Palavras-Chave: Métricas. Ativos intangíveis. Avaliação em Comunicação Organizacional.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Palavras-Chave: Métricas. Ativos intangíveis. Avaliação em Comunicação Organizacional."

Transcrição

1 Avaliando os ativos intangíveis das organizações nas mídias sociais: os limites das métricas 1 Evaluating the intangible assets of organizations in social media: the boundaries of the metrics Wilson da Costa Bueno 2 Resumo: As métricas têm sido amplamente utilizadas para caracterizar as organizações nas mídias sociais, especialmente para avaliação dos seus ativos intangíveis, mas elas evidenciam limitações insuperáveis. A complexidade dos processos comunicacionais resiste ao esforço de estabelecer indicadores, notadamente em ambientes virtuais dinâmicos, e, portanto, é necessário complementá-los com recursos off line e metodologias qualitativas. O artigo trata da comunicação dos ativos intangíveis pelas mídias sociais e conclui que esse esforço deve avançar além das métricas. Palavras-Chave: Métricas. Ativos intangíveis. Avaliação em Comunicação Organizacional. Abstract: The metrics have been widely used to characterize organizations on social media, especially for evaluation of its intangible assets, but they show insuperable limitations. The complexity of communication processes resists the effort to establish indicators, especially in dynamic virtual environments, and thus it is necessary to supplement them with resources offline and qualitative methodologies. The article deals with the reporting of intangible assets by social media and concludes that this effort must move beyond metrics. Keywords: Metrics. Intangible Assets. Evaluation on Organizational Communication 1. A comunicação dos ativos intangíveis Os ativos intangíveis, elementos fundamentais no processo de avaliação das organizações modernas pelos públicos estratégicos e pela opinião pública em geral, têm sido afetados, de maneira ampla e muitas vezes dramática, pela contínua exposição nas mídias sociais. Resumidamente, o ativo intangível incorpora uma mescla de competências individuais (Conhecimento e Capacitações), competências organizacionais (Base de Dados, Tecnologias, 1 Trabalho apresentado ao Grupo de Trabalho Comunicação nos contextos organizacionais do XXIII Encontro Anual da Compós, na Universidade Federal do Pará, Belém, de 27 a 30 de maio de Programa de Pós- Graduação em Comunicação Social da UMESP, doutorado em Ciências da Comunicação, E- mail:

2 Rotinas e Cultura) e relacionais (rede de relacionamentos, Reputação, Lealdade) não reconhecidas como ativos sob a ótica contábil, mas percebidas como tal por clientes, fornecedores, acionistas e investidores (DOMENEGHETTI & MEIR, 2009, p.3-4) Os ativos intangíveis não se reduzem apenas à imagem e à reputação das empresas, como parece indicar parcela significativa dos trabalhos em Comunicação Empresarial/Organizacional, mas abrigam um conjunto formidável de atributos institucionais e mercadológicos, como as marcas, o portfólio de produtos, o índice de inovação, a gestão do capital intelectual, o compromisso com a sustentabilidade e a diversidade corporativa, e inclusive a sua competência em comunicação e marketing. A literatura especializada contempla pelo menos duas categorias básicas para os ativos intangíveis: os associados à geração de valor (como o capital intelectual, a marca, a imagem, a reputação, a inovação, a comunicação e o marketing etc) e os que têm como propósito a proteção do valor (aí incluídos a governança corporativa, a gestão de riscos, a segurança da informação, o número de patentes, entre outros). Admite-se, também, que alguns ativos tangenciam as duas categorias, como é o caso da sustentabilidade, do conhecimento e do grau de interação ou relacionamento com os stakeholders. Para a maioria das empresas globais, o valor dos ativos intangíveis supera os ativos tangíveis (máquinas, edifícios, volumes de vendas, resultados financeiros) e eles tendem a ser absolutamente estratégicos para alguns setores da economia, como o de tecnologia da informação, o de educação e treinamento, o de consultoria e serviços profissionais, o de negócios na web, de moda etc. Esse fato explica a falta de alinhamento entre o chamado valor contábil e o valor de mercado, de tal modo que é possível, com alguma facilidade, encontrar empresas para as quais este último é muitas vezes maior do que o seu valor contábil. Essa realidade fica explicitada de maneira flagrante por ocasião das vendas e aquisições de empresas, e frequentemente nos postamos surpresos diante dos altos valores transacionados. Se assumirmos que o valor dos ativos intangíveis está na dependência direta de sua percepção pelo mercado, pelos stakeholders e pela sociedade, poderemos concluir que a visibilidade e a avaliação dos ativos intangíveis, como as projetadas pelas mídias sociais, representam, em escala crescente, papel estratégico paras as organizações porque têm impacto imediato no mundo dos negócios.

3 A responsabilidade social corporativa, e mais recentemente a gestão sustentável entendida em seu sentido mais abrangente, agregam valor às organizações, como se pode depreender pelo desempenho de algumas delas no mercado acionário e pela percepção altamente positiva com que os stakeholders as contemplam. A consciência dessa importância tem não apenas estimulado as empresas a planejarem e a se comprometerem com tais atributos como tem propiciado o surgimento de ações e posturas não éticas com o objetivo de mascarar a realidade. Esse é o caso do marketing verde, tentativa deliberada de expressar o compromisso com a economia de recursos naturais e a não degradação do meio ambiente. Apesar do esforço de algumas organizações, esta fraude tem sido identificada pelos que buscam considerar o conceito de sustentabilidade em sua essência. É preciso destacar também a busca obsessiva de empresas e gestores por títulos e premiações, como o das melhores empresas para trabalhar, mesmo (e talvez principalmente) por organizações que se vêem, repetidamente, envolvidas em processos de assédio moral, de demissão em massa de funcionários ou de desrespeito aos direitos humanos. A sociedade tem estado cada vez mais vigilante, amparada em regulamentações e em legislação que coíbem e punem as transgressões institucionais, e dispõe de recursos para denunciar abusos e infrações, como as mídias sociais que amplificam a voz dos cidadãos e lhes conferem o papel de protagonistas. As organizações devem estar atentas para o fato de que a transparência e a obediência restrita aos princípios éticos devem figurar em sua proposta de comunicação e marketing. Todas as empresas que protagonizam situações desfavoráveis em virtude de suas mazelas institucionais sofrem, inevitavelmente, impacto negativo junto aos investidores e têm que se empenhar arduamente (muitas vezes sem sucesso) para resgatar o nível de reputação que exibiam antes das crises. Como a comunicação virtual (sistemas de busca, portais, blogs e outras mídias sociais) se caracteriza pela construção de uma memória eletrônica, fácil de ser acessada a qualquer tempo e de qualquer lugar, por qualquer pessoa, o fato de estarem inseridas negativamente nestes ambientes tem custado muito caro às organizações infratoras. Evidentemente, a comunicação dos ativos intangíveis não se viabiliza unicamente pelas mídias sociais e há instâncias tradicionais (mídia de massa, relatórios e balanços sociais, publicações institucionais, eventos, vídeos corporativos) que os têm promovido ao longo do tempo. Com a profissionalização das estruturas de comunicação, notadamente nas duas

4 últimas décadas, esta tarefa tem sido realizada com competência, o que não significa com obediência aos princípios de transparência e às necessárias posturas éticas em todos os casos. A credibilidade na comunicação, no caso dos ativos intangíveis, está associada a uma série de fatores e ela deriva não apenas do próprio processo de divulgação/exposição (que pode ou não ser competente), porque requer sobretudo vínculo indissolúvel do discurso com a realidade. Organizações que se atrevem a maquiar os dados, que buscam, nas suas campanhas de publicidade o endosso de celebridades que não se afinam com a sua marca ou com o respectivo público de interesse, que sonegam informações relevantes, como as farmacêuticas que omitem os efeitos colaterais dos medicamentos ou não explicitam adequadamente os grupos de risco, costumam ter sua comunicação confrontada por especialistas ou mesmo por cidadãos comuns, muitos deles atentos e bem informados. A sociedade moderna tem se organizado em grupos que se mobilizam para defender determinadas bandeiras ou causas (direitos humanos, meio ambiente, acesso à saúde e à educação, ética na política etc) e que, atuantes nas mídias tradicionais ou sociais, ou em instâncias formais de discussão (audiências públicas, por exemplo), conseguem ser ouvidos e influenciar as decisões. A legislação brasileira moderna permite que os cidadãos se organizem para questionar as empresas que contrariam o interesse coletivo ou mesmo de minorias, inclusive criando condições para levá-las às barras dos tribunais. O Ministério Público, a Justiça do Trabalho e Eleitoral, as diversas Comissões do Congresso e as agências reguladoras têm sido parceiros nessas reivindicações, tirando as empresas de sua tradicional zona de conforto. 2. O burburinho ruidoso das mídias sociais As mídias sociais têm provocado mudanças expressivas pela criação de uma nova cultura comunicativa, engendrada especialmente pelos chamados usuários-mídia, que tem forçado as organizações a uma revisão profunda do seu ethos comunicacional. Simplificadamente, elas exigem a implementação de novas estratégias comunicativas, respaldadas na interação, na disposição para o diálogo e na articulação de uma lógica e uma dinâmica não tradicionais para a expressão de seus discursos, de caráter institucional ou mercadológico.

5 As mídias sociais descartam a moderação das mensagens (posts, tweets, vídeos etc) e, desta forma, abrem espaço crescente para a intervenção discursiva dos cidadãos, organizados ou não, estimulando o estreitamento de laços e compartilhamento de opiniões entre pessoas distantes geograficamente, o que possibilita a criação de grupos ou comunidades virtuais. Elas plasmam efetivamente, como explica, Massimo Di Felice, uma cultura comunicativa bastante singular porque baseada em relações que não se reduzem à troca de informações visando unicamente à divulgação e apropriação de conteúdos, mas que têm, marcadamente, um propósito experiencial e imersivo : Uma vez que as tecnologias informativas possibilitam o acesso direto às notícias, permitindo diversas formas de interatividade, informar-se deixa de ser apenas um ato racional e objetivo para se tornar também uma atividade de interação que possibilita um estar aí e uma forma de participação a distância de um evento que deixa, portanto, de produzir apenas um assistir aos acontecimentos. Mais que ler as notícias, difundem-se hoje, entre as novas gerações e os internautas, o desejo e a possibilidade técnica de mergulhar nela, experienciando as informações e ao mesmo tempo através da prática da interatividade se tornar parte das mesmas. (FELICE, 2012, p.161) Na prática, as mídias sociais tornam obsoleta a teoria da agenda setting, continua Massimo Di Felice, ao postular um novo paradigma, identificado como agenda building, que põe ênfase nos fluxos comunicativos, cognitivos, simbólicos e nos processos de construção múltipla e colaborativa de opinião, resultado de uma lógica negocial (2012, p.161). Esta nova proposta comunicativa fragmenta o poder dos monopólios midiáticos pela constituição de redes de informação que se fundam no ritmo frenético de enunciados produzidos por pessoas comuns e que ganham visibilidade e influência pelo alcance dos atuais dispositivos telemáticos. Nesses ambientes virtuais, saem de cena, ou têm visibilidade reduzida, os meios de comunicação massiva, substituídos, ruidosamente, por uma legião crescente de usuários-mídia que protagonizam conteúdos não comprometidos necessariamente com o aumento da audiência ou com os interesses de grupos políticos ou empresariais e mesmo familiares, como é a característica de parte significativa da imprensa brasileira. O modelo de enunciação, que até há pouco legitimava o controle das informações por monopólios agindo especialmente no off-line, passa a conviver com uma nova proposta que se impõe, sem regulações, como a viciada concessão de canais pelo governo

6 brasileiro, e sem censura, privilegiando um código de conduta ou de ética bastante particular. A liberação do polo da emissão, a conexão em rede e a transformação de modos de produção midiáticos e de fazeres sociais são as leis que fundam a cibercultura e norteiam as remixagens ou recombinações contemporâneas. ( ) As novas possiblidades de emissão referem-se à entrada de milhões de individuaos nos novos espaços de comunicação possibilitados pela internet, inaugurando outros modos de visibilidade e fazendo emergir novas práticas facultadas antes somente aos tradicionais meios de comuinicação, cuja potencialidade massiva funciona e continua a funcionar no modelo de emissões um para muitos. (BRETAS, 2012, p.54) As organizações têm encontrado dificuldade para se adaptar a esse novo cenário porque ele inaugura formas de relacionamento que ou não estavam disponíveis no modelo de comunicação tradicional ou poderiam ser ignoradas, tendo em vista inúmeras circunstâncias que permitiam ou validavam a prevalência da comunicação unidirecional, vertical ou não dialógica. Esta proposta centralizadora, hierárquica e, portanto autoritária, ainda domina especialmente na relação das organizações com seus públicos internos, mas a emergência da geração Y e a mobilização civil estão propondo (e exigindo) novas posturas por parte das empresas e chefias. As próprias mídias sociais têm sido utilizadas para o questionamento deste processo de blindagem secular dos gestores das organizações, tornando públicos os abusos, os desmandos, os prejuízos de processos antiquados de gestão de pessoas e de recursos em geral (tecnológicos, ambientais etc). As organizações estão, mais do que nunca, expostas ao escrutínio da sociedade e não têm outra alternativa: são obrigadas a rever os sistemas tradicionais de recrutamento, de avaliação de desempenho e de comunicação. O monólogo que caracteriza a comunicação vertical ( bancária, na acepção de Paulo Freire) sofre restrições de toda ordem porque entra em rota de colisão com a economia colaborativa, com a valorização do capital emocional, com a imperiosa necessidade de se construir um clima organizacional favorável ao engajamento e ao aumento da produtividade. 3. Os ativos intangíveis nas mídias sociais Como expressão de fluxos informativos desencadeados por pessoas comuns, mas que também são ativistas, consumidores, eleitores etc, as mídias sociais amplificam a percepção individual e coletiva dos ativos intangíveis das organizações, em especial propagando a sua imagem, sua reputação e as suas marcas. Estes ativos estão particularmente associados a

7 processos de gestão em comunicação e, portanto, exigem dos comunicadores profissionais atenção especial. Por se reportar a ambientes ou a modelos de interação que se consolidaram recentemente, e cujas características não são insuficientemente conhecidas pelas organizações e seus gestores, a gestão da comunicação nas mídias sociais ainda ocorre, predominantemente, de forma intuitiva e amadorística. Acostumadas a um modelo de comunicação, que opta pela visão simplista em vez de contemplar a complexidade, as organizações brasileiras reproduzem práticas deslocadas no tempo, incapazes de perceber que as novas circunstâncias demandam obediência a atributos fundamentais na gestão e na comunicação modernas, como a transparência, a pró-atividade, a rapidez das respostas, o reconhecimento do outro, a convivência saudável com a divergência de ideias e opiniões, o multiculturalismo, a conduta ética e a disposição para dialogar. É ilustrativo admitir, conforme DOMENEGHETTI e MEIR (2009, p.21-22) que o capital intangível global das organizações é formado pela conjunção de 4 categorias distintas, embora complementares, de capitais, denominados respectivamente: institucional, organizacional, de relacionamento e intelectual. O capital institucional é o resultado do esforço centrado na geração de percepções positivas pelos seus públicos estratégicos e inclui a imagem, a reputação, as marcas, a missão, a visão e os valores, além dos compromissos com a sustentabilidade, a inserção nas comunidades, dentre outros. O capital organizacional tem a ver com os ativos que geram valor a partir do core business, da estratégica competitiva e mesmo do posicionamento no mercado e se referem ao modelo de gestão, às políticas corporativas, ao sistema de planejamento, à gestão de conhecimento, aos modelos ou sistemas de seleção e recrutamento, remuneração e treinamento, dentre outros. O capital de relacionamento compreende a qualidade e eficácia da rede de clientes, de parceiros e fornecedores, a atuação junto aos stakeholders (relações com a imprensa, com os sindicatos, com os formadores de opinião, as relações governamentais) e inclusive a competência na utilização das redes sociais etc. O capital intelectual diz respeito à cultura corporativa, à propriedade industrial e intelectual, à capacidade de inovação, ao sistema desenvolvido em termos de inteligência competitiva, patentes registradas, metodologias proprietárias etc.

8 Neste sentido, a comunicação organizacional, e especificamente a comunicação nas mídias sociais, podem desempenhar papel importante na construção do capital intangível global, em particular em ativos incluídos em duas das categorias de capitais anteriormente citadas (o institucional e o de relacionamento) porque repercutem, obviamente, na formação da imagem, da reputação, na visibilidade das marcas, na projeção de seus valores, na criação e manutenção de relacionamentos com os stakeholders e mesmo com os cidadãos de maneira geral. A maioria das organizações, no entanto, não está capacitada para atuar de forma competente nas mídias sociais simplesmente porque as contemplam a partir dos velhos paradigmas. Não é incomum perceber que as organizações privilegiam a fala em detrimento da escuta e que muitas delas confundem as mídias sociais com os modelos tradicionais de sites ou portais, que reservam pouco ou nenhum espaço para interação ou participação dos internautas, limitando-se a transmitir unilateralmente informações de seu interesse. Não reservam tempo para conversar e podem, em muitos casos, implementar práticas altamente condenáveis em um ambiente com esse perfil, como apagar comentários que lhes são desfavoráveis ou ignorar pedidos de esclarecimentos ou críticas dos seus seguidores nas redes virtuais. A imagem, a reputação, a credibilidade, ativos intangíveis valiosos, podem ser penalizadas por procedimentos que comprometem outro ativo intangível, hoje bastante valorizado: a transparência. Organizações têm sido desmascaradas depois de buscar formas não éticas, não transparentes de visibilidade nas mídias sociais, como a cooptação de blogueiros, a criação de perfis falsos para gerar mensagens favoráveis aos seus produtos e serviços ou mesmo para desqualificar pessoas que postam mensagens negativas ou contrárias aos seus interesses. A repetição dessas posturas injustificáveis tem chamado a atenção de órgãos de fiscalização, defensores da conduta ética nos negócios, que tendem a punir com rigor tentativas deliberadas de afrontar a verdade nas mídias sociais. A Federal Trade Commission (FTC), uma agência do governo norte-americano, desde 2009 tem promulgado instruções tentando disciplinar a conduta das organizações nesses ambientes, como, por exemplo, impedir que pessoas influentes (blogueiros, jornalistas ou outras categorias profissionais) iludam os consumidores, deixando de mencionar, quando é o caso, que as mensagens por eles

9 postadas nas mídias sociais são remuneradas pelas empresas favorecidas pelos seus comentários. Christopher Barger, ex-diretor de mídias sociais da General Motors e que também respondeu pelo serviço de blogs da IBM, consultor respeitado nessa área, defende a tese de que as organizações, com raras exceções, não evidenciam uma prontidão adaptada à nova era da conectividade e que segregam o planejamento e a execução do trabalho de comunicação nas mídias sociais a apenas um departamento ou área, sem se darem conta de que é fundamental a criação de uma cultura interna que promova a atuação competente nesses espaços modernos de interação. Segundo ele (2013, p.33-53), o esforço de comunicação nas mídias sociais exige uma articulação estreita entre inúmeras instâncias de uma organização e não deve estar limitado apenas a uma área específica (comunicação ou marketing, como normalmente se pode imaginar) ou mesmo a um setor especialmente criado para esse fim (gerência de mídias sociais, por exemplo). Em conformidade com o que se postula também para outras modalidades de comunicação de uma organização (a comunicação com os públicos internos, por exemplo), as empresas modernas devem criar uma cultura que defina posturas e formas de atuação nas mídias sociais, evitando conflitos e ruídos pela disputa interna de territórios, especialmente quando a presença nesses ambientes confere prestígio aos que são por eles responsáveis ou na emergência de situações de crise. A falta de planejamento, de articulação, a não definição precisa de objetivos e metas, bem como da amplitude da atuação nas mídias sociais comprometem a avaliação do esforço de comunicação nestes espaços e pode dificultar a expressão de indicadores ou métricas adequadas. Antes de se implementar procedimentos de mensuração, é necessário discutir as bases em que esta avaliação quantitativa será realizada e buscar metodologias que possam responder às demandas das organizações. Sobretudo, é razoável questionar se as métricas cumprem esse papel integralmente e se não há outras alternativas que possam complementar esse esforço, evitando incorrer em armadilhas que podem estar presentes na tentativa de reduzir uma competência em comunicação a dados expressos numericamente. 4. Os riscos e desafios da mensuração A avaliação em Comunicação Organizacional tem sido influenciada, de forma crescente, por sistemas de gestão que valorizam, muitas vezes de forma abusiva, a

10 mensuração, a construção de indicadores quantitativos, ignorando o próprio ethos do trabalho de interação das organizações com os públicos estratégicos, nem sempre afeito à redução simplista a dados ou estatísticas tomados como precisos ou incontestáveis. A perspectiva quantitativa, quando praticada de forma obsessiva e acrítica, mascara uma série de dificuldades inerentes ao próprio fazer comunicacional, especialmente porque assume como prioridade o cumprimento de objetivos e metas pontuais, associados a ações e estratégias de curto prazo. Ela não está em sintonia com parcela significativa das atividades de comunicação, notadamente as que dizem respeito aos ativos intangíveis, que demandam, para sua consolidação, de um tempo mais elástico. A percepção das pessoas e dos grupos em relação às organizações não se forma instantaneamente mas requer esforços repetidos, bem articulados, canalizados para canais de relacionamento ou processos que se endereçam aos diversos públicos estratégicos de uma organização. É preciso reconhecer que a imagem, a reputação, a credibilidade não são construídas de imediato porque derivam da convergência de uma série de fatores que não se limitam necessariamente ao campo da comunicação, embora ela desempenhe função estratégica no sentido de expressar e consolidar esses ativos intangíveis. Muitos indicadores utilizados para caracterizar a eficácia de ações e estratégias de comunicação encerram este viés imediatista, notadamente aqueles que estão consolidados em métricas que pretendem caracterizar a presença das organizações nas mídias sociais e contemplam os seus ativos intangíveis. As métricas usuais, utilizadas na avaliação do desempenho das organizações nas mídias sociais, expressam, frequentemente, apenas momentos, flagrantes dessa presença, sem atentar para os processos mais complexos envolvidos na interação, no relacionamento com os stakeholders e, por isso, se mostram imprecisas ou inadequadas. A dinâmica que caracteriza as mídias sociais, com seu ritmo frenético e sensível à ação dos usuários-mídia, resiste a esta tentativa de congelar o tempo e, neste sentido, indicadores ou métricas estáticas podem não cumprir a contento os seus objetivos. Esta constatação não invalida o esforço, que deve e tem sido empreendido, no sentido de buscar instâncias, metodologias ou parâmetros de mensuração, mesmo porque sistemas modernos de gestão, aceitos e praticados de forma abrangente nas organizações em todo o mundo, têm se valido destas métricas ou indicadores para expressar competências,

11 performances ou mesmo a excelência dos processos, inclusive em Comunicação Organizacional. As auditorias de comunicação vêm pouco a pouco sendo implantadas nas empresas e a própria literatura da área já dedica espaço para o esforço de avaliação de ações, estratégias, canais e processos de comunicação. Em muitos casos, os próprios comunicadores reivindicam a necessidade de se criar mecanismos de avaliação em comunicação, que incluem a constituição de parâmetros quantitativos, convictos de que a complexidade dos relacionamentos e dos esforços em comunicação deve incorporar sistemas mais precisos para aferição da eficácia dos processos comunicacionais. A superação do modelo tradicional que tipifica a Comunicação Organizacional, baseado prioritariamente na intuição, no feeling dos gestores, requer a incorporação de metodologias de avaliação, inaugurando um novo patamar na área, definido pelo uso intensivo e competente da pesquisa. Bueno (2013 a) lembra que a pesquisa em comunicação no Brasil encerra dois grandes entraves: a fragmentação do objeto e a miopia metodológica, ambos presentes em boa parte das tentativas de construir métricas para medir a presença das organizações nas mídias sociais e para avaliar alguns de seus ativos intangíveis mais prestigiados (imagem, reputação, marcas). A fragmentação do objeto está configurada na hipótese, assumida por boa parte dos projetos de pesquisa em comunicação, de que é possível apreender objetivamente a realidade a partir dos dados empíricos, ignorando ( o que se constitui em grave equívoco) que a observação tem a ver com a experiência interna e externa de quem observa. (BUENO, 2013 b, p.729). Na prática, como explica Bueno (2013b,p.730): Os trabalhos em Comunicação acabam validando a dicotomia entre o conhecimento verificável e o conhecimento metafísico, base da postura que provocou ao longo do tempo o estilhaçamento da ciência em disciplinas estanques e que tornou inconciliáveis a ciência e a filosofia. Além disso, assumem, sem questionamento, que uma base empírica forte, de per si, já confere a eles a aura da cientificidade. A miopia tecnológica diz respeito à tentativa de reduzir os projetos de pesquisa a meros procedimentos metodológicos, considerando as técnicas, muitas delas de caráter essencialmente quantitativo, como o fim em si mesmo do processo de investigação. Ela contribui para a descontextualização do objeto porque o isola com o objetivo explícito de chegar a indicadores ou métricas. Na prática, esse viés conceitual e metodológico ignora que há um percurso natural no desenvolvimento de um projeto de pesquisa e ele se funda,

12 sobretudo, na relação estreita entre a base empírica e as teorias e está condicionado às questões de pesquisa ou hipóteses que o instrumentalizam. (BUENO, 2013b, p.740). A avaliação em Comunicação Organizacional, embora indispensável, encerra, em função desses desvios anteriormente apontados, desafios que precisam ser enfrentados com criatividade e competência, visto que os objetos sob análise são quase sempre complexos e fugidios, ou seja, não se prestam a análises superficiais e a mensurações apressadas que têm como objetivo prioritário gerar indicadores ou parâmetros quantitativos. Em obra que analisa as condições da investigação na internet, as pesquisadoras FRAGOSO, RECUERO e AMARAl (2011, p.55) explicitam as dificuldades inerentes à análise de objetos ou temas associados aos espaços virtuais: A internet é um universo de investigação particularmente difícil de recortar, em função de sua escala (seus componentes contam-se aos milhões e bilhões), heterogeneidade (grande variação entre as unidades e entre os contextos) e dinamismo (todos os elementos são permanentemente passíveis de alteração e a configuração do conjunto se modifica a cada momento). Essas autoras reconhecem os riscos, nas pesquisas realizadas na internet (e, por extensão, as que contemplam especificamente as mídias sociais), decorrentes das generalizações a partir de amostras não representativas ou de indicadores que apenas expressam médias gerais e, portanto, são inadequados para dar conta de casos específicos. Os problemas enfrentados pelos pesquisadores que se debruçam sobre as mídias sociais, buscando avaliar o desempenho das organizações, se iniciam na coleta de dados, na subjetividade das categorizações e mesmo nas instâncias de análise ou interpretação. Os sistemas de coleta de dados (posts, mensagens, tweets) não são precisos ou abrangentes para resgatar todo o universo, de tal modo que é preciso assumir, a priori, que os dados disponíveis representam apenas um recorte deles e que esse recorte pode variar em função do instrumento utilizado. Um exercício rápido e simples pode evidenciar que os dados coletados por sistemas diferentes trazem resultados não equivalentes, o que, de per si, já afronta o rigor metodológico requerido usualmente para validar esforços de investigação. Da mesma forma, há dificuldades inerentes à precisão das categorias de análise, marcadas pela subjetividade e pelas intenções dos pesquisadores, fato que se repete na análise ou interpretação dos resultados. 5. Muito além das métricas

13 A literatura recente sobre mídias sociais costuma dedicar espaço relevante para as métricas, certamente influenciada pela demanda crescente pelos gestores e sistemas de avaliação utilizados nas organizações modernas, que, às vezes de forma obsessiva, imaginam ser possível avaliar, com precisão nanométrica, o retorno do investimento em comunicação. É possível nomear um número formidável de métricas largamente empregadas por agências ou assessorias que se dedicam ao esforço de avaliar/mensurar o desempenho das organizações nas mídias sociais. David Berkowitz (2009) listou uma centena delas para avaliar as mídias sociais e desde essa sua iniciativa muitos outros especialistas tiveram a mesma idéia, de tal modo que é possível resgatar essas listagens com facilidade, valendo-se dos sistemas de busca na web (Google, por exemplo). De maneira geral, admite-se que a mensuração nas mídias sociais atende a três propósitos básicos, resultado do investimento nesses espaços: comprovar o aumento da receita, a redução de custos ou a obtenção de vantagens ou melhoria na satisfação de clientes ou stakeholders em geral. Para atingir esses propósitos, as organizações precisam, simplificadamente, ter indicadores que a) mensurem a amplitude e o alcance de suas inserções nas mídias sociais (quantos viram ou leram e sobretudo compartilharam as suas mensagens); b) categorizem os sentimentos envolvidos nos comentários (juízos, críticas, avaliações) sobre elas nas mídias sociais e c) associam estes indicadores a ações concretas que possam garantir que os propósitos básicos anteriormente citados tenham sido cumpridos. Nesse caso, elas devem dispor de dados off line para estabelecer esta relação (por exemplo, aumento de vendas que possa estar associado a uma divulgação competente nas mídias sociais; aumento do número de pedidos e de consultas sobre produtos e serviços, melhoria do seu posicionamento em rankings do setor etc). O monitoramento das mídias sociais ( que consiste em avaliar as menções postadas pelas organizações ou por terceiros sobre as organizações) é, hoje, uma tarefa especializada e está, nas organizações de vanguarda, associado a duas etapas subsequentes: reagir às menções, buscando reforçá-las ou torná-las conhecidas por um número maior de pessoas, caso sejam positivas, ou estabelecer contato com os que postam críticas desfavoráveis ou exigem esclarecimentos, com o objetivo de atenuá-las ou impedir que ganhem amplitude. Num menor número de casos, embora esta devesse ser a postura adequada, os resultados do monitoramento deveriam contribuir para a implementação de processos de tomada de

14 decisão, como a correção de problemas que possam estar gerando menções desfavoráveis, ou o lançamento de produtos ou serviços, identificados como demandas dos usuários, ou mesmo apoio a estratégias de relacionamento com os públicos de interesse, tornando-os parceiros, evangelistas das marcas etc. As métricas, em qualquer caso, no entanto, devem estar atreladas aos objetivos das organizações (ou de uma área em particular) e, sempre que possível, devem explicitar as suas necessidades estratégicas, constituindo-se em indicadores operacionalmente relevantes. Costuma-se designar esses indicadores de KPIs (Key Performance Indicators) quando eles estão umbilicalmente vinculados ao negócio das organizações, ou seja, permitem identificar situações concretas que levam à tomada de decisões. Por exemplo, pode-se considerar como significativo o indicador (e portanto a métrica) que mensura a proporção de reclamações de clientes em relação ao total de menções postadas nas mídias sociais para avaliar a percepção positiva de produtos ou serviços. Mais recentemente, grande importância tem sido dada à análise de sentimentos associados a marcas ou mesmo às organizações de maneira geral, o que, de certa forma, reproduz a tradicional dicotomia positivo x negativo, consagrada nos projetos de auditoria de imagem das organizações na mídia. É importante admitir que este esforço está contaminado por critérios de subjetividade, visto que os sentimentos necessariamente podem não estar explicitamente identificados, mas subjacentes, implícitos nas entrelinhas, refém das armadilhas inseridas nos enunciados e que mascaram ironias ou intenções ocultas do emissor. A exemplo do que ocorre com a avaliação dos sentimentos, realizada fora das mídias sociais (por exemplo nas mídias tradicionais, nas conversas ou nos discursos formais), é necessário aqui ter presente que, mais do que a quantidade de menções (positivas ou negativas), é fundamental identificar o perfil e o poder de influência dos seus autores, o que nem sempre é possível realizar pelo monitoramento das mídias sociais, mesmo porque o prestígio de muitos usuários-mídia, ou internautas, que postam mensagens na web só pode ser aquilatado efetivamente off-line, e esta é uma avaliação que não está incorporada nas métricas usuais. Muitas organizações e gestores cometem o equívoco de confundir número de seguidores ou de menções com poder de influência, assumindo, erroneamente, esses conceitos como equivalentes. Mais ainda: estão empenhadas em aumentar a qualquer custo esses números, de tal forma que colocam esse esforço como prioridade, sem atentar para o fato de que, em boa parte dos casos, dados ou estatísticas pouco representam.

15 Um caso ilustra bem a fragilidade de determinados indicadores, ainda que eles sejam utilizados amplamente. Em janeiro de 2011, o ranking do Klout, tido como expressão do prestígio de pessoas nas mídias sociais, indicou que o cantor canadense Justin Bieber era mais influente do que personalidades como o presidente Barack Obama e o guru Dalai Lama, o que gerou comentários dentro e fora das mídias sociais tendo em vista a contundência dessa revelação, certamente equivocada. Apesar da utilidade das métricas que definem posturas e padrões de uso das mídias sociais, é forçoso reconhecer que elas têm limitações em seu alcance porque, quase sempre, remetem a flagrantes da realidade, localizados no tempo, e que não conseguem abarcar todas as possibilidades de análise, algumas delas fundamentais para a definição de políticas e estratégias de atuação. A integração entre métricas e avaliações qualitativas deve ser estimulada porque a complexidade dos processos de comunicação não pode ser reduzida a esforços muitas vezes ingênuos de mensuração ou análise. Tomar decisões baseadas apenas em indicadores quantitativos significa, portanto, assumir uma perspectiva simplista em comunicação e a realidade tem demonstrado que, mais do que um equívoco conceitual, essa postura pode representar riscos e aumentar a vulnerabilidade das organizações. Não se pode descartar o uso de métricas para a avaliação dos ativos intangíveis, mas é preciso admitir que elas só fazem sentido se associadas a outros recursos e métodos de análise. Tomá-las como definitivas significa não compreender que toda mensuração encerra limites porque o universo dos negócios tem a natureza humana como protagonista e ela nem sempre, em sua complexidade, pode ser reduzida a números, fórmulas e estatísticas. Os processos de comunicação organizacional, em sua complexidade, encerram circunstâncias que extrapolam a pretensa objetividade das métricas. Referências BAREFOOT, Darren;SZABO, Julie. Manual de marketing em mídias sociais. São Paulo:Novatec Editora, BARGER, Christopher. O estrategista em mídias sociais. São Paulo: DVS Editora, BERKOWITZ, David. 100 ways to mesure Social Media. Disponivel em : Acesso em 20/12/2013. BRAGA, José Luiz; LOPES, Maia Immacolata Vassalo de. Pesquisa empírica em comunicação. São Paulo: Paulus, 2010

16 BRETAS, Beatriz. Remixagens cotidianas: o valor das pessoas comuns nas redes sociais. In: OLIVEIRA, Ivone de Lourdes & MARCHIORI, Marlene. Redes Sociais, Comunicação, Oganizações. São Caetano do Sul: Difusão Editora, 2012, p BUENO, Wilson da Costa. Comunicação Empresarial: da Rádio Peão às redes sociais. São Paulo: Editora UMESP, BUENO a, Wilson da Costa. Comunicação Empresarial: políticas e estratégias. 2a ed. São Paulo: Saraiva, BUENO b, Wilson da Costa. A fragmentação do objeto e a miopia metodológica como entraves à pesquisa em Comunicação Organizacional. In: NOVELLI, Ana Lúcia; MOURA, Cláudia Peixoto de; CURVELLO, João José Azevedo (org). Teorias e métodos de pesquisa em Comunicação Organizacional e Relações Públicas: entre a tradição e a inovação. Abrapcorp 2013.b. Disponível em Acessado em 02/01/2014. CIPRIANI, Fabio. Estratégia em mídias sociais. Rio de Janeiro: Campus, DOMENEGHETTI, Daniel; MEIR, Roberto. Ativos intangíveis: como sair do deserto competitivo dos mercados e encontrar um oasis de valor e resultados para sua empresa. Rio de Janeiro: Campus, EVANS, Dave. Marketing de mídia social. Rio de Janeiro:Alta Books, FELICE, Massimo Di. Auréola digital: a crise dos pontos de vista centrais e o fim do direito exclusive da edição das informações. In: OLIVEIRA, Ivone de Lourdes & MARCHIORI, Marlene. Redes Sociais, Comunicação, Organizações. São Caetano do Sul: Difusão Editora, 2012, p FERRARI, Pollyana. A força da mídia social. São Paulo:Factash Editora, FRAGOSO, Suey; RECUERO, Raquel; AMARAL, Adriana. Métodos de pesquisa para internet. Porto Alegre: Sulina, GALERANI, Gilceana Soares Moreira. Avaliação em Comunicação Organizacional. Brasília:Embrapa, HUBBARD, Douglas W. Como mensurar qualquer coisa. Rio de Janeiro:Qualitymark, HUNT, Tara. O poder das redes sociais. São Paulo:Editora Gente, LI, Charlene;BERNOFF,Josh. Fenômenos sociais nos negócios. Rio de Janeiro:Campus,2009.

17 MONTEIRO, Diego; AZARITE, Ricard. Monitoramento e métricas de mídias sociais: do estagiário ao CEO. São Paulo:DVS Editora, NUNES, Gilson; HAIGH, David. Marca: valor intangível, medindo e gerenciando seu valor econômico. São Paulo: Atlas,2003. OLIVEIRA, Ivone de Lourdes; MARCHIORI, Marlene. Redes sociais, Comunicação, Organizações. São Caetano do Sul: Difusão Editora, POWEL, Guy; GROVES, Steven W.; DIMOS, Jerry. Retorno sobre o investimento em mídias sociais. Rio de Janeiro: Campus, SCOTT, David Meerman. Marketing e comunicação em tempo real. São Paulo: Évora, STERNE, Jim. Métricas em midias sociais: como medir e otimizar seus investimentos em Marketing. São Paulo:Nobel, TERRA, Carolina Frazon. A atuação das organizações nas mídias sociais e sua relação com a comunicação organizacional. In: OLIVEIRA, Ivone de Lourdes & MARCHIORI, Marlene. Redes Sociais, Comunicação, Oganizações. São Caetano do Sul: Difusão Editora, 2012, p

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo

Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo Gerenciamento Estratégico e EHS Uma parceria que dá certo INTRODUÇÃO O Balanced Scorecard (BSC) é uma metodologia desenvolvida para traduzir, em termos operacionais, a Visão e a Estratégia das organizações

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS RESOLUÇÃO Nº xx/xxxx CONSELHO UNIVERSITÁRIO EM dd de mês de aaaa Dispõe sobre a criação

Leia mais

Política de Sustentabilidade

Política de Sustentabilidade Seu futuro é o nosso compromisso. O presente documento visa trazer em seu conteúdo o posicionamento do INFRAPREV frente aos desafios propostos e impostos pelo desenvolvimento sustentável. Para formular

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL Introdução A partir da década de 90 as transformações ocorridas nos aspectos: econômico, político, social, cultural,

Leia mais

TÍTULO Norma de Engajamento de Partes Interessadas GESTOR DRM ABRANGÊNCIA Agências, Departamentos, Demais Dependências, Empresas Ligadas

TÍTULO Norma de Engajamento de Partes Interessadas GESTOR DRM ABRANGÊNCIA Agências, Departamentos, Demais Dependências, Empresas Ligadas NORMA INTERNA TÍTULO Norma de Engajamento de Partes Interessadas GESTOR DRM ABRANGÊNCIA Agências, Departamentos, Demais Dependências, Empresas Ligadas NÚMERO VERSÃO DATA DA PUBLICAÇÃO SINOPSE Dispõe sobre

Leia mais

A pluralidade das relações públicas

A pluralidade das relações públicas A pluralidade das relações públicas Carolina Frazon Terra Introdução Sétima colocada no ranking "As profissões do futuro" segundo a Revista Exame de 13 de abril de 2004, as relações públicas se destacam

Leia mais

Identidade Organizacional. Prezado,

Identidade Organizacional. Prezado, Prezado, Apresentamos a todos os colaboradores, o Código de Conduta da Bolt Transportes, que foi minuciosamente elaborado de acordo com os valores que acreditamos ser essenciais para o um bom relacionamento

Leia mais

A quem se destina: empresas, ONGs e instituições, personalidades, lideranças, profissionais liberais, CEOs e executivos.

A quem se destina: empresas, ONGs e instituições, personalidades, lideranças, profissionais liberais, CEOs e executivos. 1 REPUTAÇÃO DIGITAL Na era da informação digital, sua reputação não é construída apenas e partir das informações que você disponibiliza. Blogueiros, ativistas, funcionários, clientes e outras pessoas participam

Leia mais

Política de Comunicação Integrada

Política de Comunicação Integrada Política de Comunicação Integrada agosto 2009 Política de Comunicação Integrada Política de Comunicação Integrada 5 1. Objetivos Promover a comunicação integrada entre as empresas Eletrobras e dessas

Leia mais

Política de Comunicação Integrada

Política de Comunicação Integrada Política de Comunicação Integrada agosto 2009 Política de Comunicação Integrada 4 1 Objetivos Promover a comunicação integrada entre as empresas Eletrobras e dessas com os seus públicos de relacionamento,

Leia mais

Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015

Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015 Pesquisa Prazer em Trabalhar 2015 As 15 Melhores Práticas em Gestão de Pessoas no Pará VIII Edição 1 Pesquisa Prazer em Trabalhar Ano VI Parceria Gestor Consultoria e Caderno Negócios Diário do Pará A

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

Mensuração de Resultados da Comunicação Empresarial On e Off-Line MANUAL DO CURSO ESPM. Rua Joaquim Távora, 1240 Vila Mariana São Paulo - SP

Mensuração de Resultados da Comunicação Empresarial On e Off-Line MANUAL DO CURSO ESPM. Rua Joaquim Távora, 1240 Vila Mariana São Paulo - SP Mensuração de Resultados da Comunicação Empresarial On e Off-Line MANUAL DO CURSO ESPM Rua Joaquim Távora, 1240 Vila Mariana São Paulo - SP Informações Central de Relacionamento: (11) 5081-8200 (opção

Leia mais

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.)

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Resenha Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Patrícia Morais da Silva 1 Superar as expectativas do mercado atendendo de forma satisfatória as demandas dos clientes

Leia mais

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Uma evolução nos sistemas de controle gerencial e de planejamento estratégico Francisco Galiza Roteiro Básico 1 SUMÁRIO:

Leia mais

Política de Patrocínio

Política de Patrocínio SUMÁRIO APRESENTAÇÃO...02 1. OBJETIVO INSTITUCIONAL...03 2. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS...04 3. LINHAS DE ATUAÇÃO...05 3.1 Projetos prioritários...05 3.2 Projetos que não podem ser patrocinados...05 4. ABRANGÊNCIA...06

Leia mais

AA1000: Estrutura de gestão da responsabilidade corporativa. Informações gerais

AA1000: Estrutura de gestão da responsabilidade corporativa. Informações gerais AA1000: Estrutura de gestão da responsabilidade corporativa Informações gerais Produzido por BSD Brasil. Pode ser reproduzido desde que citada a fonte. Introdução Lançada em novembro de 1999, em versão

Leia mais

O que é Balanced Scorecard?

O que é Balanced Scorecard? O que é Balanced Scorecard? A evolução do BSC de um sistema de indicadores para um modelo de gestão estratégica Fábio Fontanela Moreira Luiz Gustavo M. Sedrani Roberto de Campos Lima O que é Balanced Scorecard?

Leia mais

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 Análise de Tendências e Inovação Estratégica Levar o aluno a compreender os conceitos e as ferramentas de inteligência preditiva e inovação estratégica. Analisar dentro

Leia mais

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores.

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores. Brand Equity O conceito de Brand Equity surgiu na década de 1980. Este conceito contribuiu muito para o aumento da importância da marca na estratégia de marketing das empresas, embora devemos ressaltar

Leia mais

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,

Leia mais

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e

Leia mais

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável

A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável A atividade de Relações Públicas como suporte para a gestão socialmente responsável Felipe de Oliveira Fernandes Vivemos em um mundo que está constantemente se modificando. O desenvolvimento de novas tecnologias

Leia mais

UNIMEP MBA em Gestão e Negócios

UNIMEP MBA em Gestão e Negócios UNIMEP MBA em Gestão e Negócios Módulo: Sistemas de Informações Gerenciais Aula 4 TI com foco nos Negócios: Áreas envolvidas (Parte II) Flávio I. Callegari www.flaviocallegari.pro.br O perfil do profissional

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

Comunicação institucional clara, rigorosa e transparente com o mercado. Business Case

Comunicação institucional clara, rigorosa e transparente com o mercado. Business Case Comunicação institucional clara, rigorosa e transparente com o mercado Business Case 2013 AGENDA ENQUADRAMENTO COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL CLARA, RIGOROSA E TRANSPARENTE COM O MERCADO ENQUADRAMENTO Na economia

Leia mais

Especialização em Comunicação Organizacional e Reputação Corporativa - NOVO

Especialização em Comunicação Organizacional e Reputação Corporativa - NOVO Especialização em Comunicação Organizacional e Reputação Corporativa - NOVO Apresentação Previsão de Início Julho/2013 Inscrições em Breve - Turma 01 - Campus Stiep O curso de Comunicação Organizacional

Leia mais

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking.

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking. Os programas de Pós-Graduação oferecidos pela Faculdade de Tecnologia do Istituto Europeo di Design estão em conformidade legal e atendem as Resoluções CNE/CES nº 1, de 3 de abril de 2001 e nº 1, de 8

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL

RESPONSABILIDADE SOCIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares TODO COMPORTAMENTO TEM SUAS RAZÕES. A ÉTICA É SIMPLESMENTE A RAZÃO MAIOR DAVID HUME DEFINIÇÕES

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas

Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas Comunicação estratégica como diferencial competitivo para as organizações Um estudo sob a ótica de Administradores e Relações Públicas Ana Carolina Trindade e-mail: carolinatrindade93@hotmail.com Karen

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu. Gestão e Tecnologia da Informação

PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu. Gestão e Tecnologia da Informação IETEC - INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PÓS-GRADUAÇÃO Lato Sensu Gestão e Tecnologia da Informação BAM: Analisando Negócios e Serviços em Tempo Real Daniel Leôncio Domingos Fernando Silva Guimarães Resumo

Leia mais

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo:

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo: 3 METODOLOGIA Apresenta-se a seguir a descrição da metodologia utilizada neste trabalho com o objetivo de expor os caminhos que foram percorridos não só no levantamento dos dados do estudo como também

Leia mais

A Integração de Remuneração, Reconhecimento e Recompensa. Luiz Edmundo Rosa São Paulo, 26.03.09

A Integração de Remuneração, Reconhecimento e Recompensa. Luiz Edmundo Rosa São Paulo, 26.03.09 A Integração de Remuneração, Reconhecimento e Recompensa Luiz Edmundo Rosa São Paulo, 26.03.09 AGENDA 1. Posicionando a Remuneração e Reconhecimento 2. Tendências e impactos na Gestão 3. Melhores Práticas:

Leia mais

Planejamento de Recursos Humanos

Planejamento de Recursos Humanos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Planejamento de Recursos Humanos Profa. Marta Valentim Marília 2014 As organizações

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Comunidades de Prática Grupos informais e interdisciplinares de pessoas unidas em torno de um interesse

Leia mais

Marketing Visão 360º. O nosso objetivo é ter uma visão ampla dos temas de Marketing, abordando os seguintes tópicos.

Marketing Visão 360º. O nosso objetivo é ter uma visão ampla dos temas de Marketing, abordando os seguintes tópicos. Marketing Visão 360º O Mundo do Marketing em parceria com a TNS Research International está realizando pesquisas mensais com profissionais da área de marketing para investigar temas relacionados ao dia-a-dia

Leia mais

Responsabilidade Social

Responsabilidade Social Responsabilidade Social Profa. Felicia Alejandrina Urbina Ponce A questão principal é debater: o que torna uma empresa socialmente responsável? É o fato de ela ser ética? Ou fi lantrópica? Ou porque ela

Leia mais

O que é ser um RH estratégico

O que é ser um RH estratégico O que é ser um RH estratégico O RH é estratégico quando percebido como essencial nas decisões estratégicas para a empresa. Enquanto a área de tecnologia das empresas concentra seus investimentos em sistemas

Leia mais

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS

Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DO SERVIÇO FEDERAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS (SERPRO) - PCS A Política de Comunicação do Serviço

Leia mais

NORMAS DE CONDUTA. Apresentação

NORMAS DE CONDUTA. Apresentação NORMAS DE CONDUTA Apresentação Adequando-se às melhores práticas de Governança Corporativa, a TITO está definindo e formalizando as suas normas de conduta ( Normas ). Estas estabelecem as relações, comportamentos

Leia mais

A contribuição da comunicação interna na construção e

A contribuição da comunicação interna na construção e A contribuição da comunicação interna na construção e fortalecimento da imagem corporativa O QUE É IMAGEM CORPORATIVA? Para fazer uma comunicação interna que fortaleça a Imagem Corporativa é preciso entender

Leia mais

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE GEduc 2012 - Novos Rumos para a Gestão Educacional Pág 1 Temas Pressupostos teórico-metodológicos As necessidades

Leia mais

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional Carlos Henrique Cangussu Discente do 3º ano do curso de Administração FITL/AEMS Marcelo da Silva Silvestre Discente do 3º ano do

Leia mais

1. A comunicação é atividade institucional e deve ser regida pelo princípio da

1. A comunicação é atividade institucional e deve ser regida pelo princípio da 1 SUGESTÕES PARA UMA POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO COMITÊ DE POLÍTICAS DE COMUNICAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO (CPCOM), REUNIÃO DE 30 DE MARÇO DE 2011 Redesenhado a partir da Constituição

Leia mais

MEETING DO MARKETING

MEETING DO MARKETING MEETING DO MARKETING Reputação Corporativa Ativo com Resultados Tangíveis Cristina Panella Cristina Panella Setembro Pág1 2007 Toda empresa funciona num meio ambiente de públicos Philip Kotler Pág2 Tipos

Leia mais

Programa de Comunicação Interna e Externa

Programa de Comunicação Interna e Externa Programa de Comunicação Interna e Externa Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Comunicação Interna e Externa das Faculdades Integradas Ipitanga FACIIP pretende orientar a execução

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

E-BOOK [TÍTULO DO DOCUMENTO] Matrix [NOME DA EMPRESA] [Endereço da empresa]

E-BOOK [TÍTULO DO DOCUMENTO] Matrix [NOME DA EMPRESA] [Endereço da empresa] E-BOOK [TÍTULO DO DOCUMENTO] Matrix [NOME DA EMPRESA] [Endereço da empresa] 1 Sumário O Surgimento do Analista de Redes Sociais... 2 O que é um Analista de Redes Sociais?... 5 Qual é o Perfil do Analista

Leia mais

LEI ANTICORRUPÇÃO FLEXIBILIDADE ÉTICA & RISCOS DE PESSOAS QUAL O PAPEL DO RH? ÉTICA

LEI ANTICORRUPÇÃO FLEXIBILIDADE ÉTICA & RISCOS DE PESSOAS QUAL O PAPEL DO RH? ÉTICA LEI ANTICORRUPÇÃO FLEXIBILIDADE ÉTICA & RISCOS DE PESSOAS QUAL O PAPEL DO RH? 10 REVISTA RI Abril 2014 Dois meses após a entrada em vigor da Lei de Combate à Corrupção (no 12.846), pesquisas de mercado

Leia mais

História Diferenciações Assessoria o que é? Estrutura Comunicação x Imprensa Papéis e funções Planejamento Conteúdo Processamento interno x externo

História Diferenciações Assessoria o que é? Estrutura Comunicação x Imprensa Papéis e funções Planejamento Conteúdo Processamento interno x externo Morgana Hamester História Diferenciações Assessoria o que é? Estrutura Comunicação x Imprensa Papéis e funções Planejamento Conteúdo Processamento interno x externo Contexto atual Modelização digital contemporaneidade;

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

Branding e Estratégia de Marca. Prof. Msc. Cárbio Almeida Waqued

Branding e Estratégia de Marca. Prof. Msc. Cárbio Almeida Waqued Branding e Estratégia de Marca Prof. Msc. Cárbio Almeida Waqued BRANDING TERAPIA DAS MARCAS Eu até queria falar de Marca com eles, mas eles só falam de comunicação... Comentário real de um CEO, sobre uma

Leia mais

FACULDADE ESTÁCIO DE SANTO ANDRÉ SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

FACULDADE ESTÁCIO DE SANTO ANDRÉ SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: CST em Gestão em Recursos Humanos MISSÃO DO CURSO A missão do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da ESTÁCIO EUROPAN consiste em formar

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias Coordenação Acadêmica: Maria Elizabeth Pupe Johann 1 OBJETIVOS: Objetivo Geral: - Promover o desenvolvimento

Leia mais

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1.1 APRESENTAÇÃO O Plano de Comunicação e Participação Social subsidiará a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana, criando as bases para

Leia mais

Os caminhos para o Brasil de 2022

Os caminhos para o Brasil de 2022 Os caminhos para o Brasil de 2022 GOVERNANÇA PARA A COMPETITIVIDADE Gustavo Morelli Sócio diretor da Macroplan Informação confidencial e proprietária da Macroplan Prospectiva Estratégia e Gestão. Não distribuir

Leia mais

Pós-Graduação em COMUNICAÇÃO CORPORATIVA

Pós-Graduação em COMUNICAÇÃO CORPORATIVA Pós-Graduação em COMUNICAÇÃO CORPORATIVA Ingresso Março 2016 Informações: (51) 3218-1400 - www.espm.br/mba Pós-Graduação em Comunicação Corporativa O Pós em Comunicação Corporativa é um curso de Pós-Graduação

Leia mais

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE

POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente

Leia mais

AGENDA. Interação entre comunicação interna corporativa e endomarketing. 02 de Julho. Hotel Intercontinental São Paulo/SP 5ª EDIÇÃO.

AGENDA. Interação entre comunicação interna corporativa e endomarketing. 02 de Julho. Hotel Intercontinental São Paulo/SP 5ª EDIÇÃO. AGENDA Interação entre comunicação interna corporativa e endomarketing 5ª EDIÇÃO D 02 de Julho? Hotel Intercontinental São Paulo/SP Realização: www.corpbusiness.com.br Patrocínio Bronze Apoio Realização:

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA ESTRATÉGIA NA INTEGRAÇÃO DAS AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA ESTRATÉGIA NA INTEGRAÇÃO DAS AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE Revista Ceciliana Jun 5(1): 1-6, 2013 ISSN 2175-7224 - 2013/2014 - Universidade Santa Cecília Disponível online em http://www.unisanta.br/revistaceciliana EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012

As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012 As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012 Universo TOTVS Fundada em 1983 6ª maior empresa de software (ERP) do mundo Líder em Software no Brasil e

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA Código PC.00.001. PRESIDÊNCIA Revisão 00

POLÍTICA CORPORATIVA Código PC.00.001. PRESIDÊNCIA Revisão 00 Páginas 1/8 1. OBJETIVO O Código de Ética é um conjunto de diretrizes e regras de atuação, que define como os empregados e contratados da AQCES devem agir em diferentes situações no que diz respeito à

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

Os Valores e o Código ético do Grupo Pirelli

Os Valores e o Código ético do Grupo Pirelli Os Valores e o Código ético do Grupo Pirelli Os valores éticos como base da ação. Aidentidade de nosso Grupo assenta-se historicamente num conjunto de valores que foram ao longo dos anos visados e tutelados

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

Compliance e a Valorização da Ética. Brasília, outubro de 2014

Compliance e a Valorização da Ética. Brasília, outubro de 2014 Compliance e a Valorização da Ética Brasília, outubro de 2014 Agenda 1 O Sistema de Gestão e Desenvolvimento da Ética Compliance, Sustentabilidade e Governança 2 Corporativa 2 Agenda 1 O Sistema de Gestão

Leia mais

Relato da Iniciativa

Relato da Iniciativa 1 Relato da Iniciativa 5.1 Nome da iniciativa ou projeto Novo portal institucional da Prefeitura de Vitória (www.vitoria.es.gov.br) 5.2 Caracterização da situação anterior A Prefeitura de Vitória está

Leia mais

MELHORES PRÁTICAS DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE Pronunciamento de Orientação CODIM

MELHORES PRÁTICAS DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE Pronunciamento de Orientação CODIM MELHORES PRÁTICAS DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE SUSTENTABILIDADE Pronunciamento de Orientação CODIM COLETIVA DE IMPRENSA Participantes: Relatores: Geraldo Soares IBRI; Haroldo Reginaldo Levy Neto

Leia mais

Canais de diálogo com públicos impactados e mediação para resolução de conflitos. Junho, 2013

Canais de diálogo com públicos impactados e mediação para resolução de conflitos. Junho, 2013 Canais de diálogo com públicos impactados e mediação para resolução de conflitos Junho, 2013 1 Contexto Concentração espacial, econômica e técnica; Indústria é de capital intensivo e business to business

Leia mais

SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL. Parte 4: Como tornar sua Empresa uma Companhia de Capital Aberto

SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL. Parte 4: Como tornar sua Empresa uma Companhia de Capital Aberto SÉRIE IPO s: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ABERTURA DE CAPITAL Parte 4: Como tornar sua Empresa uma Companhia de Capital Aberto o O que é Abertura de Capital o Vantagens da abertura o Pré-requisitos

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

Secretaria de Estado da Administração e da Previdência Departamento de Recursos Humanos Escola de Governo do Paraná SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS

Secretaria de Estado da Administração e da Previdência Departamento de Recursos Humanos Escola de Governo do Paraná SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS 1º MÓDULO: SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS Economia e Sociedade do Conhecimento: Conceitos básicos: economia da informação e conhecimento. Investimentos tangíveis e intangíveis. Gestão do Conhecimento e

Leia mais

1. Escopo ou finalidade da iniciativa

1. Escopo ou finalidade da iniciativa 1. Escopo ou finalidade da iniciativa Esta iniciativa busca a modernização e a ampliação das ações e dos instrumentos de Comunicação para atender às necessidades de divulgação e alinhamento de informações

Leia mais

Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais

Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais Penélope da Silva Almeida SANTOS Universidade Sagrado Coração

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Ato Público de Conscientização sobre Assédio Moral no

Ato Público de Conscientização sobre Assédio Moral no Ato Público de Conscientização sobre Assédio Moral no Trabalho AÇÕES DO BB PARA PREVENÇÃO E MITIGAÇÃO DE CONFLITOS CANAIS AÇÕES DE COMUNICAÇÃO CAPACITAÇÃO INDICADORES GERENCIAS PRÁTICAS CORPORATIVAS INTRODUÇÃO

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE IRREGULARIDADES

POLÍTICA DE GESTÃO DE IRREGULARIDADES POLÍTICA DE GESTÃO DE IRREGULARIDADES GEWISS Departamento de Auditoria Interna Corporate 8 de Maio de 2014 ÍNDICE 1. OBJECTIVO E ÂMBITO... 3 2. REGRAS DE REFERÊNCIA... 3 3. DEFINIÇÕES... 3 4. PRINCÍPIOS

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 Aprova a NBC T 11.8 Supervisão e Controle de Qualidade. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Considerando que as Normas

Leia mais

DESENVOLVIMENTO 2014 TEMA: CAPACITAÇÃO COMPARTILHADA: O CLIENTE EM FOCO: DESENVOLVENDO EQUIPES COM ALTA PERFORMANCE EM ATENDIMENTO

DESENVOLVIMENTO 2014 TEMA: CAPACITAÇÃO COMPARTILHADA: O CLIENTE EM FOCO: DESENVOLVENDO EQUIPES COM ALTA PERFORMANCE EM ATENDIMENTO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO ADMINISTRATIVA INTEGRADA A TECNOLOGIA UnC INTRODUÇÃO A UnC interage com um mundo organizacional competitivo, inclusive com sua própria estrutura administrativa e geográfica que

Leia mais

Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado

Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado Maio de 2010 Conteúdo Introdução...4 Principais conclusões...5 Dados adicionais da pesquisa...14 Nossas ofertas de serviços em mídias sociais...21

Leia mais

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES:

DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: DISCIPLINAS TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES: A Teoria das Organizações em seu contexto histórico. Conceitos fundamentais. Abordagens contemporâneas da teoria e temas emergentes. Balanço crítico. Fornecer aos mestrandos

Leia mais

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes

Unidade IV. Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas. Prof a. Daniela Menezes Unidade IV Gerenciamento de Produtos, Serviços e Marcas Prof a. Daniela Menezes Tipos de Mercado Os mercados podem ser divididos em mercado de consumo e mercado organizacional. Mercado de consumo: o consumidor

Leia mais

Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing

Plano de Marketing. Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing Plano de Marketing Introdução (breve) ao Marketing Análise de Mercado Estratégias de Marketing 1 Plano de Marketing É o resultado de um processo de planejamento. Define o quevai ser vendido, por quanto,

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo

5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo 5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo Este estudo teve como objetivo contribuir para a compreensão do uso das mídias sociais, como principal ferramenta de marketing da Casar é Fácil, desde o momento da sua

Leia mais

Universidade Federal do Espírito Santo Centro de Ciências Agrárias CCA-UFES Departamento de Computação

Universidade Federal do Espírito Santo Centro de Ciências Agrárias CCA-UFES Departamento de Computação - Centro de Ciências Agrárias Departamento de Computação Os sistemas de informação empresariais na sua carreira Introdução à Ciência da Computação Introdução à Ciência da Computação COM06850-2015-II Prof.

Leia mais

Nome do candidato TÍTULO DO PROJETO

Nome do candidato TÍTULO DO PROJETO Nome do candidato TÍTULO DO PROJETO Projeto de Pesquisa apresentado ao Programa de Pós- Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria como requisito parcial para a seleção de ingresso

Leia mais

PROGRAMA COMPLIANCE VC

PROGRAMA COMPLIANCE VC Seguir as leis e regulamentos é ótimo para você e para todos. Caro Colega, É com satisfação que compartilho esta cartilha do Programa Compliance VC. Elaborado com base no nosso Código de Conduta, Valores

Leia mais