USING SOCIAL NETWORKS FOR GEO-COLLABORATION THROUGH ORIENTED ARCHITECTURE SERVICE

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1 USING SOCIAL NETWORKS FOR GEO-COLLABORATION THROUGH ORIENTED ARCHITECTURE SERVICE Flávio Rocha dos Anjos (Universidade Salvador, Bahia, Brasil) Marcio Henriques Saeger (Universidade Salvador, Bahia, Brasil) - Colaborador: Paulo Caetano da Silva (Universidade Salvador, Bahia, Brasil) - The growth of companies and geotechnology has inspired people to create software in different environments and for various functions. Their integration with other software environments that use different paradigms is not a trivial task. What motivated the proposal of this article, was the difficulty of finding an environment that integrates social networks and tools geocolaboração in order to use the data generated to support this integration decisions. Generated information on this integration range from simple georeferenced points in a given space complex information to route aircraft, better ways to transition into a space, and information of the best establishments with the same qualifications. This information may be shared so geocolaborativa through services that unify the information from different sources and, finally, make it available for public access so concentrated. The objective of this paper is to discuss location-based social networks. Adding, expanding and integrating these networks, features and concepts of social networks and geocollaboration tools. Keywords: Geo-collaboration, Social Networks, Georeference, API, Geoprocessing GEOCOLABORAÇÃO VIA REDES SOCIAIS ATRAVÉS DE ARQUITETURA ORIENTADA A SERVIÇOS O crescimento da geotecnologia tem inspirado empresas e pessoas a criar softwares em diversos ambientes e para funções variadas.entretanto a integração destes softwares a outros ambientes que utilizam diferentes paradigmas não é uma tarefa trivial. O que motivou a proposta deste artigo, foi a dificuldade de encontrar um ambiente que integre redes sociais e ferramentas de geocolaboração com o propósito de utilizar as informações geradas nesta integração para apoiar decisões pessoais.as informações geradas nesta integração variam de simples pontos georreferenciados em um determinado espaço até informações complexas de rotas de aviões, melhores caminhos para transitar em um espaço, e informações dos melhores estabelecimentos com as qualificações dos mesmos. Essas informações podem ser compartilhadas de forma geocolaborativa através de serviços que unifiquem as informações de diversas origens e, por fim, as disponibilizem de modo concentrado ao acesso publico. O objetivo deste artigo é discutir sobre redes sociais baseadas em localização. Agregando,expandindo e integrando,a estas redes, funcionalidades e conceitos de redes sociais e de ferramentas geocolaborativas. Palavras-chave: Geocolaboração, Redes Sociais, Georeferencia, API, Geoprocessamento 3741

2 1. Introdução A busca por conhecimento e o desejo de compartilhar informação é teoricamente um dos objetivos dos usuários das redes sociais. Entretanto, novas tecnologias e novos paradigmas 1 como geoprocessamento e geocolaboração surgem para potencializar o atual paradigma das redes sociais. Usuários de redes sociais tem a sua disposição uma ferramenta de amplo alcance para obter informações e também para compartilhar informações. Estas informações podem ser utilizadas de forma a agregar valor,conforto e comodidade a seus usuários. O que motiva a proposta deste artigo é a possibilidade de integrar novas tecnologias ao paradigma das redes sociais, possibilitando assim uma perspectiva de utilização de novas funcionalidades pelos seus usuários. Como exemplo de utilização e justificativa da proposta é exposto o seguinte cenário : - Um usuário desta nova rede que quer decidir um local para ir almoçar com base em informações de checkins dos restaurantes próximos (redes sociais baseada em localização ) sendo estes checkins validados por seus amigos da rede (redes Sociais) e para a apoiar a decisão de para onde ir seria também avaliado a situação do trânsito (ferramentas geocolaborativas). Todas estas informações podem ser relevantes no momento de decidir onde ir, almoçar, para onde viajar nas férias para se distrair na sua cidade, entre outras atividades. Este artigo é organizado como se segue: na Seção 2 é discutido os conceitos e histórico das redes sociais, e exemplos das redes sociais baseadas em localização e geocolaboração. Na Seção 3 são expostos alguns trabalhos correlatos e na Seção 4 é exposto o paradigma de redes sociais geocolaborativas de ponto a ponto com base na integração de novas tecnologias a os atuais paradigmas das redes sociais. 2. Conceitos 2.1 Redes sociais e Redes sociais baseada em localização O SixDegrees.com, primeiro site de rede social surgiu em 1997, permitia que seus usuários cadastrassem perfis e montassem uma lista de amigos, com perfis de outros usuários (Body,2007:4). A partir de 1998, os usuários do SixDegrees.com podiam visualizar a lista de amigos dos amigos. A geração seguinte de sites de rede social surgiu com o Ryze.com, o Fotolog e o Friendster. Ryze.com, criado em 2001, ajudava as pessoas a montar redes sociais de negócios (Body,2007:4). O Fotolog surgiu em 2002, com um propósito semelhante ao de um blog, entretanto, utilizando fotos como tema central. O Friendster, criado em 2002, surgiu como um complemento ao Ryze. Enquanto todos os sites sociais da época objetivavam facilitar encontros amorosos entre estranhos, o Friendster tinha como propósito estabelecer relacionamentos entre 1 Paradigma é um modelo, um tipo exemplar, que se encontra em um mundo abstrato, e do qual existem instâncias, como cópias imperfeitas, em nosso mundo concreto (MARCONDES,2002:15) 3742

3 amigos (friends-of-friends). Seus criadores Jonathan Abrams e Cris Emmanuel assumiram que encontros amorosos em que o casal possuía um amigo em comum, eram mais bem sucedidos (Boyd,2007:5). Entretanto, os usuários do Friendster também o usavam para aumentar as suas redes de amigos de modo mais rápido do que com encontros presenciais (Rivlin,2006). Em apenas um ano o Friendster já possuía mais de 30 milhões de usuários (Boyd,2007:4). Contudo, esse sucesso acarretou dificuldades técnicas, gerando uma evasão de usuários. A partir de 2003, redes sociais tornaram-se comuns em sites da Web, como pode ser visto na Figura 1. Sites como LinkedIn, Visible Path e Xing formam redes sociais profissionais. No LinkedIn, por exemplo, os usuários podem cadastrar em seu perfil um currículo acadêmico e profissional. Tal currículo pode ser usado por empresas na seleção de profissionais. No Couchsurfing os usuários compartilham hospedagens. Um usuário pode oferecer hospedagem a outro usuário que deseja viajar para a sua cidade. O MyChurch conecta igrejas cristãs e seus membros. Alguns sites usam os conceitos de redes sociais online para compartilhamento de conteúdo multimídia. A exemplo, o Flickr para compartilhamento de fotos, o YouTube para vídeos e o Last.FM para músicas (Boyd,2007:5). O MySpace, criado em 2003, cresceu rapidamente, como sendo uma alternativa ao então saturado Friendster. Apesar de ter sido criado com propósito similar ao do Friendster, o MySpace ganhou popularidade entre bandas de rock. Até 2004, a maioria dos seus usuários eram músicos. Em 2005, ele tornou-se o maior site de rede social (em número de usuários e visitantes) do mundo (Boyd,2007:5). O Orkut, criado em 2004, é a rede social do Google,que desde sua criação, ganhou popularidade entre os brasileiros, tornando-se a rede social mais usada no Brasil (Rivlin,2006). O Facebook, criado em 2004, possuía um foco diferente de seus precursores. Ele foi criado para a formação de redes em faculdades específicas. Inicialmente, estava disponível apenas para os estudantes de Harvard. Em 2005, ele se expandiu para escolas de ensino médio, posteriormente para profissionais e redes corporativas e atualmente para qualquer pessoa. O principal diferencial do Facebook desde sua criação era a API que possibilitava aos usuários desenvolver suas próprias aplicações embutidas ao Facebook (Boyd,2007:6). 3743

4 Figura 1: Linha do tempo do surgimento dos principais sites de rede social até 2006.(Boyd,2007:5) A utilização crescente das redes sociais tem proporcionado para seus participantes experiências cada vez mais proveitosas, este fato ocorre devido a união de ideias e recursos em torno de valores e interesses compartilhados (Marteleto, 2001, p.72). As redes sociais podem estar divididas ou agrupadas por áreas de interesse ou restritas a certo numero de pessoas.existem alguns aspectos que unem os participantes das redes, (Choo,1998) relaciona estes aspectos como : a necessidade da informação que se define no conteúdo de elementos cognitivos, afetivos e situacionais, que conforme esse sentimento vai diminuindo, a necessidade de informação progressivamente vai chegando à consciência e então a questão é formalizada. Outro aspecto é a busca pela informação, no qual o modelo é analisado, valendo-se das etapas de iniciação, encadeamento, pesquisa, diferenciação, monitoramento, extração, verificação e conclusão. A escolha das fontes de informação depende da inserção do indivíduo e da motivação que gerou a busca. Em aspectos gerais o uso da informação é definido pela seleção e processamento da informação, resultando em um novo conhecimento ou ação. Nesse aspecto a informação é frequentemente usada para responder a questões, resolver problemas, tomar decisões, negociar posições, ou construir significados para determinada situação. As pessoas sentem satisfação e confiança quando suas 3744

5 pesquisas têm bons resultados, mas, quando ocorre o contrário, sentem desapontamento e frustração. É possível considerar as redes sociais com base em localização, uma extensão das redes sociais. Entretanto deve-se considerar que neste paradigma existe uma algo a mais, que é a importância da localização do usuário e o que a sua volta é de seu interesse. Para apoiar este paradigma as ferramentas que suportam estas redes utilizam a comunicação de uma forma espacial. Segundo (FALKHEIMER & JANSSON, 2006) existem formas de comunicação que ocorrem no espaço, e todos os espaços são produzidos através de representação, a qual ocorre por meios de comunicação. Sendo assim, não somente o espaço ou o ponto onde se está é importante. O fundamental nestas redes é a soma entre o espaço geográfico e as informações pertinentes a cada determinado ponto neste espaço. Na (Figura 2) é possível visualizar um exemplo de uma rede social baseada em localização, no qual em determinados pontos do mapa estão espalhadas imagens e ao lado,no quadro, estão comentários referente a estas imagens. Figura 2 : Pagina principal da rede social FourSquare baseada em localização 2.2 Geocolaboração Geocolaboração é uma área emergente de estudo para examinar como a informação espacial e tecnologias de comunicação podem ser projetadas e adaptadas para suportar interações de grupos que as utilizam de forma georeferenciadas (Springer, 2010:1). Essas interações de grupo normalmente se concentram em tarefas como acesso a dados espaciais e de exploração, resolução de problemas, planejamento e tomada de decisão. Em uma recente classificação de áreas de conhecimento dentro da ciência da informação geográfica, geocollaboration tem sido interpretado como uma implementação específica de sistemas de decisão de grupo espaciais de apoio (GSDSS), que por sua vez é um componente do SIG. A fim de apoiar as interações colaborativas, os participantes dos grupos precisam ser capaz de navegar, explorar e consultar dados espaciais e informações. Algumas ferramentas com este fim vêm se destacando no atual cenário tecnológico como, por exemplo : - Waze (waze,2012): é um aplicativo gratuito para telefones móveis baseado na teoria da geocolabaração aplicada para o trânsito das grandes cidades. Tem como 3745

6 foco principal a colaboração em tempo real de seus próprios usuários para passar informações de fluxo de trânsito nas vias em que estão se deslocando, com o objetivo de fornecer rotas alternativas para quem esta tendo acesso a estas informações. Waze lançou sua primeira aplicação móvel em Israel em 2011, onde foi baixado por mais de motoristas. As informações de trânsito são construídas em tempo real atingindo cerca de 90% de cobertura e prevendo o tempo estimado de chegada com mais de 85% de precisão. O Waze tem dezenas de milhares de usuários sendo que várias estações de TV e rádio tem aderido ao sistema para atualizar seus ouvintes e telespectadores sobre questões relacionadas ao transito (Vanessa,2012). - Flightradar24 (Flightradar24,2012): é um serviço de monitoramento de voo que fornece em tempo real informações sobre milhares de aeronaves em todo o mundo, na Figura 4 é exposta uma tela da ferramenta Flightradar24 com imagens de aviões transitando no espaço aéreo.o Flightradar24 Iniciou como um hobby em 2006 quando dois especialistas da aviação sueca decidiram construir uma rede de receptores baseados no Sistema Automático de Transmissão e Vigilância Auxiliar(ADS-B) A Figura 3 representa a estrutura de funcionamento de uma rede ADS-B. Em 2009 a rede tornou-se pública para qualquer usuário com um receptor de ADS-B e permitindo carregar dados para a rede. Muitas partes do mundo foram rapidamente cobertas, mas a busca de fornecer cobertura ADS-B global ainda está em curso.o Flightradar24 está atualmente disponível on-line e para dispositivo moveis (Flightradar24,2012). Figura 3: Funcionamento ADS-B (Flightradar24.com) Figura 4: Mapa de visualização dos aviões no Flaightradar24 (Flightradar24.com) 3. Trabalhos Correlatos O artigo Geocollaboration using Peer-Peer GIS escrito por Damon D. Judd discute sobre as tendências futuras no desenvolvimento de aplicações geoespaciais e cobre a inclusão de métodos de colaboração para trabalhar com o novo termo geoespacial (Damon,2005:1). Alguns pesquisadores definem esta abordagem como geocollaboration.o autor cita que em situações de gestão de crises,que envolvem segurança e desastre, equipes de especialistas de várias organizações diferentes, muitas vezes precisam compartilhar mapas, localização GPS, e dados. Essas equipes também têm a necessidade de cooperar na tomada 3746

7 de decisões com base na análise e visualização das informações. O autor conclui que ferramentas geoespaciais utilizando uma abordagem geocolaborativa podem ser úteis para permitir uma efetiva colaboração no processo de tomada de decisão geoespacial (Damon,2005:1). O artigo Desenvolvimento de Aplicações Sociais a partir de APIs em Redes Sociais Online escrito por Otávio C. Xavier e Cedric L. de Carvalho aborda as inovações disponíveis nas redes sociais e a forma com que estas redes tornam disponíveis suas informações através de APIs. Essas APIs são descritas com exemplos de implementações e também são expostas tecnologias que auxiliam no desenvolvimento de aplicações para redes sociais (Otávio & Cedric,2013:1). O artigo Geoprocessamento: Conceito e Prática escrito por Leandro Couto discute sobre Geoprocessamento enquanto ferramenta de trabalho útil à resolução de questões que têm na dimensão espacial. O trabalho apresenta conceitos e definições referentes ao geoprocessamento e também expõe aplicações praticas para essa tecnologia. Também é discutido e apresentado tecnologias que fazem confluência com o geoprocessamento. O artigo Developing a conceptual framework for visually-enabled geocollaboration (MacEachren & Brewer,2013:1) discute que a maioria dos trabalhos com dados geoespaciais, seja para a análise científica, planejamento urbano e ambiental, ou tomada de decisão de negócios é realizado por grupos. Entretanto as tecnologias de informação geográfica foram construídas e avaliadas apenas para uso individual. O artigo apresenta a proposta de que para apoiar a colaboração com informações geoespaciais, uma atenção específica deve ser dada às ferramentas que medeiam a compreensão e negociação entre os participantes. São apresentados no trabalho dois protótipos que tem o objetivo de ilustrar um modelo geocolaborativo com o propósito de mediar a interação entre as ferramentas geoespaciais. 4. Modelo de Integração de redes sociais Geocolaborativas A cooperação, a colaboração e a livre expressão seriam os instrumentos que uniria usuários através da livre comunicação em um ambiente de negócio cooperativo e integrado (ANTOUN, 2008:20). A possibilidade de ter um ambiente de apoio à decisão e ao mesmo tempo um espaço no qual é possível buscar e compartilhar conhecimento é algo possível de acontecer neste contexto. Na Seção 2 deste artigo foram expostos conceitos e ferramentas que unidos podem gerar uma forma de utilização das redes sociais. O que é proposto neste trabalho é integrar os pontos fortes das ferramentas e conceitos, citados na Seção 2, tomando proveito do melhor de cada domínio. Deste modo expõem-se na Tabela 1 as tecnologias e conceitos com seus respectivos pontos fortes, as ferramentas que utilizam estes conceitos e algumas das formas que torna possível a integração destas tecnologias com softwares externos. Tecnologia Pontos fortes Ferramentas atualmente Forma de Integração 3747

8 Redes Sociais Redes Sociais com base em localização Ferramentas Geocolabora tivas - grupo fechado - comentários e dicas de pessoas do grupo de confiança Informações georreferenciadas -informações relevantes sobre um dominio especifico. -Apoio a tomada de decisão. disponíveis - Facebook - Orkut - Twitter - LinkedIn - flickr - FourSquare - bliin - FacebookPlace Waze Flightradar24 Tabela 1. Lista de Ferramentas e tecnologias para formar o modelo de redes sociais Geocoladobrativas APIs APIs APIs Integrar estes conceitos, tecnologias e ferramentas não é algo trivial. Entretanto como exposto nas seções anteriores, já existem meios que tornam esta atividade possível. Com isso a proposta deste trabalho é criar uma rede social que possibilite a Geocolaboração. A Figura 5 ilustra o modelo proposto para essa rede, e as seções 4.1 e 4.2 discutem as funcionalidades deste modelo. Figura 5 : Modelo unificador gerando um novo paradigma de redes sócias geocolaborativas. 3748

9 4.1 Unificador de serviços via APIs Muitas ferramentas fornecem APIs que podem ser usadas por terceiros para agregar valor aos seus sistemas. Algumas dessas,ferramentas citadas na Tabela 1, são: Twitter, Facebook, flickr e FourSquare. Nesses sites normalmente as APIs são acessadas via autenticação do usuário, ou seja, é necessário ter um usuário autenticado para obter os dados. Como exemplo é possível citar o Twitter, para que uma aplicação possa enviar uma mensagem (tweet) em nome do usuário, este precisa do login e senha. Para fazer o acesso de forma mais segura as APIs utilizam o padrão OAuth (Hammer-Lahav,2009). OAuth ou Open Authorization é um padrão aberto que permite que usuários de um site garantam acesso, aos seus recursos privados por meio de uma aplicação externa sem ter que compartilhar senhas e logins. O objetivo principal do OAuth está na autorização e não na autenticação. Sendo assim, ele prevê níveis de autorização, que o usuário pode aceitar. O OAuth foi construído baseado nos padrões proprietários Google AuthSub, Yahoo BBAuth e Flickr API Auth. O OAuth pode ser caracterizado como um protocolo. Sua especificação consiste de duas partes. A primeira parte define no navegador um processo para redirecionamento do usuário para autorização de acesso aos seus recursos por outro usuário. A segunda parte define um método para realização de requisições HTTP autenticadas usando dois conjuntos de credenciais. Um conjunto destinado à identificação do cliente e outro à identificação do proprietário do recurso a ser requisitado (Hammer- Lahav,2009). Esse protocolo segue o seguinte fluxo: 1 a aplicação consumidora requisita ao servidor um token de requisição 2 a aplicação consumidora recebe o token e redireciona o usuário para a tela de autenticação do servidor; 3 o token de requisição é enviado, bem como um link para redirecionamento, assim que o usuário autenticar-se; 4 uma vez autenticado, o usuário recebe um questionamento acerca da autorização para a aplicação consumidora; 5 caso o usuário autorize o acesso, o servidor marca o token de requisição, enviado no passo 1, como autorizado; 6 quando o fluxo retorna à aplicação consumidora, ela encarrega-se de fazer um intercâmbio do token de requisição por um token de acesso. O token de requisição tem como único objetivo a aprovação, pelo usuário. Entretanto, o token de acesso é destinado às requisições dos recursos privados; 3749

10 7 com o token de acesso, a aplicação consumidora pode consultar todos os recursos privados, aos quais o usuário concedeu permissão. 4.2 Unificando Redes Socias / Redes socias baseda em Localização via APIs As APIs do Facebook e Foursquare permitem a leitura e gravação de dados utilizando um paradigma orientado a objetos, no qual estes objetos são: perfis de usuário, amigos, postagens, fotos, checkins, preferências e relacionamentos ou conexões entre eles. Na Figura 6 é ilustrada a representação da utilização do unificador de serviço (Figura 5) que tem a função de autenticar e obter informações das redes sociais, redes sociais baseadas em localização e ferramentas geocolaborativas através dos métodos disponíveis em suas APIs. Figura 6: Arquitetura base para rede social Geocolaborativa Na Tabela 2 estão descritos os métodos expostos na Figura 6. Métodos Descrição Enviar credenciais Enviar informação de Login e Senha do usuário para o Unificador através do unificador - Autenticar usuário Unificador solicita autenticação via APIs através do padrão OAuth Validar usuário API valida autenticação e da acesso aos outors métodos da API. Buscar Informações Unificador após autenticado solicita informações a API. - Enviar informações API responde solicitação de informações feita pelo unificador 3750

11 Consolidar informações Unificador consolida as informações de forma sistêmica. Enviar informações Consolidadas Unificador envia informações consolidadas para a rede social geocolaborativa. Receber Informações Consolidadas Rede social geocolaborativa recebe as informações consolidadas para formatação e exibição. Tabela 2: Descrição dos métodos utilizados na arquitetura da rede social geocolaborativa. 5. Conclusão A proposta de gerar colaboração através de unificação de sistemas é algo já aplicado, como pode ser verificado pelos trabalhos correlatos discutidos na seção 2. Deste modo, este artigo não propõe criar uma forma nova de colaboração em sistemas convencionais, mas um modelo para obter informações em paradigmas como: redes sociais e redes sociais baseada em localização. Com o objetivo de consolidar sistemicamente essas informações para gerar novas informações que agrupadas, colaborarão para apoiar a tomada de decisão dos usuários usando um paradigma geocolaborativo de redes sociais. Portanto a idéia final deste artigo é propor através do modelo de integração de redes sociais geocolaborativas exposto na seção 4. Um novo paradigma geocolaborativo unificado em redes sociais para agregar valor as redes sociais e disponibilizar ao usuário final uma ferramenta potencialmente útil para auxilio a decisões cotidianas. 3751

12 6. Referencias Bibliográficas ANTOUN, Henrique (org.). Web 2.0: participação e vigilância na era da comunicação distribuída. Rio de Janeiro: Mauad X, BOLIN, Göran. Electronic Geographies. In FALKHEIMER, Jesper; JANSSON, André. Geographies of Communication, p , Boyd, d. m., & Ellison, N. B. (2007). Social network sites: Definition, history, and scholarship. Journal of Computer-Mediated Communication, 13(1) 4-8. Recuperado em 25 dezembro, 2012, de COUTO, Leandro C. O. GEOPROCESSAMENTO: CONCEITO E PRÁTICA Recuperado em 20 de janeiro de 2013, de CHOO, Chun Wei. The knowing organization: how organizations use information to construct meaning, create knowledge, and make decisions. New York: Oxford Univerty, Damon D. Judd. Geocollaboration using Peer-Peer GIS. Recuperado em 21 janeiro, 2013, de Facebook. Developers. Disponível em: < Acesso em: 25 dez FourSquare. Developers. Disponível em: < https://developer.foursquare.com/>. Acesso em: 25 dez flightradar24. about. Disponível em: <http://www.flightradar24.com/about>. Acesso em: 25 dez Fragoso, S. Wtf a crazy brazilian invasion. Fifth International Conference on Cultural Attitudes Towards Technology and Communication, 1: ,

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