BTS-Ex Dispositivo Comutador Térmico Sem Contacto para limitação da temperatura máxima na superfície dos turbo-acoplamentos Voith

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1 Voith Turbo Instruções de Montagem e de Serviço ex pt BTS-Ex Dispositivo Comutador Térmico Sem Contacto para limitação da temperatura máxima na superfície dos turbo-acoplamentos Voith ATENÇÃO! Estas instruções devem ser lidas antes da montagem e colocação em funcionamento e guardadas para posterior consulta!

2 Índice 1 Declaração de Conformidade CE (RL 94/9/CE, Anexo X.B) Nota prévia Indicações gerais Utilização correcta Segurança Indicações e símbolos Indicações gerais de perigo Qualificação do pessoal Inspecção dos produtos Placa de características Possibilidades de utilização, características do BTS-Ex Utilização do dispositivo de protecção em atmosferas potencialmente explosivas Condições especiais para o emprego em atmosferas explosivas e como dispositivo de segurança na atmosfera explosiva Funcionamento do BTS-Ex Elemento lógico Iniciador Dispositivo de leitura Interacção dos componentes BTS-Ex Dados técnicos Elemento lógico Iniciador, flange de fixação Dispositivo de leitura Dispositivo de leitura Instalação Estado de entrega, volume de fornecimento Montagem Elemento lógico e iniciador Montagem, ligação dispositivo de leitura Indicações e ajustes no dispositivo de leitura Constituição Ajuste dos interruptores DIP S1 - S2 (frequência limite) Ajuste do comutador DIP S3 (inibição do arranque) Colocação em funcionamento Conservação, manutenção limpeza externa Avarias Resolução, localização de falhas Pedidos de informações, solicitação de um técnico e encomenda de peças de substituição Informações sobre as peças de substituição Elementos lógicos Iniciador, flange de fixação Dispositivo de leitura Representações Voith Turbo GmbH & Co. KG Índice remissivo

3 1 Declaração de Conformidade CE (RL 94/9/CE, Anexo X.B) destinada à confirmação da conformidade do módulo com a Directiva 94/9/CE O Fabricante declara que o seguinte módulo Designação Voith Turbo GmbH & Co. KG, Voithstrasse 1, D Crailsheim composto por 1. Elemento lógico e 2. Iniciador e NJ N-E93-Y NJ N-E93-Y NJ N-E93-Y Aparelho de leitura Pepperl + Fuchs KFD2-SR2-Ex2.W.SM Número de fabrico: Identificação: conf. documentação de expedição II 2GD TX está em conformidade com o disposto nas seguintes normas harmonizadas, na versão em vigor na data da assinatura: EN EN EN EN EN ss EN ss Atmosferas potencialmente explosivas, protecção contra explosão, parte 1: princípios e metodologia Aparelhos não eléctricos destinados a ser utilizados em atmosferas potencialmente explosivas, parte 1: princípios básicos e requisitos Aparelhos não eléctricos destinados a ser utilizados em atmosferas potencialmente explosivas, parte 5: protecção através de segurança estrutural c Aparelhos não eléctricos destinados a utilização em atmosferas explosivas, parte 6: protecção por supervisão de fontes de ignição "b" Material eléctrico para utilização em atmosferas potencialmente explosivas, disposições gerais, entre outras Material eléctrico para utilização em atmosferas com poeiras inflamáveis, disposições gerais, entre outras está também em conformidade com as seguintes normas e regulamentos técnicos, europeus e nacionais, na versão em vigor na data da assinatura: TRBS 2153 Regulamentos técnicos para segurança de serviço, prevenção do perigo de ignição por cargas electrostáticas O módulo pode ser utilizado em turbo-acoplamentos como dispositivo de segurança, controlo e regulação, nos termos do artigo 1, número 2. Redigido em Crailsheim, Alemanha a 07 de Julho de 2010 Nome dos abaixo-assinados Assinaturas Hoffeld, Harald, Directo Técnico Bregler, Haymo, Encarregado de protecção contra explosão 3

4 2 Nota prévia 2.1 Indicações gerais Estas instruções irão ajudá-lo a utilizar o dispositivo comutador térmico sem contacto (BTS-Ex) de forma segura, adequada e económica. O cumprimento das indicações contidas nestas instruções permite aumentar a fiabilidade e a vida útil do sistema, evitar perigos, diminuir o número de reparações e tempos de paragem. Estas instruções devem estar sempre disponíveis no local de aplicação da ser lidas e cumpridas por todas as pessoas que executem trabalhos no sistema. O dispositivo de comutação térmico sem contacto foi construído segundo o estado actual da técnica e as regras de segurança reconhecidas. No entanto, um tratamento impróprio e/ou uma utilização inadequada e/ou um funcionamento incorrecto podem colocar em perigo a integridade física e a vida do utilizador ou de terceiros, ou ainda, provocar danos no sistema e noutros valores materiais. Peças de substituição: As peças de substituição devem estar em conformidade com os requisitos técnicos estabelecidos pela Voith. Isto estará garantido sempre que sejam usadas peças de substituição originais. A montagem e/ou a utilização de peças de reserva que não são de origem pode alterar negativamente as características estruturais pré-definidas do BTS-Ex e prejudicar a segurança. A Voith não se responsabiliza por danos decorrentes da utilização de peças de substituição não originais. A colocação em funcionamento, manutenção e reparação devem ser efectuadas somente por pessoal devidamente qualificado e autorizado para o efeito. Estas instruções foram compiladas com o máximo cuidado possível. Para informações mais detalhadas, é favor contactar: Voith Turbo GmbH & Co. KG Start-up Components Voithstr Crailsheim GERMANY Tel Fax Voith Turbo A transmissão e a reprodução deste documento, a utilização e a divulgação do seu conteúdo são proibidas sem autorização expressa por escrito. As infracções obrigam a indemnização. Reservados todos os direitos de registo de patente, desenhos industriais ou modelos industriais. A firma Voith Turbo reserva-se o direito de proceder a alterações. 4

5 2.2 Utilização correcta O Dispositivo Comutador Térmico Sem Contacto (BTS-Ex) serve para a monitorização, sem contacto, da temperatura dos turbo-acoplamentos Voith. Uma utilização diferente da prevista, como por exemplo, para condições de funcionamento ou aplicação não acordadas, será considerada incorrecta. Da utilização correcta faz igualmente parte o cumprimento destas instruções de montagem e serviço. O fabricante não se responsabiliza por danos resultantes de uma utilização incorrecta. Este risco é da total responsabilidade do utilizador. 3 Segurança 3.1 Indicações e símbolos As instruções de segurança constantes nestas instruções de serviço são identificadas por sinais de segurança de acordo com DIN 4844: Danos... Pessoais, materiais Palavra de aviso PROTECÇÃO EX! Definição Consequência Símbolo Indicação de protecção contra explosão Perigo de explosão Pessoais PERIGO! Perigo directo iminente Morte ou lesões muito graves (deficiências) Pessoais AVISO! Situação possivelmente perigosa Possibilidade de morte ou de lesões muito graves Pessoais CUIDADO! Situação pouco perigosa Possibilidade de lesões ligeiras ou insignificantes Pessoais, materiais Aviso de produtos potencialmente inflamáveis Perigo de incêndio Pessoais Utilizar óculos de protecção Perigo de cegueira Pessoais Usar protecção auditiva Danos auditivos Materiais ATENÇÃO! Situação possivelmente prejudicial Possibilidade de dano do produto em redor Nota: Informação! Notas sobre utilização e outras informações úteis Aplicação mais eficiente Tabela 1 5

6 3.2 Indicações gerais de perigo AVISO! Todos os trabalhos no dispositivo de comutação térmico sem contacto devem ser efectuados no estrito cumprimento da legislação local para prevenção de acidentes e das normas para montagem de instalações eléctricas! Em atmosferas potencialmente explosivas (tipo de iniciador NJ N-E93), todos os trabalhos no dispositivo de comutação térmico sem contacto devem ser efectuados no estrito cumprimento da legislação local para prevenção de acidentes e das normas para montagem de instalações eléctricas! Não é permitido alterações no iniciador, incluindo o cabo de ligação. Perigos Trabalhos no dispositivo de comutação térmico sem contacto: O contacto directo com bornes, condutores e peças de aparelhos abertos ou soltos podem provocar lesões graves ou até a morte! Em caso de erro, os módulos não condutores podem também conduzir energia eléctrica devido às características do serviço. Trabalhos no turbo-acoplamento: A conexão não autorizada ou inadvertida da máquina pode provocar lesões graves ou mesmo a morte! Inicie os trabalhos apenas quando a temperatura do acoplamento for inferior a 40 C, caso contrário, existe o perigo de queimadura! Tenha igualmente presente as instruções de montagem e serviço do turboacoplamento! Nível de pressão sonora, ver manual de instruções separado Dimensionamento, ver manual de instruções do turboacoplamento, capítulo 1, dados técnicos Ruído: O turbo-acoplamento gera ruído durante o funcionamento. Se o nível de pressão sonora equivalente ponderado A for superior a 80 db(a), podem ocorrer danos auditivos! Use protecção auditiva! Projecção e fuga de fluido de serviço: Em caso de sobrecarga térmica do turbo-acoplamento, os parafusos fusíveis são accionados. Estes libertam o fluido de trabalho.isso só pode acontecer no caso de uso não conforme com os fins previstos (por ex. dimensionamento não é respeitado). Após a projecção dos parafusos fusíveis desligue imediatamente a propulsão! Os aparelhos eléctricos que se encontram junto do acoplamento têm de estar protegidos contra projecção! Assegure-se de que o fluido vertido não entra em contacto com pessoas! Existe perigo de queimadura! Assegure-se de que o fluido vertido não entra em contacto com pessoas! Existe perigo de Existe o perigo de cegueira devido à projecção do líquido de serviço quente! Certifique-se de que o fluido de trabalho projectado não entra em contacto com peças quentes da máquina, aparelhos de aquecimento, faíscas ou chamas abertas! Existe o perigo de incêndio! Para evitar que o óleo vertido constitua qualquer perigo (por exemplo, perigo de escorregar, perigo de incêndio), retirá-lo imediatamente! Se necessário, tenha à mão uma tina de recolha com as dimensões adequadas! 6

7 3.3 Qualificação do pessoal O pessoal seleccionado para os trabalhos no dispositivo de comutação térmico sem contacto deve ser fiável, ter, pelo menos, a idade mínima prevista na lei, possuir a formação, instrução e autorização para os trabalhos previstos, cumprir as normas EN Anexo A e EN parágrafo 7 durante os trabalhos em atmosferas potencialmente explosivas. Utilizar somente ferramentas autorizadas para uso em atmosferas potencialmente explosivas. Evitar a formação de faíscas. 3.4 Inspecção dos produtos Nos termos da lei, somos obrigados a inspeccionar os nossos produtos mesmo após a respectiva entrega. Por este motivo, dever-nos-á ser comunicado todo e qualquer assunto que possa ser do nosso interesse. Por exemplo: Alteração de dados de serviço. Experiência com este tipo de sistemas. Avarias recorrentes. Dificuldades com estas instruções de montagem e serviço. O nosso endereço encontra-se na página Placa de características Voith BTS-Ex D Crailsheim 2013 * ) II 2GD TX Dispositivo comutador térmico sem contacto para limitação da temperatura máxima na superfície dos turbo-acoplamentos Voith Tecn. ficheiro ref. n.º: Voith 03 ATEX Aparelho de avaliação N.º de material TCR TCR * ) ano de construção actual Os caracteres da placa de características possuem o seguinte significado: : identificação de protecção Ex II : Grupo de explosão II 2 : Categoria do aparelho G : Gás D : poeiras (ingl.: Dust) TX : Temperatura depende do elemento lógico usado Nota! A classe de temperatura (G) / temperatura máxima da superfície dos elementos lógicos (D) depende da instalação efectuada e das condições de serviço do turboacoplamento. Esta indicação será, por isso, fornecida nas instruções de serviço do turbo-acoplamento. 7

8 4 Possibilidades de utilização, características do BTS-Ex O dispositivo comutador térmico sem contacto (BTS-Ex) é um sistema de supervisão para os turbo-acoplamentos Voith. O BTS-Ex permite uma supervisão simples da temperatura dos turbo-acoplamentos. Em caso de temperatura excessiva, dependendo da aplicação, o operador pode ser avisado, o motor de accionamento pode ser desligado, a carga absorvida pela máquina de trabalho pode ser reduzida. O reconhecimento atempado de uma situação de temperatura excessiva pode evitar toda a descarga do enchimento do turbo-acoplamento através dos bujões de segurança fusíveis. Dessa forma, os tempos de paragem serão reduzidos. Uma vez arrefecido o turbo-acoplamento, o BTS-Ex volta a estar operacional. O BTS-Ex pode ser utilizado em turbo-acoplamentos Voith de dimensões iguais ou superiores a Utilização do dispositivo de protecção em atmosferas potencialmente explosivas Em atmosferas potencialmente explosivas, o BTS-Ex pode ser utilizado como dispositivo de protecção para limitação da temperatura máxima admissível na superfície do turbo-acoplamento. PROTECÇÃO EX! Em caso de excesso de temperatura, o motor de accionamento deve ser desligado no tempo previsto (ver as instruções de serviço do turbo-acoplamento, capítulo 1, Dados Técnicos)! O sistema completo inclui os seguintes meios de produção eléctricos: Elemento lógico (é montado no acoplamento) Iniciador para avaliação do elemento lógico Aparelho de avaliação com função de segurança. Os dispositivos de protecção devem ser montados numa máquina de categoria superior. Determinar o momento para limpeza do meio de produção (depósitos de poeiras) em função do grau de protecção IP. O elemento lógico e o iniciador podem ser utilizados da seguinte forma: Na Zona 2 (explosão de gás, categoria 3G) dos grupos de explosão IIA, IIB e IIC Na Zona 22 (explosão devido à presença de poeiras, categoria 3D) no caso de poeiras com uma inflamabilidade mínima > 3mJ Na Zona 1 (explosão devido à presença de gases, categoria 2 G) dos grupos de explosão IIA, IIB e IIC Na Zona 21 (explosão devido à presença de poeiras, categoria 2D) no caso de poeiras com uma inflamabilidade mínima > 3 mj. Fora das atmosferas potencialmente explosivas, os aparelhos de avaliação devem ser montados em caixas com os requisitos ambientais correspondentes à categoria de protecção IP ou em caixas com homologação própria. A qualificação relativa à temperatura da superfície depende das condições ambientes; varia de T4...T3: T4 significa que para todos os gases, vapores, névoas com uma temperatura de ignição > 135 ºC, os produtos não são uma fonte de ignição. Em atmosferas explosivas devido à presença de poeiras, a temperatura de referência T*** C (varia entre 85 C e 190 C) é relevante para as considerações seguintes em termos da distância de segurança face à temperatura de incandescência. 8

9 4.2 Condições especiais para o emprego em atmosferas explosivas e como dispositivo de segurança na atmosfera explosiva Os aparelhos só são autorizados para uma utilização adequada e legalmente correcta. O não cumprimento desta regra anula o direito de garantia a isenta o fabricante de qualquer responsabilidade! Nas atmosferas potencialmente explosivas só deverão ser utilizados acessórios que satisfaçam todos os requisitos das directivas europeias e da legislação nacional. É permitida a utilização numa atmosfera explosiva devido à presença de poeiras caso este apresente uma inflamabilidade mínima > 3 mj. É imprescindível garantir as condições ambientais referidas nestas instruções de serviço. Cabe ao operador tomar as medidas de protecção contra alta-voltagem. Ter o cuidado de utilizar ainda os parafusos fusíveis necessários em cada acoplamento onde seja utilizado este tipo de dispositivo de protecção. Se a temperatura máxima admissível na superfície do turbo-acoplamento ficar assegurada pelo dispositivo de protecção, terá de aposta ao turbo-acoplamento a marcação di tipo de protecção contra inflamação Protecção por controlo da fonte de inflamação b. O dimensionamento da temperatura de activação tem de ser definido pela Voith. As temperaturas ambiente dos diversos elementos não podem ultrapassar as respectivas temperaturas-limite. Há que excluir com segurança a possibilidade de danos mecânicos devido à formação de gelo. Os fechos devem voltar a ser colocados depois da abertura e fecho. O funcionamento do dispositivo de protecção só é permitido se as caixas e condutores estiverem intactos. A instalação deve ser efectuada segundo as normas EMV. A instalação deve respeitar as disposições próprias do país onde é efectuada, p.ex.: EN e EN O aparelho de avaliação foi dimensionado para aplicação com um grau de sujidade 2, segundo a norma DIN EN Se necessário, proteger o elemento lógico e o iniciador de modo a impedir a penetração de líquidos e/ou impurezas. Tal dependerá das condições de serviço, p.ex.: em caso de sobrecarga de poeiras ou de químicos corrosivos. No caso de temperaturas inferiores a -20 C, os iniciadores têm de ser instalados com protecção mecânica. Durante a montagem, respeitar uma distância mínima > 3 mm entre o elemento lógico e o iniciador (ver Figura 5, página 22). O circuito de desconexão deve ser instalado pelo menos de acordo com a norma SIL1 e actuar directamente sobre o contactor do motor. Ver as instruções de serviço do turbo-acoplamento Voith 9

10 5 Funcionamento do BTS-Ex O dispositivo comutador térmico sem contacto (BTS-Ex) é constituído por três componentes: Bloco de contacto Detector de proximidade com flange de fixação Dispositivo de leitura Dispositivo de leitura Turbo-acoplamento Flange de fixação Flange de fixação a a = mm Bloco de contacto Figura 1 10

11 5.1 Elemento lógico O elemento lógico é um componente passivo (meio de produção eléctrico simples segundo a norma EN , parágrafo ). É aparafusado à roda exterior ou à coquilha do turboacoplamento. Desta forma, é estabelecido um contacto térmico entre o elemento lógico e o turbo-acoplamento através do fluido de serviço. O elemento lógico integra uma bobina e um disjuntor térmico. O ponto de activação do disjuntor térmico corresponde à temperatura de activação do elemento lógico. Abaixo da temperatura de activação, o disjuntor térmico está fechado e exclui a bobina. Acima da temperatura de activação, o disjuntor térmico abre e corta o circuito. Quando a temperatura desce, o disjuntor térmico volta a fechar o circuito. O BTS-Ex fica novamente operacional. Tabela 2, página Iniciador O iniciador foi concebido como sensor bifilar, polarizado de acordo com a norma DIN EN (NAMUR). Trabalha segundo o princípio do sensor indutivo. O detector de proximidade inclui um oscilador eléctrico que gera uma oscilação de alta frequência. Enquanto elemento condicionador da frequência, o oscilador inclui um circuito ressonante, constituído por uma bobina e um condensador. A bobina do circuito ressonante está montada na cabeça do sensor. Através desta bobina, gera-se na cabeça do sensor um campo electromagnético alternado. 5.3 Dispositivo de leitura O aparelho de avaliação é uma unidade electrónica que capta impulsos eléctricos e avalia o tempo entre os impulsos (meio de produção adicional com circuito de protecção próprio para atmosferas potencialmente explosivas). A avaliação é iniciada através da activação da tensão de alimentação. Iniciada a avaliação, a supervisão dos impulsos tem de ser desactivada por um período de tempo regulável (tempo de ligação em ponte no arranque). Um relé com contacto inversor desopera caso o número de impulsos por unidade de tempo não chegue a atingir um determinado valor mínimo. O dispositivo de leitura possui uma ligação para sensores NAMUR, de acordo com a norma DIN EN (NAMUR). 11

12 5.4 Interacção dos componentes BTS-Ex Figura 1, página 10 Oelemento lógico é aparafusado ao turbo-acoplamento no lugar de um parafuso falso. O detector de proximidade é montado em paralelismo axial com o turbo-acoplamento com o flange de fixação, sendo ligado ao dispositivo de leitura. A bobina do bloco de contacto é acoplada por indução à bobina do detector de proximidade, caso o elemento lógico se encontre diante da cabeça do iniciador. Com o disjuntor térmico fechado, a energia é transmitida do detector de proximidade para o elemento lógico. O oscilador é atenuado, consumindo menos corrente. Se a temperatura do acoplamento exceder a temperatura de activação do elemento lógico, o disjuntor térmico interrompe o circuito eléctrico no elemento lógico. O elemento lógico deixa de poder atenuar o oscilador no iniciador. O dispositivo de leitura detecta a atenuação do detector de proximidade devido ao respectivo consumo de corrente. Se o turbo-acoplamento onde está aparafusado o elemento lógico rodar agora, o elemento lógico inicia um movimento contínuo passando pelo iniciador. Desta forma são gerados impulsos de supressão sucessivos. O relé de saída do dispositivo de leitura está activo. No caso de temperatura excessiva, estes impulsos de supressão são excluídos, ou seja, a frequência limite ajustada no dispositivo de leitura não é alcançada. O dispositivo de leitura detecta a ausência dos impulsos e o relé de saída desopera. Frequência limite: ver Tabela 5, página 19 No arranque do turbo-acoplamento, no dispositivo de leitura é regulado um tempo de ligação em ponte no arranque. Enquanto a inibição do arranque estiver activa, o relé de saída permanece activo. Decorrido este período, a velocidade do turbo-acoplamento com o elemento lógico deverá ter excedido a frequência limite ajustada (ver Tabela 5). PERIGO! Após uma desconexão, a unidade de comando deve ser bloqueada de forma a impedir um novo arranque automático. A desconexão tem de ser confirmada! PROTECÇÃO EX! O novo arranque só deverá ser efectuado se a temperatura do acoplamento for inferior à temperatura máxima admissível para a conexão do motor! temperatura máxima admissível: ver manual de instruções do turbo-acoplamento, capítulo 1, dados técnicos 12

13 Ø41 Ø41 M24x1,5 M18x1,5 6 Dados técnicos 6.1 Elemento lógico M18x1,5 M24x1,5 ~ 22 ~ 22 ~ 45,5 ~ 47 Figura 2 Segue-se a indicação dos elementos lógicos disponíveis para os diversos tamanhos de turbo-acoplamento: Tamanho da rosca M18 x 1,5 M24 x 1,5 Temperatura nominal de activação Adequado para acoplamentos dos seguintes tamanhos 85 / 90 / 100 / 110 / 125 / 140 / 160 / 180 C 85 / 125 / 140 / 160 / 180 C Tolerância de activação ± 5 C Temperatura de retorno Cerca de 40 C abaixo da temperatura de activação Velocidade periférica máx. 60 ms -1 máx. 75 ms -1 Tamanho da chave Binário de aperto 60 Nm 144 Nm Tabela 2 Nota! O modelo do elemento lógico está gravado na caixa com os seguintes dados: - tamanho da rosca, - velocidade periférica máxima - e a temperatura de activação nominal. A temperatura de activação do elemento lógico é determinada aquando do dimensionamento do acoplamento. 13

14 ~6 ~ Ø Iniciador, flange de fixação Iniciador ilustrado com flange de fixação Figura 3 Tipo de iniciador NJ N-E93-Y30629 NJ N-E93-Y30627 Distância de detecção segura com o elemento lógico Voith Execução Tensão de serviço Consumo de corrente 5 mm Segundo a norma DIN EN (NAMUR): Nominal 8,2 V DC Seguramente suprimido:: 0,1 ma / 1,2 ma NJ10-22-N-E93 Y Seguramente não suprimido: 2,1 ma / 6,0 ma Protecção contra inversão de polaridade sim Temperatura ambiente 1) admissível -25 C C -25 C C -40 C C Grau de protecção segundo a norma EN IP 68 Tipo de protecção contra ignição segundo as normas II 2G EEx ia IIC T6 (PTB 00 ATEX 2048X) EN e EN II 1D Ex iad 20 T x C (ZELM 03 ATEX 0128 X) x: T 85 C T 108 C T 85 C CEM segundo a(s) norma(s) IEC / EN Resistência ao choque a<30 g, t=11 ms, segundo a norma IEC Resistência a vibrações f=55 Hz, s=1 mm, segundo a norma IEC Cabo de ligação Y30629: 2 m, PVC Y30627: 2 m, SIHF 2 m, SIHF 2 x 0,75 mm 2, pontas de condutores não isoladas 2 x 0,75 mm 2, pontas de condutores não isoladas Certificados CSA (LR ) Dimensões Ø 22 x 75 Esquema de ligações 2 x 0,75 mm 2, pontas dos condutores não isoladas 1) (BN: castanho / BU: azul) Tabela 3 No caso de temperaturas inferiores a -20 C, os iniciadores têm de ser instalados com protecção mecânica. 14

15 Equipamentos eléctricos para atmosferas potencialmente explosivas Categoria do aparelho 2G Conformidade com as directivas Para uso em atmosferas potencialmente explosivas de gás, vapor, névoa. 94/9/CE Conformidade com as normas EN , IEC/EN Tipo de protecção contra inflamação segurança intrínseca Restrição pelas condições a seguir designadas. Marcação CE 0102 Marcação Ex II 2G EEx ia IIC T6 Certif. exame "CE de tipo" PTB 00 ATEX 2048 X Tipo atribuído NJ N... Capacitância efectiva interna Ci 130 nf ; considera-se um cabo de 10 m de comprimento. Indutividade efectiva interna Li 100 μh ; considera-se um cabo de 10 m de comprimento. Generalidades Os equipamentos devem ser operados de acordo com os dados indicados e esta descrição. Observar o certificado de exame "CE de tipo". Observar as condições especiais! Temperatura ambiente Instalação, colocação em funcionamento Conservação, manutenção Condições especiais Protecção de perigos mecânicos A directiva 94/9/CE e, logo, os certificados de exame "CE de tipo" normalmente só se aplicam à utilização de equipamentos eléctricos sob condições atmosféricas. A utilização em temperaturas ambientes de > 60 C foi testada relativamente a superfícies quentes pelo organismo de certificação designado. Se forem usados equipamentos fora das condições atmosféricas, poderá ser necessário ter em conta a redução das energias de ignição mínimas permitidas. Os intervalos de temperatura, em função da respectiva classe, estão indicados nos dados. Observar as leis, as directivas e as normas relativas à utilização ou aos fins previstos. A segurança intrínseca só está garantida em caso de comutação conjunta com um equipamento correspondente e segundo a prova da segurança intrínseca. Não deve ser efectuada qualquer alteração em equipamentos que sejam utilizados em atmosferas potencialmente explosivas. Não é possível reparar estes equipamentos. O sensor não pode sofrer danos mecânicos. Em caso de utilização num intervalo de temperatura inferior a -20 C, o sensor tem de ser protegido dos choques montando um invólucro extra. Tabela 4 15

16 Equipamentos eléctricos para atmosferas potencialmente explosivas Categoria do aparelho 1D Conformidade com as directivas Conformidade com as normas Marcação CE 0102 Para uso em atmosferas potencialmente explosivas com poeiras inflamáveis. 94/9/CE IEC :2002: projecto; pren :2002 Tipo de protecção contra ignição: segurança intrínseca id Restrição pelas condições a seguir designadas. Marcação Ex II 1D Ex iad 20 T 85 C ou T 108 C Certif. exame "CE de tipo" ZELM 03 ATEX 0128 X Tipo atribuído NJ N-E93-Y30629 Capacitância efectiva interna Ci 130 nf ; considera-se um cabo de 10 m de comprimento. Indutividade efectiva interna Li 100 μh ; considera-se um cabo de 10 m de comprimento. Generalidades Os equipamentos devem ser operados de acordo com os dados indicados e esta descrição.observar o certificado de exame "CE de tipo". Observar as condições especiais! Temperatura máxima da superfície do invólucro Instalação, colocação em funcionamento Conservação, manutenção Condições especiais Cargas electrostáticas A directiva 94/9/CE e, logo, os certificados de exame "CE de tipo" normalmente só se aplicam à utilização de equipamentos eléctricos sob condições atmosféricas. A utilização em temperaturas ambientes de > 60 C foi testada relativamente a superfícies quentes pelo organismo de certificação designado. Se forem usados equipamentos fora das condições atmosféricas, poderá ser necessário ter em conta a redução das energias de ignição mínimas permitidas. A temperatura máxima da superfície do invólucro está indicada nos dados. Observar as leis, as directivas e as normas relativas à utilização ou aos fins previstos. A segurança intrínseca só está garantida em caso de comutação conjunta com um equipamento correspondente e segundo a prova da segurança intrínseca. Os respectivos equipamentos têm de preencher, pelo menos, os requisitos da categoria ia IIB ou iad. Devido ao perigo de ignição que pode ocorrer por causa de erros e/ou correntes transientes no sistema de ligação equipotencial, é de privilegiar uma separação galvânica no circuito de alimentação e de corrente de sinal. Os respectivos equipamentos sem separação galvânica só podem ser usados se forem observados os respectivos requisitos segundo a norma IEC O circuito intrínseco tem de estar protegido contra a influência de descargas atmosféricas. Ao usar na divisória entre as zonas 20 e 21 ou 21 e 22, o sensor não pode estar exposto a nenhum risco mecânico e tem de ser vedado de forma a não prejudicar a função de protecção da divisória. Observar as directivas e as normas aplicáveis. Não deve ser efectuada qualquer alteração em equipamentos que sejam utilizados em atmosferas potencialmente explosivas. Não é possível reparar estes equipamentos. Os cabos de ligação devem ser instalados de acordo com a norma EN e não podem roçar em ponto nenhum durante o funcionamento. Tabela 4 16

17 6.3 Dispositivo de leitura Utilização correcta Observar as leis e as directivas relativas à utilização ou aos fins previstos. Os aparelhos que tenham sido operados em instalações eléctricas gerais, deixam de poder ser usados em instalações eléctricas em atmosferas potencialmente explosivas. Os circuitos com segurança intrínseca que tenham sido operados com circuitos de outros graus de protecção contra ignição, deixam de poder ser usados como circuitos com segurança intrínseca. Os circuitos com o grau de protecção contra ignição "nl", que tenham sido operados com circuitos de outros graus de protecção contra ignição (excepto circuitos com segurança intrínseca), deixam de poder ser usados no grau de protecção contra ignição "nl". Colocação em funcionamento e instalação em atmosferas potencialmente explosivas A colocação em funcionamento e a instalação só podem ser realizadas por técnicos com formação específica na área. Os aparelhos foram construídos com o grau de protecção IP20 de acordo com a norma EN 60529, pelo que devem ser devidamente protegidos em caso de condições ambientais adversas como: salpicos de água ou sujidade de grau superior a 2. Os aparelhos têm de ser instalados fora da atmosfera potencialmente explosiva! Dependendo do grau de protecção contra ignição, os circuitos com segurança intrínseca dos aparelhos (marcação azul-clara nos aparelhos) podem ser instalados em atmosferas potencialmente explosivas, sendo necessário garantir, sobretudo, uma separação segura em relação a todos os circuitos que não possuam segurança intrínseca. A execução da instalação dos circuitos com segurança intrínseca deve ser efectuada de acordo com as disposições legais em vigor. Para a comutação conjunta de dispositivos de campo com segurança intrínseca com circuitos com segurança intrínseca dos respectivos aparelhos do sistema K devem ser considerados os valores máximos do dispositivo de campo e do respectivo aparelho em termos de protecção contra explosão (prova da segurança intrínseca). Cumprir o disposto na norma EN / IEC No caso da Alemanha, deve ainda ser cumprida a Nationale Vorwort da norma DIN EN / VDE 0165 Parte 1. Aquando da ligação em paralelo de vários canais de um aparelho, atenção para que a ligação em paralelo seja feita directamente nos bornes do aparelho. Durante a prova da segurança intrínseca, há que ter em conta os valores máximos da ligação em paralelo. Em caso de aplicação de circuitos com segurança intrínseca em atmosferas explosivas devido à presença de poeiras "D", devem ser ligados somente dispositivos de campo certificados para o efeito. É necessário atender aos certificados CE de conformidade ou aos certificados de exame "CE de tipo". Particularmente importante é o cumprimento das "Condições especiais" eventualmente incluídas na dita documentação. Instalação dos aparelhos fora da atmosfera potencialmente explosiva 17

18 Conservação, manutenção O comportamento de transmissão dos aparelhos é estável durante longos períodos de tempo, por isso não é necessário fazer um ajuste regular ou algo semelhante. Também se dispensam trabalhos de manutenção. Eliminação de falhas Não deve ser efectuada qualquer alteração em aparelhos que sejam utilizados em atmosferas potencialmente explosivas. Também não podem ser feitas reparações no aparelho. Coordenadas do isolamento para aparelhos com certificado Ex segundo a norma EN Os aparelhos destinam-se a ser usados em zonas com grau de contaminação 2 e categoria de sobretensão II, segundo a norma EN Coordenadas do isolamento para os dados sobre separação galvânica segundo as normas EN e EN Os aparelhos do sistema K são aparelhos de montagem integrada ou equipamentos electrónicos para usar em locais eléctricos fechados, aos quais só tenham acesso e nos quais só possam intervir electricistas ou pessoal com formação electrotécnica. Os aparelhos destinam-se a ser usados em zonas com grau de contaminação 2 e categoria de sobretensão II, segundo a norma EN Condições ambientais Temperatura ambiente: v. ficha de dados Temperatura de armazenamento: -40 C C (233 K K) Humidade relativa do ar máx. 75 % sem condensação Ligação eléctrica Ligação através dos bornes de ligação Os bornes amovíveis facilitam muito a ligação e a montagem do armário de distribuição. Eles permitem a substituição de aparelhos de forma rápida e sem erros em caso de reparação. Os bornes são aparafusáveis, de abertura automática, possuem um espaço de ligação amplo para fios com uma secção de até 2,5 mm² e os conectores estão codificados de modo a impedir trocas. Aos bornes azuis liga-se o circuito de campo com segurança intrínseca. Este tem de ser conduzido até à atmosfera potencialmente explosiva por meio de cabos de ligação que cumpram os requisitos da norma DIN EN Aos bornes verdes liga-se o circuito de campo sem segurança intrínseca. 18

19 Dispositivo de leitura Figura 4 Tensões de alimentação Entrada de sinal Relé de saída Inibição do arranque Tempo de inibição do arranque Atraso à disponibilidade Frequência limite Indicações Modelo Aparelho de avaliação tipo KFD2-SR2-Ex2.W.SM V DC, 1,5 W Segundo a norma DIN EN (NAMUR): Tensão de circuito aberto: aprox. 8 V DC Corrente de curto-circuito: aprox. 8 ma Ponto de comutação / histerese de comutação: 1,2...2,1 ma / aprox. 0,2 ma 2 contactos de comutação, capacidade de ruptura: 253 V AC / 2 A / cos >0,7 40 V DC / 2 A carga óhmica Disparo por ligação da tensão de alimentação ou por sinal externo (16 30 V DC, duração do sinal tempo de inibição do arranque) 5 ou 20 s, ajuste de fábrica 5 s 400 ms 0,1 ; 0,5 ; 2 ; 10 Hz (corresponde a 6 ; 30 ; 120 ; 600 rpm), ajuste de fábrica: 0,5 Hz LED amarelo, para a condição de comutação do relé de saída Caixa de bornes modular Montagem encaixados em calhas padrão de 35 mm conforme DIN EN Aparafusável através de linguetas numa base com rasgos de 90 mm de intervalo Resistência ao choque Esforço de vibração conforme EN , 15 g, 11 ms, semi-sinusoidal Bornes de ligação ficha codificada, máx. 2,5 mm 2 Temperatura ambiente admissível -25 C C Humidade relativa do ar Grau de protecção segundo a norma EN conforme EN , 10 Hz 150 Hz, 1 g, elevada frequência de transição máx. 95 % sem condensação IP 20 CEM segundo a(s) norma(s) EN Certificados CSA (LR ) Massa aprox. 300 g Tabela 5 19

20 Dados para a aplicação em atmosferas potencialmente explosivas Certif. exame "CE de tipo" PTB 00 ATEX 2080 Grupo, categoria, grau de protecção contra ignição Entrada Tensão Corrente Potência Alimentação Tensão máxima em termos de técnica de segurança Grau de protecção contra ignição II (1) G D [EEx ia] IIC [circuitos na zona 0/1/2] EEx ia IIC U o = 10,5 V I o = 13 ma P o = 34 mw (curva linear) U m = 253 V AC / 125 V DC (atenção! U m não é uma tensão estipulada) Grupo de explosão IIA IIB IIC Capacitância externa 75 μf 16,8 μf 2,41 μf Indutância externa 1000 mh 840 mh 210 mh Separação galvânica da saída Isolamento reforçado de acordo com a norma IEC 61140, Tensão de isolamento do dimensionamento 300 V eff Saída: sobrecarga de contacto 253 V AC / 2 A / cos φ > 0,7 126,5 V AC / 4 A / cos φ > 0,7 Coordenação do isolamento para o aparelho com certificado Ex segundo a norma EN V DC / 2 A de carga óhmica 130 V DC / 20 ma de carga óhmica O aparelho deve ser aplicado em zonas com grau de sujidade 2, determinado segundo a norma EN Conformidade com as directivas Directiva 94/9 CE: EN 50014, EN 50020, EN Tabela 6 20

21 7 Instalação PERIGO! Observar em particular o capítulo 3 (Segurança)! Durante a instalação tenha o cuidado de garantir a ausência de tensão de todos os componentes! Bujões de segurança fusíveis Mesmo ao usar o os bujões de segurança fusíveis não podem ser substituídos por parafusos cegos nem por bujões de segurança fusíveis com outras temperaturas nominais de activação! 7.1 Estado de entrega, volume de fornecimento O elemento lógico com anel vedante, o iniciador com flange de fixação e o dispositivo de leitura são geralmente fornecidos soltos, em conjunto com o turboacoplamento. Nota! Combinações padrão de elementos lógicos e bujões de segurança fusíveis: Temperaturas de activação Elemento lógico Bujões de segurança fusíveis Marca de cor 160 C 180 C Azul 140 C 160 C Verde 125 C 160 C Verde 110 C 140 C Vermelho Tabela 7 A correspondência entre elementos lógicos e bujões de segurança fusíveis pode variar de acordo com as características do projecto. Temperaturas divergentes de atuação do elemento lógico (85 C, 90 C, 100 C, 110 C, 125 C, 140 C, 160 C e 180 C) também estão disponíveis. Neste caso, é favor contactar a Voith Turbo. Ver também a documentação da encomenda. Elementos lógicos: Capítulo 13.1, página 34 21

22 Ø F 7.2 Montagem Elemento lógico e iniciador ATENÇÃO! Para evitar danos, o elemento lógico e o iniciador devem ser montados depois da montagem e antes do enchimento do turbo-acoplamento. Não deve ser efectuada qualquer alteração em equipamentos que sejam utilizados em atmosferas potencialmente explosivas.não é possível reparar estes equipamentos. Devem evitar-se choques no iniciador. Os trabalhos na máquina devem ser executados somente numa atmosfera que não seja potencialmente explosiva. Para evitar cargas electrostáticas, os cabos de ligação devem ser instalados de acordo com a norma EN e não podem roçar em ponto nenhum durante o funcionamento. Aparafusar o elemento lógico com o anel vedante no lugar de um parafuso falso na roda exterior (pos. 0300) do turbo-acoplamento. Disposição do elemento lógico do lado da roda exterior 1) : Consola H Figura 5 1) No tipo DT, a montagem também pode ser efectuada do lado da roda exterior adjacente. Dimensões para montagem do elemento lógico e do iniciador: Tipo de turboacoplamento Diâmetro primitivo Ø F [mm] Lado da roda exterior Distância ~H [mm] Acoplamento T Acoplamento DT 366 T 350 ± T 396 ± T 470 ± T 548 ± T 630 ± T 729 ± T / 866 DT 840 ± T / 1000 DT 972 ± T / 1150 DT 1128 ± Tabela 8 As medidas de montagem divergentes devem ser consultadas no esquema de montagem do turbo-acoplamento. 22

23 Ø52 Flange de fixação Flange de fixação Elemento lógico embutido! Consola embutido! Zona isenta de metal! 15 Figura 6 ATENÇÃO! Fazer uma consola com a devida estabilidade (não fornecido pela Voith)! É imprescindível evitar vibrações, pois podem dar originar a sinais errados! Prestar atenção à zona isenta de metal (15mm) em volta da cabeça do iniciador ( Figura 6)! Montar o detector de proximidade com flange de fixação sobre o diâmetro do círculo primitivo do elemento lógico e em paralelismo axial com o turbo-acoplamento, sobre uma consola. Montar o iniciador, atrás, à face com o flange de fixação. Montar o flange de fixação, à frente, à face com a consola. Ajustar a distância entre a cabeça do iniciador e o elemento lógico em 4 1 1mm! 23

24 Zona não EX Instruções de Montagem e de Serviço, ex pt. Zona EX 7.3 Montagem, ligação dispositivo de leitura Nota! A cablagem do BTS-Ex não está incluída no volume de fornecimento! Se a distância entre o iniciador e o dispositivo de leitura for superior, recomendamos a utilização de um condutor blindado como extensão. ATENÇÃO! A resistência total de uma extensão entre o iniciador e o dispositivo de leitura deve ser inferior a 100 Ω. Montar o dispositivo de leitura num armário de distribuição adequado e ligá-lo de acordo com o esquema de ligações. Esquema de ligações Saída: relé Entrada I EEx ia IIC Entrada II EEx ia IIC BN: castanho BU: azul Ligação em ponte no arranque seg. seg. Ponte (disparador de conexão) ou sinal de activação vermelho verde amarelo amarelo Saída I Saída II Rede Power mensagem 24 V DC Rail colectiva LB / LK * ) Figura 7 * ) LB = Ruptura de condutor, LK = curto-circuito no condutor 24

25 Atribuição dos bornes: dispositivo de leitura N.º do borne Descrição Dados 1+ Entrada I Entrada I EEx ia IIC Iniciador BN 2+ Entrada I - 3- Entrada I Entrada I EEx ia IIC Iniciador BU 4+ Entrada II Entrada II EEx ia IIC 20 s de inibição do arranque * ) 5+ Entrada II - 5 s de inibição do arranque * ) 6- Entrada II Entrada II EEx ia IIC inibição do arranque COM * ) 7 Saída I COM (contacto de abertura / contacto de fecho) 8 Saída I Contacto: contacto de fecho (NO) 9 Saída I Contacto: contacto de abertura (NC) 10 Saída II COM (contacto de abertura / contacto de fecho) 11 Saída II Contacto: contacto de fecho (NO) 12 Saída II Contacto: contacto de abertura (NC) Rede 24 V DC + 15 Rede 24 V DC - Tabela 9 * ) Entrada do disparador para a inibição do arranque 25

26 8 Indicações e ajustes no dispositivo de leitura 8.1 Constituição Vista dianteira Borne amovível azul LED amarelo: Saída de relé I LED amarelo: Saída de relé II LEDs vermelhos intermitentes: Erro de hardware LED verde: Power Interruptor S1: Frequência limite Interruptor S2: Frequência limite Interruptor S3: Ligação em ponte no arranque Borne amovível verde Figura Ajuste dos interruptores DIP S1 - S2 (frequência limite) Nota! O tempo de inibição do arranque começa com a activação da inibição do arranque. Depois de decorrido o tempo de inibição do arranque, a velocidade do turboacoplamento com o elemento lógico deverá ter excedido claramente a frequência limite! Regulação de fábrica do tempo de inibição do arranque: 5 s PROTECÇÃO EX! / ATENÇÃO! Durante o tempo de inibição do arranque não se regista uma temperatura excessiva do turbo-acoplamento! Os interruptores DIP devem ser ajustados para S2 = I e S1 = II : Frequência Velocidade Interruptor Interruptor Histerese limite limite S2 S1 0,1 Hz 6 rpm 0,02 Hz I I 0,5 Hz 30 rpm 0,1 Hz I II 2,0 Hz 120 rpm 0,4 Hz II I 10,0 Hz 600 rpm 2,0 Hz II II Tabela 10 A velocidade limite ao utilizar um elemento lógico é de 30 rpm. 26

27 8.3 Ajuste do comutador DIP S3 (inibição do arranque) O interruptor DIP deve ser colocado na posição S3 = I. PROTECÇÃO EX! O interruptor S3 não pode ser colocado na posição II, pois esta não garante qualquer funcionamento! 1) Interruptor S3 Funcionamento Entrada I Entrada II Saída I Saída II Posição I Aparelho de avaliação com inibição do arranque Entrada de impulsos 1 (NAMUR): É imprescindível ligar o sensor Voith original. Inibição do arranque Contacto bornes 4 + 6: 20 seg Contacto bornes 5 + 6: 5 seg 1) MIN / passivo MIN / activo Tabela 11 Ajuste padrão quando não especificado em contrário nas instruções de serviço do turbo-acoplamento Voith, Dados Técnicos, Cap. 1. Aparelho de avaliação com inibição do arranque (S3 = I) Quando a frequência limite ajustada com os interruptores DIP S1 e S2 não é atingida, o aparelho de avaliação com inibição do arranque coloca a saída I no estado passivo e a saída II no estado activo (ver Figura 9). A entrada I é supervisionada quanto a quebra do cabo / curto-circuito. É imprescindível ligar o sensor Voith original. A entrada II tem de ser utilizada para iniciar uma inibição do arranque. Aqui é feita uma supervisão da quebra do cabo / curto-circuito. A inibição do arranque pode ser seleccionada entre 5 e 20 segundos, através de uma ponte (disparador de conexão) ou de um sinal de activação externo. PROTECÇÃO EX! / ATENÇÃO! Durante o tempo de inibição do arranque não se regista uma temperatura excessiva do turbo-acoplamento! Saída I Sentido do efeito MIN / passivo activo passivo Saída II Ponto de comutação Sentido do efeito MIN / activo f activo passivo Ponto de comutação f Figura 9 27

28 9 Colocação em funcionamento PERIGO! Em caso de trabalhos no consultar em particular o capítulo 3 (Segurança)! Figura 7, página 24 Verificar a cablagem segundo a figura 7. Verificar, em particular, se as ligações da tensão de alimentação estão bem feitas! Aplicar a tensão de alimentação no dispositivo de leitura, primeiro sem arranque do turboacoplamento. Enquanto a inibição do arranque estiver activa, o relé de saída permanece activo e o LED frontal acende. Depois de decorrido o tempo de inibição do arranque, o relé de saída desopera e o LED frontal apaga-se. Capítulo 8.3, página 27 Se necessário, ajustar o tempo de inibição do arranque segundo o capítulo 8.3. Em caso de activação externa, retirar a ponte aplicada de fábrica entre os bornes no dispositivo de leitura. Arrancar o BTS-Ex normalmente como turbo-acoplamento. Depois de decorrido o tempo de inibição do arranque, a velocidade do turbo-acoplamento com o elemento lógico deverá ter sido claramente excedida! Se não houver temperatura excessiva, o relé de saída permanece excitado e o LED frontal acende. Desligar o accionamento com o turbo-acoplamento, deixar o BTS-Ex pronto para funcionar. Se a velocidade do turbo-acoplamento com o elemento lógico não alcançar a frequência limite ajustada, o relé de saída desopera e o LED frontal apaga. O serviço normal pode começar. Em caso de avarias, ver capítulo

29 10 Conservação, manutenção Definição de conceitos segundo a IEC 60079: Manutenção e reparação: Uma combinação de actividades que se realizam para que um objecto se possa manter ou ser reposto num estado que preencha os requisitos das especificações correspondentes e que assegure a execução das funções que lhe são exigidas. Inspecção: Uma actividade que implica a análise detalhada do objecto, com o objectivo de obter informação fiável sobre o estado do referido objecto. Realiza-se sem desmontagem do mesmo ou, caso seja necessário, com uma desmontagem parcial complementada por medidas adicionais como, por exemplo, medições. Inspecção visual: Uma inspecção no âmbito da qual, sem recorrer ao uso de dispositivos de acesso ou ferramentas, permite detectar erros visíveis como, por exemplo, falta de parafusos. Inspecção de perto: Uma inspecção no âmbito da qual, para além dos aspectos da inspecção visual, são detectados erros como, por exemplo, parafusos frouxos, que só é possível detectar mediante o uso de dispositivos de acesso como, por exemplo, degraus móveis (caso seja necessário), e ferramentas. Normalmente, este tipo de verificação não requer a abertura da caixa ou a desconexão dos meios de produção. Inspecção detalhada: Uma inspecção no âmbito da qual, para além dos aspectos da inspecção de perto, são detectados erros como, por exemplo, ligações frouxas, que só é possível detectar abrindo as caixas e/ou, caso seja necessário, mediante o uso de ferramentas e dispositivos de ensaio. As medidas de reparação devem ser executadas somente por pessoal qualificado, formado e autorizado ou por pessoal formado pela Voith Turbo. A substituição de componentes deve ser efectuada somente com peças de substituição originais que também tenham sido autorizadas para aplicação em atmosferas potencialmente explosivas. Os aparelhos em atmosferas potencialmente explosivas devem ser limpos regularmente. Os intervalos são definidos pelo proprietário no local, de acordo com as solicitações ambientais, por exemplo, no caso de depósito de pó de cerca de 0,2 0,5 mm. Após a manutenção e/ou reparação, todas as barreiras e avisos removidos devem voltar a ser colocados nos locais originais. 29

30 PERIGO! Em caso de trabalhos no consultar em particular o capítulo 3 (Segurança)! Plano de manutenção Intervalos de manutenção A cada 500 horas de serviço; o mais tardar decorridos 3 meses O mais tardar 3 meses após a colocação em funcionamento; em seguida, todos os anos Trabalho de manutenção Verificar se a instalação apresenta irregularidades (verificação visual, depósitos de poeiras). Verificar a integridade do sistema eléctrico (verificação detalhada). Em caso de sujidade Limpeza (ver capítulo 10.1) Tabela 12 Modelos de protocolo ver instruções de serviço do turboacoplamento Registar os trabalhos de manutenção. O sistema de activação deve ser inspeccionado, no mínimo, a cada 2 anos se for utilizado como relé de acoplamento de segurança. Medidas especiais: Na categoria 3, os intervalos de manutenção devem ser duplicados limpeza externa ATENÇÃO! Verificar se a caixa de material sintético do BTS-Ex e a junta de borracha da conexão dos cabos toleram o detergente usado! Não utilizar aparelhos de limpeza a alta pressão! Manusear com cuidado a junta de borracha da conexão dos cabos. Evitar jactos de água e de ar comprimido. Se necessário, limpar o BTS-Ex com um solvente de gordura. 30

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