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1 S I N D I C A L Í S M O no Brasil-(1) -*SURGIMENTO - *gov./ditadura VARGAS - *na DITADURA DE *RETOMADA:78/79/80/81/82 Sua origem remonta no final do século XIX. Está vinculada ao processo de transformação de nossa economia, cujo centro agrário era o café: substituição do trabalho escravo pelo trabalho assalariado; transferência do lucro do café para a indústria; e poder político nas mãos dos cafeicultores. Primeiras formas de organização: 1. Sociedades de Socorro e Ajuda mútuos; 2. União Operária (OFÍCIOS VÁRIOS); 3. Sindicatos Categorias Profissionais Um dos primeiros e mais importantes movimentos grevistas ocorreu no Porto de Salvador, na época o maior das Américas; Primeira Greve - Tipógrafos do Rio de Janeiro, contra as injustiças patronais e reivindicaram aumentos salariais; I Congresso Socialista Brasileiro. O objetivo da Criação do Partido Socialista Brasileiro não foi atingido; II Congresso Socialista Brasileiro - Influência de Marx e Engels.

2 S I N D I C A L Í S M O no Brasil-(2) I Congresso Operário Brasileiro; com 32 delegados na maioria do Rio e São Paulo, lançaram as bases para a fundação da Confederação Operária Brasileira (C.O.B.). Participaram duas tendências: 1. Anarco- Sindicalismo, eram contra formar partidos operários e privilegiavam a luta dentro da fábrica através da ação direta. 2. Socialismo. Reformista, tendência que propunha a transformação gradativa da sociedade capitalista. Defendiam a Organização Partidária dos Trabalhadores e participação nas lutas parlamentares e II e III Congresso Operário, tentando reavivar a Confederação Operária Brasileira. Desde essa época o governo tentava controlar o movimento sindical. Exemplo disso foi o Congresso Operário de 1912, que teve como presidente honorário Hermes da Fonseca, então presidente da República Sindicatos Amarelos (luta imediatista) nesta época, as lideranças sindicais eram obedientes à ordem burguesa. Embora dirigissem categorias combativas como os ferroviários e marítimos, conciliavam com o Estado. Enquanto isso, os Anarco-Sindicalistas, ao deflagrarem uma greve, viam como um momento da greve geral que destruiriam o capitalismo.

3 S I N D I C A L Í S M O no Brasil-(3) -Auge do Movimento Anarquista A crise de produção gerada pela Primeira Guerra Mundial e a queda vertiginosa dos salários dos operários, caracterizou-se por uma irresistível onda de greves a Greve geral em São Paulo, apoiada pela imprensa Libertária, iniciada no Cotonifício Rodolfo Crespi, recebeu a solidariedade e adesão inicial de todo o setor têxtil; seguida pelas demais categorias, com trabalhadores parados. Superação do Anarquismo - Suas limitações Reivindicações exclusivamente econômicas; Negação da luta política; Não exigia do estado sequer uma legislação trabalhista; Não admitiam a existência de um partido político operário; Não aceitavam alianças com os setores subalternos da sociedade. Estas e outras razões aniquilam o Anarco-Sindicalista que isolado torna-se presa fácil do Estado e de sua força policial repressora. Suas conquistas não conseguiram ir além dos reformistas amarelos.

4 SI N D I C A L Í S M O no Brasil-(4) A Revolução Russa influencia a dissidência anarquista, que funda em 1922 o PCB - Partido Comunista Brasileiro, atraindo número expressivo de trabalhadores(as) para o comunismo. O PCB marcou o início de uma nova fase no movimento operário brasileiro. O objetivo do PCB era dirigir a revolução no Brasil. Apesar da ilegalidade imposta o PCB passou a editar, a revista Movimento Comunista, publicou em seguida o Manifesto Comunista e em 1925 publicou o jornal A Classe Operária. Em 1929 criou-se a Federação Regional do Rio de Janeiro, realizou-se o Congresso Sindical Nacional, congregando todos os sindicatos de influencia comunista, quando se originou a CGT - Central Geral dos Trabalhadores A Coluna Prestes, movimento políticomilitar brasileiro, donde originou-se o ideal do "Soldado Cidadão", existente entre 1925 e 1927 e ligado ao tenentismo, insatisfeitos com a República Velha, exigiam o voto secreto, defesa do ensino público e a obrigatoriedade do ensino primário para toda população. Em sua marcha pelo Brasil, os integrantes da Coluna Prestes denunciavam a miséria da população e a exploração das camadas mais pobres pelos líderes políticos. Infelizmente não cocluiu seus intentos revlucionários.

5 SI N D I C A L Í S M O no Brasil-(5) Era Vargas Revolução de Conciliação entre os interesses agrários e urbanos, excluindo qualquer forma de participação da classe operária. O bloco operário e camponês (PCB na ilegalidade) candidatou Minervino de Oliveira. O eleito foi Julio Prestes, representante da burguesia cafeeira, no entanto um movimento militar barrou sua posse, resultando a ida de Vargas ao poder. Inicia-se uma nova fase no sindicalismo brasileiro. POLÍTICA DE CONCILIAÇÃO CAPITAL E TRABALHO. Lindolfo Collor, 1º Ministro do Trabalho. Lei sindical de 1931 (Decreto ), cria os pilares do sindicalismo oficial no Brasil. Controle financeiro do Ministério do Trabalho sobre os sindicatos. Definia o sindicalismo como órgão de colaboração e cooperação como Estado. Somente 25% dos Sindicatos: RJ, SP, MG e RS, aderiram a esta lei. GEVES conquistam: Lei de Férias, DSR, jornada de 8 horas, regulamentação do trabalho da mulher e do menor, entre outros. Categorias de maior peso, ferroviários e portuários já tinham. Tendências atuantes na época: Anarco-Sindicalistas - Federação Operária de São Paulo Socialistas - Coligação dos sindicatos proletários de Lutavam pela completa autonomia sindical.

6 SI N D I C A L Í S M O no Brasil-(6) Comunistas - Federação Sindical Regional(RJ / SP), realizam em 1935 a Convenção Nacional de Unidade dos Trabalhadores, reunindo 300 delegados representando trabalhadores, quando reorganizam a Confederação Sindical Unitária, central sindical de todo o movimento operário no Brasil. Junto com as lutas sindicais cresciam também as mobilizações das massas trabalhadoras. Em março de 1934, é fundada a Aliança Nacional Libertadora, dirigida pelo PCB, já com Luis Carlos Prestes. Foi citado no VII Congresso da Internacional Comunista como exemplo de frente popular democrática membros. No dia 4 de abril desse ano, foi realizado o primeiro comício da ANL-Aliança Nacional Libertadora. O governo reprimiu e decretou a Lei de Segurança Nacional, proibindo o direito de greve e dissolvendo a Confederação Sindical Unitária. Alguns meses depois, Felinto Müller (MILITAR e POLÍTICO) coloca a ANL na ilegalidade, estes optaram pelo levante armado e foram violentamente reprimidos. Foram criados o Estado de Sítio e a Comissão de Repressão ao Comunismo. Em 1939, o enquadramento sindical (Decreto-Lei 1402), passa a ser vinculado ao ministério do Trabalho. Nesse mesmo ano criou-se o imposto sindical.

7 SI N D I C A L Í S M O no Brasil-(7) - Ressurgimento das lutas sindicais a Debilidade do Estado Novo e Avanço das oposições; Movimento popular comandado pelo PCB, conquista a anistia ampla e irrestrita, libertando os políticos comunistas, presos durante todo o Estado Novo;.. Dezembro de Legalização do PCB - Eleições presidenciais. Convocação de Assembléia Nacional Constituinte;.. Lei Antitruste - Desapropriadas empresas estrangeiras lesivas aos interesses nacionais;.. Fechamento da Organização Sociedade Amigos da América, representante do imperialismo norte-americano. Reatam-se as relações diplomáticas com URSS... Vargas é deposto e no mesmo ano acaba a intervenção do Ministério do Trabalho nos Sindicatos; Criação do MUT - Movimento Unificador dos Trabalhadores. OBJETIVOS: Romper com a estrutura sindical vertical; Retomar a luta da classe operária; Liberdade sindical; Fim do DIP - Departamento de Imprensa e Propaganda; Fim do Tribunal de Segurança Nacional;.. Setembro de Congresso Sindical dos Trabalhadores do Brasil, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, delegados. Os comunistas criam a Confederação Geral dos Trabalhadores;

8 SI N D I C A L Í S M O no Brasil-(8) - Ressurgimento das lutas sindicais a 1964 Golpe de 29 de outubro de Reacionário e anti-popular, freou os avanços das classes populares. Apesar do golpe nas eleições de dezembro de 1945, o PCB, que em poucos meses de legalidade tornou-se o maior partido comunista da América Latina com cerca de membros, conseguiu 10% de eleitorado para presidente da República. Elegeu 14 deputados e um senador, Luis Carlos Prestes, o mais votado da República. Apesar do avanço dos setores operários e populares, a elite conservadora através da União Democrática Nacionalista - UDN e PSD, detinham 70% do parlamento e com isso barravam todas as investidas do PCB que na ação parlamentar fazia alianças com o PTB Dutra proibiu a existência do MUT Movimento Unificador dos Trabalhadores. e suspendeu as eleições sindicais Determina a ilegalidade do PCB, cassando o mandato de seus representantes no parlamento e nos municípios --INCLUSIVE: ARMANDO MAZZO(pref.) MIGUEL GUINLLEN, CARMEM SAVIETTO, ENNIO BRACALION (vers) Último governo Vargas. Novamente o movimento sindical atinge grande dimensão a a Classe trabalhadora dobra seu contingente trabalhadores nas indústrias. As greves tornam-se constantes Quase 200 paralisações trabalhadores paralisações.

9 SI N D I C A L Í S M O no Brasil-(9) - Ressurgimento das lutas sindicais a Luta da classe operária contra a fome e a carestia atingiu cerca de operários. Só em São Paulo realizaram-se mais de 800 greves. Neste ano realizou-se a greve dos trabalhadores de São Paulo (TÊXTEIS, METALÚRGICOS E GRÁFICOS). PCB imprimiu cunho político, acima das reivindicações econômicas. Reivindicavam: Liberdade Sindical, Contra a imperialista com Forças Armadas, Contra o Acordo Militar Brasil-EUA envolvendo Fernando de Noronha, Defesa das riquezas nacionais - campanha pela criação da Petrobrás Criado o pacto de Unidade Intersindical, depois transformou-se no PUA (Pacto de Unidade e Ação). Criou-se também o PIS (Pactos Intersindicais) na região do ABC / As grandes greves da região foram resultados de ações intensas dos sindicatos para as campanhas salariais. Governo JK - Juscelino Kubistchek (1955 / 1960) Sem novidades; III Congresso Sindical Nacional. Fundação do CGT - Comando Geral dos Trabalhadores, para combater o peleguismo, principalmente da CNTI, dominada por Ari Campista. Governo Jânio Quadros - 7 meses (1961); Fundação da CONTAG- Conf. Nac. Trabs. Agriculura Governo João Goulart - Setembro de Parlamentarismo. Janeiro de 1962, plebiscito, retorno ao presidencialismo. GOLPE em 31 de março de 1964.

10 SI N D I C A L Í S M O no Brasil-(10) - Ressurgimento das lutas sindicais a 1964 No campo, trabalhadores mobilizam-se desde 1955 com o surgimento da 1ª Liga Camponesa, no Engenho Galiléa. Antes, em 1954, foi criada a ULTAB - União dos Trabalhadores Agrícolas do Brasil. Começam a nascer os Sindicatos dos Trabalhadores Rurais, com apoio dos Metalúrgicos de Santo André. A bandeira principal era a Reforma Agrária. As ligas camponesas eram dirigidas por Francisco Julião (que visitou nosso Sindicato), e os sindicatos rurais pelo PCB. 13 de Março de Comício na Central do Brasil, Rio de Janeiro, pessoas pelas reformas de base. CONTRAPONDO-SE em represália, a elite conservadora à Marcha da Família, com Deus, pela Liberdade. 31 de Março de A longa noite do sindicalismo brasileiro Acaba a estabilidade no emprego e cria-se o FGTS Retomada(1) do movimento operário Cria-se o Movimento Intersindical Anti-Arrocho (MIA). Participaram os sindicatos dos metalúrgicos de São Paulo, Santo André, Guarulhos, Campinas e Osasco para colocar um fim ao arrocho salarial. Ações para Retomada: -1968/1978/1979 GREVES: OSASCO e CONTAGEM, Luta pela Democracia, Articulação Partidária -Janeiro de Diretores/ Militantes/ Trabalhadores metalúrgicos de Santo André levam em sua tese para o XI-Congresso Estadual dos Metalúrgicos em LINS (cidade paulista), a proposta da instituição de um partido político somente de trabalhadores;

11 SI N D I C A L Í S M O no Brasil-(11) A RETOMADA (2) A grande revolta de 1924 em São Paulo levou o governo federal atacar a maior capital do país, expulsando estrangeiros e atingindo os anarquistas que tinham muito peso principalmente na colônia italiana. Meio século depois, o movimento proletário cresceu surgindo o Novo Sindicalismo, que retomou as Comissões de Fábrica, propondo um modelo de sindicato livre da Estrutura Sindical Oficial e uma ação classista. Esse fenômeno foi constituído inclusive pelo ABDC paulista, nas cidades de: Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema. Retomada das lutas sindicais e criação do Comando Geral dos Trabalhadores CGT.) Greve de Osasco, sob o comando de José Ibrahim. Iniciada em 16 de julho, com a ocupação da Cobrasma. No dia seguinte, o Ministério do Trabalho declarou a ilegalidade da greve e determinou a intervenção no sindicato. Quatro dias depois, os operários retornam ao trabalho Greve em Contagem também contra o arrocho salarial, da mesma forma foi reprimida, e o movimento sendo vencido quatro dias depois.

12 SI N D I C A L Í S M O no Brasil-(12) - A Classe Operária volta à cena. 12 de março de 1978 os trabalhadores na Scania do Grande ABC. Primeira fábrica a entrar em greve, sob o comando de Gilson Menezes, Dir. do Sindicato de São Bernardo e Diadema. Em Santo André a greve explode nas empresas: PHILIPS/ ISAN/ COFAP/ GE/ CONSTANTA/ PIRELLI/ BROSOL/ ALCAN/ MOLINS; Março de 1979, os braços novamente estão cruzados. Começa a nascer a democracia. 1980/ 1981/ As grandes greves do ABCDMRPRGS, onde se destaca Luis Inácio Lula da Silva (cineasta Leon Hirszman documentário) Período de crescimento/potencialização (80/87) Direitos Trabalhístas / Diretas Já / CUT nasce o PT O Partido dos Trabalhadores cresce, se torna referência. Agosto de Nasce a Central Única dos Trabalhadores CUT; sindicalismo Classista e de Massas. 1)-O caráter classista da CUT implica em articular as lutas imediatas com o projeto histórico da classe trabalhadora. E, nesta condição, assumir o socialismo como perspectiva geral; 2)- O caráter de massa, pressupõe a participação de todos os trabalhadores, inclusive aqueles que ainda não chegaram ao sindicato.

13 SI N D I C A L Í S M O no Brasil-(13).1988 Constituição Democrática...ABRE PRECEDENTE Há no Brasil hoje, conforme dados do Mtb, sindicatos de empregadores e trabalhadores, 520 federações e 39 confederações, além das centrais sindicais. Devido ao número exagerado até para o Brasil Continental, fica difícil fiscalizar. Porém, países similares em tamanho apresentam uma organização de trabalho muito diferente, como China, Índia, Rússia e mesmo Estados Unidos. O problema é que a tendência vista aqui é de FRACIONAMENTO; enquanto em muitos países têm acontecido fusões. O Brasil tem lógica de sindicato na esfera do município e, em tese, isso não é preciso, afirma o Mtb / Período de descenso : Perdas de Direitos Conquistados Historicamente / Eternidade Negocial / Redução Associados/ QUEDA DA CREDIBILIDADE junto aos trabalhadores(as)... Ú N I C A Conquista Real Lula no Poder

14 SI N D I C A L Í S M O no Brasil-(14) PORTARIAS: ***Mtb REGULAMENTA: Novas regras para registro Sindical e Eleições 1)- Mtb- publicou em 04/03/13 a Portaria nº 326/201, dispondo sobre: Registro das entidades sindicais de 1º grau junto ao órgão do Executivo. 2)- O Ministério optou por endurecer as regras do processo de concessão de registro sindical e acompanhamento das Eleições. A nova portaria é uma resposta ao movimento sindical e vai dar mais celeridade, mais transparência, mais controle e BUSCAM GARANTIR A LEGITIMIDADE DOS PLEITOS DE REGISTRO SINDICAL. Garantindo REPRESENTATIVIDADE e AÇÃO EFETIVA, declarou o ministro Brizola Neto. Principais itens abordados pelo normativo: *MUDAM Alteração no ciclo de distribuição de processo e de recadastramento, adotando procedimentos que garantam mais segurança e legitimidade; * Adoção da certificação digital para todos os requerimentos ao Cadastro Nacional de Entidades Sindicais (CNES); * Necessidade de identificação e qualificação dos subscritores dos editais e requerimentos;

15 S I N D I C A L Í S M O no Brasil-(15) DESAFIOS SÉCULO XXI: Para quê e por que os trabalhadores lutam hoje? 1)-Luta Corporativa: PLR; ABONOS; Cargos, Funções e Salários; Condições de Trabalho (PROCESSO PRODUTIVO & SAÚDE FÍSICA E MENTAL); é papel dos dirigentes sindicais mobilizarem e organizarem as massas populares, indo para as ruas, debaterem com todos os setores sociais, como fazer as reformas necessárias para o coletivo se desenvolver com distribuição de renda e qualidade de vida; entre elas a reforma tributária, a reforma política, a regulamentação do sistema financeiro, o acesso à todas as camadas sociais ao sistema educacional formal e profissionalizante, a universalização e humanização do sistema de saúde, acesso aos bens de consumo, entre outros. A classe trabalhadora, embora tenha se afastado das ideologias primordiais, precisa lutar minimamente pelo emprego decente, que além da remuneração envolve estabilidade no emprego, segurança no trabalho, preservação da saúde e aposentadoria digna. Objetivos Gerais 1-RETOMADA DA CONSCIÊNCIA DE CLASSE TRABALHADORA E UNIFICAÇÃO DAS LUTAS; 2-CONSCIENTIZAR AS EMPRESAS SOBRE SUA RESPONSABILIDADE SÓCIO- AMBIENTAL;

16 (15.1) 3-REATIVAÇÃO E POTENCIALIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO E LUTAS NOS LOCAIS DE TRABALHO; 4-PROLIFERAÇÃO DAS CONCEPÇÃO E PRÁTICAS COERENTES, DESATRELADAS DAS FILOSOFIAS DAS CENTRAIS; 5-INCLUSÃO DOS TRABALHADORES INFORMAIS E ILEGAIS NO MUNDO DO TRABALHO E NO SISTEMA DE PROTEÇÃO SOCIAL (TRABALHO DECENTE); Objetivos e Lutas Organizadas Política de implantação de projeto de Cargos/ Funções/ Salários; Reformas na Previdência eliminando o fator previdenciário e rastreando as aposentadorias fraudulentas, para serem extintas; Pressão pela ratificação das convenções 151 e 158 da OIT. Temas prioritários para os trabalhadores(as)... PRODUTIVIDADE ESTIMULADA VIA: Incentivo à Formação Profissionalizante e Educação Formal Equipamentos e máquinas novas. Melhores condições de trabalho

17 (15.2) JORNADA DE TRABALHO Redução da Jornada Semanal para 40 horas Fim das horas extras Não implantação do Banco de Horas PROTEÇÃO FÍSICA E MENTAL DO TRABALHADOR(A) Defesa intransigente da Qualidade de Vida no trabalho e na sociedade Segurança física e mental para trabalhadores(as) no ambiente de trabalho Manutenção preventiva nos sistemas de produção, equipamentos e máquinas Superar o conceito de CIPA e partirmos para o Comitê de Proteção da Saúde Física e Mental do Trabalhador, onde Sindicato e Trabalhadores(as), respaldados pelos Centros de Referências, serão os gestores plenos, no interno das empresas

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