Ministério das Pescas

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ministério das Pescas"

Transcrição

1 Ministério das Pescas Assembleia Nacional Resolução n.º 4/06 de 22 de Fevereiro Considerando que à luz das disposições da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, de 10 de Dezembro de 1982, foi aprovado o Acordo sobre a Promoção e o Cumprimento das Medidas Internacionais de Conservação e Ordenamento pelos Barcos Pesqueiros no Alto Mar; Considerando os objectivos do acordo, consubstanciados fundamentalmente na obrigação dos Estados Membros, relativamente aos seus armadores, de adoptarem as medidas necessárias para assegurar a conservação dos recursos do alto mar e neste sentido a cooperar com outros Estados; Tendo em conta que a adesão ao acordo, no âmbito da cooperação internacional, trará benefícios políticos e económicos para a República de Angola, nomeadamente no reforço das relações de cooperação entre os Estados Membros da FAO e a ajuda desta e de outras organizações internacionais para o aperfeiçoamento técnico e organizativo do sector das pescas; Nestes termos, ao abrigo das disposições combinadas da alínea k) do artigo 88.º e no n.º 6 do artigo 92.º ambos da Lei Constitucional, a Assembleia Nacional emite a seguinte resolução: 1.º É aprovado, para adesão, o Acordo sobre a Promoção e o Cumprimento das Medidas Internacionais de Conservação e Ordenamento pelos Barcos Pesqueiros no Alto Mar que é parte integrante da presente resolução. 2.º A presente resolução entra em vigor à data da sua publicação. Página 1/15

2 ACORDO PARA PROMOVER O CUMPRIMENTO DAS MEDIDAS INTERNACIONAIS DA CONSERVAÇÃO E ORDENAMENTO PELOS BARCOS PESQUEIROS QUE PESCAM NO ALTO MAR As Partes no presente Acordo: PREÂMBULO Reconhecendo que todos os Estados têm direito a que os seus nacionais se dediquem à pesca no alto mar, sujeitos às normas pertinentes do direito internacional, tal como se reflecte na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar; Reconhecendo de igual modo que em virtude do direito internacional, tal como se reflecte na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, todos os Estados têm a obrigação de adoptar ou de cooperar com outros Estados para adoptar as medidas aplicáveis aos seus respectivos nacionais que sejam necessárias para a conservação dos recursos vivos do alto mar; Recordando que no Programa 21, aprovado pela Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, pede-se aos Estados que tomem medidas eficazes, de acordo com o direito internacional, para evitar que os nacionais troquem a bandeira dos barcos como meio de escapar ao cumprimento das normas da conservação e ordenamento aplicável às actividades da pesca no alto mar; Recordando ainda que a Declaração de Cancún, adoptada pela Conferência Internacional de Pesca Responsável, solicita igualmente aos Estados que tomem medidas respeitantes ao assunto; Tendo em conta que, de acordo com o Programa 21, os Estados comprometemse à conservação e à utilização sustentável dos recursos marinhos vivos no alto mar; Exortando aos Estados que não fazem parte das organizações ou acordos mundiais, regionais ou sub-regionais, de pesca que adiram aos mesmos ou que por sua vez entrem em acordo com ditas organizações ou com os membros de ditas organizações ou acordos com o fim de conseguir o cumprimento das medidas internacionais da conservação e ordenamento; Conscientes da obrigação que tem cada Estado de exercer eficazmente a sua jurisdição e controlo sobre os barcos que arvoram a sua bandeira, inclusive os barcos pesqueiros e dedicados ao transbordo de pescado; Página 2/15

3 Conscientes de que a prática do abandeiramento ou de mudança de bandeira dos barcos pesqueiros, como meio de escapar ao cumprimento das medidas internacionais de conservação e ordenamento dos recursos marinhos vivos e o incumprimento por parte dos Estados do pavilhão das suas responsabilidades relativamente aos barcos pesqueiros autorizados a arvorar a sua bandeira figuram entre os factores que mais gravemente enfraquecem a eficácia de ditas medidas; Comprovando que o objectivo do presente Acordo pode conseguir-se estabelecendo a responsabilidade dos Estados do pavilhão relativamente aos barcos pesqueiros autorizados a arvorar as respectivas bandeiras e que faenam no alto mar, incluindo a autorização de ditas operações pelo Estado do pavilhão, assim como fortalecendo a cooperação internacional e aumentando a transparência através do intercâmbio de informação sobre a pesca no alto mar; Observando que o presente acordo fará parte integrante do Código Internacional de Conduta de Pesca Responsável solicitado na Declaração de Cancún; Expressando o desejo de concertar um acordo internacional no marco da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (a partir daqui denominada FAO), em virtude do artigo 14.º da constituição da FAO; Chegaram ao seguinte consenso: Para efeitos do presente Acordo: Artigo 1.º (Definições) a) entende-se por «barco pesqueiro» todo o barco utilizado ou que se tenha previsto utilizar para a exploração comercial dos recursos marinhos vivos, incluindo-se os barcos de apoio e quaisquer outros barcos empregados directamente em tais operações de pesca; b) por «medidas internacionais de conservação e ordenamento» entende-se as medidas orientadas a conservar e ordenar uma ou várias espécies de recursos marinhos vivos adaptadas e executadas em conformidade com as normas aplicáveis do direito internacional, tal como se encontram reflectidas na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar de Tais medidas podem ser adoptadas por organizações pesqueiras mundiais, regionais ou subregionais, sem prejuízo dos direitos e obrigações dos seus membros ou mediante tratados ou outros acordos internacionais; Página 3/15

4 c) entende-se por «comprimento»: (i) no caso dos barcos pesqueiros construídos depois de 18 de Julho de 1982, 96% do comprimento total numa flutuação situada a uma altura sobre o canto superior da quilha igual a 85% do pontal mínimo do plano traçado de barco, ou a distância desde à face da roda de proa à cana do leme nesta flutuação se este último valor for maior. Nos barcos projectados para navegar com assento de quilha, a flutuação em que se deve medir o comprimento deve ser paralela à linha de flutuação em carga prevista no projecto; (ii) no caso dos barcos pesqueiros construídos antes de 18 de Julho de 1982, o comprimento tal como se encontra indicado no registo nacional ou noutro registo de barcos; d) por registo de barcos pesqueiros entende-se um registo dos barcos pesqueiros em que figurem as características pertinentes do barco. Pode ser um registo independente dos barcos pesqueiros ou formar parte de um registo geral de embarcações; e) por «organização regional de integração económica» entende-se uma organização regional de integração económica a qual os seus Estados Membros tenham transferido a competência nas matérias contempladas neste Acordo, incluindo a autoridade para tomar decisões que vinculem aos seus Estados Membros relativamente a tais matérias; f) as expressões «barcos autorizados a arvorar a sua bandeira e barcos autorizados a arvorar o pavilhão de um Estado» incluem os barcos autorizados a arvorar o pavilhão de um Estado Membro de uma Organização Regional de Integração Económica. Artigo 2.º (Aplicação) 1. Sem prejuízo do estabelecido nos parágrafos seguintes deste artigo, o presente Acordo aplicar-se-á a todos os barcos pesqueiros que se utilizam ou se tenha previsto utilizar para pesca no alto mar. Página 4/15

5 2. Qualquer Parte pode isentar os barcos pesqueiros de menos de 24m de comprimento autorizados a arvorar o seu pavilhão da aplicação do presente Acordo, a não ser que a Parte constante que dita isenção debilita o objectivo e finalidade do presente Acordo sempre que tais isenções: a) não sejam outorgadas a barcos pesqueiros que navegam nas regiões pesqueiras indicadas no seguinte parágrafo 3 a menos que se trate de barcos pesqueiros autorizados a arvorar o pavilhão de um Estado Ribeirinho dessa região pesqueira; e b) não sejam aplicadas as obrigações assumidas por uma Parte em virtude do parágrafo 1 do artigo 3.º ou do parágrafo 7 do artigo 6.º do presente Acordo. 3. Sem prejuízo do disposto no anterior parágrafo 2, em qualquer região de pesca em que os Estados Ribeirinhos ainda não tenham declarado zonas económicas exclusivas ou zonas equivalentes de jurisdição nacional de pesca, tais Estados Ribeirinhos enquanto Partes no presente Acordo poderão acordar directamente ou através das organizações pesqueiras regionais apropriadas que o presente Acordo não se aplique aos barcos pesqueiros de menos de um determinado comprimento que arvoram a bandeira de tais Estados Ribeirinhos e que faenem exclusivamente na dita região de pesca. Artigo 3.º (Responsabilidade do Estado do pavilhão) 1. a) cada uma das Partes tomará as medidas necessárias para assegurar que os barcos pesqueiros autorizados a arvorar a sua bandeira não se dediquem a nenhuma actividade alguma que debilite a eficácia das medidas internacionais de conservação e ordenamento; b) no caso de uma Parte, em conformidade com o parágrafo 2 do artigo 2.º, tenha isentado da aplicação de outras disposições do presente Acordo os barcos pesqueiros de menos de 24m de comprimento autorizados a arvorar a sua bandeira, dita Parte deverá adoptar, não obstante, medidas efectivas relativamente a qualquer de tais barcos pesqueiros cuja actividade debilite as medidas internacionais de conservação e ordenamento, estas medidas deverão ser de tal forma que garantam que o barco pesqueiro deixe de dedicar-se a actividades que debilitem a eficácia das medidas internacionais de conservação e ordenamento. Página 5/15

6 2. Particularmente, nenhuma das Partes permitirá que um barco pesqueiro autorizado a arvorar a sua bandeira seja utilizado na pesca no alto mar, a não ser que tenha sido autorizado pelas autoridades competentes de dita Parte. O barco pesqueiro autorizado pescará em conformidade com as condições estabelecidas na autorização. 3. Nenhuma das Partes permitirá que um barco pesqueiro autorizado a arvorar a sua bandeira seja utilizado para pescar no alto mar a não ser que a Parte considere que, tendo em conta os vínculos existentes entre ela e o barco pesqueiro a que se refere, pode exercer efectivamente as suas responsabilidades em virtude do presente Acordo relativo ao dito barco pesqueiro. 4. Nos casos em que um barco pesqueiro que tenha sido autorizado por uma Parte para ser utilizado na pesca no alto mar deixe de estar autorizado a arvorar a bandeira da dita Parte, considerar-se-á cancelada a autorização para pescar no alto mar. 5. a) nenhuma Parte autorizará um barco pesqueiro, registado anteriormente no território de outra Parte e que tenha debilitado a eficácia das medidas internacionais de conservação e ordenamento, para ser utilizado na pesca no alto mar, a não ser que tenha constatado que: (i) se cumpriu o período de suspensão da autorização, imposto pela outra Parte, para que o dito barco pesqueiro seja utilizado na pesca no alto mar; e (ii) nenhuma Parte retirou alguma autorização para que o dito barco pesqueiro seja utilizado na pesca no alto mar nos últimos três anos; b) as disposições da alínea a) anterior aplicar-se-ão também aos barcos pesqueiros anteriormente registados no território de um Estado que não seja Parte do presente Acordo, sempre que a Parte interessada disponha de informação suficiente sobre as circunstâncias nas quais foi suspenso ou foi retirada a autorização para pescar; c) as disposições das alíneas a) e b) anteriores não se aplicarão nos casos em que se tenha trocado posteriormente a prioridade do barco pesqueiro e o novo proprietário tenha apresentado provas suficientes de que o proprietário ou armador anterior já não tem nenhuma relação jurídica, económica ou de benefício com o barco pesqueiro, sem nenhum controlo do mesmo; Página 6/15

7 d) sem prejuízo do disposto nas alíneas a) e b) anteriores, uma Parte pode autorizar que um barco pesqueiro, caso contrário se aplicariam as ditas alíneas, seja utilizado para pescar no alto mar nos casos em que a Parte interessada, depois de tomar em conta todos os factos pertinentes, incluídas as circunstâncias em que a autorização para pescar tenha sido recusada ou retirada por outra Parte ou Estado, tenha determinado que a concessão de uma autorização para utilizar o barco para pescar no alto mar não debilitará o objectivo e a finalidade do presente Acordo. 6. Cada uma das Partes garantirá que todos os barcos pesqueiros autorizados a arvorar o seu pavilhão e que tenham sido inseridos no registo que deve efectuar em conformidade com o artigo 4.º, estejam marcados de tal maneira que possam ser identificados facilmente, em conformidade com as normas geralmente aceites, tais como as especificações uniformes da FAO para o marcado e identificação das embarcações pesqueiras. 7. Cada uma das Partes garantirá que o barco pesqueiro autorizado a arvorar a sua bandeira lhe proporcione as informações sobre as operações que possam resultar necessárias para que a Parte possa cumprir as obrigações contraídas em virtude do presente Acordo incluindo, particularmente, informação relativa à área das suas operações de pesca e às suas capturas e desembarques. 8. Cada uma das Partes adoptará medidas de execução relativas aos barcos pesqueiros autorizados a arvorar a sua bandeira que não cumpram o disposto no presente Acordo, chegando inclusive a considerar, se for apropriado o não cumprimento das ditas disposições como infracção na legislação nacional. As sanções aplicáveis a tais infracções deverão ser bastante severas de forma a garantir o cumprimento efectivo das disposições deste Acordo e privar os infractores dos benefícios derivados das suas actividades ilegais. As ditas sanções incluirão, em caso de infracções graves, a não concessão, suspensão ou retirada da autorização para ser utilizado na pesca no alto mar. Artigo 4.º (Registos dos barcos pesqueiros) Cada uma das Partes deverá, para efeitos do presente Acordo, manter um registo dos barcos autorizados a arvorar a sua bandeira a serem utilizados na pesca no alto mar e adoptará as medidas para garantir que tais barcos pesqueiros estejam incluídos no dito registo. Página 7/15

8 Artigo 5.º (Cooperação internacional) 1. As Partes deverão cooperar na aplicação do presente Acordo e deverão particularmente intercambiar informações, incluindo os elementos de prova relativos às actividades dos barcos pesqueiros com o fim de ajudar ao Estado do pavilhão a identificar aqueles barcos pesqueiros que, arvorando a sua bandeira, tenham sido assinalados por ter exercido actividades que enfraqueçam as medidas internacionais de conservação e ordenamento, de modo que possa cumprir as suas obrigações de acordo com o artigo 3.º 2. Quando um barco pesqueiro se encontra voluntariamente num porto de uma das Partes que não seja o Estado da sua bandeira, a dita Parte, se tem motivos razoáveis para crer que o barco pesqueiro foi utilizado para exercer uma actividade que debilita a eficácia das medidas internacionais de conservação e ordenamento, deverá informar imediatamente ao Estado do pavilhão sobre o assunto. As Partes poderão negociar acordos relativamente à aplicação, por parte dos Estados do porto, as medidas de investigação que estes considerem necessárias para determinar se o barco pesqueiro foi utilizado efectivamente contra as disposições deste Acordo. 3. As Partes deverão, quando e como considerarem apropriado, negociar acordos de cooperação ou meios de mútua assistência, de carácter mundial, regional, subregional ou bilateral, com o fim de promover o cumprimento dos objectivos do presente Acordo. Artigo 6.º (Intercâmbio de informação) 1. Cada uma das Partes porá pontualmente à disposição da FAO a seguinte informação sobre cada um dos barcos pesqueiros inscritos no seu registo que deverá efectuar-se no cumprimento do artigo 4.º: a) nome do barco pesqueiro, número de registo, nomes anteriores (se forem conhecidos) e porto de registo; b) bandeira anterior (se for o caso); c) indicativo internacional de chamada rádio (se for o caso); d) nome e direcção do proprietário ou proprietários; e) lugar e data de construção; f) tipo de barco; Página 8/15

9 g) comprimento. 2. Cada uma das Partes deverá pôr à disposição da FAO, na medida do possível, a seguinte informação adicional respeitante a cada um dos barcos pesqueiros inscritos o registo que deverá realizar-se no cumprimento do artigo 4.º: a) nome e direcção do armador ou armadores (se for caso disso); b) tipo de método ou método de pesca; c) pontal do plano; d) boca; e) tonelagem de registo bruto; f) potência do motor ou motores principais. 3. Cada uma das Partes deverá avisar imediatamente à FAO qualquer modificação nas informações indicadas nos parágrafos 1 e 2 deste artigo. 4. A FAO enviará periodicamente a informação proporcionada no cumprimento dos parágrafos 1, 2 e 3 deste artigo a todas as Partes e, mediante solicitação prévia, individualmente a cada uma delas. A FAO enviará também a dita informação, sem prejuízo das limitações relativamente à sua distribuição impostas pela Parte interessada, a qualquer organização pesqueira mundial, regional ou sub-regional que expressamente a solicite. 5. Cada uma das Partes deverá, além disso, informar imediatamente à FAO relativamente a: a) qualquer acrescento ao registo; b) qualquer cancelamento do registo por motivo de: (i) (ii) a renúncia voluntária ou a não renovação da autorização da pesca por parte do proprietário ou do armador do barco pesqueiro; a retirada da autorização de pesca emitida relativamente ao barco pesqueiro, conforme o estipulado no parágrafo 8 do artigo 3.º; (iii) o facto de que o barco pesqueiro em questão já não estar autorizado a arvorar a sua bandeira; (iv) o desmantelamento, abate ou perda do barco pesqueiro em questão; ou Página 9/15

10 (v) qualquer outro motivo. 6. Quando se proporcione à FAO informação respeitante ao parágrafo 5 b) supracitado, a Parte interessada especificará qual das razões indicadas no referido parágrafo é aplicável. 7. Cada uma das Partes informará à FAO acerca de: a) qualquer isenção concedida em conformidade com o parágrafo 2 do artigo 2.º, o número e tipo de barco implicado e as zonas geográficas em que operam os ditos barcos; e b) qualquer acordo estabelecido em conformidade com o parágrafo 3 do artigo 2.º 8. a) cada uma das Partes comunicará imediatamente à FAO toda a informação relativa às actividades dos barcos pesqueiros que arvorem a sua bandeira e que debilitem a eficácia das medidas internacionais de conservação e ordenamento, incluindo a identidade do barco ou barcos pesqueiros implicados e as medidas impostas por uma Parte podem sujeitar-se às limitações exigidas pela legislação nacional relativamente à confidencialidade, particularmente a confidencialidade referente às medidas que ainda não estejam definitivas; b) quando uma das Partes tiver motivos razoáveis para pensar que um barco pesqueiro não autorizado a arvorar a sua bandeira tenha realizado qualquer actividade que debilite a eficácia das medidas internacionais de conservação e ordenamento, deverá comunicá-lo à atenção do Estado da bandeira em questão e, se proceder, poderá também assinalá-lo à atenção da FAO. A Parte proporcionará ao Estado do pavilhão todas as provas de apoio e poderá apresentar à FAO o resumo das mesmas. A FAO não distribuirá esta informação até que o Estado do pavilhão tenha oportunidade de fazer comentários sobre os pontos alegados e sobre as provas apresentadas ou, conforme o caso, de oporse relativamente ao assunto. 9. Cada uma das Partes informará à FAO sobre os casos em que uma das Partes, de acordo com o parágrafo 5 d) do artigo 3.º, tenha concedido uma autorização, apesar das disposições do parágrafo 5 a) ou 5 b) do artigo 3.º A informação deverá incluir os dados pertinentes que permitam a identificação do barco pesqueiro e do proprietário ou armador e, no seu caso, qualquer outra informação relacionada com a decisão da Parte. Página 10/15

11 10. A FAO enviará imediatamente a informação fornecida em virtude dos parágrafos 5, 6, 7, 8 e 9 deste artigo a todas as Partes e, com uma prévia solicitação, individualmente a cada uma das Partes. AFAO enviará também a referida informação imediatamente, sem prejuízo das limitações relativamente à distribuição impostas pela Parte interessada, a qualquer organização mundial, regional ou sub-regional que expressamente a solicite. 11. As Partes intercambiarão informação referente à aplicação do presente Acordo, incluindo através da FAO e outras organizações mundiais, regionais e sub-regionais, pesqueiras apropriadas. Artigo 7.º (Cooperação com os países em desenvolvimento) As Partes cooperarão à escala mundial, regional, sub-regional ou bilateral e quando seja oportuno, com o apoio da FAO e das outras organizações internacionais ou regionais, para prestar assistência, incluindo assistência técnica às Partes que são países em desenvolvimento a fim de ajudar-lhes a cumprir as suas obrigações em conformidade com o presente Acordo. Artigo 8.º (Terceiros) 1. As Partes sensibilizarão todos os Estados que não sejam Parte neste Acordo a aceitá-lo e sensibilizarão a qualquer que não seja a Parte a adoptar leis e regulamento em conformidade com o disposto no presente Acordo. 2. As Partes cooperarão em conformidade com o presente Acordo e com o direito internacional com o fim de que os barcos pesqueiros autorizados a arvorar o pavilhão de qualquer que não seja Parte não pratiquem actividades que debilitem a eficácia das medidas internacionais de conservação e ordenamento. 3. As Partes intercambiarão informação entre si, directamente ou através da FAO, relativamente às actividades dos barcos pesqueiros que arvoram o pavilhão de qualquer que não seja Parte que enfraqueçam a eficácia das medidas internacionais de conservação e ordenamento. Artigo 9.º (Soluções de controvérsias) 1. Qualquer das Partes poderá estabelecer consultas com outra ou outras Partes sobre qualquer controvérsia relativamente à interpretação ou aplicação das disposições do presente Acordo com o fim de chegar a uma solução satisfatória para todos. Página 11/15

12 2. No caso de que a controvérsia não se resolva através destas consultas e num período de tempo razoável, as Partes envolvidas consultarão entre elas com o fim de solucionar a controvérsia mediante negociação, investigação, mediação, conciliação, arbitragem, resolução judicial e outro meio pacífico de sua própria escolha. 3. Se toda a controvérsia desta índole não resultar, submeter-se-á, com o consentimento de todas as Partes em conflito, para a sua resolução ao Tribunal Internacional de Justiça, ao Tribunal Internacional de Direito do Mar quando entre em vigor a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar de 1982 ou à arbitragem. Se não se chegasse a um acordo sobre o recurso ao Tribunal Internacional de Justiça, ao Tribunal Internacional do Direito do Mar ou à arbitragem, as Partes deverão continuar as consultas e cooperar a fim de chegar à solução da controvérsia de acordo com os princípios do direito internacional relativos à conservação dos recursos marinhos vivos. Artigo 10.º (Adesão) 1. O presente Acordo estará aberto à adesão de qualquer membro ou membro associado da FAO e de qualquer Estado não membro que seja membro das Nações Unidas ou de qualquer de suas organizações especializadas ou de Organismo Internacional de Energia Atómica. 2. A adesão ao presente Acordo tornar-se-á efectiva mediante o depósito de um instrumento de adesão em poder do director geral da FAO (e a partir de agora denominado «director geral»). 3. O director geral informará a todas as Partes, a todos os membros e membros associados da FAO e ao Secretário-geral das Nações Unidas de todos os instrumentos de adesão recebidos. 4. Quando uma organização regional de integração económica é Parte do presente Acordo, a dita organização regional de integração económica deverá, de acordo com o estipulado no artigo 2.º-7 da constituição da FAO, notificar as modificações ou esclarecimentos à sua declaração de competência apresentada em conformidade com o artigo 2.º-5 da constituição da FAO, que sejam necessárias tendo em conta a sua adesão do presente Acordo. Qualquer Parte do presente Acordo poderá em qualquer momento pedir a uma organização regional de integração económica que seja Parte do mesmo que apresente informação acerca de quem é responsável a organização regional de integração económica ou os seus Estados Membros da execução de qualquer assunto concreto incluído no presente Acordo. A organização regional de integração económica deverá apresentar esta informação num prazo razoável de tempo. Página 12/15

13 Artigo 11.º (Entrada em vigor) 1. O presente Acordo entrará em vigor a partir da data em que o director geral receba o 25.º instrumento de adesão. 2. Para efeitos do presente artigo, o instrumento depositado por uma organização regional de integração económica não se considera como adicional aos instrumentos depositados pelos Estados Membros da referida organização. Artigo 12.º (Reservas) A adesão ao presente Acordo poderá estar sujeita a reservas que somente serão efectivas depois da aprovação unânime por todas as Partes do presente Acordo. O director geral notificará imediatamente a todas as Partes de qualquer reserva. Considerar-se-á que as Partes que não tenham respondido no prazo de três meses a partir da data da notificação tenham aceite a reserva. No caso de que não se produza a dita aceitação, o Estado ou a organização regional de integração económica que tenha formulado a reserva não chegará a ser Parte do presente Acordo. Artigo 13.º (Emendas) 1. Qualquer proposta feita por uma Parte para emendar este Acordo, deverá ser comunicada ao director geral. 2. Qualquer proposta de uma Parte que emenda o presente Acordo, recebida pelo director geral, deverá ser apresentada num período ordinário ou extraordinário de sessões da Conferência para a sua aprovação e se a emenda implica alterações técnicas importantes ou impõe obrigações adicionais às Partes, deverá ser estudada por um Comité Consultivo de Especialistas que convoque a FAO antes da Conferência. 3. O director geral comunicará às Partes qualquer proposta de emenda do presente Acordo, o mais tardar na data em que seja enviado o programa do período de sessões da Conferência na qual tenha de considerar-se a referida emenda. Página 13/15

14 4. Qualquer das emendas propostas ao Acordo requererá a aprovação da Conferência e entrará em vigor a partir do 30.º dia depois da sua aprovação pelas duas terceiras Partes. No entanto, as emendas que impliquem novas obrigações para as Partes entrarão em vigor, para cada uma das ditas Partes, somente depois de que as tenham aceitado e a partir do 30.º dia depois da referida aceitação. Considerar-se-á que qualquer emenda comporta novas obrigações para as Partes, a menos que a Conferência, ao aprovar a emenda, decida outra coisa por consenso. 5. Os instrumentos de aceitação das emendas que impliquem novas obrigações deverão ser depositados em poder as Partes do recebimento das aprovações da entrada em vigor das emendas. 6. Para efeitos do presente artigo, o instrumento depositado por uma organização regional de integração económica não se considerará como adicional aos instrumentos depositados pelos Estados Membros da dita organização. Artigo 14.º (Denúncia) Qualquer das Partes poderá em qualquer momento denunciar este Acordo uma vez passados dois anos desde à data em que o Acordo entrou em vigor relativamente à referida Parte, notificando por escrito a respectiva denúncia ao director geral, o qual informará imediatamente sobre a denúncia todas as Partes e os membros e membros Associados da FAO. A denúncia entrará em vigor no final do ano civil seguinte àquele em que o director geral receber a notificação da denúncia. Artigo 15.º (Deveres do depositário) O depositário do presente Acordo será o director geral. O depositário deverá: a) enviar cópias certificadas do presente Acordo a cada membro e membros Associados da FAO e aos Estados não membros que possam vir a ser Partes do presente Acordo; b) encarregar-se de que o presente Acordo, no momento da sua entrada em vigor, seja registado na Secretaria das Nações Unidas em conformidade com o artigo 102.º da Carta das Nações Unidas; Página 14/15

15 c) informar a cada membro e membros Associados da FAO e a qualquer Estado não membro que possa vir a ser parte do presente Acordo de: (i) os instrumentos de adesão depositados em conformidade com o artigo 10.º; (ii) a data da entrada em vigor do presente Acordo em conformidade com o artigo 11.º; (iii) as propostas de emendas a este Acordo e a sua entrada em vigor em conformidade com o artigo 13.º; e (iv) as denúncias ao presente Acordo em conformidade com artigo 14.º Artigo 16.º (Textos válidos) Os textos em árabe, chinês, espanhol, francês e inglês do presente Acordo são igualmente válidos, cópia certificada conforme as versões inglesa, francesa, espanhola, árabe e chinesa do Acordo para promover o cumprimento das medidas internacionais de conservação e ordenamento para os barcos pesqueiros que pescam no alto mar aprovado pela Resolução n.º 15/93, de 24 de Novembro, do 27. período de sessões da Conferência da FAO. Página 15/15

Decreto n.º 24/95 Acordo Internacional sobre Cumprimento de Medidas de Conservação e Gestão de Recursos no Alto Mar

Decreto n.º 24/95 Acordo Internacional sobre Cumprimento de Medidas de Conservação e Gestão de Recursos no Alto Mar Decreto n.º 24/95 Acordo Internacional sobre Cumprimento de Medidas de Conservação e Gestão de Recursos no Alto Mar Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º da Constituição, o Governo decreta o

Leia mais

TRATADO DE BUDAPESTE SOBRE O RECONHECIMENTO INTERNACIONAL DO DEPÓSITO DE MICRORGANISMOS PARA EFEITOS DO PROCEDIMENTO EM MATÉRIA DE PATENTES.

TRATADO DE BUDAPESTE SOBRE O RECONHECIMENTO INTERNACIONAL DO DEPÓSITO DE MICRORGANISMOS PARA EFEITOS DO PROCEDIMENTO EM MATÉRIA DE PATENTES. Resolução da Assembleia da República n.º 32/97 Tratado de Budapeste sobre o Reconhecimento Internacional do Depósito de Microrganismos para Efeitos do Procedimento em Matéria de Patentes, adoptado em Budapeste

Leia mais

L 201/8 Jornal Oficial da União Europeia 30.7.2008

L 201/8 Jornal Oficial da União Europeia 30.7.2008 L 201/8 Jornal Oficial da União Europeia 30.7.2008 REGULAMENTO (CE) N. o 734/2008 DO CONSELHO de 15 de Julho de 2008 relativo à protecção dos ecossistemas marinhos vulneráveis do alto mar contra os efeitos

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o terceiro parágrafo do artigo 159º,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o terceiro parágrafo do artigo 159º, REGULAMENTO (CE) Nº 1082/2006 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 5 de Julho de 2006 relativo aos agrupamentos europeus de cooperação territorial (AECT) O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA,

Leia mais

Decreto n.º 139/80 Convenção sobre o Reconhecimento dos Estudos e Diplomas Relativos ao Ensino Superior nos Estados da Região Europa

Decreto n.º 139/80 Convenção sobre o Reconhecimento dos Estudos e Diplomas Relativos ao Ensino Superior nos Estados da Região Europa Decreto n.º 139/80 Convenção sobre o Reconhecimento dos Estudos e Diplomas Relativos ao Ensino Superior nos Estados da Região Europa O Governo decreta, nos termos da alínea c) do artigo 200.º da Constituição,

Leia mais

ADENDA AO MANUAL SOBRE A APLICAÇÃO PRÁTICA DO REGULAMENTO INN

ADENDA AO MANUAL SOBRE A APLICAÇÃO PRÁTICA DO REGULAMENTO INN ADENDA AO MANUAL SOBRE A APLICAÇÃO PRÁTICA DO REGULAMENTO INN Trata-se de uma adenda à primeira edição do Manual sobre a aplicação prática do Regulamento (CE) n.º 1005/2008 do Conselho, de 29 de Setembro

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Executivo nº 197/08 de 16 de Setembro Considerando a necessidade do estabelecimento de disposições relativas ao estatuto das entidades inspectoras das redes e ramais de

Leia mais

Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis

Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis Os Estados Partes no presente Protocolo, Considerando que, para melhor realizar

Leia mais

do presente Protocolo, a torná-las vigentes e a garantir a respectiva aplicação.

do presente Protocolo, a torná-las vigentes e a garantir a respectiva aplicação. Resolução da Assembleia da República n.º 5/2001 Aprova, para adesão, o Protocolo de Emenda à Convenção para a Supressão do Tráfico de Mulheres e Crianças e à Convenção para Supressão do Tráfico de Mulheres

Leia mais

Resolução da Assembleia da República n.º 64/98 Convenção n.º 162 da Organização Internacional do Trabalho, sobre a segurança na utilização do amianto.

Resolução da Assembleia da República n.º 64/98 Convenção n.º 162 da Organização Internacional do Trabalho, sobre a segurança na utilização do amianto. Resolução da Assembleia da República n.º 64/98 Convenção n.º 162 da Organização Internacional do Trabalho, sobre a segurança na utilização do amianto. Aprova, para ratificação, a Convenção n.º 162 da Organização

Leia mais

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA RELATIVO À ASSISTÊNCIA MÚTUA ENTRE OS RESPECTIVOS SERVIÇOS ADUANEIROS.

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA RELATIVO À ASSISTÊNCIA MÚTUA ENTRE OS RESPECTIVOS SERVIÇOS ADUANEIROS. Decreto n.º 25/95 Acordo entre a República Portuguesa e os Estados Unidos da América Relativo à Assistência Mútua entre os Respectivos Serviços Aduaneiros Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º

Leia mais

Resolução da Assembleia da República n.º 37/94 Convenção sobre o Reconhecimento e a Execução de Sentenças Arbitrais Estrangeiras

Resolução da Assembleia da República n.º 37/94 Convenção sobre o Reconhecimento e a Execução de Sentenças Arbitrais Estrangeiras Resolução da Assembleia da República n.º 37/94 Convenção sobre o Reconhecimento e a Execução de Sentenças Arbitrais Estrangeiras Aprova, para ratificação, a Convenção sobre o Reconhecimento e a Execução

Leia mais

L 343/10 Jornal Oficial da União Europeia 29.12.2010

L 343/10 Jornal Oficial da União Europeia 29.12.2010 L 343/10 Jornal Oficial da União Europeia 29.12.2010 REGULAMENTO (UE) N. o 1259/2010 DO CONSELHO de 20 de Dezembro de 2010 que cria uma cooperação reforçada no domínio da lei aplicável em matéria de divórcio

Leia mais

SUMÁRIO. Série. Jornal da República PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR - LESTE $ 0.25

SUMÁRIO. Série. Jornal da República PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR - LESTE $ 0.25 Quarta-Feira, 19 de Outubro de 2005 Série1, Série Nº.1 I, N. 20 $ 0.25 PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR - LESTE GOVERNO: SUMÁRIO

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia 30.4.2004

Jornal Oficial da União Europeia 30.4.2004 L 150/12 PT Jornal Oficial da União Europeia 30.4.2004 REGULAMENTO (CE) N.º 812/2004 DO CONSELHO de 26.4.2004 que estabelece medidas relativas às capturas acidentais de cetáceos no exercício das actividades

Leia mais

I - território nacional, compreendendo as águas continentais, as águas interiores e o mar territorial;

I - território nacional, compreendendo as águas continentais, as águas interiores e o mar territorial; DECRETO Nº 4.810, DE 19 DE AGOSTO DE 2003. Estabelece normas para operação de embarcações pesqueiras nas zonas brasileiras de pesca, alto mar e por meio de acordos internacionais, e dá outras providências.

Leia mais

Decreto do Governo n.º 1/85 Convenção n.º 155, relativa à segurança, à saúde dos trabalhadores e ao ambiente de trabalho

Decreto do Governo n.º 1/85 Convenção n.º 155, relativa à segurança, à saúde dos trabalhadores e ao ambiente de trabalho Decreto do Governo n.º 1/85 Convenção n.º 155, relativa à segurança, à saúde dos trabalhadores e ao ambiente de trabalho O Governo, cumprido o disposto nos artigos 4.º e seguintes da Lei n.º 16/79, de

Leia mais

Jornal Oficial nº L 018 de 21/01/1997 p. 0001-0006

Jornal Oficial nº L 018 de 21/01/1997 p. 0001-0006 Directiva 96/71/CE do Parlamento Europeu e do Conselho de 16 de Dezembro de 1996 relativa ao destacamento de trabalhadores no âmbito de uma prestação de serviços Jornal Oficial nº L 018 de 21/01/1997 p.

Leia mais

CONVENÇÃO COMPLEMENTAR À CONVENÇÃO DE PARIS DE 29 DE JULHO DE 1960 SOBRE A RESPONSABILIDADE CIVIL NO DOMÍNIO DA ENERGIA NUCLEAR.

CONVENÇÃO COMPLEMENTAR À CONVENÇÃO DE PARIS DE 29 DE JULHO DE 1960 SOBRE A RESPONSABILIDADE CIVIL NO DOMÍNIO DA ENERGIA NUCLEAR. Decreto do Governo n.º 24/84 Convenção de 31 de Janeiro de 1963 Complementar da Convenção de Paris de 29 de Julho de 1960 sobre Responsabilidade Civil no Domínio da Energia Nuclear O Governo decreta, nos

Leia mais

Jornal da República. Convenção relativa à Protecção das Crianças e à Cooperação em matéria de Adopção Internacional. Haia 29/05/93

Jornal da República. Convenção relativa à Protecção das Crianças e à Cooperação em matéria de Adopção Internacional. Haia 29/05/93 mediante notificação por escrito dirigida ao Secretário-Geral das Nações Unidas. A denúncia tornar-se-á efetiva um ano após a data de recepção da notificação pelo Secretário- Geral. Convenção relativa

Leia mais

1 - A presente Convenção aplica-se a todas as pessoas empregadas, com excepção dos marítimos.

1 - A presente Convenção aplica-se a todas as pessoas empregadas, com excepção dos marítimos. Convenção nº. 132/70 Organização Internacional do Trabalho relativa a Férias Remuneradas A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho: Convocada para Genebra pelo Conselho de Administração

Leia mais

TERMO DE ACEITAÇÃO DA DECISÃO DE APROVAÇÃO

TERMO DE ACEITAÇÃO DA DECISÃO DE APROVAÇÃO DA DECISÃO DE APROVAÇÃO Entidade Beneficiária Principal: Acrónimo e Designação do Projecto: Referência PAD 2003-2006: Considerando que, por despacho do Ministro Adjunto do Primeiro-Ministro, foi aprovada

Leia mais

A República Portuguesa e os Estados Unidos Mexicanos, adiante designadas como Partes,

A República Portuguesa e os Estados Unidos Mexicanos, adiante designadas como Partes, ACORDO DE COOPERAÇÃO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E OS ESTADOS UNIDOS MEXICANOS NO DOMÍNIO DA REDUÇÃO DA PROCURA E DA LUTA CONTRA O TRÁFICO ILÍCITO DE ESTUPEFACIENTES E DE SUBSTÂNCIAS PSICOTRÓPICAS A República

Leia mais

CONVENÇÃO SOBRE ACESSO À INFORMAÇÃO, PARTICIPAÇÃO DO PÚBLICO NO PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO E ACESSO À JUSTIÇA EM MATÉRIA DE AMBIENTE.

CONVENÇÃO SOBRE ACESSO À INFORMAÇÃO, PARTICIPAÇÃO DO PÚBLICO NO PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO E ACESSO À JUSTIÇA EM MATÉRIA DE AMBIENTE. Resolução da Assembleia da República n.º 11/2003 Convenção sobre Acesso à Informação, Participação do Público no Processo de Tomada de Decisão e Acesso à Justiça em Matéria de Ambiente Aprova, para ratificação,

Leia mais

Decreto n.º 50/80 de 23 de Julho Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies de Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção

Decreto n.º 50/80 de 23 de Julho Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies de Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção Decreto n.º 50/80 de 23 de Julho Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies de Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção O Governo decreta, nos termos da alínea c) do artigo 200.º da Constituição,

Leia mais

Acesso à informação, participação do público e acesso à justiça em matéria de ambiente a nível comunitário um Guia Prático

Acesso à informação, participação do público e acesso à justiça em matéria de ambiente a nível comunitário um Guia Prático Acesso à informação, participação do público e acesso à justiça em matéria de ambiente a nível comunitário um Guia Prático O acesso à informação, a participação do público no processo de tomada de decisão

Leia mais

Regulamento Municipal de Apoio às Actividades Desportivas

Regulamento Municipal de Apoio às Actividades Desportivas Regulamento Municipal de Apoio às Actividades Desportivas Preâmbulo A Câmara Municipal de Nordeste tem vindo a apoiar ao longo dos anos de forma directa e organizada toda a actividade desportiva no concelho

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL

MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL 6910 Diário da República, 1.ª série N.º 187 25 de Setembro de 2009 Artigo 110.º Entrada em vigor 1 O presente decreto -lei entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação. 2 O certificado de conformidade

Leia mais

Ministério da Ciência e Tecnologia

Ministério da Ciência e Tecnologia Ministério da Ciência e Tecnologia Conselho de Ministros DECRETO nº.../07 de... de... Considerando que as aplicações pacíficas de energia atómica assumem cada vez mais um papel significativo no desenvolvimento

Leia mais

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 95. o,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o n. o 1 do seu artigo 95. o, L 268/24 REGULAMENTO (CE) N. o 1830/2003 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 22 de Setembro de 2003 relativo à rastreabilidade e rotulagem de organismos geneticamente modificados e à rastreabilidade

Leia mais

Artigo 1.º Âmbito de aplicação

Artigo 1.º Âmbito de aplicação Resolução da Assembleia da República n.º 54/2004 Acordo entre o Governo da República Portuguesa e o Governo da Região Administrativa Especial de Hong Kong, da República Popular da China, Relativo ao Auxílio

Leia mais

ACORDO QUE INSTITUI O LABORATÓRIO EUROPEU DE BIOLOGIA MOLECULARA

ACORDO QUE INSTITUI O LABORATÓRIO EUROPEU DE BIOLOGIA MOLECULARA Resolução da Assembleia da República n.º 31/98 Acordo Que Institui o Laboratório Europeu de Biologia Molecular, concluído em Genebra em 10 de Maio de 1973, no âmbito do Acordo Relativo à Criação da Conferência

Leia mais

Decreto n.º 15/2004 Convenção sobre Poluentes Orgânicos Persistentes, adoptada em Estocolmo em 22 de Maio de 2001

Decreto n.º 15/2004 Convenção sobre Poluentes Orgânicos Persistentes, adoptada em Estocolmo em 22 de Maio de 2001 Decreto n.º 15/2004 Convenção sobre Poluentes Orgânicos Persistentes, adoptada em Estocolmo em 22 de Maio de 2001 Reconhecendo que os poluentes orgânicos persistentes possuem propriedades tóxicas, são

Leia mais

Regulamento Acredita Portugal Realize o seu Sonho

Regulamento Acredita Portugal Realize o seu Sonho Regulamento Acredita Portugal Realize o seu Sonho REGULAMENTO DA 4ª EDIÇÃO DO CONCURSO "BES REALIZE O SEU SONHO" Capítulo I - Introdução e Objetivos 1.º(Introdução e Objetivos) O Concurso Realize o Seu

Leia mais

Ministério da Administração do Território

Ministério da Administração do Território Ministério da Administração do Território A Lei da Observação Eleitoral LEI N.º 4/05 De 4 de Julho Convindo regular a observação eleitoral quer por nacionais quer por estrangeiros; Nestes termos, ao abrigo

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE. Parlamento nacional RESOLUÇÃO DO PARLAMENTO NACIONAL N. O 16/2002 DE 14 DE NOVEMBRO

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE. Parlamento nacional RESOLUÇÃO DO PARLAMENTO NACIONAL N. O 16/2002 DE 14 DE NOVEMBRO REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE Parlamento nacional RESOLUÇÃO DO PARLAMENTO NACIONAL N. O 16/2002 DE 14 DE NOVEMBRO RATIFICA A CONVENÇÃO SOBRE A PROIBIÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DA PRODUÇÃO E DO ARMAZENAMENTO

Leia mais

Decreto Nº 5.705, de 16.02.2006

Decreto Nº 5.705, de 16.02.2006 Decreto Nº 5.705, de 16.02.2006 Promulga o Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança da Convenção sobre Diversidade Biológica. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84,

Leia mais

Decreto-Lei n.º 45942 Convenção para a cobrança de alimentos no estrangeiro, concluída em Nova Iorque em 20 de Junho de 1956

Decreto-Lei n.º 45942 Convenção para a cobrança de alimentos no estrangeiro, concluída em Nova Iorque em 20 de Junho de 1956 Decreto-Lei n.º 45942 Convenção para a cobrança de alimentos no estrangeiro, concluída em Nova Iorque em 20 de Junho de 1956 Usando da faculdade conferida pela 2.ª parte do n.º 2.º do artigo 109.º da Constituição,

Leia mais

( «Jornal Oficial da União Europeia» L 157 de 30 de Abril de 2004 ) de 29 de Abril de 2004

( «Jornal Oficial da União Europeia» L 157 de 30 de Abril de 2004 ) de 29 de Abril de 2004 Rectificação ao Regulamento (CE) n. o 847/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 29 de Abril de 2004, relativo à negociação e aplicação de acordos de serviços aéreos entre Estados Membros e países

Leia mais

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas.

e) A sustentação das vertentes científica e técnica nas actividades dos seus membros e a promoção do intercâmbio com entidades externas. ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DISTRIBUIÇÃO E DRENAGEM DE ÁGUAS Capítulo I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Natureza 1. A Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas (APDA) é uma associação sem fins

Leia mais

REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA (versão alterada em Dezembro 2011)

REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA (versão alterada em Dezembro 2011) REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA (versão alterada em Dezembro 2011) A Câmara Municipal de Guimarães, no sentido de facilitar a acessibilidade e mobilidade das pessoas com Deficiência

Leia mais

REGULAMENTOS. Jornal Oficial da União Europeia L 343/1. (Actos aprovados ao abrigo dos Tratados CE/Euratom cuja publicação é obrigatória)

REGULAMENTOS. Jornal Oficial da União Europeia L 343/1. (Actos aprovados ao abrigo dos Tratados CE/Euratom cuja publicação é obrigatória) 22.12.2009 Jornal Oficial da União Europeia L 343/1 I (Actos aprovados ao abrigo dos Tratados CE/Euratom cuja publicação é obrigatória) REGULAMENTOS REGULAMENTO (CE) N. o 1224/2009 do Conselho de 20 de

Leia mais

Considerando que o Acordo entrou em vigor, no plano jurídico externo, para a República Federativa do Brasil em 23 de abril de 2008;

Considerando que o Acordo entrou em vigor, no plano jurídico externo, para a República Federativa do Brasil em 23 de abril de 2008; DECRETO No 7.552, DE 12 DE AGOSTO DE 2011 Promulga o Acordo de Estabelecimento da Rede Internacional de Centros para Astrofísica Relativística - ICRANET e seu Estatuto, assinados em 21 de setembro de 2005.

Leia mais

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições

Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições 2008R1234 PT 02.11.2012 001.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições B REGULAMENTO (CE) N. o 1234/2008 DA COMISSÃO de 24 de Novembro de 2008 relativo

Leia mais

Secretariado do Conselho de Ministros

Secretariado do Conselho de Ministros Secretariado do Conselho de Ministros Decreto Lei n.º 8/01 de 31 de Agosto Diário da República I Série N.º 40, 31 de Agosto de 001 Considerando que o estatuto orgânico do Secretariado do Conselho de Ministros,

Leia mais

Decreto n.º 28/88 de 6 de Setembro Protocolo à Convenção Relativa ao Contrato de Transporte Internacional de Mercadorias por Estrada

Decreto n.º 28/88 de 6 de Setembro Protocolo à Convenção Relativa ao Contrato de Transporte Internacional de Mercadorias por Estrada Decreto n.º 28/88 de 6 de Setembro Protocolo à Convenção Relativa ao Contrato de Transporte Internacional de Mercadorias por Estrada Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º da Constituição, o

Leia mais

CONVENÇAO EUROPEIA SOBRE O EXERCÍCIO DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS

CONVENÇAO EUROPEIA SOBRE O EXERCÍCIO DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS CONVENÇAO EUROPEIA SOBRE O EXERCÍCIO DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS Preâmbulo Os Estados-membros do Conselho da Europa, bem como os outros Estados signatários da presente Convenção, Considerando que o objetivo

Leia mais

Proposta de REGULAMENTO (UE) N.º /2010 DO CONSELHO. que impõe medidas restritivas contra o Irão e revoga o Regulamento (CE) n.

Proposta de REGULAMENTO (UE) N.º /2010 DO CONSELHO. que impõe medidas restritivas contra o Irão e revoga o Regulamento (CE) n. PT PT PT COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 31.8.2010 COM(2010) 459 final 2010/0240 (NLE) Proposta de REGULAMENTO (UE) N.º /2010 DO CONSELHO que impõe medidas restritivas contra o Irão e revoga o Regulamento

Leia mais

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos

Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Regulamento da CMVM n.º 9/2007 Comercialização Pública de Contratos Relativos ao Investimento em Bens Corpóreos Ao abrigo do disposto no n.º 5 do artigo 9.º, no n.º 2 do artigo 10.º, nos artigos 11.º e

Leia mais

Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES

Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES LEGAL FLASH I ANGOLA Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES 2 LEGISLAÇÃO EM DESTAQUE 5 SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

Leia mais

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E BELIZE SOBRE TROCA DE INFORMAÇÕES EM MATÉRIA FISCAL

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E BELIZE SOBRE TROCA DE INFORMAÇÕES EM MATÉRIA FISCAL ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E BELIZE SOBRE TROCA DE INFORMAÇÕES EM MATÉRIA FISCAL A República Portuguesa e Belize a seguir designadas por as Partes, Desejando facilitar a troca de informações em

Leia mais

MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR

MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR MINUTA DE CONTRATO DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS A PESSOAS COLECTIVAS PRIVADAS SEM FINS LUCRATIVOS PROGRAMA MODELAR Entre O Primeiro Outorgante, A Administração Regional de Saúde de. IP, adiante

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 133 13 de Julho de 2009 4449. (CNC), anexo ao presente decreto -lei e que dele faz parte integrante. Artigo 2.

Diário da República, 1.ª série N.º 133 13 de Julho de 2009 4449. (CNC), anexo ao presente decreto -lei e que dele faz parte integrante. Artigo 2. Diário da República, 1.ª série N.º 133 13 de Julho de 2009 4449 Decreto-Lei n.º 160/2009 de 13 de Julho Com a aprovação de um novo Sistema de Normalização Contabilística, inspirado nas normas internacionais

Leia mais

Avisos do Banco de Portugal. Aviso nº 2/2007

Avisos do Banco de Portugal. Aviso nº 2/2007 Avisos do Banco de Portugal Aviso nº 2/2007 O Aviso do Banco de Portugal nº 11/2005, de 13 de Julho, procedeu à alteração e sistematização dos requisitos necessários à abertura de contas de depósito bancário,

Leia mais

Junta de Freguesia de Ançã

Junta de Freguesia de Ançã REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIOS ÀS ACTIVIDADES DAS ASSOCIAÇÕES DESPORTIVAS, RECREATIVAS E CULTURAIS DA FREGUESIA DE ANÇÃ A importância do associativismo para o desenvolvimento harmonioso da freguesia

Leia mais

PROPOSTA DE LEI N.º 58/X. Exposição de Motivos

PROPOSTA DE LEI N.º 58/X. Exposição de Motivos PROPOSTA DE LEI N.º 58/X Exposição de Motivos Portugal é parte da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, assinada em 10 de Dezembro de 1982, e do Acordo Relativo à Aplicação da Parte XI da

Leia mais

MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL

MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL MUNICÍPIO DO BARREIRO ASSEMBLEIA MUNICIPAL EDITAL Nº 11/10 - - - Frederico Fernandes Pereira, Presidente da Assembleia Municipal do Barreiro, torna pública que, por deliberação deste órgão autárquico na

Leia mais

Estatuto da Agência Internacional da Energia Renovável

Estatuto da Agência Internacional da Energia Renovável Estatuto da Agência Internacional da Energia Renovável As Partes deste Estatuto, desejando promover a difusão e a crescente utilização da energia renovável com vista ao desenvolvimento sustentável, inspiradas

Leia mais

CONVENÇÃO SOBRE O ESTATUTO DOS APÁTRIDAS

CONVENÇÃO SOBRE O ESTATUTO DOS APÁTRIDAS CONVENÇÃO SOBRE O ESTATUTO DOS APÁTRIDAS Aprovada em Nova Iorque, em 28 de Setembro de 1954 Entrada em vigor: 6 de Junho de 1960, em conformidade com o artigo 39.º As Altas Partes Contratantes, PREÂMBULO

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 671/X. Altera o Código da Estrada e o Código do Imposto sobre Veículos. Exposição de Motivos

PROJECTO DE LEI N.º 671/X. Altera o Código da Estrada e o Código do Imposto sobre Veículos. Exposição de Motivos Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 671/X Altera o Código da Estrada e o Código do Imposto sobre Veículos Exposição de Motivos O Bloco de Esquerda pretende, com o presente Projecto de Lei, promover medidas

Leia mais

EDITAL (Nº.31/09. Francisco José Caldeira Duarte, Presidente da Câmara Municipal de Castro Verde: REGIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE CASTRO VERDE

EDITAL (Nº.31/09. Francisco José Caldeira Duarte, Presidente da Câmara Municipal de Castro Verde: REGIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE CASTRO VERDE EDITAL (Nº.31/09 Francisco José Caldeira Duarte, Presidente da Câmara Municipal de Castro Verde: Torna público que, em reunião do executivo realizada no dia 11 de Novembro do ano corrente, foi aprovado

Leia mais

DIRECTIVA 2002/30/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

DIRECTIVA 2002/30/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO L 85/40 DIRECTIVA 2002/30/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 26 de Março de 2002 relativa ao estabelecimento de regras e procedimentos para a introdução de restrições de operação relacionadascom

Leia mais

Orientações sobre o tratamento de dados dos documentos de identificação dos titulares de cartão de pagamento por parte das firmas comerciais

Orientações sobre o tratamento de dados dos documentos de identificação dos titulares de cartão de pagamento por parte das firmas comerciais Orientações sobre o tratamento de dados dos documentos de identificação dos titulares de cartão de pagamento por parte das firmas comerciais Muitas firmas comerciais de Macau solicitam o fornecimento de

Leia mais

INSTITUTO GEOGRÁFICO PORTUGUÊS

INSTITUTO GEOGRÁFICO PORTUGUÊS MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL INSTITUTO GEOGRÁFICO PORTUGUÊS CONDIÇÕES E DOCUMENTAÇÃO PARA REQUERER CONCESSÃO / RENOVAÇÃO DE ALVARÁ PARA O EXERCÍCIO

Leia mais

REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO

REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO REGULAMENTO DO COLÉGIO DA ESPECIALIDADE DE URBANISMO PREÂMBULO CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objecto Artigo 2.º Princípios Artigo 3.º Finalidades Artigo 4.º Atribuições Artigo 5.º Relações

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição REGULAMENTO DA COMISSÃO DE AUDITORIA BANCO ESPÍRITO SANTO, S. A. Artigo 1.º Composição 1. A Comissão de Auditoria do Banco Espírito Santo (BES) (Comissão de Auditoria ou Comissão) é composta por um mínimo

Leia mais

OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO

OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO OS DIREITOS DOS PASSAGEIROS DE TRANSPORTE AÉREO Dia 17 de Fevereiro entrou em vigor o Regulamento (CE) n.º 261/2004, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de Fevereiro de 2004, que estabelece regras

Leia mais

BOLSAS DE FINANCIAMENTO A PROJECTOS DE APOIO A DOENTES REGULAMENTO. Artigo 1º (Objecto)

BOLSAS DE FINANCIAMENTO A PROJECTOS DE APOIO A DOENTES REGULAMENTO. Artigo 1º (Objecto) BOLSAS DE FINANCIAMENTO A PROJECTOS DE APOIO A DOENTES REGULAMENTO Artigo 1º (Objecto) 1. A ROCHE concederá 5 Bolsas a projectos que visem a dinamização de iniciativas por parte das Associações de Doentes

Leia mais

ACORDO SOBRE A SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO ENTRE OS ESTADOS PARTE DO TRATADO DO ATLÂNTICO NORTE

ACORDO SOBRE A SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO ENTRE OS ESTADOS PARTE DO TRATADO DO ATLÂNTICO NORTE Resolução da Assembleia da República n.º 15/2000 Acordo sobre a Segurança da Informação entre os Estados Parte do Tratado do Atlântico Norte, concluído em Bruxelas em 6 de Março de 1997 Aprova, para ratificação,

Leia mais

ESCOLA DE CONDUÇÃO INVICTA (Fases do Processo de Contra-Ordenações)

ESCOLA DE CONDUÇÃO INVICTA (Fases do Processo de Contra-Ordenações) FASES DO PROCESSO DE CONTRA ORDENAÇÕES Auto de Notícia Menciona os factos constitutivos da infracção, o dia, a hora, o local e as circunstâncias desta. É levantado pelo agente de autoridade. Notificação

Leia mais

TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES 1

TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES 1 Os Estados contratantes, TRATADO DE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE PATENTES 1 Desejosos de contribuir para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia, Desejosos de aperfeiçoar a proteção legal das invenções,

Leia mais

4.1. A verba máxima disponível por projecto será de 200.000 Euros. A ajuda solicitada poderá ser aplicada para financiar pessoal, aquisição de

4.1. A verba máxima disponível por projecto será de 200.000 Euros. A ajuda solicitada poderá ser aplicada para financiar pessoal, aquisição de Bases reguladoras para a concessão das ajudas destinadas a dar apoio à valorização de projectos de investigação ao abrigo da Rede Universitária Iberoamericana de Incubação de Empresas (RedEmprendia) Em

Leia mais

Délia Falcão. 11 de Janeiro 2012

Délia Falcão. 11 de Janeiro 2012 11 de Janeiro 2012 REGIME JURÍDICO DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL CONTINUA NO CÓDIGO DE TRABALHO (Lei 7/2009 de 12 de Fevereiro) DEVERES DO ESTADO EM MATÉRIA DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL: 1. Formação /qualificação

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL. LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE PARLAMENTO NACIONAL LEI N. 4 /2005 de 7 de Julho Lei do Investimento Nacional Cabe ao Estado estabelecer as políticas necessárias para melhorar o desenvolvimento económico

Leia mais

Decreto-Lei n.º 478/99, de 9 de Novembro

Decreto-Lei n.º 478/99, de 9 de Novembro Decreto-Lei n.º 478/99, de 9 de Novembro Objecto... 2 Entidades competentes para a formação dos navegadores de recreio e para a realização dos respectivos exames... 2 Credenciação das entidades formadoras...

Leia mais

Profissão de advogado na União Européia. Directiva 98/5/CE 08-05-2002

Profissão de advogado na União Européia. Directiva 98/5/CE 08-05-2002 Profissão de advogado na União Européia Directiva 98/5/CE 08-05-2002 tendente a facilitar o exercício permanente da profissão de advogado num Estado-membro diferente daquele em que foi adquirida a qua

Leia mais

6/2006 1978 1973 (MARPOL

6/2006 1978 1973 (MARPOL Decreto n.º 6/2006 Aprova as emendas ao Protocolo de 1978 da Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição por Navios, 1973 (MARPOL 73/78), adoptadas pela Resolução MEPC 115(51) da Organização Marítima

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Diário da República, 1. a série 4765 da CPLP, incluindo a República de Angola, tenham depositado na sede da CPLP, junto ao seu Secretariado Executivo, os respectivos instrumentos de ratificação ou documentos

Leia mais

JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010

JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010 I Série Sumário SECRETARIAREGIONAL DO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS Portaria n.º 61/2010 Aprova o Regulamento de Aplicação

Leia mais

Resolução da Assembleia da República n.º 56/94 Convenção n.º 171 da Organização Internacional do Trabalho, relativa ao trabalho nocturno

Resolução da Assembleia da República n.º 56/94 Convenção n.º 171 da Organização Internacional do Trabalho, relativa ao trabalho nocturno Resolução da Assembleia da República n.º 56/94 Convenção n.º 171 da Organização Internacional do Trabalho, relativa ao trabalho nocturno Aprova, para ratificação, a Convenção n.º 171 da Organização Internacional

Leia mais

Regulamento Financeiro do Partido Social Democrata (Aprovado na Comissão Política Nacional de 11.12.2006)

Regulamento Financeiro do Partido Social Democrata (Aprovado na Comissão Política Nacional de 11.12.2006) Regulamento Financeiro do Partido Social Democrata (Aprovado na Comissão Política Nacional de 11.12.2006) PREÂMBULO O presente regulamento define as normas relacionadas com a actividade financeira a observar

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS GABINETE DA MINISTRA. Diploma Ministerial Nº 5/2009, De 30 de Abril

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS GABINETE DA MINISTRA. Diploma Ministerial Nº 5/2009, De 30 de Abril REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR LESTE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS GABINETE DA MINISTRA Diploma Ministerial Nº 5/2009, De 30 de Abril Estatuto Orgânico da Direcção de Eficácia da Assistência Externa O Estatuto

Leia mais

Versão Consolidada. Portaria n.º 482/2009, de 6 de Maio

Versão Consolidada. Portaria n.º 482/2009, de 6 de Maio Portaria n.º 482/2009, de 6 de Maio O Regulamento (CE) n.º 1698/2005, do Conselho, de 20 de Setembro, relativo ao apoio ao desenvolvimento rural pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER),

Leia mais

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.)

Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) Regulamento dos Estágios de Formação do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) É atribuição do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, I. P. (INSA, I. P.) no sector da

Leia mais

COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO

COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO relativa a um procedimento simplificado de tratamento de certas operações de concentração nos termos do Regulamento (CEE) n 4064/89 do Conselho (Texto relevante para efeitos do

Leia mais

REGIME JURÍDICO DA QUALIDADE E SEGURANÇA RELATIVA AO TRATAMENTO DE TECIDOS E CÉLULAS ORIGEM HUMANA

REGIME JURÍDICO DA QUALIDADE E SEGURANÇA RELATIVA AO TRATAMENTO DE TECIDOS E CÉLULAS ORIGEM HUMANA Lei n.º 12/2009, de 26 de Março REGIME JURÍDICO DA QUALIDADE E SEGURANÇA RELATIVA AO TRATAMENTO DE TECIDOS E CÉLULAS ORIGEM HUMANA (versão actualizada) SUMÁRIO Estabelece o regime jurídico da qualidade

Leia mais

Diário da República, 1.ª série N.º 66 3 de Abril de 2009 2121

Diário da República, 1.ª série N.º 66 3 de Abril de 2009 2121 Diário da República, 1.ª série N.º 66 3 de Abril de 2009 2121 Portaria n.º 346/2009 O Regulamento (CE) n.º 1698/2005, do Conselho, de 20 de Setembro, relativo ao apoio ao desenvolvimento rural pelo Fundo

Leia mais

Segurança e saúde no trabalho

Segurança e saúde no trabalho Segurança e saúde no trabalho A empresa tem a responsabilidade legal de assegurar que os trabalhadores prestam trabalho em condições que respeitem a sua segurança e a sua saúde. A empresa está obrigada

Leia mais

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

Legislação MINISTÉRIO DAS FINANÇAS Diploma Decreto-Lei n.º 62/2005 11/03 Estado: Vigente Legislação Resumo: Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/48/CE, do Conselho, de 3 de Junho, relativa à tributação dos rendimentos

Leia mais

澳 門 金 融 管 理 局 AUTORIDADE MONETÁRIA DE MACAU

澳 門 金 融 管 理 局 AUTORIDADE MONETÁRIA DE MACAU DIRECTIVA CONTRA O BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS E O FINANCIAMENTO DO TERRORISMO SOBRE TRANSACÇÕES EM NUMERÁRIO 1. INTRODUÇÃO 1.1 Esta Directiva contra o branqueamento de capitais e o financiamento do terrorismo

Leia mais

ACORDO ADMINISTRATIVO RELATIVO À APLICAÇÃO DA CONVENÇÃO SOBRE SEGURANÇA SOCIAL ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DO CHILE

ACORDO ADMINISTRATIVO RELATIVO À APLICAÇÃO DA CONVENÇÃO SOBRE SEGURANÇA SOCIAL ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DO CHILE Decreto n.º 57/99 Acordo Administrativo Relativo à Aplicação da Convenção sobre Segurança Social entre a República Portuguesa e a República do Chile, assinado em Lisboa em 25 de Março de 1999 Nos termos

Leia mais

INSTRUTIVO N.º02/2015 de 14 de Janeiro

INSTRUTIVO N.º02/2015 de 14 de Janeiro INSTRUTIVO N.º02/2015 de 14 de Janeiro ASSUNTO: METODOLOGIAS PARA A CONSTITUIÇÃO DE PROVISÕES Havendo necessidade de se estabelecerem as metodologias que podem ser utilizadas na definição dos montantes

Leia mais

Promulga a Convenção Internacional sobre Preparo, Resposta e Cooperação em Caso de Poluição por Óleo, assinada em Londres, em 30 de novembro de 1990

Promulga a Convenção Internacional sobre Preparo, Resposta e Cooperação em Caso de Poluição por Óleo, assinada em Londres, em 30 de novembro de 1990 Página 1 DECRETO Nº 2.870, de 10 de dezembro de 1998 Promulga a Convenção Internacional sobre Preparo, Resposta e Cooperação em Caso de Poluição por Óleo, assinada em Londres, em 30 de novembro de 1990

Leia mais

CAPÍTULO I. Objectivos e Definição. Artigo 1º. Objectivos

CAPÍTULO I. Objectivos e Definição. Artigo 1º. Objectivos REGULAMENTO DA DISCIPLINA DE ESTÁGIO INTEGRADO EM CONTABILIDADE LICENCIATURA EM GESTÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR CAPÍTULO I Objectivos e Definição Artigo 1º

Leia mais

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES

MINISTÉRIO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES DESPACHO Encontra-se previsto no Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) para 2010 o projecto da responsabilidade do Instituto da Mobilidade e dos Transportes

Leia mais

Política de Subcontratação

Política de Subcontratação 1. Introdução O presente documento define a Política de Subcontratação adoptada pelo Banco Espírito Santo de Investimento, S.A. ( BES Investimento ou Banco ). A Política de Subcontratação baseia-se na

Leia mais

Convenção Universal sobre Direito de Autor, revista em Paris a 24 de Julho de 1971

Convenção Universal sobre Direito de Autor, revista em Paris a 24 de Julho de 1971 Convenção Universal sobre Direito de Autor, revista em Paris a 24 de Julho de 1971 Os Estados Contratantes, animados pelo desejo de assegurar, em todos os países, a protecção dos direitos dos autores sobre

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: alínea c) do n.º 1 do artigo 18.º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: alínea c) do n.º 1 do artigo 18.º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA alínea c) do n.º 1 do artigo 18.º Operações imobiliárias - Aplicação do modelo contratual de "Office Centre" Processo: nº 3778, despacho do SDG dos Impostos,

Leia mais

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA

REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA REGULAMENTO DA AGMVM N.º 3/2012 NORMALIZAÇÃO DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA A informação de natureza económico-financeira exige o controlo e a revisão por parte de entidades idóneas, independentes e isentas.

Leia mais

3. A autonomia político-administrativa regional não afecta a integridade da soberania do Estado e exerce-se no quadro da Constituição.

3. A autonomia político-administrativa regional não afecta a integridade da soberania do Estado e exerce-se no quadro da Constituição. TÍTULO VII - Regiões autónomas Artigo 225.º (Regime político-administrativo dos Açores e da Madeira) 1. O regime político-administrativo próprio dos arquipélagos dos Açores e da Madeira fundamenta-se nas

Leia mais