UMA ABORDAGEM DO ENSINO DE SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO BASEADA NO USO DA LINGUAGEM UML

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1 UMA ABORDAGEM DO ENSINO DE SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO BASEADA NO USO DA LINGUAGEM UML Ricardo Villarroel Dávalos Universida do Sul Santa Catarina UNISUL Grupo Sistemas Integrados Gestão - GPSIG Rua Prefeito Reinaldo Alves, 25 Bairro Passa vinte Fazenda Pedra Branca Palhoça - SC Resumo: A idéia principal do ensino Sistemas Integrados Gestão (Enterprise Resources Planning ERP) na Universida do Sul Santa Catarina Unisul, consiste em estudar a integração das informações e processos entre as diversas áreas funcionais uma organização, sendo que para esta finalida é utilizado um exercício prático que apresenta interativamente todas as atividas realizadas entre vários módulos da ferramenta Microsiga visando a apoiar a fabricação um chaveiro. Com a finalida representar os vários aspectos do exercício e apoiar o entendimento amplo da forma como a empresa opera, é efetuada uma Molagem dos Processos Negócio da fabricação do chaveiro na Linguagem Molagem Unificada (Unified Moling Language UML). Devido a sua interface gráfica e a possibilida construção Sistemas Informação, o uso do molo se traduz em maior motivação dos alunos em aprenr e aplicar os conceitos estudados. O objetivo principal ste artigo é estabelecer uma abordagem do ensino sistemas ERP mediante o uso da linguagem UML. Palavras chave: Estratégias Ensino/Aprendizagem, Sistemas Informação, Tecnologia Informação. 1. INTRODUÇÃO Os sistemas ERP (Enterprise Resources Planning) estão ocupando um espaço amplo no mercado software, sendo uma das razões, o fato da reorganização das instituições em torno processos, idéia básica da Reengenharia Processos Negócios (Business Process Reengineering - BPR), que consiste em resenhar processos negócios sendo a Tecnologia Informação (TI) o elemento capaz materializar este novo conceito nas organizações, ou seja esta tecnologia é ao mesmo tempo um habilitador e implementador processos, fornecendo a sustentação necessária à implementação e gerenciamento novos processos (DAVENPORT, 2002). As universidas, conscientes da importância do assunto, têm celebrado acordos com fornecedores hardware e software, recebendo recursos geralmente a custos simbólicos. Professores são treinados, laboratórios equipados e o sistema ERP passa a ser um tema gran importância, a ponto gerar alterações curriculares (Ex.: Louisiana University, California State University, Universida São Paulo, Universida Newton Paiva, etc). A Universida do Sul santa Catarina - Unisul celebrou uma parceria acadêmica com a fornecedora sistema Microsiga, com a finalida equipar um laboratório on serão senvolvidas atividas acadêmicas que atendam aos cursos graduação e pós-graduação, bem como a área pesquisa.

2 As iniciativas para introduzir os sistemas ERP nos procedimentos ensino na Unisul consiram no conteúdo programático os itens a seguir: Tecnologia Informação, Sistemas Gestão, Gestão Empresarial, Molagem Processos Negócio, Uso e Implantação um Sistema ERP, Gerência Projetos, Desenvolvimento Sistemas, Parametrização e Customização um Sistema ERP. Desta forma, consira-se s a constituição uma empresa até o estudo aspectos técnicos informática, passando pela evolução dos sistemas ERP, integração do fluxo atividas, utilização, implementação, senvolvimento até a aquação stes sistemas nas empresas. As iniciativas no ensino estão vinculadas a quais cursos serão envolvidos, quais disciplinas afetadas, eventuais inclusões novas disciplinas, etc. Desta forma, nos cursos ligados às áreas negócios (Administração, Contabilida, Economia, Marketing), seriam utilizados estes sistemas para o entendimento amplo da forma como a empresa opera e a integração conceitos dos diferentes cursos. Também, nos cursos ligados às áreas tecnologia (Computação, Sistemas Informação e Engenharias), além da utilização anteriormente comentada, se mostraria aos alunos o papel dos sistemas ERP na empresa e os safios envolvidos em sua implantação e gerenciamento, pondo-se chegar até mesmo ao senvolvimento projetos integrados, envolvendo alunos diversos cursos e grupos pesquisa da Unisul (VILLARROEL DÁVALOS e PLATT, 2002). Para por atenr primeiramente as iniciativas no ensino estão sendo preparadas disciplinas capacitação, orientadas para a analise e representação dos processos envolvidos nas organizações, através do uso recursos computacionais (programas diagramação, ferramentas CASE (Computer-Aid Software Engineering) e pacotes simulação). Este artigo tem como finalida apoiar o ensino sistemas ERP mediante o uso um Molo dos Processos Negócio finido na Linguagem Molagem Unificada (Unified Moling Language UML). 2. SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO Com o avanço da TI, as organizações passaram a utilizar Sistemas Informação (SI) para apoiar suas atividas, sendo senvolvidos vários sistemas para atenr aos requisitos específicos das diversas unidas negócio, plantas, partamentos e escritórios. Um SI poria ser compreendido como um conjunto componentes inter-relacionados, senvolvidos para coletar, processar, armazenar e distribuir informações, facilitando a coornação, o controle, a análise, a visualização e o processo cisório nas organizações. Os sistemas ERP são SI que integram informações e processos entre as diversas áreas funcionais da organização, proporcionando recursos e procedimentos aos usuários, para um gerenciamento eficiente das informações. A utilização um sistema ERP melhora o fluxo informações e facilita o acesso aos dados operacionais, favorecendo a adoção estruturas organizacionais mais achatadas e flexíveis. Além disso, as informações tornam-se mais confiáveis, possibilitando a tomada cisão com base em dados que refletem a realida da empresa. Um outro benefício é a adoção melhores práticas negócio, suportadas pelas funcionalidas dos sistemas, que resultam em ganhos produtivida e em maior velocida resposta da organização. Os sistemas ERP representam o estágio mais avançado dos sistemas tradicionalmente chamados MRP II (Manufacturing Resource Planning MRP). É composto basicamente módulos que atenm as necessidas informação, ligados a todos os processos operacionais, produtivos, administrativos e comerciais. A Figura 1 ilustra a estrutura típica funcionamento integrado um sistema ERP, a partir uma base dados única (DAVENPORT, 1998).

3 Figura 1 - Estrutura típica funcionamento um sistema ERP Os sistemas ERP abrangem uma gama funcionalidas e processos empresariais. Logicamente, acordo com o fornecedor do sistema, existe variação em amplitu (número atividas e processos contemplados pelo sistema) e em profundida (grau especificida e flexibilida com que trata um processo terminado). De forma geral, estes sistemas fornecem suporte às atividas administrativas (finanças, recursos humanos, contabilida e tributário), comerciais (pedidos, faturamento, logística e distribuição) e produtivas (projeto, manufatura, controle estoques e custos). Muitos sistemas ERP são comercializados em pacotes contendo módulos básicos para a gestão do negócio. Módulos adicionais pom ser adquiridos individualmente em função do interesse e da estratégia da empresa. Todos esses aplicativos são completamente integrados, a fim propiciar consistência e visibilida a todas as atividas inerentes aos processos da organização. Nomes comerciais ERP como SAP, BAAN, Oracle Aplications, BPCS, Peoplesoft, JDEdwards, MFG/Pro, Microsiga, Datasul, ntre outros, passaram a fazer parte das empresas pequeno, médio e gran porte no Brasil e no exterior. Atualmente, os sistemas ERP se encontram cada vez mais ofuscados por portais negócios, caias suprimento sincronizadas, sofisticados sistemas logística, comércio eletrônico (e-commerce), provedores ASP (Active Server Pages) e, principalmente, pelas ferramentas ASI (Arquitetura Sistemas Informação) que irão possibilitar a integração todos os processos negócios. A ASI estabelece um conjunto elementos, cuja finalida é proporcionar um mapeamento da organização, no tocante aos elementos envolvidos com os procedimentos senvolvimento/implantação do sistema. Os principais molos ASI encontrados na literatura são a estrutura proposta por Zachman, a arquitetura ARIS (Architeture of Integrated Information System) da IDS - Scheer, a arquitetura CIM-OSA (Computer Integrated Manufacturing Open System Architecture), a arquitetura SA2001 (System Architect 2001), ntre outros (KETTINGER et al., 2002). Consirando as dificuldas que apresentam os sistemas ERP, os principais fornecedores já começaram a provinciar mudanças em seus produtos, tendo em vista a integração sintonizada todos os processos internos e a conectivida da caia suprimentos. Assim, as principais características stes novos sistemas são a incorporação módulos adicionais ntro dos módulos básicos ou também finidos como componentização, a facilida troca informações comerciais com outros sistemas concorrentes, a utilização aplicações SCM (gestão da caia suprimentos) e CRM

4 (gestão relacionamento com os clientes) um outro fabricante e a orientação total para a internet. 3. MODELAGEM DE PROCESSOS DE NEGÓCIO COM UML Para apoiar as fases pré-implantação, implantação e pós-implantação sistemas ERP, utiliza-se a Molagem Processos Negócio. Desta forma, po-se terminar, com menor margem erro, o ponto ótimo entre aquar a organização aos processos intrínsecos à forma operação ste sistema ou customizar estes processos atuais da organização. Assim, a molagem se aplica através da utilização molos referência para explicar a forma operação. A utilização dos molos permite, ainda, a intificação como os processos seriam suportados pelo sistema e como configurá-los mais eficazmente. Um Molo Processos Negócio é um tipo específico molo, sendo formado por um conjunto molos consistentes e complementares que procuram representar as diferentes visões e os vários aspectos da organização com o objetivo auxiliar os usuários em algum propósito. As empresas alcançam a excelência operacional quando se concentram em dois pontos essenciais: a otimização do molo existente e a reinvenção das operações (VERNADAT, 1996). As finalidas da molagem são sdobradas da seguinte forma: uniformização do entendimento da forma trabalho, gerando integração; análise e melhoria do fluxo informações; explicitação do conhecimento sobre os processos, armazenando, assim, o know how organizacional; realização análises organizacionais e indicadores; realização simulações, apoiando tomada cisões; gestão da organização e construção software. As aplicações mais freqüentes dos processos negócios são: resenho processos; análise e melhorias processos; implantação sistemas ERP; projeto sistemas informação; intificação, seleção e monitoração indicadores sempenho; análises organizacionais; gerência do conhecimento; workflow e gerência documentos; organização documentação técnica; benchmarking; integração organizacional através da uniformização entendimentos sobre a forma trabalho; molos negócios eletrônicos; caia suprimentos; etc. A Linguagem Unificada Molagem (Unified Moling Language UML) é uma linguagem gráfica para visualização, especificação, construção e documentação sistemas complexos software. A UML proporciona uma forma padrão para a preparação planos projetos sistemas, incluindo aspectos conceituais tais como processos negócios e funções do sistema, além itens concretos como as classes escritas em terminada linguagem programação, esquemas banco dados e componentes software reutilizáveis (ERIKSSON e PENKER, 2000). A finalida da UML é screver qualquer tipo sistema, em termos diagramas, orientado a objetos. Naturalmente, o uso mais comum é na criação softwares, mas também po ser utilizada para representar e analisar sistemas. A molagem processos auxilia um projeto software, na medida em que facilita a abstração dos procedimentos que regem o negócio. Porém, no seu molo genérico que screve outros molos (meta-mol) a UML não contempla elementos específicos para tratar com diagramas processos negócio. Atenndo a essa manda são utilizados mecanismos extensão da própria UML finidos pelo OMG (Object Management Group). Os pesquisadores Eriksson e Penker (2000) criaram um conjunto estereótipos capazes contemplar a visão um processo negócio. Esses molos refletem o ambiente e a estrutura organizacional com a qual o sistema proposto irá contribuir. Estes molos representam uma visão inicial das atividas do negócio, sendo possível capturar forma significativa eventos, entradas, recursos e saídas associados ao processo negócio. Ao relacionar posteriormente estes molos a elementos análise e sign, tais como casos uso, será possível realizar o rastreamento entre os requisitos funcionais um sistema e os artefatos software que serão construídos. Como um Molo Processos Negócio geralmente contempla um escopo maior que o sistema proposto no projeto, permite ao analista mapear claramente o que está no escopo sse sistema e o que será implementado.

5 Um importante elemento da Molagem Processos Negócio com UML é a sua navegabilida, que permite ao usuário do molo navegar entre as visões (estratégia, processo, estrutura e funcional) maneira lógica, sem que seja necessário interromper o raciocínio, mas ao contrário, construindo uma teia relações que permita uma visão holística do processo (BARBALHO et al., 2002). 4. O CASO DE FABRICAÇÃO DO CHAVEIRO Com a finalida contribuir ainda mais com o aprendizado experimental e transmitir o entendimento da forma como uma empresa opera e a integração conceitos estudados nas diferentes disciplinas, está sendo introduzido o sistema Microsiga nos procedimentos ensino na Unisul. A Figura 2 screve o fluxo integração entre os diferentes módulos ste sistema. Figura 2 - Fluxo integração do sistema Microsiga O caso fabricação do chaveiro é um exercício treinamento básico uso um sistema ERP e permite um aprendizado prático das principais tarefas a serem realizadas nestes sistemas. A Figura 3 screve a seqüência ste exercício que realiza interativamente todas as atividas entre vários módulos do sistema ERP, ilustrado na figura anterior (HABERKORN, 2003).

6 I n í c i o R e c e b i m e n t o d o s M a t e r i a i s A n á l i s e d o P l a n o d e C o n t a s e d o s L a n ç a m e n t o s A u t o m á t i c o s R e q u i s i ç õ e s D e f i n i ç ã o d o C a p i t a l P l a n e j a m e n t o e C o n t r o l e d a P r o d u ç ã o S i m C a r g a M á q u i n a C u s t o S t a n d a r t d o P r o d u t o N ã o C o n c l u s ã o d a P r o d u ç ã o A c o m p a n h a m e n t o d a P r o d u ç ã o D e f i n i ç ã o d o P r e ç o d e V e n d a e A n á l i s e d o s R e s u l t a d o s F a t u r a m e n t o P e d i d o d e V e n d a s, P l a n e j a m e n t o d a P r o d u ç ã o e C o m p r a s. P a g a m e n t o s e R e c e b i m e n t o s d e T í t u l o s e V a l o r e s L o t e E c o n ó m i c o, P o n t o d e P e d i d o e S o l i c i t a ç ã o d e C o m p r a s d e M a t e r i a i s d e C o n s u m o E m i s s ã o d o B a l a n c e t e C o t a ç õ e s e G e r a ç ã o d o s P e d i d o s d e C o m p r a s. F i m Figura 3 Fluxograma do caso fabricação do chaveiro O exercício inicia-se com a ativação do sistema relativa ao servidor e a possibilida alterar os valores das moedas. Logo é efetuada a análise do plano contas e dos lançamentos automáticos através das consultas genéricas, as quais possibilitam a visualização ou a impressão dos arquivos disponíveis no sistema. A consulta porá ser realizada através pesquisa em um arquivo específico na qual pom ser aplicados filtros para selecionar os registros sejados. O sistema incorpora também um dicionário dados que possibilita a seleção dos campos a serem exibidos na tela. Dando seguimento ao exercício é realizada a subscrição do capital incluindo o respectivo lançamento contábil, para logo iniciar o cálculo do custo do chaveiro e a sugestão um preço venda com base numa previsão vendas, incluindo as spesas fixas administração e publicida. Para os mais procedimentos finidos na Figura 1, finem-se lucros, lote econômico, compras, cotações, acompanhamento da produção, faturamento, fluxo caixa e análise dos resultados obtidos através da emissão do balancete. A Figura 4 ilustra uma scrição genérica do chaveiro e para todos os procedimentos scritos no fluxograma do exercício treinamento do sistema ERP (Figura 3) são finidos ambientes trabalho específicos do sistema Microsiga, para aquisição dados, comunicação, coornação, análise e apoio a cisão.

7 Figura 4 Ambiente para efetuar uma scrição genérica do produto Os procedimentos para treinar o uso do sistema ERP finidos na Figura 3, apresentam algumas dificuldas aos alunos, tais como a complexida do relacionamento das atividas e a scrição sucinta das funcionalidas stas atividas. No próximo item será apresentado um molo implementado em UML que contornará estas dificuldas e orientará o uso ste sistema. 5. MODELAGEM EM UML DO USO DO SISTEMA ERP Para apoiar o ensino sistemas ERP é utilizado um Molo Processos Negócio implementado em UML que consira diagramas casos uso, atividas e seqüências, construído a partir da ferramenta Enterprise Architect - EA. Desta forma são finidos como clientes verificam requisitos, fornecedores planejam recursos, gestores coornam e executores verificam suas responsabilidas. Mediante o uso ste molo explica-se ao aluno como um banco dados único interage com um conjunto integrado aplicativos e que consolida todas as operações da organização em um único ambiente computacional, dando sta forma suporte às atividas administrativas, comerciais e produtivas. A Figura 5 screve a relação dos processos negócio incluídos na fabricação do chaveiro e fine as regras, metas, os insumos, recursos e objetivos relativos a estes. Também são stacados seus relacionamentos pendência com os mais processos e a estrutura organizacional com a qual o exercício irá relacionar-se. Este diagrama também está relacionado ao processo intificação das Regras Negócio, sendo estas elaboradas no catálogo regras e intificadas pelo código do processo e pela seqüência da regra.

8 Business Process Mol MODELO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO DA "FABRICAÇÃO DO CHAVEIRO" Usuário Dicionário dados Plano Contas e Lançamentos Automáticos Informações genéricas Lançamento contábil Definição capital Movimentação bancária Componentes e quantida «Entradad» «Entrada» Custo standard do produto Disponibilida matéria prima Custos Definição preço venda Previsão «Síd a» Visualização e impressão dados Subscrição capital Custos do produto Preço venda do produto Geração orns Lote econômico Cotações e posição do estoque Emissão do boletim Pedidos vend a e planejamento da produção e compras Solicitação compras materiais consumo Cotações e geração dos pedidos compras Recebimento dos materiais «Entrada» Quantidas Previsão vendas Consumo mensal Descrição genérica do produto Dados dos fornecedores Últimos fornecimentos Disponibilida Atualização dos pedidos Requisições materiais Requisições PCP? Programação das máquinas Carga Máquina Entrada do Acompanhamento da produto produção Disponibilida materiais Quantida material Não Sim «Entrada» «Entrad a» Tempo Horário Quantida Operações produzida alocadas trabalho Conclusão da produção do chaveiro Faturamento Liberação da Nota Fiscal O caso fabricação do chaveiro é um exercício treinamento básico uso um sistema ERP e permite um aprendizado prático das principais tarefas a serem realizadas nestes sistemas. Lançamentos Fluxo caixa «Entrada» Tipos pagamentos «Entrada» Perdas e orm produção recebimentos Produção prevista Variações do lucro real Disponibilida Crédito do cliente Pagamentos e Tipos recebimentos relatórios on-line Emissão do balancete «Entrada» Pagamentos e «Entrada» Custos fixos e variáveis Figura 5 Processos negócio da fabricação do chaveiro Para screver a funcionalida cada um dos processos scritos na figura anterior são finidos diagramas casos uso. Assim, por exemplo, a Figura 6 screve como os atores (usuários) interagem no processo produção controlado pelo sistema ERP. Estes diagramas propiciam aos alunos um melhor entendimento do que faz cada um dos processos e ajudam a estabelecer melhor entendimento dos conceitos integração.

9 ud Us e Ca s e M o l La nç a m e nto Contá bil Contas a Recebir Depósitos on-line «es ten» in clu i Verificar Capital S olic ita ç ã o Com pras Sistem a Financeiro P e dido M a te ria is Atualizar Cotação S is te m a Re quis iç õe s Controla r Produç ã o Us uá rio Ca rga da s M á quina s Forne c e dor Te m po P roduç ã o Definir PCP Pe rda s da P roduç ã o S is te m a P roduç ã o Cadastrar Produto «es ten» Código Barras S is te m a Es toque Produtos Acabados Figura 6 Diagrama caso uso do processo produção Os diagramas seqüências são utilizados com a finalida exibir a troca mensagens que pom ocorrer entre um conjunto objetos na realização um caso uso. Os diagramas atividas são utilizados para representar os aspectos dinâmicos um sistema e o funcionamento interno um terminado objeto. A Figura 7 apresenta um diagrama atividas que screve a geração compras baseando-se nos pedidos vendas e também ilustra o diagrama seqüências que exibe a troca mensagens para a geração stes pedidos vendas. Activity Diagram Usuário Vendas Estoque sd Pedido Vendas Inicio Solicitar Produto Diagrama Atividas G e ra çã o d e P e d id o d e Ve n d a s J a ne la P e dido V e nda s Cliente Pedido Item Produto Orm P roduç ã o U s u á rio Processar Pedido Separar Materiais Dados do Pedido Verificar outros Produtos Enviar Pedido Inclui pedido Busca Dados do Cliente Receber Pedido Cobrar Cliente Inclui Item (Produto ) Busca Dados do Produto Pagar Cobrança Fechar Pedido Gera Orm Produção Orm produção efetuada Fim Figura 7 Diagrama atividas e seqüências dos pedidos venda 6. CONCLUSÕES Este trabalho apresentou algumas experiências realizadas na Unisul visando a apoiar o ensino sistemas ERP, baseadas num molo implementado na linguagem UML, um exercício prático da fabricação um chaveiro, que apresenta todas as atividas realizadas entre vários módulos da ferramenta Microsiga. Por sua natureza interdisciplinar, o molo foi aplicado em algumas disciplinas dos cursos engenharia e informática e observou-se o envolvimento dos alunos no que se refere

10 ao relacionamento e scrição das atividas envolvidas no exercício, sendo que em alguns casos realizaram uma fundamentação teórica mais talhada dos procedimentos mais complexos. As principais conclusões obtidas no correr da aplicação ste molo são scritas a seguir: transmite ligações entre a caia suprimentos e o gerenciamento econômico/financeiro, entre os processos fabricação e comercialização, etc., proporcionando aos alunos uma imagem única e sintética todos os elementos da empresa; treina ações estratégicas do exercício a partir regras negócio terminadas e comparam-se estas aos processos negócio executados mediante fluxos finidos preliminarmente; incorpora para as disciplinas ligadas às áreas negócios o entendimento como a empresa opera, e para as disciplinas ligadas às áreas tecnologia, além do uso comentado, mostra os safios envolvidos na construção um software; cria um ambiente colaboração efetiva e múltiplas funções, para analisar coletivamente as informações e preparar alunos para atuarem em diversas organizações; fine o estabelecimento critérios para a molagem e construção um sistema ERP aplicado à pequenas empresas, sendo uma motivação para os alunos que trabalham em empresas localizadas na região; e permite fácil atualização e incorporação outras atividas complementares do exercício e a partir da documentação referência ste molo, em formato especificado, cria-se um material que é aquado ao perfil dos cursos. Desta forma, o molo apresentado aqui foi usado satisfatoriamente e recomenda-se também a utilização outros recursos que visem a apoiar o ensino sistemas ERP consirando a natureza científica, dado que oferecer disciplinas totalmente voltadas para sistemas específicos, poria funcionar como uma estrutura treinamento para técnicos que iriam auxiliar na implantação e/ou utilização daquele sistema e fugiria da vocação universitária. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARBALHO, S. C. et al. Molagem processos negócio com UML. In: XXII Encontro Nacional Engenharia Produção ENEGEP 2003, Curitiba Paraná. Anais... Curitiba: ENEGEP, BAKER, B. Business Moling with UML: The light at the end of the tunnel. The rational Edge. Disponível em: < c_01 / m_businessmolling_bb.html> Acesso em : 10/03/2003. BOOCH, et al. UML: Guia do usuário. Rio Janeiro: Campus, 2000, 215 p. DAVENPORT, T. H. Putting the enterprise into the enterprise system. Harvard Business Review. Julho-Agosto, 1998, p DAVENPORT, T. H. Teaching about Reengineering. Association for Information Systems American Conference on Information Systems. Disponível em:< davenpor.htm > Acesso em : 22/08/2002. ERIKSSON, H. E.; PENKER, M. Business Moling with UML. New York: John Wiley & Sons, 2000, 459 p. HABERKORN, E. Gestão Empresarial com ERP. São Paulo, Microsiga Software SA, 2003, 674p. HABERKORN, E. Teoria do ERP. São Paulo, Makron Books, 1999, 329p. KETTINGER, W. J. et al. Business process change: a study of methodologies, techniques, and tools. MIS Quarterly. Disponível em: < > Acesso em : 10/03/2002.

11 NA, P. W. Business process moling and simulation with UML. The rational Edge. Disponível em: < / t_businessprocessmolling_pn.jsp> Acesso em : 10/03/2003. SCHEER, A. W. ARIS: Business Process Moling. USA, Springer Verlag, 3rd edition, VERNADAT, F. B. Enterprise moling and integration: principles and applications. London: Chapman & Hall, VILLARROEL DÁVALOS, R.; LÓPEZ, O. C. Uma abordagem da implantação um ERP visando apoio às atividas administrativas e ensino. In: 3ª CONFERÊNCIA DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO, Coimbra - Portugal. Anais... Coimbra: CAPSI, VILLARROEL DÁVALOS, R.; PLATT, A. A. Implantação um Sistema Integrado Gestão visando apoio às atividas universitárias. In: XXVII Congresso Brasileiro Ensino e Engenharia COBENGE 2002, Piracicaba SP. Anais... Piracicaba: COBENGE, WATSON, E. E.; SCHNEIDER, H. Using ERP System in Education. Communications of the ACM. v. 1, n. 9, 1999, p AN APPROACH OF THE ENTERPRISE RESOURCES PLANNING EDUCATION THROUGH THE USE OF THE UML LANGUAGE Abstract: The main ia of the ERP (Enterprise Resources Planning) systems education in the University of Santa Catarina's South - Unisul, consists of studying the integration of the information and processes among at several functional areas of an organization, and for this purpose is used a practical exercise that presents interactive way of all the activities accomplished among several modules of the tool Microsiga to support the production of a key-ring. With the purpose of to represent the several aspects of the exercise and to support the wi unrstanding in the way as the company operates, a Business Processes Moling of key-ring production is ma in the Unified Moling Language (UML). Due to its graphic interface and the possibility of construction of Information Systems, the use of the mol represent a larger motivation of the stunts in to learn and to apply the studied concepts. The main objective of this article is to establish an approach of ERP systems education through the use of the UML language. Key-words: Teaching/Learning Strategies, Information Systems, Information Technology

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