TERAPIA DE CASAIS. A Terapia Comportamental de Casais (TCC) é uma prática clínica

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TERAPIA DE CASAIS. A Terapia Comportamental de Casais (TCC) é uma prática clínica"

Transcrição

1 CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO 5PAC016 PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO Prof.ª Dra. Maria Luiza Marinho Casanova 1 TERAPIA DE CASAIS Kira Fernandes de Moura Almeida² Marcos Vinicius Regazzo² Maria Clara Jaeger Godoy² Maria Fernanda Monteiro 2 O que é Terapia Comportamental de Casais? A Terapia Comportamental de Casais (TCC) é uma prática clínica baseada no Behaviorismo Radical, que se propõe a auxiliar casais no enfrentamento de seus problemas de relacionamento e nas dificuldades pessoais encontradas por cada parceiro (OTERO & INGBERMAN, 2004, p. 363). São utilizadas estratégias que visam alterações de comportamentos públicos, aumento de interações positivas mútuas, diminuição das interações negativas mútuas e ensino de ferramentas que auxiliem a resolução de problemas futuros. (OTERO & INGBERMAN, 200-, p. 399) Tal prática tem crescido tanto em número de atendimentos quanto em diversidade de casais atendidos. Isso se deve não só ao aumento de pesquisas na área e comprovação da eficácia do método, mas também à nova configuração social que se apresenta atualmente. Os novos papéis assumidos pela mulher frente à sociedade, a maior liberação sexual, as uniões homoafetivas e os recasamentos são pontos que promovem mudanças no modo de vida e diversidade de costumes e valores, levando os parceiros muitas vezes a estabelecerem diferentes necessidades e prioridades que podem ocasionar conflitos na vida conjugal. (OTERO & INGBERMAN, 200-, p.398) 1 Docente responsável pela matéria. 2 Discentes da 4ª série do curso de Psicologia da Universidade Estadual de Londrina.

2 Por sua base Behaviorista, a Terapia Comportamental de Casais parte do pressuposto que o comportamento de cada indivíduo e, portanto de cada casal é formado e mantido por eventos ambientais singulares (CORDOVA & JACOBSON, 1999, p. 535). Significa dizer que cada membro do casal aprendeu a se relacionar da maneira como o faz por meio das experiências de sua vida e do relacionamento atual, por esse motivo é que se fala em singularidade (CORDOVA & JACOBSON, 1999, p.536; OTERO & INGBERMAN, 2004, p. 367). Tal conceito implica na compreensão de que não é possível a existência de um atendimento generalizado para os casais, sendo que cada casal exigirá uma intervenção que se aplique à sua realidade. Para a eficácia da terapia, é essencial que se tenha uma compreensão adequada das queixas do casal e da função que seus comportamentos possuem dentro do relacionamento e para cada um dos parceiros individualmente. (CORDOVA & JACOBSON, 2009, p.537) Tradicionalmente, o principal foco da TCC para qualquer casal consiste na intervenção no sentido da mudança de comportamento, a fim de reduzir as desavenças e interações negativas do casal (CORDOVA & JACOBSON, 1999, p. 539). Constatou-se, porém, que muitos casais não obtinham resultados produtivos após a TCC. Alguns dos comportamentos orientados a serem modificados eram, no contexto de muitos casais, inalteráveis (CORDOVA & JACOBSON, 1999, 540). Cordova e Jacobson (1999) propuseram uma reformulação da terapia tradicional, a partir de uma nova meta: tratar a esquiva emocional, o número excessivo de respostas literais ao conteúdo cognitivo assim como a inabilidade de assumir e manter o compromisso com a mudança comportamental (OTERO; INGBERMAN, 2004, p. 367). Essa nova proposta, nomeada pelos autores como Terapia de Casais Comportamental Integrativa (TCCI), ia além da busca pela mudança na intervenção terapêutica, envolvendo também

3 os conceitos de aceitação e compromisso, de modo a trabalhar com os comportamentos que não eram passíveis de mudança. Ênfase da TCCI: aceitação, mudança e compromisso Para que a TCCI seja posta em prática, não basta apenas saber a topografia de cada comportamento relevante, é necessário que se entenda a função de cada comportamento na relação, levando em conta seu significado diante do contexto de vida do casal, sem perder de vista que a mudança de contingências só pode ocorrer no momento atual da terapia, sendo o passado de cada indivíduo um aspecto relevante, mas secundário (CORDOVA & JACOBSON, 1999). O conceito de mudança para a TCCI envolve a alteração de padrões de comportamento de ambos os parceiros que estejam prejudicando a relação de alguma forma, o que geralmente é aplicável apenas a comportamentos públicos. Quando, porém, o comportamento problema é privado, como sentimentos de raiva e ressentimento, o estímulo verbal do terapeuta não é suficiente, conforme afirmam Cordova e Jacobson (1999, p. 540): A distinção que fazemos entre mudança e aceitação é principalmente a distinção entre os efeitos do comportamento verbal sobre comportamento privado versus comportamento público. As intervenções que promovem a aceitação são, na maioria dos casos, destinadas a terem um efeito sobre a experiência privada de uma pessoa. A inclusão dos conceitos de aceitação e compromisso na terapia comportamental possibilitam a alteração do contexto no qual ocorrem os eventos privados, uma vez que a modificação do próprio evento não é possível. Sendo assim, cabe ao terapeuta que adota a TCCI aumentar a tolerância de cada parceiro para com os comportamentos do outro que lhe geram sofrimento (OTERO & INGBERMAN, 200-, p.401), ao invés de simplesmente tentar mudar o outro.

4 Além disso, o nível de compromisso de cada parceiro com o relacionamento e sua postura colaborativa ao longo da terapia irá determinar se a intervenção do terapeuta deverá ser maior na aceitação ou na mudança, principalmente durante o estabelecimento de um plano terapêutico, conforme afirmam Cordova e Jacobson (1999, p. 542): Assim como o comportamento e a crise, a disposição para colaborar influencia a condição de serem mais apropriadas as estratégias de aceitação ou as de mudança durante as fases iniciais da terapia. A escolha de quais comportamentos devem ser alterados e o que é ou não aceitável no comportamento do parceiro devem ser realizadas pelo casal em conjunto com o terapeuta. Para que isso seja possível, é necessário que o casal entenda que as próprias ações e também suas consequências podem ser alteradas. As mudanças devem ser equilibradas de ambos os parceiros e ocorrer em comum acordo. (OTERO & INGBERMAN, 2004, p. 368; CORDOVA & JACOBSON, 1999, p.544) O terapeuta deve estar atento às intervenções com objetivo de mudança que sejam malsucedidas, pois estas podem constituir diagnóstico de áreas que exigem maior trabalho de aceitação emocional, sendo aconselhável inicialmente o uso de estratégias nesse sentido, para posterior ampliação do engajamento do casal em promover mudanças. (CORDOVA & JACOBSON, 1999) A diversidade de possibilidade de atendimentos O processo terapêutico pode ser conduzido de diversas formas. Otero (1997), Christensen e Jacobson (2000) (apud OTERO & INGBERMAN, 2004, p.369), dentre outros autores sugerem a realização de sessões conjuntas e individuais no curso da terapia. O conteúdo destas é pessoal e só deve ser levado à sessão conjunta pela própria pessoa. (OTERO & INGBERMAN, 2004, p.369)

5 As sessões individuais são importantes porque permitem o aprofundamento do vínculo entre terapeuta e cliente. Por estarem longe de seus parceiros, muitas vezes os clientes tendem a apresentar um grau maior de honestidade, especialmente no tocante a assuntos delicados como violência e sexo. Além disso, essas sessões permitem ao terapeuta investigar melhor a história de vida de cada membro da relação e identificar como estabeleceram-se as regras controladoras de seus comportamentos. (OTERO & INGBERMAN, 2004, p.370) Aspectos relevantes na terapia de casal Para se definir como será o processo terapêutico (sessões individuais e/ou com o casal, um ou dois terapeutas, métodos e técnicas a serem usados) deve-se iniciar um processo avaliativo, ou seja, nessa fase o terapeuta, por meio das entrevistas iniciais, busca uma visão geral e cuidadosa das queixas do casal. Cordova e Jacobson (1999) indicam que a primeira área a ser avaliada é o nível da crise do casal. Perguntas diretas, sobre o que levou o casal a buscar terapia, são válidas para que seja observado o estilo e a maneira em que cada cônjuge apresenta sua parte da história. Deve-se avaliar os principais temas que estão atualmente separando o casal e a maneira como os problemas se manifestam no relacionamento, uma vez que não são os problemas em si, mas como o casal lida com eles que determina o nível atual de crise. (CORDOVA & JACOBSON, 1999 p. 543) Investigar e apontar para o casal o que está motivando cada parceiro a se empenhar em direção à melhora do relacionamento é crucial para o andamento do tratamento. (CORDOVA & JACOBSON, 1999) Após as sessões de avaliação, o terapeuta poderá apresentar aos clientes como será o processo terapêutico. Cabe ao terapeuta, dentro do processo terapêutico e

6 da realidade do casal, buscar soluções para as baixas taxas de reciprocidade, comunicação, negociação e soluções de conflitos. (BONET & CASTILLA, 1998; CORDOVA & JACOBSON, 2009) Tais habilidades seriam adquiridas pelo casal durante as sessões de terapia. Entende-se que casais com problemas tendem a apresentar uma baixa taxa de reciprocidade positiva e uma alta taxa de coerção. (BONET & CASTILLA, 1998, p. 565) A busca por melhorar a reciprocidade dos cônjuges possibilita ao casal um convívio mais gratificante, um novo repertório ou um repertório mais adequado para interagir diante da necessidade de mudar comportamentos inadequados. Possibilita, também, assim como a mudança de percepção dos cônjuges, dirigindo a atenção para o reforço positivo e não o uso da coerção. (BONET & CASTILLA, 1998, p. 565) A comunicação pode ser um elemento perturbador na resolução de conflitos. Tanto o que se diz como o que não se diz e, especialmente, como se diz, podem agravar ou gerar uma situação conflitiva. (BONET & CASTILLA, 1998 p. 569) Quando a comunicação é estabelecida ou restabelecida de modo satisfatório, é possível desenvolver com os casais um treinamento para negociações e soluções de conflitos. Bonet e Castilla (1998) apontam que a maneira mais adequada do casal resolver um dilema, ou mesmo os problemas apontados no início das sessões, é a negociação. Para se resolver um conflito deve haver motivação de ambos, caso contrário, a linguagem diante da solução de um conflito pode tornar-se um conflito a mais. Para que as interações positivas aumentem e o casal seja capaz de realizar negociação e solucionar conflitos, promovendo aceitação quando necessário, é preciso que o terapeuta tenha algumas habilidades apontadas por Christensen e Jacobson (2000, apud OTERO & INGBERMAN, 2004, p. 371) como fundamentais para a prática da TCCI:

7 a) ensinar os parceiros a reconhecerem a polarização; b) ensinar os parceiros a formular a descrição de suas histórias; c) estar apto a distinguir variáveis básicas e derivativas; d) manter uma atmosfera terapêutica bastante relaxante; e) evitar a ocorrência de confrontos; f) interromper interações destrutivas; g) manter uma posição não confrontativa, tentando não entrar em nenhum dos lados; h) exercer uma influência apaziguadora; i) usar a linguagem da maneira que seja familiar aos clientes. Preparar o casal para momentos de recaída também faz parte das habilidades esperadas de um terapeuta. É comum que casais, entusiasmados com o progresso na terapia, acreditem que as mudanças não são passíveis a deslizes. O terapeuta deve parabenizar o casal pelo progresso, porém indicar que deslizes são prováveis, sendo necessário que o casal esteja preparado para isso. É dever do terapeuta planejar a recaída e preparar as respostas do casal para esse tipo de situação, a fim de promover tolerância, evitando desesperança e frustração (CORDOVA e JACOBSON, 1999, p. 555). Ao término da terapia, nem todos os problemas do casal estarão resolvidos, ainda assim, a terapia chega ao fim porque o casal adquiriu as habilidades necessárias ao equacionamento de situações problemáticas, sendo capaz de solucionálas sem auxílio do terapeuta (OTERO & INGBERMAN, 2004, p. 372). Em caso de fracasso da terapia ou incompatibilidade para a aceitação, bem como casos extremos de violência, por exemplo, não se pode esquecer que a separação do casal constitui uma alternativa válida (Bonet e Castilla, 1998). Nem todos os casais estão aptos a promoverem mudanças e aceitação. A eficácia da terapia deve-se muito à capacidade do terapeuta em recolher informações relevantes que o casal forneça, porém não apenas a isso. Tendo em vista que a terapia é realizada em um processo conjunto entre terapeuta e casal, o comprometimento dos três, o grau da crise que estão vivenciando e o grau de polarização em questões elementares são preditivos do sucesso terapêutico, relacionando-se a concessão mútua e receptividade do casal às mudanças. (CORDOVA & JACOBSON, 1999; OTERO & INGBERMAN, 2004)

8 Referências Bibliográficas BONET, J. & CASTILLA, C. (1998). Um protocolo cognitivo-comportamental para terapia conjugal. In: V. Caballo (Org.), Manual para o tratamento cognitivocomportamental dos transtornos psicológicos da atualidade, pp São Paulo: Editora Santos CORDOVA, J. V. & JACOBSON, N. S. (1999). Crise de casais (M. R. Borges Osório, Trad.). In D. H. Barlow (Orgs.), Manual clínico dos transtornos psicológicos. Porto Alegre: ARTMED. OTERO, V. R. L. & INGBERMAN, Y. K. (2004). Terapia comportamental de casais: da teoria à prática. In M. Z. Brandão, F. C. Conte, F. Brandão, Y. K. Ingberman, V. L. M. Silva & S. M. Oliani (Orgs.), Sobre comportamento e cognição (Vol. 13, pp ). Santo André: ESEtec. (200-). Terapia Comportamental de casais: especificidades da prática clínica e questões atuais. Sobre Comportamento e Cognição (Vol.?, pp ). Santo André: ESEtec. [S.I.: s.n., 200-]

Terapia Comportamental de Casais

Terapia Comportamental de Casais CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO Terapia Comportamental de Casais Ana Paula M. Carvalho Cinthia Cavalcante

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO Terapia de Casal Débora Kalwana Flávia Verceze Júlia Montazzolli

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO ANSIEDADE

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO ANSIEDADE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO ANSIEDADE Gabriele Gris Kelly Cristina da Silva Cardoso Luciana

Leia mais

Terapia Cognitivo- Comportamental para Casais

Terapia Cognitivo- Comportamental para Casais Terapia Cognitivo- Comportamental para Casais Edson Vizzoni Psicólogo Especialista em TCC Terapia Cognitivo-Comportamental para Casais Casal A&B - Crenças irracionais ou expectativas irrealistas. Casal

Leia mais

SUMÁRIO O QUE É COACH? 2

SUMÁRIO O QUE É COACH? 2 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...3 O COACHING...4 ORIGENS...5 DEFINIÇÕES DE COACHING...6 TERMOS ESPECÍFICOS E SUAS DEFINIÇÕES...7 O QUE FAZ UM COACH?...8 NICHOS DE ATUAÇÃO DO COACHING...9 OBJETIVOS DO COACHING...10

Leia mais

PARTE V ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS

PARTE V ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS PARTE V ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS Ganhar, nem sempre. Amadurecer, sempre. Prof. Glauber Santos glauber@justocantins.com.br www.justocantins.com.br Introdução É impossível imaginar uma empresa onde não

Leia mais

Estruturas das Sessões em TCC

Estruturas das Sessões em TCC Estruturas das Sessões em TCC Eliana Melcher Martins - Mestre em Ciências pelo Depto. de Psicobiologia da UNIFESP - Especialista em Medicina Comportamental pela UNIFESP - Psicóloga Clínica Cognitivo Comportamental

Leia mais

TERAPIA POR CONTINGÊNCIAS DE REFORÇAMENTO (TCR) 1. HÉLIO JOSÉ GUILHARDI 2 Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento Campinas - SP

TERAPIA POR CONTINGÊNCIAS DE REFORÇAMENTO (TCR) 1. HÉLIO JOSÉ GUILHARDI 2 Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento Campinas - SP 1 TERAPIA POR CONTINGÊNCIAS DE REFORÇAMENTO (TCR) 1 HÉLIO JOSÉ GUILHARDI 2 Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento Campinas - SP A Terapia por Contingências de Reforçamento (TCR), sistematizada

Leia mais

ISBN 978-85-64468-27-6. 1. Psicologia Crianças. I. Título. CDU 159.9-053.2. Catalogação na publicação: Mônica Ballejo Canto CRB 10/1023

ISBN 978-85-64468-27-6. 1. Psicologia Crianças. I. Título. CDU 159.9-053.2. Catalogação na publicação: Mônica Ballejo Canto CRB 10/1023 Pausa no cotidiano L692 Lhullier, Raquel Barboza Pausa no cotidiano: reflexões para pais, educadores e terapeutas / Raquel Barboza Lhullier. Novo Hamburgo : Sinopsys, 2014. 88p. ISBN 978-85-64468-27-6

Leia mais

PREVENÇÃO DE RECAÍDA

PREVENÇÃO DE RECAÍDA PREVENÇÃO DE RECAÍDA Alessandro Alves Noventa por cento do sucesso se baseia simplesmente em insistir. Woody Allen A recaída tem sido descrita tanto como um resultado a visão dicotômica de que a pessoa

Leia mais

EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL E DEFICIÊNCIA MENTAL: UMA RELAÇÃO A SER CONSIDERADA RESUMO

EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL E DEFICIÊNCIA MENTAL: UMA RELAÇÃO A SER CONSIDERADA RESUMO EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL E DEFICIÊNCIA MENTAL: UMA RELAÇÃO A SER CONSIDERADA Ana Cristina Polycarpo Gameiro Camila Carmo de Menezes Cristiane Ribeiro de Souza Solange Leme Ferreira Universidade Estadual

Leia mais

AUTOCONTROLE E EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL: DESENVOLVENDO HABILIDADE DE SENTIR E EXPRESSAR-SE

AUTOCONTROLE E EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL: DESENVOLVENDO HABILIDADE DE SENTIR E EXPRESSAR-SE AUTOCONTROLE E EXPRESSIVIDADE EMOCIONAL: DESENVOLVENDO HABILIDADE DE SENTIR E EXPRESSAR-SE ANDRADE 1, Fernando C. B. de; SANTOS 2, Carmen S. G. dos; VASCONCELOS 3, Maria Helena Venâncio; Centro de Educação/Departamento

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO 1 CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO VIOLÊNCIA DOMÉSTICA Gracielly Oliveira, Hans Alves e Lucia Politi

Leia mais

PROVA OBJETIVA. 17 O psicólogo que atua em uma instituição pode fazer. 18 O autocontrole e a disciplina são os elementos que determinam

PROVA OBJETIVA. 17 O psicólogo que atua em uma instituição pode fazer. 18 O autocontrole e a disciplina são os elementos que determinam SESFUBMULT_P_06N8977 De acordo com o comando a que cada um dos itens a seguir se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE POS GRADUAÇÃO LATO SENSU. Ano: 2014/2015

PROJETO PEDAGÓGICO DE POS GRADUAÇÃO LATO SENSU. Ano: 2014/2015 PROJETO PEDAGÓGICO DE POS GRADUAÇÃO LATO SENSU Ano: 2014/2015 1 - JUSTIFICATIVA A hospitalização pode ser experienciada como um dos momentos mais delicados e difíceis do processo do adoecer. Isso porque

Leia mais

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA SANTOS *, Josiane Gonçalves SME/CTBA josiane_2104@hotmail.com Resumo Os tempos mudaram, a escola mudou. Refletir sobre a escola na contemporaneidade

Leia mais

Edson Vizzoni Psicólogo Especialista em TCC IBH Julho de 2014

Edson Vizzoni Psicólogo Especialista em TCC IBH Julho de 2014 Edson Vizzoni Psicólogo Especialista em TCC IBH Julho de 2014 "Personalidade é a organização dinâmica dos traços no interior do eu, formados a partir dos genes particulares que herdamos, das existências

Leia mais

O PSICÓLOGO (A) E A INSTITUIÇÃO ESCOLAR ¹ RESUMO

O PSICÓLOGO (A) E A INSTITUIÇÃO ESCOLAR ¹ RESUMO O PSICÓLOGO (A) E A INSTITUIÇÃO ESCOLAR ¹ CORRÊA, D. M. W²; SILVEIRA, J. F²; ABAID, J. L. W³ 1 Trabalho de Pesquisa_UNIFRA 2 Psicóloga, graduada no Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria,

Leia mais

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA

UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA 1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA TERAPIA DE CASAL: POSSIBILIDADE DE INTERVENÇÃO NOS RELACIONAMENTOS CONJUGAIS EM CRISE. Por: Priscila de Oliveira Martins Medeiros

Leia mais

Introdução à Terapia ABA. Psic. Me. Robson Brino Faggiani Especialista em Terapia Comportamental e Cognitiva

Introdução à Terapia ABA. Psic. Me. Robson Brino Faggiani Especialista em Terapia Comportamental e Cognitiva Introdução à Terapia ABA Psic. Me. Robson Brino Faggiani Especialista em Terapia Comportamental e Cognitiva ABA Análise do Comportamento Aplicada O objetivo principal da Terapia ABA para as crianças diagnosticadas

Leia mais

CORRELAÇÃO ENTRE PSICOTERAPIA BREVE EM GRUPOS E INDIVIDUAL

CORRELAÇÃO ENTRE PSICOTERAPIA BREVE EM GRUPOS E INDIVIDUAL CORRELAÇÃO ENTRE PSICOTERAPIA BREVE EM GRUPOS E INDIVIDUAL Ana Paula Fernandes de Lima Larissa de Medeiros Luana Ferreira Maristela Oliveira. Carla Villwock Resumo: O presente trabalho tem como objetivo

Leia mais

DEFINIÇÃO DE MOTIVAÇÃO

DEFINIÇÃO DE MOTIVAÇÃO DEFINIÇÃO DE MOTIVAÇÃO MOTIVAÇÃO A motivação é caracterizada como um processo ativo, intencional e dirigido a uma meta, o qual depende da interação de fatores pessoais (intrínsecos) e ambientais (extrínsecos).

Leia mais

MANUAL DE OBSERVAÇÃO PARA O EDUCADOR: CONHECENDO MELHOR A PRÁTICA PROFISSIONAL E MEUS ALUNOS

MANUAL DE OBSERVAÇÃO PARA O EDUCADOR: CONHECENDO MELHOR A PRÁTICA PROFISSIONAL E MEUS ALUNOS MANUAL DE OBSERVAÇÃO PARA O EDUCADOR: CONHECENDO MELHOR A PRÁTICA PROFISSIONAL E MEUS ALUNOS Caro leitor: O objetivo principal deste Manual de Observação para o Educador: conhecendo melhor a prática profissional

Leia mais

Núcleo 2.8 - Terapia Comportamental

Núcleo 2.8 - Terapia Comportamental Núcleo 2.8 - Terapia Comportamental DEPARTAMENTOS ENVOLVIDOS: Métodos e Técnicas COORDENADOR: Paola Espósito de Moraes Almeida PROFESSORES: Alice Maria de Carvalho Dellitti, Denigés Maurel Regis Neto,

Leia mais

ARTETERAPIA na EDUCAÇÃO INCLUSIVA

ARTETERAPIA na EDUCAÇÃO INCLUSIVA GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO DIVISÃO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL Responsável: Denize da Silva Souza ARTETERAPIA na EDUCAÇÃO INCLUSIVA Cristina Dias Allessandrini

Leia mais

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031 COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Polyana Marques Lima Rodrigues 1 poly90lima@hotmail.com Willams dos Santos Rodrigues Lima 2 willams.rodrigues@hotmail.com RESUMO

Leia mais

ABA: uma intervenção comportamental eficaz em casos de autismo

ABA: uma intervenção comportamental eficaz em casos de autismo ABA: uma intervenção comportamental eficaz em casos de autismo Por Sabrina Ribeiro O autismo é uma condição crônica, caracterizado pela presença de importantes prejuízos em áreas do desenvolvimento, por

Leia mais

apropriados para uma relação terapeuta e cliente possa ser segura.

apropriados para uma relação terapeuta e cliente possa ser segura. QUESTÕES ÉTICAS EM PSICOTERAPIA Dilemas éticos para o século XXI Roberto Faustino de Paula ÉTICA O termo ética vem do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa), significando um conjunto de valores

Leia mais

CONHECENDO A PSICOTERAPIA

CONHECENDO A PSICOTERAPIA CONHECENDO A PSICOTERAPIA Psicólogo Emilson Lúcio da Silva CRP 12/11028 2015 INTRODUÇÃO Em algum momento da vida você já se sentiu incapaz de lidar com seus problemas? Se a resposta é sim, então você não

Leia mais

..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..

..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-..-.. 1 PSICOTERAPIA CORPORAL APLICADA A CASAIS SOB O ENFOQUE DA BIOSSÍNTESE Maria de Nazaré Nery RESUMO Psicoterapia de casal tem como foco principal a relação dos cônjuges, independente do caráter ou relação

Leia mais

POR QUE USAR A TERAPIA COMPORTAMENTAL DIALÉTICA?

POR QUE USAR A TERAPIA COMPORTAMENTAL DIALÉTICA? POR QUE USAR A TERAPIA COMPORTAMENTAL DIALÉTICA? WILSON VIEIRA MELO TCD EM DIFERENTES TRANSTORNOS (wilsonmelo1@gmail.com) 1 TCD NOS TRANSTORNOS DE ANSIEDADE O melhor tratamento para transtornos de ansiedade

Leia mais

Gustavo Malavota Administrador Vendedor Palestrante Professor de Marketing

Gustavo Malavota Administrador Vendedor Palestrante Professor de Marketing Gustavo Malavota Administrador Vendedor Palestrante Professor de Marketing Gustavo Malavota Módulo Consultoria Diretor de Planejamento Experiência Profissional: SENAC-Rio em 2007 como especialista e coordenador

Leia mais

Formulário de Pesquisa Institucional Clubes de Lions do Distrito LC 1 Para a Gestão 2013/2014 do Governador CL Fernando da Silva Mota e DM e CaL Vera

Formulário de Pesquisa Institucional Clubes de Lions do Distrito LC 1 Para a Gestão 2013/2014 do Governador CL Fernando da Silva Mota e DM e CaL Vera Formulário de Pesquisa Institucional Clubes de Lions do Distrito LC 1 Para a Gestão 2013/2014 do Governador CL Fernando da Silva Mota e DM e CaL Vera Maria da Costa Mota Objetivo da Pesquisa Instiitucional:

Leia mais

FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA

FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA FACULDADE FAMA ALEXSANDRA SOARES DA SILVA A NECESSIDADE DE CONSULTORIA NAS EMPRESAS RECIFE DEZ/2014 ALEXSANDRA SOARES DA SILVA A NECESSIDADE DE CONSULTORIA NAS EMPRESAS Artigo científico apresentado em

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DA TERAPIA COGNITIVO- COMPORTAMENTAL COM PACIENTES EM SITUAÇÕES DE CRISE EDSON VIZZONI PSICÓLOGO IBH ABRIL 2014

A CONTRIBUIÇÃO DA TERAPIA COGNITIVO- COMPORTAMENTAL COM PACIENTES EM SITUAÇÕES DE CRISE EDSON VIZZONI PSICÓLOGO IBH ABRIL 2014 A CONTRIBUIÇÃO DA TERAPIA COGNITIVO- COMPORTAMENTAL COM PACIENTES EM SITUAÇÕES DE CRISE EDSON VIZZONI PSICÓLOGO IBH ABRIL 2014 Um estado temporário de perturbação e desorganização, caracterizado principalmente

Leia mais

REAÇÕES E SENTIMENTOS DE FAMILIARES frente ao suicídio

REAÇÕES E SENTIMENTOS DE FAMILIARES frente ao suicídio REAÇÕES E SENTIMENTOS DE FAMILIARES frente ao suicídio TERAPIA DO LUTO Profa. Dra. Angela Maria Alves e Souza Enfermeira-Docente-UFC o suicídio desencadeia o luto mais difícil de ser enfrentado e resolvido

Leia mais

DEPRESSÃO CONHECENDO SEU INIMIGO

DEPRESSÃO CONHECENDO SEU INIMIGO DEPRESSÃO CONHECENDO SEU INIMIGO E- BOOK GRATUITO Olá amigo (a), A depressão é um tema bem complexo, mas que vêm sendo melhor esclarecido à cada dia sobre seu tratamento e alívio. Quase todos os dias novas

Leia mais

Faça o que Eu Digo, Mas Não Faça o que Eu Faço: Estudo Exploratório sobre Infidelidade em Relacionamentos Românticos

Faça o que Eu Digo, Mas Não Faça o que Eu Faço: Estudo Exploratório sobre Infidelidade em Relacionamentos Românticos CienteFico. Ano III, v. II, Salvador, julho-dezembro 2003 Faça o que Eu Digo, Mas Não Faça o que Eu Faço: Estudo Exploratório sobre Infidelidade em Relacionamentos Românticos Giovana Dal Bianco Perlin

Leia mais

Revelação Diagnóstica do HIV A arte de comunicar más notícias Tânia Regina C. de Souza, Karina Wolffenbuttel, Márcia T. F.

Revelação Diagnóstica do HIV A arte de comunicar más notícias Tânia Regina C. de Souza, Karina Wolffenbuttel, Márcia T. F. Revelação Diagnóstica do HIV A arte de comunicar más notícias Tânia Regina C. de Souza, Karina Wolffenbuttel, Márcia T. F. dos Santos A aids é ainda uma doença ameaçadora. Apesar de todos os avanços no

Leia mais

Cidadania Global na HP

Cidadania Global na HP Cidadania Global na HP Mensagem abrangente Com o alcance global da HP, vem sua responsabilidade global. Levamos a sério nossa função como ativo econômico, intelectual e social para as Comunidades em que

Leia mais

A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS?

A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS? A MOTIVAÇÃO INFLUENCIA NO DESEMPENHO DAS PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES? INFLUENCE MOTIVATION PERFORMANCE OF PERSONS IN ORGANIZATIONS? Ana Carolina Gimenes Figueiredo Graduanda em Administração - Universidade

Leia mais

Treinamento. Roteiro da Teleaula. Roteiro da Teleaula. Gestão de RH. Prof: Roberto Huck

Treinamento. Roteiro da Teleaula. Roteiro da Teleaula. Gestão de RH. Prof: Roberto Huck Gestão de RH Prof: Roberto Huck Treinamento Roteiro da Teleaula 1. Cenário atual; 2. Conceito de Treinamento e Desenvolvimento; 3. Desenvolvimento de Pessoas e Desenvolvimento Organizacional; 4. Mútuo

Leia mais

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD Município: Pirassununga Estado: São Paulo Turma: 440 Pólo: Fundação de Ensino de Pirassununga Tutor (a): Inez Nunes Paula

Leia mais

* O presente artigo foi apresentado a ABPMC em 2010 em forma de comunicação oral e originou este artigo em caráter autônomo por iniciativa dos

* O presente artigo foi apresentado a ABPMC em 2010 em forma de comunicação oral e originou este artigo em caráter autônomo por iniciativa dos Sobre Comportamento e Cognição: Um levantamento bibliográfico sobre a prática da terapia analítico comportamental de casais nos últimos anos* Eduardo Tadeu da Silva Alencar GRUPO KSI BRASIL / Redepsi /

Leia mais

A Pessoa e o Contexto Ocupacional na Prevenção do Burnout. Marcos Ricardo Datti Micheletto

A Pessoa e o Contexto Ocupacional na Prevenção do Burnout. Marcos Ricardo Datti Micheletto A Pessoa e o Contexto Ocupacional na Prevenção do Burnout Marcos Ricardo Datti Micheletto 1 Níveis de Prevenção 22.361 Job Burnout: 11.544 18.829 Job Burnout: 9.618 SIPAT - REITORIA UNESP Burnout Burnout

Leia mais

Plano terapêutico e enfrentamento de situações problema

Plano terapêutico e enfrentamento de situações problema 133 Plano terapêutico e enfrentamento de situações problema Marluce Miguel de Siqueira; Ilza Carla Nascimento; Paula Aristeu Alves; Tiago Cardoso Gomes Fala Professor: Caro aluno, A proposta desta discussão

Leia mais

Resumo. Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva

Resumo. Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva ISSN 1982-3541 2012, Vol. XIV, nº 1, 64-69 Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva Desenvolvimento de um sistema multidimensional para a categorização de comportamentos na interação terapêutica:

Leia mais

Prof. Paulo Barreto www.paulobarretoi9consultoria.com.br REVISÃO DE PROVA

Prof. Paulo Barreto www.paulobarretoi9consultoria.com.br REVISÃO DE PROVA Prof. Paulo Barreto www.paulobarretoi9consultoria.com.br REVISÃO DE PROVA Grupo 01 Conceitos de Negociação Negociação é um processo de comunicação bilateral, com o objetivo de se chegar a uma decisão conjunta

Leia mais

Habilidades sociais. Clínica

Habilidades sociais. Clínica Clínica Habilidades sociais Já se tornou lugar-comum achar que a busca pela terapia se dá apenas quando há alguma questão estritamente individual a ser resolvida. Mas essa crença cai por terra no momento

Leia mais

DESAFIOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA O SÉCULO XXI: CONCEPÇÕES E ESTRATÉGIAS DE INTERVENÇÃO

DESAFIOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA O SÉCULO XXI: CONCEPÇÕES E ESTRATÉGIAS DE INTERVENÇÃO Encontro Água & Floresta: Resultados e Perspectivas Bragança Paulista - 1 a 3 dez 2009 DESAFIOS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA O SÉCULO XXI: CONCEPÇÕES E ESTRATÉGIAS DE INTERVENÇÃO Renata Ferraz de Toledo

Leia mais

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.)

Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) O PMBoK diz que: O gerenciamento da integração do projeto inclui os processos e as atividades necessárias para identificar, definir, combinar, unificar e coordenar

Leia mais

O OLHAR DA TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL E DA TEORIA DE BASE PSICANALÍTICA SOBRE PACIENTES HIPERTENSOS NO CONTEXTO HOSPITALAR

O OLHAR DA TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL E DA TEORIA DE BASE PSICANALÍTICA SOBRE PACIENTES HIPERTENSOS NO CONTEXTO HOSPITALAR O OLHAR DA TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL E DA TEORIA DE BASE PSICANALÍTICA SOBRE PACIENTES HIPERTENSOS NO CONTEXTO HOSPITALAR ¹Marcela da Costa Garcia, FADAP/FAP ²José Carlos Scaliante Junior, FADAP/FAP

Leia mais

RELATÓRIO DA OFICINA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. PROFA. DRA. SILVIA DA COSTA STOCKINGER Carga Horária: 16 horas

RELATÓRIO DA OFICINA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. PROFA. DRA. SILVIA DA COSTA STOCKINGER Carga Horária: 16 horas 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CRESS/PA 1ª REGIÃO OFICINA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS PROFA. DRA. SILVIA DA COSTA STOCKINGER Carga Horária: 16 horas APRESENTAÇÃO Esta oficina faz parte do Curso de

Leia mais

PROJETO ONG PEDRA BRUTA Lapidando talentos: A sexualidade e a integração do grupo para adolescentes.

PROJETO ONG PEDRA BRUTA Lapidando talentos: A sexualidade e a integração do grupo para adolescentes. MARCELA GARCIA MANOCHIO PROJETO ONG PEDRA BRUTA Lapidando talentos: A sexualidade e a integração do grupo para adolescentes. Projeto de Estágio extracurricular em Processos Educativos, desenvolvido para

Leia mais

O paradoxo da creche: lugar de acolhimento, lugar de separação A influência das práticas institucionais na creche sobre a saúde mental dos bebês

O paradoxo da creche: lugar de acolhimento, lugar de separação A influência das práticas institucionais na creche sobre a saúde mental dos bebês O paradoxo da creche: lugar de acolhimento, lugar de separação A influência das práticas institucionais na creche sobre a saúde mental dos bebês Regina Orth de Aragão Sumário Breve histórico. O acolhimento

Leia mais

A adolescência e o fenômeno da drogadição. Prof. Marco Aurélio de Patrício Ribeiro marcoaurélio@7setembro.com.br Cel. 9998.6560

A adolescência e o fenômeno da drogadição. Prof. Marco Aurélio de Patrício Ribeiro marcoaurélio@7setembro.com.br Cel. 9998.6560 A adolescência e o fenômeno da drogadição. Prof. Marco Aurélio de Patrício Ribeiro marcoaurélio@7setembro.com.br Cel. 9998.6560 A Sociedade muda (acentuando o problema das drogas nos últimos 30 anos) Ao

Leia mais

AULA 15 Análise de dados e conclusões

AULA 15 Análise de dados e conclusões 1 AULA 15 Análise de dados e conclusões Ernesto F. L. Amaral 12 de maio de 2011 Metodologia (DCP 033) Fonte: Flick, Uwe. 2009. Desenho da pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed. pp.131-140 & 141-147.

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA ACERCA DA AVALIAÇÃO E TRATAMENTO COGNITIVO-COMPORTAMENTAL DE UM CASO DE TRANSTORNO ALIMENTAR

RELATO DE EXPERIÊNCIA ACERCA DA AVALIAÇÃO E TRATAMENTO COGNITIVO-COMPORTAMENTAL DE UM CASO DE TRANSTORNO ALIMENTAR 178 RELATO DE EXPERIÊNCIA ACERCA DA AVALIAÇÃO E TRATAMENTO COGNITIVO-COMPORTAMENTAL DE UM CASO DE TRANSTORNO ALIMENTAR Renan Meirelles da Silva Luciano Haussen Pinto Centro Universitário Franciscano Resumo

Leia mais

SELECIONANDO PROFISSIONAIS POR COMPETÊNCIAS

SELECIONANDO PROFISSIONAIS POR COMPETÊNCIAS Recrutamento e seleção de pessoas dentro de uma organização são de extrema importância, pois as pessoas compõem o principal ativo de uma empresa. Falhas nesse processo comprometem na produtividade do trabalho

Leia mais

Tratamento do TCAP. Psicologia: como os processos mentais interferem na vida do sujeito. História individual, singularidade.

Tratamento do TCAP. Psicologia: como os processos mentais interferem na vida do sujeito. História individual, singularidade. Tratamento do TCAP Psicologia: como os processos mentais interferem na vida do sujeito História individual, singularidade Psicoterapia: Tratamento: multidisciplinar Equipe coesa Importância de entender

Leia mais

ANTICRISTO: TRANSFERÊNCIA E AMOR NO ENSINO DA PSIQUIATRIA ATRAVÉS DO CINEMA

ANTICRISTO: TRANSFERÊNCIA E AMOR NO ENSINO DA PSIQUIATRIA ATRAVÉS DO CINEMA ANTICRISTO: TRANSFERÊNCIA E AMOR NO ENSINO DA PSIQUIATRIA ATRAVÉS DO CINEMA Luciany Rominger de Sousa - Grupo de Pesquisa em Saúde Mental do Instituto Raul Soares/FHEMIG luciany.rominger@gmail.com Danisa

Leia mais

Engenharia de Requisitos de Software

Engenharia de Requisitos de Software Engenharia de Requisitos de Software Marcelo Otone Aguiar, MSc, PMP PROJETOS 1 O que é Projeto Um projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo. PMI

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE PSICOLOGIA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE PSICOLOGIA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE PSICOLOGIA REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Res. Consun nº 90/10, de 24/11/2010. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Art. 2º Art. 3º Este instrumento apresenta

Leia mais

O GERENTE DE PROJETOS

O GERENTE DE PROJETOS O GERENTE DE PROJETOS INTRODUÇÃO Autor: Danubio Borba, PMP Vamos discutir a importância das pessoas envolvidas em um projeto. São elas, e não os procedimentos ou técnicas, as peças fundamentais para se

Leia mais

I - Desenvolvimento Humano

I - Desenvolvimento Humano I - Desenvolvimento Humano 1.1. Conceito O desenvolvimento humano se estabelece através da interação do indivíduo com o ambiente físico e social. Se caracteriza pelo desenvolvimento mental e pelo crescimento

Leia mais

UMA PROPOSTA DE LETRAMENTO COM FOCO NA MODALIDADE ORAL DE LINGUAGEM EM SUJEITOS COM SÍNDROME DE DOWN

UMA PROPOSTA DE LETRAMENTO COM FOCO NA MODALIDADE ORAL DE LINGUAGEM EM SUJEITOS COM SÍNDROME DE DOWN UMA PROPOSTA DE LETRAMENTO COM FOCO NA MODALIDADE ORAL DE LINGUAGEM EM SUJEITOS COM SÍNDROME DE DOWN RESUMO DANTAS 1, Leniane Silva DELGADO 2, Isabelle Cahino SANTOS 3, Emily Carla Silva SILVA 4, Andressa

Leia mais

UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS

UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS UMA EXPERIÊNCIA PSICOPEDAGÓGICA NA FACULDADE DE ENGENHARIA DA PUCRS Jorge Ferreira da Silva Filho Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Viegas Ribas Pesquisador e Consultor Psicopedagógico

Leia mais

Teóricos da abordagem fenomenológica. Prof. Roberto Peres Veras

Teóricos da abordagem fenomenológica. Prof. Roberto Peres Veras Teóricos da abordagem fenomenológica Prof. Roberto Peres Veras Psicologia Fenomenológica Técnica Método Teoria Concepção de homem Concepção de mundo Filosofia Fenomenologia - Escola Filosófica Edmund Husserl

Leia mais

ESTUDO DA INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO NA MOTIVAÇÃO DE SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS

ESTUDO DA INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO NA MOTIVAÇÃO DE SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS ESTUDO DA INFLUÊNCIA DO TREINAMENTO NA MOTIVAÇÃO DE SERVIDORES PÚBLICOS FEDERAIS YARA DE MATOS MENDES 1, WEMERTON LUÍS EVANGELISTA 2, MYRIAM ANGÉLICA DORNELAS 3, RITA DE CÁSSIA DA SILVA COSTA 4 RESUMO

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DO PROFESSOR DO ENSINO FUNDAMENTAL I PARA USO DAS TECNOLOGIAS: análise dos cursos EaD e da prática docente

FORMAÇÃO CONTINUADA DO PROFESSOR DO ENSINO FUNDAMENTAL I PARA USO DAS TECNOLOGIAS: análise dos cursos EaD e da prática docente FORMAÇÃO CONTINUADA DO PROFESSOR DO ENSINO FUNDAMENTAL I PARA USO DAS TECNOLOGIAS: análise dos cursos EaD e da prática docente Claudia Amorim Francez Universidade Estadual Paulista UNESP- Araraquara E-mail:

Leia mais

Você gostaria de atingir os objetivos que traçou para sua vida de maneira mais consistente e sustentável? Gostaria de melhorar o seu aproveitamento, trabalhar menos pressionado ou estressado, e ainda aumentar

Leia mais

PRIORIDADES EM SERVIÇOS E ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO. Professora Andréia Ribas rp_andreiaribas@hotmail.com

PRIORIDADES EM SERVIÇOS E ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO. Professora Andréia Ribas rp_andreiaribas@hotmail.com PRIORIDADES EM SERVIÇOS E ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO Professora Andréia Ribas rp_andreiaribas@hotmail.com Organização Processo de estabelecer relações entre as pessoas e os recursos disponíveis tendo em vista

Leia mais

PARECER TÉCNICO. Núcleo de Apoio à Vítima de Estupro (NAVES) Rua Tibagi, 779, Gabinete 803, Centro, Curitiba PR, telefone 3250-4022.

PARECER TÉCNICO. Núcleo de Apoio à Vítima de Estupro (NAVES) Rua Tibagi, 779, Gabinete 803, Centro, Curitiba PR, telefone 3250-4022. PARECER TÉCNICO Atendendo à solicitação da Procuradora de Justiça Coordenadora do Núcleo de Apoio à Vítima de Estupro (NAVES), Dra. Rosângela Gaspari, eu, Erica A. C. M. Eiglmeier, psicóloga, venho apresentar

Leia mais

COMO AS CRIANÇAS ENFRENTAM SUAS ALTERAÇÕES DE FALA OU FLUÊNCIA?

COMO AS CRIANÇAS ENFRENTAM SUAS ALTERAÇÕES DE FALA OU FLUÊNCIA? COMO AS CRIANÇAS ENFRENTAM SUAS ALTERAÇÕES DE FALA OU FLUÊNCIA? Autores: ANA BÁRBARA DA CONCEIÇÃO SANTOS, AYSLAN MELO DE OLIVEIRA, SUSANA DE CARVALHO, INTRODUÇÃO No decorrer do desenvolvimento infantil,

Leia mais

CONVERSA DE PSICÓLOGO CONVERSA DE PSICÓLOGO

CONVERSA DE PSICÓLOGO CONVERSA DE PSICÓLOGO Página 1 CONVERSA DE PSICÓLOGO Volume 02 - Edição 01 Julho - 2013 Entrevistada: Mayara Petri Martins Entrevistadora: Bruna Aguiar TEMA: OBESIDADE Mayara Petri Martins. Psicóloga analista do comportamento,

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS No que se refere à relação entre educação e sociedade, julgue os Com relação às concepções pedagógicas, julgue os próximos itens. itens a seguir. 60 A vivência grupal na forma

Leia mais

Memória. Dra. Marcia Y. Kimura Oka Médica Geriatra Especialista em Geriatria pela SBGG

Memória. Dra. Marcia Y. Kimura Oka Médica Geriatra Especialista em Geriatria pela SBGG Memória Dra. Marcia Y. Kimura Oka Médica Geriatra Especialista em Geriatria pela SBGG Alterações Cerebrais com o Envelhecimento Redução do volume (atrofia) Redução da Interconectividade cerebral Acúmulo

Leia mais

PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE

PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS, CULTURA ESCOLAR: QUESTÕES QUE ENVOLVEM A PRÁTICA DOCENTE DAMKE, Anderléia Sotoriva - UFMS anderleia.damke@yahoo.com SIMON, Ingrid FADEP ingrid@fadep.br Resumo Eixo Temático: Formação

Leia mais

PRÁTICAS DE INTERVENÇÃO EM SAÚDE MENTAL NA INFÂNCIA

PRÁTICAS DE INTERVENÇÃO EM SAÚDE MENTAL NA INFÂNCIA PRÁTICAS DE INTERVENÇÃO EM SAÚDE MENTAL NA INFÂNCIA Marina Aparecida Luiz de Freitas 1 ; Jhainieiry Cordeiro Famelli Ferret 2 RESUMO: A saúde mental de crianças e de adolescentes tornou-se uma questão

Leia mais

Relação entre as organizações cristãs e as igrejas locais

Relação entre as organizações cristãs e as igrejas locais Seção Relação entre as organizações cristãs e as Conforme discutido na Seção 1, as desempenham um papel na proclamação e na demonstração do evangelho. Entretanto, com muita freqüência, o papel da igreja

Leia mais

TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE. Prof. Me. Jefferson Cabral Azevedo

TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE. Prof. Me. Jefferson Cabral Azevedo TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE Prof. Me. Jefferson Cabral Azevedo PSICOPATOLOGIA Psicopatologia é uma área do conhecimento que objetiva estudar os estados psíquicos relacionados ao sofrimento mental. É a

Leia mais

Psicologia A Psicologia no Programa Idade com Qualidade" A psicologia na disfunção sexual

Psicologia A Psicologia no Programa Idade com Qualidade A psicologia na disfunção sexual Psicologia A Psicologia no Programa Idade com Qualidade" A Psicologia faz parte integrante de todas as áreas exploradas, mas também pode funcionar de forma independente das restantes especialidades, ou

Leia mais

Código de Conduta Nossa forma de fazer negócios

Código de Conduta Nossa forma de fazer negócios Código de Conduta Nossa forma de fazer negócios pwc Atuamos de forma profissional. Fazemos negócios com integridade. Preservamos a reputação da Firma e de nossos clientes. Respeitamos as pessoas e o meio

Leia mais

O PAPEL DESEMPENHADO PELO PROGRAMA LEXT-OESSTE E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO E PARA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL

O PAPEL DESEMPENHADO PELO PROGRAMA LEXT-OESSTE E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO E PARA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL O PAPEL DESEMPENHADO PELO PROGRAMA LEXT-OESSTE E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO E PARA O EXERCÍCIO PROFISSIONAL Larissa dos Santos Gomes Resumo O presente artigo refere-se ao trabalho de conclusão

Leia mais

Aplicação da terapia cognitiva na depressão: análise de caso clínico

Aplicação da terapia cognitiva na depressão: análise de caso clínico Aplicação da terapia cognitiva na depressão: análise de caso clínico * Ana Carolina Diethelm Kley Introdução O objetivo do tratamento em terapia cognitiva no caso dos transtornos afetivos, grupo que engloba

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS.

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS. PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS. Maria da Conceição da Cruz (PIBIX/PIBID-UFS) marynni@hotmail.com Tayane dos Santos (PIBIX -UFS) tayaneyat@gmail.com Resumo:

Leia mais

Conversando sobre a REALIDADE. Propostas Educação. Ano 1 - nº 3 - Nov/15

Conversando sobre a REALIDADE. Propostas Educação. Ano 1 - nº 3 - Nov/15 Conversando sobre a REALIDADE social do BRASIL Propostas Educação Ano 1 - nº 3 - Nov/15 Partido da Social Democracia Brasileira Presidente: Senador Aécio Neves Instituto Teotônio Vilela Presidente: José

Leia mais

INTERPRETANDO A GEOMETRIA DE RODAS DE UM CARRO: UMA EXPERIÊNCIA COM MODELAGEM MATEMÁTICA

INTERPRETANDO A GEOMETRIA DE RODAS DE UM CARRO: UMA EXPERIÊNCIA COM MODELAGEM MATEMÁTICA INTERPRETANDO A GEOMETRIA DE RODAS DE UM CARRO: UMA EXPERIÊNCIA COM MODELAGEM MATEMÁTICA Marcos Leomar Calson Mestrando em Educação em Ciências e Matemática, PUCRS Helena Noronha Cury Doutora em Educação

Leia mais

TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA ESCOLA CONTEMPORÂNEA: NOVOS DESAFIOS DA CARREIRA DOCENTE

TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA ESCOLA CONTEMPORÂNEA: NOVOS DESAFIOS DA CARREIRA DOCENTE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA ESCOLA CONTEMPORÂNEA: NOVOS DESAFIOS DA CARREIRA DOCENTE Resumo O estudo objetiva discutir os desafios dos cursos de formação de professores frente à inserção

Leia mais

O CIRCO (RE)CRIADO POR CRIANÇAS DA 2ª SÉRIE

O CIRCO (RE)CRIADO POR CRIANÇAS DA 2ª SÉRIE O CIRCO (RE)CRIADO POR CRIANÇAS DA 2ª SÉRIE VANESSA CRISTINA SCARINGI (UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA ). Resumo O tema central deste projeto diz respeito a inserção e interação de um aluno circense numa

Leia mais

Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta.

Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta. 1 Prezado(a) candidato(a): Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta. Nº de Inscrição Nome PROVA DE CONHECIMENTOS

Leia mais

O PERFIL DO ENGENHEIRO SEGUNDO AS EMPRESAS

O PERFIL DO ENGENHEIRO SEGUNDO AS EMPRESAS O PERFIL DO ENGENHEIRO SEGUNDO AS EMPRESAS Michelle Mike Nose 1, Daisy Aparecida do Nascimento Rebelatto 2 Universidade de São Paulo 1 Escola de Engenharia de São Carlos Av. Trabalhador São Carlense, 400

Leia mais

O COORDENADOR PEDAGÓGICO: A PERCEPÇÃO DE AUUTOEFICÁCIA EM RELAÇÃO ÀS SUAS ATRIBUIÇÕES FUNCIONAIS.

O COORDENADOR PEDAGÓGICO: A PERCEPÇÃO DE AUUTOEFICÁCIA EM RELAÇÃO ÀS SUAS ATRIBUIÇÕES FUNCIONAIS. O COORDENADOR PEDAGÓGICO: A PERCEPÇÃO DE AUUTOEFICÁCIA EM RELAÇÃO ÀS SUAS ATRIBUIÇÕES FUNCIONAIS. Pâmela Carolina do Nascimento Martins Mestranda em Educação pela Universidade Nove de Julho pacmartins@bol.com.br

Leia mais

PLANO DE ESTÁGIO - ACADEMIA SPORT FITNESS

PLANO DE ESTÁGIO - ACADEMIA SPORT FITNESS PLANO DE ESTÁGIO - ACADEMIA SPORT FITNESS DEPARTAMENTO - MUSCULAÇÃO O programa de estágio da Academia Sport Fitness tem como objetivo complementar a formação do futuro profissional de Educação Física,

Leia mais

Inovação Tecnológica!

Inovação Tecnológica! Inovação Tecnológica! Engraçado, costumam dizer que tenho sorte, só eu sei que quanto mais eu me preparo Mais sorte eu tenho. A nthony Robbins Consultora Cássia Ghelfi Raza Marcelo Como você vai mover-se

Leia mais

CENTRO SOCIAL SANTA CRUZ DO DOURO MANUAL DE GESTÃO DE CONFLITOS

CENTRO SOCIAL SANTA CRUZ DO DOURO MANUAL DE GESTÃO DE CONFLITOS CENTRO SOCIAL SANTA CRUZ DO DOURO Você deve ser a mudança que deseja ver no mundo. (Mahatma Gandhi) GESTÃO DE CONFLITOS Gestão de Conflitos é a arte de identificar, lidar e minimizar/resolver situações

Leia mais

De acordo com estudos recentes o autismo é mais freqüente em pessoas do sexo masculino.

De acordo com estudos recentes o autismo é mais freqüente em pessoas do sexo masculino. 1 AUTISMO Autismo é um distúrbio do desenvolvimento que se caracteriza por alterações presentes desde idade muito precoce, com impacto múltiplo e variável em áreas nobres do desenvolvimento humano como

Leia mais

Cuidar do Idoso com demência

Cuidar do Idoso com demência Cuidar do Idoso com demência Na atualidade, somos confrontados com um processo de envelhecimento demográfico caracterizado por um aumento progressivo de população idosa, em detrimento da população jovem,

Leia mais

A Importância da Família na Educação

A Importância da Família na Educação A Importância da Família na Educação Não caminhes à minha frente Posso não saber seguir-te. Não caminhes atrás de mim Posso não saber guiar-te. Educadora Social Dra. Joana Valente Caminha antes a meu lado

Leia mais