COMPANHIA DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO RCI BRASIL

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1 Senhores Acionistas: Apresentamos o Comentário de Desempenho relativo às informações financeiras intermediárias consolidadas referente ao trimestre encerrado em 2013, as quais estão sendo apresentadas comparativamente ao balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2012 e as demais demonstrações individualmente, relativas ao trimestre encerrado em 2012, e foram elaboradas de acordo com IAS 34 - Demonstrações Financeiras Intermediárias oriundas das Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as interpretações do Comitê de Interpretações de IFRS (atual denominação do IFRIC) (IFRS). Mercado de Atuação A Companhia de Crédito, Financiamento e Investimento RCI Brasil (RCI Brasil), Instituição integrante do Grupo RCI Banque e do Conglomerado Santander, tem por objetivo principal a prática das operações de crédito, visando sustentar o crescimento das marcas automotoras Renault e Nissan no mercado brasileiro, através do financiamento à rede de concessionárias e ao consumidor final. Patrimônio Líquido e Resultado O patrimônio líquido alcançou o montante de R$1.045 milhões em 2013, apresentando evolução de 5,9% em relação aos R$987 milhões em 31 de dezembro de O lucro líquido apresentado no trimestre foi de R$58 milhões em comparação aos R$20 milhões do mesmo período do ano anterior. O crescimento do lucro ocorreu, principalmente, em função da incorporação de ações da Companhia de Arrendamento Mercantil RCI Brasil (RCI Leasing) ao patrimônio da RCI Brasil. Ativos e Passivos Em 2013, os ativos totais atingiram R$7.304 milhões. Desse montante, R$6.691 milhões são representados por empréstimos e recebíveis. A principal fonte de captação de recursos da RCI Brasil foi em depósitos de instituições de crédito - depósitos interfinanceiros R$3.421 milhões. Reestruturação Societária Na Assembleia Geral Extraordinária (AGE) de 31 de maio de 2012, foi aprovada proposta de incorporação de ações, nos termos e condições do Instrumento Particular de Protocolo e Justificação de Incorporação de Ações da Companhia de Arrendamento Mercantil RCI Brasil ao Patrimônio da Companhia de Crédito, Financiamento e Investimento RCI Brasil (Protocolo), cujo processo foi homologado pelo Banco Central do Brasil (Bacen) em 28 de agosto de No Protocolo foram estabelecidas as justificações e condições da reestruturação societária constituída pela incorporação da totalidade de ações de emissão da RCI Leasing ao patrimônio da RCI Brasil. Como resultado da Incorporação de Ações: (a) a RCI Leasing (Incorporada) é convertida em subsidiária integral da RCI Brasil (Incorporadora); (b) os ex-acionistas da Incorporada receberam ações de emissão da Incorporadora, e (c) o patrimônio da RCI Brasil foi aumentado pelo valor contábil das ações da RCI Leasing, emitidas aos ex-acionistas, avaliados na data-base de Conjuntura Econômica A atividade econômica seguiu em lenta recuperação ao longo do quarto trimestre e início de O crescimento do PIB do quarto trimestre (último dado disponível), divulgado no mês de março, foi de 1,4% na comparação com o mesmo trimestre em 2011, acima do crescimento de 0,9% visto nos três meses anteriores. Os investimentos mostraram redução de 4,5%, enquanto o consumo das famílias apresentou expansão de 3,9%, no mesmo período. No lado da oferta, o destaque negativo ficou para a agropecuária, cuja produção apresentou redução de 7,5% por problemas de safra, comparado ao quarto trimestre de O desempenho da indústria, que havia 31 de 31 de Nota março dezembro ATIVO Explicativa de 2013 de 2012 Disponibilidades e Reservas no Banco Central do Brasil Ativos Financeiros para Negociação Derivativos 4-a Empréstimos e Recebíveis 4-a Empréstimos e outros valores com instituições de crédito Empréstimos e adiantamentos a clientes Ativos não Correntes Mantidos para Venda Ativo Tangível Ativo Intangível Outros ativos intangíveis Créditos Tributários Correntes Diferidos Outros Ativos Total do Ativo COMENTÁRIO DE DESEMPENHO BALANÇOS PATRIMONIAIS CONSOLIDADOS (Valores expressos em milhares de Reais - R$) As notas explicativas e o Anexo I são parte integrante destas informações financeiras intermediárias consolidadas. mostrado debilidade por quatro trimestres, estabilizou no 4T12 e parece dar sinais de que as medidas do governo para recuperar a economia estão dando resultados. A alta dos preços ao consumidor, medidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), alcançou 6,6% nos 12 meses até março, patamar acima dos 5,8% observados em dezembro de 2012 e levemente superior ao teto da meta para a inflação em Os preços de serviços continuam a exercer pressão inflacionária, reflexo da elevação do custo da mão de obra. Por outro lado, os preços de bens duráveis seguem atenuando este movimento, ainda que em menor intensidade que aquela observada há alguns meses, em razão principalmente do impacto residual desinflacionário dos cortes de impostos implementados em preços de automóveis e outros bens. A elevação e difusão das pressões inflacionárias, a despeito do ritmo fraco de atividade econômica, levaram o Bacen a iniciar um ciclo de ajuste dos juros em meados de abril, quando a taxa básica de juros foi elevada para 7,5% a.a. Diante da expectativa de que tal movimento fosse ocorrer, a taxa média de juros cobrada nos empréstimos do sistema financeiro já sofreu elevação. Em fevereiro, a taxa média cobrada no crédito à pessoa física foi de 35,1% a.a., acima daquelas para o mês de dezembro (33,7% a.a.). O estoque de crédito avançou 16,8% nos doze meses encerrados em fevereiro, chegando quase ao patamar de R$2,4 trilhões (53,4% do Produto Interno Bruto - PIB ). O crédito imobiliário, que cresce ao ritmo de 34,3% em doze meses, continua superando a expansão das demais modalidades. O ambiente global ainda frágil tem pesado sobre as exportações brasileiras, que mostraram aceleração na queda do valor acumulado nos 12 meses terminados em março em comparação com o ano anterior para 8,3%. As importações mostraram leve contração, de 1,9% no mesmo período, refletindo tanto moeda como demanda mais fracas. Como resultado, o superávit comercial continua em retração, acumulando US$11,9 bilhões até março, abaixo dos US$ 29,1 bilhões registrados no mesmo período do ano passado. Com isso, o déficit em transações correntes aumentou para US$63,5 bilhões no período de 12 meses encerrado em fevereiro, com o ligeiro aumento nas remessas de lucros e dividendos para o exterior se somando ao menor resultado comercial. Do lado do financiamento, o fluxo de investimento estrangeiro direto (US$63,7 bilhões) praticamente compensa o déficit em transações correntes. Ao final de março, a taxa de câmbio foi cotada ao redor de R$2,01/US$. Nas contas públicas, as várias reduções de impostos anunciadas pelo governo para estimular a economia, combinadas ao menor ritmo de atividade econômica, levaram a uma arrecadação de impostos mais fraca e consequentemente a menor superávit primário, que alcançou 2,2% do PIB nos 12 meses encerrados em fevereiro. Mesmo a queda nas taxas de juros, nos meses anteriores, não impediu que a necessidade de financiamento do setor público subisse para 2,7% do PIB neste período. A dívida líquida do setor público alcançou 35,7% do PIB ao final de fevereiro. Outras Informações A RCI Brasil tem como política restringir os serviços prestados por seus auditores independentes, de forma a preservar a independência e a objetividade do auditor, em consonância com as normas brasileiras e internacionais. Em atendimento à Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) 381/2003, informa que no trimestre findo em 2013 não foram contratados da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes outros serviços profissionais de qualquer natureza, que não enquadrados como serviços de auditoria independente. Agradecimentos A Administração da RCI Brasil agradece aos clientes e acionistas pela confiança depositada. Curitiba, maio de 2013 O Conselho de Administração A Diretoria 31 de 31 de Nota março dezembro Passivo e Patrimônio Líquido Explicativa de 2013 de 2012 Passivos Financeiros para Negociação Derivativos Passivos Financeiros ao Custo Amortizado Depósitos do Banco Central do Brasil e depósitos de instituições de crédito Outros passivos financeiros Obrigações por títulos e valores mobiliários Provisões Provisões para processos judiciais e administrativos, compromissos e outras provisões Passivos Fiscais Correntes Diferidos Outras Obrigações Total do Passivo Patrimônio Líquido Capital social Reservas Lucro do período atribuível à controladora Menos: dividendos e remuneração - (58.919) Total do Patrimônio Líquido Total do Passivo e Patrimônio Líquido DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA OS TRIMESTRES FINDOS EM 31 DE MARÇO DE 2013 E (Valores expressos em milhares de Reais - R$) Patrimônio líquido atribuível à Controladora Total do Nota Capital Lucro atribuído Dividendos e patrimônio Explicativa social Reservas à Controladora remuneração líquido Saldos em 31 de dezembro de (16.070) Total das receitas e despesas reconhecidas Outras mutações do patrimônio líquido Apropriação do lucro líquido (59.134) - - Dividendos e juros sobre o capital próprio 10-b - (16.070) Saldos em Saldos em 31 de dezembro de (58.919) Total das receitas e despesas reconhecidas Outras mutações do patrimônio líquido Apropriação do lucro líquido ( ) - - Dividendos e juros sobre o capital próprio 10-b - (58.919) Saldos em As notas explicativas e o Anexo I são parte integrante destas informações financeiras intermediárias consolidadas.

2 DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS DOS FLUxOS DE CAIxA PARA OS TRIMESTRES FINDOS EM 31 DE MARÇO DE 2013 E 2012 (Valores expressos em milhares de Reais - R$) Nota Explicativa 1. Fluxo de Caixa das Atividades Operacionais (Individual) Lucro líquido consolidado do período Ajustes ao lucro Depreciação do ativo tangível Amortização do ativo intangível Provisões e Perdas com ativos financeiros (líquidas) Imposto de renda Ganhos líquidos na alienação de ativos não correntes mantidos para venda (369) - Outros 258 (512) (Aumento) decréscimo líquido nos ativos operacionais (16.961) Disponibilidades e Reservas no Banco Central do Brasil Ativos financeiros para negociação (2.845) (2.603) Empréstimos e recebíveis (10.244) Outros ativos (9.028) Aumento (decréscimo) líquido nos passivos operacionais ( ) (53.738) Passivo financeiro para negociação (8.410) Passivo financeiro ao custo amortizado ( ) (16.992) Outros passivos 489 (41.448) Impostos pagos (37.114) (20.355) Total do fluxo de caixa líquido das atividades operacionais (1) (44.664) 2. Fluxo de Caixa das Atividades de Investimento Investimentos (2.067) (142) Ativo tangível 6 (81) (142) Ativo intangível 7 (1.986) - Total do fluxo de caixa líquido das atividades de investimento (2) (2.067) (142) 3. Fluxo de Caixa das Atividades de Financiamento Dividendos pagos e juros sobre capital próprio (29.750) (13.660) Emissão de outros passivos financeiros exigíveis a longo prazo Pagamentos de outros passivos financeiros exigíveis a longo prazo (81.418) ( ) Total do fluxo de caixa líquido das atividades de financiamento (3) (52.524) Aumento Líquido nas Disponibilidades (1+2+3) (18.401) Caixa e equivalentes de caixa no início do período Caixa e equivalentes de caixa no final do período Componentes do caixa e equivalentes de caixa Disponibilidades Aplicações Interfinanceiras de Liquidez Total de caixa e equivalentes de caixa As notas explicativas e o Anexo I são parte integrante destas informações financeiras intermediárias consolidadas. DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS DO RESULTADO PARA OS TRIMESTRES FINDOS EM 31 DE MARÇO DE 2013 E 2012 (Valores expressos em milhares de Reais - R$) Nota Explicativa (Individual) Receitas com juros e similares Despesas com juros e similares ( ) ( ) Receita Líquida com Juros Receitas de tarifas e comissões Despesas de tarifas e comissões (12.125) (7.901) Ganhos (perdas) com ativos e passivos financeiros (líquidos) (2.098) Ativos financeiros para negociação (2.098) Variações cambiais (líquidas) - 29 Outras receitas (despesas) operacionais (962) (774) Total de Receitas Despesas administrativas (13.893) (8.338) Despesas com pessoal 11-a (4.966) (3.726) Outras despesas administrativas 11-b (8.927) (4.612) Depreciação e amortização (63) (88) Ativo tangível (37) (46) Ativo intangível (26) (42) Provisões (líquidas) (286) (276) Perdas com ativos financeiros (líquidas) (4.476) (10.452) Empréstimos e recebíveis 4-b (4.476) (10.452) Resultado na alienação de ativos não correntes mantidos para venda não classificados como operações descontinuadas Lucro Operacional Antes da Tributação Imposto de renda (46.765) (15.984) Lucro Líquido do Período Lucro atribuível à Controladora Lucro por Ação (em Reais) Lucro Básico e Diluído por Ação (em Reais - R$) Ações ordinárias 11,77 10,98 Ações preferenciais 11,77 10,98 Lucro Líquido Atribuído (em Reais - R$) Ações ordinárias Ações preferenciais Média Ponderada das Ações Emitidas - Básica e Diluída Ações ordinárias Ações preferenciais As notas explicativas e o Anexo I são parte integrante destas informações financeiras intermediárias consolidadas. DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS DO RESULTADO ABRANGENTE PARA OS TRIMESTRES FINDOS EM 31 DE MARÇO DE 2013 E 2012 (Valores expressos em milhares de Reais - R$) (Individual) Lucro líquido do período TOTAL DAS RECEITAS E DESPESAS RECONHECIDAS Atribuível à controladora As notas explicativas e o Anexo I são parte integrante destas informações financeiras intermediárias consolidadas. 1. CONTExTO OPERACIONAL, APRESENTAÇãO DAS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS INTERMEDIÁRIAS CONSOLIDADAS E OUTRAS INFORMAÇÕES a) Contexto operacional A Companhia de Crédito, Financiamento e Investimento RCI Brasil (RCI Brasil ou Financeira), constituída na forma de sociedade anônima, tem por objetivo principal a prática das operações de crédito, visando sustentar o crescimento das marcas automotoras Renault e Nissan no mercado brasileiro, através do financiamento à rede de concessionárias e ao consumidor final. É uma instituição financeira integrante do Grupo RCI Banque e do Conglomerado Santander, sendo suas operações conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro. As informações financeiras intermediárias consolidadas para o trimestre findo em 2013 foram aprovadas pelo Conselho de Administração na reunião realizada em 9 de maio de b) Apresentação das informações financeiras intermediárias consolidadas As informações financeiras intermediárias consolidadas foram elaboradas de acordo com o IAS 34 - Demonstrações Financeiras Intermediárias oriundas das Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as interpretações do Comitê de Interpretações de IFRS (atual denominação do IFRIC) (IFRS). De acordo com o IAS 34, as informações financeiras intermediárias destinam-se somente a fornecer uma atualização do conteúdo das últimas demonstrações financeiras consolidadas autorizadas para emissão, com foco em novas atividades, eventos e circunstâncias ocorridas no período, em vez de duplicar informações relatadas nas demonstrações financeiras consolidadas anteriormente apresentadas. Consequentemente, essas informações financeiras intermediárias não incluem todas as informações exigidas nas demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com o IFRS conforme adotado pelo IASB, assim sendo para obter o devido entendimento das informações incluídas nessas informações financeiras intermediárias, as mesmas devem ser lidas juntamente com as demonstrações financeiras consolidadas da RCI Brasil referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de As informações financeiras intermediárias consolidadas referente ao trimestre encerrado em 2013, estão sendo apresentadas comparativamente ao balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2012 e às demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, individualmente, relativas ao trimestre encerrado em 2012, sendo 1º de janeiro de 2011 a data da adoção inicial para a RCI Brasil (balanço patrimonial de abertura), enquanto que para a Companhia de Arrendamento Mercantil RCI Brasil (RCI Leasing), foi eleita a data de 1 de abril de 2012, data em que houve a reestruturação societária. Como consequência da reestruturação societária mencionada na nota 2 e de acordo com a legislação em vigor, as informações financeiras intermediárias consolidadas estão sendo apresentadas comparativamente com os dados dos respectivos períodos anteriores, que não contemplam os resultados da RCI Leasing ao Patrimônio da RCI Brasil, de forma que a análise da evolução das informações financeiras é limitada. As políticas e os métodos contábeis utilizados na preparação dessas informações financeiras intermediárias consolidadas são os mesmos que os aplicados nas demonstrações financeiras consolidadas para A RCI Brasil adotou as normas e interpretações que entraram em vigor a partir de 1 de janeiro de 2013, sendo que a aplicação destas novas normas não resultaram em efeitos materiais em suas informações financeiras intermediárias consolidadas. As seguintes normas são aplicáveis à RCI Brasil: IFRS 10 - Demonstrações Financeiras Consolidadas, substitui a orientação de consolidação no IAS 27 - Demonstrações Financeiras Consolidadas e Separadas (2008) e SIC-12 Consolidação - Entidades de Propósitos Específicos, introduzindo um modelo de consolidação único para todas as entidades com base em controle, independentemente da natureza da investida (ou seja, se uma entidade é controlada através de direitos de voto dos investidores ou através de outros arranjos contratuais como é comum em sociedades de propósito específico). Segundo o IFRS 10, o controle é baseado na avaliação se um investidor possui: i) o poder sobre a investida; ii) a exposição, ou direitos, para retornos variáveis de seu envolvimento com a investida, e iii) a capacidade de usar seu poder sobre a investida afetando seu retorno. IFRS 11 - Empreendimentos Conjuntos - o IASB emitiu uma nova norma para contabilização de empreendimentos conjuntos, que substitui o IAS 31 - Participações em Empreendimentos em Conjunto (Joint Ventures). De acordo com o IFRS 11, será obrigatório o uso do método de equivalência patrimonial e será vedada a opção pelo método de contabilização de entidade controladas em conjunto. O princípio fundamental do IFRS 11 é que as partes de um acordo de empreendimento conjunto devem determinar o tipo de empreendimento comum em questão, com base na avaliação dos direitos e obrigações e, as contabilizando de acordo com o tipo de empreendimento conjunto. Existem dois tipos de empreendimentos conjuntos: - Operações conjuntas (Joint operations): Direitos e obrigações sobre os ativos e passivos relacionados ao acordo. As partes reconhecem seus ativos, passivos e as correspondentes receitas e despesas. - Empreendimentos conjuntos (Joint venture): Direitos ao ativo líquido do acordo. As partes reconhecem seus investimentos pelo método de equivalência patrimonial. IFRS 12 - Divulgações de Envolvimento com Outras Entidades, requer divulgações sobre as entidades consolidadas e entidades não consolidadas em que uma entidade tem envolvimento. O objetivo da IFRS 12 é permitir que os usuários das demonstrações financeiras possam avaliar a base de controle, as restrições sobre os ativos e passivos consolidados, a exposição a riscos decorrentes de envolvimentos com entidades estruturadas não consolidadas e o envolvimento de não controladores nas atividades de entidades consolidadas. IAS 27 - Demonstrações Financeiras Separadas (2011) - mantém as exigências relativas às demonstrações financeiras separadas. As demais partes do IAS 27 (2008) são substituídas pelo IFRS 10. IAS 28 - Investimentos em coligadas (2011) - alterou o IAS 28 Investimentos em Coligadas (2008) para confirmar mudanças com base na emissão de IFRS 10, IFRS 11 e IFRS 12. IFRS 13 - Mensuração ao Valor Justo - Em 12 de maio de 2011, o IASB emitiu também o IFRS 13, que substitui a orientação sobre a mensuração do valor justo na literatura existente de contabilidade em IFRS com um único padrão. O IFRS 13 define valor justo, fornece orientação sobre como determiná-lo e exige divulgações sobre mensurações de valor justo. No entanto, IFRS 13 não altera os requisitos em relação aos itens que devem ser mensurados ou divulgados pelo valor justo. Normas e interpretações que entrarão em vigor após 2013: A RCI Brasil ainda não adotou os seguintes IFRS ou interpretações novas ou revisadas, que foram emitidas, mas cuja entrada em vigor ocorrerá após a data destas informações financeiras: IFRS 9 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração - As principais mudanças do IFRS 9 em comparação com o IAS 39 são: (i) Todos os ativos financeiros reconhecidos que estão atualmente no escopo do IAS 39 serão mensurados pelo custo amortizado ou pelo valor justo; (ii) IFRS 9 não possui o mesmo conceito de derivativos embutidos para contratos híbridos do IAS 39 se o contrato principal é um ativo financeiro dentro do escopo do IFRS 9; (iii) a orientação do IFRS 9 manteve a classificação do critério para os passivos financeiros que estavam no IAS 39. No entanto, tem duas diferenças principais, relacionados a apresentação e mensuração em comparação do IAS 39: (a) a apresentação dos efeitos nas mudanças no valor justo atribuível para o risco de crédito do passivo; e (b) a eliminação da isenção do custo para os passivos derivativos que serão liquidados pela

3 entrega de instrumentos de patrimônio não cotados. Alteração do IFRS 7 - Instrumentos Financeiros: Divulgações - Incentiva a melhoria das divulgações qualitativas no contexto de requerimento de divulgações quantitativas para auxiliar os usuários na comparação das Demonstrações Financeiras. Em 16 de dezembro de 2011, o IASB postergou a adoção obrigatória do IFRS 9 e respectivos itens de divulgação transitória previstos nas alterações do IFRS 7 para janeiro de A adoção antecipada para as instituições financeiras no Brasil está sujeita à emissão dos pronunciamentos pelo IASB, traduzidos para a língua portuguesa por entidade brasileira credenciada pela International Accounting Standards Committee Foundation (IASC Foundation) e aprovação pelo Bacen. A administração entende que a adoção das normas e interpretações anteriormente mencionadas não terá efeito significativo sobre as informações financeiras intermediárias consolidadas como um todo, exceto para o IFRS 9, para o qual a RCI Brasil está analisando os impactos decorrentes de sua adoção. c) Estimativas utilizadas Os resultados consolidados e a apuração do patrimônio consolidado são impactados por políticas contábeis, premissas, estimativas e métodos de mensuração utilizados pelos administradores da RCI Brasil na elaboração das informações financeiras intermediárias. A RCI Brasil faz estimativas e premissas que afetam os valores informados de ativos e passivos dos períodos futuros. Todas as estimativas e premissas requeridas, em conformidade com o IFRS, são as melhores estimativas de acordo com a norma aplicável. Nas informações financeiras intermediárias consolidadas, as estimativas são feitas pela administração da RCI Brasil e da entidade consolidada em ordem para quantificar certos ativos, passivos, receitas e despesas e divulgações de notas explicativas. As principais estimativas foram discutidas detalhadamente nas demonstrações financeiras consolidadas de 31 de dezembro de No período findo em 2013, não ocorreram variações significativas nas estimativas feitas no final do exercício de 2012, além das indicadas nessas informações financeiras intermediárias consolidadas. d) Provisões, ativos e passivos contingentes A nota explicativa 3-o às demonstrações financeiras consolidadas da RCI Brasil referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012 inclui informações sobre os ativos e passivos contingentes. Não ocorreram mudanças significativas nos ativos e passivos contingentes da RCI Brasil entre 31 de dezembro de 2012 e 31 de março e 2013, data da preparação dessas informações financeiras intermediárias consolidadas. e) Informações comparativas As informações referentes a 2012 contidas nessas informações financeiras intermediárias estão sendo apresentadas somente para fins de comparação com as informações relativas ao período de três meses findo em f) Sazonalidade das transações da RCI Brasil Considerando as atividades em que a RCI Brasil e subsidiária se envolvem, a natureza de suas transações não é cíclica nem sazonal. Consequentemente, não foram fornecidas divulgações específicas nessas notas explicativas às informações financeiras intermediárias referentes ao período de três meses findo em g) Relevância A RCI Brasil, ao determinar as divulgações a serem feitas sobre os diversos itens das demonstrações financeiras ou outros assuntos, de acordo com o IAS 34, levou em consideração sua relevância em relação às informações financeiras intermediárias. h) Demonstrações consolidadas do fluxo de caixa Ao preparar as demonstrações consolidadas dos fluxos de caixa, as aplicações financeiras de alta liquidez com risco insignificante de mudanças nos seus valores e com vencimento original inferiores a noventa dias foram classificadas como Caixa e equivalentes de caixa. A RCI Brasil classifica como caixa e equivalentes de caixa os saldos registrados no item Empréstimos e outros valores com instituições de crédito no balanço patrimonial consolidado, exceto por recursos de uso restritos e operações de longo prazo. i) Moeda funcional e de apresentação As informações financeiras intermediárias consolidadas da RCI Brasil estão apresentadas em Reais, moeda funcional e de apresentação destas informações Nos trimestres findos em 2013 e de 2012, não foram realizadas operações em moeda estrangeira. j) Mensuração dos ativos e passivos financeiros e reconhecimento das mudanças do valor justo Em geral, os ativos e passivos financeiros são inicialmente reconhecidos ao valor justo, que é considerado equivalente, até prova em contrário, ao preço de transação. Os instrumentos financeiros não mensurados ao valor justo no resultado são ajustados pelos custos de transação. Os ativos e passivos financeiros são posteriormente mensurados, no fim de cada período. Técnicas de avaliação Mensuração do valor justo utilizando uma hierarquia de valor justo que reflita o modelo utilizado no processo de mensuração. Nível 1: Instrumentos financeiros ao valor justo, determinados com base em cotações públicas de preços em mercados ativos, incluem títulos da dívida pública, títulos de dívida privada, ativos securitizados, ações, posições vendidas e títulos de renda fixa emitidos. Em 2013 e em 31 de dezembro de 2012, a RCI Brasil não possuia nenhum instrumento financeiro classificado como Nível 1. Nível 2: As informações que não são incluídas no nível 1 que são observáveis para o ativo ou passivo direta ou indiretamente. O nível 2 inclui geralmente modelos internos próprios para estimarmos o preço, neste caso são utilizados inputs de dados observáveis em mercados líquidos. Nível 3: Registra ativos ou passivos financeiros na qual não é utilizado dados observáveis de mercado para fazer a mensuração. Em 2013 e em 31 de dezembro de 2012, a RCI Brasil não possuia nenhum instrumento financeiro classificado como Nível 3. Ativos e passivos financeiros para negociação Nível 2: Quando as cotações de preços não podem ser observadas, a Administração, utilizando seus próprios modelos internos, faz a sua melhor estimativa do preço que seria fixado pelo mercado. Esses modelos utilizam dados baseados em parâmetros de mercado observáveis como uma importante referência. Várias técnicas são empregadas para fazer essas estimativas, inclusive a extrapolação de dados de mercado observáveis e técnicas de extrapolação. A melhor evidência do valor justo de um instrumento financeiro no reconhecimento inicial é o preço da transação, a menos que, o valor justo do instrumento possa ser obtido a partir de outras transações de mercado realizadas com o mesmo instrumento ou com instrumentos similares ou possa ser mensurado utilizandose uma técnica de avaliação na qual as variáveis usadas incluem apenas dados de mercado observáveis, sobretudo taxas de juros. Esses títulos e valores mobiliários são classificados no nível 2 da hierarquia de valor justo e são compostos, principalmente por instrumentos financeiros derivativos. A tabela a seguir mostra um resumo dos valores justos dos ativos e passivos financeiros nos períodos findos em 2013 e em 31 de dezembro de 2012, classificados com base nos diversos métodos de mensuração adotados pela RCI Brasil para apurar seu valor justo: de dezembro de 2012 Nível 2 Nível 2 Ativos financeiros para negociação (1) Passivos financeiros para negociação (1) (1) Em 2013 e em 31 de dezembro de 2012, os ativos e passivos financeiros para negociação são compostos integralmente por instrumentos financeiros derivativos. Reconhecimento de variações do valor justo Como regra geral, variações no valor contábil de ativos e passivos financeiros são reconhecidas na demonstração consolidada do resultado, sendo distinguidas entre aquelas decorrentes do provisionamento de juros e ganhos similares - reconhecidas na rubrica Receitas com juros e similares ou Despesas com juros e similares, conforme apropriado - e aquelas decorrentes de outros motivos, reconhecidas por seu valor líquido na rubrica Ganhos (perdas) com ativos e passivos financeiros (líquidos). Ajustes devidos a variações no valor justo decorrentes de ativos financeiros disponíveis para venda são reconhecidos temporariamente no patrimônio líquido na rubrica Ajustes ao valor de mercado. Itens debitados ou creditados a essa conta permanecem no patrimônio líquido consolidado da RCI Brasil até que os respectivos ativos sejam baixados, quando então são debitados à demonstração consolidada do resultado. Operações de hedge As entidades consolidadas utilizam derivativos financeiros para os seguintes fins: (i) para facilitar esses instrumentos a clientes que os solicitem para a gestão de seus riscos de mercado e de crédito; (ii) para utilizá-los na gestão dos riscos das posições próprias e dos ativos e passivos das entidades da RCI Brasil (Derivativos utilizados como hedge); e (iii) para obter ganhos a partir de variações nos preços desses derivativos (Instrumentos financeiros derivativos). Derivativos financeiros que não se enquadram para contabilidade de operações de hedge são tratados, para fins contábeis, como derivativos para negociação. Um derivativo é enquadrado para contabilidade de operações de hedge se todas as condições a seguir forem atendidas: 1. O derivativo protege contra um dos três tipos de exposição a seguir: a. Variações no valor justo de ativos e passivos como resultado de flutuações, entre outras, na taxa de juros e/ou na taxa de câmbio à qual a posição ou o saldo a ser protegido estiver sujeito ( hedge de valor justo ). b. Variações no fluxo de caixa estimado decorrentes de ativos e passivos financeiros, compromissos e transações previstas altamente prováveis ( hedge de fluxo de caixa ). c. O investimento líquido em uma operação no exterior ( hedge de um investimento líquido em uma operação no exterior ). 2. Quando ele for eficaz para compensar a exposição inerente ao item ou posição protegida durante todo o prazo esperado do hedge, ou seja: a. Na data do acordo, for esperado que o hedge, sob condições normais, seja altamente efetivo ( efetividade prospectiva ). b. Há prova suficiente de que o hedge foi efetivo durante toda a existência do item ou posição coberta ( efetividade retrospectiva ). 3. Deve haver documentação adequada comprovando a designação específica do derivativo financeiro para a proteção de determinados saldos ou transações e como se esperava que essa proteção efetiva fosse alcançada e mensurada, desde que isso seja consistente com a gestão de riscos do próprio RCI Brasil. Variações no valor de instrumentos financeiros que se enquadram para contabilização de operações de hedge são reconhecidas da seguinte forma: a. Em hedges de valor justo, os ganhos ou as perdas, tanto sobre os instrumentos de hedge quanto sobre os itens protegidos (atribuíveis ao tipo de risco que estiver sendo protegido), são reconhecidos diretamente na demonstração consolidada do resultado. b. Em hedges de fluxo de caixa, a parcela efetiva da variação no valor do instrumento de hedge é reconhecida temporariamente no patrimônio líquido sob a rubrica Ajustes ao valor de mercado - Hedges de fluxo de caixa até que as transações previstas ocorram, quando então essa parcela é reconhecida na demonstração consolidada do resultado, exceto que, se as transações previstas resultarem no reconhecimento de ativos ou passivos não financeiros, essa parcela será incluída no custo do ativo ou passivo não financeiro. A parcela não efetiva da variação no valor de derivativos de proteção cambial é reconhecida diretamente na demonstração consolidada do resultado. c. A parcela não efetiva dos ganhos e perdas sobre os instrumentos de hedge relativos a hedges de fluxo de caixa e hedges de um investimento líquido em uma operação no exterior é reconhecida diretamente em Ganhos (perdas) com ativos e passivos financeiros (líquidos) na demonstração consolidada do resultado. Se um derivativo designado como instrumento de hedge deixar de atender aos requisitos descritos anteriormente como resultado de vencimento, ineficácia ou por qualquer outro motivo, esse derivativo passará a ser classificado como um derivativo para negociação. Quando a contabilização de operações de hedge pelo valor justo é eliminada, os ajustes reconhecidos anteriormente sobre o item protegido são transferidos ao resultado, pela taxa de juros efetiva recalculada na data de eliminação do hedge. Os ajustes devem ser integralmente amortizados no vencimento. Quando hedges de fluxo de caixa são eliminados, qualquer ganho ou perda cumulativo sobre o instrumento de hedge reconhecido no patrimônio líquido sob a rubrica Ajustes ao valor de mercado (desde o período em que o hedge se tornou eficaz) permanece reconhecido no patrimônio até que a transação prevista ocorra, quando então esse ganho ou perda é reconhecido no resultado, a menos que não se espere mais que a transação ocorra, hipótese em que qualquer ganho ou perda cumulativo é reconhecido imediatamente no resultado. 2. BASE PARA CONSOLIDAÇãO A partir de 1 de abril de 2012, as demonstrações financeiras da subsidiária (Nota 3) estão consolidadas com as da RCI Brasil. Consequentemente, todos os saldos e transações entre as empresas consolidadas são eliminados na consolidação. O Anexo I inclui informações relevantes sobre a empresa consolidada. 3. REESTRUTURAÇãO SOCIETÁRIA Incorporação de ações Na Assembleia Geral Extraordinária (AGE) de 31 de maio de 2012, foi aprovada proposta de incorporação de ações, nos termos e condições do Instrumento Particular de Protocolo e Justificação de Incorporação de Ações da Companhia de Arrendamento Mercantil RCI Brasil ao Patrimônio da Companhia de Crédito, Financiamento e Investimento RCI Brasil (Protocolo), cujo processo foi homologado pelo Banco Central do Brasil (Bacen) em 28 de agosto de No Protocolo foram estabelecidas as justificações e condições da reestruturação societária constituída pela incorporação da totalidade de ações de emissão da RCI Leasing ao patrimônio da RCI Brasil. Como resultado da Incorporação de Ações: (a) a RCI Leasing (Incorporada) é convertida em subsidiária integral da RCI Brasil (Incorporadora); (b) os ex-acionistas da Incorporada receberam ações de emissão da Incorporadora, e (c) o patrimônio da RCI Brasil foi aumentado pelo valor contábil das ações da RCI Leasing, emitidas aos ex-acionistas, avaliados na data-base de 2012, conforme demonstrado abaixo: Balanço patrimonial da RCI Leasing: Conciliação em 1 de abril de ativo, passivo e patrimônio líquido Saldo Efeito Saldo final da adoção inicial BR GAAP do IFRS IFRS Empréstimos e recebíveis (1) (4.277) Ativos não correntes mantidos para venda Ativo tangível 5-5 Créditos tributários Correntes Diferido Outros Ativos TOTAL DO ATIVO Passivos financeiros ao custo amortizado Provisões Passivos fiscais Correntes Diferido Outras obrigações TOTAL DO PASSIVO TOTAL DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO TOTAL DO PASSIVO E DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (1) Inclui depósitos bancários no valor de R$6.091.

4 A Incorporação de Ações se justifica na medida em que trará às Sociedades e aos seus acionistas os seguintes benefícios: (a) simplificação da composição da estrutura patrimonial dos veículos societários, (b) redução de custos administrativos, especialmente os relacionados às obrigações legais e regulatórias atualmente despendidos pelas Sociedades, e (c) uma maior eficiência na estrutura corporativa e mais agilidade na execução de decisões estratégicas administrativas e comerciais das Sociedades. 4. ATIVOS FINANCEIROS a) Classificação por categoria A classificação por natureza e categoria para fins de avaliação dos ativos da RCI Brasil, exceto saldos relacionados com Disponibilidades e Reservas no Banco Central do Brasil, em 2013 e 31 de dezembro de 2012 está demonstrada abaixo: de dezembro de 2012 Ativos Ativos financeiros Emprés- financeiros Empréspara timos e para timos e negociação recebíveis Total negociação recebíveis Total Empréstimos e outros valores com instituições de crédito Empréstimos e outros valores com instituições de crédito, bruto Empréstimos e adiantamentos a clientes Empréstimos e adiantamentos a clientes, bruto Perda de valor recuperável ( impairment ) (nota 4-b) - (70.972) (70.972) - (70.849) (70.849) Derivativos Total b) Ajustes de avaliação decorrentes de perda de valor recuperável dos ativos financeiros Empréstimos e recebíveis As variações nas provisões para perdas de valor recuperável dos ativos incluídos em Empréstimos e recebíveis nos trimestres findos em 2013 e de 2012 foram as seguintes: Saldo no início do período Provisão para perdas com ativos financeiros - Empréstimos e recebíveis Baixa dos saldos não recuperáveis contra provisão para perdas registradas (5.846) (4.091) Saldo no final do período Recuperações de empréstimos baixados para prejuízo Considerando os valores reconhecidos em Perdas por não-recuperação contra o resultado e as Recuperações de empréstimos baixados para prejuízo, as Perdas com ativos financeiros - Empréstimos e recebíveis totalizavam R$4.476 e R$ nos trimestres findos em 31 março de 2013 e de 2012, respectivamente. c) Ativos não recuperáveis Os detalhes das variações no saldo dos ativos financeiros classificados como Empréstimos e recebíveis considerados como não recuperável devido ao risco de crédito nos trimestres findos em 2013 e de 2012 são os seguintes: Saldo no início do período Adições líquidas Ativos baixados (5.846) (4.091) Saldo no final do período ATIVOS NãO CORRENTES MANTIDOS PARA VENDAS Em 2013 e 31 de dezembro de 2012, o valor total dos ativos não correntes mantidos para a venda inclui bens ativos não de uso. 6. ATIVO TANGÍVEL a) Variações Depreciação Depreciação Custo Acumulada Total Custo Acumulada Total Saldo no início do período (907) (986) 847 Adições Amortização - (37) (37) - (46) (46) Outras movimentações (18) - (18) Saldo no final do período (944) (1.032) 943 b) Perdas por não recuperação Não foi identificada nenhuma perda no valor recuperável de ativos tangíveis nos trimestres findos em 31 de março de 2013 e ATIVO INTANGÍVEL - OUTROS ATIVOS INTANGÍVEIS a) Variações Amortização Amortização Custo Acumulada Total Custo Acumulada Total Saldo no início do período (1.945) (1.804) 305 Adições Amortização - (26) (26) - (42) (42) Outras movimentações Saldo no final do período (1.971) (1.846) 263 b) Perdas por não recuperação Não foi identificada nenhuma perda no valor recuperável de outros ativos intangíveis nos trimestres findos em 2013 e PASSIVOS FINANCEIROS Composição e classificação por categoria A classificação, por natureza e categoria para fins de avaliação, e a composição dos passivos financeiros da RCI Brasil, em 2013 e 31 de dezembro de 2012, são: 31 de março de dezembro de 2012 Passivos Passivos Passivos Passivos financeiros financeiros financeiros financeiros para ao custo para ao custo negociação amortizado Total negociação amortizado Total Depósitos do Banco Central do Brasil e Depósitos de instituições de crédito Depósitos interfinanceiros Depósitos de clientes Obrigações por títulos e valores mobiliários Recursos de aceites cambiais (1) Letras financeiras (2) Derivativos Outros passivos financeiros Dividendos a pagar Contas de cobrança fiscal - impostos a recolher Outros passivos financeiros Total (1) São constituídas por títulos cambiais pactuados com taxas pós-fixadas de 100% a 110% do CDI. (2) As principais características das Letras Financeiras são: Prazo mínimo de 2 anos, valor nominal de R$ e permissão para que o emissor resgate antecipadamente apenas 5% do montante emitido. Possuem prazo de vencimento até As variações no saldo de Obrigações por títulos e valores mobiliários nos trimestres findos em 31 de março de 2013 e 2012 foram as seguintes: Saldo no início do período Emissões Amortizações (81.418) ( ) Juros Saldo no final do período PROVISÕES a) Composição A composição do saldo do item Provisões é a seguinte: 31 de março 31 de dezembro de 2013 de 2012 Provisões para processos judiciais e administrativos, compromissos e outras provisões Processos judiciais e administrativos Cíveis Trabalhistas Fiscais e Previdenciárias Provisões diversas Total b) Obrigações legais - fiscais e previdenciárias Os principais processos judiciais e administrativos relacionados a obrigações tributárias e previdenciárias, registradas em passivos fiscais - correntes são: PIS e Cofins - R$ (31/12/ R$18.171): a controlada ajuizou medida judicial visando a afastar a aplicação da Lei 9.718/1998, que modificou a base de cálculo do PIS e Cofins para que incidissem sobre todas as receitas das pessoas jurídicas. Antes da referida norma, já afastada em decisões recentes do Supremo Tribunal Federal em relação às entidades não financeiras, eram tributadas pelo PIS e pela Cofins apenas as receitas de prestação de serviços e de venda de mercadorias. Majoração de alíquota da CSLL - R$ (31/12/ R$57.166): Mandado de Segurança visando afastar a majoração de alíquota da CSLL imposta pela Medida Provisória (MP) 413/2008, convertida na Lei /2008. As instituições financeiras estavam sujeitas à alíquota de 9% para CSLL, entretanto, a nova legislação estabeleceu a alíquota de 15%. c) Provisões para processos judiciais e administrativos - Ações trabalhistas São ações movidas por ex-empregados ou ex-colaboradores terceirizados pleiteando direitos trabalhistas que entendem devidos, em especial ao pagamento de horas extras e outros direitos trabalhistas. As ações trabalhistas são avaliadas individualmente, sendo as provisões constituídas com base na situação de cada processo, na lei e jurisprudência de acordo com a avaliação de êxito e classificação dos assessores jurídicos. d) Provisões para processos judiciais e administrativos - Ações cíveis São ações judiciais de caráter predominantemente indenizatório e revisionais de crédito. As ações de caráter indenizatório referem-se à indenização por dano material e/ou moral, referentes à relação de consumo, versando, principalmente, sobre questões atinentes a financiamentos e arrendamentos mercantis. As ações revisionais referem-se a operações de crédito e de arrendamento mercantil, através das quais os clientes questionam cláusulas contratuais. As ações cíveis são provisionadas de acordo com a avaliação individual realizada, sendo as provisões constituídas com base na fase de cada processo, na lei e jurisprudência de acordo com a avaliação de êxito e classificação dos assessores jurídicos. e) Passivos contingentes classificados como risco de perda possível A RCI Brasil possui passivos contingentes classificados como risco de perda possível no montante aproximado de R$ para ações cíveis, R$1.492 para ações trabalhistas e R$743 para ações fiscais (31/12/ R$13.210, R$1.799 e R$1.390, respectivamente). A natureza das ações se assemelham as descritas nos itens c, d e e.

5 10. PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital social O capital social é composto por ações ordinárias e preferenciais, sem valor nominal, assim demonstrado (em unidade de ações): Ações - mil de dezembro de 2012 Ordinárias Preferenciais Total Ordinárias Preferenciais Total Domiciliados no País Domiciliados no Exterior Total b) Dividendos e juros sobre o capital próprio Aos acionistas, são assegurados dividendos mínimos de 25% sobre o lucro líquido, ajustado na forma da legislação em vigor. A distribuição dos dividendos está sujeita à deliberação em Assembleia Geral de Acionistas. Os dividendos foram e continuarão a ser calculados e pagos de acordo com a Lei das Sociedades por Ações. Em 31 de dezembro de 2012, foi apurado dividendo mínimo obrigatório sobre o lucro líquido do exercício no valor de R$3.919 (R$754,05 para ações ordinárias e R$829,45 para ações preferenciais, em reais por ação). Em 28 de dezembro de 2012, foram provisionados juros sobre o capital próprio no montante de R$ (R$7.069,28 tanto para ações ordinárias e quanto para ações preferenciais, em reais por ação, correspondendo ao valor líquido do imposto de renda de R$6.008,89 em reais por ação) atribuídos ao dividendo mínimo obrigatório sobre o lucro líquido do exercício de Em 27 de abril de 2012, foi aprovado o destaque de dividendos com base no lucro líquido do exercício social de 2011 no montante de R$ (R$10.475,04 para ações ordinárias e R$11.522,55 para ações preferenciais em reais por ação). 11. DETALHAMENTO DE CONTAS DE RESULTADO a) Despesas com pessoal Remuneração direta Encargos Benefícios Treinamento Outras despesas de pessoal Total b) Outras despesas administrativas Imóveis, instalações e materiais Tecnologia e sistemas Publicidade Comunicações Ajudas de custo e despesas de viagem Tributos exceto imposto de renda Serviços de vigilância e transporte de valores Prêmios de seguros Serviços técnicos especializados Relatórios técnicos Outros serviços técnicos e especializados Outras despesas administrativas Total SEGMENTOS OPERACIONAIS De acordo com o IFRS 8, um segmento operacional é um componente de uma entidade: (a) Que opera em atividades das quais poderá obter receitas e incorrer em despesas (incluindo receitas e despesas relacionadas a operações com outros componentes da mesma entidade). (b) Cujos resultados operacionais sejam regularmente revisados pelo principal responsável da entidade pelas decisões operacionais relacionadas à alocação de recursos ao segmento e à avaliação de seu desempenho. (c) Para as quais informações financeiras opcionais estejam disponíveis. Com base nessas diretrizes, a RCI Brasil identificou os segmentos operacionais reportáveis: (I) Varejo (II) Atacado A RCI Brasil opera no Brasil, com clientes brasileiros e portanto não apresenta segmentação geográfica. (I) O segmento de Varejo engloba os financiamentos concedidos aos clientes finais e, pessoas físicas ou jurídicas, e operações de arrendamento mercantil destinadas aos clientes finais e, pessoas físicas ou jurídicas, que agrupam prioritariamente os compradores de veículos. (II) O segmento de Atacado engloba os financiamentos prestados à rede de concessionárias Renault e Nissan, substancialmente para manutenção dos estoques de veículos e peças com vencimento de curto prazo. As informações por segmento foram elaboradas com base em relatórios usados pela alta administração para avaliar o desempenho dos segmentos e tomar decisões quanto à alocação de recursos para investimento e demais propósitos. A alta administração utiliza uma variedade de informações para fins gerenciais, inclusive informações financeiras e não financeiras que se valem de bases diversas daquelas informações preparadas de acordo com as políticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. As principais informações relacionadas aos dados contábeis constantes no balanço patrimonial e demonstração de resultado do trimestre estão demonstradas a seguir: Varejo Atacado Total Varejo Atacado Total Receitas com juros e similares Despesas com juros e similares (90.865) (29.721) ( ) (73.125) (34.178) ( ) RECEITA LÍQUIDA COM JUROS Receitas de tarifas e comissões Despesas de tarifas e comissões (11.018) (1.107) (12.125) (5.541) (2.360) (7.901) Ganhos (perdas) com ativos e passivos financeiros (líquidos) (2.098) - (2.098) Variações cambiais (líquidas) Outras receitas (despesas) operacionais (874) (88) (962) (543) (231) (774) TOTAL DE RECEITAS Despesas administrativas (12.625) (1.268) (13.893) (5.847) (2.491) (8.338) Depreciação e amortização (57) (6) (63) (62) (26) (88) Provisões (líquidas) (260) (26) (286) (194) (82) (276) Perdas com ativos financeiros (líquidas) (4.067) (409) (4.476) (4.816) (5.636) (10.452) Resultado na alienação de ativos não correntes mantidos para venda não classificados como operações descontinuadas LUCRO OPERACIONAL ANTES DA TRIBUTAÇãO de dezembro de 2012 Outros: Varejo Atacado Total Varejo Atacado Total Total em ativos Empréstimos e recebíveis Passivos Financeiros Custo Amortizado Adicionalmente, a RCI Brasil não tem clientes que individualmente respondam por 10% da receita financeira ou receita correlata (das duas a maior) para os trimestres findos em 2013 e TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS a) Remuneração de pessoal-chave da Administração Na AGO, realizada em 30 de abril de 2013, foi aprovado o montante global anual da remuneração dos administradores. Para o ano de 2013 foi determinado o valor máximo de R$1.516 e foi, ainda, ratificado o montante global da remuneração paga aos administradores durante o exercício de 2012 no total de R$ A tabela a seguir demonstra os salários e honorários do Conselho de Administração e Diretoria Executiva: Salários e honorários do Conselho de Administração e Diretoria Executiva Remuneração fixa Remuneração variável Outras Total Adicionalmente, no trimestre findo em 2013 foram recolhidos encargos sobre a remuneração da administração no montante R$60 (31/03/ R$65). A extinção da relação de trabalho com os administradores, no caso de descumprimento de obrigações ou por vontade própria do contratado, não dá direito a qualquer compensação financeira. b) Operações de crédito Nos termos da legislação vigente, não são concedidos empréstimos ou adiantamentos envolvendo: I - diretores, membros dos Conselhos de Administração e do Comitê de Auditoria, bem como seus respectivos cônjuges e parentes, até o segundo grau; II - pessoas físicas ou jurídicas que participem no capital da RCI Brasil, com mais de 10%; III - pessoas jurídicas de cujo capital participem com mais de 10%, a RCI Brasil; IV - pessoas jurídicas de cujo capital participem com mais de 10%, quaisquer dos diretores, membros do Conselho de Administração e do Comitê de Auditoria ou administradores da própria instituição financeira, bem como seus cônjuges e respectivos parentes, até o segundo grau. c) Participação acionária A RCI Brasil é uma joint-venture, cujo capital pertence 60,11% à RCI Banque - empresa do Grupo Renault e 39,89% ao Banco Santander (Brasil) S.A. (Banco Santander). d) Transações com partes relacionadas As operações e remuneração de serviços com partes relacionadas são realizadas no curso normal dos negócios e em condições de comutatividade, incluindo taxas de juros, prazos e garantias, e não envolvem riscos maiores que os normais de cobrança ou apresentam outras desvantagens. As principais transações e saldos são conforme segue: de dezembro de 2012 Controladora (1) relacionadas (2) Controladora (1) relacionadas (2) Ativo Empréstimos e outros valores com instituições de crédito Banco Santander Empréstimos e adiantamentos a clientes (3) Renault do Brasil Comércio e Participações Ltda Renault do Brasil S.A Nissan do Brasil S.A Outros ativos (4) Renault do Brasil S.A Nissan do Brasil S.A Passivo Depósitos do Banco Central do Brasil e depósitos de instituições de crédito ( ) - ( ) - Banco Santander ( ) - ( ) - Outros passivos financeiros (23.919) - (53.669) - Banco Santander (9.539) - (21.407) - RCI Banque (14.380) - (32.262) - Obrigações por títulos e valores mobiliários - ( ) - ( ) Renault do Brasil S.A. - ( ) - ( ) Outras obrigações - (2.163) - (1.298) Aymoré Crédito, Financiamento e Investimento S.A. - (1.311) - (1.280) Produban Serviços de Informatica S.A. - (837) - (18) Renault do Brasil S.A. - (15) Controladora (1) relacionadas (2) Controladora (1) relacionadas (2) Resultado Receitas com juros e similares Banco Santander Renault do Brasil Comércio e Participações Ltda Renault do Brasil S.A Nissan do Brasil S.A Receitas de tarifas e comissões Renault do Brasil S.A Despesas com juros e similares (13.447) (13.107) (15.090) (7.916) Banco Santander (13.447) - (15.090) - Renault do Brasil S.A. - (13.107) - (7.916) Outras despesas administrativas - (10) - (8) Renault do Brasil S.A. - (10) - (8) Despesas de tarifas e comissões (526) (3.565) - (1.958) Banco Santander (526) Aymoré Crédito, Financiamento e Investimento S.A. - (3.565) - (1.958) (*) Todos os empréstimos e outros valores com partes relacionadas foram feitos no curso normal dos negócios e em bases sustentáveis, incluindo taxas de juros e garantias e não envolvem riscos maiores que os normais de cobrança ou apresentam outras desvantagens. (1) A RCI Brasil é controlada pelo RCI Banque e Banco Santander. (2) Referem-se às subsidiárias e coligadas da RCI Brasil e Banco Santander. (3) Refere-se a juros com operações de floor plan, subsidiados pelas montadoras e realizáveis em até 30 dias. (4) Valores a receber das montadoras, referente a equalização de taxas de juros.

6 14. OUTRAS DIVULGAÇÕES a) Instrumentos financeiros derivativos de dezembro de 2012 Valor Valor Referencial Curva Mercado Referencial Curva Mercado Ativo Certificado de depósitos interfinanceiros (CDI) Taxa de juros Pré - Reais Passivo ( ) ( ) ( ) ( ) Certificado de depósitos interfinanceiros (CDI) ( ) ( ) ( ) ( ) Taxa de juros Pré - Reais ( ) ( ) ( ) ( ) Swap - Negociação (1.240) (4.414) (6.561) Diferencial a receber Diferencial a pagar (8.016) (16.426) Em 2013, as operações de swap foram registradas na Cetip, das quais R$ possuem vencimento até 3 meses, R$ de 3 a 12 meses e R$ acima de 12 meses. No trimestre, a RCI Brasil reconheceu receitas com instrumentos financeiros derivativos no montante de R$4.608 ( despesa de R$2.098). b) Instrumentos financeiros - Análise de sensibilidade A gestão de riscos é focada em portfólios e fatores de riscos, conforme a regulamentação do Bacen e as boas práticas internacionais. As informações foram produzidas com base no conteúdo dos sistemas produtos e da contabilidade, sendo que os cálculos foram realizados com as metodologias do Banco Santander (Brasil) S.A. (Banco Santander), do qual a RCI Brasil faz parte do conglomerado financeiro. Nesse sentido, os instrumentos financeiros são segregados nas carteiras de negociação e banking, conforme efetuado no gerenciamento da exposição de risco de mercado, de acordo com as melhores práticas de mercado e com os critérios de classificação de operações e gestão de capital do Novo Método Padronizado de Basiléia II do Bacen. Carteira de negociação consiste em todas as operações com instrumentos financeiros e mercadorias, inclusive derivativos, mantidas com intenção de negociação e a carteira banking consiste nas operações estruturais provenientes das diversas linhas de negócio da Companhia e seus eventuais hedges. A RCI Brasil efetua a análise de sensibilidade dos instrumentos financeiros conforme exigências dos orgãos reguladores e as boas práticas internacionais, considerando as informações de mercado e cenários que afetariam negativamente em suas posições. O quadro resumo apresentado abaixo sintetiza valores de sensibilidade gerados pelos sistemas corporativos da RCI Brasil, referente a carteira banking, para cada um dos cenários da carteira do dia 2013 e não apresentava saldo na carteira de negociação. Carteira Negociação Fatores de Risco Descrição Cenário 1 Cenário 2 Cenário 3 Taxa de Juros Exposições sujeitas à Variação em Reais de Taxas de Juros Pré-Fixadas (1.523) (33.364) (63.959) Inflação Exposições sujeitas á Variação das Taxas de Cupons de Índices de Preços (30) 269 (546) Total (1) (1.553) (33.095) (64.505) (1) Valores líquidos de efeitos fiscais. Cenário 1: uma situação considerada provável pela Administração. Com base nas informações de mercado, foram aplicados choques de 10 pontos base para taxa de juros. Cenário 2: uma situação, com deterioração de 25% na variável de risco considerada. Cenário 3: uma situação, com deterioração de 50% na variável de risco considerada. c) Demonstração do valor adicionado A demonstração do valor adicionado a seguir não é exigida pelo IFRS, mas está sendo apresentada como informação complementar, conforme requerido pela legislação societária brasileira para as companhias abertas, e foi derivado das Demonstrações Financeiras Consolidadas da RCI Brasil e preparada de acordo com o IFRS % 2012 % Receitas com juros e similares Receitas de tarifas e comissões, líquidas (10.805) (6.607) Perdas com ativos financeiros (líquidas) (4.476) (10.452) Outras receitas e despesas (4.391) Despesas com juros e similares ( ) ( ) Insumos de terceiros (7.380) (3.154) Para fins de atendimento ao disposto no artigo 25, 1º, inciso VI, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, os membros da Diretoria da Companhia declaram que discutiram, reviram e concordam com as Informações Financeiras da Companhia relativas ao período encerrado em 2013, elaboradas de acordo com as práticas adotadas no Brasil (BRGAAP), estabelecidas pela Lei das Sociedades por Ações, em conjunto às normas do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (Bacen) e modelo do documento previsto no Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (Cosif), da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no que não conflitam com as normas emitidas pelo Bacen, acompanhadas do relatório da administração, do balanço patrimonial, demais peças das demonstrações Para fins de atendimento ao disposto no artigo 25, 1º, inciso V, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, os membros da Diretoria da Companhia declaram que discutiram, reviram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes da Companhia.relativas ao trimestre encerrado em 2013, elaboradas de acordo com as práticas adotadas no Brasil (BRGAAP), estabelecidas pela Lei das Sociedades por Ações, em conjunto às normas do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (Bacen) e modelo do documento previsto no Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional (Cosif), da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), no que não conflitam com as normas emitidas pelo Bacen, acompanhadas do relatório da administração, do balanço patrimonial, demais peças das Diretor Geral Dominique Edmond Pierre Signora COMPANHIA DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO RCI BRASIL 2013 % 2012 % Material, energia e outros (21) (21) Serviços de terceiros (1.329) (1.255) Outros (6.030) (1.878) Valor Adicionado Bruto Retenções Depreciações e amortizações (63) (88) Valor Adicionado Líquido Produzido/Total a Distribuir Distribuição do Valor Adicionado Pessoal ,9% ,0% Remuneração Benefícios FGTS Outras Impostos, taxas e contribuições ,1% ,5% Federais Municipais Remuneração do capital de terceiros - Aluguéis 86 0,1% 113 0,3% Remuneração de capitais próprios ,9% ,2% Reinvestimentos de lucros Total ,0% ,0% 15. INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES - CONCILIAÇãO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO E DO LUCRO LÍQUIDO Estão apresentados abaixo os quadros com a conciliação do patrimônio líquido e do lucro líquido atribuído à Controladora entre as práticas contábeis adotadas no Brasil (BRGAAP) e o IFRS: 31 de Nota dezembro Explicativa de 2012 Patrimônio líquido atribuído à Controladora em BR GAAP Ajustes de IFRS, líquidos de impostos, quando aplicável: Perda de valor recuperável de empréstimos e recebíveis a (3.348) Diferimento de tarifas bancárias, comissões e outros custos financeiros pelo método de taxa de juros efetiva b (2.766) (2.413) (5.256) Patrimônio líquido atribuível à Controladora em IFRS de Nota dezembro Explicativa de 2012 Lucro líquido atribuído à Controladora em BR GAAP Ajustes de IFRS, líquidos de impostos, quando aplicável: Perda de valor recuperável de empréstimos e recebíveis a (1.765) Diferimento de tarifas bancárias, comissões e outros custos financeiros pelo método de taxa de juros efetiva b Lucro líquido atribuído à Controladora em IFRS a) Perda de valor recuperável de empréstimos e recebíveis: No resultado refere-se ao ajuste decorrente da estimativa de perdas sobre a carteira de empréstimos e recebíveis, que foi apurada com base no histórico de perda de valor recuperável e outras circunstâncias conhecidas por ocasião da avaliação, de acordo com a orientação fornecida pelo IAS 39 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração. Tais critérios diferem em determinados aspectos dos critérios adotados segundo o BRGAAP, que usa determinados limites regulatórios definidos pelo Bacen. b) Diferimento de tarifas bancárias, comissões e outros custos financeiros pelo método da taxa de juros efetiva: Segundo o IFRS, em consonância com o IAS 39 Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração, as tarifas bancárias, comissões e custos financeiros inerentes que integram a taxa de juros efetiva de instrumentos financeiros calculada ao custo amortizado são reconhecidos no resultado durante o período de validade dos respectivos contratos. Segundo o BRGAAP, essas taxas e despesas tais como comissão sobre volume de venda, são reconhecidas diretamente no resultado quando recebidas ou pagas. ANExO I - SUBSIDIÁRIAS DO COMPANHIA DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO RCI BRASIL Participação % Lucro Patrimônio (Prejuízo) Participação direta controlada pela RCI Brasil Atividade Direta Indireta Líquido Líquido Companhia de Arrendamento Mercantil RCI Brasil Leasing 100,00% 100,00% DECLARAÇãO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DECLARAÇãO DOS DIRETORES SOBRE O RELATóRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Diretor de Risco Thierry Gérard Alaux MEMBROS DA DIRETORIA DA COMPANHIA financeiras e relatório dos auditores independentes e IFRS - (elaboradas de acordo com IAS 34 - Demonstrações Financeiras Intermediárias oriundas das Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as interpretações do Comitê de Interpretações de IFRS (atual denominação do IFRIC) (IFRS), acompanhadas do balanço patrimonial, demais peças das demonstrações financeiras e parecer dos auditores independentes, os membros da Diretoria Executiva, para fins de atendimento ao disposto no artigo 25, 1º, inciso VI, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, declaram que discutiram, reviram e concordam com as Demonstrações Financeiras em BRGAAP e IFRS. demonstrações financeiras e relatório dos auditores independentes e IFRS - (elaboradas de acordo com IAS 34 - Demonstrações Financeiras Intermediárias oriundas das Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as interpretações do Comitê de Interpretações de IFRS (atual denominação do IFRIC) (IFRS), acompanhadas do balanço patrimonial, demais peças das demonstrações financeiras e parecer dos auditores independentes, os membros da Diretoria Executiva, para fins de atendimento ao disposto no artigo 25, 1º, inciso V, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, declaram que discutiram, reviram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes. Diretor de Relações Institucionais Luís Felix Cardamone Neto Diretor Administrativo Financeiro Patrick Froidefond

7 Aos Acionistas e Administradores da Companhia de Arrendamento Mercantil RCI Brasil Curitiba - PR Introdução Revisamos as informações contábeis intermediárias da Companhia de Arrendamento Mercantil RCI Brasil ( Companhia ), contidas no Formulário de Informações Trimestrais - ITR, referentes ao trimestre findo em 31 de março de 2013, que compreendem o balanço patrimonial em 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o trimestre findo naquela data, incluindo as notas explicativas. A Administração da Companhia é responsável pela elaboração dessas informações contábeis intermediárias de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pela apresentação dessas informações de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais - ITR. Nossa responsabilidade é a de expressar uma conclusão sobre essas informações contábeis intermediárias com base em nossa revisão. Alcance da revisão Conduzimos nossa revisão de acordo com as normas brasileiras e internacionais de revisão de informações intermediárias (NBC TR Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor da Entidade e ISRE Review oflnterim Financial Information Performed by the Independent Auditor of the Entity, respectivamente). Uma revisão de informações intermediárias consiste na realização de indagações, principalmente às pessoas responsáveis pelos assuntos financeiros e contábeis e na aplicação de procedimentos analíticos e de outros procedimentos de revisão. O alcance de uma revisão é significativamente menor do que o de uma auditoria conduzida de acordo com as normas de auditoria e, consequentemente, não nos permitiu obter segurança de que tomamos conhecimento de todos os assuntos significativos que poderiam ser identificados em uma auditoria. Portanto, não expressamos uma opinião de auditoria. Base para conclusão com ressalva A Companhia registra as suas operações e elabora as suas informações contábeis intermediárias com a observância das diretrizes contábeis estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, que requerem o ajuste ao valor presente da carteira de arrendamento mercantil como provisão para superveniência ou insuficiência de depreciação, classificada no ativo permanente, conforme mencionado na nota explicativa n 4.g.3 às Informações Trimestrais - ITR. Essas diretrizes não requerem a reclassificação das operações, que permanecem registradas RELATóRIO SOBRE A REVISãO DAS INFORMACÕES TRIMESTRAIS - ITR de acordo com as disposições da Lei n 6.099/74, para as rubricas do ativo circulante e realizável a longo prazo e rendas e despesas de arrendamento, mas resultam na apresentação do resultado e do patrimônio líquido de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Conclusão Com base em nossa revisão, exceto pelo assunto mencionado no parágrafo base para conclusão com ressalva, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as referidas informações contábeis intermediárias incluídas nas informações trimestrais acima referidas não foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e apresentadas de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais (ITR). Outros assuntos Demonstração do valor adicionado Revisamos, também, a demonstração do valor adicionado (DVA), referente ao trimestre findo em 2013, preparada sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação nas informações intermediárias é requerida de acordo com as normas expedidas pela CVM aplicáveis à elaboração de Informações Trimestrais - ITR, e considerada informação suplementar pelas práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, que não requerem a apresentação da DVA. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de revisão descritos anteriormente e, com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que não foi elaborada, em todos os seus aspectos relevantes, de forma consistente com as informações contábeis intermediárias tomadas em conjunto. Curitiba, 09 de maio de 2013 DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Auditores Independentes CRC nº 2SP /O-8 F-PR Gilberto Bizerra de Souza Contador CRC nº 1 RJ /O-2 S PR Última (11) winnerpublicidade.com Diário Oficial do Estado do Paraná

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