Vista Geral Fábrica de Amreyah (AMCC) - Egito

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1 Vista Geral Fábrica de Amreyah (AMCC) - Egito CIMPOR Cimentos de Portugal, SGPS, S. A. Rua Alexandre Herculano, LISBOA PORTUGAL Tel. (+351) Fax. (+351) Sociedade Aberta Número único de Pessoa Colectiva e Cons. Reg. Com. de Lisboa: Capital Social Euros

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3 Foco no Footprint em Processo de Fortalecimento do Balanço Cimpor prossegue uma estratégia de consolidação de footprint, aperfeiçoando paralelamente o perfil de endividamento num processo de fortalecimento do seu Balanço. Na sequência de um novo trimestre recorde, vendas de cimento e clínquer atingem 22,8 milhões de toneladas, registando um crescimento de 8,2% o que volta a distinguir a Cimpor entre os seus pares. Margem EBITDA acumulada de 23,6% mantém-se como referência no sector. Depreciação das moedas brasileira (10%), argentina (36%) e sul-africana (14%), induzem a abrandamentos de 1,6% e 4,2% do Volume de Negócios e do EBITDA. Volume de Negócios e EBITDA acumulados ascendem a 1.952,2 milhões e 461,1 milhões, respetivamente. Brasil Reforço da posição de mercado requer custos logísticos e intervenções operacionais. Argentina Incerteza conjuntural mitigada. Adversidade cambial impacta Resultados em euros. Paraguai Operação de moagem permite reforço de rentabilidade e posição competitiva. Egito Recorde de vendas acumuladas a setembro. Gestão de stocks alavanca posição competitiva no mercado e margem EBITDA. Moçambique Implementação dos planos de melhoria industrial e maior dinamismo comercial. África do Sul EBITDA melhora. Recuperação de mercado e quota local. Portugal e Cabo Verde crescimento de EBITDA, apesar retração do mercado local. Trading/Shipping e Outros Expansão de atividade e aumento de eficiência. Evolução favorável dos Resultados Financeiros, apesar de depreciação do euro face ao USD no 3º trimestre - entretanto limitada por instrumentos de cobertura. Resultado Líquido regista recuperação, apesar de ainda negativo em 17,7 milhões. Balanço mais estável e mais robusto na gestão dos riscos financeiros da dívida: Melhoria do perfil de endividamento estende maturidade e providencia cobertura a USD. Dívida líquida é penalizada por desvalorização do euro, face a USD, anterior a cobertura. Geração de Caixa de 49 milhões no 3º trimestre. Foco nas operações induz produtividade. Disciplina em capex e Fundo de Maneio. PRINCIPAIS INDICADORES Jan-Set 3º Trimestre Var. % Var. % Vendas cimento e clínquer (milhares ton) , ,6 8, , ,0 2,2 Volume de Negócios (milhões de Euros) 1.952, ,3-1,6 709,1 684,3 3,6 EBITDA (milhões de Euros) 461,1 481,5-4,2 172,4 197,3-12,6 Resultado Líquido (milhões de Euros) (1) (17,7) (18,0) -1,3 (17,5) 65,8 s.s. (1) Atribuível a Detentores de Capital Pág. 3 41

4 1. Desempenho Operacional Sucesso no reforço do footprint requer esforços operacionais no Brasil e evidencia benefício da dispersão geográfica As diferentes iniciativas de expansão comercial e de aumento de eficiência permitiram à Cimpor aproveitar oportunidades de mercado tendo-se assistido a mais um trimestre recorde de vendas, contribuindo para uma variação positiva de 8,2% de toneladas vendidas no período de janeiro a setembro 2014, o que destaca a companhia, mais uma vez, entre os seus pares de perfil internacional. Se a evolução operacional positiva é notória numa análise em moeda local, no processo de consolidação em euros aparece mitigada pelo efeito contabilístico da depreciação cambial que se vem observando e que, nomeadamente, face ao 3º trimestre de 2013 se registou nas moedas do Brasil (10%), Argentina (36%) e África do Sul (14%), geografias cujos contributos representaram no período em conjunto cerca de 75% do EBITDA consolidado. Neste contexto, no terceiro trimestre de 2014, a Cimpor atingiu um EBITDA de 172,4 milhões de euros, registando uma variação negativa de 12,6%, que inclui perdas cambiais de 14,1 milhões de euros. No mesmo enquadramento, em termos acumulados, o EBITDA registou um decréscimo de 4,2% fruto de um impacto cambial desfavorável de 65,2 milhões de euros. Em termos de contributos para o EBITDA assiste-se a um aumento progressivo das unidades de negócio das operações em África e no Paraguai, num claro benefício da estratégica dispersão geográfica do portfólio de ativos desta companhia. A margem EBITDA da Cimpor permanece uma referência na indústria. Atingindo o valor de 24,3% no 3º trimestre, esta margem cresceu 23,6% em termos acumulados a Setembro de Uma evolução positiva em termos de retorno e aumento de eficiência, acabou por mitigar o impacto dos esforços logísticos e as intervenções operacionais requeridas pelo aumento de footprint, justificando a evolução deste indicador. Pág. 4 41

5 Vendas Foco em estratégias comerciais aliado a agilidade logística e industrial reforçam posições de mercado As vendas de cimento e clínquer da Cimpor acumuladas a setembro atingiram 22,8 milhões de toneladas apresentando um crescimento de 8,2% face a igual período de O aumento de vendas observado em todas as geografias foi especialmente notório no Brasil (+3,3%), Paraguai (+43,9%) e nos países do Continente Africano (+21,2%). No entanto foi exceção a Argentina, por contração do mercado total. (Milhares de toneladas) Var. % Var. % Brasil , ,0 Argentina , ,5 Paraguai , ,9 Portugal , ,0 Cabo Verde , ,5 Egito , ,5 Moçambique , ,2 África do Sul , ,6 Sub-Total Eliminações Intra-Grupo Total Consolidado VENDAS DE CIMENTO E CLÍNQUER - DESAGREGAÇÃO POR UN Jan-Set 3º Trimestre , , s.s s.s , ,2 No Brasil, onde se vem assistindo, recentemente, a um abrandamento do crescimento mais acentuado do mercado pelo efeito do campeonato do mundo de futebol e pelo contexto pré eleitoral, a Cimpor afirma-se localmente. Intensificando a sua atividade comercial, logística e industrial a Cimpor reforça a capacidade de resposta à procura local suplantando o crescimento estimado do mercado em diversas regiões do país e registando um aumento de vendas de 3,3% no período de janeiro a setembro de Na Argentina, na sequência de um ciclo de intenso crescimento da procura e de consumo, tendo este atingido o máximo histórico em 2013, assistiu-se a uma contração do consumo. Se, por um lado, a incerteza do atual contexto político-económico não favoreceu a progressão dos planos de investimento em infraestruturas, a dinâmica de consumo no sector residencial permitiu limitar a 3,9% a contração das vendas acumuladas a setembro de 2014 num sinal de resiliência deste setor. Pág. 5 41

6 No Paraguai a Cimpor consolida a sua presença com o funcionamento da nova moagem desde outubro Registando um crescimento de vendas de 43,9% em termos acumulados a setembro, antecipa o potencial a retirar da nova capacidade de resposta com que passará a contar até final de 2014, por via da conclusão da sua linha integrada de produção de cimento. A atividade da Cimpor no Egito apresentou-se especialmente dinâmica no 1º semestre atingindo níveis recorde no 2º trimestre (1,1 milhões de toneladas), a que se seguiu o expectável abrandamento no 3º trimestre por força do Ramadão. Ultrapassada a instabilidade social e económica e as restrições no acesso aos combustíveis, por via da agressividade da sua política comercial e de gestão, a Cimpor tem-se distinguido face à concorrência, tendo aumentado em 22,6% as suas vendas locais no período acumulado a setembro face a Em Moçambique, os planos da reestruturação comercial e operacional implementados pela Cimpor potenciaram a posição de liderança local registando-se um crescimento de vendas de 20,4%, apesar da forte concorrência do cimento importado. Na África do Sul a Cimpor reforçou a sua dinâmica comercial recorrendo à diversificação do portfólio de produtos e ao alargamento da base de grandes clientes, o que se veio a traduzir numa subida de 21,6% do volume de vendas. Cabo Verde apresenta no período acumulado a setembro um ligeiro aumento das vendas (+0,6%), contrariando a tendência de um mercado em queda desde A atividade de Trading da Cimpor, tem permitido compensar a quebra do consumo interno em Portugal por via das exportações. Em termos consolidados, no que toca a vendas dos demais produtos da Cimpor é de salientar o abrandamento de 5,3% nas vendas de metros cúbicos de betão em contraste com um aumento de 2,5% de toneladas de agregados e de 3,5% de toneladas de argamassas. Pág. 6 41

7 Volume de Negócios Expansão de footprint e aumento de preços contrariado por impacto cambial Entre janeiro e setembro de 2014 o Volume de Negócios alcançado foi de 1.952,2 milhões de euros. (Milhões de Euros) VOLUME DE NEGÓCIOS - DESAGREGAÇÃO POR UN 3º Trimestre Var. % Var. % Brasil 895,5 942,6-5,0 330,3 325,0 1,6 Argentina 384,8 459,1-16,2 146,1 163,4-10,6 Paraguai 38,7 28,0 38,2 16,9 8,1 107,8 Portugal 212,4 216,0-1,7 71,5 77,2-7,4 Cabo Verde 20,7 18,7 10,7 7,1 6,7 6,1 Egito 185,3 133,3 39,1 53,1 39,8 33,3 Moçambique 108,0 103,3 4,5 45,6 40,1 13,9 África do Sul 94,6 95,5-0,9 37,0 36,3 1,9 Trading / Shipping 232,6 211,0 10,2 65,9 81,8-19,5 Outras 38,1 27,9 36,2 12,9 9,1 41,8 Sub-Total 2.210, ,4 786,5 787,7 Eliminações Intra-Grupo -258,4-251,1-77,4-103,3 Total Consolidado Jan-Set 1.952, ,3-1,6 709,1 684,3 3,6 Apesar de se ter assistido a um aumento do volume de vendas e do preço médio em moeda local (11,4%) do mix de cimento e clínquer vendidos, face ao período homólogo, o impacto da depreciação da generalidade das moedas dos países onde a Cimpor tem atividade, principalmente o Real brasileiro (10%), o Peso argentino (36%) e o Rand sul-africano (14%), que resultaram num erosão à partida frente a 2013 (287,5 milhões de euros),foram determinantes na contenção da evolução do Volume de Negócios consolidado expresso em euros (-1,6%). Em Portugal foi possível limitar a queda do mercado interno sobretudo através das exportações. No Egito e Paraguai o crescimento é sustentado pela melhoria da posição competitiva no mercado, proporcionando um aumento do volume de negócios. Pág. 7 41

8 EBITDA Esforços para reforço de footprint e contexto cambial adverso, mitigam desenvolvimento de eficiência operacional O EBITDA no período em análise situou-se nos 461,1 milhões de euros. Face ao período homólogo do ano anterior, o presente enquadramento cambial determina à partida uma erosão frente a 2013 (65,2 milhões de euros) ficando também patentes os esforços logísticos e operacionais requeridos pelo reforço das posições de mercado, assistindo-se assim a uma contração de 4,2% neste indicador. A margem EBITDA da Cimpor segue a tendência habitual positiva ao longo do ano atingindo os 23,6% no período de janeiro a setembro. Esta tendência verificou-se essencialmente no Brasil, Portugal, Paraguai e Moçambique onde os incrementos da atividade se associam aos primeiros outputs dos projetos de melhoria de produtividade, traduzindo uma melhoria da margem EBITDA quando comparada com o 1º semestre. EBITDA (Milhões de Euros) Jan-Set 3º Trimestre Var. % Var. % Brasil 234,1 304,0-23,0 89,1 113,3-21,4 Argentina e Paraguai 84,6 78,8 7,4 30,7 33,2-7,6 Portugal e Cabo Verde 21,0 18,5 13,4 11,7 20,3-42,6 África 108,6 87,4 24,2 37,8 30,0 25,8 Trading / Shipping e Outros 12,7-7,3 s.s. 3,3 0,5 s.s. Consolidado 461,1 481,5-4,2 172,4 197,3-12,6 Margem EBITDA 23,6% 24,3% -0,6 p.p. 24,3% 28,8% -4,5 p.p. O sucesso da estratégia comercial no reforço da posição de mercado no Brasil, patente no acréscimo do Volume de Negócios em moeda local (+5,7%), implicou um conjunto de medidas logísticas e operacionais com impacto direto nos custos quando comparamos com o ano anterior. Por outro lado, em 2014, a Cimpor procedeu a algumas intervenções operacionais nas suas unidades de produção visando o aumento de eficiência na sua capacidade de resposta à procura local. Por último, é de referir o efeito cambial adverso na conversão do contributo para a consolidação do Brasil (30,7 milhões de euros). A Argentina e o Paraguai apresentam um EBITDA de 84,6 milhões de euros, o que representa um crescimento em relação aos primeiros nove meses de Esta evolução é principalmente movida pelo aumento de atividade no Paraguai. Cumpre ainda destacar que o efeito da desvalorização do peso argentino no contributo desta unidade de negócio para o EBITDA consolidado ascendeu a 26,9 milhões de euros. Pág. 8 41

9 Quanto ao segmento operacional de Portugal e Cabo Verde, o EBITDA acumulado a setembro apresenta um crescimento de 13,4%. De salientar que o 3º trimestre de 2013, foi reconhecido um ganho relativo a um crédito sobre uma entidade pública no valor de 11 milhões de euros. Entre janeiro e setembro de 2014 assume particular destaque a performance em África, assistindo-se a um incremento de 24,2% de EBITDA alavancando o acréscimo de 16,8% do volume de negócios nesta região. O Egito apresenta nestes últimos 3 meses um EBITDA mais de 100% superior ao do 3º trimestre de 2013 aliando a capacidade comercial e de gestão de stocks a uma melhoria da performance e produtividade industrial. Esta unidade de negócio destacou-se face à concorrência assegurando o abastecimento do mercado com continuidade, num período marcado localmente pela escassez de combustíveis. Em Moçambique, no terceiro trimestre do ano, os efeitos da redefinição da política comercial e uma melhoria contínua no abastecimento de matérias-primas permitiram mitigar a redução da margem EBITDA acumulada a setembro. Na África do Sul, a redefinição da estratégia comercial no 1º semestre associada ao início da implementação do programa de aumento de eficiência operacional, permitiu já mitigar o efeito do aumento das importações e da depreciação da moeda local. 2. Amortizações e Provisões Efeito cambial determina decréscimo em euros No período de nove meses findo em 30 de setembro de 2014, os valores das amortizações e provisões atingiram os 139,6 milhões de euros, 11,8 milhões de euros abaixo do período homólogo de 2013, e refletindo o efeito da depreciação cambial, já que, em taxas de câmbio constantes, as amortizações e provisões teriam registado um acréscimo de cerca de 8 milhões de euros. 3. Resultados Financeiros e Impostos Depreciação do euro face ao USD determina evolução no 3º trimestre Em termos acumulados a setembro de 2014, os Resultados Financeiros apresentam uma melhoria de 3,7 milhões de euros face ao período homólogo do ano anterior. Pág. 9 41

10 No 3º trimestre, assiste-se contudo a uma deterioração deste indicador em 47,8 milhões de euros face ao trimestre homólogo do ano anterior, influenciado pela variação das perdas cambiais de 44,0 milhões de euros, essencialmente por via das perdas decorrentes da depreciação do euro face ao USD, as quais foram entretanto travadas pela contratação de instrumentos financeiros derivados de cobertura. Os impostos sobre lucros que se cifraram em 47 milhões de euros, com uma redução de cerca de 9 milhões de euros face ao período homólogo do ano anterior, continuam a não estar influenciados pelo registo dos impostos diferidos, correspondentes aos resultados negativos das sociedades, holdings e financeiras, detentoras de dívida. 4. Resultado Líquido Evolução favorável a setembro apesar do impacto cambial no 3º trimestre Apesar da deterioração dos resultados financeiros neste 3º trimestre, o resultado líquido do período a setembro de 2014, continua a apresentar uma melhoria de cerca de 3,7 milhões de euros face ao apurado no período homólogo do ano anterior. (Milhões de Euros) DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS Jan-Set 3º Trimestre Var. % Var. % Volume de Negócios 1.952, ,3-1,6 709,1 684,3 3,6 Cash Costs Operacionais Liq , ,7-0,8 536,7 487,0 10,2 Cash Flow Operacional (EBITDA ) 461,1 481,5-4,2 172,4 197,3-12,6 Amortizações e Provisões 139,6 151,4-7,8 48,2 44,0 9,5 Resultados Operacionais (EBIT ) 321,5 330,1-2,6 124,2 153,3-19,0 Resultados Financeiros -287,1-290,8-1,2-110,6-62,8 76,2 Resultados Antes de Impostos 34,4 39,4-12,7 13,5 90,5-85,0 Impostos sobre o Rendimento 47,1 56,2-16,2 28,4 23,7 20,2 Resultado Líquido -12,7-16,8-24,4-14,9 66,8 s.s. Atribuível a: Detentores de Capital -17,7-18,0-1,3-17,5 65,8 s.s. Interesses não Controlados 5,0 1,2 332,5 2,6 1,0 158,6 5. Balanço Balanço mais estável e mais robusto na gestão dos riscos financeiros da divida A 30 de setembro de 2014, o Ativo Líquido da Cimpor era de milhões de euros, em linha com o observado a 31 de dezembro de 2013 (+0,4%). A Dívida Líquida ascende a milhões de euros, evidenciando um acréscimo de 5,9% face a 31 de dezembro de Este é justificado pela variação sazonal do fundo de maneio no 1º Pág

11 semestre, tendência já invertida no 3º trimestre. A este efeito acresce, o pagamento pontual a fornecedores de capex no âmbito dos investimentos realizados em 2013 e o impacto cambial entre 31 de dezembro de 2013 e o termo deste 3º trimestre. Dando seguimento à estratégia de aperfeiçoamento contínuo do perfil de endividamento cumpre realçar que a 10 de julho de 2014 a Cimpor, por via da sua subsidiária Cimpor Financial Operations, BV, fechou os termos e condições de uma emissão de Senior Notes ( Notas ) no valor total de USD 750 milhões com maturidade de 10 anos. As Notas foram lançadas com cupão de 5,750% ao ano e foram posteriormente admitidas à cotação na Singapore Exchange. Na sequência desta operação procedeu-se ao pagamento antecipado de dívidas vincendas em 2016, 2017 e 2018 apresentando hoje a Cimpor uma maturidade média da dívida de 5,79 anos. A restruturação da dívida levada a cabo, com a extensão de maturidades, a diversificação das fontes de financiamento, o aumento da exposição a taxa de juro fixa e a contratação de derivados de cobertura cambial, contribui para a melhoria da gestão dos riscos financeiros e deixam a companhia numa melhor situação de liquidez para os próximos anos. Simultaneamente, progridem os programas de eficiência de fundo de maneio, a que se associa criteriosa política de investimentos, consubstanciando assim a estratégia de fortalecimento do Balanço adotada pela companhia. SÍNTESE DO BALANÇO CONSOLIDADO (Milhões de Euros) 30 set dez 2013 Var. % Ativo Ativos não Correntes ,8 Ativos Correntes Caixa e Equivalentes ,5 Outros Ativos Correntes ,8 Total do Ativo ,4 Capital Próprio atribuível a: Detentores de Capital ,1 Interesses sem Controlo ,0 Total Capital Próprio ,2 Passivo Empréstimos e Locações Financeiras ,2 Provisões e Benefícios Pós-Emprego ,7 Outros Passivos ,3 Total Passivo ,1 Total Passivo e Capital Próprio ,4 Pág

12 Close up forno Fábrica de Pedro Leopoldo Brasil DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 3º TRIMESTRE DE 2014 Pág

13 Demonstração Condensada do Resultado e de Outro Rendimento Integral Consolidado do período de nove meses e trimestres findos em 30 de setembro de 2014 e 2013 (Reexpresso) (Não auditado) (Montantes expressos em milhares de euros) Notas reexpresso reexpresso Proveitos operacionais: Vendas e prestações de serviços Outros proveitos operacionais Total de proveitos operacionais Custos operacionais: Custo das vendas ( ) ( ) ( ) ( ) Variação da produção (4.800) Fornecimentos e serviços externos ( ) ( ) ( ) ( ) Custos com o pessoal ( ) ( ) (74.480) (70.428) Amortizações, depreciações e perdas por imparidade no goodwill e em activos fixos tangíveis e intangíveis 6 ( ) ( ) (48.226) (44.362) Provisões 6 e 16 (818) (7) 331 Outros custos operacionais (18.818) (51.550) (4.980) (7.628) Total de custos operacionais ( ) ( ) ( ) ( ) Resultado operacional Custos e proveitos financeiros, líquidos 6 e 7 ( ) ( ) ( ) (62.736) Resultados relativos a empresas associadas 6 e Resultados relativos a investimentos 6 e (344) 99 (58) Resultado antes de impostos Impostos sobre o rendimento 6 e 8 (47.055) (56.158) (28.433) (23.654) Resultado líquido dos períodos 6 (12.696) (16.791) (14.907) Resultado líquido dos períodos (12.696) (16.791) (14.907) Outros rendimentos e gastos reconhecidos em capital próprio: 9 meses 3º trimestre Que não serão subsequentemente reclassificados para custos e proveitos: Ganhos e perdas actuariais em responsabilidades com o pessoal Que poderão vir a ser subsequentemente reclassificados para custos e proveitos: Instrumentos financeiros de cobertura (28.104) 172 (28.007) (49) Variação nos ajustamentos de conversão cambial ( ) ( ) Ajustamentos de partes de capital em associadas (116) Resultados reconhecidos directamente no capital próprio (16.662) ( ) (24.343) ( ) Rendimento integral consolidado dos períodos (29.358) ( ) (39.250) (89.585) Resultado líquido dos períodos atribuível a: Detentores do capital 10 (17.729) (17.954) (17.530) Interesses sem controlo (12.696) (16.791) (14.907) Rendimento integral consolidado dos períodos atribuível a: Detentores do capital (36.734) ( ) (44.108) (96.285) Interesses sem controlo (29.358) ( ) (39.250) (89.585) Resultado por ação: Básico (euros) 10 (0,03) (0,03) (0,03) 0,10 Diluído (euros) 10 (0,03) (0,03) (0,03) 0,10 O anexo faz parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 30 de setembro Pág

14 Demonstração Condensada da Posição Financeira Consolidada em 30 de setembro de 2014 e 31 de dezembro de 2013 (Não auditado) (Montantes expressos em milhares de euros) Notas Setembro 2014 Dezembro 2013 Ativos não correntes: Goodwill Ativos intangíveis Ativos fixos tangíveis Investimentos em associadas Outros investimentos Outros ativos não correntes Ativos por impostos diferidos Total de ativos não correntes Ativos correntes: Existências Clientes e adiantamentos a fornecedores Caixa e equivalentes de caixa Outros ativos correntes Ativos não correntes detidos para venda Total de ativos correntes Total do ativo Capital próprio: Capital Ações próprias 14 (27.216) (27.216) Ajustamentos de conversão cambial 15 ( ) ( ) Reservas Resultados transitados Resultado líquido do período 10 (17.729) (19.351) Capital próprio atribuível a acionistas Interesses não controlados Total de capital próprio Passivos não correntes: Passivos por impostos diferidos Benefícios pós-emprego Provisões Empréstimos Outros passivos não correntes Total de passivos não correntes Passivos correntes: Benefícios pós-emprego Provisões Fornecedores e adiantamentos de clientes Empréstimos Outros passivos correntes Total de passivos correntes Total do passivo Total do passivo e capital próprio O anexo faz parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 30 de setembro de Pág

15 Demonstração Condensada das Alterações no Capital Próprio Consolidado dos períodos de nove meses findos em 30 de setembro de 2014 e 2013 (Reexpresso) (Não auditado) (Montantes expressos em milhares de euros) Notas Capital Ajustamentos Capital próprio Interesses Total Ações de conversão Resultados Resultado atribuível a sem do capital próprias cambial Reservas transitados líquido acionistas controlo próprio Saldo em 31 de dezembro de 2012 (Reexpresso) (27.216) ( ) Resultado líquido do período (17.954) (17.954) (16.791) Outros rendimentos e gastos reconhecidos em capital próprio - - ( ) ( ) ( ) Total do rendimento consolidado integral - - ( ) (17.954) ( ) ( ) Aplicação do resultado consolidado de 2012: Transferência para reserva legal e resultados transitados ( ) Dividendos distribuídos (10.785) - (10.785) (1.346) (12.130) Planos de atribuição de opções de compra de ações Variações de participações financeiras e outros (60) - (60) 9 (51) Saldo em 30 de setembro de 2013 (Reexpresso) (27.216) ( ) (17.954) Saldo em 31 de dezembro de (27.216) ( ) (19.351) Resultado líquido do período (17.729) (17.729) (12.696) Outros rendimentos e gastos reconhecidos em capital próprio (26.618) - - (19.005) (16.662) Total do rendimento consolidado integral (26.618) - (17.729) (36.734) (29.358) Aplicação do resultado consolidado de 2013: Transferência para resultados transitados (19.351) Dividendos distribuídos (1.931) - (1.931) (1.377) (3.307) Variações de participações financeiras e outros (647) (147) Saldo em 30 de setembro de (27.216) ( ) (17.729) O anexo faz parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 30 de setembro de Pág

16 Demonstração Condensada dos Fluxos de Caixa Consolidados dos períodos de nove meses e trimestres findos em 30 de setembro de 2014 e 2013 (Não auditado) (Montantes expressos em milhares de euros) 9 meses 3º trimestre Notas Fluxos das atividades operacionais (1) Atividades de investimento: Recebimentos provenientes de: Investimentos financeiros Ativos fixos tangíveis Activos fixos intangíveis Juros e proveitos similares Dividendos Outros Pagamentos respeitantes a: Investimentos financeiros (28.921) ( ) - (62.105) Ativos fixos tangíveis ( ) ( ) (35.496) (83.730) Ativos intangíveis (2.328) (3.225) (63) (2.974) Outros (4.750) ( ) ( ) (35.559) ( ) Fluxos das atividades de investimento (2) ( ) ( ) (15.770) ( ) Atividades de financiamento: Recebimentos provenientes de: Empréstimos obtidos Venda de ações próprias Pagamentos respeitantes a: Empréstimos obtidos 19 ( ) ( ) ( ) (10.488) Juros e custos similares ( ) ( ) ( ) (57.281) Dividendos 9 (1.931) (10.785) - - Outros (1.307) (4.060) (152) (1.288) ( ) ( ) ( ) (69.057) Fluxos das atividades de financiamento (3) ( ) (51.865) ( ) Variação de caixa e seus equivalentes (4)=(1)+(2)+(3) ( ) ( ) (14.999) Efeito das diferenças de câmbio e de outras transações não monetárias (43.196) (9.430) Caixa e seus equivalentes no início do período Caixa e seus equivalentes no fim do período O anexo faz parte integrante das demonstrações financeiras consolidadas em 30 de setembro de Pág

17 Anexo às Demonstrações Financeiras Consolidadas Em 30 de setembro de 2014 (Não auditado) (Montantes expressos em milhares de euros) ÍNDICE 1. Nota introdutória Bases de apresentação Principais políticas contabilísticas Alterações no perímetro de consolidação Cotações Segmentos operacionais Resultados financeiros Imposto sobre o rendimento Dividendos Resultados por ação Goodwill Ativos fixos tangíveis Capital Ações próprias Ajustamentos de conversão cambial Provisões Empréstimos Instrumentos financeiros derivados Notas às demonstrações de fluxos de caixa consolidadas Partes relacionadas Passivos contingentes, garantias e compromissos Ativos e passivos financeiros no âmbito do IAS Eventos subsequentes Aprovação das demonstrações financeiras 41 Pág

18 Anexo às Demonstrações Financeiras Consolidadas Em 30 de setembro de 2014 (Não auditado) (Montantes expressos em milhares de euros) 1. Nota introdutória A Cimpor - Cimentos de Portugal, SGPS, S.A. ( CIMPOR ou Empresa ), constituída em 26 de março de 1976, com a designação social de Cimpor - Cimentos de Portugal, E.P., sofreu diversas alterações estruturais e jurídicas, que a conduziram à liderança de um Grupo empresarial que em 30 de setembro de 2014 detinha atividades em 9 países: Portugal, Egito, Paraguai, Brasil, Moçambique, África do Sul, Angola, Argentina e Cabo Verde ( Grupo Cimpor ou Grupo ). O fabrico e comercialização do cimento constituem o negócio nuclear do Grupo. Betões, agregados e argamassas são produzidos e comercializados numa ótica de integração vertical dos negócios. O Grupo detém as suas participações concentradas essencialmente em duas sub-holdings: (i) a Cimpor Portugal, SGPS, S.A., que concentra as participações nas sociedades que se dedicam à produção de cimento, betão, agregados, argamassas, artefactos de betão, e atividades conexas, em Portugal; e, (ii) a Cimpor Inversiones, S.A., que detém as participações nas sociedades sedeadas fora de Portugal. Em 20 de dezembro de 2012 concretizou-se a permuta da integralidade dos ativos e operações de cimento, betão e agregados na América do Sul, nomeadamente no Brasil, Argentina e Paraguai, e em Angola ( Ativos adquiridos na permuta ) da InterCement, por troca com ativos detidos pela Cimpor em Espanha, Marrocos, Tunísia, Turquia, China, Índia e Perú ( Ativos alienados na permuta ), conjuntamente com uma parcela equivalente a 21,2% da Dívida Líquida Consolidada da Cimpor. Decorrente do processo acima, a Demonstração condensada do resultado e do outro rendimento integral do período de nove meses findo em 30 de setembro de 2013 e os saldos da posição financeira em 30 de setembro de 2013 apresentados nas notas anexas foram reexpressos decorrente da conclusão do processo de afetação do valor de compra dos ativos adquiridos na permuta ao justo valor dos mesmos. Pág

19 2. Bases de apresentação As demonstrações financeiras consolidadas em 30 de setembro de 2014 foram preparadas em conformidade com a IAS 34 Relato Financeiro Intercalar, no pressuposto da continuidade das operações a partir dos livros e registos contabilísticos da Empresa e das empresas incluídas no perímetro de consolidação, ajustadas no processo de consolidação de modo a que as demonstrações financeiras consolidadas estejam de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro, tal como adotadas pela União Europeia, em vigor para o período económico iniciado em 1 de janeiro de Principais políticas contabilísticas As políticas contabilísticas adotadas são consistentes com as utilizadas na preparação das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2013, e descritas no respetivo anexo, exceto no que respeita às normas e interpretações cuja data de eficácia corresponde aos exercícios iniciados em ou após 1 de janeiro de 2014, da adoção das quais não resultaram impactos relevantes no resultado e no rendimento integral ou na posição financeira do Grupo. 4. Alterações no perímetro de consolidação No período de nove meses findo em 30 de setembro de 2014 não ocorreram alterações no perímetro de consolidação. No período de nove meses findo em 30 de setembro de 2013, as alterações no perímetro de consolidação resultaram da operação de cisão da Machadinho Energética, S.A., da qual resultou a incorporação de ativos líquidos no montante de milhares de euros. Até essa data, o investimento naquele consórcio era realizado através de uma participação financeira na Maesa Machadinho Energética, S.A. que se encontrava classificada como Ativo financeiro disponível para venda, no montante de milhares de euros. Pág

20 5. Cotações As cotações utilizadas na conversão, para euros, dos ativos e passivos expressos em moeda estrangeira, em 30 de setembro de 2014 e em 31 de dezembro de 2013, bem como dos resultados dos períodos de nove meses findos em 30 de setembro de 2014 e 2013, foram as seguintes: Câmbio fecho (EUR / Divisa) Câmbio médio (EUR / Divisa) Divisa Setembro 2014 Dezembro 2013 Var.% (a) Setembro 2014 Setembro 2013 Var.% (a) USD Dólar americano 1,2629 1,3773 9,1 1,3554 1,3175 (2,8) BRL Real brasileiro 3,0954 3,2265 4,2 3,1034 2,7904 (10,1) MZN Novo metical moçambicano 38, ,7386 5,1 41, ,1905 (6,4) CVE Escudo cabo verdiano 110, , , ,265 - EGP Libra egípcia 9,0298 9,5713 6,0 9,5686 9,0514 (5,4) ZAR Rand sul africano 14, ,4621 1,3 14, ,4841 (14,0) ARS Peso argentino 10,7033 8,9775 (16,1) 10,7892 6,9329 (35,7) PYG Guarani paraguaio 5.668, ,33 11, , ,05 (4,2) a) A variação é calculada com base no câmbio convertido moeda local / Euros. 6. Segmentos operacionais A principal informação relativa aos resultados dos períodos de nove meses findos em 30 de setembro de 2014 e 2013, dos diversos segmentos operacionais, sendo estes correspondentes a áreas geográficas onde o Grupo opera, é a seguinte: Segmentos operacionais: Setembro 2014 Vendas e prestações de serviços Clientes Intersegmentais Total externos Resultados operacionais Setembro 2013 (Reexpresso) Vendas e prestações de serviços Clientes Intersegmentais Total externos Resultados operacionais Brasil Argentina e Paraguai Portugal e Cabo Verde (11.591) (20.518) Egito Moçambique África do Sul Total Não afetos a segmentos (a) (10.297) Eliminações - ( ) ( ) - - ( ) ( ) Custos e proveitos financeiros, líquidos ( ) ( ) Resultados relativos a empresas associadas Resultados relativos a investimentos 509 (344) Resultado antes de impostos Impostos sobre o rendimento (47.055) (56.158) Resultado líquido do período (12.696) (16.791) (a) Os ativos e passivos não afetos a segmentos relatáveis incluem; (i) ativos e passivos de sociedades holdings e tradings não afetos a segmentos específicos e (ii) eliminações intragrupo entre segmentos. Pág

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