CAUSAS DE ACIDENTES DE TRABALHO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CAUSAS DE ACIDENTES DE TRABALHO"

Transcrição

1 CAUSAS DE ACIDENTES DE TRABALHO

2 É POSSÍVEL ACONTECER UM ACIDENTE DE TRABALHO NESTAS CONDIÇÕES?

3

4

5 Percepção de Riscos e Prevenção As pessoas são realmente descuidadas? As pessoas realmente percebem os riscos? As pessoas correm riscos conscientemente? Por que as pessoas não respeitam os riscos? Fonte: Revista Proteção ão- Prevenção de Riscos- Ed. 199 Pg 130

6 Percepção de Riscos e Prevenção 1º Principio de São Tomé é. Só a presença a concreta do dano valida o risco. Isso significa o quê? Significa que somente depois de pisar numa telha e desabar de uma altura é que o funcionário vai ter a consciência que não pode pisar em telhas Fonte dos princípios: pios: Revista Proteção ão- Prevenção de Riscos- Ed. 199 Pg 130 Exemplos são nossos

7

8 Percepção de Riscos e Prevenção 2º Principio da Prévia Ocorrência È necessário que jáj tenha acontecido um fato similar para que se dê crédito a um perigo Significa que em um trabalho em altura onde existem pessoas trabalhando em baixo tem que cair um peça a metálica lál de cima na cabeça a de alguém m que está no chão para que a partir daí se reconheça a o verdadeiro perigo e tome-se as medidas de segurança a cabíveis Fonte dos princípios: pios: Revista Proteção ão- Prevenção de Riscos- Ed. 199 Pg 130 Exemplos são nossos

9 Percepção de Riscos e Prevenção 3º Principio do Quase nunca Eventos de alta gravidade, mas de baixa freqüência (muito difícil de acontecer) serão desprezados. A exemplo disso podemos citar o caso de utilizar ferramentas de corte em recipientes vazios mas não desgaseificados que é o caso de tambores que contiveram líquidos l inflamáveis Se despreza o risco pois nunca aconteceu, mas sós que um dia acontece... Fonte dos princípios: pios: Revista Proteção ão- Prevenção de Riscos- Ed. 199 Pg 130 Exemplos são nossos

10 Percepção de Riscos e Prevenção 3º Principio do Quase nunca Eventos de alta gravidade, mas de baixa freqüência (muito difícil de acontecer) serão desprezados. A exemplo disso podemos citar o caso de utilizar ferramentas de corte em recipientes vazios mas não desgaseificados que é o caso de tambores que contiveram líquidos l inflamáveis Se despreza o risco pois nunca aconteceu, mas só que um dia acontece...

11 Percepção de Riscos e Prevenção 4º Principio da Auto Exclusão Não admitimos que o evento possa acontecer conosco. Nesse caso as medidas de segurança a são sempre exageradas, descabidas, sem sentido e equivocadas. A exemplo disso podemos citar a célebre c frase... Eu trabalho a muito tempo em montagem de estruturas metálicas não háh risco de eu cair de cima do telhado... Fonte dos princípios: pios: Revista Proteção ão- Prevenção de Riscos- Ed. 199 Pg 130 Exemplos são nossos

12 Percepção de Riscos e Prevenção 5º Principio da Fatalidade As pessoas acreditam que certos acidentes simplesmente são inevitáveis ou imprevisíveis. Conversa de velório : - Era hora dele... - Quem podia imaginar... - Deus quis assim temos que aceitar... A exemplo disso podemos citar os casos típicos t de motociclistas e ciclistas que muitas vezes fazem verdadeiras atrocidades no trânsito não respeitando velocidade máxima, m ultrapassando onde não é permitido, costurando para chegar na frente na sinaleira etc... Fonte dos princípios: pios: Revista Proteção ão- Prevenção de Riscos- Ed. 199 Pg 130 Exemplos são nossos

13 Percepção de Riscos e Prevenção 6. PEQUENOS DELITOS DE SEGURANÇA- Princípio da impunidade frente aos riscos e conceito de tolerância zero.

14 Não usar o corrimão pode causar um acidente coletivo? Usar o corrimão é uma medida preventiva; Não usar o corrimão não aparenta ser algo muito grave... As pessoas vão se acostumando a fazer pequenos delitos em segurança. a. O delito é cometido... E nada ocorre. (é( o mesmo que ocorre quando se passa um sinal vermelho no trânsito - a impunidade e o sucesso reforçam o comportamento).

15 A ausência de conseqüências, mesmo após s várias v tentativas,, leva a um processo mental de desprezo do risco. Ao se acostumar a fazer pequenos delitos de prevenção, a pessoa passará a fazer delitos cada vez mais graves. Como resultado, cotidianamente, várias v medidas preventivas, capazes de evitar acidentes de alta gravidade, estarão sendo negligenciadas.

16

17

18

19 O acidente de trabalho deve-se principalmente a duas causas: Ato inseguro Condição insegura

20 NESSA CIRCUNSTÂNICA NÃO É POSSÍVEL ACONTECER ACIDENTE DE TRABALHO POIS O FUNCIONÁRIO É MUITO EXPERIENTE JÁ TEM MAIS DE VINTE ANOS NA ATIVIDADE

21 I. ato inseguro é o ato praticado pelo homem, em geral consciente do que está fazendo, que está contra as normas de segurança. a. São exemplos de atos inseguros: subir em telhado sem cinto de segurança a contra quedas, ligar tomadas de aparelhos elétricos com as mãos molhadas e dirigir a altas velocidades.

22

23

24 EXEMPLOS DE ATOS INSEGUROS

25 a falta de uso de proteções individuais; a inutilização de equipamentos de segurança; a; o emprego incorreto de ferramentas ou o emprego de ferramentas com defeitos; o ajuste, a lubrificação e a limpeza de máquinas em movimento; a permanência debaixo de cargas suspensas; a permanência em pontos perigosos junto a máquinas ou passagens de veículos; a operação de máquinas m em velocidade excessiva;

26 a operação de máquinas m sem que o trabalhador esteja habilitado ou que não tenha permissão; o uso de roupas que exponham a riscos; o desconhecimento de fogo; as correrias em escadarias e em outros locais perigosos; a utilização de escadas de mão sem a estabilidade necessária da manipulação de produtos químicos; o hábito h de fumar em lugares onde háh perigo.

27

28

29 II CONDIÇÃO INSEGURA

30 CONDIÇÃO INSEGURA: é o risco relativo a falta de planejamento do serviço o e deficiências materiais no meio ambiente, tais como:

31 EXEMPLOS DE CONDIÇÕES INSEGURAS

32

33

34 Construção e instalações em que se localiza a empresa: Prédio com área insuficiente, pisos fracos e irregulares; Iluminação deficiente; Ventilação deficiente ou excessiva, instalações sanitárias impróprias prias e insuficientes; Excesso de ruídos e trepidações; Falta de ordem e de limpeza; Instalações elétricas impróprias prias ou com defeitos.

35 MÁQUINAS Localização imprópria pria das máquinas; m Falta de proteção em móveis m e pontos de operação; Máquinas com defeitos.

36 MATÉRIA PRIMA Matéria ria-prima com defeito ou de mám qualidade; Matéria ria-prima fora de especificação.

37 Proteção do trabalhador: Proteção insuficiente ou totalmente ausente; Roupas não apropriadas; Calçado ado impróprio prio ou de falta de calçado; ado; Equipamento de proteção com defeito.

38 Produção: Cadência mal planejada; Velocidade excessiva; Má distribuição.

39 Horários rios de trabalho: Esforços os repetidos e prolongados; Má distribuição de horários rios e tarefas.

40 FATOR PESSOAL DE INSEGURANÇA é o que podemos chamar de problemas pessoais do indivíduo duo e que agindo sobre o trabalhador podem vir a provocar acidentes

41 EXEMPLOS: Problemas de saúde não tratados; Conflitos familiares; Falta de interesse pela atividade que desempenha; Alcoolismo; Uso de substâncias tóxicas; t Falta de conhecimento; Falta de experiência; Desajustamento físico, f mental ou emocional.

42 ANÁLISE DE ACIDENTES DE TRABALHO Todo acidente traz informações úteis para aqueles que se dedicam sua prevenção. Sendo um acidente não comum, raro, pode revelar a existências de causas ainda não conhecidas, causas que permaneciam ocultas e que não haviam sido notadas pelos encarregados da segurança. a.

43 Sendo um acidente comum, sendo a repetição de um infortúnio, nio, jáj ocorrido, pode revelar possíveis falhas nas medidas de prevenção que, por alguma razão a ser determinada, não estão impedindo essa repetição.

44 A CIPA deve participar em vários v aspectos relacionados com o estudo dos acidentes, preocupando-se em analisá-los los e elaborando relatórios, rios, registros, comunicações e sugestões entre outras providências, conforme o determinado na NR-5, item 5.16 da Portaria n.º 3.214, de 8 de junho de 1978, do Ministério do Trabalho.

45 A descrição do acidente deve ser feita com os pormenores possíveis, deve ser mencionada a parte do corpo atingida e devem ser incluídas as informações do encarregado. O diagnóstico da lesão será estabelecido pelo médico. m Constarão, ainda, descrições de como se desenvolveram os fatos relacionados ao acidente e a causa ou as causas que lhe deram origem

46 Esta investigação tem a participação de membro da CIPA. A CIPA deve concluir ainda sobre a causa do acidente, as possíveis responsabilidade ( principalmente atos inseguros ) e propor medidas, a quem deva tomá-las, para evitar que continuem presentes os riscos ou que eles se renovem.

47 Convém m ressaltar que o estudo de acidentes não deve limitar-se àquelas considerados graves. Pequenos acidentes podem revelar riscos grandes. Por outro lado, acidentes sem lesão devem se estudados cuidadosamente, porque podem transformar-se se em ocorrências com vítima. v Perceber, em fatos que parecem não ter gravidade, os perigos, os riscos que em ocasião futura se revelarão fontes de acidentes graves, é capacidade que os membros da CIPA devem desenvolver

48 INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES ÁRVORE DE CAUSAS

49 ÁRVORE DE CAUSAS método utilizado para investigar um acidente por vez, através s de esquemas que demonstrem o encadeamento lógico l entre os fatos e seus antecedentes.

50 Princípios de Elaboração a) Uma árvore começa a a ser reconhecida pelos seus frutos (ou fatos de partida). b) Cada fato tem um ou mais antecedentes comprovados ou hipotéticos, ticos, os quais também m podem ter outros antecedentes.

51 c) Cada antecedente deve ser registrado sem caracterizar julgamento (procurar causas e não culpados). d) Todos os antecedentes devem ser buscados e estudados o mais profundamente possível, evitando- se superficialidade ou futuras contestações.

52 e) Se houver formação de um grupo para realização da árvore, o mesmo deve ser unido, com decisões tomadas em consenso, tomando-se o cuidado de evitar imposições de ordem hierárquica rquica ou pessoal. f) A árvore deve ser feita numa linguagem clara e objetiva, facilitando- se sua interpretação. g) Os antecedentes finais devem ser chamados de raízes.

53 Perguntas-chave a) O que foi preciso para que o fato ocorresse? b) Isso foi necessário e suficiente para que o fato ocorresse? c) O que mais contribuiu para o fato?

54 Como coletar informações a) agir logo após s o acidente, indo ao local do ocorrido, observando evidências; b) envolver o máximo m de pessoas e informações; c) captar a realidade dos fatos, das vítimas v e das testemunhas, sem policiamento, censura ou pressão; d) tomar cuidado com possíveis deturpações ou esquecimentos dos depoentes; e) registrar as informações geradas, relativas às s pessoas, às s tarefas, ao material e ao meio de trabalho.

55 O local do acidente deve ser mantido sem alteração para que as condições do momento do acidente sejam perfeitamente identificadas pela comissão encarregada da investigação do mesmo.

SEGURANÇA EM LABORATÓRIO

SEGURANÇA EM LABORATÓRIO SEGURANÇA EM LABORATÓRIO 1 Portaria nº 3.214, de 08 de Junho de 1978 O Ministro de Estado, no uso de suas atribuições legais, considerando o disposto no Artigo 200, da Consolidação das Leis do Trabalho,

Leia mais

MANUAL MEIO AMBIENTE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO

MANUAL MEIO AMBIENTE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO MANUAL MEIO AMBIENTE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO PVP SOCIEDADE ANÔNIMA Fundada em 1962 1 Índice Introdução...... 04 Política de Saúde e Segurança do Trabalho... 06 1. Prevenção e Controle de Riscos...

Leia mais

Higiene e segurança no trabalho

Higiene e segurança no trabalho Higiene e segurança no trabalho Mourão Saldanha E-mail: veniciopaulo@gmail.com / Site: www.veniciopaulo.com O que é higiene no trabalho? Higiene do trabalho é um conjunto de normas e procedimentos que

Leia mais

Acidentes do Trabalho

Acidentes do Trabalho 01 coletanea de acidentes.mp4 Consequências dos acidentes por mínimas que eles sejam, sempre requerem cuidados especiais no tocante à readaptação do homem ao trabalho e, num sentido mais amplo, dependendo

Leia mais

Este estudo foi elaborado pelo DEJUR - Departamento Jurídico do CREA-PR

Este estudo foi elaborado pelo DEJUR - Departamento Jurídico do CREA-PR MÓDULO 01 AULA 03 RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL Temos a satisfação de apresentar o módulo de RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL em nosso Programa de Excelência em Projetos. Nele será possível entender as obrigações

Leia mais

Portaria MTPS Nº 207 DE 08/12/2015

Portaria MTPS Nº 207 DE 08/12/2015 Portaria MTPS Nº 207 DE 08/12/2015 Altera a Norma Regulamentadora nº 34 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval. O Ministro de Estado do Trabalho e Previdência

Leia mais

SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO Constituição de 1934 direito do trabalhador de higiene e segurança Constituição de 1937 - direito do trabalhador de

SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO Constituição de 1934 direito do trabalhador de higiene e segurança Constituição de 1937 - direito do trabalhador de SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO Constituição de 1934 direito do trabalhador de higiene e segurança Constituição de 1937 - direito do trabalhador de higiene e segurança Constituição de 1967 - direito do

Leia mais

17APOSTILA INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES

17APOSTILA INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES 17APOSTILA INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES Caros Colegas, Apresentamos a XVIl apostila da nossa Olimpíadas de Segurança, cujos temas são: Investigação e Análise de Acidentes. A Investigação ou Análise

Leia mais

13. Desatenção e cansaço

13. Desatenção e cansaço 13. Desatenção e cansaço Aula Interdisciplinar Indicação: 6º ao 9º Ano do Ensino Fundamental Ilustração do manual de Direção Defensiva do DENATRAN O ato de dirigir um veículo requer atenção permanente.

Leia mais

SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO

SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO Conjunto de medidas educacionais, técnicas, médicas e psicológicas adotadas com o objetivo de prevenir acidentes. As causas de um acidente: a) condição insegura: Tal condição

Leia mais

Climatizador de Ar Fresh Plus PCL703

Climatizador de Ar Fresh Plus PCL703 Climatizador de Ar Fresh Plus PCL703 Agradecemos sua preferencia por um produto da linha Lenoxx, um produto de alta tecnologia, seguro e eficiente. É muito importante ler atentamente este manual de instruções,

Leia mais

rimetal máquina codificadora a laser Modelo: TRCL Manual do Usuário Máquinas para Baterias

rimetal máquina codificadora a laser Modelo: TRCL Manual do Usuário Máquinas para Baterias máquina codificadora a laser Modelo: TRCL Manual do Usuário ÍNDICE INTRODUÇÃO Apresentação Dados Técnicos Cuidados Segurança Limpeza 2 3 4 5 6 MANUTENÇÃO Instruções Manutenção Preventiva REGULAGEM E AJUSTES

Leia mais

Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional Procedimento para Bancada de Serra Circular Elétrica

Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional Procedimento para Bancada de Serra Circular Elétrica Revisão: 00 Folha: 1 de 6 1) OBJETIVO Este procedimento estabelece os requisitos e condições mínimas para a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança

Leia mais

PLANO DE TRABALHOS COM RISCOS ESPECIAIS Execução de pinturas

PLANO DE TRABALHOS COM RISCOS ESPECIAIS Execução de pinturas Página 1 de 7 PLANO DE TRABALHOS COM RISCOS ESPECIAIS Execução de pinturas Página 2 de 7 PROCESSO CONSTRUTIVO 1. EECUÇÃO DE PINTURAS Esta actividade consiste nos trabalhos de pinturas nas paredes simples

Leia mais

SEGURANÇA DO TRABALHO

SEGURANÇA DO TRABALHO GESTÃO DE PESSOAS EM UAN / UPR SEGURANÇA DO TRABALHO Profª Celeste Viana TREINAMENTO FUNDAMENTAÇÃO LEGAL Portaria 3.214/78, NR nº9, subítem 9.5.2: Os empregadores deverão informar aos trabalhadores, de

Leia mais

XIV Simpósio, XIII Encontro Jurídico de Direito e. III Mostra de Pesquisa em Direito de Lagoa Vermelha. Questionamentos posteriores a palestra:

XIV Simpósio, XIII Encontro Jurídico de Direito e. III Mostra de Pesquisa em Direito de Lagoa Vermelha. Questionamentos posteriores a palestra: XIV Simpósio, XIII Encontro Jurídico de Direito e III Mostra de Pesquisa em Direito de Lagoa Vermelha. Questionamentos posteriores a palestra: Gestão da Saúde e Segurança dos Trabalhadores. Boa tarde!

Leia mais

BOLETIM TÉCNICO. NR-10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade. 1. Introdução. 2. Porque da importância da NR-10

BOLETIM TÉCNICO. NR-10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade. 1. Introdução. 2. Porque da importância da NR-10 NR-10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade 1. Introdução A Norma Regulamentadora n 10 é um documento que descreve um conjunto de procedimentos e requisitos para as atividades que envolvem

Leia mais

CONTEÚDO DO TRABALHO. Introdução e visão geral; NR-18 : PCMAT e PPRA;

CONTEÚDO DO TRABALHO. Introdução e visão geral; NR-18 : PCMAT e PPRA; Introdução e visão geral; NR-18 : PCMAT e PPRA; CONTEÚDO DO TRABALHO Doenças ocupacionais e riscos da construção civil; Quedas; Choque elétrico; Soterramento. A construção é um dos ramos mais antigos do

Leia mais

O QUE É UM ACIDENTE DE TRABALHO

O QUE É UM ACIDENTE DE TRABALHO O QUE É UM ACIDENTE DE TRABALHO CONCEITO LEGAL DE ACIDENTE DO TRABALHO (ART.131 DECRETO LEI 2171 DE 05/03/97) ACIDENTE DE TRABALHO É O QUE OCORRE PELO EXERCÍCIO DO TRABALHO A SERVIÇO DA EMPRESA (...),

Leia mais

CADERNO DE PROTEÇÕES COLETIVAS

CADERNO DE PROTEÇÕES COLETIVAS Quando edificares uma casa nova, farás um parapeito, no eirado, para que não ponhas culpa de sangue na tua casa, se alguém de algum modo cair dela. Moisés (1473 A.C.). Deuteronômio 22.8 CADERNO DE PROTEÇÕES

Leia mais

MANUTENÇÃO EM MANCAIS E ROLAMENTOS Atrito É o contato existente entre duas superfícies sólidas que executam movimentos relativos. O atrito provoca calor e desgaste entre as partes móveis. O atrito depende

Leia mais

Projeto Diga Sim a Vida e Não as Drogas

Projeto Diga Sim a Vida e Não as Drogas Projeto Diga Sim a Vida e Não as Drogas PÚLBLICO ALVO: Toda a comunidade escolar e a sociedade local de modo geral. APRESENTAÇÃO: Todos concordam que a Escola tem um papel fundamental em nossa sociedade,

Leia mais

Manual de Instruções e Certificado de Garantia SERRA DE FITA SF 1,30 - SF 1,74 - SF 2,55 - SF 2,82 SF 2,82 S - SF 3,15 S

Manual de Instruções e Certificado de Garantia SERRA DE FITA SF 1,30 - SF 1,74 - SF 2,55 - SF 2,82 SF 2,82 S - SF 3,15 S Manual de Instruções e Certificado de Garantia SERRA DE FITA SF 1,30 - SF 1,74 - SF 2,55 - SF 2,82 SF 2,82 S - SF 3,15 S Sumário 1 - Introdução 1.1 - Segurança 1.2 - Principais Componentes 1.3 - Características

Leia mais

MANUAL DE NORMAS GERAIS E DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO

MANUAL DE NORMAS GERAIS E DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO FACULDADES INTEGRADAS DO EXTREMO SUL DA BAHIA Credenciada pela Portaria Ministerial nº 1.727 de 13/06/2002 D. O.U. 14/06/2002 MANUAL DE NORMAS GERAIS E DE SEGURANÇA EM LABORATÓRIO Eunápolis BA 2009 1.

Leia mais

Limpeza e profissionalismo a toda a prova

Limpeza e profissionalismo a toda a prova Limpeza e profissionalismo a toda a prova A nossa missão Passa pela apresentação de uma oferta alargada de serviços de limpeza garantindo os mais altos padrões de qualidade, através de um sistema de melhoria

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br A figura do delinquente / transtornos da personalidade Vania Carmen de Vasconcelos Gonçalves* 1. INTRODUÇÃO Atualmente é comum nos depararmos diariamente com casos e relatos de violência,

Leia mais

Escola Secundária de Oliveira do Bairro. Ano Lectivo 2010/2011 QUEDA LIVRE FÍSICO-QUÍMICA. Mariana Figueiredo 11ºB nº17

Escola Secundária de Oliveira do Bairro. Ano Lectivo 2010/2011 QUEDA LIVRE FÍSICO-QUÍMICA. Mariana Figueiredo 11ºB nº17 Ano Lectivo 2010/2011 FÍSICO-QUÍMICA QUEDA LIVRE Mariana Figueiredo 11ºB nº17 QUESTÕES PRÉ-LABORATORIAIS Escola Secundária de Oliveira do Bairro 1- a) Na queda, o movimento é uniformemente acelerado porque

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA FACULDADE SÃO CAMILO-MG

REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA FACULDADE SÃO CAMILO-MG 1 REGULAMENTO INTERNO DA BIBLIOTECA FACULDADE SÃO CAMILO-MG CAPÍTULO I Disposição preliminares Art 1º A Biblioteca da Faculdade São Camilo-MG tem por objetivo geral apoiar as atividades de ensino-aprendizagem

Leia mais

Filmes. Filmes. Gestão de RH. Medicina e segurança no trabalho. Prof. Rafael Marcus Chiuzi

Filmes. Filmes. Gestão de RH. Medicina e segurança no trabalho. Prof. Rafael Marcus Chiuzi Gestão de RH Prof. Rafael Marcus Chiuzi Medicina e segurança no trabalho Filmes Vídeo humorístico sobre segurança no trabalho. Duração: 3 20 Filmes Sequência de vídeos de acidente de trabalho. Duração:

Leia mais

ALMOFADA MASSAGEADORA PARA AS COSTAS

ALMOFADA MASSAGEADORA PARA AS COSTAS VC-1 ALMOFADA MASSAGEADORA PARA AS COSTAS COM MANUAL DE INSTRUÇÕES POR FAVOR, LEIA ATENTAMENTE ESTAS INSTRUÇÕES ÍNDICE PRECAUÇÕES IMPORTANTES PRECAUÇÕES COM AS BATERIAS PRECAUÇÕES MÉDICAS GUARDE ESTAS

Leia mais

Infra estrutura precária Máquinas e Equipamentos

Infra estrutura precária Máquinas e Equipamentos Variável: Infra estrutura precária Máquinas e Equipamentos Participantes do Aprofundamento da Variável: Coordenador: Mário Vinícius Bueno Cerâmica Betel - Uruaçu-Go Colaboradores: Juarez Rodrigues dos

Leia mais

Para solução de problemas

Para solução de problemas Para solução de problemas Sumário 1. Introdução...4 2. O que é?...6 3. Porque 5?...7 4.Como fazer...8 5.Exemplo...9 6. Dicas...11 7. Conclusão...13 O maior erro cometido por um diretor ou um gerente é

Leia mais

MANUAL DE OPERAÇÃO RAMPA PNEUMÁTICA RP 045 REVISÃO 00

MANUAL DE OPERAÇÃO RAMPA PNEUMÁTICA RP 045 REVISÃO 00 MANUAL DE OPERAÇÃO RAMPA PNEUMÁTICA RP 045 REVISÃO 00 B12-084 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 2 2. INFORMAÇÕES GERAIS... 3 2.1. DIMENSÕES... 3 2.2. DADOS TÉCNICOS... 3 2.3. ACESSÓRIOS... 3 2.4. OPERAÇÃO... 4

Leia mais

Cozinha Industrial. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho

Cozinha Industrial. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Cozinha Industrial Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Serviços de alimentação Este tipo de trabalho aparenta não ter riscos, mas não é bem assim, veja alguns exemplos: Cortes

Leia mais

Texto para a questão 4

Texto para a questão 4 CONHECIMENTOS GERAIS 05 QUESTÕES 1. Assinale o nome que se dá para o conjunto de regras que trata dos Direitos e Deveres dos funcionários públicos civis do Município de Ponte Alta/SC: a. Constituição do

Leia mais

Manual de Instruções Aparelho Abdominal

Manual de Instruções Aparelho Abdominal Manual de Instruções Aparelho Abdominal Parabéns, você acabou de adquirir o Aparelho Abdominal! Um produto ideal para você cuidar da sua saúde e do seu corpo no conforto da sua casa. Temos certeza que

Leia mais

Perícias envolvendo Produtos Perigosos DE ACIDENTES ENVOLVENDO. Carga Perigosa. pauloademar@pauloademar.com.br

Perícias envolvendo Produtos Perigosos DE ACIDENTES ENVOLVENDO. Carga Perigosa. pauloademar@pauloademar.com.br PERÍCIAS DE ACIDENTES ENVOLVENDO Carga Perigosa 1 Professor Paulo Ademar Cel (31) 9 9 8 4 78 00 Belo Horizonte Engenheiro Civil e de Segurança do Trabalho Perito Criminal e Judicial Especialista em Acidentes

Leia mais

1 SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA AO IMÓVEL- RESIDÊNCIAL E/OU COMERCIAL

1 SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA AO IMÓVEL- RESIDÊNCIAL E/OU COMERCIAL 1 SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA AO IMÓVEL- RESIDÊNCIAL E/OU COMERCIAL 1.1. ELETRICISTA- RESIDÊNCIAL E COMERCIAL 1.1.1. Em caso de dano elétrico em rede de baixa tensão que venha a danificar as instalações do

Leia mais

1.2 Identificação do Produto: Nome: Pindorama,Vinol e Expressão GEL LAVA BANHEIROS LUMINAR

1.2 Identificação do Produto: Nome: Pindorama,Vinol e Expressão GEL LAVA BANHEIROS LUMINAR Página 1 de 7 Última Revisão: MAR / 2010 FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO GEL LAVA BANHEIROS LUMINAR 1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA E DO PRODUTO 1.1 - Identificação da Empresa: Valdir Carvalhal

Leia mais

DECLARAÇÃO DE GUERRA AO RUÍDO

DECLARAÇÃO DE GUERRA AO RUÍDO DECLARAÇÃO DE GUERRA AO RUÍDO Diz-se que a capacidade auditiva deficiente não pode ser curada nem corrigida devido ao fato de que a perda da audição produzida pelo ruído é sempre permanente. O ouvido humano

Leia mais

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil

XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil XX Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica SENDI 2012-22 a 26 de outubro Rio de Janeiro - RJ - Brasil LUCIANO DINIZ MENDONÇA LIMA Efacec do Brasil Ltda. luciano.diniz@efacecenergy.com.br

Leia mais

N.º revisão: 1,20. Esta mistura não é classificada como perigosa de acordo com a Directiva 1999/45/CE.

N.º revisão: 1,20. Esta mistura não é classificada como perigosa de acordo com a Directiva 1999/45/CE. SECÇÃO 1: Identificação da substância/mistura e da sociedade/empresa 1.1. Identificador do produto 1.2. Utilizações identificadas relevantes da substância ou mistura e utilizações desaconselhadas Utilização

Leia mais

FOGÃO ELÉTRICO. Manual de Instruções SIEMSEN. (0xx) 47 255 2000 LINHA DIRETA

FOGÃO ELÉTRICO. Manual de Instruções SIEMSEN. (0xx) 47 255 2000 LINHA DIRETA Manual de Instruções METALÚRGICA SIEMSEN LTDA. Fone: +55 (0 )47 255 2000 - Fax: +55 (0 )47 255 2020 Rua: Anita Garibaldi, nº 262 - Bairro: São Luiz - CP: 52 CEP: 88351-410 - Brusque - Santa Catarina -

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA PEDRO ROGÉRIO GARCIA- FATTEP FUNDAÇÃO ADOLPHO BÓSIO DE EDUCAÇÃO NO TRANSPORTE-FABET EDICLÉIA KARINE MANTHEI

FACULDADE DE TECNOLOGIA PEDRO ROGÉRIO GARCIA- FATTEP FUNDAÇÃO ADOLPHO BÓSIO DE EDUCAÇÃO NO TRANSPORTE-FABET EDICLÉIA KARINE MANTHEI 0 FACULDADE DE TECNOLOGIA PEDRO ROGÉRIO GARCIA- FATTEP FUNDAÇÃO ADOLPHO BÓSIO DE EDUCAÇÃO NO TRANSPORTE-FABET EDICLÉIA KARINE MANTHEI EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL Concórdia- SC 2014 1 EDICLÉIA KARINE

Leia mais

Dist. da linha saída à 1ª barreira

Dist. da linha saída à 1ª barreira TÉCNICA DAS CORRIDAS COM BARREIRAS Antes de mais nada podemos dizer que as corridas com barreiras são provas de velocidade rasa porque, muito embora o barreiristas se depare com uma série de barreiras

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO UTILIZADOS EM PLANO DE MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS

PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO UTILIZADOS EM PLANO DE MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS Coleção MONTICUCO Fascículo Nº 38 Engenharia de Segurança e Meio Ambiente do Trabalho PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO UTILIZADOS EM PLANO DE MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS AUTOR AUTOR: HÉLIO MARCOS DA SILVA

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE GOVERNO. DECRETO LEI N.º 8/2003, de 18 de Junho 2003 REGULAMENTO DE ATRIBUI ÇÃO E USO DOS VEÍCULOS DO ESTADO

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE GOVERNO. DECRETO LEI N.º 8/2003, de 18 de Junho 2003 REGULAMENTO DE ATRIBUI ÇÃO E USO DOS VEÍCULOS DO ESTADO REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE GOVERNO DECRETO LEI N.º 8/2003, de 18 de Junho 2003 REGULAMENTO DE ATRIBUI ÇÃO E USO DOS VEÍCULOS DO ESTADO O Governo decreta, nos termos da alínea d) do artigo 116.º

Leia mais

LBH-1790A,1795A PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA

LBH-1790A,1795A PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA LBH-1790A,1795A PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA PARA GARANTIR O USO SEGURO DA SUA MÁQUINA DE COSTURA Para operar uma máquina de costura, máquina automática e dispositivos auxiliares (daqui por diante denominados

Leia mais

Seja bem Vindo! NR 8 Edificações. Carga horária: 30hs

Seja bem Vindo! NR 8 Edificações. Carga horária: 30hs Seja bem Vindo! Curso NR 8 Edificações CursosOnlineSP.com.br Carga horária: 30hs Conteúdo programático: Introdução Circulação Atividades em Edificações com Risco de Queda Cuidados Extras na Circulação

Leia mais

O céu. Aquela semana tinha sido uma trabalheira! www.interaulaclube.com.br

O céu. Aquela semana tinha sido uma trabalheira! www.interaulaclube.com.br A U A UL LA O céu Atenção Aquela semana tinha sido uma trabalheira! Na gráfica em que Júlio ganhava a vida como encadernador, as coisas iam bem e nunca faltava serviço. Ele gostava do trabalho, mas ficava

Leia mais

4. Conceito de Paralisia Cerebral construído pelos Professores

4. Conceito de Paralisia Cerebral construído pelos Professores 4. Conceito de Paralisia Cerebral construído pelos Professores Como descrevemos no capitulo II, a Paralisia Cerebral é uma lesão neurológica que ocorre num período em que o cérebro ainda não completou

Leia mais

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725 NOME DO PRODUTO: SOLUÇÃO 2 - ORTOTOLIDINA

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725 NOME DO PRODUTO: SOLUÇÃO 2 - ORTOTOLIDINA NOME DO PRODUTO: SOLUÇÃO 2 - ORTOTOLIDINA DATA DA ÚLTIMA REVISÃO: 09/08/2013 1/7 FISPQ NRº. 022 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA. - Nome do Produto: Ortotolidina - Solução - Nome Comercial: Solução

Leia mais

Higiene, Segurança e Saúde no Trabalho. Paulo Gama Engº de Segurança a do Trabalho

Higiene, Segurança e Saúde no Trabalho. Paulo Gama Engº de Segurança a do Trabalho Higiene, Segurança e Saúde no Trabalho Paulo Gama Engº de Segurança a do Trabalho SUPERNORTE - 2011 O que é Higiene, Segurança a e Saúde no Trabalho? Higiene, Segurança e Saúde no Trabalho pode ser entendida

Leia mais

MANUAL DO PROPRIETÁRIO

MANUAL DO PROPRIETÁRIO MANUAL DO PROPRIETÁRIO v.01 AVISO IMPORTANTE! ESPECIFICAÇÕES FAZER UMA DESCARGA E RECARGA COMPLETA A CADA 90 DIAS. Modelo: Motor: Potência: AUTONOMIA: Velocidade máxima: Autonomia: Tempo de recarga: Bateria:

Leia mais

F.I.S.P.Q. FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO TIPO DE PRODUTO : DESINFETANTE HOSPITALAR PARA SUPERFICIES FIXAS

F.I.S.P.Q. FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO TIPO DE PRODUTO : DESINFETANTE HOSPITALAR PARA SUPERFICIES FIXAS F.I.S.P.Q. FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA NOME DO PRODUTO ALCOOL NORD DESINFETANTE HOSPITALAR PARA SUPERFICIES FIXAS NOME DO FABRICANTE Cinord

Leia mais

MANUAL DE OPERAÇÃO GARRA FLASH TC 3D

MANUAL DE OPERAÇÃO GARRA FLASH TC 3D MANUAL DE OPERAÇÃO GARRA FLASH TC 3D REVISÃO 00.3 B12-076 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 2 1.1. CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE O APARELHO... 2 2. INSTRUÇÕES DE USO... 3 3. AFERIÇÃO DA GARRA FLASH... 4 I 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

Manual do Operador Compactador de solo TV6DF

Manual do Operador Compactador de solo TV6DF Manual do Operador Compactador de solo TV6DF Produto importado e distribuído por: www.ccmdobrasil.com.br - info@ccmdobrasil.com.br CNPJ: 76.068.311/0001-54 Inclui manual em português e certificado de garantia

Leia mais

www.ree.org.br Sobre as curas espirituais IEEWFM, 7 de maio de 2013

www.ree.org.br Sobre as curas espirituais IEEWFM, 7 de maio de 2013 Sobre as curas espirituais IEEWFM, 7 de maio de 2013 O diálogo a seguir envolve dois assuntos de grande interesse geral: a proteção oferecida pelos espíritos frente às diferentes situações a que somos

Leia mais

Bigcompra. "Qualidade mundial na distribuição e fabricação de Equipamentos de Proteção ao Homem"

Bigcompra. Qualidade mundial na distribuição e fabricação de Equipamentos de Proteção ao Homem Bigcompra "Qualidade mundial na distribuição e fabricação de Equipamentos de Proteção ao Homem" A Bigcompra Ltda é uma empresa especializada na fabricação e importação de E.P.I. (Equipamentos de Proteção

Leia mais

FICHA DE SEGURANÇA Edição revista no : 1

FICHA DE SEGURANÇA Edição revista no : 1 Página : 1 Etiqueta 2.2 : Gás não inflamável e não tóxico. 1 IDENTIFICAÇÃO DA SUBSTÂNCIA/PREPARAÇÃO E DA SOCIEDADE / EMPRESA Designação Comercial : N Ficha de Segurança : Uso : Gas Refrigerante. Identificação

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Só há uma opção correta em cada questão. Operador de Máquinas Pesadas CNH D Retroescavadeira

PROVA ESPECÍFICA Só há uma opção correta em cada questão. Operador de Máquinas Pesadas CNH D Retroescavadeira PROVA ESPECÍFICA Só há uma opção correta em cada questão Operador de Máquinas Pesadas CNH D Retroescavadeira 01) Analise as proposições abaixo e assinale a que não é conveniente ao operador da máquina

Leia mais

TR Tanque Flash. 1. Termo de garantia. 2. Informações gerais de segurança. 3. Informações de segurança específicas do produto

TR Tanque Flash. 1. Termo de garantia. 2. Informações gerais de segurança. 3. Informações de segurança específicas do produto 1.753.000.080 IM-D176-01 BR Rev.00 TR Tanque Flash Manual de Instalação e Manutenção 1. Termo de garantia 2. Informações gerais de segurança 3. Informações de segurança específicas do produto 4. Informações

Leia mais

LANÇADEIRAS PARA MÁQUINAS DE COSTURA CUSTO VERSUS PREÇO: QUANDO GASTAR MAIS SIGNIFICA ECONOMIZAR DINHEIRO!

LANÇADEIRAS PARA MÁQUINAS DE COSTURA CUSTO VERSUS PREÇO: QUANDO GASTAR MAIS SIGNIFICA ECONOMIZAR DINHEIRO! A lançadeira é o coração da máquina de costura: todo técnico sabe disso! A qualidade do ponto e a eficiência da máquina de costura dependem da lançadeira. Até mesmo a melhor máquina de costura, da melhor

Leia mais

Para proteção completa contra chuva, está disponível em lojas de varejo uma capa de chuva ABC Design.

Para proteção completa contra chuva, está disponível em lojas de varejo uma capa de chuva ABC Design. MANUAL DE INSTRUÇÕES MODELO ABC DESIGN PRIMO Moldura de Alumínio leve Alças giratórias em 360 graus 4 posições de regulagem de encosto Rodas dianteiras giratórias e bloqueáveis. toldo removível Testado

Leia mais

Manual de instruções Medidor de Consumo Heliar

Manual de instruções Medidor de Consumo Heliar Manual de instruções Medidor de Consumo Heliar A&C Automação e Controle Rua: Itápolis nº 84 SBC. SP CEP:09615-040 Tel: (11) 4368-4202 Fax: (11) 4368-5958 www.aecautomacao.com.br INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA

Leia mais

SKYMSEN LINHA DIRETA. Ramais 2011 2012 2013. E-mail: at@siemsen.com.br

SKYMSEN LINHA DIRETA. Ramais 2011 2012 2013. E-mail: at@siemsen.com.br PRODUTOS METALÚRGICA SIEMSEN LTDA. Rua Anita Garibaldi, nº 262 Bairro: S o Luiz CEP: 88351-410 Brusque Santa Catarina Brasil Fone: +55 47 255 2000 Fax: +55 47 255 2020 www.siemsen.com.br - comercial@siemsen.com.br

Leia mais

CRIME DOLOSO E CRIME CULPOSO PROFESSOR: LEONARDO DE MORAES

CRIME DOLOSO E CRIME CULPOSO PROFESSOR: LEONARDO DE MORAES CRIME DOLOSO E CRIME CULPOSO PROFESSOR: LEONARDO DE MORAES Espécies de Conduta a) A conduta pode ser dolosa ou culposa. b) A conduta pode ser comissiva ou omissiva. O tema dolo e culpa estão ligados à

Leia mais

ACIDENTE E INCIDENTE INVESTIGAÇÃO

ACIDENTE E INCIDENTE INVESTIGAÇÃO ACIDENTE E INCIDENTE INVESTIGAÇÃO OBJETIVOS Para definir as razões para a investigação de acidentes e incidentes. Para explicar o processo de forma eficaz a investigação de acidentes e incidentes. Para

Leia mais

Principal uso do produto: Indicado para remoção de ceras de pisos em geral.

Principal uso do produto: Indicado para remoção de ceras de pisos em geral. Página 1 de 7 FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO JATO REMOVEDOR LUMINAR 1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA E DO PRODUTO 1.1 - Identificação da Empresa: Valdir Carvalhal Rua 9 de julho, 232 -

Leia mais

ANEXO 1 - TERMO DE REFERÊNCIA Substituição das telhas de alumínio da marquise frontal do prédio sede da Justiça Federal ES

ANEXO 1 - TERMO DE REFERÊNCIA Substituição das telhas de alumínio da marquise frontal do prédio sede da Justiça Federal ES 1 ANEXO 1 - TERMO DE REFERÊNCIA Substituição das telhas de alumínio da marquise frontal do prédio sede da Justiça Federal ES 1 OBJETO: 1.1 Contratação de empresa para substituição de telhas de alumínio

Leia mais

Coleção MONTICUCO Fascículo Nº 25 Engenharia de Segurança e Meio Ambiente do Trabalho LISTA DE CHECAGEM SEGURANÇA EM ESCRITÓRIO

Coleção MONTICUCO Fascículo Nº 25 Engenharia de Segurança e Meio Ambiente do Trabalho LISTA DE CHECAGEM SEGURANÇA EM ESCRITÓRIO LISTA DE CHECAGEM DE SEGURANÇA EM ESCRITÓRIO 1 Autor DEOGLEDES MONTICUCO Iniciou aos 14 anos como Mensageiro. 1974 - Engenheiro Civil e 1975 - Engenheiro de Segurança do Trabalho. Obras de construções:

Leia mais

Gerenciamento da Qualidade

Gerenciamento da Qualidade Gerenciamento da Qualidade Processos da Qualidade (JURAN) Planejamento Execução Monitoramento e Controle Planejar a qualidade Realizar a garantia da qualidade Realizar o controle da qualidade Inclui os

Leia mais

Referência: Reunião Técnica, Memorial Descritivo Rev: 2. Proteções Existentes. Observações (O)/ Recomendações (R) Meio Ambiente.

Referência: Reunião Técnica, Memorial Descritivo Rev: 2. Proteções Existentes. Observações (O)/ Recomendações (R) Meio Ambiente. Ambiente Imagem 1 Vazamento de produto inflamável armazenado em frascos, bombonas ou tambores. - Falha durante o manuseio ou transporte do recipiente provocando tombamento ou queda; - Recipiente em más

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 01. São atitudes corretas de atendimento ao público, EXCETO: A) Ser cortês. B) Tratar bem o cliente. C) Favorecer um ambiente agradável. D) Não dar a mínima importância ao problema

Leia mais

Instruções para Carrinho de Bebê Multifuncional SONHO

Instruções para Carrinho de Bebê Multifuncional SONHO Instruções para Carrinho de Bebê Multifuncional SONHO Carrinho SONHO Manual Carrinho Sonho- Dardara - 2 as ilustrações são apenas representações. o design e o estilo podem variar. Antes de usar o carrinho,

Leia mais

ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL

ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL ÉTICA E LEGISLAÇÃO PROFISSIONAL Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP Curso: Arquitetura e Urbanismo Disciplina: Ética e Legislação Profissional Assunto: Responsabilidades do Profissional Prof. Ederaldo

Leia mais

RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL DOS ACIDENTES DE TRABALHO PERANTE A NOVA CONSTITUIÇÃO ACIDENTE NÃO ACONTECE POR ACONTECER EXISTE UMA CAUSA EXISTEM RESPONSABILIDADES EXISTEM RESPONSÁVEIS O PRIMEIRO CASO

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico. PRODUTO Metano, Comprimido Página 1 / 5 FIS.SEDC 23.062 Revisão 0 Data: 12/06/2007

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico. PRODUTO Metano, Comprimido Página 1 / 5 FIS.SEDC 23.062 Revisão 0 Data: 12/06/2007 PRODUTO Metano, Comprimido Página 1 / 5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto Metano, Comprimido Nome da Empresa AIR LIQUIDE BRASIL LTDA Endereço Av. das Nações Unidas 11.541 - cjs.

Leia mais

PREZADO CLIENTE DESCRIÇÃO DO PRODUTO GARANTIA DO EQUIPAMENTO DADOS GERAIS

PREZADO CLIENTE DESCRIÇÃO DO PRODUTO GARANTIA DO EQUIPAMENTO DADOS GERAIS ÍNDICE Descrição do Produto... 3 Garantia do Equipamento... 3 Dados Gerais... 3 Especificações Técnicas... 5 Simbologia... 5 Dimensões... 6 Instalação... 7 Funcionamento... 7 Manutenção... 7 Precauções...

Leia mais

Editor: Secretariado Nacional para a Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiência

Editor: Secretariado Nacional para a Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiência Editor: Secretariado Nacional para a Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiência Ilustrações: Maria João Lopes Local e Data de Edição: Lisboa, 2005 Colecção: Folhetos SNR, n.º 4 Fotocomposição

Leia mais

L-PCR, PCR SERIES MAGNA COMÉRCIO DE BALANÇAS LTDA DISTRIBUIDOR EXCLUSIVO TORREY NO BRASIL BALANÇA ELETRÔNICA MANUAL DE USUÁRIO REVISAO: 1.

L-PCR, PCR SERIES MAGNA COMÉRCIO DE BALANÇAS LTDA DISTRIBUIDOR EXCLUSIVO TORREY NO BRASIL BALANÇA ELETRÔNICA MANUAL DE USUÁRIO REVISAO: 1. MAGNA COMÉRCIO DE BALANÇAS LTDA DISTRIBUIDOR EXCLUSIVO TORREY NO BRASIL BALANÇA ELETRÔNICA L-PCR, PCR SERIES MANUAL DE USUÁRIO REVISAO: 1.1 IMPORTANTE: ANTES DE OPERAR ESTA BALANÇA, FAVOR LER COMPLETAMENTE

Leia mais

ALISADOR DE CONCRETO MANUAL DO USUÁRIO NAC2. Por favor, leia este Manual com atenção pára uso do equipamento.

ALISADOR DE CONCRETO MANUAL DO USUÁRIO NAC2. Por favor, leia este Manual com atenção pára uso do equipamento. ALISADOR DE CONCRETO MANUAL DO USUÁRIO NAC2 Por favor, leia este Manual com atenção pára uso do equipamento. Aviso Importante Certifique-se de verificar o nível de óleo como é descrito a seguir: 1. Nível

Leia mais

AutoVistoria Segurança em Edificações. Eng. Eletricista e Segurança do Trabalho: Rogerio Maurer Email: rogeriomaurer@gmail.com

AutoVistoria Segurança em Edificações. Eng. Eletricista e Segurança do Trabalho: Rogerio Maurer Email: rogeriomaurer@gmail.com AutoVistoria Segurança em Edificações Eng. Eletricista e Segurança do Trabalho: Rogerio Maurer Email: rogeriomaurer@gmail.com Motivação: Segurança! Lei Estadual nº 6400, de 05 de Março de 2013. Art. 1º

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO NOTIFICAÇÃO RECOMENDATÓRIA N.º 3638/2014 O MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO e o MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO na Região de Caxias do Sul, com fundamento nos artigos 6º, inciso XX, da Lei Complementar

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO VIAPOL LTDA Nome do Produto: DILUENTE POLIMAX FISPQ Nº: 093 Página: 1 de 6 Data: 05/11/12 Rev: 02

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO VIAPOL LTDA Nome do Produto: DILUENTE POLIMAX FISPQ Nº: 093 Página: 1 de 6 Data: 05/11/12 Rev: 02 Página: 1 de 6 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome: DILUENTE POLIMAX Empresa: Viapol Ltda Endereço: Rodovia Vito Ardito, 6.401 km 118,5 Complemento: Bairro: Jd. Campo Grande Cidade: Caçapava

Leia mais

1 INSTRUÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA

1 INSTRUÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA [REV.03 29112011] 1 INSTRUÇÕES IMPORTANTES DE SEGURANÇA É muito importante que você leia atentamente todas as instruções contidas neste manual antes de utilizar o produto, pois elas garantirão sua segurança

Leia mais

A Responsabilidade Penal em Acidente Aeronáutico

A Responsabilidade Penal em Acidente Aeronáutico JUSTIÇA FEDERAL A Responsabilidade Penal em Acidente Aeronáutico OBJETIVO Conhecer as principais conseqüências jurídicas de um acidente aéreo, a especialmente quanto à responsabilidade criminal. ROTEIRO

Leia mais

Este procedimento tem como objetivo, estabelecer critérios e procedimentos necessários para montagem e utilização de escadas, rampas e passarelas.

Este procedimento tem como objetivo, estabelecer critérios e procedimentos necessários para montagem e utilização de escadas, rampas e passarelas. Revisão: 00 Folha: 1 de 7 1. Objetivo Este procedimento tem como objetivo, estabelecer critérios e procedimentos necessários para montagem e utilização de escadas, rampas e 2. Documentos de Referência

Leia mais

N.º revisão: 1,10. Esta mistura não é classificada como perigosa de acordo com a Directiva 1999/45/CE.

N.º revisão: 1,10. Esta mistura não é classificada como perigosa de acordo com a Directiva 1999/45/CE. SECÇÃO 1: Identificação da substância/mistura e da sociedade/empresa 1.1. Identificador do produto 1.2. Utilizações identificadas relevantes da substância ou mistura e utilizações desaconselhadas Utilização

Leia mais

NEXO CAUSAL PROFESSOR: LEONARDO DE MORAES

NEXO CAUSAL PROFESSOR: LEONARDO DE MORAES NEXO CAUSAL PROFESSOR: LEONARDO DE MORAES 1 Conceito. Causa. É elemento do fato típico. É o vínculo entre conduta e resultado. O estudo da causalidade busca concluir se o resultado decorreu da conduta

Leia mais

LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997

LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997 LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997 Institui o Código de Trânsito Brasileiro. CAPÍTULO IX DOS VEÍCULOS Da Segurança dos Veículos Art. 105. São equipamentos obrigatórios dos veículos, entre outros a

Leia mais

11 FÍSICO- QUÍMICA alunos abrangidos pela Portaria n.º 23/2015, de 27 de fevereiro 3.ºciclo do ENSINO BÁSICO 20

11 FÍSICO- QUÍMICA alunos abrangidos pela Portaria n.º 23/2015, de 27 de fevereiro 3.ºciclo do ENSINO BÁSICO 20 informação-prova de equivalência à frequência data:. 0 5. 2 0 11 FÍSICO- QUÍMICA alunos abrangidos pela Portaria n.º 23/2015, de 27 de fevereiro 3.ºciclo do ENSINO BÁSICO 20 1.O B J E T O D E A V A L I

Leia mais

RKM 2001 ALPIN RKM 2300 ALPIN RKA 2500 ALPIN RKE 2500N EASY ALPIN EPI 25

RKM 2001 ALPIN RKM 2300 ALPIN RKA 2500 ALPIN RKE 2500N EASY ALPIN EPI 25 Estrutura de Suporte dos Coletores RKM 2001 ALPIN RKM 2300 ALPIN RKA 2500 ALPIN RKE 2500N EASY ALPIN EPI 25 Terraço Plano Parque Industrial e Comercial de Loulé, Lote 11 A Índice 1 - Recomendações de segurança...

Leia mais

O que a Postura Consultiva tem a ver com Você

O que a Postura Consultiva tem a ver com Você O que a Postura Consultiva tem a ver com Você Marcelo Egéa M* O que é postura consultiva Criar e sustentar uma marca é um trabalho que exige o máximo de todos na empresa. Alguns têm contato direto com

Leia mais

FUNDAMENTOS DA HIGIENE E SEGURANÇA

FUNDAMENTOS DA HIGIENE E SEGURANÇA FUNDAMENTOS DA HIGIENE E SEGURANÇA INTRODUÇÃO A indústria sempre teve associada a vertente humana, nem sempre tratada como sua componente preponderante. Até meados do século 20, as condições de trabalho

Leia mais

MANUAL DOS PAIS UM PROJETO DESTINADO ÀS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

MANUAL DOS PAIS UM PROJETO DESTINADO ÀS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL 1 UM PROJETO DESTINADO ÀS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL É hora de promover a segurança e a harmonia no trânsito. E os pais podem dar o exemplo. No Brasil, o índice

Leia mais

A NR-20 e o armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis em instalações administrativas

A NR-20 e o armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis em instalações administrativas A NR-20 e o armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis em instalações administrativas Autora Patrícia Lins de Paula A NR-20, Norma Regulamentadora 20 do Ministério do Trabalho e Emprego, trata

Leia mais

TRABALHO NO RS Um acidente a cada 10 minutos. Fonte: Zero Hora Dezembro de 2013 (Sábado 14/12/2013)

TRABALHO NO RS Um acidente a cada 10 minutos. Fonte: Zero Hora Dezembro de 2013 (Sábado 14/12/2013) TRABALHO NO RS Um acidente a cada 10 minutos Fonte: Zero Hora Dezembro de 2013 (Sábado 14/12/2013) ACIDENTES Descaso com a segurança no ambiente profissional provocou 166 mortes de trabalhadores no Rio

Leia mais

ANEXO IX NORMAS E PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO CONVITE Nº. 003/2012

ANEXO IX NORMAS E PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO CONVITE Nº. 003/2012 ANEXO IX NORMAS E PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO CONVITE Nº. 003/2012 1.) CONDIÇÕES BÁSICAS 1.1. As empreiteiras que admitam trabalhadores deverão cumprir a Norma Regulamentadora nº

Leia mais

CERIMÔNIA DAS FLORES

CERIMÔNIA DAS FLORES INSTRUÇÕES GERAIS O Altar, os assentos e os postos dos Oficiais e as cadeiras para os membros devem ser arrumados de acordo com a Sala Capitular indicada no Diagrama 1. Uma das mensagens mais bonitas que

Leia mais