Orientações para a elaboração de Projectos no âmbito do Programa Nacional de Saúde Escolar

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1 PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MEIO ESCOLAR Orientações para a elabraçã de Prjects n âmbit d Prgrama Nacinal de Saúde Esclar Justificaçã A alimentaçã adequada é uma necessidade básica inerente à manutençã da vida, que permite frnecer energia, cnstruir e reparar estruturas rgânicas e regular s prcesss de funcinament d nss rganism, além de ser um imprtante instrument de scializaçã e de expressã cultural. Na infância e na adlescência, faixas etárias mais sensíveis a carências u à desadequaçã alimentar, a alimentaçã saudável assume um papel prepnderante n seu desenvlviment para além de prevenir surgiment de diversas patlgias de fr alimentar. Na idade pediátrica a besidade e excess de pes sã recnhecidamente factres de risc de mair mrbilidade e mrtalidade na vida adulta, cm efeits sbretud na saúde cardivascular, sistema endócrin e saúde mental. Apesar ds esfrçs de prevençã, a besidade e excess de pes estã a aumentar entre as crianças e adlescentes cm impact significativ na sua saúde. Ns últims 10 ans a prevalência da besidade entre as crianças eurpeias aumentu de 5% para 10%, 1 cm alguns países, entre eles Prtugal a terem auments ainda maires. Em Prtugal 30% das crianças entre s 7 e s 11 ans sã cnsideradas besas u cm excess de pes. 2 As causas sã várias mas, basicamente devem-se a uma dieta hipercalórica e a sedentarism. As cnsequências sã, cada vez mais crianças e adlescentes a sfrerem de besidade, de diabetes mellitus tip 2, de hiperclesterlémia e de hipertensã arterial 3, estand estes últims, muitas vezes, mas nem sempre, assciads à besidade. As cnsequências psicssciais d excess de pes sã também significativas e estã relacinadas cm descriminaçã scial, aut-imagem negativa que persiste na adlescência e na vida adulta, prblemas de cmprtament e de aprendizagem. 1 American Heart Assciatin, EU Platfrm n Diet, Physical Activity and Health. Internatinal Obesity Task Frce EU Platfrm Briefing Paper, prepared in cllabratin with the Eurpean Assciatin fr the Study f Obesity. March UE. Cmissã Eurpeia, DGSanc. Cmmn Nutritin trends in the EU. Pagina web: 1

2 Em cnjunt cm um estil de vida sedentári, estes factres aumentam risc de denças cardivasculares e cerebrvasculares, send actualmente a mair causa de mrte nas sciedades desenvlvidas, e segund a OMS a partir de 2010 também ns países em vias de desenvlviment. Em Prtugal as denças cerebrvasculares têm a taxa de mrtalidade mais elevada de tda a Eurpa 4 e uma mrtalidade pr diabetes superir à média da UE 5. Alem diss, sabe-se que s hábits alimentares, assciads a baix nível de actividade física, mais cnsum de tabac aumentam significativamente risc de desenvlver cancr 6, send as denças nclógicas a segunda mair causa de mrte em Prtugal 7. Os jvens prtugueses, à semelhança d que está a acntecer em td mund têm adptad maus hábits de alimentaçã, encntrand-se cada vez mais em vias de extinçã imprtantes características da saudável cmida mediterrânica enraizada nalgumas regiões de Prtugal. Os dads d relatóri HBSC 8 mstram que: entre s 11 e 15 ans, mais de 1/3 ds jvens prtugueses cnsmem refrigerantes tds s dias, que entre 20 e 28 % cmem dces tds s dias, enquant que só entre 18 e 36 % cmem legumes tds s dias. As 15 ans, e entre eles s rapazes apresentam as percentagens mais baixas. Embra a percentagem de jvens que cmem fruta esteja n segund lugar d estud eurpeu HBSC (36-58 %), manifesta-se uma quebra ntável as 15 ans, verificand-se em tdas faixas etárias que s rapazes cmem significativamente mens fruta d que as raparigas. Os fruts e vegetais representam uma parte fundamental da alimentaçã saudável que deve ser praticada diariamente. Estes aliments sã frnecedres insubstituíveis de minerais (ptássi, zinc, cálci, magnési, cbre, etc.), vitaminas, cmpsts prtectres (flavenóides) e de diferentes tips de fibras alimentares. A OMS cnsidera que seu baix cnsum é um ds 10 principais factres de risc para a mrtalidade e mrbilidade d mund. Segund Relatóri Mundial da Saúde 2002, estima-se que baix cnsum de hrtfrutíclas seja respnsável pr cerca de 19% ds cancrs gastrintestinais, 31% da dença cardivascular isquémica e 11% ds enfartes de micárdi. 4 Observatóri Prtuguês ds Sistemas de Saúde, 2005, 5 The Eurpean Men s Health Frum, A reprt n the state f men s health acrss 17 Eurpean cuntries, Surce f data: Health fr All Database WHO. Página web d dia Observatóri Prtuguês ds Sistemas de Saúde, Página web d dia WHO: Yung peple s health in cntext. Health Behaviur in Schl-aged children (HBSC) study: internatinal reprt frm the 2001/2002 survey 2

3 Ptencialmente 2,7 milhões de vidas pderiam ser salvas, tds s ans se cada pessa cnsumisse prções adequadas de fruts e vegetais. A evidência científica actual salienta papel prtectr d cnsum adequad de fruts e vegetais na reduçã d risc de apareciment de diabetes mellitus tip 2, prevençã d cancr e na significativa reduçã d risc de dença isquémica cardíaca 9. Uma alimentaçã saudável é, também, imprtante na diminuiçã da cárie dentária. As crianças e jvens que cnsmem aliments rics em açúcar e grduras e ns intervals ptam pr dces e bebidas açucaradas têm susceptibilidade aumentada às denças rais. A pssibilidade de intervençã n cntext esclar é crucial para a prmçã de cnheciments aprfundads e de bns hábits alimentares, atendend a que s jvens que adptam preccemente na vida uma alimentaçã saudável têm mais prbabilidade de a manter durante tda a vida 10, que a besidade nã respnde facilmente a tratament 11, tant na infância cm na adlescência. As crianças e jvens passam grande parte da sua vida dentr ds estabeleciments de ensin e aí têm de fazer grande parte da sua alimentaçã, daí papel que a escla pde ter na frmaçã ds hábits alimentares ds nsss jvens. O cntext esclar, a favrecer dentr da sala de aula uma abrdagem curricular de temas relacinads cm a alimentaçã e ter a pssibilidade de frnecer aliments saudáveis ns espaçs de alimentaçã clectiva, permite mudar nã só cnheciments cm cmprtaments. Pr tud iss, mas também devid à influência ds pares, ds prfessres e ds auxiliares de acçã educativa, quer ainda pels prduts que sã psts à dispsiçã n bufete e na cantina, a escla é, recnhecidamente, um lugar preferencial para a capacitaçã ds jvens para fazerem esclhas alimentares saudáveis. As equipas de saúde esclar encntram-se numa psiçã privilegiada para intervir, quer a nível individual: diagnóstic precce, encaminhament e acnselhament; quer clectiv, através de recmendações para a escla - nas cantinas, bufetes e refeitóris esclares, na sensibilizaçã ds manipuladres de aliments e na sensibilizaçã da cmunidade educativa alargada. 9 Dcument infrmativ versã prvisória d Wrkshp de Lisba sbre a Prmçã de Fruts e Vegetais ns países de expressã prtuguesa. 1 e 2 de Setembr de Diet, nutritin and the preventin f chrnic diseases. Reprt f a jint WHO/FAO Expert Cnsultatin. Geneva, Wrld Health Organizatin, McKenzie, N. (2000). Childhd besity: strategies fr preventin. Pediatric Nursing, 26 (5),

4 Caracterizaçã da intervençã de prmçã de uma alimentaçã saudável Alimentaçã saudável é uma frma racinal de cmer que assegura variedade, equilíbri e quantidade justa de aliments, esclhids pela sua qualidade nutricinal e higiénicas, submetids a benéficas manipulações culinárias. 12 Os cnstituintes ds aliments designam-se pr nutrientes. Em funçã das suas prpriedades biquímicas pdem classificar-se em hidrats de carbn, prteínas, grduras, vitaminas, sais minerais, fibras e água. Estes nutrientes têm funçã energética, plástica u reparadra e reguladra. A alimentaçã ds jvens deve assegurar cresciment e desenvlviment, nmeadamente durante s períds em que a velcidade de cresciment é mair e cntribuir para uma vida saudável a curt e lng praz. Os hábits alimentares ds adlescentes sã influenciads pr factres bilógics e psiclógics, factres sciais, ambiente físic e pela sciedade, nmeadamente a cmunicaçã scial e as nrmas sciais e culturais 13, send que s jvens de famílias sci-ecnómics desfavrecids 14 e mens esclarizads 15 têm em geral uma alimentaçã mens saudável. Para que um prject de prmçã de uma alimentaçã saudável tenha impacte n mei esclar e familiar deve reunir cndições favráveis à mudança, envlvend e capacitand tda a cmunidade educativa a fazer esclhas de aliments de acrd cm as necessidades nutritivas essenciais d nss crp e as efeits das várias substâncias e prduts que ns pdem fazer bem u prvcar denças crónicas. Assim, uma vertente fundamental é a apsta na infrmaçã baseada na evidência científica e na capacitaçã tant ds aluns cm ds pais para que pssam e saibam gerir n seu dia-a-dia padrões de cnsum saudáveis. Nesta perspectiva deve-se prmver necessári aument d cnsum de fruts, hrtíclas, cereais, leguminsas, peixe, azeite e lacticínis, cm também a tã imprtante diminuiçã d cnsum de açúcar, d sal, de grduras saturadas, de ácids grds trans, de gemas de vs e d álcl. 12 Alimentaçã saudável. Jã Breda. Emília Nunes. Pedr Ribeir da Silva. DGS Stry, M., Neumark-Sztainer, D., French, AS., Individual and envirnmental influences n adlescent eating behavirs. Jurnal f the American Dietetic Assciatin, 2002,102, Diet, nutritin and the preventin f chrnic diseases. Reprt f a jint WHO/FAO Expert Cnsultatin. Geneva, Wrld Health Organizatin, Estud de Pedr Mreira e Patrícia Padrã da Faculdade de Ciências da Nutriçã e Alimentaçã da Universidade d Prt (FNAUP), publicada na revista BMC Public Health em 2005 (Públic, 8 de Abril 2005). 4

5 A utra vertente de grande imprtância é a dispnibilidade tant de aliments e refeições saudáveis, atractivs e higiénics ns bares e cantinas esclares cm nas máquinas de venda. Além diss deve-se exigir as pais a preparaçã de merendas saudáveis trazidas de casa e estimular s aluns a ptarem pelas alternativas saudáveis em vez de cmerem em restaurantes de cmida rápida fra da escla. As actividades que se devem assumir para alcançar s bjectivs chave da prmçã da alimentaçã saudável pdem ser integradas ns currículs existentes sbre educaçã alimentar, abrangend questões relacinadas cm a nutriçã e a saúde individual. Além diss pdem sempre ser desenvlvidas actividades extra-curriculares. A intervençã da escla na área da alimentaçã Segund as rientações curriculares d ensin pré-esclar e as Cmpetências Essenciais d Currícul Nacinal d Ensin Básic, a alimentaçã é abrdada em várias áreas e s bjectivs da aprendizagem, a lng da esclaridade, sã: Para a educaçã préesclar Para 1.º Cicl Na área d cnheciment d mund: A educaçã para a saúde está assciada: À higiene das mãs antes de cmer; Prque deve cmer a hras certas; Prque nã deve abusar de certs aliments Características ds diferentes aliments. Na área d estud d mei: A saúde d crp está assciada a: Cnheciment de nrmas de higiene alimentar: imprtância de uma alimentaçã variada, lavar bem s aliments que se cmem crus, desvantagens d cnsum excessiv de dces, refrigerantes, etc. Identificaçã ds aliments indispensáveis a uma vida saudável, imprtância da água ptável, verificaçã d praz de validade ds aliments; Identificar fenómens relacinads cm as funções da alimentaçã: digestã, sensaçã de fme, enfartament, etc. Cntactar, bservar e descrever, em supermercads e mercearias: que se vende, cm se cnservam s prduts alimentares, as cndições de armazenament e manuseament, as menções brigatórias ns prduts (cmpsiçã, validade, md de empreg); Recnhecer a pesca e a criaçã de gad cm fnte de aliments. 5

6 Para 2.º cicl Na abrdagem de temas transversais às diversas áreas disciplinares e na Área de Prject, Estud Acmpanhad e Frmaçã Cívica: Os bjectivs da educaçã alimentar sã: Cmpreender a imprtância da alimentaçã na preservaçã da saúde; Ter cnsciência que aspect físic e bem-estar estã assciadas à alimentaçã; Identificar a capacidade de fazer, pr si própri, as esclhas alimentares; Recnhecer a influência ds parceirs, da ferta e da capacidade de esclhas ecnómicas; Identificar hábits alimentares de utrs grups culturais e utras regiões; Cnhecer s nutrientes, as suas funções e valr nutritiv ds aliments; Cnhecer a cadeia ds aliments: rigem, prduçã, transfrmaçã e distribuiçã; Influência da publicidade na cmpra, e estar atent à rtulagem; Para 3.º cicl Cnhecer s métds de cnservaçã ds aliments: rede de fri, cnservaçã e métds de prevençã da deteriraçã ds aliments. Na abrdagem de temas transversais às diversas áreas disciplinares e na Área de Prject, Estud Acmpanhad e Frmaçã Cívica: Os bjectivs da educaçã alimentar sã: Refrçar a capacidade de fazer esclhas saudáveis; Sentir-se à vntade cm a imagem d seu crp e respeitar aspect físic ds utrs; Cnhecer s sintmas emcinais que levam as distúrbis alimentares e ser respnsável pelas próprias esclhas; Cmpreender e saber lidar cm a pressã ds pares, saber distinguir as mdas alimentares; Identificar um regímen alimentar saudável e ser capaz de aplicar a nível pessal s princípis de equilíbri e mderaçã n cnsum de aliments; Cnhecer a cadeia de transfrmaçã, prduçã e distribuiçã de aliments; Cnhecer pliticas alimentares e aspects ambientais relacinads cm as práticas de prduçã e seu impact n ambiente; Ser capaz de elabrar um lista de cmpras em funçã de um rçament; Saber planear e cnfeccinar uma refeiçã, tend em cnta s métds de czinhar, as regras de higiene e a apresentaçã ds aliments. 6

7 Objectivs da intervençã da saúde esclar Os prjects de Prmçã de uma Alimentaçã Saudável na Escla, visam a aquisiçã de atitudes e cmprtaments alimentares adequads e reduzir a prevalência da besidade infantil e juvenil e das denças crónicas nã transmissíveis, através de uma intervençã hlística e efectiva que assenta numa estreita ligaçã entre prjects de alimentaçã saudável, saúde ral, actividade física e saúde mental. Os bjectivs da intervençã da saúde esclar sã: Clabrar n diagnóstic de situaçã alimentar da ppulaçã esclar, a qualidade ds aliments e das refeições servidas n refeitóri e n bufete; Sensibilizar órgã de gestã para a imprtância da alimentaçã saudável; Ptenciar as aprendizagens curriculares; Clabrar na frmaçã da cmunidade educativa; em especial manipuladres de aliments e respnsáveis de cantinas esclares; Apiar a prmçã de hábits alimentares saudáveis, n refeitóri, bar e bufete esclar, tend em cnta equilíbri nutricinal; Detectar e encaminhar s aluns cm distúrbis d cmprtament alimentar; Avaliar as cndições higi-sanitárias das czinhas, refeitóris, bares e bufetes; Participar na avaliaçã d prject. Metdlgia de Implementaçã d Prject de Prmçã da Alimentaçã Saudável Os Prjects de Prmçã de uma Alimentaçã Saudável inserem-se n Prgrama Nacinal de Saúde Esclar e deverã envlver Órgã de Gestã da Escla u d Agrupament, assim cm tda a cmunidade educativa. A metdlgia deve cntribuir para a prmçã de estils de vida saudáveis e a reduçã da besidade e excess de pes na infância e adlescência. O planeament da intervençã deve ter em cnta as rientações curriculares para nível esclar em causa, as dimensões das esclas prmtras da saúde, s recurss dispníveis e a mudança, em terms de ganhs em saúde. O desenh ds prjects deve seguir as seguintes etapas: 7

8 Diagnóstic de situaçã É quadr de referência d prject, pdend partir de infrmaçã já existente, pdend ser necessári apenas actualizaçã da mesma, u necessitar estudar a situaçã e s seus determinantes lcais. N diagnóstic de situaçã deve-se ter em cnta: Análise da situaçã alimentar da escla: ementas (capacitações alimentares per capita, tips de culinárias usadas, alternância entre carne e peixe, variedade de spas, saladas e sbremesas, rtatividade ds menus) e existência de máquinas de venda autmática n interir da escla; Avaliaçã ds hábits alimentares, padrões de nutriçã prevalentes na ppulaçã e atitudes e cmprtaments alimentares ds aluns; Avaliaçã das cndições de funcinament ds refeitóris, bares e bufetes Levantament das necessidades de frmaçã da cmunidade educativa e ds manipuladres de aliments; Identificar as actividades educativas desenvlvidas n âmbit d cntext curricular: trabalhs, expsições, visitas, etc.; Outrs aspects lcalmente relevantes, nmeadamente, tip de estabeleciments de venda de prduts alimentares existentes nas imediações das esclas. Existem instruments de avaliaçã, utilizads para Prject-pilt de Educaçã Alimentar, desenvlvid nas esclas da RNEPS, elabrads pela CCPES. Fixaçã ds bjectivs Tend em cnta: Os dads d diagnóstic de situaçã O períd de duraçã d prject O sentid da mudança desejável, cm as pssibilidades de intervençã dispníveis. Ppulaçã Alv Este prject deve abranger tds s estabeleciments de educaçã e ensin, devend ser dada priridade as Jardins-de-infância e Esclas d Ensin Básic que têm api de uma equipa de Saúde Esclar, nmeadamente a: Aluns, Educadres de infância, prfessres, auxiliares de acçã educativa e manipuladres de aliments, Pais e encarregads de educaçã. 8

9 Recurss/Parcerias A nível lcal a execuçã d prject cmpete a uma equipa de prject que integra, brigatriamente, prfissinais de saúde e educaçã. Os parceirs devem ser envlvids desde iníci d prject, nmeadamente: Autarquia, a quem cmpete assegurar a gestã ds refeitóris ds estabeleciments de educaçã pré-esclar e d ensin básic, assim cm gerir pessal nã dcente de educaçã pré-esclar e d 1.º cicl d ensin básic 16 ; Assciaçã de Pais/ Encarregads de Educaçã que intervém junt ds pderes públics, para melhrar várias situações, nmeadamente: acçã scial esclar, alimentaçã 17 ; Industrias u empresas e rganizações d ram alimentar, que pdem adequar s cnheciments ds princípis básics da nutriçã e da rtulagem ds géners alimentícis, cntribuind para melhrar as esclhas ds cnsumidres; Faculdades e /u Instituts cm trabalh de investigaçã na área da nutriçã; Outrs, de acrd cm a estratégia definida para cada prject. Actividades As actividades de um Prject de Prmçã de uma Alimentaçã Saudável devem ter em cnta: s resultads d diagnóstic de situaçã; as dimensões das esclas prmtras da saúde; sentid da mudança, em terms de melhria ds cnheciments e cmprtaments, a qualidade de vida, entendida em sentid geral, cm a percepçã ds participantes ns prjects d valr de uma alimentaçã saudável cm factr de bem-estar, de energia e satisfaçã n dia-a-dia. O cntext esclar é particularmente atractiv e ptenciadr d desenvlviment de acções cnducentes à aprendizagem de cmprtaments alimentares desejáveis em crianças e jvens. N ensin básic sã múltiplas as ptenciais prtunidades de abrdagem desta temática, pssibilitand uma prtunidade única de alcançar uma franja muit significativa da ppulaçã durante um lng períd de cresciment e desenvlviment. 16 Lei 159/99 de 14 de Setembr, publicada n DR. N.º 215 de CONFAP. Cnfederaçã Nacinal das Assciações de Pais. 9

10 As dimensões das Esclas Prmtras da Saúde devem rientar planeament das actividades d prject. Nesta perspectiva devems ter em cnta: Dimensões das Esclas Prmtras da Saúde D. Organizacinal Orientações para planeament das actividades d prject Ter em cnta: A criaçã de uma equipa de prject O envlviment d órgã de gestã e integraçã das actividades de Prmçã de uma Alimentaçã Saudável n Prject Educativ de Escla; O envlviment de tda a cmunidade educativa n desenh d prject (aluns, pais e prfessres) A definiçã da plítica alimentar da escla; D. Curricular A definiçã de um rçament para Prject Ter em cnta: Os cnteúds curriculares para cada nível esclar: as áreas em que se inserem, a pssibilidade d seu desenvlviment na Área de Prject e a transdisciplinaridade da abrdagem; O Prject Curricular de Turma; A articulaçã cerente das actividades entre s cicls de aprendizagem; D. Psicsscial A interligaçã das actividades curriculares cm actividades extracurriculares. Ter em cnta: O envlviment da cmunidade educativa nas actividades d prject; A utilizaçã de metdlgias activas-participativas; D. Eclógica O desenvlviment de um bm relacinament intra e interpessal. Ter em cnta: A ferta de refeições esclares equilibradas e saudáveis; O cumpriment das regras básicas de cnfecçã e manipulaçã de aliments; D. Cmunitária A gestã, rentabilizaçã e decraçã ds espaçs de alimentaçã clectiva. Ter em cnta: O envlviment da cmunidade educativa extra-esclar; A participaçã da cmunidade n prject. A eficácia ds Prjects pressupõe intervenções adequadas a grup alv, terem uma duraçã adequada, envlverem as pessas chave da escla e da cmunidade, estarem inseridas n currícul, incluírem alterações n ambiente esclar e incrprarem estratégias de avaliaçã. 10

11 Sugestões de Actividades Cm s pais: Reunir e discutir a imprtância da alimentaçã na saúde e na prevençã das denças crónicas Educar as famílias para s benefícis para a saúde d cnsum de fruts e vegetais; Identificar s aliments que devem ser incluíds e excluíds d ambiente esclar, pr exempl, d almç u das merendas trazidas de casa; Glbalizar a mensagem: «Cma 5 prções de fruts e vegetais pr dia»; «5 dias, 5 spas» (Prject d CS Matsinhs e Assciaçã de Pais da EB 2,3 Óscar Lpes) Identificar crianças cm distúrbis alimentares para psterir acmpanhament. Cm educadres, prfessres, auxiliares de acçã educativa: Frmaçã ds técnics envlvids n prject Cnsultar um(a) nutricinista para a elabraçã e cncepçã das refeições nas esclas Organizar uma expsiçã cm s trabalhs desenhs, teatr, banda desenhada, expressã plástica, cantares etc. realizads pels aluns. Prmções/surpresas casinais acmpanhad de estratégias de marketing (cartazes, desdbráveis, cartã cliente, rádi escla, ), (Prject da RA da Madeira) Preparaçã e prmçã de sandes, pipcas, sums naturais e de utrs aliments saudáveis pr parte ds aluns, prfessres, funcináris e restante cmunidade esclar (Prject da RA da Madeira) Datas especiais (dia de tds s sants, dia da mãe, dia d pai, dia mundial de alimentaçã, dia da saúde, dia das bruxas, dia ds namrads, Carnaval, dia de S. Martinh, ) (Prject da RA da Madeira) Prmções temáticas (semana/dia d: leite, das sandes, ds batids, ds sums naturais, d tremç e cereais, d chá, da spa ) (Prject da RA da Madeira) Cncurss (d leite, de aliments saudáveis, a salada de fruta mais riginal, spas, a salada «mais mais», alun mais saudável, a melhr receita cm legume d mês ), (Prject da RA da Madeira) Campanhas de sensibilizaçã (a imprtância d pequen almç, descbre melhr sum actividade experimental ), (Prject da RA da Madeira) Datas festivas que pderã ser acmpanhadas de prmções especiais n bufete: Natal (decraçã de árvre de natal cm aliments saudáveis e pstais elabrads pels aluns), (Prject da RA da Madeira) Cm s aluns: Criar e dispnibilizar recurss didáctics e pedagógics sbre alimentaçã saudável. Fazer um brainstrm cm tda a classe sbre s cnceits de - saúde, papel da cmida n ser saudável. Finalizar cm uma definiçã da turma. 11

12 Discutir s grups alimentares, s nutrientes e as suas funções d nss crp. Cnstruir um «Guia de uma alimentaçã saudável» e a partir d mesm estabelecer bjectivs para melhrar a sua dieta. Analisar a alimentaçã em terms ds factres sciais, psiclógics, emcinais e espirituais que influenciam as esclhas e as preferências pessais e d grup. Discutir a imprtância de tmar decisões sbre alimentaçã em diferentes cntexts e examinar as razões das esclhas e apiar as mudanças nas dietas. Analisar e criticar a publicidade as prduts alimentares. Ler s rótuls e interpretar as mensagens; Fazer cm a turma estud das cmpras de tds s aluns na cantina e bar da escla e discuti-l. Pesquisar receitas tradicinais: analisar e eventualmente refrmular receitas típicas da regiã a padrões alimentares adequads. N mei rural, ensinar as crianças em idade esclar a cultivar, preparar e cnsumir fruts e vegetais Visitar mercads lcais u supermercads, quintas, armazéns, fábricas e museus. Desenhar e arrumar frigrífic da casa de cada criança. Discutir cm se arrumam crrectamente s aliments n frigrífic e cngeladr; Czinhar refeições saudáveis cm a participaçã activa ds jvens. Envlver s aluns na criaçã de regras relativamente à cantina u bar. Envlver s aluns na decraçã ds espaçs de alimentaçã clectiva (refeitóri, bar e bufete). Dispnibilizar fruts e vegetais na escla. Encrajar a higiene das mãs e ds aliments e incentivar a existência de ambientes limps. Ligar a alimentaçã saudável à prática da actividade física. Em infantári: Czinhar uma spa cada criança deverá trazer de casa um aliment que faça parte de uma spa, que é clcad numa panela gigante, real u de papelã, cabend as educadres fazer enquadrament pedagógic da imprtância da spa e ds seus ingredientes. Os aliments reclhids sã utilizads na cnfecçã de uma spa para cmemrar um dia especial. (Prject d CS Oeiras) A descberta ds sabres através d jg, descbrir que na língua existem papilas gustativas, que recnhecem s sabres: dce, amarg, salgad e ácid. Assciar s sabres a cres e a sentiments. Descbrir a imprtância ds sentids: vista, tact, lfact e uvid na experimentaçã ds aliments. Fazer uma salada de frutas cada criança leva uma peça de fruta de que gste. Depis cm s educadres crtam em pedaçs, fazem uma salada de frutas e cmem. (Prject d CS Odivelas. Escla n.º 2) N 1º cicl: Cncurs de desenhs feits pels aluns, que serã depis avaliads e seleccinads s melhres para publicaçã (Prject d CS Oeiras) 12

13 O Bilhete de Identidade ds aliments recnhecer s aliments, descrevê-ls, cmpreender seu valr na nssa alimentaçã e a sua imprtância para a saúde. A Rda ds Aliments de verdade a turma cnstrói a rda ds aliments cm prduts de tds s grups alimentares que levam de casa. A escla fez a abrdagem pedagógica da rda. Os trabalhs fram depis expsts n Centr Cmercial lcal (Prject d CS Odivelas) Nta: Ver mais actividades para 1.º cicl, n Manual MESA (dc. Pedagógics) N 2.º Cicl: Cncurs de receitas de spas trazidas pels aluns, para psterir publicaçã (Prject d CS Oeiras) Cncurs d tabuleir saudável numa refeiçã da cantina, nde existem várias esclhas dispníveis, cada alun faz as suas esclhas, send depis pntuad tabuleir mais equilibrad, em funçã das esclhas individuais. (Prject d CS Palmela) N 3.ºCicl: Flhet sbre um dia de alimentaçã saudável num Centr Cmercial. Depis de uma discussã das esclhas individuais, fazer uma pçã que é partilhada cm a equipa de saúde esclar (Prject d CS Oeiras) Preparaçã e prmçã de sandes, pipcas, sums naturais e de utrs aliments saudáveis pr parte ds aluns, prfessres, funcináris e restante cmunidade esclar (Prject da RA da Madeira) Decraçã d refeitóri (elabraçã de cartazes, pinturas ), (Prject da RA da Madeira) Pintura de aventais, de talhas, camislas, bnés, entre utrs (Prject da RA da Madeira) Distribuiçã das refeições participaçã ds aluns na distribuiçã ds almçs e lanches, incentivand-s para uma alimentaçã saudável, (Prject da RA da Madeira) Jgs d tip puzzle cm lgótip u mascte de cada escla da RBES, caça teu lanche, de cartas, de dminó, da glória, gincana (Prject da RA da Madeira) Divulgaçã da REDE e seus bjectivs na escla (elabraçã de panflets para s prfessres, utilizaçã de multimédia na sala de cnvívi, n bufete ), (Prject da RA da Madeira) Cm manipuladres de aliments Frmaçã sbre alimentaçã saudável, cadeia de prduçã, cntaminaçã ds aliments pr micrrganisms, regras básicas de higiene e segurança alimentar, Estimular a adpçã de bas práticas culinárias e de higiene na cnservaçã, preparaçã e cnfecçã ds aliments, s cuidads cm s aliments crus, a carne e peixe; Assegurar a existência de ambientes limps em tda a cadeia alimentar cm cntrl ds riscs de cntaminaçã química u micrbilógica ds aliments frnecids na escla; Frmaçã sbre cntrl da qualidade em tdas as fases da cadeia alimentar: regras de higiene pessal, higiene ds utensílis, higiene da czinha, s insects dméstics e a cntaminaçã ds aliments; 13

14 Frmaçã sbre a imprtância da higiene pessal ds manipuladres: lavagem das mãs, s cuidads cm a rupa, cabel e estad de saúde. Frmaçã ds manipuladres sbre que sã intxicações alimentares, cm se previnem e cm se detectam. A imprtância de saber ler s rótuls ds prduts alimentares pré-embalads, ds ingredientes e ds aditivs. Cm a cmunidade extra-esclar Criar uma hrta pedagógica, plantar uma árvre de fruta n espaç esclar, fazer a clheita etc., Cmemrar Dia Mundial da Alimentaçã: 16 de Outubr Recriar uma épca histórica cm teste de sabres, cnfecçã de cmida reginal, etc. Visitar uma Quinta Pedagógica; Cncurs Spas ds avós e nets : as spas sã czinhadas pelas avós, cabend a net pesquisar seu valr nutricinal e transcrevê-la para um livr de receitas de spas. Um júri avalia a mais equilibrada e sabrsa. Carnaval (desfile, cabaz mascarad ), (Prject da RA da Madeira) Pásca (elabraçã de vs da Pásca tridimensinais cm uma mensagem alusiva à alimentaçã saudável), (Prject da RA da Madeira) Peças de teatr, música (criaçã d hin), danças, (Prject da RA da Madeira) Cm órgã de gestã da escla Prvidenciar instalações de czinha mínimas para a preparaçã de aliments (micrndas u utr) que permita aqueciment de aliments, bancas de lavagem e refrigeraçã; Elabrar e cnceber as refeições nas esclas cm api de um(a) nutricinista Prmver a venda de aliments saudáveis a preçs reduzids Regulamentar a venda de prduts alimentares nas máquinas de venda directa (cas existam na escla), cm variedade nas pções dispníveis, fruts e vegetais, frescs e 100% sums nã açucarads; Avaliar as cndições higiénicas estruturais e de funcinament das znas de alimentaçã clectiva Marketing adequad d prject de alimentaçã saudável da escla; Adquirir pã a frnecedr da cmunidade que cumpra s teres recmendads de sal Pã da saúde. Investigaçã: Avaliaçã ds hábits alimentares e higiénics na escla Realizaçã de inquérits alimentares e sua divulgaçã na cmunidade esclar bem cm entre as esclas da RBES. (Prject da RA da Madeira) Expsições receitas para craçã u de utras receitas saudáveis, de reclha de infrmações sbre aliments ai tant açúcar, inspiraçã para teste (Prject da RA da Madeira) 14

15 Ementas/menus saudáveis, quer n bufete quer na cantina, acmpanhad de bas estratégias de marketing, (Prject da RA da Madeira) Criaçã de um espaç saudável dedicads as jgs, passatemps, vídes - as bas maneiras, actividades da REDE, entre utrs, pntual u nã, (Prject da RA da Madeira) Outras actividades: Acreditaçã das cantinas esclares que frnecem aliments saudáveis (Exempl: Austrália) Sessões de distribuiçã de aliments saudáveis em lcais públics (Exempl: Suíça) Oferecer fruts nas refeições a mei da manhã e mei da tarde (Exempl da Dinamarca, Nruega e Rein Unid) Pequen-almç saudável (Exempl: Escócia) Selar qualquer tip de máquina existente na escla que cntenha prduts alimentares cm, chclates, bls, salgads e flhads, refrigerantes, batatas fritas e pizzas, clcand uma fita à vlta da máquina e infrmaçã adequada sbre s riscs para a saúde (Prject d CS Oeiras) Realizaçã de semanas temáticas: d pã, da spa, d leite, da fruta, etc. Cada aliment é trabalhad em tdas as perspectivas relevantes para a saúde e bem-estar, durante um períd de temp definid, que culmina cm uma actividade festiva que envlve a cmunidade. Participaçã em actividades em REDE. É imprtante a trca de experiências entre s aluns das esclas integradas na RBES: desprt esclar, envlviment das esclas das prximidades para participarem em algumas actividades (cncurs de arranjs cm aliments saudáveis, piquenique na serra, ), (Prject da RA da Madeira) Identificaçã de um cartã sóci para s aluns ds clubes; regists ftgráfics e expsiçã/divulgaçã ds representantes d prject (Prject da RA da Madeira) Elabraçã d Calendári ds prduts alimentares característics de cada épca d an. Prmver cnsum de sums naturais em detriment ds sums engarrafads e cncentrads através da dispnibilizaçã de sums naturais a mesm preç ds utrs, u mesm a preçs inferires. A estratégia passa pr aumentar prgressivamente preç ds sums cncentrads e ir reduzind ds sums naturais à medida que cnsum ds sums naturais aumenta. (Prject d CS da Marinha Grande) Prmver cnsum de pã de mistura em detriment d pã branc, através da dispnibilizaçã de sandes de pã de mistura variadas (cm queij, fiambre, atum, frang, etc.) mantend a venda de sandes de pã branc apenas cm queij, pr exempl. Prgressivamente subir valr das sandes de pã branc, até a valr real das sandes de pã de mistura estar equiparad, send n entant estas muit mais diversificadas e apetecíveis. (Prject d CS da Marinha Grande) Organizar e frnecer cadernetas as utilizadres d bufete. Sempre que s aluns cmpram aliments saudáveis n bufete, recebem um sel que clcam na caderneta em 6 u 12 casas. Após 6 u 12 aquisições de prduts alimentares saudáveis, recebe um bónus cntra a entrega da caderneta e recebem uma nva caderneta. 15

16 Avaliaçã d prcess e ds resultads As rientações que prpms sbre Prmçã de uma alimentaçã saudável na escla sã apenas um guia para planeament, implementaçã e avaliaçã de Prjects. O currícul esclar está dcumentad de frma breve, mas clara para pder incrprar tds s aspects relevantes para a saúde e a alimentaçã. As dimensões das esclas prmtras da saúde identificam uma abrdagem hlistíca da saúde e especificam as ptencialidades das esclas n desenvlviment de prjects que visem melhrar a alimentaçã na ppulaçã infantil e juvenil, ds trabalhadres em estabeleciments esclares e das próprias famílias. A saúde esclar tem um papel decisiv n api à melhraria das práticas alimentares de tda a cmunidade educativa, mas também ds indicadres de saúde, que trna imprescindível a avaliaçã. A avaliaçã da efectividade d prject deverá pôr em evidência prcess e s resultads e ser dirigida a cumpriment ds bjectivs em terms quantitativs e qualitativs, cnsiderand, nmeadamente: O prject enquadra-se nas dimensões das esclas prmtras da saúde? Os bjectivs d prject estã quantificads? A avaliaçã prevista e fi adequada a prject? A equipa de prject era adequada e s prcediments estavam clars? A metdlgia permitiu, desde iníci, a participaçã de tda a cmunidade educativa n prject? As actividades previstas fram executadas? O rçament fi cumprid? Huve envlviment de parceirs lcalmente pertinentes Huve melhria de cnheciments pr parte d grup alv envlvid? Huve melhria das práticas alimentares na escla? Huve melhria n ambiente, físic e psicsscial da escla? Huve melhria na saúde da ppulaçã abrangida? Existem dcumentaçã que prve sucess d prject? Pde ser implementad em utras esclas? 16

17 Bas Práticas em Prmçã de uma Alimentaçã Saudável O Centr de Saúde de Oeiras tem em curs um prject intitulad «A Arte de fazer Educaçã Alimentar», desenvlvid pela equipa de saúde esclar e de saúde pública d Centr de Saúde cm api de uma nutricinista. O prject cmeçu cm a sugestã de actividades especiais direccinadas para a cmemraçã d Dia Mundial da Alimentaçã ns estabeleciments de ensin, que tiveram cntinuidade a lng d an lectiv e tinham cm bjectiv levar as instituições de ensin a prmver uma alimentaçã saudável e a frmar cnsumidres respnsáveis, criar nas esclas um clima de reflexã sbre tip de alimentaçã actual e educar para uma alimentaçã saudável a lng da vida. As acções que desenvlveram fram direccinadas para s infantáris, 1.º cicl, 2.º cicl e 3.º cicl, bar de aluns e prfessres (descritas nas actividades sugeridas). O Centr de Saúde de S. Brás de Alprtel n âmbit ds prgramas de saúde esclar e de educaçã para a saúde, desenvlveu através da equipa de saúde esclar e em parceria cm as esclas prmtras de saúde d cncelh e a autarquia prject A Alimentaçã Mediterrânica, uma Alimentaçã Saudável que abrangeu tdas as esclas de tds s graus de ensin. O prject desenvlveu-se a lng de quatr ans, tend-se iniciad cm a intervençã nas cantinas e bares esclares d cncelh, através da análise e avaliaçã qualitativa e quantitativa das ementas, a frmaçã de prfessres e de manipuladres de aliments, nas áreas de educaçã alimentar, alimentaçã mediterrânica e higiene e segurança alimentares, enquant que em simultâne s aluns d 1º,2º e 3º cicls efectuavam junt das famílias a reclha das receitas tradicinais d cncelh. A alimentaçã mediterrânica, tem sid nas últimas décadas, bject de grande interesse pr parte de váris estudiss das ciências da alimentaçã e nutriçã, pr se tratar de uma frma de cmer sadia, caracterizada pr um ntável cnsum de cereais, ds quais se distingue trig, azeite cm grdura de eleiçã, a parcimnisa quantidade de vinh e a utilizaçã de múltiplas ervas armáticas que transfrmam as cnfecções em verdadeiras fntes de prazer, cm marcada acçã preventiva de algumas patlgias e prmtra de estils de vida saudável cm qualidade e aument da lngevidade. Em S. Brás de Alprtel à Mesa encntrams reunidas as receitas tradicinais d barrcal e serra algarvis de mã dada cm sabres e saberes transmitids ralmente, de pais para filhs a lng de muits ans que se reúnem em dias de festa u de trabalh á vlta da 17

18 mesa, sabreand nã só uma alimentaçã equilibrada em nutrientes, mas também representativa da saznalidade e diversidade da mesa das gentes simples, mas sabedras, deste cncelh. Numa riqueza e diversidade de aliments que vã desde s cmpnentes das spas as dces gulss da zna, encntrams s ingredientes de uma alimentaçã cm um frte trav mediterrânic, através da utilizaçã d pã e das leguminsas, ds prduts hrtíclas e ds fruts, cnsante a épca, aliada a cnsum de azeite cm grdura utilizada para temper e para czinhar, nde s lacticínis, a carne e peixe têm seu lugar de frma equilibrada. Na Medicina Mderna nde carácter preventiv e de educaçã para a saúde adquire frs de primazia, é pis essencial, estud ds hábits alimentares e a sua crrelaçã cm as patlgias mais frequentes. A Regiã Autónma da Madeira tem em curs Prject da Rede de Bufetes Esclares Saudáveis, (RBES) qual surgiu da tmada de cnsciência d papel que a escla deve assumir n desenvlviment d prcess educativ e da prmçã da saúde das crianças, adlescentes e jvens. Tem cm bjectiv aumentar cnsum de aliments saudáveis pela cmunidade esclar. Neste cntext a escla deve funcinar cm um td, devend haver cerência entre aquil que é ensinad n interir da sala de aula e a sua aplicaçã n bar da escla. Nã pribind a existência de prdut mens saudáveis na escla, a RBES apenas dá um lcal privilegiad e prmve as alternativas saudáveis àqueles prduts. A envlvência e a participaçã activa de aluns em diferentes actividades, bem cm ds funcináris d bar, prfessres e restante cmunidade esclar, tem-se revelad cm crucial para prmver uma alimentaçã saudável nas suas esclas. A Rede iniciu-se n an lectiv 2001/02 cm 6 esclas, abrangend em 2004/05, 17 esclas. Mais infrmaçã em A escla EB 2/3 Dig Bernardes em Pnte da Barca desenvlveu um prject de educaçã alimentar que pretendeu sensibilizar a cmunidade esclar para as questões da alimentaçã saudável e a sua relaçã cm a saúde, e a mesm temp refrmular as pções alimentares dispnibilizadas pela escla. As priridades fram definidas a partir ds questináris alimentares e da bservaçã ds cmprtaments ds aluns na cantina e n bufete. O órgã de gestã sensibilizu a escla para as mudanças a efectuar, frneceu uma lista ds aliments a prmver e a evitar n bufete e uma lista de ementas equilibradas para a cantina. 18

19 Fi realizad um curs para manipuladres de aliments, s aluns fram envlvids numa feira de alimentaçã saudável, nde eram prmvids prduts láctes, fruta, legumes, sandes e bebidas saudáveis. N bufete decrreu cncurs d «cnsum de leite simples» e d «cnsum de fruta», send entregue a tds s aluns que cnsumiam estes prduts uma senha numerada, que dava direit a participar num srtei, send s vencedres premiads. Prgressivamente ambiente d bufete fi send remdelad, trnand-se mais aclhedr. Grups de aluns, rientads pr prfessres, vluntariamente, clabraram n api à cantina, cmprmetend-se a «darem exempl». Estes vluntáris estavam rganizads em grups: «Brigada da Higiene», «Prmtr da Spa» e «Cntrl ds Tabuleirs». Paralelamente fram desenvlvids dis prjects: «Hábits alimentares em Pnte da Barca» e «Um pmar na escla». A avaliaçã frmal e infrmal d prject revelu resultads francamente psitivs. Mais infrmaçã em Revista «igurte viv», n.º 17. Abril, de 2004; Educaçã Alimentar. A Administraçã Reginal de Saúde d Algarve desenvlveu cm a Assciaçã de Panificadres d Baix Alentej e Algarve Prgrama Pã da Saúde durante 5 ans, que tinha cm bjectivs prmver hábits alimentares mais saudáveis na ppulaçã algarvia, através d relançament d cnsum de pã, especialmente d pã cm características nutricinais e rganlépticas satisfatórias. O pã da saúde é um pã de mistura de farinhas de trig e centei, cm mens sal e temps de fermentaçã e czedura mais lngs. Apesar d Prject já ter terminad, pã da saúde cntinua a ser cnsumid e prduzid, especialmente em Far, e a ganhar cada vez mais adepts. Mais infrmaçã em Revista «igurte viv», n.º 17. Abril, de 2004; Educaçã Alimentar. A Unidade de Saúde Pública da Sub-regiã de Saúde de Beja desenvlveu n an lectiv 2004/05 Prject Alimentaçã em parceria cm a Crdenaçã Educativa d Baix Alentej e Alentej Litral. O prject visa prprcinar uma alimentaçã adequada as aluns, em terms higi-sanitáris e de variabilidade de nutrientes nas esclas cm refeitóri e/u bufete, a mesm temp que clabram na manutençã das cndições adequadas de segurança, higiene e saúde nesses espaçs. Identificadas as esclas cm bufete e refeitóri e s manipuladres de aliments, avaliaram as cndições de segurança, higiene e saúde destes espaçs, analisaram as ementas e prpuseram alterações e frmaçã/infrmaçã ds respnsáveis pel planeament, aprvisinament, aquisiçã, preparaçã, cnfecçã e distribuiçã ds aliments. Este prject está em desenvlviment. 19

20 A Administraçã Reginal de Saúde d Algarve, através d Gabinete de Nutriçã, sb rientaçã d Centr Reginal de Saúde Pública elabra, mensalmente, as ementas para as esclas d 1.º cicl da regiã. Para além da precupaçã cm equilíbri nutricinal, tem em cnta s prduts da regiã, a saznalidade e s dias festivas. Tud ist é tid em cnta nas ementas e ainda elabra uma Ficha Técnica para cada prat e md saudável de preparaçã d mesm. A Unidade Lcal de Saúde de Matsinhs, cnstituída pels Centrs de Saúde de Leça da Palmeira, Matsinhs, Senhra da Hra e S. Mamede de Infesta, desenvlveu n an lectiv 2004/05 Prject Bem cmer e bem crescer. A partir da análise efectuada à ferta das esclas d Cncelh elabraram Manuais sbre prmçã de uma alimentaçã saudável, cerentes cm que é ensinad na sala de aula e praticad nas esclas e que tem material de auxíli à elabraçã de ementas. Elabraram, também, um Guia de Orientações alimentares saudáveis para bares e máquinas de venda autmática de aliments que fi divulgad e distribuíd as respnsáveis esclares pel bar de aluns. Iniciaram ainda um prject de Prmçã d Cnsum de Pã na escla, que se encntra em vias de implementaçã. O Centr de Saúde de Matsinhs, da mesma ULS, cm s Gabinetes de Nutriçã e de Psiclgia, faz a ligaçã da alimentaçã cm a imagem crpral, tend para iss preparad um Cadern de Actividades, cm recmendações e esclareciments sbre a Rda ds aliments, infrmações sbre Índice de Massa Crpral e md de calcular, palavras cruzadas e prpstas de actividades para serem trabalhadas nas aulas cm api ds prfessres. Cm este prject fizeram ainda uma sensibilizaçã ds aluns d 8.º an sbre distúrbis alimentares, anrexia e bulimia, frneceram estratégias para s prevenir e prduziram uma clecçã de slides sbre tema, muit interessante. O Centr de Saúde de Lulé da Administraçã Reginal de Saúde d Algarve tem em curs um Prject de Educaçã Alimentar, designad «Spalândia» que prcura prmver cnsum de prduts hrtíclas entre s mais jvens e que resulta da cperaçã entre Agrupament de Esclas nº4 de Lulé, a Escla Secundária de Lulé e Gabinete de Nutriçã d Centr de Saúde de Lulé, send apiad pela Câmara lcal. N an lectiv 2005/06 numa pequena cerimónia n auditóri da Escla Secundária de Lulé, s aluns participantes fram cnvidads a assinar um «Cntrat de Saúde», assumind cmprmiss de prmver cnsum de spa diariamente na escla e em casa 20

21 cm as suas famílias. Para além da sensibilizaçã das crianças e jvens para a imprtância da spa na alimentaçã qutidiana, prject prmve a recuperaçã da spa ns hábits alimentares das famílias, aument d cnsum de prduts hrtíclas pr parte das crianças e jvens, integrand a spa em pel mens duas refeições diárias. Durante an lectiv, as crianças d ensin pré-esclar e d ensin básic sã apadrinhadas pels jvens da escla secundária, estabelecend um cmprmiss de saúde. Padrinhs e afilhads vã-se cnhecend melhr, sabreand uma spa n refeitóri esclar. A «Spalândia» irá ter seu pnt alt durante mês de Mai, quand se cncluir este prject, reunind-se tdas as crianças participantes e suas famílias numa festa que celebra a spa e nde irã estar expsts s trabalhs realizads na sala de aula alusivs à spa. N Rein Unid, a Escócia, prduziu rientações sbre us das máquinas de venda de prduts alimentares, cm parte de uma abrdagem integrada da alimentaçã. O bjectiv deste Guia é ajudar as esclas a transfrmar as máquinas de venda em elements saudáveis e atractivs, úteis e financeiramente viáveis. As máquinas de venda fazem parte d planeament da ferta alimentar glbal da escla e deve pr iss reflectir a plitica nutricinal da escla. Sã tids em cnta s benefícis das máquinas de venda de prduts saudáveis, s preçs, acess e a lcalizaçã. Estas Recmendações sã frnecidas à indústria alimentar, as frnecedres das cantinas, directres e prfessres das esclas e sã brigatórias nas esclas prmtras da saúde. Mais infrmaçã em O Serviç Nacinal de Saúde d Rein Unid, desenvlve desde an 2000 uma iniciativa denminada «5 a day» cm a qual pretende aumentar cnsum de frutas e vegetais. Pretende-se que as crianças esclarizadas cnsumam, n mínim de 5 prções de frutas e vegetais pr dia. Nas esclas, este prject prmve a distribuiçã gratuita de uma peça de fruta pr criança, em tdas as esclas, tds s dias d an lectiv. A mairia das crianças tem uma atitude psitiva em relaçã à fruta, 97% das esclas cnsideram um bm suprte às aprendizagens esclares e 99% d crp dcente cnsidera uma frma adequada de prmver a saúde das crianças. A lng ds ans fram prduzind materiais pedagógics e flhets sbre alimentaçã e saúde, que pdem ser cnsultads em 21

22 Materiais Pedagógics dispníveis Recmendações para a educaçã alimentar da ppulaçã prtuguesa. Cnselh Nacinal de Alimentaçã e Nutriçã (CNAN) 1997 Alimentaçã Saudável. Sugestões de ementas. Ediçã Direcçã Geral da Saúde, 1995 Acerca de Spa(s). Mngrafia. Elsa Felician, Elsa Sares, Nun Nunes. Mai de 2002 MESA - Manual de Educaçã para a Saúde em Alimentaçã. Isabel Lureir, Natércia Miranda, Fundaçã Caluste Gulbenkian, Junh de 1993 Tud em Prats limps Campanha de Segurança Alimentar: Guia de explraçã pedagógica para prfessres e Kit pedagógic, Ediçã DECO, CCPES, 2001 Clecçã de Slides e Manual: Alimentaçã Saudável. Jã Breda, Emília Nunes e Pedr Ribeir da Silva, Ediçã Direcçã Geral da Saúde, Clecçã de Slides e Manual: As bebidas e a Saúde. Jã Breda, Emília Nunes e Pedr Ribeir da Silva, Ediçã Direcçã Geral da Saúde, Víde: O Mistéri d Pesadel que faz engrdar. Ediçã Direcçã Geral da Saúde Víde: Regras para uma Ba Higiene e Cnfecçã Alimentares. Para Frmaçã de Trabalhadres de Cantinas Esclares. Direcçã Geral da Saúde, 34 minuts. Dcuments pedagógics d Prgrama Alimentaçã e Saúde: Flhet e Cadern para 1º Cicl, O mistéri ds 4 sabres; N Clube ds 4 sabres; A descberta ds sabres. Ediçã Assciaçã ds Refinadres de Açúcar de Prtugal (ARAP) Brchura: Aprveite que a sua alimentaçã tem de melhr. FAO. ARAP Flhet: Se a Branca de neve subesse...campanha de Segurança Alimentar «O Sabr d Saber». DECO Flhet: Regras de Our para quem prepara aliments. DGS Flhet: «Cmer saudavelmente fra de casa, DGS, 2002 Guias d Institut d Cnsumidr sbre: Segurança Alimentar em Ambiente Esclar; Cmer bem crescer saudável; Nutrientes, Aditivs e Aliments, Guia para uma esclha alimentar saudável: a leitura d rótul; Os aliments na Rda. Institut d Cnsumidr CD Rm sbre alimentaçã Saudável: 1- Saber Mais, 2- Cmeçar Ced. Institut d Cnsumidr Manual para uma Alimentaçã Saudável em Jardins-de-infância. Emília Nunes e Jã Breda, Ediçã Direcçã-Geral da Saúde, Guia de Planeament e de avaliaçã da educaçã alimentar na escla. Api Cmissã Eurpeia. Ediçã Ministéri da Educaçã. Març de Cnstruir um Prject de Educaçã Alimentar na Escla (dcument Síntese). CCPES. Ministéri da Educaçã. 22

23 Healthy eating fr yung peple in Eurpe. A schl-based nutritin educatin guide. Internatinal Planning Cmmittee. Eurpean Netwrk f Health Prmting Schls. OMS Grwing thrugh Adlescence. A training pack based n a Health Prmting Schl apprach t healthy eating. Internatinal Planning Cmmittee. Eurpean Netwrk f Health Prmting Schls. NHS. Health Sctland. January Grwing thrugh Adlescence. Bk 1: Evidence and Overview. Bk 2: Training Materials. A training pack based n a Health Prmting Schl apprach t healthy eating. NHS. Health Sctland. January Hungry fr Success: A whle schl apprach t schl meals in Sctland. Final Reprt f the Expert Panel n Schl Meals. Nvember Guia de Orientaçã para a Prmçã de Fruts e Vegetais a Nível Nacinal. FAO. OMS. Setembr de Plicpiad. Dispnível na Divisã de Saúde Esclar The Schl in Frm: Educative Prject n Childhd besity. p.a.u. educatin. Netwrk News. Publicaçã da The Eurpean Netwrk f Health Prmting Schls. Váris Prjects de Esclas da Rede Eurpeia de Esclas Prmtras da Saúde Eighth Issue. EC. OMS. CE 23

24 Agradeciments: A Divisã de Saúde Esclar da Direcçã-Geral da Saúde agradece empenh e a dedicaçã ds prfissinais d Grup de Trabalh e de Interesse da Saúde Esclar que ajudaram a elabrar as rientações ds Prjects de Prmçã de uma Alimentaçã Saudável, nmeadamente: Ana Margarida Mestre e Maria d Carm Sants (C.S. Seixal), Andredina Gmes Cards (CS Bnfim Setúbal), Cnceiçã Castela (C.S Alenquer) Dalva Fernandes (CS Marinha Grande), Madalena Fátima Silva (C.S. Mangualde), Maria Filmena Figueired (CS Lures) Laurinda Cabral Maced e Zita Guerra (C.S. Odivelas), Maria Mónica ds Sants Pentead e Marília Mira (C.S Prtel), Sandra Mreira (CRSPLVT), Paula Cristina Rque (CS Amadra), Alice Jã Reis Maia (CS Póva de Varzim) Fernanda Paula Leal e Fátima Bich (Escla Superir de Saúde de Setúbal), Carina Ferreira Brges (CATR Centr de Api, Tratament e Recuperaçã) Susana Carvalhsa (FCT investigadra), Maria Jsé Gnçalves Sants (SRegiã S. Lisba) Maria Rsári Vieira (C.S Castel de Paiva) e Teresa Bilhastre (CS. C Rainha). Pelas críticas e sugestões, agradecems as Respnsáveis Reginais da Saúde Esclar: Maria Net (ARS d Nrte), Fernanda Pint (ARS d Centr), Lina Guarda (ARS de Lisba e Vale d Tej), August Santana de Brit (ARS Alentej) e Carls André (ARS d Algarve). Agradecems às equipas de Saúde Esclar ds diverss Centrs de Saúde pel bm trabalh que desenvlvem cm as esclas, cm as famílias e cm as cmunidades, para que cntinuem a partilhar cnnsc as vssas bas práticas. E à Cristina Ferreira Cádima, da Divisã de Saúde Esclar, pela ttal dedicaçã e permanente dispnibilidade. Gregória Paixã vn Amann Divisã de Saúde Esclar Direcçã-Geral da Saúde, Fevereir de

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