ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA ALCIDES TEIXEIRA BARBACOVI A APLICAÇÃO DAS MÍDIAS SOCIAIS NO PROCESSO DE MOBILIZAÇÃO NACIONAL

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1 ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA ALCIDES TEIXEIRA BARBACOVI A APLICAÇÃO DAS MÍDIAS SOCIAIS NO PROCESSO DE MOBILIZAÇÃO NACIONAL Rio de Janeiro 2012

2 ALCIDES TEIXEIRA BARBACOVI A APLICAÇÃO DAS MÍDIAS SOCIAIS NO PROCESSO DE MOBILIZAÇÃO NACIONAL Trabalho de Conclusão de Curso - Monografia apresentada ao Departamento de Estudos da Escola Superior de Guerra como requisito à obtenção do diploma do Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia. Orientador: Prof. Hercules Guimarães Honorato. Rio de Janeiro 2012

3 C2012 ESG Este trabalho, nos termos de legislação que resguarda os direitos autorais, é considerado propriedade da ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA (ESG). É permitido a transcrição parcial de textos do trabalho, ou mencioná-los, para comentários e citações, desde que sem propósitos comerciais e que seja feita a referência bibliográfica completa. Os conceitos expressos neste trabalho são de responsabilidade do autor e não expressam qualquer orientação institucional da ESG. Alcides Teixeira Barbacovi Biblioteca General Cordeiro de Farias Barbacovi, Alcides Teixeira A Aplicação das Redes Sociais no Processo de Mobilização Nacional / Alcides Teixeira Barbacovi. - Rio de Janeiro: ESG, f.: il. Orientador: Professor Hercules Guimarães Honorato. Trabalho de Conclusão de Curso - Monografia apresentada ao Departamento de Estudos da Escola Superior de Guerra como requisito à obtenção do diploma do Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia (CAEPE), A Mobilização Nacional. 2. As Mídias Sociais. 3. O Emprego das Mídias Sociais na Estratégia das Forças Armadas para a Mobilização Nacional. I. Título.

4 A minha querida esposa Léa que durante o meu período de formação contribuiu com sua alegria, paciência, compreensão, carinho e incentivo.

5 AGRADECIMENTOS Aos meus professores de todas as épocas por terem sido responsáveis por parte considerável da minha formação e do meu aprendizado. Aos estagiários da melhor Turma do CAEPE pelo convívio harmonioso de todas as horas. Ao Corpo Permanente da ESG pelos ensinamentos e orientações que me fizeram refletir, cada vez mais, sobre a importância de se estudar o Brasil com a responsabilidade implícita de ter que melhorar.

6 RESUMO O objetivo geral desta pesquisa é identificar a importância das mídias sociais para mobilização nacional visando sua utilização como um instrumento de divulgação e conscientização da sociedade civil com o preparo das Forças Armadas. Como metodologia de trabalho utilizou-se a pesquisa bibliográfica, pesquisa para coleta de dados com o Ministério da Defesa e os três Comandos Militares e o emprego de ferramentas de busca disponíveis na internet. Os dados mostraram que as organizações militares já estão inseridas em algum tipo de atividade que envolve mídias sociais e que quando se pensa em um plano de ação estratégico da organização para possível uso em casos de mobilização nacional, não há nenhuma resposta que admita o uso das mídias sociais. Entende-se então que as organizações militares podem ainda evoluir as suas estratégias de ações nas mídias sociais com a finalidade de mobilizar a sociedade para fins de mobilização, além de poderem identificar pessoas ou grupos que estejam voltados para determinados fins de interesse das Forças Armadas. A conclusão do trabalho foi aprender que em médio prazo é possível estabelecer uma relação de confiança entre os usuários da rede e as instituições militares, sempre com o objetivo de tornar os assuntos de defesa nacional cada vez mais presente na agenda nacional. Palavras chave: Redes Sociais; Mídias Sociais; Mobilização Nacional; Internet; Forças Armadas.

7 ABSTRACT The overall goal of this research is to identify the importance of social media for national mobilization for their use as a tool for dissemination and awareness of civil society with the preparation of the Armed Forces. As a working methodology, was used literature search, research data collection with the Ministry of Defence and the three Military Commands and utilization of search tools available on the internet. The data showed that military organizations are already included in some sort of activity that involves social media and that, when thinking in a strategic action plan of the organization for possible use in cases of national mobilization, there is no answer that admits use of social media. It is understood, then, that military organizations may still evolve their strategies of action in social media in order to stimulate society for mobilization, and can identify individuals or groups who are facing certain interest purposes of the Armed Forces. The conclusion of the study was to learn that in the medium term it is possible to establish a trust relationship between network users and military institutions, always with the goal of making the issues of national defense increasingly presents on the national agenda. Keywords: Social Networking, Social Media, National Mobilization, Internet, Armed Forces.

8 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO A MOBILIZAÇÃO NACIONAL CONCEITUAÇÃO A ESTRATÉGIA DO MINISTÉRIO DA DEFESA SENSIBILIZAÇÃO DA SOCIEDADE AÇÕES DE MOBILIZAÇÃO AS MÍDIAS SOCIAIS CONCEITUAÇÃO TIPOS DE MÍDIAS SOCIAIS A SOCIEDADE EM REDE E OS MOVIMENTOS POLÍTICOS E SOCIAIS O CRESCIMENTO DAS MÍDIAS SOCIAIS O EMPREGO DAS MÍDIAS SOCIAIS NA ESTRATÉGIA DAS FORÇAS ARMADAS PARA MOBILIZAÇÃO NACIONAL USO DAS MÍDIAS SOCIAIS POR ORGANIZAÇÕES COMO MAXIMIZAR O USO DAS MÍDIAS SOCIAIS PELAS FA EM CASO DE MOBILIZAÇÃO NACIONAL CONCLUSÃO...37 REFERÊNCIAS...41 APÊNDICE A...43

9 8 1 INTRODUÇÃO O mundo não é apenas pequeno, ele é instantâneo. Jeffrey Gitomer Nos últimos anos a inovação tecnológica vem avançando em escala mundial. Produtos são lançados e tendências são construídas proporcionando transformações profundas nas relações interpessoais e profissionais. A chamada era da informação ou era digital deu início ao abandono de velhos hábitos e inseriu um novo cotidiano na população. Novos valores, novas relações de consumo ou mesmo formas inéditas de integrações chegam de forma crescente e veloz na sociedade moderna. Favorecendo essas integrações globais, a tecnologia invadiu lares, empresas ou instituições, tornando a sociedade mais informatizada. Para Soares e Alves (2011), por meio de uma rede de computadores e de telecomunicações, pode-se falar de muitos para muitos à distância, envolvendo comunidades de várias partes do mundo, interagindo em rede à procura das mesmas informações. A presença da internet ou da rede de informações, de novas tecnologias e de diferentes ferramentas digitais está cada vez mais crescente na sociedade mundial, como pode ser observado na utilização generalizada do uso de telefones celulares conectados à internet, com uso de aplicativos e mídias sociais 1. O termo mídia social é traduzido do inglês social media e significa o uso do meio eletrônico para interação entre pessoas. Esses sistemas de relacionamentos digitais combinam textos, imagens, sons e vídeo para criar uma interação social de compartilhamento de experiências. (WIKIPÉDIA, 2012). Esses conceitos serão mais explorados na seção 3. É importante perceber que a utilização maciça da internet está impactando as organizações de uma maneira rápida e forte. Por esse motivo é crucial que se invista 1 Mídias Sociais: Trata-se da produção de conteúdos na internet de forma descentralizada e sem o controle editorial de grandes grupos. Significa a produção de muitos para muitos (WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/mídias_sociais>. Acesso em: 06 ago. 2012).

10 9 mais tempo em coletar e estudar o que se passa na rede de computadores para se planejar as ações futuras de uma empresa. (TARCÍZIO et al., 2012). Desta forma, ao identificar a internet como um instrumento que está sendo utilizado de maneira crescente pela população, apresenta-se uma oportunidade de se usufruir dos dados que ali trafegam, em prol da segurança do nosso País. Essa análise mais criteriosa enseja a busca sobre quais dados e como eles poderiam ser utilizados em proveito da defesa nacional por meio das Forças Armadas brasileiras (FA). Hoje em dia, as mídias sociais tomaram uma grande dimensão de utilização em todo o mundo e segundo pesquisa publicada pelo instituto Ibope/Nielsen (2012), o número de internautas com mais de 16 anos somente no Brasil atingiu, aproximadamente, 82 milhões no final do primeiro semestre deste ano. Sendo assim, o poder de identificar esta inteligência e divulgar as informações para a população brasileira pode ser a chave para que o assunto defesa nacional seja mais difundido no País. Isto passa pela maneira como a população se relaciona ou se preocupa com a capacidade das FA brasileiras frente a uma possível mobilização militar. A iniciativa do Ministério da Defesa (MD) em produzir e divulgar uma Estratégia Nacional de Defesa (END) para possibilitar a efetiva participação da população brasileira em caso de mobilização foi atendida na diretriz n. 21 (BRASIL, 2008, p.17) onde dispõe que diante de eventual degeneração do quadro internacional, o Brasil e suas Forças Armadas [...] deverão, também, estar habilitadas a aumentar rapidamente os meios humanos e materiais disponíveis para a defesa. Acrescenta também a END (BRASIL, 2008) que ao decretar a mobilização nacional, o Poder Executivo delimitará a área em que será realizada e especificará as medidas necessárias à sua execução, tais como poderes para assumir o controle de recursos materiais, inclusive meios de transporte, necessários à defesa, de acordo com a Lei de Mobilização Nacional. Sendo a defesa da Pátria, responsabilidade das FA, atribuída pela Constituição Federal (CF/88) (BRASIL, 1988), esta deveria estar preparada para atuar em todas as hipóteses de emprego, para tanto é que se propõe que as Forças

11 10 Armadas possam utilizar as ferramentas da internet como mais um meio de se efetuar uma mobilização nacional. Atualmente, as Forças Armadas vivem um longo período sem investimentos expressivos em seus equipamentos de Defesa, e não se percebe uma ação mais efetiva, nem formação de uma agenda nacional relevante para discussão destes problemas. O País, que já foi o oitavo exportador mundial de produtos de defesa nos anos 80 e que hoje não passa do 30º lugar, segundo dados do setor, [...] as FA estão há mais de duas décadas sem investimentos em equipamentos (DEFESANET, 2012). A ausência de percepção da sociedade brasileira em discutir a modernização das Forças Armadas entra em descompasso com o crescimento acelerado da nação e sua projeção no cenário internacional. O objetivo geral desta pesquisa é identificar a importância das mídias sociais na mobilização nacional visando sua utilização como um instrumento de divulgação e conscientização da sociedade civil em relação ao preparo das Forças Armadas. O desafio é utilizá-las para divulgar as mensagens das FA e motivar a população brasileira a pensar e participar dos assuntos ligados à defesa e à segurança nacional, opinando e se envolvendo, a fim de que, no futuro, se possa construir uma rede de mobilização nacional baseada nas mídias sociais. Estipulou-se, então que com o limitado histórico e a falta experiência de mobilização nacional no Brasil, e os casos mundiais de mobilização de massa nos últimos anos, as FA poderiam estabelecer uma estratégia para orientar a população, por intermédio das mídias sociais, a fim de mobilizar a Nação em caso de calamidades ou conflito. Porém, o uso das mídias sociais na internet é muito recente e o número de publicações que abordam o tema ainda é muito escasso. O mesmo ocorre quando se aborda o assunto mobilização nacional, pois é quase inexistente. As fontes teóricas utilizadas no desenvolvimento do estudo foram de revistas, internet, uma pesquisa e alguns livros. A pesquisa foi direcionada ao MD e aos três Comandos Militares. O estudo considerou a evolução das mídias sociais no Brasil e no mundo nos últimos anos, bem como a estratégia de emprego da mobilização nacional no âmbito do Ministério da Defesa. Como metodologia de trabalho utilizou-se a pesquisa bibliográfica, pesquisa para coleta de dados com as organizações militares, e o emprego de

12 11 ferramentas de busca disponíveis na internet, com o intuito de obter as informações para análise e estudo dos objetivos propostos. Este estudo foi então organizado em cinco seções para se buscar o objetivo geral proposto. A primeira traz uma breve introdução onde é abordada a utilização da internet e mostra a importância do conceito defesa nacional. Na segunda seção - A Mobilização Nacional apresenta-se a conceituação e a aplicação de diversas literaturas a respeito do emprego da mobilização nacional pelas FA. A terceira seção - As Mídias Sociais aborda uma breve conceituação das principais mídias sociais em uso no Brasil, identificando seu papel no cenário nacional e mundial. A partir do conhecimento obtido nas seções anteriores, a quarta seção - O Emprego das Mídias Sociais na Estratégia das Forças Armadas para Mobilização Nacional mostra a maneira de se relacionar em rede no âmbito das mídias sociais, focando nos objetivos da pesquisa do trabalho. Por fim, a última seção - Conclusão - apresenta possíveis ações para que esta proposta seja desenvolvida pelas FA com vistas à produção de estratégias por parte do Ministério da Defesa em relação à mobilização nacional. Com esta ótica, observa-se a importância deste estudo que aborda o quê fazer em médio e longo prazo para despertar na sociedade brasileira o entendimento do conceito de mobilização nacional. A partir desta visão, pretende-se apresentar uma nova abordagem a respeito das estratégias para implantação da mobilização nacional por meio das mídias sociais como instrumento de comunicação do mundo contemporâneo.

13 12 2 A MOBILIZAÇÃO NACIONAL 2.1 CONCEITUAÇÃO Segundo Clausewitz 2 (2008), uma guerra não era feita apenas com movimentos de tropas e o emprego do armamento durante os confrontos, havia outras questões a serem consideradas. Tinha a crença de que as preocupações com a mobilização deveriam estar presentes desde a identificação da necessidade militar. Acreditava que não havia mais espaço para apenas descobrir as limitações operacionais impostas pela logística quando o sistema se apresentava pronto para o emprego. Tais limitações deveriam ser consideradas e trabalhadas desde cedo. De acordo com a doutrina da Escola Superior de Guerra (ESG), ao fornecer os meios para as ações estratégicas, a logística vale-se da estrutura do Estado e das regras que norteiam as suas relações com as pessoas físicas ou jurídicas de direito privado. Contudo, diante de uma situação de instabilidade social ou em face de uma iminente eclosão de guerra, em que os meios previstos e alocados pela Logística Nacional sejam insuficientes para vencer os óbices, o Estado poderá ativar outro mecanismo que é a Mobilização Nacional. Segundo o Manual Básico da Escola Superior de Guerra (2009, pag. 111): A Mobilização Nacional é o conjunto de atividades planejadas, orientadas e empreendidas pelo Estado, desde a situação de normalidade, complementando a Logística Nacional, com o propósito de capacitar o País a realizar ações estratégicas no campo da Defesa Nacional, para fazer face a uma agressão estrangeira. Esse mecanismo de mobilizar a nação é um instrumento legal do Estado, previsto na CF/88 (BRASIL, 1988), art. 84, que reforça a competência exclusiva do Presidente da República:... declarar guerra, no caso de agressão estrangeira, autorizado pelo Congresso Nacional ou referendado por ele, quando ocorrida no intervalo das sessões legislativas, e, nas mesmas condições, decretar, total ou parcialmente, a mobilização nacional. E também no art. 22 compete privativamente 2 Carl Phillip Gottlieb von Clausewitz (Burg, 1 de junho de 1780 Breslau, 16 de novembro de 1831) foi um militar da Prússia (hoje parte da Alemanha) que ocupou o posto de general e é considerado um grande estrategista militar e teórico da guerra (WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/ Clausewitz >. Acesso em: 06 ago. 2012).

14 13 à União legislar sobre: defesa territorial, defesa aeroespacial, defesa marítima, defesa civil e mobilização nacional. A mobilização envolve desta forma, todas as Expressões do Poder Nacional (política, econômica, militar, psicossocial, científica e tecnológica), possibilitando a soma de esforços no sentido de garantir a soberania do Estado. E ante a possibilidade de a crise evoluir para uma situação de conflito armado, poderão ser desencadeadas, entre outras medidas a decretação da mobilização nacional, se necessária. Como conceituação, entende-se por Poder Nacional de acordo com o Manual Básico da Escola Superior de Guerra (2009, pag. 31): É a capacidade que tem o conjunto de homens e meios que constituem a nação para alcançar e manter os objetivos nacionais em conformidade com a vontade nacional. Para estruturar a mobilização nacional, a Doutrina Básica de Mobilização Nacional (BRASIL, 1987, pag. 7) fixou os fundamentos doutrinários a serem considerados no trato de suas atividades, conceituando-a como um: Conjunto de atividades empreendidas pelo Estado, ou por ele orientadas, desde a situação de normalidade, completando e complementando a Logística Nacional, com o propósito de capacitar o Poder Nacional a realizar ações estratégicas, no campo da Segurança Nacional, para fazer face a uma situação de emergência, decorrente da iminência de concretização ou efetivação de uma Hipótese de Guerra. Um sistema de mobilização deve possibilitar, em curto espaço de tempo, a sua execução de forma a complementar os meios das Forças Armadas para atuar em pronta-resposta a uma demanda da Nação. Dessa forma, para que o emprego eficaz se realize, através de ações planejadas e organizadas, é necessário que sejam emanadas leis, diretrizes, políticas etc. O preparo do País começa pelo direcionamento do Governo Federal em emanar ordens para que essa atividade seja cumprida. Para isso, o art. 2º da Política de Mobilização Nacional (BRASIL, 2010, pag. 5) define que, além de valores e princípios fundamentais consagrados na Constituição, a Política [...] consiste no conjunto de orientações do Governo Federal com o objetivo de impulsionar o Estado brasileiro para o preparo e a execução da mobilização nacional e da consequente desmobilização nacional. Na mesma linha de pensamento é importante entender a necessidade de se possuir uma cadeia logística e um processo nacional de mobilização, para que a

15 14 Nação possa antecipadamente planejar as ações necessárias a serem implantadas quando a situação assim o exigir. A Doutrina de Mobilização Militar (BRASIL, 2012, pag. 15) prevê, em seu cap. II, a relação entre logística e mobilização: A Logística Nacional deve fornecer os meios necessários para a realização das ações estratégicas nacionais. Quando esses meios se tornam insuficientes para fazer face às ameaças de maior magnitude à Defesa Nacional, o Estado lança mão da Mobilização Nacional, de modo a obter os meios que não puderem ser proporcionados de imediato. A Logística é, portanto, o ponto de partida para a Mobilização O Poder Nacional é o campo comum de atuação da Logística e da Mobilização. Isso faz com que, particularmente na fase do preparo da Mobilização, as ações desenvolvidas pelos dois sistemas sejam concorrentes, porém não conflitantes, tornando, por vezes, complexo o entendimento da distinção do que é Logística e do que é Mobilização Essa distinção, em determinados momentos, torna-se desnecessária, uma vez que o que se busca com as ações empreendidas pelos dois sistemas é a capacitação da Expressão Militar do Poder Nacional para cumprir as suas destinações constitucionais, em especial aquelas relacionadas com a manutenção e a defesa da Soberania Nacional. (grifo nosso). Nesse caso, o Estado pode obrigar o setor privado a atender às suas demandas, pois a mobilização nacional ao ser decretada pelo Presidente da República dá à Nação o poder de mobilizar o parque industrial e de serviços para o atendimento dos interesses da logística militar. Fato este ocorrido na Guerra das Malvinas em 1982, na qual segundo o jornal argentino Diário Liberdade (2012, não paginado): [...] a Dama de Ferro [...] faz da reconquista deste arquipélago distante, uma questão de princípio e mobiliza as melhores unidades da Marinha Real para recuperá-lo. 2.2 A ESTRATÉGIA DO MINISTÉRIO DA DEFESA Inicialmente, para se fazer uma abordagem da estruturação da mobilização e de conceitos fundamentais, é apresentado um diagnóstico do Sistema de Mobilização em vigor no Brasil relacionado com o Poder Nacional, em todas as suas expressões. Por meio do Ministério da Defesa (MD), criado em 10 de junho de 1999, a nação brasileira estabeleceu uma estratégia de mobilização através de políticas e diretrizes, ações estratégicas e normas, doutrinas e leis de mobilização nacional. Isto se coaduna com a lei federal nº (BRASIL, 2007) em seu art. 3º, onde o

16 15 preparo da mobilização nacional consiste na realização de ações estratégicas que viabilizem a sua execução, sendo desenvolvido desde a situação de normalidade, de modo contínuo, metódico e permanente. Para tanto, o decreto nº (BRASIL, 2010, pag. 5) estabeleceu uma política de mobilização da nação brasileira, onde em seu art. 1º destaca que a PMN fundamenta-se, além de princípios constitucionais, também [...] nos preceitos da Política Externa Brasileira, da Política Nacional de Defesa (PND) e das demais políticas de governo, [...]. Para que as atividades de mobilização sejam colocadas em prática é imperioso que ações governamentais identifiquem o que está priorizado na PND a fim de executar a mobilização nacional. No seu art. 5º a Política de Mobilização Nacional (BRASIL, 2010, pag. 5) identifica várias ações, conforme seguem: I - capacitar o País para realizar as atividades de mobilização nacional; II - promover a pesquisa e do desenvolvimento das tecnologias relevantes para a mobilização nacional; [...] IX - envolvimento da sociedade brasileira com a mobilização nacional; X minimizar os efeitos negativos decorrentes da mobilização nacional na sociedade; XI integrar as atividades de defesa civil à mobilização nacional; [...] e outras. (grifo nosso). Dentre todas as ações elencadas na PND, mas sem posicioná-las em grau de importância ou de prioridade, este estudo foca principalmente naquelas ligadas diretamente à mobilização da população brasileira desde o tempo de paz, com as ferramentas já disponíveis das mídias sociais, mas direcionando o foco para a formação de redes de contatos e identificação de lideranças. 2.3 SENSIBILIZAÇÃO DA SOCIEDADE Toda nação deve lembrar que o tempo de paz é o período que se tem para se preparar para a guerra, em todas as expressões do Poder Nacional, porque havendo a hipótese de um conflito armado, ela estará sempre apta a executar uma prontaresposta. Segundo a END (BRASIL, 2008, p. 8): Nada substitui o envolvimento do povo brasileiro e na construção da sua própria defesa. Por isso, em tempos de normalidade, a mobilização nacional deve ser objeto de atenção do governo e de toda a sociedade. A aplicação dos recursos financeiros

17 16 destinados aos programas de desenvolvimento em âmbito nacional deveria guardar sintonia, desde o tempo de paz, com setores de interesse da defesa nacional, utilizando-se, para tal, de um sistema integrado por órgãos do governo denominado Sistema Nacional de Mobilização. O que se pretende mostrar é que a utilização dos meios civis e militares conjuntamente, em caso de esforço de guerra ou em calamidades, trará um ônus para a população. De acordo com a END (BRASIL, 2008, p. 8): Porém, se o Brasil quiser ocupar o lugar que lhe cabe no mundo, precisará estar preparado para defender-se não somente das agressões, mas também das ameaças. Se isso não for bem compreendido e assimilado pelas pessoas engajadas ou pelas empresas requisitadas, poderá haver prejuízos irreparáveis à Nação brasileira, até mesmo uma derrota em um conflito e seus consequentes efeitos deletérios. Colabora para esse entendimento a Doutrina de Mobilização Militar (BRASIL, 2012) que em seu cap. I, estabelece os fundamentos doutrinários a serem considerados pelo MD no preparo e na execução da mobilização e outras ações, o conceito de que as FA deverão estruturar uma estratégia de dissuasão, de modo compatível com a estatura político-estratégica do País, para preservar a soberania e os interesses nacionais em conformidade com os interesses da Nação. A dissuasão nesse contexto deverá ser sustentada não apenas pela superioridade econômica, tecnológica e militar, mas enfatiza a Doutrina de Mobilização Militar (BRASIL, 2012) que também deverá ter uma capacidade de mobilização nacional. É justamente nesse diapasão que se insere a necessidade de se ter ferramentas que concretizem essa tarefa. Para tanto, é necessária a formação de uma consciência nacional, uma rede ou mesmo uma consciência geral da importância da participação de todos e de engajamento em tarefas que potencializem todas as capacidades do Poder Nacional. Essa participação poderá ser executada, como já mencionada tanto na lei quanto na política e na doutrina de mobilização, desde o tempo de paz, como por exemplo, quando o Estado realiza ações de fomento da pesquisa científicotecnológica e da inovação para nacionalização de material de defesa, está, ao mesmo tempo, desenvolvendo o potencial nacional, relacionado à mobilização e, consequentemente, fortalecendo o Poder Nacional. Mas para que o processo de mobilização seja colocado em prática, algumas ações podem ser executadas pelos órgãos do Governo Federal. Com esse intuito, a Doutrina de Mobilização Militar (BRASIL, 2012, pag. 19), no seu cap. III, ao

18 17 especificar a mobilização na expressão militar do Poder Nacional, coloca algumas fases distintas para sua execução e enaltece claramente, entre outras, a atividade de convocação da população para fazer frente às necessidades de uma eventual mobilização nacional: 3.3 Fases da Mobilização Militar [...] São exemplos de atividades básicas a serem empreendidas durante a fase de execução, entre outras: [...] c) convocação, incorporação e destinação dos recursos humanos, de acordo com os planejamentos; e d) intervenção nas indústrias militares, civis, instalações e órgãos logísticos de interesse militar, dentro dos limites fixados em lei. (grifo nosso). Esses exemplos de convocação e intervenção mostram alguns mecanismos de que a nação possui para utilizá-las quando necessário. A sensibilização da opinião pública para esse fim passa pela divulgação e esclarecimento das ações dessa atividade. 2.4 AÇÕES DE MOBILIZAÇÃO As ações de mobilização em tempo de paz preparam um país para executar as atividades necessárias à implementação de meios disponíveis de logística e pessoal de acordo com um planejamento e tempo para sua execução. O parágrafo único do art. 4 da Lei de Mobilização Nacional (BRASIL, 2012, p. 13) esclarece o limiar conceitual entre Logística e Mobilização quando especifica medidas que caracterizam o poder coercitivo do Estado para preparar o País para enfrentar situações de emergência: I - a convocação dos entes federados para integrar o esforço da Mobilização Nacional; II - a reorientação da produção, da comercialização, da distribuição e do consumo de bens e da utilização de serviços; III - a intervenção nos fatores da produção públicos e privados; IV - a requisição e a ocupação de bens e serviços; e V - a convocação de civis e militares. (grifo nosso). O que se pretende expor é a importância da preparação da mobilização em tempo de paz. Colabora para essa situação o Brasil ser uma nação que historicamente sempre procurou resolver conflitos buscando o diálogo e fortalecendo

19 18 suas relações, buscando alianças como os exemplos da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL 3 ) e Mercado Comum do Sul (MERCOSUL 4 ). Jamais, entretanto, deve-se imaginar que um conflito ou ambições internacionais contra o Brasil não possam vir a acontecer, principalmente, se essas argumentações forem um pretexto para se diminuir a importância do assunto mobilização ou deixar de se dar o devido tratamento. Para isso, é imperioso que, enquanto a nação esteja em tempo de paz, ações estratégicas sejam pensadas e medidas preventivas sejam tomadas. Reforça-se o entendimento de que a preparação da mobilização é um assunto que deva ser tratado desde o tempo de normalidade com medidas efetivas, com vistas a uma futura pronta-resposta do país. Mesmo sendo remota a hipótese de conflito armado, em curto espaço de tempo, a Nação brasileira, nas expressões do Poder Nacional, deve preparar-se para a defesa da Pátria e ações de ajuda em calamidades e catástrofes. O que se faz hoje em dia é fomentar projetos de desenvolvimento e de produção de artigos de aplicação civil e militar, de forma a contribuir com o crescimento das empresas e a manutenção de linhas de produção de materiais de possível emprego militar. Segundo a END (BRASIL, 2008, p. 37), a defesa do Brasil requer a reorganização da indústria nacional de material de defesa: O objetivo será fomentar o desenvolvimento de um complexo militar universitário - empresarial capaz de atuar na fronteira de tecnologias que terão quase sempre utilidade dual, militar e civil. Como exemplo dessa dualidade, a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) fabrica seus coletes à prova de bala, considerado como o mais eficiente item de segurança para quem precisa de proteção constante. O produto é utilizado tanto por 3 UNASUL: é uma comunidade formada por doze países sul-americanos. Fazem parte da UNASUL os seguintes países: Argentina, Brasil, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Chile, Guiana, Suriname e Venezuela. Panamá e México participam como membros observadores e poderão, futuramente, integrar a comunidade. O objetivo principal é propiciar a integração entre os países da América do Sul. Esta integração ocorrerá nas áreas econômica, social e política. (WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/unasul>. Acesso em: 10 ago. 2012). 4 MERCOSUL: como é conhecido o Mercado Comum do Sul é a união aduaneira de cinco países da América do Sul. O bloco é atualmente composto por Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela. (WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/mercosul>. Acesso em: 10 ago. 2012).

20 19 militares das FA, como por policiais e profissionais de segurança privada. Entretanto, o MD depende exclusivamente do seu orçamento para poder implementar sua estratégia de preparação do Poder Nacional. Em tempos de orçamentos limitados e dificuldades de se investir em materiais de defesa, reforça-se a tese da necessidade de se trabalhar com a conscientização nacional. A Força Aérea Brasileira (FAB) vem nos últimos anos priorizando as empresas nacionais para a aquisição e modernização da sua frota de aeronaves e equipamentos, como ocorreu com a compra de 99 aeronaves EMB 314 Super Tucano da Empresa Brasileira de Aeronáutica (EMBRAER). Nessa linha a END (BRASIL, 2008, p. 54) orienta: [...] aproveitar o potencial de tecnologias empregadas no País e transformá-las em bens finais, estimulando a indústria nacional. Esse fomento de projetos é apenas um ponto dentro do universo da mobilização militar. O que se apresenta a seguir é o poder das mídias sociais em compartilhar dados e conectar pessoas.

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