais evidente a importância do conhecimento na economia e a comparação do valor patrimonial com o valor de mercado das empresas. Este último tende a ser muito maior que o primeiro, devido ao valor dos ativos intangíveis (patentes, marcas, etc.). Portanto, fica evidenciada a importância de identificar e descrever o conhecimento embutido nos processos de negócios para utilizá-lo no processo de ensino e aprendizagem. A inovação tecnológica, entendida como a transformação de conhecimentos em produtos, processos e serviços que possam ser colocados no mercado, torna-se cada vez mais importante para o desenvolvimento sócio-econômico de um país, e para o estabelecimento de níveis adequados de competitividade. Um Jogo de Empresa, como proposto por este trabalho, deve ser um mecanismo que viabilizará o treinamento e a transformação de conhecimentos em decisões que envolvam produtos, processos e serviços. O Jogo de Empresas permite experimentar conhecimentos e recursos relacionados com a Tecnologia da Informação e Gestão de Empresas, com foco na gestão da

19 5 produção. Neste jogo será possível estudar ou propor mudanças de tecnologia e modelos de gestão atuais, e desenvolver novas propostas, tendo como resultado a melhor capacitação de alunos, contribuindo para a melhoria do processo de ensino/aprendizagem na área de gestão da produção. Alguns jogos de empresas são propostos na área de Engenharia de Produção e Administração (Schafranski, 1998; Haberkorn, 1999), porém não abordam toda uma hierarquia de planejamento e não usam sistemas de apoio à decisão adequados. Diferentemente desses casos, no projeto apresentado por este trabalho contemplase toda uma hierarquia de PPCP, incluindo as estratégias de negócios de uma organização. Além de permitir a integração com ferramentas avançadas para apoiar às decisões tomadas no jogo. 1.4 ESTRUTURA DO TRABALHO O trabalho é dividido em seis capítulos, apresentados na seqüência. Este capítulo introdutório apresenta o contexto onde o trabalho está inserido, a sua motivação, os objetivos a serem atingidos, e, por último, uma descrição da organização dos capítulos desta dissertação. O Capítulo II aborda as funções típicas exercidas pelo Planejamento, Programação e Controle da Produção de uma empresa. Inicialmente é feita uma contextualização da função produção e na seqüência, descrição das funcionalidades do(a): planejamento estratégico; planejamento agregado; planejamento de capacidade e necessidades de produção; planejamento mestre da produção; programação e controle da produção, e controle de estoques. O Capítulo III trata da integração de empresas, descrevendo a importância da Tecnologia da Informação, dos Sistemas Computacionais para Gestão de Empresas, uma contextualização sobre modelagem e integração de empresas e uma apresentação da linguagem CIMOSA.

20 6 No capítulo IV será apresentada a questão de aprender por meio de jogos, com uma explanação sobre jogos de empresas, envolvendo conceitos, características, classificação, vantagens, limitações e os passos na elaboração de um jogo de empresas. Finalizando o capítulo, é apresentada a utilização de jogos de empresas no processo ensino/aprendizagem. O capítulo V descreve o projeto do Ambiente Simulado de Gestão da Produção, os procedimentos do Jogo de Empresas (software de suporte) e sua descrição, e por último a utilização do jogo na disciplina de PCP. O capítulo VI apresenta as considerações finais do trabalho e sugestões de continuidade do mesmo. Em anexo são descritos os modelos de processos utilizados no jogo, é apresentado uma exemplo de elaboração de um Plano-Mestre de Produção e as Regras de Cálculo.

21 CAPÍTULO II PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DA PRODUÇÃO Este capítulo tem como objetivo descrever as funções típicas exercidas pelo Planejamento, Programação e Controle da Produção de uma empresa. Inicialmente é feita uma introdução com conceitos básicos da função produção e na seqüência, descrição das funcionalidades do(a): planejamento estratégico; planejamento agregado; planejamento de capacidade e necessidades de produção; planejamento mestre da produção; programação e controle da produção e administração de estoques INTRODUÇÃO A função Produção ou somente Produção, trata da maneira pela qual as organizações produzem bens e prestam serviços. A criação de bens e/ou serviços é a principal razão da existência de qualquer empresa, seja ela grande ou pequena, de manufatura ou serviço, pública ou particular, que visa lucro ou não (Slack et al., 2002). A Produção conta com um conjunto de informações para dar suporte à tomada de decisões, táticas e operacionais, referentes às seguintes questões logísticas básicas (Corrêa et al., 2001): o que produzir e comprar? quanto produzir e comprar? quando produzir e comprar? com que recursos produzir? Qualquer organização possui uma função produção porque produz algum tipo de bem e/ou serviço, portanto, não compreende apenas as operações de fabricação e montagem, mas também as atividades de armazenamento, movimentação,

22 8 entretenimento, aluguel, etc., quando estão voltadas para a área de serviços (Tubino, 1997). Podemos ilustrar a função produção através do modelo de transformação apresentado na Figura 2.1, que utiliza recursos para mudar o estado ou a condição de algo para produzir outputs. Recursos transformados Fornecedores Materiais Informações Consumidores Recursos de transformação INPUT AMBIENTE PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO OUTPUT Consumidores Bens e Serviços Instalações Pessoal Equipamentos FIGURA 2.1 A função Produção (Adaptado de Slack et al., 2002). A produção é central para a organização porque produz os bens e serviços que justificam a sua existência, mas não é a única nem, necessariamente, a mais importante (Figura 2.2). Geralmente, as organizações têm outras funções centrais como: Função Marketing (que inclui o setor de Vendas): é responsável por comunicar os produtos e/ou serviços de uma empresa para seu mercado de modo a gerar pedidos por consumidores e assim vender esses produtos/serviços; Função Desenvolvimento de Produto/Serviço: tem como objetivo principal criar novos produtos e/ou serviços de uma empresa ou modificá-los, de modo a gerar solicitações futuras de consumidores;

23 9 Também destacamos algumas funções de apoio, que suprem ou apóiam a função produção: Função de Recursos Humanos: é responsável pela seleção, recrutamento e treinamento de funcionários da empresa, provendo seu bem-estar; Função Contábil-financeira: fornece informações para ajudar processos decisórios econômicos e administra os recursos financeiros da organização. Função Financeira Função Engenharia/ Suporte Função Desenvolvimento Produto/Serviço Função Compras Função R. H. Função Produção Função Marketing Outras Funções Função Informação Funções Centrais Funções de Apoio FIGURA 2.2 Funções centrais e de apoio (Adaptado de Slack et al., 2002). Em um sistema produtivo, ao serem definidas suas metas e estratégias, faz-se necessário formular planos para atingi-las, administrar os recursos humanos sobre os físicos e acompanhar esta ação, permitindo a correção de prováveis desvios. No conjunto de atribuições da função Produção, essas atividades são desenvolvidas pelo PPCP. Para atingir seus objetivos, o PPCP administra informações vindas de diversas áreas da organização. Da Engenharia do Produto são necessárias informações contidas nas listas de materiais e desenhos técnicos, da Engenharia do Processo os roteiros de fabricação e os lead times, no Marketing buscam-se os planos de vendas e

24 10 pedidos firmes, Compras informa as entradas e saídas dos materiais em estoque, dos Recursos Humanos são necessários os programas de treinamento, Finanças fornece o plano de investimentos e fluxo de caixa, entre outros relacionamentos (Tubino, 1997). Essas informações oriundas de diversas funções da organização permitindo o interrelacionamento com a produção forma o chamado Planejamento Estratégico. A Figura 2.3 apresenta a hierarquia do PPCP e sua relação com o Planejamento Estratégico. FIGURA 2.3 Hierarquia do Planejamento, Programação e Controle da Produção (Adaptado de Corrêa et al., 2002). A seguir são descritas as principais atividades envolvidas na hierarquia de planejamento da função da produção de uma organização.

25 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Para Tubino (1997), o planejamento estratégico busca maximizar os resultados das operações e minimizar os riscos nas tomadas de decisões. Os impactos de suas decisões são de longo prazo e afetam a natureza e as características das empresas no sentido de garantir o atendimento de sua missão. Em outras palavras, planejar estrategicamente consiste em gerar condições para que as empresas possam decidir rapidamente perante oportunidades e ameaças, otimizando suas vantagens competitivas em relação ao ambiente concorrencial onde atuam, garantindo sua perpetuação no tempo. A missão do negócio é a base de uma empresa, é a razão de sua existência. Fazem parte dessa questão a definição clara de qual é o seu negócio atual e qual deverá ser no futuro, bem como a filosofia gerencial da empresa para administrá-lo. Uma vez definida a missão da empresa, os gerentes poderão priorizar suas ações e criar um padrão de decisões para todos os níveis funcionais dentro da empresa (Moreira, 2000). Com base na missão da corporação, existem três níveis dentro de uma empresa onde se encontram as estratégias de planejamento; o nível corporativo, o nível de unidade de negócios e o nível funcional. Segundo Slack et al. (2002), no nível corporativo, a estratégia corporativa orienta e conduz a corporação em seu ambiente global, econômico, social e político. No nível de unidade de negócio, a estratégia do negócio orienta o negócio que envolve seus consumidores, mercados e concorrentes, mas também inclui a corporação da qual faz parte. Por fim, no nível funcional, ao formular essa estratégia, cada função dentro do negócio precisará considerar qual é seu papel em termos de contribuição para os objetivos estratégicos e/ou competitivos do negócio. Todas as funções, produção, marketing, finanças, pesquisa e desenvolvimento, recursos humanos e outras, necessitarão traduzir os objetivos do negócio para determinar a melhor forma de organizar seus recursos para apoiá-los. A Figura 2.4 ilustra a visão geral de planejamento estratégico.

PROJETO DE UM JOGO DE EMPRESA PARA O PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

PROJETO DE UM JOGO DE EMPRESA PARA O PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO PROJETO DE UM JOGO DE EMPRESA PARA O PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO Gustavo Lopes Olivares glolivar@uenf.br Renato de Campos rdcampos@uenf.br Universidade Estadual do Norte Fluminense, CCT/LEPROD

Leia mais

Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva

Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva Programação e Controle da Produção é um conjunto de funções inter-relacionadas que objetivam comandar o processo produtivo e coordená-lo com os demais setores administrativos

Leia mais

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7)

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) A ESTRATÉGIA DA MANUFATURA E O SISTEMA PPCP: A estratégia

Leia mais

Advanced Planning and Scheduling

Advanced Planning and Scheduling Advanced Planning and Scheduling Por Soraya Oliveira e Raquel Flexa A importância do planejamento Uma cadeia de suprimentos é composta por diversos elos conectados que realizam diferentes processos e atividades

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA PRODUÇÃO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA PRODUÇÃO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA PRODUÇÃO Administração SANTOS, Graziela. Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais/ACEG. E-mail: grazzybella@hotmail.com JOSÉ BARBOSA, Reginaldo. Docente da Faculdade

Leia mais

Para ser competitivo é fundamental reduzir continuamente o lead time de todos os processos da organização.

Para ser competitivo é fundamental reduzir continuamente o lead time de todos os processos da organização. Cap. II PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO No atual contexto da economia globalizada, a velha estratégia da produção em massa, derivada da economia de escala, já não é mais válida. Hoje as empresas devem possuir

Leia mais

Aumento da eficiência na programação do sistema de produção em moinho de trigo

Aumento da eficiência na programação do sistema de produção em moinho de trigo Aumento da eficiência na programação do sistema de produção em moinho de trigo Maico Jeferson de Oliveira (UTFPR) maico@agraria.com.br Kazuo Hatakeyama (UTFPR) hatakeyama@pg.cefetpr.br Luiz Alberto Pilatti

Leia mais

1. Introdução. 1.1. A história do ERP

1. Introdução. 1.1. A história do ERP 1. Introdução Podemos definir os sistemas ERP como sistemas de informação integrados na forma de um pacote de software que tem a finalidade de dar suporte à maioria das operações de uma organização. A

Leia mais

MRP - MATERIAL REQUERIMENT PLANNING (PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAS)

MRP - MATERIAL REQUERIMENT PLANNING (PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAS) MRP - MATERIAL REQUERIMENT PLANNING (PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAS) SILVA M. C. Melo. UFSe (2001) MRP e MRP II O objetivo do conteúdo dessas aulas é enfocar os sistemas MRP e MRPII no processo

Leia mais

MRP Materials Requirements Planning (Planejamento de necessidades de materiais)

MRP Materials Requirements Planning (Planejamento de necessidades de materiais) MRP MRP Materials Requirements Planning (Planejamento de necessidades de materiais) Questões-chaves O Que é MRP? MRP quer dizer planejamento das necessidades de materiais, que são sistemas de demanda dependentes,

Leia mais

5.4 Manufacturing Resources Planning

5.4 Manufacturing Resources Planning 5.4 Manufacturing Resources Planning 5.4 Manufacturing Resources Planning O Planejamento dos Recursos de Manufatura (Manufacturing Resourdes Panning, em inglês, ou MRP II) representa um esforço para expandir

Leia mais

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi Marketing Prof. Angelo Polizzi Gestão de Produção Gestão de Produção Objetivos: Mostrar que produtos (bens e serviços) consumidos, são produzidos em uma ordem lógica, evitando a perda ou falta de insumos

Leia mais

DIRETRIZES PARA O PROJETO DE UM AMBIENTE PARA SIMULAÇÃO E GESTÃO DA PRODUÇÃO

DIRETRIZES PARA O PROJETO DE UM AMBIENTE PARA SIMULAÇÃO E GESTÃO DA PRODUÇÃO DIRETRIZES PARA O PROJETO DE UM AMBIENTE PARA SIMULAÇÃO E GESTÃO DA PRODUÇÃO Gustavo Lopes Olivares Universidade Estadual do Norte Fluminense LEPROD/CCT/UENF Av. Alberto Lamego, 2000, Horto, Campos dos

Leia mais

Objetivos da Produção

Objetivos da Produção Objetivos da Produção Aula 3 Profª. Ms. Eng. Aline Soares Pereira Sistemas Produtivos I Objetivos da aula 1. Apresentar os objetivos e estratégias da produção 2 Produção: É o processo de obtenção de qualquer

Leia mais

Planejamento Agregado Planejamento Agregado.

Planejamento Agregado Planejamento Agregado. ADM II é o processo de balanceamento da produção com a demanda. Visa compatibilizar os recursos produtivos da empresa com a demanda. Normalmente é projetado para horizontes de tempo de 6 a 12 meses. Planejamento

Leia mais

MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP. MRP Material Requirement Planning. MRP II Manufacturing Resources Planning

MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP. MRP Material Requirement Planning. MRP II Manufacturing Resources Planning MRP, MRPII, ERP... Oracle, SAP, Microsiga... MRP MRP II - ERP MRP Material Requirement Planning MRP II Manufacturing Resources Planning ERP Enterprise Resource Planning 1 O MRP é um software que auxilia

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO E SEQUENCIAMENTO DA PRODUÇÃO EM UM TRATAMENTO TÉRMICO COM A UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE CAPACIDADE FINITA

OTIMIZAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO E SEQUENCIAMENTO DA PRODUÇÃO EM UM TRATAMENTO TÉRMICO COM A UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE CAPACIDADE FINITA OTIMIZAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO E SEQUENCIAMENTO DA PRODUÇÃO EM UM TRATAMENTO TÉRMICO COM A UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE CAPACIDADE FINITA Izabel C. Zattar, Carlos M. Sacchelli, M. Eng. Instituto Superior de Tecnologia

Leia mais

XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção Porto Alegre, RS, Brasil, 29 out a 01 de nov de 2005

XXV Encontro Nac. de Eng. de Produção Porto Alegre, RS, Brasil, 29 out a 01 de nov de 2005 Modelo de integração de sistemas de gestão erp com a produção lexandre ugusto Massote (FEI) massote@fei.edu.br Guilherme Braga guiar De Maria (FEI) guibraga@terra.com.br Vanessa Takagochi (FEI) vanessa_takagochi@yahoo.com.br

Leia mais

A CONSOLIDAÇÃO DOS TRÊS NÍVEIS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DE PRODUÇÃO

A CONSOLIDAÇÃO DOS TRÊS NÍVEIS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DE PRODUÇÃO A CONSOLIDAÇÃO DOS TRÊS NÍVEIS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DE PRODUÇÃO Marcos Donizete de Souza (G-UEM) Priscilla Borgonhoni (UEM) REFERÊNCIA SOUZA, M. D. e BORGONHONI, P. A consolidação dos três níveis

Leia mais

12/02/2009. Planejamento e Controle da Produção. MSc. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de Produção

12/02/2009. Planejamento e Controle da Produção. MSc. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de Produção MSc. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de PCP É a função da administração que planeja, dirige e controla o suprimento de material e as atividades de processamento de

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Sistemas de Informação Sistemas de Apoio às Operações Sistemas

Leia mais

Dados x Informações. Os Sistemas de Informação podem ser:

Dados x Informações. Os Sistemas de Informação podem ser: CONCEITOS INICIAIS O tratamento da informação precisa ser visto como um recurso da empresa. Deve ser planejado, administrado e controlado de forma eficaz, desenvolvendo aplicações com base nos processos,

Leia mais

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12)

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) As siglas MRP, MRP II e ERP são bastante difundidas e significam: MRP Materials Requirements Planning Planejamento das Necessidades de Materiais; MRP II Resource

Leia mais

XLVII SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PESQUISA OPERACIONAL

XLVII SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PESQUISA OPERACIONAL UM MODELO DE PLANEJAMENTO DA PRODUÇÃO CONSIDERANDO FAMÍLIAS DE ITENS E MÚLTIPLOS RECURSOS UTILIZANDO UMA ADAPTAÇÃO DO MODELO DE TRANSPORTE Debora Jaensch Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais

ADM 250 capítulo 3 - Slack, Chambers e Johnston

ADM 250 capítulo 3 - Slack, Chambers e Johnston ADM 250 capítulo 3 - Slack, Chambers e Johnston 1 Perguntas que se esperam respondidas ao final do capítulo 3 O que é estratégia? Estratégia da produção Qual a diferença entre as visões de cima para baixo

Leia mais

LOGÍSTICA GLOBAL. Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP.

LOGÍSTICA GLOBAL. Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP. LOGÍSTICA GLOBAL Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP. EDI Intercâmbio Eletrônico de Dados Introdução O atual cenário econômico é marcado por: a) intensa competitividade, b) pela necessidade de rápida

Leia mais

Integração entre Sistemas de Seqüenciamento e ERP para solução de problemas de alteração de ordens de produção devido a eventos inesperados

Integração entre Sistemas de Seqüenciamento e ERP para solução de problemas de alteração de ordens de produção devido a eventos inesperados Integração entre Sistemas de Seqüenciamento e ERP para solução de problemas de alteração de ordens de produção devido a eventos inesperados Helio Galvão Ciffoni, Ramon Hoshino & Walid Nicolas Assad Malisoft

Leia mais

MRP II. Planejamento e Controle da Produção 3 professor Muris Lage Junior

MRP II. Planejamento e Controle da Produção 3 professor Muris Lage Junior MRP II Introdução A lógica de cálculo das necessidades é conhecida há muito tempo Porém só pode ser utilizada na prática em situações mais complexas a partir dos anos 60 A partir de meados da década de

Leia mais

Evolução dos sistemas ERP nas empresas

Evolução dos sistemas ERP nas empresas Evolução dos sistemas ERP nas empresas Aloísio André dos Santos (ITA) aloisio@mec.ita.br João Murta Alves (ITA) murta@mec.ita.br Resumo Os sistemas ERP são considerados uma evolução dos sistemas de administração

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO APLICADOS NO PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO APLICADOS NO PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO APLICADOS NO PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO ENTERPRISE RESOURCE PLANNING APPLIED IN THE MANUFACTURING PLANNING AND CONTROL José Eduardo Freire 1 Ruchele Marchiori Coan

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

ENTERPRISE RESOURCE PLANNING (ERP)

ENTERPRISE RESOURCE PLANNING (ERP) ENTERPRISE RESOURCE PLANNING (ERP) Um sistema ERP Enterprise Resource Planning (Planejamento dos Recursos da Empresa) é um pacote de software que tem por finalidade organizar, padronizar e integrar as

Leia mais

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha Unidade II GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha Após a Segunda Guerra Mundial: Estados Unidos da América passaram por um longo período de crescimento. Responsáveis pela reconstrução de muitos

Leia mais

SISTEMATIZAÇÃO PARA A IMPLANTA- ÇÃO INTEGRADA DE SISTEMAS DE PLANEJAMENTO FINO DA PRODUÇÃO

SISTEMATIZAÇÃO PARA A IMPLANTA- ÇÃO INTEGRADA DE SISTEMAS DE PLANEJAMENTO FINO DA PRODUÇÃO SISTEMATIZAÇÃO PARA A IMPLANTA- ÇÃO INTEGRADA DE SISTEMAS DE PLANEJAMENTO FINO DA PRODUÇÃO Eng. Fábio Favaretto, MSC Dep. de Eng. Mecânica da Escola de Eng. de São Carlos - USP Av. Dr. Carlos Botelho,

Leia mais

Sistemas de Administração da Produção. Sistema produtivo. Sistema produtivo. Estimativas de vendas de longo prazo 24/11/2015

Sistemas de Administração da Produção. Sistema produtivo. Sistema produtivo. Estimativas de vendas de longo prazo 24/11/2015 Sistemas de Administração da Produção Segundo Giannesi & Correia (1993) A sobrevivência e o sucesso das organizações dependem da eficiência com a qual produz seus bens e serviços, sendo os custos determinante

Leia mais

ERP. Agenda ERP. Enterprise Resource Planning. Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números

ERP. Agenda ERP. Enterprise Resource Planning. Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números ERP Enterprise Resource Planning 1 Agenda Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números ERP Com o avanço da TI as empresas passaram a utilizar sistemas computacionais

Leia mais

15/09/2011. Historico / Conceito. Lean Production é um programa corporativo ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II. Evolucao do Conceito LEAN THINKING

15/09/2011. Historico / Conceito. Lean Production é um programa corporativo ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II. Evolucao do Conceito LEAN THINKING Historico / Conceito Lean : década de 80 James Womack (MIT) Projeto de pesquisa: fabricantes de motores automotivos; ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO II Lean Production é um programa corporativo composto por

Leia mais

MS715 Planejamento, Programação e Controle da Produção

MS715 Planejamento, Programação e Controle da Produção DISCIPLINA: (considerando que Gestão de Materiais será tratada em outra disciplina - se não, sugere-se uma seção sobre o tema baseada no Capítulo 2 do livro de Corrêa, Gianesi e Caon, 2.001) PROFESSOR:

Leia mais

ERP Entreprise Resource Planning. Fabiano Armellini

ERP Entreprise Resource Planning. Fabiano Armellini ERP Entreprise Resource Planning Fabiano Armellini Overview 1) Introdução 2) Histórico 2.1) MRP 2.2) MRP II 2.3) Do MRP II ao ERP 3) Módulos do ERP 3.1) Módulos de supply chain management 3.2) Módulos

Leia mais

Planejamento Agregado: na ótica do PCP e da Administração da Produção

Planejamento Agregado: na ótica do PCP e da Administração da Produção Planejamento Agregado: na ótica do PCP e da Administração da Produção Henrique Holowka 1 (EPA, DEP/FECILCAM) henrique_engprod@yahoo.com Isabela Korczovei Lemes 2 (EPA, DEP/FECILCAM) kl.isabela@hotmail.com

Leia mais

Planejamento Mestre da Produção - MPS. Planejamento das necessidades de materiais - MRP OBJETIVO DA AULA SOPA DE LETRINHAS CONTEXTUALIZAÇÃO

Planejamento Mestre da Produção - MPS. Planejamento das necessidades de materiais - MRP OBJETIVO DA AULA SOPA DE LETRINHAS CONTEXTUALIZAÇÃO OBJETIVO DA AULA Planejamento Mestre da Produção - MPS Planejamento das necessidades de materiais - Compreender a importância do MPS e dentro do planejamento da produção 2 CONTEXTUALIZAÇÃO SOPA DE LETRINHAS

Leia mais

Ortems. Agile Manufacturing Software ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S

Ortems. Agile Manufacturing Software ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S QUEM SOMOS Empresa criada no Brasil no ano de 1996 como joint-venture da SORMA SpA Itália, proprietária de um software ERP para indústrias. Realizou

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA

ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA ESTUDO DA VIABILIDADE ECONÔMICA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE MRP I EM UMA MICRO-EMPRESA MOVELEIRA LOCALIZADA NO VALE DO PARAIBA Tiago Augusto Cesarin 1, Vilma da Silva Santos 2, Edson Aparecida de Araújo

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br

Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Agenda Componentes de uma empresa Objetivos Organizacionais X Processos de negócios Gerenciamento integrado

Leia mais

Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes.

Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes. Planejamento da produção: Previsão de demanda para elaboração do plano de produção em indústria de sorvetes. Tiago Esteves Terra de Sá (UFOP) tiagoeterra@hotmail.com Resumo: Este trabalho busca apresentar

Leia mais

Sistemas de programação com capacidade finita no Brasil

Sistemas de programação com capacidade finita no Brasil Artigo 09 Sistemas de programação com capacidade finita no Brasil Este documento faz parte do material que compõe o livro: Planejamento, Programação e Controle da Produção MRP II / ERP: Conceitos, Uso

Leia mais

Planejamento, Programação e Controle da Produção

Planejamento, Programação e Controle da Produção Planejamento, Programação e Controle da Produção Aula 01 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso

Leia mais

Sistemas de Administração e Gestão da Produção

Sistemas de Administração e Gestão da Produção Sistemas de Administração e Gestão da Produção Izabel Cristina Zattar izabelzattar@netvision.com.br www.grima.ufsc.br/izabel/index.html Os 3 Grandes Níveis do Planejamento Horizonte de detalhamento Diário/Semanal

Leia mais

3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer

3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer 3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer Esse capítulo tem por objetivo apresentar os conceitos do sistema APO (Advanced Planner and Optimizer), o sistema APS da empresa alemã SAP. O sistema APO

Leia mais

Planejamento e controle dos processos de fabricação metalúrgicos auxiliado pelo gráfico de Gantt: um estudo de caso

Planejamento e controle dos processos de fabricação metalúrgicos auxiliado pelo gráfico de Gantt: um estudo de caso Planejamento e controle dos processos de fabricação metalúrgicos auxiliado pelo gráfico de Gantt: um estudo de caso Cristian Dekkers Kremer (UTFPR) cristian_dk@ig.com.br João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefetpr.br

Leia mais

jul-09 1 FURB Pedro Paulo H. Wilhelm & Maurício C. Lopes

jul-09 1 FURB Pedro Paulo H. Wilhelm & Maurício C. Lopes 1 Referências Bibliográficas apoio jul-09 2 Referências Bibliográficas apoio jul-09 3 Virtual Empreendimentos Competências Chaves I) COMPETENCIA EMPRESARIAL = espírito empreendedor: ousadia, disposição

Leia mais

Universidade Federal de Goiás UFG Campus Catalão CAC Departamento de Engenharia de Produção. Sistemas ERP. PCP 3 - Professor Muris Lage Junior

Universidade Federal de Goiás UFG Campus Catalão CAC Departamento de Engenharia de Produção. Sistemas ERP. PCP 3 - Professor Muris Lage Junior Sistemas ERP Introdução Sucesso para algumas empresas: acessar informações de forma rápida e confiável responder eficientemente ao mercado consumidor Conseguir não é tarefa simples Isso se deve ao fato

Leia mais

PRODUTIVIDADE PARA O MUNDO REAL. APS Excellence Day Rio de Janeiro, 24 de junho de 2015

PRODUTIVIDADE PARA O MUNDO REAL. APS Excellence Day Rio de Janeiro, 24 de junho de 2015 PRODUTIVIDADE PARA O MUNDO REAL. APS Excellence Day Rio de Janeiro, 24 de junho de 2015 Confidencialidade, Propriedade Intelectual e Marca Registrada Apresentação Renato Mendes renato.mendes@mezasoft.com

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística Sistemas de Informação Sistemas de informação ERP - CRM O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para

Leia mais

Sistema de Administração da Produção

Sistema de Administração da Produção Sistema de Administração da Produção (Extraído do livro Planejamento, Programação e Controle da Produção Enrique Correa e Irineu Gianesi e Mauro Caon Ed Atlas, 2001) 1. Definição São sistemas de Informação

Leia mais

Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Gestão por Processos SAP

Pós-Graduação Lato Sensu Especialização em Gestão por Processos SAP Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Gestão por Processos SAP Inscrições Abertas: Início das aulas: 24/08/2015 Término das aulas: Agosto de 2016 Dias e horários das aulas: Segunda-Feira 18h30 às

Leia mais

Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Gestão por Processos SAP

Pós-Graduação Lato Sensu Especialização em Gestão por Processos SAP Pós-Graduação "Lato Sensu" Especialização em Gestão por Processos SAP Inscrições Abertas: Início das aulas: 25/05/2015 Término das aulas: Maio de 2016 Dias e horários das aulas: Segunda-Feira 18h30 às

Leia mais

A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS

A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS Entendendo o cenário atual As organizações continuam com os mesmos objetivos básicos: Prosperar em seus mercados de atuação

Leia mais

SEJAM BEM VINDOS!!!! 1

SEJAM BEM VINDOS!!!! 1 SEJAM BEM VINDOS!!!! 1 SEJAM BEM VINDOS AO QUARTO SEMESTRE!!! 2 Regras de ouro: Desligue o celular; Evitem ausentar-se da sala Evitem conversas paralelas (sem propósito com o assunto da aula); Dediquem-se

Leia mais

Diferenciais do ERP TECNICON: Um caso da área de manufatura

Diferenciais do ERP TECNICON: Um caso da área de manufatura Diferenciais do ERP TECNICON: Um caso da área de manufatura Juliano Hammes (FAHOR) jh000697@fahor.com.br Gustavo Gerlach (FAHOR) gg000675@fahor.com.br Édio Polacinski (FAHOR) edio.pk@gmail.com.br Resumo

Leia mais

O conceito de CIM e a integração de processos. Evolução da Manufatura

O conceito de CIM e a integração de processos. Evolução da Manufatura O conceito de CIM e a integração de processos Prof. Breno Barros Telles do Carmo Evolução da Manufatura Integração.A evolução da manufatura segundo reportado em Russell e Taylor III (1995) se deu em quatro

Leia mais

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO*

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* RESUMO Marilia Costa Machado - UEMG - Unidade Carangola Graciano Leal dos Santos

Leia mais

Análise e Projeto de Sistemas. Engenharia de Software. Análise e Projeto de Sistemas. Contextualização. Perspectiva Histórica. A Evolução do Software

Análise e Projeto de Sistemas. Engenharia de Software. Análise e Projeto de Sistemas. Contextualização. Perspectiva Histórica. A Evolução do Software Análise e Projeto de Sistemas Análise e Projeto de Sistemas Contextualização ENGENHARIA DE SOFTWARE ANÁLISE E PROJETO DE SISTEMAS ENGENHARIA DA INFORMAÇÃO Perspectiva Histórica Engenharia de Software 1940:

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA Capítulo 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam

Leia mais

Sistema de Informações da Produção Utilizando o Método Kanban

Sistema de Informações da Produção Utilizando o Método Kanban Ciências da Computação FURB Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) Sistema de Informações da Produção Utilizando o Método Kanban Alzir Wagner Orientador: Wilson Pedro Carli Fevereiro de 2008 Roteiro de apresentação

Leia mais

Agenda. Visão Geral Alinhamento Estratégico de TI Princípios de TI Plano de TI Portfolio de TI Operações de Serviços de TI Desempenho da área de TI

Agenda. Visão Geral Alinhamento Estratégico de TI Princípios de TI Plano de TI Portfolio de TI Operações de Serviços de TI Desempenho da área de TI Governança de TI Agenda Visão Geral Alinhamento Estratégico de TI Princípios de TI Plano de TI Portfolio de TI Operações de Serviços de TI Desempenho da área de TI Modelo de Governança de TI Uso do modelo

Leia mais

Sistema de gestão. Sistema de Gestão ERP

Sistema de gestão. Sistema de Gestão ERP Sistema de gestão ERP MÓDULOS E CLIENTES Os módulos podem ser adquiridos separadamente, conforme a sua necessidade. ÁREA COMERCIAL ÁREA ADMINISTRATIVA FINANCEIRA ÁREA PRODUÇÃO E SUPRIMENTOS ÁREA FISCAL

Leia mais

Sistema de gestão. Sistema de Gestão ERP

Sistema de gestão. Sistema de Gestão ERP Sistema de gestão ERP Módulo MÓDULOS E CLIENTES Os módulos podem ser adquiridos separadamente, conforme a sua necessidade. COMERCIAL ADMINISTRATIVA FINANCEIRA PEDIDOS EXPORTAÇÃO CONTAS A RECEBER TELEMARKETING

Leia mais

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter

ESTRATÉGIA COMPETITIVA. Michael E. Porter ESTRATÉGIA COMPETITIVA Michael E. Porter 1. A NATUREZA DAS FORÇAS COMPETITIVAS DE UMA EMPRESA 2. ESTRATEGIAS DE CRESCIMENTO E ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS 3. O CONCEITO DA CADEIA DE VALOR 1 1. A NATUREZA DAS

Leia mais

APS Advanced Plainning and Scheduling Sistema Avançado de Produção

APS Advanced Plainning and Scheduling Sistema Avançado de Produção APS Advanced Plainning and Scheduling Sistema Avançado de Produção O módulo APS é a mais nova ferramenta que irá auxiliar no gerenciamento da produção. O principal objetivo do APS é a determinação exata

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Esp. Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com Sistemas de informação Disciplina: Introdução a SI 19/04 Recursos e Tecnologias dos Sistemas de Informação Turma: 01º semestre

Leia mais

COMO MELHORAR O DESEMPENHO DAS LINHAS DE. Edson Donisete da Silva, Carlos Roberto Sponteado Aquarius Software

COMO MELHORAR O DESEMPENHO DAS LINHAS DE. Edson Donisete da Silva, Carlos Roberto Sponteado Aquarius Software COMO MELHORAR O DESEMPENHO DAS LINHAS DE PRODUÇÃO Edson Donisete da Silva, Carlos Roberto Sponteado Aquarius Software Objetivo Apresentar conceitos e ferramentas atuais para melhorar eficiência da produção

Leia mais

1. Introdução. 1.1 Apresentação

1. Introdução. 1.1 Apresentação 1. Introdução 1.1 Apresentação Empresas que têm o objetivo de melhorar sua posição competitiva diante do mercado e, por consequência tornar-se cada vez mais rentável, necessitam ter uma preocupação contínua

Leia mais

ATIVIDADES DO PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO (PCP).

ATIVIDADES DO PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO (PCP). ATIVIDADES DO PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO (PCP). MOLINA, Caroline Cristina Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerenciais/ACEG carolinemolina@uol.com.br RESENDE, João Batista Docente

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani Ementa Conceitos básicos de informática; evolução do uso da TI e sua influência na administração; benefícios; negócios na era digital; administração

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

CS&OP-P Certified S&OP Professional

CS&OP-P Certified S&OP Professional A achain é uma empresa especializada nas áreas de Supply Chain, Value Chain e Demand Chain Management, com atuação nas modalidades de serviços de treinamento e apoio administrativo. Missão achain: Proporcionar

Leia mais

CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE

CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE CHÃO DE FÁBRICA A PRODUÇÃO COMPETITIVA CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE Foco principal das empresas que competem com

Leia mais

PROGRAMA DE TREINAMENTO

PROGRAMA DE TREINAMENTO Jogo de Empresa POLITRON Tutorial para Uso da Planilha PROGRAMA DE TREINAMENTO EM MRP II Tutorial para o uso da Planilha do POLITRON Direitos Reservados - Reprodução Proibida Janeiro/2001 Versão Demonstrativa

Leia mais

IETEC INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA SISTEMAS DE ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO

IETEC INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA SISTEMAS DE ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO IETEC INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA SISTEMAS DE ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO Eduardo Dias Ferreira Belo Horizonte Agosto 2006 2 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 4 1.1 Objetivo... 4 1.1.1 Objetivo Geral... 4 1.1.2

Leia mais

GESTÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES. Introdução aos estudos da Administração da Produção

GESTÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES. Introdução aos estudos da Administração da Produção GESTÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES Introdução aos estudos da Administração da Produção 1 Introdução aos estudos da Administração da Produção UNIDADE I Evolução Histórica Objeto de estudo: ambiente, contexto

Leia mais

Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Tecnológicas CCT Engenharia de Produção e Sistemas Sistemas de Informação (SIN)

Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Tecnológicas CCT Engenharia de Produção e Sistemas Sistemas de Informação (SIN) Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Tecnológicas CCT Engenharia de Produção e Sistemas Sistemas de Informação (SIN) SISTEMAS COM ERP Profº Adalberto J. Tavares Vieira ERP

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Introdução: Conceito Antigo de Organização da Manutenção: Planejamento e Administração de recursos ( pessoal, sobressalentes e equipamentos)

Leia mais

UMC/EPN 2013 - Sistemas de Informações Aula 02. Os Sistemas de Informação vistos de uma Perspectiva de Negócios

UMC/EPN 2013 - Sistemas de Informações Aula 02. Os Sistemas de Informação vistos de uma Perspectiva de Negócios Os Sistemas de Informação vistos de uma Perspectiva de Negócios Organização Sistemasde Informação Tecnologiada informação Gerenciamento Maio / 2013 31 Os Sistemas de Informação vistos de uma Perspectiva

Leia mais

Professor Severino Domingos Júnior Disciplina: Gestão de Compras e Estoques no Varejo

Professor Severino Domingos Júnior Disciplina: Gestão de Compras e Estoques no Varejo Professor Severino Domingos Júnior Disciplina: Gestão de Compras e Estoques no Varejo 1) Definições de Previsão de Demanda 2) Mercados 3) Modelo de Previsão 4) Gestão da Demanda 5) Previsão como Processo

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

SOLMIX Consultoria Empresarial - Fone: 011 99487 7751

SOLMIX Consultoria Empresarial - Fone: 011 99487 7751 Objetivos Nosso Objetivo é Colocar a disposição das empresas, toda nossa Experiência Profissional e metodologia moderna, dinâmica e participativa, para detectar as causas sintomáticas e seus efeitos. Realizar

Leia mais

COBIT (CONTROL OBJECTIVES FOR INFORMATION AND RELATED TECHNOLOGY)

COBIT (CONTROL OBJECTIVES FOR INFORMATION AND RELATED TECHNOLOGY) Universidade Federal de Santa Catarina Departamento de Informática e Estatística INE Curso: Sistemas de Informação Disciplina: Projetos I Professor: Renato Cislaghi Aluno: Fausto Vetter Orientadora: Maria

Leia mais

GOVERNANÇA DE T.I. - CONCEITOS. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

GOVERNANÇA DE T.I. - CONCEITOS. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza GOVERNANÇA DE T.I. - CONCEITOS Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza GOVERNANÇA CORPORATIVA GOVERNANÇA CORPORATIVA Também conhecida como Governança Empresarial " os mecanismos ou

Leia mais

Ficha Técnica do Produto Aplicada ao Processo Produtivo do Vestuário Lucas da Rosa 1

Ficha Técnica do Produto Aplicada ao Processo Produtivo do Vestuário Lucas da Rosa 1 1 Ficha Técnica do Produto Aplicada ao Processo Produtivo do Vestuário Lucas da Rosa 1 Nas empresas existe uma estrutura específica que planeja, programa e controla as estratégias relativas à produção,

Leia mais

CEAG Curso de Especialização em Administração para Graduados EMENTAS DAS DISCIPLINAS E CARGA HORÁRIA

CEAG Curso de Especialização em Administração para Graduados EMENTAS DAS DISCIPLINAS E CARGA HORÁRIA CEAG Curso de Especialização em Administração para Graduados EMENTAS DAS DISCIPLINAS E CARGA HORÁRIA Habilidades Computacionais 32 h/a Oferece ao administrador uma visão sobre as potencialidades da tecnologia

Leia mais

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT: UMA INTRODUÇÃO À UM MODELO DE GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS PARA OBTENÇÃO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT: UMA INTRODUÇÃO À UM MODELO DE GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS PARA OBTENÇÃO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO SUPPLY CHAIN MANAGEMENT: UMA INTRODUÇÃO À UM MODELO DE GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS PARA OBTENÇÃO DE DIFERENCIAL COMPETITIVO BURGO, Rodrigo Navarro Sanches, RIBEIRO, Talita Cristina dos Santos, RODRIGUES,

Leia mais

A introdução de ferramentas APS nos sistemas de Planejamento, Programação e Controle da Produção

A introdução de ferramentas APS nos sistemas de Planejamento, Programação e Controle da Produção A introdução de ferramentas APS nos sistemas de Planejamento, Programação e Controle da Produção Cristhiano Stefani Faé (UFRGS) fae@producao.ufrgs.br Alexandre Erhart (UFRGS) erhart@producao.ufrgs.br Resumo

Leia mais

ESTÁGIO DE NIVELAMENTO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS MACROPROCESSO DE GESTÃO DO PORTFÓLIO

ESTÁGIO DE NIVELAMENTO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS MACROPROCESSO DE GESTÃO DO PORTFÓLIO ESTÁGIO DE NIVELAMENTO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS MACROPROCESSO DE GESTÃO DO PORTFÓLIO 05.11.2015 SUMÁRIO INTRODUÇÃO DEFINIÇÃO DE PORTFÓLIO CENÁRIO NEGATIVO DOS PORTFÓLIOS NAS ORGANIZAÇÕES GOVERNANÇA

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais