Carlos Alberto Richa Governador. Flávio Arns Vice-governador. Faisal Saleh Secretário de Estado do Turismo

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2 Carlos Alberto Richa Governador Flávio Arns Vice-governador Faisal Saleh Secretário de Estado do Turismo Marcos Venício Alves Meyer Presidente Paraná Turismo Márcia Schier Presidente Centro de Convenções de Curitiba Rafael Andreguetto Superintendente - ECOPARANÁ DEZEMBRO/2011 i

3 O presente Plano de Ações se constitui na principal ferramenta de planejamento do Sistema SETU - integrado pela Secretaria de Estado do Turismo e por suas vinculadas Paraná Turismo, Ecoparaná e Centro de Convenções de Curitiba. Expõe de forma objetiva, as ações a serem realizadas e os resultados pretendidos para a gestão pública do turismo paranaense no período , orientados pelo Plano de Metas do Governo Beto Richa e pela análise situacional do ambiente. É resultante de um processo participativo, envolvendo todos os recursos humanos do Sistema SETU, tanto do nível gerencial quanto do técnico e administrativo, responsáveis diretos pela implementação do proposto. Faisal Saleh Secretário de Estado do Turismo ii

4 LISTA DE FIGURAS Figura 1 Diagrama Ilustrativo - Estratégia Novo Paraná 07 Figura 2 Mapa Turístico do Paraná 16 Figura 3 Sistema de Gestão 20 Figura 4 Sistema SETU - Visão 21 Figura 5 Sistema SETU - Atuação Institucional 25 Figura 6 Sistema SETU - Eixos Estratégicos de Atuação 26 iii

5 LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 Evolução da chegada de turistas e receita cambial no mundo Gráfico 2 Evolução da chegada de turistas e receita no Brasil Gráfico 3 Principais portões de entrada de turistas estrangeiros no Brasil Gráfico 4 Unidades Federativas mais visitadas 2010 Gráfico 5 Evolução da chegada de turistas e receita gerada no Paraná Gráfico 6 Distribuição da procedência de turistas no Paraná iv

6 SUMÁRIO Lista de Figuras Lista de Gráficos iii iv Introdução Análise Situacional Do Macroambiente Do Ambiente de Atuação Do Ambiente Interno Resultados Esperados Definição de Ações Monitoramento & Avaliação Considerações Finais Equipe Técnica

7 6 INTRODUÇÃO O Turismo, por definição, é uma atividade caracterizada pelo deslocamento de pessoas entre um núcleo emissor e um receptor, com implicações sociais e econômicas. Para a atual gestão estadual, é considerado um sólido elemento de indução ao desenvolvimento, capaz de gerar emprego, renda, e qualidade de vida à população paranaense, fortalecendo o Estado regionalmente. Enquanto órgão oficial de turismo do Paraná, a SETU é responsável por definir objetivos e implementar estratégias que visem atender à política pública vigente, contribuindo para que o Estado seja cada vez mais percebido como empresa, pátria e produto de consumo. Ou seja, trabalhar por uma gestão pública profissional, competente e transparente; contribuir para que o povo paranaense tenha condições de conhecer e consequentemente, respeitar e valorizar o que somos e temos, vendo em nossos destinos turísticos uma alternativa de lazer, emprego e negócio; e possibilitar ao visitante e investidor uma acolhida hospitaleira e qualificada. Para tanto, é preciso explorar todos os recursos do Estado, desde históricos e naturais, até os oriundos das atividades econômicas. Tal busca implica na utilização de instrumentos que promovam a integração, o aumento da competitividade e a construção de produtos turísticos únicos e viáveis nas dez Regiões Turísticas, capazes de motivar visitantes interessados em aventura, religião, cultura, ruralidade, gastronomia, pesca, negócios e eventos. Com base em estimativas da SETU, hoje, cerca de 13 milhões de pessoas visitam o Paraná, e contribuem na movimentação da economia local. Cada visitante gasta aproximadamente 62 dólares por dia ao usufruir da oferta turística disponibilizada, formada por atrativos, serviços e equipamentos. Segundo o Estudo da Cadeia Produtiva do Turismo no Paraná (2008), seis atividades econômicas são consideradas características do Turismo: Meios de Hospedagem; Serviços de Alimentação; Transporte Rodoviário de Passageiros; Locação de Veículos; Agências de Turismo; e Atividades Recreativas, Culturais e Desportivas, compostas pelos Atrativos Naturais (Adaptados ou Planejados), Culturais, Históricos, Religiosos, Esportivos e de Lazer. Contudo, a Organização Mundial do Turismo OMT, afirma que essas atividades impactam outros 52 setores da economia local e regional, como a construção civil, a indústria automobilística e o comércio. Dados recentes do Conselho Mundial de Viagem e Turismo WTTC indicam que no Brasil o impacto direto das atividades de turismo deverá representar 3,3% (R$ 129,6 bilhões) do Produto Interno Bruto - PIB brasileiro em 2011, prevendo-se que para 2021 esta relação será de 3,6% (R$ 206,9 bilhões), traduzindo um crescimento de 4,8% por ano. Além da receita, o turismo também gera empregos, como pontuado no Plano de Metas do Governo Beto Richa , que realça a expressividade de sua cadeia produtiva, integrando-a na matriz do desenvolvimento econômico e social do Novo Paraná, com aproximadamente 16 mil estabelecimentos e 144 mil postos de trabalho - diretos e indiretos.

8 7 FIGURA 1: DIAGRAMA ILUSTRATIVO - ESTRATÉGIA NOVO PARANÁ Fonte: Plano de Metas do Governo Beto Richa Para O Novo Paraná propõe-se um Novo Jeito de Governar, focado em liderança, resultados efetivos, otimização de recursos, ampliação da capacidade de realização e gestão horizontal e integrada. Alinhando-se a este propósito, a SETU desenvolveu no corrente ano seu Planejamento Estratégico , que, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas FGV, constitui uma ferramenta gerencial fundamentada nas idéias de processo, rumo e otimização. O foco desse trabalho foi a reestruturação organizacional e programática, e consequentemente, a construção de uma nova visão, a partir das vantagens competitivas do Estado e das fragilidades previamente identificadas. Para promover a reestruturação organizacional instalou-se um processo de construção envolvendo todo o quadro de pessoal do Sistema SETU, redefinindo-se as áreas de atuação e as estruturas necessárias de logística e de recursos humanos. Foram também realizados estudos jurídicos e reuniões com órgãos específicos e especialistas em planejamento e administração pública, revisão orçamentária e atuação regional. Definiu-se, como principais produtos, a revisão dos regimentos internos e/ou outros documentos organizacionais, a reforma física emergencial, a atualização e ampliação dos equipamentos, a incorporação de profissionais de outras instituições do Estado nos diferentes programas e de cargos comissionados, além do aprimoramento no uso de tecnologias de informação, comunicação e gestão.

9 8 Dentro da reestruturação programática, foi enfatizado o Novo Jeito de Governar, com o estabelecimento de alianças estratégicas, desencadeado por um trabalho voltado à inovação, à efetividade e ao reconhecimento do Turismo como instrumento de desenvolvimento e democratização das oportunidades para os cidadãos, de melhoria e recuperação da comunicação entre o poder público, a academia e o setor privado, e, para a formatação de instrumentos de monitoramento e avaliação do turismo estadual e regional. A partir de reuniões internas sistemáticas, algumas conduzidas por especialistas em planejamento estratégico, foram discutidas propostas do quadro técnico funcional e das entidades parceiras, como também analisados documentos como o Plano de Metas do Governo Beto Richa Geral e Setorial; a Política Estadual de Turismo e o Plano de Desenvolvimento do Turismo do Paraná ; a Política e o Plano Nacional de Turismo oriundos do MTur; as orientações para o PPA e a LOA 2012; e as bases para o Contrato de Gestão em implantação no Governo do Estado. Em decorrência desse trabalho, estabeleceu-se um Sistema de Gestão matricial, descrito posteriormente no item Análise Situacional, que orientará o desempenho técnico-profissional dos integrantes do Sistema SETU na realização das ações, utilizando, como garantia de resultados, as premissas: ü ü ü ü ü ü ü ü ü Preocupação com a Sustentabilidade; Atuação Regional; Promoção da Competitividade e da Inovação; Responsabilidade social; Respeito ao patrimônio cultural e natural; Oferta de produtos turísticos de qualidade; Atuação em novos mercados; Uso da Tecnologia da Informação e da Comunicação; Respeito às pessoas - físicas e jurídicas. Para melhor entendimento do proposto, o presente Plano de Ações foi estruturado em três grandes itens: a análise situacional, com um diagnóstico do ambiente externo e interno; a definição de objetivos e metas; e, a definição de ações, com objetivos, programas e projetos vinculados. Constam do final as considerações referentes ao processo de monitoramento e avaliação pretendido e aos desafios a serem superados.

10 9 ANÁLISE SITUACIONAL Todo o processo de planejamento desencadeado pelo Sistema SETU teve o propósito de criar uma visão de futuro compartilhada. Coube à própria SETU, enquanto organização da administração direta do Governo do Estado, a reflexão de como utilizar o planejamento como instrumento complementar e de correção das deficiências do mercado, ou seja, como influir de forma positiva no futuro que se vislumbra para Ano que marca também a realização da COPA FIFA 2014 no Brasil, que tem Curitiba como uma das cidades sede. Sendo assim, além de buscar e examinar os dados do complexo setor Turismo, produzidos por técnicos e pesquisadores de organismos públicos e privados, percebeu-se que é preciso liderar uma ação estadual para criar um futuro, e não apenas predizê-lo, deflagrando um verdadeiro Pacto Paraná pelo Turismo. Pacto esse, que pretende combinar elementos e ações de diversos âmbitos político, econômico, acadêmico, social, ambiental entre outros, com vistas a estabelecer um papel pró-ativo do Estado no fortalecimento de uma aliança estratégica, baseada na união de esforços e na consecução de objetivos coletivos, utilizando as sinergias oferecidas pelo todo. Para melhor analisarmos esta realidade que se apresenta para a atividade turística estadual, construiu-se um diagnóstico baseado nas informações existentes e nas tendências vislumbradas para o setor, a partir de três óticas: 1. Do macroambiente, compreendendo as forças restritivas e impulsionadoras do turismo internacional e nacional, em seus aspectos: social, político, legal, econômico, tecnológico, cultural e ambiental; 2. Do ambiente de atuação, compreendendo o mercado estadual formado pelos fornecedores diretos e indiretos dos produtos e serviços turísticos (oferta), pelos mercados alvo - concorrentes, emissores e aliados, e, pelos nossos clientes investidores, turistas, prefeituras, organizações representativas privadas e regionais, empresários, movimentos sociais, comunidades receptoras; 3. Do ambiente interno, compreendendo as estruturas organizacionais do Sistema SETU e o Conselho de Turismo do Paraná enquanto integrante do organograma da SETU, como também as limitações, oportunidades e opções estratégicas, baseadas na visão e missão definidas.

11 10 Do Macroambiente Conforme afirmado no documento preliminar do Plano Nacional de Turismo , o mercado de viagens e turismo representa 30% das exportações mundiais de serviços e 6% das exportações mundiais totais, se apresentando hoje como o setor mais atrativo da economia global. Principalmente, quando o momento é de retomada do crescimento econômico, com destaque para os países emergentes, o que acarreta na multipolarização, com a entrada de novos destinos e atores no mercado, ou seja, existe uma tendência à desconcentração dos fluxos de turistas internacionais, acarretando uma retomada do crescimento do número de viagens, de 7% em relação a milhões em 2010 e uma expectativa de 4% a 5% para 2011, segundo dados da OMT (ver gráficos). A receita cambial foi de 910 bilhões de dólares, mas aponta-se para o ambiente econômico mundial com depreciação do dólar em relação ao real. GRÁFICO GRÁFICO EVOLUÇÃO - DA DA CHEGADA DE TURISTAS E RECEITA CAMBIAL NO MUNDO ,0 Receita (em bilhões de dólares) Turistas (em m ilhões) 846, ,4 900, ,7 919, ,4 880, ,0 940,0 Fonte: Organização Mundial de Turismo, 2011.

12 11 Muitas são as dúvidas acerca do preço do petróleo e das restrições as indústrias poluidoras, mas existe uma certeza: as distâncias parecem cada vez menores. Em recente pesquisa da OMT, é previsto que as Américas devem continuar como terceiro maior receptivo de turistas, atrás da Europa e Ásia, e com um crescimento acentuado para a América do Sul. O turismo intrarregional, ou seja, dentro do próprio continente deve continuar responsável por 80% dos deslocamentos. E nesse cenário, ressalta-se nossa proximidade com o maior mercado emissor de turistas estrangeiros para o Brasil a Argentina. Para o Brasil, tendo-se ainda como base o Plano Nacional já citado, o diagnóstico econômico prevê crescimento do PIB e a geração recorde de emprego, com o consumo doméstico aquecido, aumento da renda média do trabalhador e melhoria na composição social do País, sinalizando uma tendência de crescimento do turismo doméstico, principalmente na Classe C da população. Apontam- se a expansão do crédito para o setor e os gastos públicos com infraestrutura, qualificação profissional e promoção advindos, principalmente, da realização dos megaeventos esportivos Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, em 2014 e 2016 respectivamente, como fatores impulsionadores e de grande visibilidade para o País. Por outro lado, esses eventos também são grandes desafios, juntamente com o incentivo ao brasileiro para viajar pelo Brasil, o incremento na geração de divisas internacionais, o aumento da competitividade do turismo brasileiro e o aprimoramento dos processos de gestão. Para superá-los vários programas serão desenvolvidos e/ou ampliados, como o de estruturação de segmentos turísticos, de desenvolvimento do turismo regional, de qualificação e certificação dos serviços e equipamentos turísticos, de promoção nacional e internacional, de internacionalização das empresas turísticas brasileiras, entre outros. Salienta-se o esforço do MTur para o fortalecimento da gestão descentralizada do turismo, através de duas organizações estratégicas: o Fórum Nacional de Dirigentes e Secretários Estaduais de Turismo - FORNATUR e o Conselho Nacional de Turismo - CNT, além das instâncias de governança representativas das macrorregiões e das regiões turísticas brasileiras estabelecidas no âmbito do Programa de Regionalização do Turismo desse Ministério. A promulgação e a regulamentação da Lei Nacional do Turismo foram marcos importantes para o avanço do setor, contribuindo para a oferta de produtos turísticos mais qualificados e para a atração de turistas estrangeiros. De acordo com números divulgados pelo Mtur, em 2010 registrou-se no Brasil 5,161 milhões de chegadas de turistas estrangeiros, acarretando uma receita cambial de cerca de seis bilhões de dólares. Dentre estes turistas, destacam-se os oriundos da Argentina e dos Estados Unidos e os Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná como principais portões de entrada. O motivo Lazer foi responsável por 46% deste fluxo e Negócios & Eventos por 23,3%. O gasto médio diário registrado foi de US$ 70,53 e US$ 120,00, respectivamente pelos turistas destes motivos. Destaca-se ainda o crescimento das viagens domésticas, que totalizaram 186,5 milhões em 2010.

13 12 GRÁFICO 02 - EVOLUÇÃO DA CHEGADA DE TURISTAS E RECEITA NO BRASIL GRÁFICO 02 - EVOLUÇÃO DA CHEGADA DE TURISTAS E RECEITA NO BRASIL ,3 Receita (em bilhões de dólares) Turistas (em milhões) 5, ,0 5, ,9 5, ,3 4, ,9 5,2 Fonte: Departamento da Polícia Federal, Ministério do Turismo e Banco Central do Brasil, 2011 GRÁFICO 03 - PRINCIPAIS PORTÕES DE ENTRADA DE TURISTAS ESTRANGEIROS NO BRASIL Santa Catarina: 2,5% Bahia: 3,2% Outros: 9,5% Rio Grande do Sul: 12,7% São Paulo: 39,1% Paraná: 14% Rio de Janeiro: 19,0% Fonte: Departamento da Polícia Federal e Ministério do Turismo, 2011.

14 : : Do Ambiente de Atuação Conforme pesquisas realizadas pelo MTur e pelo Instituto de Pesquisas Econômicas FIPE em 2010, o Paraná é o quarto Estado mais visitado do Brasil, tendo a cidade de Foz do Iguaçu como o segundo destino de Lazer, e Curitiba como o terceiro de Negócios & Eventos. As cidades de São Paulo e Rio de Janeiro são, respectivamente, as mais visitadas por Negócios & Eventos e Lazer. Pelo gráfico abaixo, nota-se também que os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina, são os maiores concorrentes do Paraná, sendo que em Santa Catarina, despontam Balneário Camboriú, Bombinhas e Florianópolis como as cidades mais visitadas. : : : : 13 : GRÁFICO 04 - UNIDADES FEDERATIVAS MAIS VISITADAS Fonte: Ministério do Turismo e Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, De acordo com as pesquisas e projeções realizadas pela SETU, o fluxo turístico estadual total registrado em 2010 foi de 12,690 milhões de turistas, do próprio Estado, de outros estados - como São Paulo e Santa Catarina e de outros países - como a Argentina e o Paraguai, conforme gráficos a seguir. Tal fluxo resultou numa receita gerada de 3,8 bilhões de dólares

15 14 GRÁFICO 05 - EVOLUÇÃO DA CHEGADA DE TURISTAS E RECEITA GERADA NO PARANÁ GRÁFICO 05 - EVOLUÇÃO DA CHEGADA DE TURISTAS E RECEITA GERADA NO PARANÁ ,9 Receita (em bilhões de dólares) Turistas (em milhões) 11, ,1 12, ,4 11, ,8 12,6 Fonte: Secretaria de Estado do Turismo/2011 GRÁFICO 06 - DISTRIBUIÇÃO DA PROCEDÊNCIA DE TURISTAS NO PARANÁ : : : Fonte: Secretaria de Estado do Turismo/2011

16 15 A atividade turística no Paraná apresentou, segundo pesquisas da SETU, uma variação positiva de 43,1% nos últimos oito anos. Isto se deve à introdução de novos hábitos de consumo na população, como a internet e a venda diretas de viagens em lojas e shoppings e aos incentivos dados aos municípios para desenvolverem o turismo como atividade econômica de grande retorno, a partir de políticas de descentralização, com foco na municipalização e na regionalização, implementadas pelos Governos Federal e Estadual a partir de 1994 e 1996, respectivamente. Passando do aspecto de concorrência para o de cooperação, ressalta-se que os Estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, como integrantes da macrorregião Sul, formam a Comissão Permanente do CODESUL - Turismo Brasil Sul, que tem como finalidade unir os respectivos Órgãos Oficiais de Turismo, dentro de uma visão de gestão estratégica e compartilhada, voltada ao desenvolvimento, promoção, divulgação e comercialização dos produtos turísticos de forma integrada e regional. Já dentro do mercado fornecedor do Estado, estão os gestores da oferta técnica formada pelos prestadores de serviços turísticos das atividades de hospedagem, alimentação, agenciamento, transporte, lazer e recreação, eventos etc, que segundo a Relação Anual de Informações Sociais RAIS somaram estabelecimentos em Ressalta-se que dentro do CADASTUR - sistema de cadastro de pessoas físicas e jurídicas que atuam no setor do turismo, executado pelo MTur em parceria com os órgãos estaduais de turismo, existem cadastrados aproximadamente 1200 Guias de Turismo e estabelecimentos. Este total de estabelecimentos representa apenas 14% dos registros da RAIS, o que torna a complementação do Cadastro uma meta a ser atingida pela SETU/PRTUR. Já na oferta diferencial, representada pelos atrativos turísticos, ou seja, o que atrai os turistas ao Estado, temos uma diversidade expressiva, com produtos segmentados distribuídos nas dez Regiões Turísticas do Estado. (conforme mapa a seguir).

17 16 FIGURA 2: MAPA TURÍSTICO DO PARANÁ Fonte: Secretaria de Estado do Turismo/2010

18 17 Tal oferta faz com que os demandantes turistas sejam nossos principais clientes. Mas, nesse papel de clientes, consideramos também os investidores, as organizações governamentais e não governamentais - de estudos, profissionais e comerciais, o Sistema S, as instâncias de governança regionais, além dos próprios empresários e prefeituras municipais através de seus OOT - Órgãos Municipais de Turismo e, de forma indireta, de suas comunidades receptoras. Quanto à gestão do turismo estadual, destaca-se a Lei nº 15973, de 13 de novembro de 2008, que se constitui em um conjunto de estratégias e prioridades que orientam o desenvolvimento sustentável do turismo no Estado do Paraná, integrando sua política econômica, de forma planejada e organizada, consolidando-o como destino turístico e proporcionando a inclusão social de sua população. Tal Política tem como principais instrumentos o Conselho de Turismo do Paraná, formado por 52 organizações governamentais e não governamentais que atuam no setor, e o Plano de Desenvolvimento do Turismo do Paraná vigente, aprovado pelo Conselho, com a finalidade de definir áreas estratégicas, programas e ações que viabilizem o turismo estadual. Além dos programas nele constantes, destacam-se as parcerias e os benefícios advindos de programas nacionais como Aventura Segura, Qualificação de Serviços Turísticos, PRODETUR, Regionalização do Turismo e dentro deste, o de 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional, que no caso do Paraná estão Curitiba, Foz do Iguaçu e Paranaguá. Ponta Grossa perante o MTUR está ainda em processo de estudo e capacitação, junto com outros destinos brasileiros. Do Ambiente Interno A missão da SETU é Fomentar e promover a atividade turística contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado do Paraná e para a satisfação de seus visitantes. Seu Sistema é formado pela própria Secretaria de Estado do Turismo - que integra a administração direta do Governo Estadual, e, por suas vinculadas Paraná Turismo, Centro de Convenções de Curitiba e Ecoparaná. No nível de atuação regional estão os Escritórios de Londrina, Cascavel e Foz do Iguaçu, sendo que uma política de expansão focada em parcerias está sendo viabilizada para fortalecer tal atuação perante as regiões turísticas do Estado.

19 18 A Paraná Turismo é uma Autarquia criada em 1995, com autonomia técnico-administrativa, que tem o papel de executar a Política Estadual de Turismo buscando promover o turismo no Estado do Paraná. O Ecoparaná é um Serviço Social Autônomo, entidade civil sem fins lucrativos, criado em 1998 pelo Governo do Estado do Paraná, com a responsabilidade de idealizar projetos e ações relacionadas à promoção da atividade turística com foco no desenvolvimento sustentável. O Centro de Convenções de Curitiba é uma Empresa Pública que tem como missão oportunizar a comunidade o acesso à cultura, à arte e ao conhecimento científico e tecnológico, através de infraestrutura adequada e equipada, fomentando o turismo de negócios & eventos e movimentando a economia local. Das três organizações, somente o Ecoparaná tem um contrato de gestão como forma de vinculação à SETU. Todas têm como presidente de seus Conselhos Administrativos, a figura do Secretário de Estado do Turismo. Em avaliações anteriores, feitas pela própria equipe de trabalho destas organizações, foram detectados três pontos a serem melhorados dentro desta estrutura: a necessidade de fortalecimento da SETU como órgão público oficial de turismo do Paraná, com definição clara de seu papel e também de suas vinculadas; a ampliação urgente dos recursos humanos, físicos e financeiros de todo o Sistema; e, a melhoria da imagem do turismo público estadual. Sendo assim, a reestruturação organizacional, proposta no planejamento estratégico desta Gestão, tem como principais objetivos, identificar e regulamentar a área de atuação de cada uma das estruturas, para evitar sobreposições de ações e responsabilidades, e buscar a otimização dos recursos e resultados. Toda a gestão pública do Estado está orientada pelo Plano de Metas do Governo Beto Richa , que considera o potencial do Paraná como importante ferramenta para o desenvolvimento da atividade turística, dada a grande biodiversidade presente nos distintos ecossistemas; o expressivo patrimônio cultural tanto histórico, como religioso e étnico; e a existência de destinos consolidados como Foz do Iguaçu, Curitiba e Paranaguá, vendo o turismo como indutor do desenvolvimento econômico, gerador de emprego e renda, comprometido com a sustentabilidade, inclusão social e qualidade de vida, agente da prestação de bens e de serviços do comércio, da cadeia produtiva da construção civil e da agricultura familiar, promotor de investimentos em infraestrutura como estradas, portos e aeroportos e na melhoria da educação e da saúde.

20 19 Como dito anteriormente, para se alinhar ao Novo Jeito de Governar do Novo Paraná, focado em liderança, resultados efetivos, otimização de recursos, ampliação da capacidade de realização e gestão horizontal e integrada, a SETU desenvolveu no corrente ano, seu Planejamento Estratégico , focado na reestruturação programática e organizacional, já descritas, que resultou em um Sistema de Gestão Institucional (gráfico a seguir) com a definição de um Núcleo de Gestão Estratégica NGE - formado pelos dirigentes da SETU e vinculadas; de um Grupo de Assessoramento Técnico GAT formado pelas assessorias e chefias de gabinete; e por um grupo de coordenadores e gerentes responsáveis pela execução dos diferentes programas e ações descritos neste Plano, com vistas a estabelecer o Pacto Paraná pelo Turismo e a fortalecer Marca Paraná no cenário estadual, nacional e internacional, estimulando a cultura da viagem e da hospitalidade no povo paranaense e motivando visitantes e investidores a cada vez mais terem o Paraná como destino. Tal Sistema busca uma gestão pró-ativa, horizontal e integrada, orientada para a identificação de oportunidades e alcance de resultados efetivos, sendo composto pelas instituições Secretaria de Estado do Turismo, Paraná Turismo, Centro de Convenções de Curitiba e Ecoparaná, que passaram a trabalhar no modelo de estrutura matricial, ou seja, combinando a estrutura hierárquica funcional já existente - por departamento, com a estrutura projetizada - por Gerência de Programas/Projetos, propiciando um alinhamento sistêmico e dinâmico, de forma a garantir integração e direcionamento comuns, como também descentralizar responsabilidades e autoridade, já que o controle de resultados fica mais próximo dos gerentes, e o poder fica compartilhado na figura de dois chefes o funcional e o executivo.

21 20 FIGURA 3: SISTEMA DE GESTÃO Fonte: Secretaria de Estado do Turismo/2011

22 21 Salienta-se que no Plano Plurianual - PPA do Estado, a SETU possui apenas um programa Orçamentário - Desenvolvimento Sustentável do Turismo, com iniciativas, programas e ações consonantes a este Plano de Ações. Finaliza-se este item com a Visão de Futuro, que descreve a situação desejada para o Sistema SETU no horizonte deste Plano, de forma gradativa, estabelecida pelo corpo técnico e administrativo, dentro do enfoque participativo, a ser conquistada por meio de esforços coordenados deste mesmo grupo, que trabalha e faz acontecer. É, portanto, a síntese das aspirações relativas ao novo perfil institucional que se quer: desafiante, inovador e mobilizador. FIGURA 4: SISTEMA SETU - VISÃO Fonte: Secretaria de Estado do Turismo/2011

23 22 RESULTADOS ESPERADOS Dentro do Plano Plurianual PPA , o Sistema SETU apresenta-se a partir do Programa 5 - Desenvolvimento Sustentável do Turismo, que tem por objetivo superior ou finalidade o desenvolvimento sustentável, com foco nas pessoas físicas e jurídicas e nos municípios organizados em regiões, dentro do entendimento do turismo como uma atividade econômica finalística, que gera emprego e renda, oportuniza novos negócios e aumento de divisas e arrecadação, como também possibilita a melhoria da qualidade de vida e inclusão social, beneficiando a comunidade paranaense e recepcionando com qualidade os visitantes, mostrando-se tanto um produto de exportação como um instrumento social e ambiental. Como metas desse Programa estão: Alcançar empregos formais no segmento turístico em Alcançar estabelecimentos do ramo de turismo em Pode-se notar, que tal objetivo e metas, extrapolam o nível de atuação da SETU, pois dependem de outros atores e circunstâncias para que tenham efeitos na sociedade paranaense. Ou seja, resultam em indicadores de impacto, pois tratam de mudanças atribuídas à intervenção que vai ocorrer a partir da realização de várias ações, de cunho governamental ou não. Dessa forma, e tendo em vista o alcance dos mesmos dentro de uma visão estratégica e também executiva, o Sistema SETU, em conformidade com o estabelecido para o Contrato de Gestão, trabalhará as ações descritas neste Plano, com base em indicadores de resultados, aferidos com a execução dos projetos que formam os programas e suas respectivas metas, resultantes exclusivamente do desempenho do trabalho interno, que asseguram um processo de monitoramento e avaliação mais eficaz.

24 23 Para tanto, para este Plano de Ações, espera-se como resultados: ügestão estratégica do turismo estadual desempenhada de forma inovadora, integrada e descentralizada; ürecursos de fontes externas ao orçamento do Estado prospectados e utilizados de forma racional; üações de educação para o Turismo realizadas na busca pela excelência da hospitalidade; üdestinos e produtos turísticos ofertados de forma mais estruturada, ampliada, diversificada e qualificada; üparaná promovido como um destino turístico diferenciado e de qualidade, posicionando a Marca Paraná no mercado e ampliando o fluxo turístico estadual; üsistema SETU com gerenciamento orientado para resultados efetivos. Em referência as metas, as mesmas serão estabelecidas quando da estruturação de cada um dos projetos em sistema próprio, não integrando este documento nesse momento.

25 24 DEFINIÇÃO DE AÇÕES Para a definição de ações a serem implementadas foram feitas várias análises dos trabalhos e dos resultados auferidos até o momento dentro do Governo do Estado, bem como pesquisas junto a organizações nacionais e internacionais que atuam no Turismo. Para o alcance da Visão estabelecida, partiu-se do desafio de fortalecer a Marca Paraná e da necessidade de buscar o DNA Turístico dos Municípios, ou seja, aquilo que se constitui na essência dos produtos ofertados para alcançar o desenvolvimento sócio-econômico do Estado, como também do reconhecimento e apoderamento da comunidade pelo seu potencial, despertando-a para a cultura da viagem e da hospitalidade. Em complemento, se oferece as agências e operadoras o conhecimento da singularidade do produto paranaense, instigando-as e capacitando-as para a distribuição e a comercialização dos mesmos nos diferentes mercados. Assim como, acelera-se o associativismo, possibilitando a integração de pequenas e grandes empresas que atuam direta ou indiretamente na atividade, o fortalecimento das instâncias de governança estadual, regionais e municipais, utilizando o conhecimento tecnológico como base do processo mercadológico e transversal. Transversalidade esta que terá como dínamos a sociedade e a economia do Paraná, que levarão ao Pacto Paraná para o Turismo, com o reconhecimento do Turismo como setor estratégico, facilitador da integração institucional e promotor de Negócios. Como forte aliada para este Pacto, cita-se a realização da COPA FIFA 2014 no Brasil, tendo Curitiba, capital do Estado, como uma de suas sedes. Para melhor visualização, segue figura que explicita tal atuação.

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