Receptores opioides até o contexto atual*

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Receptores opioides até o contexto atual*"

Transcrição

1 ARTIGO DE REVISÃO Receptores opioides até o contexto atual* Opioid receptors to date Rodrigo Tomazini Martins 1, Daniel Benzecry de Almeida 2, Felipe Marques do Rego Monteiro 3, Pedro André Kowacs 4, Ricardo Ramina 5 * Recebido do Grupo da Dor, Instituto de Neurologia de Curitiba. Curitiba, PR. RESUMO JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Devido à finalidade do ambulatório e os fármacos utilizados rotineiramente, o objetivo deste estudo foi rever e atualizar os conhecimentos sobre os receptores opioides e como complemento de estudo após palestra apresentada aos integrantes da equipe. CONTEÚDO: Foram revisados desde os aspectos históricos até os conhecimentos mais recentes sobre receptores opioides, descritos seus subtipos e mecanismos de ação. Para tal, foram consultadas referências indexadas pelo Pubmed. CONCLUSÃO: Com os dados presentes na literatura atual, concluiu-se que ainda existe muito a ser pesquisado sobre o tópico, visando medicações mais seguras e novas técnicas biomoleculares ainda são necessárias. Descritores: Antagonistas opioides, História da medicina, Morfina, Opioides, Ópio, Papoula, Receptores de morfina, Receptores opioides. SUMMARY BACKGROUND AND OBJECTIVES: Due to the objective of the outpatient setting and to routinely used 1. Residente de Neurologia no Instituto de Neurologia de Curitiba. Curitiba, PR, Brasil. 2. Neurocirurgião e Chefe do Serviço de Dor no Instituto de Neurologia de Curitiba. Curitiba, PR, Brasil. 3. Residente de Neurocirurgia no Instituto de Neurologia de Curitiba. Curitiba, PR, Brasil. 4. Neurologista e Chefe do Serviço de Neurologia no Instituto de Neurologia de Curitiba. Curitiba, PR, Brasil. 5. Neurocirurgião e Chefe do Serviço de Neurocirurgia no Instituto de Neurologia de Curitiba. Curitiba, PR, Brasil. Endereço para correspondência: Dr. Rodrigo Tomazini Martins Instituto de Neurologia de Curitiba Rua Jeremias Maciel Perreto, Curitiba, PR c Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor drugs, this study aimed at reviewing and updating the knowledge about opioid receptors and worked as a study complement after a lecture presented to team members. CONTENTS: We have reviewed from historical aspects to most recent developments about opioid receptors, in addition to describing subtypes and action mechanisms. For such, Pubmed-indexed references were queried. CONCLUSION: After reviewing current literature data, we have concluded that there is still a lot to be researched about the topic, aiming at safer drugs, and new biomolecular techniques are still needed. Keywords: History of medicine, Morphine, Morphine receptors, Opioid antagonists, Opioid receptors, Opioids, Opium, Poppy. INTRODUÇÃO Desde os tempos remotos, o ópio já vinha sendo utilizado nas diversas culturas, tanto como componente de fórmulas terapêuticas como também com finalidade recreativa. Com os avanços de técnicas biomoleculares e o consequente descobrimento de receptores opioides, houve maior compreensão de seus efeitos e a possibilidade da síntese de novos derivados, tendo grande impacto sobre a população, pela possibilidade de tratar a dor de forma sem precedentes. A identificação dos receptores opioides em laboratório muito contribuiu para essa evolução, sendo o enfoque atual de diversas pesquisas para o descobrimento de novos receptores e seus subtipos, na esperança de compreender os diversos efeitos terapêuticos e colaterais dessa classe medicamentosa, visa permitir a criação de fármacos mais específicos e de melhor tolerabilidade. OPIOIDES: ASPECTOS HISTÓRICOS O ópio é conhecido desde a antiguidade, e tem sido usado pelo homem muito provavelmente antes da 75

2 Martins, Almeida, Monteiro e col. história escrita. Existem imagens arqueológicas que sugerem o seu emprego nas culturas sumérias. Além disso, diversos estudos demonstram que a maioria dos povos antigos já conhecia e utilizava esta substância, incluindo os assírios, árabes, egípcios, gregos, romanos, chineses e persas. Desde 3400 a.c. a papoula parece ter sido cultivada na baixa Mesopotâmia. Os Sumérios se referem a ela como Hul Gil, a planta da alegria e eles logo ensinariam aos assírios os efeitos eufóricos deste extrato vegetal. Essa arte seria repassada para os babilônios, que por sua vez, passariam seu conhecimento aos egípcios 1-3. Em 1300 a.c. na capital de Tebas, os egípcios começaram o cultivo de ópio thebaicum. O comércio de ópio floresce durante o reinado de Tutmés IV, Akhenaton e Tutankhamon. A rota de comércio incluía os fenícios, que transportariam o item para o Mar Mediterrâneo e Europa 1,4. Hipócrates, em 460 a.c., rejeitou os atributos mágicos do ópio, mas concordou que era útil como um narcótico. Em 330 a.c. Alexandre, o Grande, introduziu o ópio para o povo da Pérsia e da Índia. Os hinos religiosos hindus (Vedas) já citavam os poderes do ópio. Vários textos médicos antigos, tais como os descritos por Avicena e Galeno revelavam seu uso como analgésico potente 1-3. O ópio thebaicum, é introduzido pela primeira vez na China por comerciantes árabes em 400 d.c.. No século XII, antigos tratados médicos indianos como Sarangdhar Samhita descreve o uso de ópio para diarreia e disfunções sexuais. Por volta de 1500, os portugueses iniciam o hábito de fumar ópio. Os efeitos eram instantâneos. Um século após, moradores da Pérsia e da Índia começam a comer e beber misturas de ópio com finalidade recreativa. No início do século XVI, o ópio é reintroduzido na literatura médica europeia por Paracelsus como láudano: um composto de ópio, sucos cítricos e quintessência de ouro. Denominadas de pílulas pretas ou Pedras da Imortalidade, eram feitas de thebaicum, sendo receitadas como analgésicos 1-3,5. Em 1680, o botânico inglês, Thomas Sydenham, após estudar as variedades da papoula, introduz o Laudanum Sydenham, um composto de ópio, vinho de cerejas e ervas, recomendando-o como poderoso analgésico e antidiarreico e cita: de todos os remédios que o poderoso Deus favoreceu a dar ao homem para aliviar seus sofrimentos, nenhum é tão universal e eficaz como o ópio 1,2,5. Na metade do século XVIII, Lineu, discípulo de Paracelsus foi o primeiro a classificar a papoula, Papaver somniferum indutor de sono. A sua extração é feita pelo seu látex, retirado por pequenas escarificações em suas flores ainda verdes, de onde sai um líquido leitoso. As variedades mais tradicionais contém neste sumo até 10% de alcaloides medicinais, em especial, a morfina, além de outras substâncias como a tebaína, a codeína, a papaverina e a noscapina, identificadas anos mais tarde 1,2,6. Em 1803, Friedrich Sertürner, na Alemanha, descobriu o ingrediente ativo do ópio, dissolvendo-o em ácido, em seguida, neutralizando-o com amônia. O resultado: um alcaloide - principium somniferum ou morfina. Alguns anos mais tarde, em 1827, a companhia Merck & Co, na Alemanha, começa a produção comercial de morfina. Em 1843, Alexander Wood, de Edimburgo, na Escócia, descobre nova forma de administrar a morfina, pela aplicação através de uma seringa. Seus efeitos são instantâneos e três vezes mais potentes 1,2. Charles Romley A. Wright, pesquisador inglês, em 1874, foi o primeiro a sintetizar a heroína, ou diacetilmorfina, pela fervura da morfina. No início do século XIX, em várias revistas médicas, os médicos discutem os efeitos colaterais do uso de heroína e os sintomas de abstinência 1,2. Atualmente, a Austrália, a Turquia e a Índia são os maiores produtores de ópio para fins medicinais. OS RECEPTORES Desde a metade do século XX, existia o conceito da provável existência de estruturas celulares que reconhecessem as diversas moléculas, permitindo assim a sua ativação. Essas estruturas, denominadas receptores, demonstravam alto grau de especificidade para cada substância. No entanto, somente com o desenvolvimento de modernas técnicas de biologia molecular seria possível conhecer os seus detalhes. Na década de 1940, os primeiros antagonistas opioides surgiram: a naloxona e posteriormente a naltrexona. Ainda nesse período foi desenvolvido o primeiro opioide sintético: a meperidina 3,7. O interesse nesta área aumentou ainda mais com o franco investimento do governo americano, em especial na era Nixon, o qual declarou Guerra contra a Heroína, estimulando a criação de centros de pesquisa sobre os opioides 7. Em meados da década de 1960, Paul Janssen sintetizou pela primeira vez o fentanil em seu laboratório e, nos anos 1970, foram isolados e purificados os primeiros polipeptídeos endógenos (encefalinas e β-endorfinas) 8. O estudo pioneiro de Candace Pert e Solomon Snyder, 76

3 Receptores opioides até o contexto atual Rev Dor. São Paulo, 2012 jan-mar;13(1):75-9 publicado em março de 1973 demonstrou a existência de receptores específicos da naloxona no cérebro de mamíferos e no intestino de cobaias 7,9. Um ano após esta descoberta, em maio de 1974, vários pesquisadores de diversos centros se reuniram em Boston, no Neuroscience Research Program. Foram discutidos temas como: detalhes sobre a ligação dos receptores opioides e as primeiras publicações sobre os opioides endógenos 7. Os estudos farmacológicos da nalorfina em seres humanos demonstravam um resultado interessante. Em doses pequenas, esta substância antagonizava os efeitos analgésicos da morfina. Porém em doses maiores, o efeito analgésico retornava. Com esse achado, ficava aparente a existência de mais de um receptor para explicar esta dualidade 10. A importância dos opioides tem papel marcante na analgesia e a imagem da papoula do ópio aparece em símbolos tradicionais de entidades médicas, tais como o Royal College of Anaesthetists. Por convenção, denominam-se opiáceo a todas as substâncias de origem natural, presentes no ópio da papoula, enquanto que, os opioides seriam todas as moléculas, naturais ou sintéticas, que tenham ação em seus receptores específicos 11. Outras papoulas, em especial a Papaver bracteatum e a Papaver orientale são ricas em tebaína e servem para a produção de hidromorfona, hidrocodona e outros opioides sintéticos. Por meio de pesquisas com preparados de íleo de roedores foi possível identificar três receptores da classe dos opioides e foram nomeados com letras gregas de acordo com a correspondente inicial de cada substância específica utilizada para estimulá-lo 12. Com isso, foi denominado receptor µ (mu) ao receptor ativado pela morfina; κ (kappa) àquele responsivo a cetociclazocina e; σ (sigma) pela substância SKF Esta última mais tarde viria a ser provada como não sendo da classe dos receptores opioides. Os efeitos psicomiméticos descritos relacionados à fenciclidina, que a princípio pareciam ser relacionados aos receptores sigma foram posteriormente reanalisados, chegando-se a conclusão de que seriam, na verdade, decorrentes de bloqueio de receptores glutamatérgicos do tipo NMDA. Da mesma maneira, estudos subsequentes falharam em demonstrar a existência do receptor do tipo sigma 3,9. Na década de 1980, outro grupo de polipeptídeos endógenos foi identificado e foram chamados de dinorfinas. Esses peptídeos derivam de precursores maiores que em mamíferos são: a proencefalina A, a prodinorfina e a proopiomelanocortina 3. Mais tarde, Kosterlitz e col. 13 utilizando-se de ratos vas deferens determinou um novo tipo de receptor e, seguindo a mesma regra de nomenclatura, denominou δ (delta), com isso, perfazendo novamente um total de três receptores opioides 3,9. O receptor δ foi o primeiro a ser clonado em laboratório. Possui como agentes agonistas principais a encefalina (deltorfina) cuja seletividade é baixa, mas possui alta afinidade, e também o SIOM, derivado da naltrexona, mais seletivo e potente. Antagonizando tal substância, encontra-se o naltrindol, também derivado da naltrexona, sendo este, o primeiro a ser sintetizado em laboratório 13. Nos receptores κ, o primeiro agonista identificado foi a cetociclazocina e como antagonista possui a nor-binaltorfimina, de potente ação. Por fim, nos receptores µ, teve como primeiro agonista identificado a morfina, e como antagonista, a naloxona 14. De acordo com o subtipo dos receptores e sua localização no sistema nervoso, algumas ações são bem definidas. Os receptores δ são responsáveis primariamente pela analgesia, mas também por modular funções cognitivas e de dependência física. São localizados nos núcleos pontinos, amígdalas, bulbo olfatório, córtex cerebral profundo e nos neurônios sensitivos periféricos 15. Cabem aos receptores κ as funções de nocicepção, termorregulação, controle de diurese e secreção neuroendócrina. Estão localizados no hipotálamo, substância cinzenta periaquedutal, substância gelatinosa na medula espinhal, além de neurônios sensitivos periféricos 15. Quanto aos receptores µ, estes regulam funções como a nocicepção, o ciclo respiratório e o trânsito intestinal, estando localizados nas lâminas III e V do córtex cerebral, no tálamo, substância cinzenta periaquedutal, substância gelatinosa e trato gastrintestinal 15. Em humanos, os genes que codificam a transcrição destes receptores estão localizados da seguinte maneira: no cromossomo 1 para os receptores δ, no braço longo do cromossomo 8 para os receptores κ e por fim os receptores µ são codificados pelo cromossomo Estes receptores, na membrana celular, são acoplados à proteína G. Quando estimulados por um fármaco opioide, ocorre a inibição da enzima adenilato ciclase, reduzindo o nível intracelular de adenosil monofosfato cíclico. Com isso há o fechamento dos canais de cálcio voltagem dependentes nas terminações pré-sinápticas, reduzindo a liberação de neurotransmissores e ainda a ativação dos receptores, porém não os canais de K + na membrana pós-sináptica. Isso causa uma hiperpolarização desse neurônio, bloqueando parcialmente a transmissão do estímulo doloroso

4 Martins, Almeida, Monteiro e col. Existe uma proposta defendida por biologistas moleculares de mudança na nomenclatura dos receptores δ, κ e µ, os quais foram estabelecidos por farmacologistas. Por esta proposta, os receptores passariam a serem chamados de DOR, KOR e MOR (delta, kappa e mu respectivamente). No entanto, tal nomenclatura ainda continuou sendo fonte de controvérsias. Por fim, a International Union of Pharmachologists (IU- PHAR) definiu uma nova nomenclatura de acordo com a sequência histórica de clonagem dos receptores. Denominou-se que os receptores seriam nomeados por OP, seguidos de um número subscrito referente a ordem cronológica de clonagem e, quando necessário, uma letra a seguir para os subtipos. Sendo assim os receptores DOP passaram a ser denominados OP 1, KOP seriam descritos como OP 2 e assim sucessivamente 9,15. Em estudos de atividade com radioligantes, foi determinada a presença de dois subtipos de receptores µ. O receptor µ 1 tem o sítio de ligação sensível à naloxonazina e os receptores µ 2 são seletivos para morfina 17. Dois antagonistas dos receptores δ foram comparados, o naltrindol e a encefalina. O subtipo δ 1 foi designado ao local onde o naltrindol bloqueou os efeitos da deltanorfina e δ 2, o local onde uma encefalina (DALCE) bloqueou seletivamente a ação de outra encefalina (DPDPE) 18. A presença de dois subtipos de receptores κ foi demonstrada utilizando-se de cetociclazocina radiomarcada. Determinou-se de subtipo κ 1 o local sensível a substância U50,488H, enquanto que o κ 2 acabou por ser considerado um dímero do receptor κ 1. Dentre os receptores κ 1, há outra subdivisão, sendo categorizada de acordo com a afinidade do receptor pela dinorfina. Com isso, designou-se κ 1a o de menor afinidade e κ 1b o de maior afinidade. O subtipo κ 3 decorreu de estudos com uma solução contendo agonista e antagonista (naloxona benzoil- -hidrazona), determinando o local onde esta teria ação antagonista à morfina 19. Novos subtipos de receptores têm sido estudados, determinando que os receptores ε (épsilon) têm sua localização em linfócitos e tem alta afinidade por β-endorfina 20. Outro subtipo, denominado ζ (zeta), está presente nas células da pele, córnea e cérebro, sendo seletivos para met-encefalina. São relacionados ao crescimento de algumas células tumorais 21. Ainda outros subtipos de receptores são descritos como o: ι (iota), cuja encefalina apresenta alta afinidade, estando presente no íleo de coelhos e; λ (lambda) com afinidade por epoximorfina, sendo encontrado em preparados frescos de membranas celulares de ratos 22. CONCLUSÃO No futuro, maiores avanços nas técnicas de biologia molecular e isolamento de DNA complementar trarão, provavelmente, novos conhecimentos e uma melhor compreensão e identificação dos receptores opioides, incluindo suas ações. REFERÊNCIAS 1. Wright AD. The history of opium. Trans Stud Coll Physicians Phila 1961;29(1): Baraka A. Historical aspects of opium. Middle East J Anaesthesiol 1982;6(5): Brownstein MJ. A brief history of opiates, opioid peptides, and opioid receptors. Proc Natl Acad Sci USA 1993;15;90(12): Schiff PL Jr. Opium and Its Alkaloids. Am J Pharm Educ 2002;66(2): Smale R. Addiction and creativity: from laudanum to recreational drugs. J Psychiatr Ment Health Nurs 2001;8(5): Frick S, Kramell R, Schmidt J, et al. Comparative qualitative and quantitative determination of alkaloids in narcotic and condiment Papaver somniferum cultivars. J Nat Prod 2005;68(5): Snyder SH, Pasternak GW. Historical review: opioid receptors. Trends Pharmacol Sci 2003;24(4): Pasternak GW, Simantov R, Snyder SH. Characterization of an endogenous morphine-like factor (enkephalin) in mammalian brain. Mol Pharmacol 1976;12(3): Pert CB, Snyder SH. Opiate receptor: demonstration in nervous tissue. Science 1973;9;179(4077): Lasagna L, Beecher HK. The analgesic effectiveness of nalorphine and nalorphine-morphine combinations in man. J Pharmacol Exp Ther 1954;112(3): Posso IP, Oliveira JO Jr. Os opioides e a legislação. Rev Dor 2009;10(4): Martin WR, Eades CG, Thompson JA, et al. The effects of morphine- and nalorphine- like drugs in the nondependent and morphine-dependent chronic spinal dog. J Pharmacol Exp Ther 1976;197(3): Kosterlitz HW, Lord JA, Paterson SJ, et al. Effects of changes in the structure of enkephalins and of narcotic analgesic drugs on their interactions with mu- and delta- -receptors. Br J Pharmacol 1980;68(2): Emmerson PJ, Liu MR, Woods JH, et al. Binding affinity and selectivity of opioids at mu, delta and kappa receptors in monkey brain membranes. J Pharmacol Exp Ther 1994;271(3):

5 Receptores opioides até o contexto atual Rev Dor. São Paulo, 2012 jan-mar;13(1): Dhawan BN, Cesselin F, Raghubir R, et al. International Union of Pharmacology. XII. Classification of opioid receptors. Pharmacol Rev 1996;48(4): Jordan BA, Devi LA. G-protein-coupled receptor heterodimerization modulates receptor function. Nature 1999;Jun 17;399(6737): Wolozin BL, Pasternak GW. Classification of multiple morphine and enkephalin binding sites in the central nervous system. Proc Natl Acad Sci USA 1981;78(10): Jiang Q, Takemori AE, Porreca F, et al. Differential antagonism of opioid delta antinociception by [D- -Ala2,Leu5,Cys6]enkephalin and naltrindole 5 -isothiocyanate: evidence for delta receptor subtypes. J Pharmacol Exp Ther 1991;257(3): Zukin RS, Eghbali M, Olive D, et at. Characterization and visualization of rat and guinea pig brain kappa opioid receptors: evidence for kappa 1 and kappa 2 opioid receptors. Proc Natl Acad Sci USA 1988;85(11): Hazum E, Chang KJ, Cuatrecasas P. Specific nonopiate receptors for beta-endorphin. Science 1979;205(4410): Zagon IS, Wu Y, McLaughlin PJ. The opioid growth factor, [Met5]-enkephalin, and the zeta opioid receptor are present in human and mouse skin and tonically act to inhibit DNA synthesis in the epidermis. J Invest Dermatol 1996;106(3): Southwell BR. Localization of protein kinase C theta immunoreactivity to interstitial cells of Cajal in guinea-pig gastrointestinal tract. Gastroenterol Motil 2003;15(2): Apresentado em 27 de dezembro de 2011 Aceito para publicação em 27 de fevereiro de

Analgésicos Centrais 25/04/2015. Conceito. Dor. Experiência subjetiva, difícil de definir exatamente

Analgésicos Centrais 25/04/2015. Conceito. Dor. Experiência subjetiva, difícil de definir exatamente Analgésicos Centrais Prof. Dr. Roosevelt Albuquerque Gomes roosevelt.ag@gmail.com Conceito Analgésicos são depressores seletivos do SNC empregados para aliviar a dor sem causar a perda de consciência.

Leia mais

Drogas narcóticas opióides

Drogas narcóticas opióides Drogas narcóticas opióides Opióides - são todas as drogas, naturais e sintéticas, com propriedades semelhantes à morfina, incluindo peptídeos endógenos. Opiáceos - são substâncias (alcalóides) derivadas

Leia mais

Ciências Morfofuncionais III Fármacos analgésicos

Ciências Morfofuncionais III Fármacos analgésicos Ciências Morfofuncionais III Fármacos analgésicos Professores: Felipe, Jean-Pierre e Olivia FÁRMACOS ANALGÉSICOS Analgésico é um termo coletivo para designar qualquer membro do diversificado grupo de drogas

Leia mais

TUTORIAL DE ANESTESIA DA SEMANA FARMACOLOGIA DOS OPI IDES (PARTE 1)

TUTORIAL DE ANESTESIA DA SEMANA FARMACOLOGIA DOS OPI IDES (PARTE 1) TUTORIAL DE ANESTESIA DA SEMANA FARMACOLOGIA DOS OPI IDES (PARTE 1) Dr. Mahesh Trivedi, Dr. Shafee Shaikh, Dr. Carl Gwinnutt Departamento de Anestesia, Hospital Hope, Salford, UK Tradução autorizada do

Leia mais

Opióides - são todas as drogas, naturais e sintéticas, com propriedades semelhantes à morfina, incluindo peptídeos endógenos.

Opióides - são todas as drogas, naturais e sintéticas, com propriedades semelhantes à morfina, incluindo peptídeos endógenos. Opióides Opióides - são todas as drogas, naturais e sintéticas, com propriedades semelhantes à morfina, incluindo peptídeos endógenos. Opiáceos - são substâncias (alcalóides) derivadas do ópio, como a

Leia mais

Drogas Analgésicas. Ação Central. Ação Periférica. Opióides Antidepressivos. Anti-inflamatórios não esteroidais Anestésicos locais

Drogas Analgésicas. Ação Central. Ação Periférica. Opióides Antidepressivos. Anti-inflamatórios não esteroidais Anestésicos locais USO DE OPIÓIDES NO TRATAMENTO DA DOR Drogas Analgésicas Ação Central Opióides Antidepressivos Ação Periférica Anti-inflamatórios não esteroidais Anestésicos locais DOR Conceito (Associação Internacional

Leia mais

15) TRATAMENTO FARMACOLÓGICO DA DOR COM OPIÓIDES

15) TRATAMENTO FARMACOLÓGICO DA DOR COM OPIÓIDES 15) TRATAMENTO FARMACOLÓGICO DA DOR COM OPIÓIDES A dor é uma sensação protetora (fisiológica) bem como perturbação física e emocional desagradável, originada em receptores de dor (nociceptores) que respondem

Leia mais

Projeto Medicina. Dr. Onésimo Duarte Ribeiro Júnior Professor Assistente da Disciplina de Anestesiologia da Faculdade de Medicina do ABC

Projeto Medicina. Dr. Onésimo Duarte Ribeiro Júnior Professor Assistente da Disciplina de Anestesiologia da Faculdade de Medicina do ABC Projeto Medicina Dr. Onésimo Duarte Ribeiro Júnior Professor Assistente da Disciplina de Anestesiologia da Faculdade de Medicina do ABC Neurociência DIVISÃO DO SISTEMA NERVOSO Sistema Nervoso Central Sistema

Leia mais

SENSAÇÕES SOMÁTICAS II: DOR

SENSAÇÕES SOMÁTICAS II: DOR SENSAÇÕES SOMÁTICAS II: DOR NEUROFISIOLOGIA Prof. Hélder Mauad DOR - Mecanismo de proteção do organismo Ocorre quando um tecido está sendo lesado Faz com que o indivíduo reaja para remover o estímulo lesivo

Leia mais

5-HT 1A Núcleos da rafe, hipocampo Gi, AMPc. 5-HT 1B Substância negra, globo pálido, gânglios da base Gi, AMPc. 5-HT 1D Cérebro Gi, AMPc

5-HT 1A Núcleos da rafe, hipocampo Gi, AMPc. 5-HT 1B Substância negra, globo pálido, gânglios da base Gi, AMPc. 5-HT 1D Cérebro Gi, AMPc UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE FARMACOLOGIA SEROTONINA Serotonina: funções e distribuição Receptores centrais e periféricos Neurotransmissor: neurônios

Leia mais

As bactérias operárias

As bactérias operárias A U A UL LA As bactérias operárias Na Aula 47 você viu a importância da insulina no nosso corpo e, na Aula 48, aprendeu como as células de nosso organismo produzem insulina e outras proteínas. As pessoas

Leia mais

DROGAS LÌCITAS E ILÌCITAS SUBSTÂNCIAS PSICOTRÒPICAS. Drogas Lícitas e Ilícitas Substancias Psicotrópicas

DROGAS LÌCITAS E ILÌCITAS SUBSTÂNCIAS PSICOTRÒPICAS. Drogas Lícitas e Ilícitas Substancias Psicotrópicas DROGAS LÌCITAS E ILÌCITAS SUBSTÂNCIAS PSICOTRÒPICAS Drogas Lícitas e Ilícitas Substancias Psicotrópicas SUBSTÂNCIAS PSICOTRÒPICAS São substancias psicoativas que agem no Sistema Nervoso Central. Produz

Leia mais

SISTEMA NERVOSO PARTE 1

SISTEMA NERVOSO PARTE 1 SISTEMA NERVOSO PARTE 1 1 TECIDO NERVOSO 1. O sistema nervoso é dividido em: SISTEMA NERVOSO CENTRAL e SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO 2. A unidade básica = célula nervosa NEURÔNIO 3. Operam pela geração de

Leia mais

Sistema nervoso I- Introdução à Neuroanatomia

Sistema nervoso I- Introdução à Neuroanatomia ANATOMIA 2012.1 Sistema nervoso I- Introdução à Neuroanatomia Prof. Musse Jereissati, M.D. Aviso: O material disponível no site NÃO substitui o livro e o Atlas. Recomendamos a leitura da bibliografia indicada!

Leia mais

Disciplina de Fisiologia Veterinária. GH e PROLACTINA. Prof. Fabio Otero Ascoli

Disciplina de Fisiologia Veterinária. GH e PROLACTINA. Prof. Fabio Otero Ascoli Disciplina de Fisiologia Veterinária GH e PROLACTINA Prof. Fabio Otero Ascoli GH Sinônimos: Hormônio do crescimento ou somatotrópico ou somatotropina Histologia: Em torno de 30 a 40% das células da hipófise

Leia mais

Analgésicos Opióides

Analgésicos Opióides Analgésicos Opióides Histórico: 300 A C -Árabes introduziram 1806 Foi isolada a Morfina (Morfeus) 1832/1848 Isolaram Codeina e Papaverina 1972 Naloxano reverte analgesia 1973 Sítios de ligação no cérebro

Leia mais

SISTEMA NERVOSO. Juntamente com o sistema endócrino, capacitam o organismo a:

SISTEMA NERVOSO. Juntamente com o sistema endócrino, capacitam o organismo a: SISTEMA NERVOSO Juntamente com o sistema endócrino, capacitam o organismo a: perceber as variações do meio (interno e externo), a difundir as modificações que essas variações produzem executar as respostas

Leia mais

7.012 Conjunto de Problemas 8

7.012 Conjunto de Problemas 8 7.012 Conjunto de Problemas 8 Questão 1 a) A figura abaixo é um esquema generalizado de um neurônio. Identifique suas partes. 1 Dendritos, 2 corpo da célula e 3 axônio. b) Qual é a função de um axônio?

Leia mais

LINGUAGEM, LÍNGUA, LINGÜÍSTICA MARGARIDA PETTER

LINGUAGEM, LÍNGUA, LINGÜÍSTICA MARGARIDA PETTER LINGUAGEM, LÍNGUA, LINGÜÍSTICA MARGARIDA PETTER Duas explicações da Origem do mundo palavra (a linguagem verbal) associada ao poder mágico de criar. Atributo reservado a Deus. Através dela ele criou as

Leia mais

A noz-moscada é uma das especiarias mais apreciadas e valorizadas desde a antiguidade por suas propriedades aromáticas, afrodisíacas e curativas.

A noz-moscada é uma das especiarias mais apreciadas e valorizadas desde a antiguidade por suas propriedades aromáticas, afrodisíacas e curativas. A noz-moscada é uma das especiarias mais apreciadas e valorizadas desde a antiguidade por suas propriedades aromáticas, afrodisíacas e curativas. Sua história remonta ao século I, como evidenciado nos

Leia mais

Diversidade do sistema endócrino

Diversidade do sistema endócrino Diversidade do sistema endócrino Importância Biomédica - hormônio palavra de origem grega despertar para a atividade - Definição clássica Conceito célula alvo - ação bioquímica ou fisiológica Importância

Leia mais

RECEPTORES SENSORIAIS

RECEPTORES SENSORIAIS RECEPTORES SENSORIAIS Elio Waichert Júnior Sistema Sensorial Um dos principais desafios do organismo é adaptar-se continuamente ao ambiente em que vive A organização de tais respostas exige um fluxo de

Leia mais

Opióides 27/05/2017 AAS. Aguda e crônica. Periférica e Visceral. Vias Inibitórias Descendentes. Opióides. Neurônio de transmissão DOR.

Opióides 27/05/2017 AAS. Aguda e crônica. Periférica e Visceral. Vias Inibitórias Descendentes. Opióides. Neurônio de transmissão DOR. Analgésicos Analgésicos Antipiréticos Anti-inflamatórios (AINES) Ácido Acetil Salicílico AAS -Aspirina Prof. Herval de Lacerda Bonfante Departamento de Farmacologia Isolada do ópio em 1806 Aguda e crônica

Leia mais

Maconha. Alessandro Alves. Conhecendo a planta

Maconha. Alessandro Alves. Conhecendo a planta Maconha Alessandro Alves Entenda bem. A maconha é a droga ilícita mais utilizada no mundo. Está entre as plantas mais antigas cultivadas pelo homem. Na China seus grãos são utilizados como alimento e no

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO DE ANTIMICROBIANOS DE USO VETERINÁRIO

REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO DE ANTIMICROBIANOS DE USO VETERINÁRIO MERCOSUL/GMC/RES. Nº 3/97 REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO DE ANTIMICROBIANOS DE USO VETERINÁRIO TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, as Resoluções Nº 11/93 e 91/93 do Grupo

Leia mais

16/03/2010 RECEPTORES OPIÓIDES FARMACOLOGIA OPIÁCEO OPIÓIDE: AÇÃO SIMILAR À MORFINA OPIÓIDES NA RCÓTICO:

16/03/2010 RECEPTORES OPIÓIDES FARMACOLOGIA OPIÁCEO OPIÓIDE: AÇÃO SIMILAR À MORFINA OPIÓIDES NA RCÓTICO: - O alívio da d or p elo u so do óp io era prática comum na Grécia antiga OPIÓIDES - Ópio (várias substâncias) ef eitos variáveis - Sertürn er purificou e isolo u o compo sto qu e inicialmente denominou

Leia mais

Sistema Nervoso. Corpo celular constituída pela membrana, organelas e núcleo celular.

Sistema Nervoso. Corpo celular constituída pela membrana, organelas e núcleo celular. Neurônio Sistema Nervoso Corpo celular constituída pela membrana, organelas e núcleo celular. Dendritos prolongamentos ramificados que captam os estímulos nervosos. Axônio prolongamento único e responsável

Leia mais

AULA 06 SENSAÄÅES SOMÇTICAS Parte 3 DOR & ANALGESIA

AULA 06 SENSAÄÅES SOMÇTICAS Parte 3 DOR & ANALGESIA AULA 06 SENSAÄÅES SOMÇTICAS Parte 3 DOR & ANALGESIA NEUROFISIOLOGIA Prof. HÑlder Mauad DOR o Mecanismo de proteção do organismo: Ocorre quando um tecido está sendo lesado Faz com que o indivíduo reaja

Leia mais

EXAME DE INGRESSO AO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FARMACOLOGIA. Nome:... Data:... Assinatura:...

EXAME DE INGRESSO AO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FARMACOLOGIA. Nome:... Data:... Assinatura:... EXAME DE INGRESSO AO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FARMACOLOGIA Nome:... Data:... Assinatura:... DISSERTAÇÃO: RECEPTORES E VIAS DE TRANSDUÇÃO DO SINAL COMO ESTRATÉGIA AO DESENVOLVIMENTO DE NOVOS FÁRMACOS

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Ciências Biomédicas Programa de Graduação em Farmacologia. Profa. Thais Biondino Sardella Giorno

Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Ciências Biomédicas Programa de Graduação em Farmacologia. Profa. Thais Biondino Sardella Giorno Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Ciências Biomédicas Programa de Graduação em Farmacologia Profa. Thais Biondino Sardella Giorno 1 Dor É uma experiência sensorial e emocional desagradável

Leia mais

Questões complementares

Questões complementares Questões complementares 1. Definir célula e os tipos celulares existentes. Caracterizar as diferenças existentes entre os tipos celulares. 2. Existe diferença na quantidade de organelas membranares entre

Leia mais

DL-FENILALANINA. Aminoácido, analgésico e antidepressivo

DL-FENILALANINA. Aminoácido, analgésico e antidepressivo Informações Técnicas DL-FENILALANINA Aminoácido, analgésico e antidepressivo CAS NUMBER: 150-30-1 FÓRMULA MOLECULAR: C 9 H 11 NO 2 INTRODUÇÃO D-Fenilalanina e outros aminoácidos D são encontrados em pequenas

Leia mais

INTRODUÇÃO À VIROLOGIA MORFOLOGIA E CLASSIFICAÇÃO VIRAL. Larissa dos Santos Professora Auxiliar de Virologia larissa.ss@gmail.com

INTRODUÇÃO À VIROLOGIA MORFOLOGIA E CLASSIFICAÇÃO VIRAL. Larissa dos Santos Professora Auxiliar de Virologia larissa.ss@gmail.com INTRODUÇÃO À VIROLOGIA MORFOLOGIA E CLASSIFICAÇÃO VIRAL Larissa dos Santos Professora Auxiliar de Virologia larissa.ss@gmail.com APRESENTAÇÃO Site: virologia UFF http://www.proac.uff.br/virologia/ Livros:

Leia mais

3º BIMESTRE Vícios e suas consequências Aula 130 Conteúdos: Concordância verbal Dependência química e limitações do corpo Ervas entorpecentes

3º BIMESTRE Vícios e suas consequências Aula 130 Conteúdos: Concordância verbal Dependência química e limitações do corpo Ervas entorpecentes CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA I 3º BIMESTRE Vícios e suas consequências Aula 130 Conteúdos: Concordância verbal Dependência química e limitações do

Leia mais

SISTEMA NERVOSO A FUNÇÃO GERAL

SISTEMA NERVOSO A FUNÇÃO GERAL SISTEMA NERVOSO O Sistema Nervoso se divide em a) Sistema Nervoso Central e b) Sistema Nervoso Periférico. No sistema nervoso central existem dois tipos de células: a) os neurônios e b) as células da glia

Leia mais

Complexo principal de histocompatibilidade

Complexo principal de histocompatibilidade Complexo principal de histocompatibilidade Todas as espécies possuem um conjunto de genes denominado MHC, cujos produtos são de importância para o reconhecimento intercelular e a discriminação do que é

Leia mais

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto

ANATOMIA HUMANA. Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto ANATOMIA HUMANA Faculdade Anísio Teixeira Curso de Férias Prof. João Ronaldo Tavares de Vasconcellos Neto Tecido Nervoso Compreende basicamente dois tipos celulares Neurônios unidade estrutural e funcional

Leia mais

> ESTUDO DO RNA. (C) O ácido nucléico I é DNA e o II, RNA. (D) O ácido nucléico I é RNA e o II, DNA. (E) I é exclusivo dos seres procariontes.

> ESTUDO DO RNA. (C) O ácido nucléico I é DNA e o II, RNA. (D) O ácido nucléico I é RNA e o II, DNA. (E) I é exclusivo dos seres procariontes. Biologia > Citologia > Sintese Protéica > Alunos Prof. Zell (biologia) (C) O ácido nucléico I é DNA e o II, RNA. (D) O ácido nucléico I é RNA e o II, DNA. (E) I é exclusivo dos seres procariontes. > ESTUDO

Leia mais

Sistema Nervoso. Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico (SNP) Cérebro. Cerebelo. Encéfalo. Mesencéfalo Ponte Bulbo Medula

Sistema Nervoso. Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico (SNP) Cérebro. Cerebelo. Encéfalo. Mesencéfalo Ponte Bulbo Medula Introdução O corpo humano é coordenado por dois sistemas: o nervoso e o endócrino. O sistema nervoso é o que coordena, por meio da ação dos neurônios, as respostas fisiológicas, como a ação dos músculos

Leia mais

Exercícios de Monera e Principais Bacterioses

Exercícios de Monera e Principais Bacterioses Exercícios de Monera e Principais Bacterioses 1. (Fuvest) O organismo A é um parasita intracelular constituído por uma cápsula protéica que envolve a molécula de ácido nucléico. O organismo B tem uma membrana

Leia mais

Anatomofisiologia do Sistema Nervoso Central e Autonômico

Anatomofisiologia do Sistema Nervoso Central e Autonômico Beneficência Portuguesa de São Paulo Serviços Médicos São Paulo Anatomofisiologia do Sistema Nervoso Central e Autonômico David Ferez david.ferez@uol.com.br Disciplina de Anestesiologia, Dor e Terapia

Leia mais

Estudo Dirigido. Organelas membranosas- Compartimentos intracelulares- endereçamento de proteínas

Estudo Dirigido. Organelas membranosas- Compartimentos intracelulares- endereçamento de proteínas UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE SETOR DE BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR DISCIPLINA: BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR Estudo Dirigido Organelas membranosas- Compartimentos

Leia mais

O ESTUDO DA RELAÇÃO MENTE E CORPO SEGUNDO O PENSAMENTO FUNCIONAL DE WILHELM REICH Alberto Pucci Junior

O ESTUDO DA RELAÇÃO MENTE E CORPO SEGUNDO O PENSAMENTO FUNCIONAL DE WILHELM REICH Alberto Pucci Junior 1 O ESTUDO DA RELAÇÃO MENTE E CORPO SEGUNDO O PENSAMENTO FUNCIONAL DE WILHELM REICH Alberto Pucci Junior Resumo Este artigo apresenta algumas características da técnica de pesquisa desenvolvida por Wilhelm

Leia mais

RESENHA: Novas perspectivas na luta contra a dependência química provocada pela cocaína.

RESENHA: Novas perspectivas na luta contra a dependência química provocada pela cocaína. RESENHA: Novas perspectivas na luta contra a dependência química provocada pela cocaína. FONTE: Yao, L. et al. (2010) Nature Medicine 16 (9), 1024. Contribuição de Rodolfo do Couto Maia (Doutorando do

Leia mais

Sinalização celular. Profa. Dra. Monica Akemi Sato

Sinalização celular. Profa. Dra. Monica Akemi Sato Sinalização celular Profa. Dra. Monica Akemi Sato Mensageiros Químicos Número de células Corpo Humano ~75 trilhões As células são especializadas na execução da função específica Ex: secreção ou contração.

Leia mais

UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ ÁREA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE MEDICINA SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO V ANALGÉSICOS OPIOIDES

UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ ÁREA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE MEDICINA SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO V ANALGÉSICOS OPIOIDES UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ ÁREA DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE MEDICINA SAÚDE DO ADULTO E DO IDOSO V ANALGÉSICOS OPIOIDES FÁRMACOS OPIOIDES Ópio - extrato do suco da papoula (Papaver

Leia mais

Hoje estudaremos a bioquímica dos ácidos nucléicos. Acompanhe!

Hoje estudaremos a bioquímica dos ácidos nucléicos. Acompanhe! Aula: 2 Temática: Ácidos Nucléicos Hoje estudaremos a bioquímica dos ácidos nucléicos. Acompanhe! Introdução: Os ácidos nucléicos são as moléculas com a função de armazenamento e expressão da informação

Leia mais

Sistema Nervoso Organização Geral

Sistema Nervoso Organização Geral Sistema Nervoso Organização Geral O encéfalo é o centro da razão e da inteligência: cognição, percepção, atenção, memória e emoção, Também é responsável pelo controle da postura e movimentos, Permite o

Leia mais

SISTEMA NERVOSO. Disciplina: Biologia Série: 2ª série EM - 1º TRIM Professora: Ivone Azevedo da Fonseca Assunto: Sistema Nervoso

SISTEMA NERVOSO. Disciplina: Biologia Série: 2ª série EM - 1º TRIM Professora: Ivone Azevedo da Fonseca Assunto: Sistema Nervoso Disciplina: Biologia Série: 2ª série EM - 1º TRIM Professora: Ivone Azevedo da Fonseca Assunto: Sistema Nervoso SISTEMA NERVOSO Nos organismos menos complexos as funções de comunicação entre as várias

Leia mais

No Brasil, a esquizofrenia ocupa 30% dos leitos psiquiátricos hospitalares; Ocupa 2ºlugar das primeiras consultas psiquiátricas ambulatoriais;

No Brasil, a esquizofrenia ocupa 30% dos leitos psiquiátricos hospitalares; Ocupa 2ºlugar das primeiras consultas psiquiátricas ambulatoriais; Curso - Psicologia Disciplina: Psicofarmacologia Resumo Aula 7- Psicofármacos e Esquizofrenia Esquizofrenia Uma das mais graves doenças neuropsiquiátricas e atinge 1% da população mundial; No Brasil, a

Leia mais

Drogas de abuso. Maxwell Santana

Drogas de abuso. Maxwell Santana Drogas de abuso Maxwell Santana Drogas de abuso Qualquer substância ou preparação, com pouco uso médico usada primariamente pelos seus efeitos gratificantes! Englobam substância psicoativas e psicotrópicas!

Leia mais

Corticóides na Reumatologia

Corticóides na Reumatologia Corticóides na Reumatologia Corticóides (CE) são hormônios esteróides produzidos no córtex (área mais externa) das glândulas suprarrenais que são dois pequenos órgãos localizados acima dos rins. São produzidos

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE TRANSFERÊNCIA EXTERNA CADERNO DE PROVA

PROCESSO SELETIVO DE TRANSFERÊNCIA EXTERNA CADERNO DE PROVA PROCESSO SELETIVO DE TRANSFERÊNCIA EXTERNA 19/10/2014 INSTRUÇÕES CADERNO DE PROVA 1. Confira, abaixo, seu nome e número de inscrição. Confira, também, o curso e a série correspondentes à sua inscrição.

Leia mais

História/15 6º ano Turma: 2º trimestre Nome: Data: / / RECUPERAÇÃO FINAL 2015 HISTÓRIA 6º ano

História/15 6º ano Turma: 2º trimestre Nome: Data: / / RECUPERAÇÃO FINAL 2015 HISTÓRIA 6º ano História/15 6º ano Turma: 2º trimestre Nome: Data: / / 6ºhis302r RECUPERAÇÃO FINAL 2015 HISTÓRIA 6º ano Aluno(a), Seguem os conteúdos trabalhados no 2º trimestre. Como base neles você deverá iniciar seus

Leia mais

Objetivos: Descrever os neurotransmissores -Catecolaminas dopamina, noradrenalina, adrenalina -Acetilcolina

Objetivos: Descrever os neurotransmissores -Catecolaminas dopamina, noradrenalina, adrenalina -Acetilcolina FACULDADE DE MEDICINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA VIDA PUC-Campinas DISCIPLINA DE BASES MORFOFISIOLÓGICAS DO SISTEMA NERVOSO, SENSORIAL E LOCOMOTOR BIOQUÍMICA A 2012 Profa. Dra. Celene Fernandes Bernardes Objetivos:

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PÓS-GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA E QUÍMICA FORENSE ABUSO DE OPIÓIDES

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PÓS-GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA E QUÍMICA FORENSE ABUSO DE OPIÓIDES PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PÓS-GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA E QUÍMICA FORENSE ABUSO DE OPIÓIDES Laila Ferreira Metri 1 Brina Portugal 2 ¹Farmacêutica Bioquímica Analista Clínica - Graduada pela

Leia mais

Fisiologia do Sistema Nervoso

Fisiologia do Sistema Nervoso FORMAÇÃO DO TUBO NEURAL Fisiologia do Sistema Nervoso Curso: Biologia Profa. EMBRIOGÊNESE DO SN DIVISÃO DO SN 1 SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO Diversidade celular SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO NERVOS SOMÁTICO

Leia mais

CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I

CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I CURSO DE HISTÓRIA: EMENTAS DAS DISCIPLINAS NÍVEL I 15201-04 Introdução ao Estudo da História Introdução ao estudo da constituição da História como campo de conhecimento, ao longo dos séculos XIX e XX,

Leia mais

VI Congresso Brasileiro de Biossegurança Simpósio Latino-Americano de Produtos Biotecnológicos

VI Congresso Brasileiro de Biossegurança Simpósio Latino-Americano de Produtos Biotecnológicos VI Congresso Brasileiro de Biossegurança Simpósio Latino-Americano de Produtos Biotecnológicos Rio de Janeiro, 21-25 setembro de 2009 Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ Construções Mais Comuns

Leia mais

INTRODUÇÃO AO SISTEMA NERVOSO DOS ANIMAIS. Prof. Ismar Araújo de Moraes Departamento de Fisiologia e Farmacologia

INTRODUÇÃO AO SISTEMA NERVOSO DOS ANIMAIS. Prof. Ismar Araújo de Moraes Departamento de Fisiologia e Farmacologia INTRODUÇÃO AO SISTEMA NERVOSO DOS ANIMAIS Prof. Ismar Araújo de Moraes Departamento de Fisiologia e Farmacologia 1 O sistema nervoso é o mais complexo e diferenciado do organismo, sendo o primeiro a se

Leia mais

BIOTECNOLOGIA. 2. Conceito de clonagem molecular

BIOTECNOLOGIA. 2. Conceito de clonagem molecular BIOTECNOLOGIA 1. Introdução Até a década de 70, o DNA era o componente celular mais difícil de ser analisado. Sua seqüência de nucleotídeos de enorme tamanho e monotonia química era geralmente analisada

Leia mais

NEUROFISIOLOGIA ORGANIZAÇÃO GERAL:

NEUROFISIOLOGIA ORGANIZAÇÃO GERAL: NEUROFISIOLOGIA O Sistema Nervoso (SN) e o Sistema Endócrino (hormonal) desempenham a maioria das funções de controle do organismo - O SN controla atividades RÁPIDAS: contração muscular, eventos viscerais

Leia mais

Mitocôndrias e Cloroplastos

Mitocôndrias e Cloroplastos Universidade Federal de Sergipe Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Departamento de Morfologia Biologia Celular Mitocôndrias e Cloroplastos Características gerais de mitocôndrias e cloroplastos Mitocôndrias

Leia mais

Centro de Educação Integrada

Centro de Educação Integrada Centro de Educação Integrada 1º ANO BIOLOGIA Origem da vida Citologia Teoria da geração espontânea e biogênese. Teoria de Oparin e Haldane. Panspermia. Criacionismo. Os primeiros seres vivos. Água. Sais

Leia mais

Resistência aos antimicrobianos em Salmonella spp.

Resistência aos antimicrobianos em Salmonella spp. Resistência aos antimicrobianos em Salmonella spp. Síntese das investigações desde a descoberta de novos antimicrobianos Final do século XIX: Pasteur efetuou relatos sobre antagonismo entre diferentes

Leia mais

A partícula viral infectante, chamada vírion, consiste de um ácido nucléico e de uma capa protéica externa (capsídeo). O conjunto do genoma mais o

A partícula viral infectante, chamada vírion, consiste de um ácido nucléico e de uma capa protéica externa (capsídeo). O conjunto do genoma mais o 1 A partícula viral infectante, chamada vírion, consiste de um ácido nucléico e de uma capa protéica externa (capsídeo). O conjunto do genoma mais o capsídeo de um vírion é denominado de nucleocapsídeo.

Leia mais

Farmacologia Colinérgica

Farmacologia Colinérgica União de Ensino Superior de Campina Grande Faculdade de Campina Grande FAC-CG Curso de Fisioterapia Farmacologia Colinérgica Profa. Dra. Narlize Silva Lira Setembro /2014 Farmacologia Colinérgica Trata

Leia mais

BIOLOGIA MOLECULAR APLICADA AO ESTUDO DE DOENÇAS

BIOLOGIA MOLECULAR APLICADA AO ESTUDO DE DOENÇAS ! Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Departamento de Patologia Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami Prof. Dr. Lucas Brandão BIOLOGIA MOLECULAR APLICADA AO ESTUDO DE DOENÇAS

Leia mais

Nestas últimas aulas irei abordar acerca das vitaminas. Acompanhe!

Nestas últimas aulas irei abordar acerca das vitaminas. Acompanhe! Aula: 31 Temática: Vitaminas parte I Nestas últimas aulas irei abordar acerca das vitaminas. Acompanhe! Introdução O termo vitamina refere-se a um fator dietético essencial requerido por um organismo em

Leia mais

Metabolismo de RNA: Transcrição procarioto/eucarioto

Metabolismo de RNA: Transcrição procarioto/eucarioto Metabolismo de RNA: Transcrição procarioto/eucarioto Controle do nível de proteínas DNA inibição RNA degradação inibição Proteína degradação Tipos de RNA produzidos em uma célula Abundancia dos diferentes

Leia mais

As informações provenientes do meio são chamadas de estímulos sensoriais. Os receptores sensoriais transmitem os estímulos ao encéfalo através de

As informações provenientes do meio são chamadas de estímulos sensoriais. Os receptores sensoriais transmitem os estímulos ao encéfalo através de 1 As informações provenientes do meio são chamadas de estímulos sensoriais. Os receptores sensoriais transmitem os estímulos ao encéfalo através de impulso nervoso. 2 As informações acerca do ambiente,

Leia mais

USO DE PLANTAS MEDICINAIS ENTRE ESTUDANTES DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS

USO DE PLANTAS MEDICINAIS ENTRE ESTUDANTES DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS USO DE PLANTAS MEDICINAIS ENTRE ESTUDANTES DA Eva Aparecida Prado do Couto (UEG) 1 evinhacouto@hotmail.com Flávia Melo Rodrigues ² rflamelo@gmail.com Introdução Segundo Queiroz (1986) o uso das espécies

Leia mais

1º Período. Subtemas Competências essenciais específicas Conceitos Estratégias Blocos. -Saúde -Esperança média de vida; -Prevenção da saúde;

1º Período. Subtemas Competências essenciais específicas Conceitos Estratégias Blocos. -Saúde -Esperança média de vida; -Prevenção da saúde; Saúde individual e comunitária 1º Período Indicadores do estado de saúde de uma população Medidas de ação para a promoção da saúde Compreender o conceito de saúde; Conhecer os indicadores do estado de

Leia mais

Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável

Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável Apesar de ainda não existir cura definitiva para esse problema de saúde crônico, uma diferenciação entre essa patologia e a sensibilidade ao glúten

Leia mais

Histórico, conceitos e fisiopatologia da dor

Histórico, conceitos e fisiopatologia da dor Equipe de Controle de Dor da Divisão de Anestesia HC FMUSP Hospital A C Camargo Escola de Cancerologia Celestino Bourroul Fundação Antônio Prudente Programa de Educação Continuada em Fisiopatologia e Terapêutica

Leia mais

Projeto Genoma Humano. Autores: Kelly Cristina Guedes, Andreia da Silva e Antonia M de Oliveira.

Projeto Genoma Humano. Autores: Kelly Cristina Guedes, Andreia da Silva e Antonia M de Oliveira. Projeto Genoma Humano Autores: Kelly Cristina Guedes, Andreia da Silva e Antonia M de Oliveira. Instituição: Faculdade Alfredo Nasser Email: kellyguedes@hotmail.com.br Palavra chave ( projeto genoma humano,

Leia mais

Fitoterapia e a prática do Nutricionista. Nutricionista Jacira Santos CRN-2 0091

Fitoterapia e a prática do Nutricionista. Nutricionista Jacira Santos CRN-2 0091 Fitoterapia e a prática do Nutricionista Nutricionista Jacira Santos CRN-2 0091 Nutrição Clínica Anos 70 Dietoterapia Hospitalar Anos 80 Dietoterapia em Consultório Anos 90 Fitoquímicos isolados e fitoterápicos

Leia mais

Regulação do metabolismo do glicogênio

Regulação do metabolismo do glicogênio Regulação do metabolismo do glicogênio A U L A 27 objetivos Ao final desta aula, você deverá ser capaz de: Aprender sobre as vias de regulação do metabolismo de glicogênio. Reforçar os conceitos adquiridos

Leia mais

Programa de Educação Continuada em Fisiopatologia e Terapêutica da dor 2015 Equipe de Controle da Dor da Divisão de Anestesia do Instituto Central do

Programa de Educação Continuada em Fisiopatologia e Terapêutica da dor 2015 Equipe de Controle da Dor da Divisão de Anestesia do Instituto Central do Programa de Educação Continuada em Fisiopatologia e Terapêutica da dor 2015 Equipe de Controle da Dor da Divisão de Anestesia do Instituto Central do Hospital das Clínicas FMUSP 26/09/2015 64% pacientes

Leia mais

45 3 OP - Aspectos elementares dos processos de neurotransmissão.

45 3 OP - Aspectos elementares dos processos de neurotransmissão. Código Disciplina CH CR Nat Ementa BIQ808 BIOQUÍMICA CELULAR (DOMÍNIO CONEXO) BIQ826 TÓPICOS DE BIOQUÍMICA AVANÇADA EFI804 FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO FAE914 DIDÁTICA ENSINO SUPERIOR FAR815 IMUNOFARMACOLOGIA

Leia mais

7.012 Conjunto de Problemas 3

7.012 Conjunto de Problemas 3 Nome Seção 7.012 Conjunto de Problemas 3 Data estelar 7.012.10.4.00 Diário Pessoal do Oficial Médico Responsável do USS Hackerprise Depois de voltar de uma missão em Europa, Noslen, um dos membros da tripulação,

Leia mais

ANTINOCICEPÇÃO ENDÓGENA

ANTINOCICEPÇÃO ENDÓGENA ANTINOCICEPÇÃO ENDÓGENA Laboratório de Neurofisiologia Prof a.dr a. Leda Menescal de Oliveira Luis Felipe Souza da Silva Mariulza Rocha Brentegani INTRODUÇÃO De acordo com a International Association of

Leia mais

Alguns componentes da membrana plasmática estão representados na figura abaixo.

Alguns componentes da membrana plasmática estão representados na figura abaixo. Prova de Biologia 1 a Questão: (1,0 ponto) Alguns componentes da membrana plasmática estão representados na figura abaixo. Identifique a estrutura que está indicada pela seta e cite três atividades celulares

Leia mais

EXERCÍCIOS PARA O 8 ANO (2015)

EXERCÍCIOS PARA O 8 ANO (2015) EXERCÍCIOS PARA O 8 ANO (2015) 1- A Fábrica Celular Células de bactérias (procarióticas) e células animais (eucarióticas), apresentam semelhanças e diferenças. a) Qual a estrutura presente em ambas que

Leia mais

QUÍMICA FARMACÊUTICA I

QUÍMICA FARMACÊUTICA I PROTÓTIPO QUÍMICA FARMACÊUTICA I AULA 5 Primeiro tipo ou exemplar original, modelo. Diz-se do composto originalmente identificado que apresenta atividade farmacológica in vivo. Profa. Ms. Paula Cristina

Leia mais

Fisiologia do Sistema Nervoso

Fisiologia do Sistema Nervoso Fisiologia do Sistema Nervoso 1. Sistema Nervoso Sensorial 2. Sistema Nervoso Motor 3. Sistema Nervoso Autônomo 4. Ritmos Biológicos Visão Geral do Sistema Nervoso Central O Sistema Nervoso Central - SNC

Leia mais

EXAME DE BIOLOGIA Prova de Acesso - Maiores 23 Anos (21 de Abril de 2009)

EXAME DE BIOLOGIA Prova de Acesso - Maiores 23 Anos (21 de Abril de 2009) INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA EXAME DE BIOLOGIA Prova de Acesso - Maiores 23 Anos (21 de Abril de 2009) Nome do Candidato Classificação Leia as seguintes informações com atenção. 1. O exame é constituído

Leia mais

eoria Celular Objectivos de aprendizagem: No final desta lição, você será capaz de:

eoria Celular Objectivos de aprendizagem: No final desta lição, você será capaz de: 4 A Teor eoria Celular 345678903456789034567890345678903456789 345678903456789034567890345678903456789 Objectivos de aprendizagem: No final desta lição, você será capaz de: Mencionar os principais cientistas

Leia mais

Coordenação do Organismo

Coordenação do Organismo Sistema Nervoso Coordenação do Organismo Sistema Nervoso Sistema responsável pela transmissão de estímulos de uma zona do corpo para outra. Sistema Hormonal Sistema responsável pela síntese de substâncias

Leia mais

FASES DA AÇÃO DOS FARMACOS NO FARMACODINÂMICA ORGANISMO HUMANO DROGA ORGANISMO FARMACOLOGIA INTEGRADA I FARMACOCINÉTICA FARMACODINÂMICA

FASES DA AÇÃO DOS FARMACOS NO FARMACODINÂMICA ORGANISMO HUMANO DROGA ORGANISMO FARMACOLOGIA INTEGRADA I FARMACOCINÉTICA FARMACODINÂMICA FARMACODINÂMICA FASES DA AÇÃO DOS FARMACOS NO ORGANISMO HUMANO DROGA ORGANISMO FARMACOLOGIA INTEGRADA I FARMACOCINÉTICA Vias de administração Absorção Distribuição Biotransformação Eliminação FARMACODINÂMICA

Leia mais

O DNA é formado por pedaços capazes de serem convertidos em algumas características. Esses pedaços são

O DNA é formado por pedaços capazes de serem convertidos em algumas características. Esses pedaços são Atividade extra Fascículo 2 Biologia Unidade 4 Questão 1 O DNA é formado por pedaços capazes de serem convertidos em algumas características. Esses pedaços são chamados de genes. Assinale abaixo quais

Leia mais

Microscópio de Robert Hooke Cortes de cortiça. A lente possibilitava um aumento de 200 vezes

Microscópio de Robert Hooke Cortes de cortiça. A lente possibilitava um aumento de 200 vezes CITOLOGIA A área da Biologia que estuda a célula é a Citologia (do grego: cito = célula; logos = estudo). A invenção do microscópio no final do século XVI revolucionou a Biologia. Esse instrumento possibilitou

Leia mais

CIÊNCIAS PROVA 4º BIMESTRE 8º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ

CIÊNCIAS PROVA 4º BIMESTRE 8º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO CIÊNCIAS PROVA 4º BIMESTRE 8º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ 2010 01. Ao lançar

Leia mais

Bases Moleculares da Hereditariedade

Bases Moleculares da Hereditariedade UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROG. DE PÓS GRAD. EM GENET. E MELHORAMENTO NÚCLEO DE ESTUDOS EM GENET. E MELHORAMENTO Bases Moleculares da Hereditariedade Ministrante: João Paulo

Leia mais

Introdução ao Sistema Nervoso

Introdução ao Sistema Nervoso União de Ensino Superior de Campina Grande Faculdade de Campina Grande FAC-CG Curso de Fisioterapia Introdução ao Sistema Nervoso Profa. Dra. Narlize Silva Lira Setembro /2014 Princípios de Fisiologia

Leia mais

Marcelo Cossenza Pesquisador Associado IDOR Professor Adjunto UFF 30 de novembro de 2012

Marcelo Cossenza Pesquisador Associado IDOR Professor Adjunto UFF 30 de novembro de 2012 Marcelo Cossenza Pesquisador Associado IDOR Professor Adjunto UFF 30 de novembro de 2012 5 Respostas fundamentais Questão que intriga os pesquisadores há anos: O que confere ao café a característica

Leia mais

CARDOSO, Ciro Flamarion S. Sociedades do antigo Oriente Próximo. São Paulo: Ática, 1986. p. 56.

CARDOSO, Ciro Flamarion S. Sociedades do antigo Oriente Próximo. São Paulo: Ática, 1986. p. 56. Disciplina: HISTÓRIA Nome: Nº: Ensino Fundamental 2 Prova: P - TARDE Código da Prova: 1206205770 Data: / /2012 Ano: 6º Bimestre: 2º NOTA: Algumas dicas para fazer uma boa prova: 1 - Leia a prova na íntegra

Leia mais

COMUNICAÇÃO CELULAR. Bioquímica Básica Ciências Biológicas 3º período Cátia Capeletto

COMUNICAÇÃO CELULAR. Bioquímica Básica Ciências Biológicas 3º período Cátia Capeletto COMUNICAÇÃO CELULAR Bioquímica Básica Ciências Biológicas 3º período Cátia Capeletto O que é comunicação celular? As células possuem um sistema responsável por: Geração Transmissão Recepção Resposta. Uma

Leia mais

Bases Moleculares e Celulares do Processo Saúde-Doença. Aula 1 Dor e seu controle: bases para a atuação da equipe de saúde. Profa Dra Mani Funez

Bases Moleculares e Celulares do Processo Saúde-Doença. Aula 1 Dor e seu controle: bases para a atuação da equipe de saúde. Profa Dra Mani Funez Bases Moleculares e Celulares do Processo Saúde-Doença Aula 1 Dor e seu controle: bases para a atuação da equipe de saúde Profa Dra Mani Funez O que é Dor? Como sentimos dor? Como é a experiência da Dor?

Leia mais