PLANO DE SAÚDE AMBIENTAL ARAPIRACA/ALAGOAS : UMA EXPERIÊNCIA DE TRABALHO EM REDE 1. UMA BREVE ABORDAGEM SOBRE O MUNICÍPIO DE ARAPIRACA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANO DE SAÚDE AMBIENTAL ARAPIRACA/ALAGOAS : UMA EXPERIÊNCIA DE TRABALHO EM REDE 1. UMA BREVE ABORDAGEM SOBRE O MUNICÍPIO DE ARAPIRACA"

Transcrição

1 PLANO DE SAÚDE AMBIENTAL ARAPIRACA/ALAGOAS : UMA EXPERIÊNCIA DE TRABALHO EM REDE ROMÃO, Simone Rachel Lopes Arquiteta e Urbanista. Assessora Técnica da Secretaria de Planejamento da Prefeitura Municipal de Arapiraca (ALAGOAS) - 1. UMA BREVE ABORDAGEM SOBRE O MUNICÍPIO DE ARAPIRACA O município de Arapiraca, por sua localização geográfica estratégica, facilidade de acesso e de logística urbana, tornou-se cidade pólo no interior do Estado de Alagoas, e, em virtude destas características, influencia econômica e socialmente os municípios da região agreste, cidades do sertão alagoano, e de outros Estados oferecendo infra-estrutura, prestação de serviços e comércio local a uma rede de municípios alagoanos, evidenciando que Arapiraca atrai diariamente um contingente ampliado de população flutuante. Tal situação de destaque sócio-econômico tem conduzido Arapiraca a receber forte pressão imigratória populacional constantemente, sobretudo de pessoas carentes, provocando o aumento da demanda sobre os serviços de infra-estrutura urbana, principalmente na área habitacional, comprometendo ainda mais a qualidade de vida de seus munícipes, especialmente os provenientes da zona urbana. A região político-administrativa (RPA) a qual pertence é responsável por 6,9% do PIB do Estado, onde Arapiraca representa 67,7%. Toda esta dinâmica contribuiu para que a cidade ocupe a segunda posição no Estado, faz com que atue como pólo mercantil, para onde convergem consumidores de toda a região agreste, sertão e

2 parte da zona da mata, atraindo também investidores de outros Estados da região Nordeste, no Brasil e no mundo ARAPIRACA E A CONCENTRAÇÃO DE POPULAÇÃO EM ÁREA URBANA É considerada a segunda maior cidade do Estado, do ponto de vista populacional, com uma densidade demográfica de 553,75 habitantes/km², ocupa uma superfície territorial de 365,5 Km², possuindo uma população de habitantes conforme o Censo IBGE de 2007, sendo na área urbana e na área rural, com uma taxa de urbanização de 80,88%, e de 19,12% de população rural. Em apenas dois anos, a estimativa do crescimento da população do IBGE para 2009, aponta para habitantes, demonstrando a velocidade do aumento do fluxo migratório para o município em virtude do seu efervescente desenvolvimento. Seguindo a lógica de urbanização brasileira, Arapiraca vem crescendo de forma rápida, fragmentada e desigual, com uma significativa concentração populacional na cidade, tendo em seu desenho urbanístico, um crescente contingente de assentamentos precários sub-normais, o que tem gerado o desafio de executar políticas públicas eficientes que erradiquem efetivamente as condições de vida subhumanas a parcela significativa de seus habitantes. Vive hoje um momento de grande investimento na urbanização, com intensas obras de importância para a cidade, seja pela criação de áreas verdes, parques, pavimentação e investimentos em infra-estrutura e serviços urbanos. Com relação à distribuição da população por bairros, dentre os 38 que compõem o perímetro urbano, destacam-se os maiores em concentração populacional os seguintes bairros:

3 Ranking dos 10 Bairros mais populosos Posição Bairros Nº de no Ranking habitantes 1º Brasília º Primavera º Canafístula º Manoel Teles º Planalto º Cacimbas º Alto do Cruzeiro º Caititus º Centro Fonte: Censo do IBGE, ARAPIRACA E O ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO IDH A qualidade de vida está extremamente ligada ao desenvolvimento humano que, por sua vez, é um conceito bem amplo, pois nele agem vários fatores. Em sua composição de análise também são consideradas as expectativas de vida, o contexto cultural, as relações sociais, o acesso ao lazer, à escola de qualidade, ao emprego formal, situação econômica positiva, bons atendimentos de saúde, habitação, as relações com o ambiente. De forma ampla, a qualidade de vida pode ser inicialmente apontada pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Instrumento elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU), resulta do cruzamento de dados relativos à educação (alfabetização e taxa de matrícula), longevidade (esperança de vida ao nascer) e renda (PIB per capta). Observando os índices do Brasil, Nordeste e Alagoas acompanhamos a evolução da qualidade de vida da população. Este indicador tem sido referência para definição e efetivação de

4 políticas públicas. Comparativamente, Alagoas tem demonstrado esforço, ultrapassando o índice médio do Nordeste. Evolução do IDH Brasil, Nordeste e Alagoas IDH-M Brasil 0,462 0,685 0,709 0,764 Nordeste 0,306 0,460 0,517 0,610 Alagoas 0,263 0,437 0,548 0,649 Fonte: PNUD/IPEA/FJP Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, É evidente e alentador verificar que Arapiraca vem evoluindo bem nas esferas consideradas para a determinação do IDH. O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal de Arapiraca é 0,656, segundo a classificação do PNUD, o município esta entre as regiões consideradas - médio alto - no desenvolvimento humano. Em relação aos outros municípios do Estado de Alagoas, Arapiraca ocupa o 7º lugar entre os 102 municípios alagoanos no ranking de IDH-M. Evolução do IDH-M de Arapiraca por dimensão Ano IDH-M IDH-M IDH-M IDH-M Longevidade Educação Renda ,313 0,297 0,174 0, ,355 0,336 0,446 0, ,490 0,472 0,457 0, ,650 0,734 0,584 0,656 Fonte: PNUD/IPEA/FJP Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, 2000.

5 2. SAÚDE AMBIENTAL - CONTEXTUALIZAÇÃO MUNDIAL Para compreender o Plano de Saúde Ambiental PSA para o município de Arapiraca, cabe uma abordagem inicial em relação à trajetória das discussões sobre saúde ambiental no século XX, que nos demonstra que essa discussão é recente, onde as primeiras discussões acerca de questões que envolvem o impacto da ação antrópica no meio ambiente e sua influência sobre a saúde humana, pode-se citar como exemplo, os seguintes eventos: Em I Congresso Internacional para a Proteção da Natureza, realizado em Paris. Em Acordo internacional, o Tratado Antártico. Em começou-se a pensar num encontro entre países para discutir formas de controle da poluição do ar e da chuva ácida (Europa). Em Mesa-Redonda de Especialistas em Desenvolvimento e Meio Ambiente, na Suíça, momento em que foram lançadas as bases para o conceito de desenvolvimento sustentável. Estes eventos culminaram em grandes reuniões entre países : Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, realizada em 1972, em Estocolmo, na Suécia. Eco-92, no Rio de Janeiro, no Brasil. Na atualidade, um sem número de cientistas se ocupa da proteção da saúde humana. O enfoque tradicional da saúde pública atual se combina com os modernos conceitos da interdependência da saúde com os fatores ambientais, o qual podemos denominar de saúde ambiental (Brilhante et all, 1999). Acompanhando um padrão internacional de entendimento de que as condições ideais de saúde estão intrinsecamente ligadas a satisfação de um conjunto de necessidades, que vai desde o acesso à terra, passa pela segurança alimentar, até o direito de garantir e preservar ambientes saudáveis, o Plano de

6 Saúde Ambiental de Arapiraca vem apresentar propostas de ações integradas, tendo como ator principal o Poder Executivo Municipal, como ente público responsável constitucionalmente pela garantia do direito à saúde, e a população, principal alvo dessas ações PANORAMA DA GESTÃO DA SAÚDE AMBIENTAL NO PAÍS No Brasil, o principal marco legal é a Medida Provisória - MP n 33, de 19 de fevereiro de 2002, que dispõe sobre os Sistemas Nacionais de Epidemiologia, de Saúde Ambiental e de Saúde Indígena, cria a Agência Federal de Prevenção e Controle de Doenças APEC e define saúde ambiental como o conhecimento, a prevenção e o controle dos processos, influências e fatores físicos, químicos e biológicos que exerçam ou possam exercer, direta ou indiretamente, efeito sobre a saúde humana. Em seu artigo 19, a MP n 33 prevê como competência s da APEC, na área de saúde ambiental, dentre outras, propor a Política Nacional de Saúde Ambiental. Nesta Política, o SINVSA - Subsistema Nacional de Vigilância em Saúde Ambiental, do Ministério da Saúde, instituiu 8 programas que possui como principais atribuições: a coordenação, avaliação, planejamento, acompanhamento, inspeção e supervisão das ações de vigilância ambiental. Compete a Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM) da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde a gestão dos 8 programas nacionais a seguir, que tem o objetivo central de garantir qualidade em saúde a população: VIGIÁGUA: acesso à água de qualidade (combate a poluição hídrica). VIGISOLO: acesso a solo de qualidade (combate a solo contaminado por produtos químicos).

7 VIGIAR: acesso ao ar de qualidade (combate a poluição atmosférica). VIGIQUIM: monitorar as populações expostas às substâncias químicas, com grau de riscos à população: asbesto/amianto, benzeno, agrotóxicos, mercúrio e chumbo. VIGIDESASTRES: ações de vigilância ambiental em saúde relacionadas a enchentes, secas, deslizamentos e incêndios florestais. VIGIAPP: minimizar o número de vítimas por acidentes com produtos perigosos. VIGIFISI: monitorar os riscos à saúde provocados pela emissão de ondas eletromagnéticas emitidas por meio das estações de energia elétrica e de telecomunicações. VIGIAMBT: vigilância em saúde relacionada ao ambiente de trabalho. Em Alagoas, a competência de gestão no Estado é realizada pela Vigilância de Saúde Ambiental da Secretaria de Estado da Saúde. Esses programas federais são geridos pelo Ministério da Saúde - MS, responsável pela capacitação dos estados e municípios brasileiros. Atualmente, desses programas federais, os mais desenvolvidos em Alagoas são: VIGIÁGUA e VIGISOLO, que já possuem sistemas de informação próprios, o SISÁGUA e o SISOLO. O VIGIAR é um programa que já vem sendo desenvolvido pelo Estado de Alagoas e o município de Arapiraca já inseriu informações no FORMSUS FORMULÁRIO que é enviado direto ao Ministério da Saúde, que informa as áreas e estabelecimentos que apresentam riscos potenciais de contaminação e poluição do ar, inclusive com dados da taxa de internação por doenças do aparelho respiratório e número de óbitos.

8 3. DIAGNÓSTICO - PRINCIPAIS AGRAVOS REGISTRADOS NO MUNICÍPIO DE ARAPIRACA Segundo os dados estatísticos do Departamento de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Arapiraca em 2007, a partir do número de casos registrados identificou-se os principais agravos de saúde pública no município: Ranking do numero Total de casos Agravos de casos 1º Atendimento anti-rábico 2º 532 Dengue 3º 360 Acidente por animais peçonhentos 4º 139 Intoxicação Exógena 5º 25 Hepatite Viral De uma forma geral, as incidências se manifestam em vários bairros de uma maneira pulverizada, conforme se visualiza nas cartografias abaixo. Mas, verificouse que os principais agravos de saúde pública ocorrem nos bairros de maior concentração populacional, como: Brasília, Primavera, Canafístula e Cacimbas. Em contraste, na zona rural encontram-se os povoados com os menores índices de ocorrências PSA LOCAL Zona Rural localização das incidências na cartografia temática de saúde pública. FONTE: Secretaria Planejamento/Agenda 21 Arapiraca, Zona Urbana localização das incidências na cartografia temática de saúde pública. FONTE: Secretaria Planejamento/Agenda 21 Arapiraca, 2007.

9 Do ponto de vista do projeto Agenda 21 de Arapiraca, o PSA enquadra-se na meta 8 - atividade 8.4 que objetiva propor possíveis soluções de mitigação e/ou compensação dos problemas ambientais existentes no município, dentro de um planejamento de ações. O PSA constitui-se numa proposta que promova de forma estratégica, a qualidade de vida da população a partir da melhoria na saúde ambiental do município, em seu contexto mais amplo, desde o abastecimento de água até as condições ideais de habitabilidade, visando proporcionar um meio ambiente saudável. O referido Plano está composto por um conjunto de 10 (dez) ações que foram consideradas prioritárias para o município, partindo das necessidades identificadas pela Secretaria de Saúde e Secretaria de Planejamento e elaboradas com a colaboração das demais Secretarias envolvidas: Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação SEDUH Secretaria de Limpeza e Iluminação Pública SELIP Secretaria de Obras e Viação SEOV Secretaria de Meio Ambiente e Saneamento SEMASA 3.2. AS 10 AÇÕES DO PLANO DE SAÚDE AMBIENTAL Partindo do diagnóstico dos agravos de saúde pública e da necessidade identificada pelos técnicos das diversas Secretarias Municipais, foram eleitas as 10 ações prioritárias:

10 AÇÃO TÍTULO 1 Reduzir a incidência de doenças transmitidas por vetores, especialmente dengue. 2 Diminuir o atendimento anti-rábico 3 Monitorização das Doenças Diarréicas Aguda MDDA 4 Reduzir a incidência de esquistossomose 5 Reduzir a incidência de intoxicações causadas pelo contato com a folha de fumo 6 Reduzir a incidência de acidentes provocados por animais sinantrópicos e peçonhentos, especialmente escorpiões 7 Contribuir para o monitoramento da qualidade da água e sua adequada utilização 8 Prevenir, eliminar e/ou minimizar riscos à saúde, provenientes do esgotamento sanitário 9 Prevenir, eliminar e/ou minimizar riscos à saúde decorrentes do acondicionamento, coleta e disposição dos resíduos sólidos 10 Contribuir na realização de ações intersetoriais, visando à melhoria das condições de habitação popular 3.3. ESTRATÉGIA DE AÇÃO Para cada título, delineou-se ações preventivas e corretivas (mitigação dos problemas detectados). Para qual, terá um órgão articulador e uma rede de parceiros que atuam na área e que podem dar sua parcela de contribuição.

11 E cada ação será monitorada no seu desenvolvimento e o prazo de cada ação será de um ano, período que se terão os dados e informações para realizar a avaliação e seu respectivo monitoramento. Para compreensão desta estratégia, segue um exemplo da Ação 01, para visualizar o modelo adotado para cada ação: Ação 01: Reduzir a incidência de doenças transmitidas por vetores, especialmente dengue. Ações Preventivas: a) Identificação de depósitos de água, criadouros reais e potenciais de vetores; b) Inspeção de chafarizes, praças, lagos, cemitérios, etc; c) Desenvolvimento de campanhas educativas e informativas permanentes; Ações Mitigadoras: a) Coleta de material (ovos, larvas, pupas e mosquitos alados) para levantamento do índice de infestação; b) Mapeamento das áreas de risco; c) Identificar os vetores alados. Parceiros: Ministério Público Secretaria Municipal de Limpeza e Iluminação Pública Secretaria Municipal de Planejamento Secretaria Municipal de Obras e Viação Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Saneamento Secretaria Municipal de Saúde CASAL (Companhia de Abastecimento e Saneamento de Alagoas) Articulador: Secretaria Municipal de Saúde

12 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS Por se tratar de um tema inovador e recente no nosso país, o estudo apontou que os principais desafios para implementação do Plano de Ação são: 1. Integrar de forma efetiva a comunidade nas ações preventivas e corretivas; 2. Conseguir a intersetorialidade entre os órgãos municipais, em especial, saúde, meio ambiente, planejamento urbano e educação; 3. Garantir apoio e a logística às equipes de campo: treinamento, transporte, EPI s, enfim, infra-estrutura necessária. Acredita-se que se atingirmos com eficiência estes três pontos acima citados, conseguiremos montar uma rede de vários segmentos sociais buscando um objetivo comum de ter qualidade de vida de uma maneira integrada, sistêmica e estratégica oferecendo um ambiente saudável. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARAPIRACA. Prefeitura Municipal de Arapiraca. Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente. Coordenação para Elaboração da Agenda 21. Dossiê Urbano Habitacional e Ambiental. Cooperativa de Trabalhadores Ambientalistas. Arapiraca, ARAPIRACA. Prefeitura Municipal de Arapiraca. Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente. Coordenação para elaboração do Plano Diretor e Agenda 21. Plano Diretor Participativo de Arapiraca. Leitura Comunitária: Arapiraca que temos Arapiraca que queremos. Livro 02 Zona Urbana. Arapiraca, 2005.

13 ARAPIRACA. Prefeitura Municipal de Arapiraca. Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente. Coordenação para elaboração do Plano Diretor e Agenda 21. Plano Diretor Participativo de Arapiraca. Diagnóstico técnicocomunitário: Arapiraca que temos. Arapiraca, ARAPIRACA. Prefeitura Municipal de Arapiraca. Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente. Coordenação para Elaboração da Agenda 21. Relatório das Características Ambientais do Município de Arapiraca. Núcleo de Pesquisas em Hidrologia e Geomorfologia (UNEAL). Arapiraca, ARAPIRACA. Prefeitura Municipal de Arapiraca. Secretaria Municipal de Planejamento. Coordenação para elaboração da Agenda 21. Plano de Saúde Ambiental. Cidade Digital Consultoria. Arapiraca, PREFEITURA MUNICIPAL DE ARAPIRACA. A Cidade do Futuro : Agenda 21 Arapiraca. Maceió: IDEARIO, Brilhante, O. M.; Caldas, L. Q. de A., Gestão e Avaliação de Risco em Saúde Ambiental, 1999, Rio de Janeiro, Editora FIOCRUZ, 2ª reimpressão, 2004, 155p. Anais XII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto, Goiânia, Brasil, abril 2005, INPE, p disponível em: acesso em 04 de setembro de acesso em 04/09/2008.

Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM )

Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM ) Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM ) LÍDERES Curso Internacional sobre Saúde, Desastres e Desenvolvimento Brasília DF 26 de novembro a 07 de dezembro de 2007 Ministério da Saúde

Leia mais

I ESCOLA DE PRIMAVERA SOBRE SOLUÇÕES ESPACIAIS PARA O GERENCIAMENTO DE DESASTRES NATURAIS E RESPOSTAS A EMERGÊNCIAS-INUNDAÇÃO

I ESCOLA DE PRIMAVERA SOBRE SOLUÇÕES ESPACIAIS PARA O GERENCIAMENTO DE DESASTRES NATURAIS E RESPOSTAS A EMERGÊNCIAS-INUNDAÇÃO I ESCOLA DE PRIMAVERA SOBRE SOLUÇÕES ESPACIAIS PARA O GERENCIAMENTO DE DESASTRES NATURAIS E RESPOSTAS A EMERGÊNCIAS-INUNDAÇÃO ATUAÇÃO DO SETOR SAÚDE EM EVENTOS DE INUNDAÇÃO I ESCOLA DE PRIMAVERA SOBRE

Leia mais

ANÁLISE DA INCIDÊNCIA DE DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA NA REGIÃO DE JACARAÍPE E NOVA ALMEIDA, SERRA, ES. DEVAIR VIAL BRZESKY

ANÁLISE DA INCIDÊNCIA DE DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA NA REGIÃO DE JACARAÍPE E NOVA ALMEIDA, SERRA, ES. DEVAIR VIAL BRZESKY ANÁLISE DA INCIDÊNCIA DE DOENÇAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA NA REGIÃO DE JACARAÍPE E NOVA ALMEIDA, SERRA, ES. DEVAIR VIAL BRZESKY Importância da água para a vida: Higiene pessoal. Preparação dos alimentos.

Leia mais

Sistema Nacional de Vigilância em Saúde Ambiental - SINVSA. Curso Líderes

Sistema Nacional de Vigilância em Saúde Ambiental - SINVSA. Curso Líderes Sistema Nacional de Vigilância em Saúde Ambiental - SINVSA Curso Líderes Edenilo Baltazar Barreira Filho Coordenação Geral de Vigilância Ambiental em Saúde - CGVAM Brasília(DF), 18 de agosto de 2008 Meio

Leia mais

Nota técnica Março/2014

Nota técnica Março/2014 Nota técnica Março/2014 Sistemas de Saneamento no Brasil - Desafios do Século XXI João Sergio Cordeiro O Brasil, no final do ano de 2013, possuía população de mais de 200 milhões de habitantes distribuídos

Leia mais

Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA

Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA 225 Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA Marcos Antônio Lopes do Nascimento¹; Maria Verônica

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA NO BRASIL

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA NO BRASIL Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA

Leia mais

Sistema Nacional de Vigilância Ambiental em Saúde. Ministério da Saúde Fundação Nacional de Saúde

Sistema Nacional de Vigilância Ambiental em Saúde. Ministério da Saúde Fundação Nacional de Saúde Sistema Nacional de Vigilância Ambiental em Saúde Ministério da Saúde Fundação Nacional de Saúde 1 FLUXO DA VIGILÂNCIA SISTEMAS SETORIAIS RELACIONADOS COM SAÚDE E AMBIENTE (Saúde, Educação, Des. Urbano,

Leia mais

Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM )

Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM ) Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM ) Líderes: Curso Internacional sobre Saúde, Desastres e Desenvolvimento VIGIDESASTRES Brasília/DF 18 a

Leia mais

P.42 Programa de Educação Ambiental

P.42 Programa de Educação Ambiental ANEXO 2.2.3-1 - ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS (PMRS) DE PARANAÍTA/MT O roteiro apresentado foi elaborado a partir do Manual de Orientação do MMA Ministério do Meio Ambiente

Leia mais

NVRAnB/ DVAS/ CEVS/SES

NVRAnB/ DVAS/ CEVS/SES ÁREAS CONTAMINADAS : RISCOS À SAÚDE HUMANA Seminário Sul-Brasileiro de Gerenciamento de Áreas Contaminadas 3 e 4 de setembro de 2012, Porto Alegre RS NVRAnB/ DVAS/ CEVS/SES P R O M O Ç Ã O DETERMINANTES

Leia mais

Plano de Saneamento Básico

Plano de Saneamento Básico Plano de Saneamento Básico Marcelo de Paula Neves Lelis Rio de Janeiro, 09/06/2011 Saneamento Básico A Lei 11.445/07, em seu Art. 3 º, define Saneamento Básico como sendo o conjunto de serviços, infra-estruturas

Leia mais

VIGILÂNCIA AMBIENTAL

VIGILÂNCIA AMBIENTAL VIGILÂNCIA AMBIENTAL VIGILÂNCIA AMBIENTAL Introdução Considera-se a vigilância ambiental como o processo contínuo de coleta de dados e análise de informação sobre saúde e ambiente, com o intuito de orientar

Leia mais

Programa para seleção pública do AGENTE DE COMBATE A ENDEMIAS I - 2008

Programa para seleção pública do AGENTE DE COMBATE A ENDEMIAS I - 2008 Programa para seleção pública do AGENTE DE COMBATE A ENDEMIAS I - 2008 Conteúdo Saúde Pública Lei 8080 de 19/09/1990; Lei 8142 de 28/12/1990; ABC do SUS Doutrinas e Princípios - Ministério da Saúde; Avanços

Leia mais

em Saúde Ambiental DSAST/SVS/MS

em Saúde Ambiental DSAST/SVS/MS Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental DSAST/SVS/MS DSAST Assessoria Administrativo CGSAT CGVAM CGEI ASISAST VIGIPEQ VIGIAGUA VIGIDESASTRES Solo Ar Quim Desastres de origem natural Vigifis

Leia mais

Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM )

Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM ) Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental (CGVAM ) PROGRAMA NACIONAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL DOS RISCOS DECORRENTES DOS DESASTRES NATURAIS Documento em discussão COORDENAÇÃO GERAL DE

Leia mais

Considerando a necessidade da observação e análise permanente da situação de saúde da população:

Considerando a necessidade da observação e análise permanente da situação de saúde da população: REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL Estado do Rio de Janeiro PREFEITURA MUNICIPAL DE GUAPIMIRIM GABINETE DO PREFEITO DECRETO Nº 901 de 04 de Agosto de 2011. ESTRUTURA E ATRIBUI O DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA

Leia mais

São Paulo - SP PERFIL MUNICIPAL. Data de instalação Ano de 1554. Crescimento anual da população - 2000-2010 0,75% Urbanização 2010 98,94%

São Paulo - SP PERFIL MUNICIPAL. Data de instalação Ano de 1554. Crescimento anual da população - 2000-2010 0,75% Urbanização 2010 98,94% PERFIL MUNICIPAL São Paulo - SP Data de instalação Ano de 1554 População - Censo 2010 11.376.685 habitantes Crescimento anual da população - 2000-2010 0,75% Natalidade 2010 174.265 nascidos vivos Urbanização

Leia mais

Entenda o que é IDH Secretaria de Saúde Pública do Pará

Entenda o que é IDH Secretaria de Saúde Pública do Pará Entenda o que é IDH Secretaria de Saúde Pública do Pará O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), divulgado pela ONU, parte do pressuposto de que para aferir o avanço de uma população não se deve considerar

Leia mais

2ª Reunião da Comissão de Monitoramento Socioeconômico Fórum de Acompanhamento Social (FAS) da UHE Sinop. Sinop, 08 de Maio de 2015

2ª Reunião da Comissão de Monitoramento Socioeconômico Fórum de Acompanhamento Social (FAS) da UHE Sinop. Sinop, 08 de Maio de 2015 2ª Reunião da Comissão de Monitoramento Socioeconômico Fórum de Acompanhamento Social (FAS) da UHE Sinop Sinop, 08 de Maio de 2015 AGENDA 9h Boas vindas / Apresentação 9h15 - Exibição da Maquete Eletrônica

Leia mais

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre N o Brasil há 2.361 municípios, em 23 estados, onde vivem mais de 38,3 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. Para eles, o Governo Federal criou

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 DOU de 05/10/09 seção 01 nº 190 pág. 51 MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e

Leia mais

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Marcelo de Paula Neves Lelis Gerente de Projetos Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades Planejamento

Leia mais

26º. Encontro Técnico AESABESP DIAGNÓSTICO DAS CONDIÇÕES DE SANEAMENTO AMBIENTAL NO MUNICÍPIO DE MACAPÁ- AP.

26º. Encontro Técnico AESABESP DIAGNÓSTICO DAS CONDIÇÕES DE SANEAMENTO AMBIENTAL NO MUNICÍPIO DE MACAPÁ- AP. 26º. Encontro Técnico AESABESP Izanilde Barbosa da Silva Elivania Silva de Abreu DIAGNÓSTICO DAS CONDIÇÕES DE SANEAMENTO AMBIENTAL NO MUNICÍPIO DE MACAPÁ- AP. São Paulo-SP INTRODUÇÃO O Brasil é um pais

Leia mais

Modelo básico para Plano Diretor de Defesa Civil CASA MILITAR COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL

Modelo básico para Plano Diretor de Defesa Civil CASA MILITAR COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL Modelo básico para Plano Diretor de Defesa Civil CASA MILITAR COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE DEFESA CIVIL INTRODUÇÃO 1. O presente Termo

Leia mais

MUNICÍPIO DE SÃO LEOPOLDO

MUNICÍPIO DE SÃO LEOPOLDO MUNICÍPIO DE SÃO LEOPOLDO ELABORAÇÃO DOS PLANOS MUNICIPAIS E REGIONAL DE SANEAMENTO BÁSICO DOS MUNICÍPIOS DO CONSÓRCIO PRÓ-SINOS PRODUTO 4 CONCEPÇÃO DOS PROGRAMAS, PROJETOS E AÇÕES NECESSÁRIAS. AÇÕES PARA

Leia mais

AÇÕES DE RESPOSTA: VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL

AÇÕES DE RESPOSTA: VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL AÇÕES DE RESPOSTA: VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL 1. Conceito Por Aramis Cardoso A Vigilância em Saúde Ambiental é definida como o conjunto de ações que proporcionam o conhecimento e a detecção de qualquer

Leia mais

11.1. INFORMAÇÕES GERAIS

11.1. INFORMAÇÕES GERAIS ASPECTOS 11 SOCIOECONÔMICOS 11.1. INFORMAÇÕES GERAIS O suprimento de energia elétrica tem-se tornado fator indispensável ao bem-estar social e ao crescimento econômico do Brasil. Contudo, é ainda muito

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA: Garantindo a qualidade e promovendo a saúde. -Um olhar do SUS. Mariely Daniel

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA: Garantindo a qualidade e promovendo a saúde. -Um olhar do SUS. Mariely Daniel PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA: Garantindo a qualidade e promovendo a saúde -Um olhar do SUS Mariely Daniel Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Ministério da Saúde Departamento

Leia mais

A P R E S E N T A Ç Ã O

A P R E S E N T A Ç Ã O A P R E S E N T A Ç Ã O O presente documento técnico integra o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) referente à Extração de Minério de Ferro, na Fazenda Trindade, no Município de São Mamede no estado da Paraíba,

Leia mais

O Quadro de Desigualdades Habitacionais e o Saneamento no Rio de Janeiro

O Quadro de Desigualdades Habitacionais e o Saneamento no Rio de Janeiro OBSERVATÓRIO DAS METRÓPOLES, AÇÃO URBANA E FUNDAÇÃO BENTO RUBIÃO PROGRAMA DE FORMAÇÃO: POLÍTICAS PÚBLICAS E O DIREITO À CIDADE O Quadro de Desigualdades Habitacionais e o Saneamento no Rio de Janeiro Ana

Leia mais

Avaliação da Vigilância da Qualidade da Água no Estado do Acre Ano base 2011

Avaliação da Vigilância da Qualidade da Água no Estado do Acre Ano base 2011 Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental Programa Nacional de Vigilância

Leia mais

TÍTULO: Aplicações de geoprocessamento na organização e gestão dos serviços de drenagem urbana.

TÍTULO: Aplicações de geoprocessamento na organização e gestão dos serviços de drenagem urbana. TÍTULO: Aplicações de geoprocessamento na organização e gestão dos serviços de drenagem urbana. NOME DOS AUTORES: Danilo Heitor Caires Tinoco Bisneto Melo. Formação: Bacharel em Geografia, pela Universidade

Leia mais

Tabela 1. Tema Dado Atributo Fonte

Tabela 1. Tema Dado Atributo Fonte Tabela 1 Tema Dado Atributo Fonte 1. Base Cartográfica Básica a. Limites municipais b. Limites Distritais c. Localidades d. Rodovias e Ferrovias d. Rodovias e Ferrovias e. Linhas de Transmissão f. Estações

Leia mais

PERFIL MUNICIPAL. Blumenau - SC. Data de instalação Ano de 1880. Índice de Desenvolvimento Humano - IDH 0,855. www.portalodm.com.

PERFIL MUNICIPAL. Blumenau - SC. Data de instalação Ano de 1880. Índice de Desenvolvimento Humano - IDH 0,855. www.portalodm.com. PERFIL MUNICIPAL Blumenau - SC Data de instalação Ano de 1880 Estimativa da população 2009 Natalidade 2007 299.416 habitantes 3.818 nascidos vivos Índice de Desenvolvimento Humano - IDH 0,855 Área 520

Leia mais

Alcançado (b) Número total de casos notificados. Número total de notificações negativas recebidas

Alcançado (b) Número total de casos notificados. Número total de notificações negativas recebidas INSTRUTIVO PARA PREENCHIMENTO DO ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO DA PROGRAMAÇÃO PACTUADA INTEGRADA DE EPIDEMIOLOGIA E CONTROLE DE DOENÇAS PPI-ECD - NAS UNIDADES FEDERADAS 1 2 Este instrutivo contém informações

Leia mais

AÇÕES DE VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA EM TERESINA - PI

AÇÕES DE VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA EM TERESINA - PI AÇÕES DE VIGILÂNCIA DA QUALIDADE DA ÁGUA EM TERESINA - PI Ferreira, L.C.R.P. (1) ; Lima, N.A. (2) ; Muratori, M.C.S. (3) ; Júnior, M.H.K. (3) ; Aragão, L.V.O. (4) ligia_calina@hotmail.com (1) Programa

Leia mais

SAÚDE AMBIENTAL E DESASTRES. Mara Lúcia Oliveira Saúde e Ambiente

SAÚDE AMBIENTAL E DESASTRES. Mara Lúcia Oliveira Saúde e Ambiente SAÚDE AMBIENTAL E DESASTRES Mara Lúcia Oliveira Saúde e Ambiente PROBLEMAS AMBIENTAIS LOCAIS Contaminação atmosférica (industrial e doméstica) Contaminação acústica Contaminação dos mananciais Abastecimento

Leia mais

SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE CEVS/SES/RS - DVAS- DVAST MINISTÉRIO DA SAÚDE CGVAM/SVS/MS

SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE CEVS/SES/RS - DVAS- DVAST MINISTÉRIO DA SAÚDE CGVAM/SVS/MS SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE CEVS/SES/RS - DVAS- DVAST MINISTÉRIO DA SAÚDE CGVAM/SVS/MS CURSO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E OCUPACIONAL APLICADA A SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS NO ÂMBITO DO SUS Data: 15/09/2008

Leia mais

Saneamento Básico e Saúde

Saneamento Básico e Saúde Conferência Nacional de Segurança Hídrica Uberlândia - MG Saneamento Básico e Saúde Aparecido Hojaij Presidente Nacional da Assemae Sobre a Assemae A Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento

Leia mais

Situação do Domicílio Abs. % Abs. % Total 16.938 100 10.444.526 100 Urbano 4.808 28,39 8.912.692 85,33 Rural 12.130 71,61 1.531.

Situação do Domicílio Abs. % Abs. % Total 16.938 100 10.444.526 100 Urbano 4.808 28,39 8.912.692 85,33 Rural 12.130 71,61 1.531. População segundo a Distribuição de Domicílios 2010 Situação do Domicílio Abs. % Abs. % Total 16.938 100 10.444.526 100 Urbano 4.808 28,39 8.912.692 85,33 Rural 12.130 71,61 1.531.834 14,66 FONTE: IPARDES/IBGE

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Atlas de saneamento Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão Guido Mantega INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Presidente Eduardo

Leia mais

Palavras- chave: Vigilância epidemiológica, Dengue, Enfermagem

Palavras- chave: Vigilância epidemiológica, Dengue, Enfermagem ANÁLISE DAS NOTIFICAÇÕES DE DENGUE APÓS ATUAÇÃO DO SERVIÇO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA HOSPITALAR INTRODUÇÃO: A Dengue é uma doença infecciosa febril aguda de amplo espectro clínico e de grande importância

Leia mais

TEMA: POPULAÇÃO JOVEM DE 16 A 24 ANOS

TEMA: POPULAÇÃO JOVEM DE 16 A 24 ANOS Em 5 de agosto de 2013 foi sancionado o Estatuto da Juventude que dispõe sobre os direitos da população jovem (a Cidadania, a Participação Social e Política e a Representação Juvenil, a Educação, a Profissionalização,

Leia mais

A Vigilância em Saúde Ambiental

A Vigilância em Saúde Ambiental Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental A Vigilância em Saúde Ambiental

Leia mais

INDICADORES DEMOGRÁFICOS E NORDESTE

INDICADORES DEMOGRÁFICOS E NORDESTE INDICADORES DEMOGRÁFICOS E SOCIAIS E ECONÔMICOS DO NORDESTE Verônica Maria Miranda Brasileiro Consultora Legislativa da Área XI Meio Ambiente e Direito Ambiental, Organização Territorial, Desenvolvimento

Leia mais

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE Coordenação Regional de santa Catarina ATENÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE Coordenação Regional de santa Catarina ATENÇÃO ATENÇÃO Apresentação do Seminário A Lei da Política Nacional do Saneamento Básico (lei 11.445/07) e o Inquérito Civil Público Estadual 04/04/PGJ/MPSC, realizado nos dias 30 e 31 de outubro de 2008. Arquivos

Leia mais

CONFEA 21 a 25 de fevereiro de 2011

CONFEA 21 a 25 de fevereiro de 2011 CONFEA 21 a 25 de fevereiro de 2011 Prevenção de Catástrofes...da previsão ao controle Margareth Alheiros UFPE 22/02/2011 O que a sociedade sabe sobre Desastres? O que circula na imprensa: imagens com

Leia mais

1. Título do Empreendimento Apoio aos Municípios da UGRHI-11 para Planos Preventivos de Defesa Civil Fase II

1. Título do Empreendimento Apoio aos Municípios da UGRHI-11 para Planos Preventivos de Defesa Civil Fase II 1. Título do Empreendimento Apoio aos Municípios da UGRHI-11 para Planos Preventivos de Defesa Civil Fase II 2. Localização geográfica Toda a área da UGRHI-11 - Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Porto Alegre do Norte, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 3994,51 km² IDHM 2010 0,673 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10748 hab.

Leia mais

Taxa de incidência da dengue, Brasil e regiões, 1998-2001

Taxa de incidência da dengue, Brasil e regiões, 1998-2001 1 reintrodução da dengue no Brasil em 1986 pelo Estado do Rio de Janeiro um sério problema de Saúde Pública, com 8 epidemias associadas aos sorotipos 1, 2 e 3 taxas de incidência: novo aumento a partir

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Cabo Verde, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 368,15 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 13823 hab. Densidade

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Transportes de Produtos Perigosos, Ações Emergenciais, Produtos Perigosos, Transporte de Produtos Perigosos em Áreas de Mananciais.

PALAVRAS-CHAVE: Transportes de Produtos Perigosos, Ações Emergenciais, Produtos Perigosos, Transporte de Produtos Perigosos em Áreas de Mananciais. 22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 14 a 19 de Setembro 2003 - Joinville - Santa Catarina IV-012 PLANO DE AÇÃO EMERGENCIAL PARA ACIDENTES ENVOLVENDO O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS

Leia mais

Elaboração dos Planos de Saneamento Básico 13/12/2010. Nossa Realidade. Nossa Realidade. Nova Organização da Prestação de Serviços

Elaboração dos Planos de Saneamento Básico 13/12/2010. Nossa Realidade. Nossa Realidade. Nova Organização da Prestação de Serviços 13/12/2010 Quem somos Da união das indústrias Amanco, Braskem, Solvay Indulpa e Tigre, foi criado em julho de 2007, o Instituto Trata Brasil, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, para

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 007

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 007 INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA TERMO DE REFERÊNCIA Nº 007 Consultoria especializada (pessoa física) para elaborar e implantar novas metodologias

Leia mais

DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR DSAST/SVS/MS

DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR DSAST/SVS/MS DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR DSAST/SVS/MS MISSÃO Formular, regular e fomentar políticas de vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador de forma a eliminar

Leia mais

043765 S/SUBVISA/SVFSZ/UJV Unidade de Diagnóstico, Vigilância, Fiscalização Sanitária e Medicina Veterinária Jorge Vaitsman

043765 S/SUBVISA/SVFSZ/UJV Unidade de Diagnóstico, Vigilância, Fiscalização Sanitária e Medicina Veterinária Jorge Vaitsman DO de 08/08/13 NOVA ESTRUTURA 043765 S/SUBVISA/SVFSZ/UJV Unidade de Diagnóstico, Vigilância, Fiscalização Sanitária e Medicina Veterinária Jorge Vaitsman Cumprir e fazer cumprir no Município do Rio de

Leia mais

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012)

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL

INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL Universidade Federal de Alagoas UFAL Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia CTEC INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL Prof. Eduardo L. C. de Amorim 1 Índice ou indicador Para que isso? Tornar concreto

Leia mais

Legislação Territorial Agenda 21. Alunos: Allan Gomes Murian Rafael Di Cicco Clauber Rogério da Costa Leandro Benicio de Souza

Legislação Territorial Agenda 21. Alunos: Allan Gomes Murian Rafael Di Cicco Clauber Rogério da Costa Leandro Benicio de Souza Legislação Territorial Agenda 21 Alunos: Allan Gomes Murian Rafael Di Cicco Clauber Rogério da Costa Leandro Benicio de Souza O que é Agenda 21? Agenda 21 é um conjunto de resoluções tomadas Eco-92, que

Leia mais

Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos

Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos POPULAÇÃO BRASILEIRA Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos Desde a colonização do Brasil o povoamento se concentrou no litoral do país. No início do século XXI, a população brasileira ainda

Leia mais

Região Metropolitana de São Paulo. Município de Diadema

Região Metropolitana de São Paulo. Município de Diadema Região Metropolitana de São Paulo Área total: 7.944 Km² População: 20,3 milhões de habitantes Densidade hab/km² Município de Diadema Área total: 30,7 Km2 População: 386.089 (IBGE/2010) Densidade demográfica:

Leia mais

PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ.

PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ. PROPOSTA DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM RECURSOS HÍDRICOS PARA O ESTADO DO PARÁ. WALDELI ROZANE SILVA DE MESQUITA Secretaria Executiva de Ciência Tecnologia e Meio Ambiente, Núcleo de Hidrometeorologia

Leia mais

Metas Curriculares Ensino Básico Geografia

Metas Curriculares Ensino Básico Geografia Metas Curriculares Ensino Básico Geografia 9.º ano Versão para discussão pública Novembro de 2013 Autores Adelaide Nunes António Campar de Almeida Cristina Nolasco Geografia 9.º ano CONTRASTES DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Mudanças Socioambientais Globais, Clima e Desastres Naturais

Mudanças Socioambientais Globais, Clima e Desastres Naturais Mudanças Socioambientais Globais, Clima e Desastres Naturais (ENSP/FIOCRUZ) Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres (CEPEDES) Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) AS MUDANÇAS SOCIOAMBIENTAIS

Leia mais

O Envelhecimento Populacional e as Repercussões na Política de Saúde e nas Famílias

O Envelhecimento Populacional e as Repercussões na Política de Saúde e nas Famílias O Envelhecimento Populacional e as Repercussões na Política de Saúde e nas Famílias Daiana de Aquino Hilario Machado * RESUMO: Neste artigo estaremos discutindo sobre as repercussões do envelhecimento

Leia mais

projeto fortalecendo as políticas de gênero nos municípios maranhenses: estadualização do plano nacional de políticas para as

projeto fortalecendo as políticas de gênero nos municípios maranhenses: estadualização do plano nacional de políticas para as PLANO MUNICIPAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES 2013-2015 1 A construção deste plano teve o assessoramento técnico realizado pela Secretaria de Estado da Mulher, através do projeto fortalecendo as políticas

Leia mais

O Gerenciamento de Áreas Contaminadas e as Obrigações dos Estados Frente à Resolução CONAMA 420/09

O Gerenciamento de Áreas Contaminadas e as Obrigações dos Estados Frente à Resolução CONAMA 420/09 O Gerenciamento de Áreas Contaminadas e as Obrigações dos Estados Frente à Resolução CONAMA 420/09 Seminário Sul-Brasileiro de Gerenciamento de Áreas Contaminadas ABES-RS Porto Alegre, 03 de Setembro de

Leia mais

Riscos de deslizamentos de encostas em áreas urbanas

Riscos de deslizamentos de encostas em áreas urbanas Riscos de deslizamentos de encostas em áreas urbanas Thiago Galvão Geógrafo Desenvolvimento Urbano MINISTÉRIO DAS CIDADES Celso Carvalho Frederico Seabra Leonardo Ferreira Thiago Galvão A resposta necessária

Leia mais

IT 179 Saneamento Básico

IT 179 Saneamento Básico 2. AÇÕES GOVERNAMENTAIS E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL A Organização das Nações Unidas (ONU), formada por quase todos os países do mundo, realiza reuniões para discutir sobre temas importantes para a humanidade

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CRUZEIRO DO SUL PPA 2010/2013 CLASSIFICAÇÃO DOS PROGRAMAS E AÇÕES POR FUNÇÃO E SUBFUNÇÃO SUBFUNÇÃO PROGRAMA AÇÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE CRUZEIRO DO SUL PPA 2010/2013 CLASSIFICAÇÃO DOS PROGRAMAS E AÇÕES POR FUNÇÃO E SUBFUNÇÃO SUBFUNÇÃO PROGRAMA AÇÃO FUNÇÃO: 01 - LEGISLATIVA 031 Ação Legislativa 0001 - Execução da Ação Legislativa Manutenção das Atividades Legislativas FUNÇÃO: 02 - JUDICIÁRIA 122 Administração Geral 0006 - Defesa Jurídica do Município

Leia mais

Prefeitura Municipal de Nova Mutum

Prefeitura Municipal de Nova Mutum LEI Nº 1.854, DE 20 DE ABRIL DE 2015. Dispõe sobre a Política Municipal dos Direito da Pessoa Idosa e cria o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa e dá outras providências. O Sr. Leandro Félix

Leia mais

ESTADO DA PARAÍBA PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANDRE

ESTADO DA PARAÍBA PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANDRE LEI Nº 354/2014 Dispõe sobre a Política Municipal de Saneamento Básico, cria o Conselho Municipal de Saneamento Básico e o Fundo Municipal de Saneamento de Básico, e dá outras providências. A Prefeita

Leia mais

INTEGRAÇÃO DAS DIFERENTES POLÍTICAS PÚBLICAS RELACIONADAS À PROTEÇÃO DA ÁGUA E SAÚDE: UM OLHAR A PARTIR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL E O PAPEL DOS MUNICÍPIOS

INTEGRAÇÃO DAS DIFERENTES POLÍTICAS PÚBLICAS RELACIONADAS À PROTEÇÃO DA ÁGUA E SAÚDE: UM OLHAR A PARTIR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL E O PAPEL DOS MUNICÍPIOS INTEGRAÇÃO DAS DIFERENTES POLÍTICAS PÚBLICAS RELACIONADAS À PROTEÇÃO DA ÁGUA E SAÚDE: UM OLHAR A PARTIR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL E O PAPEL DOS MUNICÍPIOS Cleci Teresinha Noara Assistente Social Fundação Agência

Leia mais

PROPOSTA PARA O AVANÇO DO MODELO DE GESTÃO DA SABESP

PROPOSTA PARA O AVANÇO DO MODELO DE GESTÃO DA SABESP ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS UNIVERSITÁRIOS DA SABESP PROPOSTA PARA O AVANÇO DO MODELO DE GESTÃO DA SABESP OUTUBRO, 2002 ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS UNIVERSITÁRIOS DA SABESP - APU INTRODUÇÃO A Associação

Leia mais

MINUTA DE PROJETO DE LEI

MINUTA DE PROJETO DE LEI MINUTA DE PROJETO DE LEI DISPÕE SOBRE A POLÍTICA MUNICIPAL DE SANEAMENTO AMBIENTAL E O PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO AMBIENTAL DE PENÁPOLIS O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE PENÁPOLIS, no uso de suas atribuições

Leia mais

UM PANORAMA DOS PROGRAMAS HABITACIONAIS NO MUNICÍPIO DE JUIZ DE FORA

UM PANORAMA DOS PROGRAMAS HABITACIONAIS NO MUNICÍPIO DE JUIZ DE FORA UM PANORAMA DOS PROGRAMAS HABITACIONAIS NO MUNICÍPIO DE JUIZ DE FORA Autora: Cláudia V. Cesar 1 Universidade Federal de Juiz de Fora Resumo: Este artigo apresenta um breve panorama dos programas habitacionais

Leia mais

ASPECTOS DA REDE URBANA DO ESTADO DE SÃO PAULO

ASPECTOS DA REDE URBANA DO ESTADO DE SÃO PAULO ASPECTOS DA REDE URBANA DO ESTADO DE SÃO PAULO SIMÃO, Rosycler Cristina Santos Palavras chave: rede urbana; São Paulo; disparidades regionais; Censo Demográfico 2000. Resumo O objetivo do trabalho é mostrar

Leia mais

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA - GARANTINDO QUALIDADE E PROMOVENDO A SAÚDE PÚLICA. Eng Roseane Maria Garcia Lopes de Souza

PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA - GARANTINDO QUALIDADE E PROMOVENDO A SAÚDE PÚLICA. Eng Roseane Maria Garcia Lopes de Souza PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA - GARANTINDO QUALIDADE E PROMOVENDO A SAÚDE PÚLICA Eng Roseane Maria Garcia Lopes de Souza 2 INDICE 1 Saúde Pública e Saneamento 2 Portaria 2914/2011 3 PSA 3 INDICE 1 Saúde Pública

Leia mais

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Brasil Novo

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Brasil Novo SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Brasil Novo DEMOGRAFIA População Total 15.690 População por Gênero Masculino 8.314 Participação % 52,99 Feminino 7.376

Leia mais

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Breves

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Breves SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Breves DEMOGRAFIA População Total 92.860 População por Gênero Masculino 47.788 Participação % 51,46 Feminino 45.072 Participação

Leia mais

LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RORAIMA: Faço saber que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004. O GOVERNADOR DO ESTADO DE RORAIMA: Faço saber que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 445 DE 07 DE JUNHO DE 2004 Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental, cria o Programa Estadual de Educação Ambiental e complementa a Lei Federal nº 9.795/99,

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Novo Mundo, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5826,18 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 7332 hab. Densidade

Leia mais

Página 1 de 8. Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Página 1 de 8. Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Página 1 de 8 LEI Nº 3325, de 17 de dezembro de 1999 Dispõe sobre a educação ambiental, institui a política estadual de educação ambiental, cria o Programa estadual de Educação Ambiental e complementa

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de São José do Rio Claro, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5074,56 km² IDHM 2010 0,682 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 17124 hab.

Leia mais

Resíduo Zero e alternativas à incineração. TATIANA BARRETO SERRA Promotora de Justiça

Resíduo Zero e alternativas à incineração. TATIANA BARRETO SERRA Promotora de Justiça Resíduo Zero e alternativas à incineração TATIANA BARRETO SERRA Promotora de Justiça SÃO PAULO 28/05/2015 Desequilíbrio: padrões de produção e consumo dos séculos XX e XXI Necessidades do consumidor Melhorias

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Vera, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 2962,4 km² IDHM 2010 0,680 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10235 hab. Densidade demográfica

Leia mais

Saúde Ambiental SINVSA no Brasil

Saúde Ambiental SINVSA no Brasil Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental O Subsistema Nacional de Vigilância

Leia mais

Caracterização dos Territórios de Identidade Território 15 - Bacia do Jacuípe

Caracterização dos Territórios de Identidade Território 15 - Bacia do Jacuípe Caracterização dos Territórios de Identidade Território 15 - Bacia do Jacuípe Municípios Dados Gerais Quantidade de Área Total (km 2 População Total Densidade ) municípios Demográfica 14 10.605,76 237.237

Leia mais

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Palestina do Pará

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Palestina do Pará SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Palestina do Pará DEMOGRAFIA População Total 7.475 População por Gênero Masculino 3.879 Participação % 51,89 Feminino

Leia mais

Rendimento Médio Populacional (R$) Total 311,58 Urbana 347,47 Rural 168,26

Rendimento Médio Populacional (R$) Total 311,58 Urbana 347,47 Rural 168,26 SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Marabá DEMOGRAFIA População Total 233.669 População por Gênero Masculino 118.196 Participação % 50,58 Feminino 115.473

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Peruíbe, SP 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 323,17 km² IDHM 2010 0,749 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 59773 hab. Densidade

Leia mais

EDUCAÇÃO. SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Salvaterra

EDUCAÇÃO. SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Salvaterra SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Salvaterra DEMOGRAFIA População Total 20.183 População por Gênero Masculino 10.292 Participação % 50,99 Feminino 9.891

Leia mais

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Itaituba

SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Itaituba SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará Abrangência: Itaituba DEMOGRAFIA População Total 97.493 População por Gênero Masculino 49.681 Participação % 50,96 Feminino 47.812

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - AGENDA 21- (MÓDULO 3) Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - AGENDA 21- (MÓDULO 3) Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - AGENDA 21- (MÓDULO 3) Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues INTRODUÇÃO O desenvolvimento da sociedade De forma desordenada e sem planejamento Níveis crescentes de poluição

Leia mais

Estado da Paraíba Município de Pedra Lavrada Gabinete do Prefeito

Estado da Paraíba Município de Pedra Lavrada Gabinete do Prefeito LEI Nº0138/2014, DE 20 JANEIRO DE 2014. DISPÕE SOBRE: INSTITUI O SERVIÇO ESPECIALIZADO EM SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHOR E DA TRABALHADORA - SESST NO MUNICÍPIO DE PEDRA LAVRADA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

QUADRO DE INDICADORES

QUADRO DE INDICADORES QUADRO DE Núcleo de Seguridade e Assistência Social da PUC/SP Coordenadora: Profa.Aldaiza Sposati QUADRO COMPARATIVO DE SOCIAIS I UTOPIAS DO /INCLUSÃO SOCIAL AUTONO- MIA QUALIDA- DE DE VIDA Faixa Renda

Leia mais