Trabalho infantil em Pelotas: perfil ocupacional e contribuição à economia

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1 Universidade Federal de Pelotas Departamento de Medicina Social Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia Trabalho infantil em Pelotas: perfil ocupacional e contribuição à economia Luiz Augusto Facchini Anaclaudia Gastal Fassa Marinel Dall Agnol Maria de Fátima Santos Maia II Seminário Internacional Universitat Autònoma de Barcelona Barcelona, de novembro de 2007

2 Perfil Ocupacional e Contribuição à Economia

3 Introdução O trabalho infantil deixou de ser um problema local e mesmo nacional É um fenômeno global de grandes proporções Principalmente em países em desenvolvimento,, onde vivem 96% das crianças e adolescentes trabalhadores ILO, 2002

4 Introdução No mundo 352 milhões de crianças e adolescentes eram economicamente ativos (ILO, 2002) No Brasil 5 milhões de crianças e adolescentes economicamente ativos (PNAD/IBGE( PNAD/IBGE,, 2001) Meninos = Meninas =

5 ILO, 1998 e 2002 Introdução Estes números são subestimados mas incluem atividades remuneradas, trabalho não pago, ilegal e no setor informal trabalham em atividades inadequadas para a idade que precisam ser eliminadas em respeito a convenções (138 idade mínima, 182 piores formas) e padrões internacionais estabelecidos pela OIT e firmadas por muitos países, incluindo o Brasil 88% das crianças de 5 a 14 anos e 42% dos adolescentes de 15 a 17 anos

6 Introdução A luta contra o trabalho infantil tem crescido na última década,, mostrando avanços importantes, em vários países do mundo, como p.ex. o Brasil (ILO, 2006). As intervenções ocorrem em um cenário globalizado, através de: Persuasões econômicas internacionais embargo, proibição, discriminação de produtos do TI Política nacionais orientadas por acordos e convenções internacionais - ILO

7 Introdução Mas a adequada formulação de políticas de controle e erradicação do TI depende da qualidade do debate teórico e das evidências empíricas sobre o problema. O que aumenta o TI e quais são suas conseqüências? Que intervenções podem erradicar o TI sem prejudicar as crianças? Uma política bem intencionada, mas precariamente delineada pode exacerbar a pobreza em que vivem as crianças trabalhadoras, com prejuízos à saúde e ao bem-estar estar infantil Basu and Tzannatos,, 2003.

8 Introdução No Brasil: redução de 30% no TI na última década boa parte devido aos programas de erradicação e prevenção do problema e a uma maior consciência social dos direitos de crianças e adolescentes (ILO, 2006). O decréscimo de crianças trabalhando ao longo da década foi maior nas faixas de idade superiores - 15 a 17 anos muito menor entre 10 e 14 anos (IBGE/PNAD,, 2005)

9 No Brasil Introdução Houve inclusive uma expansão no número de crianças trabalhando na faixa 10 a 14 anos 122 mil crianças e adolescentes de cinco a 15 anos de idade começaram a trabalhar de 2004 para ,3% a mais do que em 2004 IBGE/ PNAD, 2005 ILO, 2006 O trabalho ainda é uma realidade cotidiana para uma grande proporção das crianças e adolescentes 13% de 5 a 17 anos 19% de 10 a 17 anos

10 Objetivos da apresentação Avaliar o impacto econômico do TI em famílias de setores urbanos pobres de Pelotas-RS Discutir alternativas ao problema, subsidiando o debate sobre a eficácia e efetividade das políticas de controle e eliminação do TI

11 Questão teórica Avaliação de impacto econômico do trabalho infantil - categorias de impacto econômico 1)efeitos do TI no âmbito micro familiar, especialmente na pobreza familiar, tanto a curto quanto a longo prazo; 2) efeitos de longo prazo do TI no desenvolvimento econômico e familiar, através de diversos mecanismos de transmissão; 3) efeito econômico internacional do TI, particularmente nos investimentos externos direto; 4) efeitos do TI no mercado de trabalho adulto Galli,, The economic impact of child labour

12 Questões teóricas A investigação do efeito econômico do TI no âmbito familiar apresenta muitos desafios São grandes as dificuldades em obter informações de crianças, famílias e empregadores sobre a inserção infantil no trabalho, as tarefas que realizam, quanto ganham, qual o destino dos recursos obtidos e quais os problemas decorrentes da transformação de crianças em trabalhadores (ILO, 2000).

13 Questões teóricas Poucos estudos disponíveis sobre impacto econômico do TI Problemas amostras pequenas e resultados não são estratificados por idade, sexo, tipo e tamanho da família Achados as crianças contribuem com uma substancial proporção da renda familiar mesmo em realidades como a da América Latina, onde os rendimentos infantis são bastante baixos

14 Caracteriza O estudo de Pelotas diversas formas de uso da força de trabalho infantil e a utilização dos recursos produzidos pelas crianças para a economia familiar contexto de desindustrialização,, desemprego e trabalho informal Apresenta o perfil ocupacional e a contribuição econômica de crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos com destaque para aspectos relacionados à idade, ao gênero, à escolaridade e à situação socioeconômica de suas famílias

15 Metodologia

16 Metodologia Estudo transversal de base populacional População em estudo indivíduos entre 6 e 17 anos de idade de famílias residentes em setores urbanos populares de Pelotas setores populares: aqueles com proporção menor do que 1,5% dos chefes de família recebendo 20 salários mínimos ou mais (IBGE, 1992). Cálculo de tamanho da amostra - parâmetros prevalência de trabalho infantil = 10% problema de saúde de baixa prevalência = 3% em não trabalhadores + 15% para controle de fatores de confusão + 10% para controle de perdas Total = indivíduos

17 Metodologia Seleção da amostra - parâmetros média de 3,5 pessoas por domicílio 23% de indivíduos na faixa etária estudada (IBGE, 1992). 70 setores populares na cidade sorteio aleatório de 22 setores censitários visita a todos os domicílios em cada setor cerca de domicílios para localizar a amostra. todos os indivíduos ente 6 e 17 anos residentes em cada domicílio eram elegíveis para o estudo.

18 Metodologia Definição de trabalho infantil: trabalho no dia da entrevista e trabalho prévio qualquer atividade laboral regular, remunerada ou não, domiciliar ou não auxílio às demandas domésticas (cuidado da casa ou de irmãos menores) trabalho formal remunerado (comerciários) atividades informais (catadores de papéis, guardadores de carros). Estimativa de contribuição financeira trabalho remunerado atual de crianças e adolescentes inserção ocupacional de todos os membros da família e sua participação na renda familiar critério de exclusão trabalho doméstico realizado por crianças e adolescentes no próprio rio domicílio (na grande maioria das vezes não é remunerado)

19 Trabalho de campo Metodologia período: janeiro e junho de 1998 entrevistadores: 24 estudantes de medicina e de enfermagem, especialmente capacitados um auxiliar entrevistava a mãe e outro a criança. Aspectos éticos participação mediante consentimento informado dos entrevistados sigilo dos dados individuais identificados

20 Análise de dados Metodologia Perfil de trabalho de crianças e adolescentes e sua contribuição à economia familiar Descrição da amostra estudada Estratificação segundo Gênero Grupo etário Nível socioeconômico

21 Resultados

22 Amostra estudada domicílios localizados 22 setores censitários de baixa renda indivíduos entre 6 e 17 anos de idade Perdas = 7,5% Perfil demográfico sexo masculino = 51% brancos = 76% estudavam = 95%

23 Prevalência de trabalho infantil Havia trabalhado alguma vez = 21% (1.014) Trabalhava no momento da entrevista = 9,7% (476) Procurava trabalho = 3,4% (169)

24 Perfil dos trabalhadores (n=476( n=476) Idade 6 e 9 = 5,3% 10 e 13 = 25% 14 e 17 = 70% Gênero meninos = 71% meninas = 29% p<0,001; RP= 2.4; IC95% Inserção no mercado de trabalho Setor informal = 88% Setor formal (dos 14 aos 17 anos) 10% dos meninos 17% das meninas p=0,02; RP= 1.23; IC95%= ).

25 Trabalho infantil, idade e sexo trabalho infantil x idade Idade (anos) H (%) M (%) RP (IC95( IC95%) 6 e 9 anos = 1,5% 10 e 13 anos = 7% 14 e 17 anos = 21% 6 9 2,3 0,5 4,9 (1,7 14,1) ,5 (1,7 3,7) ,3 (1,9 2,8)

26 Tabela 1 Prevalência de trabalho infantil segundo a idade da criança e a renda familiar dos adultos.. Pelotas, RS, Prevalência de Trabalho/Idade 6-9 anos anos anos total Renda dos adultos (n=1479) (n=1474) (n=1410) (n=4363) menos de 3 sm (n=1718) a 6 sm (n=1426) mais de 6 sm (n=1219) Total (n=4363) p-valor tendência linear 0,53 0,02 0,80 0,80 s.m. = salários mínimos

27 Trabalho infantil x ramo econômico Maiores prevalências de trabalho infantil em comércio = 34% serviços não domésticos = 24% serviços domésticos = 20% construção civil = 13% indústria = 5% Comércio e serviços domésticos significativamente mais freqüentes entre as meninas,, em todas as faixas etárias Indústria, construção civil e serviços não domésticos altamente predominantes entre os meninos,, em todas as idades

28

29 Ocupações mais freqüentes Babá (6%) e empregada doméstica (5,3%) = 11,3% servente de pedreiro = 10% auxiliar em bares, mercearias e lanchonetes = 9,5% vendedor = 9,2% limpeza de pátios = 6,5%

30

31 Jornada de Trabalho Jornada de trabalho 40 horas ou mais semanalmente = 40% Até os 13 anos de idade meninas = 42% meninos = 21% (p=0.04). Entre 14 e 17 anos de idade meninas = 43% meninos = 43% Trabalho noturno (>10 h/semana) ) = 16%

32 Remuneração do TI A renda média mensal = R$ 72,00 10 aos 13 anos = R$ 27,00 Renda mensal (R$) % >= 60, ,00-120, , a 17 anos = R$ 91,00 não recebiam dinheiro 16 não informaram 7

33 Remuneração x idade e sexo Pagamento em dinheiro meninos = 77% meninas = 65% (p<0,05) 6 aos 13 anos - diferença não significativa 14 aos 17 anos a proporção de meninas trabalhando sem remuneração monetária era duas vezes maior do que a de meninos (p<0( p<0.01; RR= 2,1; IC95% % 1,2-3,7).

34 Remuneração x idade e sexo Renda média mensal meninos = R$ 79,00 meninas = R$ 54,00 (p<0( p<0,001). Dos 14 aos 17 anos meninos = R$ 102,00 meninas = R$ 65,00 (p<0( p<0,001). Dos 10 aos 13 anos meninos recebendo + de R$ 60,00 mensais era 2 vezes maior do que meninas (p<0( p<0,01) Dos 14 aos 17 anos meninos (32%) recebendo + de R$ 120,00 por mês era cerca de 3 vezes maior do que meninas (11%) (p<0( p<0,01)

35 Contribuição à renda familiar Contribuição média = 18% da renda familiar 50% das crianças TI >= 10% da renda familiar 25% das crianças TI >= 25% da renda familiar Contribuição média meninos = 19% meninas = 15% (p=0,20). Contribuição média à renda familiar 3% dos 6 aos 9 anos 14% dos 10 aos 13 anos 20% dos 14 aos 17 anos

36 Contribuição à renda familiar Até os 9 anos de idade a proporção da renda familiar oriunda da renda infantil era similar para meninos e meninas (3%). Idade H (%) M (%) ns <0,001 p

37 Tabela 2 Contribuição infantil à renda familiar conforme a renda familiar dos adultos. Pelotas, RS, Renda Familiar dos Adultos Contribuição Infantil (n) < 3 s.m. (n=150) 3 a < 6 s.m. (n=113) > 6 s.m. (n=117) Nada (49) < 5% (66) a < 10% (68) a < 25% (103) a 100% (94) Total (380) p<0,000; s.m.= salários mínimos

38 Contribuição infantil x renda familiar x gênero Independentemente da renda familiar dos adultos Meninas - maior proporção não contribuía para a renda familiar e não recebia salário Meninos - maior proporção contribuía com 25% ou mais da renda familiar Renda dos adultos entre 3 e 6 salários mínimos 8% dos meninos e 28% das meninas que trabalhavam não contribuíam para a renda familiar 7% das meninas e 24% dos meninos respondiam por 25% ou mais da renda familiar total (p=0( p=0,03) Renda dos adultos superior a 6 salários mínimos 11% dos meninos e 27% das meninas trabalhando não contribuíam para a renda familiar nenhuma menina e apenas 1% dos meninos aportavam 25% ou mais da renda familiar total (p=0( p=0,18)

39 Renda familiar x freqüência à escola e contribuição infantil Falta de freqüência à escola no ano anterior à entrevista segundo a renda familiar < 3 salários mínimos = 23% 3 e 6 salários mínimos = 16% 6 salários mínimos = 5% p<0,001 Contribuição de 25% ou mais da renda familiar e freqüência à escola fora da escola = 46% freqüentavam a escola = 27% p=0,10 Renda dos adultos x jornada de >= 40 horas semanais até 6 salários mínimos 50% das crianças e adolescentes trabalhadores > 6 salários mínimos 30% dos trabalhadores menores p<0,01

40 Impacto financeiro do TI Renda média familiar total com TI = R$ 746,00 A diferença de R$61,00 = a um acréscimo médio anual de R$ 732,00 na renda de famílias com TI sem TI = R$ 691,00 9% maior

41 Contribuição às despesas familiares A contribuição financeira de crianças e adolescentes para o pagamento de despesas (aluguel, luz, alimentos, roupas, saúde e educação) 10 aos 13 anos = 39% contribuíam 14 aos 17 anos = 50% contribuíam Gasto mensal médio de crianças e adolescentes trabalhadores com Despesas próprias e da família = R$ 26,00 25% gastavam mais de R$40,00 Gasto com despesas próprias média = R$16,00 10% > R$60,00 Gasto com despesas familiares média = R$10,00 10% > R$39,00

42 Contribuição às despesas familiares x idade e gênero Gasto médio com despesas - 14 a 17 anos: próprias = R$21,00 familiares = R$13,00 sem diferença de gênero Contribuição financeira para as despesas familiares: Meninas = R$33,00 Meninos = R$27,00 (p=0,30). Contribuição financeira para as despesas familiares: meninas = 48% meninos = = 35% p=0,02 RR=1,35; IC95%=1,1,1-1,71,7 14 a 17 anos de idade Meninas = 53% meninos = 41% p<0,05

43 Contribuição às despesas familiares A proporção de menores trabalhadores contribuindo para as despesas familiares decrescia linearmente à medida que aumentava a renda familiar dos adultos (p<0,001) ( (Tabela 3). 3 E o valor monetário médio também Valor monetário médio da contribuição infantil às despesas familiares (ptl=0,09). Renda familiar (em s.m.) Média (R$) < 3 36, ,00 > 6 24,00

44 Tabela 3 Contribuição de crianças e adolescentes trabalhadores às despesas familiares segundo a renda familiar dos adultos. Pelotas,, RS, Contribuíam com as despesas Renda dos adultos N % Menos de 3 sm a 6 sm Mais de 6 sm Total s.m. = salários mínimos, p=0,001

45 Discussão

46 Discussão % da contribuição infanto-juvenil à renda familiar total crescia, quando a renda familiar dos adultos diminuía A contribuição infantil à renda familiar foi similar a de outros estudos na AL e na Asia Facchini et al. (1998), Pelotas, média = 18% Cartwright & Patrinos (1999), Bolívia, média = 21% Usha and Devi (1997), Tamil Nadu (India), média = 20% Swaminathan (1998), Gujarat, India,, 40% das crianças contribuíam entre 10% e 20%

47 Discussão quanto menor a renda familiar dos adultos, maior a exclusão escolar de adolescentes trabalhadores (p<0( p<0,001) e maior a jornada de trabalho infanto-juvenil (p<0( p<0,01) a contribuição é mais crítica porque as crianças são obrigadas a trabalhar Porque os pais não conseguem ganhar o suficiente para garantir a sobrevivência da família, Ou para minimizar o impacto de desemprego dos pais, crises familiares (óbito, abandono,...), uma colheita frustrada, uma dívida importante Galli,, 2001

48 Discussão Assim, contesta-se se a controvérsia sobre o elo entre pobreza e trabalho infanto-juvenil juvenil,, (Fausto et al., 1996; Graitcer et al.,1998; Unicef, 1997) Baixa renda e fragilidade institucional são potentes determinantes do TI em todo o mundo Edmonds & Pavcnik,, 2005 Os achados mostraram que em um contexto familiar de maior pobreza,, as crianças trabalhadoras começam trabalhar mais jovens são mais essenciais para o incremento da renda familiar e correm um maior risco de não completar o ciclo escolar básico

49 Discussão O trabalho infantil tem forte relação com pobreza familiar discriminação de gênero ignorância social Famílias de muito baixa renda tem maior dependência do TI A desigualdade entre gêneros é persistente Meninos começam mais cedo e ganham mais Meninas são minoria, contribuem mais para as despesas da família, mas têm mais vínculo formal Dificuldade de manter vínculo com a escola Facchini, 2003

50 Discussão O impacto econômico da contribuição financeira de crianças e adolescentes está inversamente associado à pobreza familiar e seu objetivo mais óbvio é aumentar a renda familiar Galli,, 2001 Os achados de pesquisas e práticas sociais concordam a pobreza é o principal determinante do TI O TI aumenta significativamente a renda e as possibilidades de sobrevivência da família Galli,, 2001

51 Discussão O TI pode ser efetivamente reduzido através de políticas públicas O Relatório Global 2006 da OIT chama especial atenção para os avanços mundiais obtidos nos últimos 4 anos, com destaque especial ao Brasil Os exemplos da Ásia e do Brasil reforçam a mensagem de que a redução da pobreza e a educação universal constituem requisitos importantes para que os países possam chegar ao ponto de transição na eliminação do trabalho infantil. Entretanto, a eficácia e a efetividade das políticas públicas de redução e eliminação do TI precisam ser continuamente avaliadas Edmonds & Pavcnik,, 2005

52 Recomendações Políticas integradas esforços do combate ao TI associados a benefícios para a comunidade e o cidadão apoio às carências e necessidades sociais de comunidades, famílias e crianças Escola, merenda, transporte, Habitação, ambiente, saúde Bolsas e incentivos econômicos Oficinas, centros culturais, quadras esportivas secretária-executiva executiva do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Márcia Lopes: a integração do PETI com o Bolsa Família ajudará a identificar crianças no trabalho em todos os municípios brasileiros. Nós estamos incluindo todas as crianças que estavam no trabalho infantil ou que porventura estejam nessa situação no cadastro único. Acreditamos na erradicação do trabalho infantil na medida em que os municípios brasileiros identifiquem onde essas crianças estão, nós sabemos que ainda há uma dificuldade, o trabalho oculto das crianças, principalmente as meninas, como o trabalho doméstico ou mesmo na área rural

53 Recomendações Ações de melhoria da renda familiar Capacitação de adultos e jovens trabalhadores - bolsas Apoio aos negócios familiares crédito e micro-crédito, crédito, bolsa família, cooperativa, associações,... Ações de apoio às crianças trabalhadoras Bolsa família PETI Apoio a atividades educacionais fortalecimento dos vínculos com a escola, realização de tarefas escolares, atividades culturais, viagens e visitas,... Capacitação para o desenvolvimento de habilidades e criatividade arte e artesanato, música, informática, idiomas, economia,...

54 Recomendações Articulação entre as 3 esferas de governo Ações estratégicas e operacionais descentralizadas com foco no território país, estado, região, município, bairro retirada do trabalho bolsa para trabalhador prevenção do TI bolsa para não trabalhador secretária-executiva executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, Isa Maria de Oliveira: A nossa proposta, agora no primeiro semestre de 2007, é voltar a pactuar, com os governadores eleitos e com o presidente da República, políticas públicas que realmente resultem numa redução significativa do trabalho infantil.

55 Bibliografia Basu and Tzannatos,, Cartwright & Patrinos,, 1999 Eric V. Edmonds,, Nina Pavcnik Child Labor in the Global Economy Journal of Economic Perspectives,, 2005, 19(1): Facchini et al, 2003 Galli R, The economic impact of child labour discussion paper. Geneva, International Institute for Labour Studies,, ILO, 2001 IBGE, PNAD 2001 IBGE, PNAD, 2005 ILO, 2000 ILO, 2002 ILO, 1998 e 2002 convenções ILO, 2006 relatório global Kaushik Basu and Zafiris Tzannatos. The Global Child Labor Problem: What Do We Know and What Can We Do? The World Bank Economic Review, 2003, 17(2): Swaminathan,, 1998 Usha and Devi, 1997

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