ESTATUTO SOCIAL CONSOLIDADO DA ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS BANCO POPULAR DA MULHER

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTATUTO SOCIAL CONSOLIDADO DA ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS BANCO POPULAR DA MULHER"

Transcrição

1 ESTATUTO SOCIAL CONSOLIDADO DA ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS BANCO POPULAR DA MULHER Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO, PÚBLICO ALVO, PRINCÍPIOS, OBJETIVOS, PATRIMÔNIO E ÂMBITO DE ATUAÇÃO Art. 1º Fica constituída a associação civil, sem fins lucrativos, denominada ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, com sede e foro na cidade de Campinas, à Avenida Campos Sales, 427, Centro, CEP , Estado de São Paulo, que se regerá pelo disposto neste Estatuto e pela legislação em vigor, em especial, a Lei 9.790/99. Parágrafo Único Para facilitar a identificação da entidade, desde que autorizada pela Assembléia Geral dos Associados, fica facultada a utilização de nomes de projetos específicos como nomes de fantasia, mas sempre conjuntamente com o nome social da entidade. Art. 2º O período de duração da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS é indeterminado, ressalvadas as situações previstas neste estatuto. Art. 3 o A ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS tem como público alvo: as pessoas físicas de baixa renda, inclusive para primeiros negócios, os microempreendedores, os empreendimentos econômicos solidários, cooperativas, associações, pessoas físicas ou jurídicas de baixa renda, que exerçam atividades produtivas formais ou informais geradoras de renda e de ocupação com dificuldades de acesso às operações tradicionais de crédito, instalados no Município de Campinas. Art. 4º - A ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS tem como princípios: I - Administrar com base nos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, economicidade, eficiência, transparência e sem qualquer tipo de discriminação em virtude de raça, credo, cor, gênero ou religião; II - Incentivar as atividades desenvolvidas por jovens, mulheres e portadores de necessidades especiais e os demais excluídos do mercado de trabalho; III Incentivar o associativismo e o cooperativismo, baseado nos princípios da Economia Solidária; IV - Desenvolver programas de treinamento, incubar empreendimentos econômicos solidários, criar e instituir incubadoras, capacitar as pequenas e micro empresas, empreendimentos econômicos solidários, cooperativas, associações e empreendedores, por meio de prestação de assessoria técnica, parcerias com entidades públicas ou privadas, bem como o incentivo a seu público alvo para que participe de atividades e programas de capacitação técnica e gerencial a fim de manter, sustentar e promover seu negócio. Parágrafo Único. Os serviços da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS serão prestados de forma ágil e desburocratizada, a fim de facilitar o acesso de seu público alvo. Art. 5º A ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS tem como objetivos: I - propiciar o acesso ao crédito às pessoas físicas de baixa renda e às pequenas e micro empresas e empreendedores, associados ou não, formais ou informais, a fim de promover geração de renda e criação de empregos, bem como fomentar a constituição e consolidação de pequenos,

2 microempreendedores e empreendimentos econômicos solidários instalados no Município, integrando o exercício das atividades informais ao processo produtivo regular; II - produzir pesquisas relacionadas aos objetivos previstos neste artigo e estudos relativos ao mercado de trabalho brasileiro e às políticas públicas na área de geração de emprego e renda. III - proporcionar consultorias técnicas a outras instituições que possuam os mesmos objetivos, no País ou no exterior. IV - promover a capacitação de pequenos, micro empreendedores, empreendimentos econômicos solidários, cooperativas e associações através do oferecimento de cursos de formação e de assessoria técnica. V - promover o desenvolvimento de metodologias de incubação, de formação de redes e de arranjos produtivos de micro, pequenas empresas e empreendimentos econômicos solidários. VI - incubar empreendimentos econômicos solidários, criar e instituir incubadoras. Parágrafo Único. Para a consecução de seus objetivos, a ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS poderá celebrar contratos, convênios ou termos de parceria, contrair empréstimos, bem como praticar outros atos e negociações com organismos e entidades nacionais, estrangeiras e internacionais, públicas ou privadas, necessários ou convenientes para o pleno cumprimento de seus objetivos. Art. 6º O patrimônio da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS será a qualquer tempo seu patrimônio líquido ajustado, constituído de bens móveis, imóveis, títulos, valores e direitos a ele pertencentes. Parágrafo Único. O patrimônio da Associação é de sua exclusiva propriedade, não pertencendo a qualquer de seus membros. Art. 7º O fundo financeiro da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, por meio do qual serão concedidos os créditos, será constituído pelo aporte de capital de seus associados, doações e auxílios recebidos, do produto de empréstimos porventura contratados, de aplicações financeiras dos seus próprios recursos, dos juros e outros rendimentos eventuais, de amortizações de empréstimos concedidos e de aplicações realizadas com recursos oriundos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES, destinando-se exclusivamente à concessão de créditos e cobertura dos demais custos e das demais despesas necessárias à execução de seus objetivos. Parágrafo Único. Os recursos que comporão o fundo financeiro em nenhuma hipótese virão da captação de recursos do público, assim entendida a captação de poupança direta da população. Art. 8º Em caso de desvirtuamento dos objetivos da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, os associados poderão dela retirar-se, promovendo o levantamento dos recursos por eles, associados retirantes aportados, corrigidos pelos juros da poupança, a partir da data do aporte, depois de excluído o rateio das despesas efetuada no período. Parágrafo Único. Em caso de desinteresse das entidades associadas da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS na composição societária, é vedado promover o levantamento dos recursos aportados, exceto nos casos previstos neste estatuto. Art. 9º A área de atuação da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS será o Município de Campinas.

3 Capítulo II DOS ASSOCIADOS Art. 10 A ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS terá as seguintes categorias de associados: I Fundadores, que serão as pessoas jurídicas participantes do ato de instituição da entidade e que subscreverem a ata de constituição. II Ordinários, admitidos na Associação sob a forma prevista neste Estatuto. Art. 11 O número de associados da entidade é ilimitado, sendo requisitos à admissão no quadro social, concomitantemente: I ser pessoa jurídica; II realizar o aporte mínimo de capital ou recursos equivalentes, conforme artigo 15; III ser indicado por qualquer associado e aceito pela Assembléia Geral da Entidade. Art. 12 Os associados da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS terão os seguintes direitos: I Participar, com direito a voz e a voto, das Assembléias Gerais; II Votar e ser votado para cargos do Conselho de Administração e homologar os nomes para o Conselho Fiscal, conforme artigo 27; III Vetar as alterações estatutárias relativas à finalidade precípua da entidade. Art. 13 É dever dos associados da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS zelar pela observância dos princípios e preceitos, objetivos e pela boa imagem da Entidade, cumprindo e fazendo cumprir as presentes disposições estatutárias. 1º Além do disposto no caput deste artigo, deverão os associados contribuir para a difusão de seu objeto e de seus objetivos perante a sociedade. 2º A inobservância ou o descumprimento dos deveres ensejará penalidades a serem definidas em regulamento próprio. Art. 14 Os associados e seus respectivos representantes no Conselho de Administração não responderão, civil, solidária e nem subsidiariamente, pelas obrigações e compromissos assumidos pela ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, ressalvando-se os atos que extrapolem suas funções estatutárias. Art O valor do aporte de cada associado será aprovado e definido pela Assembléia Geral de Associados, podendo ser alterado em função das necessidades e conveniências da entidade. Capítulo III DOS ÓRGÃOS DA ASSOCIAÇÃO Art. 16 São órgãos da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS: I Assembléia Geral dos Associados; II Conselho de Administração; III Conselho Fiscal Parágrafo Único. A Instituição pode remunerar seus dirigentes que efetivamente atuam na gestão executiva, respeitados os valores praticados pelo mercado na região onde exerce suas atividades.

4 SEÇÃO I - DAS ASSEMBLÉIAS GERAIS Art. 17 A Assembléia Geral é o órgão máximo de deliberação da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS Art. 18 A Assembléia Geral será constituída pelo conjunto dos associados da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, sendo que os associados terão representantes com direito a voto, sendo que cada associado terá um ou mais representantes com direito a voto, como segue: I)03 (três) representantes para a Prefeitura Municipal de Campinas, que terão direito a 03 (três) votos na Assembléia Geral; II)01 (um) representante para o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Campinas e Região, que terá direito a um voto na Assembléia Geral; III)01 (um) representante para o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Energia Elétrica de Campinas, que terá direito a um voto na Assembléia Geral; IV)01 (um) representante para o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Destilação e Refinação de Petróleo de Campinas e Paulínia, que terá direito a um voto na Assembléia Geral; V)01 (um) representante para o Sindicato dos Trabalhadores da UNICAMP, que terá direito a um voto na Assembléia Geral; VI)01 (um) representante para o Sindicato dos Trabalhadores na Economia Informal de Campinas, que terá direito a um voto na Assembléia Geral; 1 A entrada de novos associados implicará a inclusão de seu representante entre os votantes em Assembléia Geral; 2 Será indicado, pelos respectivos associados, um suplente para cada representante, responsável por substituí-lo em ausências ou impedimentos. Art. 19 As reuniões da Assembléia Geral da Associação serão presididas por um membro eleito entre os representantes dos associados presentes, com direito a voto, o qual escolherá um Secretário para o exercício das funções inerentes a este cargo. Art. 20 São funções privativas da Assembléia Geral: I Aprovar os Estatutos, bem como eventuais propostas de alterações; II Estabelecer as diretrizes gerais das atividades da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS; III Eleger e destituir os membros do Conselho de Administração e seus suplentes; IV Examinar e aprovar os balanços anuais de cada exercício; V Aprovar os orçamentos, gastos e investimentos para o exercício seguinte; VI Eleger e homologar os nomes indicados para o Conselho Fiscal; VII Aprovar as indicações, feitas pelos associados, de entidades notoriamente reconhecidos/as por sua atuação independente e sem finalidade lucrativa no interesse da sociedade, enquanto convidadas, para compor o Conselho de Administração e/ou Conselho Fiscal; VIII Apreciar os recursos de decisões de outros órgãos da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS; IX Decidir sobre a dissolução da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, segundo os procedimentos estabelecidos no Estatuto e legislação em vigor; X Resolver os casos omissos neste Estatuto; XI Aprovar o ingresso de novos associados na ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS mediante voto favorável de metade mais um de seus integrantes.

5 Art. 21 A Assembléia Geral reunir-se-á ordinariamente por convocação do Presidente do Conselho de Administração ou, extraordinariamente, por sua convocação, ou por no mínimo de 1/5 (hum quinto) dos associados. Art. 22 A Assembléia Geral reunir-se-á ordinariamente até 30 de abril de cada ano para apreciar o relatório das atividades do ano anterior, bem como para analisar e deliberar sobre as contas da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, elaboradas pela Gerência Executiva e apresentadas pelo Conselho de Administração, após respectivo parecer do Conselho Fiscal, devendo esta prestação de contas observar, no mínimo: I.- Os princípios fundamentais da contabilidade e das Normas Brasileiras de Contabilidade; II.- A publicidade por qualquer meio eficaz, no encerramento do exercício fiscal do relatório das atividades e das demonstrações financeiras da entidade, incluindo-se as certidões negativas de débitos junto ao INSS e ao FGTS, colocando-os a disposição para exame de qualquer cidadão; III.- A realização de auditoria, inclusive por auditores externos independentes da aplicação dos eventuais recursos objeto do Termo de Parceria, conforme previsto em regulamento a ser aprovado nos termos e nos casos previstos no art. 4º inciso VII, c da Lei 9.790/99 e art. 19 e parágrafos do Decreto Lei de 30 de junho de 1.999; IV.- A prestação de contas de todos os recursos e bens de origem pública recebidos pela Associação será feita conforme determina o parágrafo único do Artigo 70 da Constituição Federal. 1º Na reunião de que trata o caput, a Assembléia deverá apreciar o Plano de Trabalho e aprovar o orçamento bem como todos os gastos em investimentos para o ano seguinte, elaborados pela Gerência Executiva e apresentados pelo Conselho de Administração. 2º Durante o período que antecede a reunião ordinária da Assembléia Geral que deliberará acerca do plano de trabalho e orçamento, gastos e investimentos, a ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS operará com a preliminar aprovação do Conselho de Administração. Art. 23 A convocação para as reuniões será feita com declaração de recebimento, para cada um dos associados, contendo a ordem do dia, e deverá ser entregue comprovadamente por algum meio idôneo com a antecedência mínima de 08 (oito) dias contados da data da realização do evento. Parágrafo Único. Nos casos de urgência, mantêm-se a obrigatoriedade da declaração de recebimento, para cada um dos associados, porém, o prazo acima estipulado poderá deixar de ser observado, com a própria Assembléia Geral analisando a ocorrência ou não da situação ensejadora desse expediente excepcional, decidindo assim pela validade ou não da Assembléia Geral. Art. 24 As Assembléias Gerais instalar-se-ão, em primeira chamada, com a presença da metade mais um dos representantes dos associados da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS e em segunda chamada, após 1 hora, com qualquer número de presentes, com as decisões sendo tomadas por maioria simples dos votos. Parágrafo Único. Para fins de aprovação do previsto nos itens I, III, VIII, IX do artigo 20, serão exigidos, no mínimo, 3/4 de votos favoráveis dos presentes em segunda convocação que deverá contar com a presença de pelo menos 1/3 dos associados em dia com suas obrigações associativas. Art. 25 O Secretário da Assembléia Geral, lavrará ata das reuniões em livro próprio, que registrará as decisões tomadas e que deverá ser assinada pelo presidente, pelo secretário e pelos membros da diretoria executiva presentes, arquivando-se em pasta própria à disposição dos associados para verificação a lista de presença com a assinatura dos associados presentes.

6 SEÇÃO II DO CONSELHO FISCAL Art. 26 O Conselho Fiscal é o órgão de controle da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS. Art. 27 O Conselho Fiscal será composto por 5 (cinco) titulares e igual número de suplentes indicados por entidades que fazem parte da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS e eleitos pela Assembléia Geral dos Associados. Parágrafo Único O mandato dos membros do Conselho Fiscal será de dois anos, podendo ocorrer uma recondução e não será remunerado. Art. 28 Para auxiliar o Conselho Fiscal serão contratados, pelo menos uma vez por ano, auditorias externas independentes, que analisarão a regularidade e o funcionamento de suas operações. Art. 29 Compete ao Conselho Fiscal, pelo menos uma vez por ano e sempre que entender conveniente: I Examinar relatórios de desempenho financeiro e contábil, operações patrimoniais realizadas e demais documentos da associação, emitindo parecer que será anexado ao relatório do Conselho de Administração; II Manifestar-se em todas as situações assim determinadas por este Estatuto Social, em especial ao consagrado no Artigo 40, inciso III deste Estatuto; SEÇÃO III DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Art. 30 O Conselho de Administração é o órgão superior de administração da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS Art. 31 O Conselho de Administração será constituído de acordo com os seguintes critérios: I. representantes dos associados fundadores, conforme estabelecido no artigo 18; II.representantes de entidades, notoriamente reconhecidas por sua atuação independente e sem finalidade lucrativa, que atuem no interesse da sociedade, conforme inciso VII do artigo 20 e de acordo com o regimento interno da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, III.O Conselho de Administração será constituído de no máximo 13 (treze) no mínimo 5 (cinco) membros. Art. 32 Os membros do Conselho de Administração não serão remunerados pelo comparecimento ás reuniões do colegiado podendo apenas e tão simplesmente receber reembolso com despesas devidamente comprovadas despendidas para o efetivo exercício da função. Parágrafo Único. O mandato dos membros do Conselho de Administração será de dois anos, permitida a recondução. Art. 33 O Conselho de Administração elegerá a diretoria executiva que será composta por três membros, sendo um o presidente da entidade e os dois outros respectivamente primeiro vicepresidente e segundo vice-presidente, para um mandato de dois anos, permitida a recondução. 1º É permitida a participação de servidor público no Conselho de Administração, vedada a participação na diretoria executiva. 2º Nas ausências e impedimentos do Presidente assumirá o primeiro vice-presidente, e na sua impossibilidade assumirá o segundo vice-presidente.

7 3º Em caso de vacância de qualquer dos cargos a diretoria executiva, por falecimento, pedido de exoneração do cargo ou por impedimento de natureza permanente, deverá ser convocada assembléia geral extraordinária em um prazo não superior a trinta dias contados da efetivação da vacância do cargo. Art. 34 Quando do afastamento injustificado por mais de 3 (três) convocatórias seguidas ou 5 (cinco) intercaladas para as atividades da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, o representante da entidade componente do Conselho de Administração será automaticamente substituído pelo seu suplente, salvo em caso de justificativa aprovada pela Assembléia Geral da entidade. Art. 35 Compete ao Conselho de Administração: I Cumprir e fazer cumprir o presente Estatuto e as deliberações das Assembléias Gerais; II Adotar práticas necessárias e suficientes a coibir a obtenção, de forma individual ou coletiva, de benefícios ou vantagens pessoais, em decorrência da participação de associados no processo decisório; III Definir a política geral e as estratégias da Instituição, em consonância com as diretrizes estabelecidas pela Assembléia Geral dos Associados; IV Aprovar a criação, bem como atribuições, remunerações e extinção, dos cargos necessários para o bom funcionamento da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS; V Aprovar o Regimento Interno da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, bem como os demais regulamentos referentes ás políticas desenvolvidas pela Associação; VI Dar posse ao Presidente e contratar os membros da Gerência Executiva, bem como detalhar a competência e a estrutura desta gerência da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS; VII Conhecer e manifestar-se sobre os balancetes semestrais e sobre o balanço anual da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, a partir do respectivo parecer do Conselho Fiscal, remetendo-os, logo após, para deliberação da Assembléia Geral; VIII Apresentar à Assembléia Geral o Plano de Trabalho para o ano seguinte e o Relatório Anual da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS e as contas de receitas e despesas, com o prévio parecer do Conselho Fiscal; IX Aprovar, previamente, contratos, acordos e empréstimos a serem contraídos com outras instituições públicas ou privadas, nacionais, estrangeiras ou internacionais, determinando, sempre por escrito, a um dos vice presidentes ou ao gerente executivo que assinem juntamente com o presidente os instrumentos respectivos; X Aprovar a contratação de auditoria externa independente, respeitados os valores praticados pelo mercado, na região correspondente à sua área de atuação; XI Analisar as propostas de ingresso no quadro social da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, encaminhando-as para a Assembléia Geral dos associados para aprovação nos termos do artigo 20, inciso XI, deste estatuto; XII Dar parecer sobre propostas de alteração estatutária e encaminhar parecer para Assembléia Geral. Parágrafo Único As deliberações do Conselho de Administração dar-se-ão por maioria simples dos votos dos presentes nas respectivas reuniões, respeitado um quorum mínimo de 1/3 dos membros do Conselho.

8 Art. 36 O Conselho de Administração reunir-se-á ordinariamente pelo menos uma vez por trimestre, por convocação de seu Presidente, ou, extraordinariamente, sempre que necessário, por sua convocação, ou de um quinto de seus integrantes. Art. 37 São atribuições do Presidente do Conselho de Administração: I Representar oficialmente a ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, em juízo ou fora dele, podendo, para tanto, constituir prepostos e procuradores; II Convocar e presidir as reuniões do Conselho de Administração, podendo proferir voto ordinário nas resoluções em que assim se fizer necessário; III Designar a data da reunião das Assembléias Gerais Ordinárias e convocar as Assembléias Gerais Extraordinárias; IV Assinar, juntamente com o Gerente Executivo da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, cheques, convênios, contratos, acordos e empréstimos com entidades públicas e privadas, nacionais, estrangeiras ou internacionais, para implantação de atividades compatíveis com os objetivos da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, observando o disposto no artigo 41, item VII deste Estatuto; V Expedir as ordens e tomar as medidas indispensáveis ao cumprimento das resoluções do Conselho de Administração e das Assembléias Gerais da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS; VI Deliberar sobre os assuntos que exigirem pronta solução, dando disto conhecimento ao Conselho de Administração em sua próxima reunião; VII Deliberar sobre a delegação dos poderes constantes deste artigo aos vice-presidentes ou aos gerentes executivos, sempre por escrito e com prazo máximo de um ano. Art. 38 São atribuições dos vice-presidentes: I Auxiliar o Presidente no exercício de suas funções e cumprir as funções que lhe forem delegadas; II Substituir o Presidente, quando necessário, em caso de vacância, ausências e impedimentos, nos termos destes estatutos. III Celebrar, quando solicitado pela presidência ou pelo Conselho de Administração, em conjunto com o Presidente do Conselho de Administração, convênios, contratos, acordos e empréstimos com entidades públicas e privadas, nacionais ou estrangeiras, para implantação de atividades compatíveis com os objetivos da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, assim como realizar os pagamentos das despesas e compromissos assumidos pela instituição, mediante expressa autorização prévia do Conselho de Administração; SEÇÃO IV DA GERÊNCIA EXECUTIVA Art. 39 A ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS será administrada por uma Gerência Executiva, contratada pelo Conselho de Administração e composta dos seguintes cargos: I Gerente Executivo; II Gerente Operacional; Art. 40 Compete à Gerência Executiva: I Executar as políticas da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, em sintonia com o deliberado pelo Conselho de Administração e Assembléias Gerais; II Cuidar dos valores da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, executando receitas e despesas e apresentando ao Conselho de Administração, após o fim de cada trimestre, os relatórios financeiros;

9 III Apresentar ao Conselho de Administração, Balanço e Relatório de Atividades, anual e semestral, juntamente com o parecer do Conselho Fiscal e o da auditoria independente, ao término de cada ano civil observado o disposto no artigo 28 deste Estatuto; IV Deliberar sobre a admissão e demissão de empregados, ouvido sempre o Presidente do Conselho de Administração; V Promover ou autorizar o pagamento das despesas e das contas da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS VI Apresentar ao Conselho de Administração, até o dia 30 de novembro, a proposta de trabalho do ano subseqüente e a respectiva previsão orçamentária. Art. 41 Compete ao Gerente Executivo: I Dirigir a Gerência Executiva; II Planejar, coordenar e/ou executar as atividades da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, de acordo com a política e as diretrizes emanadas do Conselho de Administração; III Coordenar as ações financeiras, informando o Conselho de Administração sobre as questões que dizem respeito aos assuntos financeiros da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS; IV Apresentar ao término de cada ano civil, ao Conselho de Administração o Balanço e o Relatório anual das Atividades da Associação, juntamente com o parecer do Conselho Fiscal e o da auditoria independente, no máximo até 45 (quarenta e cinco) dias antes da Assembléia Geral Ordinária designada para aprovação deste ato, nos termos deste estatuto; V Apresentar, até 30 de novembro, o Plano de Trabalho do ano subsequente, bem como a respectiva previsão orçamentária; VI Dar parecer sobre os convênios e contratos propostos; VII Celebrar, quando solicitado pela presidência ou pelo Conselho de Administração, em conjunto com o Presidente do Conselho de Administração, convênios, contratos, acordos e empréstimos com entidades públicas e privadas, nacionais ou estrangeiras, para implantação de atividades compatíveis com os objetivos da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, assim como realizar os pagamentos das despesas e compromissos assumidos pela instituição, mediante expressa autorização prévia do Conselho de Administração; VIII Contratar e movimentar o pessoal necessário ao bom desempenho das atividades técnicas e administrativas, podendo, para tanto, assinar em nome da Associação, a documentação necessária de acordo com a legislação em vigor; IX Encaminhar o balanço semestral e de cada exercício ao Conselho de Administração e os pareceres do Conselho Fiscal e da auditoria independente, nos termos do disposto no art. 28 deste estatuto; X Participar de reuniões do Conselho de Administração, bem como de outras para as quais porventura venha a ser convocado, mas sempre sem direito a voto; XI Assinar cheques e realizar movimentações financeiras em conjunto com o Presidente do Conselho de Administração ou a quem este delegar, bem como representar a Gerência Executiva no Conselho de Administração. Parágrafo único. Na ausência ou impedimento do gerente executivo, os vice-presidentes poderão substituí-lo nas necessidades de assinaturas previstas neste estatuto. Art. 42 Compete ao Gerente Operacional: I Auxiliar o Gerente Executivo na direção administrativa, financeira e operacional e na supervisão operacional e ação metodológica da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS; II Auxiliar o Gerente Executivo no cumprimento das atribuições desse órgão.

10 Capítulo IV DOS USUÁRIOS Art. 43 É ilimitado o número de usuários da Associação. Parágrafo Único Caracteriza-se como usuário a pessoa física ou jurídica que se utiliza dos serviços da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS para a constituição, consolidação ou crescimento de pequena unidade econômica formal ou informal, com objeto lícito, instalada no âmbito geográfico do Município de Campinas e que atenda aos critérios estabelecido(s), programa(s), projeto(s) e ou atividades da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS Art. 44 São direitos dos usuários: I Participar das atividades desenvolvidas pela ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS; II Sugerir políticas de atuação da Associação; Art. 45 É dever dos usuários da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS cumprir com as obrigações assumidas. Parágrafo Único. O descumprimento das obrigações assumidas pelos usuários ensejará a perda de seus direitos e a aplicação de penalidades, a serem definidas no regulamento de crédito. Capítulo V DO EXERCÍCIO SOCIAL Art. 46 O exercício social coincide com o ano civil e ao seu final serão elaboradas as demonstrações financeiras, para a apreciação do Conselho Fiscal e posteriormente da Assembléia Geral Ordinária, bem como relatório das atividades desenvolvidas para a apreciação do Conselho de Administração e da Assembléia Geral Ordinária. Art. 47 A Associação não distribui lucros, vantagens ou bonificações a dirigentes, associados ou mantenedores, sob forma alguma. Capítulo VI DA EXTINÇÃO Art. 48 A ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS extinguir-se-á nos casos legais ou por deliberação da Assembléia Geral, pelo voto favorável de, pelo menos, 3/4 (três quartos) dos associados, em pleno gozo de seus direitos sociais, nomeando-se liqüidante. 1º Em caso de dissolução da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS, na hipótese de haver resíduo patrimonial, este será destinado a outra pessoa jurídica, qualificada nos termos da Lei 9.790/99, preferencialmente que tenha o mesmo objeto social do extinto, de acordo com deliberação da Assembléia Geral. 2 Do eventual resíduo patrimonial apurado serão devolvidos à Prefeitura do Município de Campinas os recursos por ela destinados à associação, na exata proporção de sua aplicação. Capítulo VII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 49 As propostas de alteração estatutária deverão ser sempre apresentadas ao Conselho de Administração, conforme artigo 35, item XII.

11 Art. 50 Aplicam-se aos casos omissos as disposições legais vigentes. Art. 51 A ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS deverá operar em condições compatíveis a uma remuneração justa do capital em relação às atividades produtivas inerentes às pequenas e micro empresas e empreendedores. Art. 52 A ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS deverá ser financeiramente independente de qualquer instituição pública ou privada, devendo operar de forma profissional, visando à auto suficiência. Art. 53 Na hipótese da ASSOCIAÇÃO DE CRÉDITO POPULAR SOLIDÁRIO DE CAMPINAS ser reconhecida como uma OSCIP Organização da Sociedade Civil de Interesse Público nos termos da Lei 9.790/99, e perder essa qualificação, o respectivo acervo patrimonial disponível, adquirido com recursos públicos durante o período em que perdurou aquela qualificação, será transferido a outra pessoa jurídica qualificada nos termos da referida lei, preferencialmente que tenha o mesmo objeto social. Campinas, 01 de julho de JOSÉ CARLOS EDWIGES RG SSP/PR Secretário PAULO DE TARSO GAETA PAIXÃO RG SSP/SP Presidente NILSON ROBERTO LUCILIO RG SSP/SP OAB/SP 82048

ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES DE MICROCRÉDITO DE SANTA CATARINA AMCRED-SC

ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES DE MICROCRÉDITO DE SANTA CATARINA AMCRED-SC ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES DE MICROCRÉDITO DE SANTA CATARINA AMCRED-SC Estatuto Social. Aprovado pela Assembléia Geral em 25 de março de 2006. SUMÁRIO CAPÍTULO I Da Denominação, Sede,

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I. DOS OBJETIVOS

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I. DOS OBJETIVOS ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I. DOS OBJETIVOS Artigo 1º O Centro de Referência em Informação Ambiental com sede e foro na cidade de Campinas na Avenida Romeu Tortima 388, Cidade Universitária, é uma sociedade

Leia mais

ESTATUTO MODELO DE ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO - OSCI P. Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS

ESTATUTO MODELO DE ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO - OSCI P. Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ESTATUTO MODELO DE ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO - OSCI P Legenda: Texto em negrito: cláusulas que devem necessariamente constar do estatuto, por força da Lei nº 9.790/99 Texto em

Leia mais

Brigada 1 Combate Voluntário a Incêndios Florestais CNPJ 05 840 482 0001/01

Brigada 1 Combate Voluntário a Incêndios Florestais CNPJ 05 840 482 0001/01 ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - Da Denominação, da Sede, do Foro e do Prazo de Duração Art. 1º - A Brigada 1, também designada pela sigla B1, constituída aos vinte e três dias de março de dois mil e três,

Leia mais

PRIMEIRA ALTERAÇÃO DO ESTATUTO DA UNIÃO GARCENSE DE AEROMODELISMO

PRIMEIRA ALTERAÇÃO DO ESTATUTO DA UNIÃO GARCENSE DE AEROMODELISMO PRIMEIRA ALTERAÇÃO DO ESTATUTO DA UNIÃO GARCENSE DE AEROMODELISMO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, DA SEDE E FINS Art. 1 A União Garcense de Aeromodelismo (UGA) é uma pessoa jurídica de direito privado, entidade

Leia mais

Modelo de estatuto de Associação

Modelo de estatuto de Associação Modelo de estatuto de Associação CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, FINS E DURAÇÃO Art. 1º. A Associação... é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com autonomia administrativa

Leia mais

1 Ou de fins não econômicos, como prefere o Código Civil em vigor (art. 53, caput).

1 Ou de fins não econômicos, como prefere o Código Civil em vigor (art. 53, caput). MODELO DE ESTATUTO DE FUNDAÇÃO CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, FINS E DURAÇÃO Art. 1º. A Fundação... é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos 1, com autonomia administrativa

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO AGILE ALLIANCE BRAZIL CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA E DURAÇÃO

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO AGILE ALLIANCE BRAZIL CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA E DURAÇÃO ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO AGILE ALLIANCE BRAZIL CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA E DURAÇÃO Artigo 1º - Sob a denominação de AGILE ALLIANCE BRAZIL, foi instituída em 14/11/2013, uma pessoa jurídica de direito

Leia mais

INSTITUTO COMPARTILHAR ESTATUTO SOCIAL DO INSTITUTO COMPARTILHAR CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, FUNDAÇÃO, PRAZO DE DURAÇÃO E REGÊNCIA

INSTITUTO COMPARTILHAR ESTATUTO SOCIAL DO INSTITUTO COMPARTILHAR CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, FUNDAÇÃO, PRAZO DE DURAÇÃO E REGÊNCIA INSTITUTO COMPARTILHAR ESTATUTO SOCIAL DO INSTITUTO COMPARTILHAR CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, FUNDAÇÃO, PRAZO DE DURAÇÃO E REGÊNCIA ARTIGO 1 - O INSTITUTO COMPARTILHAR é uma associação, sem fins econômicos,

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIAS DE INDUSTRIALIZAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES (ITIE) SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO

ESTATUTO SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIAS DE INDUSTRIALIZAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES (ITIE) SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO ESTATUTO SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIAS DE INDUSTRIALIZAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES (ITIE) SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Art. 1º. O INSTITUTO DE TECNOLOGIAS DE INDUSTRIALIZAÇÃO

Leia mais

MODELO DE ESTATUTO DA SOCIEDADE DE AMIGOS DA BIBLIOTECA PÚBLICA (Este modelo deverá ser adaptado às situações locais)

MODELO DE ESTATUTO DA SOCIEDADE DE AMIGOS DA BIBLIOTECA PÚBLICA (Este modelo deverá ser adaptado às situações locais) MODELO DE ESTATUTO DA SOCIEDADE DE AMIGOS DA BIBLIOTECA PÚBLICA (Este modelo deverá ser adaptado às situações locais) CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE, DURAÇÃO Art. 1.º A SOCIEDADE DE AMIGOS DA

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO IRD-ASSIRD ESTATUTO CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, DA SEDE E DA DURAÇÃO.

ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO IRD-ASSIRD ESTATUTO CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, DA SEDE E DA DURAÇÃO. ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO IRD-ASSIRD ESTATUTO CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, DA SEDE E DA DURAÇÃO. Art. 1º. A ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO INSTITUTO DE RADIOPROTEÇÂO E DOSIMETRIA, ASSIRD, é uma sociedade civil, sem

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL INSTITUTO ESTRE DE RESPONSABILIDADE SÓCIO-AMBIENTAL CNPJ/MF N.º 08.483.074/0001-38 CAPÍTULO I DA NATUREZA, DENOMINAÇÃO, SEDE E PRAZO

ESTATUTO SOCIAL INSTITUTO ESTRE DE RESPONSABILIDADE SÓCIO-AMBIENTAL CNPJ/MF N.º 08.483.074/0001-38 CAPÍTULO I DA NATUREZA, DENOMINAÇÃO, SEDE E PRAZO ESTATUTO SOCIAL INSTITUTO ESTRE DE RESPONSABILIDADE SÓCIO-AMBIENTAL CNPJ/MF N.º 08.483.074/0001-38 CAPÍTULO I DA NATUREZA, DENOMINAÇÃO, SEDE E PRAZO Art. 1º - O Instituto Estre de Responsabilidade Sócio-Ambiental,

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO CASA COOPERATIVA DE NOVA PETRÓPOLIS" NOVA PETRÓPOLIS RS

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO CASA COOPERATIVA DE NOVA PETRÓPOLIS NOVA PETRÓPOLIS RS ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO CASA COOPERATIVA DE NOVA PETRÓPOLIS" NOVA PETRÓPOLIS RS CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINS Art. 1º - Sob a denominação de "Casa Cooperativa de Nova Petrópolis" é constituída

Leia mais

Estatuto Social da Ação Comunitária da Chácara Santo Antonio e região

Estatuto Social da Ação Comunitária da Chácara Santo Antonio e região Estatuto Social da Ação Comunitária da Chácara Santo Antonio e região Da Denominação, Sede e Fins Artigo 1º - A Ação Comunitária da Chácara Santo Antonio e região é uma associação civil, de direito privado,

Leia mais

Associação Técnico Científica Ernesto Luiz de Oliveira Junior ATECEL

Associação Técnico Científica Ernesto Luiz de Oliveira Junior ATECEL Associação Técnico Científica Ernesto Luiz de Oliveira Junior ATECEL Entidade declarada de utilidade pública pelas leis municipal n o. 03-B/74-GP de 15.03.74 e estadual no. 3738 de 20.12.74 ESTATUTO Associação

Leia mais

MODELO DE ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO

MODELO DE ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO MODELO DE ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Art.1 o - A (o) também designada (o) pela sigla, (se usar sigla), fundada (o) em de de é uma associação, sem

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PROJETO MORADIA PARA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA NA COMUNIDADE DO PARAISÓPOLIS ESTATUTO. Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS

ASSOCIAÇÃO PROJETO MORADIA PARA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA NA COMUNIDADE DO PARAISÓPOLIS ESTATUTO. Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ASSOCIAÇÃO PROJETO MORADIA PARA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA NA COMUNIDADE DO PARAISÓPOLIS ESTATUTO Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Art. 1º O PROJETO MORADIA PARA REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA NA COMUNIDADE

Leia mais

EMPRESA DE SERVIÇOS DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA S.A.

EMPRESA DE SERVIÇOS DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA S.A. EMPRESA DE SERVIÇOS DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA S.A. O presente Estatuto é uma consolidação do aprovado pela Escritura Pública de Constituição, em 25-07-2002 - arquivada na JUCEMG em 01-08-2002,

Leia mais

ESTATUTO. CAPÍTULO I Da Associação,sede, foro e suas finalidades pág. 02. CAPÍTULO II Dos Sócios,suas categorias, direitos e deveres

ESTATUTO. CAPÍTULO I Da Associação,sede, foro e suas finalidades pág. 02. CAPÍTULO II Dos Sócios,suas categorias, direitos e deveres ESTATUTO CAPÍTULO I Da Associação,sede, foro e suas finalidades pág. 02 CAPÍTULO II Dos Sócios,suas categorias, direitos e deveres pág.03 CAPÍTULO III Dos órgãos da Associação e sua administração pág.06

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE FISIOLOGIA VEGETAL SBFV

ESTATUTO SOCIAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE FISIOLOGIA VEGETAL SBFV Estatuto ESTATUTO SOCIAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE FISIOLOGIA VEGETAL SBFV CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, OS FINS E A SEDE DA ASSOCIAÇÃO. Art. 1º - A associação é denominada Sociedade Brasileira de Fisiologia

Leia mais

ESTATUTO da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de PATCHWORK e QUILT ABPQ. Capítulo I. DENOMINAÇÃO, OBJETIVOS, SEDE E DURAÇÃO

ESTATUTO da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de PATCHWORK e QUILT ABPQ. Capítulo I. DENOMINAÇÃO, OBJETIVOS, SEDE E DURAÇÃO ESTATUTO da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de PATCHWORK e QUILT ABPQ Capítulo I. DENOMINAÇÃO, OBJETIVOS, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º A Associação Brasileira de Patchwork e Quilt, doravante designada ABPQ, é uma sociedade

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DO INSTITUTO RODA D ÁGUA

ESTATUTO SOCIAL DO INSTITUTO RODA D ÁGUA ESTATUTO SOCIAL DO INSTITUTO RODA D ÁGUA Capitulo Primeiro Nome e Natureza Jurídica Art. 1 - Sob a denominação de INSTITUTO RODA D ÁGUA, ou pela forma abreviada RODA D ÁGUA fica instituída esta associação

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA NATUREZA E MISSÃO

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA NATUREZA E MISSÃO Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA NATUREZA E MISSÃO Art. 1º O CENTRO BRASILEIRO DE PESQUISA EM AVALIAÇÃO E SELEÇÃO

Leia mais

Associação Pelotas Pró Turismo

Associação Pelotas Pró Turismo Associação Pelotas Pró Turismo ESTATUTO SOCIAL Capítulo I: Da Denominação, Regime, Sede, Foro e Duração. Artigo 1º: Artigo 2º: Artigo 3º: A Associação Pelotas Pró-Turismo, que para efeitos promocionais

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL CONSOLIDADO INSTITUTO DE SOLIDARIEDADE EDUCACIONAL E CULTURAL - ISEC. Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FINS E DURAÇÃO

ESTATUTO SOCIAL CONSOLIDADO INSTITUTO DE SOLIDARIEDADE EDUCACIONAL E CULTURAL - ISEC. Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FINS E DURAÇÃO ESTATUTO SOCIAL CONSOLIDADO INSTITUTO DE SOLIDARIEDADE EDUCACIONAL E CULTURAL - ISEC Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FINS E DURAÇÃO Art. 1º. O Instituto de Solidariedade Educacional e Cultural também

Leia mais

CEMIG TRADING S.A. ESTATUTO SOCIAL. CAPÍTULO I Denominação, Sede, Objeto e Duração

CEMIG TRADING S.A. ESTATUTO SOCIAL. CAPÍTULO I Denominação, Sede, Objeto e Duração CEMIG TRADING S.A. O presente Estatuto é uma consolidação do aprovado pela Escritura Pública de Constituição, em 29-07-2002 - arquivada na JUCEMG em 12-08-2002, sob o nº 3130001701-0, e pelas Assembléias

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL ABEL - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE LEASING CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, PRAZO DE DURAÇÃO, OBJETIVO SOCIAL E FORO

ESTATUTO SOCIAL ABEL - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE LEASING CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, PRAZO DE DURAÇÃO, OBJETIVO SOCIAL E FORO ESTATUTO SOCIAL ABEL - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE LEASING CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, PRAZO DE DURAÇÃO, OBJETIVO SOCIAL E FORO Artigo 1º - Sob a denominação de "ABEL - Associação Brasileira

Leia mais

Estatuto do Instituto de Estudos em Computação e Informação Quânticas

Estatuto do Instituto de Estudos em Computação e Informação Quânticas Estatuto do Instituto de Estudos em Computação e Informação Quânticas (IQUANTA) Capítulo I - DA DENOMINAÇÃO, DURAÇÃO, SEDE E FINALIDADES Art. 1º - O Instituto de Estudos em Computação e Informação Quânticas,

Leia mais

NÚCLEO AMIGOS DA TERRA / BRASIL ESTATUTO. Capítulo I. Da entidade e seus objetivos

NÚCLEO AMIGOS DA TERRA / BRASIL ESTATUTO. Capítulo I. Da entidade e seus objetivos Versão Final NÚCLEO AMIGOS DA TERRA / BRASIL ESTATUTO Capítulo I Da entidade e seus objetivos Art. 1º - O NÚCLEO AMIGOS DA TERRA / BRASIL, é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos,

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL INSTITUTO DO CARSTE CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS

ESTATUTO SOCIAL INSTITUTO DO CARSTE CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ESTATUTO SOCIAL INSTITUTO DO CARSTE CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Artigo 1 - O Instituto do Carste, também designado pela sigla IC, constituído em 15 de dezembro de 2007, é uma pessoa jurídica

Leia mais

ESTATUTO DO IDBRASIL CULTURA, EDUCAÇÃO E ESPORTE

ESTATUTO DO IDBRASIL CULTURA, EDUCAÇÃO E ESPORTE ESTATUTO DO IDBRASIL CULTURA, EDUCAÇÃO E ESPORTE CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FINS E DURAÇÃO Artigo 1º. O IDBRASIL CULTURA, EDUCAÇÃO E ESPORTE, denominado IDBRASIL, é uma associação de direito privado,

Leia mais

ESTATUTO AMARRIBO BRASIL

ESTATUTO AMARRIBO BRASIL ESTATUTO AMARRIBO BRASIL Aprovado em Assembleia Geral de 02/08/2014 Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS. Artigo 1º - Os Amigos Associados de Ribeirão Bonito AMARRIBO- doravante designada por entidade,

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, TEMPO DE DURAÇÃO, SEDE E FINS DA ASSOCIAÇÃO:

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, TEMPO DE DURAÇÃO, SEDE E FINS DA ASSOCIAÇÃO: ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, TEMPO DE DURAÇÃO, SEDE E FINS DA ASSOCIAÇÃO: Art. 01º - A Associação de Promoção à Assistência Social, Educacional e de Desenvolvimento Econômico de Goiás,

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS AGRICULTORES... DA LOCALIDADE DE... CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objetivos

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS AGRICULTORES... DA LOCALIDADE DE... CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objetivos ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS AGRICULTORES... DA LOCALIDADE DE... CAPÍTULO I Denominação, sede, duração e objetivos Art. 1º - A Associação dos agricultores... é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, com

Leia mais

ESTATUTO DA FUNDAÇÃO DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL FUNDAMENTAL CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, PRAZO DE DURAÇÃO, SEDE E FINS.

ESTATUTO DA FUNDAÇÃO DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL FUNDAMENTAL CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, PRAZO DE DURAÇÃO, SEDE E FINS. ESTATUTO DA FUNDAÇÃO DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL FUNDAMENTAL CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, PRAZO DE DURAÇÃO, SEDE E FINS. Art. 1º - A Fundação Desenvolvimento Ambiental - Fundamental é pessoa jurídica de direito

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO INSTITUTO CRESCER LEGAL

ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO INSTITUTO CRESCER LEGAL ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO INSTITUTO CRESCER LEGAL CAPÍTULO I - DA NATUREZA, DENOMINAÇÃO, SEDE E PRAZO Art. 1º - A Associação Instituto Crescer Legal, doravante denominado simplesmente Instituto, é

Leia mais

ESTATUTO DO CENTRO DE TECNOLOGIA DE COMPUTAÇÃO GRÁFICA CTGRAPHICS. Capítulo I DA CONSTITUIÇÃO E DOS OBJETIVOS GERAIS

ESTATUTO DO CENTRO DE TECNOLOGIA DE COMPUTAÇÃO GRÁFICA CTGRAPHICS. Capítulo I DA CONSTITUIÇÃO E DOS OBJETIVOS GERAIS ESTATUTO DO CENTRO DE TECNOLOGIA DE COMPUTAÇÃO GRÁFICA CTGRAPHICS Capítulo I DA CONSTITUIÇÃO E DOS OBJETIVOS GERAIS Art. 1º - O Centro de Tecnologia de Computação Gráfico, também designado pela sigla CTGRAPHICS,

Leia mais

Estatuto da Associação de Pais e Professores do

Estatuto da Associação de Pais e Professores do CNPJ: 82.898.404/0001-09 Estatuto da Associação de Pais e Professores do CENTRO EDUCACIONAL MENINO JESUS Fundada em 1973, Florianópolis/SC C A P Í T U L O I Da Associação e seus fins Art. 1º. - A Associação

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO PARA O PATRONATO CONTEMPORÂNEO - APC. CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS

ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO PARA O PATRONATO CONTEMPORÂNEO - APC. CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO PARA O PATRONATO CONTEMPORÂNEO - APC. CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Art. 1º - Constitui- se sob a denominação de Contemporâneo pessoa jurídica de direito privado,

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES CÊNICAS (ABRACE) CAPÍTULO I Da Natureza, Sede e Duração

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES CÊNICAS (ABRACE) CAPÍTULO I Da Natureza, Sede e Duração ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES CÊNICAS (ABRACE) CAPÍTULO I Da Natureza, Sede e Duração Art. 1º - A Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas,

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE PROPRIETÁRIOS DE RESERVAS PARTICULARES DO PATRIMÔNIO NATURAL DE SANTA CATARINA - RPPN CATARINENSE

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE PROPRIETÁRIOS DE RESERVAS PARTICULARES DO PATRIMÔNIO NATURAL DE SANTA CATARINA - RPPN CATARINENSE ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE PROPRIETÁRIOS DE RESERVAS PARTICULARES DO PATRIMÔNIO NATURAL DE SANTA CATARINA - RPPN CATARINENSE CAPÍTULO I Da denominação, sede, definição e prazo Artigo 1º - Pela aprovação

Leia mais

ESTATUTO INSTITUTO PARA O DESENVOLVIMENTO DE ENERGIAS ALTERNATIVAS NA AMÉRICA LATINA PREÂMBULO

ESTATUTO INSTITUTO PARA O DESENVOLVIMENTO DE ENERGIAS ALTERNATIVAS NA AMÉRICA LATINA PREÂMBULO ESTATUTO INSTITUTO PARA O DESENVOLVIMENTO DE ENERGIAS ALTERNATIVAS NA AMÉRICA LATINA PREÂMBULO O grande desafio deste século é o de descobrirmos quais as fontes de energia que irão mover a humanidade no

Leia mais

COMITÊ BRASILEIRO DE ACROBACIA E COMPETIÇÕES AÉREAS CBA ESTATUTO SOCIAL

COMITÊ BRASILEIRO DE ACROBACIA E COMPETIÇÕES AÉREAS CBA ESTATUTO SOCIAL COMITÊ BRASILEIRO DE ACROBACIA E COMPETIÇÕES AÉREAS CBA ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Art. 1º. O COMITÊ BRASILEIRO DE ACROBACIA E COMPETIÇÕES AÉREAS também designado pela sigla,

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE FANFARRAS E BANDAS

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE FANFARRAS E BANDAS ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE FANFARRAS E BANDAS Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Art. 1º. A Associação Paulista de Fanfarras e Bandas, também designada pelas siglas, OCIFABAN (Organização Cultural

Leia mais

ESTATUTO ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO (ANPARQ)

ESTATUTO ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO (ANPARQ) ESTATUTO ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO (ANPARQ) CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, REGIME JURÍDICO, DURAÇÃO, SEDE E FORO Art. 1 - A Associação Nacional de Pesquisa

Leia mais

Estatuto da Empresa Júnior do Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Campus São José

Estatuto da Empresa Júnior do Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Campus São José Estatuto da Empresa Júnior do Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Campus São José Capítulo 1. Denominação, Sede, Finalidade e Duração Artigo 1º A Empresa Júnior do Centro Universitário Salesiano

Leia mais

CAPÍTULO I Das Organizações Sociais

CAPÍTULO I Das Organizações Sociais Dispõe sobre a qualificação de entidades como organizações sociais e dá outras providências O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL Agência de Promoção Eco Sustentável APECO

ESTATUTO SOCIAL Agência de Promoção Eco Sustentável APECO ESTATUTO SOCIAL Agência de Promoção Eco Sustentável APECO CAPÍTULO PRIMEIRO Nome e Natureza Jurídica Art. 1º - Sob a denominação de Agência de Promoção Eco Sustentável, ou pela forma abreviada APECO, neste

Leia mais

Estatuto Social. Contribuir para a revitalização do Distrito Industrial, tanto na sua imagem quanto na sua infra-estrutura.

Estatuto Social. Contribuir para a revitalização do Distrito Industrial, tanto na sua imagem quanto na sua infra-estrutura. Estatuto Social Da Denominação, Sede e Fins Artigo 1º - A Associação Distrito Vivo (ADV) é uma associação civil, de pessoas jurídicas instaladas no Distrito Industrial de duração indeterminada, apartidária,

Leia mais

INSTITUTO DE ESTUDOS ESTRATÉGICOS DA EDUCAÇÃO SUPERIOR - INSTITUTO ANDIFES

INSTITUTO DE ESTUDOS ESTRATÉGICOS DA EDUCAÇÃO SUPERIOR - INSTITUTO ANDIFES INSTITUTO DE ESTUDOS ESTRATÉGICOS DA EDUCAÇÃO SUPERIOR - INSTITUTO ANDIFES ESTATUTOS TÍTULO I DO NOME, DA NATUREZA, DO OBJETO, DA SEDE e DO FORO Art. 1º - O INSTITUTO DE ESTUDOS ESTRATÉGICOS DA EDUCAÇÃO

Leia mais

INSTITUTO PREVENIR ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA JURÍDICA, SEDE, FORO E DURAÇÃO

INSTITUTO PREVENIR ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA JURÍDICA, SEDE, FORO E DURAÇÃO ESTATUTO SOCIAL (Alteração aprovada pela 2ª Assembléia Geral Extraordinária, realizada em 29 de agosto de 2008) CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA JURÍDICA, SEDE, FORO E DURAÇÃO Artigo Primeiro O INSTITUTO

Leia mais

MINUTA FUNDAÇÃO DE APOIO A SERVIÇOS TÉCNICOS, ENSINO E FOMENTO A PESQUISAS REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS

MINUTA FUNDAÇÃO DE APOIO A SERVIÇOS TÉCNICOS, ENSINO E FOMENTO A PESQUISAS REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS MINUTA FUNDAÇÃO DE APOIO A SERVIÇOS TÉCNICOS, ENSINO E FOMENTO A PESQUISAS REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS Art. 1º A FUNDAÇÃO DE APOIO A SERVIÇOS TÉCNICOS, ENSINO E FOMENTO A PESQUISAS -

Leia mais

CAPÍTULO I TÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO.

CAPÍTULO I TÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO. ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGENTES, PARCEIROS E AUTORIZADOS TERCEIRIZADOS DO MERCADO DE TELECOMUNICAÇÕES FIXA, MÓVEL, TV POR ASSINATURA E DIGITAL - ABRATELECOM CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA,

Leia mais

ESTATUTO DA FUNDAÇÃO FACULDADE DE MEDICINA

ESTATUTO DA FUNDAÇÃO FACULDADE DE MEDICINA ESTATUTO DA FUNDAÇÃO FACULDADE DE MEDICINA CAPÍTULO I DA FUNDAÇÃO, FINS, SEDE E DURAÇÃO ARTIGO 1º - A FUNDAÇÃO FACULDADE DE MEDICINA - FFM é pessoa jurídica de direito privado de fins não lucrativos, com

Leia mais

ADMISSÃO DE ASSOCIADOS art. 6º, 1º ALTERAÇÃO DE ESTATUTO art. 17, V, 1º ASSEMBLÉIA GERAL art. 16 ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA art.

ADMISSÃO DE ASSOCIADOS art. 6º, 1º ALTERAÇÃO DE ESTATUTO art. 17, V, 1º ASSEMBLÉIA GERAL art. 16 ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA art. 1 ADMISSÃO DE ASSOCIADOS art. 6º, 1º ALTERAÇÃO DE ESTATUTO art. 17, V, 1º ASSEMBLÉIA GERAL art. 16 ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA art. 19 ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA art. 18 ASSOCIADOS art. 6º COMPETÊNCIA

Leia mais

ACADEMIA BRASILEIRA DE OFTALMOLOGIA - ABO ESTATUTO SOCIAL. Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, PRAZO, SEDE E FINS

ACADEMIA BRASILEIRA DE OFTALMOLOGIA - ABO ESTATUTO SOCIAL. Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, PRAZO, SEDE E FINS ACADEMIA BRASILEIRA DE OFTALMOLOGIA - ABO ESTATUTO SOCIAL Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, PRAZO, SEDE E FINS Art. 1º - A ACADEMIA BRASILEIRA DE OFTALMOLOGIA, doravante designada pela sigla ABO, é uma pessoa

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL. MOINHOS DA CIDADANIA - Projetos de Desenvolvimento Social

ESTATUTO SOCIAL. MOINHOS DA CIDADANIA - Projetos de Desenvolvimento Social 1 ESTATUTO SOCIAL MOINHOS DA CIDADANIA - Projetos de Desenvolvimento Social Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Art. 1º A organização não-governamental Moinhos da Cidadania - Projetos de Desenvolvimento

Leia mais

CLUBE DE SEGUROS DE PESSOAS E BENEFÍCIOS DO ESTADO DO PARANÁ CVG/PR ESTATUTO SOCIAL

CLUBE DE SEGUROS DE PESSOAS E BENEFÍCIOS DO ESTADO DO PARANÁ CVG/PR ESTATUTO SOCIAL CLUBE DE SEGUROS DE PESSOAS E BENEFÍCIOS DO ESTADO DO PARANÁ CVG/PR ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEUS FINS, SEDE E DURAÇÃO ARTIGO 1º O Clube de Seguros de Pessoas e Benefícios do Estado

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL CASA DO CUIDAR CAPÍTULO I DA NATUREZA, DENOMINAÇÃO, SEDE E PRAZO

ESTATUTO SOCIAL CASA DO CUIDAR CAPÍTULO I DA NATUREZA, DENOMINAÇÃO, SEDE E PRAZO ESTATUTO SOCIAL CASA DO CUIDAR CAPÍTULO I DA NATUREZA, DENOMINAÇÃO, SEDE E PRAZO Art. 1º - A Casa do Cuidar é uma associação civil, de direito privado, sem fins lucrativos e econômicos e duração por tempo

Leia mais

Estatuto. 2ª Alteração no Estatuto Social. Capítulo I Denominação, Duração, Sede e Objeto

Estatuto. 2ª Alteração no Estatuto Social. Capítulo I Denominação, Duração, Sede e Objeto Estatuto 2ª Alteração no Estatuto Social Capítulo I Denominação, Duração, Sede e Objeto ART. 1º O Instituto de Homeopatia James Tyler Kent, inscrito no CNPJ-MF sob o nº 29.417.581/0001-43, é uma pessoa

Leia mais

TERCEIRA ALTERAÇÃO DO ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EXPORTAÇÃO DE ARTESANATO ABEXA SETEMBRO DE 2014 CAPÍTULO I

TERCEIRA ALTERAÇÃO DO ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EXPORTAÇÃO DE ARTESANATO ABEXA SETEMBRO DE 2014 CAPÍTULO I TERCEIRA ALTERAÇÃO DO ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EXPORTAÇÃO DE ARTESANATO ABEXA SETEMBRO DE 2014 CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE E SEUS FINS Artigo 1 : A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EXPORTAÇÃO

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADE

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADE REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, DURAÇÃO E FINALIDADE Art. 1º - O Conselho Municipal do Idoso CMI de Carlos Barbosa, criado pela Lei Municipal nº 1754,

Leia mais

GRUPO DE AJUDA A CRIANÇA CARENTE COM CÂNCER-PERNAMBUCO REFORMA DO ESTATUTO SOCIAL. Capítulo I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS

GRUPO DE AJUDA A CRIANÇA CARENTE COM CÂNCER-PERNAMBUCO REFORMA DO ESTATUTO SOCIAL. Capítulo I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS GRUPO DE AJUDA A CRIANÇA CARENTE COM CÂNCER-PERNAMBUCO REFORMA DO ESTATUTO SOCIAL Capítulo I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Art. 1º. O GRUPO DE AJUDA À CRIANÇA CARENTE COM CÂNCER-PERNAMBUCO também designado

Leia mais

SEGUNDA ALTERAÇÃO ESTATUTÁRIA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS USUÁRIOS DE MEIOS DE TRANSPORTE TERRESTRE À PROPULSÃO HUMANA

SEGUNDA ALTERAÇÃO ESTATUTÁRIA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS USUÁRIOS DE MEIOS DE TRANSPORTE TERRESTRE À PROPULSÃO HUMANA SEGUNDA ALTERAÇÃO ESTATUTÁRIA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS USUÁRIOS DE MEIOS DE TRANSPORTE TERRESTRE À PROPULSÃO HUMANA CAPÍTULO I: DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINALIDADES Artigo 1º: A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA

Leia mais

Estatuto Social da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica TecVitória. Capítulo I Da Constituição e dos Objetivos Sociais

Estatuto Social da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica TecVitória. Capítulo I Da Constituição e dos Objetivos Sociais Capítulo I Da Constituição e dos Objetivos Sociais Art. 1º - A Incubadora de Empresas de Base Tecnológica TecVitória doravante denominada TecVitória, é uma associação civil, sem fins lucrativos, com personalidade

Leia mais

DA ASSOCIAÇÃO CIDADÃO PRÓ-MUNDO. Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS

DA ASSOCIAÇÃO CIDADÃO PRÓ-MUNDO. Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO CIDADÃO PRÓ-MUNDO Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Artigo 1º - A associação tem a denominação de Associação Cidadão Pró-Mundo, sendo também designada pelo nome fantasia

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FORO, OBJETO E DURAÇÃO

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FORO, OBJETO E DURAÇÃO ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FORO, OBJETO E DURAÇÃO Artigo 1º Artigo 2º Artigo 3º I II COMPANHIA DE ENGENHARIA DE TRÁFEGO CET, é uma sociedade por ações, de economia mista, que se regerá

Leia mais

DECRETO Nº 36726 DE 18 DE JANEIRO DE 2013

DECRETO Nº 36726 DE 18 DE JANEIRO DE 2013 DECRETO Nº 36726 DE 18 DE JANEIRO DE 2013 Aprova o Estatuto da Fundação Cidade das Artes. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o que dispõe o Decreto

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL ASSOCIAÇÃO GER-AÇÕES. Capítulo I Da Denominação, Sede e Fins

ESTATUTO SOCIAL ASSOCIAÇÃO GER-AÇÕES. Capítulo I Da Denominação, Sede e Fins ESTATUTO SOCIAL ASSOCIAÇÃO GER-AÇÕES Capítulo I Da Denominação, Sede e Fins Cláusula 1ª A ASSOCIAÇÃO GER-AÇÕES, doravante denominada GER-AÇÕES, é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos

Leia mais

LEI Nº 5026 DE 19 DE MAIO 2009. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 5026 DE 19 DE MAIO 2009. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 5026 DE 19 DE MAIO 2009 Dispõe sobre a qualificação de entidades como Organizações Sociais e dá outras providências. Autor: Poder Executivo O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, faço saber que

Leia mais

Associação Nacional de Pesquisa em Financiamento da Educação - FINEDUCA ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E DURAÇÃO

Associação Nacional de Pesquisa em Financiamento da Educação - FINEDUCA ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E DURAÇÃO ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º - A Associação Nacional de Pesquisa em Financiamento da Educação, doravante denominada FINEDUCA, é uma associação civil de direito privado,

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA GERIATRIA E GERONTOLOGIA - LIG Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A LIGA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob a supervisão

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1.º - O Conselho Fiscal do Fundo de Aposentadoria e Pensão do Servidor- FAPS, criado

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE ESPORTES E SAÚDE - LIES Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A Liga Acadêmica de Esportes e Saúde é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob

Leia mais

MODELO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO E CONTROLE SOCIAL DO FUNDEB NO MUNICÍPIO DE DA FINALIDADE E COMPETÊNCIA DO CONSELHO

MODELO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO E CONTROLE SOCIAL DO FUNDEB NO MUNICÍPIO DE DA FINALIDADE E COMPETÊNCIA DO CONSELHO MODELO O conteúdo desse Modelo de Regimento Interno representa a contribuição do MEC, colocada à disposição dos Governos Municipais, a título de apoio técnico, previsto no art. 30, I, da Lei nº 11.494,

Leia mais

ESTATUTO DA EMPRESA JÚNIOR DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE PRAIA GRANDE

ESTATUTO DA EMPRESA JÚNIOR DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE PRAIA GRANDE ESTATUTO DA EMPRESA JÚNIOR DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE PRAIA GRANDE FATEC JÚNIOR PRAIA GRANDE CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE E DURAÇÃO. Artigo 1º - A Empresa Júnior dos alunos da Faculdade

Leia mais

Estatutos da Associação Cecília e João (ACJ)

Estatutos da Associação Cecília e João (ACJ) Estatutos da Associação Cecília e João (ACJ) Capítulo I Da Associação Art. 1º - A Associação Cecília e João (ACJ), entidade de personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com sede em

Leia mais

Aprovado pelo CONSUNI - UFRJ - 25 de agosto de 2011

Aprovado pelo CONSUNI - UFRJ - 25 de agosto de 2011 REGIMENTO DO INSTITUTO ALBERTO LUIZ COIMBRA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA DE ENGENHARIA (COPPE) DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. Aprovado por unanimidade pelo Conselho Deliberativo da COPPE em

Leia mais

Estatuto Social do Instituto LIFE

Estatuto Social do Instituto LIFE Estatuto Social do Instituto LIFE CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E AFINS Art 1º O Instituto LIFE, com número ilimitado de associados e duração por tempo indeterminado, é uma associação sem fins econômicos,

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO GRAVATAÍ TAEKWONDO CLUBE CAPÍTULO I

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO GRAVATAÍ TAEKWONDO CLUBE CAPÍTULO I CAPÍTULO I SEÇÃO I Denominação e Características Art. 1 ASSOCIAÇÃO GRAVATAÍ TAEKWONDO CLUBE, neste estatuto denominado GTC, é uma sociedade civil, fundada em 25 de Agosto de 2013, com personalidade distinta

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO PINACOTECA ARTE E CULTURA APAC

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO PINACOTECA ARTE E CULTURA APAC ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO PINACOTECA ARTE E CULTURA APAC CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FORO E DURAÇÃO Artigo 1º - Sob a denominação de Associação Pinacoteca Arte e Cultura APAC, fica constituída uma associação

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA MARINA PORTO BÚZIOS - "AMMAR" CAPÍTULO II

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA MARINA PORTO BÚZIOS - AMMAR CAPÍTULO II ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES DA MARINA PORTO BÚZIOS - "AMMAR" CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃQ, SEDE, OBJETIVOS E DURAÇÃO Art.1 - Sob a denominação de AMMAR - Associação dos Moradores da Marina Porto

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DE CORRÊA RIBEIRO S/A COMÉRCIO E INDÚSTRIA CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO SOCIAL E PRAZO DE DURAÇÃO:

ESTATUTO SOCIAL DE CORRÊA RIBEIRO S/A COMÉRCIO E INDÚSTRIA CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO SOCIAL E PRAZO DE DURAÇÃO: ESTATUTO SOCIAL DE CORRÊA RIBEIRO S/A COMÉRCIO E INDÚSTRIA CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO SOCIAL E PRAZO DE DURAÇÃO: Denominação Artigo 1º - Corrêa Ribeiro S/A Comércio e Indústria é uma sociedade

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE, PATRIMÔNIO HISTÓRICO E DIFUSÃO DA CULTURA E EDUCAÇÃO

ASSOCIAÇÃO DE PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE, PATRIMÔNIO HISTÓRICO E DIFUSÃO DA CULTURA E EDUCAÇÃO ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE, PATRIMONIO HISTORICO E DIFUSÃO DA CULTURA E EDUCAÇÃO APRECED - TITULO I DA ORGANIZAÇÃO CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, CONSTITUIÇÃO E FINALIDADES Art.

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO E DURAÇÃO

ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO E DURAÇÃO ESTATUTO SOCIAL DOC I CAPÍTULO I - DENOMINAÇÃO, SEDE, OBJETO E DURAÇÃO Art. 1º: SOCIALCRED S/A SOCIEDADE DE CRÉDITO AO MICROEMPREENDEDOR E À EMPRESA DE PEQUENO PORTE rege-se pelo presente estatuto social

Leia mais

ESTATUTO DO INSTITUTO DELTA DE DESENVOLVIMENTO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO PIAUÍ CAPITULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS

ESTATUTO DO INSTITUTO DELTA DE DESENVOLVIMENTO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO PIAUÍ CAPITULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS ESTATUTO DO INSTITUTO DELTA DE DESENVOLVIMENTO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO PIAUÍ CAPITULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Art. 1º. O INSTITUTO DELTA DE DESENVOLVIMENTO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO PIAUÍ,

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA UNIÃO NACIONAL DAS COOPERATIVAS DA AGRICULTURA FAMILIAR E ECONOMIA SOLIDÁRIA - UNICAFES

ESTATUTO SOCIAL DA UNIÃO NACIONAL DAS COOPERATIVAS DA AGRICULTURA FAMILIAR E ECONOMIA SOLIDÁRIA - UNICAFES ESTATUTO SOCIAL DA UNIÃO NACIONAL DAS COOPERATIVAS DA AGRICULTURA FAMILIAR E ECONOMIA SOLIDÁRIA - UNICAFES CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, FINALIDADE, SEDE, FORO E DURAÇÃO. Art. 1º - A União Nacional das Cooperativas

Leia mais

Fundação Casa Grande Memorial do Homem Kariri. Estatuto

Fundação Casa Grande Memorial do Homem Kariri. Estatuto Fundação Casa Grande Memorial do Homem Kariri CAPÍTULO I NATUREZA E FINALIDADE Estatuto Art. 1º A FUNDAÇÃO CASA GRANDE MEMORIAL DO HOMEM KARIRI, com sede na Casa Grande da Rua Jeremias Pereira, N. 444,

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E ASSUNTOS DO MERCOSUL.

SECRETARIA DE ESTADO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E ASSUNTOS DO MERCOSUL. ANEXO REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM REGIONAL PERMANENTE DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE DO ESTADO DO PARANÁ CAPÍTULO I NATUREZA E COMPETÊNCIAS Art. 1º. Ao Fórum Regional Permanente das Microempresas

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS AÉREAS ABEAR

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS AÉREAS ABEAR Página 1 de 12 ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS AÉREAS ABEAR CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇAO SEDE, FINS E DURAÇÃO Artigo 1. A Associação Brasileira das Empresas Aéreas - ABEAR, doravante denominada

Leia mais

Dispõe sobre a qualificação de entidades como Organizações Sociais e dá outras providências.

Dispõe sobre a qualificação de entidades como Organizações Sociais e dá outras providências. DESPACHO 2009 N O Projeto de Lei nº 2/2009 Dispõe sobre a qualificação de entidades como Organizações Sociais e dá outras providências. Autor do Projeto: Poder Executivo SUBSTITUTIVO Nº 1 /2009 Estabelece

Leia mais

ESTATUTO DE ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO OSCIP

ESTATUTO DE ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO OSCIP ESTATUTO DE ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO OSCIP Capítulo I Da Denominação, Sede e Fins Art. 1º - O Instituto CicloBR de Fomento à Mobilidade Sustentável, neste estatuto designada

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E ADQUIRENTES DO CONDOMÍNIO ALTO DA BOA VISTA CAPÍTULO I - FINALIDADES

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E ADQUIRENTES DO CONDOMÍNIO ALTO DA BOA VISTA CAPÍTULO I - FINALIDADES ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E ADQUIRENTES DO CONDOMÍNIO ALTO DA BOA VISTA CAPÍTULO I - FINALIDADES Art. 1º A Associação dos Moradores e Adquirentes do Condomínio Alto da Boa Vista é uma sociedade

Leia mais

Fonte: http://server01.pge.sc.gov.br/legislacaoestadual/2004/012929-011-0-2004-001.htm

Fonte: http://server01.pge.sc.gov.br/legislacaoestadual/2004/012929-011-0-2004-001.htm Fonte: http://server01.pge.sc.gov.br/legislacaoestadual/2004/012929-011-0-2004-001.htm Leis 12.929/2004 e 13.343/2005 LEI Nº 12.929, DE 04 DE FEVEREIRO DE 2004 Institui o Programa Estadual de Incentivo

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL, INDUSTRIAL, SERVIÇOS E AGROPECUÁRIA DE CASCA - RS

ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL, INDUSTRIAL, SERVIÇOS E AGROPECUÁRIA DE CASCA - RS 01 ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL, INDUSTRIAL, SERVIÇOS E AGROPECUÁRIA DE CASCA - RS ÍNDICE CAPÌTULO I PÁG. 2...DAS FINALIDADES II PÁG. 2...DA CONSTITUIÇÃO E SEDE III PÁG. 3...DOS ASSOCIADOS IV

Leia mais

ESTATUTO DA EMPRESA BAIANA DE ALIMENTOS S/A EBAL

ESTATUTO DA EMPRESA BAIANA DE ALIMENTOS S/A EBAL ESTATUTO DA EMPRESA BAIANA DE ALIMENTOS S/A EBAL CAPITULO I NATUREZA, SEDE, FORO E DURAÇÃO ART. 1º - A EMPRESA BAIANA DE ALIMENTOS S/A - EBAL, sociedade por ações de capital autorizado, com personalidade

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO CAPÍTULO I - CONCEITO E FINALIDADE Art. 1º O Conselho de Administração é o órgão de orientação geral dos negócios e serviços da Caixa Econômica Federal, responsável

Leia mais