Monitoramento e Avaliação do Plano Integral em Convivência e Segurança Cidadã

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Monitoramento e Avaliação do Plano Integral em Convivência e Segurança Cidadã"

Transcrição

1 Coletânea Convivência e Segurança Cidadã: Guias de Gestão Territorial Participativa Monitoramento e Avaliação do Plano Integral em Convivência e Segurança Cidadã Empoderando vidas. Fortalecendo nações.

2 Coletânea Convivência e Segurança Cidadã: Guias de Gestão Territorial Participativa Guia de Monitoramento e Avaliação em Convivência e Segurança Cidadã 1ª Edição

3 Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento - Brasil JORGE CHEDIEK Representante Residente Coordenação Érica Mássimo Machado PNUD Brasil Edição Bruna Pegna Hercog e Marialina Côgo Antolini ARNAUD PERAL Representante Residente Adjunto MARISTELA MARQUES BAIONI Representante Residente Assistente Equipe Técnica Alline Pedra, Bruna Pegna Hercog, Cíntia Yoshihara, Cristiano Pereira da Silva, Joselita Frutuoso de Araujo Macêdo Filha, Juliana Mattedi Dalvi, Marialina Côgo Antolini, Paulo Ricardo de Souza e Paiva, Ricardo de Lacerda Ferreira e Rita de Cássia Lima Andrea Textos Bruna Pegna Hercog, Cíntia Yoshihara, Joselita Frutuoso de Araujo Macêdo Filha, Juliana Mattedi Dalvi e Marialina Côgo Antolini Colaboradores Claudia Ocelli, Daniel de Castro, Daniel Luz, Débora Sol, Eugenia Piza-Lopez, Fernanda dos Anjos, Gabriela Dutra, Gerardo Berthin, Hugo Acero, Jairo Matallana, João José Barbosa Sana, José Carlos Arruti Rey, Lina Salazar, Maristela Marques Baioni, Moema Freire, Nicolas Garrigue, Norma Peña Projeto gráfico e editoração Valentina Garcia PREFÁCIO É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja para venda ou qualquer fim comercial. Publicado pelo Programa das Nações Unidas Para o Desenvolvimento (PNUD). PNUD 2013 Projeto Gráfico: Valentina Garcia Primeira edição: dezembro de 2013 Tiragem: 800 exemplares Impressão: Estação Gráfica Ltda Para elaboração dos textos desta Coletânea, optou-se pelo uso de linguagem não discriminatória em relação a gênero, raça, etnia ou classe social. Em muitos casos, foi necessário o uso genérico do masculino, a exemplo do termo ator social, ou de termos neutros como crianças, adolescentes e jovens. Mesmo nesses casos, entende-se que o genérico do masculino refere-se a homem e mulher e que os termos neutros reúnem as especificidades e direitos adquiridos de cada cidadão e cidadã aqui representados. Guia de monitoramento e avaliação em convivência e segurança cidadã. Brasília : PNUD, p. (Coletânea convivência e segurança cidadã : guias de gestão territorial participativa). Incl. bibl. ISBN: Segurança Cidadã 2. Direitos civis e políticos 3. Direitos humanos 4. Tolerância 5. Cultura de paz 6. Segurança humana 7. Participação social 8. Participação comunitária 9. Administração pública 10. Monitoramento 11. Avaliação 12. Política de desenvolvimento 13. Desenvolvimento humano 14. Brasil 15. Guias I. PNUD Impresso no Brasil A Redução da Vulnerabilidade e a Promoção da Segurança Cidadã formam um dos pilares da atuação do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil. São claras as evidências de que os altos índices de criminalidade e de insegurança nos países da América Latina e Caribe têm imposto entraves significativos para o pleno desenvolvimento econômico e social da região, mesmo face às recentes melhorias na governança e na qualidade de vida das populações mais vulneráveis. Neste sentido, o PNUD Brasil compartilha da prioridade brasileira de promover melhorias na segurança pública como caminho necessário ao que chamamos de desenvolvimento humano sustentável. A contribuição a esta área vem da atuação de nossas equipes a partir da perspectiva conceitual da Convivência e Segurança Cidadã, que envolve a adoção de um enfoque integral, local e participativo no tratamento da segurança pública. Isto nos permitiu acumular, nos últimos anos, experiência corporativa relevante na área de Segurança, tanto em âmbito nacional quanto local, como resultado de várias atividades de prevenção do conflito, reforma institucional e construção de capacidades para a governabilidade democrática. Por meio de práticas efetivas em gestão da Segurança Cidadã, o PNUD vem desenvolvendo um conjunto de metodologias, instrumentos e ferramentas que visam apoiar e fortalecer os municípios no âmbito das políticas de prevenção à violência. São instrumentos que recuperam experiências de sucesso da região 5

4 6 GUIA DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO em segurança cidadã e também colocam à disposição dos governos suas redes de especialistas certificados, com experiências concretas e exitosas em diversos países. Um dos frutos desta experiência é esta Coletânea: Convivência e Segurança Cidadã: Guias de Gestão Territorial Participativa. As metodologias aqui apresentadas resultam do crescente compartilhamento de responsabilidades na prevenção e no enfrentamento da violência, do âmbito nacional ao local, revelando o quanto a participação das comunidades é fundamental para o sucesso de projetos e programas na área da segurança. A Coletânea foi elaborada a partir da experiência de execução do Programa Conjunto Interagencial da Organização das Nações Unidas (ONU) Segurança com Cidadania: prevenindo a violência e fortalecendo a cidadania, com foco em crianças, adolescentes e jovens em condições vulneráveis nas comunidades brasileiras. Essa experiência de cooperação técnica foi desenvolvida entre os anos de 2010 e 2013, em três unidades territoriais das cidades brasileiras de Contagem (MG), Lauro de Freitas (BA) e Vitória (ES). A Coletânea apresenta não só as metodologias utilizadas, como também fatos e histórias marcantes, que ocorreram ao longo da implementação do Programa nos três municípios e que ilustram a riqueza e a diversidade de experiências bem-sucedidas e o impacto gerado nessas localidades. Dessa forma, nosso objetivo é oferecer a governos, organizações, movimentos sociais, entre outros, materiais de referência para uma atuação local, integral e participativa na construção de uma cultura de prevenção à violência. Desejamos uma excelente leitura a todas e todos bem como nossos votos de que este material encontre uso efetivo na promoção da Convivência e da Segurança Cidadã neste país. Jorge Chediek Coordenador-Residente do Sistema das Nações Unidas no Brasil e Representante-Residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil SUMÁRIO APRESENTAÇÃo 6 O QUE É MONITORAMENTO E O QUE É AVALIAÇÃO? 8 POR QUE MONITORAR E AVALIAR? 10 Audiência com prefeito eleito 11 incentiva ação da Comissão de Comunicação Entrevista: Clarice Zilberman Knijnik 14 COMO MONITORAR E COMO AVALIAR? 18 Definindo princípios fundamentais para 18 uma boa prática de monitoramento e avaliação Identificando peças chaves para 20 o monitoramento e avaliação Monitorando 25 Comissão de Comunicação tem papel monitorador 27 no Programa Conjunto da ONU Segurança com Cidadania Avaliando 28 Elaborando um Plano de Trabalho 31 de monitoramento e avaliação Rodas de Diálogo: fortalecimento da sociedade civil e 32 envolvimento de jovens no processo de avaliação e monitoramento O QUE A PRÁTICA ENSINa 33 Cartilha do Plano: instrumento 35 de apoio ao processo de Monitoramento e Avaliação REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICas 36

5 APRESENTAÇÃO 8 GUIA DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO O Guia de Monitoramento e Avaliação em Convivência e Segurança Cidadã faz parte da Coletânea Convivência e Segurança Cidadã: Guias de Gestão Territorial Participativa do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), composta por um encarte conceitual e sete Guias: Preparação, Curso de Convivência e Segurança Cidadã, Diagnóstico Integral e Participativo, Plano Integral e Participativo, Intercâmbio de Experiências, Monitoramento e Avaliação e Comunicação e Mobilização Social e o Jogo Fica Seguro, que convida de forma lúdica e dinâmica para a vivência de todas as etapas da implementação de um projeto de Convivência e Segurança Cidadã. O objetivo do PNUD é oferecer a governos, organizações e movimentos sociais, entre outros, materiais de referência para a atuação local na construção de uma cultura de prevenção da violência. Este Guia tem como objetivo ser um instrumento que facilite o acompanhamento e o controle da execução do Plano Integral e Participativo de Convivência e Segurança Cidadã, por meio da disponibilização de orientações sobre o desenvolvimento de processos de monitoramento e de algumas noções para contribuir com os processos de avaliação. Pretende-se, com isso, responder à necessidade de suprir gestores públicos, técnicos e representações dos movimentos sociais com subsídios para uma prática de monitoramento e avaliação que possa ser participativa, enquanto recurso de controle social, e instigante do processo de planejamento, como etapa fundamental para a governança local. Desenho sobre foto de ação do Programa Conjunto da ONU Segurança com Cidadania

6 GUIA DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO 10 ator social Um determinado indivíduo é um ator social quando representa algo para a sociedade, encarna uma ideia, uma reivindicação, um projeto, uma promessa, uma denúncia. Uma classe social, uma categoria social ou um grupo podem ser atores sociais, assim como instituições: partidos políticos, jornais, igrejas etc. (SOUZA, 1991). Os atores sociais, são portanto, todos aqueles que tenham interesse na questão da convivência e segurança cidadã. São, prioritariamente, aquelas que integram o território trabalhado, podendo se estender a todos que atuam com a temática. (Souza, 1991) e (RGCI, 2007) Leia mais sobre o conceito de Convivência e Segurança Cidadã no Guia de Apresentação. O QUE É MONITORAMENTO E O QUE É AVALIAÇÃO? Toda ação, para ser bem executada, precisa ser bem planejada, monitorada e avaliada. Atualmente, a importância e o uso dos recursos de planejamento já estão bastante difundidos entre os executores de políticas públicas e de programas ou projetos sociais. No entanto, a importância e o uso da avaliação e, principalmente, do monitoramento ainda não foi suficientemente absorvida por gestores, técnicos e lideranças comunitárias, como fundamentais para os processos de gestão do território. A dificuldade em seu uso se dá desde a compreensão do que são seus instrumentos de medição, como os indicadores, até quanto aos métodos de análise a serem utilizados no acompanhamento da execução das iniciativas para o alcance dos resultados esperados. O planejamento de iniciativas contextualizadas, voltadas para a Convivência e a Segurança Cidadã, preveem que, a partir de uma prática intersetorial, interdisciplinar e participativa, seja alcançada efetivamente a redução das práticas de violência e a promoção de uma cultura de paz. Tal tarefa desafiadora exige um amplo horizonte de tempo e a apropriação pelos atores sociais envolvidos para se concretizar e, por isso, deve ser pensada na perspectiva do planejamento de curto, médio e longo prazo. Assim sendo, ao se planejar planos, programas e projetos, as ações de monitoramento e avaliação se constituem em importantes ferramentas de gestão que auxiliam na superação de dificuldades que normalmente ocorrem no processo de execução, no acompanhamento do desempenho e no aperfeiçoamento contínuo da qualidade do que se almeja atingir. A palavra monitoramento vem do termo em latim monere, que significa alerta. Em português, tem-se traduzido como monitoria ou monitoramento, sendo usada também como sinônimo de vigilância, acompanhamento, seguimento. Pode-se dizer que monitorar é acompanhar algo para saber se seu desenvolvimento ou crescimento está se dando conforme o esperado. Monitorar é um ato contínuo de observação no qual os atores sociais envolvidos obtêm retorno de informações sobre o progresso que tem sido feito para o alcance de metas e objetivos. Monitorar é constatar. A avaliação, por sua vez, é estabelecer um juízo de valor, fazendo uma análise das vantagens e desvantagens dos procedimentos adotados, se estão respondendo ou não ao que se busca alcançar. Possibilita um olhar que identifica responsabilidades e processos a serem disseminados, reforçados ou reorientados. Em outras palavras, a avaliação é o processo de valoração das ações concluídas, ou em andamento, para determinar até que ponto estão sendo atingidos seus objetivos declarados e contribui para a tomada de decisão do que deve permanecer, ser reorientado ou disseminado em determinada iniciativa. Avaliar é valorar. PARA COMPREENDER AS RELAÇÕES E DEPENDÊNCIAS ENTRE PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO: Sem um planejamento adequado e uma articulação com os resultados desejados não fica claro o que deve ser monitorado, nem como; portanto, não se pode fazer bem o monitoramento sem planejamento eficaz, com resultados bem definidos, a base da avaliação é fraca; portanto, não se pode fazer bem uma avaliação sem um monitoramento atento, não se podem coletar os dados necessários; portanto, não se pode fazer uma boa avaliação Fonte: Adaptado de MANUAL DE PLANIFICACIÓN, SEGUIMIENTO Y EVALUACIÓN DE LOS RESULTADOS DE DESARROLLO, PNUD, Na prática, o monitoramento deve estar articulado com a avaliação; os dois aparecem juntos nos processos de acompanhamento, pois possuem objetivos comuns: garantir que a ação programada alcance metas e resultados previstos da melhor forma, ou seja, de modo eficiente e eficaz. Ambos são processos contínuos e têm metodologias próprias. A diferença fundamental entre os dois é que a avaliação exige análises mais rigorosas, muitas delas feitas de modo independente de quem executa, para indicar aos gestores e demais atores sociais envolvidos se estão ou não no caminho certo. o monitoramento é necessário, mas não suficiente, para a avaliação o monitoramento facilita a avaliação, mas a avaliação utiliza compilação de dados adicionais e diferentes quadros para análise o monitoramento e a avaliação de um programa, muitas vezes, levarão a mudanças em seus planos do programa. Isso pode significar mudanças adicionais ou modificações na coleta de dados para o monitoramento 11

7 GUIA DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO 12 Leia mais no Guia do Plano Integral e participativo. O monitoramento fornece informações em tempo real necessárias para a gestão, enquanto a avaliação fornece uma análise mais abrangente. O processo de monitoramento pode gerar perguntas que devem ser respondidas pela avaliação. Juntos, monitoramento e avaliação fortalecem o planejamento e a aprendizagem, alimentando o ciclo do fazer, aprender e melhorar. As lições aprendidas do monitoramento são discutidas periodicamente e usadas para reforçar POR QUE MONITORAR E AVALIAR? O principal objetivo do Plano Integral de Convivência e Segurança Cidadã é a redução da criminalidade e da violência em um território. Para isso, são definidas diretrizes, ações e metas visando à prevenção e ao enfrentamento da violência e da criminalidade, com a atuação integrada entre o poder público, a comunidade e a sociedade civil organizada. Tais diretrizes, ações e metas são desdobradas em projetos que, por sua vez, são elaborados e implementados de modo participativo desde o planejamento até a execução. as ações e decisões. As avaliações devem ser feitas para melhorias programáticas, enquanto o programa ainda está em andamento, e para apoiar o planejamento de novos programas. Monitorar e avaliar vão além de fiscalizar ou de exercer controle social, são possibilidades de fazer com que planos, programas e projetos se tornem melhores, flexíveis e mais criativos. Um Plano bem monitorado e avaliado possibilita: Atendimento de diretrizes, ações e alcance de metas nos tempos previstos Aperfeiçoamento na utilização dos recursos Potencialização de resultados Promoção de uma gestão transparente do processo e incentivo à corresponsabilização dos atores para a execução das atividades e alcance dos objetivos e impactos esperados METODOLOGIA Audiência com prefeito eleito incentiva ação da Comissão de Comunicação A troca da gestão municipal em Vitória (ES) apresentou uma oportunidade não esperada de avaliação da metodologia utilizada no desenvolvimento de projetos na área de Convivência e Segurança Cidadã e para uma ação de monitoramento da Comissão de Comunicação e Mobilização Social Puxaí. O prefeito eleito, antes de tomar posse, realizou audiências públicas nas regiões administrativas do município, com o objetivo de ouvir as principais demandas da população local. Em São Pedro região de Vitória integrante do Programa Conjunto da ONU Segurança com Cidadania, a audiência aconteceu no final de novembro de 2012 e reuniu lideranças dos dez bairros que compõem o território. Na dinâmica da reunião, todos poderiam se inscrever para em poucos minutos falar sobre o problema que gostaria de ver resolvido pela nova gestão. Dentre os mais de cem participantes, havia tanto pessoas que conheciam o Diagnóstico e o Plano Integral e Participativo, como aquelas que não sabiam da existência do Programa. Assim, a Comissão de Comunicação composta principalmente por algumas lideranças locais e jovens da região fez a entrega do Plano para o novo prefeito, apresentando-o como uma demanda da comunidade local. À medida que as demais colocações dos presentes iam sendo feitas, foi possível perceber que boa parte delas estavam, de alguma forma, inseridas no Plano. Um dos problemas mais destacados durante a audiência foi a falta de segurança na Rodovia Serafim Derenze principal via da região. A melhoria na segurança desta avenida está prevista no Plano Local, por meio do projeto de Ampliação das Políticas de Acessibilidade e Mobilidade da Região de São Pedro, que tem como uma de suas metas a implantação do Corredor da Serafim Derenze, proposta já existente na Secretaria de Desenvolvimento da Cidade, mas ainda não executada. Outra questão levantada diversas vezes durante a audiência foi o problema do lixo e dos entulhos que se acumulam na região. A coleta seletiva do lixo e a implantação de programas de sensibilização para importância da separação de resíduos são ações também contidas no Plano. Dessa mesma maneira, diversos temas contemplados, tanto no Diagnóstico quanto no Plano, foram aparecendo ao longo da reunião: melhoria no acolhimento de mulheres vítimas de violência, ampliação das vagas dos programas de escola em tempo integral, falta de uma escola de ensino médio e técnico na região, criação de programas de capacitação profissional, conclusão de obras do Orçamento Participativo e melhoria da iluminação pública, entre outros. Assim, foi possível checar que a metodologia proposta e desenvolvida na região vai ao encontro dos anseios da comunidade de São Pedro, contribuindo para apresentar de forma clara as principais questões enfrentadas naquele território e propondo alternativas de melhoria da qualidade de vida na região. 13

8 GUIA DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO 14 Leia mais no Guia de Comunicação e Mobilização Social. O monitoramento e a avaliação possibilitam a geração de informações fidedignas sobre os resultados alcançados, a identificação de restrições ou dificuldades enfrentadas na implantação, bem como que sejam criadas recomendações para auxiliar a tomada de decisão dos gestores Para melhorar as chances de sucesso da ação, devem-se fortalecer quatro áreas principais 1. Planejamento e definição do programa e do projeto Projetos e programas têm uma maior chance de sucesso quando seus objetivos e seu alcance são bem definidos e compreendidos. Isso reduz a chance de encontrar desafios significativos durante a implantação. 2. Participação ampliada Altos níveis de compromisso de usuários, atores sociais envolvidos na execução e partes interessadas na iniciativa são cruciais para seu sucesso. 3. Comunicação Uma boa comunicação resulta numa mobilização e maior aceitação por parte dos interessados. Além públicos e dos diversos atores sociais das comunidades participantes dos planos, programas e projetos. É importante saber se o que aconteceu é por causa da ação empreendida e que mudanças essa ação provocou em relação ao problema que se pretendia resolver. disso, a melhoria da comunicação esclarece objetivos, papeis e responsabilidades, bem como as informações sobre o andamento e desempenho do projeto. Essa clareza ainda ajuda a garantir a utilização ótima dos recursos. 4. Acompanhamento e avaliação Os programas e projetos com fortes componentes de monitoramento e avaliação tendem a ser relevantes para ter continuidade e serem replicados. Além disso, muitas vezes os problemas são detectados antes, reduzindo a probabilidade de custos excessivos ou atrasos significativos. Fonte: Adaptado de MANUAL DE PLANIFICACIÓN, SEGUIMIENTO Y EVALUACIÓN DE LOS RESULTADOS DE DESARROLLO, PNUD, Todos os envolvidos no processo deverão ter a oportunidade de monitorar e avaliar a implantação do Plano e de seus respectivos projetos ao longo do tempo. Assim, é possível a identificação dos efeitos e dos impactos alcançados pelas ações, de modo que seja possível agregar, continuamente, valor ao que se está sendo executado. Isso representa um aumento da capacidade governamental de responder às demandas da gestão da Convivência e Segurança Cidadã dentro das capacidades existentes em cada localidade. Para serem efetivos, o monitoramento e a avaliação exigem métodos e recursos rigorosos e, muitas vezes, dispendiosos para a gestão pública. Apesar disso, quanto mais participativo for o processo, maior será a chance de obtenção de informações qualificadas e válidas para alimentar os indicadores e as análises e, como consequência, pode-se baratear os custos e otimizar os recursos disponíveis. Embora muitas sejam as dificuldades para se assumir esta decisão, os ganhos posteriores e o nível de envolvimento da comunidade se configurarão em um legado que, aos poucos, tornará o monitoramento e a avaliação imprescindíveis na gestão de qualquer iniciativa para o desenvolvimento local com base no desenvolvimento humano. 15

9 Entrevista Clarice Zilberman Knijnik É importante ter em mente que o monitoramento é um instrumento de participação, transparência e cidadania. Clarice Zilberman Knijnik é consultora do PNUD em Monitoramento e Avaliação para o Programa Conjunto da ONU Segurança com Cidadania. Mestre em Planejamento de Políticas Públicas e Meio Ambiente pela Universidade de Paris XII, Clarice trabalha desde 2006 com consultoria em desenho, monitoramento e avaliação de projetos em diferentes áreas de políticas públicas para organizações internacionais. Na entrevista abaixo, ela fala um pouco sobre os desafios dos processos de monitoramento e da avaliação. GUIA DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO 16 Como pode ser definida, de maneira sucinta, a diferença entre monitoramento e avaliação? O monitoramento é um insumo da avaliação. Você não consegue avaliar perfeitamente se não tiver um processo de monitoramento bem definido e executado de maneira efetiva, ao longo de toda a implementação do projeto. Sem monitoramento não se faz avaliação. Quais as especificidades que um projeto tão amplo como o Plano Integral e Participativo de Convivência e Segurança Cidadã tem no viés do monitoramento e da avaliação? A primeira delas é o monitoramento de longo prazo. Isso é um grande desafio, principalmente em períodos de troca de governo. O monitoramento tem que ser um compromisso assumido pela comunidade, por técnicos e autoridades desde o início da formulação do projeto. Existem instituições coparticipantes que, independente das autoridades e das pessoas que estão incluídas no processo, podem assumir conjuntamente esse compromisso, porque isso é uma forma de assegurar que as atividades vão continuar. A segunda especificidade é a metodologia que será adotada. O monitoramento feito de forma participativa, com o envolvimento de ONGs, comunidade e instituições públicas, é um processo que exige uma maior capacidade dos diferentes atores de articulação, assim como o entendimento das responsabilidades e das contribuições a serem dadas. Por isso, a metodologia adotada deve ser clara, discutida e acordada pelos parceiros e atores envolvidos. E quais são os fatores que merecem mais atenção durante esse processo de monitoramento e avaliação? Uma das coisas importantes é a constituição de uma linha de base. Ela é anterior à implantação do projeto. Teoricamente, ela teria que dar os insumos para o detalhamento do projeto. Por exemplo: por que, em determinada ação de um projeto, é sugerida a capacitação de 300 pessoas? De onde saiu essa meta a ser alcançada? Temos a situação atual, geradora de uma demanda (diagnóstico), que pode ser de mil pessoas capacitadas. No entanto, a decisão do projeto de atender somente 300 numa primeira etapa se baseou no tempo exíguo para a execução e em recursos limitados. Então, a primeira recomendação é o estabelecimento de linha de base para orientar o planejamento da proposta de projeto, apoiar a avaliação da iniciativa e permitir, em um prazo maior, medir os impactos do projeto. O segundo ponto, muito importante, é que muitas vezes as pessoas não conhecem direito esse processo de acompanhamento de um projeto. Em certas ocasiões, os atores podem ter uma atividade mais executiva e conhecem bem certas etapas do projeto, reduzindo a visão do todo. Monitorar um projeto significa também ter uma visão completa dele. E quando esse processo é acompanhado por diversos atores, como é o caso, é 17

10 GUIA DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO 18 importante ter em mente que o monitoramento é um instrumento de participação, transparência e cidadania. Ele exige e permite condições de transparência do que está sendo efetivamente executado, como está sendo e os avanços e dificuldades enfrentados na implantação do projeto. Em geral, algumas instituições públicas não criam espaços que permitam a participação da sociedade em termos de cobrança, de colaboração e de acompanhamento dos projetos. Este processo de planejamento participativo vem se incorporando com mais força nas ações públicas na última década. Assim, é preciso que a comunidade conheça os processos de planejamento participativo (incluindo monitoramento e avaliação), criando formas de colaboração e de cobrança de resultados das instituições públicas, que têm sua existência voltada ao atendimento da sociedade. É um instrumento de participação, de exercício de cidadania e de governança. O local onde o Plano Integral e Participativo de Convivência e Segurança Cidadã e seus processos de monitoramento e avaliação estão sendo executados tem influência no perfil do projeto? Na constituição dos Planos, apesar de serem semelhantes nos eixos de atuação, encontramos conteúdos diferentes. Significa que não tem uma única receita! Existe um quadro de referência para o planejamento das ações, que são os grandes eixos de desenvolvimento, mas podemos ver refletidas no Plano as dificuldades, as facilidades e as vantagens de cada localidade. Assim, é preciso que as especificidades dos territórios e das comunidades sejam respeitadas. A metodologia deve ser aplicada para atender aos anseios locais, tendo em mente que os processos e as articulações para a implantação de projetos são diferentes em cada lugar, respeitando as características das comunidades envolvidas. Qual é o perfil ideal do comitê ou da pessoa que irá acompanhar o processo de monitoramento e avaliação? O comitê deve ser constituído por um número não muito grande de pessoas, mas ele tem que ter pelo menos um membro representativo de cada uma das categorias de atores, parceiros e beneficiários envolvidos. É fundamental ter pessoas com um perfil comunicativo, que apresentem muita liderança, consigam receber informações, analisá-las e devolvê-las para as comunidades e que tenham poder de agregação grande. Essas pessoas devem saber escutar e disseminar o que foi decidido, além de trazer respostas de consultas à comunidade ou à instituição à qual representam. Principalmente, pessoas que tenham a capacidade de pensar nos benefícios do projeto como um todo, deixando de lado os interesses específicos das suas instituições ou organizações para tratar os temas em termos de comunidade e cidadania. É um desafio em que as pessoas têm que deixar questões internas das suas entidades de lado e pensar sempre: qual é o objetivo e por que nós estamos aqui? Determinados temas muitas vezes exigem que o comitê apresente em sua composição uma pessoa neutra, altamente reconhecida pela sociedade e que aporte expertise em determinados temas. Essa pessoa atuará como um mediador nos conflitos que podem acontecer ocasionalmente nos processos de implantação de projetos e de planos. 19

11 GUIA DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO 20 COMO MONITORAR E COMO AVALIAR? Como dito anteriormente, o monitoramento e a avaliação são práticas complementares e interdependentes. Por isso, há a necessidade de se estabelecer com cuidado o desenho do projeto, considerando as demandas de informações que irão orientar tanto a execução quanto o acompanhamento. O Plano Integral e Participativo é uma ferramenta que define o conjunto de ações a serem realizadas, relacionando compromisso e responsabilidades dos diversos atores sociais envolvidos, além dos prazos e recursos necessários para a implementação. Ao definir as ações que serão detalhadas em programas e projetos, o Plano traça caminhos a serem trilhados para o alcance das mudanças desejadas. Esses Definindo princípios fundamentais para uma boa prática de monitoramento e avaliação Apropriação pelo Governo, pela comunidade e pelas lideranças do Plano Integral de Convivência e Segurança Cidadã Assegurar a participação ampla dos diversos atores sociais em todos os estágios do Plano favorece o fortalecimento pelo governo de sua capacidade institucional, associada a uma cultura de gestão voltada para o alcance dos caminhos, para serem acompanhados, precisam de marcos que sinalizarão onde se está chegando. Estes marcos são chamados de indicadores. Além dos indicadores, é preciso descrever de forma clara e objetiva as metas (mudanças desejadas), os meios de verificação (como serão encontrados os indicadores), a linha de base (situação anterior à implementação do projeto) entre outros elementos de planejamento, que, ao serem bem definidos, favorecem o alcance dos resultados. O resultado é aquilo que se espera ao final da execução de uma atividade, de um projeto ou de um programa. São os resultados que provocam as mudanças esperadas em relação aos problemas ou às necessidades inicialmente identificados. resultados, com forte contribuição da comunidade, de modo consultivo, e de seus representantes de diversos setores, de modo deliberativo. Assim, potencializam-se os acordos estabelecidos quando da elaboração do Plano, o que incentiva o uso dos resultados do Monitoramento e da Avaliação para a proposição e reformulação de políticas públicas. Relevância e aplicabilidade Para serem relevantes, o monitoramento e a avaliação devem ser desenhados para responder as demandas de Convivência e Segurança Cidadã que são importantes para a comunidade e os beneficiários. O planejamento conjunto favorece a compreensão sobre o que realmente a comunidade espera conhecer, ser informada ou colaborar. Isso assegura um bom desenho de plano de trabalho de monitoramento e avaliação, o que aumenta a probabilidade de que as lições aprendidas e recomendações possam alimentar a formulação de novas iniciativas e de políticas públicas. Flexibilidade e adaptabilidade às condições locais É imprescindível que haja flexibilidade e adaptabilidade do Monitoramento e da Avaliação para as especificidades locais. Para tanto, o planejamento deve ser pensado de modo a adaptar o projeto aos contextos institucionais, sociais e econômicos em que irá ser desenvolvido. Isso envolve uma análise prévia quanto aos atores sociais envolvidos em termos de disponibilidade, nível de conhecimento e possibilidade de acesso às informações, que inclui as condições das organizações envolvidas e a capacidade de disponibilização de recursos financeiros. A metodologia existe como referência para o processo, mas deve ser trabalhada como orientadora da ação, inclusive ao considerar as possibilidades de reorientação de suas etapas, fases ou procedimentos às condições locais. Tempo e Oportunidades de Monitoramento e Avaliação A implementação do Plano em sua totalidade e os seus diferentes projetos, indica o prazo que é necessário para o alcance de determinados resultados. Este tempo que leva para alcançar os resultados é um importante elemento a considerar para a definição da frequência do monitoramento e dos momentos adequados de avaliação. As avaliações intermediárias e finais normalmente deveriam ser focadas naqueles resultados que possam mostrar mudanças mais rápidas, de acordo com o plano de trabalho e as metas a alcançar. 21

Diagnóstico Integral e Participativo em Convivência e Segurança Cidadã

Diagnóstico Integral e Participativo em Convivência e Segurança Cidadã Coletânea Convivência e Segurança Cidadã: Guias de Gestão Territorial Participativa Diagnóstico Integral e Participativo em Convivência e Segurança Cidadã Empoderando vidas. Fortalecendo nações. 1 Coletânea

Leia mais

Plano Integral e Participativo em Convivência e Segurança Cidadã

Plano Integral e Participativo em Convivência e Segurança Cidadã Coletânea Convivência e Segurança Cidadã: Guias de Gestão Territorial Participativa Plano Integral e Participativo em Convivência e Segurança Cidadã Empoderando vidas. Fortalecendo nações. 1 Coletânea

Leia mais

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA GLOSSÁRIO DE TERMOS DO MARCO ANALÍTICO Avaliação de Projetos de Cooperação Sul-Sul: exercício fundamental que pretende (i ) aferir a eficácia, a eficiência e o potencial

Leia mais

Curso de Convivência e Segurança Cidadã

Curso de Convivência e Segurança Cidadã Coletânea Convivência e Segurança Cidadã: Guias de Gestão Territorial Participativa Curso de Convivência e Segurança Cidadã Empoderando vidas. Fortalecendo nações. Coletânea Convivência e Segurança Cidadã:

Leia mais

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 20 de dezembro de 2015.

Leia mais

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2009 CD49.R10 (Port.) ORIGINAL:

Leia mais

EDITAL CHAMADA DE CASOS

EDITAL CHAMADA DE CASOS EDITAL CHAMADA DE CASOS INICIATIVAS INOVADORAS EM MONITORAMENTO DO DESENVOLVIMENTO LOCAL E AVALIAÇÃO DE IMPACTO O Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (GVces) e as empresas

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO

CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO CAPACITAÇÃO EM SERVIÇO TEMA: ELABORAÇÃO DE PROJETOS COM FOCO NA FAMÍLIA Março/2010 ELABORAÇÃO DE PROJETOS ELABOR-AÇÃO: palavra-latim-elabore preparar, formar,ordenar AÇÃO: atuação, ato PRO-JETOS: palavra-latim-projetus

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS

8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS 8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS DOCUMENTO FINAL EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Ações de mobilização: 1. Ampla mobilização, por

Leia mais

Comunicação e Mobilização Social em Convivência e Segurança Cidadã

Comunicação e Mobilização Social em Convivência e Segurança Cidadã Coletânea Convivência e Segurança Cidadã: Guias de Gestão Territorial Participativa Comunicação e Mobilização Social em Convivência e Segurança Cidadã Empoderando vidas. Fortalecendo nações. 1 Coletânea

Leia mais

1 LIDERANÇA. Indicador 1: Eficiência da Comunicação Organizacional

1 LIDERANÇA. Indicador 1: Eficiência da Comunicação Organizacional COMPILADO DAS SUGESTÕES DE MELHORIAS PARA O IDGP/2011 por critério e indicador 1 LIDERANÇA O critério Liderança aborda como está estruturado o sistema de liderança da organização, ou seja, o papel da liderança

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4 ANEXO 4 RELATÓRIO PRELIMINAR DO CEED AO CONSELHO DE DEFESA SUL- AMERICANO SOBRE OS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA OS CONCEITOS DE SEGURANÇA E DEFESA NA REGIÃO SUL- AMERICANA O é uma instância de conhecimento

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA AVALIAÇÃO EXTERNA DO PROJETO EDUCANDO COM A HORTA ESCOLAR 1. Breve Histórico do Projeto de Cooperação Técnica

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1.1 APRESENTAÇÃO O Plano de Comunicação e Participação Social subsidiará a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana, criando as bases para

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE)

O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE) O que é o Plano de Mobilização Social Pela Educação (PMSE) É o chamado do Ministério da Educação (MEC) à sociedade para o trabalho voluntário de mobilização das famílias e da comunidade pela melhoria da

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE ARTICULAÇÃO COM OS SISTEMAS DE ENSINO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE ARTICULAÇÃO COM OS SISTEMAS DE ENSINO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE ARTICULAÇÃO COM OS SISTEMAS DE ENSINO Monitoramento e Avaliação dos Planos Municipais de Educação Caderno de Orientações (Versão Preliminar) Apresentação Um grande

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2517 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO DATA DE CRIAÇÃO: 29/07/2013

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2517 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO DATA DE CRIAÇÃO: 29/07/2013 Impresso por: RODRIGO DIAS Data da impressão: 07/08/2013-18:06:16 SIGOEI - Sistema de Informações Gerenciais da OEI TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2517 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA CONSULTOR POR PRODUTO DATA

Leia mais

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS 2014 1 Índice 1. Contexto... 3 2. O Programa Cidades Sustentáveis (PCS)... 3 3. Iniciativas para 2014... 5 4. Recursos Financeiros... 9 5. Contrapartidas... 9 2 1. Contexto

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos. Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil

Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos. Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil Novo cenário da mobilidade urbana Plano de Mobilidade Urbana:

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM. Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007

A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM. Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007 A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007 A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Dimensão formativa do programa voltada à educação para a cidadania

Leia mais

Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio

Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio Empresas Familiares aprimoramento da governança corporativa para o sucesso do negócio Nome Desarrollo de Sistemas de Gobierno y Gestión en Empresas de Propiedad Familiar en el Perú Objetivo Contribuir

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA AGÊNCIA BRASILEIRA DE COOPERAÇÃO - ABC INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA - IICA INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

20 de junho de 2013.)

20 de junho de 2013.) 20 de junho de 2013.) Tecnologias Educacionais (G.E.N.T.E.) _ 2 _ > Rio de Janeiro 20 de junho de 2013 Proposta elaborada pelo IETS _Contextualização O projeto Ginásio Experimental de Novas Tecnologias

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA. Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA. Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA GESTÃO EMPRESARIAL: REFLEXÕES SOBRE O TEMA Renata Ferraz de Toledo Maria Claudia Mibielli Kohler REPRESENTAÇÕES DE EDUCAÇÃO E DE MEIO AMBIENTE O QUE ENTENDEMOS POR EDUCAÇÃO? O QUE

Leia mais

A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades de Extensão Universitária

A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades de Extensão Universitária Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 A Construção de Categorias e Indicadores para Avaliação Institucional de Cursos, Projetos e Atividades

Leia mais

4. Registro e compartilhamento de melhores práticas e lições aprendidas

4. Registro e compartilhamento de melhores práticas e lições aprendidas Módulo 4: Melhores práticas e lições aprendidas 4. Registro e compartilhamento de melhores práticas e lições aprendidas Oficinas de capacitação do LEG para 2012-2013 - Oficina dos PMDs de língua portuguesa

Leia mais

Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report

Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report Avaliação de: Sr. Mario Exemplo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Liderança The Inner Leader Report

Leia mais

Questionário de Governança de TI 2014

Questionário de Governança de TI 2014 Questionário de Governança de TI 2014 De acordo com o Referencial Básico de Governança do Tribunal de Contas da União, a governança no setor público compreende essencialmente os mecanismos de liderança,

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI Secretaria/Órgão: Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento

Leia mais

Plan International e IIDAC com recursos do Fundo União Europeia

Plan International e IIDAC com recursos do Fundo União Europeia INSTITUTO INTERNACIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO DA CIDADANIA TERMO DE REFERÊNCIA No. 012/2015 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA/JURÍDICA CONSULTOR POR PRODUTO 1. PROJETO Pontes para o Futuro 2. RECURSOS

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA PRÁTICA PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL 2009 GESTÃO PARA RESULTADOS RELATOR. Maria Tereza Gonçalves RESPONSÁVEIS

APRESENTAÇÃO DA PRÁTICA PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL 2009 GESTÃO PARA RESULTADOS RELATOR. Maria Tereza Gonçalves RESPONSÁVEIS APRESENTAÇÃO DA PRÁTICA PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO GERENCIAL 2009 GESTÃO PARA RESULTADOS RELATOR Maria Tereza Gonçalves RESPONSÁVEIS Maria do Carmo Aparecida de Oliveira - (41) 3350-9565 - - - IMAP -

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 Institui as diretrizes gerais de promoção da saúde do servidor público federal, que visam orientar os órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração

Leia mais

GUIA PARA LEVANTAMENTO DE DADOS PELAS SEDUCS VISANDO A ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO EM E PARA OS DIREITOS HUMANOS

GUIA PARA LEVANTAMENTO DE DADOS PELAS SEDUCS VISANDO A ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO EM E PARA OS DIREITOS HUMANOS GUIA PARA LEVANTAMENTO DE DADOS PELAS SEDUCS VISANDO A ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO EM E PARA OS DIREITOS HUMANOS I. PERFIL DO/A INTERLOCUTOR/A DESIGNADO PELA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO 1.Nome 2.

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

2.2 ATIVIDADES Atividade 4.2.3 - Formular as sistemáticas de planejamento e avaliação das escolas para uso na implantação do PDE.

2.2 ATIVIDADES Atividade 4.2.3 - Formular as sistemáticas de planejamento e avaliação das escolas para uso na implantação do PDE. Impresso por: ANGELO LUIS MEDEIROS MORAIS Data da impressão: 07/10/2013-10:07:01 SIGOEI - Sistema de Informações Gerenciais da OEI TERMO DE REFERÊNCIA Nº 2703 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA PROCESSO

Leia mais

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte PPCAAM Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Secretaria de Direitos Humanos Presidência

Leia mais

BENEFÍCIOS DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS. Por Maria Luiza Panchihak

BENEFÍCIOS DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS. Por Maria Luiza Panchihak BENEFÍCIOS DO GERENCIAMENTO DE PROJETOS Por Maria Luiza Panchihak Este artigo apresenta os benefícios do gerenciamento de projetos e mostra a importância desse processo, dentro de uma organização, para

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 Sandra M. Zákia L. Sousa 2 As demandas que começam a ser colocadas no âmbito dos sistemas públicos de ensino, em nível da educação básica, direcionadas

Leia mais

Etapa 01 Proposta Metodológica

Etapa 01 Proposta Metodológica SP Etapa 01 Proposta Metodológica ConsultGEL - Rua: : José Tognoli, 238, Pres., 238, Pres. Prudente, SP Consultores Responsáveis, SP Élcia Ferreira da Silva Fone: : (18) 3222 1575/(18) 9772 5705 João Dehon

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

Información sobre Herramientas Metodológicas de Diagnóstico Participativo

Información sobre Herramientas Metodológicas de Diagnóstico Participativo Datos generales: Información sobre Herramientas Metodológicas de Diagnóstico Participativo 1. Nombre de la herramienta: Conselhos de Desenvolvimento Comunitário (Programa Comunidade Ativa) 2. Organización

Leia mais

O Planejamento de Projetos Sociais: dicas, técnicas e metodologias *

O Planejamento de Projetos Sociais: dicas, técnicas e metodologias * O Planejamento de Projetos Sociais: dicas, técnicas e metodologias * Arminda Eugenia Marques Campos ** Luís Henrique Abegão *** Maurício César Delamaro **** Numa época em que os recursos públicos destinados

Leia mais

Pólos da Paz e Praças da Paz SulAmérica

Pólos da Paz e Praças da Paz SulAmérica A iniciativa O projeto Praças é uma iniciativa do Instituto Sou da Paz, em parceria com a SulAmérica, que promove a revitalização de praças públicas da periferia de São Paulo com a participação da comunidade

Leia mais

X Encontro Nacional de Escolas de Governo

X Encontro Nacional de Escolas de Governo X Encontro Nacional de Escolas de Governo Painel Cursos de pós-graduação nas escolas de governo A experiência da Enap na oferta de cursos de pós-graduação lato sensu Carmen Izabel Gatto e Maria Stela Reis

Leia mais

o pensar e fazer educação em saúde 12

o pensar e fazer educação em saúde 12 SUMÁRIO l' Carta às educadoras e aos educadores.................5 Que história é essa de saúde na escola................ 6 Uma outra realidade é possível....... 7 Uma escola comprometida com a realidade...

Leia mais

DECLARAÇÃO DE POSICIONAMENTO DO IIA: O PAPEL DA AUDITORIA INTERNA

DECLARAÇÃO DE POSICIONAMENTO DO IIA: O PAPEL DA AUDITORIA INTERNA Permissão obtida junto ao proprietário dos direitos autorais, The Institute of Internal Auditors, 247 Maitland Avenue, Altamonte Springs, Florida 32701-4201, USA, para publicar esta tradução, a qual reflete

Leia mais

Escola de Políticas Públicas

Escola de Políticas Públicas Escola de Políticas Públicas Política pública na prática A construção de políticas públicas tem desafios em todas as suas etapas. Para resolver essas situações do dia a dia, é necessário ter conhecimentos

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS APRESENTAÇÃO ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS Breve histórico da instituição seguido de diagnóstico e indicadores sobre a temática abrangida pelo projeto, especialmente dados que permitam análise da

Leia mais

Martina Rillo Otero A importância do processo de avaliação. Existem muitas definições para avaliação, não existe uma única.

Martina Rillo Otero A importância do processo de avaliação. Existem muitas definições para avaliação, não existe uma única. Grupo de Estudos de Voluntariado Empresarial Avaliação, Monitoramento e Impacto no Programa de Voluntariado Empresarial: Teoria e Prática 25/11/14 Martina Rillo Otero A importância do processo de avaliação

Leia mais

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa

Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Etapas para a elaboração de um Pré- Projeto de Pesquisa Estrutura de um projeto de pesquisa: 1. TEMA E TÍTULO DO PROJETO 2. DELIMITAÇÃO DO PROBLEMA 3. INTRODUÇÃO 4. RELEVÂNCIA E JUSTIFICATIVA 5. OBJETIVOS

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA CONSULTOR NACIONAL OPAS/OMS

TERMO DE REFERÊNCIA CONSULTOR NACIONAL OPAS/OMS TERMO DE REFERÊNCIA CONSULTOR NACIONAL OPAS/OMS 1.Objetivo geral: Apoiar tecnicamente a gestão e implementação das atividades dos Projetos de Fortalecimento da Assistência Farmacêutica (Termo de Cooperação

Leia mais

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS

PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS PROTEÇÃO INTEGRAL EM REDES SOCIAIS ENCONTRO DE GRUPOS REGIONAIS DE ARTICULAÇÃO- ABRIGOS - SÃO PAULO O QUE É UMA REDE DE PROTEÇÃO SOCIAL? sistemas organizacionais capazes de reunir indivíduos e instituições,

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br

CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS. Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br CAPTAÇÃO DE RECURSOS ATRAVÉS DE PROJETOS SOCIAIS Luis Stephanou Fundação Luterana de Diaconia fld@fld.com.br Apresentação preparada para: I Congresso de Captação de Recursos e Sustentabilidade. Promovido

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

QUAIS INSTRUMENTOS SÃO USADOS NO MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS?

QUAIS INSTRUMENTOS SÃO USADOS NO MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS? COMO SE FAZ NO BRASIL: PRINCIPAIS INSTRUMENTOS DE MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS COMO SE FAZ O MONITORAMENTO? O monitoramento de programas envolve as seguintes etapas:» 1ª etapa: Coleta regular de

Leia mais

Política de humanização no estado de São Paulo

Política de humanização no estado de São Paulo Artigo Política de humanização no estado de São Paulo Por Eliana Ribas A autora é psicanalista e doutora em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atua como coordenadora

Leia mais

Gestão de Programas Estruturadores

Gestão de Programas Estruturadores Gestão de Programas Estruturadores Fevereiro/2014 DEFINIÇÕES Rede de Desenvolvimento Integrado Arranjos que estimulam e proporcionam um comportamento (em rede) cooperativo entre agentes governamentais

Leia mais

V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Mudanças na Cultura de Gestão

V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Mudanças na Cultura de Gestão 1 V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Painel: Desenvolvimento Institucional Mudanças na Cultura de Gestão Roteiro: 1. Perfil das organizações do PAD. 2. Desenvolvimento Institucional:

Leia mais

Plano Decenal SUAS 2005-2015 e o Plano Decenal 2016-2026: Como fazer a análise do SUAS que temos como projetar o SUAS que queremos

Plano Decenal SUAS 2005-2015 e o Plano Decenal 2016-2026: Como fazer a análise do SUAS que temos como projetar o SUAS que queremos Plano Decenal SUAS 2005-2015 e o Plano Decenal 2016-2026: Como fazer a análise do SUAS que temos como projetar o SUAS que queremos luziele.tapajos@ufsc.br PLANEJAR O SUAS Definir horizontes da proteção

Leia mais

Guia de Intercâmbio de Experiências em Convivência e Segurança Cidadã

Guia de Intercâmbio de Experiências em Convivência e Segurança Cidadã Coletânea Convivência e Segurança Cidadã: Guias de Gestão Territorial Participativa Guia de Intercâmbio de Experiências em Convivência e Segurança Cidadã Empoderando vidas. Fortalecendo nações. Coletânea

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA DE PROJETOS 2016 TRANSFORMANDO PESSOAS E IDEIAS.

CHAMADA PÚBLICA DE PROJETOS 2016 TRANSFORMANDO PESSOAS E IDEIAS. CHAMADA PÚBLICA DE PROJETOS 2016 TRANSFORMANDO PESSOAS E IDEIAS. CHAMADA PÚBLICA 2016 A Política de Responsabilidade Social da AngloGold Ashanti define como um de seus princípios que a presença de nossa

Leia mais

Coordenação Técnica Agosto/2010. Iniciativa

Coordenação Técnica Agosto/2010. Iniciativa Coordenação Técnica Agosto/2010 Iniciativa FUNDAÇÃO ITAÚ SOCIAL NOSSA CAUSA O Itaú, por meio da Fundação Itaú Social, se dedica a formular, implantar e disseminar metodologias voltadas à melhoria de políticas

Leia mais

DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014

DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014 CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE MINAS GERAIS DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014 A Diretoria Executiva do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente

Leia mais

AVALIAÇÃO DE EFETIVIDADE DE MOSAICOS DE ÁREAS PROTEGIDAS NO BRASIL

AVALIAÇÃO DE EFETIVIDADE DE MOSAICOS DE ÁREAS PROTEGIDAS NO BRASIL AVALIAÇÃO DE EFETIVIDADE DE MOSAICOS DE ÁREAS PROTEGIDAS NO BRASIL 2.º CURSO SOBRE GESTÃO E MOSAICOS DE ÁREAS PROTEGIDAS DANIELE GIDSICKI FLONA DE IPANEMA, 16 DE AGOSTO DE 2012 Fotos: Daniele Gidsicki

Leia mais

GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS. Vanice Ferreira

GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS. Vanice Ferreira GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS Vanice Ferreira 12 de junho de 2012 GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS: conceitos iniciais DE QUE PROCESSOS ESTAMOS FALANDO? GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS: conceitos iniciais

Leia mais

Perfil Caliper SUPER de Vendas The Inner Seller Report

Perfil Caliper SUPER de Vendas The Inner Seller Report Perfil Caliper SUPER de Vendas The Inner Seller Report Avaliação de: Sr. João Vendedor Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Copyright 2012 Caliper & Tekoare. Todos os direitos

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO. Requisitos e Diretrizes para a Integração de Sistemas de Gestão PAS 99:2012

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO. Requisitos e Diretrizes para a Integração de Sistemas de Gestão PAS 99:2012 Risk Tecnologia Coleção Risk Tecnologia SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO Requisitos e Diretrizes para a Integração de Sistemas de Gestão PAS 99:2012 Aplicável às Atuais e Futuras Normas ISO 9001, ISO 14001,

Leia mais

A preparação do Brasil para a Conferência Rio+20 Sugestões para contribuições

A preparação do Brasil para a Conferência Rio+20 Sugestões para contribuições A preparação do Brasil para a Conferência Rio+20 Sugestões para contribuições I. Informações preliminares sobre a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável ( Rio+20 ) De 28 de maio

Leia mais

Orientações e dicas para montar um projeto de extensão Ricardo T. Neder

Orientações e dicas para montar um projeto de extensão Ricardo T. Neder Universidade de Brasília Faculdade de Planaltina FUP Disciplina: PESQUISA E EXTENSÃO Curso: Agronegócio. Nível: graduação (02 créditos) Horário: SEXTA-FEIRA: 14H.-16H. Professor: Paulo Henrique da S. Santarém

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO Controle de Versões Autor da Solicitação: Subseção de Governança de TIC Email:dtic.governanca@trt3.jus.br Ramal: 7966 Versão Data Notas da Revisão 1 03.02.2015 Versão atualizada de acordo com os novos

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS PAPÉIS E COMPETÊNCIAS O SERVIÇO PSICOSSOCIAL NO CREAS... O atendimento psicossocial no serviço é efetuar e garantir o atendimento especializado (brasil,2006). Os profissionais envolvidos no atendimento

Leia mais

Brazil. Improvement Plan. Thematic window: Children, Food Security & Nutrition

Brazil. Improvement Plan. Thematic window: Children, Food Security & Nutrition Brazil Improvement Plan Thematic window: Children, Food Security & Nutrition Programme Title: MDGs beyond averages: Promoting Food Security and Nutrition for Indigenous Children in Brazil Rascunho do Plano

Leia mais

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Resumo Este projeto propõe a discussão da Década de Ações para a Segurança no Trânsito e a relação dessa com o cotidiano dos alunos, considerando como a prática

Leia mais

Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. Oportunidades Iguais. Respeito às Diferenças.

Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. Oportunidades Iguais. Respeito às Diferenças. 1 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. Oportunidades Iguais. Respeito às Diferenças. Guia de orientações para a elaboração do Plano

Leia mais

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08 1 www.romulopassos.com.br / www.questoesnasaude.com.br GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS Professor Rômulo Passos Aula 08 Legislação do SUS Completo e Gratuito Página 1 2 www.romulopassos.com.br

Leia mais

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89 N 9º15'50. AGENDA 21 escolar Pensar Global, agir Local Centro de Educação Ambiental Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.84" O 918 773 342 cea@cm-tvedras.pt Enquadramento A Agenda

Leia mais

COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS

COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS O gerenciamento do sistem,a COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS Dandare Manuelle Pereira (1) Historiadora formada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Trabalha desde 2012 na SANASA no cargo

Leia mais

Como se Tornar um Município Amigo do Idoso. Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso

Como se Tornar um Município Amigo do Idoso. Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso Como se Tornar um Município Amigo do Idoso Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso 2 3 GERALDO ALCKMIN Governador do Estado de São Paulo ROGERIO HAMAM Secretário de Estado de Desenvolvimento

Leia mais

Evolução do uso de competências para remuneração

Evolução do uso de competências para remuneração Tema: Competências e Instrumentos de Análise de Desempenho na Gestão da Remuneração: Experiências e Lições dos Principais Grupos Empresariais do Brasil José Hipólito Evolução do uso de competências para

Leia mais

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012)

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA DADOS DA CONSULTORIA

TERMO DE REFERÊNCIA DADOS DA CONSULTORIA TERMO DE REFERÊNCIA DADOS DA CONSULTORIA Função no Projeto: Contratação de consultoria especializada para desenvolver e implementar estratégias de impacto e sustentabilidade da Campanha Coração Azul no

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

Oficina 1: CUSTOS. Ocorrência Desafio Ocorrências Lições Aprendidas Melhorias Considerações SGE. Procurar parceiros que dividam ou arquem com custos

Oficina 1: CUSTOS. Ocorrência Desafio Ocorrências Lições Aprendidas Melhorias Considerações SGE. Procurar parceiros que dividam ou arquem com custos Oficina : CUSTOS 2 Orçamento sem financeiro (Cronograma X Desembolso) Comunicação quanto ao Risco de não execução do projeto Procurar parceiros que dividam ou arquem com custos Negociação com SPOA/Secr.

Leia mais

O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO

O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO III Congresso Consad de Gestão Pública O NOVO MODELO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DA SEPLAG Norma Maria Cavalcanti Alcoforado Painel 02/007 Avaliação de desempenho e remuneração variável O NOVO MODELO DE

Leia mais

Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende *

Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende * Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende * Voluntariado é a expressão da participação da sociedade na vida pública mais significativa da atualidade. Os movimentos de participação

Leia mais