Guia. sobrevivência TRABALHADORES INDEPENDENTES DOSSIÊ IRS 10

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1 DOSSIÊ TRABALHADORES INDEPENDENTES Guia sobrevivência de DOSSIÊ IRS 10 Saiba se lhe compensa abrir actividade ou fazer um acto isolado. Se escolheu a contabilidade organizada ou o regime simplifi cado e quer desistir, veja quando e como fazê-lo. SEGUROS 14 J O seguro de acidentes de trabalho é obrigatório para independentes. Por 50 euros anuais já pode dormir descansado. J O seguro de responsabilidade civil profi ssional indemniza os consumidores pelos erros de médicos, advogados, etc. SEGURANÇA SOCIAL 18 Após iniciar actividade, tem cerca de um ano para escolher o escalão e o regime de protecção. Nós ajudamo-lo na decisão. DINHEIRO & DIREITOS N.º 67 - JANEIRO/FEVEREIRO DE

2 OBRIGAÇÕES COM O FISCO Antes de inscrever-se como independente, saiba se lhe compensa abrir actividade nas Finanças ou se é preferível fazer um acto isolado, para não pagar mais do que deve ao fisco. Se escolheu a contabilidade organizada ou o regime simplificado e se arrependeu, veja quando pode mudar e como fazê-lo. Se ainda não exerce nenhuma actividade como independente (categoria B), mas quer iniciá-la, pense duas vezes Melhor, três vezes! Mesmo que acalente a ideia de que nada pode ser melhor do que ser patrão de si mesmo, convém ter os pés bem assentes na terra. Iniciar uma actividade por conta própria pode ter encargos elevados e sobretudo, muitas obrigações. Além da papelada que tem de estar em ordem, como declarações de início de actividade e do IVA, recibos verdes, registos de rendimentos e despesas, etc., precisa de ter a Segurança Social e os seguros em dia (ver outros artigos do dossiê). E tudo isto tem custos, de tempo e de dinheiro. Antes de se atirar de cabeça, procure saber se lhe compensa abrir actividade. Como pode ver no esquema, o simples facto de fazer uma tradução para uma revista ou uns biscates na oficina de reparações de um amigo podem não ser razões suficientes para se comprometer desta forma com o fisco. Regra geral, quem faz um trabalho ocasional (sem carácter previsível e contínuo) tem mais interesse em optar por um acto isolado: assim livra-se de uma série de obrigações fiscais e de pagar o imposto mínimo de 3125 euros. Se, pelo contrário, os seus rendimentos provêm sobretudo do trabalho por conta própria, é mesmo obrigado a inscrever-se como profissional independente e optar por uma de duas formas de tributação: ou a contabilidade organizada, ou o regime simplificado. Neste artigo, dizemos-lhe qual lhe compensa. FAZ TRABALHOS COMO INDEPENDENTE DE FORMA REGULAR? SIM NÃO Tem rendimentos elevados e despesas dedutíveis com almoços, transporte, amortizações de automóveis e computadores, etc. superiores a 35% dos rendimentos? As despesas dedutíveis para realizar o trabalho (almoços, equipamento, deslocações, material de escritório, etc.) representam 35% ou mais do que recebeu pelo mesmo? SIM NÃO SIM Na declaração de início de actividade, opte pela contabilidade organizada. Opte pelo regime simplifi cado, no qual terá de manter-se, em princípio, por três anos. Não tem de assinalar esta opção na declaração de início de actividade, pois este é o regime que vigora por defeito, se o contribuinte nada disser. Não vale a pena inscrever-se como independente. Faça antes um acto isolado. 10 DINHEIRO & DIREITOS N.º 67 - JANEIRO/FEVEREIRO DE 2005

3 CONTABILIDADE ORGANIZADA Esta forma de tributação é vantajosa para os profissionais por conta própria, cujos encargos de trabalho sejam superiores a 35% dos rendimentos brutos anuais. Se tem ou prevê ter muitas despesas com almoços de negócios, deslocações, viagens, estadas, rendas ou prestações do escritório, amortizações de automóveis ou computadores e prejuízos de anos anteriores, entre outras, não se esqueça de assinalar esta opção quando iniciar a actividade. Caso contrário, por defeito, é-lhe aplicado o regime simplificado, no qual terá de ficar por três anos (ver Dúvidas frequentes). Se a sua facturação anual for superior a ,37 ou os rendimentos brutos da categoria B acima de ,58 tem de adoptar a contabilidade organizada. Mas esta forma tem inconvenientes. Caso esteja isento de IVA (quem recebe menos de 9975,95) deixa de estar. Além disso, passa a ter de recorrer a um técnico oficial de contas. O encargo com este profissional pode, no entanto, ser deduzido no IRS. Finalmente, e como aquele certamente lhe dirá, tem de ter toda a papelada em dia. Além dos livros de Inventário e Balanços, de Diário e de Razão, que custam cerca de 40 euros, tem até ao último dia de Junho de cada ano para formar um dossiê com informação fiscal, o qual deve guardar durante 10 anos, no mínimo. Onde dirigir-se? O que fazer? Quanto custa? Serviço de Finanças da sua área de residência Serviço de Finanças ou Tesouraria da Fazenda Pública Papelarias Delegação Regional da Segurança Social (1) Obrigatório só para quem cobrar IVA. ABRIR ACTIVIDADE: O QUE É NECESSÁRIO? Adquirir a declaração de início de actividade e entregá-la antes de passar o primeiro recibo verde Verifi car em que regime de tributação do IVA se enquadra Adquirir o livro de recibos verdes (modelo 6) Adquirir o livro de registo de serviços prestados (modelo 8) Adquirir o livro de registo de despesas e de operações ligadas a bens de investimento (modelo 9) (1) Entregar a declaração de início de actividade 0,78 (triplicado) 2,75 6,76 (valor indicativo) 6,76 (valor indicativo) Total 17,05 REGIME SIMPLIFICADO É designado como simplificado, mas de simples nada tem. É o regime que vigora por defeito, isto é, aquele em que o fisco o inscreve se na declaração de início de actividade não optar pela contabilidade organizada. Esta situação pode colocar problemas a quem não esteja certo do regime mais favorável para o seu caso, pois nele terá de manter-se por três anos, em princípio (ver Dúvidas frequentes). Neste regime, não pode deduzir nenhuma despesa de trabalho, como almoços de negócios, deslocações, papel e caneta, etc. O fisco cobra imposto sobre 65% das prestações de serviços, com um mínimo de 3125 euros (20% nas actividades hoteleiras, de restauração e bebidas). Ou seja, parte do princípio de que 35% dos rendimentos são encargos necessários para prestar o serviço. Daí que o regime simplificado só compense para quem tem despesas abaixo daquele valor. Mas a verdade é que nem toda a gente tem de pagar a colecta mínima de 3125 euros. Depende se o profissional exerce apenas a actividade como independente ou tem rendimentos de outras categorias. J Comecemos pela primeira hipótese. Se, em 2005, um contribuinte solteiro e sem ninguém a seu cargo apresentar até 4807,69 euros ( %) relativos a rendimentos da categoria B e não apresentar despesas de educação ou saúde, terá de pagar 155,64 euros ( % 219,36, em que os 12% são a taxa de IRS e os 219,36 a dedução à colecta). J E o que acontece se tiver rendimentos de outras categorias (pensões de reforma, trabalho por conta de outrem, etc.)? Se aquilo que receber como independente não for superior a 2559,20 (metade do valor anual do salário mínimo nacional para 2004) ou a 50% dos rendimentos das restantes categorias do contribuinte ou agregado familiar, não paga a colecta mínima. O fisco irá considerar estes rendimentos acessórios e tributá-los de acordo com as regras do acto isolado (ver à frente). Ou seja, este rendimento é englobado ao das restantes categorias, depois de CATEGORIA A OU B Para alguns profi ssionais pode valer a pena optar pela tributação segundo as regras da categoria A (trabalho por conta de outrem), na altura de entregar a declaração de rendimentos. É o caso dos que têm rendimentos anuais de trabalho independente inferiores a 9025,09, por serviços prestados a uma única entidade, desde que não tenham rendimentos de trabalho por conta de outrem, nem optado pela contabilidade organizada. Assim, usufruem da dedução específi ca da categoria A ( 3158,78), superior ao que poderiam deduzir na categoria B (35% dos rendimentos). Para optar por esta forma de tributação, mencione a intenção no quadro 5B do anexo B da declaração modelo 3 de IRS, assinalando que presta serviços a uma única entidade. O rendimento deverá ser declarado no quadro 4 do anexo. DINHEIRO & DIREITOS N.º 67 - JANEIRO/FEVEREIRO DE

4 DÚVIDAS FREQUENTES Se ganhou menos de 9975,96 em 2004 e prevê não ultrapassar este limite em 2005, pode assinalar o campo sem retenção. opção no recibo verde que entregar. Mas não pense que tal significa ganhar mais: é possível que tenha de fazer pagamentos por conta mais tarde (ver à frente). Se já ganhou mais de 9975,96 em 2004 ou prevê ultrapassar este limite em 2005, não tem escolha: é obrigado a fazer retenção. Neste caso, o recibo verde que emitir a seguir já não deve ter a cruz no campo sem retenção. Além disso, tem de contactar o serviço de Finanças da sua área de residência, para mudar do regime de isenção de IVA para o normal (ver a seguir). Mudar de regime: é possível? Nem sempre. Se estiver no regime simplificado, só poderá mudar para a contabilidade organizada ao fim de três anos. Decorrido este período, só tem de entregar uma declaração de alterações nas Finanças até ao final de Março do ano seguinte. Não será assim se os seus rendimentos brutos ultrapassarem ,58 em dois períodos de tributação seguidos (2003 e 2004, por exemplo) ou ,47 num dos anos. Nestes casos, é mesmo obrigado a mudar para a contabilidade organizada antes de decorridos os três anos. Se está a pensar em encerrar a actividade no regime simplificado e reabri-la de imediato no de contabilidade organizada (por exemplo, no mês seguinte), não pode. Excepcionalmente, o fisco poderá autorizar esta mudança se fizer o pedido e provar que houve uma alteração substancial na sua actividade (ter bastante mais receitas e despesas, por exemplo). Caso queira passar da contabilidade organizada para o regime simplificado, pode fazê-lo quando quiser, a menos que os seus rendimentos ultrapassem certos limites (ver atrás). Esta mudança tem de ser comunicada ao fisco no prazo de 15 dias, através de uma declaração de alterações. Retenção na fonte: é obrigatória? Depende. Se trabalha na área dos transportes (taxista, por exemplo), hotelaria, agências de viagens e turismo, restauração e bebidas ou construção civil, não tem de fazer retenção. Mesmo assim, tem de entregar a declaração de IRS. Nos restantes casos, pode ter de fazer, dependendo da entidade (cliente) para a qual presta serviços e dos seus rendimentos. Se esta tiver contabilidade organizada, em princípio, terá a iniciativa de reter na fonte, isto é, descontar 10, 15 ou 20% ao que lhe paga. A percentagem varia consoante a sua actividade e a situação pessoal: a maioria dos contribuintes paga 20%; quem exerce actividades literárias, artísticas ou técnicas em geral (escritores, artistas, etc.) e deficientes pagam o mínimo (10%); os investigadores, cientistas e outros profissionais com propriedade intelectual ou industrial retêm 15%. Se prevê ganhar menos de 9975,96 brutos em 2005, pode pedir à empresa para não fazer retenção. Basta assinalar esta Encerrar actividade: assinale este campo IVA: quem é obrigado a pagar? Todos os profissionais com contabilidade organizada. Os que estão abrangidos pelo regime simplificado só são obrigados a pagar se fizerem importações e exportações e/ou tenham tido rendimentos brutos acima de 9975,96, em Estes têm de cobrar IVA à taxa de 19% (13%, no caso dos residentes nos Açores e na Madeira) nos recibos verdes por si emitidos. Este valor é entregue ao Estado, através de uma declaração periódica mensal ou trimestral, consoante o volume de negócios seja superior ou inferior a ,90. Pelo contrário, estão isentos de IVA todos os médicos, enfermeiros, dentistas e outros profissionais com actividades paramédicas, independentemente do volume de negócios. Pagamentos por conta: para que servem? Os pagamentos por conta são uma espécie de adiantamento do imposto a pagar, ao qual fica sujeito quem não fizer retenção na fonte. No entanto, só têm de começar Se fez pagamentos por conta durante o ano de 2004, pode deduzi-los, este ano, no IRS. 12 DINHEIRO & DIREITOS N.º 67 - JANEIRO/FEVEREIRO DE 2005

5 deduzidas despesas com papel, canetas, rendas, deslocações, combustíveis, etc. Caso o rendimento da categoria B seja superior a 2559,20 ou represente mais de metade dos rendimentos das restantes categorias, o montante sujeito a imposto (isto é, depois de aplicado o coeficiente de 65% ao rendimento total), ficará sujeito a uma taxa de IRS de 12 a 40%. Os profissionais do regime simplificado não estão obrigados a recorrer a um técnico oficial de contas, mas não deixam de ter obrigações. Antes de iniciarem a actividade, têm de adquirir um livro de recibos verdes, onde discriminam os montantes recebidos pelos seus serviços. Além disso, têm de comprar um livro de registo de serviços prestados, onde devem inscrever as suas receitas. Estas devem ser registadas até 60 dias após o pagamento. Caso tenham de cobrar IVA, também precisam do livro de registo de despesas. nancas.gov.pt Os contribuintes obrigados a pagar IVA têm de entregar a sua declaração de rendimentos pela Net. a ser feitos a partir do terceiro ano de actividade como independente. Ou seja, em 2007, caso se inscreva este ano. O cálculo deste imposto é feito pelo fisco, com base nos rendimentos do penúltimo ano. Este deverá ser pago nas Finanças, em três prestações de igual valor, até aos dias 20 de Julho, Setembro e Dezembro, depois de receber as respectivas notas de cobrança. Se as prestações forem inferiores a 50 euros, não tem de pagar nada, pois o fisco perdoa-lhos. Mas há mais situações em que não tem de fazer os pagamentos por conta, mesmo que receba a nota de cobrança: se deixou de ter rendimentos como profissional independente; se verificar que o valor destes pagamentos e das retenções na fonte referentes à categoria B é igual ou superior ao IRS que irá pagar, o que é difícil de apurar. Como tal, se tiver dúvidas, é preferível pagar, pois, caso se engane, terá de suportar o imposto em falta e juros de mora à taxa de 4% ano. Se pagar a mais, o fisco devolve-lhe o excesso na nota de liquidação do IRS. Em qualquer dos casos, não tem de fazer nada. Basta ignorar as notas que receber. Os pagamentos por conta podem ser feitos nas tesourarias das Finanças, nos Correios, bancos e caixas automáticos. Encerrar actividade: o que é preciso? Primeiro, tem de entregar uma declaração de cessação de actividade em qualquer serviço de Finanças. Tem 30 dias para fazê-lo, a contar da data em que emitiu o último recibo verde. Este facto também deve ser comunicado ao fisco, na declaração de rendimentos que entregar no ano seguinte (quadro 12, anexo B). Depois, deve informar a Segurança Social, entregando na delegação regional em que está inscrito uma declaração de cessação de actividade. Tem até ao final do mês em que a termina para fazê-lo. Quem não estiver isento de IVA, também tem de informar estes serviços. ACTO ISOLADO A grande vantagem do acto isolado é ser extremamente simples e dispensar muita burocracia relacionada com a abertura de actividade, como a Segurança Social e o seguro de acidentes de trabalho. Mais: o contribuinte não fica sujeito à colecta mínima de 3125 euros, como no regime simplificado, pois pode deduzir despesas necessárias para executar o trabalho: por exemplo, material de escritório, aluguer de equipamento ou automóveis, refeições, deslocações, etc. (ver quadro). Mas tal não significa que o acto isolado seja sempre a melhor opção para quem presta serviços de forma esporádica. Se prevê que as despesas que vai ter para realizar o serviço são inferiores a 35% do que vai receber pelo trabalho, pode ter interesse no regime simplificado. Se já está inscrito como independente e o seu rendimento da categoria B não ultrapassa os 2559,20 nem metade dos rendimentos de outras categorias, o fisco considera-o acessório e sujeita-o às mesmas regras do acto isolado. Não paga a colecta mínima e pode deduzir despesas que não seriam aceites no regime simplificado. ACTO ISOLADO: QUE DESPESAS POSSO DEDUZIR AO IMPOSTO? Bens de consumo utilizados no desempenho da actividade (por exemplo, papel, canetas, tinteiros de impressora) Rendas e outras prestações pelo aluguer de instalações e equipamentos Seguros, combustível, despesas de manutenção e conservação dos equipamentos e imposto municipal Valorização e representação profi ssional (refeições, cursos de formação dentro e fora do país, etc.) Outras despesas necessárias à realização do trabalho (valores selados, por exemplo) Deslocações do contribuinte relacionadas com a actividade, viagens, estadas em hotéis, bilhetes de comboio, etc. (1) O fi sco só considera as despesas até ao montante do rendimento obtido. Ao contrário dos profissionais independentes da categoria B, que declaram o início de actividade, quem faz um acto isolado não passa recibos verdes. Em vez disso, emite uma declaração em triplicado: um exemplar fica para o contribuinte, outro vai para a entidade pagadora e o terceiro deve ser entregue no serviço de Finanças da área de residência, até ao último dia do mês seguinte à conclusão do serviço. Se o acto isolado for superior a 9959,17, também tem de fazer retenção na fonte à taxa de 10%: ao pagamento combinado, por hipótese, 10 mil euros, entrega 1000 às Finanças. Só não é obrigado a fazê-lo se a actividade for comercial, industrial, agrícola ou pecuária. Além destes, não preenche mais documentos. No entanto, como este acto pressupõe a cobrança de IVA à taxa de 19% sobre o serviço (13% nos Açores e na Madeira), alguns serviços de Finanças exigem o preenchimento da declaração trimestral de IVA. O montante recebido no acto isolado tem de ser declarado no anexo B do IRS. Caso contrário, pode pagar entre 50 e 2500 euros, mais o imposto em falta e juros de 4% ao ano. Despesas Limites (1) Sem limites 10% sobre o rendimento bruto do acto isolado DINHEIRO & DIREITOS N.º 67 - JANEIRO/FEVEREIRO DE

6 SEGURO DE ACIDENTES DE TRABALHO Se é profissional liberal, pode proteger-se e garantir o sustento da família a partir de 50 euros anuais e contratar o seguro na Açoreana, a nossa Escolha Acertada. O NOSSO ESTUDO J Contactámos 19 seguradoras, solicitando-lhes informações sobre a apólice do seguro de acidentes de trabalho. Destas, 10 aceitaram colaborar connosco. A AMA, a Gan e a Génesis não comercializam este seguro. A Axa, Global, Império Bonança, Inter-Atlântico, Lusitânia, Ocidental e Tranquilidade recusaram-se a colaborar connosco, pelo que a transparência parece não ser uma prioridade. J Simultaneamente, perguntámos a uma trintena de ordens profissionais, sindicatos e associações se tinham algum protocolo com uma ou mais seguradoras para disponibilizarem este seguro com condições mais vantajosas para os seus associados. Tal como os trabalhadores por conta de outrem, os independentes são obrigados a ter uma apólice de acidentes de trabalho (no primeiro caso, contratada pela empresa). Os infractores sujeitam-se a uma coima entre 50 e 500 euros. Mas este não deve ser o único argumento a favor da contratação. Um acidente de trabalho pode impedi-lo de trabalhar durante dias, meses ou mesmo de forma permanente. Já imaginou o que poderia acontecer se, de repente, ao orçamento familiar se subtraísse o seu rendimento? Este seguro garante assistência médica e indemnizações em caso de acidente que ocorra no local de trabalho, onde este é prestado (inclusive na própria residência, se for o caso) ou em qualquer deslocação de serviço. Mas se pensa que o azar só bate à porta de profissões mais arriscadas, como electricista ou pedreiro, está redondamente enganado. Por exemplo, cada vez mais têm-se registado acidentes no trajecto de e para o local de trabalho. Basta pensar nas estatísticas de sinistralidade das estradas nacionais, que não escolhe vítimas: tanto pode ser um jornalista, como um advogado a caminho do tribunal. Nestes casos, o seguro pode revelar-se bastante útil, pois quem tiver um acidente no caminho de casa para o trabalho, ou vice-versa, também tem direito a indemnização. A apólice de seguro é válida, ainda que tenha de fazer um desvio ao trajecto habitual para escapar ao trânsito ou deixar os filhos na escola. Escolha pelo prémio Por se tratar de um seguro obrigatório, os contratos têm todos o mesmo conteúdo. O principal critério de escolha é o preço. Este varia em função do risco da profissão e da remuneração segura. Como pode verificar pelo quadro da página 16, o seguro é muito mais caro para um pedreiro do que para um advogado, uma vez que a seguradora considera haver maior probabilidade QUE SEGUROS CONTRATAR? Seguro Acidentes de trabalho Acidentes pessoais Responsabilidade civil profi ssional de ocorrerem acidentes no primeiro caso. Por exemplo, na Açoreana, um pedreiro paga cerca de 300 euros anuais, enquanto que um advogado pagaria 50 euros (os preços são válidos para profissões de risco semelhante). Isto considerando o capital seguro mínimo, que corresponde a 14 vezes o salário mínimo nacional ( 5118,40, segundo o valor de 2004). Mas nem todas as seguradoras atribuem o mesmo grau de risco a determinadas profissões, o que pode originar discrepâncias no preço. Por exemplo, um jornalista tanto pode pagar cerca de 50 euros anuais Protecção Garante assistência médica e indemnizações em caso de acidentes de que resulte uma incapacidade ou a morte do trabalhador. A modalidade riscos extra-profi ssionais, mais barata do que a 24 horas, é sufi ciente, pois indemniza-o pelos acidentes que ocorram na sua vida privada (ver edição n.º 64). Apesar de não obrigatório, recomenda-se. Indemniza as vítimas de erros ou negligência profi ssional. Por exemplo, um contabilista que não entrega a declaração de rendimentos de vários clientes no prazo, obrigando-os a pagar uma multa ao fi sco (ver página 17). 14 DINHEIRO & DIREITOS N.º 67 - JANEIRO/FEVEREIRO DE 2005

7 na Açoreana (grau de risco I), como 125 euros na Assicurazioni Generali, onde o risco é considerado mais elevado (grau III). Para não pagar um prémio superior, verifique junto de várias seguradoras qual a classe de risco atribuída à sua profissão. O prémio também é mais caro para quem tem um rendimento superior. Claro que nada o impede de declarar um rendimento muito inferior ao real. Isso permite-lhe gastar menos na contratação, mas, em caso de acidente, a cobertura será menor e a poupança acabará por sair cara. Convém indicar uma remuneração a mais aproximada possível da real. Poderão ainda incidir descontos e agravamentos sobre o prémio de seguro. Se o trabalhador se deslocar de moto, a Assicurazioni Generali, por exemplo, agrava o prémio de 5% a 40%, consoante a classe de risco; a Real, 2,27% e a Tranquilidade, 30%. Os independentes que também trabalhem por conta de outrem beneficiam de um desconto de 10%, na Assicurazioni Generali, e de 20%, na Tranquilidade. As associações e ordens profissionais não são obrigadas a facultar aos seus associados um seguro de acidentes de trabalho. Mas algumas fazem-no. Das 16 que nos responderam, apenas a Associação Portuguesa de Fisioterapeutas e a Ordem dos Médicos Veterinários afirmaram ter protocolos com a Fidelidade e a Império, respectivamente. Assim, antes de contratar o seguro numa das nossas Escolhas Acertadas, verifique se a instituição de que é membro celebrou protocolos com alguma seguradora, pois pode ficar mais barato optar pelo seguro de grupo. Do contrato à indemnização Regra geral, para contratar um seguro de acidentes de trabalho só tem de facultar os seus dados pessoais e a remuneração segura. Nalguns casos, podem pedir-lhe para apresentar as declarações de rendimentos e de início de actividade. Para o nosso teste prático junto das cinco maiores seguradoras a operar em Portugal, fizemo-nos passar por um contabilista que pretendia um seguro de acidentes de trabalho. Concluímos que a contratação não coloca problemas. Mas se não encontrar uma companhia que aceite o seu risco, junte três declarações de recusa e dirija-se ao Fundo de Acidentes de Trabalho (Avenida da República, 59/59A, em Lisboa; telefone: ). Este organismo tratará de lhe indicar uma seguradora. Quanto a garantias, o seguro paga-lhe a assistência médica, que inclui hospitalização, cirurgia, medicamentos e assistência psíquica. O mesmo é válido para despesas de hospedagem e transporte e de colocação, renovação e reparação de próteses e ortóteses, desde que necessárias à recuperação. Se, na sequência do acidente, ficar incapacitado para trabalhar (parcial ou totalmente), recebe uma indemnização consoante a gravidade. EM CASO DE ACIDENTE, O QUE PAGA A SEGURADORA? (1) Consequências Incapacidade permanente absoluta para todo e qualquer trabalho (por exemplo, trabalhador que fi ca paraplégico) Incapacidade permanente absoluta para o trabalho habitual, mas podendo desenvolver outras actividades (por exemplo, cirurgião que deixa de operar, mas continua a exercer medicina) Incapacidade permanente parcial (por exemplo, amputação de um dedo) Incapacidade temporária absoluta (por exemplo, perna partida e necessidade de repouso absoluto) Incapacidade temporária parcial (por exemplo, lesões que não impedem a actividade do trabalhador e podem ser curadas) Morte Em caso de morte, os seus beneficiários recebem pensões (ver ilustração). Entre as situações não cobertas, estão os acidentes devido a distúrbios laborais, como greves, ou actos de terrorismo e as despesas com hérnias. É de lamentar estas exclusões, apesar de previstas pela lei. Compensação Pensão vitalícia correspondente a 80% do rendimento anual, acrescida de 10% por cada familiar a seu cargo, até ao limite do rendimento declarado. (2) Pensão vitalícia entre 50 e 70% do rendimento, consoante a gravidade das lesões. (2) - Incapacidade inferior a 30%: indemnização correspondente a 70% da redução da capacidade de ganho. - Incapacidade igual ou superior a 30%: pensão vitalícia correspondente a 70% da redução sofrida na capacidade de ganho e subsídio correspondente a 12 vezes o salário mínimo nacional por elevada incapacidade quando esta atinge, pelo menos, 70%. Indemnização diária correspondente a 70% da remuneração diária. Indemnização diária correspondente a 70% da redução na capacidade de ganho. - Pensão correspondente a 30% do rendimento para o cônjuge ou equiparado. - Pensão correspondente a 20% do rendimento para um fi lho; 40% para dois e 50% para três ou mais até concluírem os estudos. - Subsídio correspondente a 12 vezes o salário mínimo nacional (metade para o cônjuge e metade para os fi lhos). (1) A incapacidade e as compensações são calculadas pelo tribunal do trabalho. No primeiro caso, de acordo com a Tabela Nacional de Incapacidades por Acidentes de Trabalho e Doenças Profi ssionais. (2) O trabalhador tem ainda direito a um subsídio por elevada incapacidade (12 vezes o salário mínimo nacional) e outro para readaptar a casa (até 12 vezes aquele valor). Se precisar da assistência de uma terceira pessoa, pode receber uma prestação suplementar, igual ao salário mínimo nacional. DINHEIRO & DIREITOS N.º 67 - JANEIRO/FEVEREIRO DE

8 PRÉMIO POR CADA MIL EUROS DE RENDIMENTO DECLARADO (1) Seguradora A apólice de seguro exclui ainda as doenças profissionais (em princípio, pagas pela segurança social), as multas ou acidentes resultantes do desrespeito das disposições legais sobre segurança, higiene e saúde no trabalho. O mesmo é válido para as incapacidades devido ao não cumprimento das prescrições médicas ou voluntariamente provocadas. Em caso de acidente no estrangeiro, as indemnizações só serão pagas se o país em causa pertencer à União Europeia e o trabalhador não exercer lá a sua actividade por mais de 15 dias. Para prolongar este período ou alargar a cobertura a outros países, tem de pedir uma extensão e pagar um sobreprémio. Se, por exemplo, for trabalhar para França durante 2 meses, paga entre 10% e 25% a mais na Assicurazioni Generali, consoante a classe de risco e 50%, na Liberty Europeia, Real e Tranquilidade. Se for simultaneamente trabalhador independente e por conta de outrem e, na sequência de um acidente, houver dúvida sobre o regime aplicável, presume-se que este ocorreu quando se encontrava ao serviço da entidade empregadora. Se, mais tarde, ficar provado que o acidente ocorreu enquanto exercia funções de independente, a empresa considerada responsável tem o direito de regresso contra a seguradora do trabalhador ou o próprio (se este não tiver seguro). Caso exerça mais do que uma actividade profissional, a maioria das seguradoras propõe a contratação de um seguro que Profi ssão Advogado Contabilista Dentista Jornalista Mecânico Electricista Pedreiro Açoreana 9,98 9,98 9,98 9,98 42,84 35,95 59,80 Zurich 10,42 10,42 11,69 21,89 33,36 44,77 87,59 Assicurazioni Generali 12,95 10,09 10,09 22,70 32,88 74,00 60,01 Victoria 14,22 12,95 14,22 21,85 39,66 39,66 71,46 Liberty Europeia 14,22 12,10 20,58 28,00 43,16 59,80 78,24 Mapfre 18,04 19,94 21,85 21,32 48,56 88,63 90,54 Real 19,52 19,52 19,52 22,70 50,26 81,00 92,66 Allianz 22,70 22,70 22,70 22,70 57,15 90,01 103,79 Fidelidade Mundial 13,16 13,16 13,16 18,99 64,57 58,74 72,52 (1) Dados de Outubro de O capital seguro deve corresponder, no mínimo, a 14 vezes o salário mínimo nacional. Para calcular o prémio, multiplique a tarifa correspondente pela remuneração segura. Ao valor apurado acresce o custo da apólice (cerca de 5 euros), pago apenas no primeiro ano. abranja todas elas, com um prémio correspondente à de maior risco. A Zurich comercializa um seguro de acidentes de trabalho só para a principal. E a Victoria é a companhia que apresenta a solução mais cara: a contratação de um seguro para cada actividade, com a consequente duplicação de prémios. ESCOLHA ACERTADA O seguro de acidentes de trabalho garante assistência médica e indemnizações em caso de acidente de que resulte uma incapacidade ou mesmo a morte do trabalhador. O seguro é válido em território nacional e em deslocações dentro da União Europeia por períodos inferiores a 15 dias, a menos que se contrate uma extensão. A qualidade da apólice é igual em todas as seguradoras, pois as condições do contrato estão definidas por lei. Só varia o preço, critério que serviu de base para a selecção das nossas Escolhas Acertadas. Este título pertence à apólice da Açoreana, para a maioria das profissões, e à da Assicurazioni Generali, para mecânicos e outras profissões de risco semelhante. SEGURAR ERROS Em Fevereiro de 1998, Acácio Magalhães e a esposa, de Valongo (distrito do Porto), recorreram a uma solicitadora para mediar a compra de uma casa. À profissional, Luísa Mendes, cabia redigir o contrato promessa de compra e venda, no qual tinha de identificar as partes envolvidas no negócio. No dia em que o documento foi assinado, Acácio entregou cinco mil contos (agora, 25 mil euros) ao promitente vendedor, a título de sinal. Mais tarde, Acácio Magalhães descobriu que as pessoas a quem entregara o cheque não eram os verdadeiros proprietários do imóvel. Como tal, pôs a solicitadora em tribunal. No processo, acusava-a de não ter cumprido as suas funções de forma adequada, pois não tinha requerido uma certidão de descrição e inscrição do imóvel junto da Conservatória do Registo Predial, com a indicação dos reais proprietários. O Tribunal da Relação do Porto decidiu a favor do queixoso e condenou a seguradora onde Luísa contratara o seguro de responsabilidade civil profissional a pagar os cinco mil contos ao lesado. Como se vê pelo presente caso, todos os profissionais, por muito competentes que sejam, podem falhar no exercício das suas funções. E com consequências graves para os consumidores. No caso dos independentes, esta questão ganha mais relevo, pois podem não ter património em seu nome para compensálos pelos danos sofridos. Suponha que ficava com a casa inundada e os electrodomésticos avariados devido ao mau trabalho de um canalizador. Ou que uma parte da habitação ruía porque o projecto do arquitecto continha incorrecções. Pior: que o médico operava a perna errada ao paciente ou era responsável pela sua morte. Nestes casos, uma indemnização nunca paga o sofrimento da vítima ou dos familiares. Mas, no mínimo, deve procurar compensá-los pelos danos físicos e/ou morais que tenham tido, tratamentos que venham a ser necessários, remunerações que deixa de receber, etc. 16 DINHEIRO & DIREITOS N.º 67 - JANEIRO/FEVEREIRO DE 2005

9 PROFISSIONAS Em Portugal, ao contrário da Europa, os médicos, advogados e engenheiros, etc., não são obrigados a contratar um seguro que indemnize os consumidores pelos danos que possam causar-lhes. Além disso, poucas seguradoras o comercializam e as apólices existentes são más. Fonte: Jornal de Notícias, de 8 de Setembro de Fonte: Expresso, de 6 de Novembro de O seguro de responsabilidade civil profissional tem esta dupla vantagem: responsabiliza-se pelas indemnizações às vítimas, que de outra forma teria de ser o profissional a pagar, e garante àquelas que são ressarcidas pelos danos que vierem a sofrer. Poucos seguros e muitas exclusões Em Portugal, a larga maioria dos profissionais independentes não contrata este seguro. Em 2002, por exemplo, foram subscritas cerca de 4900 apólices, mas havia perto de 191 mil contribuintes com rendimentos profissionais e empresariais! E porquê? Por um lado, a lei não os obriga a fazê-lo. Por outro, as seguradoras colocam grandes entraves à contratação. Contactámos 18 e só metade comercializa a apólice de responsabilidade civil profissional, mas com reservas! A maioria só o faz a quem seja lá cliente ou esteja disposto a transferir toda a carteira de seguros. Depois, nem todos os profissionais são aceites: médicos, enfermeiros, advogados, contabilistas e engenheiros têm mais facilidade em contratar o seguro do que um electricista ou canalizador. Regra geral, as companhias também preferem os profissionais com experiência e sem histórico de acidentes aos que ainda estão em início de carreira. Mas os problemas vão mais longe. As apólices existentes estão longe de proporcionar uma cobertura adequada aos profissionais e, em última análise, aos consumidores que recorrem aos seus serviços. Isto porque têm muitas exclusões, que retiram grande parte da utilidade ao seguro. A título de exemplo, as apólices para médicos não pagam os danos causados por medicamentos (mal) prescritos, resultantes da aplicação de pace-makers, tentativa de reanimação cardíaca ou do transplante de órgãos, entre outros. Então, o que fazer? J Há mais de oito anos que a DECO/ PRO TESTE reivindica legislação que torne obrigatória a contratação de um seguro de responsabilidade civil profissional para algumas actividades (ver Editorial). Aliás, não se trata de uma novidade, pois alguns países europeus já o fazem há muito. Por exemplo, na Alemanha, França e Inglaterra, os advogados são obrigados a contratar este seguro. O mesmo se passa com os médicos nos países da Escandinávia. Enquanto os nossos governantes não tomarem esta iniciativa, é necessário encontrar alternativas que salvaguardem os interesses dos consumidores, mas também dos profissionais independentes. Apesar de a qualidade das apólices deixar muito a desejar, é preferível contratar o seguro a não o fazer, pois as indemnizações podem ser elevadas. J Profi ssionais independentes. Se a seguradora não lhe fizer o seguro, contrate-o através da Ordem ou associação profissional a que pertence: Ordem dos Médicos, Associação Portuguesa de Fisioterapeutas, etc. Regra geral, estas entidades estabelecem protocolos com as seguradoras, para facultar apólices mais baratas e abrangentes aos associados. Um contabilista, por exemplo, paga cerca de 135 euros por ano, para um capital de 50 mil euros, se contratar directamente na Império Bonança; se o fizer através da Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas, paga pouco mais de 20 euros por ano! O mesmo em relação aos médicos: através da Ordem, o seguro custa cerca de 50 euros; na AMA é quase o dobro. No caso dos profissionais que não têm associada nenhuma ordem ou associação, como electricistas e canalizadores, a solução não é simples. Regra geral, as companhias propõem-lhes como alternativa um seguro de responsabilidade civil exploração, menos abrangente do que o profissional: paga os danos a terceiros com máquinas, ferramentas e materiais, mas não os que resultem de um mau serviço. J Consumidor. E o que pode cada um de nós fazer, se for vítima de um profissional sem seguro? Primeiro, tem de provar que foi prejudicado. Reúna a documentação necessária, como exames, prescrições médicas, projectos, correspondência, facturas, etc. Em casos mais delicados, convém pedir o parecer de peritos da área. Se mesmo assim, o profissional se recusar a assumir a culpa, resta-lhe dar conta do caso à ordem ou associação profissional respectiva e avançar para tribunal. DINHEIRO & DIREITOS N.º 67 - JANEIRO/FEVEREIRO DE

10 SEGURANÇA SOCIAL Os profissionais independentes têm cerca de um ano, após iniciarem a actividade, para se inscreverem na Segurança Social e escolherem o escalão e regime de protecção que lhes convém. Da decisão dependerá se têm ou não direito a subsídio por baixa, caso fiquem doentes, e o montante que recebem. Arranjou um trabalho como fotógrafo freelance para um jornal local? Decidiu colaborar com uma revista financeira, para a qual passa recibos verdes? Nesse caso, a primeira coisa a fazer é declarar o início de actividade nas Finanças como profissional independente. A inscrição na Segurança Social pode ficar para mais tarde. Dado que, durante o primeiro ano de actividade, não paga contribuições, tem 13 meses e 15 dias após começar a trabalhar para se inscrever. Supondo que CALENDÁRIO DOS INDEPENDENTES > Declarar início de actividade nas Finanças: antes de começar a trabalhar. > Inscrição na Segurança Social: até ao dia 15 do 13.º mês após dar início à actividade (por exemplo, até 15 de Janeiro de 2006, se iniciou actividade em Dezembro de 2004). > Pagamento das contribuições à Segurança Social: até ao dia 15 do mês seguinte àquele a que dizem respeito. > Mudança de escalão ou regime de protecção: em Março e Abril, para vigorar a 1 de Julho; em Setembro e Outubro, para ter efeitos a 1 de Janeiro. > Encerramento da actividade na Segurança Social: no mês seguinte a cessar a actividade nas Finanças. começou em Dezembro de 2004, terá até ao dia 15 de Janeiro de 2006 para fazê-lo. Não convém deixar esta formalidade para o último dia, pois pode esquecer-se ou surgir um percalço que o impeça de inscrever-se a tempo. Se tal acontecer, terá de pagar juros de mora de cerca de 1% sobre as contribuições em atraso. Se já esteve inscrito como independente e cessou a actividade, mas quiser voltar a inscrever-se não tem direito a um novo período de isenção (mesmo que se trate de uma actividade diferente): começa a pagar no primeiro dia do mês seguinte àquele em que começa a trabalhar. A inscrição deve ser feita nos serviços da Segurança Social da área onde reside. Para tal, tem de apresentar o cartão de beneficiário ou bilhete de identidade, o cartão de contribuinte e a declaração de início de actividade das Finanças. Para encerrar a actividade e deixar de pagar as contribuições, também tem de informar a Segurança Social até ao final do mês seguinte em que a termina. Para isso, tem de apresentar a declaração de fim de actividade das Finanças. Escolher o regime e o escalão Quando fizer a inscrição na Segurança Social, tem de escolher entre o regime de protecção obrigatório ou alargado e optar por um dos 11 escalões de rendimentos. Como a remuneração dos profissionais independentes é geralmente incerta, têm de ser os próprios a dizer quanto querem contribuir para a Segurança Social. J Então, se quiser pagar pouco, devo escolher o escalão mais baixo, não é?. É verdade que se escolher o escalão de rendimentos mais baixo, paga menos. Em contrapartida, quanto menos pagar, menos recebe da Segurança Social, se ficar em casa devido a uma licença de parto, por exemplo. Neste caso, tem direito a um subsídio equivalente ao montante que contribui ( 365,60, se escolher o escalão mais baixo). Em princípio, o ideal é optar pelo escalão que mais se aproxima da média dos seus rendimentos mensais. Tal não o impede, porém, de optar por um escalão inferior ou superior. Por exemplo, se for herdeiro de uma grande fortuna e a reforma não o preocupar, é natural que queira descontar CÁLCULO DAS CONTRIBUIÇÕES O cálculo das contribuições é feito pela Segurança Social, com base no escalão e regime de protecção que escolheu. Mas para ter uma ideia do que vai pagar, siga os nossos cálculos. A sua contribuição corresponde a 25,4% (regime obrigatório) ou 32% (regime alargado) da remuneração do escalão que escolheu. Supondo que optou pelo primeiro do regime obrigatório, paga 92,86 por mês, em 2004 ( 365,60 x 25,4%). 18 DINHEIRO & DIREITOS N.º 67 - JANEIRO/FEVEREIRO DE 2005

11 IMPRESSOS DA SEGURANÇA SOCIAL: PARA QUE SERVEM? o mínimo indispensável. Pelo contrário, se não investiu num plano de poupança- -reforma e quiser assegurar uma pensão mais elevada para a velhice, pode valer a pena fazer um esforço e descontar mais (ver Excepções à regra). As contribuições devem ser pagas até ao dia 15 do mês seguinte àquele a que dizem respeito. Pode fazê-lo nos serviços da Segurança Social, correios (dinheiro ou cheque) ou nos caixas Multibanco. J A escolha do regime de protecção também é importante: se quiser garantir que recebe um subsídio da Segurança Social, caso deixe de poder trabalhar devido a uma doença prolongada, por exemplo, opte pelo regime alargado. Este assegura o pagamento do subsídio caso a doença se prolongue por mais de 30 dias, ao passo que o regime obrigatório não paga nada (ver quadro da página 20). O subsídio equivale, nos primeiros 30 dias, a 55% do valor do escalão escolhido, ou seja, 301,62 se optou pelo segundo (548,40 x 55%). Caso tenha optado pelo primeiro escalão, o subsídio é aumentado em 5%: 219,36 (365,60 x 60%). J Se já escolheu um escalão ou regime e descobriu que, afinal, não era o que mais lhe convinha, não desespere. Ainda vai a tempo de mudar para um mais baixo ou para o imediatamente superior. Para tal, só tem de declarar essa intenção junto da Segurança Social (ver calendário). J Inscrever-se como profi ssional independente J Reiniciar a actividade J Escolher o escalão e esquema de protecção J Pedir isenção por ter tido rendimentos inferiores a 2193,60, em 2004 J Pedir para pagar as contribuições, caso esteja isento Impresso RC3001 J Pedir isenção por pensão de velhice, invalidez ou doença J Alterar o escalão e esquema de protecção J Suspender a actividade J Cessar a actividade Impresso RV1000/2003 Impresso RV1008/2003 J Trabalhadores por conta de outrem. Alguns profi ssionais por conta de outrem exercem uma actividade paralela como independentes. É o caso do médico que trabalha no hospital durante o dia e, ao fi nal da tarde, dá consultas particulares. Desde que receba, pelo menos, o salário mínimo nacional ( 365,60, em 2004) pela actividade por conta de outrem e tenha a protecção mínima obrigatória, não tem de contribuir pela actividade como independente. Se, entretanto, deixar o emprego e ficar a trabalhar só por conta própria, tem de informar a Segurança Social no prazo de 30 dias. A partir EXCEPÇÕES À REGRA desse momento, contribui como independente. J Profi ssionais com mais de 55 anos. Regra geral, quem inicia ou reinicia a actividade como independente depois dos 55 anos só pode escolher até ao oitavo escalão. O mesmo acontece a quem deixa de estar isento com aquela idade. Mas há excepções: se recebeu, em média, mais de 2193,60 por mês pode escolher o escalão mais próximo desse valor; se recebeu menos de 1828 euros nos 36 meses anteriores, o escalão máximo permitido é o imediatamente superior ao rendimento apresentado. Mas não se admire se a resposta tardar. Em Setembro de 2003, o nosso leitor P.C., de Lisboa, pediu para mudar do regime obrigatório para o alargado. Ou seja, em Janeiro de 2004, deveria começar a pagar mais para ter uma protecção superior. Infelizmente, só em meados de Abril é que a Segurança Social informou P.C. de que o seu pedido fora aceite E de que tinha de pagar os retroactivos relativos à mudança de regime de uma só vez! E se não pagar? Para receber as prestações da Segurança Social a que tem direito, tem de ter as contas em dia. Oh, diabo Esqueci-me de pagar o mês passado. Quer dizer que não recebo o subsídio, se tiver de fi car em casa?. Não. A Segurança Social só deixa de lhe pagar o subsídio se tiver, pelo DINHEIRO & DIREITOS N.º 67 - JANEIRO/FEVEREIRO DE

12 ESCALÕES E ESQUEMAS DE PROTECÇÃO Escalões Existem 11 escalões de contribuição, consoante a remuneração do trabalhador: o mais baixo corresponde ao salário mínimo nacional ( 365,60, em 2004). O mais alto, a 12 vezes esse montante (ver quadro). Ou seja, se em média recebe 400 euros por mês, por exemplo, convém optar pelo escalão mais baixo. Se ganha mais, é preferível decidir-se por um escalão supe- Quanto recebe, em média, por mês? QUANTO TENHO DE CONTRIBUIR ( ) Escalão Quanto desconta por mês? regime obrigatório (25,4%) regime alargado (32%) Até 365,60 1.º 92,86 116,99 De 365,61 a 548,40 2.º 139,29 175,49 De 548,41 a 731,20 3.º 185,72 233,98 De 731,21 a 914,00 4.º 232,16 292,48 De 914,01 a 1 096,80 5.º 278,59 350,98 De 1 096,81 a 1 462,40 6.º 371,45 467,97 De 1 462,41 a 1 828,00 7.º 464,31 584,96 De 1 828,01 a 2 193,60 8.º 557,17 701,95 De 2 193,61 a 2 924,80 9.º 742,90 935,94 De 2 924,81 a 3 656,00 10.º 928, ,92 De 3 656,01 a 4 387,20 11.º 1 114, ,90 rior. Dado que os escalões estão indexados ao salário mínimo nacional, o valor a pagar pelos beneficiários é actualizado todos os anos, automaticamente. Esquemas de protecção Qualquer profissional independente tem direito à protecção básica (regime obrigatório), que lhe garante protecção na maternidade, paternidade e adopção, invalidez, velhice e morte. Esta versão de base é mais barata do que a alargada: a Segurança Social vai buscar 25,4% dos rendimentos do escalão que escolheu. Em contrapartida, é menos abrangente. Se, além dos benefícios anteriores, quiser receber o abono de família e os subsídios de funeral, por doença e doenças profissionais, tem de optar pelo regime alargado. A Segurança Social fica com 32% do rendimento correspondente ao seu escalão. Independentemente do que escolher, o profissional por conta própria nunca recebe subsídio em caso de licença de paternidade e parental, assistência a filhos doentes e faltas especiais dos avós. Isenções O cálculo da pensão de reforma ou de invalidez é exactamente igual ao dos trabalhadores por conta de outrem. J Quem tenha iniciado a actividade como independente há menos de 12 meses (isento durante este período). J Quem também trabalhe por conta de outrem, desde que não receba, nesta actividade, menos do que o salário mínimo nacional ( 365,60, em 2004). J Quem tenha um rendimento anual inferior a seis vezes o salário mínimo nacional 2193,60, em 2004). J Quem esteja a gozar licença de maternidade, paternidade ou adopção. J Quem escolheu o esquema alargado (ver texto principal) e esteja doente, mesmo que não tenha direito ao subsídio de doença. Quem escolheu o esquema obrigatório só tem direito à isenção após 31 dias de doença. J Quem esteja reformado por invalidez ou velhice, ou receba uma pensão por incapacidade para o trabalho igual ou superior a 70%. J Quem suspenda a actividade como independente. Quando as condições para a isenção deixarem de existir, tem 30 dias para informar a Segurança Social e começar a pagar as contribuições. QUANTO MAIS PROTEGIDO, MAIS PAGO Situação Regime obrigatório Regime alargado Abono de família Adopção Licença de maternidade Pensão de invalidez Pensão de sobrevivência Pensão de velhice Subsídio de doença Subsídio de funeral Subsídio por morte menos, três meses de contribuições em atraso. Se uma profissional independente der à luz em Abril, só receberá subsídio de maternidade se tiver feito todas as contribuições até ao final de Janeiro. Mas esta regra tem algumas excepções. Veja-se o abono de família, por exemplo. Este é pago, mesmo que o trabalhador tenha vários meses de contribuições em atraso. O mesmo acontece se, por alguma fatalidade, falecer: os seus familiares não deixam de receber a pensão de sobrevivência a que têm direito. A única diferença é que, no cálculo do montante a atribuir, a Segurança Social não terá em conta os períodos sem contribuições. Nos restantes casos, o pagamento fica suspenso. É claro que pode regularizar a situação mais tarde e receber o subsídio, mas sem retroactivos. Ou seja, recebe apenas a partir do dia ou do mês seguinte àquele em que pagar as contribuições em atraso, perdendo o direito às prestações anteriores. Nos casos de invalidez e velhice, no momento em que é atribuída a pensão, é feita uma compensação entre o que o trabalhador receberia e a sua dívida à Segurança Social. Informações Artigos da DINHEIRO & DIREITOS: o fisco e os profissionais independentes, na página 10; direitos na maternidade e paternidade, na página 36; reforma por invalidez, n.º 66, de Novembro de 2004; reforma dos trabalhadores independentes, n.º 55, de Dezembro de DINHEIRO & DIREITOS N.º 67 - JANEIRO/FEVEREIRO DE 2005

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