Planos de Benefícios Previdenciários. Conheça as características de cada modalidade e suas formas de custeio. Edição Especial - nº 2 - Abril de 2014

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Planos de Benefícios Previdenciários. Conheça as características de cada modalidade e suas formas de custeio. Edição Especial - nº 2 - Abril de 2014"

Transcrição

1 Edição Especial - nº 2 - Abril de 2014 A revista da FAPES (Fundação de Assistência e Previdência Social do BNDES) Planos de Benefícios Previdenciários Conheça as características de cada modalidade e suas formas de custeio

2 p.3 Atuária PENSANDO BEM p.6 Direito Previdenciário Planejamento é a chave do sucesso p.9 p.12 Finanças Passando o Tempo Você sabe como é estruturado um plano previdenciário? Nesta edição, os advogados Andrea Neubarth, Flavio Martins Rodrigues e Luis Lopes Martins explicam as condições fundamentais para definir as principais características, riscos e propostas de um determinado plano de benefícios. Primeiro, a sua forma de custeio e, segundo, a modalidade como os benefícios estão estruturados. No artigo da seção Direito Previdenciário, os especialistas detalham os planos, mencionando as vantagens e desvantagens de cada um, seja para participantes ou patrocinadores. Editada pelo Departamento de Comunicação (DECOM) da FAPES, a revista Bene-Dito é uma publicação encaminhada gratuitamente aos participantes da Fundação de Assistência e Previdência Social do BNDES e aos beneficiários do Plano de Assistência e Saúde PAS. Produção editorial: Casa do Cliente Comunicação Jornalista responsável: Jaíra Reis Edição: Jaíra Reis Coordenação: Lissandra Torres Textos: Andrea Neubarth, Felinto Sernache, Flavio Martins Rodrigues, Luis Lopes Martins, Luiz Roberto C. Gouvêa e Reinaldo Domingos Revisão: Cristina Motta Direção de arte: Gina Mesquita Fotos: Divulgação Impressão: gráfica Ultra Set Tiragem: exemplares Na seção Atuária, os atuários Felinto Sernache e Luiz Roberto C. Gouvêa mostram que o cálculo atuarial se apoia em um conjunto de princípios financeiros, econômicos, biométricos e demográficos. No texto, os autores afirmam que a escolha dessas premissas é um passo muito importante para assegurar a solvência do plano. Investimentos de longo prazo é o tema da seção Finanças. O artigo mostra os diferentes perfis de investidor e traz recomendações para quem está começando a trilhar novos rumos de investimentos e quer aplicar suas economias por um período maior. Que tal participar da revista Bene-Dito? Conhece algum participante com uma história de vida legal para contarmos aqui? Tem alguma sugestão de assunto para abordarmos? Dúvidas sobre Assistência, Previdência, Investimentos? Entre em contato pelo Boa leitura! Diretoria-Executiva da FAPES

3 ATUÁRIA 3 Premissas Atuariais Felinto Sernache Luiz Roberto C. Gouvêa Ninguém pode prever com exatidão o valor dos benefícios futuros, a data de início ou término de cada um e a rentabilidade dos investimentos de um plano de benefícios administrado por um fundo de pensão, principalmente quando este oferece variados benefícios (com previsão para o início de seu pagamento, os chamados benefícios programados, e com data de início não previsível, como os decorrentes de morte ou de invalidez, denominados de risco). Se isso fosse possível, o cálculo das respectivas contribuições e provisões seria reduzido a um simples exercício de matemática financeira. Diante da incerteza de tais informações e da necessidade do planejamento de longo prazo, o cálculo atuarial se apoia num conjunto de premissas financeiras, econômicas, biométricas e demográficas. As duas primeiras impactam os valores esperados dos benefícios. As duas últimas premissas tentam responder à questão: quando e quais serão os benefícios exigidos e por quanto tempo seu valor esperado será pago? As principais premissas ou hipóteses financeiras e econômicas envolvem: a taxa de desconto que será utilizada no cálculo do valor presente do benefício; o crescimento salarial que será utilizado para projetar o salário na época da aposentadoria; a taxa esperada de retorno dos investimentos.

4 4 ATUÁRIA Entre outras premissas de mesma natureza, pode-se acrescentar o reajuste dos benefícios, a inflação e o reajuste do teto do salário-de- -contribuição do INSS. As principais premissas demográficas e biométricas compreendem: a tábua de probabilidades de mortalidade antes e após a aposentadoria; a rotatividade dos participantes ativos. Outros exemplos destes tipos de premissas, de importância secundária, são as taxas de probabilidade de ocorrência da invalidez e de doenças que causem afastamento do trabalho, o perfil familiar da massa segurada, considerando a proporção provável de participantes casados na data da aposentadoria, a diferença esperada de idade entre os cônjuges, a composição familiar dos filhos e a idade provável de entrada em aposentadoria. A criteriosa escolha das premissas é um dos passos importantes para assegurar a solvência do plano. Sua seleção deve nortear-se por uma visão de longo prazo, pois os recursos administrados por um fundo de pensão são acumulados para o pagamento de benefícios, em sua maioria, vitalícios, portanto, de longa duração. É possível admitir-se certo grau de conservadorismo na fixação das premissas, tomando o cuidado para não exagerar na dose, pois o descalibre das premissas pode sufocar participantes, assistidos e patrocinadores com níveis de contribuição insustentáveis. Uma vez definidas, há de se fazer um rigoroso acompanhamento de sua aderência aos fatos efetivamente ocorridos, não se deixando, porém, influenciar pelos desvios meramente conjunturais. Entretanto, se for constatado um viés de desvio da premissa original, as correções não devem ser adiadas, pois o que está em jogo é o equilíbrio econômico do plano de benefícios. As premissas adotadas para o cálculo atuarial devem atender aos princípios estabelecidos

5 ATUÁRIA 5 em norma legal aplicável aos fundos de pensão, devendo adequar-se às características da massa de participantes e assistidos e ao regulamento do plano de benefícios. Na sua adoção, os diretores e conselheiros devem pautar- -se pela busca de sustentabilidade de longo prazo do plano de benefícios. Dada a importância do assunto, o Conselho Nacional de Previdência Complementar aponta que a adoção e aplicação das hipóteses biométricas, demográficas, econômicas e financeiras são de responsabilidade dos membros estatutários do fundo de pensão, ou seja, de seus diretores e conselheiros, sem prejuízo da corresponsabilidade atribuída ao patrocinador no tocante às hipóteses financeiras e da corresponsabilidade do atuário que tenha proposto ou validado as hipóteses adotadas na avaliação atuarial do plano de benefícios. A fase de planejamento de uma avaliação atuarial, em que são determinadas as premissas atuariais, tem adquirido cada vez mais importância nas atividades primordiais dos fundos de pensão, à medida que requer forte interação de vários agentes envolvidos no processo, tais como atuários, contadores, profissionais de investimentos, dirigentes e conselheiros das entidades. Assim, em um ambiente de volatilidade e de grandes incertezas, o contínuo treinamento de todos os agentes envolvidos na definição e acompanhamento das premissas atuariais é fundamental para o tão desejado equilíbrio financeiro, solvência e liquidez dos planos de benefícios. Sobre os autores Felinto Sernache é atuário, diretor e responsável pela operação no Brasil da Towers Watson, empresa líder do segmento de Consultoria em Benefícios. Com mais de 30 anos de experiência em consultoria atuarial, é graduado em Ciências Atuariais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e membro do Instituto Brasileiro de Atuária. Luiz Roberto C. Gouvêa é atuário e consultor em Benefícios.

6 6 DIREITO PREVIDENCIÁRIO Os regimes financeiros e as modalidades de Planos de Benefícios Previdenciários Andrea Neubarth Flavio Martins Rodrigues Luis Lopes Martins Qualquer engenho humano deve atender às finalidades para as quais foi destinado. Como não poderia ser diferente, o mesmo aplica-se à previdência, cujo objetivo fundamental é gerar o pagamento de benefícios a fim de cobrir riscos sociais, tais como a velhice, a morte, a invalidez e outros eventos que afetam a capacidade de o indivíduo manter o seu sustento e o do seu grupo familiar. Existem diferentes formas de estruturar um plano previdenciário, visando alcançar esses objetivos. Não é possível indicar uma que seja a melhor ou a ideal para uma sociedade. Parece-nos que a coexistência de vários modelos, como se dá no Brasil, seja a forma mais aconselhável. Nesse artigo, vamos tratar de duas condições que são fundamentais para definir as principais características, riscos e propostas de um dado plano de benefícios: (i) a sua forma de custeio; e (ii) a modalidade como os benefícios estão estruturados. A forma de custeio diz respeito à maneira como os benefícios previdenciários serão financiados. Dito de forma mais simples, saber de onde virão os recursos para pagar os benefícios. Existem, basicamente, três regimes financeiros mais usuais: (i) o custeio por repartição simples; (ii) o regime financeiro de repartição de capitais de cobertura; e (iii) o custeio por capitalização. O custeio por repartição simples é aquele em que os recursos arrecadados em um dado período destinam-se ao pagamento dos benefícios daquele mesmo período. Ou seja, todas as contribuições recolhidas são utilizadas para o pagamento dos benefícios concedidos, não existem valores acumulados ao longo do tempo. No Brasil, o maior exemplo dessa forma de custeio é o Regime Geral de Previdência Social ( RGPS ), administrado pelo INSS. Há, nesse modelo, uma solidariedade entre gerações, pois a geração de trabalhadores em atividade custeia o pagamento dos benefícios da geração de trabalhadores inativos (em gozo de benefícios). Diz-se que, neste caso, há um pacto intergeracional. Assim, a cada mês, as contribuições destinadas ao INSS são utilizadas para pagar os benefícios devidos pela nossa Previdência Social. O regime de repartição de capitais de cobertura é o método em que há formação de reserva apenas para garantir os pagamentos das indenizações e benefícios iniciados no período. Ou seja, arrecada-se apenas o necessário e suficiente para a formação de reservas que garantam o cumprimento dos benefícios futuros que se iniciaram neste período. Por exemplo, se o benefício de pensão por morte é custeado por esse método, quando ocorre um óbito de um dos participantes, todos os demais fazem uma contribuição especial para gerar um capital capaz de pagar a pensão por morte pelo tempo de sobrevida

7 DIREITO PREVIDENCIÁRIO 7 da viúva e dependentes. Na previdência complementar, esse regime financeiro é bastante utilizado para o pagamento de benefícios em pagamento único como, por exemplo, os pecúlios. Já o regime financeiro de capitalização pressupõe uma lógica distinta. Os recursos vertidos pelos participantes serão acumulados ao longo da fase ativa do trabalhador, para que esse montante possa suportar os pagamentos dos benefícios no futuro. Esse acúmulo prévio de reservas, como com a formiga da fábula de La Fontaine, permite evitar os dissabores da escassez do inverno. Na capitalização, determina-se a contribuição necessária para montar uma reserva capaz de atender a determinado fluxo futuro de pagamento de benefícios. Evidentemente, esses recursos não ficarão acumulados em um grande cofre na sede da entidade de previdência, à espera do momento do gozo dos benefícios pelos participantes. Esse capital deve ser investido, como forma de acrescer às contribuições mensais dos participantes e patrocinadores a rentabilidade dos investimentos. Esse mecanismo, além de garantir o permanente valor monetário das contribuições ao longo de várias décadas, acaba por significar um percentual (muito) expressivo dos recursos acumulados. Por expressa determinação constitucional, os benefícios da previdência complementar, que sejam pagos em prestações programadas e continuadas, devem respeitar essa última forma, ou seja, o custeio capitalizado. Independentemente do regime de custeio adotado, as prestações previdenciárias também podem ser analisadas sob a forma como os seus benefícios estão estruturados. Basicamente, temos duas modalidades principais, e uma terceira que é a combinação destas em um mesmo plano de benefícios: (i) plano de benefício definido (BD); (ii) plano de contribuição definida (CD); ou (iii) plano de contribuição variável (CV). De modo bastante simplificado, pode-se dizer que, para enquadrar os planos em uma ou outra modalidade, deve-se examinar como se dá o cálculo do valor do benefício no momento da concessão e a sua manutenção ao longo do tempo.

8 8 DIREITO PREVIDENCIÁRIO Na modalidade BD, há uma predefinição da fórmula de cálculo do benefício. Esta fórmula pode estabelecer um valor constante (x salários mínimos) ou um valor relativo, por exemplo, um percentual da(s) última(s) remuneração(ções). Como a reserva necessária para o pagamento do benefício é função desta fórmula, o que varia no período de sua constituição é a contribuição necessária, que será avaliada ao longo do tempo e ajustada sempre que necessário (por exemplo, caso haja alteração na expectativa de sobrevida). Os benefícios do INSS são um exemplo da modalidade de plano BD, assim como muitos planos de previdência complementar, como é o caso do Plano Básico de Benefícios administrado pela FAPES. Por sua vez, os planos estruturados na modalidade CD não predeterminam o valor do benefício a ser auferido, que vai ser função das Sobre os autores Flavio Martins Rodrigues é sócio sênior do escritório Bocater, Camargo, Costa e Silva Advogados, mestre em Direito Tributário e Pós-graduado em Fundos de Pensão pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ex-presidente do RIOPREVIDÊNCIA e ex-presidente do Instituto de Certificação dos Profissionais de Seguridade Social (ICSS), ele é autor de livros e artigos sobre previdência complementar, além de editor da Revista de Previdência (Ed. Gramma). Também é associado da International Pension & Employee Benefits Lawyers Association-IPEBLA (entidade com sede na Holanda). Andrea Neubarth Corrêa é advogada associada sênior do escritório Bocater, Camargo, Costa e Silva Advogados e auditora fiscal junto à Secretaria de Previdência Complementar (atualmente aposentada). Pós-graduada em Administração Pública pela Fundação Getulio Vargas-RJ, ela é autora de vários artigos em revistas especializadas. Luis Lopes Martins é advogado associado júnior do Escritório Bocater, Camargo, Costa e Silva Advogados e mestrando em Direito da Regulação pela Fundação Getulio Vargas. reservas acumuladas no período de diferimento. Como o próprio nome dessa modalidade indica, o que é previamente definido é a contribuição que pode ser: (i) um valor fixo; ou (ii) relativo (um percentual da remuneração, por exemplo). Ao final do período contributivo, será avaliado quanto foi acumulado na conta pessoal do participante, resultado das contribuições vertidas pelo próprio participante e pelo patrocinador (se houver), acrescidas do retorno dos investimentos. Em geral, essa modalidade de plano de benefícios permite que o participante eleja, dentre as formas previstas no regulamento, o valor e o prazo de recebimento do benefício. Ele poderá, por exemplo, dividir o valor acumulado ao longo de 25 ou 30 anos. O saldo em conta, ou seja, as reservas acumuladas, será permanentemente ajustado de acordo com a rentabilidade dos investimentos e, uma vez esgotadas as reservas do participante, cessará o benefício. Por fim, na modalidade de plano CV, tem-se, na verdade, uma combinação das características dos planos BD e CD. Essa combinação pode se dar de inúmeras maneiras, sendo a mais comum aquela em que o plano adota a modalidade CD no período contributivo e, a partir da concessão do benefício, utiliza a modalidade BD para fins de gerar um benefício que seja vitalício. Nessa modalidade, o participante contribui com um valor fixo ou relativo e o benefício é concedido conforme as reservas acumuladas até este momento. Porém, após a concessão do benefício de prestação continuada, a renda mensal ficará atrelada a um índice de reajuste, e não ao rendimento de suas reservas pessoais. Não é possível falar que exista uma forma de custeio ou uma modalidade de plano de benefícios que seja melhor que a outra, mas, sim, que cada uma dessas configurações apresenta suas vantagens e desvantagens para participantes e patrocinadores.

9 FINANÇAS 9 Investir por períodos maiores garante grandes realizações Reinaldo Domingos Posicionar-se no grupo de brasileiros que têm preocupação com as finanças e que possuem dinheiro investido para uma aposentadoria sustentável é um grande diferencial, principalmente ao pensarmos na situação sem perspectivas financeiras futuras que assola parte considerável de nossa população. Fato esse que é constatado a partir do relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, segundo o qual apenas 21% dos brasileiros adultos informaram economizar. Assim, possuir um fundo de previdência que garante que não ocorrerá uma queda de rendimentos ao se aposentar é uma grande segurança para as famílias e as coloca como parte de um seleto grupo com reflexões que vão além do imediatismo costumeiro de nossa sociedade. Todavia, mesmo nesse comportamento pode estar intrínseco um grande risco: o de se acomodar e não buscar galgar ainda mais realizações, principalmente de longo prazo. Por mais que se tenha uma garantia futura, é imprescindível procurar estabelecer projetos grandiosos para o amanhã. Por que não pensar em adquirir a casa com a qual sempre se sonhou ou mesmo uma casa de veraneio, em um local especial? Mais importante ainda, por que não começar a mostrar aos filhos a importância de planejamento, possibilitando que eles também já busquem, desde muito cedo, garantias de uma aposentadoria sustentável?

10 10 FINANÇAS Convido a todos para uma reflexão sobre os pontos citados acima e provoco o seguinte questionamento: o que podemos fazer diferente para conquistarmos mais? Temos que ter em mente que podemos e devemos ter nossos impulsos de consumo, contudo, eles devem ocorrer em paralelo com projeções de aquisições, definindo limites e traçando objetivos a serem galgados, a partir de planejamento para mais de dez anos e a consequente garantia da sustentabilidade futura. Ponto primordial para quem quer ampliar a capacidade de poupar é estabelecer o seu perfil como investidor, sendo necessária uma autoanálise. Divido os perfis em conservador (pessoa que não gosta de correr risco), moderado (que corre riscos em apenas uma pequena parte do investimento) e arrojado (que prefere correr riscos maiores, mas também quer ter a possibilidade de mais retornos na aplicação). São constantes os casos que observo de pessoas que, por não conhecer os seus reais perfis, enfrentam problemas diversos. É o caso dos investidores conservadores que buscam investimentos arrojados e que, nos primeiros destemperos do mercado, entram em desespero, retiram imediatamente os valores aplicados e, com isso, obtêm ainda mais prejuízos, já que não há tempo suficiente para recuperação dos valores. Para quem está começando a trilhar novos rumos de investimentos e quer aplicar suas economias por um período maior, recomendo cautela, pesquisas no mercado financeiro e busca por orientações de especialistas. Eu, de antemão, aconselho diversificar investimentos e não concentrar todo o seu dinheiro em uma única instituição. diversas instituições escolhidas, envolvendo, também, as demais disponíveis no mercado. Avalie periodicamente as rentabilidades e as taxas de seus investimentos e não tenha medo de trocar de instituição, caso seja mais vantajoso, pois a maioria das transferências não gera custos, como é o caso dos fundos de investimentos. Entretanto, é preciso ficar atento, pois investimentos de longo prazo requerem um cuidado maior, já que podem acarretar punições tributárias caso sejam resgatados a curto ou médio prazo. Para ações da bolsa, investimentos em território estrangeiro e Títulos do Tesouro Direto, é imprescindível considerar a legislação vigente. Com relação ao investimento em ações, que é um dos mais comentados e procurados, existem muitas ilusões nascidas de casos bem- -sucedidos, mas excepcionais, como os de investidores que conseguiram grandes lucros em um pequeno prazo de tempo, por exemplo. Na prática, trata-se de algo que deve ser pensado para um horizonte distante, portanto, o investidor não deve comprometer recursos destinados às despesas de primeira necessidade ou gastos imediatos. Outro mito sobre investimento em ações é que ele não é muito seguro, em função de relatos constantes de pessoas que perderam tudo e criaram dívidas, quando realizaram esse tipo de operação. É importante destacar que fatos como esses são raros e, geralmente, ocorrem com investidores que estão iniciando sua aventura, sem o acompanhamento adequado. Feita a escolha pelos investimentos mais atrativos e aderentes ao seu perfil, realize, periodicamente, uma análise comparativa dos ganhos obtidos e das rentabilidades entre as

11 FINANÇAS 11 Investidores de primeira viagem enfrentam diversos problemas por não conhecerem a fundo a hora certa de realizar um investimento. Assim, quando eles percebem que um grande número de investidores está comprando uma determinada ação, vão atrás dela e, em muitos casos, têm prejuízos, pois realizam a compra quando a ação em questão não está mais interessante. A melhor alternativa, sempre, é buscar se informar sobre o investimento para não ter mais medo de investir. Procure uma boa corretora e reserve parte do dinheiro nunca mais que 30% para a realização de seu sonho, com segurança. O investimento em longo prazo depende, principalmente, de uma mudança cultural e de planejamento. E, quando bem feito, garante projeções maiores de realização no futuro. Sobre o autor Reinaldo Domingos é educador financeiro, presidente da DSOP Educação Financeira, Abefin e Editora DSOP. Autor do best-seller Terapia Financeira, também escreveu os livros Livre-se das Dívidas, Ter Dinheiro Não Tem Segredo; as coleções infantis O Menino do Dinheiro e O Menino e o Dinheiro, além da coleção didática de educação financeira para o ensino básico, adotada em diversas escolas do país.

12 12 PASSANDO O TEMPO Palavras Quebradas Leia o artigo da seção Direito Previdenciário e encontre, no quadro abaixo, as respostas para as questões. Mas atenção: nem todas as palavras estão divididas por separação silábica. Boa sorte! 1. A tem o objetivo fundamental de gerar pagamento de benefícios para cobrir riscos sociais. 2. O custeio por é um dos regimes financeiros mais usuais. 3. O pacto é praticado no modelo de custeio por repartição simples. 4. Existem três regimes mais usuais para custear benefícios previdenciários. 5. Na modalidade de plano de benefício definido (BD), há uma predefinição da fórmula de do benefício. 6. Na modalidade de plano de contribuição definida (CD), pode-se contribuir com um valor fixo ou. 7. Na modalidade CD, o saldo em conta será ajustado de acordo com a dos investimentos. 8. Na modalidade de plano de contribuição variável (CV), após a concessão do benefício de prestação continuada, a renda mensal ficará atrelada a um índice de, e não ao rendimento de suas reservas pessoais. ÊN NAL REN ANC CAP JUS IZA CÁ INT TE ATI ADE REA ROS REL ERG FIN PRE ILID ERA LC TAB EI ÇÃO VO ITAL CIA CIO ULO VID Respostas: 1. Previdência; 2. Capitalização; 3. Intergeracional; 4. Financeiros; 5. Cálculo; 6. Relativo; 7. Rentabilidade; 8. Reajuste.

Previdência Complementar: fique por dentro das fontes de custeio. Edição Especial -- nº 35 -- Julho Dezembro de 2014 de 2014

Previdência Complementar: fique por dentro das fontes de custeio. Edição Especial -- nº 35 -- Julho Dezembro de 2014 de 2014 Edição Especial -- nº 35 -- Julho Dezembro de 2014 de 2014 A revista da FAPES (Fundação de Assistência e Previdência Social do BNDES) Previdência Complementar: fique por dentro das fontes de custeio p.3

Leia mais

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Vivo Prev

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Vivo Prev Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios Vivo Prev Exercício: 2013 e 2012 dezembro R$ Mil Descrição 2013 2012 Variação (%) Relatório Anual 2013 Visão Prev 1. Ativos Disponível Recebível Investimento

Leia mais

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Multi

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Multi Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios Visão Multi Exercício: 013 e 01 dezembro R$ Mil Descrição 013 01 Variação (%) Relatório Anual 013 Visão Prev 1. Ativos Recebível Investimento Ações

Leia mais

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Telest Celular

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Telest Celular Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios Visão Telest Celular Exercício: 2013 e 2012 dezembro R$ Mil Descrição 2013 2012 Variação (%) Relatório Anual 2013 Visão Prev 1. Ativos Recebível Investimento

Leia mais

Cafbep - Plano Prev-Renda 1

Cafbep - Plano Prev-Renda 1 Cafbep - Plano Prev-Renda 1 Parecer Atuarial Para fins da avaliação atuarial referente ao exercício de 2013 do Plano Prev-Renda da Cafbep Caixa de Previdência e Assistência aos Funcionários do Banco do

Leia mais

Casa própria: investimento ou bem de consumo? Artigo mostra os cuidados com o planejamento antes de realizar o sonho

Casa própria: investimento ou bem de consumo? Artigo mostra os cuidados com o planejamento antes de realizar o sonho Edição Especial - nº 4 - Outubro de 2014 A revista da FAPES (Fundação de Assistência e Previdência Social do BNDES) Casa própria: investimento ou bem de consumo? Artigo mostra os cuidados com o planejamento

Leia mais

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - PBS Telesp Celular Exercício: 2013 e 2012 - dezembro - R$ Mil

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - PBS Telesp Celular Exercício: 2013 e 2012 - dezembro - R$ Mil Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios PBS Telesp Celular Exercício: 203 e 202 dezembro R$ Mil Descrição 203 202 Variação (%) Relatório Anual 203 Visão Prev. Ativos Disponível Recebível

Leia mais

De olho no futuro. Fundação lança 1 a edição com artigos de Educação Financeira e Previdenciária. Edição Especial - nº 1 - Março de 2014

De olho no futuro. Fundação lança 1 a edição com artigos de Educação Financeira e Previdenciária. Edição Especial - nº 1 - Março de 2014 Edição Especial - nº 1 - Março de 2014 A revista da FAPES (Fundação de Assistência e Previdência Social do BNDES) De olho no futuro Fundação lança 1 a edição com artigos de Educação Financeira e Previdenciária

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [02.884.385/0001-22] ELETRA FUNDACAO CELG DE SEGUROS E PREVIDENCIA PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [2000.0069-65] PLANO CELGPREV ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2011 Atuário Responsável

Leia mais

GLOSSÁRIO DE TERMOS TÉCNICOS ATUARIAIS

GLOSSÁRIO DE TERMOS TÉCNICOS ATUARIAIS GLOSSÁRIO DE TERMOS TÉCNICOS ATUARIAIS A Abono Anual: Pagamento da 13ª (décima terceira) parcela anual do benefício de renda continuada. Abono de Natal: (v. Abono Anual). Administrador Especial: Pessoa

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: ELETRA

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: ELETRA DA transmitida à Previc em 27/03/2013 às 11:08:58 Número do protocolo: 005549 INFORMAÇÕES CADASTRAIS ENTIDADE Código: 0134-5 CNPJ: 02.884.385/0001-22 Sigla: ELETRA Razão Social: ELETRA FUNDACAO CELG DE

Leia mais

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 1- SIGLA: FUSESC 2- CÓDIGO: 00552 3- RAZÃO SOCIAL: FUNDACAO CODESC DE SEGURIDADE SOCIAL 4- NÚMERO DE PLANOS: 3

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 1- SIGLA: FUSESC 2- CÓDIGO: 00552 3- RAZÃO SOCIAL: FUNDACAO CODESC DE SEGURIDADE SOCIAL 4- NÚMERO DE PLANOS: 3 FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO 1 ENTIDADE 4- NÚMERO DE PLANOS: 3 5- PLANOS 6- APROVAÇÃO 7- INÍCIO 20.020.006-38 - PLANO DE BENEFÍCIOS MULTIFUTURO I 12- OBSERVAÇÕES: ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [01.182.491/0001-00] OABPREV-RS - FUNDO DE PENSAO MULTIPATROCINADO DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, SECCIONAL DO RIO GRANDE DO SUL [2006.0013-29]

Leia mais

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO 1 ENTIDADE 4- NÚMERO DE PLANOS: 3 5- PLANOS 6- APROVAÇÃO 7- INÍCIO DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO 9- VALOR DE RESGATE 10- NÚMERO DE EMPREGADOS 11- FOLHA SALÁRIO DA PATROCINADORA

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [01.541.775/0001-37] HP PREV SOCIEDADE PREVIDENCIARIA PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [1996.0026-19] PLANO HP PREV ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2014 Atuário Responsável MIRIA

Leia mais

Fundos de Pensão Saiba mais sobre o Princípio do Equilíbrio Financeiro e Atuarial. Edição Especial - nº 6 - Maio de 2015

Fundos de Pensão Saiba mais sobre o Princípio do Equilíbrio Financeiro e Atuarial. Edição Especial - nº 6 - Maio de 2015 Edição Especial - nº 6 - Maio de 2015 A revista da FAPES (Fundação de Assistência e Previdência Social do BNDES) Fundos de Pensão Saiba mais sobre o Princípio do Equilíbrio Financeiro e Atuarial p.3 p.6

Leia mais

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 1- SIGLA: SUPREV 2- CÓDIGO: 00984 3- RAZÃO SOCIAL: SUPREV-FUNDACAO MULTIPATROCINADA SUPLEMENTAÇAO PREVIDENCIARIA

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 1- SIGLA: SUPREV 2- CÓDIGO: 00984 3- RAZÃO SOCIAL: SUPREV-FUNDACAO MULTIPATROCINADA SUPLEMENTAÇAO PREVIDENCIARIA FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO 1 ENTIDADE 4- NÚMERO DE PLANOS: 8 5- PLANOS 6- APROVAÇÃO 7- INÍCIO 19.810.009-92 - PLANO DE BENEFÍCIOS N.º 001 - BROOKLYN 12- OBSERVAÇÕES: ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA

Leia mais

Parecer Atuarial. Cadastro. Características do Plano. Hipóteses Atuariais

Parecer Atuarial. Cadastro. Características do Plano. Hipóteses Atuariais Parecer Atuarial Avaliamos atuarialmente o Plano PREV-RENDA da CAFBEP Caixa de Previdência e Assistência aos Funcionários do Banco do Estado do Pará, patrocinado pelo BANPARÁ com o objetivo de identificar

Leia mais

Renda Vitalícia por Aposentadoria por SRB - INSS Benefício Definido Capitalização Crédito Unitário Projetado Invalidez (1)

Renda Vitalícia por Aposentadoria por SRB - INSS Benefício Definido Capitalização Crédito Unitário Projetado Invalidez (1) PARECER ATUARIAL PLANO DE BENEFÍCIOS REB 1998 AVALIAÇÃO ANUAL 2005 Fl. 1/6 ENTIDADE SIGLA: FUNCEF 1 CÓDIGO: 01523 2 RAZÃO SOCIAL: FUNCEF-FUNDAÇÃO DOS ECONOMIÁRIOS FEDERAIS 18 3 PLANO NOME DO PLANO: REB

Leia mais

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO 1 ENTIDADE 4- NÚMERO DE PLANOS: 1 5- PLANOS 6- APROVAÇÃO 7- INÍCIO 20.050.042-11 - PLANO PREVER DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO 9- VALOR DE RESGATE 10- NÚMERO DE EMPREGADOS

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL [02.884.385/0001-22] FUNDACAO CELG DE SEGUROS E PREVIDENCIA MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: OUTROS 30/04/2015 Atuário Responsável DANIEL PEREIRA DA SILVA MIBA: 1146 MTE: 1146 DA transmitida à Previc em 29/05/2015

Leia mais

Relatório anual do Plano de Benefícios Multifuturo I

Relatório anual do Plano de Benefícios Multifuturo I Relatório anual do Plano de Benefícios Multifuturo I Pareceres PARECER ATUARIAL DA AVALIAÇÃO REALIZADA EM 31/12/2009 Considerações iniciais O presente parecer tem por objetivo apresentar nossas considerações

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL [02.884.385/0001-22] FUNDACAO CELG DE SEGUROS E PREVIDENCIA MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: OUTROS 30/04/2015 Atuário Responsável DANIEL PEREIRA DA SILVA MIBA: 1146 MTE: 1146 DA transmitida à Previc em 29/05/2015

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [83.564.443/0001-32] FUNDACAO CODESC DE SEGURIDADE SOCIAL PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [2002.0046-92] MULTIFUTURO II ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2013 Atuário Responsável

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: ELETRA

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: ELETRA DA transmitida à Previc em 27/03/2013 às 11:10:46 Número do protocolo: 005262 INFORMAÇÕES CADASTRAIS ENTIDADE Código: 0134-5 CNPJ: 02.884.385/0001-22 Sigla: ELETRA Razão Social: ELETRA FUNDACAO CELG DE

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [49.323.025/0001-15] SUPREV-FUNDACAO MULTIPATROCINADA DE SUPLEMENTACAO PREV PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [1985.0012-92] PB USIBA ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2014 Atuário

Leia mais

Conceitos básicos de. Previdência Complementar

Conceitos básicos de. Previdência Complementar CALVO E FRAGOAS ADVOGADOS Conceitos básicos de Previdência Complementar Advogado: José Carlos Fragoas ROTEIRO DE APRESENTAÇÃO 1. Apresentação 2. Embasamento Legal 3. Princípios da Previdência Privada contidos

Leia mais

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO 1 ENTIDADE 4- NÚMERO DE PLANOS: 2 5- PLANOS 6- APROVAÇÃO 7- INÍCIO DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO 9- VALOR DE RESGATE 10- NÚMERO DE EMPREGADOS 11- FOLHA SALÁRIO DA PATROCINADORA

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [05.054.648/0001-64] CX DE PREV E ASSIS AOS FUNC DO B EST DO PARA SA CAFBEP PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [2002.0009-56] PREV-RENDA ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2014 Atuário

Leia mais

A... Aceitação Ato de aprovação pela entidade de uma proposta efetuada.

A... Aceitação Ato de aprovação pela entidade de uma proposta efetuada. A... Aceitação Ato de aprovação pela entidade de uma proposta efetuada. Adesão Característica do contrato de previdência privada, relativa ao ato do proponente aderir ao plano de previdência. Administradores

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [49.323.025/0001-15] SUPREV-FUNDACAO MULTIPATROCINADA DE SUPLEMENTACAO PREV PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [1990.0016-29] PLANO DE BENEFÍCIOS BD ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2014

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL [29.959.574/0001-73] FUNDACAO DE PREVIDENCIA DOS SERVIDORES DO IRB PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: TIPO: RETIFICADORA: [1977.0001-18] PLANO A ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2012 COMPLETA

Leia mais

Introdução à atuária. Universidade de Cuiabá Tangará da Serra Curso: Ciências Contábeis Disciplina: Noções de Atuária

Introdução à atuária. Universidade de Cuiabá Tangará da Serra Curso: Ciências Contábeis Disciplina: Noções de Atuária Universidade de Cuiabá Tangará da Serra Curso: Ciências Contábeis Disciplina: Noções de Atuária Introdução à atuária Aula 01 Prof. Dr. Junio C. Martinez O ATUÁRIO Profissão regulamentada em 03/04/1970

Leia mais

As mudanças mais importantes no Bradesco Previdência

As mudanças mais importantes no Bradesco Previdência As mudanças mais importantes no Bradesco Previdência No dia 21 de julho, o RH do Banco Bradesco e diretores do Bradesco Previdência expuseram, a cerca de 50 dirigentes sindicais, as mudanças no plano de

Leia mais

SECRETARIA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO DEMONSTRATIVO DOS RESULTADOS DA AVALIAÇÃO ATUARIAL DOS PLANOS DE BENEFÍCIOS

SECRETARIA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO DEMONSTRATIVO DOS RESULTADOS DA AVALIAÇÃO ATUARIAL DOS PLANOS DE BENEFÍCIOS FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO DEMONSTRATIVO DOS RESULTADOS DA AVALIAÇÃO ATUARIAL DOS PLANOS DE BENEFÍCIOS ENTIDADE RAZÃO SOCIAL: FUNDAÇÃO BANESTES DE SEGURIDADE SOCIAL 3 DADOS DOS PLANOS NÚMERO DE PLANOS:

Leia mais

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO 1 ENTIDADE 4- NÚMERO DE PLANOS: 2 5- PLANOS 6- APROVAÇÃO 7- INÍCIO DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO 9- VALOR DE RESGATE 10- NÚMERO DE EMPREGADOS 11- FOLHA SALÁRIO DA PATROCINADORA

Leia mais

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO 1 ENTIDADE 4- NÚMERO DE PLANOS: 3 5- PLANOS 6- APROVAÇÃO 7- INÍCIO DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO 9- VALOR DE RESGATE 10- NÚMERO DE EMPREGADOS 11- FOLHA SALÁRIO DA PATROCINADORA

Leia mais

JESSÉ MONTELLO Serviços Técnicos em Atuária e Economia Ltda.

JESSÉ MONTELLO Serviços Técnicos em Atuária e Economia Ltda. PARECER ATUARIAL V.1- Custos para o exercício seguinte em relação ao anterior: 1) A aplicação da metodologia de cálculo atuarial estabelecida para o plano de benefícios da FUNCASAL, utilizando as hipóteses

Leia mais

Actuarial Assessoria e Consultoria Atuarial Ltda Benjamin Constant, 67 Cj.404 CEP 80060 020 Curitiba Pr Fone/Fax (41)3322-2110 www.actuarial.com.

Actuarial Assessoria e Consultoria Atuarial Ltda Benjamin Constant, 67 Cj.404 CEP 80060 020 Curitiba Pr Fone/Fax (41)3322-2110 www.actuarial.com. Fundação AMAZONPREV Poder Executivo e Assembléia AVALIAÇÃO ATUARIAL Ano Base: 2014 Data Base: 31/12/2013 Índice 1. Introdução... 02 2. Participantes e Beneficiários... 02 3. Data Base dos Dados e da Avaliação...

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [00.469.585/0001-93] FACEB - FUNDACAO DE PREVIDENCIA DOS EMPREGADOS DA CEB PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [2006.0068-11] CEBPREV ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2013 Atuário

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [01.225.861/0001-30] REGIUS SOCIEDADE CIVIL DE PREVIDENCIA PRIVADA PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [2012.0017-18] PB CD-02 ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2014 Atuário Responsável

Leia mais

GLOSSÁRIO TERMOS UTILIZADOS PARA FUNDOS DE PENSÃO. ABRAPP. Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência

GLOSSÁRIO TERMOS UTILIZADOS PARA FUNDOS DE PENSÃO. ABRAPP. Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência GLOSSÁRIO ABRAPP. Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar. ASSISTIDOS. Participante ou Beneficiário(s) em gozo de benefício. ATUÁRIO. Profissional técnico especializado,

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [10.530.382/0001-19] FUNDO DE PREVIDENCIA COMPLEMENTAR DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE PERNAMBUCO-ALEPEPREV PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [2008.0048-56] ALEPEPREV ENCERRAMENTO

Leia mais

Principais Destaques

Principais Destaques Aumento do Patrimônio Atingimento da Meta Atuarial Principais Destaques 1. Perfil Institucional A Fundação CAGECE de Previdência Complementar CAGEPREV, criada através da Lei Estadual nº 13.313, de 30 de

Leia mais

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO 1 ENTIDADE 1- SIGLA: OABPREV 2- CÓDIGO: 04501 4- NÚMERO DE PLANOS: 1 5- PLANOS 6- APROVAÇÃO 7- INÍCIO 20.070.021-83 - PLANO DE BENEFÍCIOS PREVIDENCIÁRIOS DO ADVOGADO - PREV DADOS

Leia mais

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS

ENTIDADE DADOS DOS PLANOS FOLHA DE ENCAMINHAMENTO DO 1 ENTIDADE 4- NÚMERO DE PLANOS: 1 5- PLANOS 6- APROVAÇÃO 7- INÍCIO 20.050.042-11 - PLANO PREVER DADOS DOS PLANOS 8- ÚLTIMA ALTERAÇÃO 9- VALOR DE RESGATE 10- NÚMERO DE EMPREGADOS

Leia mais

Regius - Plano de Benefícios 03 1

Regius - Plano de Benefícios 03 1 Regius - Plano de Benefícios 03 1 Parecer Atuarial Avaliamos atuarialmente o Plano de Benefícios 03 da Regius Sociedade Civil de Previdência Privada em 31/12/2010, com o objetivo de identificar sua situação

Leia mais

Cartilha dos Planos Administrados pela FAECES

Cartilha dos Planos Administrados pela FAECES Cartilha dos Planos Administrados pela FAECES Conheça os planos de benefícios e assistência médica da Fundação 2 3 SUMÁRIO 06 Apresentação 08 Glossário 10 Introdução Geral Entidades Fechadas de Previdência

Leia mais

Cartilha do Participante

Cartilha do Participante Benefício definido (Eletra 01) BENEFICIO DEFINIDO Cartilha do Participante Introdução A ELETRA Fundação Celg de Seguros e Previdência é uma entidade fechada de previdência privada, de fins previdenciários

Leia mais

12. Como é o caso de pensão por morte de quem ainda está contribuindo para a previdência?

12. Como é o caso de pensão por morte de quem ainda está contribuindo para a previdência? Tel: 0800 941 7738 1 Educação Financeira Esta Cartilha tem como abjetivo mostrar a importância da educação financeira e previdenciária aos advogados participantes da OABPrev-RJ para que possam organizar

Leia mais

PARECER ATUARIAL Exercício de 2014. INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social

PARECER ATUARIAL Exercício de 2014. INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social PARECER ATUARIAL Exercício de 2014 INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social Plano de Benefícios PCD INERGUS Março de 2015 1 PARECER ATUARIAL Avaliamos atuarialmente o Plano de Benefícios PCD INERGUS

Leia mais

PARECER ATUARIAL 2014

PARECER ATUARIAL 2014 PARECER ATUARIAL 2014 Plano de Benefícios 1 Plano de Benefícios PREVI Futuro 1. OBJETIVO 1.1. O presente Parecer Atuarial tem por objetivo informar sobre a qualidade da base cadastral, as premissas atuariais,

Leia mais

MATERIAL. EXPlICatIvo. Plano BAYER CD

MATERIAL. EXPlICatIvo. Plano BAYER CD MATERIAL EXPlICatIvo Plano BAYER CD 1 Prezado Colaborador! você, que está sendo admitido agora ou ainda não aderiu ao Plano de Previdência oferecido pelo Grupo Bayer, tem a oportunidade de conhecer, nas

Leia mais

Guia PCD. Conheça melhor o Plano

Guia PCD. Conheça melhor o Plano Guia PCD Conheça melhor o Plano Índice De olho no Futuro...3 Quem é a Fundação Centrus?...5 Conhecendo o Plano de Contribuição Definida - PCD...6 Contribuições do Participante...7 Saldo de Conta...8 Benefícios

Leia mais

I Workshop de Regimes Próprios de Previdência Social RPPS Universidade Federal da Paraíba - UFPB João Pessoa, 18 de outubro de 2013

I Workshop de Regimes Próprios de Previdência Social RPPS Universidade Federal da Paraíba - UFPB João Pessoa, 18 de outubro de 2013 I Workshop de Regimes Próprios de Previdência Social RPPS Universidade Federal da Paraíba - UFPB João Pessoa, 18 de outubro de 2013 1) A TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA 2) O CRESCIMENTO NATURAL NO BRASIL 1872-2100

Leia mais

CARTILHA PLANO CELPOS CD

CARTILHA PLANO CELPOS CD CARTILHA PLANO CELPOS CD ORIGINAL PLUS O QUE É O PLANO CELPOS CD? O Plano Misto I de Benefícios CELPOS CD é um plano de previdência complementar cujo benefício de aposentadoria programada é calculado de

Leia mais

PARECER ATUARIAL Plano RJPREV-CD

PARECER ATUARIAL Plano RJPREV-CD Universidade Federal do Ceará - UFC Faculdade de Economia, Administração, Atuária, Contabilidade e Secretariado FEAAC Curso de Ciências Atuariais PARECER ATUARIAL Plano RJPREV-CD de encerramento do exercício

Leia mais

A GESTÃO DA FORÇA DE TRABALHO NO SETOR PÚBLICO SOB O PRISMA PREVIDENCIÁRIO. Marcus Vinícius de Souza Maria Thais da Costa Oliveira Santos

A GESTÃO DA FORÇA DE TRABALHO NO SETOR PÚBLICO SOB O PRISMA PREVIDENCIÁRIO. Marcus Vinícius de Souza Maria Thais da Costa Oliveira Santos A GESTÃO DA FORÇA DE TRABALHO NO SETOR PÚBLICO SOB O PRISMA PREVIDENCIÁRIO Marcus Vinícius de Souza Maria Thais da Costa Oliveira Santos Painel 46/162 Uma visão de longo prazo da Força de Trabalho no setor

Leia mais

Instituto de Previdência e Assistência a Saúde dos Servidores Públicos Municipais

Instituto de Previdência e Assistência a Saúde dos Servidores Públicos Municipais IPASSPSM Instituto de Previdência e Assistência a Saúde dos Servidores Públicos Municipais IPASSPSM SANTA MARIA/RS AVALIAÇÃO ATUARIAL Ano Base: 2013 Data Base:31/12/2012 Índice 1. Introdução... 02 2. Origem

Leia mais

PARECER ATUARIAL Exercício de 2014. INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social. Plano de Origem - BD. Março de 2015

PARECER ATUARIAL Exercício de 2014. INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social. Plano de Origem - BD. Março de 2015 PARECER ATUARIAL Exercício de 2014 INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social Plano de Origem - BD Março de 2015 1 PARECER ATUARIAL Avaliamos atuarialmente o Plano de Benefícios Previdenciários do

Leia mais

DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES ALEGRE. Porto Alegre, novembro de 2010

DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES ALEGRE. Porto Alegre, novembro de 2010 DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE PORTO ALEGRE Porto Alegre, novembro de 2010 REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL Os servidores públicos ocupantes de cargo

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [07.083.033/0001-91] CABEC-CAIXA DE PREVIDENCIA PRIVADA DO BEC PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [1979.0019-11] BD ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO 31/12/2011 Atuário Responsável VICENTE

Leia mais

2. O que a Funpresp Exe traz de modernização para o sistema previdenciário do Brasil?

2. O que a Funpresp Exe traz de modernização para o sistema previdenciário do Brasil? Perguntas Frequentes 1. O que é a Funpresp Exe? É a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo, criada pelo Decreto nº 7.808/2012, com a finalidade de administrar

Leia mais

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Celular CRT

Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios - Visão Celular CRT Demonstrações Financeiras Relatório Anual 04 Visão Prev Demonstração do Ativo Líquido por Plano de Benefícios Visão Celular CRT Período: 04 e 03 dezembro R$ Mil Descrição 04 03 Variação (%). Ativos.85.769

Leia mais

1. O que é um plano de previdência complementar?

1. O que é um plano de previdência complementar? 1 2 Ao assumir com você o compromisso de gerir o seu plano de previdência, a Fachesf se tornou responsável também por lhe manter em dia sobre o que acontece na Fundação, esclarecendo suas dúvidas e atualizando-lhes

Leia mais

PLANO DE BENEFÍCIOS PREVMAIS. Avaliação Atuarial de 2014 Plano de Benefícios PrevMais CNPB 2006.0034-29 Parecer Atuarial 045/15 Fevereiro 2015

PLANO DE BENEFÍCIOS PREVMAIS. Avaliação Atuarial de 2014 Plano de Benefícios PrevMais CNPB 2006.0034-29 Parecer Atuarial 045/15 Fevereiro 2015 156 Relatório Anual de Informações 2014 PLANO DE BENEFÍCIOS PREVMAIS Avaliação Atuarial de 2014 Plano de Benefícios PrevMais CNPB 2006.0034-29 Parecer Atuarial 045/15 Fevereiro 2015 1. Considerações Iniciais

Leia mais

Fundação Previdenciária IBM. Resumo Relatório Anual 2013 PLANO DE BENEFÍCIOS DA IBM BRASIL. 1 Relatório Anual - IBM

Fundação Previdenciária IBM. Resumo Relatório Anual 2013 PLANO DE BENEFÍCIOS DA IBM BRASIL. 1 Relatório Anual - IBM Fundação Previdenciária IBM Resumo Relatório Anual 2013 PLANO DE BENEFÍCIOS DA IBM BRASIL 1 VIVER O PRESENTE, DE OLHO NO FUTURO Caro participante, Muitos dizem que é melhor viver intensamente o presente

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [08.071.645/0001-27] CIASPREV - CENTRO DE INTEGRACAO E ASSISTENCIA AOS SERVIDORES PUBLICOS PREVIDENCIA PRIVADA PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [2005.0049-11] PREVINA ENCERRAMENTO

Leia mais

Plano de Previdência Complementar. Manual do Participante Fenacor Prev

Plano de Previdência Complementar. Manual do Participante Fenacor Prev Plano de Previdência Complementar Manual do Participante Fenacor Prev 1 Índice Introdução...3 O Programa de Previdência Fenacor Prev...3 Contribuições...4 Investimentos...5 Benefício Fiscal...5 Benefícios

Leia mais

SOLUÇÕES NA MEDIDA CERTA PARA VOCÊ

SOLUÇÕES NA MEDIDA CERTA PARA VOCÊ SOLUÇÕES NA MEDIDA CERTA PARA VOCÊ PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ATUARIAIS EM PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR ABERTA E FECHADA REGIMES PRÓPRIOS DE PREVIDÊNCIA PLANOS DE SAÚDE E SERVIÇOS ASSISTENCIAIS SEGUROS DE VIDA

Leia mais

Plano de Previdência Complementar. Manual do Participante FenacorPrev

Plano de Previdência Complementar. Manual do Participante FenacorPrev Plano de Previdência Complementar Manual do Participante FenacorPrev Índice Introdução... 3 O Programa de Previdência FenacorPrev... 3 Contribuições... 4 Investimentos... 5 Benefício Fiscal... 6 Benefícios

Leia mais

CARTILHA SOBRE A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

CARTILHA SOBRE A REFORMA DA PREVIDÊNCIA CARTILHA SOBRE A REFORMA DA PREVIDÊNCIA O servidor público e as alterações do seu regime previdenciário Jose Luis Wagner Luciana Inês Rambo Flavio Alexandre Acosta Ramos Junho de 2009 1 1. Introdução Desde

Leia mais

Plano TELOS Contribuição Variável - I

Plano TELOS Contribuição Variável - I Plano TELOS Contribuição Variável - I A sua empresa QUER INVESTIR NO SEU FUTURO, E VOCÊ? A sua empresa sempre acreditou na importância de oferecer um elenco de benefícios que pudesse proporcionar a seus

Leia mais

PORTARIA MPS Nº 403, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2008 DOU 11/12/2008

PORTARIA MPS Nº 403, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2008 DOU 11/12/2008 PORTARIA MPS Nº 403, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2008 DOU 11/12/2008 Dispõe sobre as normas aplicáveis às avaliações e reavaliações atuariais dos Regimes Próprios de Previdência Social - RPPS da União, dos Estados,

Leia mais

Página 1 de 7 Demonstrativo de Resultados da Avaliação Atuarial - 2014 RJ - PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA CNPJ : 32512501000143 SIAFI : 985925 Cadastro de Nome do Plano : Plano Previdenciário QUADRO

Leia mais

Previdência Complementar do servidor em perguntas e respostas

Previdência Complementar do servidor em perguntas e respostas Previdência Complementar do servidor em perguntas e respostas Por Antônio Augusto de Queiroz - Jornalista, analista político e diretor de Documentação do Diap Com o propósito de esclarecer algumas dúvidas

Leia mais

REGIMES PRÓPRIOS DE PREVIDÊNCIA E REGIME GERAL DA PREVIDÊNCIA SOCIAL COMPARATIVO DE CUSTOS

REGIMES PRÓPRIOS DE PREVIDÊNCIA E REGIME GERAL DA PREVIDÊNCIA SOCIAL COMPARATIVO DE CUSTOS REGIMES PRÓPRIOS DE PREVIDÊNCIA E REGIME GERAL DA PREVIDÊNCIA SOCIAL COMPARATIVO DE CUSTOS Atualmente, no Brasil, aproximadamente 3000 municípios possuem Regimes Próprios de Previdência. Ao final do ano

Leia mais

PARECER ATUARIAL Exercício de 2014. INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social PLANO SALDADO INERGUS (PSI) Março de 2015

PARECER ATUARIAL Exercício de 2014. INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social PLANO SALDADO INERGUS (PSI) Março de 2015 PARECER ATUARIAL Exercício de 2014 INERGUS Instituto ENERGIPE de Seguridade Social PLANO SALDADO INERGUS (PSI) Março de 2015 1 PARECER ATUARIAL Avaliamos atuarialmente o Plano de Benefícios Previdenciários

Leia mais

Introdução. Nesta cartilha, você conhecerá as principais características desse plano. O tema é complexo e,

Introdução. Nesta cartilha, você conhecerá as principais características desse plano. O tema é complexo e, Introdução O Plano Prodemge Saldado está sendo criado a partir da cisão do Plano Prodemge RP5-II e faz parte da Estratégia Previdencial. Ele é uma das opções de migração para participantes e assistidos.

Leia mais

Finanças pessoais: Os parâmetros para investir e não se arrepender depois. Edição Especial - nº 10 - Maio Junho de de 2016

Finanças pessoais: Os parâmetros para investir e não se arrepender depois. Edição Especial - nº 10 - Maio Junho de de 2016 Edição Especial - nº 10 - Maio Junho de de 2016 A revista da FAPES (Fundação de Assistência e Previdência Social do BNDES) Finanças pessoais: Os parâmetros para investir e não se arrepender depois Clique

Leia mais

Fachesf de FUNDAÇÃO CHESF DE ASSISTÊNCIA E SEGURIDADE SOCIAL www.fachesf.com.br

Fachesf de FUNDAÇÃO CHESF DE ASSISTÊNCIA E SEGURIDADE SOCIAL www.fachesf.com.br Fachesf de Você está em nossos planos Criada em 10 de abril de 1972, pela Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), sua patrocinadora, a Fundação Chesf de Assistência e Seguridade Social é uma

Leia mais

Plano de Benefícios 1 Plano de Benefícios PREVI Futuro Carteira de Pecúlios CAPEC

Plano de Benefícios 1 Plano de Benefícios PREVI Futuro Carteira de Pecúlios CAPEC Relatório PREVI 2013 Parecer Atuarial 2013 74 Plano de Benefícios 1 Plano de Benefícios PREVI Futuro Carteira de Pecúlios CAPEC 1 OBJETIVO 1.1 O presente Parecer Atuarial tem por objetivo informar sobre

Leia mais

Material Explicativo Plano de Benefícios Avon 2015

Material Explicativo Plano de Benefícios Avon 2015 Material Explicativo Plano de Benefícios Avon 2015 Material Explicativo ÍNDICE 1. Mensagem importante pra você... 4 2. Que tal planejar sua aposentadoria?... 5 3. Estamos juntos!... 6 4. Saiba quem pode

Leia mais

FAPI (Fundo de Aposentadoria Programada Individual) FASB (Financial Accounting Standards Board) Fato relevante Fator Fator Atuarial

FAPI (Fundo de Aposentadoria Programada Individual) FASB (Financial Accounting Standards Board) Fato relevante Fator Fator Atuarial 1. FAPI (Fundo de Aposentadoria Programada Individual): Modalidade de fundo de aposentadoria que tem como objetivo a acumulação de recursos a partir, exclusivamente, dos aportes feitos pelo titular do

Leia mais

PROGRAMA DE PREVIDÊNCIA UVERGS PREVI

PROGRAMA DE PREVIDÊNCIA UVERGS PREVI PROGRAMA DE PREVIDÊNCIA UVERGS PREVI UVERGS PREVI A União dos Vereadores do Estado do Rio Grande do Sul visa sempre cuidar do futuro de seus associados Por conta disso, está lançando um Programa de Benefícios

Leia mais

FUNDAMENTOS DA PREVIDÊNCIA

FUNDAMENTOS DA PREVIDÊNCIA FUNDAMENTOS DA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Ensino a distância ÍNDICE I) O QUE É PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR? II) SISTEMA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR III) MARCOS REGULATÓRIOS IV) PLANOS DE BENEFÍCIOS V) ENTIDADES

Leia mais

LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 2015 ANEXO DE METAS FISCAIS

LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 2015 ANEXO DE METAS FISCAIS LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 2015 ANEXO DE METAS FISCAIS V - AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO PARÁ RPPS A Emenda Constitucional nº 20, de 15

Leia mais

NOTA TÉCNICA ATUARIAL. Plano Executivo Federal

NOTA TÉCNICA ATUARIAL. Plano Executivo Federal NOTA TÉCNICA ATUARIAL Plano Executivo Federal do Plano Executivo Federal, administrado pela Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo (FUNPRESP-EXE). Julho de

Leia mais

Aceprev. Cartilha do Plano de Benefícios REGRA MIGRADOS. Aperam Inox América do Sul S.A. Acesita Previdência Privada

Aceprev. Cartilha do Plano de Benefícios REGRA MIGRADOS. Aperam Inox América do Sul S.A. Acesita Previdência Privada Aceprev Acesita Previdência Privada Aperam Inox América do Sul S.A. Cartilha do Plano de Benefícios REGRA MIGRADOS Aceprev Acesita Previdência Privada DIRETORIA EXECUTIVA Nélia Maria de Campos Pozzi -

Leia mais

Olhando para o Futuro: como preparar sua aposentadoria

Olhando para o Futuro: como preparar sua aposentadoria Olhando para o Futuro: como preparar sua aposentadoria Olhando para o Futuro: como preparar sua aposentadoria Prof. William Eid Junior Professor Titular Coordenador do GV CEF Centro de Estudos em Finanças

Leia mais

Audiência Pública na Comissão do Trabalho, Administração e de Serviço Público. junho de 2007

Audiência Pública na Comissão do Trabalho, Administração e de Serviço Público. junho de 2007 Audiência Pública na Comissão do Trabalho, Administração e de Serviço Público junho de 2007 Sumário Regulamentação do direito de greve dos servidores públicos Previdência complementar dos servidores da

Leia mais

INSTRUÇÃO PREVIC N 12, DE 13 DE OUTUBRO DE 2014

INSTRUÇÃO PREVIC N 12, DE 13 DE OUTUBRO DE 2014 INSTRUÇÃO PREVIC N 12, DE 13 DE OUTUBRO DE 2014 Dispõe sobre as Demonstrações Atuariais - DA dos planos de benefícios administrados pelas entidades fechadas de previdência complementar, e dá outras providências.

Leia mais

Para cada valor depositado pelo participante a título de contribuição básica a Patrocinadora depositará valor idêntico.

Para cada valor depositado pelo participante a título de contribuição básica a Patrocinadora depositará valor idêntico. Apresentação Este é o MANUAL DO PARTICIPANTE da PRECE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR, material explicativo que descreve, em linguagem simples e precisa, as características gerais do Plano CD, com o objetivo

Leia mais

CAPEF. Efeitos/Riscos do Contencioso Judicial em Planos de Benefícios Previdenciários

CAPEF. Efeitos/Riscos do Contencioso Judicial em Planos de Benefícios Previdenciários CAPEF Efeitos/Riscos do Contencioso Judicial em Planos de Benefícios Previdenciários Fortaleza, 30 de novembro de 2012 Cenário Atual Cresce o volume de discussões judiciais Aumento do Custo administrativo/previdenciário

Leia mais

Prova Comentada TRT/SP Direito Previdenciário. XX. (Analista Judiciário Área Judiciária/TRT-2/FCC/2014):

Prova Comentada TRT/SP Direito Previdenciário. XX. (Analista Judiciário Área Judiciária/TRT-2/FCC/2014): Prova Comentada TRT/SP Direito Previdenciário XX. (Analista Judiciário Área Judiciária/TRT-2/FCC/2014): 54. Uma vez criados por lei do ente federativo, vinculam-se aos regimes próprios de previdência social

Leia mais

Plano de Contribuição Definida

Plano de Contribuição Definida Plano de Contribuição Definida Gerdau Previdência CONHEÇA A PREVIDÊNCIA REGIME DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Oferecido pelo setor privado, com adesão facultativa, tem a finalidade de proporcionar uma proteção

Leia mais

Programa de Certificação REGUS Módulo Atuarial. Brasília DF, 24 de maio de 2013 1

Programa de Certificação REGUS Módulo Atuarial. Brasília DF, 24 de maio de 2013 1 Programa de Certificação REGUS Módulo Atuarial Brasília DF, 24 de maio de 2013 1 Programa Definição de Atuária, aplicações na previdência complementar e atuação do atuário Obrigações atuariais estabelecidas

Leia mais

Rendimentos líquidos mensais (R$) Alíquota Deduzir Prazo de acumulação dos recursos Alíquota. 35% Até 1.566,61. 30% De 1.566,62 até 2.

Rendimentos líquidos mensais (R$) Alíquota Deduzir Prazo de acumulação dos recursos Alíquota. 35% Até 1.566,61. 30% De 1.566,62 até 2. 2010 1 Introdução A Resolução CGPC n 23, de 06 de dezembro de 2006, estabeleceu procedimentos básicos para divulgação de informações aos Participantes. Em conformidade com esta resolução, apresentamos

Leia mais