MASP METODOLOGIA DE ANÁLISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS

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1 MASP METODOLOGIA DE ANÁLISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS CONSULTING G R O U P A teoria na prática. 1

2 Comportamentos e Valores Fundamentais de Solução de Problemas Tratar todos os funcionários com confiança e respeito mútuo Reconhecer o valor e a contribuição dos Recursos Humanos Ver problemas como oportunidades Adotar uma cultura que evite que pessoas escondam os problemas Expor cedo os problemas e resolvê-los usando a solução eficaz Adotar cultura que incentive a proatividade dos funcionários em encontrar problemas Usar a solução de problemas em todas as funções e níveis Disseminação da prática de resolução eficaz de problemas Avaliar o uso da solução eficaz de problemas Os problemas devem ser resolvidos de modo a não serem recorrentes Fornecer sustentação necessária para o uso do MASP Treinamento, aconselhamento, sistemas, recursos e tempo. Reconhecer e recompensar funcionários pela solução de problemas 2

3 PROCESSO DE SOLUÇÃO EFICAZ DO PROBLEMA FONTE: AIAG. CQI-10 Solução Eficaz de Problemas 3

4 PROCESSO DE SOLUÇÃO EFICAZ DO PROBLEMA 4 FONTE: AIAG. CQI-10 Solução Eficaz de Problemas

5 PROCESSO DE SOLUÇÃO EFICAZ DO PROBLEMA 5 FONTE: AIAG. CQI-10 Solução Eficaz de Problemas

6 PROCESSO DE SOLUÇÃO EFICAZ DO PROBLEMA 6 FONTE: AIAG. CQI-10 Solução Eficaz de Probl

7 PROCESSO DE SOLUÇÃO EFICAZ DO PROBLEMA 7 FONTE: AIAG. CQI-10 Solução Eficaz de Probl

8 PROCESSO DE SOLUÇÃO EFICAZ DO PROBLEMA CAUSA RAIZ DE PROCESSO CAUSA RAIZ DE CONTROLE CAUSA RAIZ DE SISTEMA 8 FONTE: AIAG. CQI-10 Solução Eficaz de Probl

9 PROCESSO DE SOLUÇÃO EFICAZ DO PROBLEMA AÇÃO CORRETIVA DE PROCESSO AÇÃO CORRETIVA DE CONTROLE AÇÃO CORRETIVA DE SISTEMA 9 FONTE: AIAG. CQI-10 Solução Eficaz de Probl

10 PROCESSO DE SOLUÇÃO EFICAZ DO PROBLEMA AÇÃO CORRETIVA DE PROCESSO AÇÃO CORRETIVA DE CONTROLE AÇÃO CORRETIVA DE SISTEMA 10 FONTE: AIAG. CQI-10 Solução Eficaz de Probl

11 FERRAMENTAS DE NÍVEL BÁSICO MATRIZ DE SOLUÇÃO DE PROBLEMAS Identificação do Problema Contenção Análise de Modo de Falha e Causa Raiz Escolha e Implementação de Ações Corretivas Controlar e Padronizar Análise de Pareto Índice de Capacidade (Qualidade) Folha de Verificação É/Não é (análise de estratificação) GUT R&R de instrumentos de medição Processo de contenção Estatística descritiva Análise de 5 por quês Diagrama de Causa e Efeito Matriz de Causa e Efeito Brainstorming Histograma Fluxograma Análise do Fluxo de Trabalho Benchmarking Diagrama de Dispersão Diagrama de Concentração Matriz de Decisão Gráfico de Gantt Carta seqüencial / Carta de tendência Carta de Controle Plano de Controle de Processo Poka-Yoke Releitura/ Replicação Banco de Dados de Lições Aprendidas 11

12 FERRAMENTAS DE NÍVEL INTERMEDIÁRIO MATRIZ DE SOLUÇÃO DE PROBLEMAS Identificação do Problema Contenção Análise de Modo de Falha e Causa Raiz Escolha e Implementação de Ações Corretivas Controlar e Padronizar SIPOC (Fornecedor Entrada Processo Saída Cliente) Análise de Modo e Efeito de Falha (FMEA) Análise de Árvore de Falhas Análise de Regressão Linear Testes de Hipótese Gráfico de Paytner Análise Multivari Diagrama-P / Projeto de Parâmetro Controle Estatístico do Processo Gráfico Pré- Controle 12

13 FERRAMENTAS DE NÍVEL AVANÇADO MATRIZ DE SOLUÇÃO DE PROBLEMAS Identificação do Problema Contenção Análise de Modo de Falha e Causa Raiz Escolha e Implementação de Ações Corretivas Controlar e Padronizar Desdobramento da Função Qualidade (QFD) Projeto de Experimentos (Fatorial Completo e Fatorial Fracionado) Tolerância Estatística Teste Até Falhar Simulações de Monte Carlo Projeto Robusto (Taguchi) FONTE: adaptado de AIAG. CQI-10 Solução Eficaz de Problemas 13

14 Gráfico de Pareto Diagrama de causa-efeito Diagrama de concentração de defeito Folha de Controle Diagrama de dispersão Histograma 7 Ferramentas da Qualidade Gráfico de Controle 14

15 7 FOLHA DE CONTROLE (OU DE VERIFICAÇÃO) Ferramentas de solução de problemas IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA BÁSICO 15

16 FOLHA DE CONTROLE Trata-se de um documento usado para registrar dados. Permite a visualização simples das ocorrências de problemas Parede danificada Problema de máquina 3 4 Revestimento insuficiente Solda desalinhada

17 7 ANÁLISE DE PARETO Ferramentas de solução de problemas IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA BÁSICO 17

18 ANÁLISE DE PARETO Mostra a freqüência da ocorrência dos itens e os organiza do mais freqüente para o menos freqüente. Meio visualmente eficaz de demonstrar a importância relativa de cada causa, problema ou outra condição. Princípio de Pareto: 80% dos efeitos são causados por 20% das causas. 18

19 ANÁLISE DE PARETO Número de Defeitos detectados em várias operações de um processo 19

20 ÍNDICE DE CAPACIDADE Ferramentas de solução de problemas IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA BÁSICO 20

21 ÍNDICE DE CAPACIDADE Medido através dos indicadores Cp / Cpk Mede a habilidade de um processo em atender as especificações numéricas. Cp tolerância DPI Bilateral Cp/Cpk < 1 não capaz Cp/Cpk >1,33 capaz Cpk Zmenor Unilateral 21

22 É/NÃO É (ANÁLISE DE ESTRATIFICAÇãO) Ferramentas de solução de problemas IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA BÁSICO 22

23 É / NÃO É É um processo que distingue os aspectos associados com um problema daqueles que poderiam ser, mas não são. Benefícios: Padronização (entendimento comum para todos) Comunicação (acomoda as diversidades entre os membros da equipe) Plano de Ação (obter informações torna-se atividades do plano de ação) 23

24 24

25 TAMANHO QUANDO ONDE O QUE Perguntas a fazer para a comparação E/NÃO É Qual o objeto que está dando problema? Ao quê diz respeito o problema? Onde está o problema no objeto? Onde ocorre a primeira observação (geograficamente e/ou no processo)? Quando está sendo relatado o problema inicial? (tempo) A partir do estabelecimento do problema, quando a condição volta a ocorrer? Qual a tendência? Ela se estabilizou? Ela desapareceu? Está piorando? Quantos objetos têm o defeito? Que porcentagem representa o defeito em relação ao total? É NÃO É Qual objeto poderia estar dando problema, mas não está? Ao que o problema poderia dizer respeito, mas não diz? Onde não está visto o problema? O problema abrange todo o projeto? Onde mais não está vista a observação? Quando o problema inicial poderia ter sido observado, mas não o foi? Em que outras ocasiões você poderia ter observado o defeito, mas não o fez? Em que outras tendências poderiam ter sido observadas, mas não o foram? Quantos objetos poderiam ter tido defeito, mas não o tem? Quão grande o defeito poderia ter sido, mas não é? 25

26 G.U.T Ferramentas de solução de problemas IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA BÁSICO 26

27 G.U.T. É uma ferramenta que consiste, basicamente, em separar e priorizar os problemas para fins de análise e posterior resolução. Sua base é fundamentada no tripé: G Gravidade avaliar as conseqüências negativas que podem trazer para os clientes; U Urgência avaliar o tempo necessário ou disponível para corrigir os problemas levantados; T Tendência avaliar o comportamento evolutivo (irá melhorar ou piorar) da situação. 27

28 G.U.T. Como construir o Diagrama GUT Para cada um dos fatores deve ser atribuída uma nota de acordo com a relevância de cada problema levantado, (1 = baixo; 3 = médio e 5 = alto). Em seguida multiplicam-se os três fatores por eles próprios (G x U x T = OP), onde o OP é o resultado que estabelece a Ordem de Prioridade para resolução dos problemas apresentados. Exemplo de um Diagrama GUT Para facilitar os cálculos e definir as prioridades, deve-se utilizar o Quadro de Prioridades, onde cada participante analisa e avalia cada fator, atribuindo-lhes notas 1, 3 ou 5, relacionadas ao problema levantado. 28

29 G.U.T. QUADRO DE PRIORIDADES RELAÇÃO DOS PROBLEMAS G U T OP 1 Inexistência de normas procedimentais Baixo índice de produtividade Má distribuição dos recursos humanos Ausência de sinergia Estrutura hierárquica desatualizada O Quadro de Prioridades acima demonstra que os problemas deverão ser resolvidos na seguinte ordem: 2, 1, 4, 3 e finalmente o problema 5. 29

30 Análise de sistema de medição MSA Ferramentas de solução de problemas IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA BÁSICO 30

31 MSA Determina a variação do sistema de medição proporcionalmente à variação do processo e/ou tolerância permitida. Processo pelo qual o sistema de medição é analisado para avaliar se a qualidade deste sistema está adequada ao uso Análises: Linearidade Estabilidade Tendência Repetitividade Reprodutibilidade 31

32 SIPOC (Fornecedor entrada processo saída cliente) Ferramentas de solução de problemas IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA INTERMEDIÁRIO 32

33 SIPOC É uma ferramenta que possibilita uma simples visão geral das fronteiras, clientes, fornecedores e requisitos de um processo que circunda o problema a ser resolvido. Benefícios: Identifica claramente as fronteiras do processo em estudo Resolve conflitos da equipe Assegura que o analista tenha alcance e controle sobre o processo a serestudado. Assegura que a abrangência da solução capture a questão Identifica os requisitos (mensuráveis e não-mensuráveis) 33

34 Nome do processo: Dono do processo (responsável): Forneced ores Entradas Processo Saídas Clientes Quem fornece cada entrada? Quais são os recursos solicitados pelo processo? O que o processo espera de cada entrada? Produto dos processos O que cada cliente espera de cada saída? Quem é o cliente de cada saída?

35 Nome do processo: PREPARAÇÃO DE CAFÉ Dono do processo (responsável): FULANO Forneced ores Fornecedor de serviço de café Entradas Processo Saídas Clientes Café Tipo: colombiano Material Café de boa qualidade Intensidade: (forte e escuro) Tomador de café Água Fria de torneira Temperatura: quente Preparador de café Preparação de café padrão Preparar o café Rapidez operacional: < 5min. Filtro Filtros padrões Quantidade: 360g Rapidez operacional < 10min Colocar na xícara e beber

36 QFD QUALITY FUNCTION DEPLOYMENT Ferramentas de solução de problemas IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA AVANÇADO 36

37 QFD Ferramenta sistemática para traduzir os requisitos do cliente para os requisitos apropriados da empresa. 37

38 Processo de contenção Ferramentas de solução de problemas CONTENÇÃO BÁSICO 38

39 CONTENÇÃO A Contenção é iniciada a qualquer momento, por qualquer um que descubra ou identifique uma nãoconformidade que irá resultar em insatisfação do cliente ou consumidor. O propósito principal da Contenção é evitar uma nãoconformidade, de modo que não entre na corrente de valor ou no processo de produção. 39

40 40

41 Estatística AMOSTRAL Ferramentas de solução de problemas CONTENÇÃO BÁSICO 41

42 ESTATÍSTICA AMOSTRAL Usada para inferir as características de uma população de dados baseados numa amostra discreta. Populações podem ser comparadas para verificar similaridades e diferenças. Estatísticas amostrais básicas: média, mediana, moda, desvio-padrão, variância e amplitude. 42

43 7 HISTOGRAMA Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ BÁSICO 43

44 HISTOGRAMA É a representação gráfica da disposição por freqüência dos pontos de dados, na forma de um gráfico de barras. A freqüência de ocorrência dos valores de dados individuais é mostrada pela altura das barras. Permite a visualização da forma da distribuição para conjuntos grandes de dados Limitação: não permite a análise de consistência de processos ao longo do tempo. 44

45 HISTOGRAMA Suponha que sua companhia produza eixos, e as medidas do diâmetro externo para 50 eixos tenham sido registradas Diâmetro externo do eixo peça

46 7 DIAGRAMA DE CAUSA-EFEITO (DIAGRAMA DE ISHIKAWA ESPINHA DE PEIXE) Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ BÁSICO 46

47 DIAGRAMA DE CAUSA-EFEITO Usado para analisar todos os aspectos das possíveis causas de um efeito em particular (ou problema). Usado por um grupo de pessoas para identificar, explorar e demonstrar graficamente, em detalhes, todas as possíveis causas de um efeito. 47

48 DIAGRAMA DE CAUSA-EFEITO Método Mão-de-Obra Máquina Armazenamento Inadequado Baixa Qualidade Falta de Procedimento Falta de Treinamento Local Mau Iluminado Ferramenta Inadequada Instrumento Não Calibrado Erro na Dosagem Perdas no Processo X Material Meio Ambiente Medição 48

49 7 DIAGRAMA DE CONCENTRAÇÃO DE DEFEITOS Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ BÁSICO 49

50 DIAGRAMA DE CONCENTRAÇÃO Usado como uma ferramenta para analisar criticamente a localização física de defeitos (não-conformidades) em uma peça em particular, por um tempo, a fim de determinar se existem alguns padrões. A presença de padrões pode levar às possíveis causas. 50

51 DIAGRAMA DE CONCENTRAÇÃO BB B P P P P PPP C PPP C P P BB B Eis um esboço de uma porta de um veículo onde o inspetor de pintura registrou: a localização de vários furinhos (marcados com a letra P), bolhas (marcadas com a letra B) e não-coberturas (marcadas com a letra C) por um período de tempo. C C BB 51

52 7 DIAGRAMA DE DISPERSÃO (OU GRÁFICO DE DISPERSÃO) Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ BÁSICO 52

53 DIAGRAMA DE DISPERSÃO Fornece uma figura do relacionamento entre duas variáveis num processo. O formato dos pontos dispersos fornece um indício a respeito da existência de algum relacionamento. Quanto mais regular for a distribuição dos pontos, mais provável a existência de relacionamento entre os fatores. Limitação: um diagrama de dispersão sozinho não comprova a existência de correlações, apenas fornece um indício. Importante: Correlação não implica necessariamente em causalidade. 53

54 DIAGRAMA DE DISPERSÃO Rendimento 0,80 0,60 0,40 0,20 0, TEMPERATURA RENDIMENTO 0,20 0,25 0,30 0,35 0,40 0,60 0,50 0,60 0,55 0,65 Temperatura 54

55 5 por quês Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ BÁSICO 55

56 5 POR QUÊS Trata-se de um ferramenta simples, mas poderosa, na solução de problemas, que ajuda a determinar a causa-raiz. Muitas vezes nós tendemos a parar de procurar depois que encontramos somente a causa imediata do problema e não continuamos a trabalhar para encontrar a causa raiz subjacente. Instruções: analisar criticamente a indicação do problema e continuar fazendo perguntas para chegar ao mais baixo nível de definição do problema (geralmente 5 níveis). 56

57 5 POR QUÊS Problema: você chegou tarde ao trabalho esta manhã. 1: Por que você se atrasou para o trabalho nessa manhã? R: Meu carro não queria pegar. 2: Por que seu carro não queria pegar? R: O motor de arranque não estava fazendo o motor girar. 3: Por que o motor de arranque não queria movimentar o motor? R: A bateria estava muito fraca. 4: Por que a bateria estava com a carga baixa? R: O alternador não estava produzindo energia suficiente para mantê-la carregada? 5: Por que a produção de energia do alternador estava baixa? R: A correia do alternador estava escorregando, o que foi corrigido apertando a correia. 57

58 benchmarking Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ BÁSICO 58

59 BENCHMARKING Processo de melhoria de desempenho de produto e processo através de, continuamente, identificar, entender e adaptar as melhores práticas (outstanding), processos, características e níveis de desempenho de produtos e serviços. Evita reinvenção da roda. Leva a idéias não-padronizadas. Identifica Melhores de Classe. 59

60 BENCHMARKING O Benchmarking deve ser um processo contínuo. Ciclo de Aprendizado Referenciais comparativos Inovação 60

61 BRAINSTORMING Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ BÁSICO 61

62 BRAINSTORMING Ferramenta a ser utilizada quando a causa raiz de um problema não é claramente conhecida. Utiliza o poder multifuncional de pessoas familiarizadas com o processo para determinar quais as causas de um problema. É a precursora e, provavelmente, a mais conhecida das técnicas de geração de idéias. O Brainstorming é baseado no princípio da total suspensão do julgamento; dos diversos tipos de pensamentos humanos devemos destacar dois, o criativo e o crítico, usualmente o que predomina é o último. Assim, o objetivo da suspensão de julgamento é o de possibilitar a geração de idéias, superando o pensamento de julgar e criticar. Só após a geração de um número suficiente de idéias é que se fará o julgamento de cada uma. Então definimos o Brainstorming como uma técnica de estimulação da criatividade de uma equipe para gerar e esclarecer uma série de idéias, problemas ou questões. 62

63 BRAINSTORMING Como deve ser realizado o Brainstorming Para a realização do Brainstorming devemos seguir algumas regras básicas como: Eliminar qualquer crítica no primeiro momento do processo, para que não haja inibições nem bloqueios e surjam o maior número de idéias possível. Nenhuma idéia por mais tola ou irracional que possa parecer, pode ser criticada. Da mesma forma, as boas idéias não são elogiadas ou endossadas. Não deve haver julgamento de modo algum, principalmente dos gestores; 63

64 BRAINSTORMING Apresentar as idéias tal qual elas surjam na cabeça, sem rodeios, elaborações ou maiores considerações. As pessoas devem se sentir muito à vontade, sem medo de dizer uma bobagem. Ao contrário, as idéias mais desejadas são aquelas que parecem disparatadas, loucas e sem sentido, no primeiro momento. Estas idéias costumam oferecer conexões para outras idéias criativas e até mesmo representarem soluções; A quantidade gera qualidade. Quanto mais idéias surgirem, melhor. Maior será a chance de se conseguir, diretamente ou por meio de associações as boas idéias; 64

65 BRAINSTORMING Numa segunda etapa, feita a seleção das idéias, aquelas potencialmente boas devem ser aperfeiçoadas. Nesse processo, costumam surgir outras idéias. Mas lembre-se: derrubar uma idéia é mais fácil que implementá-la. O Brainstorming propriamente dito 1. O processo de Brainstorming é conduzido por um grupo com um coordenador e um secretário escolhidos; 2. Cada participante recebe, antes da reunião, o enunciado do problema com todas as informações disponíveis. 65

66 BRAINSTORMING 3. A sessão do brainstorming começa com a orientação aos participantes sobre as regras, origem e motivo do problema a ser estudado. Se o grupo não está acostumado a sessões de brainstorming, é aconselhável fazer um breve aquecimento e, se necessário, é possível redefinir o problema em cada ocasião. É importante educar as pessoas. 4. Ao se definir, finalmente, o problema (anotar em um quadro ou em um flip-chart por exemplo) é que realmente inicia o brainstorming em si, com duração aproximada de 40 minutos. 5. Durante esse período cada pessoa do grupo deve estar estimulada e desinibida para oferecer o maior número de idéias, segundo a regra básica: é proibido criticar. 66

67 BRAINSTORMING 6. Todas as idéias devem ser anotadas em local bem visível, sempre dando-se preferência pela redação original de quem manifesta a idéia. 7. O último passo da sessão consiste na seleção de idéias, nesta fase o grupo: Analisa as diversas sugestões individuais de causas potenciais do problema; Classifica as causas levantadas; Combina causas afins e descarta redundâncias; Elabora uma lista das causas mais comuns. 67

68 MATRIZ DE CAUSA E EFEITO Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ BÁSICO 68

69 MATRIZ DE CAUSA E EFEITO Usada para classificar em ordem de importância os dados de saída dos processos chave (exigências do cliente) e posteriormente entender como eles se relacionam com os dados de entrada. Usada em conjunto com fluxograma de processos e age como uma matriz QFD simplificada. 69

70 MATRIZ DE CAUSA E EFEITO 70

71 fluxograma Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ BÁSICO 71

72 FLUXOGRAMA Representação gráfica clara de um processo e/ou das atividades relacionadas, do começo ao fim. Permite a identificação do fluxo real ou da seqüência de eventos de um processo, que qualquer produto ou serviço segue. Comunicam um entendimento claro de cada processo. 72

73 Núcleo de Operações e Distribuições Ficha de Inspeção Imprime relatório e encaminha para ser entregue ao cliente Núcleo de Relacionamento com Mercado Núcleo de Operações e Distribuições Cliente Núcleo de Operações e Distribuições Núcleo de Finanças Informa impossibilidade de corte 11 Relatório de verificação Retransmite informe de impossibilidade de corte Solicitação de Corte (1 via) Núcleo de Finanças Núcleo de Relacionament o com Mercado Núcleo de Relacionamento com Mercado (automático) Encaminha solicitação para N Solicita a verificação de Solicitação de Corte (2 vias) N análise de consumo CRM contratada ou verbal Contratada Realiza inspeção de consumo e N preenche formulário Problema com vazamento? É possível bloquear? Bloqueia o fornecimento na válvula S Ficha de Inspeção N Problema com equipamento do cliente? Analisa o resultado da inspeção Reclamação procedente? Elabora relatório de análise Baixa a ocorrência e anexa relatório e ficha de inspeção CRM S S Núcleo de Relacionamento com Mercado Registra ocorrência / solicitação no sistema Núcleo de Finanças Encaminha solicitação de corte Gestor do Núcleo de Operações e Distribuições Protocola uma via da solicitação e S CRM Responde consulta e baixa ocorrência CRM retorna Histórico de Contas do Cliente Solicitação de Corte (1 via) N Solicitação de Corte (1 via) (1 via) Comunica efetivação do corte Núcleo de Finanças 10 Orienta o cliente quanto aos procedimentos a serem tomados Verifica se foi problema de leitura Encaminha solicitação para operação Contratada (Operações) Verifica acesso ao medidor para executar o corte Acesso ao medidor? S Efetua o corte e registra dados Retorna solicitação de corte com anotações Histórico de Contas do Cliente (1 via) Com a presença de 2 operadores Última leitura Número de série do medidor Data etc.. Histórico de Contas do Cliente (1 via) S Solicitação de Corte (1 via) Problema com leitura? Comunica a ocorrência e solicita liberação para inserção da nova leitura Registra e redireciona ocorrência no sistema Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino N Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino Histórico de Contas do Cliente (1 via) Calcula volume pela média e/ou desconto a ser concedido Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino Atualiza dados de leitura no sistema Jet Data Eq. calibrado Laudo de Calibração Núcleo de Operações e Distribuições Relatório de substituição de medidor 1 Registra substituição de medidor no sistema Jet Data Protocola relatório e encaminha Relatório de substituição de medidor Núcleo de Relacionamento com Mercado Relatório de substituição de medidor Núcleo de Suprimentos e Contratações Relat. de Calibração de Computador de Vazão (1 via) Contratada (Manutenção / Calibração) Relat. de Calibração de Computador de Vazão (1 via) Núcleo de Operações e Distribuições Medidor Preenche relatório de substituição de medidor N Documento de suspensão encaminhado anexo com a ocorrência Ou encaminhar por para a contratada Relat. de Manutenção de Equipamento (1 via) Verifica regularidade dos relatórios Relatórios Ok? Relat. de Manutenção de ARSAL Programação de manutenção Encaminha o medidor para manutenção / calibração Relat. de Calibração de Computador de Vazão (2 vias) S Arquiva relatórios Equipamento (1 via) SFG (1 via) Insere dados do SFG no sistema 3 Jet Data Protocola o SFG e encaminha SFG (1 via) Núcleo de Relacionamento com Mercado SFG (1 via) Núcleo de Relacionamento com Mercado Encaminha ocorrência via sistema CRM Imprime o SFG (Suspensão de Fornecimento de Gás) SFG (2 vias) Contratada (Operações) Retira o lacre Interrompe o fornecimento e lacra Preenche o relatório e assina SFG (1 via) Cliente Encaminha programação Contratada (Manutenção / Operação) Realiza manutenção conforme programado Relat. de Manutenção do Medidor de Vazão (1 via) Relat. de Manutenção do Medidor de Vazão (1 via) Gera programação anual de manutenção ( preventiva ) Rede Preenche relatórios Relat. de Manutenção de Equipamento (2 vias) Colhe assinatura do cliente nos Núcleo de Finanças relatórios Núcleo de Operações e Distribuições Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino Solicita equipamento calibrado (Medidor) SIGMA Núcleo de Suprimentos e Contratações Medidor calibrado Relat. de Calibração de Computador de Vazão (1 via) Solicita suspensão do sistema de medição Insere dados da suspensão no sistema Jet Data 1 Relat. de Manutenção do Medidor de Vazão (2 vias) Núcleo de Relacionamento com Mercado Nas datas das manutenções / calibrações previstas na programação Relat. de Manutenção de Equipamento (1 via) Cliente Relat. de Manutenção do Medidor de Vazão (1 via) Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino RIF (1 via) Cliente Núcleo de Relacionamento com Mercado Encaminha ocorrência via sistema CRM Gestor / Assistente Técnico / Engenheiro Verifica procedência da ocorrência e direciona Digita dados no Sistema GSA Gera o RIF (Registro de Início de Fornecimento) Montagem? N RIF (2 vias) Contratada (Operações) Executa o serviço, preenche e assina o RIF Lacra o medidor e colhe assinatura do cliente no RIF - Leitura Inicial - Nº de série do medidor - Data - etc S RIF (1 via) Insere dados do RIF no sistema Jet Data Protocola o RIF e encaminha RIF (1 via) Núcleo de Relacionamento com Mercado RIF (1 via) Núcleo de Operações e Distribuições Bloqueia a válvula Solicita montagem de CRM (Conjunto de Regulagem e Medição) Documento de desligamento encaminhado anexo com a ocorrência 2 RDC (1 via) Insere dados do RDC no sistema Jet Data N Protocola o RDC e encaminha RDC (1 via) Núcleo de Relacionamento com Mercado RDC (1 via) Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino Núcleo de Operações e Distribuições Núcleo de Relacionamento com Mercado Encaminha ocorrência via sistema CRM Imprime RDC (Registro de Desligamento de Cliente) RDC (2 vias) Contratada (Operações) Acesso ao CRM? S Preenche o relatório, assina e colhe assinatura do cliente Contratada (Montagem) Executa montagem RDC (1 via) Cliente N Executa o desligamento Retira CRM? Retira equipamentos Equipamentos Núcleo de Suprimentos e Contratações S Insere dados na Planilha de Freqüência de Inspeção Preditiva Rede Envia programação de visita Contratada (Operações) Realiza inspeção conforme programado Inspeção Ok? S Preenche relatório de verificação de rotina e assina Relatório de Verificação de Rotina (1 via) Colhe assinatura do cliente no relatório Relatório de Verificação de Rotina (1 via) Gera programação N de visita Rede Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino 2 Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino Comunica a situação irregular Comunica a disponibilização do equipamento para substituição ou telefone Contratada Realiza substituição do medidor 3 Solicita equipamento calibrado (Medidor) SIGMA Núcleo de Suprimentos e Contratações Medidor calibrado Núcleo de Operações e Distribuições S Verifica necessidade de substituição de medidor Substituição de medidor? Relatório de Religação (1 via) N Insere dados de religação no sistema Jet Data Protocola o relatório de religação e encaminha Relatório de religação (1 via) Núcleo de Relacionamento com Mercado Relatório de religação (1 via) Núcleo de Relacionamento com Mercado Encaminha ocorrência via sistema CRM Imprime registro de religação e encaminha para operação Contratada (Operações) Efetua religação Contratada (Operações) Registro de Religação (2 vias) Preenche o relatório, assina e colhe assinatura do cliente Núcleo de Operações e Distribuições Gerência de Engenharia Retorna parecer sobre adequação ou informal Providencia a regularização junto a operação Relatório de Religação (1 via) Cliente - Calibração - Correção de vazamento - Pintura - Limpeza - etc ou informal Cliente Solicita análise da adequação Preenche solicitação de material SIGMA S Núcleo de Suprimentos e Contratações Núcleo de Relacionamento com Mercado Solicita adequação de pressão no fornecimento Contata a contratada e solicita a adequação Verifica necessidade de troca de equipamento Necessita Troca? Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino S Verifica necessidade de análise da GER Necessita análise da GER? N N Contata contratada e encaminha solicitação Contratada Material Contata contratada e encaminha solicitação Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino RAF (1 vias) Cliente Contratada (Manutenção) Realizam serviço de adequação Preenche registro e assina RAF (2 vias) Colhe assinatura do cliente e direciona vias do RAF Qualquer pessoa RAF (1 vias) Atualiza dados no sistema Jet Data Núcleo de Operações e Distribuições Comunica situação de emergência Supervisório Coleta dados de Pressão Núcleo de Operações e Distribuições Protocola via do RAF e encaminha Núcleo de Relacionamento com Mercado Registra ocorrência no sistema CRM (automático) RAF (1 vias) Núcleo de Relacionamento com Mercado Comunica disponibilização do arquivo Núcleo de Planejamento Solicita respostas de questionamentos da ARSAL Registra dados em Planilhas Excel Informações para ARSAL (Alessandra) Telefona para o plantão Contratada de Operação Atende a ocorrência e verifica se é vazamento Vazamento? N Verifica se é falta de Gás Falta de Gás? N Verifica pressão de fornecimento e providencia regularização (se necessário) Rede 4 Núcleo de Implantação de Rede Solicita acompanhamento de pinçamento (PAED) / telefone Comunica a solicitação e agendamento / telefone Contratada de Operação Acompanha o pinçamento e preenche relatório RFG Registro de Fornecimento de Gás Arquiva o relatório RFG Registro de Fornecimento de Gás S S Página N Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino Cliente Comunica situação de emergência Vazamento Interno? Restabelece fornecimento Prepara relatórios mensais para Agência Reguladora Providencia cópia dos atendimentos pertinentes (Norma ARSAL) Cópias dos Atendimentos S Núcleo de Operações e Distribuições Industriais ou GNV Através de telefonema para: = Plantão ou = Algás Verifica necessidade de interrupção Consegue sanar o vazamento? S Executa o serviço Preenche RAC e assina RAC (1 via) Colhe assinatura do cliente e direciona RAC (1 via) Baixa ocorrência no sistema CRM N N Necessita interromper? RAC (1 via) Colhe amostra para análise fisico/químico (Semanal) Amostra Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino S Arquiva documentos ARSAL Envia programação para contratada Contratada de Operação Laboratório Analisa amostra e emite relatório Verifica o nível de odorante apontado no relatório N Nível de Odorante Ok? Comunica a contratada e solicita ajustes Contratada de Operação Providencia regularização e preenche relatório de verificação (rotina) Relatório de verificação (rotina) Verifica se o cliente autoriza interrupção no fornecimento Cliente autoriza interrupção? S Interrompe o fornecimento e orienta o cliente Cliente Colhe amostra para análise S COG (Diário) Amostra Termo de Responsabilidade N Norma Reguladora Elabora Programação de coleta de amostras Planilha de programação de coletas de amostras Termo de Responsabilidade (1 via) Rede ARSAL Prepara relatório mensal 4 Preenche o Termo de Responsabilidade Termo de Responsabilidade (2 vias) Colhe assinatura do cliente e direciona vias Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino Núcleo de Operações e Distribuições Termo de Responsabilidade (1 via) Cliente Núcleo de Operações e Distribuições Relatório de Permissão de Trabalho Núcleo de Implantação de Rede Assessoria de SMS Preenche e assina relatório de Permissão de Trabalho Colhe assinatura dos envolvidos do serviço e libera para execução Solicita a interferência Ajusta injeção e preenche relatório Preenche relatório Núcleo de Implantação de Rede Periódicamente Gerência de Engenharia Programa interferência conforme disponibilidade Verifica necessidade de N S acompanhamento do SMS N Apoio do SMS? Informa programação para operação Contratada de Operação Executa procedimento necessário Comunica a conclusão do serviço Verifica se ocorrência no sistema Ocorrência via sistema? N Comunica conclusão do serviço Verifica (no ponto de injeção) a taxa e o nível Taxa Ok? Nível Ok? S N Comunica necessidade de odorante Relatório Programa (agenda) abastecimento com a Contratada Contratada de Operação Abastece ponto de injeção e solicita reposição de odorante Solicita compra de odorante Núcleo de Finanças Informa a compra e a disponibilização do odorante S S Repassa informação e solicita a retirada do produto Contratada de Operação Retira o odorante e transporta para armazenagem Odorante Núcleo de Rel. com Mercado Registra ocorrência no Telefone Gerência de Engenharia sistema CRM e telefone Telefone Solicita o acompanhamento Baixa ocorrência no sistema Arquiva o relatório Relatório Cliente Emite relatório de permissão de tratalho Relatório de Permissão de Trabalho Assessoria de SMS CRM Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino PTE - Relatório de Medição de Potencial Eletro-Químico Núcleo de Operações e Distribuições Arquiva o relatório PTE - Relatório de Medição de Potencial Eletro-Químico Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino Acompanha a execução do serviço Núcleo de Operações e Distribuições RFG -Relatório de Acompanhamento S Informa programação de medição Contratada de Operação Realiza medição e preenche relatório PTE - Relatório de Medição de Potencial Eletro-Químico Coord. de Integridade de Rede Verifica se os resultados estão conformes Resultados conformes? Informa níveis para o Gestor Gestor do Núcleo de Relacionamento com Mercado Encaminha ocorrência via sistema CRM Encaminha ocorrência e solicita acompanhamento Contratada de Operação Acompanha a intervenção e preenche relatório RFG -Relatório de Acompanhamento Arquiva o relatório e baixa ocorrência Elabora programação para N Verifica possibilidade de solução ou contratação de serviços Necessita contratação? N Providencia solução e arquiva o relatório medição S Baixa ocorrência no sistema CRM Registra programação em planilha (Excel) Máquina Local (Usuário) Prepara processo para contratação Núcleo de Operações e Distribuições Elabora programação para pintura Mensalmente Comunica religação Núcleo de Finanças Coord. de Integridade de Rede Informa programação de pintura Contratada de Cons. e Pintura Executa serviços de pintura conforme programado Coord. de Integridade de Rede Verifica execução e conformidade dos serviços de pintura Serviços de pintura Ok? S Núcleo de Finanças Solicita religação ou verbal Encaminha solicitação para operação ou verbal Contratada (Operações) Efetua religação Preenche Registro de Fornecimento de Gás Registro de Fornecimento de Gás Fim Assessoria Jurídica N Arquiva formulário Registro de Fornecimento de Gás Contratada de Operação Fiscaliza a faixa de duto Necessidade de Manutenção? N Detecta obra? N Preenche relatório de fiscalização Relatório de fiscalização Arquiva o relatório Relatório de fiscalização Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino Comunica irregularidades e solicita reparos Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino S S Periodicamente (conforme programação) Verifica necessidade de intervenção imediata Interfere, orienta e notifica Executante da Obra Assessoria de SMS Solicita relatório de HSES (Histórico de Segurança) Gestor do Prepara relatório com base nos arquivos de RIP Assessoria de SMS Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino Núcleo de Operações e Distribuições S Intervenção imediata? Contata e informa a necessidade (via telefone) N Relatório HSES Base de Compressão N Sr. Raimundo Somatório no Volume de Clientes Preenche relatório de fiscalização Relatório de fiscalização Coord. de Integridade de Rede Verifica existência de não conformidade Nãoconformidade? N Ação de Terceiros? Informa a ocorrência e S Verifica se foi causada por ação de terceiros (concessionárias) solicita regularização Núcleo de Implantação de Rede Comunica irregularidade e solicita reparos Envia planilha para Base de Compressão Coord. de Suporte de TI Supervisório Informa volumes para faturamento Petrobras 14 S N Informa valor do PCS, através de arquivo (diário) Valor do PCS Contata concessionária e solicita regularização Concessionária Providencia regularização Contratada Verifica execução do serviço e preenche relatório RIP - Relatório de Inspeção de Pista Verifica conformidade do serviço Serviço Ok? S Arquiva o relatório RIP - Relatório de Inspeção de Pista Núcleo de Operações e Distribuições Insere dados do PCS em planilha (Excel) Rede Insere o PCS médio em planilha para Base de Compressão Rede Colaboradores do Encaminha planilha de análise fisico/quimico do Gás (diário) Planilha de análise fisico/ quimico do Gás Calcula PCS médio Insere resultado no sistema Jet Data 8 Semanalmente Informa composição química para atualização de dados Atualiza dados no sitema Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino N Petrobrás Contrato (Programação de Medição) Efetua as medições nos city-gates Contratada Prepara Boletim de Medição Boletim de Medição Verifica Boletim de Medição Boletim de Medição Ok? Supervisório S Assina e encaminha para pagamento Boletim de Medição Diariamente Insere dados em planilha Excel Rede Núcleo de Operações e Distribuições Executa procedimentos via sistema Supervisório N Núcleo de Operações e Distribuições Insere volumes (compra/venda) GN em planilha compartilhada Petrobrás Encaminha planilha com Preenche solicitação de pagamento Memorando volumes/pcs para validação Analisa volumes e PCS informados Volumes e PCS Ok? S Confirma volumes e PCS para faturamento Petrobrás Emite Nota Fiscal com base na validação dos volumes Nota Fiscal Soluciona internamente Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino Acompanhamento diário (Pilar) 4 N Boletim de Medição (1 via) Núcleo de Finanças Providencia atendimento com Insere dados no sistema de faturamento Jet Data 14 N operação Contratada de Operação Encaminha solicitação de contratação / aquisição Núcleo de Suprimentos e Contratações Cópia do Contrato Acompanha o contrato em suas condições Emite Boletim de Medição? Emite alarme sonoro Verifica necessidade de intervenção no local Necessita Intervenção? S Contata operação e solicita intervenção Contratada de Operação Soluciona e preenche relatório RAE - Relatório de Atendimento a Emergência S Boletim de Medição (2 vias) Assina e direciona vias do Boletim Núcleo de Finanças Arquiva o relatório RAE - Relatório de Atendimento a Emergência Cliente Memorando Boletim de Medição (1 via) Contratada Gera base de dados para faturamento Jet Data 4 N N Núcleo de Relacionamento com Mercado Informam necessidade Verifica quanto a contratação / aquisição de recursos Necessita de recursos? S Verifica necessidade de memorial descritivo Necessita de memorial? S Comunica Diretoria para S Arquiva cópia do contrato Cópia do Contrato Supervisório aprovação Diretoria Aprova? Elabora memorial descritivo Memorial Descritivo N Gera planilha Excel conforme a base para faturamento Rede Confere dados da Planilha S Excel com sistema Volumes a faturar Ok? Comunica a disponibilização do arquivo ou encaminha relatório Relatório para faturamento (planilha excel) Núcleo de Finanças Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino N DIREX Efetuar revisão dos dados e providenciar regularização Encaminha boletos da Petrobrás para conferência Boletos (Petrobrás) Gestor do Confere boletos e gera relatório S Boletos Ok? Insere dados no relatório (Excel) Rede N Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino Contata Petrobrás e providencia solução Relatório de conferência e análise de volume Núcleo de Finanças Coord. de Suporte de TI Comunica disponibilização do relatório Núcleo de Planejamento Núcleo de Finanças Petrobrás GSA Prepara Lista (arquivo.pdf) Rede Encaminha lista para faturamento Núcleo de Rel. com Mercaqdo Núcleo de Operações e Distribuições Gera lista de volumes a faturar Colaboradores do Núcleo de Operações e Distribuições N Gestor / Coord. Integridade de Rede Solicita verificação de cliente sem leitura Coord. de Suporte de TI Envia informação solicitada Verifica existência de cliente sem leitura Cliente sem leitura? Há disponibilidade de tempo? N S Verifica se há disponibilidade de tempo para leitura Base de Compressão Planilha de volume diário Coord. Integridade de Rede Analisa e verifica os volumes S Informe de volumes Ok? Registra volumes em planilha Excel Rede 8 S N DAF GSA Com base nos registro no sistema gera rota com clientes a serem medidos Prepara arquivo.txt Segrega manualmente e insere em coletores Coletores Contratada (Leitura) Realizam as leituras e retornam os coletores Coletores Descarrega leituras no sistema GSA Valida as medições Gera relatório de inconsistências e analisa Ajusta medição? N Emite relação para releitura Relação para Releitura Contratada Procede releitura e preenche relatório Relação para Inspeção Verifica inspeção para validação da medição Inspeção Ok? N N N Problema com leitura? Problema com medidor? Possível problema com vazamento regularizado pela contratada Contata Base de Compressão Informa o volume de compressão a ser faturado S S S S Núcleo de Finanças N Jet Data Comunica contratada e solicita troca do medidor Calcula a média de consumo com base nos últimos 3 meses Núcleo de Finanças Planilha com volume faturado Base de Compressão Engenheiro Civil Confere dados entre as planilhas Planilhas Ok? Insere dados em planilha (Excel) Rede S Ajusta medição no sistema No final do mês Planilha de Acompanhamento do Contrato de Compressão da Base Contratada (Base de Compressão) Prepara e envia Nota Fiscal Nota Fiscal Núcleo de Finanças Encaminha Nota Fiscal para verificação Engenheiro Civil Nota Fiscal Ok? S Atesta Nota Fiscal e encaminha para pagamento Nota Fiscal Núcleo de Finanças N Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino Contratada Procedimento de troca de medidor Entrevista com Srs. Hilaécio, Marcus, Jaude e Balbino FLUXOGRAMA Projeto ALGÁS Núcleo de Operações e Distribuições Fluxos (versão 03) Verificação de Consumo ( Pedido do Cliente Residencial / Comercial ) Alinhamento de Gás ( Início de Fornecimento) Adequação de Fornecimento (Pressão / Vazão) Coletas de Amostras Acompanhamento de Interferências na Rede Formulação de Contratos Leitura de Medidores (Cliente Residencial e Comercial) Acompanhamento / Abastecimento de Odorante Manutenção de Clientes Inspeção de Rotina Verificação de Proteção Catódica na Rede Atendimento a Emergência Atendimento ao SAC Acompanhamento / Conferência de Medições Conferência de Volumes Faturados ( Base de Compressão ) Corte de Fornecimento de Gás Suspensão de Fornecimento de Gás Desligamento de Clientes Religação a Pedido do Cliente (por Suspensão) Interferências para Manutenção - Instalações (Aço) Religação a Pedido do Cliente (por Corte) Acompanhamento Pinçamento de Rede Compra e Venda City Gate Rio Largo Verificação de Alarmes 73

74 74

75 Análise do fluxo de trabalho Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ BÁSICO 75

76 ANÁLISE DO FLUXO DE TRABALHO Trata-se de uma forma simplificada (porém, eventualmente, mais detalhada) de representação de um processo. Permite uma análise conjugada de fluxo de atividade, tempo, gargalos e definição de causas de problemas (relacionados a processo) 76

77 ANÁLISE DO FLUXO DE TRABALHO 77

78 Análise de árvore de falhas (fta) Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ INTERMEDIÁRIO 78

79 ÁRVORE DE FALHAS Processo lógico e estruturado de se analisar as causas potenciais de falhas de um sistema (perigos), não identificando os perigos. Começa com um evento significativo (no topo), identifica as causas intermediárias (no meio) e, finalmente, mostra as causas raiz (no fundo). Probabilidades são associadas a cada evento na estrutura da árvore. Usada durante avaliações de Confiabilidade e Segurança para representar graficamente a interação lógica e as probabilidade de ocorrência de falhas dos componentes. 79

80 ÁRVORE DE FALHAS Exemplo: considere o sistema de ar comprimido abaixo. Neste sistema, o compressor funciona enquanto o relé estiver fechado. O controlador abre o relé quando recebe um sinal do transdutor, indicando que uma pressão pré-estabelecida foi atingida. A válvula de alívio é um dispositivo de segurança, abrindo quando exceder uma pressão máxima. 80

81 ÁRVORE DE FALHAS 81

82 FMEA Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ INTERMEDIÁRIO 82

83 FMEA Sistema Subsistema Componente ANÁLISE DE MODO E EFEITO DE FALHA POTENCIAL (DFMEA) Responsabilidade pelo Projeto: Número FMEA: Página: de Ano(s) Modelo(s) / Programa (s): Data-chave (limite): Elaborado por: Equipe: Item Função Requisito Porta Fechar o veículo Dianteira LH Manter a integridade do painel interno da porta PROBLEMA CONTROLE ATUAL ÍNDICE AÇÕES RESULTADOS DAS AÇÕES Modo de Falha Efeito Causa Controle Prevenção Controle Detecção S O D NPR Ação recomendada Resp. Ação Implementada S O D NPR Quebra de integridade permite contato com o Painéis internos inferiores da porta Borda superior da aplicação de cera protetora, especificada para os Requisitos de projeto (#32168) e melhor prática Teste de durabilidade do veículo T-118 Teste de laboratório de corrosão A.TATE Eng. Com base nos resultados de teste ambiente pelo painel corroídos painéis internos na porta está muito (BP3455) acelerado (teste 1481) borda interno da porta. baixo superior elevada em Vida deteriorada da porta, conduzindo a: - aparência insatisfatória, devido à Especificada insuficiente espessura oxidação da pintura ao de cera longo do tempo - Função prejudicada dos mecanismos internos da porta Requisitos de projeto (#32168) e melhor prática (BP3455) Teste de durabilidade do veículo T Data FMEA: Teste de laboratório de corrosão acelerado Projeto de experimentos (DOE) sobre espessura da cera A.TATE Eng. J. Smith Eng. Com base nos resultados de teste (teste 1481) borda superior elevada em 125. DOE mostra que 25% da variação na espessura é aceitável Especificada formulação inapropriada de cera Padrão na indústria MS-1893 Testes de laboratório físico/químico Relatório Nenhum O desempenho do canto impede o equipamento de spray de alcançar todas as áreas - Auxílio no projeto, com cabeçote de spray não funcionando Avaliação, pela equipe, usando equipamento de spray de produção e cera especificada. T. Edwards. Eng. Baseado em testes: providos 3 furos adicionais de ventilação, nas áreas afetadas Espaço insuficiente entre painéis, para acesso do cabeçote do spray - Avaliação de desenho quanto ao acesso do cabeçote de spray Avaliação, pela equipe, usando boneco de auxílio ao projeto do spray. Engenheir Avaliação mostrou os de acesso adeqaudo. carroceria s

84 Análise de regressão linear Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ INTERMEDIÁRIO 84

85 REGRESSÃO LINEAR Medida de correlação entre a força do relacionamento e associação de duas variáveis. Valida e mensura a análise de correlação. Exemplos: Acabamento da superfície & tamanho da partícula abrasiva Vida da ferramenta & velocidade de corte Resistência à tração & dureza do material Porosidade da peça fundida & temperatura de fusão Absenteísmo & horas extras de trabalho 85

86 REGRESSÃO LINEAR Análise de Regressão Y X 86

87 Testes de hipótese Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ INTERMEDIÁRIO 87

88 TESTES DE HIPÓTESE Usado no planejamento e análise de experimentos comparativos. Mede a significância na comparação de variabilidades e médias de processo(s). Viabiliza a tomada de decisão quando trabalha-se com dados amostrais. Exemplos de testes de hipóteses mais comuns: Teste T Teste F Teste Qui-Quadrado Teste Z 88

89 Gráfico de paynter Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ INTERMEDIÁRIO 89

90 GRÁFICO DE PAYNTER Trata-se de uma ferramenta de validação de longo prazo que demonstra a história do problema. É usado para monitorar e acompanhar problemas múltiplos e ocorrências de falha e validar o impacto das ações de contenção e corretivas por um período de tempo mais longo. As informações do Gráfico de Paynter freqüentemente são obtidas da análise de Pareto. 90

91 GRÁFICO DE PAYNTER Pareto 91

92 Análise multivari Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ INTERMEDIÁRIO 92

93 ANÁLISE MULTIVARI Ferramenta gráfica utilizada na solução de problemas, para identificar as fontes de variância. Útil para tentar compreender a causa fundamental de variações na produção. Como benefício, a análise multivari ressalta os grupos de medições que apresentam a mais ampla variação de medição. 93

94 ANÁLISE MULTIVARI Exemplo Análise do diâmetro das válvulas O gráfico a seguir mostra os valores medidos para três amostras de válvulas (#1, #2, #3) que foram tiradas da produção em cinco ocasiões diferentes durante o dia (7:00, 9:00, 11:00, 11:30 e 13:30). Medições dos diâmetros máximo [1] e mínimo [2] foram registradas para ambas as extremidades de válvulas (C=extremidade cortada e F=extremidade livre). Neste exemplo, a família que apresenta maior variância é claramente a de um tempo para outro no dia. As medições apresentam uma tendência das 7 as 11 da manha e, depois, apresentam uma mudança às 11:30. As anotações feitas durante a operação mostraram que são suspeitos o aumento de temperatura durante a operação e o reabastecimento do reservatório de líquido refrigerador às 7 e às 11 horas. 94

95 ANÁLISE MULTIVARI Exemplo Análise do diâmetro das válvulas 95

96 Diagrama p / projeto do parâmetro Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ INTERMEDIÁRIO 96

97 DIAGRAMA P / Projeto dos parâmetros Diagrama P é um meio para reduzir sistemas complexos e elementos compreensíveis de forma a capturar potenciais influências internas e externas sobre a funcionalidade do sistema, subsistema, montagem ou componente. Projeto dos parâmetros é uma técnica que proporciona uma forma barata de obter a robustez do produto. São técnicas utilizadas para diagnosticar questões onde a funcionalidade está degradada ou é inaceitável. Ferramenta complementar ao FMEA. 97

98 Exemplo: Sistema de fricção de freio automotivo As questões que estamos tentando responder: O que pode ser controlado? (fatores de controle) Quais as influências externas (ruídos) que degradam a saída? Como a degradação é manifestada ao cliente (estados de erro) Exame cuidadoso das influências irão conduzir a análises adicionais e esforços de otimização (DOE). 98

99 PROJETO DE EXPERIMENTO (doe) - FATORIAL COMPLETO - FATORIAL FRACIONADO Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ AVANÇADA 99

100 PROJETO DE EXPERIMENTOS Método para se obter eficiente e economicamente as informações necessárias de um produto ou processo, com os menores gastos possíveis de recursos, por meio da definição de características desejadas do produto, compreendendo os parâmetros de processo e realizando testes para estudar os efeitos dos parâmetros. Procedimento de alta complexidade técnica. Existem diferentes tipos, a saber: Fatorial Fatorial Fracionado Arranjos ortogonais de Taguchi Projetos mistos Projetos de algoritmo ótimo D- e A- (T-) Projetos de superfícies compostas centrais, não fatoriais Quadrados Latinos e Greco-Latinos Projetos de superfícies restritivas e misturas 100

101 PROJETO DE EXPERIMENTOS EXEMPLO Um DOE foi aplicado no estudo de desgaste de material do sincronizador utilizado em transmissões pesadas. Um DOE foi aplicado no estudo para determinar que efeitos podem ter: o número do lote, o tipo do óleo e o nível do óleo sobre o desgaste axial do material do sincronizador. A variável de saída a ser medida é o desgaste axial. Os níveis das variáveis de entrada controladas são: Número do lote (26 e 27) Tipo do óleo (Fornecedor 01 e Fornecedor 02) Nível do óleo (> 15% e <15%) A variável não-controlada que pode influenciar o resultado do teste é o processo de produção do material da fricção. As variáveis de entrada constantes são a temperatura do reservatório, as pressões, o tempo de atuação e a velocidade diferencial ao longo do sincronizador. 101

102 PROJETO DE EXPERIMENTOS - EXEMPLO A abordagem do teste foi um DOE fatorial completo de três fatores e dois níveis (conforme tabela abaixo). MEDIÇÃO REPLICAÇÃO Nível Óleo Tipo Óleo N. Lote Resultados , , , , , , , , , , , , , , , ,

103 PROJETO DE EXPERIMENTOS EXEMPLO Oito amostras por lote estão disponíveis e permitem replicações. As replicações são usadas na tentativa de reduzir a quantidade de erro puro potencial (ou de erro residual SS total) nos resultados de uma Análise de Variância (ANOVA) do projeto de experimentos. O texto foi realizado e o desgaste axial foi medido. Fator SS Gl MS F P (1) Nível óleo 0, , ,0061 0, (2) Tipo óleo 0, , ,4802 0, (3) Lote 0, , ,1125 0, by 2 0, , ,6809 0, by 3 0, , ,5380 0, by 3 0, , ,7903 0, *2*3 0, , ,8116 0, Erro 0, , Total SS 0, Por meio de um estudo de sensibilidade paramétrica, conclui-se que a melhor combinação é: -Nível de óleo > 15% -Tipo de óleo do forn. 01 -Características do lote

104 TOLERÂNCIA ESTATÍSTICA Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ AVANÇADA 104

105 TOLERÂNCIA ESTATÍSTICA É a utilização de probabilidade e estatística no projeto de especificação das tolerâncias para analisar os componentes e conjuntos montados, de modo a otimizar o custo e a funcionalidade da manufatura. Usado em processos com CEP onde a tolerância total é menor do que a soma das tolerâncias individuais devido à probabilidade estatística do empilhamento. Em muitos casos permite aos Engenheiros ampliar as tolerâncias do desenho (reduzindo os custos de produção), e identificar somente as tolerâncias críticas que exigem controle mais rígido. Trata-se de uma alocação cuidadosa das tolerâncias econômicas. 105

106 TOLERÂNCIA ESTATÍSTICA Exemplo A ilustração abaixo é um exemplo no qual o relacionamento funcional crítico analisado é a folga G, decorrente da otimização dos itens A a F. A análise estatística e os processos de tolerância relacionam entradas (tolerâncias) com a saída (folga) e apresentam a distribuição estatística para a folga. Uma análise de sensibilidade verifica a contribuição percentual que cada tolerância tem na variação total da folga, a qual é utilizada para conseguir-se a mais cuidadosa e econômica alocação de tolerâncias dentro do projeto. 106

107 MATRIZ DE DECISÃO Ferramentas de solução de problemas ESCOLHA E IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES CORRETIVAS BÁSICO 107

108 MATRIZ DE DECISÃO Ferramenta usada para ajudar a avaliar os critérios e os riscos associados com a seleção da melhor ação corretiva, quando diversas alternativas são disponíveis. Composta de 3 etapas: Identifique os critérios DADOs e DESEJADOs Gere alternativas Cruze as alternativas com os critérios, de modo a analisar qual a alternativa mais inteligente. 108

109 109

110 GRÁFICO DE GANTT Ferramentas de solução de problemas ESCOLHA E IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES CORRETIVAS BÁSICO 110

111 GRÁFICO DE GANTT Ferramenta usada para controlar cronogramas de finalização de uma tarefa. É uma representação gráfica do início planejado, e dos tempos / datas de finalização de segmentos individuais de uma tarefa, os quais, ao estarem todos completos, realizam a tarefa principal. MS Project viabiliza o controle via gráfico de Gantt. 111

112 GRÁFICO DE GANTT 112

113 Gráfico seqüencial / gráfico de tendência Ferramentas de solução de problemas CONTENÇÃO BÁSICO 113

114 GRÁFICO SEQUENCIAL / TENDÊNCIA Simples representações gráficas de uma característica de um processo. A linha de tendência pode ser inclusa no gráfico (Excell Adicionar Linha de Tendência) de modo a acompanhar a magnitude das mudanças ao longo do tempo. IMPORTANTE: a linha de tendência deve servir apenas como orientação visual, pois sua significância ainda não é comprovada estatisticamente. Regressão Linear deve ser utilizada para prover cientificidade à conclusão. 114

115 GRÁFICO SEQUENCIAL TOTAL NCs y = 3,3601x + 99,076 R² = 0,

116 Teste até falhar Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ AVANÇADA 116

117 Simulações de monte carlo Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ AVANÇADA 117

118 SIMULAÇÕES DE MONTE CARLO Método analítico utilizado para imitar ou emular um sistema de vida real. A simulação de Monte Carlo é um ferramenta para tomada de decisão que utiliza entradas, com qualquer tipo de distribuição de probabilidade, a fim de desenvolver uma distribuição para a saída, utilizando um modelo de transferência. 118

119 Projeto robusto - Taguchi Ferramentas de solução de problemas ANÁLISE DE MODO DE FALHA/CAUSA RAIZ AVANÇADA 119

120 PROJETO ROBUSTO - TAGUCHI Processo de tornar um produto ou um processo insensível aos efeitos de variabilidade sem realmente remover as fontes de variabilidade. O projeto é, então, capaz de atender a respostas funcionais críticas, mesmo na presença de fontes de variação (ruídos). Por meio de arranjos ortogonais viabiliza o DOE com o mínimo de investimento possível. 120

121 Plano de controle de processo Ferramentas de solução de problemas CONTROLAR E PADRONIZAR BÁSICO 121

122 PLANO DE CONTROLE É o meio através do qual os requisitos de qualidade são comunicados para a pessoa responsável pela execução do trabalho. 122

123 PLANO DE CONTROLE Nome do Processo / operação Máquina, equipa-mento n Produto Addax Características Processo C/C Especificação de Produto/Processo Técnica de avaliação / medição Métodos Tamanho Amostras Frequência 1.1 Cola (viscosidade) 700 á 2000 cps Certificado 1 Lote 1.2 Cola (% sólidos) 63 á 65 % Certificado 1 Lote Coragum 747 Método de Controle Ficha Técnica de Inspeção 1.3 Cola (viscosidade) 45 a 55 seg. Copo-Ford 1 Lote Relatório de Preparação de Cola Recebimento Corte de Papel Construção de tubo Empilhadeira Cortador de Papel Máquina de construção de tubo Papel Papel (largura) 69,5 a 70,5 Paquímetro 1.5 Papel (diâmetro) 785 a 815 Trena 1.6 Papel (gramatura) 238 a 263 Balança Vide plano de inspeção (DA 2.1.1) 1.7 Papel (espessura) 0,38 a 0,42 Medidor de espessura 1.8 Papel (delaminação) 7 minimo Certificado 1 Lote 1.9 Papel (% umidade) 8 maximo Certificado 1 Lote 1.10 Papel (cobb) 100 a 200 Certificado 1 Lote Papel Papel (largura) 69,5 a 70,5 Paquímetro 1.12 Papel (diâmetro) 785 a 815 Trena 1.13 Papel (gramatura) 295 a 325 Balança Vide plano de inspeção (DA 2.1.1) 1.14 Papel (espessura) 0,48 a 0,53 Medidor de espessura 1.15 Papel (delaminação) 7 minimo Certificado 1 Lote 1.16 Papel (% umidade) 8 maximo Certificado 1 Lote 1.17 Papel (cobb) 100 a 200 Certificado 1 Lote Papel Papel (largura) 71,5 a 72,5 Paquímetro 1.19 Papel (diâmetro) 785 a 815 Trena 1.20 Papel (gramatura) 295 a 325 Balança Vide plano de inspeção (DA 2.1.1) 1.21 Papel (espessura) 0,48 a 0,53 Medidor de espessura 1.22 Papel (delaminação) 7 minimo Certificado 1 Lote 1.23 Papel (% umidade) 8 maximo Certificado 1 Lote 1.24 Papel (cobb) 100 a 200 Certificado 1 Lote Largura de corte 79,9 a 80,2 Paquímetro 1 A cada início de processo e troca de bobina Monitoramento corte de papel 8.1 Diâmetro do mandril 34,9 a 35,2 Micrômetro 1 Mensal Ficha de Controle 8.2 Espessura 1,7 a 2,1 Paquímetro Diversos Durante Processo 8.3 Colagem Aderência entre as fitas de papel Ensaio destrutivo Ficha Técnica de Inspeção Ficha Técnica de Inspeção Ficha Técnica de Inspeção 123 de Monitoramento de Produção de Tubos Diversos Durante Processo Visual

124 Poka-yoke Ferramentas de solução de problemas CONTROLAR E PADRONIZAR BÁSICO 124

125 POKA-YOKE Prática de projetar produtos ou processos de uma maneira que evite ou minimize a probabilidade de erro humano ou mecânico. Pode ser aplicado sob várias circunstâncias: Produtos que não possam ser fabricados ou montados incorretamente Processo de fabricação que evite peças mal montadas Programas de computador que não permitam entrar em campos incorretos. 125

126 POKA-YOKE Exemplo 126

127 RELEITURA / replicação Ferramentas de solução de problemas CONTROLAR E PADRONIZAR BÁSICO 127

128 RELEITURA/REPLICAÇÃO A releitura (ou replicação) dos resultados de solução do problema é o último passo, mas muito importante no processo do MASP. A replicação significa simplesmente que todos os resultados do esforço de solução de problema são replicados para beneficiar outros produtos e peças de uma organização. A replicação acelera a habilidade de uma organização para reduzir o número total de problemas no futuro. A replicação deve ser executada em cinco áreas básicas: Contenção Ações Corretivas de Ocorrência Ações Corretivas de Detecção Ações Corretivas de Planejamento Descoberta chaves 128

129 RELEITURA/REPLICAÇÃO Níveis de replicação incluem: Mesma linha de produtos, versões diferentes Produtos diferentes com possibilidades de modo de falhas semelhantes Produtos diferentes com mesmo processo Produtos em desenvolvimento Outras áreas de uma dada instalação Outras instalações 129

130 Banco de dados de lições aprendidas Ferramentas de solução de problemas CONTROLAR E PADRONIZAR BÁSICO 130

131 BANCO DE DADOS DE LIÇÕES APRENDIDAS Processo para capturar informações que irão apoiar melhoria contínua em todas as operações/processos. Documentação de lições aprendidas: Formulário de Lições Aprendidas Lista de Verificação FMEA Formulário de computador ou página internet ou intranet As Lições Aprendidas precisam ser comunicadas e mantidas disponíveis para todos os usuários atuais e potenciais. Envio dos formulários Inclusão de páginas de Lições Aprendidas na Intranet Divulgação em jornal ou circuito interno da empresa Etc. 131

132 7 Carta de controle CEP Ferramentas de solução de problemas CONTROLAR E PADRONIZAR BÁSICO INTERMEDIÁRIO 132

133 133

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