GUIA PARA INVESTIR. Rentabilizar os Investimentos

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2 Onde deve investir? A escolha deve ter em conta diversos factores, tais como: quando é que pretende utilizar o montante que investiu? Qual é o seu conhecimento do funcionamento de produtos financeiros? Pretende arriscar para maximizar o retorno ou prefere garantir o seu património contra qualquer tipo de risco, beneficiando de ganhos mais modestos? Consulte o nosso Guia e veja alguns tópicos importantes para obter maiores rendibilidades no seu investimento.

3 3 Uma obrigação é um título de dívida. Em termos simples, investir numa obrigação é quase o mesmo que emprestar dinheiro ao emitente da obrigação. As obrigações podem ser emitidas por um Estado, governo regional, município ou empresa. Também podem ser emitidas por uma instituição supranacional, como o Banco Mundial ou o Banco Europeu de Investimento. Ao emitir obrigações, estas instituições contraem empréstimos directamente nos mercados financeiros em vez de recorrerem à banca, em contrapartida de uma remuneração (juro em forma de cupão) de acordo com as condições definidas na data da emissão. Em geral, fazem-no por ficar mais barato. O detentor de uma obrigação designa-se por obrigacionista e torna-se um credor da instituição emitente. Daqui deriva a expressão comum de empréstimo obrigacionista. A taxa de juro da obrigação designa-se por taxa de juro de cupão e pode ser uma taxa fixa ou variável. Cada pagamento de juros designa-se por cupão. A periodicidade de pagamento de juros é a frequência com que os cupões são pagos, sendo frequente uma periodicidade anual, semestral ou trimestral. Em geral, o emitente compromete-se a devolver o valor nominal juntamente com os juros. As obrigações têm um prazo de maturidade, que é o período de tempo entre a emissão e o reembolso da obrigação. Quando se atinge a maturidade, diz-se que a obrigação vence e esta é extinta. Outro ponto a ter em atenção é o preço de aquisição de uma obrigação, preço a pagar para se adquirir uma obrigação, que pode ser diferente do valor nominal. Normalmente a emissão de uma obrigação é feita ao par, isto é, o preço a que são transaccionadas, coincide com o valor nominal da obrigação. No entanto, uma vez que se trata de um instrumento financeiro transaccionado em mercado, o preço da obrigação poderá ser superior ou inferior ao longo da vida da obrigação. Caso se transaccione acima do par refere-se que o preço está a prémio, caso esteja abaixo do par refere-se que o preço está a desconto. O facto de o preço estar a prémio ou a desconto tem impacto na yield implícita (taxa de juro) da obrigação. A variação do preço da obrigação é inversamente proporcional à variação da yield. Para o investidor, as duas características mais importantes das obrigações são o emitente e a taxa de juro. Sendo que a taxa de juro define a remuneração do investimento, a garantia de receber essa remuneração depende do emitente, que expõe o obrigacionista ao risco de crédito, isto é, a possibilidade de não receber os juros ou o reembolso da obrigação. Deste ponto de vista, os emitentes podem ser divididos em dois grandes tipos: os Estados e as empresas privadas. Os principais tipos de obrigações são: Convertíveis: que concedem ao detentor a opção de conversão em acções a um preço prefixado. Estas obrigações só podem ser emitidas pelas sociedades anónimas

4 que tenham acções cotadas em bolsa. Oferecem ao mercado um cupão (uma rendibilidade) inferior à que teria sem a opção de conversão. Empresariais (Corporate): Títulos emitidos por empresas, com pagamento períodicos de juros (geralmente anual ou semestral), e sem qualquer opção de conversão. Governamentais: emitidas por um governo nacional para financiar a dívida pública. As obrigações com uma maturidade inferior a 12 meses são consideradas Bilhetes do Tesouro. Em Portugal, as obrigações emitidas pelo Estado Português são geridas pelo Instituto de Gestão do Crédito Público (www.igcp.pt). As obrigações de empresas são, em geral, consideradas menos seguras do que as obrigações dos Estados, porque a única garantia de pagamento é a capacidade financeira das empresas emitentes. As obrigações dos Estados dão origem à dívida pública, na forma de bilhetes do Tesouro e do Tesouro. Em geral, as obrigações dos Estados, ou garantidas por estes, são consideradas mais seguras devido ao facto de os Estados deterem o poder de tomar medidas de forma a aumentar a sua receita face às suas despesas. O instrumento que permite aferir a segurança financeira dos emitentes (públicos e privados) é a sua notação de crédito (credit rating). 4

5 Uma acção é um título financeiro que representa parte do capital de uma sociedade anónima, conferindo ao seu proprietário o direito de partilhar dos resultados dessa empresa e dando-lhe poderes para intervir no governo da sociedade (via o seu direito de voto). O valor de uma acção advém dos resultados que a empresa gera e se espera que venha a gerar mais o valor atribuído ao poder de influenciar o destino da empresa, via controlo da maioria dos direitos de voto. As acções podem ser transaccionadas numa bolsa de valores em que estejam cotadas ou ao balcão (OTC), se não estiverem cotadas em bolsa. A propriedade de acções confere vários direitos, nomeadamente: Direito de assistência e voto nas assembleias gerais, sendo o voto proporcional à quantidade e classe das acções detidas (podendo existir diferentes classes com diferentes direitos de voto); Direito à distribuição de dividendos, se para tal existirem resultados e essa for a decisão da sociedade. Os dividendos serão distribuídos na proporção da quantidade de acções detida e da classe a que estas pertençam (podendo existir diferentes classes com diferentes direitos em matéria de dividendos); Direito à quota-parte da situação líquida apurada no caso de liquidação da sociedade, em função da quantidade de acções detidas e respectiva classe. Atenção ao Risco: Quanto maior o retorno de um activo, maior o risco implícito do investimento. Este aumento de risco faz com que o investimento neste tipo de activo não seja para qualquer investidor. É necessário ter conhecimentos suficientes sobre a evolução dos mercados de capitais e conseguir acompanhar diariamente a evolução da bolsa de valores. Além de não haver garantia de rendimento nem de capital, os investidores devem estar preparados para manter as acções em carteira por um período de médio/longo prazo, por causa das flutuações do mercado. É também importante diversificar o investimento em vários títulos, de diferentes empresas, sectores não só em Portugal como nas diferentes bolsas internacionais. Mais informação em - Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. 5

6 As acções concedem ao detentor (accionista), que se torna co-proprietário da empresa em que investiu, o direito de receber dividendos e o direito de voto. O detentor de obrigações concede um empréstimo a uma empresa e torna-se seu credor. Não dispõe dos mesmos direitos que o accionista. Em compensação, tem prioridade sobre o accionista na devolução do capital em caso de falência da empresa. 6

7 Um Fundo de Investimento é um valor mobiliário sob a forma de aplicação financeira formada pela união de vários investidores que se juntam para a realização de um investimento financeiro, organizada sob a forma de pessoa jurídica, visando um determinado objectivo ou retorno esperado, dividindo as receitas geradas e as despesas necessárias para o empreendimento. A administração e a gestão do Fundo são feitas por especialistas as Sociedades Gestoras de Fundos. Estas entidades são responsáveis pelos aspectos jurídicos e legais do Fundo, da estratégia de investimento das suas carteiras de activos, visando o maior retorno possível para os seus participantes. Dependendo do tipo de Fundo, as carteiras geralmente podem ser mais diversificadas ou menos diversificadas, podendo conter activos de diversos tipos, tais como acções, obrigações, moedas diversas, derivados ou matérias-primas, negociadas normalmente em mercados regulamentados. É de assinalar que quanto maior o retorno de uma classe de activo, maior o risco implícito do activo. O valor aplicado num Fundo é convertido em quotas (unidades de participação), que são distribuídas entre os investidores (participantes), que se tornam proprietários de partes da carteira proporcionais ao capital investido. O valor da unidade de participação (UP) é actualizado diariamente e o cálculo do saldo do participante é feito multiplicando o número de UP adquiridas pelo valor da UP no dia. O valor subscrito nos Fundos é investido, de acordo com a política de investimento definida para cada Fundo, podendo ser utilizado para a compra de títulos diversos, como, por exemplo, acções, dívida pública, certificados de depósitos bancários (CDB), etc. A forma mais adequada de distinguir os fundos é com base nos títulos em que investem: Fundos monetários ou de tesouraria são os que investem, sobretudo, em títulos de grande liquidez (depósitos a prazo, papel comercial, etc.); Fundos de obrigações são os que investem principalmente em obrigações; Fundos de acções são aqueles que investem predominantemente no mercado accionista; Fundos mistos, quando investem em diversas classes de activo, nomeadamente obrigações, acções, matérias primas e mercado cambial e que definem intervalos de exposição para cada activo na carteira do Fundo; 7

8 8 Fundos flexíveis, quando investem em obrigações e acções e não definem barreiras para o peso das aplicações na carteira; Fundos de fundos, por sua vez, têm como particularidade uma carteira composta por UP de outros fundos; Fundos especiais de investimento caracterizam-se por uma grande liberdade na determinação da política de investimento; Fundos de poupança-reforma (PPR) têm uma composição semelhante aos fundos mistos, mas a lei atribui-lhes um estatuto especial (benefício fiscal); Fundos de capital garantido oferecem uma garantia total ou parcial dos montantes inicialmente investidos em contrapartida de um menor rendimento potencial. A carteira de activos de um Fundo de Investimento é geralmente formada por activos de diversos tipos, com diferentes graus de risco. O risco total da carteira do Fundo é transferido ao aplicador ou participante no fundo. O risco de um Fundo de Investimento pode ser definido como o grau de incerteza associada na obtenção do retorno esperado investindo num determinado Fundo. Dessa forma, os fundos podem ser classificados como de baixo, médio e alto risco. Geralmente, Fundos de baixo risco apresentam um maior nível de segurança ao investidor, mas, em contrapartida, costumam ter um retorno menor. Fundos de alto risco, por outro lado, podem trazer um retorno mais elevado mas com um grau muito maior de incerteza, podendo até mesmo trazer prejuízos aos investidores. Risco e despesas: O dinheiro aplicado em fundos é sobretudo aplicado no mercado de capitais, pelo que deve estar preparado para perder ou ganhar dinheiro. O investimento neste tipo de produtos deve ter em conta o horizonte temporal de investimento do Fundo (curto, médio ou longo prazo). Não se esqueça de perceber a evolução histórica da rendibilidade do Fundo. Deve estar preparado para possíveis flutuações e não entrar em pânico num momento negativo do Fundo, devendo contextualizar o mercado onde o Fundo investe e avaliar as suas perspectivas futuras. Tenha ainda em conta as comissões de subscrição e resgate. Dica: Se optar por investimentos diversificados, poderá diminuir o seu risco. Como alternativa poderá investir em Fundos de Investimento cuja política permite investir nas classes de activo de forma diversificada e de acordo com as condições de mercado actuais. O mais importante será investir numa carteira diversificada de forma a diminuir o risco da sua carteira. Como alternativa poderá investir em Fundos de Investimento cuja política permite investir nas classes de activo de forma diversificada e de acordo com as condições de mercado actuais. Mais informação em - Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios.

9 É um património autónomo que resulta da agregação e aplicação de poupanças de entidades individuais e colectivas em valores mobiliários ou equiparados. Um fundo de investimento imobiliário é aquele que faz as suas aplicações, fundamentalmente, em bens imóveis. É um produto financeiro alternativo à aplicação das poupanças dos investidores, designadamente nos depósitos bancários e ao investimento directo no mercado de capitais ou em valores imobiliários, tendo a vantagem de as suas aplicações serem acompanhadas e geridas por profissionais especializados no mercado de capitais e imobiliário. Este acompanhamento é realizado por uma sociedade gestora de fundos de investimento imobiliário (SGFII) ou por uma sociedade gestora de fundos de investimento mobiliário (SGFIM), em contrapartida de uma comissão de gestão (a pagar pelo fundo). Atenção ao Risco: É preciso que saiba o que quer e ter informação suficiente. Deve saber em que segmento (habitação, escritórios ou lojas) quer investir e qual o estado do imóvel - novo ou usado. É fundamental que perceba qual é o estado da oferta e da procura na zona. Tenha em conta as elevadas comissões de resgate. Mais informação em - Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios. 9

10 Os seguros de capitalização funcionam de forma semelhante a um fundo de investimento, mas com algumas diferenças ao nível fiscal. Um seguro de capitalização não é mais do que um plano de capitalização de poupanças que pode ser utilizado conforme os seus objectivos e perfil de investimento. Há seguros de capitalização mais agressivos, que investem parte importante do seu capital em acções e seguros mais defensivos que apostam em obrigações. Uma vez que são comercializados sob a forma de um seguro, é-lhes aplicada uma fiscalidade idêntica à dos seguros de vida. Ou seja, uma tributação reduzida de rendimentos, podendo chegar aos oito por cento ao fim de oito anos, bem como a dedução à colecta no IRS. Enquanto que na maioria dos produtos financeiros existe uma tributação de 21,5 % sobre os rendimentos obtidos, no caso dos seguros de capitalização a tributação diminui ao longo do tempo do investimento (21,5 % até ao quinto ano de investimento, 17,2 % entre o quinto ano e um dia ao oitavo ano e 8,6 % após o oitavo ano e um dia de investimento). Esta condição verifica-se desde que no mínimo 35 % dos valores investidos nos contratos sejam efectuados durante a primeira metade do período de investimento. Tal como nos fundos, aqui também existem comissões de subscrição, gestão e resgate, que devem ser cuidadosamente analisadas antes de investir. 10

11 Os produtos estruturados são instrumentos financeiros cuja rendibilidade está indexada à variação de preços de um activo subjacente uma acção, um cabaz de acções, um ou mais índices accionistas ou obrigacionistas, uma taxa de juro, uma taxa de câmbio, etc. Por exemplo, pode construir-se um produto estruturado cuja rendibilidade dependa da variação do preço do ouro. Uma vez que são construídos recorrendo a produtos financeiros complexos como opções e futuros, as possibilidades são muito vastas. A vantagem destes produtos é permitirem aceder a uma série de investimentos alternativos a que dificilmente um pequeno investidor poderia aceder. Leia a documentação do produto antes de investir, de forma a garantir que compreende perfeitamente a lógica do produto. 11

12 O risco de mercado é comum a todos os activos financeiros acções, obrigações, fundos, entre outros. O que causa este risco são variáveis como taxas de juro, perspectivas económicas, inflação, variação das taxas cambiais instabilidade política, terrorismo, entre outros. Este tipo de risco não é específico de uma empresa e/ou sector e como tal não pode ser reduzido através da diversificação. Desta forma é um risco que todos os investidores têm de estar dispostos a correr. Adicionalmente, existem outros tipos de risco específicos dos diferentes sectores da indústria, mercados ou países. A grande vantagem deste tipo de risco é que pode ser substancialmente minimizada através da diversificação do portfolio de investimentos. A lógica é investir em vários activos, de maneira a que não sejam todos afectados pelos mesmos riscos que possam ocorrer. 12

13 Se existisse apenas uma regra de investimento seria certamente a de não pôr todos os ovos no mesmo cesto. A diversificação é o conceito mais importante para quem quer investir o seu dinheiro, pois diminui substancialmente o risco de perdas. Reduza o risco nos seus investimentos sem diminuir o potencial de valorização. 13

14 Antes de começar a investir, é importante que determine o seu perfil de risco. Para aferir o seu perfil de investimento concentre-se em duas variáveis: na sua tolerância ao risco e no período de tempo em que pretende efectuar o investimento. TOLERÂNCIA AO RISCO Até que ponto se sente confortável se tiver investido em activos, cujo preço varia todos os dias e, muitas vezes, perde valor em relação ao dia anterior? Os activos que apresentam sistematicamente maiores oscilações de preço, são normalmente os mais arriscados. O importante é aferir se consegue lidar bem com o facto de os seus investimentos baixarem de valor a curto-prazo enquanto espera que eles cresçam a longo-prazo. Por exemplo, as acções são dos activos que mais rendem a longo-prazo, mas a verdade é que no curto prazo podem apresentar períodos de desvalorização. Será que consegue suportar psicologicamente essas perdas de curto-prazo, sabendo que será recompensado a longo-prazo? Se não, o melhor é investir apenas em activos menos arriscados. PERÍODO DE TEMPO DO INVESTIMENTO A questão principal é saber quando é que pretende utilizar o montante que investiu. Se planeia mudar de casa dentro de um ano e pretende investir as suas poupanças para esse efeito em acções, poderá não estar a fazer uma boa opção porque, apesar de as acções terem um potencial de valorização elevado a longo-prazo, pode acontecer que ao fim de um ano valham menos do que quando as comprou, devido à variabilidade de curto-prazo. Mas se está a preparar a sua reforma, que planeia para daqui a 30 anos, já poderá optar por acções, uma vez que existe um maior potencial de capitalização das acções. Resumindo, para prazos mais curtos prefira obrigações e ou activos sem risco e para prazos longos pode optar por acções. 14

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