ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO ADMINISTRAÇÃO / CONTABILIDADE

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1 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO ADMINISTRAÇÃO / CONTABILIDADE Professora: Cleide Comparcida ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO

2 Sumário OBJETIVOS PEDAGÓGICOS... 4 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA... 5 MERCADO FINANCEIRO... 6 FINANÇAS PESSOAIS Objetivo Acompanhamento de gastos Estudo de opções de financiamentos Planos de aposentadoria FINANÇAS CORPORATIVAS Administração Financeira e áreas afins Finanças empresariais e o administrador financeiro As funções do administrador financeiro A meta do administrador financeiro ANÁLISE FINANCEIRA DAS EMPRESAS O objetivo da empresa no contexto da Administração Financeira O SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL DA EMPRESA DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS REGRA DE TRÊS SIMPLES Exercícios de fixação: REGRA DE TRÊS COMPOSTA Exercícios de fixação: PORCENTAGEM TAXA DE PORCENTAGEM FÓRMULA DA PORCENTAGEM FLUXO DE CAIXA Exercícios de fixação: REGIMES DE CAPITALIZAÇÃO JUROS SIMPLES E JUROS COMPOSTOS CONCEITOS BÁSICOS QUANDO USAMOS JUROS SIMPLES E JUROS COMPOSTOS? REGIME DE CAPITALIZAÇÃO SIMPLES Exercícios de fixação DESCONTO SIMPLES DESCONTO COMERCIAL Valor Atual ou Valor Presente DESCONTO RACIONAL SIMPLES Valor Atual ou Presente: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO

3 REGIME DE CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA Exercícios de fixação DESCONTO RACIONAL COMPOSTO AMORTIZAÇÃO SAC SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO CONSTANTE PRICE SISTEMA FRANCÊS DE AMORTIZAÇÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO

4 OBJETIVOS PEDAGO GICOS A administração financeira é muito utilizada no atual sistema econômico. O objetivo do curso é que o administrador financeiro tenha consciência da sua importância ao utilizar tal técnica em situações que estão presentes no cotidiano das pessoas como: financiamentos de casa e carros, realizações de empréstimos, compras a crediário ou com cartão de crédito, aplicações financeiras, investimentos em bolsas de valores, entre outras situações. Bem como admita o conceito de juros, taxas, sistemas de amortização, descontos e regimes de capitalização simples e composta bem como sua aplicabilidade. ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO

5 ADMINISTRAÇA O FINANCEIRA A Administração Financeira ou Finanças, como quase toda ciência, traz em seu escopo as mudanças do mundo contemporâneo. Suas técnicas, métodos quantitativos e estrutura conceitual vêm sendo ampliada, o que aumenta sua relevância para as organizações. Por outro lado, o administrador financeiro passou a ser mais exigido, o que ocasionou a necessidade de especialização e atualização perene. A Administração Financeira enquanto ciência pode ser subdividida em três grandes segmentos: Finanças Corporativas, Mercado Financeiro e Finanças Pessoais, conforme visualização abaixo: Finanças Corporativas estuda os processos e tomadas de decisão nas empresas. O segmento de Mercado Financeiro debruça-se sobre os comportamentos dos mercados, seus diferentes títulos e valores mobiliários negociados, bem como as instituições que atuam nesse segmento. Finanças Pessoais, por sua vez, estuda os financiamentos e investimentos da pessoa física e suas relações com o Mercado Financeiro. O administrador financeiro, diante da complexidade do mundo empresarial, precisa de uma visão holística da empresa e de seu relacionamento com o ambiente externo. Pois, o conhecimento de técnicas e métricas financeiras isoladas se mostra insuficiente, sendo necessária uma abertura para valores e informações estratégicas. O administrador financeiro moderno precisa de uma visão integral da organização para detectar oportunidades e ameaças, tanto internas, quanto externamente. Também é imprescindível a capacidade de analisar dados e informações e fazer inferências acerca dos comportamentos e ações futuros. ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO

6 Administrar é, em última análise, decidir. Todo administrador financeiro deve ser um especialista em tomar decisões acertadas. A continuidade (sobrevivência) de uma empresa é diretamente dependente da qualidade das decisões tomadas por seus administradores. Daí a importância de se combater o amadorismo na gestão financeira, contratando administradores financeiros profissionais, atualizados e especializados para melhorar a qualidade das decisões financeiras e garantir a continuidade da organização e geração de riqueza aos acionistas. O processo de tomada de decisão vem assumindo complexidade e risco cada vez maior no ambiente empresarial brasileiro. As elevadas taxas de juros, carga tributária, o reduzido volume de crédito de longo prazo, as variações inflacionárias, bem como intervenções estatais na economia, alterando as regras de mercado, exigem capacidade analítica e crítica dos administradores financeiros. MERCADO FINANCEIRO O mercado financeiro é onde as pessoas negociam o dinheiro. Ele faz a ligação entre pessoas ou empresas que têm dinheiro e pessoas ou empresas que precisam de dinheiro. Para que isto ocorra, é preciso um intermediário os Bancos. O mercado financeiro leva o dinheiro de quem tem para quem não tem, cobrando uma taxa (juros). No mercado financeiro as pessoas também vão buscar serviços como seguro de vida, planos de previdência, cobrança bancária, etc. Todos esses processos são fiscalizados e controlados por entidades como o Banco Central, a Bovespa (Bolsa de valores de São Paulo), CMV (Comissão de Valores Mobiliários) entre outras, sendo que todas estas estão subordinadas ao Conselho Monetário ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO

7 Nacional - CMN, que é presidido pelo Ministro da Fazenda. O mais importante agente é o Banco Central do Brasil, que define a taxa de juros e pode influenciar o câmbio por ações de open market. A principal bolsa de valores do Brasil é a Bovespa que movimenta títulos e outros papéis das 316 empresas brasileiras de capital aberto. O maior banco do Brasil é o do governo federal Banco do Brasil. O maior banco privado é o Bradesco. O mercado financeiro é dividido em: Mercado de crédito: Cuida dos empréstimos bancários. Quando você paga juros para um banco significa que o banco lhe emprestou dinheiro, ou seja, investiu em você. Isto pode ocorrer quando você usa o cheque especial, desconta duplicatas, desconta cheques, faz um financiamento, etc. Mercado de câmbio: Cuida da relação justa entre as moedas dos países. Muitos países adotaram o dólar para comparar com a sua moeda. Assim, quando um negócio é feito entre dois países, primeiro eles comparam os valores de suas moedas com o dólar para facilitar a transação. No Brasil quem pode ter conta em dólares é só o Banco Central e alguns bancos autorizados e mesmo assim, os dólares não podem ficar de um dia para outro na conta. Além dos bancos, quem negocia com dólares são: os importadores, que precisam comprar dólares para pagar suas compras; os exportadores, que recebem dólares, vendem aos bancos e ficam com reais e os investidores estrangeiros, que trazem dólares para investir, trocam por reais e quando vão embora compram dólares novamente. Diariamente os bancos ficam vendendo e comprando dólares dos importadores, exportadores, investidores estrangeiros e de outros bancos. No fim do dia, faz-se um balanço: se houve mais compradores que vendedores a cotação sobe, pois a procura por dólares foi maior. A cotação cai quando a oferta é maior que a procura. Mercado aberto: Se refere às empresas que têm Capital Aberto, que são as Sociedades Anônimas. Empresa de Capital Aberto significa que qualquer pessoa pode ser sócia desta, desde que compre partes da mesma - que chamamos ações. As negociações das ações são feitas na bolsa de valores - onde o preço é público, assim todos podem comprar pelo mesmo preço que é definido pela oferta e procura. Dentro do mercado financeiro existe um grande número de investimentos, como Poupança, Fundos de Investimentos, CDB, Ações, etc. Podemos dividir os principais investimentos em dois grupos: Renda Fixa e Renda Variável. Ativos de Renda Fixa ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO

8 São investimentos que pagam, em períodos definidos, uma certa remuneração, que pode ser determinada no momento da aplicação (pré-fixado) ou no momento do resgate (no final da aplicação - pós-fixado). Para entender o que é um título de renda fixa imagine cada título como um empréstimo. Cada vez que você compra um título de renda fixa você está emprestando dinheiro ao emissor do título (que pode ser o seu banco, uma empresa ou o governo). Os juros cobrados são o pagamento que você recebe por emprestar seu dinheiro. Os títulos de renda fixa podem ser públicos ou privados. - Privados: 1- Caderneta de poupança: é a aplicação mais conservadora. É um investimento de pouco risco e por isso o retorno também é muito pequeno. O rendimento é de 0,5%+TR ao mês. A TR (Taxa Referencial) é calculada diariamente com base no CDB. Sobre a rentabilidade da poupança não é preciso pagar o imposto de renda e a CPMF, quando da sua vigência, era devolvida caso a aplicação ficasse depositada por mais de três meses. A liquidez é de 30 dias - isto quer dizer que se você sacar seu dinheiro antes dos 30 dias você perderá a remuneração. 2- Fundos de investimentos de renda fixa: os fundos de investimentos podem ser de renda fixa ou renda variável e são os investimentos mais comuns no mercado. Os fundos de investimento funcionam como um condomínio de investidores, ou seja, comparando com um condomínio de um apartamento os condôminos (ou investidores) deixam a administração do prédio (ou carteira do fundo) para o síndico (ou gestor do fundo). Em um fundo de investimento, o administrador do fundo aplica os recursos dos investidores em vários tipos de ativos (patrimônio do fundo) de forma a aumentar o retorno e minimizar o risco da carteira do fundo. O investimento em fundos é indicado para quem quer diversificar os seus investimentos com a orientação financeira de especialistas na administração dos diversos tipos de ativos que compõem a carteira do fundo. Os fundos de renda fixa podem ser divididos em: Referenciados: tem como referência um índice, que pode ser o CDI, dólar, euro, Ibovespa, etc. Exemplos de fundos referenciados: Fundos DI e Fundos Cambiais. Não Referenciados: os fundos incluídos nesse grupo não precisam seguir o desempenho de um índice específico, e por isso podem aplicar seus recursos em títulos de renda fixa pré ou pós-fixados. Dentre os fundos não referenciados estão incluídos os fundos de renda fixa tradicionais, cujo retorno varia de acordo com a estratégia adotada pelo gestor do fundo. Genéricos: em geral, são fundos com um perfil de investimento um pouco mais agressivo do que o ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO

9 dos referenciados e não referenciados, pois têm liberdade para decidir como investir seus recursos. Até 49% do patrimônio do fundo pode estar investido em ações. Dado o perfil de risco desses fundos, recomenda-se uma análise ainda mais detalhada do estatuto do fundo. Exemplos de fundos genéricos: Fundos Derivativos, Fundos multicarteira e Fundos FIEX. As taxas e impostos têm grande importância na rentabilidade do fundo pois variam entre os diversos fundos e entre os bancos também e por isso podem acabar reduzindo substancialmente o retorno do seu investimento. São cobradas taxas de administração sobre o valor aplicado que pode variar de 0,5 a 2% ao ano e 20% sobre o lucro de imposto de renda. 3- CDB: Certificados de Depósito Bancário. São títulos emitidos por bancos com o objetivo de captar recursos em troca de uma taxa de juros que pode ser pré ou pós-fixada. Ou seja, é como se você tivesse emprestando dinheiro para o banco e este banco emprestará este dinheiro para outras pessoas por uma taxa maior. Esta é uma das principais fontes de receita dos bancos. Além dos CDBs, os bancos também emitem os RDBs (recibo depósito bancário), que tem as mesmas características de um CDB, com a diferença de que não há negociação antes da data do seu vencimento, ou seja, você não pode resgatar seu dinheiro antes do prazo de vencimento que normalmente pode variar de 30 a 180 dias. 4- Debêntures: são títulos emitidos pelas empresas com prazo certo e remuneração certa, que têm como garantia os ativos das empresas. As empresas emitem debêntures para financiar a empresa - é como se elas obtivessem um empréstimo a longo prazo em troca dos títulos. Quando você compra uma debênture, está na verdade emprestando dinheiro para a empresa, correndo risco de que elas não venham honrar seus compromissos. Para tornar suas debêntures mais atrativas para os investidores, algumas empresas dão garantias na emissão de debêntures. É um investimento atraente, pois os juros são altos. Nas grandes empresas de capital aberto os riscos são baixos, pois os balanços das empresas são públicos, ou seja, são divulgados para o conhecimento de todos - assim você pode saber se a empresa anda bem ou não. As debêntures não dão direito aos lucros ou bens da empresa. As debêntures podem ter remuneração pré-fixada ou fixada em um índice mais juros. A rentabilidade também é definida pela valorização dos títulos. A tributação é de 20% de imposto de renda sobre os juros pagos mais 20% de imposto de renda sobre o rendimento líquido do título. Há incidência regressiva de IOF no caso de resgate antes de 30 dias. Estes impostos são descontados diretamente da sua conta (retido na fonte). - Públicos: Os governos federal, estadual e municipal emitem títulos com a finalidade de captar recursos e financiar as atividades como educação, saúde, etc. Esses são os chamados títulos da dívida pública. Qualquer pessoa residente no Brasil pode comprar títulos públicos, sendo necessário cadastrar-se ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO

10 primeiro num agente de custódia que pode ser um banco ou corretora de valores. Também pela internet no site do Tesouro Nacional ou nos sites dos principais bancos você poderá comprar títulos, desde que esteja cadastrado num agente de custódia. A negociação será feita essencialmente pelo site do Tesouro Direto, por um sistema seguro que só dá acesso à área exclusiva mediante validação do CPF e senha. O valor mínimo para compra é de R$200,00. Os principais títulos negociados são os títulos federais, a citar: Letras Financeiras do Tesouro, Letras do Tesouro Nacional e Notas do Tesouro Nacional. Ativos de Renda Variável São vários os investimentos em ativos de renda variável, cujo lucro é determinado pela diferença entre o preço de compra, mais os benefícios (aluguéis, no caso de imóveis ou dividendos, no caso das ações), menos o preço de venda. Além de ações, existem outros como moedas (dólar, euro, iene etc), commodities (soja, boi, açúcar, café etc) e fundos de investimento de renda variável. 1- Fundos de investimentos de renda variável: os ativos que compõem a carteira dos fundos de investimentos podem ser: ações, renda fixa, mistos, cambiais, imóveis, títulos de empresas emergentes, etc. O valor mínimo de aplicação ou resgate varia muito de fundo para fundo, mas em geral a aplicação mínima começa a partir de R$ 250,00 o mesmo vale para os resgates mínimos. A tributação também é semelhante aos fundos de renda fixa, ou seja, taxa de administração e imposto de renda sobre os ganhos. 2- Investimentos imobiliários: aquisição de bens imóveis como casas, terrenos, etc. Comprar um apartamento ou sala de escritório com o objetivo de obter uma renda mensal de aluguel sempre esteve associado a segurança. Dependendo das características do imóvel, os ganhos com aluguel ficam entre 0,80% e 1,20% ao mês (sem descontar os impostos). Entretanto, investindo em imóveis você também deve levar em conta a sua baixa liquidez, isto é, se você precisar vendê-lo com urgência, poderá encontrar dificuldades. 3- DÓLAR: o investimento em dólar é indicado para: quem vai viajar para o exterior; para quem pretende enviar dinheiro para uma conta aberta no exterior (no caso quem negocia com importações; para quem tem dívidas em dólar; em períodos de grande instabilidade econômica e inflação elevada. Quem compra dólar como investimento também deve lembrar que há uma boa diferença entre o preço de compra e o de venda da moeda, o chamado "spread". Assim, o investimento nesta moeda só valerá a pena se ela subir tanto que compense essa diferença (como aconteceu na desvalorização do real no começo de 1999), e ainda garanta um bom retorno comparado com os outros investimentos. Mesmo assim, se você pretende investir em dólar, os fundos referenciados em ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO

11 dólar são sempre melhor negócio do que ter dinheiro em espécie. 4- OURO: o preço do ouro no Brasil é fixado em função da variação do dólar e da variação do preço do metal no mercado internacional. Portanto, tenha cuidado ao investir nesse mercado, já que a cotação do dólar será decisiva no rendimento da sua aplicação. Além disso, em momentos de variação excessiva e incertezas, você pode ter maior dificuldade de negociação na hora de se desfazer da aplicação. Se decidir investir, procure realizar com uma pequena parcela do seu capital. Cotação - O valor do metal no Brasil acompanha a variação do preço internacional e a cotação do dólar aqui. 5- Ações: são títulos negociáveis de renda variável que representam a menor parcela do capital de uma empresa. Ou seja, ações são como pedaços de uma empresa. Quando você compra ações de uma empresa é como você possuísse pedaços dessa empresa. As empresas precisam de dinheiro para financiar suas compras, ampliar instalações, ampliar os negócios, etc. Para não pegar esse dinheiro emprestado com os bancos onde os juros são altos, as empresas emitem ações para levantar o dinheiro sem o pagamento dos juros. Para compensar ela paga aos sócios (que são os compradores das ações - os acionistas) a participação nos lucros (dividendos). Esta é uma forma das empresas conseguirem dinheiro com baixo custo. Quando você compra ações é como se você emprestasse dinheiro para uma empresa e em troca recebe parte do lucro dela. As ações são conversíveis em dinheiro a qualquer tempo, sendo negociadas na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo). As ações podem ser de dois tipos: Ordinárias Nominativas ou ON - Têm direito a voto. Preferenciais Nominativas ou PN - Têm preferência na distribuição de dividendos. Você pode comprar tanto ON quanto PN ou os dois tipos, dependendo do seu objetivo. As PN têm mais liquidez (são mais procuradas) por causa dos dividendos e por isso seu valor é maior. Onde comprar ações Para investir em ações você deve entrar em contato com alguma corretora de valores, distribuidoras de valores ou bancos de investimento e abrir uma conta de investimentos. Você pode comprar e vender ações dando as ordens diretamente para um corretor. Procure sempre uma corretora filiada à Bovespa ou pelo site do Banco do Brasil. Cada corretora tem uma taxa de corretagem definida (que é a taxa cobrada por operações de compra e venda). Ao contrário do que muitos pensam, não é ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO

12 preciso ter muito dinheiro para investir em ações. Se você pretende investir a longo prazo (ou seja, comprar ações e vendê-las após 1 ou 2 anos), pode fazer investimentos mensais de R$100 ou R$200 por exemplo. Você também pode fazer e acompanhar seus investimentos através da internet. A Bolsa de Valores de São Paulo tem um sistema de compra e venda de ações on-line, o Home Broker, que é feito através dos sites das corretoras na internet. Através das corretoras na internet as cotações são atualizadas de 15 em 15 minutos diretamente da Bovespa e você também tem a assessoria de profissionais para lhe indicar os melhores momentos para compra e venda de suas ações. Antes de começar a investir, é interessante que você faça um investimento simulado. O FolhaInvest em ação é o simulado do site da Folha de São Paulo e o Desafio InvestShop, o simulado da corretora Investshop. Você aprende sem colocar seu dinheiro em risco. FINANÇAS PESSOAIS Estuda a aplicação de conceitos financeiros e empresariais nas decisões financeiras de uma pessoa ou de uma família. Em Finanças Pessoais, são consideradas todas as características da família e os diversos eventos financeiros que esta atravessa, bem como a sua fase de vida, de modo a proporcionar um planeamento financeiro adequado às suas necessidades e prioridades. ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO

13 Tudo começa no diagnóstico da situação atual da família e na sua definição de objetivos e prioridades, o que é possibilitado pela construção do Orçamento Doméstico ou do Balanço Familiar. Em seguida, procura-se perceber os vários Investimentos ou Poupanças e as suas potencialidades e adequação ao Perfil de Risco e Horizonte Temporal de Investimento, bem como a identificação precisa dos vários Créditos e suas características: 1. Finalidade; 2. Prazo; 3. Montante; 4. Custo ou Juro Suportado. Todo o diagnóstico é trabalhado no sentido de se definirem estratégias que possibilitem o melhor nível de conforto financeiro, seja pela resolução de problemas financeiros ou pela definição de estratégias de investimento. Objetivo Finanças Pessoais tem como principal objetivo ajudar as famílias a fazer um uso adequado do seu dinheiro, permitindo a satisfação das necessidades da família de acordo com as suas prioridades. A capacidade de analisar a melhor alocação do dinheiro no tempo é um dos principais instrumentos de sucesso de qualquer cidadão. A maneira responsável e profissional em lidar com os recursos financeiros permite o equilíbrio no orçamento e o atingimento de metas: de curto, médio e longoprazo. Acompanhamento de gastos Finanças Pessoais ajuda a família a acompanhar e controlar os seus gastos financeiros, com recurso a uma ferramenta indispensável no mundo empresarial, o Orçamento. O Orçamento Familiar não é mais do que uma planificação dos rendimentos que uma família obtém - sejam salários, prémios, abonos ou subsídios, rendimentos de capital, entre outros e do destino que lhes dá despesas, poupanças ou investimentos num determinado período de tempo. A construção rigorosa de um orçamento permite determinar se as contas estão deficitárias ou superavitárias, podendo as suas valências ser resumidas em: (1) Identificação da sua situação atual, (2) Identificação de padrões de consumo e de poupança, (3) Identificação de despesas passíveis de eliminação, (4) Planeamento do consumo nos meses seguintes e (5) Definição de objetivos de poupança. ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO

14 A forma mais tradicional de acompanhamento de gastos é a anotação em papel de todos os eventos. É um bom hábito também associar cada evento a uma descrição para relembrar no futuro. Outra boa prática é associar os eventos a categorias. A consolidação dos eventos permite a identificação das categorias que estão consumindo maior quantidade de dinheiro, e que muito provavelmente requer uma ação de controle. Atualmente, existem softwares destinados ao controle de gastos de um indivíduo ou de uma família, com o objetivo de permitir o controle financeiro para evitar o endividamento, a qualidade das despesas e planejar o futuro. Podem ser desde uma simples planilha eletrônica, até completos softwares que integram diversos recursos online. Um bom controle de despesas deve ser feito com rotina e disciplina, sendo muito importante o acompanhamento dos gastos, que consiste em submeter todo o dinheiro recebido e gasto a um gerenciador. Cada entrada deve ser associada a uma categoria (escola, residência, imposto, etc...) para poder analisar o consumo e adequá-lo a real necessidade do indivíduo. Estudo de opções de financiamentos Atualmente existem diversos tipos de linhas de crédito para compra de bens, não se limitando apenas ao tradicional empréstimo pessoal. Hoje estão disponíveis produtos com juros pré-fixados, pósfixados, com carência e resíduos. Desta forma, um estudo detalhado é necessário para determinar a melhor forma de comprar um bem. Planos de aposentadoria Faz parte das finanças pessoais elaborar um plano de investimento para garantir a aposentadoria de cada indivíduo da família. Para poder parar de trabalhar é preciso garantir uma fonte de renda que sustentará o padrão de vida adquirido. Aposentadoria, portanto, exige o acúmulo de um patrimônio que seja capaz de gerar, por si só, uma renda capaz de substituir o provento ou pro labore. Esta renda extra pode vir de dividendos de empresas, alugueis de imóveis, da aposentadoria do INSS, de investimentos em produtos financeiros ou de um seguro privado. Entre os seguros de aposentadoria mais comuns no Brasil são os PGBL e VGBL. ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO

15 FINANÇAS CORPORATIVAS As finanças corporativas abrangem todas as decisões da empresa que tenham implicações financeiras, não importando que área funcional reivindique responsabilidade sobre ela. Administração Financeira e áreas afins A Administração Financeira está estritamente ligada à Economia e à Contabilidade, pode ser vista como uma forma de Economia aplicada, que se baseia amplamente em conceitos econômicos e em dados contábeis para suas análises. No ambiente macro a Administração Financeira enfoca o estudo das instituições financeiras e dos mercados financeiros e ainda, de como eles operam dentro do sistema financeiro nacional e global. A nível micro aborda o estudo de planejamento financeiro, administração de recursos, e capital de empresas e instituições financeiras. É necessário conhecimento de Economia para se entender o ambiente financeiro e as teorias de decisão que constituem a base da Administração Financeira contemporânea. A Macroeconomia fornece ao Administrador Financeiro uma visão clara das políticas do Governo e instituições privadas, através da quais a atividade econômica é controlada. Operando no campo econômico criado por tais instituições, o Administrador Financeiro vale-se das teorias Microeconômicas de operação da firma e maximização do lucro para desenvolver um plano que seja bem-sucedido. Precisa enfrentar não só outros concorrentes em seu setor, mas também as condições econômicas vigentes. As teorias microeconômicas fornecem a base para a operação eficiente da empresa. São extraídos daí os conceitos envolvidos nas relações de oferta e demanda e as estratégias de maximização do lucro. A composição de fatores produtivos, níveis ótimos de vendas e estratégias e determinação de preço do produto são todas afetadas por teorias do nível Microeconômico. ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO

16 A mensuração de preferências através do conceito de utilidade, risco e determinação de valor está fundamentada na teoria Microeconômica. As razões para depreciar ativos derivam dessa área da Economia. A análise marginal é o princípio básico que se aplica em Administração Financeira; a predominância desse princípio sugere que apenas se devem tomar decisões e adotar medidas quando as receitas marginais excederem os custos marginais. Quando se verificar essa condição, é de se esperar que uma dada decisão ou ação resulte num aumento nos lucros da empresa. Alguns consideram a função financeira e a contábil dentro de uma empresa como sendo virtualmente a mesma. Embora haja uma relação íntima entre essas funções, exatamente como há um vínculo estreito entre a Administração Financeira e Economia, a função contábil é visualizada como um insumo necessário à função financeira isto é, como uma subfunção da Administração Financeira. O Administrador financeiro está mais preocupado em manter a solvência da empresa, proporcionando os fluxos de caixa necessários para honrar as suas obrigações e adquirir e financiar os ativos circulantes e fixos, necessários para atingir as metas da empresa. Ao invés de reconhecer receitas na hora da venda e despesas quando incorridas, reconhece receitas e despesas somente com respeito às entradas e saídas de caixa. É justamente essa a diferença principal entre as duas, O Contador usando certos princípios padronizados e geralmente aceitos, prepara as demonstrações financeiras com base na premissa de que as receitas devem ser reconhecidas por ocasião das vendas e as despesas quando incorridas. Esse método contábil é geralmente chamado de Regime de Competência dos exercícios contábeis, enquanto em finanças, o enfoque está em fluxos monetários, equivalente ao regime de caixa. O significado dessa diferença pode ser ilustrado com o exemplo simples a seguir: Atividades da empresa X no último ano: Vendas: $100,000 (50% vendas a prazo) Custo dos bens: $ 60,000 Despesas: $ 30,000 (totalmente pagas) ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO

17 Diferenças entre cada um dos métodos (regime de competência X regime de caixa). RESUMO do DRE COMPETÊNCIA CAIXA Vendas $100,000 $ 50,000 -CMV (60,000) (60,000) Margem Bruta $ 40,000 $(10,000) -Despesas (30,000) (30,000) Lucro Líquido/(Perda) $ 10,000 $(40,000) Finanças e contabilidade também diferem com respeito à tomada de decisão, enquanto a contabilidade está preocupada principalmente com a apresentação correta dos dados financeiros, o administrador financeiro enfoca a analise e a interpretação dessas informações, ou seja, um se refere ao tratamento de fundos e o outro à tomada de decisão. Os dados são utilizados como uma ferramenta essencial para tomar decisões sobre os aspectos financeiros da organização Além dessas áreas, a administração financeira tem ainda estreito relacionamento com o Direito, analisa o reflexo das legislações tributária, societária, trabalhista. Interessa-se pelas naturezas jurídicas básicas, práticas de comércio, formas de constituição societárias mais adequadas aos interesses da organização e os caminhos para uma adequada administração tributária. Finanças empresariais e o administrador financeiro ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO

18 A administração financeira cuida da viabilidade financeira da empresa, portanto da sua existência. A maioria das decisões tomadas dentro da empresa é medida em termos financeiros, desta forma o administrador financeiro desempenha um papel-chave na operação da empresa. É esse profissional quem administra os negócios financeiros de qualquer tipo de empreendimento, seja privado ou público, grande ou pequeno, com ou sem fins lucrativos. A compreensão básica da função financeira é necessária aos executivos responsáveis por decisões em todas as áreas, como administração, contabilidade, pesquisa, marketing, produção, pessoal, etc. Nas micro e pequenas empresas a função de finanças pode ser executada pelo proprietário, por um dos sócios ou pelo departamento de contabilidade. Quando o negócio se expande, normalmente a função ocupa um departamento separado ligado diretamente ao presidente, já que as frequentes mudanças econômicas e nas leis interferem diretamente nas decisões da administração financeira com vistas a preservar o desempenho da organização. Ao Diretor Financeiro normalmente cabe a coordenação das atividades de tesouraria e controladoria. A controladoria lida com contabilidade de custos e financeira, pagamento de impostos e sistemas de informações gerenciais. A tesouraria é responsável pela administração do caixa e dos créditos da empresa, pelo planejamento financeiro e pelas despesas de capital. As funções do administrador financeiro As funções do Administrador Financeiro dentro da empresa podem ser avaliadas em relação às demonstrações financeiras básicas da empresa. Três são primordiais: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO

19 a análise e planejamento financeiro; a administração da estrutura de ativo da empresa; e a administração de sua estrutura financeira. ANÁLISE E PLANEJAMENTO FINANCEIRO: Esta função envolve a transformação dos dados financeiros em uma forma que possa ser usada para orientar a posição financeira da empresa, avaliar a necessidade de aumento da capacidade produtiva e determinar que tipo de financiamento adicional deve ser feito. ADMINISTRAÇÃO DA ESTRUTURA DE ATIVO DA EMPRESA: O Administrador Financeiro determina a composição e os tipos de ativos encontrados no balanço da empresa. A composição refere-se ao valor dos ativos circulantes e fixos. Depois que a composição estiver fixada, o Administrador Financeiro precisa determinar certos níveis ótimos de cada tipo de ativo circulante e tentar mantê-los. Deve também detectar quais são os melhores ativos fixos a serem adquiridos e saber quando os ativos fixos existentes se tornarão obsoletos e precisarão ser modificados ou substituídos. A determinação da melhor estrutura de ativo para a empresa não é um processo simples; requer o conhecimento das operações passadas e futura da empresa, e a compreensão dos objetivos que deverão ser alcançados a longo prazo. ADMINISTRAÇÃO DA ESTRUTURA FINANCEIRA DA EMPRESA: Esta função é relacionada com o lado direito do balanço da empresa. Em primeiro lugar, a composição mais adequada de financiamento a curto e longo prazo precisa ser determinada. Esta é uma decisão importante, pois afeta tanto a lucratividade da empresa como sua liquidez global. Um segundo problema igualmente importante é saber quais as melhores fontes de financiamento a curto ou longo prazo para a empresa, num dado momento. Muitas destas decisões são impostas por necessidade, mas algumas exigem uma análise profunda das alternativas disponíveis, de seus custos e de suas implicações a longo prazo. As três funções do Administrador Financeiro descritas acima são claramente refletidas no balanço, que mostra a posição financeira da empresa num dado instante. A avaliação dos dados do balanço pelo Administrador Financeiro reflete a posição financeira global da empresa. Ao fazer tal avaliação, ele precisa inspecionar as operações da empresa, procurando áreas que mostrem problemas e áreas que podem ser melhoradas. Ao administrar a estrutura de ativo da empresa, na realidade ele está determinando a formação do lado esquerdo de seu Balanço. Ao administrar sua estrutura financeira, está elaborando o lado direito do Balanço da empresa. A figura a seguir, demonstra a relação das funções financeiras com as informações contábeis de um balanço estruturado. ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO

20 Análise e Planejamento Financeiro BALANÇO ATIVOS PASSIVOS Decisões de Investimento (Estrutura de Ativos) CIRCULANTES ATIVOS NÃO CIRCULANTES CIRCULANTES PASSIVOS NÃO CIRCULANTES Decisões de Financiamento (Estrutura Financeira) A meta do administrador financeiro Administrador Financeiro deve visar atingir os objetivos dos proprietários da empresa. No caso de sociedades anônimas, os proprietários da empresa normalmente não são os administradores. A função destes não é realizar seus próprios objetivos (que podem incluir o aumento de seus ordenados, a obtenção de prestígio ou a manutenção de sua posição). Antes, é maximizar a satisfação dos proprietários (acionistas). Presumivelmente, se forem bem-sucedidos nesta tarefa, também atingirão seus objetivos pessoais. Alguns acreditam que o objetivo dos proprietários é sempre a maximização do lucro; outros creem que é a maximização da riqueza. A maximização da riqueza é a abordagem preferida por cinco razões básicas: considera o retorno realizável do proprietário; uma perspectiva a longo prazo; a época de ocorrência dos retornos; risco e a distribuição dos retornos. O RETORNO REALIZÁVEL DO PROPRIETÁRIO: O Proprietário de uma ação possivelmente espera receber seu retorno sob a forma de pagamentos periódicos de dividendos, ou através de valorizações no preço da ação, ou ambos. O preço de mercado de uma ação reflete um valor de dividendos futuros esperados bem como de dividendos correntes; a riqueza do acionista (proprietário) na empresa em qualquer instante é medida pelo preço de mercado de suas ações. Se um acionista numa empresa desejar liquidar sua participação, irá vender a ação ao preço vigente no mercado ou ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3º ANO TÉCNICO

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