MSD Prev Sociedade de Previdência Privada Relatório de Auditoria Atuarial Plano de Aposentadoria Deloitte Touche Tohmatsu

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1 MSD Prev Sociedade de Previdência Privada Relatório de Auditoria Atuarial

2 I - ÍNDICE INTRODUÇÃO...2 II - ANÁLISE DO PLANO DE BENEFÍCIOS... 2 III - CADASTRO DE PARTICIPANTES... 5 IV - HIPÓTESES BIOMÉTRICAS, DEMOGRÁFICAS E FINANCEIRAS... 6 IV.1 ALTERAÇÕES NAS HIPÓTESES... 7 IV.2 ADEQUAÇÃO DAS HIPÓTESES... 8 V - ATIVO LÍQUIDO VI - REGIMES FINANCEIROS VII - METODOLOGIA ATUARIAL VIII - NOTA TÉCNICA ATUARIAL IX - PLANO DE CUSTEIO X - CUSTEIO ADMINISTRATIVO XI - EQUILÍBRIO ATUARIAL E SOLVÊNCIA DO PLANO XII - METODOLOGIA DE CÁLCULO DAS QUOTAS XIII - AUDITORIA DE BENEFÍCIOS XIV - CONCLUSÃO ANEXOS Anexo I Demonstrativo dos Resultados da Avaliação Atuarial e Parecer de 31/12/2004 Anexo II Tábuas Biométricas Anexo III Relatório de Crítica dos Dados Cadastrais Anexo IV Relatório de Auditoria de Benefícios 1

3 I - Introdução Em conformidade com a Resolução MPAS/CGPC n 03, de 19/12/2001, na qualidade de Auditores Atuariais da MSD Prev Sociedade de Previdência Privada, apresentamos o Relatório de Auditoria Atuarial do, baseado nas premissas adotadas na avaliação atuarial de 31/12/2004. Esta auditoria atuarial tem por objetivo verificar e avaliar a coerência e consistência do cadastro dos participantes, das hipóteses biométricas, demográficas e financeiras, do regime de financiamento das reservas necessárias à cobertura dos benefícios e do perfil do financiamento do plano, com vistas à capitalização deste através de contribuições normais e extraordinárias, visando a preservação do nível de solvência do plano de benefícios. Este parecer compreenderá, portanto, a opinião técnico-atuarial sobre os pontos acima expostos. Ressaltamos que, segundo a supracitada Resolução, o resultado da auditoria atuarial deve conter a manifestação sobre as hipóteses biométricas, demográficas e financeiras, bem como sobre a metodologia empregada para cálculo dos custos atuariais do plano, nos últimos três anos. Porém, caso sejam verificadas, no decorrer dos últimos cinco anos, alterações nas hipóteses do plano de benefícios auditado, deverão ainda ser identificadas as razões de tais mudanças. Neste caso, esclarecemos que, tendo ocorrido alterações de hipóteses ao longo das reavaliações atuariais, de 2000 a 2004, analisaremos as razões de tais mudanças ao longo dos últimos cinco anos. II - Análise do Plano de Benefícios A seguir apresentamos um breve resumo do plano de benefícios da MSD Prev Sociedade de Previdência Privada, denominado, patrocinado pela Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda e pela MSD Prev Sociedade de Previdência Privada, delineado na modalidade de Contribuição Definida, contemplando os seguintes benefícios: Aposentadoria Normal Aposentadoria Antecipada Aposentadoria Postergada Incapacidade Pecúlio por Morte Beneficio Diferido por Desligamento Benefício Mínimo Os níveis básicos dos benefícios contidos no regulamento e suas respectivas elegibilidades são apresentados no quadro a seguir: 2

4 Benefício Descrição Elegibilidade Aposentadoria Normal Aposentadoria Antecipada Aposentadoria Postergada (*) Incapacidade Pecúlio Morte por Transformação de 100% do Saldo de Conta do Participante na data do cálculo, considerando a forma de pagamento escolhida pelo participante. Transformação de 100% do Saldo de Conta do Participante na data do cálculo, considerando a forma de pagamento escolhida pelo participante. Transformação de 100% do Saldo de Conta de Contribuição do Participante e 80% do Saldo de Conta de Contribuição da Patrocinadora na data do cálculo, considerando a forma de pagamento escolhida pelo participante. Transformação de 100% do Saldo de Conta do Participante na data do cálculo, acrescido do Saldo de Conta Projetada, considerando a forma de pagamento escolhida pelo participante. Participante Ativo: Pagamento único correspondente a 100% do Saldo de Conta do Participante, acrescido do Saldo de Conta Projetada, na data do cálculo. Participante Assistido: Pagamento único correspondente a 100% do saldo remanescente do Saldo de Conta do Participante anos de idade. - 5 anos de serviço contínuo. - a elegibilidade a este benefício cessará 12 meses após a data da primeira elegibilidade anos de idade. - 5 anos de serviço contínuo - a elegibilidade a este benefício cessará com a elegibilidade a aposentadoria normal. -após 12 meses da elegibilidade a aposentadoria normal. - a elegibilidade a este benefício cessará aos 70 anos de idade - após ter cessado qualquer pagamento qualquer pagamento de complementação de auxílio-doença pela Patrocinadora. - 1 ano de serviço contínuo (imediato em caso de acidente de trabalho). - elegibilidade ao benefício pela Previdência Social - ser beneficiário de participante ser ativo ou assistido que vier a falecer, com pelo menos 1 ano de serviço contínuo (imediato para acidente de trabalho) e tenha feito contribuição para o plano. 3

5 Benefício Descrição Elegibilidade - perda do vínculo empregatício, inclusive no caso de demissão por "justa causa", antes de completar, cumulativamente, no mínimo, 50 (cinqüenta) pontos, onde o total de pontos é a soma da idade e Serviço Contínuo. Benefício Diferido por Desligamento (**) Benefício Mínimo Onde: UP Unidade Previdenciária SC Serviço Creditado Pagamento único correspondente a 100% do saldo da Conta de Contribuição de Participante, calculado na data de avaliação coincidente com ou imediatamente anterior ao término do vínculo empregatício. Transformação de 100% do Saldo de Conta do Participante na data do cálculo, considerando a forma de pagamento escolhida pelo participante. Pagamento único correspondente a: 3 x Salário Aplicável x SC/30, onde SC 30 ou - perda do vínculo empregatício sem ser por motivo de justa causa após completar cumulativamente, no mínimo, 50 pontos, onde o total de pontos representa a soma da idade com o Serviço Contínuo. - não optar em tornar-se um participante vinculado. - perda do vínculo empregatício sem ser por motivo de justa causa após completar cumulativamente, no mínimo, 50 pontos, onde o total de pontos representa a soma da idade com o Serviço Contínuo. - optar em tornar-se um participante vinculado, mas antes de ser elegível a um benefício de aposentadoria antecipada. - será assegurado ao participante, ou beneficiário, quando o valor atuarialmente equivalente aos benefícios de Aposentadoria Normal, Antecipada, Postergada, Incapacidade ou Pecúlio por Morte, for inferior a 3 vezes o Salário Aplicável do mês do evento, limitado a 10 (dez) UP, multiplicado por 1/30 (um trinta avos) por ano de SC até o máximo de 30 anos. Nos casos em que o benefício de prestação continuada calculado for inferior a 1 UP (Unidade Previdenciária), o benefício será pago na forma de pagamento único, atuarialmente equivalente, extinguindo-se com seu pagamento todas as obrigações da sociedade. 4

6 Formas de pagamento dos benefícios: O participante poderá optar por uma das seguintes formas de pagamento de benefício: Pagamento em prestações mensais, em número constante de quotas, por um período de 5 a 20 anos; Pagamento único de até 25% do saldo da Conta do Participante e as demais prestações mensais, calculadas sobre o saldo remanescente. Observações Importantes: (*) Conforme o Ofício nº 05/MPAS/SPC, de 07/02/2002, os benefícios são considerados direito adquirido não podendo ser reduzidos após o preenchimento das condições para concessão. Sendo assim, o benefício de aposentadoria postergada não é mais aplicável. (**) Conforme o Ofício nº 05/MPAS/SPC, de 07/02/2002, em função da autonomia da Previdência Complementar em face do Contrato Individual de Trabalho, as condições de elegibilidade atreladas ao motivo da demissão por justa causa não se aplicam. Esclarecemos que, de acordo com informações da Entidade, já foi encaminhada para a Secretaria de Previdência Complementar SPC proposta de adequação do regulamento Plano de Aposentadoria da MSD Prev, em atendimento à Resolução CGPC nº 8 de 19/02/2004 que dispõe: Art. 10. Os regulamentos e notas técnicas atuariais de planos de benefícios deverão ser adaptados ao disposto na Lei Complementar nº 109, de 2001, e na Resolução CGPC nº 6, de 30 de outubro de 2003, nos seguintes prazos: I - até 30 de junho de 2004 para planos cuja modelagem de acumulação do recurso garantidor do benefício pleno programado seja de contribuição definida, em relação às entidades fechadas de previdência complementar não regidas pela Lei Complementar nº 108, de 2001; II - até 31 de agosto de 2004, para os demais planos. Sendo assim, ressaltamos que na reavaliação atuarial anual seguinte à aprovação do novo regulamento, já deverão ser considerados os institutos do benefício proporcional diferido e da portabilidade na forma prevista na Lei Complementar nº 109 de 29/05/2001. III - Cadastro de Participantes Um dos objetivos da auditoria atuarial é verificar e avaliar a coerência e consistência do cadastro de participantes do plano de benefícios auditado. Consideramos nesta auditoria, os dados fornecidos pela MSD Prev - Sociedade de Previdência Privada, concernentes ao cadastro de participantes ativos e assistidos, na data-base de 30/11/2004, como sendo os dados utilizados na avaliação atuarial de 31/12/2004. Ressaltamos que a veracidade das informações é de responsabilidade da MSD Prev - Sociedade de Previdência Privada. 5

7 Após análise destes dados, através de testes de fidedignidade, foi elaborado um relatório de crítica, anexo a este Relatório, contendo as possíveis inconsistências detectadas. De acordo com as respostas e esclarecimentos fornecidos pela Entidade, temos as seguintes considerações: Possíveis Inconsistências de dados cadastrais: Identificamos 55 registros de participantes sem informação de salário. De acordo com esclarecimentos prestados pelo atuário responsável pelo plano, estes registros correspondiam a participantes vinculados aguardando elegibilidade para início do recebimento do benefício diferido por desligamento e desta forma, a informação relativa aos salários destes participantes não é utilizada na avaliação atuarial, o que consideramos adequado, já que a provisão matemática de benefícios a conceder relativa a estes participantes é obtida com base no montante do saldo de conta na data da avaliação e de acordo com o regulamento vigente estes participantes não têm direito ao benefício mínimo. Divergência de Estatísticas em relação ao Demonstrativo dos Resultados da Avaliação Atuarial: As divergências relativas aos campos relativos ao salário de participação e folha de salário de participação são explicadas pelo fato destas informações no Demonstrativo dos Resultados da Avaliação Atuarial (DRAA) de 2004 estarem com seus valores em pico e capacidade. Em relação à idade média das aposentadorias, a informação constante no Demonstrativo dos Resultados da Avaliação Atuarial (DRAA) de 2004 está posicionada na data base da avaliação e não na data base dos dados. Em relação à complementação média dos benefícios diferidos, o valor apresentado no Demonstrativo dos Resultados da Avaliação Atuarial (DRAA) de 2004 corresponde ao saldo de conta total dos participantes vinculados na data base dos dados, saldo este informado no arquivo encaminhado para esta auditoria. Sendo assim, com base nas exposições feitas anteriormente, consideramos os dados enviados como adequados para fins de avaliação atuarial. IV - Hipóteses Biométricas, Demográficas e Financeiras As hipóteses atuariais consistem em um conjunto de premissas definidas pelo atuário de comum acordo com a Entidade, que devem refletir as características biométricas, financeiras, econômicas e demográficas a que a massa de participantes do plano de benefícios esteja sujeita. 6

8 As principais hipóteses atuariais utilizadas nos últimos cinco anos, de acordo com o disposto nos Demonstrativos (DRAA) apresentados foram: Descrição Taxa Real Anual de Juros 6,00% 6,00% 6,00% 6,00% 6,00% Projeção do Crescimento Real de Salário 3,00% 3,00% 3,00% 3,00% 3,00% Projeção de Crescimento Real do Maior Salário de Benefício do INSS 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% Projeção do Crescimento Real dos Benefícios do Plano 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% Fator de Determinação do Valor Real ao Longo do Tempo Dos Salários 1,00 1,00 0,98 1,00 0,98 Dos Benefícios da Entidade 1,00 0,98 0,98 1,00 1,00 Dos Benefícios do INSS 1,00 N/A N/A N/A N/A Hipóteses sobre Gerações Futuras de Novos Entrados Hipóteses sobre Rotatividade Service (1) Service (1) Service (1) Service (1) Service (1) Tábua de Mortalidade Geral (2) (2) (2) (2) (2) Tábua de Mortalidade de Inválidos IAPB-57 IAPB-57 IAPB-57 IAPB-57 IAPB-57 Tábua de Entrada em Invalidez Disability Disability Disability Disability Disability Outras Tábuas Utilizadas Retirement (3) Retirement (3) Retirement (3) Retirement (3) Retirement (3) Hipótese sobre Composição de Família de Pensionistas Outras Hipóteses não referidas (4) (4) (4) (4) (4) Anteriormente (1) A rotatividade varia de acordo com o tempo de serviço e a faixa salarial: 0-10 S.M. = 1/(TS+1); SM: 0,75/(TS+1) e acima de 20 S.M.= 0,50/(TS+1), onde S.M.= Salário Mínimo e T.S. = Tempo de Serviço. (2) UP-84 adaptada para refletir a mortalidade masculina (+1) e feminina (-4), agravada em 1 ano. (3) A Retirement é uma tábua com probabilidade de entrada em aposentadoria de 10% aos 55 anos, 3% entre 55 e 60 anos e 100% aos 60 anos. (4) Homem 4 anos mais velho que a mulher, 90% dos homens e mulheres são casados com 2 filhos dependentes na data da aposentadoria. IV.1 Alterações nas Hipóteses No decorrer dos últimos cinco anos, foram observadas mudanças nas hipóteses de Fator de Determinação do valor Real ao longo do Tempo dos Salários e dos Benefícios da Entidade. Esses fatores oscilaram entre 100% e 98% ao longo desse período, não sendo apresentadas justificativas nos respectivos Pareceres Atuariais. 7

9 No entanto, esclarecemos que tais alterações são consideradas usuais para fins de avaliação atuarial, uma vez que esta premissa é utilizada para refletir o impacto da deterioração da inflação nos valores monetários e dentro do contexto econômico na época, a utilização destas capacidades podiam ser consideradas adequadas. Além disso, sendo este plano delineado basicamente na modalidade de contribuição definida na fase de acumulação de recursos, esta hipótese somente afeta a parcela das provisões matemáticas de benefícios a conceder relativas ao benefício mínimo e ao saldo de conta projetada. Em relação aos benefícios concedidos, tal hipótese não é aplicável tendo em vista a forma de pagamento prevista no regulamento do plano. IV.2 Adequação das Hipóteses Hipóteses Econômicas: Taxa Real Anual de Juros: está se considerando que os investimentos produzam rentabilidade mínima de 6% aa. Esse é o patamar utilizado pela maioria das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) e enquadra-se na legislação vigente. Crescimento Real dos Salários: os salários, de maneira geral, podem evoluir em níveis superiores à inflação, segundo alguns fatores distintos, tais como, adicionais por tempo de serviço, promoções por antiguidade ou mérito e produtividade, dentre outros. Neste sentido, consideramos adequada a hipótese adotada de crescimento real de salário de 3% ao ano, ressaltando que caberia uma análise da política salarial praticada nos últimos anos para melhor posicionamento sobre tal premissa. Além disso, sendo este plano delineado basicamente na modalidade de contribuição definida na fase de acumulação de recursos, esta hipótese somente afeta a parcela das provisões matemáticas de benefícios a conceder relativas ao benefício mínimo. Crescimento Real do Benefício do INSS: como os benefícios do plano não são atrelados ao do INSS, tal projeção torna-se desnecessária. Crescimento Real do Benefício do Plano: conforme premissa adotada na avaliação atuarial, não há crescimento real dos benefícios do Plano, o que está de acordo com o disposto no regulamento. Fator de determinação do valor real ao longo do tempo: para refletir o impacto da deterioração produzida pela inflação nos valores monetários é usualmente utilizado o conceito de capacidade, que consiste em determinar o valor médio real dos salários ou benefícios entre duas datas-base de reajuste destes, tomando por base a expectativa de inflação. Neste cálculo são considerados a época, a freqüência e o valor dos reajustes efetuados para refletir o impacto da deterioração produzida pela inflação. A adoção da capacidade dos salários de 98% expressa o nivelamento a 98% dos seus respectivos valores de pico retratando uma inflação anual de aproximadamente 5%. Dentro do contexto econômico atual, consideramos adequada a utilização desta capacidade, ressaltando que esta hipótese afeta, neste plano, somente a parcela das provisões matemáticas de benefícios a conceder relativas ao benefício mínimo. 8

10 Gerações futuras de novos entrados: não foi adotada esta hipótese. Rotatividade: a rotatividade é uma das premissas que deve ser dimensionada com a indicação do planejamento administrativo das patrocinadoras. Foi utilizada a tábua Service que é baseada na experiência dessa empresa relativa a entidades de previdência e os valores utilizados variam de acordo com a faixa salarial e o tempo de serviço, conforme a seguir: De 0-10 S.M. = 1/(TS+1); de SM: 0,75/(TS+1) e acima de 20 S.M.= 0,50/(TS+1), onde S.M.= Salário Mínimo e T.S. = Tempo de Serviço. Calculamos a rotatividade de cada participante ativo de acordo com o tempo de serviço e o salário na data base dos dados da avaliação de 2004 e encontramos uma média de 11,27%, o que consideramos um nível alto de rotatividade quando comparado ao utilizado no âmbito das Entidades Fechadas de Previdência Privada. No entanto, no parecer atuarial referente à Avaliação Atuarial de 2004, foi descrito que a rotatividade média resultante da aplicação da tábua Service corresponde, no longo prazo, a 3,05% a.a., estando abaixo do percentual de 5% estabelecido pela Resolução CGPC nº 11, de 21 de agosto de 2002 que dispõe: A utilização na avaliação do plano de benefícios da hipótese de rotatividade média superior a 5% ao ano deverá ser justificada junto ao órgão fiscalizador, mediante declaração do patrocinador e da EFPC. Para maior segurança da Entidade, já que esta é uma premissa que deve ser dimensionada com a indicação do planejamento administrativo das patrocinadoras, sugerimos que a definição da hipótese sobre rotatividade a ser utilizada na avaliação atuarial seja acompanhada de um estudo de adequação desta premissa à massa de participantes do plano, ressaltando, no entanto, que sendo este plano delineado basicamente na modalidade de contribuição definida na fase de acumulação de recursos, esta hipótese afeta somente a parcela das provisões matemáticas de benefícios a conceder relativas ao benefício mínimo e ao saldo de conta projetada. Hipóteses Biométricas: Mortalidade Geral: A Tábua de Mortalidade Geral utilizada pela MSD Prev Sociedade de Previdência Privada, neste Plano, nos últimos cinco anos, de acordo com os Demonstrativos (DRAA) apresentados foi a UP-84, com um ano de agravamento, adaptada para refletir a mortalidade masculina e feminina. 9

11 Pela Resolução CGPC n 11 de 21/08/2002, temos que: A tábua biométrica utilizada para projeção da longevidade do participante em gozo de benefício de aposentadoria programada e continuada e do beneficiário deste será aquela em que a expectativa de vida completa seja igual ou superior, no mínimo, àquela resultante da aplicação da tábua AT-49 e ainda que: No plano de benefícios em que é utilizada tábua biométrica segregada por sexo, o critério definido neste item deverá basear-se na média da expectativa de vida completa ponderada entre homens e mulheres. Conforme podemos observar pelos gráficos a seguir, a tábua adotada apresenta, para algumas idades, expectativa de vida inferior a da tábua AT-49: Gráfico Comparativo - Homens Expectativa de vida Idade AT-49M UP-84M agravada Gráfico Comparativo -Mulheres Expectativa de vida Idade AT-49F UP-84F agravada 10

12 No parecer atuarial de 2004, temos a seguinte passagem: A tábua UP-84, adaptada para refletir a mortalidade masculina(+1) e feminina(-4), foi agravada uniformemente ao longo das idades em 1 ano. Os valores das Provisões Matemáticas considerando a tábua em questão foram comparados com as geradas pela AT-49 masculina para os participantes ativos. A comparação demonstrou que a tábua que está sendo utilizada impõe um nível de Provisões Matemáticas superior àqueles resultantes da utilização da tábua AT49. Portanto, concluímos que a tábua adotada na avaliação atuarial atende a principal preocupação do item 2 da Resolução nº 11, de 21/08/2002, do CGPC, que é a de manter um nível mínimo de Provisões Matemáticas para cobertura dos compromissos do plano. Tendo em vista que a referida adequação sofre influência significativa quando a tábua de mortalidade geral é aplicada à massa de participantes do plano, sugerimos que a cada reavaliação, em função de eventuais mudanças nas características da massa, seja efetuado o cálculo da expectativa de vida de modo a verificar-se a adequação da tábua utilizada ao disposto na legislação vigente, ressaltando, no entanto, que neste plano, esta hipótese afeta somente a parcela das provisões matemáticas de benefícios a conceder relativas ao benefício mínimo e ao saldo de conta projetada. Mortalidade de Inválidos: A Tábua de Mortalidade de Inválidos utilizada pela MSD Prev Sociedade de Previdência Privada, neste Plano, nos últimos cinco anos, de acordo com os Demonstrativos (DRAA) apresentados foi a IAPB-57. Apresentamos no gráfico a seguir, um comparativo da tábua IAPB-57 com outras utilizadas pelo mercado de Entidades Fechadas de Previdência Complementar: Quadro Comparativo de Qxi 20% Taxa 18% 16% 14% 12% 10% IAPB-57 CSO-58 Winklevoss 8% 6% 4% 2% 0% Idade Sendo este plano delineado basicamente na modalidade de contribuição definida na fase de acumulação de recursos e tendo em vista a forma de pagamento dos benefícios prevista no regulamento, esta hipótese não é aplicável neste plano. 11

13 Entrada em Invalidez: A Tábua de Entrada em Invalidez utilizada pela MSD Prev Sociedade de Previdência Privada, neste Plano, nos últimos cinco anos, de acordo com os Demonstrativos (DRAA) apresentados foi Disability. De acordo com a tábua enviada pelo atuário responsável pelo plano, verificamos que as probabilidades utilizadas são segregadas por sexo. Gráfico Comparativo ix - Homens 4,0% Taxa 3,5% 3,0% 2,5% 2,0% ix. Disability Masculina ix. TASA-1927 ix. Álvaro Vindas 1,5% 1,0% 0,5% 0,0% Idade Gráfico Comparativo ix - Mulheres 4,0% Taxa 3,5% 3,0% 2,5% 2,0% 1,5% ix. Disability Feminina ix. TASA-1927 ix. Álvaro Vindas 1,0% 0,5% 0,0% Idade 12

14 Como não existem tábuas atualizadas de entrada em invalidez, sugerimos, para uma maior segurança da Entidade, que seja realizado um estudo, comparando o número real de entradas em invalidez com o esperado a partir da aplicação da tábua adotada, desde a data de início do Plano e, se o total de ocorrências for inferior ao número esperado, seria mais indicado adotar uma tábua menos agressiva de entrada em invalidez. Contudo, pela observação dos gráficos anteriores, verificamos que as tábuas adotadas não diferem muito das tábuas normalmente utilizadas no âmbito das Entidades Fechadas de Previdência Complementar. Além disso, neste plano, esta hipótese afeta somente a parcela das provisões matemáticas de benefícios a conceder relativas ao benefício mínimo e ao saldo de conta projetada. Outras tábuas biométricas utilizadas: Foi utilizada nos últimos cinco anos para a hipótese de entrada em aposentadoria a tábua Retirement que considera probabilidades de entrada em aposentadoria de: 10% aos 55 anos, 3% entre 55 anos e 60 anos e 100% aos 60 anos. Para um melhor posicionamento sobre esta premissa, caberia uma análise da entrada em aposentadoria dos participantes do plano nos últimos anos. No entanto, esclarecemos que esta hipótese afeta, neste plano, somente a parcela das provisões matemáticas de benefícios a conceder relativas ao benefício mínimo. Outras Hipóteses - Herdeiros: Apesar de nos Demonstrativos (DRAA) constar a hipótese de composição familiar antes da aposentadoria, esclarecemos que sendo o benefício de pensão por morte pago na forma de pagamento único, tal hipótese não é aplicável neste plano. Tendo em vista as exposições feitas, concluímos que as hipóteses utilizadas podem ser consideradas apropriadas para fins de avaliação atuarial do ponto de vista da legislação, devendo ser observados os comentários expostos neste item. Esta é a nossa manifestação sobre o item 1 do Anexo da Resolução MPAS/CGPC nº 03 de 19/12/2001. V - Ativo Líquido O ativo líquido é o valor disponível destinado à cobertura dos benefícios assegurados pelo plano. É calculado pela diferença entre o ativo total e as exigibilidades operacionais e contingenciais do plano, descontando-se também os valores registrados como fundos não previdenciais. Segundo informações constantes no Balancete de 31/12/2004 referente ao Plano de Aposentadoria da MSD Prev Sociedade de Previdência Privada, temos: 13

15 Descrição 31/12/2004 Ativo ,89 Passivo Exigível Operacional ,61 Exigível Contingencial 0,00 Fundo Administrativo ,26 Fundo Previdencial ,09 Fundo de Investimentos 0,00 Ativo Líquido ,93 O ativo do da MSD Prev Sociedade de Previdência Privada, conforme acima descrito, correspondia a R$ ,89 (cinqüenta e sete milhões, sessenta e quatro mil, trezentos e setenta e quatro reais e oitenta e nove centavos), em 31/12/2004. Os exigíveis por terceiros representam os montantes que já estão comprometidos com o pagamento a terceiros, cuja operação ainda não foi realizada, bem como fundos para cobertura de riscos diversos ou de possíveis perdas em ações judiciais. Esses exigíveis, operacional e contingencial, montavam a quantia de R$ ,61 (duzentos e quarenta e quatro mil, oitocentos e quarenta e quatro reais e sessenta e um centavos), em 31/12/2004. O fundo administrativo, onde estão registradas todas as sobras do respectivo programa, montava a quantia de R$ ,26 (noventa e três mil, seiscentos e noventa reais e vinte e seis centavos), em 31/12/2004. O Fundo Previdencial, onde estão registrados os fundos constituídos para atender ao respectivo programa, correspondia a R$ ,09 (cinco milhões quinhentos e cinqüenta e nove mil, novecentos e sete reais e nove centavos), em 31/12/2004. De acordo com o Parecer Atuarial relativo ao encerramento de 2004, o Fundo Previdencial foi constituído com as contribuições das Patrocinadoras, às quais os Participantes não tiveram direito por terem se desligado da Patrocinadora antes de se tornarem elegíveis aos benefícios do Plano, podendo ser utilizado pelas Patrocinadoras para financiar contribuições devidas no exercício de 2005, de acordo com as regras estabelecidas pelo Conselho Deliberativo, conforme determinado no item A do regulamento do. Sendo assim, em 31/12/2004, o Ativo Líquido do correspondia a R$ ,93 (cinqüenta e um milhões, cento e sessenta e cinco mil, novecentos e trinta dois reais e noventa e três centavos), não considerando o Fundo Previdencial. Diante do exposto anteriormente concordamos com forma de apuração do Ativo Líquido do da MSD Prev Sociedade de Previdência Privada. Esta é a nossa manifestação sobre o item 2 do Anexo da Resolução MPAS/CGPC nº 03 de 19/12/

16 VI - Regimes Financeiros Regime financeiro é a sistemática adotada pelo atuário para estabelecer o nível e as épocas de realização das contribuições necessárias à cobertura dos benefícios assegurados no regulamento do plano. O regime financeiro utilizado na avaliação atuarial do para todos os benefícios nos últimos cinco anos, de acordo com os Demonstrativos (DRAA) apresentados, foi o de capitalização. Este regime possibilita a acumulação progressiva das reservas necessárias à manutenção das rendas previstas no regulamento até a data que o participante cumprir os requisitos para a aquisição dos benefícios. Tal regime enquadra-se na lei que rege a previdência complementar, Lei nº109 de 29/05/2001, art.18 1º, que dispõe: O regime financeiro de capitalização é obrigatório para os benefícios de pagamento em prestações que sejam programadas e continuadas. Portanto, a adoção deste regime para todos os benefícios é apropriada, uma vez que atende ao previsto na legislação vigente. Esta é a nossa manifestação sobre o item 3 do Anexo da Resolução MPAS/CGPC nº 03 de 19/12/2001. VII - Metodologia Atuarial O financiamento atuarial consiste em metodologia adotada pelo atuário responsável pelo plano, na formação das provisões necessárias à cobertura dos Benefícios estruturados no regime financeiro de capitalização, face às características biométricas, demográficas e econômicas em que os participantes estão inseridos. O método atuarial utilizado para a avaliação atuarial do para todos os benefícios, exceto para o benefício mínimo e o saldo de conta projetada, nos últimos cinco anos, de acordo com os Demonstrativos (DRAA) e os pareceres atuariais apresentados, foi o de Capitalização Individual. Este método enquadra-se na legislação vigente e baseia-se na acumulação das contribuições efetuadas para o plano nos saldos de contas individuais e, é o método utilizado para a avaliação de benefícios delineados na modalidade de Contribuição Definida. 15

17 Para o benefício mínimo e o saldo de conta projetada (Incapacidade e Morte) o método utilizado foi o agregado onde os custos são definidos como a relação entre a parcela do valor presente dos benefícios líquidos das contribuições futuras e não coberto pelo patrimônio existente, e o valor presente da folha de salários. Assim espera-se que os custos neste método se mantenham estáveis ao longo do tempo. Este método enquadra-se na legislação vigente que preconiza que nos planos estruturados na modalidade de benefício definido pelo regime de capitalização, o método mínimo de financiamento dos encargos atuariais necessários para garantir os benefícios do plano é o crédito unitário. Portanto, a adoção dos métodos citados é apropriada, uma vez que atende ao previsto na legislação vigente e está de acordo com a modalidade dos benefícios previstos no Plano. Esta é a nossa manifestação sobre o item 7 do Anexo da Resolução MPAS/CGPC nº 03 de 19/12/2001. VIII - Nota Técnica Atuarial De acordo com o Item IV do anexo à Resolução CGPC n.º 03, de dezembro de 2001, o resultado de auditoria atuarial deverá conter, no mínimo: manifestação sobre as hipóteses biométricas, demográficas e financeiras empregadas nos últimos 3 (três) anos, constantes no Demonstrativo de Resultados da Avaliação Atuarial e Nota Técnica Atuarial (Grifo Nosso), apresentando análise quanto a sua razoabilidade e adequação ao plano de benefícios auditado; (...) 7. manifestação sobre a metodologia empregada nos últimos 3 (três) anos para o cálculo dos custos atuariais do plano de benefícios auditado, prevista na Nota Técnica Atuarial (Grifo nosso). (...) Sendo assim, de forma a atender integralmente os itens transcritos anteriormente, foi solicitado à MSD Prev Sociedade de Previdência Privada, Nota Técnica Atuarial (NTA) vigente na avaliação atuarial de Em resposta à nossa solicitação, recebemos da MSD Prev, Nota Técnica Atuarial (NTA) de implantação do, datada de julho de

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