DIÁLISE TIPOS E INDICAÇÕES. Dr.Luiz Carlos Pavanetti Instituto do Rim de Marília

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1 DIÁLISE TIPOS E INDICAÇÕES Dr.Luiz Carlos Pavanetti Instituto do Rim de Marília

2 SÍNDROME URÊMICA SINTOMAS SINAIS CLEARANCE DE CREATININA

3 INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Cuidados pré-diálise Controle de pressão arterial Anemia Metabolismo acido - básico Metabolismo do cálcio-fósforo Nutrição Acesso vascular ou peritoneal Educação do paciente e dos familiares Encaminhamento precoce ao nefrologista ( Habituar-se a solicitar creatinina/urina I para pacientes de risco em DRC. Familiarizar-se com a fórmula de Cockroft-Gault).

4 140 - idade x peso Creatinina 72 (x 0,85 sexo fem.)

5 INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Indicações Comprovação do clearance de creatinina. Diabetes mellitus. Obrigatoriedade de exames de imagem. Financiamento.

6 PORTARIA RDC 154 Publicada em 31 de maio de 2006 RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº. 154, DE 15 DE JUNHO DE 2004 Estabelece o Regulamento Técnico para o funcionamento dos Serviços de Diálise.

7 PORTARIA RDC INDICAÇÃO DE DIÁLISE E MONITORAMENTO DA EVOLUÇÃO DAS CONDIÇÕES CLÍNICAS DO PACIENTE 3.1. O principal parâmetro de avaliação laboratorial, de indicação para início de diálise, é a depuração de creatinina endógena, a qual deverá ter um valor igual ou inferior a dez mililitros por minuto Para o ingresso de paciente apresentando depuração de creatinina endógena com valor superior a dez mililitros por minuto, deve ser elaborada justificativa de indicação clínica para o gestor local do Sistema Único de Saúde Em pacientes diabéticos e crianças a diálise pode ser iniciada quando apresentarem depuração de creatinina endógena inferior a 15 mililitros/minuto. litros/minuto A escolha e a indicação do tipo de tratamento dialítico, a que deve ser submetido cada paciente, devem ser efetuadas ponderando-se o seu estado de saúde e o benefício terapêutico pretendido, em relação ao risco inerente a cada opção terapêutica O paciente deve ser informado sobre as diferentes alternativas tivas de tratamento, seus benefícios e riscos, garantindo-lhe a livre escolha do método, respeitando as contra indicações.

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9 INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Diálise peritoneal Recém nascidos ou crianças muito jovens. Pacientes com doença cardiovascular grave. Pacientes com dificuldade de acesso vascular (ex. diabéticos). Pacientes que desejam uma maior liberdade para viajar. Possibilita terapia para pacientes muito idosos ou com déficit visual mas que dispõem de cuidadores.

10 INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Diálise peritoneal Tipos: CAPD DPA (CCPD - NIPD) DPI

11 INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Diálise peritoneal

12 INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Diálise peritoneal

13 INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Diálise peritoneal

14 INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Diálise peritoneal

15 INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Diálise peritoneal

16 INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Diálise peritoneal

17 INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Diálise peritoneal

18 INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Diálise peritoneal

19 INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Diálise peritoneal

20 INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Diálise peritoneal

21 INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Diálise peritoneal

22 INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Diálise peritoneal

23 INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA Diálise peritoneal

24 DIÁLISE PERITONEAL Contra-indicações Fibrose e aderências peritoneais Carcinomatose peritoneal Incapacidade total de auto-cuidado (ex.cegueira) sem concorrente suporte familiar ou de equipe de saúde. Instalações domiciliares inadequadas

25 DIÁLISE PERITONEAL Desvantagens Risco de peritonites Necessidade de destreza manual e visual Não infrequentemente o paciente depende de terceiros para realizar as trocas Sensação de dependência de horários Estética (implante do cateter) Pouco eficiente para pacientes com mais de 72 kg de peso corporal ou com função renal residual muito diminuída.

26 DIÁLISE PERITONEAL Vantagens Terapia contínua. Ambulatorial. Possibilidade de terapia noturna. Melhor controle da volemia e consequentemente da pressão arterial. Maior flexibilidade para ingestão de frutas, verduras e líquidos.

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29 HEMODIÁLISE

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31 HEMODIÁLISE

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36 HEMODIÁLISE Desvantagens Estética da fístula artério-venosa Dor das punções Pouco fisiológica Risco maior de hipervolemia e hipercalemia Repercussões hemodinâmicas

37 HEMODIÁLISE Vantagens 3x/semana. Média de 4 horas por sessão. Diminuição da responsabilidade com o auto-cuidado. Maior eficiência dialítica.

38 INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA Indicações para diálise Evidência laboratorial de perda de função renal Sintomas sabidamente associados à uremia: Náuseas, vômitos, má nutrição devido à hiporexia; outros sintomas s gastrintestinais incluindo gastrite com hemorragia, íleo e colite com ou sem hemorragia. Alteração do estado mental (p.ex., letargia, sonolência, indisposição, sição, estupor, coma ou delirium) ou sinais de encefalopatia urêmica ( asterixis, tremor, mioclonus multifocais, convulsões). Pericardite (alto risco de hemorragia ou tamponamento) (indicação urgente). Diátese hemorrágica associada à disfunção plaquetária urêmica (indicação urgente, embora possa responder à elevação do hematócrito a > 30%). Sobrecarga de volume refratária ou progressiva. Hiperpotassemia incontrolável. Acidose metabólica importante, especialmente no paciente oligúrico. Deterioração compensada da função renal, com nitrogênio uréico sérico s maior que mg/dl ( mg/dl de uréia) ou clearance de creatinina < ml/minuto/1,73 m2.

39 INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA Indicações menos comuns Intoxicação por medicamentos (hemoperfusão para certos medicamentos) Hipotermia Hipercalcemia Hiperuricemia Alcalose metabólica (sol. especiais)

40 INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA Escolha da modalidade dialítica Hemodiálise Diálise peritoneal DPI x CAPD/DPA Terapia Contínua Lenta

41 INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA Terapia Contínua Lenta Hemodiálise contínua lenta (CHD) AV/VV Hemofiltração contínua (CH) AV/VV Hemodiafiltração (CHDF) AV/VV

42 Terapias Contínuas Lentas Indicações Hemodinamicamente bem toleradas; alterações mínimas da osmolalidade plasmática Melhor controle da azotemia e do balanço eletrolítico e ácido-básico (correção contínua). Alta eficácia na remoção de líquidos (facilita uso de NPP e infusão de drogas vasoativas)

43 Terapias Contínuas Lentas Desvantagens Custo elevado Ainda não provada superioridade em relação a outras estratégias (ex. hemodiálise diária prolongada). Necessidade de equipe altamente qualificada Riscos de sangramentos e perdas do sistema devido coagulação

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