s: damasceno.info www. damasceno.info damasceno.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "E-mails: damasceno1204@yahoo.com.br damasceno@interjato.com.br damasceno12@hotmail.com http://www. damasceno.info www. damasceno.info damasceno."

Transcrição

1 Matemátca Fnancera 007. Prof.: Luz Gonzaga Damasceno E-mals: 5. Taxa Over mensal equvalente. Para etermnar a rentablae por a útl one nu = número e as útes. ( nu u eq Taxa Over mensal ==> ov u 30 (( eq nu 30 (8 O gerente fnancero a empresa Investmentos S/A cotou taxas e CDB (Certfcao e Depósto Bancáro em os bancos. No banco A, fo ofereco uma taxa e 8,00% a.a. para uma aplcação e 63 as, conserano 43 as útes. Enquanto o banco B oferece uma taxa e 6,00% a.a. para 3 as, conserano 9 as útes. Qual é a melhor aplcação? Resp. A aplcação o banco B. (9 Um título públco, com valor e resgate gual a R$.000,00 é aquro por um banco 8 as antes e seu vencmento por R$ 985,00. (a qual a taxa e renmento o título no períoo? (b qual a taxa e renmento por a útl o papel, sabeno-se que há no períoo 0 as útes? (c Qual a taxa Over mensal e rentablae o papel? Resp.,5% a.p.; 0,0756% a..u.;,68% a.m. (30 (L-3 Uma nsttução fnancera aplcou R$ ,00 em um CDI e outra nsttução por a útl à taxa e 9% a.a. com base em 5 as útes. (a qual o montante? (b qual a taxa efetva por a útl? (c qual a taxa over mensal? Resp. R$ ,58; 0,069% a..u;,073% a.m. (3 Um título governamental com valor e face (valor e resgate gual a R$ 0.000,00 é veno 60 as antes o vencmento (seno 4 as útes. Se o banco compraor eseja Ter uma taxa e rentablae e 0,08% a..u. (ao a útl, qual o preço que everá acetar para a compra o papel? Resp. R$ 9.669,7 (3 Um título públco com valor e face (valor e resgate gual a R$ 0.000,00 é veno para um banco 83 as antes o vencmento (seno 4 as útes. Se o banco compraor pretene ganhar uma taxa e over mensal e,% a.m. (ao mês, qual o preço que everá pagar pelo papel? Resp. R$ 9.409,70 (33 Um banco aplcou um exceente e caxa no valor e R$ ,00 num CDI por a a uma taxa over e,4% a.m.. (a qual o montante? (b qual a taxa por a (c qual a taxa anual a aplcação (base: ano e 5 as? Resp. R$ ,00; 0,08%;,33%a.a. 5.3 Taxa acumulaa e juros com taxas varáves. A taxa e juros com taxas varáves é utlzaa em stuações e correções como, atualzação e alugués, salo eveor a casa própra e contratos em geral. A composção as taxas poe ocorrer com taxas postvas ou com taxas negatvas. ac taxa acumulaa ac ( ( (... ( n ac ( ( (... ( n

2 Matemátca Fnancera 007. Prof.: Luz Gonzaga Damasceno E-mals: (34 Com base na tabela a segur, calcular a varação o IGP-M (FGV acumulaa urante os meses e Jan/00 a Ma/00. Resp. 3,3% a. p. IGP-M Jan/00 0,6 Fev/00 0,3 Mar/00 0,56 Abr/00,00 Ma/00 0,86 (35 Calcular a taxa acumulaa e juros à segunte seqüênca e taxas: 5%, 3%, -,5%, -% e 6,5%. Resp.,8% ao períoo. 5.4 Taxa méa e juros. A taxa méa e juros tem como base teórca o conceto estatístco a méa geométrca. I m taxa méa n ( m ( ( (... ( n m [( ( (... ( n ] [( n ( (... ( ] m n (36 Com base na tabela a segur, calcular a taxa méa o IGP-M (FGV acumulaa urante os meses e Jan/00 a Ma/00. Resp. 0,65% a. m. IGP-M Jan/00 0,6 Fev/00 0,3 Mar/00 0,56 Abr/00,00 Ma/00 0,86 (37 Calcular a taxa méa e juros à segunte seqüênca e taxas: 5%, 3%, -,5%, - % e 6,5%. Resp.,4% a. m. 5.5 Taxa real e juros. A taxa real e juros naa mas é o que a apuração e ganho ou pera em relação a uma taxa e nflação ou e um custo e oportunae. Se um captal VP é aplcao urante certo períoo a uma taxa por períoo, o montante resultante será: M C ( Se no mesmo períoo a taxa e nflação for nf, o captal corrgo monetaramente pela nflação será: M C ( nf Assm, o percentual o ganho ou pera real, será: r M M M C( M M C( nf nf n

3 Matemátca Fnancera 007. Prof.: Luz Gonzaga Damasceno 3 E-mals: (38 Uma aplcação urante o ano e 00 reneu 9,5% ao ano, sabeno-se que a taxa e nflação o períoo fo e 5,8% ao ano, etermne a taxa real e juros. Resp. 3,5% ao ano. 5.6 Taxa efetva e taxa líqua e juros. O conceto e taxa efetva e juros poe ser enteno como seno o ganho real para uma aplcação, para um etermnao períoo, sem conserarmos a taxa e nflação. Seu conceto é muto semelhante ao a taxa equvalente. A taxa líqua quano é reuza e possíves custos fnanceros. (39 Uma aplcação paga 5% ao ano para um períoo e 30 as, sabeno-se que a taxa e nflação o mesmo períoo é e 8% ao ano e que o governo trbuta o renmento as aplcações em 5%; calcular a taxa efetva, a taxa líqua, a taxa real e juros e o renmento para uma aplcação e R$ 0.000,00. Resp. 3,5% ao ano. Taxa efetva para 30 as: QQ 30 QT 360 ( ( 0,5 0,08769,8769% ao mês. ef Taxa efetva e nflação para 30 as: QQ 30 QT 360 ( ( 0,8 0,03888,3888% ao mês. e Taxa real: 0,08769 r 0, ,484% ao mês. 0,03888 nf Renmentos: VF J VP VF VP Renmento líquo: RL Taxa líqua: L RL VP R ( 0.000,00 ( 0,08769 ef 0.375, ,,00 375,39 ( 375,39 ( 0,05 m 39, ,00 0,05954,5954% 39, ,39 (40 Determnar a taxa anual equvalente a % ao mês. Resp. 6,8% ao ano. (4 Determnar a taxa mensal equvalente a 60,03% ao ano. Resp. 4,0% ao mês. (4 Determnar a taxa anual equvalente a 0,6% ao a. Resp. 78,58% ao ano. (43 Determnar a taxa trmestral equvalente a 39,46% em os anos. Resp. 4,5% ao trmestre. (44 (L-8 Uma etermnaa revsta e nformações fnanceras apresentou as seguntes taxas e CDIs: Fev =,%; Mar =,8%; Abr =,69%; Ma =,63%; Jun =,60% e Jul =,69% para o ano e 998. Pergunta-se: (a Qual a taxa méa no períoo? (Resp.,8% ao mês (b Qual a taxa acumulaa no períoo? (Resp.,4% ao períoo

4 Matemátca Fnancera 007. Prof.: Luz Gonzaga Damasceno 4 E-mals: (45 Suponhamos que uma empresa contrate um fnancamento e captal e gro no valor e R$ 5.59,9, por 3 meses, teno e pagar no fnal R$ 48.00,6. Qual a taxa méa esta aplcação. Resp. 5,65% ao mês. (46 O senhor Dúvas pretene nvestr R$ ,00 em uma aplcação no Banco os Palmerenses S/A que paga 45,5% ao ano por 30 as corros e corresponentes a as útes. Suponha que o Banco os Cornthanos S/A pague 45% ao ano por 33 as corros e corresponentes a as útes. Você fo contratao como Gerente Fnancero(a e encontra-se em períoo e experênca. Na sua opnão, qual os os sera melhor para o aplcaor. Resp. A melhor taxa é o Banco os Cornthanos S/A. (47 Se o preço e um prouto e ezembro e 000 fo e R$.580,00 e em janero e 00 fo e R$.780,00, o ínce e preço corresponente fo e: Resp.:,66%. (48 (L-8 Suponha que no mês base o preço méo e uma cesta básca seja e R$ 33,50 e nos três meses subsequentes seja R$ 4,85, R$ 65,00 e R$ 7,5, respectvamente. Obter a nflação acumulaa. Resp.: 5,67% (49 Um captal fo aplcao por um ano, à taxa e juros e % ao ano, e no mesmo períoo a nflação fo e 9% ao ano. Qual a taxa real e juros? Resp.:,83% (50 Calcular a taxa mensal e juros pelo regme e captalzação smples para uma taxa e 60% ao ano e para o regme e juros composto por uma taxa e 79,59% ao ano. Resp.: 5% ao mês e 5% ao mês. (5 (L-8 Uma nústra eseja amplar a capacae proutva e sua fábrca. Fo calculao que a taxa e retorno este nvestmento é 5,00% ao ano. Sabe-se que esta fábrca possu uma rentablae real e seus projetos e 5% ao ano. Qual será a rentablae real esse projeto se a taxa e nflação o períoo for e,50% ao ano? Conserano a polítca e rentablae a empresa este projeto eve ser aceto? Resp.:,% ao ano. O projeto não eve ser aceto. (5 Calcule a taxa acumulaa e a méa as taxas 5%, %, %, -3,5% e 4%. Resp.: taxa acumulaa = 8,56% ao períoo; taxa méa =,66% (53 Qual a melhor taxa para aplcação? 0,% ao a ou 40% ao ano. Resp.: 0,% ao a. (54 (L-8 Consere uma aplcação em CDB e 9,5% ao ano para um períoo e 33 as. Observe ana que a taxa e nflação para o mesmo períoo fo e 5% ao ano. Sabeno que o renmento esta aplcação pagará mposto e 5%, perguntase: Qual a taxa efetva esta aplcação? Qual a taxa real e juros? Resp.: Taxa efetva =,65 ao períoo; taxa líqua =,40% e taxa real = 0,087% ao períoo. (55 Em os anos sucessvos, um etermnao prouto aumentou 0% e % respectvamente. Qual a taxa e aumento acumulaa no períoo? Resp.: 3,% (56 (L-8 Em janero, feverero, março e abrl, o preço e um prouto teve respectvamente os seguntes aumentos: %, 5%, 3,6% e 7%. Qual a taxa acumulaa e aumento no quarmestre? Resp.: 8,7% (57 A taxa e nflação acumulaa em 5 meses fo e 8%. Qual everá ser a taxa e nflação no 6% mês para que a taxa acumulaa no semestre seja 0%? Re:,85%

5 Matemátca Fnancera 007. Prof.: Luz Gonzaga Damasceno 5 E-mals: 6 Desconto. Desconto é o abatmento feto no valor nomnal e uma íva, quano ela é negocaa antes o seu vencmento. Poemos classfcar os tpos e escontos como smples e compostos. Vencmento Prazo e antecpação e Recursos Antes o Vencmento - = VALOR NOMINAL DESCONTO VALOR LÍQUIDO 6. Desconto raconal smples ou por entro. DRS = Desconto Raconal Smples = Valor Nomnal = Valor e face = Valor o título apresentao na ata o vencmento. = Valor Líquo = valor negocao antes o vencmento I = taxa e esconto T = prazo e esconto DRS ( t t t (58 Um título e valor nomnal e R$ 5.000,00 é escontao meses antes o seu vencmento, à taxa e juros smples e,5% ao mês. Qual o esconto raconal? Resp. = R$ 5.000,00; = R$ 3.809,5; DRS = R$.90,48 6. Desconto bancáro ou comercal ou por fora. Poemos efnr o Desconto Bancáro (, ou Desconto Comercal (DCS, como o valor obto pelo cálculo o juro smples sobre o valor nomnal e um etermnao compromsso antes o seu vencmento. ( t t t (59 Um título e valor nomnal e R$ 5.000,00 é escontao meses antes o seu vencmento, à taxa e juros smples e,5% ao mês. Qual o esconto raconal? Resp. = R$ 5.000,00; = R$ 3.750,00; DRS = R$.50,00 (60 Uma uplcata no valor e R$ 5.000,00 é escontaa em um banco meses antes o seu vencmento, à taxa e esconto e,5% ao mês. Sabeno-se que o banco cobra % a título e espesas amnstratvas e que o IOF é e 0,004% ao a sobre o valor o título, obter o valor recebo pelo portaor o título. Uma outra alternatva sera tomar um empréstmo com uma taxa líqua e,8% ao mês. Qual a melhor opção? D IOF D ADM

6 Matemátca Fnancera 007. Prof.: Luz Gonzaga Damasceno 6 E-mals: D ADM D IOF t 5.000,00 0, ,00 0,0 50, ,00 0, , ,00.50,00 50,00 6,50.50, ,50 Se conserarmos que o VP = 3.438,50 e VF = 5.000,00, então teremos que VF VP VF 5.000, , ,00.56, ,00 A operação e empréstmo com a taxa e,8% será a melhor opção. 6.3 Operações com um conjunto e títulos. 0,03 3,% (6 Uma empresa apresenta o borerô e uplcatas abaxo, para serem escontaas num banco à taxa e esconto bancáro e 3% ao mês. Qual o valor líquo recebo pela empresa? Duplcata Valor (R$ Prazo vencmento (em as A.500,00 5 B 3.500,00 57 C 6.500,00 7 D 8.000,00 85 E.000,00 9 F 5.000,00 0 Solução: Duplcata Valor (R$ Prazo vencmento (em as 3% a.m. Períoo (as A.500, ,00 6,50 B 3.500, ,00 99,50 C 6.500, ,00 468,00 D 8.000, ,00 680,00 E.000, ,00 04,00 F 5.000, ,00 530,00 Total , , Prazo méo e um conjunto e títulos. PM N N N N N N one I - é o valor nomnal o título N I (6 Uma empresa apresenta o borerô e uplcatas abaxo, para serem escontaas num banco à taxa e esconto bancáro e 3% ao mês. Qual o valor líquo recebo pela empresa (Utlze o prazo méo para o cálculo? Solução:

7 Matemátca Fnancera 007. Prof.: Luz Gonzaga Damasceno 7 E-mals: Duplcata Valor (R$ Prazo vencmento (em as 3% a.m. Períoo (as A.500, B 3.500, C 6.500, ,4 D 8.000, E.000, F 5.000, Total , ,36844 Para as uplcatas A, B e C: t.500,00 0,03 58,4 730, ,00 730,00.770,00 Para as uplcatas A, B, C, D, E e F: t ,00 0,03 85, , , , , Desconto raconal composto. DRS ( n ( (63 Determnar o esconto raconal composto e um título e valor nomnal R$ 5.000,00, conserano uma taxa e juros compostos e 3,5% ao mês, seno escontao 3 meses antes o seu vencmento. Resp.: R$ 490,9 6.6 Desconto bancáro ou comercal. ( n ( (64 (L-9 Uma uplcata no valor e R$ 5.000,00, 60 as para o seu vencmento, é escontaa a uma taxa e,5% ao mês, e acoro com o conceto e esconto composto. Calcular o valor líquo cretao na conta e o valor o esconto conceo. Resp.: = R$ 3.765,63; DBC = R$.34,38 (65 Qual o valor o esconto comercal smples e um título e R$ 3.000,00, com vencmento para 90 as, à taxa e,5% ao mês? Resp.: R$ 5,00 (66 Qual a taxa mensal smples e esconto utlzaa numa operação a 0 as cujo valor nomnal é e R$.000,00 e cujo valor líquo é e R$ 880,00? Resp.: 3% ao mês. (67 Calcular o valor líquo e um conjunto e uplcatas escontaas a,4% ao mês, conforme o borerô a segur: (a R$ 6.000,00 para 5 as; (b R$ 3.500,00 para 5 as e (c.500,00 para 45 as. Resp.: R$.768,00 n n

8 Matemátca Fnancera 007. Prof.: Luz Gonzaga Damasceno 8 E-mals: (68 Uma uplcata e R$ 3.000,00 com 90 as a ecorrer até o seu vencmento, fo escontaa por um banco à taxa e,70% ao mês. Calcular o valor líquo entregue ou cretao ao clente. Resp.: R$ 9.408,00 (69 Determnar quantos as faltam para o vencmento e uma uplcata, no valor e R$ 9.800,00, que sofreu um esconto e R$ 448,50 à taxa e 8% ao ano. Resp.: 9 as. (70 (L-9 Calcular o valor o esconto composto conceo num Certfcao e Depósto Bancáro, e valor e resgate gual a R$ 8.496,7, sabeno-se que faltam 90 as para o seu vencmento e que a taxa e esconto é e,8% ao mês. Resp.: R$ 0.494,3 (7 Um título com valor nomnal e R$ 0.000,00 fo resgatao meses antes o seu vencmento, seno-lhe por sso conceo um esconto raconal smples à taxa e 60% ao mês. Neste caso, e quanto fo o valor pago pelo título? Resp.: R$ ,00 (7 Um título com valor nomnal e R$ 3.836,00 fo resgatao 4 meses antes o seu vencmento, teno so conceo um esconto raconal smples à taxa e 0% ao mês. De quanto fo o valor pago pelo título? Resp.: R$.740,00 (73 Um título com valor nomnal e R$ 7.40,00 fo resgatao meses antes o seu vencmento, seno-lhe por sso conceo um esconto raconal smples à taxa e 0% ao mês. Neste caso, e quanto fo o valor pago pelo título? Resp.: R$ 5.300,00 (74 Uma pessoa pretene salar uma íva cujo valor nomnal é e R$.040,00, 4 meses antes e seu vencmento. Qual o valor que everá pagar pelo título, se a taxa raconal smples usaa no mercao é e 5% ao mês? Resp.: R$.700,00 (75 (L-9 Amta-se que uma uplcata tenha so submeta a tpos e escontos. No prmero caso, a juros smples, a uma taxa e 0% ao ano, vencível em 80 as, com esconto comercal (por fora. No seguno caso, com esconto raconal (por entro, manteno as emas conções. Sabeno-se que a soma os escontos, por fora e por entro, fo e R$ 635,50. Qual o valor o título? Resp.: R$ 6.50,00 (76 Um título com vencmento em 8/0/998 fo escontao em 0//997. Se o esconto comercal smples fo e R$ 300,00 e a taxa mensal fo e 4%, o valor nomnal esse título era: Resp.: R$.500,00 (77 (L-9 Você possu uma uplcata cujo valor e face é e R$ 50,00. Essa uplcata vence em 3 meses. O banco com o qual você normalmente opera, além a taxa normal e esconto mensal (smples por fora, também fará uma retenção e 5% o valor e face a uplcata a título e salo méo, permaneceno bloqueao em sua conta este valor ese a ata o esconto até a ata o vencmento a uplcata. Caso você esconte a uplcata no banco você receberá líquos, hoje, R$ 05,00. A taxa e esconto que mas se aproxma a taxa pratcaa por este banco é: Resp.: 5% ao mês. (78 Em uma operação e resgate e um título, a vencer em 4 meses, a taxa anual empregaa eve ser e 8%. Se o esconto comercal smples excee o raconal smples em R$ 8,00, o valor nomnal o título é: Resp.: R$ 5.300,00 (79 João eve a um banco R$ ,00 que vencem aqu a 30 as. Por não spor e numeráro sufcente, propõe a prorrogação a íva por mas 90 as. Amtno-se a ata focal atual (zero e que o banco aote a taxa e esconto

9 Matemátca Fnancera 007. Prof.: Luz Gonzaga Damasceno 9 E-mals: comercal smples e 7% ao ano, o valor o novo título será e: Resp.: R$ ,00 (80 (L-9 Uma pessoa possu um fnancamento (taxa e juros smples e 0% ao mês. O valor total os pagamentos a serem efetuaos, juro mas prncpal, é e R$.400,00. As conções contratuas prevêem que o pagamento este fnancamento será efetuao em uas parcelas. A prmera parcela, no valor e 70% o total os pagamentos, será paga no fnal o quarto mês, e a Seguna parcela, no valor e 30% o total os pagamentos, será paga ao fnal o écmo prmero mês. O valor fnancao é: Resp.: R$ 900,00. (8 O esconto comercal smples e um título 4 meses antes o seu vencmento é e R$ 600,00. Conserano uma taxa e 5% ao mês, obtenha o valor corresponente no caso e um esconto raconal smples. Resp.: R$ 500,00

Custo de Capital. O enfoque principal refere-se ao capital de longo prazo, pois este dá suporte aos investimentos nos ativos permanentes da empresa.

Custo de Capital. O enfoque principal refere-se ao capital de longo prazo, pois este dá suporte aos investimentos nos ativos permanentes da empresa. Custo e Captal 1 Custo e Captal Seguno Gtman (2010, p. 432) o custo e Captal é a taxa e retorno que uma empresa precsa obter sobre seus nvestmentos para manter o valor a ação nalterao. Ele também poe ser

Leia mais

Matemática. Aula: 07 e 08/10. Prof. Pedro Souza. www.conquistadeconcurso.com.br. Visite o Portal dos Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM.

Matemática. Aula: 07 e 08/10. Prof. Pedro Souza. www.conquistadeconcurso.com.br. Visite o Portal dos Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM. Matemática Aula: 07 e 08/10 Prof. Pero Souza UMA PARCERIA Visite o Portal os Concursos Públicos WWW.CURSOAPROVACAO.COM.BR Visite a loja virtual www.conquistaeconcurso.com.br MATERIAL DIDÁTICO EXCLUSIVO

Leia mais

CAPÍTULO 1 Exercícios Propostos

CAPÍTULO 1 Exercícios Propostos CAPÍTULO 1 Exercícos Propostos Atenção: Na resolução dos exercícos consderar, salvo menção em contráro, ano comercal de das. 1. Qual é a taxa anual de juros smples obtda em uma aplcação de $1.0 que produz,

Leia mais

Administração - UniFAI

Administração - UniFAI CENTRO UNIVERSITÁRIO ASSUNÇÃO UniFAI Matemática Financeira Exercícios - Parte II Desconto de Títulos de Crédito Desconto de um Conjunto de Títulos 1 Desconto de Títulos de Crédito 1) Calcular o desconto

Leia mais

CURSO ON-LINE PROFESSOR: VÍTOR MENEZES

CURSO ON-LINE PROFESSOR: VÍTOR MENEZES O Danel Slvera pedu para eu resolver mas questões do concurso da CEF. Vou usar como base a numeração do caderno foxtrot Vamos lá: 9) Se, ao descontar uma promssóra com valor de face de R$ 5.000,00, seu

Leia mais

GST0045 MATEMÁTICA FINANCEIRA

GST0045 MATEMÁTICA FINANCEIRA GST0045 MATEMÁTICA FINANCEIRA Concetos Báscos e Smbologa HP-12C Prof. Antono Sérgo A. do Nascmento asergo@lve.estaco.br GST0045 Matemátca Fnancera 2 Valor do dnhero no tempo q O dnhero cresce no tempo

Leia mais

Prof. Benjamin Cesar. Onde a(n, i) é o fator de valor atual de uma série de pagamentos. M: montante da renda na data do último depósito.

Prof. Benjamin Cesar. Onde a(n, i) é o fator de valor atual de uma série de pagamentos. M: montante da renda na data do último depósito. Matemátca Fnancera Rendas Certas Prof. Benjamn Cesar Sére de Pagamentos Unforme e Peródca. Rendas Certas Anudades. É uma sequênca de n pagamentos de mesmo valor P, espaçados de um mesmo ntervalo de tempo

Leia mais

E-mails: damasceno1204@yahoo.com.br damasceno@interjato.com.br damasceno12@hotmail.com http://www. damasceno.info www. damasceno.info damasceno.

E-mails: damasceno1204@yahoo.com.br damasceno@interjato.com.br damasceno12@hotmail.com http://www. damasceno.info www. damasceno.info damasceno. Matemátca Facera 2007.1 Prof.: Luz Gozaga Damasceo 1 E-mals: damasceo1204@yahoo.com.br damasceo@terjato.com.br damasceo12@hotmal.com http://www. damasceo.fo www. damasceo.fo damasceo.fo Obs.: (1 Quado

Leia mais

Matemática Financeira. Aula 03 Taxa Real de Juros

Matemática Financeira. Aula 03 Taxa Real de Juros Matemática Financeira Aula 03 Taxa Real de Juros Inflação É o fenômeno conhecido como o aumento persistente dos preços de bens e serviços Fatores: Escassez de produtos, déficit orçamentário, emissão descontrolada

Leia mais

Conceitos de: juro, capital, taxa de juros, montante e capitalização simples

Conceitos de: juro, capital, taxa de juros, montante e capitalização simples UFS FM DEPARTAMENTO DE MATEMÁTIA MTM 5151 MATEMÁTIA FINAEIRA I PROF. FERNANDO GUERRA. UNIDADE 1 JUROS SIMPLES onceitos de: juro, capital, taxa de juros, montante e capitalização simples Juro j É uma compensação

Leia mais

( C ou VP ) Capital ou Valor Presente é o valor aplicado através de alguma operação financeira.

( C ou VP ) Capital ou Valor Presente é o valor aplicado através de alguma operação financeira. Prof.: Luiz Gonzaga Damasceno 1 3. Capital. Montante. 3.1 Capital ou Valor Presente. Taxa. Prazo. Montante. ( C ou VP ) Capital ou Valor Presente é o valor aplicado através de alguma operação financeira.

Leia mais

Metodologia IHFA - Índice de Hedge Funds ANBIMA

Metodologia IHFA - Índice de Hedge Funds ANBIMA Metodologa IHFA - Índce de Hedge Funds ANBIMA Versão Abrl 2011 Metodologa IHFA Índce de Hedge Funds ANBIMA 1. O Que é o IHFA Índce de Hedge Funds ANBIMA? O IHFA é um índce representatvo da ndústra de hedge

Leia mais

M = C( 1 + i.n ) J = C.i.n. J = C((1+i) n -1) MATEMÁTICA FINANCEIRA. M = C(1 + i) n BANCO DO BRASIL. Prof Pacher

M = C( 1 + i.n ) J = C.i.n. J = C((1+i) n -1) MATEMÁTICA FINANCEIRA. M = C(1 + i) n BANCO DO BRASIL. Prof Pacher MATEMÁTICA 1 JUROS SIMPLES J = C.. M C J J = M - C M = C( 1 +. ) Teste exemplo. ados com valores para facltar a memorzação. Aplcado-se R$ 100,00 a juros smples, à taxa omal de 10% ao ao, o motate em reas

Leia mais

ANÁLISE E CARACTERIZAÇÃO DE MODELOS DE CUSTOS QUE UTILIZAM O VALOR DE SHAPLEY PARA ALOCAÇÃO DE CUSTOS ENTRE DEPARTAMENTOS

ANÁLISE E CARACTERIZAÇÃO DE MODELOS DE CUSTOS QUE UTILIZAM O VALOR DE SHAPLEY PARA ALOCAÇÃO DE CUSTOS ENTRE DEPARTAMENTOS ANÁLISE E CARACTERIZAÇÃO DE MODELOS DE CUSTOS QUE UTILIZAM O VALOR DE SHAPLEY PARA ALOCAÇÃO DE CUSTOS ENTRE DEPARTAMENTOS Autores: FRANCISCO ANTONIO BEZERRA (FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU)

Leia mais

Fórmula do Montante. - Valor Futuro após 1 período: F 1 = P + Pi = P(1 + i) - Valor Futuro após 2 períodos:

Fórmula do Montante. - Valor Futuro após 1 período: F 1 = P + Pi = P(1 + i) - Valor Futuro após 2 períodos: DEPARTAMENTO...: ENGENHARIA CURSO...: PRODUÇÃO DISCIPLINA...: ENGENHARIA ECONÔMICA / MATEMÁTICA FINANCEIRA PROFESSORES...: WILLIAM FRANCINI PERÍODO...: NOITE SEMESTRE/ANO: 2º/2008 Aula 3 CONTEÚDO RESUMIDO

Leia mais

JUROS SIMPLES. i 100 i 100. TAXA PROPORCIONAL: É aquela que aplicada ao mesmo capital, no mesmo prazo, produze o mesmo juros.

JUROS SIMPLES. i 100 i 100. TAXA PROPORCIONAL: É aquela que aplicada ao mesmo capital, no mesmo prazo, produze o mesmo juros. JUROS MONTANTE JUROS SIMPLES J = C 0 * * t 00 M = C * + * t 00 TAXA PROPORCIONAL: É aquela que aplcada ao mesmo captal, o mesmo prazo, produze o mesmo juros. * = * JUROS COMPOSTOS MONTANTE M = C * + 00

Leia mais

Lista de exercício nº 4* Fluxos de caixa não uniformes, inflação, juros reais e nominais

Lista de exercício nº 4* Fluxos de caixa não uniformes, inflação, juros reais e nominais Lista de exercício nº 4* Fluxos de caixa não uniformes, inflação, juros reais e nominais 1. Calcule o Valor Presente Líquido do fluxo de caixa que segue, para as taxas de desconto de 8% a.a., 10% a.a.

Leia mais

mat fin 2008/6/27 13:15 page 53 #50

mat fin 2008/6/27 13:15 page 53 #50 mat fin 2008/6/27 13:15 page 53 #50 Aula 4 DESCONTO NA CAPITALIZAÇ ÃO SIMPLES O b j e t i v o s Ao final desta aula, você será capaz de: 1 entender o conceito de desconto; 2 entender os conceitos de valor

Leia mais

22.5.1. Data de Equivalência no Futuro... 22.5.2. Data de Equivalência no Passado... 2. 22.5. Equivalência de Capitais Desconto Comercial...

22.5.1. Data de Equivalência no Futuro... 22.5.2. Data de Equivalência no Passado... 2. 22.5. Equivalência de Capitais Desconto Comercial... Aula 22 Juros Simples. Montante e juros. Descontos Simples. Equivalência Simples de Capital. Taxa real e taxa efetiva. Taxas equivalentes. Capitais equivalentes. Descontos: Desconto racional simples e

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA BÁSICA

MATEMÁTICA FINANCEIRA BÁSICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

Elementos de Análise Financeira Reciprocidade Bancária e Taxas Over Profa. Patricia Maria Bortolon

Elementos de Análise Financeira Reciprocidade Bancária e Taxas Over Profa. Patricia Maria Bortolon Elementos de Análise Financeira Reciprocidade Bancária e Taxas Over Fonte: Assaf Neto (2009), Matemática Financeira e Suas Aplicações, Cap. 6 Reciprocidade Bancária São exigências estabelecidas pelas instituições

Leia mais

UNIDADE Correção monetária

UNIDADE Correção monetária UNIDADE 5 Correção monetária Correção monetária Curso de Graduação em Administração a Distância Objetivo Nesta Unidade, você vai estudar: o conceito de inflação, bem como o conceito de correção monetária;

Leia mais

Títulos de Crédito títulos de crédito formalizar dívidas que serão pagas no futuro prazo previamente estipulado ativos financeiros vendê-los por

Títulos de Crédito títulos de crédito formalizar dívidas que serão pagas no futuro prazo previamente estipulado ativos financeiros vendê-los por Desconto Simples Títulos de Crédito Os títulos de crédito são instrumentos legais previstos no direito comercial (contratos) e são usados para formalizar dívidas que serão pagas no futuro, em prazo previamente

Leia mais

Camila Spinassé INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA ALUNOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Camila Spinassé INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA ALUNOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Camla Spnassé INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA ALUNOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Vtóra Agosto de 2013 Camla Spnassé INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA PARA ALUNOS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA

MATEMÁTICA FINANCEIRA Roberto César Faria e Silva MATEMÁTICA FINANCEIRA Aluno: SUMÁRIO 1. CONCEITOS 2 2. JUROS SIMPLES 3 Taxa Efetiva e Proporcional 10 Desconto Simples 12 Desconto Comercial, Bancário ou Por Fora 13 Desconto

Leia mais

Elaboração: Fevereiro/2008

Elaboração: Fevereiro/2008 Elaboração: Feverero/2008 Últma atualzação: 19/02/2008 E ste Caderno de Fórmulas tem por objetvo esclarecer aos usuáros a metodologa de cálculo e os crtéros de precsão utlzados na atualzação das Letras

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL UNIVERIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIA INTEGRADA DO PONTAL Físca Expermental IV Lentes Cmpstas Objetv Determnar as stâncas cas e lentes e um sstema e lentes cmpstas. Intruçã utas vezes

Leia mais

Prof. Eugênio Carlos Stieler

Prof. Eugênio Carlos Stieler http://www.unemat.br/eugenio DESCONTOS CONCEITO A chamada operação de desconto normalmente é realizada quando se conhece o valor futuro de um título (valor nominal, valor de face ou valor de resgate) e

Leia mais

Pra que serve a Matemática Financeira? AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE INVESTIMENTOS MATEMÁTICA FINANCEIRA 20/01/2016. Danillo Tourinho Sancho da Silva, MSc

Pra que serve a Matemática Financeira? AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE INVESTIMENTOS MATEMÁTICA FINANCEIRA 20/01/2016. Danillo Tourinho Sancho da Silva, MSc AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE INVESTIMENTOS Danillo Tourinho Sancho da Silva, MSc MATEMÁTICA FINANCEIRA Danillo Tourinho Sancho da Silva, MSc Pra que serve a Matemática Financeira? 1 NOÇÕES GERAIS SOBRE A MATEMÁTICA

Leia mais

Matemática Financeira

Matemática Financeira Matemática Financeira Aula 02 Juros Simples, Descontos Simples e Juros Compostos Prof.Dr. Edmilson J.T. Manganote Juros Simples Fórmula do Juros Simples e Montante S P 1 i n Taxas Equivalentes i i 1 2

Leia mais

Elaboração: Novembro/2005

Elaboração: Novembro/2005 Elaboração: Novembro/2005 Últma atualzação: 18/07/2011 Apresentação E ste Caderno de Fórmulas tem por objetvo nformar aos usuáros a metodologa e os crtéros de precsão dos cálculos referentes às Cédulas

Leia mais

GABARITO DOS EXERCÍCIOS EXERCÍCIOS PROPOSTOS (Fator de Acumulação de Capital Pagamento Simples)

GABARITO DOS EXERCÍCIOS EXERCÍCIOS PROPOSTOS (Fator de Acumulação de Capital Pagamento Simples) Bertolo MATEMÁTICA FINANCEIRA Gab_fin2 1 GABARITO DOS EXERCÍCIOS EXERCÍCIOS PROPOSTOS (Fator de Acumulação de Capital Pagamento Simples) 1. Uma pessoa toma R$ 30.000,00 emprestados, a juros de 3% ao mês,

Leia mais

Sérgio Carvalho Matemática Financeira

Sérgio Carvalho Matemática Financeira Sérgio Carvalho Matemática Financeira Resolução Matemática Financeira ICMS-RJ/2008 Parte 02 33. Uma rede de lojas, que atua na venda de eletrônicos, anuncia a venda de notebook da seguinte forma: - R$

Leia mais

Escolha do Consumidor sob condições de Risco e de Incerteza

Escolha do Consumidor sob condições de Risco e de Incerteza 9/04/06 Escolha do Consumdor sob condções de Rsco e de Incerteza (Capítulo 7 Snyder/Ncholson e Capítulo Varan) Turma do Prof. Déco Kadota Dstnção entre Rsco e Incerteza Na lteratura econômca, a prmera

Leia mais

Organização da Aula. Avaliação de Investimentos. Aula 2. Contextualização. Instrumentalização. Proporcionalidade de taxas. Equivalência de taxas

Organização da Aula. Avaliação de Investimentos. Aula 2. Contextualização. Instrumentalização. Proporcionalidade de taxas. Equivalência de taxas Avaliação de Investimentos Aula 2 Profa. Claudia Abramczuk Organização da Aula Proporcionalidade de taxas Equivalência de taxas Comparação entre proporcionalidade e equivalência VP e VF Contextualização

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA COLEGIADO DO CURSO DE DESENHO INDUSTRIAL CAMPUS I - SALVADOR

UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA - UNEB DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA COLEGIADO DO CURSO DE DESENHO INDUSTRIAL CAMPUS I - SALVADOR Matéra / Dscplna: Introdução à Informátca Sstema de Numeração Defnção Um sstema de numeração pode ser defndo como o conjunto dos dígtos utlzados para representar quantdades e as regras que defnem a forma

Leia mais

Matemática Financeira

Matemática Financeira CAPÍTULO I Matemática Financeira Conceitos iniciais e diagramas de fluxo de caixa Adriano Leal Bruni albruni@minhasaulas.com.br Três objetivos do capítulo Entender os propósitos da Matemática Financeira;

Leia mais

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Taxas Equivalentes Rendas

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Taxas Equivalentes Rendas Análse de Projectos ESAPL / IPVC Taxas Equvalentes Rendas Taxas Equvalentes Duas taxas e, referentes a períodos dferentes, dzem-se equvalentes se, aplcadas a um mesmo captal, produzrem durante o mesmo

Leia mais

Fenômenos de Transporte I

Fenômenos de Transporte I Prof. Carlos Ruberto Fragoso Jr. Fenômenos e Transporte I 1. Funamentos e Cnemátca os Fluos 1.1 Defnções Escoamento é a eformação contínua e um fluo que sofre a ação e uma força tangencal, por menor que

Leia mais

MENSURAÇÃO DE INSTRUMENTOS FINANCEIROS PELO CUSTO AMORTIZADO

MENSURAÇÃO DE INSTRUMENTOS FINANCEIROS PELO CUSTO AMORTIZADO MENSURAÇÃO DE INSTRUMENTOS FINANCEIROS PELO CUSTO AMORTIZADO Sumário 1. Mensuração inicial pelo valor justo 2. Custos de transação 3. Mensuração subseqüente e exemplos do IASB 4. Operações pré com parcela

Leia mais

Conceitos Básicos 09/10/2015. Módulo IV Capitalização Composta. CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA Montante e Juro Fórmulas Derivadas

Conceitos Básicos 09/10/2015. Módulo IV Capitalização Composta. CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA Montante e Juro Fórmulas Derivadas Módulo IV Capitalização Composta Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA Montante e Juro Fórmulas Derivadas Conceitos Básicos No sistema de juros compostos (regime de capitalização composta),

Leia mais

ANEXO II METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X

ANEXO II METODOLOGIA E CÁLCULO DO FATOR X ANEXO II Nota Técnca nº 256/2009-SRE/ANEEL Brasíla, 29 de julho de 2009 METODOLOGIA E ÁLULO DO FATOR X ANEXO II Nota Técnca n o 256/2009 SRE/ANEEL Em 29 de julho de 2009. Processo nº 48500.004295/2006-48

Leia mais

2) Um equipamento de valor R$ 640,00 tem aumento de 15%. Qual o valor do novo preço?

2) Um equipamento de valor R$ 640,00 tem aumento de 15%. Qual o valor do novo preço? Porcentagem 1) Calcular 15% de 640. 2) Um equipamento de valor R$ 640,00 tem aumento de 15%. Qual o valor do novo preço? 3) Um equipamento de valor R$ 640,00 pode ser adquirido com um desconto de 15%.

Leia mais

Capital = 100 Juros simples Juros compostos Nº de anos Montante simples Montante composto

Capital = 100 Juros simples Juros compostos Nº de anos Montante simples Montante composto Juros compostos Cada período, os juros são incorporados ao principal e passam, por sua vez, a render juros. Também conhecido como juros sobre juros. Vamos ilustrar a diferença entre os crescimentos de

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA PROF. DANIEL DE SOUZA INTRODUÇÃO:

MATEMÁTICA FINANCEIRA PROF. DANIEL DE SOUZA INTRODUÇÃO: 1 MATEMÁTICA FINANCEIRA PROF. DANIEL DE SOUZA INTRODUÇÃO: O PRINCIPAL CONCEITO QUE ORIENTARÁ TODO O NOSSO RACIOCÍNIO AO LONGO DESTE CURSO É O CONCEITO DO VALOR DO DINHEIRO NO TEMPO. EMPRÉSTIMOS OU INVESTIMENTOS

Leia mais

A Matemática Financeira nos Financiamentos Habitacionais

A Matemática Financeira nos Financiamentos Habitacionais 2013: Trabalho de Conclusão de Curso do Mestrado Profssonal em Matemátca - PROFMAT Unversdade Federal de São João del-re - UFSJ Socedade Braslera de Matemátca - SBM A Matemátca Fnancera nos Fnancamentos

Leia mais

2. (ANEEL 2004 ESAF) A

2. (ANEEL 2004 ESAF) A 1. (Auditor Fiscal de Fortaleza 1998 ESAF) Um capital aplicado a juros compostos, à taxa nominal de 36% ao ano, com capitalização mensal, atingiu um montante de R$ 10.900,00, ao fim de um trimestre. Desprezando

Leia mais

Em minha opinião pessoal, não acredito que as duas questões sejam anuladas, porém não custa tentar!!!!

Em minha opinião pessoal, não acredito que as duas questões sejam anuladas, porém não custa tentar!!!! Vamos ao que interessa. As questões 69 e 75 são passíveis de anulação. Veja suas resoluções. Em minha opinião pessoal, não acredito que as duas questões sejam anuladas, porém não custa tentar!!!! A prova

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA

MATEMÁTICA FINANCEIRA Roberto César Faria e Silva MATEMÁTICA FINANCEIRA Aluno: SUMÁRIO 1. CONCEITOS 2 2. JUROS SIMPLES 3 Taxa Efetiva e Proporcional 10 Desconto Simples 12 Desconto Comercial, Bancário ou Por Fora 13 Desconto

Leia mais

Regressão e Correlação Linear

Regressão e Correlação Linear Probabldade e Estatístca I Antono Roque Aula 5 Regressão e Correlação Lnear Até o momento, vmos técncas estatístcas em que se estuda uma varável de cada vez, estabelecendo-se sua dstrbução de freqüêncas,

Leia mais

Elementos de Análise Financeira Juros Simples Profa. Patricia Maria Bortolon

Elementos de Análise Financeira Juros Simples Profa. Patricia Maria Bortolon Elementos de Análise Financeira Juros Simples Fórmulas de Juros Simples J C i n Onde: J = valor dos juros expresso em unidades monetárias C = capital. É o valor (em $) em determinado momento i = taxa de

Leia mais

200 180 Indice (abr/2004=100) 160 140 120 100 80 dez/97 jun/98 dez/98 jun/99 dez/99 jun/00 dez/00 jun/01 dez/01 jun/02 dez/02 jun/03 dez/03 jun/04 dez/04 jun/05 dez/05 jun/06 dez/06 jun/07 dez/07 Faturamento

Leia mais

Apostila de Matemática Financeira Parte 01

Apostila de Matemática Financeira Parte 01 Apostila de Matemática Financeira Parte 01 Autor: Guilherme Yoshida Facebook: facebook.com/guilhermeyoshida90 Google+: https://plus.google.com/108564693752650171653 Blog: Como Calcular Curta a Página do

Leia mais

Crédito - junho. Brasil - Estoque de Crédito como Proporção do PIB (%)

Crédito - junho. Brasil - Estoque de Crédito como Proporção do PIB (%) set/03 fev/04 jul/04 mai/05 out/05 mar/06 ago/06 jan/07 nov/07 abr/08 fev/09 jul/09 mai/10 out/10 ago/11 jan/12 Crédito - junho 26/07/12 Diversos indicadores do crédito no Brasil em junho seguiram a trajetória

Leia mais

Deixo para ajudar nos seus estudos 15 testes resolvidos e comentados. Ótimos estudos e conte conosco sempre.

Deixo para ajudar nos seus estudos 15 testes resolvidos e comentados. Ótimos estudos e conte conosco sempre. TESTES DE MATEMÁTICA FINANCEIRA RESOLVIDOS Deixo para ajudar nos seus estudos 15 testes resolvidos e comentados. Ótimos estudos e conte conosco sempre. Prof Pacher Testes 1. (ESAF) Admita-se que uma duplicata

Leia mais

JUROS SIMPLES 23/08/2015. Módulo II Capitalização Simples. CAPITALIZAÇÃO SIMPLES Juro Fórmulas Derivadas. Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc.

JUROS SIMPLES 23/08/2015. Módulo II Capitalização Simples. CAPITALIZAÇÃO SIMPLES Juro Fórmulas Derivadas. Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Módulo II Capitalização Simples Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. CAPITALIZAÇÃO SIMPLES Juro Fórmulas Derivadas JUROS SIMPLES O regime de juros será simples quando o percentual de juros incidir apenas

Leia mais

AFC/2005 Resolução da prova de Matemática Financeira

AFC/2005 Resolução da prova de Matemática Financeira 12/02/2006 AFC/2005 Resolução da prova de Matemática Financeira Questão 11. Marcos descontou um título 45 dias antes de seu vencimento e recebeu R$370.000,000. A taxa de desconto comercial simples foi

Leia mais

Matemática Profª Valéria Lanna

Matemática Profª Valéria Lanna Matemática Profª Valéria Lanna Para responder a questão 01, utilize os dados da tabela abaixo, que apresenta as freqüências acumuladas das notas de 20 alunos entre 14 e 20 pontos. Notas (em pontos) Frequência

Leia mais

Capítulo 4 CONSERVAÇÃO DA MASSA E DA ENERGIA

Capítulo 4 CONSERVAÇÃO DA MASSA E DA ENERGIA Capítulo 4 COSERAÇÃO DA MASSA E DA EERGIA 4.1. Equações para um Sstema Fechao 4.1.1. Defnções Consere o volume materal e uma aa substânca composta por espéces químcas lustrao na Fgura 4.1, one caa espéce

Leia mais

Matemática Financeira Aplicada

Matemática Financeira Aplicada Juros Compostos Cálculo com Prazos Fracionários Convenção Linear Os juros compostos são usados para o número inteiro de períodos e os juros simples para a parte fracionária de períodos. Convenção Exponencial

Leia mais

Conceitos Básicos de Juros

Conceitos Básicos de Juros Conceitos Básicos de Juros Prof. Wanderson S. Paris, M.Eng. prof@cronosquality.com.br Porcentagem e cálculo de taxa (per + cento + agem) corresponde a uma fração de cem (cento) de qualquer coisa mensurável.

Leia mais

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA POLÍTICA DE INVESTIMENTO E RESUMO DO INFORMATIVO MENSAL DA BB GESTÃO DE RECURSOS DTVM

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA POLÍTICA DE INVESTIMENTO E RESUMO DO INFORMATIVO MENSAL DA BB GESTÃO DE RECURSOS DTVM RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA POLÍTICA DE INVESTIMENTO E RESUMO DO INFORMATIVO MENSAL DA BB GESTÃO DE RECURSOS DTVM Janeiro/2015 1. Extrato Sintético das Aplicações FUNDOS RENDA FIXA SALDO 31.12.14 APLICAÇÃO

Leia mais

FIDC EMPÍRICA GOAL ONE FIDC EMPÍRICA. Goal One

FIDC EMPÍRICA GOAL ONE FIDC EMPÍRICA. Goal One FIDC EMPÍRICA Goal One Relatório Mensal de Gestão - Dezembro/ 2015 Comentários do Gestor > No mês de dezembro observamos uma pequena variação na margem nos indicadores de liquidez e risco. Os indicadores

Leia mais

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Empréstimos para Capital de Giro

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Empréstimos para Capital de Giro Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Empréstimos para Capital de Giro Fonte: Assaf Neto (2009), Matemática Financeira e Suas Aplicações, Cap. 5 Empréstimos para Capital de Giro As modalidades

Leia mais

Juros Simples, Compostos, e Contínuos

Juros Simples, Compostos, e Contínuos Juros Simples, Compostos, e Contínuos Conceito Principal Juros são o preço pago pelo benefício do empréstimo de dinheiro por um certo período de tempo. Tipicamente, a taxa de juros é expressa como uma

Leia mais

Banco do Brasil + BaCen

Banco do Brasil + BaCen 1. TAXA Taxa [ i ] é um valor numérico de referência, informado por uma das notações: Forma percentual, p.ex. 1%. Forma unitária, p.ex. 0,01 Forma fracionária centesimal, p.ex. 1/100. Ambos representam

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O MB HORIZONTE FIC FIA

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O MB HORIZONTE FIC FIA LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O CNPJ: Informações referentes a Janeiro de 2016 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o As informações completas sobre esse fundo podem ser

Leia mais

Microeconomia II. Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão AULA 4.3. Decisão Intertemporal do Consumidor O Mercado de Capital

Microeconomia II. Cursos de Economia e de Matemática Aplicada à Economia e Gestão AULA 4.3. Decisão Intertemporal do Consumidor O Mercado de Capital Mcroeconoma II Cursos de Economa e de Matemátca Aplcada à Economa e Gestão AULA 4.3 Decsão Intertemporal do Consumdor O Mercado de Captal Isabel Mendes 2007-2008 4/17/2008 Isabel Mendes/MICRO II 1 3. EQUILÍBRIO

Leia mais

Comentário Geral: Prova dentro dos padrões da banca examinadora. Questões fáceis: 6 Questões medianas: 2 Questões difíceis: 0

Comentário Geral: Prova dentro dos padrões da banca examinadora. Questões fáceis: 6 Questões medianas: 2 Questões difíceis: 0 Comentário Geral: Prova dentro dos padrões da banca examinadora. Questão passível de anulação: 27 Porém, não acredito que a banca anulará, veja o comentário Questões fáceis: 6 Questões medianas: 2 Questões

Leia mais

Soluções integrais. Há cinco degraus para se alcançar a sabedoria: calar, ouvir, lembrar, agir, estudar. Anônimo. Soluções do Capítulo 1

Soluções integrais. Há cinco degraus para se alcançar a sabedoria: calar, ouvir, lembrar, agir, estudar. Anônimo. Soluções do Capítulo 1 Soluções integrais Há cinco degraus para se alcançar a sabedoria: calar, ouvir, lembrar, agir, estudar. Anônimo Soluções do Capítulo 1 Basta somar os valores, lembrando que seta para baixo indica valor

Leia mais

DISCIPLINA: ECONOMIA DA ENGENHARIA I Professor JORGE JUNIOR E.MAIL: jjuniorsan@ceunes.ufes.br

DISCIPLINA: ECONOMIA DA ENGENHARIA I Professor JORGE JUNIOR E.MAIL: jjuniorsan@ceunes.ufes.br UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO DISCIPLINA: ECONOMIA DA ENGENHARIA I Professor JORGE JUNIOR E.MAIL: jjuniorsan@ceunes.ufes.br Apostila integralmente

Leia mais

EXERCÍCIOS DIVERSOS TRABALHO 1

EXERCÍCIOS DIVERSOS TRABALHO 1 EXERCÍCIOS DIVERSOS TRABALHO 1 01. O gerente de uma loja de presentes está fazendo o fechamento das vendas de brinquedos no período de véspera de natal. No dia 06/11/2006 foram vendidos 14 brinquedos a

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA COM HP 12C E EXCEL

MATEMÁTICA FINANCEIRA COM HP 12C E EXCEL MATEMÁTICA FINANCEIRA COM HP 12C E EXCEL SOLUÇÕES COMPLETAS DE QUESTÕES E EXERCÍCIOS ADRIANO LEAL BRUNI E RUBENS FAMÁ 5ª EDIÇÃO ATLAS 2010 1 APRESENTAÇÃO Este texto apresenta as respostas da questões e

Leia mais

Software. Guia do professor. Como comprar sua moto. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação

Software. Guia do professor. Como comprar sua moto. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação números e funções Gua do professor Software Como comprar sua moto Objetvos da undade 1. Aplcar o conceto de juros compostos; 2. Introduzr o conceto de empréstmo sob juros; 3. Mostrar aplcações de progressão

Leia mais

JUROS: CONCEITOS E APLICAÇÕES. (moreirafrmat@hotmail.com) RESUMO

JUROS: CONCEITOS E APLICAÇÕES. (moreirafrmat@hotmail.com) RESUMO JUROS: CONCEITOS E APLICAÇÕES Fernando Rcardo Morera 1, Esdras Texera Costa 2, Rodrgo Couto Santos 3, Wendy Carnello Ferrera 4, Chrstan Das Cabacnha 5 1 Professor Mestre do Curso de Matemátca da Unversdade

Leia mais

Matemática Financeira Aplicada a Análise de Investimentos.

Matemática Financeira Aplicada a Análise de Investimentos. Matemática Financeira Aplicada a Análise de Investimentos. Professora: Michele Jackeline Andressa Rosa Disciplina: Avaliação e Análise de Investimentos 6 semestre de Economia Conceito de investimento Sacrificiozinho

Leia mais

Apostila de. Finanças e Turismo. 2º semestre de 2013 Glauber Eduardo de Oliveira Santos

Apostila de. Finanças e Turismo. 2º semestre de 2013 Glauber Eduardo de Oliveira Santos Apostila de Finanças e Turismo 2º semestre de 2013 Glauber Eduardo de Oliveira Santos SUMÁRIO 1 Introdução às Finanças... 4 1.1 Avaliação de investimentos... 4 1.2 Empréstimos e juros... 5 1.3 Alternativas

Leia mais

Financiamento de Longo Prazo. Fontes Internas Lucro Retido Depreciação acumulada Fontes Externas Dívida Capital Próprio ADM 1409 GESTÃO FINANCEIRA II

Financiamento de Longo Prazo. Fontes Internas Lucro Retido Depreciação acumulada Fontes Externas Dívida Capital Próprio ADM 1409 GESTÃO FINANCEIRA II Financiamento de Longo Prazo Fontes Internas Lucro Retido Depreciação acumulada Fontes Externas Dívida Capital Próprio Financiamento com Dívida O financiamento com dívida é uma alternativa ao capital próprio

Leia mais

i ano = 2 x i semestre = 4 x i trimestre = 6 x i bimestre = 12 x i mês = 360 x i dia

i ano = 2 x i semestre = 4 x i trimestre = 6 x i bimestre = 12 x i mês = 360 x i dia que se aplicado a uma taxa de juros de 60% ao ano, por um período de um ano. Podemos representá-las da seguinte forma: MATEMÁTICA FINANCEIRA BANRISUL PEDRÃO AULA 05/10 Taxas de juros Antes de iniciarmos

Leia mais

SIMULADO COMENTADO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA

SIMULADO COMENTADO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA SIMULADO COMENTADO DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Prof. Quilelli 1 ) Uma dívida contraída à taxa de juros simples de 10% ao mês, deverá ser paga em duas parcelas, respectivamente iguais a R$ 126,00, daqui a

Leia mais

INTRODUÇÃO À ESTATÍSTICA ECONÔMICA 2a. Prova 11/7/2006 Profa. Ana Maria Farias Turma A hs

INTRODUÇÃO À ESTATÍSTICA ECONÔMICA 2a. Prova 11/7/2006 Profa. Ana Maria Farias Turma A hs INTRODUÇÃO À ESTATÍSTICA ECONÔMICA 2a. rova /7/2006 rofa. Ana Mara Faras Turma A 4-6 hs. Consdere os dados da tabela abaxo, onde temos preços e uantdades utlzadas de materal de escrtóro. Item Undade reço

Leia mais

Sistemas de Filas: Aula 5. Amedeo R. Odoni 22 de outubro de 2001

Sistemas de Filas: Aula 5. Amedeo R. Odoni 22 de outubro de 2001 Sstemas de Flas: Aula 5 Amedeo R. Odon 22 de outubro de 2001 Teste 1: 29 de outubro Com consulta, 85 mnutos (níco 10:30) Tópcos abordados: capítulo 4, tens 4.1 a 4.7; tem 4.9 (uma olhada rápda no tem 4.9.4)

Leia mais

DAIEA Demonstrativo Analítico dos Investimentos e Enquadramento das Aplicações

DAIEA Demonstrativo Analítico dos Investimentos e Enquadramento das Aplicações DAIEA Demonstrativo Analítico dos Investimentos e Enquadramento das Aplicações FUNDO DE PENSÃO PRECIN 1 Semestre / 2006 DAIEA Demonstrativo Analítico de Investimentos e de Enquadramentos das Aplicações

Leia mais

PROVA DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR 2013 DA UNICAMP-FASE 1. RESOLUÇÃO: PROFA. MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA

PROVA DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR 2013 DA UNICAMP-FASE 1. RESOLUÇÃO: PROFA. MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA PROVA DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR 03 DA UNICAMP-FASE. PROFA. MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA QUESTÃO 37 A fgura abaxo exbe, em porcentagem, a prevsão da oferta de energa no Brasl em 030, segundo o Plano Naconal

Leia mais

Juros APOSTILA DE MATEMÁTICA FINANCEIRA: PROF. ALBERTO. APOSTILA ESPECIAL DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Profº Alberto CONSIDERAÇÕES INICIAIS

Juros APOSTILA DE MATEMÁTICA FINANCEIRA: PROF. ALBERTO. APOSTILA ESPECIAL DE MATEMÁTICA FINANCEIRA Profº Alberto CONSIDERAÇÕES INICIAIS APOSTILA DE MATEMÁTICA FINANCEIRA: PROF. ALBERTO Taxa de juros: relação percentual entre os juros cobrados, por unidade de tempo, e o capital [principal] emprestado. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Montante: capital

Leia mais

Os juros no regime de capitalização simples, são diretamente proporcionais ao tempo de utilização do capital. Seu cálculo é linear.

Os juros no regime de capitalização simples, são diretamente proporcionais ao tempo de utilização do capital. Seu cálculo é linear. JUROS SIMPLES Juros, pagamento que se dá pelo uso do capital. A dedução dos juros pode ser feita sob o regime de capitalização simples ou composta. Capitalização simples é aquela que a base de cálculo

Leia mais

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para

Objetivos da aula. Essa aula objetiva fornecer algumas ferramentas descritivas úteis para Objetvos da aula Essa aula objetva fornecer algumas ferramentas descrtvas útes para escolha de uma forma funconal adequada. Por exemplo, qual sera a forma funconal adequada para estudar a relação entre

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MATEMÁTICA FINANCEIRA MAT 191 PROFESSORES: ENALDO VERGASTA, GLÓRIA MÁRCIA, JODÁLIA ARLEGO

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MATEMÁTICA FINANCEIRA MAT 191 PROFESSORES: ENALDO VERGASTA, GLÓRIA MÁRCIA, JODÁLIA ARLEGO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA MATEMÁTICA FINANCEIRA MAT 191 PROFESSORES: ENALDO VERGASTA, GLÓRIA MÁRCIA, JODÁLIA ARLEGO LISTA 2 1) Um título, com valor de face igual a $1.000,00,

Leia mais

Cálculo do Conceito ENADE

Cálculo do Conceito ENADE Insttuto aconal de Estudos e Pesqusas Educaconas Aníso Texera IEP Mnstéro da Educação ME álculo do onceto EADE Para descrever o cálculo do onceto Enade, prmeramente é mportante defnr a undade de observação

Leia mais

DESCONTO SIMPLES Roteiro Roteiro Introdução Introdução Introdução N Valor Nominal Desconto D Valor Atual A d Taxa de Desconto 0 1 2 3 t Tempo de antecipação Fonte: PENIDO, Eduardo. Matemática Financeira

Leia mais

MS Excel funções financeiras

MS Excel funções financeiras MS Excel funções financeiras Roberto Guena USP 15 de setembro de 2014 Roberto Guena (USP) MS Excel funções financeiras 15 de setembro de 2014 1 / 1 Funções financeiras no Excel São mais de 50 funções.

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SPINELLI FIC DE FI REFERENCIADO DI CNPJ 19.312.112/0001-06 DEZEMBRO/2015

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SPINELLI FIC DE FI REFERENCIADO DI CNPJ 19.312.112/0001-06 DEZEMBRO/2015 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o Spinelli FIC de FI Referenciado DI. As informações completas sobre esse fundo podem ser obtidas no Prospecto e no Regulamento do fundo, disponíveis

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA. Prof. Local. Flavio Nicastro. flavio.nicastro@attatecnologia.com.br. 13-11-2013 aula 4

GESTÃO FINANCEIRA. Prof. Local. Flavio Nicastro. flavio.nicastro@attatecnologia.com.br. 13-11-2013 aula 4 GESTÃO FINANCEIRA Prof. Local Flavio Nicastro flavio.nicastro@attatecnologia.com.br 13-11-2013 aula 4 Avaliação de Ativos e Valor Presente. Dinâmica 1 Exercícios de Valor Presente e Valor Futuro 1) Joaquim

Leia mais

2 - Um capital de R$ 2.000,00 é aplicado a juros composto durante 4 anos a taxa de 2% a.a. Qual o montante e qual os juros totais auferidos?

2 - Um capital de R$ 2.000,00 é aplicado a juros composto durante 4 anos a taxa de 2% a.a. Qual o montante e qual os juros totais auferidos? LISTA 02 MATEMÁTICA FINANCEIRA Professor Joselias TAXAS EQUIVALENTES A JUROS COMPOSTOS, TAXA NOMINAL, TAXA EFETIVA, DESCONTO RACIONAL SIMPLES E COMPOSTO, DESCONTO COMERCIAL SIMPLES E COMPOSTO. DESCONTO

Leia mais

Prof. Eugênio Carlos Stieler

Prof. Eugênio Carlos Stieler Tipos de Formação de Juros Os juros são formados através do processo denominado regime de capitalização, que pode ocorrer de modo simples ou composto, conforme apresentado a seguir: Juros Simples No regime

Leia mais

CIÊNCIAS CONTÁBEIS MATEMATICA FINANCEIRA JUROS SIMPLES

CIÊNCIAS CONTÁBEIS MATEMATICA FINANCEIRA JUROS SIMPLES DEFINIÇÕES: CIÊNCIAS CONTÁBEIS MATEMATICA FINANCEIRA JUROS SIMPLES Taxa de juros: o juro é determinado através de um coeficiente referido a um dado intervalo de tempo. Ele corresponde à remuneração da

Leia mais

Tópico 4. , o capacitor atinge plena carga. , até anular-se. Em t 2. , o valor de i é igual a

Tópico 4. , o capacitor atinge plena carga. , até anular-se. Em t 2. , o valor de i é igual a Tóco 4 aactores Tóco 4 ER No nstante t, um caactor e μf, escarregao, é lgao a uma fonte e V, or meo e uma chave colocaa na osção Em um etermnao nstante t, o caactor atnge lena carga () () e) Durante a

Leia mais

FINANCIAMENTOS UTILIZANDO O EXCEL

FINANCIAMENTOS UTILIZANDO O EXCEL rofessores Ealdo Vergasta, Glóra Márca e Jodála Arlego ENCONTRO RM 0 FINANCIAMENTOS UTILIZANDO O EXCEL INTRODUÇÃO Numa operação de empréstmo, é comum o pagameto ser efetuado em parcelas peródcas, as quas

Leia mais

captação de recursos empréstimos financiamento.

captação de recursos empréstimos financiamento. Instrumentos utilizados pelas instituições financeiras para captação de recursos (funding) que serão utilizados nas operações de empréstimos e financiamento. 1 O cliente entrega os recursos ao banco, sendo

Leia mais

Elementos de Análise Financeira Juros Compostos Profa. Patricia Maria Bortolon

Elementos de Análise Financeira Juros Compostos Profa. Patricia Maria Bortolon Elementos de Análise Financeira Juros Compostos Juros Compostos Os juros formados em cada período são acrescidos ao capital formando o montante (capital mais juros) do período. Este montante passará a

Leia mais