TERAPIA DE CASAIS. A Terapia Comportamental de Casais (TCC) é uma prática clínica

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1 CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO 5PAC016 PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO Prof.ª Dra. Maria Luiza Marinho Casanova 1 TERAPIA DE CASAIS Kira Fernandes de Moura Almeida² Marcos Vinicius Regazzo² Maria Clara Jaeger Godoy² Maria Fernanda Monteiro 2 O que é Terapia Comportamental de Casais? A Terapia Comportamental de Casais (TCC) é uma prática clínica baseada no Behaviorismo Radical, que se propõe a auxiliar casais no enfrentamento de seus problemas de relacionamento e nas dificuldades pessoais encontradas por cada parceiro (OTERO & INGBERMAN, 2004, p. 363). São utilizadas estratégias que visam alterações de comportamentos públicos, aumento de interações positivas mútuas, diminuição das interações negativas mútuas e ensino de ferramentas que auxiliem a resolução de problemas futuros. (OTERO & INGBERMAN, 200-, p. 399) Tal prática tem crescido tanto em número de atendimentos quanto em diversidade de casais atendidos. Isso se deve não só ao aumento de pesquisas na área e comprovação da eficácia do método, mas também à nova configuração social que se apresenta atualmente. Os novos papéis assumidos pela mulher frente à sociedade, a maior liberação sexual, as uniões homoafetivas e os recasamentos são pontos que promovem mudanças no modo de vida e diversidade de costumes e valores, levando os parceiros muitas vezes a estabelecerem diferentes necessidades e prioridades que podem ocasionar conflitos na vida conjugal. (OTERO & INGBERMAN, 200-, p.398) 1 Docente responsável pela matéria. 2 Discentes da 4ª série do curso de Psicologia da Universidade Estadual de Londrina.

2 Por sua base Behaviorista, a Terapia Comportamental de Casais parte do pressuposto que o comportamento de cada indivíduo e, portanto de cada casal é formado e mantido por eventos ambientais singulares (CORDOVA & JACOBSON, 1999, p. 535). Significa dizer que cada membro do casal aprendeu a se relacionar da maneira como o faz por meio das experiências de sua vida e do relacionamento atual, por esse motivo é que se fala em singularidade (CORDOVA & JACOBSON, 1999, p.536; OTERO & INGBERMAN, 2004, p. 367). Tal conceito implica na compreensão de que não é possível a existência de um atendimento generalizado para os casais, sendo que cada casal exigirá uma intervenção que se aplique à sua realidade. Para a eficácia da terapia, é essencial que se tenha uma compreensão adequada das queixas do casal e da função que seus comportamentos possuem dentro do relacionamento e para cada um dos parceiros individualmente. (CORDOVA & JACOBSON, 2009, p.537) Tradicionalmente, o principal foco da TCC para qualquer casal consiste na intervenção no sentido da mudança de comportamento, a fim de reduzir as desavenças e interações negativas do casal (CORDOVA & JACOBSON, 1999, p. 539). Constatou-se, porém, que muitos casais não obtinham resultados produtivos após a TCC. Alguns dos comportamentos orientados a serem modificados eram, no contexto de muitos casais, inalteráveis (CORDOVA & JACOBSON, 1999, 540). Cordova e Jacobson (1999) propuseram uma reformulação da terapia tradicional, a partir de uma nova meta: tratar a esquiva emocional, o número excessivo de respostas literais ao conteúdo cognitivo assim como a inabilidade de assumir e manter o compromisso com a mudança comportamental (OTERO; INGBERMAN, 2004, p. 367). Essa nova proposta, nomeada pelos autores como Terapia de Casais Comportamental Integrativa (TCCI), ia além da busca pela mudança na intervenção terapêutica, envolvendo também

3 os conceitos de aceitação e compromisso, de modo a trabalhar com os comportamentos que não eram passíveis de mudança. Ênfase da TCCI: aceitação, mudança e compromisso Para que a TCCI seja posta em prática, não basta apenas saber a topografia de cada comportamento relevante, é necessário que se entenda a função de cada comportamento na relação, levando em conta seu significado diante do contexto de vida do casal, sem perder de vista que a mudança de contingências só pode ocorrer no momento atual da terapia, sendo o passado de cada indivíduo um aspecto relevante, mas secundário (CORDOVA & JACOBSON, 1999). O conceito de mudança para a TCCI envolve a alteração de padrões de comportamento de ambos os parceiros que estejam prejudicando a relação de alguma forma, o que geralmente é aplicável apenas a comportamentos públicos. Quando, porém, o comportamento problema é privado, como sentimentos de raiva e ressentimento, o estímulo verbal do terapeuta não é suficiente, conforme afirmam Cordova e Jacobson (1999, p. 540): A distinção que fazemos entre mudança e aceitação é principalmente a distinção entre os efeitos do comportamento verbal sobre comportamento privado versus comportamento público. As intervenções que promovem a aceitação são, na maioria dos casos, destinadas a terem um efeito sobre a experiência privada de uma pessoa. A inclusão dos conceitos de aceitação e compromisso na terapia comportamental possibilitam a alteração do contexto no qual ocorrem os eventos privados, uma vez que a modificação do próprio evento não é possível. Sendo assim, cabe ao terapeuta que adota a TCCI aumentar a tolerância de cada parceiro para com os comportamentos do outro que lhe geram sofrimento (OTERO & INGBERMAN, 200-, p.401), ao invés de simplesmente tentar mudar o outro.

4 Além disso, o nível de compromisso de cada parceiro com o relacionamento e sua postura colaborativa ao longo da terapia irá determinar se a intervenção do terapeuta deverá ser maior na aceitação ou na mudança, principalmente durante o estabelecimento de um plano terapêutico, conforme afirmam Cordova e Jacobson (1999, p. 542): Assim como o comportamento e a crise, a disposição para colaborar influencia a condição de serem mais apropriadas as estratégias de aceitação ou as de mudança durante as fases iniciais da terapia. A escolha de quais comportamentos devem ser alterados e o que é ou não aceitável no comportamento do parceiro devem ser realizadas pelo casal em conjunto com o terapeuta. Para que isso seja possível, é necessário que o casal entenda que as próprias ações e também suas consequências podem ser alteradas. As mudanças devem ser equilibradas de ambos os parceiros e ocorrer em comum acordo. (OTERO & INGBERMAN, 2004, p. 368; CORDOVA & JACOBSON, 1999, p.544) O terapeuta deve estar atento às intervenções com objetivo de mudança que sejam malsucedidas, pois estas podem constituir diagnóstico de áreas que exigem maior trabalho de aceitação emocional, sendo aconselhável inicialmente o uso de estratégias nesse sentido, para posterior ampliação do engajamento do casal em promover mudanças. (CORDOVA & JACOBSON, 1999) A diversidade de possibilidade de atendimentos O processo terapêutico pode ser conduzido de diversas formas. Otero (1997), Christensen e Jacobson (2000) (apud OTERO & INGBERMAN, 2004, p.369), dentre outros autores sugerem a realização de sessões conjuntas e individuais no curso da terapia. O conteúdo destas é pessoal e só deve ser levado à sessão conjunta pela própria pessoa. (OTERO & INGBERMAN, 2004, p.369)

5 As sessões individuais são importantes porque permitem o aprofundamento do vínculo entre terapeuta e cliente. Por estarem longe de seus parceiros, muitas vezes os clientes tendem a apresentar um grau maior de honestidade, especialmente no tocante a assuntos delicados como violência e sexo. Além disso, essas sessões permitem ao terapeuta investigar melhor a história de vida de cada membro da relação e identificar como estabeleceram-se as regras controladoras de seus comportamentos. (OTERO & INGBERMAN, 2004, p.370) Aspectos relevantes na terapia de casal Para se definir como será o processo terapêutico (sessões individuais e/ou com o casal, um ou dois terapeutas, métodos e técnicas a serem usados) deve-se iniciar um processo avaliativo, ou seja, nessa fase o terapeuta, por meio das entrevistas iniciais, busca uma visão geral e cuidadosa das queixas do casal. Cordova e Jacobson (1999) indicam que a primeira área a ser avaliada é o nível da crise do casal. Perguntas diretas, sobre o que levou o casal a buscar terapia, são válidas para que seja observado o estilo e a maneira em que cada cônjuge apresenta sua parte da história. Deve-se avaliar os principais temas que estão atualmente separando o casal e a maneira como os problemas se manifestam no relacionamento, uma vez que não são os problemas em si, mas como o casal lida com eles que determina o nível atual de crise. (CORDOVA & JACOBSON, 1999 p. 543) Investigar e apontar para o casal o que está motivando cada parceiro a se empenhar em direção à melhora do relacionamento é crucial para o andamento do tratamento. (CORDOVA & JACOBSON, 1999) Após as sessões de avaliação, o terapeuta poderá apresentar aos clientes como será o processo terapêutico. Cabe ao terapeuta, dentro do processo terapêutico e

6 da realidade do casal, buscar soluções para as baixas taxas de reciprocidade, comunicação, negociação e soluções de conflitos. (BONET & CASTILLA, 1998; CORDOVA & JACOBSON, 2009) Tais habilidades seriam adquiridas pelo casal durante as sessões de terapia. Entende-se que casais com problemas tendem a apresentar uma baixa taxa de reciprocidade positiva e uma alta taxa de coerção. (BONET & CASTILLA, 1998, p. 565) A busca por melhorar a reciprocidade dos cônjuges possibilita ao casal um convívio mais gratificante, um novo repertório ou um repertório mais adequado para interagir diante da necessidade de mudar comportamentos inadequados. Possibilita, também, assim como a mudança de percepção dos cônjuges, dirigindo a atenção para o reforço positivo e não o uso da coerção. (BONET & CASTILLA, 1998, p. 565) A comunicação pode ser um elemento perturbador na resolução de conflitos. Tanto o que se diz como o que não se diz e, especialmente, como se diz, podem agravar ou gerar uma situação conflitiva. (BONET & CASTILLA, 1998 p. 569) Quando a comunicação é estabelecida ou restabelecida de modo satisfatório, é possível desenvolver com os casais um treinamento para negociações e soluções de conflitos. Bonet e Castilla (1998) apontam que a maneira mais adequada do casal resolver um dilema, ou mesmo os problemas apontados no início das sessões, é a negociação. Para se resolver um conflito deve haver motivação de ambos, caso contrário, a linguagem diante da solução de um conflito pode tornar-se um conflito a mais. Para que as interações positivas aumentem e o casal seja capaz de realizar negociação e solucionar conflitos, promovendo aceitação quando necessário, é preciso que o terapeuta tenha algumas habilidades apontadas por Christensen e Jacobson (2000, apud OTERO & INGBERMAN, 2004, p. 371) como fundamentais para a prática da TCCI:

7 a) ensinar os parceiros a reconhecerem a polarização; b) ensinar os parceiros a formular a descrição de suas histórias; c) estar apto a distinguir variáveis básicas e derivativas; d) manter uma atmosfera terapêutica bastante relaxante; e) evitar a ocorrência de confrontos; f) interromper interações destrutivas; g) manter uma posição não confrontativa, tentando não entrar em nenhum dos lados; h) exercer uma influência apaziguadora; i) usar a linguagem da maneira que seja familiar aos clientes. Preparar o casal para momentos de recaída também faz parte das habilidades esperadas de um terapeuta. É comum que casais, entusiasmados com o progresso na terapia, acreditem que as mudanças não são passíveis a deslizes. O terapeuta deve parabenizar o casal pelo progresso, porém indicar que deslizes são prováveis, sendo necessário que o casal esteja preparado para isso. É dever do terapeuta planejar a recaída e preparar as respostas do casal para esse tipo de situação, a fim de promover tolerância, evitando desesperança e frustração (CORDOVA e JACOBSON, 1999, p. 555). Ao término da terapia, nem todos os problemas do casal estarão resolvidos, ainda assim, a terapia chega ao fim porque o casal adquiriu as habilidades necessárias ao equacionamento de situações problemáticas, sendo capaz de solucionálas sem auxílio do terapeuta (OTERO & INGBERMAN, 2004, p. 372). Em caso de fracasso da terapia ou incompatibilidade para a aceitação, bem como casos extremos de violência, por exemplo, não se pode esquecer que a separação do casal constitui uma alternativa válida (Bonet e Castilla, 1998). Nem todos os casais estão aptos a promoverem mudanças e aceitação. A eficácia da terapia deve-se muito à capacidade do terapeuta em recolher informações relevantes que o casal forneça, porém não apenas a isso. Tendo em vista que a terapia é realizada em um processo conjunto entre terapeuta e casal, o comprometimento dos três, o grau da crise que estão vivenciando e o grau de polarização em questões elementares são preditivos do sucesso terapêutico, relacionando-se a concessão mútua e receptividade do casal às mudanças. (CORDOVA & JACOBSON, 1999; OTERO & INGBERMAN, 2004)

8 Referências Bibliográficas BONET, J. & CASTILLA, C. (1998). Um protocolo cognitivo-comportamental para terapia conjugal. In: V. Caballo (Org.), Manual para o tratamento cognitivocomportamental dos transtornos psicológicos da atualidade, pp São Paulo: Editora Santos CORDOVA, J. V. & JACOBSON, N. S. (1999). Crise de casais (M. R. Borges Osório, Trad.). In D. H. Barlow (Orgs.), Manual clínico dos transtornos psicológicos. Porto Alegre: ARTMED. OTERO, V. R. L. & INGBERMAN, Y. K. (2004). Terapia comportamental de casais: da teoria à prática. In M. Z. Brandão, F. C. Conte, F. Brandão, Y. K. Ingberman, V. L. M. Silva & S. M. Oliani (Orgs.), Sobre comportamento e cognição (Vol. 13, pp ). Santo André: ESEtec. (200-). Terapia Comportamental de casais: especificidades da prática clínica e questões atuais. Sobre Comportamento e Cognição (Vol.?, pp ). Santo André: ESEtec. [S.I.: s.n., 200-]

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