ENGENHARIA DE REQUISITOS EM METODOLOGIAS ÁGEIS

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1 ENGENHARIA DE REQUISITOS EM METODOLOGIAS ÁGEIS Sérgio de Rezende Alves, André Luiz Alves Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás) Goiânia - Go Brasil André Luiz Alves Especialista A b s t r a c t. P r o c es s e s a n d p r o f e s si o n a l s o f t h e r e q u i r ements a r ea e n g i n e er i n g m u s t h a ve c o m p e t e n c i e s t o m eet t h e n ew w a ys o f t h i n k i n g a n d p r o d u ci n g s o f t w a r e i n o r d e r t o a v o i d r es u l t s s u c h a s : B u i l d i n g a n d t h e w r o n g p r o d u ct. T h e a d v a n c es i n c o m p u t a t i o n a l r e s o u r c es a n d t h e v e r y d y n a m i c o f h u m a n a c t i vi t i e s h a ve expanded t h e u s e o f s o f t w a r e a p p l i cations t o m e e t b ef o r e f a ci n g i n t e rn a l p r o cesses o f o r g a n i z a t i o n s. Id entify, u n d e r s t a n d, o r g a n i z e a n d a t t en d t h i s e n v i r o n m ent w h er e ch a n g e s m a y o c cu r f a st e r t h a n t h e a b i l i t y t o a ccompany t h em, u n d eniably, a d i f f i cu l t t a s k. We p r es e n t a n a n a l y s i s o f g o o d p r a c t i c es i n a d d r es s i n g r eq u i r e m en t s s u g g es t ed b y a g i l e m o d e l i n g. K eywords: R e q u i rements E n g i n eering, Agile Methodologies, B es t P r a c t i ces. R es u m o. Processos e p r o f i s s i o n a i s d a En g en h a r i a d e R eq u i s i t o s d evem p o s s u i r c o m p e t ê n c i a s p a r a c o r r es p o n d er a o s n o v o s m o d o s d e s e p ensar e p r o d u z i r s o f t w a r e d e f o r m a a evitar resultados c o m o : C o n s t ru i r b e m o p r o d u t o e r r a d o. O s a va n ço s d o s r e cu rsos c o m p u t a c i o n a i s, d e co m u n i cação e a p r ó p r i a d i n â m i c a d a s a t i vi d a d es h u m a n a s a m p l i a r a m o u s o d a s a p l i ca ções d e s o f t w a r e a n t e s v o l t a d o a a t e n d e r p r o c es s o s i n t er n o s d a s o r g a n i z a ç õ e s. I d e n t i f i ca r, e n t e n d e r, o r g a n i za r e a t e n d e r a e s t e a m b i ente o n d e a s m u d a n ç a s p o d e m o c o r r er m a i s r á p i d o q u e a capaci d a d e d e a companhá-las é, i n eg a velme n t e, u ma t a refa d i f í ci l. N es t e c o n t exto, a p r es e n t a m o s u m a a n á l i s e d a s b o a s p r á t i c a s n a a b o r d a g e m d e r e q u i s i t o s s u g e ri d a s p e l a model a g e m á g i l. P a l a v ra s -Chave: E n g e n h a ri a d e Requisitos, M et o d o l o g i a s Á g ei s, B o a s P r á t i ca s.

2 1. Introdução A p ro d u ç ão d e s o f t w a re é m ar cada d e s d e o i n í c i o p o r d i fi c u l d ades l i gad as a n at u reza a b s t rat a d e s t e p r o d u t o. N ã o s e t rata d e al go fí si c o p ar a o q u al u m a co m p a ração com m o d e l o s c o n h e ci d o s p o s s a fornecer u m a i d é i a d e s u a q u a l i d ad e o u e s t a d o. Entrega r u m p r o d u t o q u e a t enda as ex p ectativas d o s u s u á ri o s e m t e rm o s d e funcional i d ad es, c u s t o s e p razos ai n d a é u m d es a fi o n o s d i a s at u a i s. E s t e s p roblemas s ã o e v i d e n ci a d o s e m d ad o s d o es t u d o d o S t a n d i s h G r o u p [ 1 ], i n d i c ando q u e 6 6 % d o s p rojet o s d e s o f t w a r e d e s en v o l v i d o s n ã o a t enderam as n ecessidades d o s u su ári o s. E n t ret an t o o e s t u d o c h a m o u a a t e n ç ão p ara u m fato: m u i t o s p ro j e t o s q u e t i v er am êx i t o foram s u p er es t i m ados chega n d o, em alguns cas o s, acima d e %. A constru ção d e u m a b a s e m e t o d o l ó gi ca fo rte, c o n fi áv el e e fi ci e n t e q u e o ri e n t e a ex e cu ção d o s p rojet o s é fundamental p a ra f av o recer o s b o n s resultados. A fo rmação d e s t a b as e ex i gi rá d o s p rofi s s i o n ai s d e s o ft wa re u m s ér i o e d i s ci p l i n ado co m p r o m e t i m e n t o, a e x em p l o d e áreas c o m o a constru ção c i v i l q u e p o s s u i u m a i n v e j ável m a t u ridade m et o d o l ó g i c a el ab o rada ao l o n go d e v á rias d écad as p e l a a p ro p ri ação d e conhecimentos, ad q u i ridos e m p i r i c am en t e, e m u m co n j u n t o d e t écnicas, m é t o d o s, p adrões q u e a u x i l i a m a c o n s t rução e m a n u t enção de p ro j e t o s. É co m u m q u e e m u m p roces s o d e am ad u reci m e n t o v á rias t e n d ê n ci a s d i s p u t em e s p a ço e m s u a á rea, o q u e n ã o é d i f erente p a ra a E n g enhari a d e S o f t w a re. A s m et o d o l o gi as t r adicionai s o r i e n t a d a s a d o cu m e n t ação e a s m e t o d o l o g i a s á ge i s b a seadas n a i n t eratividade d a s p es s o a s e n o m í n i m o d e d o c u m entação s ão d o i s ex e m p l o s d e s t a s o rientações. A En ge n h a ria d e R e q u i s i t o s p art i c i p a d e s t e c o n t e x t o a o a b o r d a r u m d o s p ri n ci p a i s p r o b l em as d o d e senvolvimento d e s i s t em a s: O s r eq u i s i t o s. Frederi ck P. B rooks e m s eu a rtigo N o S i l v er Bu l l et - E s s en ce and A c ci d e n t s o f S o f t w a re E n gi n e er i n g [ 3 ] d es t aca a d i fi c u l d ade q u e envolve o s requisitos, ao a fi rm ar: A p a r t e m a i s d i f í c i l d a c o n s t r u ção d e u m s i s t e m a é d e c i d i r p r e ci s a m en t e o q u e c o n s t r u i r. N e n h u m a o u t r a p a r t e d o t ra b a l h o c o n c ei t u a l é t ã o d i f í c i l c o m o e s t a b el e cer o s r eq u i s i t o s t é cnico s d et a l h a d o s, i n c l u i n d o t o d a s a s i n t e r f a c es p a r a a s p es s o a s, à s m á q u i n a s, e o u t r o s s i s t e m a s d e s o f t w a r e. N enhuma o u t ra p a r t e d o t r a b a l h o g e r a t a n t o p r e j u í z o a o o s i s t e m a r e s u l t a n t e s e f e i t a d e f o r m a er r a d a. N e n h u m a o u t r a p a r t e é m a i s d i f í ci l d e corrigir mais tarde. É i m p o rtante t e r c l a reza d o c o n t e x t o ao analisar q u a l q u e r a s p e ct o e n v o l v e n d o a p rodução d e s o ft w are, s ej am ferramentas, p roces s o s o u m ét o d o s. Is t o si gnifi ca s u b m e t e r t ai s p r o p o s i ções a u m c o n t e x t o d e n a t u r ez a n ã o s i m p l es. E s t e a rt i go p ro p õ e u m a análise d a a b o r d a gem d e requisitos em m e t o d o l o gias ágei s.

3 O a rtigo i n i ci al m e n t e a p resen t a o s a sp ectos d a n at u reza d o s o ftware, fat o r c u l t u ral e e n ge n h a ri a d e r equisitos. Em s e guida a b o r d a o p r i n c i p i o d a s m e t o d o l o gi as á ge i s seguindo a an ál i s e d e s u as b o as p ráticas. E, p o r fi m c o n c l u s õ es e s u g es t õ es d e e s t u d o s c o m p l em en t a res. 2. A Natureza do Software Q u ando u m p r o b l em a apres e n t a v á ri o s a s p e ct o s, as s o l u ções p ropost a s p o d e m h o ra p ri v i l e gi ar u m o u o u t ro. Fred eri c k P. Brooks d ef i n i u q u a t r o d i f i c u l d ad es i n erentes a n at u reza d o s o ft w ar e: C o m p l e x i d ade, modifi cabilidade, co n formidad e e visibilidade. C o m p l e x i d ade: N ã o h á d u as p e ças d e s o f t w a re i d ên t i cas (ex ceto s u b - r o t i n a s em bibliotecas); O n ú m e ro d e es t ados e m s o ft w ar e é enorme. Ex i s t e d i fi c u l d ade d e e n u m er ar e en t e n d e r t o d o s o s p o s s í v ei s e s t a d o s, ge rando am eaças p a ra a s egu ran ça d o si s t e m a e f al t a d e c o n fi a n ça no pro d u t o ; P a ra a u m en t a r u m s o f t w a re n ã o b a s t a rep et i r o s m es m o s e l em en t o s em t a m a n h o m a i o r, m as s i m acrescentar u m g rande n ú m e ro de outros el em en t o s c o m p l e x o s ; U m a d e s cr i ç ão d e u m s o ftware q u e a b s t r ai a s u a c o m p l ex i d a d e t e n d e a a b s t r ai r t am b é m a s u a e s s ência. D a c o m p l ex i d a d e s u r ge a d i ficuldade d e c o m u n i c a ção n a e q u i p e d e d e s envolvimen t o, o q u e a u m enta a t rasos, custos e erros. Funções c o m p l e x a s s ão d i fí ceis d e u sar, d e s er em e s t e n d i d a s s em ge rar efeitos c o l at erais e d e s er em g er enciadas. C o n fo rmidade: O s o ft w ar e d e v e s er i n t egrad o e m u m a m b i en t e c o m p o s t o d e h ard wa re, p es s o a s e p rocesso s. Bo a p a rt e d a c o m p l ex i d a d e d o s o f t w a re é resultado d e a ge n t e s ex t er n o s com o s q u ai s o so ftware d eve ter interfaces apropri ad as. M o d i f i c abilidade: O s o f t w a re é a p a rt e d e u m s i s t e m a q u e i n c o rpora s u a s funções e a s funções s ã o a s p a rt es d e u m s i s t em a q u e m a i s s o frem p res s õ e s p ar a m u d a r. E x i s t e u m a p e rcepção e rrônea d e q u e o s o ft w ar e, p o r s er u m ar t e fato p u ramente conceitual, é f acilmente m o d i f i c ável. Todo s o f t w a re d e s u c es s o so fre m o d i fi cações. In v i s i b i l i d a d e : O s o ft w a re é i n v i s í v e l e n ã o -visualizável. P o r n ão e st a r s u j ei t o a r el ações fí s i c as o u es p aciais, o s o f t w a re n ã o p o d e s e r a d eq u ad am en t e representad o p o r g ráf i c o s o u d i a gramas g eo m é t ri c o s. O s v ári o s d i a gramas q u e represen t a m o s o ft w are s ã o v i s õ e s p a rciais d e a s p ectos e s p ecíficos, q u e n ão p r o d u z em u m a v i s ã o g l o b al e i n t e grada.

4 3. Fator Cult ural O fator c u l t u ral e x er ce u m p ap el d et erm i n an t e s o b re q u a l q u e r a t i v i d a d e h u m a n a co n t r i b u i n d o p o s i t i v a o u n e ga t i v am e n t e n a f o rm ação d as c o m p et ências. Gu y l e Boter f [ 4 ], d e screve o d es e n v o l v i m e n t o d e co m p e t ê n c i a s c o m o s endo a p as s a ge m p el o s e s t a d o s d e i n c o m p e t e n t e i n c o n s c i e n t e, n o q u al o s u j e i t o n ão s ab e q u e n ão s a b e a l gu m a c o i s a; d e i n compet ente c o n s c i e n t e, o n d e o s u j ei t o s a b e q u e n ã o s a b e al go; d e c o m p e t e n t e c o n s c i e n t e, n o q u a l o s u j ei t o s a b e o q u e s a b e s o b r e al go; e d e competente i n co n s ci en t e, o n d e o s u j e i t o n ã o sabe o q u e s a b e, p o i s t e ri a recu rsos cognitivos m o b i l i z áveis em s i t u ações - p roblema q u e ai n d a n ã o co n h e ce. A p al av ra i n co m p e t ente p o d e p a recer p ej o rativa, mas n ã o é es s e sentido u s u al d ad o ao term o a q u i. A s i n formaçõ es d e req u i s i t o s ã o o b t i d as e m u m a m b i en t e o rga n i z a ci o n a l d e fi n i d o, c o m c aracterí st i c a s c u l t u rais p r ó p ri as d e c o m p e t ê n c i a e c o n s c i ê n ci a n a e x e cução d e seus p r o cessos. N ã o é d i fí c i l a fi rmar q u e o m el h o r c o n t ex t o p a ra s e o b t e r u m a b o a e s p e ci fi cação d e req u i s i t o s é aquel e e m q u e a s a t i v i d a d es s ã o r ealizadas com competência e co n s ci ên ci a. 4. Engenharia de Requisitos C a m i n h a r s o b re a á gua e d es e n v o l v e r s o ft wa re a p a rtir d e u m a e s p e ci fi cação d e requisitos é fáci l s e am b o s e s t ã o c o n g el ad o s -E. B er ard. A m u d ança é u m d o s a s p e ct o s q u e a fetam o s requisitos. M e s m o q u an d o s ão fi x o s a i n d a e x i s t e a p o s s i b i l i d a d e d e q u e s ej am i m p reci s o s, co m p r o m e t endo a q u al i d ad e d o s o ft wa re p roduzido. Q u ando a s c ar acterí st i cas d e u m p roduto n ã o s ã o e s t ru t u r ad as e m u m d o cu m e n t o e s ão t ransmitidas a p en as o r al m e n t e, h á u m a grande p o s s i b i l i d a d e d e s e j a m compreendidas d e d i v e rsas f o rm as p o r d i ferentes i n d i v í d u o s o u, p i o r, as i n f o rm ações s er em s i m p l es m en t e e s q u e c i d a s [ 1 ]. Este é c am p o d e ap l i cação d a Engenhar i a d e R eq u i s i t o s A necessi dade da Engenharia de Requi si tos N o i n í c i o d a d é cada d e 7 0, c o m o r ápido cresci m e n t o d a d em anda, a c o m p l ex i d a d e e a i n e x i st ê n ci a d e t écnicas es t abelecidas p a ra o d es e n v o l v i m e n t o d e s i s t em a s, s o m ados a i m at u ri d a d e d a en gen h ar i a d e s o f t w a re c o m o p r o fi ssão c u l m i n o u c o m a c h a m a d a crise d o s o f tw a r e. O t erm o c i t ad o Edsger D i j k s t ra [ 5 ] é c ar acteri z a d o p o r s i t u ações c o m o : P ro j e t o s estouran d o o o rçam en t o ; P ro j e t o s estouran d o o p razo; S o f t w a re de baixa qualidad e; S o f t w a re m u i t a s vezes n ã o atingiu os requisitos;

5 P ro j e t o s inge renci á v ei s e o código d i fí c i l d e m a n t er. O es t u d o d o S t a n d i s h G r o u p - C h a o s R ep o r t d e , c i t ad o W a gner Za p a roli[2] i n d i c a q u e e m gr an d e p a rt e d o s p rojet o s q u e f racassam o s motivos relacionam-se c o m : Objetivos não escl a recidos; Ausência de p l an ej am en t o ; R equisitos e e s p ecificações i n c o m p l e t o s ; Falta de co n t r o l e n a m u d a n ça de r equisitos. E n t re 4 0 % e 6 0 % d o s p roblem a s en contrados em u m p r o j e t o d e s o ftware, e s t ã o relaci o n a d o s a falhas n a fas e d e l e v a n t a m e n t o d e r equisitos [ 6 ]. M u i t o s d es t es erros p o d eri a m s e r e v i t a d o s se a s o rga n i z a ções d i s p u sessem d e u m p roces s o d e req u i s i t o s d e fi n i d o, c o n t rolado, m e d i d o e a p ri m o rad o [ 7 ]. P ressm a n [ 8 ] af i rm a q u e :... e n t en d er o s r eq u i s i t o s d e u m p r o b l ema es t á e n t re a s t a r ef a s m a i s d i f í c ei s e n f r e n t a d a s p o r u m e n g e n h e i r o d e s o f t w a r e. Q u a n d o vo cê c o m e ça a p en sa r so b r e i s s o, a en g en h a r i a d e requisitos n ã o p a r e ce t ã o d i f í c i l. A f i n a l d e c o n t a s, o c l i en t e n ã o s a b e o q u e é n e cessário? O s u su á r i o s f i n a i s n ã o d ever i a m t er u m b o m e n t e n d i m en t o d a s c a r a c t e r í s t i c a s e f u n ç õ e s q u e v ã o o f er e cer b en ef í c i o s? S u r p r eendentemente, em m u i t o s casos, a resposta a e s s a s p e rg u n t a s é n ã o. E m es m o q u e c l i en t e s e u s u á ri o s f i n a i s s ej a m explícitos q u a n t o a s su a s n e cessidades, e s s a s v ã o s e m o d i f i c a r a o l o n g o d o p r o j e t o. A engenhari a d e requisitos é difícil. O s s i s t e m a s co m p u t a ci o n a i s, i n i c i al m e n t e u t i l i z a d o s c o m o f er ram en t a s d e a p o i o, p as s ar am a s e r p art e e ssencial e es t ratégi ca d o p roces s o d e t a l f o rm a q u e o p roces s o n ão m a i s o co rre h a v e n d o fal h a n o s i st e m a q u e o su p o rt a, b em c o m o a m e l h o ri a d o p r o cesso e s t á d i retam en t e l i g ad a a m el h o ri a d o sistema co m p u t a ci o n a l. A s ex p ectativas d e ri s co e d e q u al i d ade s ã o d et er m i n a n t e s s o b re a ex i gê n c i a d e u m a b as e m et o d o l ó gi c a b em fu n d a m e n t a d a p a ra o d e s envolvimen t o d e u m p ro j e t o. Qu em, em s ã c o n s c i ê n c i a, m o rar i a e m u m p rédio d e 2 0 andares const ruído s e m u m p r o j e t o b em e l aborad o? E s e e s t e p rédio e s t i v e s se n o J ap ão, o n d e t r em o res d e t e rra s ão c o m u n s? O rga n i z a ções p o d em s e s e n t i r confort áv ei s co m a e c o n o m i a o b t i d a em p r o j e t o s a rt es a n a i s q u a n d o n ã o enten d em o s r i s c o s. O s resultados n egat i v o s d as p es q u i s a s, a s d i fi c u l d a d e s q u e a s e m p resas t ê m em l i d ar com o s requisitos, o s riscos en v o l v i d o s e a s e x i gê n ci a s d e q u al i d a d e d o s p r o cessos s u p o r t a d o s p o r si s t e m as, j u s t i fi c am a n ecessidade d e cri a ção d a d i s ci p l i n a d e E n ge n h a ri a d e R equisitos em , c o m a realização d o Intern a t i o n a l S y m p o s i u m o n R e q u i rements E n g i n eering, regida p e l a En gen h ar i a d e S o f t w a re, q u e t e m o o b j et i v o p ri o ri t á ri o d e n o rm at i z ar o u s o e a ge s t ã o d o s r eq u i s i t o s.

6 4.2. Conc eitos de Requi sito e Engenharia de Requisitos S e gundo D o rfm a n n e T h a ye r [ 9 ], requisito d e so ftware rep resenta a c a p acidad e requerida p e l o u s u á ri o q u e d e v e s e r encontrada o u p o s s u í d a p o r u m d et e rminado p roduto ou componente d e p roduto para r es o l v e r u m p roblem a o u al cançar u m o b j e t i v o o u s a t i s faz er a u m c o n t rato, p ad rão, e s p e ci fi cação o u a o u t ros d o cu m e n t o s formalmen t e i m p o s t o s. A engen h ar i a d e R e q u i s i t o s é d e finida p o r R o cha [ 1 0 ] c o m o u m a s u b área d a e n ge n h a ria d e s o ft wa re q u e t e m p o r o b j et i v o t ratar o p roces s o d e d e finição d o s requisi t o s d e s o f t w a re. N a v i s ã o d e S o m m erv i l l e [ 1 1 ] a E n ge n h a ri a d e R equisitos é d efi n i d a c o m o o p roces s o d e d es c o b ri r, an al i s a r, d o c u m entar e v er i ficar as fu n çõ es e r es t rições d o s i s t e m a. M e s m o c o m o d es e n v o l v i m e n t o r ápido a gregan d o m e t o d o l o gi as, t é cnicas e ferramentas p ar a t r at ar r equisitos, al guns p r o b l e m as q u e p er si s t e m em grande p a rt e n o s p rojetos a t u al m e n t e d es e n v o l v i d o s. A l en car [12] cita alguns deles: Falta de en v o l v i m en t o d a s p ar t e s p art i c i p an t e s ; Falta de ge ren ci am en t o e r as t ream ento de r eq u i s i t o s ; Falta de definição das res p o n s ab i l i d a d e s ; Falta de co m u n i c ação entre os envolvidos Processo de Engenharia de requisit os A el ab o ração e a m anutenção d e u m a es p e ci fi cação d e requisitos s ã o r ealizadas a t ravés d e u m c o n j u n t o e s t ru t u r ado d e at i v i d ades d enominado P rocesso d e En gen h ar i a d e R e q u i s i t o s, d e st i n ad as a e l i c i t ar, anal i sar, documentar e val i d ar os requisitos [13]. E l i c i t ar refere- s e à a t i v i d a d e v o l t a d a p a ra d e s co b ri r ( i d e n t i f i c ar, d ed u z i r, e x t rair, evocar, o b t e r) o s r equisitos d e u m s i s t e m a. P o d e s e u t i l i z a r d e entrevist a s co m o s u s u ári o s i n t er es s ad o s p el o s i s t em a, d e d o c u m entos d e p roces s o s e si s t e m as ex i s t entes, d a a n á l i s e d o domínio d o p roblema ou de e s t u d o s d e m ercad o. N a a n á l i s e, o s requisi t o s e l i ci t a d o s são compreendidos e d et al h a d a m e n t e a n a l i s ados p o r t o d o s o s i n t e ressados n o s i s t e m a. N e s s a a t i v i d a d e su rge m m u i t o s conflitos, sendo co m u m h a v e r a n eces s i d a d e d e n e gociação p a ra q u e o s req u i s i t o s s e j a m a ceitos p o r t o d o s. U m a v e z c o m p reen d i d o s, a n a l i sados e acei t o s, o s requisitos d evem s er d o cumen t a d o s com u m n í v el d e d et al h a m e n t o a d e q u a d o, p roduzindo a e sp ecificação d e req u i s i t o s d o s o ft w ar e. P o d e s e r u t i l i z a d a a l i n guage m n at u ral o u d i agram as, c o m o o s p r o p o s t o s p e l a U M L.

7 A p ó s t e rem s i d o d o c u m en t a d o s, é n eces s á rio q u e o s requisitos s e j a m cu i d a d o s a m e n t e v al i d ados, p rinci p a l m ente q u a n t o à c o n s i s t ê n c i a e a c o m p l et u d e. Esta a t i v i d a d e v i s a i d en t i ficar p roblem a s n o s r eq u i s i t o s, a n t es d o i n í ci o d a c o n s t rução. A i m p o rt ân ci a d es t a a t i v i d ad e é caract er i z ad a p e l o fato d e q u e a c o r reção d e u m e rro n e s t a f as e p o s su i u m c u s t o m u i t o i n feri o r d o q u e a correção n as fases m a i s ad i a n t a d a s d o p roces s o d e d es e n v o l v i m e n t o ( at é v ez es m enor [2]). A e s t ru t u r ação d e s t a s at i v i d a d e s e d o s r es u l t a d o s e s p er ados é d ef i n i d a c o n form e a m e t o d o l o gia ad o t a d a p el a o rga n i z a ção. Em l i n h a s ge rais es t as m e t o d o l o gias s e d i ferem q u a n t o a o m a i o r o u m e n o r ri gor form al ap l i cado n a e x ecução d as a t i v i d ad es e n o s a rt ef at o s p roduzidos. O r i e n t a ç õ es, m o d e l o s e p a d rõ es a t ribuem r eferencias d e q u al i d ad e a o e s t a b e l e c erem q u e o s p rocessos d ev em a p resentar r es u l t a d o s ge rados co m o : A R a t i o n a l [ 1 4 ] af i rm a q u e p ro j e t o s d e s o f t w a r e e fi cazes p o s s u e m a s seguintes c ar acterí st i cas e m r el ação a requisi t o s : O s requisitos real m e n t e d e v e m refl et i r as n e cessidades d o s cl i e n t es ; Os requisitos d evem ser co m p r eendidos de fo rma co es a ; A s e x p e ct a t i v as d o s cl i e n t es d ev em s e r ger en ci adas c o m e fi cácia; As mudan ças d e requisitos d ev em ser ge ren ci ad as. O G u i a d e Im p l e m e n t ação d o M P S.BR N í v el G [ 1 5 ] d ef i n e q u e o s p r o cessos relacionados a ge renci a d e r eq u i s i t o s d e v e m p ro d u z i r os seguintes r es u l t a d o s : G R E1 - O s requisitos são e n t e n d i d o s, a v al i a d o s e a c ei t o s j u n t o aos forn ecedores d e requisi t o s, u t i l i z ando c ri t é ri o s o b j et i v o s ; G R E 2 - O c o m p rometimento d a e q u i p e t écnica com o s r eq u i s i t o s a p rovados é o b t i d o ; G R E 3 - A ras t reabilidade b i d i r ecional e n t re o s r eq u i s i t o s e o s p r o d u t o s d e t rabalho é e s t a b e l e ci d a e m a n t i d a ; G R E4 - R e v i s õ es e m p l an o s e p ro d u t o s d e t rabal h o d o p rojet o são real i z ad as v i s a n d o a i d e n t i fi car e co rrigi r i n c o n s i s t ê n ci a s em relação aos r eq u i s i t o s ; G R E5 - M u d anças n o s req u i s i t o s s ã o ge ren ci ad as a o l o n g o d o p ro j e t o.

8 A s m e t o d o l o gi as t r adicionai s t êm u m a o rientação p ara q u e a s a t i v i d a d es e art ef at o s s e j a m form al m ente d o c u m entad o s e c o n t rolados. Po r o u t ro l ado, a s m e t o d o l o gias ágei s t ê m s e u foco n a i t eratividade d o s i n t e res s a d o s n o p rojet o e m e n o s n a d o c u m en t a ção. A l gumas o rga n i z a çõ es p o d em d e s en v o l v er e st a s at i v i d a d e s s em a t ender a n e n h u m p r o cesso e s t r u t u rad o, s e j a p o r d e s co n h e ci m e n t o o u f al t a d e recursos, o q u e favorece a p r o d u ç ão d e so ftware d e b ai x a q u al i d ad e. C a b e o b servar q u e es t a af i rm ação s e rá v e rdadeira o u n ã o, c o n f o rm e o c ritér i o d e q u a l i d a d e e s t a b el e ci d o. 5. Metodologias Ágeis C o m o M a n i fest o Á gi l e m , o t e rm o M e t o d o l o gi as Á g ei s s e t o rn o u conhecido e v em s e d i fundido e n t re e q u i p es d e senvolvimento. O foco n a s p e s so as e i n t e rações c ri a n o v a s condições p a ra s e a b o r d a r r eq u i s i t o s e a l gu m a s b o a s p ráticas s ã o recomendadas p ara o su cesso d es t a a t i v i d ade. O s p ri n c í p i o s co m u n s c o m p ar t i l h ados p o r t o d o s e s s es m é t o d o s foram es t ab el ecidos a t ravés d o M an i festo Á gi l [ 1 6 ] e s e fundam e n t a m e m : I n d i v í d u o s e i n terações a o i n v é s d e p r o cessos e f er ram en t a s ; S o f tw a r e ex ecutável ao invés d e d o c u m e n t ação ; C o l a b o r a ç ã o do c l i en te a o i n v é s d e n e go ci ação d e c o n t ratos; R e s p o s tas r á p i da s a mudanças a o i n v é s d e s e guir p l a n o s. A m a i o r i a d a s m e t o d o l o gias á gei s n a d a p o s s u e m d e n o v o [ 1 7 ]. O q u e a s d i ferencia d as m e t o d o l o gias t radici o n a i s s ão o enfoque e o s v al o res. A i d é i a d a s m et o d o l o gi a s á ge i s é o en foque n a s p e s s o a s e n ão e m p ro cessos ou algori t m o s. A l ém d i s s o, ex i s t e a p reocupação de g as t ar m e n o s t e m p o co m d o cu m e n t ação e m a i s c o m a i m p l e m e n t a ç ã o. O M a n i f es t o Á gi l n ã o rej ei t a o s p ro cessos e ferramentas, a d o cu m e n t ação, a n e gociação d e c o n t rat o s o u o p l a n e j a m e n t o, m a s s i m p l e s m e n t e m o s t ra q u e el es t êm i m p o r t â n ci a secundári a q u ando c o m p a rad o co m o s i n d i v í d u o s e i n t e raçõ es, com o s o ftware e st a r e x e cu t á v e l, c o m a co l a b o ração d o c l i e n t e e a s respostas ráp i d a s a m u d a n ç as e al t erações. Esses conceitos a p roximam -se m el h o r co m a f o rm a q u e p eq u en as e m édias o rga n i z a çõ es t rabal h a m e respondem a m u d a n ç as. E n t re a s m et o d o l o gi a s á gei s a m a i s conhecida é a E xt r eme P r o g r a m m i n g (XP) e S c rum [ 1 ]. A l guns resultados ef et i v o s j á p o d e m s er p e rceb i d o s, m es m o c o n s i d e rando q u e a s m e t o d o l o gi as ágei s a i n d a es t ão em s u a i n f ância. C o m p arações en t re m é t o d o s á ge i s e m et o d o l o gi a s t rad i c i o n ai s m o s t ram q u e p r o j e t o s u t i l i z a n d o o s m é t o d o s áge i s o b t i v er am m e l h o res r es u l t a d o s em t e rm o s d e c u m p rimento d e p razos, d e c u s t o s e p a d rõ es d e q u al i d ade. O m es m o e st u d o d e m o n st rou a i n d a q u e o

9 t a m a n h o d o s p ro j e t o s e d a s e q u i p es q u e u t i l i z a m as m e t o d o l o g i a s á ge i s t e m c res c i d o. A p e s ar d e a s m et o d o l o gi a s á gei s s e rem p ropostas p ar a e q u i p e s p eq u en as (até 1 2 d e s envolvedores ), a p ro x i m ad am en t e 1 5 % d o s p rojetos q u e a s u t i l i z am f o ram d e s envolvidos p o r equipes d e 2 1 a 5 0 p e s s o a s, e 1 0 % d o s p r o j e t o s, p o r eq u i p e s c o m m ai s d e 5 0 p es s o a s, c o n s i d erando u m u n i v er s o d e e m p r es a s a v a l i ad o n o e s t u d o [ 1 ]. O u s o d as m e t o d o l o gi as áge i s e m grandes p ro j e t o s c o m grandes e q u i p e s p o d e ex i gi r a a d o ç ão d e s o l u çõ es p ara p r o b l em as rel at i v o s a s e gurança e comunicação. 6. Abordagem de Requi si tos em Metodologias Ágeis R equisitos s ã o fat o res cr í t i c o s n a c o n s t rução d e s i s t em a s, c o n s t ruir b em o p r o d u t o errado é u m d o s p i o res resultad o s d o d es e n v o l v i m e n t o d e s o ft w ar e. Esta co n d i ção p o d e o c o rrer q u a n d o e x i st e m d i st o rções d e enten d i m e n t o d o s r eq u i s i t o s entre u s u á ri o s e d e s en v o l v ed o res. A l i t e rat u ra d a engenhari a d e requisitos coleci o n a v ár i a s t é cnicas q u e p rocuram m i n i m i z a r t a i s d e sencontros, e n t re a s q u ai s a s m e t o d o l o gias áge i s co m s eu fo co n a i t e ratividad e d o e n v o l v i d o s e em r es p o st a s rápidas como f o rm a d e at ender os requisitos dos usuários. E m m u i t o s m o m e n t o s acreditou-se t er en contrado a b a l a d e p rata q u e r es o l v e ri a o s p roblemas d o d es e n v o l v i m e n t o d e s o ft w are. È c o m u m a i n d a h o j e o u v i r p rofissionais q u e s e p romovem p o r e s t a rem a p l i cando a ú l t i m a o n d a, chega n d o a c l a s s i fi c ar o s d em a i s, q u e ai n d a n ã o ad eri ram a n o v i d a d e, como u l t rap as s ad o s. U m fato c o m u m n o s eguimen t o d e ferramentas e l i n gu age n s d e p rogramação. A falta d e u m a v i são d o c o n t ex t o p o d e l e v a r a u m a i n gê n u a c o n c l u s ão d e q u e u m a s o l u ç ão q u e at enda a d e t e rm i n ados aspectos do p roblem a, é u m a solução p ara o problema. A ab o rdage m d e requisi t o s e m m e t o d o l o gias á ge i s, c o m o q u al q u e r p ro p o s t a, p o d e p er m i t i r b o n s r es u l t a d o s a p art i r d e s u a c o m b i n ação c o m a s p ectos favoráveis d o c o n t ex t o. E s t a c o m b i n ação p o d e req u er er, p o r ex em p l o, q u e a en gen h ar i a d e req u i s i t o s r epense a l guns d e s e u s p rocedimentos p ri n ci p a l m en t e d evido a o f at o q u e e s s as m e t o d o l o gi as a b d i c am, em p art e, d e d o c u m entos e contro l e s d e a rt ef at o s m u i t o p resentes n e s t a d i s c i p l i n a. A f i gu ra- 1 é u m a p roposta d e v i s ão d a abordagem á gil d e requisitos n o c o n t ex t o d o d es e n v o l v i m e n t o d e s o ft w ar e.

10 F i g u r a - 1. A b o r d a g e m á g i l d e r e q u i s i t o s n o c o n t e x t o d o d e s e n v o l v i m e n t o d e s o f t w a r e 6.1. Desa f i o s da Aborda g em Requisitos em Met o d o l o g i a s Ágeis P a ra q u e a m o d e l a ge m d e requisitos s ej a á gi l é n ecessári o q u e h a j a u m am b i ente p r o p í ci o. A m o d el agem d e requisi t o s é p r ej u d i cada q u an d o a cultura o rga n i z a ci o n a l n ã o favorece o d es e n v o l v i m e n t o d e s o ftware. E m m u i t o s c a so s o s i n t e res s a d o s n o p rojet o n ã o e n t endem a s i m p l i caçõ es d e s u as d ecisões. Id entificar o am b i e n t e e o s p roblem a s q u e af et am a m o d e l a ge m d e r eq u i s i t o s d ev e s e r u m a p rimeira t a refa p erm i t i n d o q u e, n a c o n d u ção d o p rojet o, s ej am d i s c u t i d a s p o s sí v e i s s o l u ções p ara l i d ar c o m e s s es p roblemas. A A g i l e M o d e l i n g (AM)[18] Id entifica o s s eguintes d es a fios comuns: O a cesso limitado ao Stakeh o l d ers; S e p a ração geo gráfi ca d o s i n t er es s a d o s ; S t ak eholders do pro j e t o n ão sabem o q u e quer em ; M u d an ças d e p e n s am en t o d o s Stakeholders; O s c o n fl i t o s d e p r i o r i d a d e s ; M u i t as p a rtes interes s a d as n o projeto querem p ar t i ci p a r; S t ak eholders prescr ever soluçõ es d e t ecnologia; S t ak eholders incapazes d e v e r al ém d a s i t u a ção at u a l ; S t ak eholders co m receio d e s er em reb ai x ad o s p rofi s s i o n al m e n t e; S t ak eholders não compreendem os art e fat o s d e m o d e l a ge m ; O s d e s en v o l v ed o res n ão c o m p reen d er em o d o m í n i o d o p roblem a ; S t ak eholders s ã o e x c es s i v am e n t e c en t rados em u m t i p o d e e x i gê n ci a ; S t ak eholders ex i ge m form a l i d ad e s i gn i fi c at i v a com r el ação a o s requisitos; O s d e s envolvedores n ã o en t e n d e m a s exigên ci as.

11 6.2. B o a s práti c a s n a A b o r d a g e m R e q u i s i tos e m M e todologias Á g ei s O a m a d u r ecimen t o m et o d o l ó g i c o é favorecido p e l a c o m p i l a ção d e e x p e ri ên ci as a p rendidas c o m o o b j et i v o d e o fer ecer u m c o n j u n t o d e r ecomendações referen ci adas p el o t er m o Boas P rát i c a s. É i m p o rt an t e res s a l t ar q u e as b o a s p ráticas n ã o i m p õ em s u a a p l i c ação c o m o ú n i ca f o rm a d e s e o b t e r o s resultad o s, e s i m, s u ge rem q u e o s u cesso d e u m p r o j e t o é f avorecido p o r s u a a d o ç ã o. A ssimilar e s t a s p ráticas i m p l i c a e m u m a m u d a n ç a n a c u l t u ra o rga n i z a ci o n a l em f u n ç ão d e s eu grau d e m a t u r i d a d e. É n es t e p o n t o q u e u m b o m e n t en d i m en t o d o co n t e x t o s i n t et i z ad o n a Figura-1 p o d e o ri e n t a r o s e n v o l v i d o s a p erceber em o s benefí ci o s o b t i d o s com as m u d a n ç as. E m f u n ç ão d as p ro p o s t as ágei s s erem e fetivamente fo cadas n o c o m p o rt a m e n t o q u e l ev am a p rodução d e u m s o f t w a re e x ecutáv el m a i s q u e n o s ar t e fat o s i n t er m e d i ári o s. O q u e s e p o d e an al i s a r é o q u an t o t ai s comportamentos c o n t ri b u e m p a ra as at i v i d a d e s e n v o l v e n d o r equisitos. A A gi l e Mo d el i n g(am) [ 1 8 ] f o rnece u m a l i s t a d e b o a s p ráticas p ara a b o r d agem d e r equisitos apres e n t adas e c o m en t a d a s a seguir, Part i c i p a ç ã o a t i v a d o s i nteres s a d o s - Stakeholders A p a rt i c i p ação a t i v a é o e l em ento c entral d a a b o r d agem ági l. O c l i e n t e d ev e p a rtici p a r d o p rojet o s e s entindo p ar t e d o t i m e. U m d o s o b j e t i v o s é t o r n ar o c l i e n t e c i e n t e d a s n e cessi d a d e s p a ra q u e e s t e c o n t ri b u a n a remoção d e o b st á culos, reduz i n d o o d es g as t e d a e q u i p e d e d e s envolvimen t o e m j u s t i ficar d i fi c u l d ades. E m rel a ção a sp ecto d a m o d i fi cabilidade d o s o ft w ar e, o c l i en t e a t i v o t er á m a i s c o n d i çõ es e p e rceber o s i m p actos d e m u d an ças d o s r eq u i s i t o s favorecen d o a n e gociação. E s t a p r át i c a é n ecessári a, p o rém n ã o su ficiente, p ar a q u e o s r eq u i s i t o s s ej am e n t endidos, av al i a d o s e acei t o s j u n t o a o s f o rnecedores d e req u i s i t o s. A c o m p reensão d o s req u i s i t o s e su a real ad equação a s n eces s i d a d es d o s cl i e n t es são faci l i t a d a s q u an d o es t es acompan h am o p roces s o. U m d e s afi o é ge renci a r as e x p e c t a t i v a s d o s c l i entes p ar a e s t a s s e j a m r ealistas e ex e q ü í v e i s n o e s copo do projet o. O e n v o l v i m e n t o d o s i n t e ressados n o p rojeto p o d e p ar ecer u m a c o n d i ç ão n a t u ral, a final q u e m s e b e n ef i c i a d e u m b o m p ro j e t o s er á o p róprio u s u ár i o. A l encar [ 1 2 ] ci t a e n t re o s p roblemas d e p ro j e t o s, a f al t a d e e n v o l v i m e n t o d as p ar t e s p ar t i ci p a n t e. A l g u m a s c o n s i d e rações podem justifi car o não envolvimento: A d i s p o n i b i l i d a d e d o u s u á ri o é c o m p romet i d a p o r s u a s a t i v i d a d es d e ro t i n a e a p art i ci p ação n o p rojet o é v i st a c o m o

12 u m d e s v i o d e s u a s funções, p rinci p a l m en t e p o r a q u e l e s q u e o cupam cargos de decisão; A d aptar o p r o j e t o a d i sp o n i b i l i d ade d o u s u á ri o p o d e c o m p rometer m ai s t e m p o q u e o n e cessár i o p ara a co n cl u s ã o d e u m a a t i v i d ade; O e n v o l v i m ento i m p l i ca em a ssumir responsabilidad es e d es e n v o l v e r tarefas relativas ao pro j e t o. E m c u rt o p razo, a c u l t u ra o r gan i z acional é m ai s d et er m i n an t e d o q u e u m a n o v a p ro p o s t a m e t o d o l ó gi ca. A s m u d a n ç as p o d em o correr c o m o a m adurecimento d a o rganização. C a so n ão h a j a p o r p a rt e d a o rga n i z a ção i n t e ressada u m a p o s t u ra favorável, s e rá d i f í c i l e n v o l v e r o s u s u ári o s, o q u e é u m forte i n d i c at i v o d e q u e o p rojeto n ã o t e rá s u cesso Adotar mo d e l o s i nclusivos U m a v e z o b t i d a a p a rtici p a ção d o s u s u á ri o s, é i m p o rtante o u s o d e m o d e l o s e ferramentas d e m o d e l a ge m e d o c u m e n t ação d e requisitos q u e reduz am as b ar rei ras d e c o m u n i c a ção d e f o rm a a m a n t e r o e n v o l v i m ento. A l g u m a s form a s d e r epres e n t a ç ão, s i m p l es p ara u m d es e n v o l v e d o r, p o d em o ferecer u m b a i x o en t e n d i m e n t o a o u s u á ri o q u e n ã o t e n h a d o m í n i o d o s c o n c ei t o s envolvidos. E s t e s m o d e l o s d e v e m fav o recem a v i s i b i l i d a d e d o s requisitos b u s cando u m en t e n d i m e n t o gl o b a l e i n t egrad o, ev i t ando a c o m p l ex i d a d e e r epres e n t a ç õ es ex cessivamente e l a b o radas e t é cnicas. E m função d o a s p e ct o d a i n v i s i b i l i d ade, p r ó p ri a d a n at u reza d o s o ftware, a u t i l i z ação recu rso q u e representem v i s õ e s d o s requisitos, a l i a d o s a u m p a rtici p a ção at i v a d o c l i e n t e contri b u e m p a ra q u e o s r eq u i s i t o s s e j a m en t e n d i d o s e v a l i d a d o s. O u s o d e recu rsos s i m p l es c o m o q u a d ro b ranco, p o s t -it e d i a gramas em a l t o n í v el p o d e m s ão r ecomendados p o r p ert e n cerem a o u n i v erso d o s u s u á rios. Técnicas d e e l i c i t ação d e requisitos c o m o J A D -J o i n t Ap p l i c at i o n De s i g n, cri am s i t u a ções d e r eu n i õ es q u e d ã o m a i s l i b e rd ade a o s p a rt i c i p a n t es p ara falarem e u s arem s al as c o m l o u s a s o u p ap el flip ch art p a ra e x p ressarem seus pen samentos. O e n v o l v i m e n t o d o s u s u á ri o s é p ré-requisi t o p a ra o su cesso d es t a p r át i c a. A cultura o rga n i z a ci o n a l t am b é m a s su m e p ap el d et er m i n a n t e n es t a a t i v i d ad e Fazer u ma p r i mei ra a bo rd a g em d e f o rma abrangente U m a p ri m e i r a a b o r d agem a b range n t e t em o o b j e t i v o d e s e o b t e r u m a c o m p reen s ão gl o b a l d o s r equisitos q u e p e rmita o ri en t a r o p ro j e t o e e v i t a r a p e rda d o es forço n a es p e ci fi cação d et al h a d e requisitos q u e p o d e m s er alterad o s d u rante o p rojeto. Deve-se o b s er v a q u e:

13 A ab o rdage m d ev e p er m i t i r a d e fi n i ção d o e s copo d o p rojet o. È i m p o rt a n t e d ef i n i r o que será des e n v o l v i d o m es m o s e m u m a especi ficação det a l h a d a d o s r eq u i s i t o s ; O c l i ente t endo receio d e q u e s u a s n e c es s i d ades n ão s e rão e n t en d i d as, p rocura i m a gi n ar t o d a s as p o s si b i l i d a d es n o i n i ci o d o p ro j e t o ; Detalhe os requisitos J ust In Time (J IT ) O s requisitos s ão t rabal h a d o s ao l o n g o d e t o d o p rojet o. E m c i cl o s i n c rementai s e m a i s c u rt o s a t e n d e n d o a o p ri n c í p i o q u e o a gi s l i s t a d eve abraçar a s m u d a n ç as. O d e t a l h a m ento d o s m o d el o s d e requisitos d eve o c o rrer o m ai s p róx i m o d e su a i m p l e m e n t a ç ão. E st a p rática e x i ge m enos d o cumen t a ção, p o i s a m em ó ri a d o s d et a l h e s e s t á r ecen t e e n ã o e m e s p e ci ficações feitas n o i n i c i o d o p ro j e t o. E s t e é o a rgumento d o s agilistas. C a b e aq u i u m a q u es t ão: O d es e n v o l v i m e n t o p o d e o c o rrer p róximo ao d e t a l h am en t o, m as c o m o f i c a a m a n u t enção q u e n ão t e rá a d i sp o s i ç ão a d o cumen t a ção d e t al h ad a e t a l v ez n e m a l e m b r ança d o fo rnecedor d o requisito? U m a p o s s í v el a l t e rnativa é t e r u m c ó d i go bem documentad o Trate os requisito s em u ma p i l h a p ri o r i d a d e s A at ri b u i ção d e p ri o ri d ad es p erm i t e o rgan i z ar o d es e n v o l v i m e n t o e a s i n c ronização c o m a ex p ectativa d o c l i ente. A at ri b u i ção d e p rioridade d ev e s er a d m i n i s t rada, p a ra m u i t o s cl i e n t es t u d o t e ria al t a p rioridade o q u e s i gnifi ca, n a p r át i c a, q u e n ã o e x i s t e u m a at ribuição d e p r i o r i d a d e s. A m o n t agem d e u m a p i l h a d e p ri o ri d a d e s p er m i t e d ef i n i r q u a i s o s p ró x i m o s r equisitos entram em d es e n v o l v i m e n t o v i a b i l i z a n d o a p rát i ca d e d e t a l h ar os requisitos Just In T i m e O o bjeti v o é i mp l emen tar o requisito e n ã o d o c u men t a -l o s P r o d u z i r, m anter e rastrear d o c u m e n t ação d e r equisitos e x i g e u m e s forço q u e n a v i s ã o ágil p o d e c o m p romet er a e n t r ega d o q u e r ealmente é e s p e rado p e l o cl i e n t e, o s o f t w a re f u n c i o n ando. U m a d o cu m e n t ação d e v e conter o s u ficiente p ar a o rientar o p r o j e t o e n ã o o b as t ante que p o s s a i n v i a b i l i z á -lo. U m a q u e s t ã o a ser considerada é q u e m u i t o s p ro cesso s d a o rga n i z a ção p o d e m s e r e x e cutad o s c o m competência, p o r ém s em a c o n s c i ê n c i a d o s d e t a l h es e n v o l v i d o s. A o b u s car d e t a l h am e n t o d o s r eq u i s i t o s t o rn a-se o b r i ga t ó ri o u m a retomada co n s ci en t e d e d et a l h e s d o p roces s o co m o s u s u ár i o s q u e d et ém i n f o rm ações d o n e gócio t o rn ando-se o m el h o r m o m ento p a ra o regi s t ro d es t e c o n h e ci m ento, c o n s i d e rando q u e, u m a v ez i m p l e m e n t a d o s, o c o rrera u m gr adual e s q u e c i m ento d o s d e t a l h es q u e s ó p o d e rão ser d e s co b er t o s p o r u m a a n á l i s e d o código, caso não h aj a a d evida documentação. N ã o p r o d u z i r u m a d o c u m en t a ção d e t a l h ad a p o d e ger ar o b enefí ci o e m curto p razo d e u m s o ftware en t regue d e fo rma m ai s

14 á gi l, m as d ev e-se c u i d ar p ar a q u e em l o n go p razo n ã o s e cr i e d i fi c u l d ade par a s u a m a n u t enção Reconhecer q u e e x i s t em mu i tos interes s a d o s M u i t as p e s s o as e m d i v e rsos p a p e i s s ã o a fet ad as p e l o d es e n v o l v i m e n t o e / o u i m p l a n t a ç ão d e u m p rojet o d e s o ft w are. C o n s e q u e n t e m e n t e e n t re m u i t o s i n t e res s e s e o p i n i õ e s s u rgem d i ferenças n a v i s ão d o q u e d ev e s e r feito, c o m q u a l p rioridade e c o m o d ev e s er feito. N e s t e caso u m p a p el d ev e s er c riado p a ra i n t er m e d i a r e n ego ci ar c o m es t es i n t e ressados s er v i n d o c o m o p o n t o e n t re u s u ár i o s e equipe d e d es e n v o l v i m e n t o. E s t e p a p el recebe o n o m e d e P ro d u c t O w n e r n a m et o d o g i a ági l s c rum Aborda r r eq u i s i tos indepen d en t e d e p l a taforma A b o rdar requisitos o r i e n t a d o s a u m a t e cnologia p o d e c ri ar p rér es t rições p ara n eces s i d a d es d o s cl i e n t es q u e s ã o i n d ep endentes d e p l a t a forma. O s t e rmos r equisitos ori en t a d o s a o b j e t o (OO), requisitos e s t r u t u rados ou req u i s i t o s b a s eados em co m p o n en t e s s ã o ex e m p l o s d e a b o r d a gem rel a ci o n a d a a uma tecn o l o gia de i m p l e m e n t a ç ão Men o r é me l h o r D e c o m p o r p ro cesso s e m f u n c i o n al i d ades. M e n o r es gr u p o s d e r eq u i s i t o s favorecem o e n t endimen t o, a es t i m a t i v a, s ão m ai s f ácei s d e p r i o r i z ar e co n s eq u en t e m e n t e d e ge renci ar. O d e s en v o l v ed o r t em m a i s d o m í n i o d o q u e es t a s e n d o feito Rastreabilidade R as t reabilidade é a c apacidade d e es t abelecer u m a relação entre a rt ef at o s d o p r o j e t o. U m a m at ri z d e ras t reabilidade d e r equisitos é o a rt ef at o cri ad o p ar a gravar e s s as relaçõ es. O m a p e am en t o d e s t a s r el ações p o d e a b range r d e s d e a i d e n t i fi cação d o requisito p a s s ando p o r m o d e l o s d e a n á l i se, m o d el o s d e ar q u i t e t u ra, m o d e l o s d e d es i gn, c ó d i go fonte, casos d e t es t e e o u t r o s ar t e fatos q u e s e q u e i ra m an t e r. A m a t ri z d e r as t reabilidade é u m ar t e fato q u e p o d e aj u d a r c o n t rolar a s p e ct o s d e c o m p l e x i d ad e d o s o ft w are b e m co m o fav o recer a v i s i b i l i d ad e em p rojet o s en v o l v en d o grande numero d e requisitos. A m a n u t en ção d a r as t reabilidade consome u m g ran d e es fo rço q u e é a u m e n t ad o q u an t o m a i o r f o r o n í v el d e d et al h a m e n t o d o s a rt ef at o s c o n t rolad o. R a s t reabilidade é u m a c ap acidade q u e n ã o s e e n c ai x a n o p a radigma ági l p o r s e b as e ar f o rt em en t e em d o cu m e n t ação. S eu b e n e fí ci o é p e rmitir a a n ál i s e d e i m p a c t o n a m u d a n ç a d e u m requisito. N a v i s ão ági l u m p rofi s s i o n al co m d o m í n i o d o n egó ci o e f am i l i a ri z a d o c o m o s i s t em a p o d e ria m apear o i m p a ct o d a m u d a n ça. M a s m e s m o n es t e c as o p o d e h av er a n e cessidade d e u m a m í n i m a r as t reabilidade q u e relacione o requisi t o ao seu f o rnecedor.

15 E s t e é u m p o n t o d i f í c i l d e s er t ratado. Se a p ro p o s t a ágil a b r aça a s m u d an ças, f az en t rega s rápidas e p ro d u z p ar t e s m e n o r es e i n c rementai s, c o n c l u i - se q u e u m a m u d an ça a fet a rá u m n u m e ro m a i o r d e art e fat o s p r o d u z i d o s e em p rodução. C o m o g ar antir q u e h averá u m a p er cepção p ro fissional d o i m p a ct o s em o a p o i o d e u m a m at ri z d e r as t reabilidade? N e s t e caso é aconselhável um deb at e a b er t o e n t re o s en v o l v i d o s p ar a s e t o rnem consci entes d o s c u s t o s e d o s b enefí ci o s d e s e m anter u m a m a t ri z de rast rabilidad e e t o m ar a d ecisão em conjunto Explicar a s técnicas E x p l i c a r a s t é cn i c as é u m a p ratica q u e p o d e l ev ar o u s u ári o a s e s e n t i r m ai s e n v o l v i d o n o p rojet o ao d e s m i s t i fi car a s t é cnicas q u e s ã o u s adas e o s m o t i v o s p o r q u e s ã o u sadas. Esta p rát i c a co m o p o d e s e r v er i fi cado fo i s u ge ri d a p a ra a ab o rdage m d e m a t ri z d e ras t reab i l i d a d e n o i t e m d e st e a rtigo e t anto n es t e caso como em o u t ro s e u b enefí ci o s er á o en v o l v i m e n t o d o u su ár i o Uti l i z e p a l a v r a s a propriadas ao n e g ó c i o U m v o c a b u l ári o a d e q u a d o facilita c o m u n i cação c o m o s u s u ári o s e c ri a u m a i d en t i ficação d o p rojet o d e s o f t w a re com o n e gocio a q u e s e d es t i n a. U m g l o ssári o c o m o s t e rm o s e sp ecíficos d a á rea d e n e gócio p o d e f acilitar es t a p rática Crie u m a mbiente d e scontraido U m a m b i e n t e d e s t r es s p erm a n en t e n ã o favorece a p rodutividade. U m a m b i e n t e d e s contraído não signifi ca fal t a d e f o co n o s o b j e t i v o s O b ten h a a p o i o d a a l t a a d mi nistraçã o O a p o i o d a a l t a a d m i n i s t ração o ri enta o c o m p rometimento e m o t i v a a s d e m a i s á reas d a o rga n i z a ção a s e envolver em com as a t i v i d ad es, r es u l t a d o s e a adotarem a s m u d a n ç as c u l t u r ai s q u e acompanham p rojet o s d e s o ft w ar e. O fato é q u e s e m a p o i o d a a l t a ge rencia q u al q u e r m u d a n ç a p o d er á e n c o n t rar m u i t a resistência e p rovavelmen t e n ão ter á s u c es s o. 7. Conclusão O e s t u d o d a a b o rd age m d e r eq u i s i t o at rav és d o grupo d e b o a s p ráticas aplicadas em m et o d o l o g i a s á ge i s i n d i c a q u e a fl ex i b i l i d a d e e a i n t er at i v i d a d e a s t o rnam o caminho n a t u ral a s er a d o t a d o p o r o rga n i z a çõ es q u e n ã o p o ssuem m et o d o l o gi a s formais d e t rabalho e p o d e m represen t a r u m g ran d e s a l t o d e q u al i d ade e s a t i s fação em p rojet o s d e s o ft w ar e. Também s ã o p ráticas b em at raentes p a ra p equen as equipes. O ambien t e i n t er at i v o p ropost o p e l a s m e t o d o l o gias á ge i s é o i d e a l d e t o d o p r o fi s si o n a l d e req u i s i t o s c o n s i d er ando q u e a e l i c i t ação de requisitos e sua represen t a ção real d as n e cessidades d o s

16 u s u ár i o s s ão fort e m e n t e f avorecidos p el as aplicação d as p ráticas a b o r d a d as. N ã o é d es c ar t a d a s u a a p l i c ação e m p rojet o s m a i o r es, e n t retanto, e m am b i entes m ai s c o m p l e x o s en v o l v en d o m a i o r es riscos, é c res c e n t e a p reo cupação com a adoção d e m o d el o s d e m a t u ridade. O s p adrões d e q u al i d a d e e m o d e l o s d e m a t u r i d a d e co m o M P S -BR t e n d e m a s er cada v e z m ai s u t i l i z ad o s co m o ref erencia d e c o n fi an ça d o m er cado p ar a contratação e a q u i si ç ão d e s e rviços d e TI. A s m e t o d o l o gias á ge i s n ão p o d e m i g n o rar e s t a t en d ên ci a o q u e s u g er e o q u e s e j a m r ealizados e st u d o s q u e b u s q u e m c o m p at i b i l i z ar e s t a s c o r ren t e s. A s m e t o d o l o gias á ge i s e fetivam e n t e n ã o t ratam o s requisitos c o m b a s e e m d o cumentação. E s t e é u m p o n t o p o l êm i c o, p rinci p a l m ente no confronto co m m e t o d o l o gias tradici o n a i s. D eve-se c o n s i d e rar q u e a T ecnologi a d a In fo rmação é u m a ár ea que e x t r apola o as p e c t o d a p u ra p rogram a ção, s en d o a cu l t u ra d e u m a o r ga n i z ação f o rt em en t e i m p actada c o m a d o ç ão d e p rojet o s d e s o ft wa re. U m e fei t o v er i fi cável se refere ao fato q u e o s u s u á ri o s, cu j a á rea d e n egó ci o é s i s t e m a t i z ada, t e n d e m a e s q u e c er g radat i v am en t e d e t a l h es d o p roces s o. A n ã o d o c u m entação d o c o n h ecimento n a f as e d e requisitos p o d e represen t a r u m a d i fi culdade p a ra futura m a n u t enção, at ravés d a p er d a d es t e co n h e ci m e n t o e m m é d i o e l o n go p r az o, o q u e reduz a c o n d i ç ão d e m el h o r i a d o s p ro cessos. A d o cu m e n t a ç ão s e rá s em p re r ef erenciada c o m o p ro b l e m a, seja q u a n d o a u s e n t e, i n c o m p l e t a, p es a d a o u n ã o u t i l i z ada. O p ro b l e m a d a d o c u m e n t ação p o d e s e r v i s t o como u m d es a fi o m e recedor d o d e s en v o l v i m e n t o d e es t u d o s e f er ram en t a s q u e favoreçam a c o n c i l i a ç ão d o s b enefí ci o s d e u m a d o cu m e n t ação cl a ra, c o m a d i n â m i ca d a s m u d a n ç as d o s requisitos. U m b o m ex em p l o s ã o a s ferram entas W i k s, s e n d o a m a i s c o n h e ci d a a W i k p e d i a : h t t p / / w i k i p e d i a. o rg. A ap l i cação d e m et o d o l o g i a s á ge i s n ão g arante o s u cesso d e u m p rojet o. C a s o s fracas s o s o u d e p r ej u í z o s a d v i n d o s d e falhas n a e s p e ci fi cação far ão co m q u e a relação d o cl i e n t e co m o p r o j e t o s e j a f o rt em en t e t e s t a d a. C a b e ci t a r q u e t ã o s u j ei t o a m u d a n ça q u a n t o o s r eq u i s i t o s, s ão a s relações h u m anas. S i t u ações n e ga t i v a s são fo n t e s d e c o n f l i t o q u e ex i ge m g rande at en ção d o s ges t o res, s o b p e n a d e c o m p rometerem o s p rojet o s. O s fatores culturai s d a o r ga n i z ação d evem s er b em av al i a d o s p ara q u e s e p o s s a o b t er u m a a d eq u ação e n t re a m e t o d o l o gi a e o a m b i e n t e o rga n i z a ci o n a l. A i n t e rat i v i d a d e n ão p o d e t o rnar a m a d o r o p r o c es s o d e d e s e n v o l v i m e n t o d e s o ft w are. E m s í n t es e, o fo co n a ge ração d e r es u l t a d o s é u m a grande l i ção d a a b o r d a gem á gil e a p rát i c a s envolvendo requisitos d e v e m f avorecer a p rodução d e s o f t w a re e agr ega r v a l o r a o s p rocessos o rgan i z acionai s e n ão s e r es t ringir a at en d e r e p u ra p rogr am ação e n e m a p u ra e x i gê n ci a d e p rocesso s.

17 R eferências [ 1 ] K o s c i a n s k i, A n d ré -Qual i d ad e d e S o ft w ar e: apren d a a s m e t o d o l o g i a s e t écnicas m ai s m o d e rnas p a ra d e s en v o l v i m e n t o d e s o ftware / A n d ré K o scianski, M i chcel d o s S a n t o s S o a res -- 2 ª E d. - - S ã o P aulo: Novat e E d i t o ra, ; [ 2 ] - W agn er Zapar o l i En ge n h a ria d e req u i s i t o s : U m fu n d a m e n t o n a constru ção d e s i s t em as d e i n form ação- M e s t r e em C i ê n ci a d a C o m p u t a ç ão M A C K ENZIE. C o n s u l t o r d e S i s t e m a s ; C o l u n i s t a em C i ê n c i a e Tecnologia d o j o r n al G az et a d e Beb edouro; Professor de- Ló g i c a d e Programação na UNIN O V E; [ 3 ] - N o Silver Bu l l et -Essence an d A ccidents o f So ftware E n gi n e er i n g Essen ce an d A ccidents o f S o f t w a re E n g i n e er i n g C o m p u t e r M agaz i n e ; A p r i l C o m p u t er M a ga z i n e, ab ril b y Frederi ck P. Bro o k s, J r., p o r Freder i c k P. B rooks, J r., U n i v ersity o f N o rt h C aro l i n a at C h a p e l H i l l U n i v e rsity o f N o rt h C aro l i n a em C h ap el Hill; [ 4 ] - G u y l e Boterf. L ingén i e r i e d e s compét en ces.p a ri s: P o d e s e r e n c o n t rado resumido n o s i t e: h t t p : / / si t e/ em p l o i / guide_emploi/compet en.p d f; [ 5 ] - E d s ge r D i j k s t r a, A s s o ci a t i o n for C o m p u t i n g Machinery T u ri n g A w a rd, i n t i t u l a d a "The H u m b l e P rogr am m e r" (EWD340), p u b l i c ad a n o p e ri ó d i co en:c o m m u n i cations of t h e ACM; [ 6 ] Le ffi n gw e l l, D ; C al c u l a t i n g t h e R e t u rn o n In v es t i m e n t from M o re E ffect i v e R e q u i rements M a n agem en t ; A m er i c an P r o grammer 1 0 (4); ; ; [ 7 ] J o s é R o b e rto Bl as c h ek G e rên ci a d e R eq u i s i t o s O p r i n c i p al p roblem a dos p rojet o s d e s o ft w ar e; [ 8 ] - P ressman, R o ge r S. Engenhar i a d e so ftware I R o ger S. P r es s m a n ; t radução R o sângel a D e l l o s o P enteado, revisao t ecnica Fernao S t el l a R. G er m a n o, J o s e C arl o s M a l d o n at o, P aulo C e s a r M a s i e ro. 6. ed. -- Sao P a u l o : M c Gr aw-hill, ; [ 9 ] - [ D O R FMANN e T HAYER, ] D O R FMANN, M. e T HAYER, R. S t a n d a rds, G u i d e l i n e s, and E x am p l es o f S ys t e m a n d So ftware R equirements En gineeri n g. Lo s A l a m i t o s, C A : IE EE C o m p u t e r S o c i et y P ress, 1990; [ 1 0 ] - R O C H A, A n a R egina C avalcanti et a l. Q u al i d ade d e s o ft w are. T e o ri a e p r át i c a. S ão P a u l o : P rentice Hal l, ; [ 1 1 ] - [ SOMMERVILLE, ] S O MMERVILLE, I. E n ge n h a ria d e S o f t w a re, Addison Wesley, 6 a edição, 2003; [ 1 2 ] - A LENCAR, F. M. R. M ap eando a M o d e l a ge m O rganizacional e m Especificações P reci s as T es e d e d o u t o rado. C en t ro d e In formática.ufpe, R ecife;

18 [ 1 3 ] W i ege rs K.E.; Soft w ar e R e q u i rem e n t s ; Micr o s o ft P r es s ; ; [ 1 4 ] - R AT IO N A L S o f t w a re C o rp. O s u c es s o co m e ça com o g er enciamento de r equisitos. São Pau l o : R at i o n a l, ; [ 1 5 ] - M P S. BR - M el h o ri a d e P roces s o d o S o f t w a re Brasilei ro Gu i a d e Im p l e m entação P a rte 1 : Fundamentação p ar a Im p l e m e n t ação d o Ní v e l G d o M R -MPS ; [ 1 6 ] - [ A gi l e M a n i fest o ] D i s p o n í v e l e m h t t p : / / a gi l e m a n i fes t o. o rg/, a c es s ad o em 0 1 d e S e t e m b r o d e ; [ 1 7 ] - C o c k b u rn, A. e H i ghsmith, J. "Agile S o ft w ar e D e v el o p m en t : T h e Busines s o f In n o v at i o n ", IEEE C o m p u t e r, S ep t., (2001), p p ; [ 1 8 ] - A g i l e M o d el i n g (AM) - P ráticas e fi cazes d e M o d el agem e D o cumentação - h t t p : / / w w w. agilem o d e l i n g.com/ a cessado em 0 6 / 1 0 / ; [ 1 9 ] h t t p : / / en.wikipedia. o r g/wiki/hist o ry_ o f _ s o ft w are_engi n e eri n g - a c es s ad o em 0 1 d e o u t u b ro

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