Ambiente de Animais de Laboratório

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ambiente de Animais de Laboratório"

Transcrição

1 Ambiente de Animais de Laboratório rio Prof. Dr. André Silva Carissimi Departamento de Medicina Animal Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS Biotério - Instalações destinadas à criação e alojamento de espécies animais destinadas para uso em atividades de pesquisa, ensino ou ensaios biológicos. A complexidade da infra-estrutura varia de acordo com: I) finalidade do biotério: criação, manutenção ou experimentação. II) padrão genético dos animais. III) padrão sanitário dos animais. 1

2 Tipos de Biotérios Biotério de Criação ão: local destinado à reprodução e manutenção de animais para fins de ensino ou pesquisa científica. Biotério de Manutenção ão: local destinado à manutenção de animais para fins de ensino ou pesquisa científica. Biotério de Experimentação: local destinado à manutenção de animais em experimentação por tempo superior a 12 horas. DIRETRIZ BRASILEIRA PARA O CUIDADO E A UTILIZAÇÃO DE ANIMAIS PARA FINS CIENTÍFICOS E DIDÁTICOS DBCA CONCEA, HETEROGÊNICOS - Swiss, CD-1, Wistar, Sprague-Dawley - ISOGÊNICOS - BALB/c, C57BL/6 - HÍBRIDOS - AGM - Transgênicos - Nocautes 2

3 MICROBIOTA O conjunto de organismos (bactérias, fungos, vírus e parasitos) associados aos animais. AMBIENTE A complexidade e eficiência das barreiras sanitárias na manutenção de condições propícias para alojamento de espécies animais. Padrão sanitário Importância do padrão sanitário Informação no artigo científico Não esqueça de Informar o meu padrão sanitário no trabalho!! 3

4 Padrão sanitário nos artigos... Maior Qualidade Classificação Sanitária Menor Qualidade Górska P. Principles in laboratory animal research for experimental purposes. Med Sci Monit 2000;6(1): International Veterinary Information Service (IVIS). Quality Assurance / surveillance monitoring programs for rodent colonies. In: Reuter JD and Suckow MA, eds. Laboratory Animal Medicine and Management. New York;

5 Padrão Sanitário de Animais de Laboratório rio Germ-free Gnotobiótico SPF Controlado Convencional Maior Qualidade Camundongo SPF Lista de Exclusão: Isento de

6 Rato SPF Lista de Exclusão: Isento de O Ambiente Localização e Planta Física F do Biotério Equipamentos conforme padrão sanitário adotado 6

7 Lay-out Básico Biotério com sistema de gaiolas abertas Figura 1: Estrutura física do biotério: área limpa, área suja. X Autoclave, 1 Máquina de lavar gaiolas, 2 Autoclave, 3 Guichê, 4 Câmara de óxido de etileno, T tanque de imersão. 11% 46% 14% 7% 8% 14% 7

8 I) Áreas de Apoio: Administração do biotério, sala de descanso e copa, recepção e quarentena, ambientes especiais e sala de procedimentos experimentais. II) Áreas de Serviço Compreende as áreas de higienização, vestiários, corredores, lavanderia, sanitários e salas de animais e área de eutanásia III) Depósitos Compreende os recintos destinados ao armazenamento de equipamentos, suprimentos e descarte de materiais. Anexo I, Resolução Normativa 15/2013 CONCEA, MCTi Manutenção de Animais Axênicos e Gnotobióticos Animais Axênicos Animais Gnotobióticos ISOLADOR 8

9 Equipamentos Manutenção de Animais SPF - Em Sistema de gaiola aberta - Biotério com barreiras sanitárias de alta segurança 9

10 Manutenção de Animais SPF - Em Sistema de gaiola fechada ( microisoladores ) Animais SPF Manutenção em Estante Ventilada 10

11 Manutenção de Animais Convencionais e Convencionais controlados Sistema de gaiola aberta Barreira Sanitária É um sistema que combina aspectos construtivos, equipamentos e métodos operacionais que buscam estabilizar as condições ambientais das áreas fechadas e restritas, e minimizar a probabilidade de patógenos e outros organismos indesejáveis contatarem ou infectarem a colônia de animais Institute for Laboratory Animal Resources - ILAR,

12 Barreira Sanitária Métodos Operacionais: Paramentação e Higiene Pessoal Fotos: Joel Majerowicz - FIOCRUZ Barreira Sanitária Equipamento: Autoclave 12

13 Barreira Sanitária Sistema de Condicionamento de Ar Fatores Ambientais 13

14 Temperatura em Biotérios Espécie Temperatura ( O C) Roedores Coelho Cão, gato, Primatas Aves e animais de grande porte (Guide for the care and Use of Laboratory Animal, 2010). Tabela 3.1, pag 44 É importante controlar a temperatura? Efeitos sobre a reprodução Afeta espermatogênese Redução de coberturas Diminuição da secreção de testosterona, prolactina,, FSH e LH Prolongamento do ciclo estral Alteração da Fertilização e implantação embrionária ria Canibalismo 14

15 Heat stress scale: Dairy cows.. Burgos Zimbelman and Collier,, 2011 Temperatura Utilização de termômetros nas salas de animais Termômetro de máxima e de mínima Termômetro de ambiente Recomendação: 22 ± 2 o C (!!!) x o C 15

16 Umidade Relativa: refere-se a relação entre a massa de vapor de água e a massa de vapor de água no ar saturado. (%) Equipamento: Higrômetro ou termohigrômetro Recomendação: 55 ± 5 % (aceitável 30 a 70%) Ventilação de Biotérios Microambiente Entrada de ar Exaustão 16

17 Porque é importante controlar a umidade... Alta umidade Aparecimento de fungos Baixa Umidade Doença a da cauda anelada Como minimizar os efeitos negativos da temperatura? Ar Condicionado X Ventilador 17

18 Ventilação de Biotérios Macroambiente Microambiente Ventilação de Biotérios Macroambiente Exaustão AR 18

19 Renovação de Ar no microambiente Ventilação Má renovação do ar pode acarretar: - Estagnação do ar na sala de animais - Aumento de poluentes do ar - Aumento da carga microbiana - Acúmulo de poeira 19

20 Quantidade de ar necessária para a ventilação de Biotérios As espécies comuns de laboratório rio necessitam de 10 a 15 trocas de ar por hora para a eliminação dos odores e manutenção da temperatura e umidade desejadas (Canadian Council on Animal Care, 1980)...deve ser superior a 10 trocas completas de ar por hora (Committee on training and Correct Housing of Laboratory Animals. Hannover,, 1980) X Sistema de Gaiola Aberta Sistema de Gaiola Fechada Sistemas Diferentes, características diferentes 20

21 Renovação do Ar no Sistema de Gaiola Aberta: - Segue o padrão: MACROAMBIENTE trocas de ar/hora até 22 trocas de ar na Sala. No interior da gaiola:?????? Renovação do Ar no Sistema de Gaiola Fechada - Segue o padrão: MICROAMBIENTE - Requer que o ar da Sala onde está localizada a Rack tenha uma renovação de 12 trocas de ar/hora - Renovação do ar no interior da gaiola: - Depende do Fabricante - de 50 a 120 trocas de ar/hora 21

22 Renovação do Ar no Isolador - Renovação do ar através de tubulação específica:15 a 18 trocas de ar/hora. Climatização de Biotérios Condicionador de ar (janela) AR 22

23 Climatização de Biotérios Ar Condicionado Central AR CENTRAL Principais poluentes gerados no interior de salas em Biotérios Amônia Dióxido de carbono Vapor de água Partículas em suspensão 23

24 Formação da amônia ação de bactérias urease positivas presente na urina e fezes diretamente proporcional à densidade populacional da caixa, temperatura e umidade relativa inversamente proporcional à freqüência de troca de cama Efeitos da amônia Afeta a função da traquéia e defesa mucociliar (Serrano, 1971,Gamble, 1976) Aumento na incidência de doenças respiratórias rias (Buck, 1976, Broderson, 1976). interferência da micoplasmose em trabalhos experimentais (Cassel( et al., 1981) Homem a ppm: irritação ocular 24

25 Quantificando a amônia... Métodos diretos (reação colorimétrica) Limite de exposição: 50ppm para 8h/dia Máximo suportável durante 30 minutos: 500ppm Perkins SE and Lipman NS (1995). Characterization and quantification of microenvironmental contaminants in isolator cages with a variety of contact beddings. Contemp Top Lab Anim Sci 34 (3):

26 Cama Maravalha de pinus Corncob (sabugo de milho) Zeolita Perkins SE and Lipman NS (1995). Characterization and quantification of microenvironmental contaminants in isolator cages with a variety of contact beddings. Contemp Top Lab Anim Sci 34 (3):

27 Iluminação Intensidade Duração (fotoper( fotoperíodo) Comprimento de onda Porque é importante controlar a iluminação??? Lesões de córnea c nas linhagens albinas Afeta a reprodução por alterar o ciclo estral Altera o comportamento 27

28 Controle da variabilidade Manejo padronizado Condições ambientais - Iluminação The use of sodium lamps to brightly illuminate mouse houses during their dark phases I. S. McLennan& J. Taylor-Jeffs Lab. Animals

29 The use of sodium lamps to brightly illuminate mouse houses during their dark phases I. S. McLennan& J. Taylor-Jeffs Lab. Animals 2004 Intensidade de Luz Recomendação: não ultrapassar 60 lux no interior das gaiolas!!!!! Luxímetro: 29

30 Fotoperíodo odo Horas de luz X horas de escuro 12 horas X 12 horas Fotoperíodo odo 30

31 Fotoperíodo odo Fonte: Departamento de Astronomia - UFRGS Fotoperíodo odo 31

32 Ruído Intensidade (decibéis) is) Frequência (Hz) Duração Ruído Intensidade (decibéis): is): máximo de 85 decibéis is Decibelímetro: Duração: breve ou contínuo nuo 32

33 Ruído Freqüência Ultra-som Infra-som Decreased Blastocyst Production in Mice Exposed to Increased Rack Noise Bernadette M Zamora, Meisheng Jiang, Ying Wang, Minghua Chai, P Timothy Lawson, and Gregory W Lawson JAALAS 48 (5): September

34 80 db 69 db 45.2 db Decreased Blastocyst Production in Mice Exposed to Increased Rack Noise Bernadette M Zamora, Meisheng Jiang, Ying Wang, Minghua Chai, P Timothy Lawson, and Gregory W Lawson JAALAS 48 (5): September 2009 População na caixa - Gaiolas de Reprodução - Gaiolas de Crescimento: - Apenas machos - Apenas fêmeas Atender as necessidades de espaço mínimo para os animais!!! 34

35 Animais Camundongos em grupos Fêmea + ninhada Ratos em grupos Fêmea + ninhada Peso (g) < >25 < >500 Hamsters < >100 Cobaios <350 >350 Espaço/animal (cm 2 ) 38,7 51,6 77,4 96,796,7 Altura (cm) 12,7 12,7 12,7 12, ,7 109,6 148,35 187,05 258,0 387,0 451,5451,5 17,8 17,8 17,8 17,8 17,8 17, ,8 64,5 83,8 103,2 122,5122,5 387,0 651,5651,5 15,2 15,2 15,2 15,2 17,8 17,8 Sugestão de leitura!! Richter et al. Nature Methods, V. 6, N. 4, p ,

36 Obrigado!! André Carissimi andre.carissimi 36

Status Sanitário e Principais Doenças dos Animais de Laboratório. Prof. Dr. André Silva Carissimi Faculdade de Veterinária - UFRGS.

Status Sanitário e Principais Doenças dos Animais de Laboratório. Prof. Dr. André Silva Carissimi Faculdade de Veterinária - UFRGS. Status Sanitário e Principais Doenças dos Animais de Laboratório Prof. Dr. André Silva Carissimi Faculdade de Veterinária - UFRGS Padrão sanitário Importância do padrão sanitário Informação no artigo científico

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Federal de São Paulo Pró-Reitoria de Graduação Campus Diadema

Ministério da Educação Universidade Federal de São Paulo Pró-Reitoria de Graduação Campus Diadema Normas para cuidado e manejo de animais de laboratório -roedores- utilizados para fins científicos no Biotério de experimentação animal da Universidade Federal de São Paulo, Campus de Diadema, Unidade

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE CONTROLE DE EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL RESOLUÇÃO NORMATIVA No- 15, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013

CONSELHO NACIONAL DE CONTROLE DE EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL RESOLUÇÃO NORMATIVA No- 15, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013 1 CONSELHO NACIONAL DE CONTROLE DE EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL RESOLUÇÃO NORMATIVA No- 15, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2013 ESTRUTURA FÍSICA E AMBIENTE DE BIOTÉRIOS 1. INTRODUÇÃO 2. INSTALAÇÕES 2.1 LOCALIZAÇÃO 2.2.

Leia mais

Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. INSTALAÇÕES... 3

Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. INSTALAÇÕES... 3 Estrutura Física e Ambiente de Roedores e Lagomorfos do Guia Brasileiro de Criação e Utilização de Animais para Atividades de Ensino e Pesquisa Científica CONCEA 2014 Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. INSTALAÇÕES...

Leia mais

ANEXO I 1. INTRODUÇÃO... 2 2. INSTALAÇÕES... 2

ANEXO I 1. INTRODUÇÃO... 2 2. INSTALAÇÕES... 2 ANEXO I Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 2. INSTALAÇÕES... 2 2.1. LOCALIZAÇÃO... 3 2.2. AMBIENTES FÍSICOS... 3 2.2.1. ÁREAS DE APOIO:... 4 2.2.2 ÁREAS DE SERVIÇO... 5 2.2.3 DEPÓSITOS... 7 2.2.4. BARREIRAS SANITÁRIAS

Leia mais

Macro e microambientes

Macro e microambientes Belmira Ferreira dos Santos SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros ANDRADE, A., PINTO, SC., and OLIVEIRA, RS., orgs. Animais de Laboratório: criação e experimentação [online]. Rio de Janeiro: Editora

Leia mais

Ciência em Animais de Laboratório

Ciência em Animais de Laboratório 02/10/2012 Ciência em Animais de Laboratório Marcel Frajblat Universidade Federal do Rio de Janeiro Ciência em Animais de Laboratório 1 I Educação, bioética, legislação e biossegurança em animais de laboratório:

Leia mais

Controle da qualidade de animais de laboratório

Controle da qualidade de animais de laboratório Celia Virginia Pereira Cardoso SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros ANDRADE, A., PINTO, SC., and OLIVEIRA, RS., orgs. Animais de Laboratório: criação e experimentação [online]. Rio de Janeiro:

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO GENÉTICA. Reprodução, Acasalamento, Manutenção e Algumas considerações...

CLASSIFICAÇÃO GENÉTICA. Reprodução, Acasalamento, Manutenção e Algumas considerações... CLASSIFICAÇÃO GENÉTICA Reprodução, Acasalamento, Manutenção e Algumas considerações... Classificação Genética Heterogênicos = outbred Isogênicos = Inbred Acasalamento Aleatório Não-Consangüíneos Acasalamento

Leia mais

Diário Oficial Imprensa Nacional

Diário Oficial Imprensa Nacional Diário Oficial Imprensa Nacional REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL BRASÍLIA - DF Nº 240 15/12/11 Seção 1 p. 39 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE CONTROLE DE EXPERIMENTAÇÃO

Leia mais

Comitê de Ética no Uso de Animais (CEUA) Protocolo de Pesquisa. Comitê de Ética no Uso de Animais (CEUA) Protocolo de Pesquisa

Comitê de Ética no Uso de Animais (CEUA) Protocolo de Pesquisa. Comitê de Ética no Uso de Animais (CEUA) Protocolo de Pesquisa Comitê de Ética no Uso de Animais (CEUA) Protocolo de Pesquisa Protocolo nº: (uso da CEUA) Data de Entrega / / (uso da CEUA) Título do Projeto Pesquisador-chefe Departamento Unidade Acadêmica - - - - -

Leia mais

ANEXO I FORMULÁRIO UNIFICADO PARA SOLICITAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO PARA USO DE ANIMAIS EM ENSINO E/OU PESQUISA

ANEXO I FORMULÁRIO UNIFICADO PARA SOLICITAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO PARA USO DE ANIMAIS EM ENSINO E/OU PESQUISA ANEXO I FORMULÁRIO UNIFICADO PARA SOLICITAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO PARA USO DE ANIMAIS EM ENSINO E/OU PESQUISA PROTOCOLO PARA USO DE ANIMAIS USO EXCLUSIVO DA COMISSÃO PROTOCOLO N o RECEBIDO EM: / / No campo

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA BIOTÉRIO CENTRAL ORIENTAÇÃO TÉCNICA Nº 001/2015

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA BIOTÉRIO CENTRAL ORIENTAÇÃO TÉCNICA Nº 001/2015 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA BIOTÉRIO CENTRAL ORIENTAÇÃO TÉCNICA Nº 001/2015 ALOJAMENTO E MANUTENÇÃO DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO NO BIOTÉRIO CENTRAL E BIOTÉRIOS SETORIAIS/EXPERIMENTAIS DA UFSM 1.

Leia mais

Boas Práticas no Manuseio de Animais de Laboratório: Cuidado com os Animais Experimentais

Boas Práticas no Manuseio de Animais de Laboratório: Cuidado com os Animais Experimentais Boas Práticas no Manuseio de Animais de Laboratório: Cuidado com os Animais Experimentais Marcella M. Terra Biomédica 2013 1 Pesquisa Pré-Cliníca - Importância Melhorar a Qualidade de Vida Buscar a cura

Leia mais

PERFIL BIOQUÍMICO DAS COLÔNIAS DE ROEDORES PRODUZIDOS PELO SACPA/IEC/SVS/MS

PERFIL BIOQUÍMICO DAS COLÔNIAS DE ROEDORES PRODUZIDOS PELO SACPA/IEC/SVS/MS PERFIL BIOQUÍMICO DAS COLÔNIAS DE ROEDORES PRODUZIDOS PELO SACPA/IEC/SVS/MS Alexandra Ariadine Bittencourt GONÇALVES 1 ; Klena Sarges Marruaz da SILVA 2 ; Kleber FAIAL 3 ; Luiza Loureiro ARAÚJO 2 Resumo

Leia mais

Veterinário. Caderno de Questões Prova Objetiva

Veterinário. Caderno de Questões Prova Objetiva Concurso Público Caderno de Questões Prova Objetiva 2015 01 Os hamsters são roedores de corpo robusto, cauda curta e perna curta. Dentre as características dos hamsters, uma apresenta grande destaque

Leia mais

CRITÉRIOS PARA OS CURSOS DE CIÊNCIA DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO E FORMADORES

CRITÉRIOS PARA OS CURSOS DE CIÊNCIA DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO E FORMADORES CRITÉRIOS PARA OS CURSOS DE CIÊNCIA DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO E FORMADORES A. CURSOS PARA A CATEGORIA A DA FELASA (tratador de animais) (Pessoas que cuidam dos animais) Os cursos de ciência de animais

Leia mais

PROTOCOLO PARA USO DE ANIMAIS

PROTOCOLO PARA USO DE ANIMAIS PROTOCOLO PARA USO DE ANIMAIS USO EXCLUSIVO DA COMISSÃO PROTOCOLO N o RECEBIDO EM: / / 1. Finalidade: [ ] Ensino [ ] Pesquisa [ ] Treinamento 2. Data: Início / / Término / / 3. Docente/ Pesquisador Responsável:

Leia mais

PRINCÍPIOS INTERNACIONAIS PARA A PESQUISA BIOMÉDICA ENVOLVENDO ANIMAIS

PRINCÍPIOS INTERNACIONAIS PARA A PESQUISA BIOMÉDICA ENVOLVENDO ANIMAIS PRINCÍPIOS INTERNACIONAIS PARA A PESQUISA BIOMÉDICA ENVOLVENDO ANIMAIS ADAPTADO do International Guiding Principles for Biomedical Research Involving Animals (CIOMS) - Genebra, 1985. 1 - PRINCÍPIOS BÁSICOS

Leia mais

Criação e manejo de camundongos

Criação e manejo de camundongos Belmira Ferreira dos Santos SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros ANDRADE, A., PINTO, SC., and OLIVEIRA, RS., orgs. Animais de Laboratório: criação e experimentação [online]. Rio de Janeiro: Editora

Leia mais

Segurança a e Saúde no Trabalho

Segurança a e Saúde no Trabalho Metodologia de inspeção nos locais de trabalho: Portaria No. 5 do DSST de 17/08/92 Portaria No. 25 da SSST de 29/12/1992 Etapas de planejamento 1o. Conhecer os trabalhos anteriores 2o. Levantar a Planta

Leia mais

REGULAMENTO DO BIOTÉRIO DA UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL - UNISC. Capítulo I. Das Finalidades do Biotério

REGULAMENTO DO BIOTÉRIO DA UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL - UNISC. Capítulo I. Das Finalidades do Biotério REGULAMENTO DO BIOTÉRIO DA UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL - UNISC Capítulo I Das Finalidades do Biotério Art. 1º O Biotério da Universidade de Santa Cruz do Sul, tem por finalidade auxiliar nas providências

Leia mais

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE AGRONOMIA E MEDICINA VETERINÁRIA ANDRE SIMAAN DOS SANTOS

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE AGRONOMIA E MEDICINA VETERINÁRIA ANDRE SIMAAN DOS SANTOS UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA FACULDADE DE AGRONOMIA E MEDICINA VETERINÁRIA ANDRE SIMAAN DOS SANTOS DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES REALIZADAS NO CENTRO DE CRIAÇÃO DE ANIMAIS DE LABORATÓRIO DA FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ

Leia mais

BOAS PRÁTICAS EM CONSULTÓRIOS MÉDICOS. Alessandra Lima

BOAS PRÁTICAS EM CONSULTÓRIOS MÉDICOS. Alessandra Lima BOAS PRÁTICAS EM CONSULTÓRIOS MÉDICOS Alessandra Lima PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DOS 2005: 5 ENF 2006: 2 ENF 2007: 3 ENF CONSULTÓRIOS MÉDICOS 2009: 2 ENF 2008 3 ENF Necessidade de mudança do foco: Preocupação

Leia mais

Biossegurança RISCOS BIOLOGICOS. UNISC Departamento de Biologia e Farmácia Prof. Jane Renner

Biossegurança RISCOS BIOLOGICOS. UNISC Departamento de Biologia e Farmácia Prof. Jane Renner Biossegurança RISCOS BIOLOGICOS UNISC Departamento de Biologia e Farmácia Prof. Jane Renner Risco biológico Definição Agente de origem biológica que possui a capacidade de produzir efeitos deletérios em

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS PADRE ALBINO - FIPA

FACULDADES INTEGRADAS PADRE ALBINO - FIPA INSTRUÇÕES PARA ENVIO DE PROJETOS Senhor(a) Usuário(a): Para o envio de projetos que utilizam animais, o Requerimento e o Formulário deverão ser preenchidos e encaminhados com as assinaturas do pesquisador

Leia mais

PPRA Programa de Prevenção de Riscos Ambientais ECOMAX SERVICOS AMBIENTAIS LTDA.

PPRA Programa de Prevenção de Riscos Ambientais ECOMAX SERVICOS AMBIENTAIS LTDA. PPRA Programa de Prevenção de Riscos Ambientais ECOMAX SERVICOS AMBIENTAIS LTDA. 15/10/2012 Vigência do PPRA Identificação Empresa ECOMAX SERVICOS AMBIENTAIS LTDA. Endereço Rua dos Ciclames, 802 Cep Cidade

Leia mais

FERRAMENTAS E PRÁTICAS DE BAIXO CUSTO PARA MELHORAR O BEM-ESTAR DE ANIMAIS DE PRODUÇÃO. Irenilza de Alencar Nääs

FERRAMENTAS E PRÁTICAS DE BAIXO CUSTO PARA MELHORAR O BEM-ESTAR DE ANIMAIS DE PRODUÇÃO. Irenilza de Alencar Nääs FERRAMENTAS E PRÁTICAS DE BAIXO CUSTO PARA MELHORAR O BEM-ESTAR DE ANIMAIS DE PRODUÇÃO Irenilza de Alencar Nääs 1 O Brasil é um dos maiores produtores de aves no mundo. Crescimento mundial do consumo Preocupação

Leia mais

Limpeza hospitalar *

Limpeza hospitalar * CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO São Paulo, março de 2009. Limpeza hospitalar * Limpeza hospitalar é o processo de remoção de sujidades de superfícies do ambiente, materiais e equipamentos,

Leia mais

Ambiente físico do Centro de Material Esterilizado

Ambiente físico do Centro de Material Esterilizado Ambiente físico do Centro de Material Esterilizado Gessilene de Sousa Sobecc, julho2011 Agenda Regulamentação Definição: Centro de Material Esterilizado - CME; Estrutura Física: Áreas de composição; Fluxograma

Leia mais

Término Previsto: ---/---/-----

Término Previsto: ---/---/----- UNIVERSIDADE CAMILO CASTELO BRANCO CEUA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS PROTOCOLO N o. (Para uso exclusivo da CEUA) 1. FORMULÁRIO DE ENCAMINHAMENTO PARA PESQUISA ENVOLVENDO ANIMAIS Curso: Campus: Título

Leia mais

O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO PELOS ALUNOS E TÉCNICOS DA FACULDADE NOVAFAPI

O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO PELOS ALUNOS E TÉCNICOS DA FACULDADE NOVAFAPI O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO PELOS ALUNOS E TÉCNICOS DA FACULDADE NOVAFAPI Francisca Miriane de Araújo- NOVAFAPI Lorena Bezerra Barros- NOVAFAPI Marcela de Lacerda Valença- NOVAFAPI Márcio Edivandro

Leia mais

FISPQ. Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico ACELERADOR DE VULCANIZAÇÃO MBTS-80 ACELERADOR DE VULCANIZAÇÃO MBTS-80

FISPQ. Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico ACELERADOR DE VULCANIZAÇÃO MBTS-80 ACELERADOR DE VULCANIZAÇÃO MBTS-80 Folha: 1 / 5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Código Interno: Principais usos recomendados: Master de acelerador de vulcanização de borracha MBTS-80. Acelerador de vulcanização;

Leia mais

AMBIÊNCIA PLANEJAMENTO DO AMBIENTE EM UAN TIPOS DE ILUMINAÇÃO EM UAN 20/11/2010 FONTES DE ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL ÍNDICE DE REPRODUÇÃO DE CORES (IRC)

AMBIÊNCIA PLANEJAMENTO DO AMBIENTE EM UAN TIPOS DE ILUMINAÇÃO EM UAN 20/11/2010 FONTES DE ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL ÍNDICE DE REPRODUÇÃO DE CORES (IRC) PLANEJAMENTO DO AMBIENTE EM UAN Iluminação Cores Ventilação Temperatura AMBIÊNCIA Umidade Ruído Material de revestimento Profa. Flávia Milagres Campos Ambiente aconchegante e agradável para clientese funcionários:

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TRATADOR(A) DE ANIMAIS EM CATIVEIRO

PERFIL PROFISSIONAL TRATADOR(A) DE ANIMAIS EM CATIVEIRO PERFIL PROFISSIONAL TRATADOR(A) DE ANIMAIS EM CATIVEIRO PERFIL PROFISSIONAL Tratador/a de animais em Cativeiro Nível 2 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/8 ÁREA DE ACTIVIDADE - AGRO-ALIMENTAR OBJECTIVO

Leia mais

INSTRUÇÃO PARA O PREENCHIMENTO DOS PROTOCOLOS PARA USO DE ANIMAIS. Os seguintes tópicos devem ser considerados no preenchimento dos protocolos:

INSTRUÇÃO PARA O PREENCHIMENTO DOS PROTOCOLOS PARA USO DE ANIMAIS. Os seguintes tópicos devem ser considerados no preenchimento dos protocolos: INSTRUÇÃO PARA O PREENCHIMENTO DOS PROTOCOLOS PARA USO DE ANIMAIS 1. Informações Gerais Os seguintes tópicos devem ser considerados no preenchimento dos protocolos: Razão do uso. Adequação e disponibilidade

Leia mais

Instrução Normativa CTNBio nº 6, de 28.02.97

Instrução Normativa CTNBio nº 6, de 28.02.97 Instrução Normativa CTNBio nº 6, de 28.02.97 Dispõe sobre as normas de classificação dos experimentos com vegetais geneticamente modificados quanto aos níveis de risco e de contenção. A COMISSÃO TÉCNICA

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO BIOTÉRIO DE PESQUISA E EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL

REGIMENTO INTERNO DO BIOTÉRIO DE PESQUISA E EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL REGIMENTO INTERNO DO BIOTÉRIO DE PESQUISA E EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL BELO HORIZONTE, 2014 1 A coordenação do núcleo de pós-graduação stricto sensu do Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) da Santa Casa de

Leia mais

Procedimento da Higiene das Mãos

Procedimento da Higiene das Mãos HIGIENE DAS MÃOS Pág. 1/7 Objetivo Melhorar as práticas de higiene das mãos dos profissionais de saúde. Reduzir a transmissão cruzada de microrganismos patogénicos. Âmbito Todos os serviços clínicos e

Leia mais

FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos em acordo com a NBR 14725-4:2009

FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos em acordo com a NBR 14725-4:2009 Nome do Produto: CYDEX Página 1 de 5 1. Identificação do Produto e da Empresa Nome do Produto: CYDEX Nome da empresa: FARMABASE SAÚDE ANIMAL LTDA. Av. Emílio Marconato, 1000 Galpão A3 Chácara Primavera.

Leia mais

FISPQ. Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico ACELERADOR MOR ACELERADOR MOR ACELERADOR MOR. Acelerador de vulcanização

FISPQ. Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico ACELERADOR MOR ACELERADOR MOR ACELERADOR MOR. Acelerador de vulcanização Folha: 1 / 6 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Código Interno: Principais usos recomendados: Acelerador de vulcanização Cas number: 102-77-2 Empresa: Endereço: Basile Química Ind.

Leia mais

aktron RESOLUÇÃO 9/2003 DA ANVISA: TUDO QUE O PROFISSIONAL DE SEGURANÇA DO TRABALHO PRECISA SABER SOBRE QUALIDADE DO AR AMBIENTE

aktron RESOLUÇÃO 9/2003 DA ANVISA: TUDO QUE O PROFISSIONAL DE SEGURANÇA DO TRABALHO PRECISA SABER SOBRE QUALIDADE DO AR AMBIENTE RESOLUÇÃO 9/2003 DA ANVISA: TUDO QUE O PROFISSIONAL DE SEGURANÇA DO TRABALHO PRECISA SABER SOBRE QUALIDADE DO AR AMBIENTE Resolução 9/2003 da ANVISA: tudo que o profissional de Segurança do Trabalho precisa

Leia mais

Implantação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo do Ceca/Fiocruz.

Implantação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo do Ceca/Fiocruz. Implantação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo do Ceca/Fiocruz. Objeto Desenvolver Projeto para a implementação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo no Cecal. Introdução:

Leia mais

UM OLHAR SOBRE O COMPRESSOR NOS CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS

UM OLHAR SOBRE O COMPRESSOR NOS CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS UM OLHAR SOBRE O COMPRESSOR NOS CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS NAS INSPEÇÕES DE CONSULTÓRIOS E CLÍNICAS ODONTOLÓGICAS ATÉ RECENTEMENTE NÃO ERA DADA A DEVIDA ATENÇÃO AO COMPRESSOR - TIPO - LOCAL

Leia mais

CIPA GESTÃO 2013/2014

CIPA GESTÃO 2013/2014 HOSPITAL SÃO PAULO-SPDM Mapa de Risco da Empresa: Questionário auxiliar para elaboração do Mapa de Riscos Mapa de Risco é uma representação gráfica de um conjunto de fatores presentes nos locais de trabalho,

Leia mais

Análise de risco em alimentos, com foco na área de resistência microbiana

Análise de risco em alimentos, com foco na área de resistência microbiana IV CONGRESSO BRASILEIRO DE QUALIDADE DO LEITE Análise de risco em alimentos, com foco na área de resistência microbiana Perigo (hazard): agente biológico, químico ou físico, ou propriedade do alimento

Leia mais

FISPQ. Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico ANTIOXIDANTE BHT ANTIOXIDANTE BHT ANTIOXIDANTE BHT. Utilizado como antioxidante.

FISPQ. Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico ANTIOXIDANTE BHT ANTIOXIDANTE BHT ANTIOXIDANTE BHT. Utilizado como antioxidante. Folha: 1 / 6 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Código Interno: Principais usos recomendados: Utilizado como antioxidante. Cas number: 128-37-0 Empresa: Endereço: Basile Química

Leia mais

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos REVISÃO 03 DATA DA REVISÃO: 26/06/2011 ACABAMENTO EPÓXI PARTE B FISPQ - 061 ACABAMENTO

Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos REVISÃO 03 DATA DA REVISÃO: 26/06/2011 ACABAMENTO EPÓXI PARTE B FISPQ - 061 ACABAMENTO FISPQ - 061 ACABAMENTO EPOXI - Parte B 1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Fabricante: Aderência Pisos e Revestimentos Ltda. Endereço: Rua Dr. Sebastião Carlos Arantes, 35 São Paulo SP CEP 04624-130 Telefone:

Leia mais

QUALIDADE DO AR INTERIOR

QUALIDADE DO AR INTERIOR QUALIDADE DO AR INTERIOR POR DIA OS NOSSOS PULMÕES FILTRAM CERCA DE 13. 000 LITROS DE AR! A POLUIÇÃO EM AMBIENTES FECHADOS É UMA DAS PRINCIPAIS CAUSAS DE DOENÇAS RESPIRATÓRIAS A maior parte das nossas

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO O BIOTÉRIO DE EXPERIMENTAÇÃO SEGUE OS PRINCÍPIOS DOS 3 RS DE RUSSEL E BURCH (1959). NORMAS DO BIOTÉRIO DE EXPERIMENTAÇÃO: 1. CEUA: Todos os experimentos com animais devem ser submetidos previamente a aprovação

Leia mais

INSTITUIÇÃO: DATA: RESPONSÁVEL PELA INSPEÇÃO: NOME DO RESP. PELO SERVIÇO;

INSTITUIÇÃO: DATA: RESPONSÁVEL PELA INSPEÇÃO: NOME DO RESP. PELO SERVIÇO; INSTITUIÇÃO: DATA: RESPONSÁVEL PELA INSPEÇÃO: NOME DO RESP. PELO SERVIÇO; Tipo do Serviço: ( ) Próprio ( )terceirizado Nome; Possui Licença sanitária? ( ) SIM ( ) NÃO N /ANO: Há um encarregado do setor

Leia mais

Saúde e bem-estar social

Saúde e bem-estar social Marcos Antônio Pereira Marques SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros ANDRADE, A., PINTO, SC., and OLIVEIRA, RS., orgs. Animais de Laboratório: criação e experimentação [online]. Rio de Janeiro:

Leia mais

Comparação entre Telhado Verde e Convencional nas Temperaturas Internas de Ambientes

Comparação entre Telhado Verde e Convencional nas Temperaturas Internas de Ambientes Comparação entre Telhado Verde e Convencional nas Temperaturas Internas de Ambientes Douglas Vaciliev Vacilikio 1 ; Luciano Fleischfresser 2 1 Aluno de Tecnologia em Gestão Ambiental da Universidade Tecnológica

Leia mais

Autoclavagem. Microondas. Manejo de Resíduos Sólidos e de Serviços de Saúde Tratamento preliminar e destinação

Autoclavagem. Microondas. Manejo de Resíduos Sólidos e de Serviços de Saúde Tratamento preliminar e destinação USP Incineração Manejo de Resíduos Sólidos e de Serviços de Saúde Profa. Dra. Vera Letticie de Azevedo Ruiz 2014 1 Deve seguir a Resolução CONAMA nº 316 de 2002 Processo cuja operação seja realizada acima

Leia mais

ANEXO VII: NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3)

ANEXO VII: NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3) ANEXO VII: NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3) NR 9 - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS (109.000-3) 9.1. Do objeto e campo de aplicação. 9.1.1. Esta Norma Regulamentadora

Leia mais

3. Identificação dos Perigos Perigos mais importantes : Ação irritante para olhos, pele e sistema respiratório.

3. Identificação dos Perigos Perigos mais importantes : Ação irritante para olhos, pele e sistema respiratório. Tripolifosfato de Sódio Página 1 de 5 1. Identificação do Produto e da Empresa Nome do produto : Tripolifosfato de Sódio Código do produto : 001.019 Empresa Corpo de Bombeiros : 193 Polícia Militar : 190

Leia mais

CIÊNCIAS NATURAIS 6º ANO PLANIFICAÇÃO ANUAL. 1º Período. Domínio1- TROCAS VITAIS COMUNS AOS SERES VIVOS

CIÊNCIAS NATURAIS 6º ANO PLANIFICAÇÃO ANUAL. 1º Período. Domínio1- TROCAS VITAIS COMUNS AOS SERES VIVOS Ano letivo 01/016 CIÊNCIAS NATURAIS 6º ANO PLANIFICAÇÃO ANUAL 1º Período : Domínio1- TROCAS VITAIS COMUNS AOS SERES VIVOS 1.1. Importância de uma alimentação equilibrada e segura Alimentos e nutrientes;

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança para Produto Químico (FISPQ) Kaliumcryl TPG7525 Página 1 de 5

Ficha de Informação de Segurança para Produto Químico (FISPQ) Kaliumcryl TPG7525 Página 1 de 5 Página 1 de 5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome: Empresa: Kalium Chemical Com. Import. E Export. Ltda Matriz: Av. das Nações Unidas, 10.989 Conj. 141-14º andar Parte - Vl. Olimpia São Paulo

Leia mais

Nome do produto: MC Injekt 2300 Top (A) Data da última revisão: 22/07/2011. - Nome da empresa: MC-Bauchemie Brasil Indústria e Comércio Ltda

Nome do produto: MC Injekt 2300 Top (A) Data da última revisão: 22/07/2011. - Nome da empresa: MC-Bauchemie Brasil Indústria e Comércio Ltda Página 1 de 5 1. Identificação do produto e da empresa - Nome do produto: MC Injekt 2300 TOP (Parte A) - Nome da empresa: MC-Bauchemie Brasil Indústria e Comércio Ltda - Endereço: Rua Henry Martin, 235

Leia mais

MANUFATURA PRODUTOS KING

MANUFATURA PRODUTOS KING PÁGINA 1 de 11 FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO TÍTULO ÓLEO DE PEROBA. Nº FISPQ 200001 1 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA E DO PRODUTO Nome do produto: ÓLEO DE PEROBA. Nome da empresa: LTDA.

Leia mais

Diretrizes para a Vigilância e Controle de Morcegos em Áreas

Diretrizes para a Vigilância e Controle de Morcegos em Áreas Diretrizes para a Vigilância e Controle de Morcegos em Áreas Urbanas Marcelo Yoshito Wada Grupo Técnico da Raiva COVEV/CGDT/DEVEP/SVS/MS / /S S/ S Outubro, 2008 Importância para saúde pública Aproximadamente

Leia mais

Biossegurança em Biotérios

Biossegurança em Biotérios Biossegurança em Biotérios Prof. André Silva Carissimi Faculdade de Veterinária UFGS Biossegurança é... o conjunto de ações a voltadas para a prevenção, minimização ou eliminação de riscos inerentes às

Leia mais

Para poderem funcionar / estar abertos ao público, todos os Estabelecimento devem

Para poderem funcionar / estar abertos ao público, todos os Estabelecimento devem Nos termos definidos no art.º 5.º do Decreto-Lei n.º 234/2007, de 19 de Junho, O DECRETO REGULAMENTAR N.º 20/2008, de 27 de Novembro, VEIO ESTABELECER QUAIS OS REQUISITOS ESPECÍFICOS RELATIVOS ÀS INSTALAÇÕES,

Leia mais

MANUAL PARA INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE EMPREENDIMENTOS DE USO E MANEJO DE FAUNA SILVESTRE EM CATIVEIRO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

MANUAL PARA INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE EMPREENDIMENTOS DE USO E MANEJO DE FAUNA SILVESTRE EM CATIVEIRO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SETOR DE FAUNA SILVESTRE DEPARTAMENTO DE BIODIVERSIDADE SECRETARIA DO AMBIENTE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MANUAL PARA INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE EMPREENDIMENTOS DE USO E MANEJO DE FAUNA SILVESTRE EM

Leia mais

Anais da 3ª Jornada Científica da UEMS/Naviraí

Anais da 3ª Jornada Científica da UEMS/Naviraí Anais da 3ª Jornada Científica da UEMS/Naviraí 22 a 26 de Outubro de 2013 Naviraí/MS - Brasil www.uems.br/navirai Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - Unidade de Naviraí 97 Avaliação das Condições

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico - FISPQ

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico - FISPQ PRODUTO: ÓLEO COMBUSTÍVEL TIPO 2A Página 1 de 6 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: ÓLEO COMBUSTÍVEL TIPO 2A Código interno de identificação: Pb0074. Nome da empresa: Petróleo Brasileiro

Leia mais

MAPA DE RISCOS COMSAT

MAPA DE RISCOS COMSAT MAPA DE RISCOS COMSAT Comissão de Saúde do Trabalhador 1 - Cores usadas no Mapa de Risco e Tabela de Gravidade GRUPO 1: VERDE GRUPO 2: VERMELHO GRUPO 3: MARROM GRUPO 4: AMARELO GRUPO 5: AZUL Riscos Físicos

Leia mais

FICHA TÉCNICA DE SEGURANÇA DO PRODUTO QUÍMICO - FISPQ Data da Revisão: 06.03.06

FICHA TÉCNICA DE SEGURANÇA DO PRODUTO QUÍMICO - FISPQ Data da Revisão: 06.03.06 01. Identificação do Produto e da Empresa. Nome do Produto: Rotosafe Bro 700 001 OR 0050 nº Material: 110319 Nome da Empresa: Domingos Araújo Neto Endereço: Av. Francisco Sá, 3405 Monte Castelo Fortaleza

Leia mais

Risco Biológico. A ocorrência do evento danoso está ligado à :

Risco Biológico. A ocorrência do evento danoso está ligado à : RISCO BIOLÓGICO Risco Biológico A ocorrência do evento danoso está ligado à : 1) Existência ou não de medidas preventivas Níveis de Biossegurança. 2) Existência ou não de medidas preventivas que garantam

Leia mais

CT2306 CT2307 CT2308. Tecnologista em Saúde Pública. Prova Objetiva e Discursiva. Criação e manejo de animais de laboratório

CT2306 CT2307 CT2308. Tecnologista em Saúde Pública. Prova Objetiva e Discursiva. Criação e manejo de animais de laboratório CT2306 CT2307 CT2308 Criação e manejo de animais de laboratório Tecnologista em Saúde Pública Prova Objetiva e Discursiva Conhecimentos Específicos na Área de Atuação 01. Segundo a Lei 11 794/08 a utilização

Leia mais

TIPOS DE RISCOS. Riscos Físicos Riscos Químicos Riscos Biológicos Riscos Ergonómicos Riscos de Acidentes

TIPOS DE RISCOS. Riscos Físicos Riscos Químicos Riscos Biológicos Riscos Ergonómicos Riscos de Acidentes RISCO Consideram-se Risco de Trabalho todas as situações, reais ou potenciais, suscetíveis de a curto, médio ou longo prazo, causarem lesões aos trabalhadores ou à comunidade, em resultado do trabalho.

Leia mais

Equipamentos, materiais e insumos

Equipamentos, materiais e insumos Equipamentos, materiais e insumos Sebastião Enes Reis Couto SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros ANDRADE, A., PINTO, SC., and OLIVEIRA, RS., orgs. Animais de Laboratório: criação e experimentação

Leia mais

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE II O CANTEIRO DE OBRAS O canteiro de obras Introdução Sistema de produção Em muitos casos de obras de construção e montagem o canteiro de obras pode ser comparado a uma fábrica

Leia mais

Riscos Ambientais MAPA DE RISCOS

Riscos Ambientais MAPA DE RISCOS Riscos Ambientais MAPA DE RISCOS MAPA DE RISCOS Previsto na NR 5. 5.16 A CIPA terá por atribuição: a) identificar os riscos do processo de trabalho, e elaborar o mapa de riscos, com a participação do maior

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico FISPQ: 753.01/2016

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico FISPQ: 753.01/2016 Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico FISPQ: 753.01/2016 FUNDO PREPARADOR DE PAREDES BASE ÁGUA PREMIUM CORIARTE Data 12/02/2016 Revisão: 002/2016 Página 1/6 1-IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA

Leia mais

Ar Condicionado. Tipos de aparelhos

Ar Condicionado. Tipos de aparelhos Ar Condicionado As pessoas passam, porventura, até cerca de 90 % das suas vidas nos espaços confinados, seja nas suas residências, no trabalho, nos transportes ou mesmo em espaços comerciais. A questão

Leia mais

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CENTRAL DE LABORATÓRIOS BIOTÉRIO

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CENTRAL DE LABORATÓRIOS BIOTÉRIO NORMAS DO DE EXPERIMENTAÇÃO E MANUTENÇÃO 1. CEUA: Todos os experimentos com animais devem ser submetidos previamente à aprovação da CEUA (Comissão de Ética no Uso de Animais). Somente após a aprovação

Leia mais

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO

FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Página 1 de 6 FISPQ - FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO Em conformidade com NBR 14725-4/2012 FISPQ n : 224/14 Data: 01/09/14 Revisão: 0 Data Rev.: 01/09/14 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO

Leia mais

A GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO UMA NOVA ABORDAGEM DE GESTÃO

A GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO UMA NOVA ABORDAGEM DE GESTÃO por A GESTÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO UMA NOVA ABORDAGEM DE GESTÃO por Resolução do Conselho 2002/C161/01 Nova Estratégia Comunitária de Saúde e Segurança (2002 2006) Redução dos Acidentes de Trabalho

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico Página 1 de 4

Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico Página 1 de 4 Página 1 de 4 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA LATEX ACRILICO PLUS Empresa INDUSTRIA E COMERCIO DE TINTAS FERRAZ LTDA RODOVIA INDIO TIBIRIÇA 2520 RAFFO SUZANO SP CEP 008776-960 SAC- (11) 4749-1566

Leia mais

Criação e produção de animais transgênicos e nocautes

Criação e produção de animais transgênicos e nocautes Criação e produção de animais transgênicos e nocautes Eliana Saul Furquim Werneck Abdelhay SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros ANDRADE, A., PINTO, SC., and OLIVEIRA, RS., orgs. Animais de Laboratório:

Leia mais

MANUAL DE APOIO AO PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO UNIFICADO PARA SOLICITAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO PARA USO DE ANIMAIS EM ENSINO E PESQUISA

MANUAL DE APOIO AO PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO UNIFICADO PARA SOLICITAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO PARA USO DE ANIMAIS EM ENSINO E PESQUISA MANUAL DE APOIO AO PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO UNIFICADO PARA SOLICITAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO PARA USO DE ANIMAIS EM ENSINO E PESQUISA CEUA / SLMANDIC 2013 PREFÁCIO Existem normas nacionais e internacionais

Leia mais

Caracterização de biotérios, legislação e padrões de biossegurança

Caracterização de biotérios, legislação e padrões de biossegurança Revista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada Journal of Basic and Applied Pharmaceutical Sciences Rev. Ciênc. Farm. Básica Apl., vol. 29, n.1, p. 17-28, 2008 ISSN 1808-4532 Caracterização de biotérios,

Leia mais

Acido Crômico Anidro FISPQ nº: 0007 Ultima Revisão: 08/11/2014

Acido Crômico Anidro FISPQ nº: 0007 Ultima Revisão: 08/11/2014 1. Identificação do Produto e da Empresa Nome do produto : Código do produto : 0007 Empresa : Jenifer Martins de Souza (MV Química / Lubrificantes Brasil) Rua José Carlos, 44 Jandira - SP Cep: 06608-330

Leia mais

INCUBAÇÃO ARTIFICIAL. Alexandre Pires Rosa. alexandreprosa@smail.ufsm.br. Elenice Zucuni Franco. elenicefranco@mail.ufsm.br

INCUBAÇÃO ARTIFICIAL. Alexandre Pires Rosa. alexandreprosa@smail.ufsm.br. Elenice Zucuni Franco. elenicefranco@mail.ufsm.br INCUBAÇÃO ARTIFICIAL alexandreprosa@smail.ufsm.br Elenice Zucuni Franco elenicefranco@mail.ufsm.br QUALIDADE DA CASCA Segurança Considerações iniciais CUIDADOS NA INCUBAÇÃO ARTIFICIAL NA ARMAZENAGEM Posição:

Leia mais

PPRA / NR 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS

PPRA / NR 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS PPRA / NR 9 PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS SETEMBRO / 2005 SANTA MARIA - RS Avenida. Medianeira 1900, Centro Santa Maria/ RS, CEP 97060-002- Fone (55) 3027 8911 Sumário 1 INTRODUÇÃO... 3 2

Leia mais

DOW CORNING(R) 57 ADDITIVE

DOW CORNING(R) 57 ADDITIVE Página: 1 de 7 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Dow Corning Do Brasil Ltda Rod. Jornalista Francisco Aguirra Proença, s/nº - Km 8,5 Bairro: Chácaras Assay CEP 13186-903 Hortolândia/SP Brasil Telefone

Leia mais

ESCOLHA E CUIDADOS COM ANIMAIS DE EXPERIMENTAÇÃO

ESCOLHA E CUIDADOS COM ANIMAIS DE EXPERIMENTAÇÃO ESCOLHA E CUIDADOS COM ANIMAIS DE EXPERIMENTAÇÃO Qual animal utilizar para experimentação? Cão de rua - homogeneizar amostra, procedência e raça, carga genética e microflora, idade(pelagem e peso), doenças

Leia mais

ECOTELHADO BRANCO. Revestimento Reflexivo

ECOTELHADO BRANCO. Revestimento Reflexivo ECOTELHADO BRANCO Revestimento Reflexivo 2 Especificações Quando se trata de problemas com elevadas temperaturas devido a incidência solar e falta de estrutura para telhado verde, a refletância é a melhor

Leia mais

Página 1 de 6 FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ

Página 1 de 6 FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS FISPQ Página 1 de 6 1. Identificação do produto e da empresa - Nome do produto: Ortolan Sep 791 - Nome da empresa: MC-Bauchemie Brasil Indústria e Comércio Ltda - Endereço: Rua Henry Martin, 235 Vargem Grande

Leia mais

Casas de Banho de Composto Orgânico

Casas de Banho de Composto Orgânico Casas de Banho de Composto Orgânico O que é uma casa de banho de composto orgânico e como construí-lo? Módulo para poupança de água e gestão descentralizada dos dejetos humanos Tamera, SolarVillage Valerio

Leia mais

Gestão de riscos em saúde, segurança e higiene Ergonomia no espaço do trabalho. Pablo Barrera Engenheiro de SSMA - COPESUL

Gestão de riscos em saúde, segurança e higiene Ergonomia no espaço do trabalho. Pablo Barrera Engenheiro de SSMA - COPESUL Gestão de riscos em saúde, segurança e higiene Ergonomia no espaço do trabalho Pablo Barrera Engenheiro de SSMA - COPESUL O Pólo Petroquímico do Sul - Localização A Copesul e a Sustentabilidade Sistemas

Leia mais

FISPQ - Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Óleo Petroquil 600

FISPQ - Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Óleo Petroquil 600 FISPQ - Ficha de Informações de Segurança de Produto Químico Óleo Petroquil 600 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Óleo Petroquil 600 Nome da empresa: Inoquímica Indústria e Comércio

Leia mais

INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA NA PRODUÇÃO DE FRANGOS DE CORTE

INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA NA PRODUÇÃO DE FRANGOS DE CORTE INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA NA PRODUÇÃO DE FRANGOS DE CORTE M. K. Eckman Departamento de Ciência Avícola Universidade de Auburn Auburn, AL 36849 5416 Prioridades Influência da Temperatura na Produção de

Leia mais

DELTA DO JACUÍ ILHAS DA PINTADA, GRANDE DOS MARINHEIROS, FLORES E PAVÃO: Estudo Preliminar de Viabilidade para Tratamento de Esgoto

DELTA DO JACUÍ ILHAS DA PINTADA, GRANDE DOS MARINHEIROS, FLORES E PAVÃO: Estudo Preliminar de Viabilidade para Tratamento de Esgoto DELTA DO JACUÍ ILHAS DA PINTADA, GRANDE DOS MARINHEIROS, FLORES E PAVÃO: Estudo Preliminar de Viabilidade para Tratamento de Esgoto Área temática: Saúde Pública/Vigilância Sanitária e Ambiental Trabalho

Leia mais

2.1 Natureza química: Substrato: Preparação X:

2.1 Natureza química: Substrato: Preparação X: 1. Identificação do substrato/ preparação e empresa 1.1 Nome do produto: Massa de corte no. 897, artigo 931A 1.2 Nome, endereço e número de telefone do fabricante: Fabricante: Endereço: Schumacher Precision

Leia mais

DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES

DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES AÇÕES DE CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL NO APROVEITAMENTO E TRANSFORMAÇÃO DOS RESÍDUOS EM ESCOLA ESTADUAL. Área Temática: Meio Ambiente Alexandre Couto Rodrigues 1 Jacson Rodrigues França 2 Rafael Borth da

Leia mais

Gerenciamento de Riscos em Serviços de Saúde e a Segurança a dos Trabalhadores

Gerenciamento de Riscos em Serviços de Saúde e a Segurança a dos Trabalhadores Gestão em Saúde e Segurança a no Trabalho em Serviços de Saúde Gerenciamento de Riscos em Serviços de Saúde e a Segurança a dos Trabalhadores 2007 As invenções do homem, em busca do bem estar e de melhores

Leia mais

ÉTICA NO USO DE ANIMAIS

ÉTICA NO USO DE ANIMAIS ÉTICA NO USO DE ANIMAIS Profª Cristiane Matté Departamento de Bioquímica Instituto de Ciências Básicas da Saúde Universidade Federal do Rio Grande do Sul Bioética Bioética é uma reflexão compartilhada,

Leia mais