APOSTILA CERTIFICAÇÃO RPPS

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1 APOSTILA CERTIFICAÇÃO RPPS 1

2 MÓDULO I GESTÃO DO PASSIVO PREVIDENCIÁRIO 1. CONCEITOS PREVIDENCIÁRIOS FUNDAMENTAIS Receitas e Despesas Previdenciárias Certificado de Regularidade Previdenciária Avaliação Atuarial REGIME DE REPARTIÇÃO E DE CAPITALIZAÇÃO Constituição de Fundos Previdenciários O Risco do Regime de Repartição Simples Desafios e Vantagens do Regime de Capitalização Estratégias para a Capitalização do Novo Regime A Importância do Equilíbrio Financeiro e Atuarial do Sistema BENEFÍCIO DEFINIDO E CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA ATIVO, PASSIVO E RESULTADO PREVIDENCIÁRIO BENEFÍCIOS CONCEDIDOS E BENEFÍCIOS A CONCEDER PLANO DE CUSTEIO INTERPRETAÇÃO DO CÁLCULO ATUARIAL Resultado Atuarial Projeção Atuarial Premissas Atuariais Taxa de Juros (Meta Atuarial) Tábuas Biométricas Crescimento Salarial Fator de Capacidade Composição Familiar Novos Entrantes e Rotatividade Variações do Resultado Atuarial GERENCIAMENTO DE ATIVO E PASSIVO ASSET LIABILITY MANAGEMENT (ALM) 9. ADMINISTRAÇÃO DO CADASTRO

3 1. CONCEITOS PREVIDENCIÁRIOS FUNDAMENTAIS 1.1. Receitas e Despesas Previdenciárias Os entes da federação (municípios, estados, DF e união) possuem competência para tratar da seguridade social, sendo dividida em: assistência, previdência e saúde. A previdência social deve sempre ser gerenciada à parte da assistência e saúde devido às suas peculiaridades. O aspecto financeiro diferenciador mais importante é quanto ao comportamento das despesas ao longo do tempo, pois se sabe que essas despesas apresentam crescimento rápido, refletindo o aumento do volume de benefícios previdenciários em relação às receitas de contribuições previdenciárias. Esse fato é normalmente evidenciado pela divulgação de um indicador correspondente à relação entre o número de beneficiários (aposentados e pensionistas) e o de contribuintes, valor este que tende a crescer no médio prazo e a se estabilizar no longo prazo em um número maior que um, significando que o regime possui mais beneficiários do que contribuintes ativos. A previdência tem como objetivo proteger o servidor da perda permanente da capacidade laborativa por ocasião de morte, invalidez ou idade avançada, além da perda temporária da capacidade em função de doença, acidente, maternidade e reclusão. Sendo assim, os benefícios previdenciários se dividem em benefícios de prestação continuada e auxílios, respectivamente. Os benefícios de prestação continuada são: aposentadoria por invalidez, aposentadoria programada (por idade ou tempo de contribuição) e pensão. Já os auxílios são: auxílio-doença, auxílio-reclusão, saláriofamília e salário-maternidade. As despesas previdenciárias de um regime próprio devem corresponder somente àquelas previstas pela Constituição Federal e legislação em geral. O regime próprio deverá no mínimo conceder os benefícios de aposentadoria e pensão. No máximo, além 3

4 dos benefícios de aposentadoria e pensão, poderá oferecer aos segurados e dependentes o auxílio-doença, auxílio-reclusão, salário-família e salário-maternidade. Os benefícios de salário-família e auxílio-reclusão só serão devidos aos dependentes dos segurados de baixa renda, com remuneração, provento ou pensão brutos inferiores ao limite determinado e corrigido anualmente pelo Ministério da Previdência social. Uma despesa adicional, que não é usufruída diretamente pelos segurados do regime é a despesa com a taxa de administração, que corresponde ao valor máximo de 2% do valor total das remunerações, proventos e pensões dos segurados vinculados ao regime próprio de previdência, relativamente ao exercício financeiro anterior. Cada regime pode, portanto, estipular um percentual diferente, de acordo com a necessidade que surge em relação às despesas de caráter administrativo envolvendo remuneração de pessoal, materiais de expediente, energia, água e esgoto, comunicações, vigilância, locações, manutenção, limpeza e conservação dos bens móveis e imóveis, consultoria, assessoria técnica, honorários, entre outros. Desde que haja aprovação dos conselheiros, o regime próprio pode constituir reservas com eventuais sobras do custeio administrativo, cujos recursos somente serão utilizados para os fins destinados pela taxa de administração, sendo que o montante não poderá ultrapassar a totalidade das efetivas despesas administrativas do exercício anterior. De acordo com a legislação geral (federal), para as despesas previdenciárias serem custeadas suficientemente, devem obrigatoriamente haver no mínimo as receitas de contribuição do servidor e de contribuição do ente (patronal). A contribuição do servidor deve ser de no mínimo 11% e a contribuição do ente no mínimo uma vez e no máximo duas vezes a contribuição do servidor. Em se tratando de um regime capitalizado, ou seja, aquele no qual existe um fundo previdenciário, haverá também uma receita patrimonial de juros que será fundamental para a manutenção do equilíbrio financeiro e atuarial no longo prazo. Para auxiliar o gerenciamento eficiente das aplicações financeiras do fundo previdenciário e os juros correspondentes surge a necessidade da existência da certificação do gestor responsável pelos investimentos dos regimes 4

5 próprios. A legislação local pode prever ainda outras fontes de receita, como royalties do petróleo, que são uma compensação financeira devida ao ente, incidente sobre a produção mensal das empresas concessionárias de petróleo e gás natural. O ente pode então, desde que previsto em lei, deslocar parte ou toda essa receita para o fundo previdenciário. Assim como para os royalties do petróleo, pode o ente legalmente atribuir outros créditos para o fundo, de acordo com a necessidade do regime. Um aspecto importante que diferencia os regime próprios dos outros regimes previdenciários brasileiros (entidades abertas e fechadas de previdência complementar) é a existência da Compensação Previdenciária. Essa compensação surge na medida em que um servidor público, ao se aposentar, pode averbar tempo de contribuição anterior aportado ao regime geral (INSS). Sendo assim, mediante o processo administrativo formalizado, este servidor irá provocar uma receita de compensação previdenciária para o regime instituidor do benefício programado (regime próprio), sendo repassada mensalmente pelo regime de origem (INSS). Analogamente, na situação contrária, a qual o servidor se desliga de um regime próprio e passa a contribuir para o INSS, quando posteriormente se aposenta, será gerada uma despesa de compensação previdenciária para o regime de origem (regime próprio) que irá arcar com a parte que lhe cabe em relação ao pagamento mensal do benefício concedido pelo regime instituidor (INSS). Trata-se na prática de uma espécie de rateio proporcional das despesas com relação aos benefícios programados. Atualmente só existe regulamentação quanto à compensação entre os regimes próprios e o regime geral. A compensação previdenciária de um regime próprio para outro regime próprio ainda será implantada, dependendo de regulamentação federal. 5

6 1.2. Certificado de Regularidade Previdenciária O Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP) é o documento emitido pela União através da Secretaria de Políticas de Previdência Social (SPS), com validade de 90 dias, e que atesta a regularidade do ente público, envolvendo aspectos do ente e do regime próprio de previdência social dos servidores. Para tal, deve o ente possuir legislação que respeite as normas gerais, bem como serem elaborados e enviados o Demonstrativo Previdenciário, o Demonstrativo de Investimentos e Disponibilidade Financeira (Demonstrativo Financeiro), o Demonstrativo de Resultado da Avaliação Atuarial (DRAA), o Comprovante de Repasse e Recolhimento ao RPPS, os Demonstrativos Contábeis e o Demonstrativo da Política de Investimentos. O CRP será exigido do ente público nas situações elencadas a seguir que envolvem transações financeiras com o governo federal, exceto quanto às transferências voluntárias relativas às ações de educação, saúde e assistência social. - Realização de transferências voluntárias de recursos pela União; - Celebração de acordos, contratos, convênios ou ajustes com órgãos ou entidades da Administração Direta e Indireta da União; - Concessão de empréstimos, financiamentos, avais e subvenções em geral de órgãos ou entidades da Administração Direta e Indireta da União; - Liberação de recursos de empréstimos e financiamentos por instituições financeiras federais; - Pagamento dos valores devidos pelo Regime Geral em razão da compensação previdenciária. 6

7 O Demonstrativo Previdenciário será elaborado com base nas informações contábeis do regime próprio e do ente, incluindo valores mensais de contribuição previdenciária, compensação previdenciária, receita patrimonial de aplicação de recursos, despesas com aposentadorias e pensões, despesas administrativas, remuneração dos servidores ativos, e saldo financeiro do fundo previdenciário. O Demonstrativo de Investimentos e Disponibilidade Financeira (Demonstrativo Financeiro) será elaborado com base nas negociações em mercado financeiro referentes ao fundo previdenciário, incluído informações sobre: preço/quantidade e valor da operação, emissor, data da emissão, data e valor de resgate, indexador, taxa de juros, agente custodiante, contraparte, nível de risco e agência de risco. O Comprovante de Repasse e Recolhimento ao RPPS é um documento de comprovação do repasse do ente e recolhimento ao regime próprio das contribuições a seu cargo, dos valores retidos dos segurados, dos aportes de recursos e débitos de parcelamento, correspondentes às alíquotas fixadas em lei. Ele deve ser devidamente confirmado (assinado) pelo dirigente da unidade gestora do regime próprio e pelo representante do ente (chefe do executivo). O DRAA é elaborado anualmente e deve ser enviado até 31 de março após o encerramento do exercício financeiro, tendo como base os valores das projeções e resultados apurados na avaliação atuarial. O Demonstrativo da Política de Investimentos também é anual e deve ser encaminhado até 31 de dezembro, referindo-se à política do exercício seguinte. Os Demonstrativos Contábeis são elaborados semestralmente e devem ser enviados até 30 de setembro (encerramento do 1º semestre) e 31 de março (encerramento do exercício anterior). 7

8 Os Demonstrativos Previdenciários, de Investimentos e Disponibilidade Financeira e o Comprovante de Repasse e Recolhimento devem ser enviados eletronicamente até o último dia do mês seguinte ao encerramento de cada bimestre do ano civil. Ademais, as normas previdenciárias locais e o ente devem respeitar os seguintes critérios, elencados e explicados resumidamente a seguir: - Unidade gestora e regime próprio únicos: existência de apenas um regime próprio de previdência social e uma unidade gestora do respectivo regime dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, entendendo-se como unidade gestora aquela com a finalidade de gerenciamento e operacionalização do respectivo regime; - Participação dos segurados, ativos e inativos, nos colegiados: os regimes próprios deverão contar com a participação de representantes dos segurados nos conselhos e instâncias de decisão em que os seus interesses sejam objetos de discussão e deliberação; - Cobertura exclusiva a servidores efetivos: cobertura exclusiva a servidores públicos titulares de cargos efetivos e a militares, isto é, todos os que prestaram concurso e seus dependentes, não podendo amparar aqueles servidores que ocupam, exclusivamente, os cargos em comissão, também chamados de cargos de confiança, e os servidores temporários. Nesta última categoria excluída, estão aqueles que exercem os mandatos eletivos e, ainda, os contratados por tempo determinado em razão de excepcional interesse público; - Caráter contributivo: esse critério determina a necessidade de previsão expressa, em lei, das alíquotas de contribuição dos entes federativos e de seus segurados, bem como o repasse integral das respectivas contribuições ao órgão ou entidade gestora do regime próprio de previdência social; 8

9 - Observância dos limites legais das alíquotas de contribuição: a alíquota dos servidores não poderá ser inferior daquela cobrada dos servidores titulares de cargo efetivo da União. Além disso, a alíquota do ente não poderá ser inferior a do seu servidor ou superior ao dobro, salvo em caso de necessidade de cobertura de eventuais insuficiências financeiras do respectivo regime próprio decorrentes do pagamento de benefícios previdenciários; - Base de incidência das alíquotas de contribuição: A contribuição dos servidores ativos incidirá sobre a totalidade da base para a contribuição, enquanto que a contribuição sobre os proventos dos inativos e sobre as pensões incidirá somente sobre a parcela que ultrapassar o limite máximo estabelecido para os benefícios do RGPS ou que ultrapassar o dobro desse limite quando o beneficiário for portador de doença incapacitante, nas mesmas alíquotas aplicadas às remunerações dos servidores ativos. - Utilização de recursos previdenciários: utilização dos recursos vinculados ao regime próprio de previdência social apenas para o pagamento de benefícios previdenciários, com exceção às despesas administrativas. Os recursos não podem ser utilizados para conceder assistência à saúde e auxílio financeiro de qualquer espécie; - Conta distinta para os recursos previdenciários: a conta bancária do regime próprio de previdência social deve ser distinta da conta tesouro do ente federativo, possibilitando a comprovação da utilização adequada dos recursos previdenciários; - Aplicações financeiras de acordo com o Conselho Monetário Nacional (CMN): os recursos do regime próprio devem ser aplicados conforme as regras fixadas pelo CMN, sendo vedada a concessão de empréstimos ou assistência financeira de qualquer espécie à administração direta ou indireta, bem como aos servidores e dependentes; - Equilíbrio financeiro e equilíbrio atuarial: com base na avaliação atuarial e no DRAA, deve ser garantido o equilíbrio financeiro e atuarial do regime, observadas as alíquotas de contribuição de equilíbrio necessárias para a cobertura do plano, bem como, se 9

10 necessário, o plano de amortização e a segregação de massas para o equacionamento do déficit atuarial; - Não existência de convênio ou consórcio para pagamento de benefícios: o pagamento de benefícios não pode ser feito por meio de convênios, consórcios ou outra forma de associação entre estados, entre estados e municípios e entre municípios, ou seja, os benefícios devem ser concedidos diretamente pelo regime próprio que o instituiu; - Concessão de benefícios não distintos do RGPS: Os benefícios concedidos pelo ente e regime próprio não podem ser distintos daqueles concedidos pelo Regime Geral de Previdência Social RGPS: aposentadoria por invalidez, aposentadoria programada, auxílio-doença, salário-família, salário-maternidade, pensão e auxílio-reclusão; - Regras de concessão, cálculo e reajustamento de benefícios: a previsão de requisitos e critérios de concessão de benefícios, bem como a definição de dependente (cônjuge, companheiro(a), filho(a), pais e irmãos) não podem ser diferentes daqueles previstos na Constituição Federal e utilizados pelo RGPS; - Não-inclusão de parcelas remuneratórias temporárias nos benefícios: para o cálculo do valor dos benefícios, bem como sua percepção, não é permitida a inclusão de parcelas remuneratórias temporárias, como aquelas pagas em decorrência de função de confiança, de cargo em comissão ou do local de trabalho, bem como do abono de permanência; - Demonstrações contábeis: deverão ser elaborados o balanço orçamentário, o balanço financeiro, a demonstração das variações patrimoniais, o balanço patrimonial e as notas explicativas; - Escrituração de acordo com o plano de contas definido por norma específica do MPS: a escrituração será feita de forma autônoma em relação às contas do ente público, identificando e consolidando demonstrativos financeiros e orçamentários das receitas e 10

11 despesas previdenciárias que expressem com clareza a situação do patrimônio do respectivo regime e as variações ocorridas no exercício; - Registro individualizado: devem ser disponibilizados aos segurados extratos anuais dos registros individualizados das contribuições do segurado e do ente federativo, incluindo matrícula, remuneração, valores mensais e acumulados da contribuição do servidor e do ente; - Acesso dos segurados às informações do regime: garantia de pleno acesso dos segurados às informações relativas à gestão do regime próprio de previdência social, permitindo livre acesso às unidades gestoras ou fundos previdenciários, podendo inspecionar livros, notas técnicas e documentos, e estando sujeito o infrator às penas previstas pela lei por qualquer dificuldade oposta à consecução desse objetivo; - Encaminhamento de documentos: envio periódico à Secretaria de Previdência Social dos seguintes documentos: legislação completa referente ao regime de previdência social; avaliação atuarial inicial do regime próprio; Demonstrativo de Resultado da Avaliação Atuarial DRAA; Demonstrativo das Receitas e Despesas do Regime Próprio; Demonstrativo Financeiro do Regime Próprio; e Comprovante do Repasse das contribuições a cargo do ente da federação e dos valores descontados dos segurados e dos pensionistas; - Atendimento de solicitação do MPS: as solicitações de documentos ou informações em auditoria indireta pelo Ministério da Previdência Social ou pelo Auditor Fiscal em auditoria direta devem ser atendidas do prazo estipulado. Incumbe ao Ministério da Previdência Social a fiscalização dos regimes próprios de previdência. O CRP terá a sua emissão suspensa ou cancelada quando da verificação pela Secretaria de Previdência Social (SPS) de infração dos critérios e exigências previstos, mediante Processo Administrativo Previdenciário que assegure o contraditório e a ampla defesa. 11

12 Assim, pode ser instaurado processo administrativo de duas formas: quando da elaboração da notificação de auditoria fiscal por parte do auditor fiscal, no caso de auditoria ordinária in loco; ou quando da emissão de parecer pelo Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público, no caso de constatação de irregularidades mediante expedição de Notificação de Irregularidade através da análise dos demonstrativos e demais documentos exigidos para fins de emissão do Certificado de Regularidade Previdenciária Avaliação Atuarial O objetivo da avaliação atuarial é apurar e quantificar o preceito constitucional do equilíbrio financeiro e atuarial através da elaboração de projeções e conseqüente determinação do superávit/déficit técnico do plano. Para isso, toda a legislação geral (federal) e local, do ente, é considerada. Sua elaboração deve ser feita com periodicidade mínima anual, sendo que os resultados dela servirão de base para o preenchimento do DRAA que deve ser enviado até 31 de março de cada exercício financeiro. É importante destacar que o parecer atuarial deve ser assinado por profissional atuário devidamente registrado no Instituto Brasileiro de Atuária (IBA). Uma avaliação atuarial deve possuir pelo menos os seguintes itens: - Fundamentação legal: apontamento da legislação geral e local que embasou os cálculos; - Plano de benefícios: descrição das coberturas existentes e das condições gerais de concessão dos benefícios do plano previdenciário; - Plano de custeio: definição das fontes de recursos do regime, as receitas previdenciárias e créditos atribuídos ao plano; 12

13 - Estatísticas: estatísticas por sexo, idade, tempo de contribuição, remuneração de atividade e proventos de inatividade, da massa de servidores ativos e inativos e, se disponível, estatísticas por sexo e idade dos dependentes beneficiários com direito à pensão por morte; - Fundo previdenciário: comparativo dos últimos três anos entre a taxa de juros atuarial (meta atuarial) e a rentabilidade dos fundos; - Premissas atuariais: regimes de financiamento dos diversos benefícios oferecidos, hipóteses atuariais e formulações básicas utilizadas, segregadas por tipo de benefício; - Resultado atuarial: descrição e valor das provisões matemáticas suficientes para garantir o pagamento dos benefícios estipulados no plano previdenciário, bem como ocasionais mudanças de premissas atuariais ou métodos, justificando tal procedimento; - Plano de custeio de equilíbrio atuarial: definição das alíquotas e formas de obtenção do equilíbrio atuarial; - Projeção atuarial: fluxo anual projetado de receitas e despesas do fundo para um período mínimo de 75 anos; - Parecer sobre o banco de dados: qualidade do cadastro fornecido pela entidade, que serviu de base para a realização da avaliação atuarial; - Parecer atuarial: parecer conclusivo do atuário responsável pela avaliação atuarial contendo as causas do superávit/déficit técnico atuarial. Em se tratando de déficit atuarial, as possíveis soluções para o equacionamento, e de superávit, a sua destinação; - Análise comparativa: comparação entre os resultados das três últimas avaliações 13

14 anuais, indicando a margem de erro das suposições formuladas em relação ao observado; - Nota técnica atuarial: definição matemática de como foram elaborados os cálculos e projeções atuariais. As próximas seções apresentarão os conhecimentos mínimos que servem de base para o entendimento e interpretação da avaliação atuarial de um regime próprio de previdência social, além de sua utilização como instrumento gerencial de tomada de decisões estratégicas. 2. REGIME DE REPARTIÇÃO E DE CAPITALIZAÇÃO 2.1 Constituição de Fundos Previdenciários Na vigência da atual Constituição, o regime de previdência social sofreu duas grandes alterações estruturais. A primeira reforma veio com a Emenda Constitucional 20/98, trazendo o conceito de equilíbrio atuarial e o caráter contributivo ao se mudar o critério de tempo de serviço para tempo de contribuição. A segunda foi consolidada em duas partes, com as Emendas Constitucionais 41/03 e 47/05, inovando no conceito de solidariedade que viria a justificar a contribuição previdenciária de inativos e pensionistas, além de impor regras de concessão de benefício ainda mais rígidas. Os regimes próprios de previdência social possuem, desde a Emenda Constitucional 20/98, a faculdade de constituírem fundos integrados, mas desde que sejam estruturados de forma a preservar o equilíbrio financeiro e atuarial previsto na própria Lei Maior. Esta mudança foi um marco histórico na previdência pública e procurou trazer segurança ao sistema, amparado ainda pela rígida Lei de Responsabilidade Fiscal. Na Ciência Atuarial, essa constituição de fundo representa a prudente transição do 14

15 regime financeiro de repartição simples para o regime financeiro capitalizado. A faculdade de se constituir um fundo deve ser vista como uma obrigação para o bom administrador, visto que um sistema previdenciário custeado pelo regime de repartição certamente entrará em colapso a médio prazo O Risco do Regime de Repartição Simples Imagina-se, então, um regime cujos benefícios previdenciários são custeados sob o regime de repartição e que, conseqüentemente, se utiliza da receita previdenciária do atual exercício financeiro para fazer frente ao pagamento dos atuais aposentados e pensionistas. Certamente, as despesas previdenciárias, mesmo inicialmente insignificantes em volume financeiro, aumentarão num ritmo bem mais rápido que o das contribuições. Inevitavelmente haverá uma preocupação constante com a relação entre o número de servidores ativos e o de aposentadorias e pensões. A lógica é bastante simples: caso exista a contribuição do servidor na alíquota de 11% e a do ente na de 22%, é necessário que pelo menos 3 servidores ativos se juntem para que cada um dos seus 33% consiga pagar integralmente um benefício apenas, seja este uma aposentadoria ou pensão. Essa realidade se ameniza um pouco no caso da instituição da contribuição de inativos e pensionistas, prevista pela Emenda Constitucional 41/03, mas se agrava ao ser projetado o crescimento salarial real do servidor ao longo de sua carreira, mesmo na posterior ausência de integralidade e paridade. Na existência desse hipotético sistema, verifica-se intuitivamente que a meta financeira de 3 ativos para cada beneficiário é facilmente atingida nos primeiros anos do sistema, pois existe um lapso temporal considerável até que o servidor adquira o direito à aposentadoria. No gráfico apresentado, pode-se observar a evolução das despesas com aposentadorias e pensões frente à folha salarial tomada como base da contribuição previdenciária. Nota-se que o percentual cresce até que o grupo atinja a maturidade, ou seja, quando o número de ativos, inativos e pensionistas permanece em uma proporção praticamente estável. Também se pode observar que durante a segunda década de vida 15

16 do sistema as despesas já ultrapassam 50%, quando a partir de então, as contribuições previdenciárias de 33% não são suficientes para o devido custeio. Essa evolução é absolutamente natural e também previsível em qualquer sistema previdenciário, seja público ou privado. No regime de repartição simples é certo que as contribuições do servidor e do ente não serão suficientes para custear os benefícios de aposentadoria e pensão. Evolução do Percentual da Relação: Despesas Previdenciárias / Folha Base de Contribuição 225% 200% 175% 150% 125% 100% 75% 50% 25% 0% Anos decorridos Quando as contribuições previdenciárias são insuficientes, surgem os déficits financeiros que obviamente deverão possuir alguma origem para cobri-los. Na tabela exposta, observam-se os números do regime próprio da União e os dos regimes próprios estaduais consolidados. O déficit financeiro é denominado necessidade de financiamento. Nota-se que se o regime próprio estiver estruturado no regime de repartição simples, o tesouro do ente será responsável por arcar com esse custo, pois é subsidiariamente responsável pela cobertura de eventuais insuficiências financeiras do regime próprio decorrentes do pagamento de benefícios previdenciários, de acordo com a legislação federal. Necessidade de financiamento dos regimes próprios da união e estados (consolidados), considerando a contribuição patronal em dobro (duas vezes a contribuição do servidor). 16

17 UNIÃO (R$ bilhões) Contribuições do Servidor e Patronal 7,0 9,4 9,2 10,8 13,8 Despesas com Aposentadorias e Pensões 28,1 31,7 36,2 39,8 42,4 Necessidade de Financiamento 21,1 22,2 27,1 29,0 28,6 ESTADOS (R$ bilhões) Contribuição do Servidor 11,0 12,6 4,5 6,0 6,6 Contribuição Patronal 11,0 12,6 12,6 18,0 7,6 Despesas com Aposentadorias e Pensões 24,6 30,4 31,2 34,2 37,1 Necessidade de Financiamento 13,7 17,9 19,0 17,7 22,9 Fonte: Ministério da Previdência Social Mas então, o que fazer se o futuro certamente revelará uma impiedosa realidade onde as contribuições do servidor e do ente não serão suficientes para cobrir as despesas previdenciárias? Como agir para não se chegar à situação na qual sejam necessários aportes por parte do tesouro para cobrir a certeza de futuros déficits financeiros? Existe outra fonte para financiar o sistema, além das contribuições previdenciárias, que caracterizam um regime de capitalização Desafios e Vantagens do Regime de Capitalização A solução do problema apresentado é constituir, o quanto antes, um fundo capitalizado, e de preferência enquanto o volume de contribuições supera o de pagamento de benefícios. Os juros ganhos pelo fundo são a fonte alternativa de financiamento, e se demonstrarão no médio e longo prazo ainda mais importantes que a fonte de contribuições. Mas o que acontece quando um regime possuidor dessa boa visão gerencial decide migrar do regime de repartição (orçamentário), sem constituição de fundo, para o regime de capitalização? A princípio, o sistema sofreria encargos em dobro, visto que teria que 17

18 arcar com os custos de pagamento dos atuais benefícios somados aos custos de constituição do próprio fundo. De fato, esse duplo encargo inevitavelmente terá que ser enfrentado, pagando-se literalmente pela ineficiência gerencial das administrações anteriores. A proposta, porém, não é despejar toda a responsabilidade na administração atual, e sim, amortizá-la ao longo das futuras administrações a partir da mudança. Para contornar este problema aparentemente insolúvel, é possível se definir um planejamento, desde que previsto em lei local, que preveja a transição gradual de um regime para o outro, sem grandes impactos sobre o orçamento do ente. O sistema capitalizado não será então mais dependente daquela relação número de contribuintes por número de beneficiários e não apresentará déficits financeiros crescentes incontroláveis por parte do tesouro municipal. Revela-se uma realidade bem mais segura, onde as contribuições são niveladas a um percentual fixo, possibilitando o poder público administrar melhor o erário e destinar no médio e longo prazo maior parcela de recursos para o bem-estar da população Estratégias para a Capitalização do Novo Regime Basicamente, existem duas estratégias básicas de transição para o regime capitalizado, diferindo-se na definição da forma na qual se divide a parte sob responsabilidade do regime de repartição, financiado pelo tesouro, frente ao novo regime capitalizado, sob responsabilidade do fundo previdenciário. Em ambas as estratégias, se acumulam os superávits de cada exercício financeiro no fundo previdenciário que renderá juros e correção monetária. Adicionalmente, principalmente se o sistema já não demonstra mais superávits financeiros, pode ou deve ser efetuado um aporte inicial de constituição do fundo, custeado pelo ente. Esse aporte também estará previsto em lei, mas não precisa necessariamente ser um ativo financeiro de alta liquidez ou um imóvel. O aporte de direitos pode ser uma boa opção, desde que haja baixo risco de crédito e regularidade no fluxo de caixa, como em créditos a receber de divida ativa ou royalties. 18

19 Como o regime proposto é de transição de repartição para capitalização, inicialmente o fundo não arcará com a responsabilidade do pagamento de todas as aposentadorias e pensões, tendo folga inicial para crescer sob o efeito do fenômeno dos juros compostos. É justamente na forma de divisão da responsabilidade de pagamento dos benefícios atuais e futuros que podem ser definidas duas das principais estratégias. A primeira estabelece uma idade de corte para os contribuintes em atividade: os servidores ativos atuais e futuros. Aqueles servidores com idade inferior ao corte serão financiados pelo fundo, sob o regime de capitalização. Exemplificando, os servidores a serem assegurados pelo regime capitalizado poderiam corresponder aos atuais e futuros ativos com idade inferior a 45 anos, deduzidos 5 anos caso seja do sexo feminino e mais 5 anos caso professor(a), na data de vigência da lei local. A segunda estratégia estabelece o corte na ocasião da data de aquisição do direito ao benefício. Os benefícios de aposentadoria arcados pelo regime capitalizado poderão ser os que forem sendo adquiridos a partir de uma determinada data, coincidindo com a de vigência da lei ou sendo postergada por alguns anos. As pensões seguem a mesma lógica e serão financiadas pelo novo regime quando concedidas a partir de uma determinada data, não necessariamente igual à de corte para aposentadoria, podendo também ser postergada por alguns anos A Importância do Equilíbrio Financeiro e Atuarial do Sistema Seja qual for a modalidade de transição escolhida, é certo que cabe ampla discussão a respeito de qual estratégia se adapta melhor a realidade do instituto levando a uma implementação operacional mais eficiente. Torna-se, então, essencial a elaboração prévia de diversos cenários de avaliação atuarial, a fim de se projetarem os fluxos de caixa futuros do regime capitalizado e do regime de repartição. Com uma dessas medidas estratégicas implementadas, a responsabilidade do tesouro frente ao regime de repartição é majorada inicialmente, mas com o passar do tempo, e 19

20 imediatamente, ela decresce até que dentro de poucas décadas se extingue, reduzindose apenas ao compromisso da contribuição previdenciária do ente. Os gestores do instituto, em conjunto com o chefe do executivo e o poder legislativo, optarão pela melhor forma de implementação do regime capitalizado, porém deve ser tarefa de responsabilidade do atuário a definição dos critérios de corte que irão delimitar os compromissos dos dois regimes, preservando então o equilíbrio financeiro e atuarial do sistema. Ainda assim, nos exercícios financeiros subseqüentes torna-se relevante o acompanhamento dos resultados futuros a fim de serem controladas as realizações frente às projeções elaboradas nas reavaliações atuariais. O novo desafio apresentado pelo sistema capitalizado é de o regime possuir um corpo técnico qualificado que garanta a eficiente gestão dos recursos financeiros do fundo, administrando os riscos financeiros e atuariais em conjunto, conforme será abordado posteriormente no item de Gerenciamento de Ativo e Passivo (ALM). 3. BENEFÍCIO DEFINIDO E CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA Existem diferentes formas de se calcular o valor do benefício em um plano previdenciário que caracterizam as modalidades de benefício definido e de contribuição definida. Na modalidade de contribuição definida, o benefício é calculado em função de todas as contribuições individuais do segurado que integram um fundo que montará um valor futuro, acumulando-se juros. A esse valor acumulado no futuro, aplica-se um cálculo atuarial que levará em consideração: taxa de juros atuarial, idade e sexo do segurado (expectativa de sobrevida do segurado), taxas de administração e idade e sexo dos dependentes. A alta expectativa de sobrevida e as taxas de administração contribuem para a diminuição relativa do valor do benefício. Já a taxa de juros contribui para o aumento do valor do benefício. Assim, o valor do benefício será tão maior quanto à boa eficiência dos gestores do fundo 20

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