Possibilitar o conhecimento dos diferentes grupos religiosos construindo um. referencial de entendimento das diferenças e respeito ao outro.

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1 TEMA: Preconceito religioso SÉRIE 2ª. Série Andressa Priscila Chiquiti - 4. OBJETIVO /s Possibilitar o conhecimento dos diferentes grupos religiosos construindo um referencial de entendimento das diferenças e respeito ao outro. Corrigir e superar preconceitos que desvalorizam a experiência religiosa do outro. Aprender a conhecer, respeitar, valorizar e conviver com os outros. Discutir coletivamente ações que demonstram respeito pelas diferentes religiões. Perceber como estas ações influencia positivamente na vida coletiva. Favorecer o respeito mútuo e a liberdade; Possibilitar a exteriorização de idéias religiosas. 05. FUNDAMENTAÇÃO PEDAGÓGICA

2 A criança que esta cursando a 2ª série do ensino fundamental encontra-se na faixa etária de sete a oito anos de idade. As principais características nesta fase é a capacidade de interação e/ ou socialização. Neste aspecto, ocorre por parte destes indivíduos a necessidade de ampliar horizontes; partindo consecutivamente da família para a escola e da escola para a comunidade. Iniciamse, também o processo de interiorização de regras, normas de conduta e convívio humano, bem como, sua função social. O 1º ciclo é o período escolar marcado pela ritualização formal em que o educando é introduzido no trabalho metódico que envolve a codificação e decodificação de signos e símbolos, construção e comunicação de idéias. apresenta-se com: Frente á vida e ao fenômeno religioso o educando nesta fase Atitude de contemplação, admiração e encantamento. Interesse pelo o que e por que das coisas. Facilidade para interiorizar valores. Gosto em ritualizar e expressar-se através de gestos e movimentos. Necessidade de tempo para olhar, admirar, escutar, silenciar, valorizar, falar. Valorização do que a experiência, mais do que aquilo que lhe dizem. Relacionamento interpessoal que ultrapassa o ambiente familiar. Relacionamento com o Transcendente, pelas relações afetivas. Necessidade de organização do superego e fortalecimento da idéia do Transcendente que traz ou não em si.

3 Sendo assim, não basta que o aluno conheça sua realidade religiosa apenas, pois, ele vive a realidade sócio-interacionista, onde a diferença e a variedade configuram a realidade maior. Portanto, é necessário o uso do conhecimento religioso para compreender a relação com o outro e como ele faz uso do seu próprio conhecimento. O preconceito é evidente na própria sociedade em que vivemos onde encontramos pessoas que vivem em condições desiguais. A diferença entre as classes sociais é muito presente em nossa sociedade capitalista. Assim, muitas são as formas pelas quais o preconceito se manifesta nas relações sociais. Além das distinções de pessoas de diferentes classes sociais, existem ainda as discriminações entre pessoas de grupos sociais diferentes, ainda que pertencentes a uma mesma classe sócio-econômica. O preconceito, certamente faz parte do comportamento humano. Frequentemente nos defrontamos com atitudes preconceituosas, em todas as suas formas de manifestação. As manifestações de intolerância religiosa estão entre os mais antigos e complexos conflitos humanos. A partir da alteridade baseada no respeito mútuo busca-se estabelecer novas relações na convivência com as diferenças, valorizando a singularidade de cada pessoa e das tradições religiosas presentes em nosso contexto social. Em cada individuo, em cada povo, em cada cultura, existe algo que é relevante para os demais, por mais diferentes que sejam entre si. Enquanto cada grupo pretender ser o dono exclusivo da verdade, enquanto perdurar

4 essa estreiteza de visão, a paz mundial permanecera um sonho inatingível. (PCN s Ensino Religioso, p. 20). Segundo os PCN s de ensino religioso, o ser humano na sua essência é um ser em relação, que busca sobreviver e dar sentido á sua existência. Ao longo da história vai construindo e reconstruindo formas de relacionamento na tentativa de superar sua limitação, fragilidade, provisoriedade, ou seja, sua finitude. No decorrer da vida humana, desde que desenvolve a capacidade de raciocinar e intuir, o individuo tem formulado indagações que o inquietam e exigem dele uma postura diante da vida e do universo. A resposta a cada uma das perguntas diárias implica na busca do autoconhecimento, do sentido de vida e do Transcendente. É inerente ao ser humano o desejo de Transcendência, ou seja, de ultrapassar seus limites, de experenciar o sagrado, o Infinito, e este anseio manifesta de maneira diferenciada e cada pessoa. A função básica da escola é a construção e socialização do conhecimento historicamente produzido e acumulado pela humanidade. A escola deve instrumentalizar o educando favorecendo-lhe o desenvolvimento integral, ou seja, contemplando todos os aspectos da pessoa: físico, emocional, intuitivo, espiritual, racional e social. Assim, a escola deve possibilitar condições para as aprendizagens múltiplas. Conhecer significa captar e expressar as dimensões da comunidade de forma cada vez mais ampla e integral. Assim, entendendo a educação escolar como um processo de desenvolvimento global da consciência e da comunicação entre educador e educando, á escola compete integrar dentro de uma visão de totalidade, os vários níveis de conhecimento: o sensorial, o intuitivo, o afetivo, o racional e o religioso. (PCN s Ensino Religioso, p. 29).

5 Sendo assim, é valido ressaltar as informações encontradas no art.32 da LDB, a respeito do ensino fundamental, com a duração mínima de oito anos, obrigatório e gratuito na escola publica, que terá por objetivo a formação básica dos cidadãos, mediante: I. O desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio, da escrita e do cálculo; II. A compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade; III. O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e a formação de atitudes e valores; IV. O fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social. seguintes considerações: Em relação à prática do ensino religioso na escola, o art.33, tece as Art.33 O ensino religioso, de matricula facultativa, é parte integrante da formação do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer forma de proselitismo. Conforme sinalizado na legislação o Ensino Religioso é visto como área integrante na formação dos indivíduos envolvidos na educação básica, e, uma vez que vivenciado no âmbito escolar proporciona aos educandos habilidades e competências que os tornam capaz de se desenvolver integralmente, no que se refere à construção da cidadania: a formação do cidadão e a inclusão social.

6 Sendo assim, este ensino, conforme descrito no inciso citado anteriormente; valoriza as diversas manifestações religiosas e, desta forma miniminiza e repudia toda e qualquer forma de preconceito entre as diferentes tradições religiosas. Percebe-se que esta proposta de ensino, está baseada no respeito às diferenças. Nesta perspectiva, o outro é sempre mais importante em sua totalidade, ao invés de suas preferências ou manifestações pessoais. Por isso, é possível afirmar que toda forma de preconceito é prejudicial para a formação da cidadania, pois desrespeita as singularidades humanas, que são importantíssimas na diversidade cultural da nossa sociedade. A educação, neste sentido, tem um papel imprescindível nesta formação social; cabe a ela, mais propriamente dito, aos educadores, despertar os envolvidos ao respeito à pluralidade cultural como uma espécie de superação ao preconceito religioso. Na verdade, essa disciplina tem como objetivo determinado, agregar as diversas manifestações religiosas, de tal maneira que católicos, evangélicos, budistas, membros de ritos e seitas; quaisquer que sejam; e até mesmo aqueles em que nada se apegam; ou seja, não manifestam crença alguma, possam ter a possibilidade de serem inseridos e respeitados na sociedade, em que não tenham o sentimento de inferioridade ou discriminação. Quando o artigo 32 aborda em relação à formação no educando no que diz respeito às atitudes e valores é culminante com a proposta de erradicação do preconceito religioso. A escola deve considerar a complexidade cultural e religiosa e assim, trabalhar os conteúdos específicos de Educação Religiosa enfocando os valores da alteridade e respeito mútuo.

7 Segundo a Lei são vedadas quaisquer formas de proselitismo, isto é, a escola é aconfessional, portanto, nenhuma religião será imposta de forma proselitista e monopolista dentro deste espaço educacional. Portanto, a partir desta concepção a educação religiosa baseia-se no respeito e busca estabelecer novas relações na convivência com as diferenças, valorizando a singularidade de cada individuo e das tradições religiosas presentes em nosso contexto social; sem propor a adesão a esta ou aquela denominação religiosa, pois esta responsabilidade cabe ao meio familiar em que este educando está inserido. Além disso, o ensino religioso favorece a reflexão crítica e a informação, mecanismos necessários no combate ao preconceito e a discriminação religiosa. De acordo com o material elaborado pela ASSINTEC Associação Interconfessional de Educação, as diretrizes representam à modernização e adequação da disciplina de Ensino Religioso, conforme a nova redação do artigo 33 da Lei nº de 20 de dezembro de 1996, que estabelecem as diretrizes e bases da educação nacional. A educação que se pretende alcançar é aquela que auxilia o aluno a compreender o mundo que o rodeia, compreensão esta que passa pela obtenção de um saber crítico, voltado para análise das forças sociais antagônicas presentes, inerentes ao modo de produção capitalista. Com isso objetiva-se instrumentalizar o aluno para busca de soluções políticas para os problemas que vivem no seu dia a dia. Eis aí o projeto de ser humano que esta escola pretende atingir, um indivíduo capaz de pensar, decidir

8 e agir, caracterizando-se desta forma com sujeito de sua própria história. Tal ser humano deve estar comprometido com a construção de uma nova sociedade, mais justa e democrática, onde todos possam ter melhores condições de vida e de trabalho, através de uma distribuição mais eqüitativa dos benefícios sociais e econômicos do desenvolvimento, visando o respeito e a dissipação do preconceito.

9 06. PLANO DE TRABALHO 1º dia Desenvolvimento das atividades: Iniciaremos a proposta de trabalho com uma roda de conversa discutindo sobre a clonagem da ovelha Dolly, nesta conversa será salientado que nós fomos criados não como clones uns dos outros, mas bem diferentes em todos os aspectos: físicos, étnicos, culturais, sociais e religiosos. religiões. Em seguida serão abordadas as diferentes crenças, igrejas e/ou seu grupo religioso acredita. Os alunos que quiserem poderão falar qual a sua religião e em que o Logo após receberão uma folha para listarem quais as qualidades que cada um precisa desenvolver para aprender a respeitar a religião alheia. Após estas anotações serão entregues papéis para que anotem todas as qualidades apontadas (sem repeti-lás) confeccionando um cartaz para expor na sala. Em seguida farão um desenho demonstrando pessoas convivendo bem, com características religiosas diferentes. Finalmente, levaram para casa uma pesquisa sobre as principais igrejas ou religiões mais comuns no bairro onde moram.

10 2º dia Desenvolvimento das atividades: Iniciaremos com a roda de conversa discutindo os seguintes assuntos: A dificuldade de viver sozinho. Com quem compartilhar a vida? As diferenças não atrapalham? Em seguida, os alunos receberão uma folha estruturada para que elaborem uma história em quadrinhos que represente a importância da convivência entre as pessoas que acreditam que não foram criadas para viverem sozinhos. Ao final, cada aluno, poderá contar sua história para o grande grupo; realizando, debates e interpretações pessoais. Finalmente, os alunos irão pesquisar e confeccionar coletivamente, em grupos de 3 a 4 alunos, cartazes com recortes de gravuras de pessoas de diferentes religiões. Serão orientados a colar as figuras coletadas dentro de um circulo por eles desenhado previamente para representar a experiência da boa convivência. 3º dia Desenvolvimento das atividades: Iniciaremos recordando os seguintes assuntos estudados anteriormente a respeito do tema:

11 Os ensinamentos das diferentes religiões. A convivência baseada no respeito á diversidade religiosa. Atitudes de respeito perante as diferenças presentes na vida humana. Relembrando estes estudos, propor que façam um desenho que represente um pouco do que aprenderam nas aulas ministradas. Em seguida propor a brincadeira do espelho - as crianças ficam de 2 em 2 e uma será o espelho que imita o que a outra se faz troca. Colocar uma música suave de fundo. Conduzir o questionamento para comparação entre o tipo de pele, cabelo, cor de olhos, através deste questionamento perceber que as pessoas são diferentes, como seres humanos, somos todos iguais, temos o mesmo valor diante da vida e do universo, portanto, todos podemos respeitar os outros como são e merecemos respeito. Em seguida montaremos um painel com frases curtas, registrando nele o que devemos fazer aos outros, e quais coisas que gostaríamos que fizessem a nós. Após, pedir que desenhem com giz de cera algum símbolo que represente a paz. Criar uma pequena história sobre a paz na convivência entre as pessoas de diferentes culturas e religiões. Organizar uma exposição dos trabalhos. Encerrar a aula cantando e recitando numa roda o poema: Paz

12 Nós lançamos a semente e retomamos nossa paz que o futuro hoje nos dê de presente a paz em cada um de nós. Ao final, pedir que tragam para o próximo encontro uma tarefa de pesquisa junto as tradições religiosas da comunidade: o que a sua igreja ou religião está fazendo para promover a paz em nossa comunidade e no mundo? Ao retornarem com as pesquisar socializar a pesquisa com outras turmas. 4º dia Desenvolvimento das atividades: Trazer para a sala de aula, e entregar para os alunos, revistas e jornais para que procurem assuntos relacionados à vida social, destacando os assuntos que lhes despertem maior interesse. Os alunos devem se organizar em equipes por temas específicos, por exemplo: pessoas que contribuíram para o bem estar da sociedade das mais diferentes maneiras; reportagens que enfoque situações problemas entre os povos como: o racismo, as guerras, conflitos religiosos entre demais assuntos positivos e negativos relacionados ao mundo secular. Ao término das pesquisas, discussões e leituras serão confeccionadas caixas de assuntos, que poderão ser de: papelão, compensado ou outro material qualquer. pelo qual se refere. Cada caixa receberá um nome, de acordo com o foco do assunto Os alunos deverão fazer colagens de desenhos e gravuras alusivas ao conteúdo geral das noticias, nas paredes da caixa. Dentro poderão ser guardados objetos, reportagens, textos, fotos, por eles encontrados.

13 Em seguida cada grupo irá redigir textos coletivos ou individuais referente à notícia, expressando opinião e sensibilidade ao tema; em que farão trocas em forma de debate com os demais colegas. Ao concluírem a atividade será realizada uma exposição para a escola e comunidade, e o material ficará na biblioteca para ser consultado.

14 07. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Nesse contexto, a avaliação da aprendizagem efetuada na escola deve ser entendida com parte do processo ensino aprendizagem, deve servir ao professor para estudar e interpretar os dados da aprendizagem e do seu próprio trabalho. Visa acompanhar e aperfeiçoar o processo de aprendizagem dos alunos, podendo assim diagnosticar seu resultado. A avaliação é contínua, permanente e cumulativa, tomada na sua melhor forma, preponderando os aspectos qualitativos da aprendizagem. Os critérios de avaliação do aproveitamento estão embasados na proposta pedagógica, obedecendo à ordenação e á seqüência do ensino e da aprendizagem. Com o objetivo de democratizar as informações, propor mudanças ou não nas estratégias pedagógicas, envolvendo toda a comunidade escolar (família, professores, funcionários e alunos). É fundamental que os alunos se situem no seu tempo, como agentes históricos, críticos e sociais e entendam que devemos sempre demonstrar interesse pela vida alheia no sentido de contribuir para o bem-estar das pessoas, dentre estas características destaca-se o respeito mútuo; sendo assim os alunos poderão ser capazes de vivenciar a fé bíblica, assumindo assim uma preocupação com a justiça e a responsabilidade social. A avaliação será através do desenvolvimento das atividades realizadas pelos alunos.

15 08. RECURSOS DIDÁTICOS Os recursos utilizados neste projeto serão: retro projetor, vídeos/ filmes e documentários, transparências, textos de diferentes fontes, pesquisa de campo, livros didáticos, jornal, papel para anotações, lápis, papel bobina, revistas, caixas de papelão ou outro material, rádio, CD, textos diversos.

16 09. REFERÊNCIAIS ARAÚJO, C. Avivamento e vida espiritual - revista de estudos bíblicos. Paraná; Brasil, AQUINO, J. Diferenças e Preconceito na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Sumus, BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, v. CRUZ, T.M. Irmãos a Caminho. São Paulo: FTD, CRUZ, T.M. Prática de Educação Religiosa. São Paulo: FTD, CRUZ, T.M. Reinventar a vida. São Paulo: FTD, TUMA, M. Viver é descobrir: história e geografia. São Paulo; FTD, 1992.

17 10. CONTEÚDO Conteúdo Temas Alteridade (as orientações para o relacionamento com o outro permeado por valores). A alteridade significa o reconhecimento do outro. Esse outro que me é diferente, que me questiona e exige um posicionamento. A alteridade é reconhecer cada pessoa com suas diferenças e singularidades. Para conviver numa sociedade pluralista a pessoa precisa reconhecer o direito á diferença, aceitando a si mesma e ao outro com naturalidade e respeito. O respeito às diferenças é valor básico 2ª Série O meu jeito de ser. O outro com seu jeito de ser. Convivendo com os outros. A riqueza das diferenças. O valor da amizade. O que significa ter paz e viver em paz. Eu e o outro. Eu me respeito e respeito os outros. O diferente é interessante. As pessoas são mais importantes do que coisas. Juntos podemos construir a paz. Participar é crescer junto com os outros. para a construção da paz e do entendimento mútuo, dissipando toda

18 forma de preconceito e exclusão humana. A responsabilidade é a capacidade de dar respostas, e estas respostas significam a qualidade e o cuidado para com os outros, valorizando a si mesmo e reconhecendo o valor do outro. Todas as relações permeadas de valores que se expressam no agir podem qualificar experiências, o encontro entre Tu e o Eu. A singularidade de cada um se fortalece na medida em que o respeito ao outro se solidifica e acontece de forma natural, como resultado do processo de aprendizagem. Fonte: Apostila de Educação Religiosa: Planejamento de aulas- ciclo I- Borres Guilouski

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