Esplanada Sustentável

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1 Esplanada Sustentável Mobilização / Sensibilização Módulo Eficiência Energética Fevereiro 2012

2 HISTÓRICO DO PROCEL EPP ECF 1867 Sede CHESF ECF 2052 CEB nas escolas ECF 2052 CEB Palácio Buriti 1998 Após praticamente 10 anos de estudos por meio de diagnósticos energéticos e com base no sucesso do Projeto da Esplanada dos Ministérios, o EPP inicia as atividades voltadas para a implementação de projetos demonstração ECV 202 BNRJ Implementações realizadas 2011 Desenvolvimento da plataforma EPP para cadastro de prédios públicos e projetos de eficientização energética (em andamento) 1995 Marco inicial para ações em projetos EPP 1368/95 Esplanada dos Ministérios 2001 Implementações realizadas ECV 877 Palácio do Planalto ECV 879 UFPE ECV Eletrosul 2008 Implementações realizadas ECE 421 Reestruturação do programa 2009 Retrofit do Hospital Universitário da UFSC e da BNRJ e capacitação do Leener da UFJF

3 HISTÓRICO DO PROCEL EPP Resumo trocas Lampadas Instaladas Retiradas Reatores Instaladas Retiradas Climatizadores Instaladas Retiradas Luminarias Instaladas Retiradas Motores Eletricos Instalados Retirados 56 56

4 DADOS DE PROJETOS - ILUMINAÇÃO Sistema de Iluminação Economia Custo dos Projetos MWh/ano kw Material + Mão de obra (R$) , , ,30 DADOS DE PROJETOS - CLIMATIZAÇÃO Sistema de Climatização Economia Custo dos Projetos MWh/ano kw Material + Mão de obra (R$) , , ,97

5 CARACTERIZAÇÃO DO MERCADO PERFIL DE CONSUMO Consumo Anual de Energia Poderes Públicos 4,66% 9,27% Consomem cerca de 4% do total de energia elétrica do País atualmente. Consumo que, em 2010, foi de 12,5TWh e Demanda de 32,7 TW. 34,86% 21,67% 25,42% Comercial, Serviços e Outros 4,13% Industrial Poder Público Residencial (Fonte SAMP 2010). Rural Outros: Iluminação Pública, Serviços Públicos, Rural Irrigante e Rural Aquicultor

6 Número de Consumidores por região Sudeste 45% Norte 6% Sul 16% PERFIL DE CONSUMO POR REGIÃO Nordeste 26% Centro- Oeste 7% Consumo de Energia por região Sudeste 48% Demanda Faturada por região Sudeste 42% Norte 5% Nordeste 18% Centro- Oeste 7% Norte 6% Sul 20% Nordeste 19% Centro- Oeste 7% Fonte: ANEEL - SAMP 2010 Sul 28% SAMP Sistema de Acompanhamento de Mercado

7 PERFIL DE CONSUMO 15% 12% 48% 31% 46% Ar Condicionado 24% Equipamentos de Escritório Iluminação Elevadores e Bombas 24% Governo Federal Governo Estadual Governo Municipal Estima-se um potencial de redução de consumo, com implementação de ações de Eficiência Energética, da ordem de 20%. (referência projetos implementados no período de 2002 a 2007). Economia - Iluminação - mês Consumo em ,5E+12 Federal 0,46 Iuminação 0,24 Economia 0,2 Tarifa (R$/kWh) 0, mes 0,083 Total -mês R$ ,00

8 ESTUDO DO MERCADO Estudos Gerais sobre o Mercado de Connservacao de Energia nos Predios Publicos Dados Norte Nordeste Centro_Oeste Sudeste Sul Soma Consumo (MWh-ano) 1,200,779 2,262,456 1,213,470 5,049,153 1,422,333 11,148,190 Demanda(MW) 3,242,640 5,525,261 3,828,876 12,816,844 4,257,056 29,670,677 Unidades de Consumo do Poder Público 33, ,975 33, ,075 74, ,806 Total de Funcionarios( F,E,M) 780,496 2,227,238 1,047,709 3,362,926 1,143,795 8,562,164 Consumo/Funcionario Demanda/Funcionário Funcionario/Unidade de Consumo Fonte: Estudos COPPE (Dados ANEEL)

9 DIRETRIZES BÁSICAS PARA ELABORAÇÃO DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO DE ENERGIA Concreto o programa não pode se constituir somente de intenções, mas sim de ações concretas e específicas. Justificado em especial as ações que demandam mudanças de hábitos devem ser bem justificadas para serem melhor aceitas. Quantificado um diagnóstico energético resultará em números, indicando quantidade de energia envolvida, bem como os investimentos e ganhos financeiros. Com Responsabilidade Definida cada uma das ações deve ter responsáveis diretos, pois o programa exige a atuação de pessoal afeto a todos os setores, cabendo à administração a supervisão global. Comprometido em Objetivos um programa tímido em objetivos obterá resultados pobres. A efetiva redução de energia exige iniciativa, criatividade e compromissos. Dinâmico em função das inovações tecnológicas e de novas circunstâncias, o programa deve ser revisado periodicamente. Coletivo ninguém deve ficar alheio ao programa, tanto no processo de sua elaboração, como no seu desenvolvimento. Divulgado os resultados obtidos devem ser divulgados periodicamente e comparados com situações anteriores de modo a mostrar seus benefícios.

10 PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO DE ENERGIA. Um programa de conservação de energia exige Iniciativa e Criatividade, além de ações que podem demandar mudanças de hábito, um difícil obstáculo a ser vencido. Iniciativa Criatividade Para contornar esses problemas de implementação, a alta administração deve mostrar claramente que o programa está inserido na política administrativa da edificação. Sua elaboração deve ser resultado do esforço dos diversos setores do órgão e da participação de todo o corpo funcional.

11 PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO DE ENERGIA. O Programa de Conservação de Energia pode ser dividido nas seguintes partes: Programa de Marketing; Deve ser iniciado por uma campanha mostrando, através de instrumentos de comunicação como filipetas, folhetos, caixas de comunicação, internet, cartazes, faixas, adesivos, manuais, notícias em jornais internos etc., Programa de Transformação Comportamental; Mostrar a intenção da alta administração de otimizar o uso da energia elétrica promovendo a divulgação de algumas dicas de economia de energia como apagar as luzes de ambientes desocupados, desligar máquinas e aparelhos que não estejam em uso etc. Programa de Melhoria das Tecnológicas Existentes. Aprovar e estabelecer metas para substituição de equipamentos, materiais e outras fontes tecnológicas; para serem atingidas ano a ano e efetuar acompanhamento rigoroso.

12 PLANO DE REDUÇÃO DOS GASTOS COM O INSUMO ENERGIA ELÉTRICA Para desenvolver o Plano de Economia, o Prédio Público deverá formar uma Comissão Interna de Conservação de Energia CICE. A CICE foi instituída na administração pública federal pelo Decreto no , de 26/10/90, e têm o encargo de Propor, Implementar e Acompanhar as medidas efetivas de conservação de energia, bem como controlar e divulgar as informações mais relevantes e, embora dirigida a prédios federais, sua concepção aplica-se a todos os prédios. sejam eles federais, estaduais, municipais ou até mesmo privados; Constituída por representantes das diversas unidades, que ficará implementação e acompanhamento das ações propostas no âmbito da CICE. responsável pela SUGESTÃO DE ESTRUTURA DA CICE Presidente da CICE Membros Apoio Administrativo Vice-presidente Representante da CIPA Técnico da Comunicação Administrador Engenheiro

13 BUSCA DOS RESULTADOS Considerando que numa Primeira Fase ações de conservação de energia, geralmente, não exigem recursos para a obtenção de resultados, bastando atuar em nível gerencial, o responsável pela CICE deve procurar negociar com a alta administração para que os recursos obtidos pela redução de despesas advindas de resultados positivos com ações de conservação sejam alocados em rubrica especial para serem obrigatoriamente aplicados, sob a gerência da CICE, em projetos de conservação de energia na própria unidade administrativa. Na Segunda Fase, e considerando que, na maioria dos casos, a CICE ao ser implantada não dispõe de recursos ou dotação orçamentária, haverá necessidade de definição de valores orçamentários que permitirão a implantação mais rápida de ações de conservação que resultem na melhoria da Eficiência Energética com os conseqüentes ganhos econômicos.

14 SUGESTÃO DE OPERACIONALIZAÇÃO Durante os primeiros meses, adotar medidas administrativas eficazes, dando atenção, inclusive, às pequenas economias que somadas devem proporcionar uma economia global significativa de energia. Com os sucessos progressivos das medidas de conservação de energia adotadas e as respectivas economias obtidas, será possível criar um orçamento próprio para o custeio e os investimentos necessários. Depois de obtida a credibilidade necessária, a CICE poderá apresentar, propor e obter da alta administração a aprovação de recursos para projetos de investimentos maiores que a sua própria receita, desde que demonstrada a sua viabilidade técnico-econômica.

15 PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES DA CICE COMISSÃO INTERNA DE CONSERVAÇÃO DE ENERGIA Promover análise das potencialidades de redução de consumo de energia e, em função dessa análise, estabelecer metas de redução. Acompanhar o faturamento de energia elétrica e divulgar os resultados alcançados, em função das metas que forem estabelecidas. Nas edificações em que a energia elétrica é faturada por tarifa binômia (Demanda e Energia), gerenciar o fator de carga de forma a obter o menor preço médio possível de energia. Gerenciar o fator de potência da instalação de forma que o mesmo resulte em valor mais próximo possível da unidade.

16 PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES DA CICE COMISSÃO INTERNA DE CONSERVAÇÃO DE ENERGIA Designar agentes ou coordenadores para atividades específicas relativas à conservação de energia. Estabelecer gráficos e relatórios gerenciais, contendo índices comparativos, visando subsidiar o acompanhamento do programa e tomada de decisões. Realizar cursos específicos para o treinamento e capacitação do pessoal. Avaliar os resultados anuais alcançados e propor metas e objetivos para o ano subseqüente. Conscientizar e motivar o quadro funcional.

17 PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES DA CICE COMISSÃO INTERNA DE CONSERVAÇÃO DE ENERGIA Divulgar os resultados das metas e objetivos. Participar da elaboração de especificações técnicas para projetos, construção e aquisição de bens e serviços que envolvam consumo de energia, utilizando as orientações do Manual de Compras do PROCEL. Orientar e subsidiar as comissões de licitação para que as aquisições sejam feitas considerandose também a economicidade do uso, avaliada pelo cálculo do custo/benefício ao longo da vida útil. Aquisição preferencial de equipamentos com o Selo PROCEL.

18 RESUMO DA LEGISLAÇÃO RELACIONADA A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NA ÁREA DE PRÉDIO PÚBLICOS - Decreto nº , de 26 de outubro de 1990 CICE - Decreto de 21 de setembro de Decreto nº de 6 de janeiro de 2000 Redução de 20% até dezembro de Decreto nº de 18 de abril de 2001 Redução de 15% imediato e 20% até dezembro de Decreto nº de 26 de abril de Decreto nº de 15 de maio de Decreto nº de 11 de junho de Decreto nº de 14 de fevereiro de 2002 Redução do consumo médio para 17,5% com base em janeiro de Decreto nº de 25 de fevereiro de PORTARIA Nº 137, de 28 DE JUNHO DE 2001 Cadastro MPOG - Ofício Circular 233, de 16 de maio de 2001 ANEEL Concessionária - Histórico do Consumo e Demanda do Poder Público Cadastro - Lei nº de 17 de outubro de 2001 (ordinária) - Lei nº de 26 de abril de 2002 (ordinária) - Portaria nº 113 de 15 de março de 2002 Regulamenta o decreto Resolução nº 242 de 24 de julho de 1998 (ANEEL) rol 0,5% - Resolução nº 414 de 15 de setembro de 2010 (ANEEL) antiga Res. 456/2000

19 ACÓRDÃO TCU 1752/2011 PLENÁRIO Item 9.6. recomendar à Eletrobras que promova a divulgação, no âmbito do Procel EPP, da Reserva Global de Reversão e da parcela de recursos oriundos da Lei nº 9.991, de 2000, como fontes de financiamento para ações de Eficiência Energética para o Poder Público: Item 9.7. recomendar a Eletrobras e ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão que busquem soluções para que os recursos da Reserva Global de Reversão possam ser utilizados para financiar ações de eficiência energética nos prédios públicos federais.

20 PROPOSTA DE FINANCIAMENTO - RGR Eletrobrás (75%) + Distribuidora (25%) (ANEEL) Financia PP PP (Recurso no caixa) Licita a Obra Projeto Implementado Permitir ao MPOG ser Avalista (*) Redução da conta de E.E. paga o financiamento * Acórdão TCU 1752/2011 Plenário Itens: 9.6 e 9.7.

21 Acórdão TCU 1752/2011 Plenário Item atuando de forma conjunta e coordenada, disponibilizar na internet relação organizada de todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal, contendo indicadores de consumo de água, energia e papel per capita, com a apresentação detalhada de casos de sucesso na implementação de medidas que geraram economias no uso racional de recursos e a publicação de parâmetros de consumo de energia, água e papel per capita, específico por natureza de edificação pública federal. Item 9.5. recomendar ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, à Eletrobras e à Secretaria do Tesouro Nacional que se articulem para buscar compatibilizar as iniciativas de desenvolvimento de seus respectivos software de acompanhamento de gestão, de forma a não duplicar esforços, analisando a possibilidade de unificar suas funcionalidades.

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24 Para ser usado pelo Administrador Coleta dados sobre: Administrador Prédio Órgão Proprietário do prédio Unidades de Consumo (UC) de cada prédio Contratos entre as UC s e as Concessionárias Consumo Energético Mensal de cada contrato

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39 Modelo de fatura de Energia Elétrica para consumidor do Poder Público com Contrato Convencional Fatura_Convencional.xps fatura.xps Dados_Jan09.xls Contrato-Fornecimento-Azul[1].pdf

40 A Resolução 414 Aneel, determina que todos os contratos de energia têm tolerância de 5% no valor determinado para a Demanda Contratada. Art. 93. Quando os montantes de demanda de potência ativa ou de uso do sistema de distribuição MUSD medidos excederem em mais de 5% (cinco por cento) os valores contratados, aplica-se a cobrança da ultrapassagem conforme a seguinte equação: onde: ATENÇÃO: DULTRAPASSAGEM(p) = valor correspondente à demanda de potência ativa ou MUSD excedente, por posto horário p, quando cabível, em Reais (R$); PAM(p) = demanda de potência ativa ou MUSD medidos, em cada posto horário p no período de faturamento, quando cabível, em quilowatt (kw); PAC(p) = demanda de potência ativa ou MUSD contratados, por posto horário p no período de faturamento, quando cabível, em quilowatt (kw); VRDULT(p) = valor de referência equivalente às tarifas de demanda de potência aplicáveis aos subgrupos do grupo A ou as TUSD-Consumidores-Livres; e p = indica posto horário, ponta ou fora de ponta.

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49 Sistema EPP - Módulo Projetos (Web) Tela: declaração de preços unitários

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54 PUBLICAÇÕES Código Legislativo da Eficiência Energética nos Prédios Públicos Federais Publicação onde se pode consultar as principais ações normativas relacionadas a Eficiência Energética nos Prédios Públicos Federais. Manual de Prédios Eficiêntes em Energia Elétrica Publicação que foi elaborada para auxiliar os administradores de Prédios Públicos na obtenção de resultados que tragam redução no consumo energético e de custos.

55 PUBLICAÇÕES Manual para Especificações Técnicas de Sistemas de Ar Condicionado e Iluminação Elaborado para orientar, sob o enfoque da Eficiência Energética, os processos de aquisição de equipamentos de iluminação e condicionadores de ar de janela. Manual de Iluminação Eficiente Elaborado para orientar na elaboração dos projetos de iluminação. A Publicação visa à Eficiência Energética do sistema de iluminação.

56 PUBLICAÇÕES Manual de Sistemas de Ar Condicionado Elaborado para orientar na elaboração dos projetos de ar condicionado e refrigeração. A Publicação visa à Eficiência Energética do sistema de climatização e refrigeração. Manual de Tarifação da Energia Elétrica Apresenta as noções básicas sobre as formas de tarifação, estando calcado no instrumento legal mais recente que versa sobre o tema, a Resolução 414, da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, antiga Resolução 456.

57 PUBLICAÇÕES Manual do Usuário do Programa de Simulação da Tarifação de Energia Elétrica O Manual dos Software SISTAR, foi elaborado para auxiliar o Administrador de Prédios Públicos analisar a seu contrato junto a concessionária de energia elétrica. Programa de Simulação da Tarifação de Energia Elétrica O SISTAR oferece, uma vez informado o Consumo e a Demanda da unidade de consumo, a orientação para a modificação ou manutenção do contrato de energia elétrica.

58 PUBLICAÇÕES Manual de Orientações Gerais para Conservação de Energia em Prédios Públicos Elaborado para orientar na manutenção elaboração dos projetos de iluminação. A Publicação visa à Eficiência Energética do sistema de iluminação. Manual do Pré-Diagnóstico Energético para Elaboração de Projetos de Eficiência Energética nos Prédios Públicos Publicação para auxiliar os administradores de Prédios Públicos na elaboração do Pré-Diagnóstico Energético.

59 PUBLICAÇÕES Manual de Instruções para Projetos de Eficiência Energética nos Prédios Públicos Apresenta os critérios e os procedimentos destinados a orientar as concessionárias de energia elétrica, distribuidoras, geradoras e transmissoras, no cumprimento das etapas para obtenção de financiamento de projetos.

60 PROCEL EDIFICA Eficiência Energética em Edificações Maria Teresa Marques da Silveira PROCEL EPP Eficiência Energética em Prédios Públicos Clovis Jose da Silva Equipe Técnica Amanda Silva de Freitas Edison Alves Portela Junior Elisete Alvarenga da Cunha Estefania Neiva de Mello Frederico Guilherme Cardoso Souto Maior de Castro João Queiroz Krause Lucas de Albuquerque Pessoa Ferreira Lucas Mortimer Macedo Luciana Campos Batista Vinicius Ribeiro Cardoso

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